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Seria bastante interessante acompanhar com acurácia as discussões que levanto neste

capítulo também em contraste com Marx. Infelizmente, não será possível me dedicar a essa
questão com profundidade – na verdade, as referências serão apenas laterais. Contudo,
convém indicar a leitura realizada por Alfred Schmidt que identifica no pensamento maduro de
Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa formulada pelos frankfurtianos com
Dialética do esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos Manuscritos parisienses,
influenciado por Feuerbach e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de humanização
progressiva da natureza, uma humanização que coincide com a naturalização do homem e,
portanto, considera que a histórica cunhada com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais
clara, na equação naturalismo = humanismo, o Marx da análise econômica, muito mais crítico,
se serve do termo Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma coloração científico-natural
mas nem por isso menos especulativo, quando examina a mutável, embora não suprimível,
luta do homem com a natureza. Este intercâmbio orgânico está vinculado com as leis naturais
que precedem aos homens. Todo ato de dar forma a uma substância natural deve obedecer a
legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode proceder como a natureza mesma em sua
produção, quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias. Ademais, o ato mesmo de dar
forma não se produz sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx considera também
os sujeitos ativos. Na medida em que os homens desatam as 'potências adormecidas' na
matéria natural, 'liberam' esse material: ao transformar o morto em-si em um vivente para-
nós, prolongam de certo modo a serie dos objetos produzidos pela história natureza e dão
prosseguimento a ela em um estágio qualitativamente mais elevado. Mediante o trabalho
humano a natureza leva adiante o seu processo de criação. O transtorno produzido pela práxis
chega a adquirir, assim, uma significação não apenas social, mas também 'cósmica'.” El
concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85 Seria bastante interessante acompanhar com
acurácia as discussões que levanto neste capítulo também em contraste com Marx. Infelizmente, não será
possível me dedicar a essa questão com profundidade – na verdade, as referências serão apenas laterais.
Contudo, convém indicar a leitura realizada por Alfred Schmidt que identifica no pensamento maduro de
Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa formulada pelos frankfurtianos com Dialética do
esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos Manuscritos parisienses, influenciado por Feuerbach
e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de humanização progressiva da natureza, uma
humanização que coincide com a naturalização do homem e, portanto, considera que a histórica cunhada
com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais clara, na equação naturalismo = humanismo, o Marx
da análise econômica, muito mais crítico, se serve do termo Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma
coloração científico-natural mas nem por isso menos especulativo, quando examina a mutável, embora
não suprimível, luta do homem com a natureza. Este intercâmbio orgânico está vinculado com as leis
naturais que precedem aos homens. Todo ato de dar forma a uma substância natural deve obedecer a
legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode proceder como a natureza mesma em sua produção,
quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias. Ademais, o ato mesmo de dar forma não se produz
sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx considera também os sujeitos ativos. Na medida em
que os homens desatam as 'potências adormecidas' na matéria natural, 'liberam' esse material: ao
transformar o morto em-si em um vivente para-nós, prolongam de certo modo a serie dos objetos
produzidos pela história natureza e dão prosseguimento a ela em um estágio qualitativamente mais
elevado. Mediante o trabalho humano a natureza leva adiante o seu processo de criação. O transtorno
produzido pela práxis chega a adquirir, assim, uma significação não apenas social, mas também
'cósmica'.” El concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85
Seria bastante interessante acompanhar com acurácia as discussões que levanto neste capítulo também
em contraste com Marx. Infelizmente, não será possível me dedicar a essa questão com profundidade – na
verdade, as referências serão apenas laterais. Contudo, convém indicar a leitura realizada por Alfred
Schmidt que identifica no pensamento maduro de Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa
formulada pelos frankfurtianos com Dialética do esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos
Manuscritos parisienses, influenciado por Feuerbach e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de
humanização progressiva da natureza, uma humanização que coincide com a naturalização do homem e,
portanto, considera que a histórica cunhada com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais clara, na
equação naturalismo = humanismo, o Marx da análise econômica, muito mais crítico, se serve do termo
Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma coloração científico-natural mas nem por isso menos
especulativo, quando examina a mutável, embora não suprimível, luta do homem com a natureza. Este
intercâmbio orgânico está vinculado com as leis naturais que precedem aos homens. Todo ato de dar
forma a uma substância natural deve obedecer a legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode
proceder como a natureza mesma em sua produção, quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias.
Ademais, o ato mesmo de dar forma não se produz sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx
considera também os sujeitos ativos. Na medida em que os homens desatam as 'potências adormecidas' na
matéria natural, 'liberam' esse material: ao transformar o morto em-si em um vivente para-nós, prolongam
de certo modo a serie dos objetos produzidos pela história natureza e dão prosseguimento a ela em um
estágio qualitativamente mais elevado. Mediante o trabalho humano a natureza leva adiante o seu
processo de criação. O transtorno produzido pela práxis chega a adquirir, assim, uma significação não
apenas social, mas também 'cósmica'.” El concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85
Seria bastante interessante acompanhar com acurácia as discussões que levanto neste capítulo também
em contraste com Marx. Infelizmente, não será possível me dedicar a essa questão com profundidade – na
verdade, as referências serão apenas laterais. Contudo, convém indicar a leitura realizada por Alfred
Schmidt que identifica no pensamento maduro de Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa
formulada pelos frankfurtianos com Dialética do esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos
Manuscritos parisienses, influenciado por Feuerbach e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de
humanização progressiva da natureza, uma humanização que coincide com a naturalização do homem e,
portanto, considera que a histórica cunhada com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais clara, na
equação naturalismo = humanismo, o Marx da análise econômica, muito mais crítico, se serve do termo
Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma coloração científico-natural mas nem por isso menos
especulativo, quando examina a mutável, embora não suprimível, luta do homem com a natureza. Este
intercâmbio orgânico está vinculado com as leis naturais que precedem aos homens. Todo ato de dar
forma a uma substância natural deve obedecer a legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode
proceder como a natureza mesma em sua produção, quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias.
Ademais, o ato mesmo de dar forma não se produz sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx
considera também os sujeitos ativos. Na medida em que os homens desatam as 'potências adormecidas' na
matéria natural, 'liberam' esse material: ao transformar o morto em-si em um vivente para-nós, prolongam
de certo modo a serie dos objetos produzidos pela história natureza e dão prosseguimento a ela em um
estágio qualitativamente mais elevado. Mediante o trabalho humano a natureza leva adiante o seu
processo de criação. O transtorno produzido pela práxis chega a adquirir, assim, uma significação não
apenas social, mas também 'cósmica'.” El concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85
Seria bastante interessante acompanhar com acurácia as discussões que levanto neste capítulo também
em contraste com Marx. Infelizmente, não será possível me dedicar a essa questão com profundidade – na
verdade, as referências serão apenas laterais. Contudo, convém indicar a leitura realizada por Alfred
Schmidt que identifica no pensamento maduro de Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa
formulada pelos frankfurtianos com Dialética do esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos
Manuscritos parisienses, influenciado por Feuerbach e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de
humanização progressiva da natureza, uma humanização que coincide com a naturalização do homem e,
portanto, considera que a histórica cunhada com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais clara, na
equação naturalismo = humanismo, o Marx da análise econômica, muito mais crítico, se serve do termo
Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma coloração científico-natural mas nem por isso menos
especulativo, quando examina a mutável, embora não suprimível, luta do homem com a natureza. Este
intercâmbio orgânico está vinculado com as leis naturais que precedem aos homens. Todo ato de dar
forma a uma substância natural deve obedecer a legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode
proceder como a natureza mesma em sua produção, quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias.
Ademais, o ato mesmo de dar forma não se produz sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx
considera também os sujeitos ativos. Na medida em que os homens desatam as 'potências adormecidas' na
matéria natural, 'liberam' esse material: ao transformar o morto em-si em um vivente para-nós, prolongam
de certo modo a serie dos objetos produzidos pela história natureza e dão prosseguimento a ela em um
estágio qualitativamente mais elevado. Mediante o trabalho humano a natureza leva adiante o seu
processo de criação. O transtorno produzido pela práxis chega a adquirir, assim, uma significação não
apenas social, mas também 'cósmica'.” El concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85
Seria bastante interessante acompanhar com acurácia as discussões que levanto neste capítulo também
em contraste com Marx. Infelizmente, não será possível me dedicar a essa questão com profundidade – na
verdade, as referências serão apenas laterais. Contudo, convém indicar a leitura realizada por Alfred
Schmidt que identifica no pensamento maduro de Marx uma perspectiva de crítica semelhante a essa
formulada pelos frankfurtianos com Dialética do esclarecimento. Segundo Schmidt: “Se o Marx dos
Manuscritos parisienses, influenciado por Feuerbach e pelo romantismo, vê no trabalho um processo de
humanização progressiva da natureza, uma humanização que coincide com a naturalização do homem e,
portanto, considera que a histórica cunhada com o trabalho mostra-se, de forma cada vez mais clara, na
equação naturalismo = humanismo, o Marx da análise econômica, muito mais crítico, se serve do termo
Stoffwechsel [intercâmbio orgânico], de uma coloração científico-natural mas nem por isso menos
especulativo, quando examina a mutável, embora não suprimível, luta do homem com a natureza. Este
intercâmbio orgânico está vinculado com as leis naturais que precedem aos homens. Todo ato de dar
forma a uma substância natural deve obedecer a legalidade peculiar da matéria. 'O homem só pode
proceder como a natureza mesma em sua produção, quer dizer, só pode mudar as formas das substâncias.
Ademais, o ato mesmo de dar forma não se produz sem se apoiar nas forças naturais, entre as quais Marx
considera também os sujeitos ativos. Na medida em que os homens desatam as 'potências adormecidas' na
matéria natural, 'liberam' esse material: ao transformar o morto em-si em um vivente para-nós, prolongam
de certo modo a serie dos objetos produzidos pela história natureza e dão prosseguimento a ela em um
estágio qualitativamente mais elevado. Mediante o trabalho humano a natureza leva adiante o seu
processo de criação. O transtorno produzido pela práxis chega a adquirir, assim, uma significação não
apenas social, mas também 'cósmica'.” El concepto de naturaleza em Marx; págs. 84-85