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Índice

Introdução ....................................................................................................................................... 2
Direitos Humanos ........................................................................................................................... 3
Protecção da Pessoa Humana e Responsabilização dos Estados Frente à Violação de Direitos
Humanos ......................................................................................................................................... 4
Violações dos Direitos Humanos .................................................................................................... 7
ARTIGO 3.º — O DIREITO À VIDA ........................................................................................... 7
Conclusão........................................................................................................................................ 9
Bibliografia ................................................................................................................................... 10

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Introdução

O presente trabalho ira abordar acerca dos direitos humanos assim como a violação dos direitos
humanos, onde, A primeira Declaração de Direitos Humanos foi constituída em 539 a. C. Pelo
primeiro rei persa, Cirro II, após conquistar a Babilónia. Em seu governo, Cirro II passou a
decretar leis em favor da sociedade, suas leis mais conhecidas foram constituídas em um cilindro
de barro, conhecido como "Cilindro de Cirro" e foi neste cilindro que se estabeleceu que todos os
povos exilados na Babilónia teriam direito a regressar às suas cidades de origem, que as pessoas
tivessem liberdade para escolher sua própria religião e ainda, que se constatou a igualdade racial.

Os promotores dos direitos humanos estão de acordo em que, anos depois da sua emissão, a
Declaração Universal dos Direitos do Homem ainda é mais um sonho que uma realidade.
Existem violações da mesma em qualquer parte do mundo. Por exemplo, o Relatório Mundial de
2009 da Amnistia Internacional, Relatório Mundial e de outras fontes mostram que os indivíduos
são:

 Torturadas ou maltratadas em pelo menos 81 países


 Enfrentam julgamentos injustos em pelo menos 54 países
 A sua liberdade de expressão é restringida em pelo menos 77 países

As mulheres e as crianças, em especial, são marginalizadas de muitas formas, a imprensa não é


livre em muitos países e os dissidentes são silenciados, com frequência de forma permanente.
Ainda que tenham sido conseguidas algumas vitórias em 6 décadas, as violações dos direitos
humanos ainda são uma praga no nosso mundo actual.

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Direitos Humanos

A ideia de Direitos Humanos é antiga, surgiu nos primórdios do desenvolvimento das


sociedades, quando ainda não haviam direitos disponíveis à todas as pessoas, mas apenas para
algumas pessoas.

A primeira Declaração de Direitos Humanos foi constituída em 539 a. C. Pelo primeiro rei persa,
Cirro II, após conquistar a Babilónia. Em seu governo, Cirro II passou a decretar leis em favor da
sociedade, suas leis mais conhecidas foram constituídas em um cilindro de barro, conhecido
como "Cilindro de Cirro" e foi neste cilindro que se estabeleceu que todos os povos exilados na
Babilónia teriam direito a regressar às suas cidades de origem, que as pessoas tivessem liberdade
para escolher sua própria religião e ainda, que se constatou a igualdade racial.

"Com início na Babilónia, a ideia de direitos humanos espalhou–se rapidamente para a Índia,
Grécia e por fim chegou a Roma. Ali surgiu o conceito de “lei natural”, na observação do fato de
que as pessoas tendiam a seguir certas leis não escritas no curso da vida, e o direito romano
estava baseado em ideias racionais tiradas da natureza das coisas.

Com a disseminação das ideias desses direitos outras pessoas começaram a lutar pelas mesmas
liberdades e por mais direitos. A falta de garantias de liberdades individuais, desde sempre,
foram problemas que geraram desigualdades sociais entre as diversas sociedades, pois estavam
protegidos aqueles que detinham o poder da força e das riquezas. Sendo assim, foram necessários
muitos séculos de lutas, Guerras e Revoluções para que as minorias passassem a ter voz e possuir
direitos. A exemplo disso, temos em nossa história a criação de vários documentos que puderam
afirmar os direitos individuais, como a tão conhecida Carta Magna (1215), a Petition of Rights
ou Petição de Direitos (1628), a Constituição dos Estados Unidos da América (1787), a
Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) e a Declaração dos Direitos
dos Estados Unidos (1791), sendo esses os grandes exemplos escritos para incentivar a criação
da ideia de direitos humanos que temos hoje em dia.

No entanto, a necessidade da sofisticação e conscientização da humanidade frente aos direitos


humanos só se deu efectivamente muito mais tarde, em 1945, após a Segunda Guerra Mundial.
Foi após a Segunda Guerra Mundial que se percebeu que era indispensável a criação de algum
ordenamento que pudesse promover a paz no âmbito internacional. Sendo assim, alguns Estados
se propuseram a fundar a ONU - Organização das Nações Unidas, também em 1945, a fim de
reforçar a existência dos direitos humanos, que foram finalmente organizados em forma de
documento em 1948, com a criação da Declaração de Direitos Humanos.

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Mas afinal, o que são os direitos humanos? Os direitos humanos são os direitos básicos
essenciais a vida dos seres humanos, são os direitos necessários para que se possa garantir as
liberdades individuais e à dignidade da vida humana. Esses direitos são inerentes a todos os seres
humanos, são universais, independentemente de sexo, cor, raça, religião, orientação sexual ou
política. São direitos oponíveis, ou seja, disponíveis à todos.

A Declaração Universal de Direitos Humanos elenca trinta direitos essenciais básicos aos seres
humanos, porém, não estabelece qualquer órgão institucional judiciário que tenha competência
para assegurar e garantir que esses direitos sejam efectivamente respeitados. Segundo o autor
Francisco Rezek, dos Arts. 4º ao 21 da referida declaração tem-se menção dos "direitos civis e
políticos", que mais tarde vieram a ser chamados de "direitos humanos de primeira geração".

"Ali se diz que todo homem tem direito à vida, à liberdade e segurança; a não ser jamais
submetido à escravidão, à tortura e a penas cruéis ou degradantes; ao reconhecimento de sua
personalidade jurídica e a um processo judicial idóneo; a não ser arbitrariamente detido, preso ou
desterrado, e a gozar de presunção de inocência até que se prove culpado; a não sofrer
intromissões arbitrárias a sua vida particular, na família, no domicílio e na correspondência; à
livre circulação e à escolha de seu domicílio; ao asilo quando perseguido por delito político; a
uma nacionalidade; ao casamento e à constituição de família; à propriedade singular e em
condomínio; à liberdade de pensamento, convicção política, religião, opinião e expressão,
reunião e associação pacíficas; a participar do governo de seu Estado patrial e a ter acesso, em
condições igualitárias, à função pública.

Protecção da Pessoa Humana e Responsabilização dos Estados Frente à Violação de


Direitos Humanos

Para promover a solução de conflitos no que diz respeito aos direitos humanos e ao bem-estar
entre os Estados, criaram-se muitos Tratados em busca da protecção de direitos e dissolução de
controvérsias, mas, ainda assim, houve a necessidade da criação de sistemas jurídicos, ou seja,
das Cortes Internacionais. Essas Cortes foram e são criadas em conjunto pelos Estados, que, por
sua vez, estabelecem suas regras e competências - o que se poderá julgar e quem poderá julgar.
Vale mencionar, também, que entre estas Cortes não há hierarquia, pois cada sistema possui a
sua própria hierarquia.

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Ainda no que diz respeito à criação de mecanismos para a protecção internacional da pessoa
humana, houve a criação da CIJ - Corte Internacional de Justiça, também conhecida como Corte
de Haia, por estar situada em Haia nos Países Baixos. A CIJ foi criada em 1945, no mesmo
contexto da criação da ONU e tem como objectivo de promover a manutenção da paz.

Nessas circunstâncias de protecção e manutenção da paz, surgem outros sistemas de actuação


conjunta à da ONU, com o mesmo propósito de protecção dos direitos humanos, os chamados
“sistemas regionais de protecção”, que procuram dar estabilidade aos direitos humanos nos
planos regionais, como na Europa, América e África.

No que tange a responsabilização dos Estados frente à violação de direitos humanos e entre
outras regras de Direito Internacional, vale reiterar que dentro do Direito Internacional Público
não existe estrutura hierarquizada que detenha o completo monopólio da força.

Não existe Tratado que regulamente como se deverá proceder para aplicar uma sanção a um
Estado que viole os direitos humanos, porém, existem regras costumeiras gerais, que envolvem a
observância de três requisitos para que um país seja penalizado:

i) Se o ato ou omissão é passível de responsabilização,

ii) Se causou dano e

iii) Se há nexo de causalidade. Além disso, observa-se também se o dano causado é ilícito ou
escusável e se viola dois princípios basilares, como o Princípio da Prevenção – princípio
consolidado do Direito Internacional, que se refere ao conhecimento do risco e da escolha de
assumir causar o dano - e o Princípio da Precaução – princípio que ainda está em consolidação,
mas se refere a suspeita fundada de risco, em que se solicita que o Estado busque conhecer dos
riscos de sua actuação sob pena de responsabilização.

Os meios para pressionar um Estado a modificar sua actuação frente à violação de direitos
humanos e tratados são utilizando dos mecanismos de Contra medidas (retorsão e represália) ou
Guerras. A retorsão é um mecanismo de pressão não armada, um ato que, embora lícito, é
considerado descortês ou desproporcional, pois se utiliza da ideia de fazer com que o Estado
repense suas atitudes sem a utilização da força, como por exemplo, expulsando nacionais do
Estado infractor de seu Estado ou decretando suspensão de emissão de vistos.

Já a represália pode utilizar do uso da força armada contra um ato ilícito, – não vale para
violação de direitos humanos - fazendo com que o Estado infractor retome a obrigação dele, esse
mecanismo deve ser proporcional, principalmente se for armado - para que a represália com uso
de força armada seja lícita é necessário que se tenha tentado dialogar com o Estado infractor
anteriormente. No caso do uso da força armada, que seria a própria Guerra, vale mencionar que o
Direito Internacional proíbe esse mecanismo, mas pode ser utilizado em duas situações:

i) Legítima defesa e

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ii) Segurança colectiva.

Com relação às sanções aplicadas pelo sistema regional sobre violação de direitos humanos,
trataremos do sistema regional da América ou Sistema Interamericano de Protecção aos Direitos
Humanos. Sendo assim, é indispensável mencionar que, um dos Tratados que regem a essência
deste sistema é o Tratado de São José da Costa Rica (1969), pois foi durante a conferência deste
Tratado que o Sistema Interamericano foi criado. O Tratado de São José da Costa Rica foi
constituído com o intuito de alicerçar um acordo entre os países do Continente Americano,
dentro do rol de países de instituições democráticas, para reafirmar os direitos humanos, dessa
forma, houve a necessidade de se criar um sistema jurídico que pudesse resolver as controvérsias
em nosso Continente.

O Sistema Interamericano de Protecção aos Direitos Humanos é composto por dois órgãos
autónomos da OEA – Organização dos Estados Americanos, sendo eles a Corte Interamericana
de Direitos Humanos e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos. A Corte
Interamericana é composta por sete juízes eleitos pela OEA, com mandato de seis anos, havendo
a possibilidade de recondução por uma vez, além dos seis juízes tem-se a possibilidade de se
nomear um juiz ad hoc. A Corte Interamericana possui competência Contenciosa e Consultiva
em matéria de direitos humanos, em que, a competência Contenciosa diz respeito às demandas
litigiosas, em que os Estados membros da OEA devem reconhecer a competência da corte para
que se possa decidir sobre os litígios, já a competência Consultiva diz respeito às demandas de
interpretação sobre os dispositivos contidos em Tratados em que os países membros da OEA
fazem parte.

Sobre a violação de direitos humanos e com base no Sistema Interamericano de Direitos


Humanos, é possível dizer que tanto um Estado Americano, OI – Organizações Internacionais,
como um cidadão americano, podem buscar pela tutela do Sistema Interamericano. Sendo assim,
o processamento de um agente infractor – que, normalmente, será um Estado - se dá com uma
denúncia escrita, que deve obedecer a alguns requisitos, como: a) Quando houver esgotamento
dos recursos internos e b) Ser enviada após o prazo de até seis meses da notificação do último
recurso. A denúncia é recebida, primeiramente, pela Comissão Interamericana de Direitos
Humanos, que irá analisar a admissibilidade do litígio e se possui a competência para solucioná-
lo.

Se a Comissão aceita a denúncia passa a buscar por esclarecimentos por parte do agente
infractor, feito isso, a Comissão emite um relatório ou carta contendo Recomendações para
solucionar o determinado conflito. Por último, caso o infractor não tome as devidas providências
para solucionar o problema, o caso passa a ser analisado pela Corte Interamericana de Direitos
Humanos, em que apenas os Estados possuem acesso. Vale mencionar que, a Corte
Interamericana julga demandas que se referem às violações de direitos humanos e sua tomada de
decisões são públicas e as deliberações são sigilosas, com fundamento no Pacto de São José da
Costa Rica, sendo este o processo para penalizar um país que tenha praticado violação de direitos

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humanos. A título de curiosidade, os países sujeitos ao Sistema Interamericano são: a Argentina,
Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dominica, El Salvador, Equador,
Grenada, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru,
República Dominicana, Suriname, Saint Kitts e Nevis, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela.

Violações dos Direitos Humanos

Os promotores dos direitos humanos estão de acordo em que, anos depois da sua emissão, a
Declaração Universal dos Direitos do Homem ainda é mais um sonho que uma realidade.
Existem violações da mesma em qualquer parte do mundo. Por exemplo, o Relatório Mundial de
2009 da Amnistia Internacional, Relatório Mundial e de outras fontes mostram que os indivíduos
são:

 Torturadas ou maltratadas em pelo menos 81 países


 Enfrentam julgamentos injustos em pelo menos 54 países
 A sua liberdade de expressão é restringida em pelo menos 77 países

As mulheres e as crianças, em especial, são marginalizadas de muitas formas, a imprensa não é


livre em muitos países e os dissidentes são silenciados, com frequência de forma permanente.
Ainda que tenham sido conseguidas algumas vitórias em 6 décadas, as violações dos direitos
humanos ainda são uma praga no nosso mundo actual.

Para ajudar a informar da situação real em todo o mundo, esta secção fornece exemplos de
violações dos seis artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (UDHR):

ARTIGO 3.º — O DIREITO À VIDA

“Todos têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.”

Estima–se que 6500 pessoas foram mortas em combate armado no Afeganistão em 2007, quase a
metade delas foram mortes de civis não combatentes nas mãos de insurgentes. Centenas de civis
também foram mortos em ataques suicidas por grupos armados.

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ARTIGO 19.º — LIBERDADE DE EXPRESSÃO

“Todos têm o direito à liberdade de opinião e de expressão. Este direito inclui a liberdade para
ter opiniões sem interferência e para procurar, receber e dar informação e ideias através de
qualquer meio de comunicação e sem importar as fronteiras.”

No Sudão, dezenas de defensores dos direitos humanos foram presos e torturados pelos serviços
secretos nacionais e forças de segurança.

Na Etiópia, dois proeminentes defensores dos direitos humanos foram condenados por falsas
acusações e sentenciados a quase três anos na prisão.

Na Somália foi assassinado um proeminente defensor dos direitos humanos.

Na República Democrática do Congo o governo ataca e ameaça os defensores dos direitos


humanos e restringe a liberdade de expressão e de associação. Em 2007, disposições do ato de
Imprensa de 2004 foram usadas pelo governo para censurar os jornais e limitar a liberdade de
expressão.

A Rússia reprimiu a dissidência política, exerceu pressão sobre meios de comunicação


independentes ou fechou e perseguiu organizações não governamentais. Manifestações públicas
pacíficas foram dispersadas à força e advogados, defensores dos direitos humanos e jornalistas
foram ameaçados e atacados. Desde o ano 2000, os assassinatos de 17 jornalistas, todos críticos
das políticas e acções do governo, ainda permanecem por resolver.

No Iraque, pelo menos 37 empregados iraquianos das redes de meios de comunicação foram
assassinados em 2008 e um total de 235 desde a invasão de Março de 2003, o que faz do Iraque o
lugar mais perigoso do mundo para os jornalistas.

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Conclusão

O presente trabalho chegou a conclusão, onde, “Todos têm direito à vida, à liberdade e à
segurança pessoal.”

Estima–se que 6500 pessoas foram mortas em combate armado no Afeganistão em 2007, quase a
metade delas foram mortes de civis não combatentes nas mãos de insurgentes. Centenas de civis
t A CIJ foi criada em 1945, no mesmo contexto da criação da ONU e tem como objectivo de
promover a manutenção da paz.

Nessas circunstâncias de protecção e manutenção da paz, surgem outros sistemas de actuação


conjunta à da ONU, com o mesmo propósito de protecção dos direitos humanos, os chamados
“sistemas regionais de protecção”, que procuram dar estabilidade aos direitos humanos nos
planos regionais, como na Europa, América e África.

No que tange a responsabilização dos Estados frente à violação de direitos humanos e entre
outras regras de Direito Internacional, vale reiterar que dentro do Direito Internacional Público
não existe estrutura hierarquizada que detenha o completo monopólio da força. Também foram
mortos em ataques suicidas por grupos armados.

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Bibliografia

André de Carvalho Ramos

Professor Doutor e Livre-Docente de Direito Internacional e Direitos Humanos da Faculdade

de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Doutor e Livre-Docente em Direito

Internacional pela USP. Mais detalhes em: <http://lattes.cnpq.br/3246632731928851>.

Eugênio José Guilherme de Aragão

Professor Adjunto da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Doutor em

Direito Internacional pela Universidade Ruhr de Bochum (RUB-Alemanha). Mais detalhes em:

<http://lattes.cnpq.br/2609038795855580>.

George Rodrigo Bandeira Galindo

Professor Adjunto da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Doutor

em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB). Mais detalhes em:

<http://lattes.cnpq.br/6991513208754620>.

Hans-Joachim Heintze

Professor Doutor e Livre-Docente de Direito Internacional no Instituto para o Direito de

Segurança de Paz e Direito Internacional Humanitário da Universidade Ruhr de Bochum

(RUB-Alemanha). Doutor e Livre-Docente pela Universidade de Leipzig.

Mais detalhes em: <http://www.ifhv.rub.de/orga/staff/heintze.html>.

Luiza Cristina Fonseca Frischeisen

Professora da Universidade de Taubaté (UNITAU). Doutora em Direito pela Universidade

de São Paulo (USP). Mais detalhes em: http://lattes.cnpq.br/7130300042130000>.

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