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TENHO ESSE TRABALHO PRONTO ZAP 38 99890 6611

PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR INDIVIDUAL

Temática Interdisciplinar: Atuação do professor de Língua portuguesa e


Literatura, na educação básica, e a abordagem do eixo leitura frente às novas
tecnologias.

Letras - Licenciatura em Língua


Portuguesa Semestre:
Curso 5º e 6º

Disciplinas Tecnologias no Ensino de Língua Portuguesa


Literatura Brasileira e Portuguesa II
integradoras Leitura e Produção de Textos II
Seminário VI
Estágio Curricular Obrigatório III
Antonio Lemes Guerra Junior
Amanda Crispim Ferreira Valerio
Professores
Eliza Adriana Sheuer Nantes
Wéllem Aparecida de Freitas Semczuk
Juliana Fogaça Sanches Simm
Conteúdos Leitura; Tecnologias em sala de aula; Base Nacional
interdisciplinares
Comumsobre
Refletir Curricular.
a prática pedagógica.
Competência Pensar em estratégias e metodologias de ensino.

Elaborar materiais e propostas de trabalho de acordo com


Habilidades as especificidades da área e das práticas sociais da
comunidade escolar.
Refletir sobre o contexto apresentado e construir uma
proposta didática a partir das disciplinas/temáticas do
semestre, refletindo sobre a atuação docente na
educação básica.
Objetivos de Propor estratégias pedagógicas para a melhoria da
aprendizagem aprendizagem, por meio de uma oficina sobre leitura e
tecnologias, tendo por base as orientações da
Base Nacional Comum Curricular - BNCC, a fim de
tornar o aprendiz um leitor competente e a prática
pedagógica mais significativa.

Prezado aluno,
Seja bem-vindo a este semestre!
A proposta de Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) terá como
temática a atuação do professor de Língua Portuguesa e Literatura, na educação
básica, e a abordagem do eixo leitura frente às novas tecnologias.
ORIENTAÇÕES DA PRODUÇÃO TEXTUAL
1. Leitura e interpretação da Situação Geradora da Aprendizagem - SGA

A partir do contexto hipotético da SGA e, também, da situação-problema


destacada, você deve elaborar uma oficina, para professores da rede pública de
ensino, sobre o eixo de leitura aliado às tecnologias, de acordo com os preceitos
da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerando a atuação do
profissional de Letras no processo de formação do leitor no Ensino Fundamental
II.

Situação Geradora de Aprendizagem (SGA)

Para refletir sobre a formação docente, tome como exemplo o caso que
apresentamos a seguir:

Pedro Henrique é professor de Língua Portuguesa e, há 10 anos, trabalha


com as turmas de 6º a 9º anos de uma escola pública situada na periferia de sua
cidade. Sua rotina é bem intensa por trabalhar 40 horas semanais, em
dois períodos na mesma escola – o matutino e o vespertino – e fazer sua
terceira especialização, nas segundas e quartas-feiras à noite, com o intuito de
conseguir progressão em sua carreira. Além disso, é casado e pai de duas filhas
pequenas.
Apesar da experiência e do conhecimento adquirido por meio
da graduação e dos cursos complementares, sempre utilizou os mesmos
métodos e materiais de ensino: aula expositiva, escrita no quadro e leitura do
livro didático. O rendimento dos seus alunos sempre foi mediano, porém,
ele não estava disposto a repensar sua prática pedagógica e apoiava-se nos
discursos de que: o governo não valoriza o professor e não investe na
escola; não há como desenvolver projetos diferenciados sem recursos
disponíveis; os alunos são desinteressados e indisciplinados; os conteúdos
programáticos para a disciplina de Língua Portuguesa e Literatura são muito
extensos; e não há tempo para leituras literárias no planejamento escolar; entre
outros argumentos para resistir a mudanças.
Não só Pedro, mas toda comunidade escolar estava desmotivada, e isso
refletia diretamente no desenvolvimento dos alunos. O Índice de
desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) da escola não evoluía há anos, e,
devido a isso, a direção foi contatada pela Secretaria de Educação a fim
de estabelecer metas para melhorar o IDEB da escola. Entre as
ações estabelecidas para a direção e a Secretaria de Educação, estavam:

Por parte da escola: criação de um grupo de estudos de professores e


equipe pedagógica sobre a BNCC; reflexão sobre as práticas
pedagógicas dos docentes e equipe pedagógica; inserção da tecnologia
na sala de aula; criação de propostas práticas para o desenvolvimento da
habilidade de leitura competente dos alunos.

Por parte da Secretaria de Educação: envio de recursos para o


desenvolvimento de projetos, principalmente tecnológicos, como
computadores, tablets, lousa interativa, caixa de som etc.; fornecimento
de materiais para formação de professores e equipe pedagógica; reforma
da biblioteca e do laboratório de informática; fortalecimento de parcerias
para combate ao uso de drogas e à evasão escolar.
Após a reunião, foi decidido montar uma comissão e resolveram convidar
o professor Pedro Henrique para liderá-la, visto que era o professor com maior
carga horária na escola e tempo no grupo.
A princípio, Pedro quis negar a proposta, alegando falta de tempo, já que
era o único professor de língua portuguesa da escola e tinha muitas atividades.
Todavia, a direção apontou a possibilidade de conseguir um outro professor para
dividir suas aulas, a fim de que ele pudesse ter uma carga horária disponível.
Diante disso, ele resolveu aceitar e começou a ficar motivado com a ideia. Afinal,
como qualquer professor, queria ver o crescimento dos seus alunos, só
não sabia como e, talvez, pela primeira vez, começara a ter esperança de que
as coisas poderiam melhorar na escola.
Uma das primeiras atividades da comissão seria o estudo da BNCC. A
metodologia que Pedro pensou para o estudo foi dividir os professores
em grupos para que cada um montasse uma apresentação sobre as indicações
do documento para sua área de ensino. Ele ficou responsável por iniciar
as apresentações com o tema de leitura e tecnologias.

Situação-problema

Depois de muito ler, analisar o contexto e a estrutura da escola, Pedro


optou por fazer uma oficina sobre leitura e tecnologia, tendo por base
as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017). Pensou
em trabalhar as recomendações do documento sobre o eixo de leitura e o uso da
tecnologia em sala de aula, desenvolvendo, juntamente com os colegas,
propostas de trabalho efetivo. Assim, passou a refletir sobre as seguintes
questões:

Como aliar o eixo de leitura e o uso da tecnologia em sala de aula?


Qual metodologia poderia utilizar pensando nas novas formas de
interação e de compartilhamento de textos/conteúdos/informações, já
que há uma reconfiguração do papel de leitor, que passa a ser
também produtor?
Como ampliar as possibilidades de participação na cultura digital e
contemplar os novos gêneros do discurso e os multiletramentos?
Como abordar as novas práticas de linguagem próprias da
cultura digital?
Como trabalhar a leitura de hipertextos, de forma produtiva,
considerando sua não linearidade e o manuseio de várias janelas?
ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO TRABALHO
Para o desenvolvimento deste trabalho, você deverá refletir sobre a
situação-problema que envolve a atuação do professor Pedro Henrique, colocar-
se no lugar dele e produzir uma oficina, com carga horária de 8 horas, a ser
desenvolvida com os professores da escola pública, sobre o eixo de leitura
e o uso da tecnologia em sala de aula, considerando a BNCC, a fim
de alcançarem resultados positivos, no tocante à aquisição de habilidades que
os levem a repensar as suas práticas pedagógicas.

Para lhe auxiliar na elaboração do trabalho, você deve realizar as


seguintes etapas:

1. Leia a BNCC, da página 65 a 85. Nelas, você encontrará a


valorização da diversidade cultural, mais de 250 línguas!
Trata-se de um patrimônio linguístico, amplamente explorado na
leitura do texto literário, no qual vemos o retrato da diversidade
brasileira. Outro aspecto diz respeito ao fato de, no eixo de leitura, as
práticas leitoras compreenderem dimensões inter-relacionadas às
práticas de uso e reflexão. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/download-da-bncc Acesso
em: 14 jul. 2018
2. Assista ao vídeo: “Língua portuguesa na BNCC – eixo de
leitura”.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=xtnSjQXXnt8>.
Acesso em: 10 jul. 2018.
3. Leia o artigo “Análise da propaganda ‘Sala de Espera’ usada como
recurso persuasivo para o incentivo à leitura”, de autoria de Eliane
Nunes Silva Maciel e Eliza Adriana Sheuer Nantes. Disponível em:
<http://revista.fct.unesp.br/index.php/Nuanc es/article/view/3680/3163
>. Acesso em: 10 jul. 2018.
4. Leia o artigo “Ensino de literatura e objetos de aprendizagem: uma
proposta interacionista”, de autoria de Cimara Valim de Melo e Silvia
de Castro Bertagnolli. Disponível em:
<https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/tear/article/view/1715/1374>.
Acesso em: 10 jul. 2018.
5. Assista ao vídeo: “Como usar as novas tecnologias na educação: sala
de aula deve ser ambiente de criação". Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=Zge9v2jIhRA>. Acesso em: 09
jul. 2018.

Observação: Você pode – e deve – consultar outras fontes (textos, artigos e


afins) sobre o tema, na Biblioteca Digital, na Biblioteca Virtual e nos materiais
das disciplinas.

Após o processo de reflexão, dê início à elaboração da proposta de


ensino, organizando-a com base nos seguintes critérios:

Introdução: Apresente o tema, a justificativa e os objetivos e o que você


pretende desenvolver na proposta de oficina. (ao menos 1 lauda)
Desenvolvimento: para o desenvolvimento do trabalho, você deve
realizar:
a. Uma breve fundamentação teórica sobre o assunto: Para
essa fundamentação, utilize as reflexões que você fez a partir dos
textos da etapa 1 e dos questionamentos apresentados na
situação- problema. É preciso apresentar, ainda, de que maneira
a BNCC aborda o eixo de leitura e o uso da tecnologia em sala de
aula; quais atividades podem ser devolvidas pelos professores, a fim
de modificar suas práticas; como o leitor é visto neste universo digital.
(2 laudas)

b. Uma proposta de trabalho na escola: A proposta deverá apresentar


uma oficina sobre o eixo de leitura e o uso da tecnologia, guiados pela
BNCC. Deverá conter atividades criativas que serão desenvolvidas na
oficina, que terá duração de 8h, sendo em duas tardes. Dessa
maneira, precisará apresentar 4 atividades que envolvam a temática
apresentada. Lembrando que a oficina prevê a interação entre
os envolvidos, incentivando a troca de ideias, conhecimentos
e experiências. Por isso, é importante um planejamento das
etapas, havendo uma divisão das atividades:
1. Momentos teóricos com atividades propostas de estudo individual
e com pesquisas em ambientes virtuais de aprendizagem.
2. Momentos com atividades que privilegiem a troca de
experiências, priorizando uma situação de aprendizagem aberta e
dinâmica, que possibilita a inovação e a construção de
conhecimentos.
3. Elaboração de propostas metodológicas para a sala de aula, de
forma que possa se refletir diretamente na prática dos
professores. Não é um espaço para divagações teóricas,
mas para a busca de soluções.

Para o desenvolvimento da estrutura da oficina, utilize o modelo a seguir:

Proposta de oficina sobre o eixo leitura e o uso da tecnologia em


sala de aula

Identificação da escola: Você deverá colocar o nome de uma escola


fictícia.
Período de realização: 8 horas, sendo realizada em duas tardes.
Público-alvo: grupo de professores
Objetivos: defina os objetivos propostos para a realização da oficina,
conforme SGA.

Cronograma de atividades: Especificar, no quadro abaixo, as


atividades a serem realizadas, privilegiando as três etapas
mencionadas anteriormente.
Atividades Atividades

1° dia Intervalo 2° dia Intervalo


Atividades Atividades

Percurso metodológico:
Descreva aqui cada uma das atividades/etapas a serem realizadas de
forma detalhada, especificando os objetivos e como serão desenvolvidas
(4 atividades).

Recursos:
Apresente os recursos materiais e didáticos necessários (projetor de
slides, cartolina, tesoura, revistas, textos, vídeos, entre outros).
Se optar por utilizar textos, vídeos ou imagens, deverá colocá-los
em anexos na íntegra ou a indicação do link para acesso.

Avaliação:
Descreva como as atividades serão avaliadas.
Referências:
Apresente todas as fontes utilizadas para consulta na elaboração
das propostas.

OBS.: Este quadro finalizado deverá ter de 3 a 4 páginas.

Considerações finais: Para a finalização do texto, deve ser feita uma


retomada do tema-base, com a síntese do seu posicionamento em relação ao
caso discutido e à proposta elaborada. (Ao menos 1 lauda)

NORMAS PARA ELABORAÇÃO E ENTREGA DA PRODUÇÃO TEXTUAL

1. O trabalho será realizado individualmente.


2. Importante: Você deverá cadastrar o trabalho finalizado no sistema, o
que deverá ser feito na pasta específica (“atividades
interdisciplinares”), obedecendo ao prazo limite de postagem,
conforme disposto no cronograma do curso. Não existe prorrogação
para a postagem da atividade.
3. O trabalho que será postado no ambiente virtual de
aprendizagem deve conter de 07 até, no máximo, 10 laudas
(considerando-se apenas a produção textual em si, com introdução,
desenvolvimento e conclusão, excetuando-se os elementos pré e pós-
textuais).
4. Deve conter, depois de pronto, capa e folha de rosto padrão do curso
de Letras, sendo organizado no que tange à sua apresentação visual
(tipos e tamanhos de fontes, alinhamento do texto,
espaçamentos,
adentramento de parágrafos, apresentação correta de citações e
referências, entre outros elementos importantes). Essas orientações
estão disponíveis na Biblioteca Digital da instituição e podem ser
acessadas no link “Padronização”.
5. Importante: A produção textual é um trabalho original e, portanto, não
poderá haver trabalhos idênticos aos de outros alunos ou com
reprodução de materiais extraídos da internet. Os trabalhos plagiados
serão invalidados, sendo o aluno reprovado na atividade. Lembre-se
de que a prática do plágio constitui crime, com pena prevista em lei
(Lei n.º 9.610), e deve ser evitada no âmbito acadêmico.
6. Importante: Não serão aceitos, sob nenhuma hipótese, trabalhos
enviados em PDF.
A seguir, apresentamos a você alguns dos critérios avaliativos que
nortearão a análise do Tutor a Distância para atribuir o conceito à
produção textual:

Normalização correta do trabalho, em respeito às normas da ABNT.


Respeito ao número de páginas solicitadas.
Apresentação de uma estrutura condizente com a proposta
apresentada (com introdução, desenvolvimento e conclusão).
Uso de linguagem acadêmica adequada, com clareza e
correção, atendendo à norma-padrão.
Abordagem de todos os itens propostos para reflexão, considerando
os seguintes aspectos: clareza de ideias, objetividade,
criatividade, originalidade e autenticidade.
Fundamentação teórica do trabalho, com as devidas referências dos
autores eventualmente citados.

Lembre-se de que seu Tutor a Distância está à disposição na Sala do


Tutor para lhe atender em suas dúvidas e, também, para repassar orientações
sempre que você precisar. Aproveite esta oportunidade para realizar um trabalho
com a qualidade exigida por uma atividade acadêmica.

Bom trabalho a todos!

Equipe de professores