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FACULDADE FRASSINETTI DO RECIFE

DEPARTAMENTO DE PÓS-GRADUAÇÃO
ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

PERCEPÇÃO SOBRE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOS ALUNOS DO ENSINO


MÉDIO DE DUAS ESCOLAS NO BAIRRO DO IPSEP - RECIFE, PERNAMBUCO

RAFAEL DE MIRANDA TAVARES

RECIFE
2015
RAFAEL DE MIRANDA TAVARES

PERCEPÇÃO SOBRE GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DOS ALUNOS DO ENSINO


MÉDIO DE DUAS ESCOLAS NO BAIRRO DO IPSEP - RECIFE, PERNAMBUCO

Monografia apresentada ao Curso de


Pós-Graduação em Gestão Ambiental
da Faculdade Frassinetti do Recife,
Como Requisito necessário para a
obtenção do titulo de Especialista em
Gestão Ambiental.

Orientadora: Profª. Mestra Midiã


Rodrigues.

RECIFE
2015
DEDICATÓRIA
AGRADECIMENTOS
RESUMO
RESUMEN
LISTA DE SIGLAS
LISTA DE GRÁFICOS
SUMÁRIO
1. Introdução
2. Objetivos

2.1. Objetivos Gerais

 Analisar a percepção acerca dos resíduos sólidos dos estudantes do ensino médio em duas
escolas no bairro do Ipsep.

2.2. Objetivos Específicos

 Verificar a coleta seletiva nos bairros em que os estudantes residem;

 Compreender o nível de instrução dos estudantes de redes de ensino diferentes


a cerca dos resíduos sólidos;

 Identificar o conhecimento dos estudantes sobre os diferentes tipos de resíduos;


3. Referencial Teórico

3.1. Gestão de Resíduos Sólidos

A crise ambiental destacou seus acontecimentos e a consequente reação que


provocam na população, suas primeiras atitudes pró-ativa voltada a proteção do meio
ambiente. Essas ações começaram no período entre a primeira guerra e segunda guerra
devido ao fato de toda historia da humanidade nunca ter presenciado essas
transformações tecnológicas e cientificas e valores sociais (GALLI, 2007).

A biosfera e seus ecossistemas apresentam formato e equilíbrio garantido pela


interdependência e comportamento padronizado dos seres vivos entre si e com o
ambiente. Portanto, o que garantiu esse equilíbrio e formato sempre foi o padrão de
comportamento predeterminado pelas disposições genéticas e de cada ser vivo (BRAGA
et al; 2005).

Assim o ser humano terá o domínio de toda energia em sua razão e seus engenhos
passando a ter um conjunto de conflitos que resulta na crise ambiental atual.

Considerarmos resíduos sólidos segundo a Politica Nacional de Resíduos Sólidos


(2011) como:

Resíduos nos estados sólidos e semissólidos, que resultem de atividades da comunidade de


origem: industrial, domestico, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços de varrição consideram-se
também resíduos sólidos os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em
equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas
particularidades tornem viáveis o seu lançamento na rede publica de esgotos ou corpos de água, ou exijam
para isso solução técnicas e economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível.

Assim mesmo estes resíduos que sejam considerados sem valor, a coleta seletiva tem se
constituída como alternativa sustentável, tendo em vista não só a degradação e descarte irregular
dos resíduos na natureza, mas também é a renda de milhares de famílias catadoras que vende este
material para empresas de reciclagem.

Os recursos naturais estão cada vez mais comprometidos e para evitar , e necessário que
tenhamos mais responsabilidade com o meio ambiente, assim compreende-se que as políticas
publicas tem uma importância e um papel fundamental nas melhorias e soluções voltadas ao
desenvolvimento sustentável (FRANCO; MEDEIROS; SILVA, 2010).
4.1. Tipos de resíduos sólidos

De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos


Sólidos - SINIR os tipos de resíduos sólidos são classificados pelos riscos de contaminação ao
meio ambiente.

 Resíduos Sólidos Urbanos: A lei 12.305 em seu artigo 13 item I, subitem i, definem
resíduos sólidos como: originário de atividades domestica em residências urbanas
(resíduos domiciliar) e os originários de varrição, limpeza de logradouros e vias publicas
e outros serviços de limpeza urbana.

A lei nº 11.445/2007 que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico,


em seu artigo VI diz que o lixo originário de atividades comerciais, industriais e de
serviços cuja a responsabilidade pelo manejo não seja atribuída ao gerador pode, por decisão
do poder publico ser considerado resíduos sólidos urbano.

 Resíduos Sólidos Agrossilvopastoris: A Lei 12.305/2010 em seu artigo 13 item I,


subitem i, define resíduos agrossilvopastoris como: os gerados nas atividades
agropecuárias e silviculturas, incluindo os relacionados a insumos utilizados nessas
atividades, podendo ser classificado como os orgânicos e inorgânicos.

 Resíduos de Construção Civil: A lei 12.305/2010 em seu artigo I, subitem h, define


resíduos sólidos de construção civil como: os gerados nas construções, reformas, reparos
e demolição de obras de construção civil, incluindo os resultantes da preparação e
escavação de terrenos para obras civis.

 Resíduos de Serviços de Saúde: A lei 12.305/2010 em seu artigo 13 item I, subitem g,


define resíduos sólidos de serviço de saúde como: os gerados nos serviços de saúde
conforme definido em regulamento ou normas estabelecidas pelos órgãos do SISNAMA e
do SNVS.

 Resíduos de Portos, Aeroportos e Transportes: A lei 12.505 em seu artigo 13 item I,


subitem j, define resíduos de transporte como: os originários de portos, aeroportos,
terminais alfandegários, rodoviários e passagem de fronteiras.

 Resíduos Industriais: A lei 12.305 em seu artigo 13 item I, subitem f, definem resíduos
industriais como : os gerados nos processos produtivos e instalações industriais.
 Resíduos de Mineração: A lei 12.305 em seu artigo 13 item I, subitem k, define resíduos
de mineração como: os gerados nas atividades de pesquisas, extrações ou beneficiamento
de minérios.

4.1.1. Periculosidade dos Resíduos Sólidos

De acordo com a NBR 10 004, tendo a possibilidade de tratamento e a disposição dos


resíduos em condições de satisfação sob o ponto de vista ecológica os define da seguinte forma:

 Classe 1 – Resíduos Perigosos: São aqueles que apresentam riscos a saúde publica e
ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas
características e inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e
patogenicidade.

 Classe 2 – Resíduos Não – Inertes: são resíduos que não apresentam periculosidade,
porem não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade,
biodegradabilidade ou solubilidade em água . São basicamente os resíduos com as
características do lixo domésticos.

 Classe 3 – Resíduos Inertes: São aqueles que, ao serem submetidos aos testes de
solubilização (NBR-10.007 da ABNT), não tem nenhum de seus constituintes
solubilizados em concentração superiores aos padrões de portabilidade da água. Isto
significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muitos
destes resíduos são recicláveis. Estes resíduos não se degradam ou não se decompõem
quando dispostos no solo (se degradam muito lentamente). Então nesta classificação,
por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações.

A divisão dos resíduos por classe visa facilitar a organização do serviço público no
sentido de educar e orientar a população para manusear, acondicionar, coletar, transportar e
dispor, de maneira diferenciada, os resíduos sólidos conforme a classe em que se enquadram
(BRAGA et al, 2005).
5. Legislação ambiental aplicada aos resíduos sólidos

O Brasil já dispõe de algumas normas, decretos ou portaria, destinadas aos resíduos


sólidos umas já alteradas, outras revogadas e algumas ainda vigoram nos dias atuais. De acordo
com a Politica Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS (2011) já existem leis rigorosas aplicada
aos resíduos sólidos em todas as esferas onde se aplica a legislação.

A constituição federal de 1988 estabelece em seu artigo 23 inciso VI, que compete à
união aos , ao distrito federal e aos municípios proteger o meio ambiente e combater a poluição
em qualquer das suas formas.

Lei federal nº. 6.938 de 1981, dispõe sobre a Politica Nacional de Meio Ambiente, institui
a sistemática de avaliação de impacto ambiental para atividades modificadoras ou
potencialmente modificadoras da qualidade ambiental, com a criação da Avaliação de Impactos
Ambientais (AIA).

A leis de crimes ambientais (Lei nº. 9.605/1998), dispõe as sanções penais e


administrativas derivadas e atividades lesivas aos meio ambientes e dá outras providencias.

A lei nº. 9.795 de 27 de abril de 1999 dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Politica Nacional de Educação Ambiental e dá outras providencias.

A lei nº. 11.445 de 05 de janeiro de 2007, estabelece as diretrizes nacionais para o


saneamento básico e para a politica federal de saneamento básico.

Lei federal nº.12.305 de 02 de agosto de 2010, institui a politica nacional de resíduos


sólidos, dispondo sobre os princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre diretrizes
relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluindo os perigosos, as
responsabilidades dos geradores e o poder publico e aos instrumentos econômicos aplicáveis.

A resolução do CONAMA nº.06 de 19 de setembro de 1991 dispõe a incineração de


resíduos sólidos provenientes dos serviços de saúde e das outras providencias e no seu Art.3,
fala sobre a definição e normas mínimas para o tratamento de resíduos vindos de serviços de
saúde, portos e aeroportos.
Resolução CONAMA nº.5 de 31 de março de 1999, que dispõe sobre tratamento de
resíduos gerados em estabelecimentos de saúde portos e aeroportos e terminais rodoviários e
ferroviários.

Lei ordinária 787/1997, que dispõe sobre o programa de prevenção de contaminação por
resíduos tóxicos, a ser promovido por empresas fabricantes de lampadas fluorecentes. De vapor
de mercúrio, vapor de sódio e luz mista e dás outras providencias.

Lei nº12.305 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12
de fevereiro de 1998; e dá outras providências.

Segundo Júnior (2003) a normatização técnica da associação Brasileira de Normas


Técnicas (ABNT):

 NBR 9800/1987 – Critério para lançamento de efluentes líquidos industriais no sistema


coletor publico de esgoto sanitário – procedimento.
 NBR 10004/1987 – Resíduos sólidos – Classificação.
 NBR 7501/1989 – Transporte de produtos perigosos – Terminologia.
 NBR 11174/1990 – Armazenamento de resíduos classe II, não inertes e III, inertes –
Procedimento.
 NBR 8419/1992 – Apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos
urbanos.
 NBR 12245/1992 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos – Procedimento.
 NBR 9190/1993 – Sacos plásticos – Classificação.
 NBR 9191/1993 – Sacos plásticos – Especialização.
 NBR 12809/1993 – Manuseio de resíduos de serviços de saúde – Procedimento.
 NBR 13055/1993 – Sacos plásticos para acondicionar lixo – Determinação da capacidade
volumétrica.
 NBR 13221/1994 – Transporte de resíduos – Procedimento.
 NBR 7500/1994 – Símbolos de riscos e manuseios para o transporte e acondicionamento
de materiais.
 NBR 13463/1995 – Coleta de resíduos sólidos – Classificação.
 NBR 10005 – Lixiviação de resíduos.
 NBR 10006 – Solubilização de resíduos.
 NBR 10007 – Amostragem de resíduos.
 NBR 13896/1997 – Aterros de resíduos não perigosos – Critério para projeto de
implantação e operação.

A constituição federal de 1988 e normas legais posteriores como a resolução do Conselho


Nacional do Meio Ambiente – CONAMA nº.237/97, abrem espaço para os municípios assumam
o papel complementar as esferas federais e estaduais na gestão ambiental, especialmente quanto
ao licenciamento de atividades poluidoras.

6. A coleta seletiva no Brasil

No Brasil a coleta seletiva iniciou, de forma sistemática e foi documentada, em abril de


1985, no bairro de São Francisco localizado na cidade de Niterói no Rio de Janeiro. A partir
desta data, varias outras cidades começaram a fazer coleta seletiva, no qual em 1995 foi
constatada a existência de 82 programas (CONSULTEC,1997).

O lixo gerado pela população causa enormes dificuldades na forma de disposição e


tratamento final, logo a coleta seletiva e o principal e mais simples sistemas de controle dos
resíduos sólidos domésticos( PENATTI; SILVA,2008).

De acordo com o artº. 3º da lei 12305/2010, entende-se por coleta seletiva: coleta de
resíduos sólidos previamente segurados conforme sua constituição ou composição.

Desta forma, segundo o Instituto de Gestão e Educação Ambiental - GEA (2011), coleta
seletiva consiste em separar o lixo (resto de alimento,papeis sujos). A coleta seletiva tanto pode
ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos
gerando (deste que ela planeje com antecedência para onde vai encaminhar o material separado),
quanto por um grupo de pessoas (empresas, condomínios, escolas, cidades etc.).

A coleta seletiva não só contribui para a redução da poluição causada pelo lixo. Como
também proporciona economia de recursos naturais – matérias primas, água e energia - E, em
alguns casos, pode representar a obtenção de recursos advindos da comercialização do material.

Diante do exposto, a coleta seletiva gera benefícios ambientais, através da diminuição da


destinação de resíduos para áreas improprias, e também benefícios sociais, ao difundir
informações sobre a problemática do lixo para a população (PENATTI; SILVA,2008).
O lixo é responsável por um dos grandes problemas ambientais e sociais do tempo atual,
pois demora para se decompor e pode trazer danos a saúde da população, transmitindo doenças,
pois muitas vezes o lixo fica exposto e os vetores se proliferam, espalhando risco de
contaminação, vê-se então o quão importante é o acondicionamento e o tratamento adequado
desse lixo.

Ao perceber o impacto causados por estes materiais no meio ambiente, vê-se porque é tão
importante a reciclagem dos mesmos. Apesar do valor econômico que se pode receber
reciclando, nota-se que essa atitude vai muito além disso essa atitude gera uma melhor qualidade
de vida e um país mais responsável pela geração de resíduos sólidos.

6.1. Tratamento dos resíduos sólidos

No Brasil, as formas mais empregadas de tratamento no gerenciamento dos resíduos


sólidos, são as seguintes:

a) Coleta – Refere-se ao primeiro passo no processo de gerenciamento de resíduos. Geralmente


é feita nas residências, através de visitas periódicas de caminhões que circulam as ruas do bairro
seguindo uma programação estabelecida pela administração do município. De acordo com a
Politica Estadual de Resíduos Sólidos, os municípios são responsáveis pela coleta, transporte,
tratamento e destinação final dos resíduos sólidos urbanos priorizando medidas que possam
minimizar a geração desses elementos, por meio de incentivos ás praticas ambientalmente
adequadas de reutilização, reciclagem e recuperação. Os usuários tem responsabilidades de
acondicionar seus resíduos de maneira adequada deixando em locais acessíveis para facilitar a
coleta do sistema de limpeza urbana.

b) Aterro Sanitário – Conforme define a NBR 8.419/1984:

É a técnica de disposição dos resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos a saúde
pública e à sua segurança, minimizando os impactos ambientais, método este que utiliza
princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos a menos ares possíveis e reduzi-lo ao
menor volume permissível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão de cada jornada
de trabalho, ou intervalos menores, se necessário.

Esta e a forma de tratamento e destinação de resíduos mais comumente utilizada, por não
haver a necessidade de altos custos em sua implantação.
c) Incineração – É um processo de decomposição térmica, onde há redução de peso, do volume
e das características de periculosidade dos resíduos, com a consequente eliminação da matéria
orgânica e características de patogenicidade,através da combustão controlada. Os sistemas de
incineradores de resíduos sólidos de qualquer natureza não devem ser instalados em locais
residenciais e comerciais, e nem podem ser incinerados a céu aberto. Em caso de emergência
sanitária poderá lançar resíduos sólidos ao mar dependendo de prévia autorização das
autoridades federais competentes (DECRETO Nº 23.941, DE 11 DE JANEIRO DE 2002).

d) Compostagem – É o processo de reciclagem da matéria orgânica, no qual se forma um


composto rico em nutrientes minerais, melhorando a estrutura dos solos, além de proporcionar
um destino útil para os resíduos orgânicos, evitando sua acumulação em aterros.

7. Metodologia

A presente monografia tem por base uma pesquisa quali-quantitativa onde a pesquisa foi
feita por um questionário de 10 questões e o resultado requerendo o uso de técnicas e métodos
estatísticos, A pesquisa quali-quantitativa procura enumerar ou medir os eventos estudados e
emprega instrumental estatístico na analise dos dados, envolve a obtenção de dados sobre
pessoas, lugares e processos interativos pelo contato direto do pesquisador, procurando
compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos sujeitos, ou seja, dos participantes da
situação em estudo.
8. Resultados

Nos gráficos a seguir mostram os resultados obtidos através da entrevista feita com os
199 alunos da escola A e B onde cada aluno respondeu o questionário contendo –------perguntas
abertas.

Gráfico A.1 e B.1 – Bairros onde moram os alunos entrevistados

Gráfico A.2 e B.2 - Idade dos alunos entrevistados


1- Para você, o que são resíduos sólidos?

Gráfico A.3 e B.3 – Mostram o que são resíduos sólidos pela percepção dos alunos
2- você sabe onde vai o lixo produzido na sua escola e na sua residência ?

Gráficos A.4 e B.4 – Mostra o lixo produzido na escola ou em sua residência


3 – Você sabe como os resíduos sólidos podem ser reaproveitados ?

Gráfico A.5 e B.5 – onde mostra como os resíduos sólidos podem ser reaproveitados na percepção dos
alunos
4- Na sua casa, é feita a separação do lixo?

Gráfico A.6 e B.6 - Mostra como e feita a separação do lixo pelos alunos entrevistados
5- Você conhece algum ponto de coleta seletiva dentro do seu bairro ?

Gráfico A.7 e B.7 – Mostra se os alunos sabem se existe ponto de coleta seletiva nos seus bairros
6- Quais problemas causadas pelo lixo ?
Gráfico A.8

Gráfico A.9

Gráfico A.10
Gráfico A.11

Gráfico A.12
10. Referências

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