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Sistema Reprodutor Masculino

Mª Cristina Marques
• SUMÁRIO

1. Eixo Hipotálamo - Hipofisário gonadal

2. Fisiologia do Aparelho Reprodutor masculino

3. Fisiologia do Aparelho Reprodutor feminino


4. Sistema Endócrino

Relação entre o Hipotálamo e a Hipófise Anterior

+
ALTERAÇÃO DOS NIVEIS FISIOLÓGICOS DE
GONADOTROFINAS COM A IDADE
4. Sistema Endócrino Tecidos alvo e principais
funções das Hormonas dos
Orgãos Reprodutores
FISIOLOGIA DO
SISTEMA
REPRODUTOR
MASCULINO
ORGÃOS DO SISTEMA
REPRODUTOR MASCULINO
DESCIDA DOS TESTÍCULOS PARA O
ESCROTO
TESTÍCULOS

Antes da puberdade os tubos seminiferos


não têm lúmen e há poucas cél.intersticais
O desenvolvimento testicular ocorre por
volta do 12-14 anos e inicia-se a esperma-
togénese
Corte
histológico
do testículo

CÉLULAS DE
SERTOLI
PAPEL DAS CÉLULAS DE SERTOLI NA
ESPERMATOGÉNESE
FUNÇÕES DAS CÉLULAS DE SERTOLI
- Barreira hemato-testicular

- Fornecer nutrientes durante o processo de


espermatogénese

- Secretar fluido luminal que empurra os


espermatozóides para o epidídimo e secretar
a proteina de ligação aos androgénios

- Secretar por estímulo da FSH e da


Testosterona, os agentes parácrinos que
intervêm na formação e maturação dos
espermatozóides
FUNÇÕES DAS CÉLULAS DE SERTOLI
• Secretar inibina

• Converter a testosterona em dihidrotestosterona


e estrogénios necessárias á espermatogénese
2. Fisiologia do Aparelho Reprodutor
masculino
• Fagocitar os restos do citoplasma dos
espermatozóides e as células com defeito

• Secretar durante a vida embrionária, a hormona


anti-mulleriana que garante a regressão do
ducto de Müller no feto masculino
ESPERMATOGÉNESE

Espermiogénese
ESPERMATOZÓIDE
As suas
contracções
ajudam a
progressão
dos
espermatozoides

Local de
maturação
dos
espermatozóides
Pénis
É formado por 3 colunas de tecido
Eréctil cujo engurgitamento com
sangue provoca a erecção

No pénis e principalmente na
glande a pele e o prepúcio são
muito ricos em receptores
Sensoriais que levam a informação
à medula onde os reflexos que
determinam o acto sexual estão
Integrados.
Os potenciais de acção caminham
da medula ao cérebro para produzir
as sensações sexuais conscientes

Potenciais de acção a partir do


escroto e das regiões anal, perineal
e púbica reforçam as sensações
sexuais
Activ. de
V.N.descendentes Mecanoreceptores
que partem do SNC No pénis
CONTROLO
Pensamento Pénis NERVOSO DA
Audição ↑Act. SN Parassimpático ERECÇÃO
Olfacto ↓ Act. SN Simpático
Visão

Dilatação artérias

erecção

Compressão veias
IRRIGAÇÃO DO PÉNIS
Os potenciais de acção que
determinam a erecção podem vir
dos Centros Parassimpáticos
(S2 a S4), mas também dos
Simpáticos (T2 a L1) na medula
espinal

O S.N. Parassimpático também


actua nas glândulas da uretra
peniana e bulbo-uretrais
secretando muco
Ejaculação:

É controlada pelos centros Simpáticos da medula (T12 a L1)


que são estimulados à mediada que a tensão sexual aumenta.

A estimulação simpática, contrai as vesículas seminais e


Prostáticas, bem como as vias sexuais.

Como consequência o esperma acumula-se na uretra e produz


informação aferente que se dirige à medula. A integração desses
impulsos gera actividade Simpática e motora somática.
Há contracção da uretra e dos músculos do diafragma urogenital
e da base do pénis que contraem ritmicamente e espelem o
Esperma.
Durante o acto sexual a tensão muscular aumenta em todo o
corpo
CARACTERÍSTICAS DO ESPERMA

Volume – 2 a 5.0 ml

Número de espermatozóides- 75 a 400 milhões /ml

Percentagem de formas móveis: 70% ou mais (1h)


60 % ou mais (3h)
pH: 7.2 –7.8- neutralizam a acidez do muco feminino

Secreção seminal: Frutose: 150 a 600 mg/dl


60% Prostaglandinas (causam contracções
uterinas), fibrinogénio

Secreção prostática: Citrato, Cálcio, Zinco, Fosfatase


30% alcalina, fibrinolisina
REGULAÇÃO
HORMONAL
DAS CÉLULAS DO
TESTÍCULO
NIVEIS PLASMÁTICOS DE LH E DE TESTOSTERONA

40 anos

80 anos
Lento decréscimo do
Beta-HCG Líbido (impulso sexual)
NÍVEIS DE
GONADOTROFINAS
E DE HORMONAS
SEXUAIS NA
PUBERDADE
ORGÃOS ALVO DA TESTOSTERONA
Em muitas
Células alvo a
Testosterona
transforma-se
em Dihidro-
Testosterona ou
em Estrógenio

O estrogénio
parece ser a
Hormona activa
no encéfalo
responsável pelo comportamento
comportamento
masculino
PAPEL DA PROLACTINA NO HOMEM

-Aumentar o nº de receptores sensiveis à LH nas


células de Leydig e assim contribuir para a produção
de testosterona nestas células

- Potenciar a acção da testosterona nas células alvo,


como as vesiculas seminais e a próstata.

- Inibição do LH-RH hipotalâmico