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Poluição Atmosférica EDUCAÇÃO SUPERIOR Modalidade Semipresencial
Poluição Atmosférica EDUCAÇÃO SUPERIOR Modalidade Semipresencial

Poluição

Atmosférica

Poluição Atmosférica EDUCAÇÃO SUPERIOR Modalidade Semipresencial

EDUCAÇÃO SUPERIOR Modalidade Semipresencial

Poluição Atmosférica EDUCAÇÃO SUPERIOR Modalidade Semipresencial

Simone Miraglia

Simone Miraglia Poluição Atmosférica São Paulo 2018

Poluição

Atmosférica

Simone Miraglia Poluição Atmosférica São Paulo 2018
Simone Miraglia Poluição Atmosférica São Paulo 2018
Simone Miraglia Poluição Atmosférica São Paulo 2018

São Paulo

2018

Sistema de Bibliotecas do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional PRODUÇÃO EDITORIAL - CRUZEIRO DO SUL

Sistema de Bibliotecas do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional

PRODUÇÃO EDITORIAL - CRUZEIRO DO SUL EDUCACIONAL. CRUZEIRO DO SUL VIRTUAL

B687f

Miraglia, Simone Georges El Khouri. Poluição atmosférica. / Simone Georges El Khouri Miraglia. São Paulo: Cruzeiro do Sul Educacional. Campus Virtual, 2018. 102 p.

Inclui bibliografia

ISBN: (e-book)

1. Ecologia. 2. Poluição. I. Cruzeiro do Sul Educacional. Campus Virtual. II. Título.

CDD 304.28

Pró-Reitoria de Educação a Distância: Prof. Dr. Carlos Fernando de Araujo Jr.

Autoria: Simone Miraglia.

Revisão Técnica: Nilza Maria Coradi de Araújo.

Revisão Textual: Kelciane da Rocha Campos e Selma Aparecida Cesarin.

Kelciane da Rocha Campos e Selma Aparecida Cesarin. 2018 © Cruzeiro do Sul Educacional. Cruzeiro do

2018 © Cruzeiro do Sul Educacional. Cruzeiro do Sul Virtual.

www.cruzeirodosulvirtual.com.br | Tel: (11) 3385-3009

Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e detentor dos direitos autorais

Plano de Aula

Poluição Atmosférica

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SUMÁRIO

Unidade 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Unidade 2

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Unidade 3

Padrões de Qualidade do Ar e Controle da Poluição

Unidade 4 – Efeitos da Poluição do Ar na Saúde Pública

– Padrões de Qualidade do Ar e Controle da Poluição Unidade 4 – Efeitos da Poluição
PLANO DE AULA
PLANO DE
AULA
PLANO DE AULA Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Orientações de estudo Para
PLANO DE AULA Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Orientações de estudo Para
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Conserve seu material e local de estudos sempre organizados.
Conserve seu
material e local de
estudos sempre
organizados.
seu material e local de estudos sempre organizados. Orientações de estudo Para que o conteúdo desta
seu material e local de estudos sempre organizados. Orientações de estudo Para que o conteúdo desta

Orientações de estudo

Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem
aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua
formação acadêmica e atuação profissional, siga
,
algumas recomendações básicas:
Aproveite as
as
Procure manter
contato com seus
colegas e tutores
para trocar ideias!
Isso amplia a
aprendizagem.
indicações
de Material
Complementar.
Determine um
horário fixo
para estudar.
Mantenha o foco!
ha o foco!
Evite se distrair rair com co
as redes sociais.
Seja original!
Nunca plagie trabalhos. Assim: Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da
Nunca plagie
trabalhos.
Assim:
Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da
m a fazer

sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e horário fixos como seu “momento do estudo”;

Não se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado.
Não se esqueça
de se alimentar
e de se manter
hidratado.
se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado. Procure se alimentar e se hidratar

Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma a alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo; a alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo;

No material de cada Unidade, há leituras indicadas. Entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também encontrará sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados;

Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discussão, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de aprendizagem.Material Complementar , que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados; 6

o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca
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Objetivos de aprendizagem Unidade 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes » Definir e

Objetivos de aprendizagem

Objetivos de aprendizagem Unidade 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes » Definir e

Unidade 1

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

»

Definir e conceituar atmosfera, poluição atmosférica, os tipos e classes de poluentes e definir e conceituar o fenômeno da inversão térmica.

Unidade 2

Unidade 2
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

»

Conceituar os efeitos globais da poluição atmosférica, caracterizar os movimentos para conter as mudanças climáticas e os principais acordos internacionais relativos à poluição do ar.

Unidade 3

Unidade 3
Padrões de Qualidade do Ar e Controle da Poluição

Padrões de Qualidade do Ar e Controle da Poluição

»

Caracterizar os padrões de qualidade do ar vigentes, apresentar o monitoramento da poluição do ar em um centro urbano brasileiro de referência (cidade de São Paulo - SP) e apresentar principais equipamentos utilizados para o controle de poluentes atmosféricos em indústrias.

Unidade 4

Unidade 4
Efeitos da Poluição do Ar na Saúde Pública

Efeitos da Poluição do Ar na Saúde Pública

»

Abordar os efeitos dos poluentes atmosféricos na saúde humana e na Saúde Pública, o histórico dos efeitos da poluição atmosférica no mundo e no Brasil, assim como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde.

como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
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como a identificação das evidências nacionais e internacionais dos impactos dos poluentes atmosféricos na saúde. 7
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Responsável pelo Conteúdo:

Prof.ª Dr.ª Simone Miraglia

Responsável pelo Conteúdo: Prof.ª Dr.ª Simone Miraglia Revisão Técnica: Prof.ª Me. Nilza Maria Coradi de Araújo

Revisão Técnica:

Prof.ª Me. Nilza Maria Coradi de Araújo

Revisão Textual:

Prof.ª Esp. Kelciane da Rocha Campos

UNIDADE 1
UNIDADE
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,
UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,
UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem,

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas
1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas

Contextualização

Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas da NASA afirmam que
Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas da NASA afirmam que
Composição e Poluentes Contextualização De acordo com uma reportagem, cientistas da NASA afirmam que

De acordo com uma reportagem, cientistas da NASA afirmam que “Marte já teve altas concentrações de oxigênio em sua atmosfera”. Segundo a reportagem, publicada na revista Veja, em 28 de junho de 2016:

“[

e físicos que o planeta sofreu ao longo dos anos. Marte perdeu o campo magnético e assim também perdeu a proteção natural contra os ventos solares. As consequências dessas perdas resultaram no desgaste atmosférico, o efeito estufa marciano diminuiu e a água se tornou inconstante na superfície. Uma parte dela congelou e a outra evaporou, sendo atingida pelos raios ultravioletas do Sol. Com isso, a molécula de água se quebra: o hidrogênio é mais leve e facilmente sobe para o espaço. Já o oxigênio fica, aparecendo o oxidante ideal para o manganês, encontrado na superfície de Marte.”

Fonte: https://goo.gl/gcS5Rj

o oxigênio provavelmente veio de uma série de processos químicos

]

A partir desse trecho da reportagem, fica claro que a superfície de Marte é incompatível com a vida, considerando-se a forma como a conhecemos hoje. Um dos motivos para essa incompatibilidade é a atmosfera de Marte. O que há de diferente entre a atmosfera de Marte e a da Terra, de forma que esses planetas abriguem (ou deixem de abrigar) formas de vida? Do que essa camada que chamamos de atmosfera é composta? Quais são suas características? O que são os chamados poluentes atmosféricos?

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Definição de Atmosfera A atmosfera, que se constitui de importância vital à vida terrestre, envolve
Definição de Atmosfera A atmosfera, que se constitui de importância vital à vida terrestre, envolve

Definição de Atmosfera

Definição de Atmosfera A atmosfera, que se constitui de importância vital à vida terrestre, envolve a
Definição de Atmosfera A atmosfera, que se constitui de importância vital à vida terrestre, envolve a

A atmosfera, que se constitui de importância vital à vida terrestre, envolve a

Terra em uma espessura de apenas 1% do raio do planeta.

A atmosfera evoluiu à sua configuração atual e composição há cerca de 400

milhões de anos, quando já havia cobertura vegetal sobre o solo.

O estudo da atmosfera é muito antigo e envolve observações, teorias e modelagem

numérica. Em 1643, Torricelli inventou o barômetro, tendo demonstrado que o “peso” da atmosfera, ao nível do mar, sustentaria uma coluna de 10 m de água, ou uma coluna de 760 mm de mercúrio líquido. Em um segundo momento, Pascal utilizou o barômetro de Torricelli para mostrar que a pressão atmosférica diminui com a altitude.

Ao nal do século XIX, os principais constituintes da atmosfera seca haviam sido identi- cados (78% nitrogênio, 21% oxigênio, 0,9% argônio e 0,035% dióxido de carbono, ou gás carbônico).

Explor
Explor

O uso de instrumentos como o barômetro e o termômetro conjuntamente per-

mitiu o estudo da estrutura vertical da atmosfera. Embora o fato de que a tempera- tura tende a diminuir com a altitude seja de conhecimento comum para aviadores e montanhistas, a relação inversa de elevações na temperatura, à medida que a altitude aumenta, é um resultado da inversão térmica, que será estudada em mais detalhes nesse capítulo.

Camadas da Atmosfera

A atmosfera é fundamental para a existência da vida na Terra. Para fins didáticos,

ela foi dividida em camadas, que juntas compõem uma extensão de aproximadamente 1000 km. A atmosfera é constituída de cinco camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera. O ar se torna mais rarefeito quanto mais distante da superfície terrestre, e é por isso que os alpinistas normalmente levam oxigênio com eles quando escalam altas montanhas. A troposfera é a única camada em que os seres vivos podem respirar normalmente.

Troposfera: as condições climáticas acontecem na camada inferior da atmosfera, chamada troposfera. Essa camada se estende até 20 km do solo, no equador, e a aproximadamente 10 km nos polos;

Estratosfera: a estratosfera chega a 50 km do solo. A temperatura vai de 60ºC negativos na base ao ponto de congelamento na parte de cima. A estratosfera contém ozônio, um gás que absorve os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;

os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
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os prejudiciais raios ultravioletas do sol. Hoje, a poluição está ocasionando “buracos” na camada de ozônio;
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UNIDADE 1
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UNIDADE 1 • Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Mesosfera: o topo da mesosfera fica a 80
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

1 • Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Mesosfera: o topo da mesosfera fica a 80 km
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Mesosfera: o topo da mesosfera fica a 80 km do solo. É muito fria, com temperaturas abaixo de 100ºC negativos. A parte inferior é mais quente porque absorve calor da estratosfera;

Termosfera: o topo da termosfera fica a cerca de 450 km acima da Terra. É a camada mais quente, uma vez que as raras moléculas de ar absorvem a radiação do sol. As temperaturas no topo chegam a 2.000ºC;

Exosfera: a camada superior da atmosfera fica a mais ou menos 900 km acima da Terra. O ar é muito rarefeito e as moléculas de gás “escapam” constantemente para o espaço. Por isso é chamada de exosfera (parte externa da atmosfera).

isso é chamada de exosfera (parte externa da atmosfera). Exosfera 10 000 km Termosfera 690 km
isso é chamada de exosfera (parte externa da atmosfera). Exosfera 10 000 km Termosfera 690 km
Exosfera 10 000 km Termosfera 690 km Mesosfera 85 km Estratosfera 50 km Troposfera 10
Exosfera
10 000 km
Termosfera
690 km
Mesosfera
85 km
Estratosfera
50 km
Troposfera 10 km

Figura 1 – Camadas da atmosfera

Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

Química Atmosférica na Amazônia ARTAXO, Paulo et al. Química atmosférica na Amazônia: a oresta e
Química Atmosférica na Amazônia
ARTAXO, Paulo et al. Química atmosférica na Amazônia: a oresta e as emissões de
queimadas controlando a composição da atmosfera amazônica. 2005.
https://goo.gl/xZepid
A Dinâmica da Atmosfera
FREITAS, Eduardo de.
https://goo.gl/jSU6Me
Explor
A Origem do Planeta Terra https://youtu.be/6eKH3btIUlo 12 Explor
A Origem do Planeta Terra
https://youtu.be/6eKH3btIUlo
12
Explor
Definição de Poluição Atmosférica Há diversas definições de poluição atmosférica, poluentes atmosféricos,
Definição de Poluição Atmosférica
Definição de Poluição Atmosférica

Definição de Poluição Atmosférica

Definição de Poluição Atmosférica Há diversas definições de poluição atmosférica, poluentes atmosféricos,

Há diversas definições de poluição atmosférica, poluentes atmosféricos, tipos

de poluição, índices de qualidade do ar, dentre outros conceitos importantes para

a compreensão da temática que iremos estudar. A fim de introduzir essa matéria,

é importante analisarmos as diversas definições, observando as instituições que as estabeleceram – órgãos ambientais, órgãos governamentais reguladores, organização mundial da saúde, etc.

reguladores, organização mundial da saúde, etc.   Você Sabia? Importante! A OMS
 

Você Sabia?

Importante!

A

OMS (Organização Mundial da Saúde, ou a sigla em inglês WHO) é uma agência

especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e subordinada à Organização das Nações Unidas.

A

Organização Pan-Americana da Saúde é um organismo internacional de saúde pública

com um século de experiência, dedicado a melhorar as condições de saúde dos países das Américas. A integração às Nações Unidas acontece quando a entidade se torna o Escritório Regional para as Américas da Organização Mundial da Saúde. A OPAS/OMS também faz parte dos sistemas da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Fonte: PAHO. Disponível em: <https://goo.gl/pY5ifO>. Acesso em: 16 nov. 2016.

Publicações da Organização Mundial de Saúde https://goo.gl/4TFxr3 Explor
Publicações da Organização Mundial de Saúde
https://goo.gl/4TFxr3
Explor

Poluição do ar é a contaminação do ambiente interno e externo por qualquer agente químico, físico ou biológico capaz de modificar as características naturais da atmosfera. Equipamentos de combustão domésticos, motores de automóveis, indústrias e incêndios florestais são fontes comuns de poluição atmosférica. Os poluentes mais nocivos à saúde pública incluem material particulado, monóxido de carbono, ozônio, dióxido de nitrogênio e dióxido de enxofre. A poluição em ambientes internos e externos causa doenças respiratórias e cardíacas, podendo ser fatais (WHO, 2016).

A CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) é a agência do

Governo do Estado responsável pelo controle, fiscalização, monitoramento e licenciamento de atividades geradoras de poluição, com a preocupação fundamental de preservar e recuperar a qualidade das águas, do ar e do solo.

O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA é o órgão consultivo e

deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, foi instituído pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.

pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma

A CETESB define poluente atmosférico como “toda e qualquer forma de matéria ou energia com intensidade e em quantidade, concentração, tempo ou características em desacordo com os níveis estabelecidos em legislação, e que tornem ou possam tornar o ar impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, inconveniente ao bem-estar

público, danoso aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso

e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade” (CETESB, 2016).

O nível de poluição atmosférica é determinado pela quantificação das subs-

tâncias poluentes presentes no ar. Conforme a Resolução CONAMA Nº. 3 de 28/06/1990, considera-se poluente atmosférico “qualquer forma de matéria ou energia com intensidade e em quantidade, concentração, tempo ou características em desacordo com os níveis estabelecidos, e que tornem ou possam tornar o ar impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, inconveniente ao bem-estar público, da- noso aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade” (CETESB, 2016).

Após a leitura dessas definições, podemos diferenciar, então, poluição do ar, a qual é constituída pelo poluente atmosférico, cuja quantidade leva à determinação do nível de poluição do ar.

Poluição Indoor e Outdoor

Existem várias classificações para os tipos de poluição atmosférica. A primeira que iremos analisar é a poluição do tipo indoor ou outdoor.

Poluição indoor é aquela interna às edificações. Podem ser de áreas não industriais, como habitações, escritórios, escolas e hospitais. O estudo de sua qualidade é importante para garantir saúde aos ocupantes dos diferentes edifícios, bem como o ótimo desempenho de suas atividades.

Poluição outdoor é aquela externa às edificações. Ela é consequência da ineficiente combustão de combustíveis para transporte, geração de energia e outras atividades antropogênicas, como aquecimento e o cozimento de alimentos. Processos de combustão produzem uma mistura complexa de poluentes que incluem emissões primárias, como fuligem do diesel e chumbo, e produtos de reações atmosféricas, como ozônio e partículas de sulfato.

Poluição urbana de ambientes externos é estimada por causar 1,3 milhões de mortes no mundo por ano. Crianças são especialmente afetadas por causa da

imaturidade de seus sistemas respiratórios. As consequências dessa situação são sentidas de forma desproporcional em países de renda média e baixa. Exposição

a poluentes do ar está muito além do controle dos indivíduos e requer ações

de autoridades públicas de níveis regionais, nacionais e inclusive internacionais (WHO, 2016).

regionais, nacionais e inclusive internacionais (WHO, 2016). A primários e secundários. fim de melhor caracterizar e
A primários e secundários.
A
primários e secundários.

fim de melhor caracterizar e monitorar os poluentes, vamos defini-los em

(WHO, 2016). A primários e secundários. fim de melhor caracterizar e monitorar os poluentes, vamos defini-los
• Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão
• Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão
• Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão
• Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão
• Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão

Poluentes primários: são aqueles emitidos diretamente pelas fontes de poluição, como processos de combustão do sistema de transportes com a emissão pelos escapamentos dos veículos ou emitidos pelos processos industriais através de chaminés e exaustores. Exemplos: material particulado, monóxido de carbono, óxidos de enxofre e nitrogênio, etc;

Poluentes secundários: aqueles formados na atmosfera através da reação química entre poluentes primários e componentes naturais da atmosfera. Exemplo: ozônio.

A preocupação com a Qualidade do Ar Interno (QAI) surgiu principalmente com

a tendência em se construir edifícios selados por motivos estéticos, controle de ruído e mesmo climatização, o que acabou provocando um aumento nos casos de problemas relacionados à qualidade do ar de tais ambientes. Veja na figura 2 abaixo alguns problemas comuns ao ar de interiores.

figura 2 abaixo alguns problemas comuns ao ar de interiores. Figura 2 – Alguns problemas comuns

Figura 2 – Alguns problemas comuns aos ambientes interiores

Fonte: iStock/Getty images

O interesse por estudos sobre a QAI surgiu após a descoberta de que a dimi- nuição das taxas de troca de ar nesses ambientes era a grande responsável pelo aumento da concentração de poluentes biológicos e não biológicos no ar interno. Essa preocupação se justifica uma vez que grande parte das pessoas (em torno de 80-90%) passa a maior parte do seu tempo dentro desses edifícios e, consequente- mente, exposta aos poluentes desses ambientes.

Estudos da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) indicam que os níveis de concentração de poluentes podem ser de duas a cinco vezes maiores em ambientes internos do que nos externos, mesmo em cidades altamente industrializadas. Esse fato, juntamente com o tempo de permanência em ambientes internos, faz com que os riscos à saúde humana sejam muito maiores nesses locais.

De acordo com os padrões da OMS, mais da metade dos locais fechados, como empresas, escolas, cinemas, residências e até hospitais tem ar de má qualidade. Essa baixa qualidade é causada, principalmente, pela má higienização dos aparelhos de ar condicionado e pela falta de controle periódico sobre as possíveis fontes de contaminação.

A Qualidade do Ar de Interiores (QAI) é uma ciência nova, surgida na década de

70, quando houve escassez de energia nos países desenvolvidos. Como maneira de racionalizar a energia, surgiram os edifícios selados. Esses ambientes, devido à baixa troca de ar interno/externo, somada a diversos produtos, como forração, acabamento e mobiliário, que contêm vários tipos de substâncias químicas, passaram a ter elevados

como forração, acabamento e mobiliário, que contêm vários tipos de substâncias químicas, passaram a ter elevados
como forração, acabamento e mobiliário, que contêm vários tipos de substâncias químicas, passaram a ter elevados
como forração, acabamento e mobiliário, que contêm vários tipos de substâncias químicas, passaram a ter elevados
como forração, acabamento e mobiliário, que contêm vários tipos de substâncias químicas, passaram a ter elevados
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes níveis de poluentes. Esse fato gerou um aumento significativo no
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes níveis de poluentes. Esse fato gerou um aumento significativo no
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes níveis de poluentes. Esse fato gerou um aumento significativo no
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes níveis de poluentes. Esse fato gerou um aumento significativo no

níveis de poluentes. Esse fato gerou um aumento significativo no número de queixas relacionado com a qualidade do ar em ambientes fechados, principalmente em países localizados em clima frio. Os sintomas relacionados à qualidade do ar passaram a ser mais estudados e, atualmente, são conhecidos como Síndrome dos Edifícios Doentes (SED), a qual é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde o início da década de 80 (GIODA, 2003). Veja na figura 3 um esquema representativo do envolvimento entre ar de interiores e ar de exteriores.

do envolvimento entre ar de interiores e ar de exteriores. Figura 3 – Representação dos ciclos

Figura 3 – Representação dos ciclos de ar entre ambiente interno e ambiente externo

Fonte: iStock/Getty Images

De acordo com a OMS, os sintomas mais comuns de SED são irritação e obstrução nasal, desidratação e irritação da pele, irritação e secura na garganta e nas membranas dos olhos, dor de cabeça, letargia e cansaço generalizado, levando à perda de concentração. Podem ser percebidos um ou mais sintomas, que geralmente desaparecem quando a pessoa permanece por um tempo longo fora desse ambiente. São inúmeras as fontes de poluentes em ambientes internos, além das atividades ocupacionais do próprio homem (GIODA, 2003).

Dentre os contaminantes usualmente monitorados estão o dióxido de carbono (CO 2 ), o monóxido de carbono (CO), os compostos orgânicos voláteis totais e especiados (COVsT e COV), os compostos orgânicos semivoláteis (COSVs), matéria particulada, nicotina e microrganismos.

No Brasil são poucos os registros relacionando QAI e SED. O fato de o Brasil ter um clima subtropical não torna necessário o uso constante de sistemas de refrige- ração e, menos ainda, de calefação. Devido a isso, muito pouco tem sido estudado nessa área. Porém, há uma tendência em construir prédios selados devido a vários fatores, como estética, climatização e menor ruído; com isso, faz-se necessário um sistema de ar condicionado central. É possível que essa nova tendência acarrete um aumento do número de casos de SED no país (GIODA, 2003).

central. É possível que essa nova tendência acarrete um aumento do número de casos de SED
central. É possível que essa nova tendência acarrete um aumento do número de casos de SED
central. É possível que essa nova tendência acarrete um aumento do número de casos de SED
A QAI tornou-se um tema de pesquisa importante na área de saúde pública nos últimos
A
A
A QAI tornou-se um tema de pesquisa importante na área de saúde pública nos últimos 15
A QAI tornou-se um tema de pesquisa importante na área de saúde pública nos últimos 15

QAI tornou-se um tema de pesquisa importante na área de saúde pública nos

tema de pesquisa importante na área de saúde pública nos últimos 15 anos. Esse interesse ocorreu

últimos 15 anos. Esse interesse ocorreu após a descoberta de que baixas taxas de troca de ar nesses ambientes ocasionam um aumento considerável na concentração de poluentes químicos e biológicos no ar. Como todos passamos boa parte de nossa vida diária em recintos fechados, seja em casa, no trabalho, no transporte, ou mesmo em locais de lazer, a preocupação com concentrações de contaminantes no ar em ambientes internos é justificável (GIODA, 2003).

A QAI é uma nova área de estudo que reúne profissionais de diferentes disciplinas,

principalmente químicos, microbiologistas, engenheiros, arquitetos e toxicologistas.

Nessas últimas décadas, houve um grande aumento de queixas relacionadas

à qualidade de ar em locais fechados nos países desenvolvidos, principalmente

em edifícios de microclima artificial. Essas queixas geraram estudos que foram conduzidos em diferentes países e períodos, indicando que o ar dentro de casa e outros locais fechados pode estar mais poluído do que o ar externo nas grandes cidades industrializadas. Ironicamente, o movimento mundial de conservação de energia, desencadeado na década de 70, contribuiu de uma forma bastante marcante para as preocupações atuais referentes à qualidade do ar de interiores. Com o intuito de obter uma melhor eficiência nos aparelhos de refrigeração e

aquecimento e, com isso, minimizar o consumo de energia, os prédios de escritórios

e residenciais (principalmente em países desenvolvidos localizados em clima frio),

a partir daquela década, foram construídos visando uma vedação térmica mais eficiente, surgindo os chamados prédios selados (BRICKUS, 1999).

No Brasil, a qualidade do ar de interiores teve um impulso após as certificações como o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, utilizado em 143 países, e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações.

Paralelamente, houve um grande aumento na diversidade de produtos para forração, acabamento e mobiliário, que contêm substâncias químicas passíveis de serem dispersas no ar de interiores, disponíveis no mercado consumidor. Esses materiais, na maioria dos casos, foram desenvolvidos sem uma preocupação com suas emissões. Atualmente, sabe-se que uma das causas do deterioramento da qualidade do ar de interiores é devida a essa emissão de substâncias químicas, principalmente compostos orgânicos voláteis (COVs), presentes na composição de materiais de construção, limpeza e mobiliário. A combinação desses dois fatores pode ocasionar, via de regra, uma baixa qualidade do ar de interiores. Em resumo,

a existência de “prédios doentes” coincide com as mudanças no meio ambiente

interno, que ocorrem não apenas devido à introdução de novos produtos de materiais de construção, consumo e mobiliário, como também às trocas arquitetônicas no ambiente interno, com o intuito de economizar energia.

Esses estudos têm sido realizados principalmente na Europa e nos Estados Uni-

sido realizados principalmente na Europa e nos Estados Uni- é dos. Contudo, a simples comparação desses
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realizados principalmente na Europa e nos Estados Uni- é dos. Contudo, a simples comparação desses estudos
realizados principalmente na Europa e nos Estados Uni- é dos. Contudo, a simples comparação desses estudos
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dos. Contudo, a simples comparação desses estudos com a realidade brasileira não

comparação desses estudos com a realidade brasileira não recomendável. No Brasil, diferenças relacionadas a fatores
comparação desses estudos com a realidade brasileira não recomendável. No Brasil, diferenças relacionadas a fatores

recomendável. No Brasil, diferenças relacionadas a fatores climáticos, socioeco-

com a realidade brasileira não recomendável. No Brasil, diferenças relacionadas a fatores climáticos, socioeco- 17
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes nômicos, geográficos e habitacionais são bastante evidentes. Por
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes nômicos, geográficos e habitacionais são bastante evidentes. Por
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes nômicos, geográficos e habitacionais são bastante evidentes. Por
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes nômicos, geográficos e habitacionais são bastante evidentes. Por

nômicos, geográficos e habitacionais são bastante evidentes. Por exemplo, os paí- ses desenvolvidos, situados no hemisfério norte, apresentam um clima temperado, ao passo que o Brasil possui um clima predominantemente tropical e subtropical. Somente essa diferença climática acarretará uma variação considerável na dinâmi-

ca dos poluentes atmosféricos nesses dois sistemas.

Atualmente, no Brasil, está havendo uma conscientização da imprensa não especializada sobre a importância da qualidade do ar de interiores em locais não industriais, tais como escolas, residências, edifícios públicos e comerciais. Em meados de 1996, o Governo Federal Brasileiro proibiu o fumo em lugares fechados de uso coletivo, baseado em pesquisas realizadas por agências internacionais. Contudo, essa lei é bastante simplória, já que induz a pensar que a fumaça do tabaco é a grande e única culpada da baixa qualidade do ar respirado em locais fechados. Apesar do interesse despertado, infelizmente ainda não existe nenhuma medida, tanto do governo federal quanto do estadual, em avaliar o ar, ao qual a população média brasileira estaria exposta. Na realidade, a discussão em torno das leis que regulamentam a qualidade do ar de interiores (QAI) em nosso país esconde questões muito mais abrangentes, dentre as quais a formulação de conclusões precipitadas, geradas antes mesmo das devidas ponderações (BRICKUS, 1999).

Antes da década de 70, os problemas de saúde relacionados com a poluição do ar de ambientes interiores chamavam pouca atenção da comunidade científica.

O interesse por esse assunto tem crescido nos últimos anos, uma vez que as pessoas

têm passado a maior parte do seu tempo em ambientes fechados. As causas da

poluição do ar de ambientes interiores podem ser decorrentes da má ventilação,

da presença de material particulado, da contaminação química, especialmente por

compostos orgânicos voláteis e, também, devido à contaminação microbiológica.

A melhora na ventilação e o emprego de filtros apropriados podem amenizar

tais problemas. No entanto, a presença de compostos orgânicos voláteis e microrganismos (bactérias, fungos e vírus), ainda que em pequenas concentrações, causa grande preocupação. Um grande número de sintomas está relacionado com a má qualidade do ar. O conjunto desses sintomas foi definido como Síndrome do Edifício Doente. Os principais incluem dor de cabeça, náusea, irritação nos olhos, problemas no sistema respiratório, sonolência e fadiga (KONDO, 2003).

Importância do Estudo da Poluição Atmosférica (efeitos)

Poluição atmosférica, tanto nos ambientes internos quanto externos, é reconhe- cida como uma ameaça à saúde humana, mesmo em pequenas doses, e tem sido associada com aumento de taxas de mortalidade e mortandade ao redor do mundo.

de taxas de mortalidade e mortandade ao redor do mundo. A as OMS estima que 3,7
A as
A
as

OMS estima que 3,7 milhões de pessoas tiveram mortes prematuras em 2012

3,7 milhões de pessoas tiveram mortes prematuras em 2012 devido a efeitos da poluição do ar,

devido a efeitos da poluição do ar, com o Oeste Pacífico e Sudeste Asiático sendo

regiões mais afetadas. Essas mortes prematuras alcançaram tal dimensão devido

a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções
a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções
a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções
a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções
a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções

a doenças isquêmicas do coração, derrame cerebral, doença pulmonar obstrutiva crônica (COPD), infecções respiratórias agudas e câncer de pulmão, doenças que estavam entre as 10 causas de morte no mundo em 2012.

Estudos recentes mostraram que doenças atribuídas à poluição atmosférica têm crescido constantemente mundialmente desde 1990, e que o fator de risco global de material particulado aumentou 6% entre 2000 e 2013 (Forouzanfar et al., 2015). Isso realça a importância e a necessidade crescente de se estabelecer políticas públicas efetivas que auxiliem na redução de fatores ambientais que influenciam nessas doenças.

A seguir, apresentamos alguns efeitos da poluição atmosférica na saúde e meio ambiente.

Problemas respiratórios e cardíacos: os efeitos da poluição atmosférica são alarmantes. Eles são responsáveis por várias doenças respiratórias e cardíacas, câncer e outras ameaças à saúde humana. Milhões de mortes têm como causa direta ou indireta os efeitos da poluição do ar. Crianças em áreas expostas a esses poluentes têm frequentemente sofrido com doenças como pneumonia e asma;

Aquecimento global: outro efeito direto são as alterações imediatas que

o mundo tem observado devido ao Aquecimento global. O aumento das

temperaturas ao redor do mundo, elevação do nível do mar e derretimento das calotas polares e icebergs, deslocamento e destruição de habitats têm indicado um desastre iminente se ações preventivas não forem tomadas;

Chuva ácida: gases prejudiciais, como óxidos de nitrogênio e óxidos de

enxofre, são liberados na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis. Quando ocorre a chuva, as gotas de água combinadas com esses poluentes

se tornam ácidas e precipitam na forma de chuva ácida. A chuva ácida causa muitos danos aos humanos, animais e à agricultura;

Eutrofização: eutrofização é a condição em que uma grande quantidade de nitrogênio presente em alguns poluentes se infiltra na superfície do oceano e leva à proliferação de algas, alterando negativamente o ecossistema local. A alga de coloração verde presente em lagos e lagoas ocorre devido à presença exagerada de nitrogênio;

Efeito na vida selvagem: assim como os humanos, os animais encaram a devastação proveniente da poluição atmosférica. Compostos tóxicos presentes no ar forçam espécies selvagens a se deslocar para novos ambientes e mudar seu habitat. Os poluentes tóxicos que se depositam na superfície da água também podem afetar animais marinhos;

Degradação da camada de ozônio: ozônio está presente na estratosfera terrestre e é responsável pela proteção dos perigosos raios ultravioletas (UV).

camada de ozônio terrestre está sendo degradada devido à presença de

terrestre está sendo degradada devido à presença de A 19 clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos
terrestre está sendo degradada devido à presença de A 19 clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos
terrestre está sendo degradada devido à presença de A 19 clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos
terrestre está sendo degradada devido à presença de A 19 clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos
terrestre está sendo degradada devido à presença de A 19 clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos
A
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clorofluorocarbonetos (CFCs) e hidrofluorocarbonetos (HFCs) na atmosfera. Conforme a camada de ozônio estreita, maior será o escape de raios UV,

e hidrofluorocarbonetos (HFCs) na atmosfera. Conforme a camada de ozônio estreita, maior será o escape de
e hidrofluorocarbonetos (HFCs) na atmosfera. Conforme a camada de ozônio estreita, maior será o escape de
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também
Atmosfera: Características, Composição e Poluentes podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também

podendo causar problemas na pele e olhos. Os raios UV também são prejudiciais para agricultura (CEF, 2016);

Perda de colheitas: é causada pela exposição a elevadas concentrações de ozônio. A maioria das culturas agrícolas encontra-se exposta a níveis de ozônio que excedem o objetivo de longo prazo fixado pela UE para proteção da vegetação. Inclui-se aqui, nomeadamente, uma percentagem significativa de áreas agrícolas, especialmente na Europa do Sul, Central e Oriental (EEA, 2016).

Composição do Ar Atmosférico

O ar atmosférico é composto majoritariamente pelo gás nitrogênio (78%),

seguido do oxigênio (21%) e de outros gases (cerca de 1%). A tabela abaixo ilustra

a composição do ar atmosférico.

Tabela 1 – Composição do ar atmosférico e sua distribuição

Gás

%volume

Distribuição vertical

Observações

N

2

78,08*

Homogênea

-

O

2

20,95*

Homogênea

Respiração

H 2 O

0,4

Diminui com a altitude na troposfera; muito pouco abundante na estratosfera

Efeito estufa; também presente nos estados líquido e sólido (nuvens)

Na troposfera ≥4

Ar

0,93

Homogênea

-

CO 2

0.0365 = 365 ppm**

Homogênea

Efeito estufa

Ne

18 ppm

Homogênea

-

He

5 ppm

Homogênea

-

CH 4

1.6 ppm***

Na troposfera

Efeito estufa

   

Máximo na estratosfera (10 ppma 30

 

O

3

0.01 – 10 ppm

km); também presente na troposfera

Efeito de estufa, Filtro UV, oxidante

*para o ar seco. **aumenta 0.5%(1.5 ppm) por ano. ***aumenta 0.9% por ano.

Poluentes Locais e Globais

Algumas emissões têm impacto somente em regiões restritas e localizadas,

enquanto outras exercem influência sobre regiões mais amplas – e até mesmo sobre

o ambiente global. A poluição sonora e a degradação do ambiente visual são locais

em seus impactos; os danos causados por qualquer fonte específica geralmente são limitados a grupos de pessoas relativamente pequenos em uma região circunscrita. Muitos poluentes, por outro lado, têm impactos difusos, sobre uma grande região ou até mesmo sobre o ambiente global. A chuva ácida é um problema regional; as emissões em uma região dos Estados Unidos (e da Europa) afetam pessoas em outras partes do país ou em outra região. Os efeitos da destruição da camada

Unidos (e da Europa) afetam pessoas em outras partes do país ou em outra região. Os
Unidos (e da Europa) afetam pessoas em outras partes do país ou em outra região. Os
Unidos (e da Europa) afetam pessoas em outras partes do país ou em outra região. Os
de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na
de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na
de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na
de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na
de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na

de ozônio causada pelas emissões de clorofluorocarbonetos de vários países geram alterações químicas na estratosfera terrestre, e seus impactos se tornam verdadeiramente globais (FIELD, 2014).

impactos se tornam verdadeiramente globais (FIELD, 2014). Considerando fixos outros fatores, verifica-se que é mais

Considerando fixos outros fatores, verifica-se que é mais fácil lidar com os problemas ambientais locais do que com problemas regionais ou nacionais, que, por sua vez são mais fáceis de serem geridos do que os problemas globais. Se estivermos dentro do mesmo sistema político, podemos exigir que suas instituições criem soluções. Estamos longe de ter meios eficientes de responder a um crescente número de questões ambientais internacionais e globais, pois a natureza precisa dos impactos físicos é difícil de descrever – e também porque as instituições políticas internacionais necessárias estão surgindo mais recentemente (FIELD, 2014).

Os poluentes locais causam impactos na área de entorno por onde é realizado

o serviço de transporte - por exemplo, os ruídos gerados pelos motores dos

veículos e a fuligem expelida pelos escapamentos que se acomoda nas ruas, nos passeios e nas fachadas dos imóveis. Podem-se considerar ainda nesta categoria os poluentes que se deslocam de uma região para outra pelas correntes de ar, no caso de gases que causam a chuva ácida, por exemplo, ou o efeito smog, que é a

formação de uma névoa densa devida à grande concentração de ozônio (O 3 ) no

ar (CARVALHO, 2011).

Os poluentes globais são gases que são expelidos para a atmosfera e acabam impactando todo o planeta pelo aquecimento global, no caso da emissão de gases de efeito estufa (GEE). O principal poluente nessa categoria é o dióxido de carbono (CO 2 ), que serve também como unidade de equivalência para os demais GEE (CARVALHO, 2011).

A tabela 2 abaixo apresenta os principais poluentes atmosféricos locais, suas características, fontes e efeitos no meio ambiente.

Tabela 2 – Principais poluentes atmosféricos locais, suas características, fontes e efeitos no meio ambiente

Poluente

Características

Fontes Principais

 

Efeitos Gerais ao Meio Ambiente

Partículas Inaláveis Finas (MP 2,5 )

Partículas de material sólido ou líquido suspensas no ar, na forma de poeira, neblina, aerossol, fumaça, fuligem, etc., que podem permanecer no ar e percorrer longas distâncias. Faixa de tamanho é 2,5 micra.

Processos de combustão (industrial, veículos automotores), aerossol secundário (formado na atmosfera), como sulfato e nitrato, entre outros.

Danos à vegetação, deterioração da

visibilidade e contaminação do solo

e

da água.

Partículas Inaláveis (MP 10 ) e Fumaça

Partículas de material sólido ou líquido que ficam suspensas no ar, na forma de poeira, neblina, aerossol, fumaça, fuligem, etc. Faixa de tamanho é 10 micra.

Processos de combustão (indústria e veículos automotores), poeira ressuspensa, aerossol secundário (formado na atmosfera).

Danos à vegetação, deterioração da visibilidade e contaminação do solo

e

da água.

na atmosfera). Danos à vegetação, deterioração da visibilidade e contaminação do solo e da água. 21
na atmosfera). Danos à vegetação, deterioração da visibilidade e contaminação do solo e da água. 21
na atmosfera). Danos à vegetação, deterioração da visibilidade e contaminação do solo e da água. 21
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UNIDADE 1
UNIDADE
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Poluente Características   Fontes Principais
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Poluente

Características

 

Fontes Principais

Efeitos Gerais ao Meio Ambiente

Partículas

Partículas de material sólido ou líquido que ficam suspensas no ar, na forma de poeira, neblina, aerossol, fumaça, fuligem, etc. Faixa de tamanho é 50 micra.

Processos industriais, veículos motorizados (exaustão), poeira de rua ressuspensa, queima de biomassa. Fontes naturais: pólen, aerossol marinho e solo.

 

Totais em

Danos à vegetação, deterioração da visibilidade e contaminação do solo e da água.

Suspensão

(PTS)

 

Gás incolor, com forte odor, semelhante ao gás produzido na queima de palitos de fósforos.

   

Dióxido

Pode ser transformado a SO 3 , que na presença de vapor de água,

passa rapidamente a H

SO

.

Processos que utilizam queima de óleo combustível, refinarias

Pode levar à formação de chuva ácida, causar corrosão aos materiais e danos à vegetação: folhas e colheitas.

de petróleo, veículos a diesel,

de Enxofre (SO 2 )

É um importante precursor dos sulfatos, um dos principais componentes das partículas inaláveis.

2

4

produção de polpa de celulose e papel, fertilizantes.

Dióxido de Nitrogênio (NO 2 )

Gás marrom avermelhado, os quais contribuem com odor forte e muito irritante. Pode levar à formação de ácido nítrico, nitratos (o qual contribui para o aumento das partículas inaláveis na atmosfera) e compostos orgânicos tóxicos.

Processos de combustão envolvendo veículos automotores, processos industriais, usinas térmicas, incinerações.

Pode levar à formação de chuva ácida, danos à vegetação e à colheita.

Monóxido

     

de Carbono

Gás incolor, inodoro e insípido.

Combustão incompleta em veículos automotores.

(CO)

Ozônio (O 3 )

Gás incolor, inodoro nas concentrações ambientais e o principal componente da névoa fotoquímica.

Não é emitido diretamente para a atmosfera. É produzido fotoquimicamente pela radiação solar sobre os óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis.

Danos às colheitas, à vegetação natural, plantações agrícolas, plantas ornamentais.

Fonte: CETESB, 2016.

“A qualidade do ar é diretamente influenciada pela distribuição e intensidade das emissões de poluentes atmosféricos de origem veicular e industrial. Exercem papel fundamental à topografia e às condições meteorológicas, que se alteram nas várias regiões do Estado de São Paulo. As emissões veiculares desempenham um papel de destaque nos níveis de poluição do ar dos grandes centros urbanos, ao passo que as emissões industriais afetam significativamente a qualidade do ar em regiões mais específicas” (Relatório CETESB – Qualar, 2016).

Ministério do Meio Ambiente: Poluentes atmosféricos https://goo.gl/n8lPgZ 22 Explor
Ministério do Meio Ambiente: Poluentes atmosféricos
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Explor
Inversão Térmica A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento
Inversão Térmica A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento
Inversão Térmica A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento

Inversão Térmica

Inversão Térmica A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento e
Inversão Térmica A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento e

A inversão térmica é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento e resfriamento da superfície em alguns locais. Esse fenômeno é agravado, nos grandes centros urbanos, devido à presença de poluentes atmosféricos e às condições meteorológicas desfavoráveis à dispersão dos poluentes.

A figura esquemática abaixo ilustra o fenômeno.

10 A 8 6 4 2 -15 0 +15 Temperatura Altura (km)
10
A
8
6
4
2
-15
0
+15
Temperatura
Altura (km)
10 B 8 6 4 2 -15 0 +15 Temperatura Altura (km)
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8
6
4
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-15
0
+15
Temperatura
Altura (km)

Figura 4 – Esquema representativo do fenômeno da inversão térmica

Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

Nos primeiros 10 quilômetros da atmosfera, normalmente, o ar vai se resfriando à medida que nos distanciamos da superfície da terra. Assim o ar mais próximo à superfície, que é mais quente, portanto mais leve, pode ascender, favorecendo a dispersão dos poluentes emitidos pelas fontes, conforme se veri ca na gura 4A. A inversão térmica é uma condição meteorológica que ocorre quando uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio, impedindo o movimento ascendente do ar, uma vez que, o ar abaixo dessa camada ca mais frio, portanto, mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na gura 4B.

mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
mais pesado, fazendo com os poluentes se mantenham próximos da superfície, como pode ser observado na
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes As inversões térmicas são um fenômeno metereológico que ocorre
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes As inversões térmicas são um fenômeno metereológico que ocorre

As inversões térmicas são um fenômeno metereológico que ocorre durante todo o ano, sendo que, no inverno elas são mais baixas, principalmente no período noturno. Em um ambiente com um grande número de indústrias e de circulação de veículos, como o das cidades, a inversão térmica pode levar a altas concentrações de poluentes, podendo ocasionar problemas de saúde. Conforme indicado na gura acima, essa diferença de temperaturas das camadas de ar resulta em um “aprisionamento” dos poluentes atmosféricos na camada de ar mais próxima à superfície, levando a um aumento da concentração destes e consequentemente a uma exposição maior dos seres humanos a essa carga de poluição atmosférica.

Fontes de Emissão

“As fontes naturais de poluição do ar são a queima acidental de biomassa (qualquer material derivado de plantas ou animais) e erupções vulcânicas, as quais podem ser consideradas as mais antigas fontes de contaminação do ar. A queima de biomassa, em ambientes externos e internos, utilizada desde a pré-história para produção de energia, tem sido uma das impor- tantes fontes antropogênicas de poluição atmosférica. A partir da Revo- lução Industrial, surgiram novas fontes de poluição do ar devido à queima de combustíveis fósseis nos motores a combustão e nas indústrias siderúr- gicas e, mais recentemente, nos veículos automotivos, além dos produ- tos químicos. Esses processos não foram acompanhados de análises que pudessem avaliar seu impacto sobre o meio ambiente, a toxicidade dos resíduos produzidos e os prováveis danos à saúde” (CANÇADO, 2006).

Podemos afirmar que as atividades humanas (antropogênicas) são atualmente as principais fontes de poluição do ar.

Fontes de Poluição Atmosférica

As fontes de poluição atmosférica podem ser classificadas como antropogênicas ou naturais. Dentre as principais, destacam-se:

Queima de combustíveis fósseis na geração de energia elétrica, no sistema de transportes, nas indústrias em geral e no ambiente doméstico;

Processos industriais e uso de solventes, por exemplo em indústrias químicas e minerais;

Agricultura;

Tratamento de efluentes;

e minerais; • Agricultura; • Tratamento de efluentes; • Erupções vulcânicas, poeira transportada pelo vento,
•

Erupções vulcânicas, poeira transportada pelo vento, spray marinho e emissões de compostos orgânicos voláteis provenientes de plantas são exemplos de fontes de emissões naturais.

e emissões de compostos orgânicos voláteis provenientes de plantas são exemplos de fontes de emissões naturais.
Figura 5 Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images Fontes Fixas X Fontes Móveis A poluição atmosférica

Figura 5

Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

Fontes Fixas X Fontes Móveis

A poluição atmosférica pode ser causada por fontes fixas ou móveis, dependendo

dos processos que liberam os poluentes no ar.

Em geral, os estudos da poluição atmosférica são classificados de acordo com a sua natureza ou pela área que ocupam, podendo ser divididos em duas ordens, em relação às fontes de emissão: as provenientes de fontes fixas e aquelas oriundas de fontes móveis. As fontes fixas são aquelas que ocupam uma área relativamente limitada, permitindo uma avaliação direta na fonte. As fontes móveis são as que se dispersam pela comunidade, não sendo possível a avaliação na base de fonte por fonte (MMA, 2016).

Fontes fixas – são as que ocupam uma área relativamente limitada, permitindo uma avaliação direta na fonte. As fontes classificadas como fixas referem-se às atividades da indústria de transformação, mineração e produção de energia através de usinas termelétricas (MMA, 2016).

As indústrias são as fontes mais significativas, ou de maior potencial poluidor. Também se destacam as usinas termoelétricas, que utilizam carvão, óleo combustível ou gás, bem como os incineradores de resíduos, com elevado potencial poluidor. Existem ainda as fontes fixas naturais, como maresia e vulcanismo, que também podem influenciar a composição do ar.

A queima de combustíveis fósseis (gasolina e óleo diesel) é relacionada como um

dos principais fatores de emissão de poluentes de fontes fixas. Quando utilizados em máquinas térmicas, tais combustíveis são queimados de forma incompleta, resultando

no lançamento de uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera, aumentando o aquecimento global e o efeito estufa.

Fontes móveis – são as fontes que não são fixas, como os veículos automotores, os
Fontes móveis – são as fontes que não são fixas, como os veículos automotores,
os trens, aviões e embarcações marítimas. Os veículos automotores se constituem
na principal fonte de poluição atmosférica nos centros urbanos. Eles se classificam
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes em: leves de passageiro (utilizando principalmente
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UNIDADE 1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes em: leves de passageiro (utilizando principalmente
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

1 Atmosfera: Características, Composição e Poluentes em: leves de passageiro (utilizando principalmente gasolina
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em: leves de passageiro (utilizando principalmente gasolina ou álcool como combustível); leves comerciais (utilizam gás natural veicular (GNV) ou óleo diesel); e veículos pesados (somente óleo diesel).

A localização geográfica, a topografia e as condições climáticas locais, princi- palmente no que diz respeito à constância, intensidade e direção dos ventos, são fatores importantes que podem influenciar na qualidade do ar. Além disso, podem interferir nos diagnósticos ambientais, principalmente àqueles efetuados a partir da percepção do observador, pois podem criar períodos de intensa poluição em áreas urbanas, tais como fenômenos climáticos como as inversões térmicas, influencian- do diretamente nas condições que favoreçam a concentração ou a dispersão dos poluentes (MMA, 2016).

No Brasil, os principais centros urbanos - São Paulo e Rio de Janeiro - sofrem com a poluição do ar de origem tanto industrial como veicular. Por causa disso, essas cidades apresentaram os primeiros registros de manifestação de doenças relacionadas à poluição do ar.

de manifestação de doenças relacionadas à poluição do ar. Figura 6 Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

Figura 6

Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

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Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:

Leitura

Leitura

British Columbia – How We Contribute to Air Pollution and Climate Change

https://goo.gl/VFla82

Cars, Trucks, and Air Pollution

https://goo.gl/pQi6Cm

Air Pollution

https://goo.gl/0AN2dM

Hospitalizações por Causas Respiratórias e Cardiovasculares Associadas à Contaminação Atmosférica no Município de São Paulo, Brasil

https://goo.gl/V5M6jr

Poluição Atmosférica e Saúde Humana

https://goo.gl/rYH1Px

Relação entre Poluição Atmosférica e Atendimentos por Infecção de Vias Aéreas Superiores no Município de São Paulo: Avaliação do Rodízio de Veículos

https://goo.gl/27cEt2

de Vias Aéreas Superiores no Município de São Paulo: Avaliação do Rodízio de Veículos https://goo.gl/27cEt2 27
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes Referências BRICKUS, Leila S. R.; AQUINO NETO, Francisco R. de.
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Atmosfera: Características, Composição e Poluentes

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Referências

Características, Composição e Poluentes Referências BRICKUS, Leila S. R.; AQUINO NETO, Francisco R. de. A

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para destruição de microrganismos em ambientes interiores. Química Nova , v. 26, n. 1, p. 133-
para destruição de microrganismos em ambientes interiores. Química Nova , v. 26, n. 1, p. 133-
para destruição de microrganismos em ambientes interiores. Química Nova , v. 26, n. 1, p. 133-
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MMA, Ministério do Meio Ambiente. Fontes fixas: poluição do ar. 2016. Disponível em:
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air pollution. 2016. Disponível em: <http://www.who.int/ceh/risks/cehair/en/>. Acesso em: 1 out. 2016. 29
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air pollution. 2016. Disponível em: <http://www.who.int/ceh/risks/cehair/en/>. Acesso em: 1 out. 2016. 29
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Responsável pelo Conteúdo:

Prof.ª Dr.ª Simone Miraglia

Responsável pelo Conteúdo: Prof.ª Dr.ª Simone Miraglia Revisão Técnica: Prof.ª Me. Nilza Maria Coradi de Araújo

Revisão Técnica:

Prof.ª Me. Nilza Maria Coradi de Araújo

Revisão Textual:

Prof.ª Esp. Kelciane da Rocha Campos

UNIDADE 2
UNIDADE
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

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Contextualização

Globais da Poluição Atmosférica Contextualização Você já pensou por que o interior do carro com os
Globais da Poluição Atmosférica Contextualização Você já pensou por que o interior do carro com os
Globais da Poluição Atmosférica Contextualização Você já pensou por que o interior do carro com os
Globais da Poluição Atmosférica Contextualização Você já pensou por que o interior do carro com os

Você já pensou por que o interior do carro com os vidros fechados se aquece tão rapidamente? Um dos assuntos mais discutidos atualmente é o aquecimento

global e as mudanças climáticas. Modelos matemáticos climáticos projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4°C, e o nível médio das águas do mar subirá entre 9 a 88 cm entre 1990 e 2100 (IPCC, 2007). Essas mudanças trarão impactos sociais, econômicos

e à saúde do meio ambiente como um todo. No entanto, você já pensou se não existisse o efeito estufa?

Devido ao efeito estufa, a superfície terrestre recebe quase o dobro de energia da atmosfera em comparação com a energia recebida do Sol, resultando em um aquecimento da superfície terrestre em torno de 30°C. Isso permite a vida na Terra. Se, por um lado, o efeito estufa pode provocar o aumento preocupante da

temperatura na Terra, por outro lado, trata-se de um fenômeno natural e essencial

à vida, como a conhecemos. Além do homem, há diversas ações da natureza que

exacerbam o efeito estufa, como erupções vulcânicas, que liberam diversos gases relacionados ao efeito estufa. Como então denominar esse efeito, tão essencial à

vida, mas também capaz de modificá-la totalmente, como fazer para equilibrar o aquecimento global e a vida na Terra? Será que todos os seres serão prejudicados pelo aumento dos gases do efeito estufa?

Reflita criticamente sobre essas colocações antes de iniciar a unidade.

IPCC. Intergovernmental Panel on Climate Change. eds. 2007. Climate change 2007: The physical science basis.
IPCC. Intergovernmental Panel on Climate Change. eds. 2007. Climate change 2007: The
physical science basis. Contribution of working group I to the fourth assessment report of
the Intergovernmental Panel on Climate Change. Cambridge: Cambridge Univ. Press. 996p.
In SILVA, R. W. C.; PAULA, B. L. de. 2009. Causa do aquecimento global: antropogênica versus
natural. Terræ Didatica, 5(1):42-49.
https://goo.gl/QxKfQs
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Explor
Chuva Ácida O que é Chuva Ácida? O pH da água pura em condições normais
Chuva Ácida O que é Chuva Ácida? O pH da água pura em condições normais

Chuva Ácida

O que é Chuva Ácida?

O pH da água pura em condições normais é neutro

(7,0), mas quando o dióxido de carbono (CO 2 ) presente

na atmosfera se dissolve na água, ocorre a formação do

ácido carbônico (H 2 CO 3 ) e, portanto, o pH da água em equilíbrio com o CO 2 atmosférico é de 5,6 (ácido). Veja

a figura ao lado, que mostra a formação e dissociação

do H 2 CO 3 em íon H + e íon bicarbonato (HCO 3 - ):

A água da chuva, em contato com o CO2, já possui

caráter ácido, no entanto só dizemos que a chuva tem um excesso de acidez quando seu pH for menor que 5,6.

O aumento da acidez na chuva ocorre principalmente

quando há um aumento na concentração de óxidos

de enxofre e nitrogênio na atmosfera. Esses óxidos e

o óxido de carbono são chamados de óxidos ácidos,

porque em contato com a água (nesse caso água da chuva) formam ácidos.

com a água (nesse caso água da chuva) formam ácidos. CO 2 CO 2 H 2
com a água (nesse caso água da chuva) formam ácidos. CO 2 CO 2 H 2
CO 2 CO 2 H 2 O CO 2 CO 2
CO 2
CO 2
H 2 O
CO 2
CO 2

CO 2

CO 2

CO 2 CO 2 H 2 CO 3 H 2 CO 3
CO 2
CO 2
H
2 CO
3
H
2 CO
3
H + HCO 3 - Figura 1
H +
HCO 3
-
Figura 1

Fonte: Adaptado de Istock/getty images

O que é pH MANUAL DA QUÍMICA. Conceito de PH. https://goo.gl/VbpwLF Óxidos ácidos BRASIL ESCOLA.
O que é pH
MANUAL DA QUÍMICA. Conceito de PH.
https://goo.gl/VbpwLF
Óxidos ácidos
BRASIL ESCOLA. Óxidos ácidos.
https://goo.gl/R18JRR
Explor

Como é Formada a Chuva Ácida?

O nitrogênio gasoso (N 2 ) e o oxigênio molecular (O 2 ) da atmosfera podem

reagir, formando o monóxido de nitrogênio (NO). No entanto, essa reação não

é espontânea nas condições ambientes e demanda uma grande quantidade de

energia para ocorrer. Em situações em que há altas temperaturas - por exemplo, dentro do motor do automóvel ou em fornos industriais, há o fornecimento da energia necessária para que ocorra a formação do monóxido de nitrogênio (NO)

de forma eficiente.

N 2 (g) + O 2(g) 2 NO (g) (em altas temperaturas)

2 ( g ) → 2 NO ( g ) (em altas temperaturas) O oxigênio presente
2 ( g ) → 2 NO ( g ) (em altas temperaturas) O oxigênio presente
2 ( g ) → 2 NO ( g ) (em altas temperaturas) O oxigênio presente
2 ( g ) → 2 NO ( g ) (em altas temperaturas) O oxigênio presente
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O
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oxigênio presente na atmosfera é capaz de oxidar o monóxido de nitrogênio,

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produzindo o dióxido de nitrogênio (NO 2 ), que apresenta uma coloração amarronzada. Em cidades
produzindo o dióxido de nitrogênio (NO 2 ), que apresenta uma coloração amarronzada. Em cidades

produzindo o dióxido de nitrogênio (NO 2 ), que apresenta uma coloração amarronzada. Em cidades urbanizadas e com grande tráfego de veículos, como

(NO 2 ), que apresenta uma coloração amarronzada. Em cidades urbanizadas e com grande tráfego de
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UNIDADE 2
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a
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

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cidade de São Paulo, o céu pode apresentar um tom amarronzado devido à

formação do NO 2 , agravado pela grande emissão de material particulado (incluindo

a fuligem), que também escurece a atmosfera. O dióxido de nitrogênio pode sofrer novas reações e formar o ácido nítrico (HNO 3 ), que contribui para aumentar a acidez da água da chuva.

Os automóveis antigos são uma das maiores fontes de gases NO. Um carro produzido em 1995 produz até 10 vezes mais NO que um carro produzido hoje. Atualmente, os carros modernos são obrigados por lei a possuir um conversor catalítico (catalisador), que reduz muito a formação desse gás. O catalisador converte grande parte dos gases prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como NO e CO, em gases inertes, como N 2 e CO 2 . Devemos lembrar que o CO 2 é um gás que não prejudica diretamente a saúde humana, mas colabora para aumentar

o efeito estufa. As reações abaixo representam as reações que ocorrem no interior do catalisador.

2CO (g) + 2NO (g) catalisador

2 C O (g) + 2 N O (g) catalisador 2 C O 2(g) + N

2CO 2(g) + N 2(g)

2CO (g) + O 2(g) catalisador 2CO 2(g) catalisador

2NO (g)

s a d o r 2 C O 2(g) catalisador 2 N O (g) N 2(g)
s a d o r 2 C O 2(g) catalisador 2 N O (g) N 2(g)

N 2(g) + O 2(g)

O catalisador tem um papel importantíssimo, mas atua de forma a minimizar

apenas as emissões de CO e NO, ou seja, o veículo continua emitindo um grande volume de CO 2 para a atmosfera.

Defeito no catalisador afeta meio ambiente e seu bolso ECONOMIA. Defeito no catalisador afeta meio
Defeito no catalisador afeta meio ambiente e seu bolso
ECONOMIA. Defeito no catalisador afeta meio ambiente e seu bolso.
https://goo.gl/HLwPx9
Como funcionam os catalisadores dos automóveis?
SUPER INTERESSANTE. Como funcionam os catalisadores dos automóveis.
https://goo.gl/z50frR
Explor

O dióxido de enxofre (SO 2 ) é o gás responsável pelo maior aumento na acidez

da chuva. Esse gás é produzido diretamente como subproduto da queima de combustíveis fósseis, como a gasolina, carvão e óleo diesel. O óleo diesel e o carvão geralmente possuem alto grau de impurezas e contêm grandes quantidades de enxofre em sua composição, sendo responsáveis por uma grande parcela da emissão de SO 2 para a atmosfera. Atualmente, no Brasil, a empresa Petrobrás tem investido muito na purificação do diesel a fim de diminuir drasticamente a presença de enxofre no combustível.

Óleo diesel BR. Óleo diesel. https://goo.gl/u5WQie 34 Explor
Óleo diesel
BR. Óleo diesel.
https://goo.gl/u5WQie
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Explor
De forma equivalente a outros óxidos, o SO 2 reage com a água, formando o
De forma equivalente a outros óxidos, o SO 2 reage com a água, formando o
De forma equivalente a outros óxidos, o SO 2 reage com a água, formando o
De forma equivalente a outros óxidos, o SO 2 reage com a água, formando o

De forma equivalente a outros óxidos, o SO 2 reage com a água, formando o ácido sulfuroso (H 2 SO 3 ):

SO 2(g) + H 2 O (l) H 2 SO 3(aq)

H 2 SO 3(aq) H + (aq) + HSO 3

-

(aq)

3 ( a q ) → H + ( a q ) + HSO 3 -

Outro produto da oxidação do dióxido de enxofre na atmosfera é o trióxido de enxofre (SO 3 ), que, por sua vez, em contato com a água da chuva, irá formar o ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ), que é um ácido forte. Veja essa transformação, conforme reações abaixo:

SO 2(g) + ½ O 2(g) SO 3(g)

SO 3(g) + H 2 O (l) H 2 SO 4(aq)

Impactos Ambientais da Chuva Ácida

A variação de pH de um lago em condições naturais é próxima de 6,5 a 7,0, podendo sustentar uma grande variedade de espécies de peixes, plantas e insetos, além de manter outros animais que vivem no seu entorno e se alimentam no lago. O excesso de acidez na chuva pode provocar a acidificação de lagos, principalmente aqueles de pequeno porte. Se o pH do lago diminuir para em torno de 5,5, já é possível ser prejudicial à sobrevivência de larvas, pequenas algas e insetos, prejudicando também os animais que dependem desses organismos para se alimentar. No caso de o pH da água chegar a níveis ainda mais baixos, como 4,0 a 4,5, já é possível verificar a intoxicação da maioria das espécies de peixes, o que poderá levá-los à morte.

das espécies de peixes, o que poderá levá-los à morte. Figura 2 – Aquário de peixes

Figura 2 – Aquário de peixes e de vida aquática possui um pH ótimo, que permite a sobrevivência das espécies

Fonte: iStock/Getty images

O solo também pode ser impactado pela chuva ácida, porém alguns tipos de solo são capazes de neutralizar, pelo menos parcialmente, a acidez da chuva devido à presença de calcário e cal (CaCO 3 e CaO) natural. Os solos em que esses compostos estão ausentes são mais suscetíveis à acidificação. O processo de lixiviação permite neutralização natural da água de chuva pelo solo, minimiza o impacto da água que atinge os lagos pelas suas encostas. A chuva ácida provoca um maior arraste de metais pesados do solo para lagos e rios, podendo intoxicar a vida aquática.

A chuva ácida provoca um maior arraste de metais pesados do solo para lagos e rios,
A chuva ácida provoca um maior arraste de metais pesados do solo para lagos e rios,
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Interessantemente, estudos recentes também mostram a possibilidade de a chuva
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Interessantemente, estudos recentes também mostram a possibilidade de a chuva
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Interessantemente, estudos recentes também mostram a possibilidade de a chuva
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Interessantemente, estudos recentes também mostram a possibilidade de a chuva

Interessantemente, estudos recentes também mostram a possibilidade de a chuva ácida alcalinizar rios e lagos. A razão da mudança é o fato de a chuva ácida corroer rochas e pavimentos, ricos em minerais alcalinos, que são levados pela própria chuva aos rios. Entretanto, a modificação do equilíbrio das águas dos rios e lagos, tanto para maior acidez ou maior basicidade, é capaz de causar danos a cultivos de rega, assim como afetar peixes e outras espécies de água doce.

Chuva ácida faz com que rios da costa leste dos EUA fiquem alcalinos https://goo.gl/SIsFeo Explor
Chuva ácida faz com que rios da costa leste dos EUA fiquem alcalinos
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Explor
Como a acidez da chuva poderia dani car o meio ambiente urbano? O que aconteceria
Como a acidez da chuva poderia dani car o meio ambiente urbano? O que aconteceria às
edi cações, pontes e monumentos?
Explor

Efeitos do SO 2 à Saúde

Outro fator muito importante sobre a emissão de SO 2 é a formação de ácidos no corpo humano, por meio da respiração. No nosso organismo, esse ácido pode provocar problemas como coriza, irritação na garganta e olhos e até afetar a fisiologia do pulmão. No ano de 1952, na cidade de Londres, aproximadamente 4.000 pessoas morreram em poucos dias como consequência da alta emissão de SO 2 na atmosfera, proveniente da queima do carvão nas casas e nas indústrias na região. Esse episódio ficou conhecido como “O Grande Nevoeiro”. Normalmente esses gases eram dispersos para camadas mais elevadas na atmosfera, mas na época houve um fenômeno meteorológico, a inversão térmica, que causou um resfriamento súbito da atmosfera impedindo a dispersão dos gases.

súbito da atmosfera impedindo a dispersão dos gases. Figura 3 – O Grande Nevoeiro de Londres,

Figura 3 – O Grande Nevoeiro de Londres, em 1952, chamado também de Big Smoke, que deixou a cidade em uma grande escuridão, em plena luz do dia, devido à grande concentração de partículas e gases poluentes em um dia de inversão térmica, que di cultou a dispersão dos poluentes atmosféricos

em um dia de inversão térmica, que di cultou a dispersão dos poluentes atmosféricos Fonte: Acervo
Fonte: Acervo do Conteudista
Fonte: Acervo do Conteudista
em um dia de inversão térmica, que di cultou a dispersão dos poluentes atmosféricos Fonte: Acervo
A acidez da água da chuva, além de afetar os seres vivos, também pode dani-
A
A
A acidez da água da chuva, além de afetar os seres vivos, também pode dani- ficar
A acidez da água da chuva, além de afetar os seres vivos, também pode dani- ficar

acidez da água da chuva, além de afetar os seres vivos, também pode dani-

da chuva, além de afetar os seres vivos, também pode dani- ficar a superfície de monumentos

ficar a superfície de monumentos históricos, principalmente feitos de mármore (CaCO 3 ), acelerar a corrosão de edifícios e pontes, entre outros, devido à reação com o ácido. Podemos representar esse ácido de forma genérica (H + ), por meio das reações abaixo.

CaCO 3(s) + 2H + (aq) Ca 2+ (aq) + H 2 O (l) + CO 2(g)

H 2 SO 4(aq) 2H + (aq) + SO 4

2-

(aq)

Redução da Camada de Ozônio e Efeito Estufa

O que é a Camada de Ozônio?

Na estratosfera, há uma frágil camada de gás chamada de camada de ozônio (O 3 ). Sua importância está no fato de ser o único gás que filtra a radiação ultravioleta do tipo B (UV-B), nociva aos seres vivos, sendo responsável pela absorção de cerca de 90% desse tipo de radiação.

pela absorção de cerca de 90% desse tipo de radiação. Exosfera 10 000 km Termosfera 690
pela absorção de cerca de 90% desse tipo de radiação. Exosfera 10 000 km Termosfera 690
Exosfera 10 000 km Termosfera 690 km Mesosfera 85 km Estratosfera 50 km Troposfera 10
Exosfera
10 000 km
Termosfera
690 km
Mesosfera
85 km
Estratosfera
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Troposfera 10 km

Figura 4 – Camadas da atmosfera terrestre

Fonte: Adaptado de Istock/getty images

A radiação ultravioleta desencadeia na atmosfera um processo natural que resulta na contínua formação e
A
radiação ultravioleta desencadeia na atmosfera um processo natural que resulta
na contínua formação e fragmentação do ozônio, como ilustrado na figura a seguir:
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio

+

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica + Raios Ultravioleta Ozônio Ozônio O 3 + Molécula de Oxigênio
Raios Ultravioleta Ozônio
Raios Ultravioleta
Ozônio

Ozônio

O

3

+

Molécula

de Oxigênio

Átomo

de Oxigênio

Figura 5 – Formação continuada do Ozônio, em presença de raios ultravioletas

Fonte: Adaptado de Istock/getty images

Diminuição da Camada de Ozônio

Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão des- truindo a camada de ozônio. Foi na década de 70 que cientistas britânicos detec- taram pela primeira vez a existência de um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. Desde então, têm se acumulado registros de que a camada está se tor- nando mais fina em várias partes do mundo, especialmente nas regiões próximas do Polo Sul e, recentemente, do Polo Norte.

As substâncias destruidoras da camada de ozônio (SDOs) são substâncias químicas capazes de reagir com o ozônio na estratosfera, que possuem em sua composição cloro, flúor ou hidrocarbonetos à base de bromo.

Manual de ajuda para o controle das substâncias que destroem a camada de ozônio –
Manual de ajuda para o controle das substâncias que destroem a camada de ozônio – SDOs
BRASIL. IBAMA, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.
https://goo.gl/Jovwna
Explor

Essas substâncias também têm potencial de contribuir para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos provenientes da emissão de exaustores dos veículos e o CO 2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Contudo, as substâncias que apresentam maior potencial de degradação da camada de ozônio são aquelas pertencentes aos gases clorofluorcarbonos (CFCs).

Ação dos CFCs na Camada de Ozônio

Os CFCs são componentes utilizados como propelentes em aerossóis, como isolantes em equipamentos de refrigeração e para produzir materiais plásticos. Quando emitidos podem chegar à estratosfera, onde são atingidos por radiação ultravioleta e consequentemente são desintegrados, liberando átomos de cloro.

onde são atingidos por radiação ultravioleta e consequentemente são desintegrados, liberando átomos de cloro.
onde são atingidos por radiação ultravioleta e consequentemente são desintegrados, liberando átomos de cloro.
onde são atingidos por radiação ultravioleta e consequentemente são desintegrados, liberando átomos de cloro.
Por meio de um processo catalítico, o cloro reage com o ozônio, convertendo-o em oxigênio
Por meio de um processo catalítico, o cloro reage com o ozônio, convertendo-o em oxigênio
Por meio de um processo catalítico, o cloro reage com o ozônio, convertendo-o em oxigênio
Por meio de um processo catalítico, o cloro reage com o ozônio, convertendo-o em oxigênio

Por meio de um processo catalítico, o cloro reage com o ozônio, convertendo-o em oxigênio (O 2 ). Essa reação ocorre milhares de vezes sucessivamente e é caracterizada como uma reação em cadeia, em que uma única molécula de CFC pode destruir 100 mil moléculas de ozônio. As moléculas de oxigênio que não possuem capacidade de proteção, como as moléculas de ozônio na estratosfera, acabam por deixar os seres vivos mais expostos às radiações ultravioletas devido à redução da camada protetora de ozônio. O O 2 não possui a mesma função protetora que o ozônio na estratosfera, diminuindo a camada de filtro aos seres vivos. Para agravar ainda mais a situação, os CFCs são bastante inertes, o que significa que o tempo de permanência médio deles na atmosfera é grande, variando de 75 até 380 anos.

A figura abaixo apresenta o ciclo de reações envolvidas na destruição da camada de ozônio pelos CFCs:

envolvidas na destruição da camada de ozônio pelos CFCs: Figura 6 – Ciclo de reações envolvendo

Figura 6 – Ciclo de reações envolvendo a quebra do CFC por luz ultravioleta e a reação do átomo de cloro com o ozônio estratosférico

Fonte: Acervo do Conteudista

A saúde dos seres humanos é atingida pelo aumento dos raios ultravioletas, tendo efeitos, como, por exemplo, aumento do câncer de pele e diminuição da eficiência do sistema imunológico. No entanto, a radiação ultravioleta não é nociva somente aos seres humanos. Todos as formas de vida, inclusive plantas, podem ser debilitadas. Acredita-se que níveis mais altos da radiação são capazes de diminuir a produção agrícola, o que reduziria a oferta de alimentos. A vida marinha também está seriamente ameaçada, especialmente o plâncton (plantas e animais microscópicos) que vive na superfície do mar. Por fazerem parte da base da cadeia alimentar marinha, a alteração na população desses organismos pode afetar todo o ecossistema envolvido. Além disso, o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono (CO 2 ) do planeta.

o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
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o plâncton é responsável pela absorção de mais de 50% das emissões de dióxido de carbono
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica O Chamado “Buraco” na Camada de Ozônio
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica
O Chamado “Buraco” na Camada de Ozônio

Existem vários fatores climáticos que fazem da estratosfera sobre a Antártida uma região especialmente suscetível à destruição do ozônio. Toda primavera, no Hemisfério Sul, aparece um buraco na camada de ozônio sobre o continente. Cientistas observaram que o buraco vem crescendo e que seus efeitos têm se tornado mais evidentes. Regiões próximas ao continente antártico têm apresentado uma ocorrência anormal de pessoas com alergias e problemas de pele e visão.

Apesar de os efeitos da degradação da camada de ozônio serem mais proeminentes no Hemisfério Norte, os Estados Unidos, a maior parte da Europa, o norte da China e o Japão já perderam 6% da proteção de ozônio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) estima que cada 1% de perda da camada de ozônio cause 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira, causados por catarata, em todo o mundo.

Ao nível do solo, na troposfera, o ozônio perde a sua função de protetor e se transforma em um gás poluente, responsável pelo aumento da temperatura da superfície, junto com o monóxido de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH 4 ) e o óxido nitroso.

Destruição do Ozônio

Em 1928, quando se desenvolveram os CFCs, o pesquisador Thomas Midgley acreditava que tais substâncias seriam inofensivas na atmosfera terrestre por serem quimicamente inertes, além das vantagens de serem fáceis de estocar, de produção barata, estáveis e bastante versáteis.

Em 1974, Molina e Rowland propuseram que o ozônio estratosférico estava sendo destruído em escala maior do que ocorria naturalmente e que a diminuição da concentração do ozônio era devida à presença de substâncias químicas halogenadas contendo átomos de cloro (Cl), flúor (F) ou bromo (Br), emitidas pela atividade humana.

Os gases que continham esses átomos na sua composição contendo esses átomos permanecem na atmosfera por vários anos e, ao atingirem a estratosfera, sofrem a ação da radiação ultravioleta, liberando radicais livres que destroem de forma catalítica as moléculas de ozônio.

A diminuição da concentração de ozônio persiste devido à contínua emissão de substâncias halogenadas e sua longa vida na atmosfera, a exemplo dos clorofluorcarbonos (CFCs), que podem permanecer ativos de 80 a 100 anos.

Buraco da Camada de Ozônio

a exemplo dos clorofluorcarbonos (CFCs), que podem permanecer ativos de 80 a 100 anos. Buraco da

O “buraco da camada de ozônio” é o fenômeno de queda acentuada na concentração do ozônio sobre a região da Antártica, conforme figura abaixo.

é o fenômeno de queda acentuada na concentração do ozônio sobre a região da Antártica, conforme
é o fenômeno de queda acentuada na concentração do ozônio sobre a região da Antártica, conforme
é o fenômeno de queda acentuada na concentração do ozônio sobre a região da Antártica, conforme
A para o violeta indica a baixa concentração de ozônio. O processo de diminuição da
A para o violeta indica a baixa concentração de ozônio. O processo de diminuição da
A para o violeta indica a baixa concentração de ozônio. O processo de diminuição da
A para o violeta indica a baixa concentração de ozônio. O processo de diminuição da

A

para o violeta indica a baixa concentração de ozônio. O processo de diminuição da concentração de ozônio vem sendo acompanhado desde o início da década de 1980, em vários pontos do mundo, inclusive no Brasil.

escala de cores indica o nível de concentração de ozônio, a cor azul tendendo

o nível de concentração de ozônio, a cor azul tendendo Figura 7 – Concentração de ozônio

Figura 7 – Concentração de ozônio na camada de ozônio, sobre a Antártica

Fonte: NASA. Setembro de 1980 (esquerda), Setembro de 2013 (direita)

Evolução do “buraco”da camada de ozônio https://goo.gl/G9988j Explor
Evolução do “buraco”da camada de ozônio
https://goo.gl/G9988j
Explor

“Camada de Ozônio está ‘se recompondo’ na Antártida, dizem Cientistas

Apesar das frequentes más notícias sobre o aquecimento global, pesquisadores afirmam ter encontrado evidências de que a camada de ozônio na Antártida está começando a se recuperar.

Os cientistas disseram que, em setembro de 2015, o buraco na camada estava 4 milhões de quilômetros quadrados menor do que no ano de 2000 - uma redução de tamanho semelhante ao do território da Índia.

Os ganhos foram atribuídos à eliminação progressiva de longo prazo dos

produtos químicos que destroem a camada de ozônio - e a consequência disso é que

se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em humanos, animais e plantas.

disso é que se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em
disso é que se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em
disso é que se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em
disso é que se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em
disso é que se aumenta a chance de câncer de pele, catarata e outras doenças em

A produção natural e a destruição do ozônio na estratosfera se equilibram ao longo do tempo, o que significa que historicamente existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol.

existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
existe um nível constante para proteger a Terra, bloqueando a radiação ultravioleta prejudicial do sol. 41
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Desodorantes e Ar-Condicionado
Efeitos Globais da Poluição Atmosférica
Desodorantes e Ar-Condicionado
da Poluição Atmosférica Desodorantes e Ar-Condicionado A primeira vez que cientistas notaram uma dramática
da Poluição Atmosférica Desodorantes e Ar-Condicionado A primeira vez que cientistas notaram uma dramática

A primeira vez que cientistas notaram uma dramática diminuição da camada de ozônio foi em meados dos anos 1980 - quando britânicos identificaram um buraco de 10 quilômetros.

Em 1986, a pesquisadora Susan Solomon mostrou que o ozônio estava sendo destruído pela presença de moléculas contendo cloro e bromo que vinham de clorofluorcarbonetos (CFCs). Esses gases eram encontrados em tudo, de sprays para cabelos e desodorantes até geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.

Os motivos pelos quais a diminuição estava em curso na Antártida eram o frio extremo e as grandes quantidades de luz. Isso ajudava a produzir o que foi chamado de “nuvens polares da estratosfera”.

Nessas nuvens, acontecia a reação química do cloro que destrói o ozônio.

Graças à proibição do uso de CFCs no Protocolo de Montreal, em 1987, a situação na Antártida tem melhorado lentamente.

Diversos estudos vêm mostrando a diminuição da influência dos CFCs. Além disso, de acordo com os autores, esse novo estudo mostra “os primeiros sinais de recuperação” e dá indícios de que a camada de ozônio está crescendo novamente.

Solomon e outros colegas, incluindo pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, fizeram medições detalhadas da quantidade de ozônio na estratosfera entre 2000 e 2015.

Usando informações de balões meteorológicos, satélites e simulações de modelo, eles conseguiram mostrar que o buraco da camada de ozônio diminuiu cerca de 4 milhões de quilômetros quadrados nesse período. Segundo eles, mais da metade dessa redução aconteceu por causa da diminuição do cloro na atmosfera.

Normalmente, as medidas da camada de ozônio são tiradas em outubro, quando o buraco costuma ser maior. Mas a equipe de pesquisadores acreditava que teria uma melhor ideia do cenário investigando a situação em setembro, quando as temperaturas ainda estão baixas, mas outros fatores influenciadores da quantidade de ozônio prevalecem - e o clima se torna algo menos determinante.

“Ainda que tenhamos diminuído a produção de CFCs em todos os países, incluindo Índia e China, até o ano 2000, ainda há muito cloro presente na atmosfera”, observou Solomon em entrevista à BBC.

“O cloro pode durar cerca de 50 ou 100 anos na atmosfera. (Sua quantidade) está decaindo lentamente, e o ozônio começará a se recompor. Não esperamos a recuperação completa antes de 2050 ou 2060, mas vimos que, em setembro, o buraco da camada de ozônio já não era tão grande quanto costumava ser.”

2050 ou 2060, mas vimos que, em setembro, o buraco da camada de ozônio já não
2050 ou 2060, mas vimos que, em setembro, o buraco da camada de ozônio já não
2050 ou 2060, mas vimos que, em setembro, o buraco da camada de ozônio já não
2050 ou 2060, mas vimos que, em setembro, o buraco da camada de ozônio já não
Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando
Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando
Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando
Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando
Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando

Uma descoberta que deixou os cientistas intrigados aparece em estudo de outubro de 2015, mostrando o maior buraco da camada de ozônio já visto na Antártida.

o maior buraco da camada de ozônio já visto na Antártida. Os pesquisadores acreditam que um

Os pesquisadores acreditam que um elemento-chave que contribuiu para isso foi

a atividade vulcânica.

“Depois de uma erupção, o enxofre vulcânico forma pequenas partículas, que são o início das nuvens polares estratosféricas”, explicou Solomon. “Surgem mais dessas nuvens quando há uma erupção vulcânica grande recente, e isso gera mais perda de ozônio.”

“Essa é a primeira prova convincente de que a recuperação do buraco da camada de ozônio na Antártida começou”, disse Markus Rex, do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Marinha e Polar na Alemanha.

“O estado da camada de ozônio ainda é muito ruim, mas acho muito im- portante saber que o Protocolo de Montreal está realmente funcionando e tem um efeito direto no tamanho do buraco. Esse é um grande passo para nós.”

Visões Diferentes

Alguns pesquisadores, no entanto, não estão convencidos de que essa diminuição do buraco da camada de ozônio mostrada no estudo tenha a ver com a redução da quantidade de cloro na estratosfera.

“As informações claramente mostram variações consideráveis ano a ano, que são muito maiores do que as tendências apontadas no estudo”, disse Paul Newman, cientista da Nasa, a agência espacial americana. “Se o estudo (de Solomon e seus colegas) tivesse incluído o ano passado que teve um buraco na camada de ozônio muito mais significativo, a tendência geral teria sido muito menor.”

Sem considerar essas questões, os cientistas envolvidos no estudo acreditam que a descoberta sobre o ozônio é um grande exemplo de como agir diante de problemas ambientais.

“É algo marcante. Foi uma era em que a cooperação internacional funcionou bem em algumas questões. Eu fui inspirada pela forma como países desenvolvidos

e subdesenvolvidos conseguiram se unir para lidar com essa questão da camada de ozônio”, afirmou Solomon.”

Camada de ozônio está ‘se recompondo’ na Antártida, dizem cientistas McGrath, M. BBC. 2016. https://goo.gl/zavJC0
Camada de ozônio está ‘se recompondo’ na Antártida, dizem cientistas
McGrath, M. BBC. 2016.
https://goo.gl/zavJC0
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Efeito Estufa e Aquecimento Global O efeito estufa é um
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica Efeito Estufa e Aquecimento Global O efeito estufa é um fenômeno
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Efeito Estufa e Aquecimento Global

O efeito estufa é um fenômeno natural que proporciona condições para a exis-

tência de vida humana na Terra. Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre, enquanto outra parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície terrestre, pro- movendo o seu aquecimento. Uma parcela da energia que é irradiada de volta ao espaço é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de bloque- arem parte da energia vinda do sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do sol

e da superfície da Terra.

É a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra um planeta com

capacidade de abrigar vida, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18°C negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14°C.

Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente constante. Contudo, o balanço de energia pode ser alterado de diversas formas:

a) mudança na quantidade de energia que atinge a superfície terrestre;

b) mudança na órbita da Terra ou do próprio sol;

c) mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devida à presença de nuvens ou de aerossóis, que são partículas resultantes de queimadas, por exemplo;

d) alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda

refletida de volta ao espaço, devida a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

As emissões antrópicas de gases de efeito estufa têm aumentado de modo insustentável, levando à alteração das concentrações desses gases na atmosfera.

As emissões de gases de efeito estufa estão presentes em praticamente todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo queima de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. Observe o esquema abaixo a respeito do efeito estufa.

de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. Observe o esquema abaixo a respeito
de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. Observe o esquema abaixo a respeito
de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. Observe o esquema abaixo a respeito
Aproximadamente metade da energia solar absorvida na super cie evapora água, adicionando o gás estufa
Aproximadamente metade da energia solar
absorvida na super cie evapora água,
adicionando o gás estufa mais importante à
atmosfera. Quando esta água condensa na
atmosfera, ela libera a energia que alimenta
tempestades e produz chuvas e neves
Apenas uma pequena porção da energia
térmica emitida pela super cie passa
através da atmosfera direto para o espaço. A
maioria é absorvida por moléculas de gás
estufa e contribuem para a energia irradiada
voltar a aquecer a super cie e baixar a
atmosfera, aumentando as concentrações de
gases estufa que aumentam o aquecimento
da super cie e diminuem a perda de energia
para o espaço
Aproximadamente 30% da
energia solar que chega é
re etida pela super cie e
pela atmosfera.
CO 2
O 3
CH 4
Atmosfera
N 2 O
H 2 O
Superfície
A super cie resfria irradiando energia térmica para cima. Quanto
mais quente a super cie, maior a quantidade de energia térmica
que é irradiado para cima

Figura 8 – Esquema do efeito estufa na Terra

Fonte: Adaptado de iStock/Getty Images

Gases de Efeito Estufa

Há quatro principais gases de efeito estufa (GEE), além de duas famílias de gases, regulados pelo Protocolo de Kyoto:

o dióxido de carbono (CO 2 ): é o principal GEE e também o mais abundante resultado da emissão de inúmeras atividades humanas, como, por exemplo, por meio do uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e também com a mudança no uso da terra. A quantidade de dióxido de carbono na atmosfera aumentou 35% desde a era industrial, e esse aumento deve-se

a atividades antrópicas, principalmente pela queima de combustíveis fósseis

e remoção de florestas. O CO 2 é utilizado como referência para classificar o poder de aquecimento global dos demais gases de efeito estufa;

o gás metano (CH 4 ): é produzido pela decomposição da matéria orgânica, sendo encontrado geralmente em aterros sanitários, lixões e reservatórios de hidrelétricas (em maior ou menor grau, dependendo do uso da terra anterior à construção do reservatório) e também pela criação de gado e cultivo de arroz. Com poder de aquecimento global 21 vezes maior que o dióxido de carbono;

o óxido nitroso (N 2 O), cujas emissões são provenientes, entre outros, do tratamento de dejetos animais, do uso de fertilizantes, da queima de combustíveis fósseis e de alguns processos industriais, possui um poder de aquecimento global 310 vezes maior que o CO 2 ;

fósseis e de alguns processos industriais, possui um poder de aquecimento global 310 vezes maior que
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica • o hexafluoreto de enxofre (SF 6 ): é utilizado
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Efeitos Globais da Poluição Atmosférica

Efeitos Globais da Poluição Atmosférica • o hexafluoreto de enxofre (SF 6 ): é utilizado principalmente
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o hexafluoreto de enxofre (SF 6 ): é utilizado principalmente como isolante térmico e condutor de calor. É o gás com o maior poder de aquecimento, é 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO 2 ;

o hidrofluorcarbonos (HFCs): utilizados como substitutos dos clorofluor- carbonos (CFCs) em aerossóis e refrigeradores; não agridem a camada de ozônio, mas têm, em geral, alto potencial de aquecimento global (variando entre 140 e 11.700);

os perfluorcarbonos (PFCs): são utilizados como gases refrigerantes, solventes, propulsores, espuma e aerossóis e têm potencial de aquecimento global variando de 6.500 a 9.200.

Os hidrofluorcarbonos e os perfluorcarbonos pertencem à família dos halocar- bonos, todos eles produzidos, principalmente, por atividades antrópicas.

Aquecimento Global

Ainda que o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, é possível perceber que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) - isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial. Na figura 9, encontra-se um gráfico com as medições de CO 2 do Observatório de Mauna Loa no Havaí.