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Dor Abdominal em Lactentes

Dor Abdominal em Lactentes

Dor Abdominal em Lactentes
Cólica do Lactente - Diagnóstico   Cólica do lactente se refere ao choro súbito, inexplicado

Cólica do Lactente - Diagnóstico

 
 

Cólica do lactente se refere ao choro súbito, inexplicado e inconsolável (não responde às medidas habituais de conforto). Tipicamente se manifesta como um ataque paroxístico de choro forte, agudo, estridente, “em crescendo”.

Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J Pediatr 2003

 
forte, agudo, estridente, “em crescendo” . Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J Pediatr 2003  
Cólica do Lactente - Diagnóstico O lactente se estica, fica vermelho, vira a cabeça para

Cólica do Lactente - Diagnóstico

O lactente se estica, fica vermelho, vira a cabeça para os lados, as mãos ficam crispadas, as coxas fletidas sobre o abdome; a eliminação de gases parece trazer um alívio temporário. Com breves pausas, o choro pode se prolongar por horas; é inconsolável - o que traz aos pais sentimentos de frustração e impotência.

Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J Pediatr 2003

o que traz aos pais sentimentos de frustração e impotência. Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J
Cólicas do Lactente - Causas cólicas são devidas à incoordenação do sistema nervoso autônomo ou

Cólicas do Lactente - Causas

cólicas são devidas à incoordenação do sistema nervoso autônomo ou constituição neuropática ou hipertônica…

“nenhum fator isolado explica sistematicamente a cólica” e “um médico solidário é importante para a resolução do problema”

Penna HAO. Choro. In: Marcondes E, Costa Vaz, FA, Araujo Ramos, JL, Okay Y, editores. Pediatria Básica.

9ª ed. São Paulo: Sarvier; 2002.p.189. citado por Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J Pediatr 2003

Básica. 9ª ed. São Paulo: Sarvier; 2002.p.189. citado por Murahovschi, Jaime. Cólicas do lactente. J Pediatr
Cólicas do Lactente - Causas "O entendimento atual é que as cólicas dos bebês são

Cólicas do Lactente - Causas

"O entendimento atual é que as cólicas dos bebês são uma variação da normalidade ao invés de uma entidade patológica e são um fenômeno que ainda carece de melhor entendimento que afeta 20% a 30% dos bebês até 3 meses."

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

até 3 meses." Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3
Cólicas do Lactente - Causas Sobre a alimentação materna: os diversos estudos sugerem uma participação

Cólicas do Lactente - Causas

Sobre a alimentação materna: os diversos estudos sugerem uma participação insignificante como causa de choro excessivo em bebês saudáveis e dividem as opiniões entre os gastroenterologistas pediátricos."

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

pediátricos." Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.
Cólicas do Lactente - Critérios Diagnósticos Para fechar o diagnóstico de Cólica do Lactente é

Cólicas do Lactente - Critérios Diagnósticos

Para fechar o diagnóstico de Cólica do Lactente é necessário todos os critérios abaixo (em menores de 4 meses):

crises de irritabilidade, inquietação ou choro que surgem e desaparecem sem causa aparente;

duração dos episódios maior que 3 horas por dia, pelo menos 3 vezes por semana, no mínimo por 1 semana;

ausência de atraso no desenvolvimento ponderoestatural.

Duarte, Marco Antônio, Tratado de Pediatria - Sociedade Brasileira de Pediatria, Ed.4, 2017; Cap. 8, p.752

Duarte, Marco Antônio, Tratado de Pediatria - Sociedade Brasileira de Pediatria, Ed.4, 2017; Cap. 8, p.752
Cólicas do Lactente - Critério de Alerta Vale a pena enfatizar: Quando o lactente apresenta

Cólicas do Lactente - Critério de Alerta

Vale a pena enfatizar: Quando o lactente apresenta intolerância à lactose ou alergia ao leite de vaca, além do choro o bebê apresentará outras manifestações clínicas. Dessa forma, os critérios de ‘‘cólicas’’ deixarão de ser válidos, uma vez que esses bebês não estão saudáveis.

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

não estão saudáveis. Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3
Cólicas do Lactente - Diagnóstico Diferencial Causas mais comum de choro excessivo agudo em bebês

Cólicas do Lactente - Diagnóstico Diferencial

Causas mais comum de choro excessivo agudo em bebês pequenos

Cólica do Lactente

Sem causa aparente, bebê saudável, ganha peso, "regra dos três"

Infecções

Otite média; infecção urinária; meningite

Gastrointestinais

Refluxo gastroesofágico; esofagite de refluxo; constipação; invaginação intestinal, intolerância a lactose ou alergia ao leite de vaca

Trauma

Abrasão de córnea; corpo estranho ocular, ‘‘torniquete’’ de extremidades;

Comportamental / Interacional

Estimulação excessiva, falta de rotina, distúrbio do vínculo

Reações a Drogas

Reações a vacinas; a drogas que foram usadas na gestação (narcóticos)

Violência / Abuso

Fraturas de ossos longos; hemorragia ocular; hemorragia intracraniana

Hematológico / Cardiovascular

Crise hemolítica - Anemia falciforme; Taquiarritmia; insuficiência cardíaca congestiva

Grover G. Crying and colic. In: Berkowitz CD, editor. Pediatrics: a primary care approach. 1 ed. Philadelphia (PA): Saunders Company; 1996. p.

102---4.

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico A conduta médica na Cólica do Lactente tem três

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

A conduta médica na Cólica do Lactente tem três objetivos:

1) deixar claro que ‘‘cólica de lactente’’ não é uma doença; 2) nada acontecerá com o bebê em virtude da cólica (desfazer mitos); 3) enfatizar que a cólica passa sozinha e ‘‘é um problema que o bebê irá saber conduzir’’ (explicar a história natural desse tipo de problema alivia os pais da responsabilidade de ‘‘resolver’’ o choro).

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

o choro). Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico "O pediatra educa os cuidadores para a condução de

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

"O pediatra educa os cuidadores para a condução de crises, esclarece os significados dos choros do bebê, desfaz mitos, alivia sentimentos de culpa e a necessidade de dividir as tarefas, enquanto o outro descansa."

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

o outro descansa." Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral,

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral, com um ‘‘pano morno’’ ou com o uso de ‘‘bolsas térmicas mornas’’ em contato com o abdômen da criança e massagens abdominais apresentam alguma evidência de melhoria do choro.

apresentam alguma evidência de melhoria do choro. Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

de melhoria do choro. Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J).
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral,

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral, com um ‘‘pano morno’’ ou com o uso de ‘‘bolsas térmicas mornas’’ em contato com o abdômen da criança e massagens abdominais apresentam alguma evidência de melhoria do

choro.

choro. Faça massagens no sentido horário exercendo uma compressão abdominal leve - especialmente quando a criança

Faça massagens no sentido horário exercendo uma compressão abdominal leve - especialmente quando a criança estiver fora da crise

 
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral,

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral, com um ‘‘pano morno’’ ou com o uso de ‘‘bolsas térmicas mornas’’ em contato com o abdômen da criança e massagens abdominais apresentam alguma evidência de melhoria do choro.

apresentam alguma evidência de melhoria do choro. Pegue as pernas do bebê e faça movimentos como

Pegue as pernas do bebê e faça movimentos como se estivesse "pedalando". A perna direita deve pedalar um pouquinho antes da esquerda (para imitar o sentido horário)

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

o sentido horário) Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral,

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral, com um ‘‘pano morno’’ ou com
Acalmar o bebê no colo, ou em decúbito ventral, com um
‘‘pano morno’’ ou com o uso de ‘‘bolsas térmicas mornas’’ em
contato com o abdômen da criança e massagens
abdominais apresentam alguma evidência de melhoria do
choro.
Segurar de bruços exercendo apoio
sobre o abdome também ajuda a
amenizar o processo

Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J). 2016;92(3 Suppl 1):S40---5.

a amenizar o processo Halpern R, Coelho R. Excessive crying in infants. J Pediatr (Rio J).
Cólicas do Lactente - Manejo Clínico As técnicas que simulam a posição fetal tendem a

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico

Cólicas do Lactente - Manejo Clínico As técnicas que simulam a posição fetal tendem a tranquilizar

As técnicas que simulam a posição fetal tendem a tranquilizar o bebê e ajudam muito no tratamento das Cólicas do Lactente.

São medidas não-farmacológicas e de fácil implementação

e ajudam muito no tratamento das Cólicas do Lactente. São medidas não-farmacológicas e de fácil implementação
Cólicas do Lactente - Diagnóstico Diferencial Causas mais comum de choro excessivo agudo em bebês

Cólicas do Lactente - Diagnóstico Diferencial

Causas mais comum de choro excessivo agudo em bebês pequenos

Cólica do Lactente

Sem causa aparente, bebê saudável, ganha peso, "regra dos três"

Infecções

Otite média; infecção urinária; meningite

Gastrointestinais

Refluxo gastroesofágico; esofagite de refluxo; constipação; invaginação intestinal, intolerância a lactose ou alergia ao leite de vaca

Trauma

Abrasão de córnea; corpo estranho ocular, ‘‘torniquete’’ de extremidades;

Comportamental / Interacional

Estimulação excessiva, falta de rotina, distúrbio do vínculo

Reações a Drogas

Reações a vacinas; a drogas que foram usadas na gestação (narcóticos)

Violência / Abuso

Fraturas de ossos longos; hemorragia ocular; hemorragia intracraniana

Hematológico / Cardiovascular

Crise hemolítica - Anemia falciforme; Taquiarritmia; insuficiência cardíaca congestiva

Grover G. Crying and colic. In: Berkowitz CD, editor. Pediatrics: a primary care approach. 1 ed. Philadelphia (PA): Saunders Company; 1996. p.

102---4.

Alergia a Proteína do Leite - Definição Alergia alimentar consiste numa resposta anormal desencadeada pela

Alergia a Proteína do Leite - Definição

Alergia alimentar consiste numa resposta anormal desencadeada pela ingestão de um alimento, sendo classificada como alérgica, tóxica ou por intolerância.

Qualquer alimento pode ser o alérgeno alimentar mas ovo, leite, amendoim, nozes, peixe, soja e trigo representam até 90% dos casos de alergia alimentar durante a infância.

Carvalho, Elisa de; Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018

NELSON. Tratado de Pediatria - Richard E. Behrman, Hal B. Jenson, Robert Kliegman. 20ª Edição. Elsevier.

2017.

2018 NELSON. Tratado de Pediatria - Richard E. Behrman, Hal B. Jenson, Robert Kliegman. 20ª Edição.
Histórico natural de alergia alimentar ALIMENTOS IDADE DE INÍCIO REATIVIDADE CRUZADA IDADE DE RESOLUÇÃO

Histórico natural de alergia alimentar

ALIMENTOS

IDADE DE INÍCIO

REATIVIDADE CRUZADA

IDADE DE RESOLUÇÃO

Clara de ovo de galinha

6-24 meses

Ovos de outras aves

7

anos (75%)

Leite de vaca

6-12 meses

Leite de cabra, leite de ovelha, leite de búfala

5

anos (76%)

Amendoim

6-24 meses

Outras leguminosas, ervilhas, lentilhas e nozes

Persistente (20% resolve até 5 anos)

Nozes

1-2 anos

Outras nozes

Persistente (20% resolve até 7 anos)

Peixes

Final da infância e da idade adulta

Outros peixes

Persistente

Mariscos

Adulto (60%)

Outros crustáceos

Persistente

Trigo

6-24 meses

Outros grãos que contem glúten

5

anos (80%)

Soja

6-24 meses

Outras leguminosas

2

anos (67%)

Alergia a Proteína do Leite - Definição Alergia a Proteína do Leite é uma reação

Alergia a Proteína do Leite - Definição

Alergia a Proteína do Leite é uma reação alérgica às proteínas presentes no leite de vaca ou em seus derivados (queijo, iogurte ou outros alimentos que contêm leite).

O Leite de Vaca tem mais de 20 componentes proteicos. As mais comuns são: α-lactoalbumina, β-lactoalbumina, caseína e a seroalbumina.

Carvalho, Elisa de; Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018

Alergia a Proteína do Leite - Causas Predisposição genética (cerca de dois terços das crianças

Alergia a Proteína do Leite - Causas

Predisposição genética (cerca de dois terços das crianças com APL têm casos de alergia em familiares do primeiro grau);

Contato com o alérgeno alimentar - pela introdução precoce do Leite de Vaca nos lactentes ou mesmo pela dieta materna rica em laticínios;

Carvalho, Elisa de; Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018

Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018
Alergia a Proteína do Leite - Manifestações Por que lactentes em aleitamento materno exclusivo desenvolvem

Alergia a Proteína do Leite - Manifestações

Por que lactentes em aleitamento materno exclusivo desenvolvem Alergia a proteína do Leite? O sistema imune da glândula mamária permite a passagem destas proteínas do sangue para o leite materno. Estas proteínas sensibilizam o RN e lactente. Alguns autores apontam para a ocorrência deste processo em aproximadamente 0,5% dos lactentes em regime de aleitamento materno exclusivo.

Pessoa, José Hugo Lins. Puericultura Conquista da Saúde da Criança e Adolescente, Atheneu 2013

materno exclusivo. Pessoa, José Hugo Lins. Puericultura Conquista da Saúde da Criança e Adolescente, Atheneu 2013
Alergia a Proteína do Leite - Manifestações Os sintomas da doença são inespecíficos, como dor

Alergia a Proteína do Leite - Manifestações

Os sintomas da doença são inespecíficos, como dor abdominal, vômitos, diarreia/constipação intestinal, baixo ganho de peso e crescimento, fissura anal, sangramento nas fezes;

Pessoa, José Hugo Lins. Puericultura Conquista da Saúde da Criança e Adolescente, Atheneu 2013 Carvalho, Elisa de; Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018

Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018
Alergia a Proteína do Leite - Manifestações Dermatite atópica moderada a grave (descamação e ressecamento

Alergia a Proteína do Leite - Manifestações

Dermatite atópica moderada a grave (descamação e

ressecamento da pele, com ou sem formação de feridas). Asma (as vezes diagnosticada erradamente como 'bronquiolite' em lactentes jovens)

Refluxo Gastroesofágico Inflamação do esôfago (esofagite eosinofílica) Inflamação do estômago (gastrite eosinofílica)

Carvalho, Elisa de; Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em

Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018

Ferreira, Cristina Targa; Silva, Luciana Rodrigues. Manual de Residência em Gastroenterologia Pediátrica, Manole, 2018
Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira
Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira

Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria, Ed.4, 2017; Capítulo 13, p.783

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira
Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico

Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira
Alergia a Proteína do Leite - Diagnóstico Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira

Carvalho, Elisa de, Tratado de Pediatria da Sociedade Brasileira de Pediatria, Ed.4, 2017; Capítulo 13, p.783

Dor Abdominal em Lactentes

Dor Abdominal em Lactentes

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