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INTRODUÇÃO

O meio ambiente é tudo que encontramos na natureza e ao nosso


redor, ou seja, as árvores, as flores, os animais, o ecossistema e tudo aquilo
que compõe o nosso sistema é considerado o meio ambiente. Podemos
afirmar que a qualidade de vida de todos está totalmente ligada a
conservação e preservação do meio ambiente. Por isso é tão importante a
consciencialização de todas as pessoas para preservarem a natureza. É
muito importante fazer palestras e programas de consciencialização
mostrando a importância da sustentabilidade e da natureza.

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ÊXODO DEMOGRÁFICO

“Êxodo” é o nome dado para a saída de um grupo de pessoas ou toda


uma nação de uma região para outra. O êxodo pode ser considerado um
sinônimo de emigração, pois também está relacionado com a ação de
deslocamento de um grupo de pessoas de sua terra natal para uma
localidade estrangeira.

“Êxodo” é a saída espontânea de um povo de um lugar para outro.


O êxodo é um fenômeno normal que acontece em toda a sociedade desde
primórdios da civilização, seja na busca de melhores condições ou
melhores pastos, como ocorria com os nômades.

A Demografia é uma área da ciência geográfica que estuda a


dinâmica populacional humana. O seu objecto de estudo engloba as
dimensões, estatísticas, estrutura e distribuição das diversas populações
humanas. Estas não são estáticas, variando devido...

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A densidade populacional que Luanda regista, foi também motivada
em grande parte pelo êxodo populacional, visto que a cidade capital era e é
vista como o principal polo de atracção, devido a considerável assimetria
registada entre as demais cidades, a capital do pais ficou a ser conhecida
como o “el dorado” com aberturas ao investimento e a facilidade na
obtenção de renda, em função dos diversos serviços e actividades que
podem ser desenvolvidos grande parte deles por actividades informais.

“O processo de crescimento acelerado da economia informal de


Luanda tem sido a resultante da acção conjugada de diversos factores: um
fluxo migratório prolongado e intenso em direcção à capital angolana, em
consequência do conflito militar prolongado; os efeitos das distorções
geradas pelo sistema centralizado e estatizado.

No entanto, o forte crescimento demográfico foi constituindo um


obstáculo ao desenvolvimento visto que a produção não acompanhou o
crescimento ou aumento da população, como consequência, inicia–se um
processo de pressão da população sobre os principais espaços
habitacionais, a terra valoriza-se e as habitações tornam – se raras em face
a demanda.

O conceito de êxodo demográfico alberga, naturalmente, dois tipos


de êxodo estudados.

Exodo rural – É um fenômeno que surgiu e se expandiu


drasticamente a partir da Revolução Industrial. Consiste na migração das
comunidades rurais dos campos para as cidades, em busca de melhores
condições de vida.

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Causas do êxodo rural

São várias as causas que podem motivar alguém a abandonar a vida


no campo para tentar a sorte na cidade grande. Entre todos os fatores que
influenciam nesse movimento, existe o grande mito de que os grandes
centros urbanos fornecem as melhores oportunidades de crescimento
socioeconômico.

O êxodo rural pode ser motivado por diferentes aspectos.


Didaticamente, podemos dividi-los entre fatores repulsivos e atrativos.

Factores atractivos

Ocorrem pela imagem de mais oportunidades fornecidas nas


cidades. A força de atração das cidades age de maneira mais forte do que a
força de repulsão do campo. As pessoas tendem a buscar essa
movimentação como forma de conseguir melhores ofertas de emprego,
por meio da industrialização urbana.
Além disso, consideram que, nas cidades, terão melhores condições
financeiras. O rápido acesso a bens materiais, serviços e produtos, além da
maior oferta de serviços públicos como hospitais e escolas, também
funciona como um fator atrativo para a população proveniente do campo.
Maiores interações culturais também podem exercer atração para a
emigração rural.

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Fatores repulsivos

Já as forças de repulsão atuam quando os processos socioeconômicos


de uma sociedade afastam a população do campo. Os principais fatores que
causam essa força repulsiva são:
 concentração fundiária: pouca disponibilidade de terras produtivas para
os mais pobres. As grandes áreas de terras férteis estão concentradas nas
mãos de poucos empresários latifundiários;
 baixos salários: a renda das pessoas que trabalham no campo,
principalmente em propriedades de terceiros e em grandes latifúndios,
tende a ser muito baixa;
 mecanização do campo: os grandes avanços obtidos
na agropecuária fizeram com que vários postos de trabalho fossem extintos.
No exterior, os países que hoje são considerados desenvolvidos
tiveram seu processo de urbanizaçãojá a partir do século XVIII. Cidades
como Londres e Paris se tornaram, então, grandes centros urbanos,
atraindo milhares de pessoas. Entretanto, carregavam uma grande carga de
problemas sociais, apresentando grande miséria. Esses problemas só foram
resolvidos décadas depois por meio de reformas urbanas.

Êxodo urbano – Consiste na fuga das pessoas das grades cidades


para comunidades rurais. Ou seja, trata-se do movimento de migração
oposto ao êxodo.

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Consequências do êxodo rural

O movimento migratório em direção às grandes cidades é o


responsável pelo aumento de muitos problemas sociais. Eles acabam
atingindo não somente aqueles que se mudaram para os centros urbanos,
mas também quem já vive neles.

O movimento de saída do campo faz com que se diminua a


população rural de um país, gerando escassez de mão de obra, diminuindo
também os níveis de produção de alimentos e de matéria-prima. Em uma
escala maior, isso resulta em um processo inflacionário e no aumento do
custo de vida da população.
Nas áreas urbanas, o êxodo rural é responsável por vários problemas
de ordem social e estrutural. Entre eles, podemos citar:

Desemprego

Com o considerável acréscimo populacional nas cidades, em ritmo


acelerado e em um curto espaço de tempo, o mercado de trabalho é incapaz
de absorver toda essa mão de obra, resultando em altos níveis de
desemprego. Além disso, geralmente a população migratória não apresenta
qualificações profissionais, o que dificulta ainda mais sua recolocação no
mercado.

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Desigualdade social

O contexto migratório urbano, em decorrência do crescimento do


desemprego e das condições de vida precária, auxilia na escalada
da desigualdade social. Em países emergentes, que já apresentam altos
níveis de desigualdade, esse processo só faz acelerar o contexto social
desigual, resultando na presença de populações muito pobres.

Marginalização

Sem oportunidades de emprego e com poucas perspectivas de


melhoras, o surgimento das atividades ilícitas, dos subempregos e de
facções criminosas ganha espaço. Não à toa, a falta de oportunidades é um
dos principais motivos para o crescimento da violência em qualquer país do
mundo.

Causas do Êxodo Urbano

O que se observa atualmente são problemas muito parecidos, como


os ligados ao déficit habitacional, o inchaço urbano, numerosos espaço
marginalizados, tendo em vista que os preços dos terrenos é um fator
determinante para a distribuição da população nos espaços urbanos.
Problemas de transporte, congestionamentos em horários de pico, ou seja,
da entrada e saída dos trabalhadores para os seus respectivos empregos.
Poluição, causado pelo tráfego intenso de automóveis e outras atividades
que envolve a cidade. Ilha de calor, ou comummente conhecido como uma
espécie de microclima urbano. Abastecimento de lixo, que requer uma
infraestrutura adequada e um valor alto para manutenção e controle. E os
conflitos sociais, como a violência, o tráfico e uso de drogas, etc. Essas são
questões recorrentes que fazem com que muitas pessoas voltem ao campo,
buscando tranquilidade de vida, e o sossego. Mesmo os números ainda

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sendo baixos se comparados ao êxodo rural, já é possível se ter uma
estimativa dos problemas que fazem com que as pessoas voltem ou
retornem para o seu local de origem, problemas estes não resolvidos e até
mesmo ignorados pelos gestores das cidades.

O Crescimento Urbano

A taxa de crescimento urbano no mundo é superior em mais do


dobro ao crescimento da população total. A população urbana está a crescer
a uma taxa muito mais rápida do que a população no seu conjunto.As taxas
de urbanização são muito diferentes segundo os continentes e no seu
interior, em particular na Ásia, na América Latina e em África.
O crescimento urbano em resultado das elevadas taxas de natalidade
e das migrações campo-cidade está a ter impactos significativos sobre o
ordenamento do território e a qualidade de vida das populações, sobretudo
se tivermos em conta a incapacidade financeira de muitos países em
gerirem enormes concentrações de população povo.

A Evolução da População Mundial

O crescimento explosivo da população é um fenómeno recente.


Últimos 30 anos, o acréscimo anual verificado no total da população
mundial traduziu-se num crescimento explosivo da população. A tendência
é para que os aumentos anuais diminuam gradualmente, de 78 milhões em
1999 para 64 milhões em 2020-2025. A redução do ritmo de crescimento
anual da população mundial não evitará que a mesma venha a Apesar da
taxa de crescimento natural da população ter diminuído ligeiramente nos
atingir cerca de 8900 milhões em 2050 (em 1999 era de 6 milhões).

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Face ao actual contexto demográfico, será possível encontrar um
dinamismo económico e um equilíbrio ecológico capaz de responder às
novas exigências? A pressão demográfica fez aumentar a produção. As
necessidades da população em matéria de recursos naturais aumentou para
níveis insustentáveis. Há limiares que não podem ser ultrapassados sem se
pôr em risco o equilíbrio bioclimático do planeta. Muitos desses limiares
estão próximos, pois a velocidade a que ocorre a delapidação dos recursos
deixa-nos muito pouco tempo para se prever e rectificar efeitos
inesperados.
Os problemas das grandes cidades:

As cidades estão a crescer depressa demais para as possibilidades


de resposta das autoridades.
A escassez de habitação, de água e de saneamento, e o
congestionamento de trânsito, são gerais. Uma proporção crescente de
habitantes das cidades dos países em desenvolvimento vive em bairros de
lata e favelas, muitos deles expostos à poluição do ar e da água e às
contingências de carácter industrial e da natureza. A gestão das enormes
concentrações de população pobre, de elevadas taxas de desemprego e
administradas por municipalidade sem meios financeiros, é uma das
questões mais difíceis de resolver. O futuro das cidades e o
desenvolvimento dos territórios passará obrigatoriamente pela
implementação de políticas de gestão dos recursos mais sustentáveis
(incluindo a população).Contudo, não é de desvalorizar o papel dos
factores sócio-culturais, pois face ao crescimento caótico das cidades nos
países em desenvolvimento, é urgente alterar os modos de comportamento
das populações.

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“Em países onde o crescimento económico é nulo ou reduzido, o
aumento da população constitui a principal causa da degradação do
ambiente”.
.
As Migrações Temporárias – Os Novos Factores e Protagonistas

Os países de acolhimento têm manifestado uma preferência pelos


movimentos temporários. O recurso a trabalhadores estrangeiros visa fazer
face a carências momentâneas de mão-de-obra ligadas a actividades
sazonais, ou a necessidades conjunturais.

Particularmente importante tem sido o fluxo de refugiados que não


pára de aumentar.

O essencial dos fluxos de refugiados encontra a sua origem em


conflitos internos, que são agravados por ingerência das grandes potências.
No plano económico os movimentos de refugiados estão directamente
ligados à diminuição da qualidade de vida nos países em desenvolvimento.
Nestes países, a conjugação da pressão demográfica com a carência
de recursos alimentares faz com que alguns grupos sociais, para manterem
o seu poder e inffluência, responsabilizem outros grupos pelas carências
sentidas, dando ao conflito um carácter étnico e conduzindo a êxodos
importantes.

Refugiado – Todo o indivíduo vítima de perseguições por motivos


raciais, religiosos, políticos e até pela sua condição social, conceito que
poderia ser interpretado apenas como um diferendo entre um indivíduo e o
seu Estado.

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Causas da densidade demográfica

Um dos principais motivos que levam ao êxodo rural na maioria dos


países em que este fenômeno ocorre é o desejo por uma melhor
qualidade de vida. Neste caso, os habitantes das regiões rurais sofrem com
a falta de serviços e infraestruturas básicas, como escolas, hospitais e
facilidades de transporte, por exemplo. Além desses fatores, crises
climáticas ou desastres naturais podem também ser responsáveis pelo
êxodo rural de determinadas localidades.

Envelhecimento da população no campo: há um processo iminente


de envelhecimento da população no campo, sendo que em muitas ocasiões
os jovens deixam o campo para estudar nos centros urbanos e nunca mais
retornam para viver no campo. Assim, com o passar do tempo, as famílias
são forçadas a deixarem o campo, porque os idosos já não conseguem mais
suprir as necessidades que a vida no campo demanda. Quando os idosos
falecem, muitas vezes os filhos se desfazem das propriedades, porque não
possuem intenções de continuar vivendo no meio rural.

Modernização das atividades no campo: diante do processo de


modernização das atividades nas áreas agrícolas, especialmente com o
emprego de maquinários nos processos de produção, há uma diminuição da
necessidade de pessoas trabalhando no campo. Assim, as pessoas que antes
trabalhavam em atividades agrícolas, podem agora buscar empregos nas
áreas urbanas, especialmente nas indústrias.

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Consequências demográficas

Como consequência do êxodo rural descontrolado, alguns problemas


sociais podem surgir nas localidades urbanas que recebem um elevado
número de migrantes sem estarem estruturadas para isso.

Favelas e bairros desestruturados surgem a partir da


desorganização formada pelas migrações massivas e inesperadas.
Normalmente, com a falta de qualificação profissional e educacional dos
migrantes, estes dificilmente conseguem uma vaga no mercado de trabalho
das grandes cidades, fazendo com que partam para o subemprego trabalho
informal ou, em alguns casos, ilegal.

Outra consequência do êxodo demográfico é o aumento da


marginalização, seja espacial ou social, pois o aumento populacional leva
as pessoas a procurarem regiões mais afastadas dos centros comerciais para
fixarem residência.

Possíveis Soluções

Para evitar essas crises sociais, são necessárias as aplicações de


políticas públicas que auxiliem o investimento nas atividades do campo,
assim como na produção dos pequenos e médios produtores rurais, além da
garantia de uma infraestrutura básica de qualidade nessas regiões
(hospitais, escolas, etc). Diminuição da variedade produtiva no campo:
com o processo de êxodo rural, por vezes ocorre a expansão de atividades
de monocultura. Quando isso ocorre, há uma diminuição da variedade
produtiva no campo. Ou seja, o pequeno produtor tem condições de plantar
uma ampla variedade de espécies de grãos, legumes, frutas.

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Actualidade em Angola sobre o Êxodo rural

Êxodo rural gera pobreza


O vice-governador provincial do Huambo para o Sector Económico,
David Barbosa, apontou como principais causas da insegurança alimentar
no país, a degradação de infra-estruturas socioeconómicas, a falta de oferta
de bens alimentares essenciais.

O vice-governador provincial para o Sector Económico, David


Barbosa, afirmou na quarta-feira, na cidade do Huambo, que o programa
municipal de desenvolvimento rural e combate à pobreza permitirá
mobilizar financiamento para a melhoria de vida da população. David
Barbosa fez esta afirmação quando dissertava sobre o tema “Combate à
pobreza, um compromisso do Executivo angolano”, no seminário
provincial sobre a implementação dos programas municipais integrados de
desenvolvimento rural e combate à pobreza. Segundo o vice-governador,
com o programa municipal de desenvolvimento rural e combate à pobreza
pretende-se, em termos estratégicos, estimular a mais ampla e diversificada
participação dos intervenientes a todos os níveis.

Sublinhou também que este programa vai promover a coordenação e


articulação global de todas as iniciativas ligadas à pobreza e qualidade de
vida, assim como facilitará o diálogo e a concertação social.
Como principais causas da insegurança alimentar no país, apontou a
degradação de infra-estruturas socioeconómicas, a falta de oferta de bens
alimentares essenciais, serviços e o êxodo populacional das áreas rurais
para as capitais provinciais. O baixo índice deprodução agro-pecuária
devido à insuficiência de inputes agrícolas, falta de recursos humanos,
ausência de investimentos financeiros, escassez de recursos hídricos,

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condições climáticas diversas, foram também referidos como aspectos que
agravam a resolução do problema. Na sua visão, os programas municipais
integrados de desenvolvimento rural e combate à pobreza devem integrar
uma visão ampla do município, no sentido de projectar todas as acções das
necessidades do desenvolvimento sustentável, independentemente das
fontes de financiamento ou parcerias a serem formadas.

David Barbosa acrescentou que, a nível dos municípios, as unidades


técnicas municipais serão responsáveis pela organização dos planos de
execução, formação e ligações institucionais com os parceiros sociais de
cada municipalidade. “Esta unidade será assistida tecnicamente por um
perito provincial e municipal”, concluiu. O vice-governador do Huambo
acrescentou que o combate à fome e à pobreza constitui um dos grandes
desafios do Governo e acredita que a situação vai conhecer melhorias
significativas nos próximos tempos. Apelou à população a colaborar com o
Governo.

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CONCLUSÃO

Chegando ao fim da pesquisa, que o termo êxodoé à saída da


população campesina em direção à cidade, ou seja, a saída dos moradores
da área rural para a área urbana. Esse processo de migração ocorre devido à
busca de qualidade de vida melhor nas áreas urbanas, por maior oferta de
empregos, acesso aos serviços de saúde, serviços de educação, acesso
a saneamento básico, entre outros fatores que influenciam no abandono da
população das áreas rurais e se destinam a chegar às áreas urbanas.

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BIBLIOGRAFIA

 mundoeducacao.bol.uol.com.br
 www.significados.com.br
 pt.wikipedia.org
 www.angonoticias.com

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Índice

INTRODUÇÃO ............................................................................. 1
ÊXODO DEMOGRÁFICO ........................................................... 2
Causas do êxodo rural .................................................................... 4
Factores atractivos .................................................................... 4
Fatores repulsivos ..................................................................... 5
Consequências do êxodo rural ....................................................... 6
Desemprego .............................................................................. 6
Desigualdade social .................................................................. 7
Marginalização ......................................................................... 7
Causas do Êxodo Urbano ............................................................... 7
O Crescimento Urbano................................................................... 8
A Evolução da População Mundial ............................................... 8
Os problemas das grandes cidades: ............................................... 9
As Migrações Temporárias – Os Novos Factores e Protagonistas
...................................................................................................... 10
Causas da densidade demográfica ............................................... 11
Consequências demográficas ....................................................... 12
Possíveis Soluções ....................................................................... 12
Actualidade em Angola sobre o Êxodo rural ............................... 13
Êxodo rural gera pobreza .......................................................... 13
CONCLUSÃO ............................................................................. 15
BIBLIOGRAFIA.......................................................................... 16

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