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UNIVERISDADE CEUMA - CAMPUS IMPERATRIZ

ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: TECNOLOGIA DE MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
ENGENHARIA CIVIL – 5º PERÍODO
PROFESSOR: IVO ALMEIDA COSTA
DATA DE ENTREGA DO RELATÓRIO: 11/03/2019

RODRIGO MACARIO – CPD 78733

RELATÓRIO DA AULA PRÁTICA

IMPERATRIZ – MA
2019.1
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SUMÁRIO
1.0 – INTRODUÇÃO .......................................................................................... 3
1.1 Densidade .................................................................................................... 3
1.2 Agregados miúdos ....................................................................................... 3
2.0 – MATERIAIS E MÉTODOS......................................................................... 4
2.1 – Materiais .................................................................................................... 4
2.2 – Procedimentos .......................................................................................... 4
3.0 – RESULTADOS .......................................................................................... 5
4.0 – CONCLUSÃO............................................................................................ 6
REFERÊNCIAS .................................................................................................. 7
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1.0 – INTRODUÇÃO
No ramo da engenharia civil, torna-se imprescindível o conhecimento
dos tipos de matérias e suas propriedades para que possam ser escolhidos de
acordo com a necessidade da obra, visando economia, trabalhabilidade,
qualidade e resistência.

O primeiro ensaio é feito para determinar o valor real do agregado, pois


com a utilização de água da proveta faz com que os espaços de ar existentes
entre as partículas de areia sejam ocupados totalmente. As normas que
regulamentam o ensaio de massa específica do agregado miúdo são a NBR
9976 e DNER-ME 194/98.

O cálculo de densidade é a massa por unidade de volume de uma


substância. O cálculo da densidade é feito pela divisão da massa do objeto por
seu volume.

1.1 Densidade = massa


volume

A densidade existe para determinar a quantidade de matéria que está


presente em uma determinada unidade de volume. Podemos caracterizar uma
substância através de sua densidade. A densidade dos sólidos e líquidos é
expressa em gramas por centímetro cúbico (g/cm3).

O objetivo do segundo ensaio foi aprender a realizar o ensaio


granulométrico dos agregados miúdos, para que fosse possível determinar o
modulo de finura e a dimensão máxima característica do material, baseado nas
normas NBR 7217 e NBR 7211.

1.2 Agregados miúdos


Segundo a NBR 9.935 agregado miúdo é aquele cujos grãos passam
pela peneira com abertura de malha de 4,75 mm e ficam retidos na peneira
com abertura de malha de 150 μm.
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Os agregados miúdos podem ser produzidos artificialmente através do


britamento de pedras reduzindo-se a pó e posteriormente a areia artificial, e
podem ser obtidos em jazidas ou rios.

2.0 – MATERIAIS E MÉTODOS

2.1 – Materiais
 Proveta
 Funil de papel
 500g de areia
 Balança de precisão
 200 ml de água
 Seis peneiras de precisão
 Vibrador
 800g de areia
 Pincel
 Prato de plástico

2.2 – Procedimentos
Para iniciar o primeiro procedimento, a balança foi tarada, sendo assim,
retirando o peso do prato de papel, em seguida, foi colocado areia no prato,
onde ela foi pesada para conter exatamente 500g de areia para a realização do
procedimento, logo depois foram utilizados 200 ml de água que foram
colocados na proveta para dar continuidade no procedimento.

Com auxilio de um funil de papel a areia foi colocada com cuidado


dentro da proveta, com a areia e água dentro da proveta, observamos e
fizemos os cálculos e as devidas anotações.

O segundo procedimento, foi feito com a utilização de seis peneiras de


precisão cada uma com um espaçamento diferente para que os materiais
colocados fossem separados de acordo com o seu tamanho.

Pegamos 800g de areia e colocamos na primeira peneira e tampamos e


levamos para o vibrador onde foi deixado por volta de 1 minuto para que
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houvesse a separação dos grãos, com o fim desse processo separamos as


peneiras e com a ajuda de um pincel, foram colocadas em pratos de plástico
para que fossem pesadas, e por fim anotamos os resultados obtidos.

Peneiras ABERT ABNT / ASTM TYLER / MESH


01 2.00 mm / μm 10 9
02 1.40 mm / μm 14 12
03 1.18 mm / μm 16 14
04 425 mm / μm 40 35
05 150 mm / μm 100 100
06 75 mm / μm 200 200
Tabela com as medidas das peneiras

3.0 – RESULTADOS
Valores obtidos do primeiro procedimento:

Utilizando μ = Massa da areia/ LF – quantidade de água


μ = Densidade
Massa da areia = 500 g
LF = Leitura final
Quantidade de água = 200 ml
Observando na proveta já com ás 200 ml de água e 500 g de areia a
leitura de 398 ml, essa foi à leitura final, logo:
μ= 500/398-200= 2,525 g/ml
O valor a respeito da densidade da areia foi de 2.52 g/ml

3.2 Valores obtido do segundo procedimento


Cada peneira tem o seu espaçamento diferente da outra, com o
procedimento foram separados os grãos maiores dos menores. Depois que as
800 g de areia foram peneiradas e pesadas, foi obtido os seguintes valores em
cada peneiras:

Peneiras Resultado encontrado


01 35 g
02 20 g
6

03 10 g
04 325 g
05 400 g
06 5g
Fundo 5g

4.0 – CONCLUSÃO
Com a realização dos ensaios foi possível determinar o valor real
dos agregados, sendo assim, sempre buscando o melhor tipo de
agregado para cada situação. Com a utilização da água na proveta o ar
existente entre as partículas da areia foram ocupados devido à água
presente, assim obtendo os resultados e o segundo obtivemos em 800g
de areia, vários tamanhos, assim fica melhor a escolha do qual o usar em
uma situação específica.
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REFERÊNCIAS
PETRUCCI, Eládio G. Materiais de Construção. 11ed. São Paulo:
Globo, 1998.

FALCÃO BAUER, L. A. materiais de construção. Vol. 1, 5° edição


revisada São Paulo. Editora LTC