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FISICA EEFM GOV.

CESAR CALS DE O FILHO ESPELHOS ESFERICOS PROF: EVANDO SANTOS

DETERMINAÇÃO GRÁFICA DA IMAGEM Imagem IMPROPRIA (imagem no infinito)

Para determinarmos graficamente uma imagem (5) Objeto situado entre o foco F e o vértice:
originada por um espelho esférico, basta traçarmos dois
raios quaisquer de luz entre os notáveis que
aprendemos anteriormente. Procure perceber que as
características de cada imagem depende da distância
do objeto ao espelho.

Imagens em um Espelho Côncavo


(1) Objeto situado antes do centro de curvatura C:
Imagem VIRTUAL, DIREITA e MAIOR que o objeto

Imagem em um Espelho Convexo


Neste caso temos apenas um caso:

Imagem REAL, INVERTIDA e MENOR que o objeto

(2) Objeto situado sobre o centro de curvatura C:


É sempre VIRTUAL, DIREITA E MENOR que o bojeto

DETERMINAÇÃO ANALÍTICA DA IMAGEM

Agora procuraremos expressar de forma matemática


algumas expressões que nos permita determinar a
posição e o tamanho da imagem.

1. Equação Conjugada de Gauss


Dado um espelho plano de didstância focal f, distância
Imagem REAL, INVERTIDA e de MESMO TAMANHO do objeto ao espelho p e distância da imagem ao
que o objeto eseplho p , demonstra-se a existência da seguinte
relação matemática
(3) Objeto situado entre o centro de curvatura C e o
Foco F: 1 1 1
f p p'
Temos, ainda que, a distância focal é dada por:

R
f
2
Imagem REAL, INVERTIDA e MAIOR que o objeto 2. Aumento Linear Transversal
(4) Objeto situado sobre o Foco F:

Por definição, o aumento linear transversal A é a razão


entre a altura da imagem i e a altura do objeto o.

i p'
A
o p
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02 uando um objeto de tamanho A é colocado em frente
a um espelho, um observador vê sua imagem com
tamanho 3A. Podemos então afirmar que:

a) o espelho é côncavo e o objeto está no foco.


b) o espelho é côncavo e o objeto está entre o foco e o
Convenção de Sinais vértice.
c) o espelho é convexo e o objeto está no foco.
Objeto Real => p > 0 Virtual => p < 0 d) o espelho é convexo e o objeto está entre o foco e o
Imagem Real => p > 0 Virtual => p´< 0 vértice.
Espelho Côncavo => R > 0 e f > 0 Convexo => R < 0 e f < 0 e) N.R.A.
Altura da Direita => i > 0 Invertida => i < 0
Imagem 03 (UFAL 88) Um espelho esférico convexo forma
para o > 0 sempre, de um objeto direito e real uma imagem:

EXERCÍCIOS. a) direita e real. b) direita e imprópria.


c) invertida e real. d) invertida e virtual.
e) direita e virtual.
1. Um objeto real de altura 5 cm está a 3 m diante de
um espelho esférico côncavo, de distância focal 1 m. 04 (PUC-PR) Com relação à formação de imagens em
espelhos côncavos, considere as seguintes afirmações:
(a) Determine, graficamente, as características da
imagem. I - Raios luminosos que incidem paralelamente ao eixo do
espelho, quando refletidos, passam pelo foco.
(b) Determine, analiticamente, a posição e o tamanho
II - Raios luminosos, incidindo no centro de curvatura do
da imagem. espelho são refletidos na mesma direção.
III - Raios luminosos, partindo do foco, são refletidos
2. Diante de um espelho esférico convexo, de raio de paralelamente ao eixo do espelho.
curvatura de 60 cm, é colocado, perpendicularmente ao IV- Uma imagem virtual produzida pelo espelho pode ser
eixo principal do mesmo, um objeto de 2 cm de altura. O projetada num anteparo.
objeto dista 40 cm do espelho. Determine:
a) Apenas as afirmativas I, II e IV são corretas.
(a) a posição da imagem; b) Apenas as afirmativas II, III, e IV são corretas.
c) Apenas as afirmativas I, II e III são corretas.
(b) o tamanho da imagem.
d) Todas as afirmativas são corretas.
3. Mediante a utilização de um espelho esférico 05 Para examinar o dente de uma pessoa, o dentista
côncavo, de distância focal 20 cm, quer se projetar utiliza um pequeno espelho. A respeito do espelho
sobre um anteparo uma imagem três vezes maior que o utilizado e da distância do dente ao espelho podemos
objeto. Determine: afirmar:

(a) a posição do objeto; a) É côncavo e a distância é maior que a distância focal.


(b) a posição da imagem. b) É plano.
c) É convexo e a distância é qualquer.
d) É côncavo e a distância é menor que a distância focal.
4. Um espelho esférico fornece, de um objeto real, uma
imagem virtual e duas vezes menor do que o objeto.
Sabendo que a distância do objeto ao espelho é de 60 06 Deseja-se obter a imagem de uma lâmpada,
cm, determine: ampliada 5 vezes, sobre uma parede situada a 12 cm
de distância. Quais as características e a posição do
(a) a posição da imagem; espelho esférico que se pode utilizar ? Ele deverá ser:
(b) a distância focal do espelho.
(d) côncavo, com 6 cm de raio, a 4 cm da lâmpada; (a) convexo, com 5 cm de raio, a 3 cm da lâmpada;
(e) convexo, com 6 cm de raio, a 4 cm da lâmpada; (b) côncavo, com 5 cm de raio, a 3 cm da lâmpada;
(c) convexo, com 24 cm de raio, a 2 cm da lâmpada;

TEXTES DE VESTIBULAR

01 m espelho côncavo produz uma imagem real


invertida de mesmo tamanho que um objeto situado a
40 cm de distância. A distância focal do espelho é de:

a) 20 cm. b) 40 cm. c) 80 cm. d) 10 cm. e) N.R.A.

. Assinale a alternativa falsa:

a) Um espelho convexo produz apenas imagens virtuais.


b) Um espelho plano pode produzir imagens reais.
c) Um espelho convexo pode produzir imagens reais.
d) Um espelho côncavo pode produzir imagens virtuais.
e) N.R.A.
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Os dois meios de propagação, A e B, e a


superfície de separação S constituem o que chamamos
de DIOPTRO.

ÍNDICE DE REFRAÇÃO ABSOLUTO

Seja c a velocidade da luz no vácuo e v a


velocidade da luz em um meio qualquer, definimos

nA
Meio A

nB
Meio B

índice de refração absoluto (n) de um meio a razão


entre as velocidades da luz no vácuo e no meio
considerado:

c
n
v
O índice de refração absoluto do vácuo é
naturalmente igual a 1 (v = c). Como a velocidade da luz
no vácuo é uma velocidade limite, em qualquer outro
meio ela será inferior:

v < c, logo: n > 1

LEIS DE REFRAÇÃO

Considerando um raio de luz monocromático incidente


numa superfície separadora de dois meios de
propagação e o correspondente raio de luz refratado.
Tracemos a reta normal à superfície pelo ponto de
incidência da luz.
REFRAÇÃO DA LUZ

Já discutimos o fato da velocidade da luz


depender do meio de propagação. A velocidade de uma
dada luz monocromática assume valores diferentes em
diferentes meios de propagação tais como: vácuo, ar,
água, vidro, etc.
A luz sofre refração quando passa de um meio
para outro, modificando sua velocidade. Em geral, a
refração é acompanhada por um desvio na trajetória da TEMOS:
luz, conseqüência da mudança de velocidade. O único RI Raio Incidente;
caso de refração no qual a luz não sofre desvio é RR Raio Refratado;
quando incide perpendicularmente à superfície de N Reta Normal;
separação dos meios S. i ângulo de incidência;
r ângulo de refração.

As leis que regem a refração da luz são:

1ª Lei: O raio de luz incidente RI, a reta normal N e o


raio de luz refratado RR estão situados num mesmo
plano (coplanares)

2ª Lei ou Lei de Snell - Descartes:

n A . sen i n B . sen r
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Onde: nA = Índice de refração do meio A


nB = Índice de refração do Meio B
i = Ângulo e Incidência
r = Ângulo de refração.

Podemos concluir desta lei que:

Quando a luz passa de um meio menos


refringente (menor índice de refração) para um
meio mais refringente (maior índice de Os dois meios de propagação, A e B, e a
refração), o raio de luz se aproxima da normal e superfície de separação S constituem o que chamamos
a velocidade de propagação diminui. de DIOPTRO.
Reciprocamente, quando a luz passa de um
meio mais refringente para um meio menos ÍNDICE DE REFRAÇÃO ABSOLUTO
refringente, o raio de luz se afasta da normal e a
velocidade de propagação da luz aumenta.
Seja c a velocidade da luz no vácuo e v a
velocidade da luz em um meio qualquer, definimos
índice de refração absoluto (n) de um meio a razão
entre as velocidades da luz no vácuo e no meio
considerado:

c
n
v
O índice de refração absoluto do vácuo é
naturalmente igual a 1 (v = c). Como a velocidade da luz
no vácuo é uma velocidade limite, em qualquer outro
meio ela será inferior:

v < c, logo: n > 1

LEIS DE REFRAÇÃO

Considerando um raio de luz monocromático incidente


numa superfície separadora de dois meios de
propagação e o correspondente raio de luz refratado.
Tracemos a reta normal à superfície pelo ponto de
incidência da luz.

REFRAÇÃO DA LUZ

Já discutimos o fato da velocidade da luz


depender do meio de propagação. A velocidade de uma
dada luz monocromática assume valores diferentes em
TEMOS:
diferentes meios de propagação tais como: vácuo, ar,
RI Raio Incidente;
água, vidro, etc.
A luz sofre refração quando passa de um meio RR Raio Refratado;
para outro, modificando sua velocidade. Em geral, a N Reta Normal;
refração é acompanhada por um desvio na trajetória da i ângulo de incidência;
luz, conseqüência da mudança de velocidade. O único r ângulo de refração.
caso de refração no qual a luz não sofre desvio é
quando incide perpendicularmente à superfície de As leis que regem a refração da luz são:
separação dos meios S.
1ª Lei: O raio de luz incidente RI, a reta normal N e o
raio de luz refratado RR estão situados num mesmo
plano (coplanares)
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2ª Lei ou Lei de Snell - Descartes: 6. Considere a refração da luz, ao passar do ar para


um líquido X, conforme o esquema seguinte e
determine o índice de refração absoluto do líquido
n A . sen i n B . sen r X.Considere nAr = 1

Onde: nA = Índice de refração do meio A


nB = Índice de refração do Meio B 7 Um raio luminoso incide na superfície que separa o
o
i = Ângulo e Incidência meio A do meio B, formando um ângulo de 60 com a
r = Ângulo de refração. normal no meio A. O ângulo de refração vale 30o e o
meio A é o ar, cujo índice de refração é nA = 1.
Podemos concluir desta lei que: Determine o índice de refração do meio B (nB). Dados:
sen 30o = 0,5 e sem 60o = 0,9.
Quando a luz passa de um meio menos
refringente (menor índice de refração) para um 8. Um raio luminoso passa do ar para a água formando
meio mais refringente (maior índice de um ângulo i = 30o com a normal. Sabendo que o índice
refração), o raio de luz se aproxima da normal e de refração da água em relação ao ar vale 4/3, calcule
a velocidade de propagação diminui. o valor do ângulo de refração.
Reciprocamente, quando a luz passa de um
meio mais refringente para um meio menos
refringente, o raio de luz se afasta da normal e a
velocidade de propagação da luz aumenta.

nA
Meio A

nB
Meio B

EXERCÍCIOS.

1. Se um pescador quiser fisgar um peixe lançando


obliquamente um arpão, ele deverá arremessá-lo acima
ou abaixo da posição em que vê o peixe?

2 O que acontece, por exemplo, quando colocamos um


lápis a parte de um lápis imerso em água? Faça essa
experiência e explique o que observou.

2. A luz procedente do Sol poente se propaga através


da atmosfera segundo uma trajetória curva, de modo
que o Sol parece estar mais alto do que realmente está.
Como se explica este fenômeno? Ilustre com um
diagrama.

Sação

4. O índice de refração absoluto da água é 4/3 e o vidro


é 3/2. Determine:
(a) o índice de refração da água em relação ao vidro;
(b) a relação entre a velocidade de propagação da luz
no vidro e a velocidade de propagação da luz na
água;

5. Um raio de luz monocromática


passa de um meio A para um meio B
conforme a figura:
(a) Qual é o meio mais
refringente ? Justifique.
(b) Em que meio a luz possui
maior velocidade ?
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