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08.

PROPOSTAS
DE RESOLUÇÃO
MANUAL
Tema I – Cálculo Combinatório b) 
A∪
B
=
A ∩
B=

 
2
= (]–, –2] ∪ [1, +[) ∩ –, –  =
Unidade 1 – Revisões 3
= ]–, –2]
Páginas 8 e 9
1. A = ]–, 8[, B = [5, 9], C = [
30, +[ 4.
a) 
A = [8, +[ a) A
∩
A
 = A
∪
A=A∪
A=U
b) 
B = ]–, 5[ ∩ ]9, +[ b) 
B ∪ (A ∪ B) = 
B∪A∪B=A∪
B∪B=A∪U=U
c) A ∩ B = ]–, 8[ ∩ [5, 9] = [5, 8[ c) 
B ∩ (A ∩ B) = 
B∩A∩B=A∩
B∩B=A∩∅=∅
d) B ∪ C = [5, 9] ∪ [
30, +[ = [5, +[
5. (A ∪ C) ∩ (B ∪ C) = (A ∩ B) ∪ C = ∅ ∪ C = C
e) A \ B = A ∩ 
B = ]–, 8[ ∩ (]–, 5[ ∪ ]9, +[) = ]–, 5[
f) B \ A = B ∩ 
A = [5, 9] ∩ [8, +[ = [8, 9] 6. (A ∩ C) ∪ (B ∩ C) = (A ∪ B) ∩ C = U ∩ C = C
∩
g) B \ (A ∩ C) = B ∩ (A C
) =
7.
(
= [5, 9] ∩ ]–, 8[ ∩ [
30 )
, +[ =
a) 
B\A
=
B∩
A
 = 
B ∪ A
=A∪
B
= [5, 9] ∩ [
30, 8[ =
= [5, 9] ∩ (]–, 
30[ ∪ [8, +[) = b) (A ∪ 
B) ∩ 
A = (A ∩  ∩
A) ∪ (B A) =
= ∅ ∪ (A∩B) =
= [5, 
30[ ∪ [8, 9]
=A∪
B

∪
c) (A B
) ∪ B = (A
∩ B) ∪ B =
 ∪ B) ∩ (B
= (A  ∪ B) =
 ∪ B) ∩ U =
= (A
Unidade 2 – Propriedadades das operações =A∪B
sobre conjuntos d) A ∩ (B ∪ 
A) = (A ∩ B) ∪ (A ∩ 
A) =
Páginas 10 a 12 = (A ∩ B) ∪ ∅ =
=A∩B
2. A = ]–2, π[, B = [–
5, 4] e) 
B∪
(A
∩
B
) = 
B ∩ (A
∩
B
) =
a) A ∩ B = ]–2, π[ ∩ [–
5, 4] = ]–2, π[ = A = B ∩ (A ∪ 

 B) =
= B ∩ (A ∪  B) =
b) A ∪ B = ]–2, π[ ∪ [–
5, 4] = [–
5, 4] = B = (B ∩ A) ∪ (B ∩  B) =
c) 
A = ]–, –2] ∪ [π, +[ = (A ∩ B) ∪ ∅ =
=A∩B
B = ]–, –
d)  5[ ∪ ]4, +[
f) (
B∪

C )∪
(A
∩
B
) = (B
∪
C
) ∩ (A
∩
B
) =
e)  B = (]–, –2] ∪ [π, +[) ∩ (]–, –
A∩ 5[ ∪ ]4, +[) =
= (B ∩ C) ∩ (A ∪  B) =
= ]–, –5[ ∪ ]4, +[ =
= C ∩ B ∩ (A ∪  B) =
=B
= C ∩ [(B ∩ A) ∪ (B ∩  B)] =
f)  B = (]–, –2] ∪ [π, +[) ∪ (]–, –
A∪ 5[ ∪ ]4, +[) = = C ∩ [(B ∩ A) ∪ ∅] =
= ]–, –2] ∪ [π, +[ = =C∩B∩A=
=A =A∩B∩C
g) 
A∪
(
A∩
B
) = A ∩ (
A∩
B
) =
 
2
3. A = ]–2, 1[, B = – , + = A ∩ (A∪ B) =
3
= (A ∩ A) ∪ (A ∩ 
B) =
a) 
A∩
B
=
A∪
B= = ∅ ∪ (A ∩  B) =

 
2 =A∩ B=
= (]–, –2] ∪ [1, +[) ∪ –, –  =
3 =A\B

 
2
= –, –  ∪ [1, +[ h) (
A∩
B
)∪
(A
∪
B
) = (
A∩
B
) ∩ (A
∪
B
) =
3
= (A∪ B) ∩ (A∪
B) =
=∅

2 Expoente12 • Dossiê do Professor


Unidade 3 – Introdução ao cálculo combinatório Copas – rei de espadas – espadas exceto rei:
13 × 1 × 12
Páginas 13 a 38
Logo:
8. 13 × 2 × 13 + 12 × 1 × 13 + 13 × 1 × 12 = 650 extra-
ções
a) 2 × 3 × 2 = 12 menus
b) 2 × 1 × 2 = 4 menus 18.
a) 3 × (1 × 1 × 6) = 18 números
9. 12 × 11 = 132 maneiras
b) 7 × 7 × 1 = 49 números
10. 2 × (5 × 1) × (4 × 1) × (3 × 1) × (2 × 1) × (1 × 1) = c) Com um algarismo par e dois ímpares:
= 240 maneiras 3 × (3 × 4 × 4)
Com dois algarismos pares e um ímpar:
11.
3 × (3 × 3 × 4)
a) 3 × 2 × 1 = 6 modos Com três algarismos pares: 3 × 3 × 3
b) 5 × 4 × 3 = 60 modos Logo:
3 × (3 × 4 × 4) + 3 × (3 × 3 × 4) + 3 × 3 × 3 = 279
12. 2×1 × 3 × 2 × 1 = 12 maneiras números






lugares à frente lugares atrás

19.
13. 5 × 10 × 5 × 10 × 5 × 10 + 10 × 5 × 10 × 5 × 10 × 5 =
= 250 000 códigos a) Números entre 2400 e 2999: 1 × 6 × 8 × 7
Números entre 3000 e 9999: 7 × 9 × 8 × 7
14. Logo:

Cálculo auxiliar 1 × 6 × 8 × 7 + 7 × 9 × 8 × 7 = 3864 números


8 + 8 + 8 + x < 27 ⇔ x < 27 – 24 ⇔ x < 3 b) Números entre 2400 e 2499: 1 × 1 × 7 × 7
Números entre 2500 e 2999: 1 × 3 × 7 × 7
Logo:
Números entre 3000 e 9999: 4 × 7 × 7 × 7
4 × (1 × 1 × 1 × 3 ) = 12 códigos
Logo:


0 ou 1 ou 2
1 × 1 × 7 × 7 + 1 × 3 × 7 × 7 + 4 × 7 × 7 × 7 = 1568
15. Sem vermelho: 9 × 8 × 7 Mas 2400 não é maior que 2400, logo a resposta é
Com a faixa central vermelha: 9 × 1 × 9 1568 – 1 = 1567 números.
Com uma das faixas extremas vermelha:
c) Números entre 2400 e 2999: 1 × 4 × 5 × 4
2×1×9×8
Com duas faixas vermelhas: 1 × 9 × 1 Números entre 3000 e 9999: 4 × 6 × 5 × 4

Logo: Logo:

9×8×7+9×1×9+2×1×9×8+1×9×1= 1 × 4 × 5 × 4 + 4 × 6 × 5 × 4 = 560 números


= 738 bandeiras
20.
16. Começando por 1, 2 ou 3: 3 × 9 × 8 × 7 a) 210 = 2 × 3 × 5 × 7
Começando por 4: 1 × 5 × 8 × 7 Logo:
Logo: 2 × 2 × 2 × 2 = 16 divisores
3 × 9 × 8 × 7 + 1 × 5 × 8 × 7 = 1792 números
b) 1716 = 22 × 3 × 11 × 13

17. Copas – rei de paus ou rei de espadas – espadas: Logo:


13 × 2 × 13 3 × 2 × 2 × 2 = 24 divisores
Copas exceto rei – rei de copas – espadas: c) 75 600 = 24 × 33 × 52 × 7
12 × 1 × 13 Logo:
5 × 4 × 3 × 2 = 120 divisores

Expoente12 • Dossiê do Professor 3


20! + 18! 20! 18!
21. 26A’3 = 17 576 sequências c)  =  +  =
17! 17! 17!
20 × 19 × 18 × 17! 18 × 17!
22. 5A’10 = 510 = 9 765 625 chaves =  +  =
17! 17!

23. 2 + 2A’2 + 2A’3 + 2A’4 = 2 + 22 + 23 + 24 = 30 sequên- = 20 × 19 × 18 + 18 = 6858


cias
36.
24. 4A’ = 45 = 1024 maneiras
5 n! n × (n – 1)!
a)  =  =n
(n – 1)! (n – 1)!
25. 3A’4 = 34 = 81 sequências
(n – 1)! (n – 1)!
b)  =  =
26. 2A’7 = 27 = 128 subconjuntos (n + 2)! (n + 2)(n + 1)n(n – 1)!
1
= 2
=
27. 212 – 1 – 12 = 4083 cocktails (n + 3n + 2)n
1
= 
28. 27 – 1 – 7 = 120 maneiras n + 3n2 + 2n
3

(n + 1)! + (n – 1)! (n + 1)n! (n – 1)!


c)   =  +  =
29. n! n! n(n – 1)!
a) 4! = 24 formas 1
= n + 1 +  =
n
b) 8! = 40 320 formas 2
n +n+1
= 
n
30. 6! = 720 maneiras
37. 12n! + 5(n + 1)! = (n + 2)!
31. ⇔ 12n! + 5(n + 1) × n! = (n + 2) × (n + 1) × n!
a) 9! = 362 880 maneiras ⇔ 12 + 5(n + 1) = (n + 2)(n + 1)
⇔ 12 + 5n + 5 = n2 + 2n + n + 2
b) 5! × 4! = 2880 maneiras
⇔ n2 + 3n – 5n + 2 – 5 – 12 = 0
c) 2 × 5! × 4! = 5760 maneiras ⇔ n2 – 2n – 15 = 0
d) 4! × 5! × 6 = 17 280 maneiras 2 ± 4
–4
×(–
1
5)
⇔ n = 
2
e) 5A2 × 7! = 100 800 maneiras
2±8
⇔ n = 
2
32. ⇔ n = 5 ∨ n = –3
a) 4! = 24 anagramas Como n ≥ 0, então n = 5.
b) 6! = 720 anagramas
38.
33. 6! × 5! = 86 400 maneiras 12 × 11 × 10 × 9 × 8! 12!
a) 12 × 11 × 10 × 9 =  = 
8! 8!
34. b) 2015 × 2016 × 2017 =
a) 12! = 479 001 600 formas 2017 × 2016 × 2015 × 2014!
=  =
2014!
b) 6! × 4! × 4! = 414 720 formas
2017!
= 
c) 6! × 4! × 2! × 3! = 207 360 formas 2014!
(n + 2)(n + 1) n(n – 1)!
c) (n + 2) × (n + 1) × n =  =
35. (n – 1)!
10! 10 × 9 × 8 × 7! (n + 2)!
a)  =  = 10 × 9 × 8 = 720 = 
7! 7! (n – 1)!
2017! 2017 × 2016! d) n × (n – 1) × (n – 2) × (n – 3) × (n – 4) =
b)  =  = 2017
2016! 2016!
n(n – 1)(n – 2)(n – 3)(n – 4)(n – 5)!
=  =
(n – 5)!

4 Expoente12 • Dossiê do Professor


n!
=  52. 8C3 = 56 planos
(n – 5)!

e) n × (n – 1) × (n – 2) × … × (n – p + 1) = 53. 5C1 + 5C2 + 5C3 + 5C4 + 5C5 = 31 planos


n(n – 1)(n – 2) × … × (n – p + 1) × (n – p)!
=  =
(n – p)! 54.
n! a) 8C3 = 56 maneiras
= 
(n – p)!
b) 5C2 × 3C1 = 30 maneiras
c) 8C3 – 1 = 55 maneiras
39. 26A3 = 15 600 sequências
d) 2 × 6C2 + 6C3 = 50 maneiras
40. 12A2 = 132 maneiras
e) 6C1 = 6 maneiras

41. 10A3 = 720 maneiras


55.

42. 6A4 = 360 formas a) 7C3 × 4! = 840 números


b) 6C3 × 3! × 3 = 360 números
43. 5A4 × 5A2 × 4! = 57 600 formas
56. Pretende-se saber quantos números da forma
44. 9_ _ _ existem, com os algarismos todos diferen-
a) 4 × 12 × 12 × 20 = 11 520 maneiras tes (escolhidos de entre os algarismos de 1 a 9) e
b) 26 × 26 × 13 × 13 = 114 244 maneiras tais que a soma dos seus quatro algarismos seja
par.
c) 4 × 26 × 26 × 26 × 4 = 281 216 maneiras
Ora, para que a soma dos quatro algarismos seja
par é necessário que a soma dos três últimos
45. 5C2 = 10 subconjuntos
algarismos seja ímpar.
Para que a soma destes três algarismos seja
46.
ímpar, há duas hipóteses: ou são todos ímpares ou
a) 8C2 = 28 subconjuntos
dois deles são pares e o outro é ímpar.
b) 8C6 = 28 subconjuntos No primeiro caso, temos de escolher ordenada-
c) 8C8 = 1 subconjunto mente três de quatro algarismos ímpares (1, 3 e
7), o que pode ser feito de 4A3 maneiras diferen-
180 × 179 × … × 142 × 141 tes.
47.  =
40! No segundo caso, temos de começar por escolher
180 × 179 × … × 142 × 141 × 140! a posição do algarismo ímpar, o que pode ser feito
=  =
40! × 140! de três maneiras diferentes.
180! Para cada uma destas, existem quatro maneiras
=  = 180C40, que é um número natural, pois
40! × 140! de escolher esse ímpar (1, 3, 5 ou 7).
representa o número de subconjuntos de 40 ele- Para cada posição do algarismo ímpar e para cada
mentos de um conjunto com 180 elementos (ou o valor deste, existem 4A2 maneiras diferentes de
número de subconjuntos de 140 elementos de um escolher ordenadamente dois de quatro algaris-
conjunto com 180 elementos). mos pares (2, 4, 6 ou 8). Assim, neste segundo
caso, existem 3 × 4 × 4A2 números diferentes, nas
48. 40C10 = 847 660 528 mãos condições requeridas.
Logo, o número pedido é 3 × 4 × 4A2 + 4A3.
49. 25C5 × 20C5 × 15C5 × 10C5 maneiras
57.
50. 2C1 × 8C4 × 6C4 × 5C2 = 21 000 opções 10 !
a)  = 6300 anagramas
4!4!
51. 10!
b)  = 151 200 anagramas
a) 4C2 – 4 = 2 diagonais 2!3!2!
11!
b) 5C2 – 5 = 5 diagonais c)  = 83 160 anagramas
5!2!2!
c) nC2 – n diagonais

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58. ⇔ n = –12 ∨ n = 13
a) 12C5 = 792 maneiras Como n ≥ 2, então n = 13.
b) 3 × 8 = 24 maneiras

59.
Unidade 4 – Triângulo de Pascal e binómio
a) 10 × 5 × 10 × 5 × 10 × 5 × 10 = 1 250 000 códigos
de Newton
b) 10 × 5 × 5 × 5 × 10 × 10 × 10 × 3 = 3 750 000 códigos
Páginas 39 a 47
c) 5 × 5 × 5 × 5 × 5 × 5 × 5 = 78 125 códigos
d) 7C2 × 5C2 × 92 × 53 = 2 126 250 códigos
64.
a) 20C5 = 20Cm ⇔ 5 = m ∨ 5 + m = 20
e) 7C3 × 53 × 104 = 43 750 000 códigos
⇔ m = 5 ∨ m = 15
60. b) 30Cm + 2 = 30C2m + 4
⇔ m + 2 = 2m + 4 ∨ m + 2 + 2m + 4 = 30
a) 4C4 × 48C1 = 48 maneiras
⇔ m = –2 ∨ m = 8
b) 4C2 × 48C3 = 103 776 maneiras
c) 26C4 × 26C1 = 388 700 maneiras 65.

d) 4C2 × 48C3 + 4C3 × 48C2 + 4C4 × 48C1 = 108 336 a) 6C1 + 6C2 + 6C3 + 6C4 + 6C5 + 6C6 = 26 – 1 = 63 grupos
maneiras b) 6C4 é o número de grupos que se podem formar
com quatro crianças escolhidas, entre as seis que
61. existem nessa sala, podendo a Helena estar incluí-
a) 12C4 × 4 = 1980 maneiras da nessas quatro crianças ou não.
Uma outra resposta ao problema é 5C3 + 5C4, que
b) 9C2 × 10C3 + 3C1 × 9C1 × 10C2 × 30C1 + 3C12 × 10C1 ×
corresponde ao número de grupos que se podem
× 30C2 = 53 820 maneiras
formar incluindo a Helena ou não incluindo a Hele-
na. 5C3 é, então, o número de grupos de quatro
62. n + 1 ≥ 4 ∧ n ≥ 2 ⇔ n ≥ 3
crianças que se podem formar incluindo a Helena;
n + 1A = ᎏ3ᎏ 4A × nC
4 4 2 como a Helena está já selecionada restam cinco
2
crianças das quais se podem escolher aleatoria-
(n + 1)! 3 n!
⇔ ᎏ ᎏ = ᎏᎏ × 4! × ᎏᎏ mente três, o que pode ser feito de 5C3 maneiras
(n + 1 – 4)! 2 2!(n – 2)!
diferentes. O número de grupos que se podem for-
(n + 1)n(n – 1)(n – 2)(n – 3)!
⇔ ᎏᎏᎏᎏ = mar, não incluindo a Helena, é dado por 5C4, que é o
(n – 3)!
número de maneiras de escolher aleatoriamente
3 n(n – 1)(n – 2)!
= ᎏᎏ × 4 × 3 × 2 × 1 × ᎏ ᎏ cinco das seis crianças, já que a Helena não está
2 2 × (n – 2)!
incluída.
⇔ (n + 1)n(n – 1)(n – 2) = 18n(n – 1)
⇔ (n + 1)(n – 2) = 18
66.
⇔ n2 – n – 20 = 0
1 ± 兹苶
1苶+苶
80苶 a) 100C4 + 100C5 = mC5 ⇔ 101C
5 = mC5 ⇔ m = 101
⇔ n = ᎏᎏ
2 b) 2m + 2C10 + 2m + 2C11 = 27C11 ⇔ 2m + 3C11 = 27C11
⇔ n = –4 ∨ n = 5 ⇔ 2m + 3 = 27
Como n ≥ 3, então n = 5. ⇔ m = 12

n! 67. 11Cp + 1 + 11Cp + 2 + 12Cp + 3 = 12Cp + 2 + 12Cp + 3 =


63. nC2 = 78 ⇔ ᎏᎏ = 78
2!(n – 2)! = 13Cp + 3 =
n(n – 1)(n – 2)! = 1716
⇔ ᎏ ᎏ = 78
2 × (n – 2)!
⇔ n(n – 1) = 156 68. Opção (A)
⇔ n2 – n – 156 = 0 n = 10
1 ± 兹苶
1苶+苶
6苶 苶
24 O sexto elemento da linha 10 é 10C5.
⇔ n = ᎏᎏ
2

6 Expoente12 • Dossiê do Professor


69. A linha do triângulo de Pascal com 21 elementos = x3 – 6 × x2x × 2 + 15 × x2 × 4 – 20 × xx × 8 +
é a linha 20. + 15 × x × 16 – 6 × x × 32 + 64 =
a) 20C2 = 190 = x3 – 12x2x + 60x2 – 160xx + 240 x – 192x +
+ 64
b) 19C4 = 3876
c) 20C10 = 184 756 75.
x2 x22
 
11
d) 220 = 1 048 576 a) 14C3 ×  × 33 = 364 ×  × 27 =
2 2048
2457 22
70. Opção (D) =  x
512
Os seguintes elementos são menores que 2019C5:
2019C = 2019C
0 2019;
2019C = 2019C
1 2018;
b) Termo geral:
2019C = 2019C 2019 2019
x2 14C × 3p
2017; C3 = C2016;
 
14 – p
2 14C
p ×  × 3p =  
p
× x28 – 2p
2019C = 2019C
4 2015 2 214 – p

Assim:
71. nC5 = nC6
28 – 2p = 20 ⇔ 2p = 8
Logo:
⇔ p=4
n = 5 + 6 ⇔ n = 11
14C × 34 81 081
Assim, o elemento central da linha seguinte é Logo, o coeficiente de x20 é  1

4
4 – 4
= .
2 1024
12C = 924 .
6
c) Termo geral:
72. nC + nC = n + 1C ⇔ 3432 + p + 1 = 6435
nC
x2
 
p p+1 p+1 14 – 7 938 223
14C
7 ×  × 37 =  x14
⇔ nCp + 1 = 3003 2 16
nC n n + 1C
p + 1 + Cp + 2 = p+2 d) 214 = 16 384
⇔ n + 1Cp + 2 = 3003 + 2002
⇔ n + 1Cp + 2 = 5005 76. Termo geral:
3p

n + 1C n + 1C n + 2C 3 p 1
p+1 + =p+2 p+2 12C × (2x)12 – p  = 12Cp 212 – p (x 
2 )
12 – p
 =
p
⇔ n + 2C
p+2 = 6435 + 5005 x xp
1
p
⇔ n + 2C
p+2 = 11 440 = 12Cp 212 – p x6 – 2 3p x–p =
3
n + 2C
n–p = n + 2Cx ⇔ n – p + x = n + 2 = 12Cp 212 – p × 3p × x6 – p
2

⇔ x=p+2
Assim:
Logo, n + 2Cn – p = n + 2Cp + 2 = 11 440. 3
6 –  p = 0 ⇔ 12 – 3p = 0
2
73. ⇔ p=4

a) 10C7 = 120 caminhos Logo, o termo independente de x é


12C 212 – 4 × 34 = 10 264 320.
4
b) 4C2 × 6C1 = 36 caminhos

77. Termo geral:


74.


1 9–p
a) (a + 2b)5 = 9C
p ×  (5x2)p = 9Cp x–9 + p 5p x2p =
x
= 5C0 × a5 × (2b)0 + 5C1 × a4 × (2b)1 + 5C2 × a3 × = 9Cp × 5p × x–9 + 3p
× (2b)2 + 5C3 × a2 × (2b)3 + 5C4 × a1 × (2b)4 +
+ 5C5 × a0 × (2b)5 = Assim:
= a5 + 5 × a4 × 2b + 10 × a3 × 4b2 + 10 × a2 × 8b3 + –9 + 3p = 0 ⇔ p = 3
+ 5 × a × 16b4 + 32b5 = Logo, o termo independente de x é
= a5 + 10a4b + 40a3b2 + 80a2b3 + 80ab4 + 32b5 9C × 53 = 10 500.
3
b) (x – 2)6 =
= 6C0 × (x)6 × (–2)0 + 6C1 × (x)5 × (–2)1 + 78. 2n = (1 + 1)n =
+ 6C2 × (x)4 × (–2)2 + 6C3 × (x)3 × (–2)3 + = nC0 × 1n × 10 + nC1 × 1n – 1 × 11 + nC2 × 1n – 2 × 12 +
+ 6C4 × (x)2 × (–2)4 + 6C5 × (x)1 × (–2)5 + + … + nCn × 10 × 1n =
+ 6C6 × (x)0 × (–2)6 = = nC0 + nC1 + nC2 + … + nCn

Expoente12 • Dossiê do Professor 7


Aprende Fazendo 14. Opção (A)

Páginas 52 a 64 1 + n + n + 1 = 40 ⇔ n = 19
Assim, o terceiro elemento da linha anterior é
1. Opção (C) 18C
2= 153.
10 × 5 × 5 × 10 = 2500 códigos
15. Opção (C)
2. Opção (D) A linha tem 31 elementos, logo n = 30.
1 × 9 × 10 × 10 × 18 × 18 = 291 600 matrículas O maior elemento dessa linha corresponde ao ele-
mento central.
3. Opção (A) Assim, k = 30C15.
15C
6 é o número de maneiras de escolher os seis
compartimentos, dos quinze, para colocar os seis 16. Opção (D)
refrigerantes que são iguais entre si. 2n = 4096 ⇔ n = 12
O número de subconjuntos com seis elementos é
4. Opção (C) 12C
6 = 924.
2 × 4 × 3 × 2 × 1 × 1 = 48 maneiras
17. Opção (B)
5. Opção (A) 2310 = 2 × 3 × 5 × 7 × 11
5C = 10 cordas
2 O número de divisores de 2310 é
2 × 2 × 2 × 2 × 2 = 25 = 32.
6. Opção (A)
O segundo elemento é 13, logo n = 13. Assim, o 18. Opção (D)
sexto elemento dessa linha é 13C5. 10! × 11A5, onde 10! é o número de maneiras dis-
tintas de arrumar os dez livros de Matemática A e,
7. Opção (C) para cada uma destas, 11A5 é o número de manei-
O penúltimo elemento é 2018. Assim, n = 2018. ras diferentes de arrumar os cinco livros de Física
Logo, o décimo elemento dessa linha é 2018C9. A nos 11 espaços existentes entre os livros de
Matemática A.
8. Opção (B)
2n = 16 ⇔ n = 4, ou seja, a linha tem cinco ele- 19. Opção (B)
mentos. O penúltimo elemento é 10. Assim, n = 10.
Então, a soma dos três primeiros elementos da
9. Opção (C) linha anterior é 9C0 + 9C1 + 9C2 = 46.
2020C + 2020C301 = 2021C301
300
20. Opção (C)
10. Opção (A) Se um dos termos do desenvolvimento de (2π + 5)n
Termo central: é 288 000π8, então esse termo é da forma
nC × (2π)8 5n – 8.
10C
5 × x5 × (–2)5 = –8064x5 8

Assim:
11. Opção (C) nC × (2π)8 5n – 8 = 288 000π8
8
8! × 4 ⇔ nC8 × 28 × π8 × 5n – 8 = 288 000π8
 = 280 números
4! × 4! 288 000
⇔ nC8 × 5n – 8 = 8
2
12. Opção (B) ⇔ nC8 × 5n – 8 = 1125
9! – 2! × 8! = 282 240 Das opções apresentadas:
• se n = 8, então 8C8 × 58 – 8 = 1
13. Opção (B) • se n = 9, então 9C8 × 59 – 8 = 40
A linha tem 50 elementos, logo n = 49. Assim, o • se n = 10, então 10C8 × 510 – 8 = 1125
vigésimo elemento da linha seguinte é 50C19. • se n = 11, então 11C8 × 511 – 8 = 20 625

8 Expoente12 • Dossiê do Professor


2 3 2×4+3×6 26 13
21. Opção (B) b)  +  =  =  = 
3!6! 4!5! 4!6! 4!6! 8640
0 – C1 + C2 – C3 + … + (–1) × Cn =
nC n n n n n
1 3 2 – 3(n + 1) –3n – 1
= nC × 1n × (–1)0 – nC × 1n – 1 × (–1)1 + nC × c)  –  =  = 
0 1 2 (n + 1)! 2n! (n + 1) × 2n! 2(n + 1)!
× 1n – 2 × (–1)2 – nC3 × 1n – 3 × (–1)3 + … + nCn ×
2 n 1
× 10 × (–1)n = d)  –  +  =
(n + 1)! (n + 2)! n!
= (1 + (–1))n =
2(n + 2) – n + (n + 2)(n + 1)
=0 =  =
(n + 2)!
2n + 4 – n + n2 + 3n + 2
22. =  =
(n + 2)!
 ∪ A) =
a) B ∪ (B 2
n + 4n + 6
= 
= (B ∪ 
B) ∪ A (Associatividade) (n + 2)!
= U ∪ A (Complementar de um conjunto) n! (n + 1)!
e) nA2 + n + 1A2 =  +  =
= U (Existência de elemento absorvente) (n – 2)! (n – 1)!
(n – 1)n! + (n + 1)!
b) A ∩ (B ∩ 
A) = =  =
(n – 1)!
 ∩ B) (Comutatividade)
= A ∩ (A
(n – 1 + n + 1)n!
= (A ∩ 
A) ∩ B (Associatividade) = =
(n – 1)!
= ∅ ∩ B (Complementar de um conjunto) 2n × n × (n – 1)!
=  =
= ∅ (Existência de elemento absorvente) (n – 1)!
c) A ∪ (B ∩ 
A) = 2n × n!
= 
(n – 1)!
= (A ∪ B) ∩ (A ∪ 
A) (Distributividade)
= (A ∪ B) ∩ U (Complementar de um conjunto)
27. 10C6 × 4C4 = 210 maneiras
= A ∪ B (Existência de elemento neutro)
d) (B ∩ A) ∪ (B ∩ 
A) = 28. 3 × 5! = 360 modos
= B ∩ (A ∪ 
A) (Distributividade)
= B ∩ U (Complementar de um conjunto) 29. 50C5 × 12C2 = 139 838 160
=B
30.
e) [A ∩ (
B∩
A
) ∪ 
A=
 ∪ A a) 28C5 = 98 280 formas
= [A ∩ (B )] ∪ 
A (Lei de De Morgan)
= [A ∩ (B ∪ A)] ∪  A (Complementar do comple- b)
mentar de um conjunto) i) 10C5 = 252 comissões
= (A ∪ A) ∩ (B ∪A∪ A) (Distributividade)
ii) 28C5 – 18C5 = 89 712 comissões
 ∪ U) (Complementar de um conjunto)
= U ∩ (B
= U ∩ U (Existência de elemento absorvente) iii) 1 × 9C2 × 18C2 = 5508 comissões
= U (Idempotência)
31. 1 + n = 36 ⇔ n = 35
23. a) A linha tem 36 elementos.
a) 4 × 4 = 16 maneiras distintas b) Como a linha tem 36 elementos, existem dois ele-
b) 4 × 3 = 12 maneiras distintas mentos centrais iguais e que representam o maior
valor dessa linha:
35C = 35C = 4 537 567 650
24. 17 18

a) 26 × 26 × 26 × 26 = 456 976 c) 34C3 = 5984

b) 26 × 26 × 26 × 10 × 10 = 1 757 600 d) 36C9 = 94 143 280

25. 30A8 = 235 989 936 000 32.


a) (x – 2)5 =
26. = 5C0 × x5 × (–2)0 + 5C1 × x4 × (–2)1 + 5C2 × x3 ×
5 4 5 4 5 × 5 – 4 21 7 × (–2)2 + 5C3 × x2 × (–2)3 + 5C4 × x1 × (–2)4 +
a)  –  =  –  =  =  = 
4! 5! 4! 5 × 4! 5 × 4! 5! 40 + 5C5 × x0 × (–2)5 =

Expoente12 • Dossiê do Professor 9


= x5 – 5 × x4 × 2 + 10 × x3 × 4 – 10 × x2 × 8 + 5 × x × b) Não é verdadeira para quaisquer A e B.
× 16 – 32 = Por exemplo, U = {1, 2, 3, 4, 5, 6}, A = {1, 2, 3, 4},
= x5 – 10x4 + 40x3 – 80x2 + 80x – 32 B = {4, 5, 6}.
A ∪ B = {1, 2, 3, 4, 5, 6}
 
1 4
b) 2x +  = (A ∪ B) \ A = {1, 2, 3} ≠ B
x
c) Verdadeira para quaisquer A, B e C.
 
1 0 1 1
= 4C0 × (2x)4 ×  + 4C1 × (2x)3 ×  +
x x 
A∩
B
∩
C
=
A∩
(
B∩
C
) = 
A ∪ (
B∩
C
) = 
A∪
B ∪
C

× (2x) ×  + C × (2x) × 


1 2 1 3
+ 4C2 2 4
3
1 +
x x 35.
× (2x) ×  =
1 4
+ 4C4 0 a) 5 + 5 × 5 + 5 × 5 × 5 = 155 números naturais
x
1 1 b) 5 + 5 × 4 + 5 × 4 × 3 = 85 números naturais
= 16x4 + 4 × 8x3 ×  + 6 × 4x2 × 2 + 4 × 2x ×
x x
1 1 36.
× 3 + 4 =
x x
a) 9 × 9 × 8 = 648
8 1
= 16x4 + 32x2 + 24 + 2 + 4
x x b) 9 × 8 × 7 = 504
c) 8 × 7 × 6 = 336
 
x 5
c)  – x2 =
3 d) 9 × 8 × 7 + 8 × 8 × 7 – 8 × 7 × 6 = 616
= C ×  × (–x ) + C ×  × (–x ) +
x x 5 4
5 2 0 5 2 1
0 1
3 3 37.
+ C ×  × (–x ) + C ×  × (–x ) +
x x 3 2
5
2
2 2 5
3
2 3 a) 3! × 3! × 2 = 72 maneiras
3 3
b) 3! × 4! = 144 maneiras
+ C ×  × (–x ) + C ×  × (–x ) =
x x 1 0
5 2 4 5 2 5
4 5
3 3 c) 2! × 2! × 2! × 3! = 48 maneiras
x5 x4 x3 x2
=  – 5 ×  × x2 + 10 ×  × x4 – 10 ×  ×
243 81 27 9 38.
x
× x6 + 5 ×  × x8 – x10 = a) 20C15 = 15 504 possibilidades
3
1 5 10 10 5 b) 1 × 1 × 18C13 = 8568 possibilidades
=  x5 –  x6 +  x7 –  x8 +  x9 – x10
243 81 27 9 3
c) 2 × 18C14 + 1 × 1 × 18C13 = 14 688 possibilidades

33. d) 10C5 × 10C10 = 252 possibilidades

a) O desenvolvimento tem 11 (= 10 + 1) termos.


39. 5C4 × 30C21 + 5C3 × 30C22 + 5C2 × 30C23 =
y2
 
y 2 = 150 423 000 escolhas
b) 10C2 × (17x)8 ×  = 45 × 178x8 ×  =
17 172
= 45 × 176x8y2 = 40.
= 1 086 190 605 x8y2
a) 48 = 65 536 maneiras
y5
 
y 5
c) 10C5 × (17x)5 ×  = 252 × 175x5 ×  = b) 8C4 × 14 × 34 = 5670 casos
17 175
= 252 x5y5
41.
d) 10C + 10C + 10C +…+ 10C = 210 = 1024
0 1 2 10 a) 12C6 × 28C4 = 18 918 900 mãos

34. b) 4C4 × 36C6 = 1 947 792 mãos

a) Verdadeira para quaisquer A e B. c) 4C2 × 36C8 + 4C3 × 36C7 + 4C4 × 36C6 = 216 900 552
mãos
B \ A = {x  B: x  A} = {x: x  B ∧ x  A} =
= {x: x  B ∧ x  
A} =
42.
=B∩ A
a) 125 = 248 832 possibilidades

10 Expoente12 • Dossiê do Professor


b) 12 × 1 × 1 × 1 × 1 = 12 possibilidades 10C
4é o número de maneiras de escolher quatro
dadores que não são do grupo O e 10C1 × 10C3 é o
c) 12 × 11 × 10 × 9 × 8 = 95 040 possibilidades
número de maneiras de escolher um dador do
d) 5C3 × 12 × 1 × 1 × 11 × 10 = 13 200 possibilidades grupo O e três que não são do grupo O. Se ao
número de possibilidades de escolher quaisquer
43. quatro dadores retirarmos o número de possibili-
a) 20C8 × 12A4 = 1 496 523 600 dades de não ter nenhum dador do grupo O e exa-
tamente um dador do grupo O, obtemos o número
b) de possibilidades de obtermos pelo menos dois
i) 8C3 × 4C1 = 224 dadores do grupo O.
ii) 8! × 4! × 5 = 4 838 400
46. 1 + n + n + 1 = 50 ⇔ n = 24
a) A linha tem 25 (24 + 1) elementos.
44. 9A4 é o número de maneiras distintas de escolher
ordenadamente as três amigas a quem a Patrícia b) Os elementos da linha em questão são do tipo 24Ck,
vai oferecer um dos diferentes colares. Por cada k  {0, 1, 2, … , 24}.
24C = 24C24 = 1
uma destas maneiras, existem 5A3 modos distin- 0
tos de escolher ordenadamente as amigas a 24C
1 = 24C23 = 24
quem a Patrícia vai oferecer cada uma das dife- 24C = 24C22 = 276
2
rentes pulseiras. Assim, 9A4 × 5A3 é o número de
São seis os elementos dessa linha menores que
maneiras diferentes que a Patrícia tem de presen-
300.
tear as amigas.
9C é o número de maneiras de escolher as sete
7 c) Em 12 casos, já que a linha tem 25 elementos e os
amigas que vão ser presenteadas de entre as elementos equidistantes dos extremos são iguais.
nove amigas. Por cada uma destas maneiras, exis-
tem 7A4 modos distintos de escolher ordenada- 47. 9C1 + 9C2 + 9C3 + 9C4 + 9C5 + 9C6 + 9C7 + 9C8 + 9C9 =
mente quatro das sete amigas que vão receber = 29 – 1 =
cada um dos colares. Depois de escolhidas as = 511
quatro amigas que vão receber os colares, exis-
tem 3! maneiras diferentes de distribuir as três 48.
pulseiras pelas três amigas. Ou seja, 9C7 × 7A4 × 3! é n! n!
a)  +  = nC3 + nC2 =
uma resposta correta. 3!(n – 3)! 2!(n – 2)!
= n + 1C3 =
45. A resposta correta é a II. (n + 1)!
Se nos quatro dadores escolhidos pelo menos = =
3!(n + 1 – 3)!
dois são do grupo O, então existem três possibili- (n + 1)n(n – 1)(n – 2)!
dades mutuamente exclusivas: exatamente dois =  =
3!(n – 2)!
dadores do grupo O, exatamente três dadores do (n + 1)n(n – 1)
grupo O ou quatro dadores do grupo O. = 
6
10C × 10C é o número de maneiras distintas de
2 2
8C × p!
escolher dois dadores do grupo O e dois dadores (7Cp – 1 + 7Cp) × p! = 
b)  p
=
8A
que não são do grupo O; 10C3 × 10C1 é o número de 8A
p p
maneiras diferentes de escolher três dadores do 8A
p × p!
grupo O e um dador que não é do grupo O; 10C4 é o p!
=  8A
=
número de modos distintos de escolher quatro p
8A
dadores do grupo O.
= p =
8A
Assim, 10C2 × 10C2 + 10C3 × 10C1 + 10C4 é o número p
de maneiras de escolher pelo menos dois dadores =1
do grupo O.
20C – 10C – 10C × 10C também seria uma respos-
4 4 1 3

 
1 n
ta correta. 49. Se o desenvolvimento de  3a –  tem sete ele-
20C é o número de maneiras de escolher quatro b
4
dadores de entre os 20 sem quaisquer restrições. mentos, então n = 6 e os três últimos termos são:

Expoente12 • Dossiê do Professor 11


a2 55. 9 × 10 × 10 × 10 – 9 × 9 × 8 × 7 = 4464 números
 
1 4 1
× (
3a)2 × –  = 15 × 3 × a2 ×  













6C = 45
4
b b4 b4 número de quatro números de quatro
algarismos algarismos todos distintos

 
1 5 (–1)
6C × (3a)1 × –  = 6 × 3 × a ×  =
5
b b5
56. 8 × 7 × 6 × 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 8! = 40 320 maneiras
a
= –63 
b5
n!
57. nC2 = 45 ⇔  = 45
 
6C × ( 1 6 1 1
6 3a)0 × –  = 1 × 1 ×  =  2!(n – 2)!
b b6 b6
n(n – 1)(n – 2)!
⇔  = 45
2 × (n – 2)!
50. Termo geral: ⇔ n(n – 1) = 90
1 ⇔ n2 – n – 90 = 0
x (x 2 )6 – p
  
6–p 1 p 1
6C
p ×  ×  = 6C
p ×  × p = 1 ±  1–4
×(–9
0)
3 x 36 – p x ⇔ n = 
1
2
x3 – 
2
–p
1 ± 19
 1 ⇔ n = 
= Cp × 36 – p × p =
6
2
x
⇔ n = 10 ∨ n = –9
1 3– 3 p
= 6Cp × 6 × x 2
3 –p Como n ≥ 2, então n = 10.
3 São 10 participantes.
a) 3 –  p = –3 ⇔ p = 4
2
Assim, o termo em x–3 é: 58. A resposta correta é a I.
Para que os três pontos escolhidos definam um
x
  
6–4 1 4 x 1 5 –3
6C
4 ×  ×  = 15 ×  ×  =  x plano, não podem ser os três colineares. Assim,
3 x 9 x4 3
podemos escolher dois pontos da aresta [AC] e
3 um ponto da aresta [DF] ou escolher dois pontos
b) 3 –  p = 0 ⇔ p = 2
2 da aresta [DF] e um ponto da aresta [AC].
Assim, o termo independente é: 3C é o número de maneiras diferentes de esco-
2
x x2
  
6–2 1 2 1 5 lher dois vértices da aresta [AC]. E, por cada uma
6C
2 ×  ×  = 15 × 4 × 2 = 
3 x 3 x 27 destas maneiras, existem três hipóteses para
escolher um vértice da aresta [DF]. Logo, 3C2 × 3
é o número de maneiras de escolher dois pontos
51.
da aresta [AC] e um ponto da aresta [DF].
12
a) ∑ 12C 412 – k (–2)k = (4 + (–2))12 = 212 = 4096 Analogamente, 3C2 é o número de maneiras dife-
k
k=0 rentes de escolher dois vértices da aresta [DF].
n n E, por cada uma destas maneiras, existem três hipó-
b) ∑ nCk (–1)k = ∑ nCk 1n – k (–1)k = (1 + (–1))n = 0 teses para escolher um vértice da aresta [AC]. Logo,
k=0 k=0
3C × 3 é o número de maneiras de escolher dois
2
7! 6!
52.  –  = 360 números pontos da aresta [DF] e um ponto da aresta [AC].
3! × 2! 3! × 2!
Assim, 3C2 × 3 + 3C2 × 3 é o número de maneiras
de escolher três pontos que definam um plano.
53. Uma outra resposta correta para este problema é
6C – 3C × 2.
a) 510 = 9 765 625 3 3
6C é o número de maneiras distintas de escolher
3
b) 10C4 × 14 × 56 = 3 281 250
três pontos quaisquer de entre os seis possíveis.
c) 10C8 × 18 × 52 + 10C9 × 19 × 51 + 10C10 × 110 × 50 = 3C × 2 é o número de modos distintos de escolher
3
= 1176 três pontos que não definem um plano. Se ao
d) 10C0 × 10 × 510 + 10C1 × 11 × 59 + 10C2 × 12 × 58 = número de maneiras distintas de escolher três
= 46 875 000 pontos quaisquer de entre os seis possíveis reti-
rarmos o número de possibilidades de escolher
54. n! × m! × (m + 1) = n! × (m + 1)! três pontos que não definem um plano, obtemos o
número de maneiras de escolher três pontos que
definam um plano.

12 Expoente12 • Dossiê do Professor


1 1
59. 65.  nC4 =  nC6
2 6
a) 16C8 × 8! × 2 × 8! × 2 maneiras 1 n! 1 n!
⇔  ×  =  × 
b) 16C10 × 10! × 2 × 6! × 2 × 2 maneiras 2 4!(n – 4)! 6 6!(n – 6)!
⇔ 2 × 4!(n – 4)! = 6 × 6!(n – 6)!
60. ⇔ 2 × 4!(n – 4)(n – 5)(n – 6)! = 6 × 6!(n – 6)!
6 × 6!
a) 10C6 × 4C4 = 210 modos ⇔ (n – 4)(n – 5) = 
2 × 4!
10C × 5C
b)  
5 5
= 126 modos ⇔ n2 – 9n + 20 = 90
2 ⇔ n2 – 9n – 70 = 0
10C × 8C × 6C × 4C × 2C
c) 
5 2 2 2 2
= 945 modos 9 ± 8
1–4
×(–
70)
5! ⇔ n = 
2
⇔ n = 14 ∨ n = –5
61. 6C = 15 casos
4
Como –5  N0, então n = 14.
1
 
14
62. nC3 = 4060 Assim, o desenvolvimento de x +  tem 15
x
nC + nC + nC + nC = 4526
0 1 2 3 termos.
⇔ 1 + nC1 + nC2 + 4060 = 4526
⇔ nC1 + nC2 = 465 66. Consideremos um conjunto com n elementos, n  N0.
⇔ n + 1C2 = 465 2 n é o número total de subconjuntos que se
podem formar de um conjunto com n elementos,
63. nCn – 2 = 1225 que é naturalmente superior a n, que é o número
n! de subconjuntos que é possível formar com ape-
⇔  = 1225
2!(n – 2)! nas um elemento. Isto é, 2n > n, ∀ n  N0.
n × (n – 1) × (n – 2)!
⇔  = 1225
2 × (n – 2)! 67. (2x – 3)11 =
⇔ n(n – 1) = 2450 = 11C0 × (2x)11 × (–3)0 + 11C1 × (2x)10 × (–3)1 + … +
⇔ n2 – n – 2450 = 0 + 11C11 × (2x)0 × (–3)11 =
1 ± 
1–
4 ×(–
24
50) = 11C0 × 211 × (–3)0x11 + 11C1 × 210 × (–3)1x10 + … +
⇔ n = 
2 + 11C11 × 20 × (–3)11x0
⇔ n = 50 ∨ n = –49 Se x = 1, obtém-se a soma dos coeficientes do
desenvolvimento:
Como n  N0, então n = 50.
A linha em questão tem 51 elementos.
11C
0 × 2 1 1 × (–3) 0 + 11C
1 × 2 1 0 × (–3) 1 + … +
11 × 2 × (–3) =
+ 11C 0 11

64. 2n = 256 ⇔ n = 8 = (2 – 3)11 =


= (–1)11 =
Termo geral:
= –1

 
1 p
× (x)8 – p × – 
4
8C =
p
x
1

= 8Cp × (x )
4 8–p × (–1)p × x–p =
1
p
= 8Cp × (–1)p × x2 – 4 × x–p = Teste Final
5
2 – p
= 8Cp × (–1)p × x 4 = Páginas 66 e 67
Assim: Grupo I
5 8 1. Opção (B)
2 –  p = 0 ⇔ p = 
4 5
 ∪ (
A ∩ [A A∪
B
)] = A ∩ [A
 ∪ (A
 ∩ B
)] =
8
Como   N0, conclui-se que não existe termo = (A ∩ 
A) ∪ (A ∩ 
A ∩ B) =
5
= ∅ ∪ (∅ ∩ B) =
 
1 8
independente no desenvolvimento de x –  .
4

x =∅∪∅=
=∅

Expoente12 • Dossiê do Professor 13


2. Opção (C) 2.2. Existem dois casos diferentes:
6C
3 × 9 × 8 × 7 = 10 080 • ou o Nuno estaciona no primeiro ou no último
lugar e existem 2 × 8A7 maneiras de o fazer;
3. Opção (D)
• ou o Nuno estaciona em qualquer um dos oito
3 × 3! × 6A2 = 540
lugares que não os dos extremos e existem
8 × 7! maneiras de o fazer.
4. Opção (C)
Assim, existem 2 × 8A7 + 8 × 7! = 120 960 confi-
a + 2b = 2018C20 + 2018C21 + 2018C21 = 2019C21 + 2018C21
gurações que permitem satisfazer a vontade do
Nuno.
5. Opção (A)
n
∑ nCi = 4096 ⇔ 2n = 4096 ⇔ n = 12 3.
i =0

Assim, 12 – 1C4 = 330 e, portanto, a proposição I é 3.1. 2 × 6 × 1 × 4 × 1 × 2 × 1 = 96 casos


verdadeira. 3.2. Seja n o número de rapazes do grupo de amigos.
12 + 2 nC + 20 – nC2 = 91
∑ 12 + 2C
i = 214 = 16 384, ou seja, a proposição II 2
i=0 n! (20 – n)!
é verdadeira. ⇔  +   = 91
2!(n – 2)! 2!(18 – n)!
n(n – 1)(n – 2)! (20 – n)(19 – n)(18 – n)!
⇔   +  =
2 × (n – 2)! 2 × (18 – n)!
Grupo I I 91

⇔ n(n – 1) + (20 – n)(19 – n) = 182


1. Os números ímpares menores do que 1000, com os
⇔ n2 – n + 380 – 39n + n2 = 182
algarismos todos diferentes, podem ter só um
⇔ 2n2 – 40n + 198 = 0
algarismo, dois algarismos ou três algarismos, pos-
⇔ n2 – 20n + 99 = 0
sibilidades estas que se excluem mutuamente.
Assim, existem cinco números ímpares menores do 20 ± 
20
2–
4×
99
⇔ n = 
que 1000 só com um algarismo (1, 3, 5, 7 e 9); 8 × 5 2
é o número de números ímpares menores do que ⇔ n = 9 ∨ n = 11
1000 só com dois algarismos, pois para ser ímpar
Como o número de raparigas é maior que o
tem que terminar em algarismo ímpar (1, 3, 5, 7 ou
número de rapazes, então n = 9.
9) – cinco hipóteses, e por cada uma dessas possi-
bilidades existem oito possibilidades para o algaris- 3.3. 7C4 × 7 × 1 × 1 × 1 × 6 × 5 × 4 = 29 400 casos
mo das dezenas (não pode ser o algarismo 3.4. 2! × 6! = 1440 casos
escolhido para as unidades nem o zero); 82 × 5 é o
número de números ímpares menores do que 1000 4. Termo geral:
com três algarismos, pois para ser ímpar tem que
 
1 p
terminar em algarismo ímpar (1, 3, 5, 7 ou 9) –
10C
p × (2x)10 – p – 2 =
x
cinco hipóteses, e por cada uma dessas possibilida-
= 10Cp × 210 – p × x10 – p × (–1)p × x–2p =
des existem oito possibilidades para o algarismo
das centenas (não pode ser o algarismo escolhido = 10Cp × 210 – p × (–1)p × x10 – 3p
para as unidades nem o zero) e por cada uma des- Então:
sas possibilidades existem oito hipóteses para o 10 – 3p = –5 ⇔ p = 5
algarismo das dezenas (não podem ser os algaris-
mos escolhidos para as unidades nem para as cen- Logo:
tenas). Logo, 5 + 8 × 5 + 8 2 × 5 é o número de
 
1 5
2kx–5 = 10C5 × (2x)10 – 5 – 2 =
números ímpares inferiores a 1000 que não têm x
dois algarismos iguais. ⇔ 2kx–5 = 252 × 32 × (–1)x–5
⇔ 2k = 252 × 32 × (–1)x–5
2. ⇔ 2k = –8064
⇔ k = –4032
2.1. 10A7 = 604 800 maneiras

14 Expoente12 • Dossiê do Professor


Tema II – Probabilidades b)
i) Por exemplo, A: “os três filhos serem rapazes”.
Unidade 1 – Revisões A = {(M, M, M)}
Páginas 70 e 74 ii) Por exemplo, B: “ter pelo menos dois rapazes”.
B = {(M, M, F), (M, F, M), (F, M, M), (M, M, M)}
1.
iii) Por exemplo, C: “ter pelo menos um rapaz ou uma
a) E = {0, 1, 2, 3}
rapariga”.
b) E = {verde, azul, rosa, amarelo, branco, laranja, ver-
c)
melho}
i) {(F, M, M), (M, F, M), (M, M, F)}
2. ii) {(F, M, M), (M, F, M), (M, M, F), (F, F, M), (F, M, F),
(M, F, F), (F, F, F)}
a) Consideremos os acontecimentos:
iii) {(M, M, M), (F, M, M), (M, F, M), (M, M, F), (F, F, M),
N: “Sair face nacional.”
(F, M, F), (M, F, F)}
E: “Sair face europeia.”
Assim: iv) {(F, F, M), (F, M, F), (M, F, F), (F, F, F)}
E = {(N, 1), (N, 2), (N, 3), (N, 4), (N, 5), (N, 6), (E, 1), v) {(M, M, M)}
(E, 2), (E, 3), (E, 4), (E, 5), (E, 6)}
b) Consideremos os acontecimentos:
5.
F: “Ser a favor.” a) A ∪ B = {0, 1, 3, 5, 7, 8}
C: “Ser contra.”
b) A ∩ B = {1, 7}
Assim:
E = {(F, F, F), (F, F, C), (F, C, F), (F, C, C), (C, F, F), c) 
A = {2, 3, 4, 5, 6}
(C, F, C), (C, C, F), (C, C, C)} d) A ∩ 
B = {0, 8}
c) E = {(1, 1), (1, 2), (1, 3), (1, 4), (1, 5), (1, 6), (2, 1), (2, 2), e) 
A ∩ B = {3, 5}
(2, 3), (2, 4), (2, 5), (2, 6), (3, 1), (3, 2), (3, 3), (3, 4),
(3, 5), (3, 6), (4, 1), (4, 2), (4, 3), (4, 4), (4, 5), (4, 6), 6. E = {(1, 1), (1, 2), (1, 3), (2, 1), (2, 2), (2, 3), (3, 1),
(5, 1), (5, 2), (5, 3), (5, 4), (5, 5), (5, 6), (6, 1), (6, 2), (3, 2), (3, 3)}
(6, 3), (6, 4), (6, 5), (6, 6)} 3 1
a) P(‘‘as pontuações obtidas são iguais’’) =  = 
9 3
3. A: “Ganha o jogador A.” 4
B: “Ganha o jogador B.” b) P(‘‘nenhuma pontuação é 2’’) = 
9
1.o 2.o 3.o 4.o 5.o 6.o 7.o 8.o 9.o 5
jogo jogo jogo jogo jogo jogo jogo jogo jogo c) P(‘‘pelo menos uma pontuação é 3’’) = 
9
A
A A A d) P(‘‘nenhuma pontuação é 2 e ambas as pontuações
A A A A A 2
B B B B
são iguais’’) = 
9
B B B B
e) P(‘‘nenhuma pontuação é 2 e ambas as pontuações
A A 5
A A A são iguais’’) = 
9
A A B B
B B B B
B
B

E = {AA, ABB, ABAA, ABABB, ABABAA, ABABABB,


ABABABAA, ABABABABA, ABABABABB, BB, Unidade 2 – Espaços de probabilidade
BAA, BABB, BABAA, BABABB, BABABAA, Páginas 75 a 93
BABABABB, BABABABAB, BABABABAA}
#E = 18 5 1
7. Por exemplo, P(∅) = 0, P({1}) = , P({2}) =  e
6 6
1
4. P(E) = 1 ou, por exemplo, P(∅) = 0, P({1}) = ,
2
a) E = {(F, F, F), (F, F, M), (F, M, F), (F, M, M), (M, F, F), 1
(M, F, M), (M, M, F), (M, M, M)} P({2}) =  e P(E) = 1.
2

Expoente12 • Dossiê do Professor 15


8. E
C P
a) 32 8 20
i) Um acontecimento certo é {a, b, c}. 10
6 12
ii) Um acontecimento impossível é ∅. 18
R
10
b)
Assim, por observação do diagrama, facilmente
i) Dois acontecimentos incompatíveis são, por exem-
concluímos que as probabilidades pretendidas são:
plo, {a} e {c}.
10 5
ii) Dois acontecimentos contrários são, por exemplo, a) P =  = 
116 58
{b} e {a, c}. 32 + 20 + 18 70 35
b) P =  =  = 
iii) Dois acontecimentos equiprováveis são, por exem- 116 116 58
plo, {b} e {c}. 6 + 8 + 10 + 12 36 9
c) P =   =  = 
116 116 29
9. Opção (C)
12. 1 2 3 4 5 6
10. 1 (1, 1) (1, 2) (1, 3) (1, 4) (1, 5) (1, 6)
a) A proposição é verdadeira. 2 (2, 1) (2, 2) (2, 3) (2, 4) (2, 5) (2, 6)
Se dois acontecimentos A e B de uma mesma ex- 3 (3, 1) (3, 2) (3, 3) (3, 4) (3, 5) (3, 6)
periência aleatória são contrários, então A ∩ B = ∅ 4 (4, 1) (4, 2) (4, 3) (4, 4) (4, 5) (4, 6)
e A ∪ B = E. Assim, como A ∩ B = ∅, então A e B 5 (5, 1) (5, 2) (5, 3) (5, 4) (5, 5) (5, 6)
são incompatíveis. 6 (6, 1) (6, 2) (6, 3) (6, 4) (6, 5) (6, 6)

b) A proposição é falsa.
Contraexemplo: 10 5
a) P =  = 
E = {1, 2, 3, 4} 36 18
A = {1} 11
b) P = 
B = {3, 4} 36
A ∩ B = ∅, ou seja, A e B são acontecimentos 25
c) P = 
incompatíveis. Porém, A ∪ B ≠ E, logo A e B não 36
são contrários. d)
× 1 2 3 4 5 6
1 1 2 3 4 5 6
11. Consideremos os acontecimentos:
2 2 4 6 8 10 12
C: “Especializar-se em Cardiologia.”
3 3 6 9 12 15 18
P: “Especializar-se em Pediatria.”
R: “Especializar-se em Reumatologia.” 4 4 8 12 16 20 24

Pelo enunciado, sabemos que: 5 5 10 15 20 25 30

#E = 116 6 6 12 18 24 30 36

#C = 56
2 1
#P = 50 P =  = 
36 18
#R = 46
9 1
#(C ∩ P) = 18 e) P =  = 
36 4
#(C ∩ R) = 16
#(P ∩ R) = 22 f) + 1 2 3 4 5 6
Logo:
1 2 3 4 5 6 7
#(C ∩ P ∩ R) = 10
2 3 4 5 6 7 8
#(P ∩ C ∩ R) = 18 – 10 = 8
3 4 5 6 7 8 9
#(P ∩ C ∩ R) = 22 – 10 = 12
4 5 6 7 8 9 10
 ∩ C ∩ R) = 16 – 10 = 6
#(P
5 6 7 8 9 10 11
#(P ∩ C ∩ R) = 50 – 8 – 10 – 12 = 20
6 7 8 9 10 11 12
 ∩ C ∩ R) = 56 – 8 – 10 – 6 = 32
#(P
 ∩ C ∩ R) = 46 – 6 – 10 – 12 = 18
#(P
15 5
 ∩ R ∩ C) = 116 – (32 + 20 + 18 + 8 + 10 + 12 +
#(P P =  = 
36 12
+ 6) = 10

16 Expoente12 • Dossiê do Professor


g) P = 0 18. O número de casos possíveis é 63, pois, como em
32 8 cada lançamento existem seis possibilidades, em
h) P =  = 
36 9 três lançamentos existem 6 × 6 × 6 possibilidades.
Relativamente aos casos favoráveis, existem três
13. hipóteses em alternativa, que se excluem mutua-
4×4×3 48 2 mente: ou os números saídos são 1, 2 e 3, ou são
a) P =  =   = 
9 × 9 × 8 648 27 1, 1 e 4, ou são 2, 2 e 2. No primeiro caso, temos 3!
b) Número de casos favoráveis: possibilidades, que é o número de permutações de
três elementos. No segundo caso, temos três pos-
9×8×1 + 8×8×1
sibilidades (a face 4 pode sair, ou no primeiro lan-









números que terminam em 0 números que terminam em 5
çamento, ou no segundo, ou no terceiro). No
9×8×1+8×8×1 13 6 1 7 terceiro caso, temos apenas uma possibilidade (a
P =  =  = 
9×9×8 648 81 face 2 tem que sair no primeiro lançamento, no
segundo e no terceiro). Portanto, o número de
c) Número de casos favoráveis:
casos favoráveis é 3! + 3 + 1 = 3! + 4.
1×5×8 + 7×9×8 –
De acordo com a regra de Laplace, a probabilidade








números entre 250 e 300 números maiores que 300


de um acontecimento é dada pelo quociente entre o
– 1 número de casos favoráveis e o número de casos


o número 250 não é superior a 250 possíveis, quando estes são equiprováveis e em
1×5×8+7×9×8–1 número finito. A probabilidade pedida é, portanto,
543 181
P =  =  =  3! + 4
9×9×8 648 216  .
63

5 × 6! × 4 5 19. De acordo com a regra de Laplace, a probabilida-


14. P =  = 
8! 14 de de um acontecimento é igual ao quociente
entre o número de casos favoráveis a esse aconte-
15.
4C × 48C cimento e o número de casos possíveis, quando
48 1
a) P =  4
1 =  = 
52C estes são todos equiprováveis. Pretendemos colo-
5 2 59 8 960 54 145
4C × 48C car as 28 peças em quatro filas horizontais, cada
103 776 2162
b) P =  2

52C
3
=  =  uma com sete peças, e o número total de manei-
5 2 5 98 9 6 0 54 145
26C × 26C ras de o fazer é igual ao número de configurações
388 700 1495
c) P =  4

52C
1
=  =  visuais distintas que se podem obter com a colo-
5 2 5 9 8 9 6 0 9 996
4C × 48C + 4C × 48C + 4C × 48C cação das peças. 28C8 é o número de modos dis-
d) P = 
2 3 3
52C
2 2 1
= tintos de escolher quais as posições que vão
5
tomar as oito peças azuis. Por cada um destes
108 336
=  = modos, existe apenas um modo de colocar as 20
2 598 960
peças vermelhas nas 20 posições restantes
2257
=  ( 20 C 20 ). O número de casos possíveis é, então,
54 145
28C × 20C = 3 108 105.
8 20

16. Pretende-se preencher uma fila horizontal toda com


2 × 5! 2 1 peças azuis, o que pode ser feito de apenas quatro
a) P =  =  = 
6! 6 3 modos. Depois de escolhida a fila horizontal e de
2! × 4! × 5 1 preenchida com peças azuis (o que pode ser feito
b) P =  = 
6! 3 apenas de quatro modos distintos, já que o que inte-
6! – 2! × 4! × 5 2 ressa contabilizar são configurações visuais distin-
c) P =  = 
6! 3 tas), sobra-nos uma peça azul e 20 vermelhas para
colocar nas 21 posições restantes. Assim, a peça
17. azul pode ser colocada de 21 modos distintos (21C1)
1 1 e, por cada um destes modos, só existe um modo de
a) P =   = 
16C
8 12 870 colocar as 20 peças vermelhas nas 20 posições res-
4 × 12C4 – 4C2 329 tantes (20C20). Assim, o número de casos favoráveis
b) P =   = 
16C
8 2145 é 4 × 21C1 × 20C20 = 84. Donde se conclui que a pro-
4C 1 84 4
c) P =  
16C
2
=  babilidade pedida é  =  .
8 2145 3 108 105 148 005

Expoente12 • Dossiê do Professor 17


20.
  + P ,  = 6
7
25. P ,
a)
⇔ P  P  + P  + P  = 6
i) 5! × 7! = 604 800 7

ii) (5 × 6 × 6A4 + 5C3 × 6A3 × 6A2 + 6A5) × 7! =


⇔ P  + P  = 6
7
= 239 500 800 , ,
14C × 14A
b) P =  ≈ 0,000 12 ⇔ 1 + P  = 
4 10 7
1514 6

⇔ P  = 
21. Seja n o número de bolas azuis. Tem-se que: 1
6
n × 2C2 1
 2C
= 
3 7
n 26.

(n + 2)(n + 1)n 1
⇔ ————————— =  a) Sejam A e B dois acontecimentos quaisquer de um
6 7
mesmo espaço amostral.
6n 1 Então, P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B).
⇔  = 
(n + 2)(n + 1)n 7 Como P(A ∩ B) ≥ 0, então P(A ∪ B) ≤ P(A) + P(B).
⇔ 42 = (n + 2)(n + 1) A proposição é verdadeira.
⇔ n2 + 3n + 2 – 42 = 0
b) A proposição é falsa.
⇔ n2 + 3n – 40 = 0
Consideremos o espaço amostral E = {1, 2, 3, 4},
–3 ± 
9–
4×
1  0)
× (–4 
⇔ n =  A = {2, 3}, B = {3, 4} e os resultados elementares
2
são equiprováveis.
–3 ± 13
⇔ n =  Tem-se que P(A) = P(B) = 0,5, ou seja, 1 – P(A) = P(B)
2
e A e B não são acontecimentos contrários, já que
⇔ n = –8 ∨ n = 5
A ∩ B = {3} ≠ ∅ e A ∪ B = {2, 3, 4} ≠ E.
Como n  N, então n = 5.
c) A proposição é falsa.
Logo, há 5 bolas azuis. Considere-se o mesmo contraexemplo da alínea
anterior.
4 3
22. P = 1 –  ×  =
52 51
5 3
220 ) = , então P(A) = .
27. Como P(A
=  8 8
221
a) P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
7 6
23. P = 1 –  ×  = 7 3 1
⇔  =  + P(B) – 
10 9
8 8 4
8
=  7 3 1
⇔ P(B) =  –  + 
15 8 8 4
3
) = 3x, logo P(A) = 1 – 3x.
24. P(A ⇔ P(B) = 
4
P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
1 b) P(A ∩ 
B) = P(A) – P(A ∩ B) =
⇔ 9x = 1 – 3x +  – 3x
2 3 1 1
=  –  = 
3 8 4 8
⇔ 9 x + 6x = 
2
∪
c) P(A ∩
B) = P(A B
) = 1 – P(A ∩ B) =
3
⇔ 15x =  1 3
2 = 1 –  = 
4 4
3
⇔ x = 
30
28.
⇔ x = 0,1
∪
a) P(A ∩
B) = P(A B
) = 1 – P(A ∩ B) = 1 – 0,2 = 0,8

b) P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) =


= 0,3 + 0,7 – 0,2 =
= 0,8

18 Expoente12 • Dossiê do Professor


29. R: “O Real Madrid ganha.” ) + P(A
d) P(A) – P(B ) × P(B
) =
N: “Há um empate.” ) [–1 + P(A
= P(A) + P(B )] =
B: “O Barcelona ganha.” ) [–1 + 1 – P(A)] =
= P(A) + P(B
P(R) = 2 × P(N) ) × [–P(A)] =
= P(A) + P(B
P(N) = 3 × P(B) )] =
= P(A) [1 – P(B
= P(A) × P(B)
a) Como R, E e B são acontecimentos disjuntos dois a
dois e R ∪ N ∪ B = E, vem que: e) 1 – P(A ∪ 
B) + P(B ∪ A) =
P(R) + P(N) + P(B) = 1 ∪
= P(A B
) + P(B ∪ 
A) =
⇔ 2P(N) + 3P(B) + P(B) = 1  ∩ B) + P(B ∪ 
= P(A A) =
⇔ 6P(B) + 3P(B) + P(B) = 1  ∩ B) + P(B) + P(A
= P(A ) – P(B ∩ A) =
⇔ 10P(B) = 1 = P(B ∩ A) + P(B) + 1 – P(A) – P(B ∩ 
A) =
⇔ P(B) = 0,1 = –P(A) + P(B) + 1
Assim, P(R) = 6 × 0,1 ⇔ P(R) = 0,6.
∪
P(A B) ) + P(B
P(A ) – P(A
∩
B)
32.  =  =
b) P(B) = 0,1 P(B) P(B)
)
P(A ) – P(A
P(B ∩
B)
30. =  +  =
P(B) P(B)
∩
a) P(A) + P(B) + P(A B) = )
P(A ∪
1 – P(B) – P(A B
)
∪
= P(A) + P(B) + P(A B
) = =  +  =
P(B) P(B)
= P(A) + P(B) + 1 – P(A ∪ B) =
)
P(A 1 – P(B) – 1 + P(A∪ B)
= P(A) + P(B) + 1 – P(A) – P(B) + P(A ∩ B) = =  +  =
P(B) P(B)
= 1 + P(A ∩ B)
)
P(A –P(B) + P(A∪ B)
=  +  =
∪
b) P(A B) = P(B) P(B)
) + P(B
= P(A ) – P(A
∩ B) = )
P(A P(A ∪ B) )
P(A
=  – 1 +  ≥  – 1,
) + 1 – P(B) – P(A
= P(A ∪
B
) = P(B) P(B ) P(B)
) + 1 – P(B) – 1 + P(A ∪ B) =
= P(A uma vez que P(A ∪ B) ≥ P(B) e, portanto,
) – P(B) + P(A ∪ B)
= P(A
P(A ∪ B)
 ≥ 0.
) + P(A
c) P(B) + P(A ∪ B) = P(B )
= P(B) + P(A) + P(A
∩
B
) =
= P(B) + P(A) + 1 – P(A ∩ B) = 33.
= P(B) + P(A) + 1 – P(A) – P(B) + P(A ∪ B) =
) + P(A ∪ B) = 1 – P(A) + P(A) + P(B) – P(A ∩ B) =
a) P(A
) + P(A
= P(A ) + P(A ∪ B) =
= P(B) + 1 – P(A ∩ B) =
= 2P(A) + P(A ∪ B)
= P(B) + P(A∩
B
) =
= P(B) + P(A∪ B)
31.
b) Sejam A: ”o aluno realiza exame de Biologia e Geo-
 ∩ A) = 1 – P(A) + P(A ∩ B) =
a) 1 – P(B
logia” e B: “o aluno realiza exame de Física e Quí-
) + P(A ∩ B)
= P(A
mica A”.
∩
b) P(A) + P(A B
) = ) + P(A ∪ B) = P(B) + P(A
P(A ∪ B)
= P(A) + P(A ∪ B) = ⇔ 0,25 + 0,85 = 0,7 + P(A ∪ B)
= P(A) + P(A) + P(B) – P(A
 ∩ B) = ⇔ P(A ∪ B) = 0,25 + 0,85 – 0,7
 ∩ B) =
= P(A) + 1 – P(A) + P(B) – P(A ⇔ P(A ∪ B) = 0,4

= P(B) + 1 – P(A ∩ B) =
∩
= P(B) + (A B
) =
= P(B) + P(A ∪  B)
Unidade 3 – Probabilidade condicionada
c) P(A ∪  ) – P(A ∩ 
B) = P(A) + P(B B) =
= P(A) + 1 – P(B) – P(A ∩  B) = Páginas 94 a 112
= P(A) – P(B) + 1 – P(A ∩  B) =
∩
= P(A) – P(B) + P(A B
) = 34. Opção (C)
 ∪ B)
= P(A) – P(B) + P(A Sejam R: “ser rapariga” e H: “ter hábitos de estudo”.
860 43
Então, P(H | R) =   = .
1400 70

Expoente12 • Dossiê do Professor 19


35. Para a soma dos números obtidos ser 6, só pode Dado que a carta retirada do baralho não é de
ter ocorrido um dos seguintes casos: (1, 5), (5, 1), copas, adiciona-se à caixa uma bola de cor verde,
(2, 4), (4, 2), (3, 3). pelo que a caixa fica com cinco bolas brancas e
Assim, a probabilidade de ter saído o mesmo quatro bolas verdes, num total de nove bolas.
número nos dois dados, sabendo que a soma dos Retiramos então duas bolas dessas nove, e quere-
1 mos determinar a probabilidade de elas serem da
números saídos foi 6, é .
5 mesma cor, ou seja, ou as duas brancas ou as
duas verdes, casos que se excluem mutuamente.
∪
36. P(A ∩
B) = P(A B
) = 1 – P(A ∩ B) = Existem 9C2 maneiras diferentes de tirar simulta-
P(A ∩ B) neamente duas bolas, de entre nove. Por isso, o
= 1 – P(A) ×  =
P(A) número de casos possíveis é 9C2.
= 1 – P(A) × P(B | A) Existem 5C2 maneiras diferentes de tirar simulta-
neamente duas bolas brancas e 4 C 2 maneiras
37. diferentes de tirar simultaneamente duas bolas
 ∩ B)
P(A P(B) – P(A ∩ B) verdes. Por isso, o número de casos favoráveis é
 | B) = 
b) P(A =  =
P(B) P(B) 5C + 4C .
2 2
P(A ∩ B) 5C + 4 C 4
= 1 –  = Assim, a probabilidade pedida é  2
2 = .
P(B ) 9C
2 9
= 1 – P(A | B)
b) P[(A ∪ C) | B] = 40.
P[(A ∪ C) ∩ B)] P((A
∩
B
) ∩ B)
=  = a) P((A
∩
B
) | B) =  =
P(B) P(B)
P[(A ∩ B) ∪ (C ∩ B)] P((A ∪ B) ∩ B)
=  = =  =
P(B) P(B)

P(A ∩ B) + P(C ∩ B) – P[(A ∩ B) ∩ (C ∩ B)]  ∩ B))


P((A ∩ B) ∪ (B
=  = =  =
P(B) P(B)
P(A ∩ B) P(C ∩ B) P[(A ∩ C) ∩ B)] P((A ∩ B) ∪ ∅)
=  +  –  = =  =
P(B ) P (B ) P(B) P(B)
= P(A | B) + P(C | B) – P[(A ∩ C) | B] P(A ∩ B)
=  =
P(B )
38. No contexto do problema, P(Y | X) significa “pro- = P(A | B)
babilidade de a pessoa escolhida ser do sexo
b) 1 – P(A | B) × P(B) – P(A ∩ 
B) =
feminino, sabendo que a carta retirada foi uma
= 1 – P(A ∩ B) – P(A) + P(A ∩ B) =
copa”.
= 1 – P(A) =
Ora, se a carta retirada foi uma copa, escolhe-se )
= P(A
uma pessoa da turma A, onde existem 15 rapari-
gas, num total de 25 alunos. c) P(A ∪ B) – 1 + P(B) =
Assim, e segundo a regra de Laplace, num espaço = P(A) + P(B) – P(A ∩  ) =
B) – P(B
amostral com um número finito de elementos e = P(A) – P(A) + P(A ∩ B) =
cujos resultados elementares são equiprováveis, a = P(A ∩ B) =
probabilidade de um acontecimento é dada pelo P(A ∩ B)
= P(A) ×  =
quociente entre o número de casos favoráveis a P(A )
= P(A) × P(B | A)
esse acontecimento (neste caso 15) e o número
de casos possíveis (neste caso 25). A probabilida- ∩
d) P(A B
 | B) + P(A | B) =
15 3 P((A
∩
B
) ∩ B) P(A ∩ B)
de pedida é, então, , ou seja, . =  +  =
25 5 P(B) P(B )

39. No contexto da situação descrita, P(B |  ∪


P((A B) ∩ B) + P(A ∩ B)
A) é a pro- =  =
P(B)
babilidade de as bolas retiradas da caixa serem da
mesma cor, sabendo que a carta retirada do bara-  ∩ B) ∪ (B
P((A  ∩ B)) + P(A ∩ B)
=  =
lho não é de copas. P(B)

20 Expoente12 • Dossiê do Professor


 ∩ B) ∪ ∅) + P(A ∩ B)
P((A Então:
=  =
P(B) P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
⇔ 0,8 = P(A) + 0,4 – 0,1
 ∩ B) + P(A ∩ B)
P(A
=  = ⇔ P(A) = 0,5
P(B)
P(B) ) = 1 – P(A) = 1 – 0,5 = 0,5.
Assim, P(A
=  =
P(B) ), temos que A e 
Como P(A) = P(A A são aconteci-
=1 mentos equiprováveis.
P(A ∪ B)
e)  – P(A  | B) =
P(B ) 43.
P(A ∪ B) P(A ∩ B) P(A ∩ B)
=  –  = a) P(A | B) = 0,6 ⇔  = 0,6
P(B ) P(B) P(B )
P(A ∩ B)
P(A) + P(B) – P(A ∩ B) P(B) – P(A ∩ B) ⇔  = 0,6
=  –  = 0, 3
P(B) P(B)
⇔ P(A ∩ B) = 0,18
P(A) + P(B) – P(A ∩ B) – P(B) – P(A ∩ B)
=  =
P(B) P(A ∩ B)
b) P(B | A) = 0,5 ⇔  = 0,5
P(A) P(B )
=  0,18
P( B) ⇔  = 0,5
P(A)
)
f) P(A ∪ B) < P(A | B) × P(B
⇔ P(A) = 0,36
⇔ P(A) + P(B) – P(A ∩ B) < P(A | B) (1 – P(B))
⇔ P(A) + P(B) – P(A ∩ B) < P(A | B) – P(A | B) × P(B) ) = 1 – P(A) = 1 – 0,36 = 0,64.
Assim, P(A
⇔ P(A) + P(B) – P(A ∩ B) < P(A | B) – P(A ∩ B)
⇔ P(A) + P(B) < P(A | B) c) P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) =
= 0,36 + 0,3 – 0,18 =
41. = 0,48
∩
P(A )
B) – P(A ∪
P(A B
) – P(A
)  ∩ B)
P(A
a)  =  =  | B) = 
d) P(A =
P(B) P(B) P(B)
1 – P(A ∪ B) – 1 + P(A) P(B) – P(A ∩ B)
=  = =  =
P(B) P(B)
–P(A ∪ B) + P(A) 0,3 – 0,18
=  = =  =
P(B) 0,3
–P(A) – P(B) + P(A ∩ B) + P(A) = 0,4
=  =
P(B)
P(A ∩ B) – P(B) 44. Sejam:
=  =
P(B) A: ”Haver um assalto.”
P(A ∩ B) P(B) T: “O alarme tocar”.
=  –  =
P(B ) P(B) 0,95 T
= P(A | B) – 1 0,1
A
0,05 
T
 | B) – P(A
b) P(A  | B) × P(B
) =
0,03 T
 | B) × (1 – P(B
= P(A )) = 0,9

A
 ∩ B)
P(A
=  × P(B) = 0,97 
T
P(B)
 ∩ B) =
= P(A a) P(T) = 0,1 × 0,95 + 0,9 × 0,03 = 0,122
= 1 – P(A
∩
B
) =  ∩ T)
P(A 0,9 × 0,03 27
 | T) =  =  = 
b) P(A
= 1 – P(A ∪ B) P(T) 0,122 12 2

P(A ∩ B) 0,1
42. P(A | B) =  ⇔ 0,25 =  45. Sejam:
P(B ) P(B)
J: “Ser habitante jovem.”
0,1
⇔ P(B) =  F: “Ser favorável ao projeto.”
0,25
⇔ P(B) = 0,4

Expoente12 • Dossiê do Professor 21


0,7 F
D E A Total
J
0,45
0,3 
F 1 1 1 1
M    
15 6 10 3
0,4 F
0,55 1 1 2 2

J F    
15 5 5 3
0,6 
F 2 11 1
Total    1
15 30 2
a) P(F) = 0,45 × 0,7 + 0,55 × 0,4 = 0,535
11
P(J ∩ F) 0,45 × 0,7 a) P(E) = 
b) P(J | F) =  =  ≈ 0,59 30
P(F) 0,535
1

P(D ∩ F) 15 3 1
46. Sejam: b) P(D | F) =  =  =  = 
P(F ) 2 30 10
M: “Ser rapaz.” 
3
F: “Ser rapariga.”
c) Sabe-se que a probabilidade de ser estudante de
D: “Ser estudante de Direito.”
1
E: “Ser estudante de Engenharia.” Engenharia e rapaz é . Como estão presentes 10
6
A: “Ser estudante de Arquitetura.” 10 1
rapazes de Engenharia, então  = , onde n é o
n 6
Sabe-se que: número total de estudantes presentes. Assim, n = 60.
1 Como a probabilidade de ser uma rapariga e estu-
• P(M) = 
3 2
1 dante de Arquitetura é , estão presentes na atua-
• P(A) =  5
2
2 ção  × 60 = 24 raparigas de Arquitetura.
• P(F | A) = 80% 5

• P(E | M) = 50% 47. Sejam:


• P(D ∩ M) = P(D ∩ F) S: “Saber a resposta certa.”
A: “Acertar na resposta.”
Assim:
1 A
P(F ∩ A)
• P(F | A) = 80% ⇔  = 0,8 S
P(A) 0,4
1
⇔ P(F ∩ A) = 0,8 ×  0,5 A
2 0,6

S
⇔ P(F ∩ A) = 0,4
0,5 
A
P(E ∩ M)
• P(E | M) = 50% ⇔  = 0,5
P(M) P(S ∩ A) 0,4 × 1 4
P(S | A) =  =  = 
1 P(A) 0,4 × 1 + 0,6 × 0,5 7
⇔ P(E ∩ M) = 0,5 × 
3
48. Sejam:
1
⇔ P(E ∩ M) =  A: ”Sair moeda verdadeira na primeira extração.”
6
B: “Sair moeda verdadeira na segunda extração.”
1 1
• P(A ∩ M) =  – 0,4 =  4
2 10  B
6
1 1 1 1
• P(D ∩ M) =  –  –  = 
3 10 6 15 5 A

7 2 
B
1 
• P(D ∩ F) =  6
15
1 1 2 5
• P(D) =  +  =  2  B
 6
15 15 15 7
1 2 11 
A
• P(E) = 1 –  –  = 
2 15 30 1
 
B
6
11 1 1
• P(F ∩ E) =  –  =  5 4 10
30 6 5 a) P(A ∩ B) =  ×  = 
7 6 21
2 1 20
∩
b) P(A ∪ B) = 1 – P(A B) = 1 –  ×  = 
7 6 21

22 Expoente12 • Dossiê do Professor


2 1
 | A) =  = 
c) P(B 0 = P(A) × P(B) ⇔ P(A) = 0 ∨ P(B) = 0
6 3
⇔ A=∅ ∨ B=∅
49. o que contraria as condições do enunciado.
Logo, A e B não são disjuntos.
a) Sejam VA e VB os acontecimentos:
VA: "Sair bola verde da urna A."
1 P(A ∩ B) 1
VB : "Sair bola verde da urna B." 53. P(A | B) =  ⇔  = 
6 P(B ) 6
5 5
i) P(VA | VB) =  =  1
7+1 8 ⇔ P(A ∩ B) =  P(B)
6
ii) P(
VA) = P(
VB) × P(
VA | 
VB) + P(VB) × P(
VA |VB) = Assim:

3 2+1 4 2 P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)


=  ×  +  ×  =
7 7+1 7 7 + 1 2 1
⇔  = 2P(B) + P(B) –  P(B)
17 3 6
= 
56 2 17
⇔  =  P(B)
3 6
b) Sejam A e V os acontecimentos:
4
A: "Sair bola da urna A." ⇔ P(B) = 
17
V: "Sair bola verde."
5 Então:
i) P(V | A) = 
7 4 8
P(A) = 2 ×  = 
3 17 17
ii) P(
V|A) =  e:
7
1 4 2
P(A ∩ B) =  ×  = 
iii) P(V) = P(A) × P(V | A) + P(
A) × P(V | 
A) = 6 17 51
1 5 1 4 8 4 32 2
=  ×  +  ×  = Como P(A) × P(B) =  ×  =  ≠ P(A ∩ B) = ,
2 7 2 7 17 17 289 51
9 então os acontecimentos A e B não são indepen-
= 
14 dentes.
1 2
 × 
P(A ∩ V) 2 7 2 54. Sejam:
iv) P(A | 
V) =  =  = 
)
P(V 1 2 1 3 5 V: “A pessoa vê o anúncio.”
 ×  +  × 
2 7 2 7 C: “A pessoa compra o jogo.”
Sabe-se que:
50.
1 1 1 • P(
V) = 0,35
a) P =  ×  = 
5 4 20 • P(C) = 0,45
2 2 3 2 1
b) P =  ×  +  ×  =  • P( ) = 0,2
V∩C
5 4 5 4 2 Assim:
51. Para A e B serem independentes, tem que aconte-
C 
C Total
cer P(A ∩ B) = P(A) × P(B).
P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) V 0,30 0,35 0,65

⇔ 0,8 = k + (k + 0,1) – k × (k + 0,1)



V 0,15 0,20 0,35
⇔ 0,8 = 2k + 0,1 – k2 – 0,1k
⇔ k2 – 1,9k + 0,7 = 0 Total 0,45 0,55 1
7 1
⇔ k =  ∨ k = 
5 2
P(C ∩ V) 0,30 6
7 1 a) P(C | V) =  =  =  ≈ 46%
Como  > 1, k só pode admitir o valor . P(V ) 0,65 13
5 2
b) P(V ∩ C) = 0,30
52. Se A e B são acontecimentos independentes, P(V) × P(C) = 0,65 × 0,45 = 0,2925
então P(A ∩ B) = P(A) × P(B). Como P(V ∩ C) ≠ P(V) × P(C), tem-se que V e C não
Se A e B fossem acontecimentos disjuntos, isto é, são acontecimentos independentes.
A ∩ B = ∅, teríamos:

Expoente12 • Dossiê do Professor 23


55. Se A e B são acontecimentos independentes, então a) P(D) = 0,5 × 0,015 + 0,25 × 0,02 + 0,25 × 0,03 =
P(A ∩ B) = P(A) × P(B). = 0,02
Assim: P(C ∩ D) 0,25 × 0,03
P(A ∪ B) = P(A) × P(B
) = b) P(C | D) =  =  = 0,375
P(D ) 0,02
= P(A) + P(B) – P(A ∩ B) + (1 – P(A)) × (1 – P(B)) =
= P(A) + P(B) – P(A) × P(B) + 1 – P(B) – P(A) –
– P(A) × P(B) =
Aprende Fazendo
=1
Páginas 116 a 132
56. Se A e B são acontecimentos independentes, então
1. Opção (B)
P(A ∩ B) = P(A) × P(B).
A = {2, 4, 6}
 ∩ B) = P(B) – P(A ∩ B) =
P(A
B = {2, 3, 5}
= P(B) – P(A) × P(B) =
A ∪ B = {2, 3, 4, 5, 6}
= (1 – P(A)) × P(B) =

A∪
 
B = {1}
) × P(B)
= P(A
Como P(A ∩ B) = P(A) × P(B), então A
 e B são
2. Opção (C)
acontecimentos independentes.
P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
⇔ P(A ∪ B) = 0,6 + 0,6 – P(A ∩ B)
57.
⇔ P(A ∪ B) = 1,2 – P(A ∩ B)
a) P(B | A) = P(B | 
A) Sabe-se que P(A ∪ B) ≤ 1, logo P(A ∩ B) > 0 e assim
P(B ∩ A) P(B ∩ A) A ∩ B ≠ ∅, logo A e B são acontecimentos compatí-
⇔  = 
P(A ) P(A) veis.
⇔ P(B ∩ A) × P(A) = P(B ∩ 
 A) × P(A)
⇔ P(A ∩ B) × (1 – P(A)) = (P(B) – P(A ∩ B)) × P(A)
3. Opção (D)
⇔ P(A ∩ B) – P(A ∩ B) × P(A) = P(B) × P(A) –
2 × 6! 2 × 6! 2
– P(A ∩ B) × P(A) P =  =  = 
7! 7 × 6! 7
⇔ P(A ∩ B) = P(B) × P(A)
b) Sejam:
4. Opção (A)
S: “Ter idade superior a 18 anos.”
Considere-se os acontecimentos:
F: “Ser do sexo feminino.”
M: “Ser funcionário mulher.”
Os acontecimentos S e F são independentes, uma
F: “Ser funcionário fumador.”
1
vez que P(S) = P(S | F) = . 30
4 P(M|F) =   = 0,375 = 37,5%
80
1
) = P(S | F) = .
Assim, P(S | F
4
5. Opção (D)
58. Sejam: Pretende-se determinar o valor de P(X|Y), ou seja, a
A: “A peça é produzida pela máquina A.” probabilidade de, ao escolher um aluno ao acaso, ser
B: “A peça é produzida pela máquina B.” escolhida uma rapariga, sabendo que o aluno é da
C: “A peça é produzida pela máquina C.” turma B. Ora, na turma B há doze alunos, sendo oito
D: “A peça é defeituosa.” 8 2
raparigas; assim, tem-se que P(X|Y) =  = .
12 3
0,015 D
A
0,5 6. Opção (C)
0,985 
D
Como A e B são acontecimentos independentes,
0,02 D
0,25 P(A|B) = P(A). Logo, P(A|B) = 0,3.
B
0,98 
D
7. Opção (D)
D
0,03 Sendo P(A) ≤ P(B), P(A ∩ B) ≤ P(A).
0,25 C
Assim, de todas as opções apresentadas, o único

D
0,97 valor que P(A ∩ B) pode tomar é 0,3.

24 Expoente12 • Dossiê do Professor


8. Opção (A) 15. Opção (D)
Sendo P(A) ≤ P(B), P(A ∪ B) ≥ P(B). Números de casos possíveis: 1 000 000
Assim, de todas as opções apresentadas, o único Número de casos favoráveis:
valor que P(A ∪ B) pode tomar é 0,8.
P P P I I I
5 × 5 × 5 × 5 × 5 × 5 × 6C3
9. Opção (B)










Por definição de acontecimentos incompatíveis Número de Número de Número de
maneiras de maneiras de maneiras dife-
(A ∩ B = ∅), sabe-se que se ocorre A, não pode ocor- escolher orde- escolher orde- rentes de esco-
rer B. nadamente com nadamente com lhar as três
repetição três repetição três posições de
Assim, a afirmação necessariamente verdadeira é a números pares números ímpa- entre seis para
(B). de entre cinco res de entre cin- colocar núme-
(0, 2, 4, 6 e 8). co (1, 3, 5, 7 e 9). ros pares.

10. Opção (C)


312 500 5
Número de casos possíveis: 5 × 5 = 25 Assim, P =  = .
1 000 000 16
Número de casos favoráveis: 5
5 1 16. Opção (B)
Probabilidade pretendida:  = 
25 5
  
1 3 5 2
P = 5C3 ×  ×  ≈ 0,032
6 6
11. Opção (C)
P(A ∩ B) 0,1 1 17. Opção (C)
P(A | B) =  =  = 
P(B ) 0,4 4 Números de casos possíveis:

5×
5×
5×
5×
5 = 55 = 3125
Cálculo auxiliar Números de casos favoráveis:
P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B) 
5×
1×
1 × 4 × 
3 × 5C3 = 600






0,9 = 0,6 + P(B) – 0,1


Número de Número de Número de
⇔ P(B) = 0,4 maneiras de maneiras dos maneiras de for-
três amigos restantes ami- mar o grupo de
escolherem o gos escolherem três amigos que
12. Opção (C) mesmo restau- dois restauran- escolhem o
No contexto da situação descrita, P(B | A) significa rante de entre tes diferentes, mesmo restau-
cinco possíveis. dos quatro ainda rante.
“a probabilidade de não sair bola com número
disponíveis.
ímpar na segunda extração, sabendo que saiu bola
azul na primeira extração. Ora, se saiu bola azul na 600 24
Assim, a probabilidade pretentida é  = .
primeira extração quer dizer que saiu bola com 3125 125
número par. Assim, e como não houve reposição,
restam no saco cinco bolas, sendo três ímpares 18. Opção (B)
 | A) = 2.
(vermelhas) e duas pares (azuis). Logo, P(B Seja E = {(1, 1), (1, 2), (1, 3), …, (1, 6), (2, 1), …,
5
(6, 6)}
#E = 36
13. Opção (C)
X: “No dado D aparece um 1.”
Considera o acontecimento S: ‘‘A e B não estarem
X = {(1, 1), (1, 2), (1, 3), (1, 4), (1, 5), (1, 6)}
juntas’’, ou seja, estarem separadas.
3 1
P(X) =  = 
A B ______ 36 6







2! × 6! ×7 Y: “A soma dos dois números é igual a 7.”


Y = {(1, 6), (6, 1), (2, 5), (5, 2), (3, 4), (4, 3)}
2! × 7! 3
) = 1 –  = 
P(S) = 1 – P(S 3 1
8! 4 P(Y) =  = 
36 6
14. Opção (A) Z: “Os dois números são iguais.”
8C Z = {(1, 1), (2, 2), (3, 3), (4, 4), (5, 5), (6, 6)}
2
P= 5
= 
10C 9 3 1
5 P(Z) =  = 
36 6
X ∩ Y = {(1, 6)}

Expoente12 • Dossiê do Professor 25


1
P(X ∩ Y) =  Cálculo auxiliar
36
1 1 1 Determinação da área de cada triângulo sombreado:
P(X) × P(Y) =  ×  = 
6 6 36 l × 3 
l
Como P(X ∩ Y) = P(X) × P(Y), X e Y são aconteci- 
2
mentos independentes. 2 3
A䉭 = ——————— =  l2
2 8
A opção (A) é falsa.
X ∩ Z = {(1, 1)} A2 = A1 – 6A䉭 =

1 33 3
P(X ∩ Z) =  =  l2 – 6 ×  l2 =
2 8
36
123 63
1 1 1 =  l2 –  l2 =
P(X) × P(Z) =  ×  =  8 8
6 6 36
Como P(X ∩ Z) = P(X) × P(Z), X e Z são acontecimen- 63
=  l2 =
8
tos independentes.
A opção (B) é verdadeira. 33
=  l2
4
Y ∩ Z = ∅, logo Y e Z são acontecimentos incom-
patíveis e não são independentes.
P(Y ∩ Z) = 0 Assim, a probabilidade pedida é:

1 1 1 3 
3
P(Y) × P(Z) =  ×  =   l2
6 6 36 4 1
 =  = 0,5 = 50%
As opções (C) e (D) são falsas. 33 2
 l2
2
19. Opção (C)
Num conjunto de seis pessoas, considere-se os
21. Opção (A)
acontecimentos:
Número de casos possíveis: 9!
A: “Pelo menos duas pessoas pertencerem ao mes-
mo signo.” Como os homens não podem estar juntos necessi-
tamos de duas mulheres que funcionam como
Assim: separadores. Logo, dos nove lugares disponíveis,

A: “Nenhuma pertencer ao mesmo signo.” retiramos dois para colocar as mulheres ‘‘separa-
) =
P(A) = 1 – P(A doras’’.
12 × 11 × 10 × 9 × 8 × 7 Assim, restam-nos sete lugares para os três
= 1 –  =
12 × 12 × 12 × 12 × 12 × 12 homens.
385
= 1 –  = Número de casos favoráveis: 7C3 × 3! × 6!
1728 5
1343 P = 
=  12
1728
22. B: “A equipa vencedora ser o Brasil.”
20. Opção (A) S: “A equipa vencedora ser a Espanha.”
A probabilidade pedida será o quociente entre a H: “A equipa vencedora ser a Holanda.”
área da estrela e a área do hexágono. T: “A equipa vencedora ser Portugal.”

• Determinação da área do hexágono (A1): a) E = {B, S, H, T}

p 6l 3 33 b) ᏼ(E) = {∅, {B}, {S}, {H}, {T}, {B, S}, {B, H}, {B, T},
A1 =  × ap =   ×  l =  l2
2 2 2 2 {S, H}, {S, T}, {H, T}, {B, S, H}, {B, S, T},
{B, H, T}, {S, H, T}, E}
• Determinação da área da estrela (A2):
c) Por exemplo:
“A equipa vencedora ser a China” → acontecimen-
to impossível.
“A equipa vencedora ser Portugal” → acontecimento
elementar.
“A equipa vencedora ser europeia” → acontecimento
l
composto.

26 Expoente12 • Dossiê do Professor


“A equipa vencedora ser europeia ou de língua por- a) A ∩ B
tuguesa” → acontecimento certo.
b) 
A∪
B
 ou 
A∩
B

23. c) A \ B

a) E = { (1, 1), (1, 2), (1, 3), (1, 4), (1, 5), (1, 6), (2, 1), d) B \ A
(2, 2), (2, 3), (2, 4), (2, 5), (2, 6), (3, 1), (3, 2), (3, 3),
(3, 4), (3, 5), (3, 6), (4, 1), (4, 2), (4, 3), (4, 4), (4, 5), 26.
(4, 6), (5, 1), (5, 2), (5, 3), (5, 4), (5, 5), (5, 6), (6, 1), 12 3
a) P(“sair uma figura”) =  = 
(6, 2), (6, 3), (6, 4), (6, 5), (6, 6) } 40 10
30 3
b) A = { (4, 1), (3, 2), (2, 3), (1, 4) } b) P(“sair vermelha ou espadas”) =  = 
40 4
B = { (1, 2), (1, 4), (1, 6), (2, 1), (2, 3), (2, 5), (3, 2),
6 3
(3, 4), (3, 6), (4, 1), (4, 3), (4, 5), (5, 2), (5, 4), (5, 6), c) P(“sair preta e figura”) =  = 
40 20
(6, 1), (6, 3), (6, 5) }
8 1
d) P(“sair rei ou ás”) =  = 
i) A ∩ B = A = { (4, 1), (3, 2), (2, 3), (1, 4) } 40 5
21
ii) A ∪ B = B = { (1, 2), (1, 4), (1, 6), (2, 1), (2, 3), (2, 5), e) P(“sair nem paus nem figura”) = 
40
(3, 2), (3, 4), (3, 6), (4, 1), (4, 3), (4, 5), (5, 2), (5, 4),
18 9
(5, 6), (6, 1), (6, 3), (6, 5) } f) P(“sair preta e não ás”) =  = 
40 20
iii) B \ A = { (1, 2), (1, 6), (2, 1), (2, 5), (3, 4), (3, 6), (4, 3),
(4, 5), (5, 2), (5, 4), (5, 6), (6, 1), (6, 3), (6, 5) }
27.
3 2 1
a) P =  ×  = 
iv) A \ B = ∅ 6 5 5
3 3 3 3 3
b) P =  ×  +  ×  = 
24. 6 5 6 5 5
1.a extr. 2.a extr. 3.a extr. Resultados 3 2 3 3 3 3 4
possíveis c) P =  ×  +  ×  +  ×  = 
6 5 6 5 6 5 5
1 2 (0, 1, 2)
3 2 2 1 4
0 d) P =  ×  +  ×  = 
2 1 (0, 2, 1) 6 5 6 5 15
0 2 (1, 0, 2)
5 4 2
1 e) P =  ×  = 
2 0 (1, 2, 0) 6 5 3
0 1 (2, 0, 1)
2 28. Bolas azuis: 1, 2, 3, 4, 5
1 0 (2, 1, 0) Bolas vermelhas: 6, 7, 8, 9, 10, 11
a)
a) E = { (0, 1, 2), (0, 2, 1), (1, 0, 2), (1, 2, 0), (2, 0, 1),
(2, 1, 0) } i) Casos favoráveis: 2, 4, 6, 8, 10
5
b) A = { (1, 0, 2), (2, 0, 1), (2, 1, 0) } P = 
11
B = { (0, 2, 1), (1, 2, 0), (2, 1, 0) }
ii) Casos favoráveis: 1, 3, 5
C = { (0, 1, 2), (0, 2, 1), (2, 0, 1), (2, 1, 0) }
3
P = 
i) A ∩ B = { (2, 1, 0) } 11
iii) Casos favoráveis: 7, 11
ii) A ∩ C = { (2, 0, 1), (2, 1, 0) }
2
P = 
iii) A ∪ B = { (0, 2, 1), (1, 2, 0), (1, 0, 2), (2, 0, 1), (2, 1, 0) } 11
b)
iv) 
B ∪
C = { (0, 1, 2), (1, 2, 0), (1, 0, 2), (2, 0, 1) }
5 5 6 6 61
i) P =  ×  +  ×  = 
v) 
B∪
C
 = { (1, 0, 2) } 11 11 11 11 121
5 6 60
vi) B \ C = { (1, 2, 0) } ii) P =  ×  × 2 = 
11 11 12 1
vii) C \ B = { (0, 1, 2), (2, 0, 1) } 11 1 1
iii) P =  ×  = 
11 11 11
25. A = {1, 2, 5} c)
B = {2, 4, 6} 5C + 6C 2
i) P =  3

11C
3
= 
3 11

Expoente12 • Dossiê do Professor 27


5C × 6C 4 8 1
ii) P =  2
1 = 
11 C
d) P(A \ B) =  = 
3 1 1 32 4
5C × 3C 1 9
iii) P = 1
2 = 
11C
\
e) P(A B) = 
3 11 32

29. Número de casos possíveis: 64 = 1296 33. Sejam os acontecimentos:


Número de casos favoráveis: 54 = 625 M: “O doente melhorou.”
625 A: “O doente utilizou medicamento em creme.”
P(“nunca sair o número 1”) = 
1296 B: “O doente utilizou medicamento em comprimido.”
Número de casos possíveis: 64 = 1296
Número de casos favoráveis: 6 × 5 × 4 × 3 = 360 M 
M Total

360 5
P(“saírem números todos diferentes”) =  =  A 36 14 50
1296 18
625 360 B 30 20 50
Como  > , concluímos que é mais prová-
1296 1296
vel nunca sair o número 1 do que saírem números Total 66 34 100
todos diferentes.
a)
30. Sejam A e B os acontecimentos: 66 33
i) P(M) =  = 
100 50
A: ‘‘Ser português.’’
14 7
B: ‘‘Ser homem.’’  | A) =  = 
ii) P(M
50 25
Tem-se:
30 5
b) P(B | M) =  = 
B 
B Total 66 11

A 0,15 0,45 0,6 34. Sejam os acontecimentos:


B: “Comprar o hambúrguer com bebida.”

A 0,21 0,19 0,4
F: “Comprar o hambúrguer com batata frita.”
Total 0,36 0,64 1 Do enunciado, temos que:
• P(B ∩ F) = 40%
∩
Assim, P(A B) = 0,19.
 ∩
• P(B F) = 15%

31. R: “Ter praticado rapel.” • P(B) = 65%


S: “Ter praticado slide.” Assim:
) = 0,55
P(R P(R) = 0,45
) = 0,68
P(S P(S) = 0,32 F 
F Total

P(R ∩ S) = 0,14
B 40% 25% 65%
P(R\S) = 0,45 – 0,14 = 0,31
P(S\R) = 0,32 – 0,14 = 0,18 
B 20% 15% 35%
 ∩
P(R S) = 1 – 0,31 – 0,14 – 0,18 = 0,37
Total 60% 40% 100%

R S
a) P(B ∩ 
F) = 25%
 ∩ F) = 20%
P(B
0,31 0,14 0,18 A Maria tem razão. De facto, a probabilidade de um
cliente comprar o hambúrguer com bebida e sem
0,37 batata frita (25%) é maior que a probabilidade de um
cliente comprar o hambúrguer com batata frita e
32. sem bebida (20%).
7 b) Pretende-se determinar P(F|B):
a) P(A ∩ B) = 
32
P(F ∩ B) 0,40 8
24 3 P(F | B) =  =  = 
a) P(A ∪ B) =  =  P(B ) 0,65 13
32 4 c) P(B) = 0,65
16 1 P(F) = 0,60
) =  = 
c) P(B
32 2

28 Expoente12 • Dossiê do Professor


P(B ∩ F) = 0,40 • P(A ∪ B) = 0,7
P(B) × P(F) = 0,65 × 0,60 = 0,39 • A e B acontecimentos independentes, logo
Como P(B ∩ F) ≠ P(B) × P(F), os acontecimentos P(A ∩ B) = P(A) × P(B).
B: “comprar hambúrguer com bebida” e F: “comprar
Assim:
hambúrguer com batata frita” não são acontecimen-
P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
tos independentes.
0,7 = 0,4 + P(B) – P(A) × P(B)
⇔ 0,3 = P(B) – 0,4 × P(B)
35. No contexto da situação descrita, P(B|A) significa
⇔ 0,6 P(B) = 0,3
“a probabilidade de a segunda ficha retirada ser
ímpar, sabendo que a primeira ficha retirada foi 0,3
⇔ P(B) = 
par”. 0,6
Assim, o número de casos possíveis é igual a 9, 1
⇔ P(B) = 
pois, após se ter retirado uma ficha da caixa, esta é 2
de novo introduzida na caixa.
39. Sejam os acontecimentos:
O número de casos favoráveis é igual a 5, pois exis-
T: “Tomás passar no exame.”
tem na caixa cinco fichas com um número ímpar
A: “António passar no exame.”
(1, 3, 5, 7 e 9), que continuam na caixa após a pri-
P(T) = 0,6 e P(A) = 0,8
meira extração.
Dispondo os dados num diagrama de árvore:
Segundo a regra de Laplace, num espaço amostral
com um número finito de elementos e cujos resul- 0,8 A → P(T ∩ A) = 0,6 × 0,8 = 0,48
tados elementares são equiprováveis, a probabili- T
0,6 0,2  → P(T ∩ A
A ) = 0,6 × 0,2 = 0,12
dade de um acontecimento é dado pelo quociente
entre o número de casos favoráveis a esse aconte- 0,8  ∩ A) = 0,4 × 0,8 = 0,32
A → P(T
0,4 
T
cimento e o número de casos possíveis; portanto, a
0,2  → P(T
A ∩A
) = 0,4 × 0,2 = 0,08
5
probabilidade pedida é .
9 Assim:
∩
a) P(T A) = 0,08
36. No contexto da situação descrita, P(B | L) significa
“a probabilidade de o segundo bombom retirado  ∩ A) = 0,32
b) P(T
ser de chocolate branco, sabendo que o primeiro
c) P(T ∩   ∩ A) = 0,12 + 0,32 = 0,44
A) + P(T
bombom retirado foi de chocolate de leite”. Ora,
1
P(B | L) =  significa que, no momento da segunda 40. Número de casos possíveis:
2

52×
51 = 2652
extração, encontravam-se na caixa tantos bombons
de chocolate branco, como de chocolate de leite, ou a) Número de casos favoráveis:
seja, 15 bombons de cada – já que o primeiro bom- A R ou R A
bom retirado e comido foi de chocolate de leite – ×4
4  + 4 ×4  = 32
restam na caixa todos os bombons de chocolate P(“sair um ás e um rei, por qualquer ordem”) =
branco existentes inicialmente (15) e a mesma 32 8
=  = 
quantidade de bombons de chocolate de leite. 2652 663
Conclui-se, assim, que inicialmente existiam na cai- b) Número de casos favoráveis:
xa 16 bombons de chocolate de leite. C C
1
3 × 1
2 = 156
37. P(A) = P(B) 156 1
P(A ∩ B) = P(A) × P(B) = P(A) × P(A) = (P(A))2 P(“saírem ambos de copas”) =  = 
2652 17
Como P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B), então
c) Número de casos favoráveis:
P(A ∪ B) = P(A) + P(A) – P(A) × P(A), pois A e B são
C  C ou  C C ou C C
acontecimentos equiprováveis e independentes.
1
3×  + 
39  × 1
39 3 + 1
3 × 1
2 = 1170
⇔ P(A ∪ B) = 2 P(A) – [P(A)]2
P(“sair pelo menos uma carta de copas”) =
⇔ P(A ∪ B) = P(A) [2 – P(A)]
1170 15
=  = 
2652 34
38. Sabe-se que:
• P(A) = 0,4

Expoente12 • Dossiê do Professor 29


d) Número de casos favoráveis: 43. P(‘‘não escolher nenhum fora do prazo’’) =

C 
C 42C 11 480 41
 × =  3
=  = 
39 3
8 = 1482 50C
3 19 600 70
1482 19
P(“não sair copas”) =  =  27C
2652 34 88
44. P(‘‘Hermínia ganhar o prémio’’) = 1 – 5 = 
30C
5 203
41.
45. Número de casos possíveis:
a) Número de casos possíveis:
1 M1 M2 M3 M4 M5
2 × 1
2 × 1
2 = 1728

5×5×5×5×5 = 55 = 3125
Número de casos favoráveis:
1 Número de casos favoráveis:
2 × 1 × 1 = 12
M1 M2 M3 M4 M5
P(“terem nascido todas no mesmo mês”) =

5×4 × 3×2 × 1 = 120
12 1
=  =  P(“ficarem todos em hotéis distintos”) =
1728 144
120 24
=  = 
b) Número de casos possíveis: 3124 625
1
2 × 1
2 × 1
2 = 1728
46. Número de casos possíveis: 510 = 9 765 625
Número de casos favoráveis:
1
2 × 1
1 × 1
0 = 1320 Número de casos favoráveis: 5
P(“terem nascido todas em meses diferentes”) = P(“saírem todos na mesma paragem”)
5 1 1
1320 55 =  =  = 
=  =  510 59 1 953 125
1728 72

c) Número de casos possíveis: 47.


1
2 × 1
2 × 1
2 = 1728 2

1 2 1
B → P(C1 ∩ B) =  ×  = 
5 2 5 5
Número de casos favoráveis: 1 C1
 1 3 3
M M D 2 3
 V → P(C1 ∩ V) =  ×  = 
5 2 5 10

(12 × 1 × 1
1) × 3 = 396
2 1 2 1
P(“terem nascido duas e só duas no mesmo mês”)  B → P(C2 ∩ B) =  ×  = 
1 3 2 3 3
396 11  C2
=  =  2
1 1 1 1
1728 48  V → P(C2 ∩ V) =  ×  = 
3 2 3 6

42. Número de casos possíveis: 3


a) P(V | C1) = 
5 × 5 × 5 × 10 × 10 × 10 × 10 = 1 250 000 5
1
a) Número de casos favoráveis: b) P(V | C2) = 
3
3 × 5 × 1 × 4 × 10 × 1 × 1 × 1 + 5 × 4 × 3 × 10 × 1 × 3 1 7
× 1 × 1 = 600 + 600 = 1200 c) P(V) = P(V ∩ C1) + P(V ∩ C2) =  +  = 
10 6 15
1200 3 3
P =  =  
1 250 000 3125 P(C1 ∩ V)  1 0 9
d) P(C1 | V) =   = 7 = 
b) Número de casos favoráveis: P(V )  1 4
15
3 × 1 × 4 × 4 × 4C2 × 1 × 1 × 9 × 9 = 23 328
1
23 328 1458 
P =  =  3
P(C2 ∩ B)  5
1 250 000 78 125 e) P(C2 | B) =   = 8 = 
P(B )  8
c) P(‘‘pelo menos um algarismo ser igual a 4’’) = 15
= 1 – P(‘‘todos os algarismos serem diferentes de
4’’) = Cálculo auxiliar
43 ×94 3439 P(B) = P(B ∩ C1) + P(B ∩ C2) =
= 1 –  =  
1 250 000 10 000 1 1 8
=  +  = 
5 3 15

30 Expoente12 • Dossiê do Professor


1 Dispondo os dados num diagrama em árvore:

P(C1 ∩ B) 5 3 1
f) P(C1 | B) =  = =  0,8 A → P(X ∩ A) =  × 0,8 = 0,2
P(B ) 8 8 4
 1
X
1
15  0,2  → P(X ∩ A
A ) =  × 0,2 = 0,05
4 4
48. No contexto da situação descrita, P(B | A) significa 0,1
3
A → P(Y ∩ A) =  × 0,1 = 0,075
3 Y 4
“a probabilidade de sair um rebuçado de morango,  3
4 0,9  → P(Y ∩ A
A ) =  × 0,9 = 0,675
sabendo que não saiu face par no lançamento do 4
dado tetraédrico”. Ora, se não saiu face par, signifi-
P(X ∩ A) 0,2 8
ca que não saiu face 4 e, logo, retira-se, ao acaso, • P(X | A) =  =  = 
P(A ) 0,275 11
um rebuçado do saco 2. No saco 2 existem quinze
P(Y ∩ A) 0,075 3
rebuçados, sendo quatro de morango. • P(Y | A) =  =  = 
P(A ) 0,275 11
Como segundo a regra de Laplace, num espaço
amostral com um número finito de elementos e
Cálculo auxiliar
cujos resultados elementares são equiprováveis, a
probabilidade de um acontecimento é dado pelo P(A) = P(X ∩ A) + P(Y ∩ A) =
quociente entre o número de casos favoráveis a = 0,2 + 0,075 =
esse acontecimento (neste caso 4) e o número de = 0,275
casos possíveis (neste caso 15), temos que
4 Observe-se que P(X | A) > P(Y | A), ou seja, sabendo
P(B | 
A) = . Assim, dos três amigos, quem tem
15 que, de manhã, quando acorda, a Andreia se sente
razão é o José. bastante agoniada, é mais provável ter tomado o
analgésico X.
49.
51. Sejam os acontecimentos:
a) Número de casos possíveis: 10C4 = 210
F: “Ser do sexo feminino.”
Número de casos favoráveis: 4C4 = 1
M: “Ser do sexo masculino.”
1
P(“serem todas da mesma cor”) =  E: “Ser candidato ao primeiro emprego.”
210
Do enunciado, temos que:
b) Número de casos possíveis: 10C4 = 210
• P(F) = 0,7
Número de casos favoráveis:
• P(E) = 0,6
4C × 6 + 3C × 7 + 4C = 24 + 7 + 1 = 32
3 3 4 • P(M | E) = 0,25
Exatamente três da mesma cor ou quatro da mes-
ma cor Então, podemos concluir que:
4C × 6 + 3C × 7 + 4C4 P(M ∩ E)
3 3 P(M|E) = 0,25 ⇔  = 0,25
P(“pelo menos três bolas serem da mesma cor”) = P(E )
32 16 P(M ∩ E)
=  =  ⇔  = 0,25
210 105 0,6
c) Número de casos possíveis: 4C3 × 6 + 3C3 × 7 = 31 ⇔ P(M ∩ E) = 0,15
Número de casos favoráveis: 3C3 × 7 = 7 Organizando os dados numa tabela, temos:
P(“haver três bolas brancas sabendo que três e só
7 F M Total
três são da mesma cor”) = 
31
E 0,45 0,15 0,6

50. Sejam os acontecimentos:



E 0,25 0,15 0,4
X: “Tomar o analgésico X.”
Y: “Tomar o analgésico Y.” Total 0,7 0,3 1
A: “Sentir-se agoniado.”
Do enunciado, sabe-se que: Pretende-se saber P(F | E).
1
• P(X) =  P(F ∩ E) 0,45
4 Assim, P(F | E) =  =  = 0,75.
P(E ) 0,6
• P(A | X) = 0,8
3
• P(Y) = 
4
• P(A | Y) = 0,1

Expoente12 • Dossiê do Professor 31


|
52. P(A B) × P(B) – P(A
) = ) – P(A) + P(A ∩ B)
P(B
=  =
∩
P(A B) )
P(B
=  × P(B ) – P(A
) (P(B
) ≠ 0)
P(B) P(A ∩ B) – P(A)
= 1 + 
∩
= P(A B) – P(A) = )
P(B
∪
= P(A B
) – [1 – P(A)] =
= 1 – P(A ∪ B) – 1 + P(A) = 55. X ∩ Y = ∅ ⇔ P(X ∩ Y) = 0
= 1 – [P(A) + P(B) – P(A ∩ B)] – 1 + P(A) = [P(X) + P(Y)] × P(X | (X ∪ Y)) =
= 1 – P(A) – P(B) + P(A ∩ B) – 1 + P(A) =
P[X ∩ (X ∪ Y)]
= P(A ∩ B) – P(B) = [P(X) + P(Y)] ×  =
P( X ∪Y )
P(X)(1)
53. P(A) = P(B) = [P(X) + P(Y)] ×  =
P(X) + P(Y)(2)
 ∩ A)
P(B
 | A) = 1 +  =
1 + P(B (1) pois X ⊂ X ∪ Y.
P(A)
(2) pois X e Y são incompatíveis.
P(A) + P(A ∩ 
B) = P(X)
=  =
P(A)
P(A) + P(A) – P(A ∩ B) 56. Sejam os acontecimentos:
=  =
P(A) A: “Ana embrulha o presente.”
P(A) + P(B) – P(A ∩ B) B: “Berta embrulha o presente.”
=  (pois P(A) = P(B)) C: “Carolina embrulha o presente.”
P(A)
P(A ∪ B) T: “O presente ter o preço.”
= 
P(A ) Do enunciado, temos que:
• P(A) = 0,3
54. • P(T|A) = 0,03
P(B ∩ 
A) • P(B) = 0,2
) × P(B | 
a) P(A ) =  × P(A
A) + P(B ) + P(B
)
)
P(A • P(T|B) = 0,08
) ≠ 0)
(P(A • P(C) = 0,5
= P(B ∩  ) =
A) + P(B • P(T|C) = 0,05
= P(B) – P(A ∩ B) + 1 – P(B) = Donde, podemos concluir que:
= 1 – P(A ∩ B) =
P(T ∩ A)
∩
= P(A 
B) = P(T | A) = 
P(A )
∪
= P(A B)
P(T ∩ A)
⇔ 0,03 = 
) – P(B
b) P(A ∩ B) ≥ 1 – P(A ) 0,3
⇔ P(A ∩ B) ≥ 1 – [1 – P(A)] – [1 – (P(B)] ⇔ P(T ∩ A) = 0,009
⇔ P(A ∩ B) ≥ 1/ – 1/ + P(A) – 1 + P(B)
⇔ P(A ∩ B) ≥ P(A) + P(B) – 1 P(T ∩ B)
P(T | B) = 
P(B )
⇔ 1 ≥ P(A) + P(B) – P(A ∩ B)
⇔ 1 ≥ P(A ∪ B) P(T ∩ B)
⇔ 0,08 = 
0,2
⇔ P(A ∪ B) ≤ 1
⇔ P(T ∩ B) = 0,016
Esta desigualdade é verdadeira, quaisquer que
sejam os acontecimentos A e B, pois a probabilidade P(T ∩ C)
P(T | C) = 
de qualquer acontecimento nunca é superior a 1. P(C )
∩
P(A B) P(T ∩ C)
|
c) P(A B) =  (P(B ) ≠ 0) ⇔ 0,05 = 
)
P(B 0,5
∪
P(A B
) ⇔ P(T ∩ C) = 0,025
=  =
)
P(B Organizando os dados numa tabela:
1 – P(A ∪ B)
=  = A B C Total
)
P(B
T 0,009 0,016 0,025 0,05
1 – [P(A) + P(B) – P(A ∩ B)]
=  =
)
P(B 
T
1 – P(A) – P(B) + P(A ∩ B)
=  = Total 0,3 0,2 0,5 1
)
P(B

32 Expoente12 • Dossiê do Professor


a) P(T) = P(T ∩ A) + P(T ∩ B) + P(T ∩ C) = 0,05 M1: “Joaquim escolher o café Central.”
M2: “Joaquim escolher o café Convívio.”
b) Pretende-se determinar P(B | T):
M3: “Joaquim escolher o café da Esquina.”
P(B ∩ T) 0,016
P(B | T) =  =  = 0,32 1
P(T ) 0,05 Sabemos que P(M2) = , P(M1) = P(M3) e que
7
c) P(T) = 0,05 P(M1) + P(M2) + P(M3) = 1, logo:
P(B) = 0,2
1
P(T ∩ B) = 0,016 P(M1) +  + P(M1) = 1
7
P(T) × P(B) = 0,05 × 0,2 = 0,01 1
1 – 
Como P(T ∩ B) ≠ P(T) × P(B), conclui-se que os acon- 7
⇔ P(M1) = 
tecimentos T: “o presente embrulhado ter preço” e 2
B: “o presente ser embrulhado pela Carolina” não são 3 3
⇔ P(M1) =  e P(M3) = 
acontecimentos independentes. 7 7
d) P(T) = 0,05 J1: “João escolher o café Central.”
P(C) = 0,5 J2: “João escolher o café Convívio.”
P(T ∩ C) = 0,025 J3: “João escolher o café da Esquina.”
P(T) × P(C) = 0,05 × 0,5 = 0,025 1
Sabemos que P(J1) = P(J2) = P(J3) = .
Como P(T ∩ C) = P(T) × P(C), conclui-se que os 3
acontecimentos T: “o presente embrulhado ter pre-
a) P(T1 ∩ M1 ∩ J1) = P(T1) × P(M1) × P(J1) =
ço” e C: “o presente ser embrulhado pela Carolina”
5 3 1
são acontecimentos independentes. =  ×  ×  =
9 7 3
5
57. P(A) = 0,4 = 
63
P(A ∪ B) = 0,5
b) P(T1 ∩ M1 ∩ J1) + P(T2 ∩ M2 ∩ J2) + P(T3 ∩ M3 ∩ J3) =
a) P(A ∩ B) = 0
Como P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B), então: 5 2 1 1 2 3 1
=  +  ×  ×  +  ×  ×  =
0,5 = 0,4 + P(B) – 0 ⇔ P(B) = 0,1 63 9 7 3 9 7 3
5 2 2
b) P(A ∩ B) = P(A) × P(B) = 0,4 × P(B) =  +  +  =
63 189 63
Como P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B), então: 23
0,5 = 0,4 + P(B) – 0,4 P(B) = 
189
⇔ 0,1 = 0,6 P(B)
1 c) Seja A o acontecimento “no máximo dois amigos
⇔ P(B) = 
6 encontram-se no mesmo café”, então A é o aconte-
cimento “todos os amigos se encontram no mesmo
c) P(A|B) = 0,1 ⇔ P(A ∩ B) = 0,1 × P(B)
café”.
Como P(A ∪ B) = P(A) + P(B) – P(A ∩ B), então:
Assim:
0,5 = 0,4 + P(B) – 0,1 P(B)
) =
P(A) = 1 – P(A
⇔ 0,1 = 0,9 P(B)
1 23
⇔ P(B) =  = 1 –  (determinado na alínea anterior)
9 189
166
= 
58. Consideremos os acontecimentos: 189
T1: “Tomás escolher o café Central.”
T2: “Tomás escolher o café Convívio.”
59. Número de casos possíveis:
T3: “Tomás escolher o café da Esquina.”
x y z
5
Sabemos que P(T1) = , P(T2) = P(T3) e que ×6
6 ×6 = 216
9
a) Número de casos favoráveis:
P(T1) + P(T2) + P(T3) = 1, logo:
1
5 ×6
 × 1 = 36
 + P(T2) + P(T2) = 1 6
9
5 1
1 –  P(“o ponto P pertencer ao plano z = 1”) = 
9 2 2 6
⇔ P(T2) =  ⇔ P(T2) =  e P(T3) = 
2 9 9

Expoente12 • Dossiê do Professor 33


b) Número de casos favoráveis: Dado que P(A ∩ O) ≠ 0, concluímos que A ∩ O:
×6
6  × 1 = 36 “a carta extraída ser o ás de ouros” é um aconteci-
1 mento possível. Tal só pode acontecer se o ás de
P(“o ponto P pertencer ao plano y = z”) = 
6 ouros estiver no baralho.
c) Número de casos favoráveis: b) P(“ser extraído o ás de ouros”) = 0,1
 ×6
3×6  = 108
1 1
1 Logo,  =  ⇔ n = 10 é o número de cartas do
P(“o ponto P pertencer ao semiplano x ≤ 3”) =  10 n
2
baralho incompleto.
60. M: “A Vitória apaixonar-se por rapazes morenos.” 6 x
c)  =  ⇔ x = 6 é o número de cartas de ouros
D: “A Vitória apaixonar-se por rapazes desportistas.” 10 10
P(M) = 0,6 deste baralho incompleto.
P(D) = 0,7
 ∩
P(M D) = 0,25 4 × 36C9 × 3 × 27C9 × 2 × 18C9 × 1 × 9C9
62. P =  40C × 30C × 20C × 10C
=
a) P((M ∩ D) ∪ (D ∩ 
M)) = P(M ∩ 
D) + P(D ∩ 
M) 10 10 10 10

(pois (M ∩ 
D) e (D ∩ 
M) são acontecimentos disjun- 1000
= 
tos.) 913 9
= P(M) – P(M ∩ D) + P(D) – P(D ∩ M)
63.
8×8×8×1 1
a) P =   = 
Cálculo auxiliar 8 × 8 × 8 ×8 8
∩
P(M ∪
D) = 0,25 ⇔ P(M D
) = 0,25 8 × 7 × 6 × 5 105
b) P =   = 
⇔ 1 – P(M ∪ D) = 0,25 8 × 8 × 8 × 8 256
⇔ 0,75 = P(M ∪ D)
64.
P(M ∪ D) = P(M) + P(D) – P(M ∩ D)
a)
Então: 8 2
0,75 = 0,6 + 0,7 – P(M ∩ D)
i) P =   = 
8C
2 7
⇔ P(M ∩ D) = 1,3 – 0,75 4 1
⇔ P(M ∩ D) = 0,55
ii) P = 
8C
 = 
2 7

Continuando o cálculo de P[(M ∩ 


D) ∪ (D ∩ 
M)]: 4×6 3
b) P = 
8C
= 
P(M) – P(M ∩ D) + P(D) – P(D ∩ M) = 3 7
= 0,6 – 0,55 + 0,7 – 0,55 =
= 1,3 – 1,1 = 0,2 65.
P(M ∩ D) 0,05 5 1 a) Número de casos possíveis: 14C5
b) P(M | 
D) =  =  =  = 
)
P(D 0,3 30 6 Número de casos favoráveis: 8C5 + 6C5
A probabilidade pedida é:
61. A: “A carta extraída ser ás.” 8C + 6C

O: “A carta extraída ser de ouros.” P= 5



14C
5
=
5
P(A) = 0,2 62
P(O) = 0,6 =  =
2002
 ∩ )
P(A O = 0,3 31
= 
a) P(A ∩ O) = 0,3 ⇔ P(A ∪ O) = 0,3 1001
⇔ 1 – P(A ∪ O) = 0,3 b) Número de casos possíveis: 14C3
⇔ 1 – 0,3 = P(A ∪ O) Número de casos favoráveis: 6 × 4C3 + 8 × 4C3
⇔ P(A ∪ O) = 0,7 A probabilidade pedida é:
Sabemos que: 6 × 4C3 + 8 × 4C3
P= 14C
 =
P(A ∪ O) = P(A) + P(O) – P(A ∩ O) 3

0,7 = 0,2 + 0,6 – P(A ∩ O) 56


=  =
⇔ P(A ∩ O) = 0,8 – 0,7 364
⇔ P(A ∩ O) = 0,1 2
= 
13

34 Expoente12 • Dossiê do Professor


66. 25C15 é o número de modos distintos de colocar os b) No contexto da situação descrita, P(B | A) significa
quinze carrinhos na caixa. “a probabilidade de, numa extração sucessiva e
Supondo que os carrinhos ocupam pelo menos sem reposição de dois cartões da caixa, os núme-
uma das diagonais, sobram-nos dez carrinhos ros escritos nos cartões serem diferentes, sabendo
para colocar em vinte compartimentos, o que que saiu um cartão correspondente ao elemento
pode ser feito de 20C10 modos distintos, para cada central da linha”.
diagonal, ou seja, podemos preencher pelo menos Ora, dada a simetria de cada uma das linhas do
uma das diagonais de 2 × 20C10 modos distintos. triângulo de Pascal, em 13 elementos, apenas o ele-
Porém, 2 × 20C10 contabilizou o dobro das vezes o mento central não tem qualquer elemento igual a
caso em que as duas diagonais são preenchidas ele. Assim, sabendo que um dos cartões extraído
em simultâneo. Logo, temos de subtrair o número correspondia ao elemento central, então os núme-
de modos de preencher as duas diagonais em ros escritos nos dois cartões são concerteza dife-
simultâneo. rentes, sendo B|A um acontecimento certo. Portan-
Uma vez preenchidas as duas diagonais em simul- to, P(B | A) = 1.
tâneo, sobram 15 – 9 = 6 carrinhos para colocar
em dezasseis compartimentos, o que pode ser 69. Sejam os acontecimentos:
feito de 16C6 maneiras distintas. A: “O bolo é fornecido pela empresa A.”
Assim, 2 × 20C10 – 16C6 é o número de maneiras de B: “O bolo é fornecido pela empresa B.”
ocupar pelo menos uma das diagonais. I: “O bolo apresenta peso significativamente inferior
Pela regra de Laplace, a probabilidade de um ao estabelecido.”
acontecimento é dada pela razão entre o número • P(A) = 3 P(B)
de casos favoráveis e o número de casos possí- • P(I | A) = 0,1
veis, quando os resultados elementares são equi- • P(I | B) = 0,15
prováveis e em número finito, ou seja,
P(A) + P(B) = 1 ⇔ 3P(B) + P(B) = 1
2 × 20C10 – 16C6 ⇔ 4P(B) = 1
 25C é uma resposta correta a este
15
1
problema. ⇔ P(B) = 
4
3
0,1 I → P(A ∩ I) =  × 0,1 = 0,075
67. O desenvolvimento pelo binómio de Newton de A 4
3
(x – 2)11, x > 0, tem doze parcelas das quais seis  0,9 I
4
são negativas e seis são positivas. Como se pre- 0,15 I
1
→ P(B ∩ I) =  × 0,15 = 0,0375
1 4
tende que o produto das parcelas seja negativo,  B
4
0,85 I
uma delas tem de ser positiva e a outra negativa.
6× 6 6
Então, P =   = .
12C Pretende-se determinar P(A | I):
2 1 1
P(A ∩ I)
P(A | I) =  =
68. P(I )
0,075
a) 1 + n + n + 1 = 26 ⇔ n = 12 = =
0,075 + 0,0375
Sendo a linha n = 12 do triângulo de Pascal, temos
0,075
13 elementos. = 
0,1125
Assim, na extração sucessiva, sem reposição, de
2
dois cartões da caixa, temos: =  ≈ 0,667
3
Número de casos possíveis: 13 × 12 = 156 Assim, P(A | I) ≈ 67%.
Número de casos favoráveis: 12 × 1 = 12
(já que, dada a simetria de cada uma das linhas do 70. Sejam os acontecimentos:
triângulo de Pascal, em 13 elementos, apenas um – V: “Ser dado viciado.”
o central – não tem outro elemento igual a ele.) S: “Sair um num lançamento do dado.”
Assim, a probabilidade pretendida é: 1
P(S | V) = 
12 1 2
P =  = 
156 13 1
P(S | 
V) = 
6

Expoente12 • Dossiê do Professor 35


Assim: b) P(A | (B ∩ C)) × P(C) + P(A | (B ∩  ) =
C)) × P(C
1
 S2 → P(V ∩ S1 ∩ S2) = P[A ∩ (B ∩ C)] P[A ∩ (B ∩ C)]
2 =  × P(C) +  × P(C ) =
1 1 1
=  ×  ×  =
P(B ∩ C) P(B ∩ 
C)
1 S1 2 2 2

2 1 P[A ∩ (B ∩ C)] P[A ∩ (B ∩ C)]
1  =  =  × P(C) +  × P(C ) =
 S2 8 P(B) × P(C) P(B) × P(C
)
V 2















1 pois B e C são se B e C são independentes,
 S2
1 2 independentes. então B e 
C também são
1 
 2
independentes.
2 
S1
P[(A ∩ B) ∩ C] P[(A ∩ B) ∩ 
C]
1
 
S2 =  +  =
2 P(B) P(B)
1 P[(A ∩ B) ∩ C] + P[(A ∩ B) ∩ 
C]
 S2  ∩ S1 ∩ S2) =
→ P(V =  =
1
6 P(B)
 1 1 1
1 =  ×  ×  =
2  S1 2 6 6 P[((A ∩ B) ∩ C)] ∪ P[((A ∩ B) ∩ 
C)]
6
1 =  =
5  =  P(B)
 S2 72
6

V (pois [(A ∩ B) ∩ C] e [(A ∩ B) ∩ 
C] são acontecimen-
1
 S2
tos disjuntos.)
6
5
 P[(A ∩ B) ∩ (C ∪ 
C)]
6 
S1 =  =
P(B)
5 
 S2
P[(A ∩ B) ∩ U]
6
=  =
P(B)
Pretende-se:
P(A ∩ B)
=  =
P(V ∩ S1 ∩ S2) P(B)
P(V | (S1 ∩ S2)) =  =
P(S 1 ∩ S 2) = P(A | B)
1 1
 
8 8
=  1 1 =  5 =
 +  
8 72 36
9
=  Teste Final
10
Páginas 134 a 137
 | B) – P(B
71. P(A ) × P(A
 | B) = Grupo I
 |B) [1 – P(B
= P(A )] =
 |B) × P(B) =
= P(A 1. Opção (B)
 ∩ B)
P(A #E = 23 = 8
=  × P(B) (P(B) ≠ 0)
P(B) #ᏼ(E) = 28 = 256
 ∩ B) =
= P(A
∪
= P(A B
) = 2. Opção (A)
= 1 – P(A ∪ B) = Após a extração de um bombom com recheio de

= 1 – P(B ∪ A) licor, restam no saco dezanove bombons, dos quais
sete são de chocolate negro (sendo quatro com
72. recheio de licor e três com recheio de morango).
A probabilidade de a Margarida ter pegado num
a) P(B ∩ 
C) = P(B) – P(B ∩ C) =
bombom com recheio de morango, sabendo que se
= P(B) – P(B) × P(C)
tratou de um bombom de chocolate negro é, então,
(pois B e C são acontecimentos independentes.) 3
= P(B) [1 – P(C)] = .
7
)
= P(B) × P(C
Logo, B e 
C são acontecimentos independentes. 3. Opção (B)
A linha n do triângulo de Pascal tem n + 1 elemen-
tos, dos quais dois são iguais a 1.
2 1
 =  ⇔ 20 = n + 1 ⇔ n = 19
n + 1 10

36 Expoente12 • Dossiê do Professor


4. Opção (B) reposição, cinco cartas de um baralho de cinquenta
P(B ∪ C) = 0,6 ⇔ P(B) + P(C) – P(B ∩ C) = 0,6 e duas cartas.
⇔ 0,45 + 0,35 – P(B ∩ C) =0,6 O número de casos favoráveis é 39 × 13C4 × 5!, pois
⇔ P(B ∩ C) = 0,2 existem 39 maneiras diferentes de escolher uma
⇔ P(A) = 0,2 carta que não seja do naipe de espadas. Por cada
uma destas maneiras, existem 13C4 maneiras dife-
Então:
rentes de formar conjuntos de quatro cartas das
P(A ∪ (B ∩ C)) = P(A) + P(B ∩ C) – P(A ∩ B ∩ C) =
treze que existem do naipe de espadas, e por cada
= 0,2 + 0,2 – 0 = 0,4
um destes conjuntos de cinco cartas, sendo apenas
quatro do naipe de espadas, existem 5! maneiras
5. Opção (D)
diferentes de as cartas se encontrarem ordenadas.
No contexto da situação descrita, P(A |B) significa
A resposta II ficaria correta se o número de casos
“probabilidade de o número da ficha escolhida ser
favoráveis alterasse para 39A1 × 13A4 × 5, pois exis-
um número primo, sabendo que a ficha escolhida
tem 39A1 maneiras diferentes de escolher uma carta
não é um triângulo”.
que não seja do naipe de espadas e, por cada uma
Ora, há seis fichas que não são triângulos, das
destas maneiras, existem 13 A 4 de se extraírem,
quais três contêm números primos.
sucessivamente e sem reposição, quatro cartas de
3 1 entre as treze existentes do naipe de espadas, e,
Assim, P(A |B) =  = .
6 2 por cada um destes casos, existem cinco formas
de posicionar a carta que não é do naipe de espadas.

Grupo I I |
3. P(A B) × P(B) – P(A ∩ B) + P(B) =
∩
= P(A B) – P(A ∩ B) + P(B) =
1. ∪
= P(A B
) – P(A ∩ B) + P(B) =
7C 7
1.1. P =  6
=  ≈ 0,000 87 = 1 – P(A ∪ B) – P(A ∩ B) + P(B) =
16C 8008
6 = 1 – P(A) – P(B) + P(A ∩ B) – P(A ∩ B) + P(B) =
10C × 6C + 10C × 6C
= 1 – P(A) =
4662
1 = 
1.2. P = 
4 2 5
)
= P(A
16C – 10C – 6C
6 6 6
7797

3 4.
1.3. a) P =  = 25%
12 6A × 6A 1
(n + 3)! 4.1. P =  5
 5
= 
n + 3C
 12A
10 4 62
3!n!
b)   3
= 
( n + 4)! = 6! × 6A4 1
n + 4C
3  4.2. P =  12A
 = 
3!(n + 1)! 10 9 24
8 × 9A7 1
(n + 3)(n + 2)(n + 1)n!
 4.3. P =   = 
12A
n! 10 165
= ————————————————— =
(n + 4)(n + 3)(n + 2)(n + 1)!

(n + 1)!
(n + 3)(n + 2)(n + 1)
=  =
(n + 4)(n + 3)(n + 2)
n+1
= 
n+4

2. A resposta correta é a I.
Segundo a regra de Laplace, a probabilidade de um
acontecimento é igual ao quociente entre o número
de casos favoráveis a esse acontecimento e o
número de casos possíveis, quando os aconteci-
mentos elementares são equiprováveis.
Assim, a resposta I apresenta como número de
casos possíveis 52A5, já que existem 52A5 maneiras
diferentes de se extrair, sucessivamente e sem

Expoente12 • Dossiê do Professor 37


n+1 1
Tema III – Funções Reais de Variável Real ⇔  > 
5 δ
Unidade 1 – Limites 5
⇔ n + 1 > 
δ
Páginas 6 a 18 5
⇔ n >  – 1
δ
3n – 1
1. un =  5–δ
n ⇔ n > 
δ
3 –1
a) u1 =  = 2 5–δ

1 4n – 1
Assim, se n > , então  – 4 < δ. Portanto,
δ n +1
6–1 5
u2 =  =  5–δ
2 2 se p > , fica provado que ∀ δ  R+, ∃ p  N:
δ
9–1 8

u3 =  =  4n – 1
3 3 ∀ n  N, n ≥ p ⇒  – 4 < δ, ou seja, que
n +1
4n – 1
b) i) Proposição falsa. lim  = 4.
n +1
3n – 1
un = 1 ⇔  = 1
n b) Dado L  R+:
⇔ 3n – 1 = n L–1
3n + 1 > L ⇔ 3n > L – 1 ⇔ n > 
⇔ 2n = 1 3
1 Então, para qualquer L > 0, se considerarmos um
⇔ n =  ( N)
2 L–1
número natural p, superior a , tem-se 3n + 1 > L,
3
ii) Proposição verdadeira. desde que n ≥ p.
3n + 2 3n – 1 Fica provado que lim (3n + 1) = +.
un + 1 – un =  –  =
n+1 n
c) Dado L  R+:
(3n + 2)n – (3n – 1)(n + 1)
=  = –n + 10 < –L ⇔ –n < –L – 10 ⇔ n > L + 10
n(n + 1)
Então, para qualquer L > 0, se considerarmos um
3n2 + 2n – 3n2 – 3n + n + 1
=  = número natural p, superior a L + 10, tem-se
n(n + 1)
–n + 10 < –L, desde que n ≥ p.
1
=  > 0, ∀ n  N Fica provado que lim (–n + 10) = –.
n(n + 1)

Logo, a sucessão (u n ) é monótona crescente. 3.


Assim, u 1 = 2 é um minorante dos termos da
a) lim (an – bn) = lim an – lim bn = + – (–) = +
sucessão.
b) lim (an + bn) = lim an + lim bn = + + (–)
3n – 1 1
un =  = 3 –  Nada se pode concluir.
n n
1 1 c) lim (an + fn) = lim an + lim fn = + + (–4) = +
Como  > 0, ∀ n  N, tem-se que 3 –  < 3, ∀ n  N.
n n
d) lim (bn + en) = lim bn + lim en = – + 5 = –
Então, ∀ n  N, 2 ≤ un < 3.
e) lim (an + en) = lim an + lim en = + + 5 = +
2.
f) lim (bn – en) = lim bn – lim en = – – 5 = –
a) Pretende-se provar que ∀ δ  R+, ∃ p  N: ∀ n  N,
g) lim (en + fn) = lim en + lim fn = 5 + (–4) = 1

4n – 1
n ≥ p ⇒  – 4 < δ.
n +1 h) lim (an × bn) = lim an × lim bn = + × (–) = –

Seja δ  R+. i) lim (an × cn) = lim an × lim cn = + × 0+


Nada se pode concluir.

  – 4
< δ ⇔
 
< δ
4n – 1 4n – 1 – 4n – 4
n +1 n+1 j) lim (bn × en) = lim bn × lim en = – × 5 = –


< δ
–5
k) lim (bn × fn) = lim bn × lim fn = – × (–4) = +
n+ 1
5 l) lim (en × fn) = lim en × lim fn = 5 × (–4) = –20
⇔  < δ
n+1 a l im a –
m) lim n = n =  Nada se pode concluir.
bn lim bn –

38 Expoente12 • Dossiê do Professor


an l im an + 1 22
n) lim  =  =  = + 1 +  + 
cn lim cn 0+ n  n3
= lim  =
a l im a +
o) lim n = n = 
dn lim dc 0 –
cn lim cn 0+
= –

2 3
n + 2 + 
n n4
p) lim  =  =  Nada se pode concluir. 1
dn l im dn 0– =  =
+
cn lim cn 0+
q) lim  =  =  = 0 =0
bn l im b n – ( – )
e l im e n 5 5 d) lim (
n
2+ 2
n –  n
2–1) =
r) lim n =  =  = –  2 2
fn lim fn –4 4 n + 2n – n + 1
= lim  =
n2+2n +  n
2–1
s) lim (an)2018 = (+)2018 = +
2n + 1
t) lim (bn)2019 = (–)2019 = – = lim  =

4.
   
2 1
n2 1 +  + n2 1 – 2
n n

 
1
 
a) Tem-se que lim  = 0 e –1 ≤ cos  ≤ 1, ∀ n  N. 1
n 2 + 
n 6 n
nπ = lim  =
  
1

Logo, lim  cos  = 0. 2 1
n 6 n 1 +  + n 1 – 2
n n
1
b) Tem-se que lim   = 0 e –1 ≤ sen n ≤ 1, ∀ n  N.
 
1
3
–n + n n 2 + 
n
sen n = lim  =
Logo, lim   = 0.
 
–n3 + n 2 1
n 1 +  + 1 – 2
n n
5. 1
2 + 
( – ) n
   =
5 2
a) lim (–n7 + 5n5 + 2n) = lim n7 –1 + 2 +  = lim  =
n6

n 2 1
= + × (–1 + 0 + 0) = 1 +  + 1 – 2
n n
= –
2
=  =
1+1
 
5 7
n2 4 –  – 2  =1
– 5n – 7   

4n2 n n
b) lim   = lim  =
1
+   – 1
–n3 + 6n
 
6

n3 –1 + 2 
1 2
n
– 1  

n n
2+
n n
5 7 e) lim  = lim  =
n
2+
n 1 + n1  + 1
4 –  – 2 n+1
= lim  n n =
2

 
6
n –1 + 2
n
=  =
4
+ × (–1) = lim  =
n
1
n 1 +  – 1
=0

1
n 1 +  + 1
n
n2 + n + 2 n 
 
c) lim  = 1 1
n
5+2
n2
+3 n 1 +  – 
n n
= lim  =

 
1 1
 
1 22
n2 1 +  +  n 1 +  + 
n  n3 n n
= lim  =

 
n
2 3
n4 n + 2 + 
n4 1
+  – 
1 1
n n
= lim  =
1
n2 1 +  + 
n 
22
 
n3  1 + n1 + n1
= lim  = 1
=  =
2
n2 n + 2 + 
n
3
n4 =1
1

Expoente12 • Dossiê do Professor 39


6. Além disso, tem-se que, para n > 2019, wn = 3vn.
Seja p o maior valor entre p1 e 2019. Então,
a) lim 3n = +
∀ n ≥ p, vn > wn.
b) lim πn = + Atendendo a que ∀ n ≥ p, vn < wn e lim vn = –,

  =0
1 n conclui-se que lim wn = –.
c) lim 
3
11.
5 
2 n
d) lim  = 0
a) Para todo o número natural n, tem-se que:
e) lim 0
n
,5 = 1 –1 ≤ sen n ≤ 1 ⇔ 1 ≤ 2 + sen n ≤ 3
–7n + 0,3n – + 0
f) lim  =  = – 1 2 + sen n 3
⇔  ≤  ≤ 
10
n
1 n n n
3n
 
1 3
5n 1 –  Como lim  = lim  = 0 então, pelo teorema das
5n – 3n 5n n n
g) lim   = lim  =
3n sucessões enquadradas, conclui-se que
 
5n + 3n
5n 1 + 
5n 2 + sen n
lim  = 0.
n

3 n
1 –  b) Para todo o número natural n, tem-se que:
5
= lim  =
–1 ≤ cos n ≤ 1 ⇔ 2n – 1 ≤ 2n + cos n ≤ 2n + 1

3 n
1 + 
5 2n – 1 2n + cos n 2n + 1
⇔  ≤  ≤ 
1–0 n +2 n+2 n+2
= 
1+0 1
2 – 
=1 2n – 1 n
Ora, lim  = lim  = 2 e
n +2 2
1 + 
7. n

a) Opção (A) 1
2 + 
Tem-se que un – vn ≤ 0 ⇔ un ≤ vn. 2n + 1 n
lim  = lim  = 2.
n +2 2
Então, lim un ≤ lim vn ⇔ lim un ≤ 1. 1 + 
n
Assim, lim un pode ser 0.
Então, pelo teorema das sucessões enquadradas,
2n + cos n
8. conclui-se que  = 2.
n+2
1 1
a) ∀ n  N, 2n – 1 ≤ 2n ⇔  ≥ 
2n – 1 2n c) Para todo o número natural n, tem-se que:
π
4n3
⇔  ≥ 
4n3
π
cos4 n  
3
 
2n – 1 2n 1
0 ≤ cos4 n  ≤ 1 ⇔ 0 ≤  ≤ 
4n3 3 3n + 2 3n + 2
⇔  ≥ 2n2
2n – 1 1
Como lim  = lim 0 = 0, então, pelo teorema
3n + 2
Como, além disso, lim (2n2) = +, então das sucessões enquadradas, conclui-se que
4n3
lim  = +. π
2n – 1
 
cos4 n 
lim  = 0.
3
b) ∀ n  N, 3n + 1 ≥ 3n 3n + 2
Como, além disso, lim 3n = +, então lim 3n + 1 = +. 2n
d) Seja (an) a sucessão de termo geral an = .
4n + 1
9. Sabe-se que lim un = –. 2n + 2
an + 1 – an =  –  =
2n
Então, lim (–un + 
n
2) = –(–) + 1 = +. 4n + 5 4n + 1
Como lim (–un +  2) = + e vn ≥ –un + 
n n
2, para (2n + 2)(4n + 1) – 2n(4n + 5)
=  =
n ≥ 2018, então lim vn = +. (4n + 5)(4n + 1)
8n2 + 8n + 2n + 2 – 8n2 – 10n
=  =
10. Como lim vn = –, existe uma ordem p1  N tal (4n + 5)(4n + 1)
que ∀ n  N, n ≥ p1 ⇒ vn < 0. 2
=  > 0, ∀ n  N
(4n + 5)(4n + 1)
Logo, a sucessão (an) é monótona crescente.

40 Expoente12 • Dossiê do Professor


2
a1 =  f) Para todo o número natural n, tem-se que:
5
1 0 ≤ (sen n)2 ≤ 1 ⇔ 1 ≤ (sen n)2 + 1 ≤ 2

2n 1 2 1 1 (sen n)2 + 1 2
 =  –  < , ∀ n  N ⇔ n ≤   ≤ 
4n + 1 2 4n + 1 2 2 2n 2n
1 2
Cálculo auxiliar Como lim n = lim  = 0, então, pelo teorema das
2 2n
2n 4n + 1 sucessões enquadradas, conclui-se que
1 1 (sen n)2 + 1
–2n –   lim   = 0.
2 2 2n
1
–  g) Para todo o número natural n, tem-se que:
2
–1 ≤ cos n ≤ 1 ⇔ 3n2 – 1 ≤ 3n2 + cos n ≤ 3n2 + 1
2 1 1 1 1
Então,  ≤ an < , ∀ n  N e ⇔   ≥  ≥ 
5 2 3n2 – 1 3n2 + cos n 3n2 + 1
n2 n2 n2
   
2 n 2n n 1 n
 ≤  <  , ∀ n  N. ⇔  ≥ ≥ 
5 4n + 1 2 3n – 1 3n + cos n 3n2 + 1
2 2

n2 1 1
5 2 
2 1 n n
Como lim  = lim  = 0 então, pelo teorema Ora, lim   = lim  =  e
2
3n – 1 1 3
3 – 2
das sucessões enquadradas, conclui-se que n

 
2n n n2 1 1
lim  = 0. lim   = lim  = .
4n + 1 3n2 + 1 1 3
3 + 2
n
2n
e) Seja (an) a sucessão de termo geral an = .
6n + 1 Então, pelo teorema das sucessões enquadradas,
2n + 2 2n n2 1
an + 1 – an =  –  = conclui-se que lim  2
 = .
6n + 7 6n + 1 3n + cos n 3
n
(2n + 2)(6n + 1) – 2n(6n + 7) 3n 3n 3n 3n
=  = h) ∑  =  +  + … +  
(6n + 7)(6n + 1) k = 1 4n2 + k 4n2 + 1 4n2 + 2 4n2 + n
12n2 + 2n + 12n + 2 – 12n2 – 14n 3n 3n 3n
=  = Como,   >  > … >  , então:
(6n + 7)(6n + 1) 4n2 + 1 4n2 + 2 4n2 + k
3n 3n 3n 3n2
2  + +…+ < +
=  > 0, ∀ n  N 2
4n + 1 4n + 2 2 4n + n 4n2 + 1
2
(6n + 7)(6n + 1)
3n 3n 3n 3n2
Logo, a sucessão (an) é monótona crescente. + 2
+…+ 2
=n× = 
4n + 1 4n + 1 4n + 1 4n2 + 1
2

2
a1 =  Por outro lado:
7
1 3n 3n 3n 3n
   +  + … +   >  +
2n 1 3 1 4n2 + 1 4n2 + 2 4n2 + n 4n2 + n
 =  –  < , ∀ n  N
6n + 1 3 6n + 1 3
3n 3n 3n 3n2
+  + … +   = n ×   =  =
Cálculo auxiliar 4n2 + n 4n2 + n 4n2 + n 4n2 + n
3n
2n 6n + 1 = 
4n + 1
1 1
–2n –  
3 3 Assim:
1 n
–  3n 3n 3n2
3  < ∑  < , ∀ n  N
4n + 1 k = 1 4n + k 4n2 + 1
2

3n 3 3
2 1 Como lim  = lim  1 = 4 e
Então,  ≤ an < , ∀ n  N e 4n + 1 4 + 
7 3 n

   
2 n 2n n 1 n 2
 ≤  <  , ∀ n  N. 3n 3 3
7 6n + 1 3 lim   = lim  = , então, pelo
4n2 + 1 1 4
4 + 2
n
7 3 
2 1 n n
Como lim  = lim  = 0 então, pelo teorema
teorema das sucessões enquadradas,
das sucessões enquadradas, conclui-se que n
∑ 32
n 3
= .
 
2n n lim
lim  = 0. k=1 4n + k 4
6n + 1

Expoente12 • Dossiê do Professor 41


12. Para todo o número natural n, tem-se que: d) Tem-se que, ∀ x  R \ {0}
–1 ≤ cos n ≤ 1 ⇔ –3 ≤ cos n – 2 ≤ –1 1 1
⇔ –3n4 ≤ n4 (cos n – 2) ≤ –n4 –1 ≤ cos  ≤ 1 ⇔ –x2 ≤ x2 cos  ≤ x2
x x
Ora, lim (–3n4) = lim (–n4) = –. Além disso:
Então, pelo teorema das sucessões enquadradas, lim (–x2) = 0
x→0
conclui-se que lim [n4 (cos n – 2)] = –.
lim x2 = 0
x→0
13.
Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con-
a) Tem-se que, ∀ x  R+
 
1
clui-se que lim x2 cos  = 0.
–1 ≤ sen x ≤ 1 ⇔ 4 ≤ 5 + sen x ≤ 6 x→0 x
4 5 + sen x 6 e) Para todo o número real x, tem-se que:
⇔  ≤  ≤ 
x  
x x –1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ 1 ≤ 2 + cos x ≤ 3
Além disso: ⇔ x2 ≤ x2 (2 + cos x) ≤ 3x2
4 Além disso:
lim  =0
x → + x lim x2 = +
x → –
6 lim (3x2) = +
lim  =0 x → –
x → + x
Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con- Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con-
5 + sen x clui-se que lim [x2 (2 + cos x)] = +.
x → –
clui-se que lim  = 0.
x → + x
f) Para todo o número real x, tem-se que:
b) Para todo o número real x, tem-se que: –1 ≤ sen x ≤ 1
–1 sen (4x) 1 x
–1 ≤ sen (4x) ≤ 1 ⇔   ≤  ≤ 2 Como para x → + se tem  > 0, vem que:
1 + x2 1 + x2 1 +x 2
x x x
–  ≤  sen x ≤ 
Além disso: 2 2 2
–1 x x 3x
lim  =0  ≤ x +  sen x ≤ 
x → + 1 + x2 2 2 2
1 Além disso:
lim  = 0
x → + 1 + x2 x
lim  = +
x → + 2
Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con- 3x
sen (4x) lim  = +
x → + 2
clui-se que lim  = 0.
x → + 1 + x 2
Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con-
c) Para todo o número real x, tem-se que:
 
x
clui-se que lim x +  sen x = +.
–1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ –x – 1 ≤ –x + cos x ≤ –x + 1 x → + 2
Como para x → + se tem x + 2 > 0, vem que:
14. Tem-se que, ∀ x  ]1, +[
–x – 1 –x + cos x –x + 1
 ≤  ≤  –1 ≤ sen x ≤ 1 ⇔ x – 1 ≤ x + sen x ≤ x + 1
x +2 x+2 x+2
1 1 1
Além disso: ⇔  ≤  ≤ 
x + 1 x + sen x x – 1
1
–1 – 
–x – 1 x Como para x → – se tem x3 < 0, vem que:
lim   = lim  = –1
x → + x + 2 x → + 2
1 +  x3 x3 x3
x  ≤  ≤ 
x – 1 x + sen x x + 1
1
–1 + 
–x + 1 x Além disso:
lim  = lim  = –1
x → + x + 2 x → + 2
1 +  x3 x2
x lim  = lim  = +
x → + x–1 x → + 1
Logo, pelo teorema das funções enquadradas, con- 1 – 
x
–x + cos x x3 x2
clui-se que lim   = –1. lim  = lim  = +
x → + x+2 x → + x + 1 x → + 1
1 + 
x

42 Expoente12 • Dossiê do Professor


Logo, pelo teorema das funções enquadradas, 17. A função g é contínua em ]–9, 0[, por se tratar do
x3 quociente entre duas funções contínuas, em que o
conclui-se que lim  = +.
x → + x + sen x denominador não se anula no intervalo considera-
do: uma que é uma função polinomial e outra que
15. Sabe-se que f é uma função limitada. Então, por é uma função irracional.
definição, existem números reais m e M tais que A função g é contínua em ]0, +[, por se tratar de
∀ x  R, m ≤ f(x) ≤ M. uma função racional.
Seja a igual ao máximo dos valores |m| e |M|. Então, Para que a função seja contínua em x = 0, tem de
∀ x  R, –a ≤ f(x) ≤ a, ou seja, ∀ x  R, |f(x)| ≤ a. se ter lim – g(x) = lim + g(x) = g(0).
x→0 x→0
Assim, para todo o x  R:
• g(0) = a
|f(x)||g(x)| ≤ a|g(x)|
x2 – 3x
Isto é: • lim – g(x) = lim –  =
x→0 x→0
x
3+9x2
|f(x)g(x)| ≤ a|g(x)|
x2 – 3x x2 – 3x
Logo, para todo o x  R: = lim  = lim  =
x→0

x
2(
x+
9) x→0

|x| x+9
–a|g(x)| ≤ f(x)g(x) ≤ a|g(x)|
Como lim g(x) = 0, sabe-se que lim |g(x)| = 0. x(x – 3) x–3 –3
x → + x → + = lim –  = lim –  =  = 1
x→0 –x x+ 9 x → 0 –x
+9 –3
Portanto, lim –a|g(x)| = lim a|g(x)| = 0 e, pelo
x → + x → +
teorema das funções enquadradas, conclui-se que x2 – bx x(x – b)
• lim + g(x) = lim +   = lim +  =
x→0 x → 0 x2 + x x → 0 x(x + 1)
lim (f(x)g(x)) = 0.
x → + x– b b
lim +  = –  = –b
A função h, de domínio R, definida por h(x) = a|g(x)| x→0 x+ 1 1
é tal que –h(x) ≤ f(x)g(x) ≤ h(x) e lim h(x) = 0. Assim:
x → +

g(0) = lim – g(x) ⇔ a = 1


x→0
E:
lim + g(x) = lim – g(x) ⇔ –b = 1 ⇔ b = –1
x→0 x→0
Unidade 2 – Continuidade
Páginas 19 a 28 18. A função g não é contínua em [a, b].
Por exemplo:
16. Para que a função f seja contínua em x = 4, tem de
se ter lim – f(x) = lim + f(x) = f(4).
x→4 x→4
a<b
• f(4) = –42 +2×4+9=1
g(a) = –1
• lim – f(x) = lim – (–x2 + 2x + 9) = g(b) = 2
x→4 x→4
g(a) × g(b) < 0
= –42 + 2 × 4 + 9 =
=1
6x+
5 – 18
• lim + f(x) = lim +  = e não existe nenhum número real x tal que
x→4 x→4 x–4
0
a < x < b e g(x) = 0.
0 x
+ x
+5+3
  ×   =
5–3 Ou, por exemplo:
= 6 × lim
x→4
+
x–4 x
+5+3
x+5–9
= 6 × lim  =
(x – 4)(x
+
+
x→4 5 + 3)
a<b
1
= 6 × lim  = g(a) = –1
x→4
+
x
+5+3
g(b) = 2
1
= 6 ×  = g(a) × g(b) < 0
6
=1
e não existe nenhum número real x tal que
Assim, como lim – f(x) = lim + f(x) = f(4), a função f
x→4 x→4 a < x < b e g(x) = 0.
é contínua em x = 4.

Expoente12 • Dossiê do Professor 43


19. A função f é contínua em [a, b]. Assim, pretende-se provar que ∃ t  ]1; 1,5[:
Se f(a) × f(b) < 0, então f(a) < 0 < f(b) ou P(t) = 0,5.
f(b) < 0 < f(a). A função P é contínua em [1; 1,5], visto tratar-se
Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, existe de uma função racional.
pelo menos um número real c entre a e b cuja 5 × 12 5
P(1) =   =  ≈ 0,417
imagem é 0, ou seja, a equação f(x) = 0 tem pelo 2 × 13 + 10 12
menos uma solução no intervalo ]a, b[. 5 × (1,5)2 45
P(1,5) =   =  ≈ 0,672
2 × (1,5)3 + 10 67
20. Por exemplo, a função f definida no intervalo [1, 3]
por: Logo, P(1) < 0,5 < P(1,5).
⎧ –1 se 1 ≤ x < 2 Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, conclui-
⎪ -se que existe pelo menos um instante t  ]1; 1,5[
f(x) = ⎨ .
⎪ tal que P(t) = 0,5.
⎩ 1 se 2 ≤ x ≤ 3

Tem-se que f(1) = –1 e f(3) = 1, logo f(1) × f(3) < 0, 24. Seja h a função definida por h(x) = x
+1 – (x – 2)3.
mas, para todo o x  [1, 3], f(x) ≠ 0. Provar que a equação f(x) = g(x) tem pelo menos
uma solução no intervalo [3, 4] é equivalente a
21. h(x) = |x – 1| + x2 – x
+2= provar que a função h tem pelo menos um zero no
⎧ x – 1 + x2 – x
+2 se –2 ≤ x < 1 intervalo [3, 4].
⎪ A função h é contínua em [3, 4], visto tratar-se da
=⎨

⎩ –x + 1 + x2 – x
+2 se x ≥ 1 diferença entre duas funções contínuas neste
intervalo (uma função irracional e uma função
A função h é contínua em [1, 2], por se tratar,
polinomial).
neste intervalo, da soma entre duas funções con-
tínuas: uma função polinomial e uma função irra- h(3) = 
3+1 – (3 – 2)3 = 2 – 1 = 1
cional. h(4) = 4
+1 – (4 – 2)3 = 
5–8

h(1) = –1 + 1 + 12 – 
1+
2 = 1 – 
3 Logo, h(4) < 0 < h(3).
Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, pode
h(2) = –2 + 1 + 22 – 
2+
2=1 concluir-se que a função h tem pelo menos um
Logo, h(1) < 0 < h(2). zero no intervalo [3, 4], isto é, ∃ c  [3, 4]: h(c) = 0
⇔ ∃ c  [3, 4]: f(c) – g(c) = 0
Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, existe
⇔ ∃ c  [3, 4]: f(c) = g(c).
pelo menos um zero da função h pertencente ao
intervalo [1, 2].
25.
1 a) A função f é contínua em ]–, 4[, visto, neste inter-
22. h(x) = 
g(x) valo, estar definida pelo quociente entre duas fun-
ções contínuas: uma que é uma função polinomial
Dh = {x  R: g(x) ≠ 0}
e outra que é uma função irracional.
Se o domínio de h fosse o intervalo [a, b], signifi-
A função f é contínua em ]4, +[, visto, neste inter-
caria que não existia nenhum valor c no intervalo
valo, estar definida por uma função racional.
]a, b[ tal que g(c) = 0.
Em x = 4:
No entanto, como g é contínua no intervalo [a, b],
g(a) = 4 e g(b) = –2, ou seja, g(a) × g(b) < 0, pode 43 – 3 × 42 – 6 × 4 + 8
• f(4) =  =
42 + 4 – 2
concluir-se, pelo corolário do teorema de Bolza-
64 – 48 – 24 + 8
no-Cauchy, que existe pelo menos um número = =0
16 + 4 – 2
real c  ]a, b[ tal que g(c) = 0.
x3 – 3x2 – 6x + 8
Logo, h não pode ter como domínio o intervalo [a, b]. • lim + f(x) = lim +  =
x→4 x→4 x2 + x – 2

23. Às 10 horas de um determinado dia corresponde 43 – 3 × 42 – 6 × 4 + 8


=  =0
42 + 4 – 2
t = 0, logo às 11 horas e às 11 horas e 30 minutos
do referido dia correspondem t = 1 e t = 1,5, res- x2 – 16
petivamente. • lim – f(x) = lim –  =
x→4 x→4 12–3x
Sabe-se também que P está expresso em milhões
de bactérias.

44 Expoente12 • Dossiê do Professor


x2 – 4 4–x 28. Seja g: [0, 1] → R a função definida por
 
1
=  lim –  ×  =
3 x → 4 4–x 4–x g(x) = f(x) – x.

3 (x – 4)(x + 4) 4–x A função g é contínua em [0, 1], por se tratar da


=  lim –  =
3 x→4 4–x diferença entre duas funções contínuas (a função
f e a função identidade).
3
=  lim – (–(x + 4) 4
–x) = g(0) = f(0) – 0 = 1
3 x→4
g(1) = f(1) – 1 = –1
3
=  × (–8 × 0) = 0 Logo, g(1) < 0 < g(0).
3
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy:
Como lim f(x) = lim – f(x) = f(4), então a função f
x→4
+
x→4 ∃ c  ]0, 1[: g(c) = 0 ⇔ ∃ c  ]0, 1[: f(c) – c = 0
é contínua em x = 4. ⇔ ∃ c  ]0, 1[: f(c) = c
Conclui-se assim que a função f é contínua em R.
b) Pela alínea anterior, a função f é contínua em R; 29.
em particular, f é contínua em [3, 5].
a) Seja h a função definida por h(x) = f(x) – g(x).
32 – 16 –7 73
f(3) =  =  = –  A função h é contínua em [a, b], por se tratar da
12–3×3 3 3
diferença entre duas funções contínuas.
53 – 3 × 52 – 6 × 5 + 8
f(5) =  =1 h(a) = f(a) – g(a) < 0, uma vez que
52 + 5 – 2 g(a) > f(a) ⇔ g(a) – f(a) > 0 ⇔ f(a) – g(a) < 0.
Logo, f(3) < –1 < f(5). h(b) = f(b) – g(b) > 0, uma vez que
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, pode f(b) > g(b) ⇔ f(b) – g(b) > 0.
concluir-se que ∃ c  ]3, 5[: f(c) = –1.
Logo, h(a) < 0 < h(b).
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy:
26. A função g é contínua em [0, 1], por se tratar da
∃ c  ]a, b[: h(c) = 0 ⇔ ∃ c  ]a, b[: f(c) – g(c) = 0
diferença entre duas funções contínuas (uma que
⇔ ∃ c  ]a, b[: f(c) = g(c)
é o produto de uma constante pela função f e
outra constante). b) Seja h a função definida por h(x) = f(x) – g(x).
g(0) = 2f(0) – f(1) = 2f(0) – 3f(0) = –f(0) > 0 A função h é contínua em [a, b], por se tratar da
g(1) = 2f(1) – f(1) = f(1) = 3f(0) < 0 diferença entre duas funções contínuas.
Logo, g(0) e g(1) têm sinais contrários. Então, 0 é h(a) = f(a) – g(a) = f(a) – f(b)
um valor intermédio. h(b) = f(b) – g(b) = f(b) – f(a)
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, concluí- Como h(a) e h(b) têm sinais contrários, pois f(a) ≠ f(b),
mos que ∃ c  ]0, 1[: f(c) = 0. vem que 0 pertence ao intervalo de extremos h(a)
e h(b).
27. Seja g: [1, π] → R a função definida por Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy:
g(x) = f(x – 1) – f(π – x). ∃ c  ]a, b[: h(c) = 0 ⇔ ∃ c  ]a, b[: f(c) – g(c) = 0
A função g é contínua em [1, π], por se tratar da ⇔ ∃ c  ]a, b[: f(c) = g(c)
diferença entre duas funções contínuas (ambas
são a composta de f com uma função afim). 30.
g(1) = f(0) – f(π – 1) ≠ 0 a) Seja, por exemplo, f a função de domínio R \ {0}
g(π) = f(π – 1) – f(0) ≠ 0 1
definida por f(x) = . A função f é contínua em
Logo, g(1) e g(π) têm sinais contrários. Então, 0 é x
]0, 1], mas não tem máximo.
um valor intermédio.
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, concluí- b) Seja, por exemplo, f a função de domínio R \ {0}
mos que: 1
definida por f(x) = – . A função f é contínua em
x
∃ c  ]1, π[: g(c) = 0
]0, 1], mas não tem mínimo.
⇔ ∃ c  ]1, π[: f(c – 1) – f(π – c) = 0
⇔ ∃ c  ]1, π[: f(c – 1) = f(π – c) c) Seja, por exemplo, f a função de domínio R \ {0}


1 1
definida por f(x) =  sen  . A função f é contínua
x x
em ]0, 1], mas não tem máximo nem mínimo.

Expoente12 • Dossiê do Professor 45


31. Unidade 3 – Derivada de segunda ordem,
a) A função f é contínua em ]1, +[, por estar definida, extremos, sentido das concavidades
neste intervalo, por uma função afim. e pontos de inflexão
A função f é contínua em ]–, 1[, por estar definida, Páginas 29 a 59
neste intervalo, por uma função polinomial.
Para x = 1: 32.
lim – f(x) = lim – (–2x3 + x – 2) = –2 + 1 – 2 = –3 f(x) – f(2)
x→1 x→1 a) f’(2) = lim  =
x→2 x– 2
lim + f(x) = lim + (–2x + 1) = –2 + 1 = –1
x→1 x→1 x3 + 2x – 12
= lim  =
Como lim – f(x) ≠ lim f(x), então a função f não é x→2 x–2
+
x→1 x→1
(x – 2)(x2 + 2x + 6)
contínua em x = 1. = lim  =
x→2 x–2
Assim, f é contínua em R \ {1}. = lim (x2 + 2x + 6) = 14
x→2
b) De acordo com a alínea anterior, a função f é contínua
em R \ {1}; em particular, f é contínua em [–2, –1]. Cálculo auxiliar
f(–2) = –2 × (–2)3 – 2 – 2 = 12 1 0 2 –12
f(–1) = –2 × (–1)3 – 1 – 2 = –1 2 2 4 12
Logo, f(–1) < 0 < f(–2). 1 2 6 0
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, pode
concluir-se que existe pelo menos um zero de f no
f(x) – f(–1)
intervalo [–2, –1]. b) f’(–1) = lim  =
x → –1 x – (–1)
c) De acordo com a alínea a), a função f é contínua x
 – (–1)
em R \ {1}; em particular, f é contínua em [–1, 0]. x +2
= lim  =
Então, pode concluir-se, pelo teorema de Weiers- x → –1 x+1
trass, que a função f admite, neste intervalo, máxi- x+x+2
= lim  =
mo e mínimo absolutos. x → –1 (x + 2)(x + 1)

d) Em [–1, 0], f(x) = –2x3 + x – 2. 2(x + 1)


= lim  =
x → –1 (x + 2)(x + 1)
f’(x) = –6x2 + 1 2
= lim  = 2
f’(x) = 0 ⇔ –6x2
+1=0 x → –1 x + 2

1
⇔ x2 =  f(x) – f(2)
6 c) f’(2) = lim  =
x→2 x– 2
6
 6
 x–1 – 1
⇔ x = – ∨ x = 
6 6 = lim  =
x→2 x–2
6
 x–1–1
x –1 – 0 = lim  =
6 x → 2 (x – 2)(
x–1 + 1)
Sinal de f’ – – 0 + +
1 1
= lim  = 
–1 Mín. x → 2 
x–1 + 1 2
Variação de f –2

6


Máx. –2 – 
9
33. Opção (D)
Conclui-se assim que no intervalo [–1, 0] o mínimo f(x) – f(1)
lim   = 3 ⇔ f’(1) = 3, logo a afirmação (B)
6 x→1 x– 1
de f é –2 –  e o máximo é –1.
9 é verdadeira.
A afirmação (A) é verdadeira, já que se f tem deri-
vada finita em x = 1, então f é contínua em x = 1.
A afirmação (C) é verdadeira porque
f(1 + h) – f(1)
f’(1) = 3 ⇔ lim  = 3.
h→0 h
A afirmação (D) é falsa porque a reta tangente ao
gráfico de f no ponto de abcissa x = 1 tem declive
3, logo não é uma reta horizontal.

46 Expoente12 • Dossiê do Professor


34. 36. Função f → gráfico f’ é o gráfico I
Função g → gráfico g’ é o gráfico IV
a) f’(x) = ((x2 – 5x)3(2x + 1))’ =
Função h → gráfico h’ é o gráfico III
= ((x2 – 5x)3)’(2x + 1) + (x2 – 5x)3(2x + 1)’ =
Função j → gráfico j’ é o gráfico II
= 3(x2 – 5x)2(x2 – 5x)’(2x + 1) + (x2 – 5x)3 × 2 =
= 3(x2 – 5x)2(2x – 5)(2x + 1) + 2(x2 – 5x)3 =
= (x2 – 5x)2[3(2x – 5)(2x + 1) + 2(x2 – 5x)] =
37.
= [x(x – 5)]2[3(4x2 + 2x – 10x – 5) + 2x2 – 10x] = a) f(–1) = 3 × (–1)4 – 20 × (–1)3 + 36 × (–1)2 + 2 = 61
= (x – 5)2x2(12x2 – 24x – 15 + 2x2 – 10x) =
Logo, A(–1, 61).
= (x – 5)2x2(14x2 – 34x – 15)
f(2) = 3 × 24 – 20 × 23 + 36 × 22 + 2 = 34

 
2x – 3 ’ Logo, B(2, 34).
b) f’(x) =   =
5 –x Seja ms o declive da reta secante ao gráfico de f
(2x – 3)’(5 – x) – (2x – 3) (5 – x)’ nos pontos A e B.
=  =
(5 – x)2 f(2) – f(–1) 34 – 61
ms =  =  = –9
2(5 – x) – (2x – 3)(–1) 2 – (–2) 2 – (–1)
=  =
(5 – x)2 b) Dado que f é contínua em [–1, 2] e diferenciável em
10 – 2x + 2x – 3 ]–1, 2[, então, pelo teorema de Lagrange, existe
= =
(5 – x)2 f(2) – f(–1)
pelo menos um c  ]–1, 2[ tal que f’(c) =  ,
7 2 – (–2)
= 
(5 – x)2 isto é, f’(c) = –9.
c) f’(x) = (3x4 – 20x3 + 36x2 + 2)’ =
c) f’(x) = ( 2x
+
3
4)’ =
2 = 12x3 – 60x2 + 72x
1 –
=  (2x + 4) 3 × 2 =
3 f’(x) = 0 ⇔ 12x3 – 60x2 + 72x = 0
2 ⇔ 12x(x2 – 5x + 6) = 0
= 
3
3
(2x
+4
)2 ⇔ 12x = 0 ∨ x2 – 5x + 6 = 0
5 ±  –24
25
1 – x2 ⇔ x = 0 ∨ x = 
 =
3 ’
d) f’(x) =   2
2– x
2 2 2 ’
⇔ x=0 ∨ x= 2 ∨ x=3
= 3 
2– x   2– x 
1 –x 1 –x
   =
x – 0 2 3 +
2 2 2
(1 – x )’(2 – x)(1 – x )(2 – x)’ 2

 2
–x 
1 –x
=3   = 2
(2 – x) x – 0 + + + + +

1 – x2 (–2x)(2 – x) – (1 – x2)(–1) x2 – 4x + 6
 
2 + + + 0 – 0 +
=3    =
2– x (2 – x)2
Sinal de f’ – 0 + 0 – 0 +
– x2 2 2x2 x2
 
1 –4x + +1– Mín. Máx. Mín.
=3    = Variação de f


2– x (2 – x)2 2 34 29

1 – x2 x2 – 4x + 1
 
2
=3    = f é estritamente decrescente em ]–, 0] e em [2, 3]
2– x (2 – x)2
e é estritamente crescente em [0, 2] e em [3, +[;
3(1 – x2)2(x2 – 4x + 1) 2 é mínimo absoluto para x = 0 e 34 é máximo
= 
(2 – x)4 relativo para x = 2, 29 é mínimo relativo para x = 3.
35.
f(3) – f(1) 90 – 10 38.
a)  =  = 40
3– 1 2 a) f’(x) = (2x5 + 3x2 – 4)’ = 10x4 + 6x
A velocidade média entre os instantes 1 e 3 é 40 m/s. f’’(x) = (10x4 + 6x)’ = 40x3 + 6
b) Dado que f é contínua em [1, 3] e diferenciável em f’’: R → R
]1, 3[, então, pelo teorema de Lagrange, existe pelo x → 40x3 + 6
f(3) – f(1) b) f’’’(x) = (40x3 + 6)’ = 120x2
menos um c  ]1, 3[ tal que f’(c) = , isto é,
3– 1
f’’’(x) = 0 ⇔ 120x2 = 0 ⇔ x = 0
tal que f’(c) = 40, ou seja, existe pelo menos um
x = 0 é o único zero de f’’’.
instante entre 1 e 3 em que a velocidade instantâ-
nea do corpo é igual a 40 m/s.

Expoente12 • Dossiê do Professor 47


c) f(IV)(x) = (120x2)’ = 240x 41. Opção (D)
f(V) (x) = 240 f’’(x) = 4 – x2
f(VI) (x) = 0 f’’(x) = 0 ⇔ 4 – x2 = 0 ⇔ x = –2 ∨ x = 2
n=6
x – –2 2 +

39. Sinal de f’’ – 0 + 0 –


a) Como se observa pelo gráfico apresentado, f’ é Sentido das
uma função negativa em todo o seu domínio, logo f concavidades ∩ P.I. ∪ P.I. ∩
do gráfico de f
é estritamente decrescente, pelo que, dos valores
de x assinalados, é em x5 que f assume o menor
O gráfico da função f tem a concavidade voltada
valor.
para baixo nos intervalos ]–, –2[ e ]2, +[ e tem a
b) Pelo mesmo motivo da alínea anterior, é em x1 que concavidade voltada para cima em ]–2, 2[, apresen-
f assume o maior valor. tando dois pontos de inflexão nos pontos de abcissa
c) Por observação do gráfico de f’, conclui-se que, dos –2 e 2.
valores assinalados, é em x5 que f’ atinge o menor Das opções apresentadas, apenas a representação
valor. gráfica que se encontra na opção (D) verifica estas
características.
d) Pelo mesmo motivo da alínea anterior, dos valores
assinalados, é em x2 que f’ assume o maior valor.
42. Opção (C)
e) Como o gráfico apresentado diz respeito à função f’, f’’(x) = x + 3
tem-se que os declives das retas tangentes ao gráfi- f’’(x) = 0 ⇔ x + 3 = 0 ⇔ x = –3
co de f’ nos pontos de abcissa x1, x2, x3, x4 e x5 cor-
x – –3 +
respondem aos valores de f’’(x1), f’’(x2), f’(x3), f’’(x4) e
f’(x5). Sinal de f’’ – 0 +
Assim, e como em x3 e em x5 a reta tangente ao grá-
Sentido das
fico tem declive igual e negativo, conclui-se que é concavidades ∩ P.I. ∪
em x3 e em x5 que f” assume o menor valor. do gráfico de f

f) Pelo mesmo motivo da alínea anterior, conclui-se Assim, –3 é a abcissa do ponto de inflexão do gráfi-
que, dos valores assinalados, é apenas em x1 que a co de f.
reta tangente ao gráfico de f’ tem declive positivo,
logo é em x1 que f” assume o maior valor. 43.
a) f(x) = 2x3 + 6x2 – 5x + 1 Df = R
40. Opção (A)
f’(x) = 6x2 + 12x – 5 Df’ = R
Por observação da representação gráfica de g’,
f’’(x) = 12x + 12 Df’’ = R
sabe-se que:
f’’(x) = 0 ⇔ 12x + 12 = 0 ⇔ x = –1
x – a b +
x – –1 +

Sinal de f’’ – 0 +
Variação de g’ Máx. Mín.


Sentido das
concavidades ∩ P.I. ∪
Completando a tabela anterior, e sendo g’ uma fun- do gráfico de f
ção contínua, terá de se verificar:
f(–1) = 10
x – a b +
O gráfico de f tem a concavidade voltada para
Sinal de g’’ + 0 – 0 + baixo em ]–, –1[ e voltada para cima em ]–1, +[.
Variação de g’ Máx. Mín. Tem um ponto de inflexão de coordenadas (–1, 10).


4
b) g(x) = x +  Dg = R \ {0}
Das opções apresentadas, apenas a representação x
gráfica que se encontra na opção (A) verifica todas 4’ × x – 4 × x’ 4
g’(x) = 1 +  = 1 – 2 Dg’ = R \ {0}
as condições. x2 x

48 Expoente12 • Dossiê do Professor


4’ × x2 – 4 × (x2)’ Três dias após a descoberta do surto, o número de
 
4
g’’(x) = 1 – 2 ’ = 0 –  =
x (x2)2 pessoas contagiadas está a aumentar aproximada-
0 – 8x 8 mente à taxa de 9 pessoas por dia.
= –  = 3 Dg’ = R \ {0}
x4 x 3 t2 – 12 ’
8
g’’(x) = 0 ⇔ 3 = 0
b) Q’’(t) =   =
(t2 + 4)2 
x (3t2 –12)’(t2 + 4)2 – (3t2 – 12)((t2 + 4)2)’
=  =



condição impossível, logo g’’ não tem zeros. (t2 + 4)4
6t(t2 + 4)2 – (3t2 – 12)2(t2 + 4)2t
x – 0 + =  =
(t2 + 4)4
Sinal de g’’ – n.d. + (t2 + 4)[6t(t2 + 4) – 4t(3t2 – 12)]
=  =
(t2 + 4)4
Sentido das
concavidades ∩ n.d. ∪ 2t[3(t2 + 4) – 2(3t2 – 12)]
=  =
do gráfico de g (t2 + 4)3
3t(3t2 + 12 – 6t2 + 24)
=  =
O gráfico de g tem a concavidade voltada para (t2 + 4)3
baixo em ]–, 0[ e voltada para cima em ]0, +[. 3t(– 3t2 + 36)
= =
Não existem pontos de inflexão. (t2 + 4)3
3t(– 3t2 + 36)
Q’’(t) = 0 ⇔  =0
44. Opção (B) (t2 + 4)3
f’’(x) = 0 ⇔ 3t(–3t2 + 36) = 0 ∧ (t2 + 4)3 ≠ 0
 
1
⇔ (x – 1)3(x2 – 4) x2 +  (x + 1)2 = 0






2 condição universal em R

1 ⇔ 3t = 0 ∨ –3t2 + 36 = 0
⇔ (x – 1)3 = 0 ∨ x2 – 4 = 0 ∨ x2 +  = 0
2 ⇔ t = 0 ∨ t2 = 12




condição impossível em R ⇔ t = 0 ∨ t = 23  ∨ t = –23


∨ (x + 1)2 = 0
Como t ≥ 0, então, t = 0 ∨ t = 23
.
⇔ x = 1 ∨ x = 2 ∨ x = –2 ∨ x = –1
t 0 23
 +
x – –2 –1 1 2 +
3t 0 + + +
(x – 1)3 – – – – – 0 + + +
(–3t2 + 36) + + 0 –
x2 – 4 + 0 – – – – – 0 +
1 (t2 + 4)3 + + + +
x2 +  + + + + + + + + +
2
Sinal de Q’’ 0 + 0 –
(x + 1)2 + + + 0 + + + + +
Variação de Q’ Mín. Máx.

Sinal de f’’ – 0 + 0 + 0 – 0 +

Sentido das O máximo de Q’ é atingido quando t = 23. Como


concavidades ∩ P.I. ∪ ∪ P.I. ∩ P.I. ∪ 2 3 ≈ 3,5, conclui-se que o momento em que a
do gráfico de f
doença está a alastrar-se mais rapidamente é 3,5
dias, aproximadamente, após o seu aparecimento.
O gráfico de f tem 3 pontos de inflexão.
46.
45.
a) Seja P a quantidade de vedação usada, em metros,
 
3t ’
a) Q’(t) = 1 –   =
2
t +4 em função do comprimento e da largura do parque:
(3t)’(t2 + 4) – 3t(t2 + 4)’ P = x + x + y = 2x + y
= –  =
(t2 + 4)2 Como Área = 5000, vem que:
3t2 + 12 – 6t2 5000
=– = x × y = 5000 ⇔ y = 
(t2 + 4)2 x
3 t2 – 12 5000
=  Logo, P(x) = 2x + , com x  ]0, +[.
(t2 + 4)2 x
3 × 32 – 12 15
Logo, Q’(3) =  2
 2
=  ≈ 0,09.
(3 + 4) 169

Expoente12 • Dossiê do Professor 49


5x
   
5000 ’ 1 C’(x) = –4 + 
P’(x) = 2x +  = 2 + 5000 × – 2 =
x x x
2 +
8 
10 0
00
5000 – 5000 2x2
= 2 – 2 =  C’(x) = 0 ⇔ –4 +  = 0
5x
x x2
x
2 +
8 
10 0
00
P’(x) = 0 ⇔ 2x2 – 5000 ∧ x2 ≠ 0
5x
⇔ x2 = 2500 ⇔  = 4
x
2 +
8 
10 0
00
⇔ x = ± 2
500

⇔ x = 50 ∧ x = –50  DP ⇔ 5x = 4x2
+ 8
10 0
00
(x2
+8 
10 000 ≠ 0, ∀ x  R)
x 0 50 + ⇒ 25x = 16(x + 810 000)
2 2

⇔ 25x2 – 16x2 = 16 × 810 000


Sinal de P’ n.d. – 0 +
⇔ x2 = 1 440 000
→ ⇔ x = 1200 ∨ x = –1200
Variação de P n.d. Mín. →
Como x > 0, então x = 1200.
A quantidade mínima de vedação a ser utilizada
verifica-se para x = 50, logo a menor quantidade de x 0 1200 3000

cerca que se pode gastar é P(50) = 200 metros.


Sinal de C’ n.d. – 0 + n.d.
b) A quantidade mínima de vedação a ser utilizada
Variação de C n.d. Mín. n.d.


verifica-se para x = 50, logo o parque terá

 
500 0 C(1200) = 4 × (3000 – 1200) + 5 ×
100 y =  metros de comprimento por 50
50
×  1
200
2
+8
10
000 = 14 700
metros de largura.
O custo mínimo é de 14 700 euros e, para tal, o
47. Sejam x e y, respetivamente, o comprimento e a cabo deve percorrer em linha reta e por terra
altura de um retângulo. 1800 metros, desde a central até ao ponto P mar-
Tem-se que: cado na figura, e só depois passar debaixo de
P = 60 ⇔ 2x + 2y = 60 ⇔ x + y = 30 ⇔ y = 30 – x água até à fábrica.
A área de um destes retângulos é dada por:
A(x) = x × y ⇔ A(x) = x(30 – x) ⇔ 30x – x2 49. Sejam r o raio e h a altura do cilindro.
A(x) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 30 V0 = Ab × h ⇔ V0 = πr2h ⇔ h = 02
V
Logo, x  ]0, 30[. πr
A’(x) = 30 – 2x V 2V 0
AL = Pb × h = 2πrh = 2πr × 02 = 
A’(x) = 0 ⇔ 30 – 2x = 0 ⇔ x = 15 πr r
Seja C a função que a cada r associa o custo de
x 0 15 30 produção do cilindro.
2V 0 4V 0
Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d. C(r) = 3 × 2πr2 + 2 ×  = 6πr2 + 
r r
Variação de A n.d. Máx. n.d. 3
4 V0 12πr – 4V0

C’(r) = 12πr –  = 
r2 r2
A área máxima obtém-se quando x = 15 e 12πr3 – 4V0
C’(r) = 0 ⇔   =0
y = 30 – 15 = 15, ou seja, quando o comprimento e r2
a largura são iguais a 15 cm. ⇔ 12πr3 – 4V0 = 0 ∧ r2 ≠ 0

48. x  ]0, 3000[ ⇔ r= 3Vπ


3 0

A distância da central ao ponto P é dada, em fun-

3Vπ 
ção de x, por 3000 – x. x 0 3 0 +
A distância do ponto P à fábrica é dada, em fun-
ção de x, por: Sinal de C’ n.d. – 0 +
x
2+900
2 = x
2+
8 
10 0
00 
Variação de C n.d. Mín.

Seja C a função que a cada x associa o custo para


fazer passar o cabo entre a central e a fábrica. O custo de produção é mínimo quando:
C(x) = 4 × (3000 – x) + 5 × x2
+8
10
000

r= 3Vπ ⇔ r = 3πV
3 0 3 0

50 Expoente12 • Dossiê do Professor


πr2h
⇔ r3 = 
3π x – 0 +
⇔ 3r3 = r2h
Sinal de f’ + 0 –
⇔ h = 3rh
Máx.
Então, o custo de produção é minimizado se a Variação de f


2



altura do cilindro for três vezes superior ao raio 3
da base.
f é estritamente crescente em ]–, 0] e é estrita-
50. Sejam c o comprimento da janela e l a sua largura. 2
mente decrescente em [0, +[;  é máximo relati-
Pela semelhança de triângulos, tem-se que: 3
c vo (absoluto) em 0.

 
2 b–l c b–l ab – al –4x ’
 a = b ⇔ a = b ⇔ c =   f’’(x) =   =
 2b (x + 3)2
2
2 (–4x)’(x2 + 3)2 – (–4x)((x2 + 3)2)’
l  ]0, b[ =  =
(x2 + 3)4
Seja A a função que a cada l associa a área da –4(x2 + 3)2 + 4x × 2(x2 + 3) × 2x
=  =
janela. (x2 + 3)4
ab – al
 × l
c×l b abl – al2 4(x2 + 3)[–(x2 + 3) + 4x2]
A(l) =  =  =  =  =
2 2 2b (x2 + 3)4
ab – 2al 4(3x2 – 3)
A’(l) =  = 
2b (x2 + 3)3
ab – 2al b 4(3x2 – 3)
A’(l) = 0 ⇔  = 0 ⇔ ab – 2al = 0 ⇔ l =  f’’(x) = 0 ⇔  =0
2b 2 (x2 + 3)3
b ⇔ 4(3x2 – 3) = 0 ∧ (x2 + 3)3 ≠ 0
l 0  b






2 condição universal em R
Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d.
⇔ x = 1 ∨ x = –1
Variação de A n.d. Máx. n.d.

x – –1 1 +
b
A área máxima obtém-se para l = . Sinal de f’ + 0 – 0 +
2
b
Se l = , então Sentido das
2 concavidades ∪ P.I. ∩ P.I. ∪
b do gráfico de f
ab – a × 
ab – al 2 2ab – ab a
c=  =  =  = 
2b 2b 4b 2 O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima
Assim, a área máxima obtêm-se com comprimen- em ]–, –1[ e em ]1, +[ e tem a concavidade vol-
a b tada para baixo em ]–1, 1[.
 
to  e largura . 1
2 2 Os pontos de coordenadas (–1, f(–1)) = –1,  e
2

 
1
(1, f(1)) = 1,  são pontos de inflexão do gráfico de f.
51. 2
2 f é contínua no seu domínio, R, por se tratar de
a) f(x) =  
x2 + 3 uma função racional. Como tal, o seu gráfico não
Df = {x  R: x2 + 3 ≠ 0} = R admite assíntotas verticais.




2
condição universal em R lim f(x) = lim  =0
x → + x → + x2 + 3
2
f(x) = 0 ⇔   = 0, que é uma condição impos- 2
x2 + 3 lim f(x) = lim  =0
x → – x → – x2 + 3
sível em R. Logo, a função f não tem zeros.
2 ’ 2’(x2 + 3) – 2(x2 + 3)’ Conclui-se assim que a reta de equação y = 0 é
 
–4x
f’(x) =   =  = 
2
x +3 (x2 + 3)2 (x2 + 3)2 assíntota horizontal ao gráfico de f quando x → +
–4x e quando x → –.
f’(x) = 0 ⇔   = 0 ⇔ –4x = 0 ∧
(x2 + 3)2
∧ (x2 + 3)2 ≠ 0 ⇔ x = 0




condição universal em R

Expoente12 • Dossiê do Professor 51


g é estritamente crescente em ]–, –1[ e em ]–1, 0]
e é estritamente decrescente em [0, 1[ e em ]1,
+[; 0 é máximo relativo para x = 0.

 
–2x ’
g’’(x) =   =
(x – 1)2
2

(–2x)’ × (x2 – 1)2 – (–2x) × ((x2 – 1)2)’


x2 =  =
b) g(x) =   (x2 – 1)4
x2 – 1
–2(x2 – 1)2 + 2x × 2(x2 – 1) × 2x
Dg = {x  R: x2 – 1 ≠ 0} = R \ {–1, 1} =  =
(x2 – 1)4
(–x)2 x2
g(–x) =  
2
=2
 = g(x), ∀ x  Dg, logo g é (x2 – 1)[–2(x2 – 1) + 8x2]
(–x) – 1 x – 1 =  =
uma função par, ou seja, o seu gráfico é simétrico (x2 – 1)4
em relação ao eixo Oy. (–2x2 + 2 + 8x2)
= =
(x2 – 1)3
x2
g(x) = 0 ⇔   = 0 ⇔ x2 = 0 ∧ x  Dg 6x2 + 2
x2 – 1 = 
(x2 – 1)3
⇔ x = 0 ∧ x  Dg
g’’(x) = 0 ⇔ 6x2 + 2 = 0 ∧ x  Dg’






g tem um único zero: x = 0 condição impossível em R
x2 1
lim + g(x) = lim + 
2
 =  = +
x→1 x→1 x – 1 0+ x – –1 1 +
x2 1
lim – g(x) = lim –   = – = – 6x2 + 2 + n.d. + n.d. +
x→1 x → 1 x2 – 1 0
(x2 – 1)3 + n.d. – n.d. +
A reta de equação x = 1 é assíntota vertical ao grá-
fico de g. Sinal de g’’ + n.d. – n.d. +
Como a função é par, pode concluir-se que a reta de Sentido das
equação x = –1 é também assíntota vertical ao grá- concavidades ∪ n.d. ∩ n.d. ∪
do gráfico de g
fico de g.
Não há mais assíntotas verticais, pois verifica-se que
O gráfico de g tem a concavidade voltada para
a função é contínua no seu domínio.
cima em ]–, –1[ e em ]1, +[ e voltada para
x2 x2
Como lim g(x) = lim  2
 = lim 2 = 1, con- baixo em ]–1, 1[.
x → + x → + x – 1 x → + x
clui-se que a reta de equação y = 1 é assíntota hori-
zontal ao gráfico de g, para x → + e, novamente
considerando o facto de g ser par, conclui-se que
para x → – a assíntota é a mesma.

x2 ’ (x2)’ × (x2 – 1) – x2 × (x2 – 1)’



g’(x) = 2
x –1 
 = 
(x2 – 1)2
=

2x × (x2 – 1) – x2 × 2x –2x
=  =  x2 + x + 1
(x2 – 1)2 (x2 – 1)2 c) h(x) =  
2x + 1
Dg’ = R \ {–1, 1}

1
Dh = {x  R: 2x + 1 ≠ 0} = R \ – 
g’(x) = 0 ⇔ –2x = 0 ∧ x  Dg’ 2
⇔ x=0 x2 + x + 1
h(x) = 0 ⇔  =0
2x + 1
x – –1 0 1 +
⇔ x2 + x + 1 = 0 ∧ 2x + 1 ≠ 0
Sinal de g’ + n.d. + + – n.d. – –1 ± 1–
4 1
⇔ x =  ∧ x ≠ – 
2 2






Variação de g n.d. Máx. n.d.



condição impossível em R

02 Logo, a função h não tem zeros.


g(0) = 2
=0
0 –1

52 Expoente12 • Dossiê do Professor


6
x2 + x + 1 ’ h’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im-
h’(x) =  
 =
2x + 1  (2x + 1)3
possível em R.
(x2 + x + 1)’(2x + 1) – (x2 + x + 1) (2x + 1)’
=  = 1
(2x + 1)2 x – – 
2
+

(2x + 1)(2x + 1) – (x2 + x + 1)2


=  = Sinal de h’’ – n.d. +
(2x + 1)2
Sentido das
4x2 + 4x + 1 – 2x2 – 2x –2 2x2 + 2x – 1 concavidades ∩ n.d. ∪
=  = 
(2x + 1)2 (2x + 1)2 do gráfico de h

2x2 + 2x + 1
h’(x) = 0 ⇔  =0 O gráfico de h tem a concavidade voltada para baixo
(2x + 1)2
 
1
⇔ 2x2 + 2x – 1 = 0 ∧ (2x + 1)2 ≠ 0 em –, –  e tem a concavidade voltada para cima
2
–2 ± 4
+8 1
⇔ x =  ∧ x ≠ –  em – , +; não tem pontos de inflexão.
1
4 2 2
–1 – 3
 –1 + 3

h é contínua no seu domínio, R \ –  , por se tratar
⇔ x =  ∨ x =  1
2 2 2
de uma função racional. Assim, só a reta de equa-
1 3 1 1
x – –  – 
2
– 
2
ção x = –  é candidata a assíntota vertical ao grá-
2 2
Sinal de h’ + 0 – n.d. fico de h. 3
2 +x+1

x 4
lim 1 + h(x) = lim 1 +  =  = +
   
Máx.
x → –
2
x → –
2
2x + 1 0+
Variação de h 3 n.d.

–  3
2 
x2+x+1 4
lim 1 – h(x) = lim –  =  = –
1 3
 
x → –
2
1
x → –
2  2x + 1 0–
x –  +  +
2 2 1
A reta de equação x = –  é assíntota vertical ao
Sinal de h’ – 0 +
2
gráfico de h.
Mín. h(x)
Variação de h m = lim  =
3

x → + x

2
x2 + x + 1
= lim  =
x → + 2x2 + x
1 3 
h é estritamente crescente em –, –  –  e
2 2   1 1
1 +  + 2
x x
1 3  1

2 2 
em –  +  , + e é estritamente decrescente = lim 
x → + 1
2 + 
= 
2
x
1 3  1 1 1 3 
     
1
em –  –  , –  e em – , –  +  . b = lim h(x) –  x =
2 2 2 2 2 2 x → + 2
3 1 3  2

  –  x =
x +x + 1 1
–  é máximo relativo (absoluto) em –  –  = lim
2 2 2 x → + 2x + 1 2
x+2
3 1 3  = lim  =
e  é mínimo relativo (absoluto) em –  +  . x → +4x + 2
2 2 2
2
1 + 
x 1
2x2 + 2x – 1 ’ = lim  = 
h’’(x) = 

 =
(2x + 1)2  x → + 2
4 + 
x
4
(2x2 + 2x – 1)’(2x + 1)2 – (2x2 + 2x – 1)((2x + 1)2)’ h(x)
=  = m = lim  =
(2x + 1)4 x → – x

(4x + 2)(2x + 1)2 – (2x2 + 2x – 1)2(2x + 1)2 x2 + x + 1


=  = = lim  =
(2x + 1)4 x → – 2x2 + x

(2x + 1)[(4x + 2) (2x + 1) – 4(2x2 + 2x – 1)] 1 1


=  = 1 +  + 2
(2x + 1)4 x x
= lim  = 1
x → – 1 2
6 2 + 
=  x
(2x + 1)3

Expoente12 • Dossiê do Professor 53


f é contínua no seu domínio, R \ {–1}, por se tratar
 
1
b = lim h(x) –  x = de uma função racional.
x → – 2
x2 + x + 1 1 Assim, só a reta de equação x = –1 é candidata a
= lim
x → –   –  x =
2x + 1 2  assíntota vertical ao gráfico de f.
x+2 1– x 2
= lim  = lim +  = 
f(x) = lim + = +
x → – 4x + 2 x → –1 1 + x 0+
x → –1

2 1– x 2
1 +  lim – f(x) = lim –  = – = –
x 1 x → –1 x → –1 1 + x 0
= lim  2 = 
x → – 4
4 +  A reta de equação x = –1 é assíntota vertical ao
x
1 1 gráfico de f.
Conclui-se assim que a reta de equação y =  x +  1
2 4  – 1
é assíntota oblíqua ao gráfico de h quando x → + 1–x x
lim f(x) = lim  = lim  = –1
e quando x → –. x → + x → + 1 + x x → + 1
 + 1
x
1
 – 1
1–x x
lim f(x) = lim  = lim  = –1
x → – x → – 1 + x x → – 1
 + 1
x
Conclui-se assim que a reta de equação y = –1 é
assíntota horizontal ao gráfico de f quando x → +
e quando x → –.

52.
1–x
a) f(x) = 
1 +x
Df = {x  R: 1 + x ≠ 0} = R \ {–1}
1– x
f(x) = 0 ⇔ =0 ⇔ 1–x=0 ∧ 1+x≠0 ⇔ x=1
1+x
1 é o único zero da função.
x2
 
1 – x ’ –(1 + x) – (1 – x) 2 b) f(x) = 
f’(x) =  =   = – 2 x–1
1 +x (1 + x)2 (1 + x)
2 Df = {x  R: x – 1 ≠ 0} = R \ {1}
f’(x) = 0 ⇔ – 2 = 0, que é uma condição im-
(1 + x) x2
f(x) = 0 ⇔  = 0 ⇔ x2 = 0 ∧ x – 1 ≠ 0 ⇔ x = 0
possível em R. x–1
f’(x) < 0, ∀ x  R \ {–1} 0 é o único zero da função.
x2 ’ 2x(x – 1) + x2 × 1 x2 – 2x
f é estritamente decrescente em ]–, –1[ e em
]–1, +[. x–1 
f’(x) =  =  
(x – 1) 2
= 
(x – 1)2
x2 – 2x
2 × 2(1 + x) f’(x) = 0 ⇔  =0
 
2 ’ 4
f’’(x) = – 2 =  =  (x – 1)2
(1 + x) (1 + x)4 (1 + x)3
⇔ x2 – 2x = 0 ∧ (x – 1)2 ≠ 0
4
f’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im- ⇔ x=0 ∨ x=2
(x + 1)3
possível em R.
x – 0 1 2 +

x – –1 + Sinal de f’ + 0 – n.d. – 0 +

Sinal de f’’ – n.d. + Máx. Mín.


Variação de f n.d.


0 4
Sentido das
concavidades ∩ n.d. ∪ f é estritamente crescente em ]–, 0] e em [2, +[
do gráfico de f
e é estritamente decrescente em [0, 1[ e em ]1, 2];
O gráfico de f tem a concavidade voltada para 0 é máximo relativo para x = 0 e 4 é mínimo relati-
baixo em ]–, –1[ e tem a concavidade voltada vo para x = 2.
para cima em ]–1, +[.

54 Expoente12 • Dossiê do Professor


x2 – 2x ’ 1
f’’(x) =  
 =
(x – 1)2  = lim
x → –
 =1
1
1 – 
x
(2x – 2)(x – – – 2x) × 2(x – 1)
1)2 (x2
=  4
= Conclui-se assim que a reta de equação y = x + 1 é
(x – 1)
assíntota oblíqua ao gráfico de f quando x → + e
(x – 1) ((2x – 2)(x – 1) – 2(x2 – 2x))
=  = quando x → –.
(x – 1)4
2
= 
(x – 1)3
2
f’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im-
(x – 1)3
possível em R.

x – 1 +
x
c) f(x) =  
Sinal de f’’ – n.d. + x2 – 4
Sentido das Df = {x  R: x2 – 4 ≠ 0} = R \ {–2, 2}
concavidades ∩ n.d. ∪
x
do gráfico de f f(x) = 0 ⇔   = 0 ⇔ x = 0 ∧ x2 – 4 ≠ 0 ⇔ x = 0
x2 – 4
0 é o único zero da função.
O gráfico de f tem a concavidade voltada para
x ’ (x2 – 4) – x × 2x –x2 – 4
baixo em ]–, 1[ e tem a concavidade voltada para
cima em ]1, +[.
f’(x) = 
 
x2 – 4
=  
(x2 – 4)2
=  
(x2 – 4)2
f é contínua no seu domínio, R \ {1}, por se tratar –x2 – 4
f’(x) = 0 ⇔   = 0 ⇔ –x2 – 4 = 0 ∧
(x2 – 4)2






de uma função racional.
condição impossível em R
Assim, só a reta de equação x = 1 é candidata a ∧ (x2 – 4)2 ≠ 0
assíntota vertical ao gráfico de f.
f’(x) < 0, ∀ x  R \ {–2, 2}
x2 1
lim + f(x) = lim +  =  = +
x→1 x→1 x– 1 0+ f é estritamente decrescente em ]–, –2[, em ]–2, 2[
x2 1 e em [2, +[.
lim – f(x) = lim –  = – = –
x→1 x→1 x– 1 0 –x2 – 4 ’
A reta de equação x = 1 é assíntota vertical ao grá-
f’’(x) =   =
(x2 – 4)2 
–2x(x2 – 4)2 – (–x2 – 4) × 2(x2 – 4)2x
fico de f. =  =
1 (x2 – 4)2
f(x) x2
m = lim  = lim   = lim  1 =1
x → + x x → + x2 – x x → +
1 –  (x2 – 4)2x(–x2 + 4 + 2(x2 + 4))
x =  =
(x2 – 4)2
b = lim (f(x) – x) = 2x(x2 + 12)
x → + = 
(x2 – 4)3
x2
= lim
x → +  – x =
x–1 2x(x2 + 12)
f’’(x) =   = 0 ⇔ 2x(x2 + 12) = 0 ∧
(x2 – 4)3
x
= lim  =
x → +
x –1 ∧ (x2 – 4)3 ≠ 0 ⇔ x = 0
1
= lim  1 =1
x → + x – –2 0 2 +
1 – 
x
2x(x2 + 12) – – – 0 + + +

f(x) x2 1 (x2 – 4)3 + 0 – – – 0 +


m = lim  = lim  2
 = lim  1 =1
x → – x x → – x – x x → –
1 –  Sinal de f’’ – n.d. + 0 – n.d. +
x
b = lim (f(x) – x) = Sentido das
x → – concavidades ∩ n.d. ∪ P.I. ∩ n.d. ∪
x2 do gráfico de f
= lim
x → –   – x =
x–1 
x
= lim  =
x → – x – 1

Expoente12 • Dossiê do Professor 55


O gráfico de f tem a concavidade voltada para 1
1 – x
f’(x) = (x
2–1)’ =  (x2 – 1) 2 2x = 
baixo em ]–, –2[ e em ]0, 2[ e tem a concavidade 2 x
2–1
voltada para cima em ]0, 2[ e em ]2, +[, tem um
x
ponto de inflexão de coordenadas (0, 0). f’(x) = 0 ⇔  = 0 ⇔ x = 0  Df
f é contínua no seu domínio, R \ {–2, 2}, por se tra-
x
2–1
tar de uma função racional.
x – –1 1 +
Assim, só as retas de equação x = –2 e x = 2 são
candidatas a assíntotas verticais ao gráfico de f. Sinal de f’ – n.d. n.d. +
x –2
lim + f(x) = lim +   =  = + Variação de f
Máx. Mín.


x → (–2) x2 – 4 0–


x → (–2) 0 0
x –2
lim – f(x) = lim –   =  = –
x → (–2) x → (–2) x2 – 4 0+ f é estritamente decrescente em ]–, –1] e é estri-
x 2 tamente crescente em [1, +[.
lim + f(x) = lim +   =  = +
x→2 x → 2 x2 – 4 0+
 
x ’
x 2 f’’(x) =  =
lim – f(x) = lim –   = 
x → 2 x2 – 4
= – x–1
2
x→2 0–
x x
As retas de equação x = –2 e x = 2 são assíntotas x
2–1 – x × 
x
2–1
verticais ao gráfico de f. =  =
(x–1)
2 2
x 1 1
lim f(x) = lim   = lim  =  = 0 1
x → + 2
x → + x – 4 x → + 4
x –  +  = – 
x (x
2–1)2
x 1 1
lim f(x) = lim   = lim  =  = 0 1
f’’(x) = 0 ⇔ –  = 0, que é uma equação
x → – x → – x2 – 4 x → – 4
x –  – (x–1)2
2
x
impossível em R.
Conclui-se assim que a reta de equação y = 0 é
f’’(x) < 0, ∀ x  Df
assíntota horizontal ao gráfico de f quando x → +
e quando x → –. O gráfico de f tem a concavidade voltada para
baixo em ]–, –1[ e em ]1, +[.
f é contínua no seu domínio, ]–, –1] ∪ [1, +[, por
se tratar da composta da função raiz quadrada
com uma função polinomial.
Assim, o seu gráfico não admite assíntotas verti-
cais.

53. f(x) x


2–1
m = lim  = lim  =
x → + x x → + x
a) f(x) = x
2–1
Df = {x  R: x2 – 1 ≥ 0} = ]–, –1] ∪ [1, +[
= lim
x 
1 – 
2

 = lim
x 
1
 2
1 – 
x2
 =
1
x
 2

x → + x x → + x
Cálculo auxiliar

x2 – 1 = 0 ⇔ x = 1 ∨ x = –1
= lim

1
|x| 1 – 2
x
 = lim  =
1
x 1 – 2
x
x → + x x → + x

-1 - 1
+
x
= lim
x → + 1 – x 1 = 1
2

b = lim (f(x) – x) = lim (x


2–1 – x) =
x → + x → +
f(x) = 0 ⇔ x
2–1 = 0 x2 – 1 – x2 –1
= lim  = lim  =0
⇔ x2
–1=0 x → + x
2–1 + x x → + 
x2
–1 + x
⇔ x = 1 ∨ x = –1
–1 e 1 são os únicos zeros da função.

56 Expoente12 • Dossiê do Professor


5
f(x) x
2–1 f’(x) = 0 ⇔ 2 = 0, que é uma condição im-
m = lim  = lim  = (2x + 1)
x → – x x → – x
possível em R.

= lim
x 
1 – 
 = lim
x 
1
 2
2
1 – 
x2
 =
1

x 2 f’(x) > 0, ∀ x  ]–, –3[
x → – x x → – x Se x = –3, tem-se que f’(–3+) ≠ f’(–3–), pelo que não


existe f’(–3).
1 1
|x| 1 – 2 –x 1 – 2
x x 1
= lim  = lim  = x – –3 –  +
x → – x x → – x 2
Sinal de f’ + n.d. – n.d. –

– 
1
= lim 1 – 2 = –1 Máx.
x → – x Variação de f n.d.




0
b = lim (f(x) + x) = lim (x
2–1 + x) =
x → – x → –
f é estritamente crescente em ]–, –3] e é estrita-
x2 – 1 – x2 –1
 = lim 
   
= lim =0 1 1
x → – x–1 – x
2 x → – x–1 – x
2 mente decrescente em –3, –  e em – , + ; 0
2 2
Conclui-se assim que as retas de equação y = x e é máximo relativo para x = –3.
y = –x são assíntotas oblíquas ao gráfico de f quando
x → + e quando x → –, respetivamente. Se x > –3:
5 × 2(2x + 1) × 2
 
–5 ’ 20
f’’(x) = 2 =  = 
(2x + 1) (2x + 1)4 (2x + 1)3
20
f’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im-
(2x + 1)3
possível em R.
Se x < –3:
–5 × 2(2x + 1) × 2
 
5 ’ 20
f’’(x) =  2 =  =– 
(2x+ 1) (2x + 1)4 (2x + 1)3
|x + 3| 20
b) f(x) =  f’’(x) = 0 ⇔ –  = 0, que é um condição im-
2x + 1 (2x + 1)3
possível em R.

1
Df = {x  R: 2x + 1 ≠ 0} = R \ – 
2 f’’(x) > 0, ∀ x  ]–, –3[
|x + 3|
f(x) = 0 ⇔  = 0 x – –3
1
–  +
2x + 1 2
⇔ |x + 3| = 0 ∧ 2x – 1 ≠ 0 Sinal de f’’ + n.d. – n.d. +
⇔ x = –3
Sentido das
–3 é o único zero da função. concavidades ∪ P.I. ∩ n.d. ∪
⎧ x+3 do gráfico de f
⎪  se x ≥ –3
2x + 1
|x + 3| ⎪
f(x) =  = ⎨ O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo
2x + 1 ⎪
–x – 3
⎪
 
 se x < –3 1
em –3, –  e tem a concavidade voltada para cima
⎩ 2x + 1 2

 
1
Se x > –3: em ]–, –3[ e em – , + .
2
2x + 1 – (x + 3) × 2

1
 
x+3 ’ –5
f’(x) =  =  =  f é contínua no seu domínio, R \ –  , por se tratar
2x + 1 (2x + 1)2 (2x + 1)2 2
–5 do quociente entre duas funções contínuas.
f’(x) = 0 ⇔ 2 = 0, que é uma condição im-
(2x + 1) 1
Assim, só a reta de equação x = –  é candidata a
possível em R. 2


1 assíntota vertical ao gráfico de f.
f’(x) < 0, ∀ x  ]–3, + [ \ – 
2 5

Se x < –3: |x + 3| 2
lim f(x) = lim  =  +
= +
+ 2x + 1
    0
1 + 1
x → – x → –
–x – 3 ’ –(2x + 1) – (–x – 3) × 2
 
5 2 2
f’(x) =   =  = 2 5

2x + 1 (2x + 1)2 (2x + 1) 2
|x + 3|
lim f(x) = lim  =  –
= –
– 2x + 1
 2   2 0
1 – 1
x→ – x→ –

Expoente12 • Dossiê do Professor 57


1
A reta de equação x = –  é assíntota vertical ao 55.
2
gráfico de f. a) h(t) = 0 ⇔ –4,9t2 + 120t = 0
3 ⇔ t(–4,9t + 120) = 0
1 +  ⇔ t = 0 ∨ –4,9t + 120 = 0
x+3 x 1
lim f(x) = lim  = lim  =  120
x → + x → + 2x + 1 x → + 1 2 ⇔ t = 0 ∨ t = 
2 –  4,9
x
3 1 20
–1 –  Como  ≈ 24,5, então o projétil atingiu o solo
–x – 3 x 1 4,9
lim f(x) = lim   = lim  = –  aos 24,5 segundos, aproximadamente.
x → – x → – 2x + 1 x → – 1 2
2 – 
x h’(t) = –9,8t + 120
1
 
Conclui-se assim que as retas de equação y =  e 120
2 h’  = –120
1 4,9
y = –  são assíntotas oblíquas ao gráfico de f
2 A velocidade com que o projétil atinge o solo é
quando x → + e quando x → –, respetivamente. –120 m/s.
120
b) h’(t) = 0 ⇔ –9,8t + 120 = 0 ⇔ t = 
9,8
120 120
t 0  
9,8 4,9
Sinal de h’ + + 0 – –

Variação de h Mín. Máx. Mín.



 
120
h  ≈ 734,69
54. 9,8
P(3) – P(0) 23 – 5
a) t.m.v.[0, 3] =   =  = 6 A altura máxima alcançada pelo projétil é 734,69 m.
3– 0 3
A velocidade média do ponto entre os instantes t = 0 h’(4) – h’(2) 80,8 – 100,4
c)  =  = – 9,8
e t = 3 é 6 cm/s. 4–2 2
A aceleração média entre os instantes t = 2 e t = 4
b) P’(t) = 6t2 – 8t
é de –9,8 m/s2.
P’(3) = 6 × 9 – 8 × 3 = 30
d) a(t) = h’’(t) = –9,8
A velocidade no instante t = 3 é igual a 30 cm/s.
Em qualquer instante a aceleração é de –9,8 m/s2.
P’(3) – P’(2) 30 – 8
c)   =  = 22
3– 2 1 56.
A aceleração média entre os instantes t = 2 e t = 3
+
é 22 cm/s2. a) Seja h a função de domínio R 0 definida por
3
d) P’’(t) = 12t – 8 h(x) = f(x) – g(x) = x –  .
x2 + 3
2 A função h é contínua em [0, 1], por se tratar da
P’’(t) = 0 ⇔ 12t – 8 = 0 ⇔ t = 
3 diferença entre duas funções contínuas neste
2 intervalo.
t 0  60
3 3
h(0) = 0 –  = –1
Sinal de P’’ – – 0 + + 3
3 1
Variação de P’ Máx. Mín. Máx. h(1) = 1 –  = 

1+3 4

 
2 Assim, h(0) < 0 < h(1).
A velocidade diminui no intervalo de tempo 0, 
3 Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy,
 
2
e aumenta no intervalo de tempo , 60 ; atinge a ∃ c  ]0, 1[: h(c) = 0 ⇔ ∃ c  ]0, 1[: f(c) – g(c) = 0
3
2 ⇔ ∃ c  ]0, 1[: f(c) = g(c)
velocidade mínima em t =  e, nesse instante, a
3 Ou seja, a equação f(x) = g(x) tem pelo menos uma
aceleração é igual a 0 cm/s2. solução no intervalo ]0, 1[.

58 Expoente12 • Dossiê do Professor


58.
1
b) f’(x) = (x)’ =  > 0, ∀ x  R 0
+
a) Dg = {x  R: x + 5 ≥ 0} = [–5, +[
2x 1
1 – 1
Logo, a função f é crescente em R 0; em particular,
+ g’(x) = (2 – x
+5)’ = –  (x + 5) 2 = –  < 0,
2 2x+
5
f é crescente em ]0, 1[. ∀ x  [–5, +[
3 ’ 0 – 3 × 2x
 
–6x Assim, a função g é decrescente em todo o seu
g’(x) = 2
 = =  < 0, ∀ x  R+
x +3 (x2 + 3)2 (x2 + 3)2 domínio.
Logo, a função g é decrescente em R+; em particu- b) g(–1) = 2 – 4
=0
lar, g é crescente em ]0, 1[.
Logo, A(–1, 0).
c) As funções f e g intersetam-se pelo menos num g(1) = 2 – 6

ponto do intervalo ]0, 1[, de acordo com a alínea a). Logo, B(1, 2 – 6).
Além disso, f e g são estritamente monótonas em O declive da reta AB é:
]0, 1[, como ficou provado na alínea anterior. Este
0 – (2 – 6
) 2 – 6

facto permite garantir a unicidade do ponto de  = 
–1 – 1 2
interseção dos gráficos em ]0, 1[ e utilizar com
confiança os resultados observados em intervalos Como a função g é contínua em [–1, 1], por se tra-
contendo o ponto de interseção, tão pequenos tar da soma de duas funções contínuas neste
quanto a capacidade da calculadora o permitir, já intervalo, e diferenciável em ]–1, 1[, então o teore-
que, nesses intervalos, teremos os mesmos resul- ma de Lagrange permite concluir que existe pelo
tados de monotonia e comparação das duas fun- menos um ponto do gráfico de g no qual a tangen-
ções que supusemos para o intervalo inicial. te é paralela à secante AB. Fica assim justificada a
existência de um ponto C do gráfico de g em que a
y
f reta tangente tem declive igual ao da reta AB.
2 + 6

(0,72; 0,85) c) g’(x) = 
2

g y

O 1 2 x –1 O 1 x

Assim, x ≈ 0,72.
(–0,05; –0,22)
57. g’

a) A função f é contínua em [–3, –2], por se tratar de


uma função polinomial. x ≈ –0,05
f(–3) = (–3)4 + (–3)3 + 5 × (–3) + 1 = 40
59.
f(–2) = (–2)4 + (–2)3 + 5 × (–2) + 1 = –1
Assim, f(–3) < 0 < f(–2). a) Dh = R \ {0}

 
1 ’ 1
Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, h’(x) = 3x2 +  = 6x – 2
x x
∃ c  ]–3, –2[: f(c) = 0.
 
1
A proposição é verdadeira. A função h’ é contínua em  , 1 , por se tratar da
2
b) diferença entre duas funções contínuas neste
f y intervalo.


1 1 1
h’  = 6 ×  –  = –1

1 2
2 2 
(–2,165; 0)
2
–3 –2 –1 O 1 x
1
h’(1) = 6 × 1 –  = 5
1


1
Assim, h’  < 1 < h’(5).
2
c ≈ –2,165

Expoente12 • Dossiê do Professor 59


Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, x 0 a +

 
1
∃ c   , 1 : h’(c) = 1.
2 Sinal de f’’ – – 0 +
Ou seja, existe pelo menos um ponto de abcissa Sentido das

  ∩ ∪
1 concavidades P.I.
pertencente ao intervalo  , 1 para o qual a reta
2 do gráfico de f
tangente ao gráfico de h é paralela à bissetriz dos
quadrantes ímpares.
5. Opção (A)
b)
y y=x x – +

Sinal de h’’ –
(0,58; 0,58)
Sentido das
concavidades ∩
do gráfico de h

O 0,5 1 x
6. Opção (A)
Sabendo que a primeira derivada de g é negativa
x ≈ 0,6 em R e a segunda derivada é positiva em R, então
trata-se de uma função estritamente decrescente
cujo gráfico tem a concavidade voltada para cima
em R.
Aprende Fazendo
Páginas 64 a 75 7. Opção (C)

– 
x – 2 x – 4
1 2
lim – (–f(x)) = lim  +  =
1. Opção (A) x→2 x→2
– 2
0
x2 – x – 6  0

(x – 3)(x + 2) ( – ) –x – 2 + 2
lim f(x) = lim   = lim  = = lim –  =
x→3 x → 3 x2 – 4x + 3 x → 3 (x – 3)(x – 1) x→2 x2 – 4
x +2 5 –x 2
= lim  =  = lim –   = – – = +
x→3 x–1 2 x → 2 x2 – 4 0
5
Logo, lim h(x) > . Logo, como ∀ x  R+, h(x) > –f(x), então o valor de
x→3 2
lim – h(x) é +.
x→2
Assim, o valor de lim h(x) pode ser 3.
x→3

8. Opção (B)
2. Opção (C) x2 – 2x
• lim – f(x) = lim –  =
x→0 x→0 x
3+4x2
x –6 –1 3 0
0 x(x – 2)
Variação de h –2 4 –3 = lim –  =

x→0 x
2(
x+4)

Nestas condições, e sendo a função contínua em x(x – 2)


= lim –  =
todo o seu domínio, pode concluir-se que h(x) = 1
x→0 |x|x + 4
tem duas soluções: uma no intervalo ]–6, –1[ e x–2 –2
= lim –  =  = 1
outra no intervalo ]–1, 3[. x→0 –x
+4 –2

3. Opção (B) (x + 3)2 – 9


• lim – g(x) = lim  =
O único gráfico que apresenta mudança de sinal no x→0 x→0

12
3(x+ 3 – 3
)
0
ponto de abcissa 2 é o gráfico da opção (B). 01 (x + 3 – 3)(x + 3 + 3)(x
+3 + 3
)
=  lim –  =
123 x→0 x+3–3
4. Opção (A)
1
=  lim – [(x + 6)(x
+3 + 3
)] =
x 0 b + 123 x→0
Sinal de f 0 – 0 + 1

=  × 6 × 2
3=1
Variação de f Mín. →
123

60 Expoente12 • Dossiê do Professor


Então, pelo teorema das funções enquadradas, • A opção (D) é falsa; contraexemplo:
vem que lim – h(x) = 1. y
x→0 f
f(a)
9. Opção (D)
Como a função f é contínua no intervalo [–1, 3], em
qualquer uma das opções se encontra uma expressão
de uma função g também ela contínua em [–1, 3] O
a b x
(soma ou diferença de funções contínuas).
Assim, basta averiguar em qual das expressões as
imagens de –1 e 3 por g mudam de sinal: 11. Opção (B)
Na opção (A): g(x) = x + f(x) f’’(x) = 0
g(–1) = –1 + f(–1) = –1 + 3 = 2 > 0 ⇔ (x2 – 3)(x2 + 1)(x – 2)2 = 0
g(3) = 3 + f(3) = 3 + 8 = 11 > 0 ⇔ x2 – 3 = 0 ∨ x2 + 1 = 0 ∨ (x – 2)2 = 0
Na opção (B): g(x) = x – f(x) ⇔ x2 = 3 ∨ x2 = –1 ∨ x – 2 = 0




g(–1) = –1 – f(–1) = –1 – 3 = –4 < 0 condição impossível em R
g(3) = 3 – f(3) = 3 – 8 = –5 < 0
⇔ x = 3
 ∨ x = –3 ∨ x = 2
Na opção (C): g(x) = x2 + f(x)
g(–1) = (–1)2 + f(–1) = 1 + 3 = 4 > 0 x 
–3 3
 2
g(3) = 32 + f(3) = 9 + 8 = 17 > 0
(x2 – 3) + 0 – 0 + + +
Na opção (D): g(x) = x2 – f(x)
g(–1) = (–1)2 – f(–1) = 1 – 3 = –2 < 0 (x2 + 1) + + + + + + +
g(3) = 32 – f(3) = 9 – 8 = 1 > 0
(x – 2)2 + + + + + 0 +

10. Opção (B) Sinal de f’’ + 0 – 0 + 0 +

• A opção (A) é falsa; contraexemplo: f(x) = x2 + 1. Sentido das


• A opção (B) é verdadeira. concavidades ∪ P.I. ∩ P.I. ∪ ∪
do gráfico de f
Seja f uma função polinomial de grau ímpar defi-
nida por f(x) = a2n + 1 x2n + 1 + a2nx2n + … + a1x + a0,
O gráfico de f tem dois pontos de inflexão.
com a2n + 1 > 0.
Então, lim f(x) = – e lim f(x) = +. 12. Opção (A)
x → – x → +
Sabe-se que:
A função f é contínua em R, por se tratar de uma
função polinomial, em particular, f é contínua • h(0) = 2;
em qualquer intervalo fechado de números reais • h’(0) é o declive da reta tangente ao gráfico de h
[a, b] tais que f(a) < 0 < f(b). no ponto de abcissa 0. Como esta é paralela à bis-
Logo, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, setriz dos quadrantes pares, então o seu declive
∃ c  ]a, b[: f(c) = 0. é –1. Assim, h’(0) = –1;
A demonstração para o caso em que a2n + 1 < 0 é • h”(0) = 0, pois, em x = 0, o gráfico da função h
análoga. muda o sentido das concavidades.
• A opção (C) é falsa; contraexemplo: Assim, h(0) + h’(0) + h”(0) = 2 + (–1) + 0 = 1.

f y
13. Opção (C)
f(a) Por observação do gráfico de g, sabe-se que g(a) < 0,
g’(a) < 0 e g”(a) > 0. Assim, g’(a) × g"(a) < 0.
f(b)
14. Opção (A)
a O b x
1 x2
h(x) = –  g(x) + 
2 2
x2 ’
 
1 1 2x
h’(x) = –  g(x) +  = –  g’(x) + 
2 2 2 2
1
= –  g’(x) + x
2

Expoente12 • Dossiê do Professor 61


18. Opção (B)
 
1 ’ 1
h’’(x) = –  g’(x) + x = –  g’(x) + 1 f’(1) – f’(x) f’(x) – f’(1)
2 2 lim   = – lim  =
x→1 x2 – 1 x → 1 (x – 1)(x + 1)
O gráfico da função h” obtém-se do gráfico da f’(x) – f’(1) 1
função g” por uma contração vertical segundo = – lim   × lim  =
x→1 x– 1 x→1 x +1
1
fator , seguida de uma simetria em relação ao 1
= –f’’(1) ×  = – 
5
2 2 2
eixo Ox e posteriormente de uma translação asso-
ciada ao vetor →
u (0, 1). 19. Opção (C)
Das opções apresentadas, f(1) é máximo relativo
15. Opção (C) de f apenas nas opções (A) e (C); destas, é apenas
em (C) que se verifica f’(x) constante se –2 < x < 1.
x – –3 +

Sinal de f’’ – 0 + 20. Sabe-se que lim un = +.


vn
Sentido das Tem-se que  ≥ 1 ⇔ vn ≥ un, para n ≥ 20.
concavidades ∩ P.I. ∪ un
do gráfico de f
Assim, lim vn > lim un, logo lim vn = +.

16. Opção (D) 21. lim wn = lim (–vn) = –lim vn = –(+) = –


f’ é estritamente decrescente em [0, 5], logo
f’’(x) < 0, ∀ x  [0, 5]. Assim, o gráfico de f tem a 22. A função f é contínua em R, por se tratar de uma
concavidade voltada para baixo em [0, 5]. função polinomial, em particular, a função f é con-
tínua em [1, 2].
17. Opção (A) f(1) = 14 – 5 × 1 = –4
f(2) = 24 – 5 × 2 = 6
lim
x → +
f(x) = lim
x → +
(4x
2+
3x
+1 – 2x) =
Logo, f(1) < 0 < f(2).
( – ) 4x2 + 3x + 1 – 4x2
= lim  = Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, a função
x → + 4
x
2+
3x
+1 + 2x
f tem pelo menos um zero no intervalo ]1, 2[.
3x + 1
= lim  =
x → + 4
x
2 +
3x+1 + 2x 23.

 a) A função f é contínua em [–2, –1[, por estar defini-
3x + 1
= lim  = da, neste intervalo, por uma função polinomial.
 
x → +
3 1
4x2 1 +  + 2 + 2x A função f é contínua em ]–1, 0] por estar definida,
4x 4x
neste intervalo, por uma função afim.
3x + 1 lim f(x) = lim (2(x + 1)2 + 1) = 1
= lim  = x → –1

x → –1

x → +


3
4x 4x
1
2x 1 +  + 2 + 2x lim
x → –1
+ f(x) = lim
x → –1
+ (–2x – 1) = 1
f(–1) = 1
 
1
x 3 + 
x Como lim f(x) = lim f(x) = f(–1), então f é contí-
= lim  = x → –1
– +
x → –1

 
x → +
3 1 nua em x = 1.
x 2 1 +  + 2 + 2
4x 4x Assim, f é contínua em [–2, 0].
1
3 + 
x b) Pela alínea anterior, f é contínua em [–2, 0].
= lim  =


x → +
3 1 f(–2) = 2(–2 + 1)2 + 1 = 3
2 1 +  + 2 + 2
4x 4x f(0) = –2 × 0 – 1 = –1
3 3
=  =  Logo, f(0) < 0 < f(–2).
2+2 4
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy,
Como ∀ x  R+,
h(x) > f(x), então o valor de ∃ c  ]–2, 0[: f(c) = 0.
lim h(x) pode ser 1.
x → +

62 Expoente12 • Dossiê do Professor


7200
24. P’(x) = 0 ⇔ 2 – 2 = 0
x
a) Se x ≤ 3, então: 2x2 – 7200
x ⇔  =0
f(x) = 2 ⇔  = 2 ⇔ x = 6  ]–, 3] x2
3 ⇔ 2x2 – 7200 = 0 ∧ x2 ≠ 0
Se x > 3, então: ⇔ x2 = 3600
f(x) = 2 ⇔ x + 2 = 2 ⇔ x = 0  ]3, +[ ⇔ x = 60 ∨ x = –60

Logo, ∀ x  R, f(x) ≠ 2, em particular, ∀ x  [0, 4], Como x > 0, então x = 60.


f(x) ≠ 2.
x 0 60 3600
0
b) f(0) =  = 0 Sinal de P’ + 0 –
3
f(4) = 4 + 2 = 6 →
Variação de P Máx.


Logo, f(0) < 2 < f(4).
3600
x y =  = 60
lim – f(x) = lim –  = 1 60
x→3 x→3 3
Assim, o parque deverá ter comprimento e largu-
lim + f(x) = lim + (x + 2) = 5
x→3 x→3 ra iguais a 60 metros.

Como lim – f(x) = lim + f(x) e 3  Df, então f não é


x→3 x→3 26. Seja x o comprimento do campo, em metros, e
contínua em x = 3. seja y a sua largura, em metros.
Assim, como a função não é contínua em [0, 4] não Tem-se que:
é garantido que exista x  [0, 4] tal que f(x) = 2, 2x + 2y = 360 ⇔ x + y = 180 ⇔ y = 180 – x
apesar de f(0) < 2 < f(4). Logo, a veracidade da pro- Seja A a função que a cada x associa a área do
posição da alínea anterior não contradiz o teorema campo.
de Bolzano-Cauchy. x  ]0, 180[
c) A função f é contínua em ]–, 3], por se tratar de uma A(x) = x × (180 – x) = 180x – x2
função afim, em particular, f é contínua em [0, 3]. A’(x) = 180 – 2x
Assim, pode concluir-se, pelo teorema de Weiers- A’(x) = 0 ⇔ 180 – 2x = 0 ⇔ x = 90
trass, que a função f admite neste intervalo um
x 0 90 180
máximo e um mínimo.
Sinal de A’ – 0 +

x ’ 1
d) Se x  ]–, 3[, então, f’(x) =  = . →
3 3 Variação de A Mín.

x 0 3
y = 180 – 90 = 90
Sinal de f’ + + + Assim, o campo deverá ter comprimento e largu-
ra iguais a 90 metros.
Mín. Máx.
Variação de f →
0 1
27.
Conclui-se assim que no intervalo [0, 3] o mínimo
a) Para todo o número natural n, tem-se que:
de f é 0 e o máximo de f é 1.

25. Seja x o comprimento do parque, em metros, e
 
–1 ≤ cos  ≤ 1
7

seja y a sua largura, em metros.  
⇔ –2 ≤ cos  – 1 ≤ 0
7

Tem-se que x × y = 3600 ⇔ y = 
3600
x ⇔ 
–2
 ≤ 
 
cos  – 1
7
≤
0

Seja P a função que a cada x associa o perímetro n2 + 1 n2 + 1 n2 + 1
do parque. –2 0
Como lim   = lim   = 0, então, pelo teore-
x  ]0, 3600[ n2 + 1 n2 + 1
3600 7200 ma das sucessões enquadradas, conclui-se que
P(x) = 2x + 2 ×  = 2x + 

x x
 
cos  – 1
7
 
7200 ’ 7200 lim  = 0.
P’(x) = 2x +  = 2 – 2 2
n +1
x x

Expoente12 • Dossiê do Professor 63


2n – 2 2n – 4
b) Para todo o número natural n, tem-se que: un + 1 – un =  –  =
3n + 2 3n – 1
0 ≤ cos2 (nα) ≤ 1
(2n – 2)(3n – 1) – (2n – 4)(3n + 2)
⇔ –1 ≤ cos2 (nα) – 1 ≤ 0 =  =
(3n + 2)(3n – 1)
1 cos2 (nα) – 1 0
⇔ –  ≤  ≤  6n2 – 2n – 6n + 2 – 6n2 – 4n + 12n + 8
n n n =  =
(3n + 2)(3n – 1)
1
 
0
Como lim –  = lim  = 0, então, pelo 10
n n =  > 0, ∀ n  N
(3n + 2)(3n – 1)
teorema das sucessões enquadradas, conclui-se
Logo, a sucessão (un) é monótona crescente.
cos2 (nα) – 1
que lim  = 0. 1
n u3 = 
2
n n 2 4 1
c) Seja (un) a sucessão de termo geral un = . un =  =  –  < , ∀ n  N
3n + 2 3n + 2 3 3(3n – 1) 3
n+1 n
un + 1 – un =  –  = Cálculo auxiliar
3n + 5 3n + 2
(n + 1)(3n + 2) – n(3n + 5) 2n – 2 3n – 1
=  =
(3n + 5)(3n + 2) 2 2
–2n +  
3n2 + 2n + 3n + 2 – – 5n 3n2 3 3
=  = 4
(3n + 5)(3n + 2) – 
2 3
=  > 0, ∀ n  N
(3n + 5)(3n + 2)
1 2n – 4 2
Logo, a sucessão (un) é monótona crescente. Então,  ≤  ≤ , ∀ n ≥ 3 e
2 3n – 1 3
1
2 ≤ 
3n – 1   3 
1 n 2n – 4 n 2 n
u1 =   ≤  , ∀ n ≥ 3.
5
n 1 2 1
Como lim  = lim  = 0, então, pelo teorema
1 n 2 n
un =  =  –  < , ∀ n  N
3n + 2 3 3(3n + 2) 3 2 3
Cálculo auxiliar
das sucessões enquadradas, conclui-se que

 
2n – 4 n
n 3n + 2
lim  = 0.
3n – 1
2 1 n!
–n –   e) Todos os termos da sucessão  são positivos, logo
3 3 nn
2 en > 0, ∀ n  N.
– 
3
Por outro lado,
1 n 1 n! n n – 1 n – 2 1 n n n
Então,  ≤  ≤ , ∀ n  N e  =  ×  ×  × … ×  ≤  ×  ×  × … ×
5 3n + 2 3 nn n n n n n n n
1 1
   
1 n n n 1 n
 ≤  ≤  , ∀ n  N. ×  = , ∀ n  N
5 3n + 2 3 n n
n! 1
Então, 0 <  ≤ , ∀ n  N
Como lim  = lim 
1 1 n n
= 0, então, pelo teorema nn n
5 3 n! 1
⇔ 2 ≤ 2 +  ≤ 2 + , ∀ n  N
das sucessões enquadradas, conclui-se que nn n

   
n n 1
lim  = 0. Como lim 2 = lim 2 +  = 2, então, pelo teorema
3n + 2 n
2n – 4 das sucessões enquadradas, conclui-se que
d) Seja (un) a sucessão de termo geral un = .
3n – 1
 
n!
lim 2 +  = 2.
2n – 4 nn
un > 0 ⇔  > 0
3n – 1
⇔ (2n – 4 > 0 ∧ 3n – 1 > 0) ∨ (2n – 4 < 0 ∧ 3n – 1 < 0) 28. Para todo o número natural n, tem-se que:
–1 ≤ sen n ≤ 1 ⇔ –4 ≤ sen n – 3 ≤ –2
   
1 1
⇔ n > 2 ∧ n >  ∨ n < 2 ∧ n < 
3 3 ⇔ –4n2 ≤ n2(sen n – 3) ≤ –2n2




condição impossível em N Como lim (–4n2) = lim (–2n2) = –, então, pelo teo-
⇔ n>2 rema das sucessões enquadradas, conclui-se que
Logo, os termos da sucessão de ordem superior a lim (n2(sen n – 3)) = –.
2 são todos positivos.

64 Expoente12 • Dossiê do Professor


2n + 1
29. Seja (un) a sucessão de termo geral un = . d) Tem-se que:
n–2
–1 ≤ cos x ≤ 1, ∀ x  R
2n + 1 5 –
un =  = 2 +  –x ≥ –x cos x ≥ x, ∀ x  R0
n–2 n–2 –
–x4 – x ≥ –x4 – x cos x ≥ –x4 + x, ∀ x  R0
Para todo o número natural n > 2, tem-se que un ≥ 2.
x –1 – x = + e
1
Como lim (–x4 – x) = lim 4

 
2n + 1 n 3
Assim, lim  ≥ lim 2n. x → – x → –
n–2
x –1 + x = +, então,
1
lim (–x4 + x) = lim 4
Como lim 2n = +, então, conclui-se que x → – x → – 3

pelo teorema das funções enquadradas,


 
2n + 1 n
lim  = +.
n–2 lim (–x4 – x cos x) = –.
x → –

30. e) Tem-se que:


–1 ≤ sen x ≤ 1, ∀ x  R
a) Tem-se que: +
2x – 1 ≥ 2x + sen x ≥ 2x + 1, ∀ x  R0
–1 ≤ cos x ≤ 1, ∀ x  R
4 ≤ 5 + cos x ≤ 6, ∀ x  R 1 1 1 +
 ≤  ≤ , ∀ x  R0
4 5 + cosx 6 2x – 1 2x + sen x 2x + 1
 ≤  ≤  , ∀ x  R0+
x x x x2 x2 x2
 ≤  ≤ , ∀ x  R0
+

4 6 2x – 1 2x + sen x 2x + 1
Como lim  = lim  = 0, então, pelo
x → + x x → + x x2 x
Como lim  = lim  = + e
x → + 2x – 1 x → + 1
teorema das funções enquadradas, 2 – 
x
5 + cosx
lim  = 0. x2 x
x → +
x lim  = lim  = +, então, pelo teo-
x → + 2x + 1 x → + 1
2 + 
b) Tem-se que: x
x2
rema das funções enquadradas, lim   = + .

1
–1 ≤ sen  ≤ 1, ∀ x  R \ {0} x → + 2x + sen x
x


1 f) Tem-se que:
–(x – 2) ≤ (x – 2) sen  ≤ x – 2, ∀ x  R \ {0}
x –1 ≤ cos x ≤ 1, ∀ x  R
Como lim (–(x – 2)) = lim (x – 2) = 0, então, pelo x2 – 1 ≤ x2 + cos x ≤ x2 + 1, ∀ x  R
x→2 x→2
teorema das funções enquadradas, 1 1 1
 ≤  ≤ , ∀ x  R
x2 – 1 x2 + cos x x2 + 1
  
1
lim (x – 2) sen  = 0.
x→2 x x2 x2 x2
 2
≤ 2
≤ 2
, ∀ x  R
x – 1 x + cos x x + 1
c) Tem-se que: x2 1
Como lim   = lim  1 =1e
–1 ≤ sen x ≤ 1, ∀ x  R 2
x → – x – 1 x → –
1 – 2
–1 + 2x2 ≤ sen x + 2x2 ≤ 1 + 2x2, ∀ x  R x
x2 1
lim  = lim  = 1, então, pelo teo-
–1 + 2x2 sen x + 2x2 1 + 2x2 x → – x2 + 1 x → – 1
1 + 2
 ≤  ≤  ,
1 2 1 1 x
x +  x x +  x2 x +  x2 x2
2 2 2 rema das funções enquadradas, lim   = 1.
x → – x2 + cos x
∀ x  R \ {–2, 0}
1 31. A função g é contínua em [–3, 0], por se tratar da
– 2 + 2
–1 + 2x2 x soma de duas funções contínuas.
Como lim   = 4
x → + 1 2 = xlim→ + 1 1
x +  x  +  g(–3) = f(–3) – 3 < 0, pois 1 ≤ f(–3) ≤ 2
2 x 2
⇔ –2 ≤ f(–3) – 3 ≤ –1
1
2
2 + 2 g(0) = f(0) > 0, pois 1 ≤ f(0) ≤ 2
1 + 2x x
e lim   = 4, então, Logo, g(–3) < 0 < g(0).
x → + 1 2 = xlim → + 1 1
x +  x  +  Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy,
2 x 2
então, pelo teorema das funções enquadradas, ∃ c  ]–3, 0[: g(c) = 0.
sen x + 2x2
lim  = 4. 32. A função h é contínua em [–1, 1], por se tratar de
x → + 1
x +  x2
2 uma função polinomial.

Expoente12 • Dossiê do Professor 65


h(–1) = a + 1 36.
h(1) = a – 1
a) Por exemplo:
Logo, h(1) < a < h(–1).
Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy,
∃ c  ]–1, 1[: h(c) = a, ou seja, o gráfico de h inter-
seta a reta de equação y = a.

33. P(x) = 18x6 – 3x4 + 1


P’(x) = 108x5 – 12x3
b) Por exemplo:
P’(x) = 0 ⇔ 108x5 – 12x3 = 0
⇔ 12x3(9x2 – 1) = 0
⇔ 12x3 = 0 ∨ 9x2 – 1 = 0
1 1
⇔ x = 0 ∨ x =  ∨ x = – 
3 3
1
x 0 
3
37. Da análise do gráfico de f, decorre que esta função
12x3 0 + +
é decrescente no intervalo ]–, –a] e no intervalo
9x2 – 1 – – 0 [a, +[ e é crescente em [–a, a]. Logo, f’ é negativa
para x < –a e para x > a e é positiva entre –a e a.
Sinal de P’ 0 – 0
Portanto, a primeira derivada de f está representa-
Variação de P Máx. Mín. da na figura 3.

O gráfico de f tem a concavidade voltada para

 
1 cima para x entre –b e 0 e para x > b, tem a conca-
A função P é estritamente decrescente em 0,  ,
3 vidade voltada para baixo para x < –b e para x
logo o polinómio P(x) tem, no máximo, um zero no
entre 0 e b.
 
1
intervalo 0,  . Logo, f’’ é positiva para x entre –b e 0 e para x > b
3
e negativa para x < –b e para x entre 0 e b. Portan-
to, a segunda derivada de f está representada na
34. A função g é contínua em ]–, 1[, por estar defini-
figura 2.
da, neste intervalo, por uma função polinomial.
A função g é contínua em ]1, + [, por estar defi-
38.
nida, neste intervalo, por uma função racional.
f(x)
g(–1) = 1 – 3 + 1 = –1 a) lim  é o valor do declive da assíntota não ver-
x → + x
lim – g(x) = lim – (x2 – 3x + 1) = –1
x→1 x→1 tical ao gráfico de f quando x → +, ou seja,
2 – 3x f(x)
lim + g(x) = lim +  = –1 lim  = m.
x→1 x→1 x x → + x
Logo, a função g é contínua em x = 1, pois Os pontos (1, 0) e (2, 2) pertencem à assíntota
g(–1) = lim – g(x) = lim + g(x). 2 –0 2
x→1 x→1 y = mx + b; então, m =  =  = 2.
2– 1 1
Assim, a função g é contínua em R e, em particu-
f(x)
lar, é contínua em [–1, 2]. Ou seja, lim  = 2.
x → + x
Então, pelo teorema de Weierstrass, a função g
tem um máximo e um mínimo no intervalo [–1, 2]. b) y = 2x + b
Como o ponto (1, 0) pertence à reta, vem que:
35. Seja P um polinómio de grau 5 com cinco zeros 0 = 2 × 1 + b ⇔ 0 = 2 + b ⇔ –2 = b
distintos. Sejam a e b dois quaisquer zeros conse- y = 2x – 2 é uma equação da assíntota oblíqua.
cutivos de P.
c)
Como P é contínua e diferenciável em R, em par-
i) f’(x) = 0 ⇔ x = –2 ∨ x = 1
ticular, P é contínua em [a, b] e é diferenciável em
C.S. = {–2, 1}
]a, b[. Logo, pelo teorema de Lagrange, existe
P(b) – P(a) ii) f(x) × f’(x) > 0
c  ]a, b[: P’(c) =  = 0.
b–a ⇔ [f(x) > 0 ∧ f’(x) > 0] ∨ [f(x) < 0 ∧ f’(x) < 0]
Assim, entre cada par de zeros consecutivos de P, ⇔ x > 1 ∨ –2 < x < 0
há um zero de P’. Como P tem cinco zeros distin- C.S. = ]–2, 0[ ∪ ]1, +[
tos, então P’ tem quatro zeros.

66 Expoente12 • Dossiê do Professor


x2
iii) f’(x) × f’’(x) < 0 c) f(x) = 2

x +2
⇔ [f’(x) < 0 ∧ f’’(x) > 0] ∨ [f’(x) > 0 ∧ f’’(x) < 0]
Df = R
⇔ 0 < x < 1 ∨ x < –2 2x(x2 + 2) – x2 × 2x 4x
C.S. = ]–, –2[ ∪ ]0, 1[ f’(x) =  = 
(x2 + 2)2 (x2 + 2)2
4(x2 + 2)2 – 4x × 2(x2 + 2)2x
39. Por exemplo: f’’(x) =  =
(x2 + 2)4
4(x2 + 2) – 16x2
= =
(x2 + 2)3
–12x2 + 8
= 
(x2 + 2)3

–12x2 + 8
f’’(x) = 0 ⇔  =0
(x2 + 2)3
40. ⇔ –12x2 + 8 = 0 ∧ (x2 + 2)3 ≠ 0
x4






a) f(x) =  – 2x2 + 2 condição universal em R
12
2
Df = R ⇔ x2 = 
3
4x3 x3
f’(x) =  – 4x =  – 4x 6 6
12 3 ⇔ x=  ∨ x=– 
3 3
3x2
f’’(x) =  – 4 = x2 – 4
3 6 6
x – –   +
f’’(x) = 0 ⇔ x2 – 4 = 0 ⇔ x = 2 ∨ x = –2 3 3
Sinal de f’’ – 0 + 0 –
x – –2 2 +
Sentido das P.I. P.I.
concavidades ∩ 1 ∪ 1 ∩
Sinal de f’’ + 0 – 0 +
do gráfico de f  
4 4
Sentido das P.I. P.I.
concavidades ∪ 14 ∩ 14 ∪
do gráfico de f –  –  O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo
3 3
6 6
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima  
em –, –  e em  , + e tem a conca-
3 3  
em ]–, –2[ e em ]2, +[ e tem a concavidade vol- 6 6
tada para baixo em ]–2, 2[, tem pontos de inflexão vidade voltada para cima em –  ,  , tem
3 3  
   
14 14
de coordenadas –2, –  e 2, –  . 6 1
3 3 pontos de inflexão de coordenadas –  ,  e
3 4  
6 1
x–3
b) f(x) = 
 ,  .
3 4 
x +2
Df = R \ {–2} d) f(x) = 6
x
2–
3x

 
1
x + 2 – (x – 3) 5 Df = {x  R: 6x2 – 3x ≥ 0} = ]–, 0] ∪ , +
f’(x) =   2
= 2 2
(x + 2) (x + 2)
–5 × 2 (x + 2) –10 Cálculo auxiliar
f’’(x) =   4
= 
(x + 2) (x + 2)3 1
6x2 – 3x = 0 ⇔ 3x(2x – 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 
f’’(x) ≠ 0, ∀ x  R \ {–2} 2

x – –2 +

Sinal de f’’ + n.d. – + +


- x
Sentido das 0 1
2
concavidades ∪ n.d. ∩
do gráfico de f
1
1 – 12x – 3
f’(x) =  (6x2 – 3x) 2 (12x – 3) = 
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima 2 26
x
2–
3x
em ]–, –2[ e tem a concavidade voltada para
 
1
baixo em ]–2, +[, não tem pontos de inflexão. Df’ = {x  R: 6x2 – 3x > 0} = ]–, 0[ ∪ , +
2

Expoente12 • Dossiê do Professor 67


4 8k π
f’’(x) =
1
C(r) = 2 × 2k × πr2 + k × 2πr × 2 = 4kπr2 + 
1 – r r
12 × 2
6x
2
–3x – (12x – 3) × 2 ×  (6x2 – 3x) (12x – 3)
2
8 kπ
2 C’(r) = 8kπr – 2
=  = r
4(6 x
2–3x)2
8 kπ
C’(r) = 0 ⇔ 8kπr – 2 = 0
(12x – 3)2 r
246
x
2–
3x –  
6 x
2–
3x ⇔ 8kπr3 – 8kπ = 0 ∧ r2 ≠ 0
=  =
4(6x2
–3x)2 ⇔ r3 = 1 ∧ r ≠ 0
⇔ r=1
24(6x2 – 3x) – (12x – 3)2
=  =
4(6 x
2–3x)3 r 0 1 +

9
= –  Sinal de C’ n.d. – 0 +
4(6
x
2–
3x)3 →
Variação de C n.d. Mín.


 
1
f’’(x) < 0, ∀ x  ]–, 0[ ∪ , +
2 O custo de produção é mínimo quando o raio é
1 cm e a altura é 4 cm.
O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo

 
1
em ]–, 0[ e em , + , não tem pontos de inflexão. 43. Pelo teorema de Pitágoras:
2
302 = l2 + c2
Logo, l = 9 0
0–c2.
41. Sejam x o comprimento do retângulo e y a sua
Seja R a função que a cada valor de c associa a
altura.
12 15 15(12 – x) resistência da viga de madeira.
Tem-se que  =  ⇔ y =  R(c) = kc2 9 0
0–c2
12 – x y 12
5(12 – x) c  ]0, 30[
⇔ y =  1
4 1 –
R’(c) = 2kc 
900
–c2 + kc2 ×  (900 – c2) 2 (–2c) =
Seja A a função que a cada x associa a área do 2
retângulo. kc3
5(12 – x) 5x(12 – x) = 2kc 
900
–c2 –  =
A(x) = x ×  ⇔ A(x) =  900–c2
4 4
x  ]0, 12[ 2kc(900 – c2) – kc3
=  =
5 5 90
0–c2
A’(x) =  (12 – x – x) =  (6 – x)
4 2
1800kc – 3kc3
5 = 
A’(x) = 0 ⇔  (6 – x) = 0 ⇔ x = 6 90
0–c2
2

1800kc – 3kc3
x 0 6 12 R’(c) = 0 ⇔  = 0
90
0–c2
Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d.
⇔ 1800kc – 3kc3 = 0 ∧ 9 00–c2 ≠ 0

Variação de A n.d. Máx. n.d. ⇔ 3kc(600 – c2) = 0 ∧ 900 – c2 ≠ 0

⇔ c = 0 ∨ c = 6 00 ∨ c = –600
5×6
Se x = 6, então y =  = 2,5
4 c 0 600 30
A área máxima é atingida quando o comprimento
Sinal de R’ n.d. + 0 – n.d.
é 6 cm e a largura é 2,5 cm.

Variação de R n.d. Máx. n.d.

42. Sejam r o raio e h a altura do cilindro.


4
6
00
 ≈ 24,495
V = 4π ⇔ π × r2 × h = 4π ⇔ h = 2
r l = 9
00
–
600
 = 
300 ≈ 17,321
Seja k o preço do material utilizado na parte late-
ral do cilindro. A resistência da viga é máxima quando a largura
Seja C a função que a cada r associa o custo de é, aproximadamente, 17,321 cm e o comprimento
produção do cilindro. é, aproximadamente, 24,495 cm.

68 Expoente12 • Dossiê do Professor


44. Sejam x e y, respetivamente, o comprimento e a x – –1 1 +
largura da folha de papel.
–x + 1 + + + 0 –
25 8x – 7
(x – 4)(y – 8) = 25 ⇔ y =  + 8 ⇔ y = 
x–4 x –4 (x + 1)3 – 0 + + +

Seja A a função que a cada valor do comprimento Sinal de f’ – n.d. + 0 –


da folha de papel associa a sua área. Máx.


8x2 – 7x Variação de f n.d.


8x – 7 1


A(x) = x ×  ⇔ A(x) =   
4
x –4 x –4
x  ]0, 4[ A função f é estritamente decrescente em ]–, –1[
(16x – 7)(x – 4) – (8x2 – 7x) e em [1, +[ e estritamente crescente em ]–1, 1];
A’(x) =  =
(x – 4)2 1
 é máximo absoluto em 1.
8x2 – 128x + 28 4
= 
(x – 4)2 –(x + 1)3 – (–x + 1) 3(x + 1)2
f’’(x) =  =
(x + 1)6
8x2 – 128x + 28
A’(x) = 0 ⇔  =0 –(x + 1) – 3(–x + 1)
(x – 4)2 =  =
(x + 1)4
⇔ 8x2 – 128x + 28 = 0 ∧ (x – 4)2 ≠ 0
⇔ 2x2 – 16x + 7 = 0 ∧ x – 4 ≠ 0 2x – 4
= 
(x + 1)4
16 ±  2
56–
42
⇔ x =  ∧ x ≠ 4 2x – 4
4 f’’(x) = 0 ⇔  =0
(x + 1)4
5 2 52
⇔ x=4–  ∨ x=4+  ⇔ 2x – 4 = 0 ∧ (x + 1)4 ≠ 0
2 2
⇔ x=2
52
x 0 4+ 4
2 x – –1 2 +
Sinal de A’ n.d. – 0 + n.d.
Sinal de f’’ – n.d. – 0 +

Variação de A n.d. Mín. n.d.

Sentido das P.I.


concavidades ∩ n.d. ∩ 2 ∪

5 do gráfico de f
 
2 9
8 4+  –7
2 10 + 8
2
y =  =  = 5 2+8 O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo
5 2
 
2
4+  –4 em ]–, –1[ e em ]–1, 2[ e tem a concavidade volta-
2
da para cima em ]2, +[. O ponto de coordenadas
A folha de papel tem a menor área quando a lar-
 
2
2,  é ponto de inflexão do gráfico de f.
52 9
gura é 4 +  cm e o comprimento é 52 + 8 cm.
2
A função f é contínua no seu domínio, R \ {–1}, por
se tratar de uma função racional. Assim, só a reta
45.
de equação x = –1 é candidata a assíntota vertical
x
a) f(x) =  2 ao gráfico de f.
(x + 1)
Df = {x  R: (x + 1)2 ≠ 0} = R \ {–1} x 1
lim + f(x) = lim +   = – + = –
x → –1 x → –1 (x + 1)2 0
x
f(x) = 0 ⇔  =0 ⇔ x=0 x 1
(x + 1)2 lim – f(x) = lim –   = – + = –
x → –1 x → –1 (x + 1)2 0
0 é o único zero da função f.
A reta de equação x = –1 é assíntota vertical ao
(x + 1)2 – x × 2(x + 1) x + 1 – 2x –x + 1
f’(x) =  = =  gráfico de f.
(x + 1)4 (x + 1)3 (x + 1)3
f(x) 1 1
–x + 1 m = lim  = lim  2 =  = 0
f’(x) = 0 ⇔  =0 x → + x x → + (x + 1) +
(x + 1)3
x
⇔ –x + 1 = 0 ∧ (x + 1)3 ≠ 0 b = lim f(x) = lim  =
x → + x → + (x + 1)2
⇔ x=1
x 1 1 1
= lim   = lim  ×  1 ==0
x → + x2 + 2x + 1 x → + x
x + 2 +  +
x

Expoente12 • Dossiê do Professor 69


f(x) 1 1
m = lim  = lim   =  = 0
x → – x x → – (x + 1)2 + x – –3 3 +

x
b = lim f(x) = lim  = Sinal de g’’ + n.d. – n.d. +
x → – x → – (x + 1)2

1 Sentido das
x 1 1
= lim   = lim  ×  1 = =0 concavidades ∪ n.d. ∩ n.d. ∪
x → – x2 + 2x + 1 x → – x
x + 2 +  –  do gráfico de g
x
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao O gráfico de g tem a concavidade voltada para
gráfico de f quando x → + e quando x → –. cima em ]–, –3[ e em ]3, +[ e tem a concavidade
voltada para baixo em ]–3, 3[. Não existem pontos
de inflexão.
A função g é contínua no seu domínio, R \ {–3, 3},
por se tratar de uma função racional. Assim, só as
retas de equação x = –3 e x = 3 são candidatas a
assíntotas verticais ao gráfico de g.
1 1 1
b) g(x) = 2
 lim + g(x) = lim + 2
 = – = –
x –9 x → –3 x → –3 x –9 0
Dg = {x  R: x2 – 9 ≠ 0} = R \ {–3, 3} lim g(x) = lim 
1 1
 =  = +
– –
x → –3 x → –3 x – 9 0+
2
1
g(x) = 0 ⇔   = 0, que é uma condição impos-
x2 – 9 A reta de equação x = –3 é assíntota vertical ao
sível em R. gráfico de g.

A função g não tem zeros. 1 1


lim + g(x) = lim +   =  = +
x→3 x→3 x – 9 0+
2
–2x
g’(x) =   1 1
(x – 9)2
2
lim – g(x) = lim – 2
 = – = –
x→3 x→3 x –9 0
–2x
g’(x) = 0 ⇔  =0
(x – 9)2
2
A reta de equação x = 3 é assíntota vertical ao grá-
⇔ –2x = 0 ∧ (x2 – 9)2 ≠0 fico de g.
⇔ x=0 g(x) 1 1
m = lim  = lim   =  = 0
x → +x x → + x(x2 – 9) +
x – –3 0 3 +
1 1
b = lim g(x) = lim   =  = 0
Sinal de g’ + n.d. + 0 – n.d. –
x → + x → + x2 – 9 +
g(x) 1 1
Máx. m = lim  = lim   =  = 0
Variação de g n.d. n.d.
x → – x x → – x(x2 – 9) –

1

–  1 1
9 b = lim g(x) = lim   =  = 0
x → – x → – x2 – 9 +
A função g é estritamente crescente em ]–, –3[ e
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao
em ]–3, 0] e é estritamente decrescente em [0, 3[
gráfico de g quando x → + e quando x → –.
1
e em ]3, +[; –  é máximo relativo em 0.
9
–2(x2 – 9)2 – (–2x)2(x2 – 9)2x
g’’(x) =  =
(x2 – 9)4
–2(x2 – 9) + 8x2
= =
(x2 – 9)3
6x2 + 18
=  1
(x2 – 9)3 c) h(x) = x – 
x
6x2 + 18
g’’(x) = 0 ⇔  =0 Dh = {x  R: x ≠ 0} = R \ {0}
(x2 – 9)3
⇔ 6x2 + 18 = 0 ∧ (x2 – 9)3 ≠ 0 1
h(x) = 0 ⇔ x –  = 0




x
condição impossível em R
x2 – 1
⇔  =0
x
⇔ x2 – 1 = 0 ∧ x ≠ 0
⇔ x = –1 ∨ x = 1

70 Expoente12 • Dossiê do Professor


–1 e 1 são os zeros da função h. A reta de equação y = x é assíntota oblíqua ao grá-
1 fico de h quando x → + e quando x → –.
h’(x) = 1 + 2
x
1
h’(x) = 0 ⇔ 1 + 2 = 0
x
x2 + 1
⇔  =0
x2
⇔ x2 + 1 = 0 ∧ x2 ≠ 0





condição impossível em R 2

d) i(x) = x 3

x – 0 + Di = R
2

Sinal de h’ + n.d. + i(x) = 0 ⇔ x 3 =0 ⇔ x=0
Variação de h n.d. 0 é o zero da função i.

1
2 – 2
i’(x) =  x 3 = 
3x
3
A função h é estritamente crescente em ]–, 0[ e 3
em ]0, +[; não possui extremos relativos. Di’ = R \ {0}
–2x 2 2
h’’(x) = 4 = – 3 i’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im-
x x 3x
3

2
h’’(x) = 0 ⇔ – 3 = 0, que é uma condição impos- possível em R.
x
sível em R.
x – 0 +

x – 0 + Sinal de i’ – n.d. +

Sinal de h’’ + n.d. – Mín.


Variação de i


0
Sentido das
concavidades ∪ n.d. ∩
do gráfico de h A função i é estritamente decrescente em ]–, 0[ e
é estritamente crescente em ]0, +[; 0 é um míni-
O gráfico de h tem a concavidade voltada para baixo mo absoluto em 0.
em ]0, + [ e tem a concavidade voltada para cima 4
2
 
2 1 –
i’’(x) =  × –  x 3 = 
9x4
3
em ]–, 0[. Não existem pontos de inflexão. 3 3
A função h é contínua no seu domínio, R \ {0}, por
se tratar da soma de duas funções contínuas (uma 2
i’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição im-
9x4
3
função afim e uma função racional). Assim, só a
reta de equação x = 0 é candidata a assíntota verti- possível em R.
cal ao gráfico de h.

1 – x = 1 – 0 = –
1 1 x – 0 +
lim + h(x) = lim + +
x→0 x→0
Sinal de i’’ – n.d. –

1 – x = 1 – 0 = +
1 1
lim – h(x) = lim – – Sentido das
x→0 x→0
concavidades ∩ n.d. ∩
A reta de equação x = 0 é assíntota vertical ao grá- do gráfico de i

fico de h.
O gráfico de i tem a concavidade voltada para
 
h(x) 1
m = lim  = lim 1 – 2 = 1 – 0 = 1 baixo em ]–, 0[ e em ]0, +[. Não existem pontos
x → + x x → + x
de inflexão.
(h(x) – x) = lim –  = 0
1
b = lim A função i é contínua no seu domínio, R, por se tra-
x → + x x → +
tar de uma função potência de expoente racional.
 = lim 1 –  = 1 – 0 = 1
h(x) 1
m = lim 2 Assim, o seu gráfico não admite assíntotas verti-
x → – x x → –
x
cais.
(h(x) – x) = lim –  = 0
1
b = lim i(x) 1
x → – x x → – m = lim  = lim  =0
x → + 
3
x → + x x

Expoente12 • Dossiê do Professor 71


2
 A função j é contínua no seu domínio, R, por se tra-
b = lim i(x) = lim x 3 = +
x → + x → + tar de uma função irracional. Assim, o gráfico de j
não admite assíntotas verticais.
i(x) 1
m = lim  = lim  =0
x → –  j(x)
3
x → – x x m = lim  =
2 x → + x

x–1
3
b = lim i(x) = lim x 3 = +
x → – x → – = lim  =
x → + x
O gráfico de i não admite assíntotas não verticais. x–1
= lim  =
x  (x–1
3
x → + )2
1
1 – 
x 1
= lim  =  = 0
(x–1
3
x → + )2 +

x–1 = +
3
b = lim j(x) = lim
x → + x → +

j(x)
e) j(x) = x–1 m = lim  =
3

x → – x
Dj = R x–1
3

= lim  =
j(x) = 0 ⇔ x–1 = 0 ⇔ x – 1 = 0 ⇔ x = 1
3
x → – x
1 é o zero da função j. x–1
= lim  =
x  (x–1
2 3
1 – 1 x → – )2
j ’(x) =  (x – 1) 3 = 
3(x–1 1
3
3 )2 1 – 
Dj’ = R \ {1} x 1
= lim  =  = 0
 (x–1
3

1
x → – )2 +
j ’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição
3(x–1
3
)2 b = lim j(x) = lim x–1 = –
3

x → – x → –
impossível em R.
O gráfico de j não admite assíntotas não verticais.
x – 1 +

Sinal de j’ + n.d. +

Variação de j 0

A função j é estritamente crescente ]–, 1[ e em


]1, +[; não possui extremos relativos.
5 1 1
f) k(x) =  – 
 
1 2 – –2
j’’(x) =  × –  (x – 1) 3 =  x x
9(x–1
3
3 3 )5
Dk = {x  R: x ≥ 0 ∧ x ≠ 0} = R+
–2
j’’(x) = 0 ⇔  = 0, que é uma condição 1 1
9(x–1
3
)5 k(x) = 0 ⇔  –  = 0
impossível em R.
x x
x – 1
⇔  = 0
x – 1 + x

Sinal de j’’ + n.d. –


⇔ x – 1 = 0 ∧ x > 0
⇔ x=1
Sentido das
concavidades ∪ 0 ∩ 1 é o zero da função k.
do gráfico de j
3
1 – 1 –1 1
k’(x) = –  x 2 + 2 =  + 2
O gráfico de j tem a concavidade voltada para cima 2 x 2x
3 x
em ]–, 1[ e tem a concavidade voltada para baixo –1 1
k’(x) = 0 ⇔  + 2 = 0
em ]1, +[. O ponto de coordenadas (1, 0) é ponto 2x3 x
de inflexão.
–x + 2
⇔  =0
x2

72 Expoente12 • Dossiê do Professor


⇔ – x + 2 = 0 ∧ x > 0 1
⇔ x=4 1 – 
x–1 x
= lim  = lim  =
x → + x2(x + 1) x → + x(x + 1)
x – 4 +

1
Sinal de k’ n.d. + 0 – =  = 0
+
Máx. 1
 —  =
Variação de k n.d. → 1
1 b = lim k(x) = lim
x

 x → + x → + x
4
x – 1 x–1
= lim  = lim  =
A função k é estritamente crescente em ]0, 4] e é x → + x x → + x (x + 1)
2
1
estritamente decrescente em [4, +[;  é máximo 1
4 1 – 
absoluto em 4. x
= lim  = 1 = 0
5
3 x → + x + 1 +
 
1 3 –  2x  2
k’’(x) = –  × –  x 2 –  = – 
2 2 x4 4x5 x3
A reta de equação y = 0 é assíntota horizontal ao
3 2 gráfico de k quando x → +.
k’’(x) = 0 ⇔  –  = 0
4x5 x3

3x – 8
⇔  =0
4x3
⇔ 3x – 8 = 0 ∧ x > 0
64
⇔ x = 
9
46. Teorema das sucessões enquadradas: Dadas duas
64 sucessões (un) e (vn) convergentes com o mesmo
x 0  +
9
limite l e uma sucessão (wn) tal que a partir de
Sinal de k’’ n.d. – 0 +
certa ordem un ≤ wn ≤ vn, então (wn) é convergen-
Sentido das P.I. te e lim wn = l.
concavidades n.d. ∩ 15 ∪ n
do gráfico de k  2n 2n 2n 2n
64 a) un = ∑  =  +  + … +  
k = 1 n2 + k n2 + 1 n2 + 2 n2 + n
O gráfico de k tem a concavidade voltada para baixo 2n 2n 2n
Como  2
> 2
>…> 2
, então tem-se
 
64 n +1 n +2 n +n
em –,  e tem a concavidade voltada para cima
9 que
2n 2n 2n 2n 2n
em  , +. O ponto de coordenadas  ,  é
64 6 4 15   +  + … +   >  +  +
9 9 64 n2 + 1 n2 + 2 n2 + n n2 + n n2 + n
ponto de inflexão. 2n 2n 2n
+…+ =n×  = 
A função k é contínua no seu domínio, R+, por se n2 + n n2 + n n + 1
tratar da soma de duas funções contínuas. Assim, E tem-se também que:
a reta de equação x = 0 é a única candidata a 2n 2n 2n 2n 2n
  +  + … +   <  +  +
assíntota vertical ao gráfico de k. n2 + 1 n2 + 2 n2 + n n2 + 1 n2 + 1
2n 2n 2n2
+…+ =n× = .
 
1 1
lim + k(x) = lim +  –  = 2
n +1 n + 1 n2 + 1
2
x→0 x→0 x x
2n2 2n
Assim,   < un < , ∀ n  N.
x – 1 1 n2 + 1 n+1
= lim +  = –  = –
x→0 x 0+ 2n 2
Como lim  = lim  = 2 e
n+1 1
A reta de equação x = 0 é assíntota vertical ao grá- 1 + 
n
fico de k. 1 1
 –  2n2 2
k(x) x x lim   = lim  1 = 2, então, pelo teorema
m = lim  = lim  = n2 + 1
x → + x x → + x 1 + 2
n
x – 1 das sucessões enquadradas, lim un = 2.

x
 = lim 
x – 1
= lim =
x → + x x → + x2

Expoente12 • Dossiê do Professor 73


2n
5n – 1 5n – 1 5n – 1 5n – 1
b) un = ∑  =
2 2
+ 2
 + …+ 2
 Assim, pelo teorema Bolzano-Cauchy, pode con-
k=4 2n + k 2n + 4 2n + 5 2n + 2n cluir-se que:
5n – 1 5n – 1 5n – 1 ∃ c  ]g–1(a), a[: h(c) = 0
Como   >  > … >  , então tem-
2n2 + 4 2n2 + 5 2n2 + 2n ⇔ ∃ c  ]g–1(a), a[: g(c) – c + 1 = 0
-se que
⇔ ∃ c  ]g–1(a), a[: g(c) = c – 1
5n – 1 5n – 1 5n – 1
 +  + …+  > 49.
2n2 + 4 2n2 + 5 2n2 + 2n
5n – 1 5n – 1 5n – 1 a) A função f é contínua em [–1, 0], por se tratar da
> + +…+ =
2n2 + 2n 2n2 + 2n 2n2 + 2n soma de duas funções contínuas (uma função poli-
5n – 1 5n – 1 nomial e a função módulo).
=n×  = 
2n2 + 2n 2n + 2 f(–1) = –(–1)3 + (–1)2 + |–1| = 1 + 1 + 1 = 3
E tem-se também que: f(0) = –03 + 02 + |0| = 0
5n – 1 5n – 1 5n – 1 Ou seja, f(0) < 2 < f(–1).
 +  + …+  <
2n2 + 4 2n2 + 5 2n2 + 2n Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, concluí-
5n – 1 5n – 1 5n – 1 mos que:
< +
2
+…+
2
=
2n + 4 2n + 4 2n2 + 4 ∃ c  ]–1, 0[: f(c) = 2
5n – 1 5n2 – n
=n×  = 
2
2n + 4 2n2 + 4 b) Em ]–1, 0[, f(x) = –x3 + x2 – x.
5n – 1 5n2 – n Então:
Assim,  < un <  , ∀ n  N.
2n + 2 2n2 + 4 f’(x) = –3x2 + 2x – 1
1 f’(x) = 0 ⇔ –3x2 + 2x – 1 = 0
5 – 
5n – 1 n 5 –2 ± 4–12
Como lim  = lim  =  e ⇔ x =  , que é uma equação
2n + 2 2 2 –6
2 + 
n
1 impossível em R.
5 – 
5n2 – n n 5 Tem-se que f’(x) < 0, ∀ x  ]–1, 0[, logo, a função f
lim  = lim  = , então, pelo teo-
2
2n + 4 4 2 é decrescente no intervalo ]–1, 0[.
2 + 2
n
5 c) Na alínea a) provou-se que existe pelo menos um
rema das sucessões enquadradas, lim un = .
2 valor c do intervalo ]–1, 0[ para o qual se tem
f(c) = 2. Como na alínea b) se concluiu que a função
47. f(x) = f(x + 1) ⇔ f(x) – f(x + 1) = 0 f é decrescente no intervalo ]–1, 0[, então existe
Seja g(x) = f(x) – f(x + 1). um único número real c do intervalo ]–1, 0[ para o
A função g é contínua em [a, a + 1], por ser a dife- qual se tem f(c) = 2, ou seja, o gráfico da função f e
rença entre duas funções contínuas. a reta de equação y = 2 intersetam-se num único
g(a) = f(a) – f(a + 1) = –f(a + 1) < 0 ponto de abcissa c no intervalo ]–1, 0[. Pretende-se
g(a + 1) = f(a + 1) – f(a + 2) = f(a + 1) > 0 agora resolver graficamente a equação f(x) = 2 no
Logo, g(a) < 0 < g(a + 1). intervalo ]–1, 0[.
Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, pode y
concluir-se que: 3
∃ c  ]a, a + 1[: g(c) = 0 f
⇔ ∃ c  ]a, a + 1[: f(c) – f(c + 1) = 0
(–0,81; 2) 2
⇔ ∃ c  ]a, a + 1[: f(c) = f(c + 1)

48. g(x) = x – 1 ⇔ g(x) – x + 1 = 0


Seja h(x) = g(x) – x + 1.
A função h é contínua em [g–1(a), a], por ser a
soma de duas funções contínuas.
–1 O x
h(g–1(a)) = g(g–1(a)) – g–1(a) + 1 =
= a – g(a) + 1 = Assim, c ≈ –0,81.
= –g(a) + a – 1
h(a) = g(a) – a + 1 50. A reta s é tangente ao gráfico de g no ponto de
Como g(a) < a – 1 vem que g(a) – a + 1 > 0 e abcissa a. Logo, a sua equação reduzida é do tipo
–g(a) + a – 1 > 0. y = g’(a)x + b.
Logo, h(g–1(a)) < 0 < h(a).

74 Expoente12 • Dossiê do Professor


Como (a, g(a)) é um ponto da reta s, então: Cálculo auxiliar
g(a) = g’(a) × a + b ⇔ b = g(a) – ag’(a) 3 ± 9
–
4×
4 3 ± –
7
x2 =  ⇔ x2 = 
Logo, s: y = g’(a)x + g(a) – ag’(a). 2 2






A reta r é tangente ao gráfico de f no ponto de condição impossível em R
abcissa a. Logo, a sua equação reduzida é do tipo
y = f’(a)x + b. 3
⇔ x = 0 ∨ x2 = 
Como f’(x) = (g(x) + x + 1)’ = g’(x) + 1, então 2
f’(a) = g’(a) + 1 e r: y = (g’(a) + 1)x + b.
⇔ x=0 ∨ x=  23 ∨ x = –  23




Como (a, f(a)) = (a, g(a) + a + 1) é um ponto da






xD xD
reta r, então:
6
g(a) + a + 1 = (g’(a) + 1) × a + b ⇔ x= 
2
⇔ b = g(a) – ag’(a) + 1
Logo, r: y = (g’(a) + 1)x + g(a) – ag’(a) + 1. 6

x 0  +
2
Então:
Sinal de d’ n.d. – 0 +
g’(a)x + g(a) – ag’(a) = (g’(a) + 1)x + g(a) – ag’(a) + 1
⇔ g’(a)x = (g’(a) + 1)x + 1 Variação de d n.d. Mín.


⇔ g’(a)x = g’(a)x + x + 1
⇔ x+1=0 O ponto que está mais próximo do ponto (0, 2) é o
⇔ x = –1
6 3
Conclui-se assim que as retas r e s se intersetam 2 
2 
ponto  ,  e a distância entre os dois pontos é:
num ponto de abcissa –1.
  4 – 3 × 4 + 4 =  4 – 2 + 4 =
6

9 6 9 9
d  =
2
51. A função f’’ é contínua em R, em particular, é con-
tínua em [a, b].
Como as retas tangentes ao gráfico de f’, nos pon-
=  4  = 
9 – 18 + 16 7
2
tos de abcissas a e b, são perpendiculares, então
tem-se que f’’(a) × f’’(b) = –1, ou seja, f’’(a) e f’’(b) 53. Sejam x e y, respetivamente, o comprimento e a
têm sinais contrários, pelo que 0 é um valor inter- largura de um retângulo de perímetro P.
médio entre f’’(a) e f’’(b). P – 2x
2x + 2y = P ⇔ y = 
Conclui-se, então, pelo teorema de Bolzano-Cau- 2
chy, que f’’ tem pelo menos um zero em ]a, b[. Seja A a função que a cada valor do comprimento
do retângulo associa a sua área.
52.
P – 2x Px – 2x2
A(x) = x ×  ⇔ A(x) =  
2 2

 
P
x  0, 
2
2 ’
A’(x) =    = 
Px – 2x P – 4x
2 2
P – 4x P
Seja d a distância entre o ponto P e o ponto (0, 2), A’(x) = 0 ⇔  = 0 ⇔ 4x = P ⇔ x = 
2 4
em função da abcissa do ponto P.
d(x) = (x–0
)2 +(x
2–
2)2, x > 0 x 0
P

P

4 2
d(x) = x
2 +x–
2 4x
2 +
4, x > 0
Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d.
d(x) = x–
4 3x
2 + 4, x > 0
1 →
1 –
Variação de A n.d. Máx. n.d.

d’(x) =  × (x4 – 3x2 – 4) 2 × (4x3 – 6x)


2
P
4x3 – 6x P – 2 × 
4
=  y =  = 
P
2x
4–
3x
2+
4 2 4

d’(x) = 0 ⇔ 4x3 – 6x = 0 ∧ 2x


4–
3x
2+
4≠0 Pode, então, concluir-se que, de todos os retângu-
⇔ x(4x3 – 6) = 0 ∧ x4 – 3x2 +4≠0 los com perímetro P, o quadrado é o que tem a






condição universal
maior área.

Expoente12 • Dossiê do Professor 75


54. Sejam x e y, respetivamente, o comprimento e a 3. Opção (C)
largura de um retângulo de área A. A opção (A) é falsa, já que f(c) > 0 e f’(c) < 0, logo
A f(c) × f’(c) < 0.
x × y = A ⇔ y = 
x A opção (B) é falsa, porque f’(c) < 0 e f’’(c) < 0, logo
Seja P a função que a cada valor do comprimento f’(c) × f’’(c) > 0.
do retângulo associa o seu perímetro.
A opção (C) é verdadeira, uma vez que f(c) > 0 e
A
P(x) = 2x + 2 ×  f’’(c) < 0, logo f(c) × f’’(c) < 0.
x
x  ]0, A[ A opção (D) é falsa, já que f(c) > 0, f’(c) < 0 e
f’’(c) < 0, logo f(c) × f’(c) × f’’(c) > 0.
2A 2x2 – 2A
 
A ’
P’(x) = 2x + 2 ×  = 2 – 2 = 
x x x2 4. Opção (D)
2x2 – 2A
P’(x) = 0 ⇔  =0
x2 x – a b c +

⇔ 2x2– 2A = 0 ∧ x2 ≠0 Variação de h’ Máx. Mín.



⇔ x2 = A ∧ x ≠ 0
⇔ x = A Sinal de h’’ + + + 0 – 0 +

Sentido das
x 0 
A A concavidades ∪ ∪ P.I. ∩ P.I. ∪
do gráfico de h
Sinal de P’ n.d. – 0 + n.d.
→ As abcissas dos pontos de inflexão do gráfico de h
Variação de P n.d. Mín. n.d.

são b e c.
A
y =  = 
A
A 5. Opção (C)
A segunda derivada de um polinómio de grau 7 é
Pode, então, concluir-se que, de todos os retângu-
um polinómio de grau 5. Logo, o número de zeros
los com área A, o quadrado é o que tem o menor
deste polinómio pode variar entre 1 e 5.
perímetro.

Grupo I I
1. Sejam A e B os acontecimentos:
A: “Aperceber-se da iniciativa.”
Teste Final B: “Comprar o perfume.”
Páginas 78 a 81 ) = 0,4 ⇔ P(A) = 0,6
P(A
P(B) = 0,55
Grupo I
2 P(B ∩ A) 2
P(B | A) =  ⇔  = 
1. Opção (A) 3 P(A) 3
O número de casos favoráveis é 12, que correspon- 2
⇔ P(A ∩ B) =  × 0,6
de ao número de arestas do octaedro. 3
O número de casos possíveis é 6C2, que é o número ⇔ P(A ∩ B) = 0,4
de maneiras de escolher ao acaso dois dos seis
P(B ∩ 
A)
vértices do octaedro. 1.1. P(B | 
A) =  =
12 )
P(A
Assim, a probabilidade pedida é 
6C
.
2 P(B) – P(A ∩ B)
=  =
)
P(A
2. Opção (B)
0,55 – 0,4
A linha do triângulo de Pascal com 17 elementos é =  =
0,4
a linha cujos elementos são da forma 16Cp. Nessa
3
linha, os dois primeiros elementos e os dois últi- = 
8
mos são menores ou iguais a 16. Logo, os restan-
tes 13 elementos são maiores do que 16. 1.2. 2! × 3! × 4! × 3! = 1728
13
Assim, a probabilidade pedida é . 1.3. Seja x a medida de um dos catetos do triângulo
17
[ABC] e seja y a medida do outro cateto.

76 Expoente12 • Dossiê do Professor


1 2
Pelo teorema de Pitágoras: Assim, n ≤ un ≤ , ∀ n  N.
4 4n
x2 + y2 = (2r)2 ⇔ y2 = 4r2 – x2 1 2
Como lim n = 0 e lim n = 0, então, pelo teore-
Logo, y = 4r2–x2. 4 4
Seja A a função que a cada valor de x faz corres- ma das sucessões enquadradas, lim un = 0.
ponder a área do triângulo [ABC].
3. A função h é contínua em [a, b], por se tratar da dife-
x × 4
r2–x2 x
A(x) =  =  × 4 r2–x2 rença entre duas funções contínuas neste intervalo.
2 2
(x  ]0, 2r[) Como g(x) > 0, ∀ x  [a, b], em particular, g(b) > 0.
g(b) 1
h(a) = 2g(a) – g(b) = 2 ×  – g(b) = –  g(b) < 0

x ’ x
A’(x) =  × 4
r2–x2 +  × (4r2–x2)’ = 4 2
2 2
1 h(b) = 2g(b) – g(b) = g(b) > 0
1 x 1 –
=  4
r2–x2 +  ×  (4r2 – x2) 2 × (–2x) = Assim, h(a) < 0 < h(b).
2 2 2
1 x2 Então, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, pode con-
=  4
r2–x2 –  = cluir-se que ∃ c  ]a, b[: h(c) = 0, ou seja, a função
2 24
r2–x2
h tem pelo menos um zero.
4r2 – x2 – x2
=  =
24 r2–x2 4.
– 2r2 x2 P(5) – P(1)
=  = 4.1. t.m.v.[1, 5] =  =
4r–x2
2 5– 1
(30 × 52 – 53) – (30 × 12 – 13)
2r2 – x2 =  =
A’(x) = 0 ⇔  = 0 4
4r2–x2 = 149
⇔ 2r2 – x2 = 0 ∧ 4r2–x2 ≠ 0
Logo, t.m.v.[1, 5] = 149 doentes/dia
⇔ x2 = 2r2 ∧ x2 ≠ 4r2
P’(d) = 60d – 3d2
⇔ x =  2r ∨ x = – 2r
P’(5) = 60 × 5 – 3 × 52 = 225
Logo, P’(5) = 225 doentes/dia.
x 0 2 r 2r
4.2. P(d) = 0 ⇔ 30d 2 – d 3 = 0
Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d.
⇔ d 2(30 – d) = 0

Variação de A n.d. Máx. n.d. ⇔ d = 0 ∨ d = 30

P’(d) = 60d – 3d 2
Se x = 
2r, então: P’(d) = 0 ⇔ 60d – 3d 2 = 0
⇔ 3d(20 – d) = 0
y = 
4
r2–(
2
r)2 = 4

r2–
2
r2 = 
2
r2 = 
2r=x
⇔ d = 0 ∨ d = 20
A área é máxima para x =  2 e, nesse caso, o d 0 20 30
outro cateto também tem medida r 2. Assim, os
triângulos que têm área máxima têm dois catetos Sinal de P’ 0 + 0 – –

iguais, ou seja, são isósceles. Mín. Máx. → Mín.


Variação de P

P(0) = 0 P(20) = 4000 P(30) = 0

2. Teorema das sucessões enquadradas:


P’’(d) = 60 – 6d
Dadas duas sucessões (u n ) e (v n ) convergentes
P’’(d) = 0 ⇔ 60 – 6d = 0 ⇔ d = 10
com o mesmo limite l e uma sucessão (wn) tal que
a partir de certa ordem un ≤ wn ≤ vn, então (wn) é d 0 10 30
convergente e lim wn = l.
Sinal de P’’ + + 0 – –
Para qualquer n  N,

nπ 2 Variação de P’ Mín. Máx. Mín.
  

0 ≤ sen  ≤1
4 O número de doentes aumentou durante os primei-

  4  ≤ 2
2
1 ≤ 1 + sen  ros 20 dias, atingindo o máximo de 4000 pessoas
infetadas em t = 20 e tendo diminuído a partir daí;

1 + sen 
2
após 30 dias, a doença foi considerada erradicada e
1 4 2 o momento em que a doença se estava a propagar
 ≤  ≤ 
4n 4n 4n com maior rapidez foi em t = 10.

Expoente12 • Dossiê do Professor 77


π 3π
Tema IV – Trigonometria e Funções  
sen –  – 1 – cos 
3 2  
=  =
Trigonométricas 1
0 – 
2
Unidade 1 – Revisões 3
––1–0
2
Páginas 84 a 86 =  =
1
– 
2
= 
3+2
1. Opção (B)
3π π
π π 11π  
c) sen –  + cos (2017π) + cos –  +  
tg (2017π) + sen – 
3    
tg –  + cos 
3 6   2
11π
6

   
 +  = 2018π
+ 9 tg  + cos  =
5π 11π
cos 
3  sen 
2   π
6

2
π
  
3
= sen  – 1 +  + 9 tg –  + cos (1009π) =
2 2 6
π π π

tg (π) – sen 
3
–tg  + cos –     3
 
3 6 3
=  +  = =1–1+  +9× –  –1=
π 3π
   
2 3
cos –  sen 
3 2
3
3 
3 =  – 3
3–1=
0–  –
3+  2
2 3
=  +  =
1

–1 53
2 = –1 – 
2
23
= – 
3+  =
3 3. Tem-se que:
π 2

 
3 1 1
= – tg (–x) –  cos –  – x +  sen (π + x) = 
3 2 2 2 2
π 2
 
1 1
⇔ tg (–x) –  cos  + x –  sen x = 
2 2 2 2
2.
7π 7π 1 1 2
4  6 
tg  – sen –  × cos (2018π)  ⇔ –tg x +  sen x –  sen x = 
2 2 2
a)  π 4π = 2
 
2 cos –  × sen 
3 3   ⇔ –tg x = 
2

π π 2
4
=  =
  6  
–tg  – sen  × cos (0) ⇔ tg x = – 
2
π 4π
3 
2 cos  × sen 
3   Então:
1 1 1
1 1 + tg2 x =  ⇔ 1 +  = 
–1 –  × 1 cos2 x 2 cos2 x
2
=  = 3 1
⇔  = 
 2 cos2 x
 
1 3
2 ×  × –  
2 2 2
⇔ cos2 x = 
3 3
– 
2
=  =  =
 3
3

3 
3π π
2 2 
Como x  – , –  , então cos x = –  32
–  6
2 ⇔ cos x = –  .
= 
3 3

Além disso:
7π 3π 5π
3  4  
sen –  + tg  – cos – 
2   2 1
sen2 x + cos2 x = 1 ⇔ sen2 x +  = 1 ⇔ sen2 x = 
b)  2π = 3 3
tg (–13π) + cos 
3  

78 Expoente12 • Dossiê do Professor


3π π 5π π π
2 2 
Como x  – , –  e tg x < 0, então     =
cos  = cos  + 
12 6 4
π π π π
sen x = 31 ⇔ sen x = 
3
. 6   4 – sen 6 sen 4 =
= cos  cos
3
3 2 1 2
Logo: =  ×  –  ×  =
2 2 2 2
π
 
5 sen –  + x – 2 cos (–π – x) + sen (3π – x) =
2
6 – 2
= 
4
π
2  
= –5 sen  – x – 2 cos (π + x) + sen (π – x) =
π π π
= –5 cos x + 2 cos x + sen x =  
12 3 4  
6. sen  = sen  –  =

π π π π
     
= –3 cos x + sen x =
= sen  cos  – cos  sen  =
6 3 3 4 3 4
3 3
= –3 × –  +  =  3 2 1 2
=  ×  –  ×  =
3 2 2 2 2
= 6
+ 
3 6 – 2
= 
4
4.
π π π
^
a) PQ R = α  
12  
cos  = cos  –  =
3 4
Logo, R
Q = 4 cos α e R
O = 4 sen α. π π π π
Então: 3  
= cos  cos  + sen  sen  =
4 3 4   
4 cos α × (2 × 4 sen α) 1 2 3 2
A(α) =  = 16 sen α cos α =  ×  +  ×  =
2 2 2 2 2

1 2 + 6
b) A(α) =  × π × 16 ⇔ A(α) = 2π = 
8 4

11π 11π
y
   
7. sen  + cos  =
12 12
y = 2π
2π π 2π π
(0,45; 6,28) (1,12; 6,28)
 3  
4 
= sen  +  + cos  +  =
3 4
A 2π π 2π π
O π
2
x        
= sen  cos  + cos  sen  +
3 4 3 4
2π π 2π π
π
Logo, α  ]0; 0,45[ ∪ 1,12;  .          
+ cos  cos  – sen  sen  =
3 4 3 4
2 3 2 1
2 1 2
=  ×  –  ×  –  ×  –
2 2 2 2 2 2
3 2 2
–  ×  =– 
2 2 2

Unidade 2 – Fórmulas de trigonometria 8.


π π π π 2
Páginas 87 a 92
     
a) 2 sin  cos  = sin 2 ×  = sin  = 
8 8 8 4 2  
5π π π
12  
5. sen  = sen  + 
6 4  = π
8 
π
8  
π
8 
π
4
b) cos2  – sin2  = cos 2 ×  = cos  =  
π π π π
= sen  cos
6   4 + cos 6 sen 4 = 2
= 
2
1 2 3 2
=  ×  +  ×  = 5π 5π 5π 5π
       
2 2 2 2 1
c) sin  cos  =  × 2 sin  cos  =
8 8 2 8 8
2 + 6 5π
= 
 
1
4 =  sin 2 ×  =
2 8

Expoente12 • Dossiê do Professor 79


5π Perímetro = 
A
B+
B
C+
A
C=
 
1
=  sin  =
2 4 1 1
= 2 +  +  =
2 2 cos (2α) cos (2α)
 
1
=  × –  = – 
2 2 4 2cos (2α) + 2
=  =
cos (2α)
9. Tem-se que: 2(cos2 α – sen2 α) + 2
=  =
π π cos (2α)
   
1 1 2
 sen  + x = –  ⇔ sen  + x = – 
2 2 5 2 5 2cos2 α – 2sen2 α + 2
=  =
2 cos (2α)
⇔ cos x = – 
5
2cos2 α – 2(1 – cos2 α) + 2
Então: =  =
cos (2α)
4
sen2 x + cos2 x = 1 ⇔ sen2 x +  = 1 2cos2 α – 2 + 2 cos2 α + 2
25 =  =
cos (2α)
21
⇔ sen2 x =  4 cos2 α
25 = 
cos (2α)
Como x  ]–π, 0[, então sen x = – 22 51 11.
21
⇔ sen x = –  .
5 a) sen (2x) + sen x = 0
⇔ 2 sen x cos x + sen x = 0
Assim:
⇔ sen x (2 cos x + 1) = 0
sen (2x) = 2 sen x cos x = ⇔ sen x = 0 ∨ 2 cos x + 1 = 0
21 42 1
   
2 1 ⇔ sen x = 0 ∨ cos x = – 
= 2 × –  × –  =  2
5 5 25
4 21 17 2π 2π
cos (2x) = cos2 x – sen2 x =  –  = –  ⇔ x = kπ ∨ x =  + 2kπ ∨ x = –  + 2kπ, k  Z
25 25 25 3 3

4
2 1
1 b) sen x cos x = 
 2
sen (2x) 2525 42
1
tg (2x) =  =  = –  ⇔ 2 sen x cos x = 1
cos (2x) 17 17
–  ⇔ sen (2x) = 1
25
Logo: π
⇔ 2x =  + 2kπ, k  Z
sen (–2x) – 2 tg (π – 2x) – cos (13π + 2x) = 2
= –sen (2x) – 2 tg (–2x) – cos (π + 2x) = π
⇔ x =  + kπ, k  Z
4
= –sen (2x) + 2 tg (2x) + cos (2x) =
42 42
  c) 
1 1 17 3 cos x + sen x = –2
= –  + 2 × –  –  =
25 17 25
3 1
⇔  cos x +  sen x = –1
17 2682
1 2 2
= –  – 
25 425 π π
 
⇔ sen  cos x + cos  sen x = –1
3 3
1 1
10. cos (2α) =  ⇔ 
A
C =  π

AC cos (2α)  
⇔ sen  + x = –1
3
π π
⇔  + x = –  + 2kπ, k  Z
3 2

⇔ x = –  + 2kπ, k  Z
6

d) 5 cos x – 3 = cos (2x)


⇔ cos (2x) – 5 cos x + 3 = 0
⇔ cos2 x – sen2 x – 5 cos x + 3 = 0
⇔ cos2 x – (1 – cos2 x) – 5 cos x + 3 = 0
⇔ 2 cos2 x – 5 cos x + 2 = 0

80 Expoente12 • Dossiê do Professor


5π π
Considerando a mudança de variável y = cos x, ⇔ x = 2kπ ∨ x =  –  + 2kπ, k  Z
6 6
vem que:

2y2 – 5y + 2 = 0 ⇔ x = 2kπ ∨ x = –  + 2kπ, k  Z
6
5 ± 
2
5–
4
×2

×2 2π
⇔ y =  ⇔ x = 2kπ ∨ x = –  + 2kπ, k  Z
2×2 3
5+3 5–3
⇔ y=  ∨ y=  2 2 3
4 4 c)  sin x –  cos x = 
2 2 2
1
⇔ y = 2 ∨ y =  π π 3
2
4   4  
⇔ sin  sin x – cos  cos x = 
2
Substituindo y por cos x, vem que:
π 3
1
cos x = 2 ∨ cos x = 

⇔ cos  + x = 
4  2
2 π π π π




condição impossível ⇔  + x =  + 2kπ ∨  + x = –  + 2kπ, k  Z


4 6 4 6
π
⇔ cos x = cos 
3  π 5π
⇔ x = –  + 2kπ ∨ x = –  + 2kπ, k  Z
12 12
π π
⇔ x =  + 2kπ ∨ x = –  + 2kπ, k  Z
3 3 6
d) sin x + cos x = – 
2
2 sen x + 1
e) sen (2x) + cos x = –  2 2 3
2 ⇔  sin x +  cos x = – 
2 2 2
2 sen x + 1
⇔ 2 sen x cos x + cos x = –  π π 3
2  
4  
⇔ sin  sin x + cos  cos x = – 
4 2
⇔ 4 sen x cos x + 2 cos x = –2 sen x – 1
π 3
⇔ 2 cos x (2 sen x + 1) + 2 sen x + 1 = 0 4  2
⇔ cos  – x = – 
⇔ (2 sen x + 1) (2 cos x + 1) = 0
π 5π π 5π
⇔ 2 sen x + 1 = 0 ∨ 2 cos x + 1 = 0 ⇔  – x =  + 2kπ ∨  – x = –  + 2kπ, k  Z
4 6 4 6
1 1 7π 13π
⇔ sen x = –  ∨ cos x = –  ⇔ x = –  + 2kπ ∨ x =  + 2kπ, k  Z
2 2 12 12
π 7π 2π
⇔ x = –  + 2kπ ∨ x =  + 2kπ ∨ x =  + 2kπ ∨ 1
6 6 3 e) cos2 x – sin2 x = 
2

∨ x = –  + 2kπ, k  Z 1
3 ⇔ cos (2x) = 
2
12. π π
⇔ 2x =  + 2kπ ∨ 2x = –  + 2kπ, k  Z
1 3 3 3
a)  sin x +  cos x = 1 π π
2 2 ⇔ x =  + kπ ∨ x = –  + kπ, k  Z
6 6
π π
6  
⇔ sin  sin x + cos  cos x = 1
6   π 5π
⇔ x =  + kπ ∨ x =  + kπ, k  Z
6 6
π
6  
⇔ cos  – x = 1
f) cos (2x) – 3 sin x – 2 = 0
π
⇔  – x = 2kπ, k  Z ⇔ cos2 x – sin2 x – 3 sin x – 2 = 0
6
⇔ 1 – sin2 x – sin2 x – 3 sin x – 2 = 0
π
⇔ x =  + 2kπ, k  Z ⇔ 2 sin2 x + 3 sin x + 1 = 0
6
–3 ± 9
–
4
× 2×
1
⇔ sin x = 
1 3 1 2×2
b)  cos x –  sin x = 
2 2 2 –3 ± 1
⇔ sin x = 
π π 4
   
1
⇔ sin  cos x – cos  sin x = 
6 6 2 1
⇔ sin x = –  ∨ sin x = – 1
π 2
⇔ sin  – x = 
1
6 2 7π π 3π
⇔ x =  + 2kπ ∨ x = –  + 2kπ ∨ x =  + 2kπ,
π π π 5π 6 6 2
⇔  – x =  + 2kπ ∨  – x =  + 2kπ, k  Z
6 6 6 6 kZ

Expoente12 • Dossiê do Professor 81


sin (2x) 15.
g)  =  3 0
sen (3x)  0 

1 + cos (2x) 3 × sen (3x)

⇔ 
2 sin x cos x
= 
3
a) lim  = lim  =
x→0 x x→0 3x 
1 + cos2 x – sin2 x Mudança de variável:
2 s i n x cos x 3x = y
⇔   =  3
2 cos2 x Se x → 0, então y → 0.
si n x sen y
⇔  =  3 = 3 × lim  = 3 × 1 = 3
c os x x→0 y








⇔ tan x = 
3 limite notável
0
π 4x  0 

⇔ x =  + kπ, k  Z b) lim  = 4 × lim  = 4 × 
x 1
3 x → 0 se n x x → 0 sen x sen x =
lim 
x→0 x
13. 1
= 4 ×  = 4
1
a) (sen x + cos x)2 = sen2 x + 2 sen x cos x + cos2 x = 0
sen (2x)  0  1

= sen2 x + cos2 x + sen (2x) = sen (2x)
c) lim  = –  lim  =






x→0 –5x 5 x→0 x


= 1 + sen (2x)

2x × 2 =
1 sen (2x)
b) cos (2x) = cos2 x – sen2 x = 1 – sen2 x – sen2 x = = –  lim
5 x→0
= 1 – 2 sen2 x
2 sen (2x)
= –  lim  =
sen2 x 5 x→0 2x
1– 
1 – t g2 x  cos2 x sen2 x
c)   2
1 + tg x
=

1
= 1–
co

s 2x
× cos2 x =   Mudança de variável:
2x = y
cos2 x
Se x → 0, então y → 0.
= cos2 x – sen2 x = cos (2x) 2 sen y 2 2
= –  lim  = –  × 1 = – 
5 y→0 y 5 5
0
sen (2x)  0 


d) lim  =
x → 0 sen (3x)
sen x
 
sen (2x) x
Unidade 3 – O limite notável lim  = lim  ×  =
x→0 x sen (3x)
x→0 x
sen (2x) x
Páginas 93 a 98 = lim  × lim  =
x→0 x x → 0 sen (3x)

 
sen (2x) 1
14. = lim  × 2 ×  =
x→0 2x sen (3x)
sen x sen π 0 lim 
x→0
a) lim  =  =  = 0 x
x→π x π π Mudança de variável:
cos x cos π 1 2x = y
b) lim  =  = – 
x→π x π π Se x → 0, então y → 0.

 
sen y 1
c) lim 3π tg2 x = tg2  = (–1)2 = 1 = 2 lim  ×  =
x→  4 y→0 y sen (3x)
4 lim  × 3
x→0 3x
π

+
d) lim tg x = tg  = – Mudança de variável:
2
 
+
π
x → –
2 3x = z
cos x cos 0 1 Se x → 0, então z → 0.
e) lim  =  = 
x→0 x 0 0 1
= 2 × 1 ×  =
sen z
Cálculo dos limites laterais: 3 × lim 
z→0 z

cos x 1 1
lim +  =  = + ⎪ = 2 × 1 ×  =
x→0 x 0+ limites laterais

⎪ 3×1
diferentes 2
= 

cos x 1
lim –  = – = – 3
x→0 x 0 0
sen x  0 


 
cos x sen x 1
Conclui-se que lim  não existe. e) lim  = lim  × 2 =
x→0 x x→0 x3 x→0 x x
π π π sen x 1
     = +

f) lim tg  = tg  =  = lim  × lim 2 =
x→2
+ + x→0 x x→0 x
x 2 2

82 Expoente12 • Dossiê do Professor


1 0
tg (π + x)  0 

= 1 ×  = tg x
0+ k) lim   = lim  =
x → 0 –x2 + x x → 0 x(– x + 1)
= +
sen x 1
0 = lim  × lim  =
sen x  0

x→0 x x → 0 (–x + 1) cos x
 
sen x 1
f) lim  = lim  ×  =
x→0 x2 x→0 x x =1×1=1
sen x 1 1 0
1 – cos x  

= lim  × lim  = 1 ×  0 1 – cos2 x
x→0 x x→0 x 0 l) lim  2
= lim  2
=
x→0 x x → 0 x (1 + cos x)
Cálculo dos limites laterais: sen x sen x 1
= lim  × lim  × lim  =
 
sen x sen x 1 1 ⎩
limites x→0 x x→0 x x → 0 1 + cos x
lim + 2
=  ×  = 1 ×  = + ⎪
x→0 x x x 0+ ⎨
laterais 1 1
⎪ = 1 × 1 ×  = 
 =  ×  = 1 ×  = –
sen x sen x 1 1 ⎧
diferentes 2 2
lim 0
cos (2x) + sen x  0 
– 2 – 
x→0 x x x 0
m) lim π   =
sen x x → – sen (2x) + cos x
Conclui-se que não existe lim . 6
x→0 x2
cos2 x – sen2 x + sen x
0 = lim  =
x  
 π
x 0 x cos x x → – 2 sen x cos x + cos x
g) lim  = lim  = lim  = 6
x → 0 5 tg x x→0 5 s en x x → 0 5 sen x
 1 – 2 sen2 x + sen x
cos x = lim π  =
x → – cos x (2 sen x + 1)
 
x cos x 6
= lim  ×  =
x → 0 sen x 5 1 + 2 sen x – 2 sen2 x – sen x
= lim π  =
x cos x x → – cos x (2 sen x + 1)
= lim  × lim  = 6
x → 0 sen x x→0 5
(1 + 2 sen x) – sen x (2 sen x + 1)
1 1 1 1 1 = lim π  =
=  sen x × 5 = 1 × 5 = 5
x → –
6
cos x (2 sen x + 1)
lim 
x→0 x (2 sen x + 1)(1 – sen x)
= lim π  =
x → – cos x (2 sen x + 1)
0 6
sen x  0 


h) lim  = 1
x→π x –π 1 + 
1 – sen x 2 3
= lim π   =  =  = 3 
Mudança de variável: x → –
6
cos x 3 3
 
x–π=y ⇔ x=y+π 2
Se x → π, então y → 0.
sen (y + π) π
= lim  = lim  =
–sen y
π ( × 0)
sen 
n 
  
y→0 y y → 0 y
sen y 16. lim n sen  = lim  =
= – 1 × lim  = –1 × 1 = –1 n 1
y→0 y 
n
π

0
cos x 0 sen 
i) lim π  = n
x→  3π = lim  × π =
2  – 3x π
2 
n
Mudança de variável: Mudança de variável:
3π 3π π y π
y =  – 3x ⇔ 3x =  – y ⇔ x =  –   = x
2 2 2 3 n
π Se n → +, então x → 0.
Se x → , então y → 0.
2
x × π = 1 × π = π
sen x
= lim
π y x→0
  
y
cos  –  sen 
2 3 3 n  N, n → +
= lim  = lim  y =
y→0 y y→0

3

y 17. A função g é contínua se e somente se
sen 
3 1 1 1
 ×  = 1 ×  =  π
= lim

y →0
3
y

3
3 3 3 lim π
x→ 
2

g(x) = g  .
2
0
tg x  0

π

sen x 1
j) lim  = lim  × lim  = 1 × 1 = 1 • g  = k
x→0 x x → 0 x x → 0 cos x 2

Expoente12 • Dossiê do Professor 83


4 cos x –3x
• lim π g(x) = lim π  =  
x→  x →  π – 2x f(x) x – sen (2x)
2 2
m = lim  = lim  =
x → + x x → + x
π
cos y – 
= 4 lim  =
2   = lim
x → +

–3

y→0 2y x – sen (2x)
sin y
= 2 lim  = 2 × 1 = 2 Para qualquer x  ]1, +[
y→0 y –1 ≤ sen (2x) ≤ 1
Mudança de variável: –1 ≤ –sen (2x) ≤ 1
π π x – 1 ≤ x – sen (2x) ≤ x + 1
y = x –  ⇔ x = y + 
2 2 3 3 3
 ≥  ≥ 
π x – 1 x – sen (2x) x + 1
Se x → , então y → 0.
2 3 3 3
π –  ≤ –  ≤ – 
Assim, para que g seja contínua em x =  tem de x–1 x – sen (2x) x+1
2
– 
x – 1
 = lim  = 0, então,
3 3
se ter k = 2. Como lim
x → + x → +
x+1
pelo teorema das funções enquadradas, tem-se
18.
–3
que lim   = 0.
a) A função f é contínua em x = 0 se e somente se x → + x – sen (2x)

lim f(x) = f(0). –3


x→0 b = lim f(x) = lim  =
x → + x → + x – sen (2x)
–3x
lim + f(x) = lim +  = –3
= lim 
x→0 x → 0 x – sen (2x)
x → + sen (2x)
–3 1 – 
= lim –  = x
x→0 sen (2x)
1 –  Para qualquer x  R+,
x
–1 ≤ sen (2x) ≤ 1

 
3
= lim + –  = 1 sen (2x) 1
x→0 sen (2x) –  ≤  ≤ 
1 – lim  × 2 x x x
2x → 0 2x

– x = lim
3 1 1
= –  = 3 Como lim  = 0, então, pelo teore-
1–1×2 x → + x x → +

sen (x2) + 1 – cos x ma das funções enquadradas, tem-se que


lim – f(x) = lim –  =
x→0 x→0 1 – cos x sen (2x)
lim  = 0.
x → + x
sen (x2)
= lim –  +1=
x → 0 1 – cos x
–3 3
sen (x2) (1 + cos x) Assim, lim  = –  = –3.
= lim  +1= x → + sen (2x) 1 –0
x→0

1 – cos2 x 1 – 
x
sen (x2) x Logo, a reta de equação y = –3 é assíntota horizon-
= lim  + × lim –  ×
x →0
2 x2 x → 0 sen x tal ao gráfico de f.
x
× lim –  × lim – (1 + cos x) + 1 =
x → 0 sen x x→0 c) Seja g(x) = f(x) – x.
=1×1×1×2+1=3 A função g é contínua em ]–2π, +[, por se tratar
da diferença entre duas funções contínuas neste
Como f(0) = lim + f(x) = lim – f(x), então f é contínua
x→0 x→0 intervalo, em particular, g é contínua em [0, π].
em x = 0.
g(0) = f(0) – 0 = 3 – 0 = 3
b) A função f é contínua em ]–2π, +[, logo o único –3π –3π
g(π) = f(π) – π =  – π =  – π = –3 – π
candidato a assíntota vertical é a reta de equação π – sen (2π) π
x = –2π. Logo, g(π) < 0 < g(0).
sen (x2) + 1 – cos x
lim + f(x) = lim +  = Assim, pelo teorema de Bolzano-Cauchy,
x → (–2π) x → (–2π) 1 – cos x
∃ c  ]0, π[: g(c) = 0 ⇔ ∃ c  ]0, π[: f(c) – c = 0
sen (4π2) ⇔ ∃ c  ]0, π[: f(c) = c, ou seja, a equação f(x) = x
=  = +
0+ tem pelo menos uma solução no intervalo ]0, 2π[.
A reta de equação x = –2π é assíntota vertical ao
gráfico de f.

84 Expoente12 • Dossiê do Professor


f(x) – f(0)
Unidade 4 – Derivadas de funções trigonométricas c) f ’(0) = lim  =
x→0 x– 0
Páginas 99 a 109 tan (2x)
= lim  =
x→0 x
19.
f(x) – f(0) sin (2x) sin (2x)
a) f’(0) = lim  = lim  = = lim  =
x → 0 x cos (2x)
x→0 x– 0 x→0 x
sin (2x) sin (2x) 1
= lim  × 2 = 1 × 2 = 2 = lim  × lim  =
x→0 x x → 0 cos (2x)
2x → 0 2x
f(x) – f(π) si n (2x) sin (2x) 1
f’(π) = lim  = lim  = = – lim  × 2 × lim  =
2x → 0 2x x → 0 cos (2x)
x→π x– π x→π x –π
=1×2×1=2
Mudança de variável:
f(x) – f(π)
y=x–π ⇔ x=y+π f ’(π) = lim  =
x→π x– π
Se x → π, então y → 0. tan (2x)
= lim  =
sin (2y + 2π)
x→π x –π
= lim  = Mudança de variável:
y→0 y
sin (2y) y=x–π ⇔ x=y+π
= lim  =
y→0 y Se x → π, então y → 0.
sin (2y)
= lim  × 2 = 1 × 2 = 2 tan (2y + 2π)
= lim  =
2y → 0 2y y→0 y
f(x) – f(0) tan (2y)
b) f’(0) = lim  = = lim  =
x→0 x– 0 y→0 y
cos (2x) – 1 sin (2y)
= lim  = = lim  =
x→0 x y → 0 y cos (2y)

cos2 (2x) – 1 sin (2y) 1


= lim  = = lim  × lim  =
x → 0 x(cos (2x) + 1) y→0 y y → 0 cos (2y)

–sin2 (2x) 1 sin (2y) 1


= lim   × lim  = = lim  × 2 × lim  =
x→0 x x → 0 cos (2x) + 1 2y → 0 2y y → 0 cos (2y)

sin (2x) =1×2×1=2


= – lim  × 2 × lim sin (2x) ×
2x → 0 2x x→0

1 1
× lim  = –1 × 2 × 0 ×  = 0 20.
x → 0 cos (2x) + 1 2
f(x) – f(π) a) f’(x) = (3 sen x + 4)’ = (3 sen x)’ + 4’ = 3 cos x
f’(π) = lim  =
x→π x– π b) f’(x) = (x2 – cos x)’ = (x2)’ – (cos x)’ = 2x + sen x
cos (2x) – 1
= lim  = c) f ’(x) = (sen (5x + π))’ = (5x + π)’ cos (5x + π) =
x→π x–π
= 5 cos (5x + π)
Mudança de variável:
y=x–π ⇔ x=y+π
 
cos (2x)
d) f’(x) =  ’ =
x
Se x → π, então y → 0.
(cos (2x))’ × x – (cos (2x)) × x’
cos (2y + 2π) – 1 =  =
= lim  = x2
y→0 y –2sen (2x) × x – cos (2x)
=  =
cos (2y) – 1 x2
= lim  =
y→0 y 2x sen (2x) + cos (2x)
cos2 (2y) – 1 = – 
= lim  = x2
y → 0 y (cos (2y) + 1)

sin2 (2y) –1 e) f’(x) = (sen3 (5x))’ = 3 sen2 (5x) × (sen (5x))’ =


= lim  × lim  = = 3 sen2 (5x) × 5 × cos (5x) =
y→0 y y → 0 cos (2y) + 1
sin (2y) = 15 sen2 (5x) cos (5x)
= lim  × 2 × lim sin (2y) ×
2y → 0 2y y→0
21.
 
–1 1
× lim   = 1 × 2 × 0 × –  = 0
y → 0 cos (2y) + 1 2 a) f’(x) = (sen x + cos x)’ = cos x – sen x

Expoente12 • Dossiê do Professor 85


 
cos x
b) f ’(x) =  ’ = (3 cos x)’(1 + sin x) – 3 cos x (1 + sin x)’
sen x =  =
(1 + sin x)2
(cos x)’ × sen x – (cos x) × (sen x)’
=  = –3 sin x (1 + sin x) – 3 cos x cos x
sen x2 =  =
(1 + sin x)2
–sen x × sen x – cos x × cos x
=  = –3 sin x – 3 sin2 x – 3 cos2 x
=  =
sen x2
(1 + sin x)2
–sen2 x – cos2 x
= = –3 sin x – 3(sin2 x + cos2 x)
=  =
sen2 x (1 + sin x)2
1
= –  =
–3 sin x – 3
=
sen2 x (1 + sin x)2
c) f’(x) = (cos (x2) – 3 sen2 x)’ = (cos (x2))’ – 3 × (sen2 x)’ = –3(1 + sin x)
= =
= –(x2)’ sen (x2) – 3 × 2 sen x × (sen x)’ = (1 + sin x)2
= –2x sen (x2) – 6 sen x cos x 3
= – 
1 + sin x
d) f ’(x) = (tg x × sen x)’ = (tg x)’ × sen x + (tg x) × (sen x)’ =
1
 
1
=  × sen x + tg x × cos x = c) f’(x) = tan x +  ’ =
cos2 x tan x
sen x 1 sen x
 
1 cos x
=  ×  +  × cos x = =  +  ’ =
cos x cos x cos x cos2 x sin x
tg x 1 (cos x)’ sin x – cos x (sin x)’
=  + tg x × cos x = =  +  =
c os x cos2 x sin2 x

 
1 1 –sin x sin x – cos x cos x
= tg x  + cos x =  +  =
cos x cos2 x sin2 x
2 1 1
e) f’(x) = (tg (2x) + x)’ =  +1 =  – 
cos2 (2x) cos2 x sin2 x

  
1

 
3 – cosx ’ 3 – cos x 
 2 ’=
  
5 1   = 
f) f’(x) =  – cos  ’ = d) f’(x) =
3 – sin (3x) 3 – sin (5x)
tg x x
1

   
5’ × tg x – 5 × (tg x)’ 1 3 – cos x –  3 – cos x ’
  =    2   =
1 ’ 1
=  +  × sen  = 2 3 – sin (5x) 3 – sin (5x)
tg2 x x x
(3 – cos x)’ (3 – sin (5x)) – (3 – cos x)(3 – sin (5x))’
5 × 
1 
(3 – sin (5x))2
cos2 x 1’ × x – 1 × x’

1 = ——————————————————————————— =
= –  +  × sen  =

tg2 x x2 x 3 – cosx
2  
3 – sin (3x)

5 1 1
= –  2
– 2 × sen  =
sen x x x sin x (3 – sin (5x)) – (3 – cos x)(–5 cos (5x))
cos2 x ×   
cos2 x (3 – sin (5x))2
= ———————————————————————— =

5 1 1

=–  –  sen  3 – cosx
sen2 (5x) x2 x 2  
3 – sin (3x)
g) f’(x) = (tg3 (5x))’ = 3 tg2 (5x) × (tg (5x))’ =
sin x 5 (3 – cos x) cos (5x)
5  + 
=3 tg2 (5x) ×  = 3 – sin (5x) (3 – sin (5x))2
cos2 (5x) = ————————————————————— =
15 sen2 x
= 
cos4 (5x)
2 
3 – cos x

3 – sin (5x)

22.
23.
a) f ’(x) = (3 cos x sin (2x))’ = sen x

= (3 cos x)’ sin (2x) + (3 cos x)(sin (2x))’ = b × h 1 × tg x cos x sen x
a) A䉭 =  =  =  2 = 
= –3 sin x sin (2x) + 3 cos x × 2 cos (2x) = 2 2  2 cos x
= –3 sin x sin (2x) + 6 cos x cos (2x) 1

 
3 cos x
b) f’(x) =  ’ =
1 + sin x

86 Expoente12 • Dossiê do Professor


24. α 0
π

π

h 4 2
a) sen x = 1
2 Sinal de A’ n.d. + 0 – n.d.
⇔ h1 = 2 sen x
Variação de A n.d. Máx. n.d.


π


 
y
sen  – x = 
2 2
π
⇔ y = 2 cos x Logo, a área é máxima para α = .
4
h2 = 2 – y =
= 2 – 2 cos x 26.
A[ABPD] = A䉭[APB] + A䉭[APD] = a) f’(x) = (sen x + cos x)’ = cos x – sen x
2×h 2×h f’(x) = 0 ⇔ cos x – sen x = 0
= 1 + 2 =
2 2 ⇔ cos x = sen x
= h1 + h2 = π
⇔ x =  + kπ, k  Z
= 2 sen x + 2 – 2 cos x = 4
= 2(1 + sen x – cos x) π 5π
Em [0, 2π] os zeros de f’ são  e .
b) P[ABPD] = 
A
B+
A
D+
B
P +
P
D 4 4
π 5π
Cálculo de 
P
D: x 0   2π
4 4
2

P
D2 = h2 + (2 – h1)2 Sinal de f’ + + 0 – 0 + +
⇔ 
P
D2 = (2 – 2 cos x)2 + (2 – 2 sen x)2
Variação de f Mín. Máx. Mín. Máx.



⇔
P
D2 = 4 – 8 cos x + 4 cos2 x + 4 – 8 sen x + 4 sen2 x
⇔ 
P
D2 = 8 – 8 cos x – 8 sen x + 4 (cos2 x + sen2 x) π 5π
f(0) = 1  
f  = 
2   f  = – 
2
f(2π) = 1






1
4 4
π 5π
⇔ D = 
P 1
2–
8c
osx–
8s
e
nx, 
P
D>0  4  4 
f é estritamente crescente em 0,  e em , 2π ;
P[ABPD] = 2 + 2 + 2 + 
1
2–
8c
osx–
8s
e
nx =
π 5π
f é estritamente decrescente em , ;
= 6 + 4
(3–
2c
osx–
2s
e
nx) = 4 4
= 6 + 2 3
–2cosx–2senx 1 é mínimo relativo para x = 0;
π
25.
2 é máximo absoluto para x = ;
4
R
O × ordenada de P 5π
a) A(α) =  – 
2 é mínimo absoluto para x = ;
2 4
cos α = abcissa de P 1 é máximo relativo para x = 2π;
sen α = ordenada de P
1’ × tg x – 1 × (tg x)’
 
R
O = 2 cos α 1 ’
b) g’(x) =  =  =
tg x tg2 x
2 cos α × sen α
A(α) =  = sen α × cos α –1
2 
cos2 x 1 1
b) A’(α) = (sen α cos α)’ = =  = –  = – 
tg2 x 2
sen x sen2 x
= (sen α)’ cos α + sen α (cos α)’ = cos2 x ×   2
cos x
= cos α cos α + sen α (–sen α) = 1
g’(x) = 0 ⇔ –  = 0, que é uma equação im-
= cos (2α) sen2 x
A’(α) = 0 ⇔ cos (2α) = 0 possível. Logo, g’ não tem zeros.
π π

1
⇔ 2α =  + kπ, k  Z Como –  < 0, ∀ x  ]0, π[ \  , conclui-se
2 sen2 x 2
π
π kπ
⇔ α =  + , k  Z
4 2
que g é estritamente decrescente em ]0, π[ \ 
2 
e não tem extremos.
π π
2 4 
Como α  0,  , então α = .
27.
a) f’(x) = (x2 – (cos x + 1)2)’ = 2x + 2(cos x + 1) sen x

Expoente12 • Dossiê do Professor 87


f ’’(x) = (2x + 2(cos x + 1) sen x)’ = 28. Tem-se que:
= 2 + 2 ((cos x + 1)’ sen x + (cos x + 1)(sen x)’) = 
B
C
cos α =  ⇔ 
B
C = 4 cos α
= 2 + 2 (–sen x sen x + (cos x + 1) cos x) = 4
= 2 + 2 (–1 + cos2 x + cos2 x + cos x) = 
AC
= 2 – 2 + 4 cos2 x + 2 cos x = sen α =  ⇔ 
A
C = 4 sen α
4
= 4 cos2 x + 2 cos x
Seja S a região a sombreado. Então,
f ’’(x) = 0
π × 22 
A
C× B
C 4 sen α × 4 cos α
⇔ 4 cos2 x + 2 cos x = 0 AS =  –  = 2π –  =
2 2 2
⇔ 2 cos x (2 cos x + 1) = 0
= 2π – 8 sen α cos α = 2π – 4 sen (2α)
⇔ 2 cos x = 0 ∨ 2 cos x + 1 = 0
1 Como A é uma função real de variável real contí-
⇔ cos x = 0 ∨ cos x = –  nua em R, em particular, é contínua no intervalo
2
π
π 2π 4π
⇔ x =  + kπ ∨ x =  + 2kπ ∨ x =  + 2kπ, k  Z
2 3 3
 
0,  . Fica assim garantido, pelo teorema de
2
Weierstrass, que A admite máximo e mínimo
π 2π
Como x  [0, 2π], então x =  ∨ x =  ∨ absolutos, ou seja, fica justificado que existe um
2 3
4π 3π valor real de α para o qual a área da região a
∨ x =  ∨ x = . sombreado é mínima.
3 2

π 2π 4π 3π
A’(α) = (2π – 4 sen (2α))’ = –8 cos (2α)
x 0     2π
2 3 3 2
A’(α) = 0 ⇔ –8 cos (2α) = 0
2 cos x + + 0 – – – – – 0 + + ⇔ cos (2α) = 0
2 cos x + 1 + + + + 0 – 0 + + + + π
⇔ 2α = , + kπ, k  Z
2
Sinal de f’’ + + 0 – 0 + 0 – 0 + +
π kπ
⇔ α =  + , k  Z
Sentido das 4 2
concavidades ∪ P.I. ∩ P.I. ∪ P.I. ∩ P.I. ∪ π π
do gráfico de f
2  
Como x  0,  , vem que α = .
4
O gráfico de f tem a concavidade voltada para cima π π
x 0  
π 2π 4π 3π
     
4 2
em 0,  , em ,  e em , 2π e tem a con-
2 3 3 2 Sinal de A’ – 0 +
π 2π
cavidade voltada para baixo em ,  e em   Variação de A Mín.

2 3

4π 3π
3, 2; apresenta quatro pontos de inflexão de O valor de α para o qual a área do triângulo é
π
π 2π 4π 3π mínima é .
abcissas , ,  e . 4
2 3 3 2
1
b) f’(x) = (x2 – (cos x + 1)2)’ = 2x + 2(cos x + 1) sen x 29. f(x) = 
sen x
f’(π) = 2π + 2(cos π + 1) sen π = 2π Df = {x  R: sen x ≠ 0} = R \ {x = kπ, k  Z}
A reta r é do tipo y = 2πx + b. 1 1 1
f(–x) =  =  = –  = –f(x), ∀ x  Df,
f(π) = π2 – (cos π + 1)2 = π2 sen (–x) –sen x sen x
O ponto A, de coordenadas (π, π2), pertence à reta ou seja, f é ímpar.
r, logo π2 = 2π × π + b ⇔ b = –π2. A função é periódica, de período positivo mínimo 2π.
Assim, r: y = 2πx – π2. f(x + 2π) = f(x), ∀x  Df.
π π Assim, basta estudar a função num intervalo de
Se y = 0, então x = . Logo, B , 0 .
2 2   amplitude 2π, como, por exemplo, ]0, 2π[.
Se x = 0, então y = –π2. Logo, C(0, –π2).
Pontos de interseção do gráfico de f com os
Então:
π eixos coordenados:
 × π2 Com o eixo Ox:
2 π3
A[OBC] =  = 
2 4 1
f(x) = 0 ⇔  = 0
sen x

88 Expoente12 • Dossiê do Professor



 
Equação impossível logo, f não interseta o eixo Ox, 1
f  =  = –1

isto é, f não tem zeros.
Com o eixo Oy:
2 sen 
2  
O gráfico de f não interseta o eixo Oy já que 0  Df. f apresenta um mínimo relativo igual a 1 para
π
Assíntotas: x =  + 2kπ, k  Z e um máximo relativo igual a
2
Assíntotas não verticais: 3π
–1 para x =  + 2kπ, k  Z.
Como basta estudar a função no intervalo ]0, 2π[, 2
atendendo à periodicidade da função, não faz senti-
Sentido das concavidades do gráfico de f:
do a análise da existência de assíntotas não verti-
 
–cos x ’
cais. f’’(x) =  =
sen2 x
Assíntotas verticais: (–cos x)’ × sen2 x – (–cos x) × (sen2 x)’
=  =
Df = R \ {x = kπ, k  Z} (sen2 x)2
Em ]0, 2π[: sen x × sen2 x + cos x × 2 × sen x × cos x
=  =
1 1 sen4 x
(1) lim + f(x) = lim +  =  = +
x→0 x → 0 sen x 0+ sen2 x + 2 cos2 x
= 
A reta da equação x = 0 é uma assíntota vertical ao sen3 x
gráfico de f. Atendendo à periodicidade da função, f’’(x) = 0 ∧ x  Df
pode concluir-se que as retas de equação sen2 x + 2 cos2 x
⇔  = 0 ∧ x ≠ kπ, k  Z
x = 2kπ, k  Z são assíntotas do gráfico de f. sen3 x
1 1 ⇔ sen2 x + 2 cos2 x = 0 ∧ x ≠ kπ, k  Z
(2) lim + f(x) = lim +  = – = –
x→π x → π sen x 0 ⇔ sen2 x = –2 cos2 x ∧ x ≠ kπ, k  Z







1 condição impossível, logo f’’ não tem zeros.
e lim + f(x) = = +
x→π 0+
Em ]0, 2π[:
A reta de equação x = π é uma assíntota vertical
ao gráfico de f. Mais uma vez, atendendo à perio- x 0 π 2π
dicidade da função, pode concluir-se que as retas
Sinal de f’ n.d. + n.d. – n.d.
de equação x = π + 2kπ, k  Z são assíntotas ao
gráfico de f. Sentido das
concavidades n.d. ∪ n.d. ∩ n.d.
Assim, de (1) e (2) temos que as retas de equação do gráfico de f
x = kπ, k  Z são assíntotas ao gráfico de f.

Variação de f: f não apresenta pontos de inflexão.

1 ’ 1’ × sen x – 1 × (sen x)’


 
–cos x Representação gráfica:
f’(x) =  =  = 
sen x (sen x) 2 sen2 x

f ’(x) = 0 ∧ x  Df
–cos x
⇔  = 0 ∧ x  Df
sen2 x
⇔ cos x = 0 ∧ x ≠ kπ, k  Z
π
⇔ x =  + kπ, k  Z ∧ x ≠ kπ, k  Z
2
No intervalo ]0, 2π[:
D’f = ]–, –1] ∪ [1, +[
π 3π
x 0  π  2π
2 2
30. Df = {x  R: 1 – cos x ≠ 0} = R \ {2kπ, k  Z}
Sinal de f’ n.d. – 0 + n.d. + 0 – n.d.

Variação de f n.d. Mín. n.d. Máx. n.d. Cálculo auxiliar



1 – cos x = 0 ⇔ cos x = 1 ⇔ x = 2kπ, k  Z


π

1
f  =  = 1
π

2
sen 
2

Expoente12 • Dossiê do Professor 89


sen (–x) –sen x sen x
f(–x) =  = =–  Variação de f:
1 – cos (–x) 1 – cos x 1 – cos x

 
sen x ’
= –f(x), ∀ x  Df, ou seja, f é ímpar. f’(x) =   =
1 – cos x
A função f é periódica, de período positivo mínimo (sen x)’ × (1 – cos x) – sen x × (1 – cos x)’
=  =
2π: f(x + 2π) = f(x), ∀ x  Df (1 – cos x)2
Assim, basta estudar a função num intervalo de cos x (1 – cos x) – sen x (sen x)
=  =
amplitude 2π, por exemplo, ]0, 2π[. (1 – cos x)2

Pontos de interseção do gráfico de f com os cos x – cos2 x – sen2 x


=  =
eixos coordenados: (1 – cos x)2
cos x – 1
Com o eixo Ox: = =
sen x (1 – cos x)2
f(x) = 0 ⇔  =0
1 – cos x 1 – cos x
=– =
⇔ sen x = 0 ∧ x  Df (1 – cos x)2
⇔ x = kπ, k  Z ∧ x ≠ 2kπ, k  Z 1
= – 
⇔ x = π + 2kπ, k  Z 1 – cos x

f’(x) < 0, ∀ x  ]0, 2π[, logo f é estritamente decres-


Os pontos de interseção do gráfico de f com o eixo cente e não tem extremos.
Ox são os pontos da forma (π + 2kπ, 0), k  Z. Sentido das concavidades do gráfico de f:
Com o eixo Oy:
 
–1 ’
O gráfico de f não interseta o eixo Oy já que 0  Df. f’’(x) =   =
1 – cos x
Assíntotas: (–1)’ × (1 – cos x) – (–1) × (1 – cos x)’
=  =
(1 – cos x)2
Assíntotas não verticais:
sen x
Como basta estudar a função no intervalo ]0, 2π[, = 
(1 – cos x)2
atendendo à periodicidade da função, não faz sentido
a análise da existência de assíntotas não verticais. f’’(x) = 0 ∧ x  Df
sen x
Assíntotas verticais: ⇔   = 0 ∧ x ≠ 2kπ, k  Z
(1 – cos x)2
Df = R \ {2kπ, k  Z}
⇔ sen x = 0 ∧ x ≠ 2kπ, k  Z
Em ]0, 2π[: ⇔ x = kπ, k  Z ∧ x ≠ 2kπ, k  Z
0
sen x  0 

⇔ x = π + 2kπ, k  Z
lim + f(x) = lim +   =
x→0 x → 0 1 – cos x
Em ]0, 2π[:
sen x × (1 + cos x)
= lim +  =
x → 0 (1 – cos x)(1 + cos x)
x 0 π 2π
sen x (1 + cos x)
= lim  = Sinal de f’’ n.d. + 0 – n.d.
x→0
+
1 – cos2 x
Sentido das
sen x (1 + cos x)
= lim  = concavidades n.d. ∪ P.I. ∩ n.d.
x→0
+
sen2 x do gráfico de f
1 + cos x
= lim +  = Os pontos de inflexão são os pontos da forma
x→0 sen x
1 + cos 0+ (π + 2kπ, 0), k  Z.
=  =
sen 0+
2 Representação gráfica:
=  =
0+

= +

A reta de equação x = 0 é assíntota vertical ao grá-


fico da função f. Atendendo à periodicidade da fun-
ção, pode concluir-se que as retas de equação
x = 2kπ, k  Z são assíntotas ao gráfico de f. D’f = R

90 Expoente12 • Dossiê do Professor


π
Unidade 5 – Estudo das funções definidas cos (–x) = 0 ⇔ –x =  + kπ, k  Z
2
analiticamente por a sen (bx + c ) + d, π
a cos (bx + c ) + d e a tg (bx + c ) + d, ⇔ x = –  + kπ, k  Z
2
(a, b ≠ 0)
2 cos (3x – π) – 1 = 0
Páginas 110 a 116 1
⇔ cos (3x – π) = 
2
31.
π

2π 2π

a) f’ x +  = cos b x + 
b b   =
⇔ cos (3x – π) = cos 
3 
π π
= cos (bx + 2π) = cos (bx) = f(x) ⇔ 3x – π =  + 2kπ ∨ 3x – π = –  + 2kπ, k  Z
3 3
2π π π
Logo,  é o período de f. ⇔ 3x = π +  + 2kπ ∨ 3x = π –  + 2kπ, k  Z
b 3 3
4π 2π
2π 2π 2π ⇔ 3x =  + 2kπ ∨ 3x =  + 2kπ, k  Z
 b 
b) g x +  = sen b x + 
b   + cos bx + b = 3
4π 2kπ
3
2π 2kπ
= sen (bx + 2π) + cos (bx + 2π) = ⇔ x =  +  ∨ x =  + , k  Z
9 3 9 3
= sen (bx) + cos (bx) =
b) –1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ –3 ≤ 3 cos x ≤ 3 D’f1 = [–3, 3]
= g(x)
–1 ≤ cos (3x) ≤ 1 D’f2 = [–1, 1]

Logo,  é o período de g. π
b
 
–1 ≤ cos x +  ≤ 1 D’f3 = [–1, 1]
5
32. –1 ≤ cos x ≤ 1 ⇔ –1 ≤ –cos x ≤ 1 D’f4 = [–1, 1]
–1 ≤ cos (–x) ≤ 1 D’f5 = [–1, 1]
a) Dilatação vertical segundo fator 3.
–1 ≤ cos (3x – π) ≤ 1 ⇔ –2 ≤ 2 cos (3x – π) ≤ 2
1
b) Compressão horizonal segundo fator . ⇔ –3 ≤ 2 cos (3x – π) – 1 ≤ 1 D’f6 = [–3, 1]
3
π c) f1, f3, f4 e f5 têm período positivo mínimo 2π (partin-
c) Translação horizontal segundo o vetor – , 0 .
5   do do gráfico de f(x) = sen x, cujo período positivo
d) Simetria em relação ao eixo Ox. mínimo é 2π, as transformações não envolvem
e) Simetria em relação ao eixo Oy. dilatações nem compressões horizontais e por isso
π o período mantém-se). Os gráficos de f2 e f6 sofrem
f) f6(x) = 2 cos (3x – π) – 1 = 2 cos 3 x – 
3   – 1 1
uma compressão horizontal segundo fator . Logo,
1 3
Compressão horizontal segundo fator ; transla- 2π
3 o período positivo mínimo é .
π 3
ção horizontal segundo o vetor  , 0 ; dilatação
3  
vertical segundo fator 2; translação vertical segun- 34.
do o vetor (0, –1). a)
i) Dilatação vertical segundo fator 4.
33. 1
ii) Compressão horizontal segundo fator  .
π 4
a) 3 cos x = 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x =  + kπ, k  Z iii) Dilatação horizontal segundo fator 2.
2
π iv) Dilatação horizontal segundo fator 4; dilatação
cos (3x) = 0 ⇔ 3x =  + kπ, k  Z
2 vertical segundo fator 5; translação vertical segundo
π kπ
⇔ x =  + , k  Z o vetor (0, 1).
6 3