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Interfaces da

Matemática Com a Física:


Mecânica e Termologia
Material Teórico
Força e movimento

Responsável pelo Conteúdo:


Prof. Dr. Marcio Eugen Klingenschmid Lopes dos Santos

Revisão Técnica:
Profa. Dra. Mônica Midori Marcon Uchida Sguazzardi

Revisão Textual:
Profa. Esp. Márcia Ota
Força e movimento

• Introdução
• Estudo do Movimento Uniforme
• Movimento progressivo e movimento retrógrado
• Gráfico da função horária do movimento uniforme (MU)
• Movimento uniformemente variado (MUV)

·· Iniciamos mais uma unidade de nossa disciplina, na qual iremos compreender e


aprofundar os conhecimentos que possuímos sobre movimentos.
·· Trataremos aqui de algumas situações, nas quais precisamos identificar qual tipo
de movimento está presente, se a velocidade e a aceleração são constantes ou
não, qual a influência da orientação da trajetória e outros detalhes, igualmente,
importantes sobre o assunto.

Ao término desta unidade, esperamos que você seja capaz de compreender e identificar
em que situações esses tipos de movimentos estão presentes, bem como saber utilizar os
conceitos que serão apresentados a você.
Para tanto, realize a leitura dos textos indicados, acompanhe e refaça todos os exemplos
e anote suas dúvidas.

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Unidade: Força e movimento

Contextualização

I. João Alberto desloca-se com seu carro em um trecho de uma estrada em meio a uma
reserva florestal, objetivando chegar no quilômetro 230 dessa estrada, a qual possui em
seu entorno uma linda paisagem, um ambiente agradável com rios, belas árvores, alguns
animais à beira da estrada, outros bebendo água no rio de águas cristalinas. Importante
destacar que ele se encontra no quilômetro 70 e a fim de observar bem o ambiente na-
tural, decide dirigir seu veículo a uma velocidade constante de 20 km/h, pois não havia
outros veículos além do dele trafegando por essa estrada naquele momento.

a. João Alberto está desenvolvendo um movimento uniforme ou um movimento


uniformemente variado? Progressivo ou retrógrado?
b. Qual a aceleração do carro de João Alberto e o que ela tem a ver com a
classificação do movimento desse carro?
Reflita
c. João Alberto é contra ou a favor da orientação da estrada e o que ela tem a ver
com a classificação do movimento desse carro?

II. Em uma corrida de fómula 1, todos os carros se encontram no ponto de largada. Após
o sinal de partida, os pilotos começam a disputa para obter a melhor posição possível
para começar com vantagem em relação aos demais. Além disso, o carro o qual se
encontra na 3ª posição consegue ultrapassar os dois que se encontram a sua frente, no
momento em que eles tentam ficar na 1ª posição, logo na largada, deixando um espaço
para que este conseguisse alcancar tal objetivo. A partir de então, o piloto do referido
carro começa a aumentar a velocidade para que os demais não consigam ultrapassá-lo,
tomando os devidos cuidados para não sofrer um acidente.

a. O que se pode afirmar com relação à aceleração desse carro?


b. O movimento desse carro de fórmula 1 é acelerado ou retardardo? É um
Reflita movimento uniforme ou um movimento uniformemente variado?

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Introdução
Podemos classificar os movimentos através do modo como a velocidade escalar se compor-
ta em relação ao tempo. Um movimento é dito uniforme se a velocidade escalar da partícula se
mantém constante no intervalo de tempo em que a consideramos. Então, quando a velocidade
escalar sofre alterações, ou seja, variações, dizemos que o movimento é variado.
Nesta unidade, trabalharemos com algumas situações em que podemos observar esses com-
portamentos dos movimentos e veremos algumas definições importantes.

Estudo do Movimento Uniforme


Consideremos um veículo que está em movimento, ao longo de uma estrada retilínea, esteja
desenvolvendo uma velocidade escalar constante de 90 km/h. Isto quer dizer que esse veículo
percorre 90 quilômetros em um intervalo de tempo igual a uma hora. Com isso, se mantiver
essa velocidade durante todo o seu percurso, em duas horas ele percorrerá 180 km, em três
horas 270 km e assim por diante.
Esse comportamento da velocidade nos permite classificar o movimento desse veículo como
uniforme. Logo, um objeto que se move em iguais intervalos de tempo percorre distâncias
iguais e desenvolve velocidade escalar constante e igual à velocidade escalar média, em cada
instante, encontra-se em movimento uniforme.
Aqui, chamaremos de partícula aos objetos dos quais estudaremos os movimentos. O de-
nominaremos assim, por considerarmos suas dimensões desprezíveis em relação às demais
que participam do fenômeno em estudo.

Função Horária
O movimento uniforme deve ter a velocidade constante e será a mesma que a velocidade
instantânea. Esse movimento tem a velocidade escalar média igual à velocidade escalar instan-
tânea, para todo e qualquer intervalo de tempo.
Assim, temos:

∆s
=
v v=
m
∆t

Dada a variação de tempo Δt, a partir do instante inicial zero (t0=0) até um tempo qualquer,
denominado t. Consideremos também que neste intervalo de tempo, o espaço inicial s0
corresponde ao espaço no instante t0, e o espaço final s corresponde ao espaço no instante t.
Assim, temos:

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Unidade: Força e movimento

∆s
Substituindo essas expressões de e na expressão =
v v=
m , temos:
∆t
∆s s − s0 s − s0
=
v v=
m = =
∆t t − t0 t

O que nos dá:

s − s0 =v ⋅ t
=
s s0 + vt

A essa função chamamos de função horária do movimento uniforme.

Exemplo
Uma partícula encontra-se em movimento e se desloca a partir do ponto 30 km com
velocidade constante e igual a 36 km/h, ao longo de uma trajetória retilínea. Qual a função
horária que representa o deslocamento dessa partícula ao longo de sua trajetória? Que posição
ela ocupa na trajetória após 2 horas, a partir dessa posição inicial considerada?

Solução

O espaço inicial é a posição que a partícula ocupa na trajetória,


quando está em repouso, isto é, s0=30 km.
=
s s0 + vt
A velocidade da partícula é de 36 km/h.
=
s 30 + 36t
Assim, a função horária da posição da partícula na trajetória em
relação ao tempo é:

Para encontrarmos a posição que a partícula ocupa após as 2


=
s 30 + 36t
horas de movimento, basta substituirmos t=2h na função horária
que encontramos para a posição da partícula. Então, teremos: =
s 30 + 36  2
=s 30 + 72
s = 102

Logo, a partícula encontra-se na posição 102 km da trajetória após 2 horas.

É importante observarmos que a posição da partícula é dada em quilômetros e a velocidade


está em km/h. Se a velocidade estivesse em metros por segundo (m/s), precisaríamos realizar
a conversão para km/h para encontrarmos o valor correto que representaria a posição que a
partícula estaria ocupando no tempo t. Isto porque a posição da partícula é dada em quilômetros.

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Movimento progressivo e movimento retrógrado

Observe a seguinte figura, que representa o deslocamento de uma partícula ao longo de


uma trajetória.
Figura 1: Movimento progressivo.
Progressivo

+
0
S1

S2

Nessa figura, podemos observar que a partícula está desenvolvendo velocidade escalar
positiva. Isso significa que conforme o tempo aumenta, o espaço (posição), o qual essa partícula
ocupa na trajetória também aumenta. Isso quer dizer que a partícula se desloca a favor da
orientação positiva da trajetória. Movimentos que possuem essa característica são chamados
de movimentos progressivos.
Observemos, agora, esta outra figura que também representa o deslocamento de uma
partícula ao longo de uma trajetória.
Figura 2: Movimento retrógrado.

-8 m/s -2 m/s

+
t2 t1

Nessa figura, podemos constatar a partícula desenvolvendo velocidade escalar negativa, o


que significa que conforme o tempo aumenta, o espaço (posição) que essa partícula ocupa
na trajetória diminui. Isso quer dizer que a partícula se desloca contra a orientação positiva
da trajetória. Movimentos que possuem essa característica são chamados de movimentos
retrógrados.

Logo, temos as definições:

Movimento progressivo: a partícula se desloca a favor da orientação positiva da trajetória.

Movimento retrógrado: a partícula se desloca contra a orientação positiva da trajetória.

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Unidade: Força e movimento

Exemplos:
Exemplo 1: A função, a seguir, descreve o movimento uniforme de uma partícula. Quanto ao
movimento dessa partícula, ele é considerado progressivo ou retrógrado? =
S 20 + 12t com o
espaço em metros e o tempo em segundos.

Solução:
Como a função horária do movimento uniforme é dada por = s s0 + vt , temos que a velocidade
da partícula é v =12 m/s, que é positiva e, portanto, indica que ela se desloca a favor da
orientação positiva da trajetória. Assim, o movimento dessa partícula é considerado progressivo.

Exemplo 2: A função, a seguir, descreve o movimento uniforme de uma partícula. Quanto ao


movimento dessa partícula, ele é considerado progressivo ou retrógrado?

=
S 100 − 25t , com s em quilômetros e t em horas.

Solução:
Como no exemplo anterior, = s s0 + vt , temos que a velocidade da partícula é v = -25 km/h,
que é negativa e, portanto, indica que ela se desloca contra a orientação positiva da trajetória.
Logo, o movimento dessa partícula é retrógrado.

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Gráfico da função horária do movimento uniforme (MU)

Podemos estudar o movimento uniforme de uma partícula por meio de representações


gráficas. Imaginemos uma situação que envolva o movimento uniforme, montar uma tabela
com alguns dados deste movimento para que, depois, possamos construir o gráfico da função
horária desse movimento.

Situação:
Consideremos que uma partícula desenvolve movimento uniforme em uma trajetória retilínea,
cuja função horária é (SI).
Primeiramente, vamos montar a tabela para auxílio usando, por exemplo, t = 0, 1, 2, 3... segundos.
Substituindo esses valores de t na função horária, obtemos a tabela abaixo:

t(s) 0 1 2 3 4 5
s(m) 5 6 7 8 9 10

Como s está em função de t, os valores de t estarão dispostos no eixo horizontal do plano


cartesiano e os valores de s estarão no eixo vertical.
Figura 3 - Função Horária

Observando o gráfico, percebemos que o


movimento uniforme é representado graficamente
por uma reta.
Quando a velocidade escalar da partícula no
movimento uniforme é positiva (movimento
progressivo), o gráfico é uma reta crescente e,
quando é negativa (movimento retrógrado), o gráfico
é uma reta decrescente.
O coeficiente angular da reta, isto é, sua inclinação,
corresponde à velocidade escalar instantânea da
partícula, ou seja, se a inclinação da reta é x, então,
v= tg x.

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Unidade: Força e movimento

Movimento uniformemente variado (MUV)

Diferente do que ocorre no movimento uniforme, o movimento uniformemente variado


tem-se que a velocidade sofre variações iguais em iguais intervalos de tempo e, desta maneira, a
aceleração é constante e diferente de zero. Logo, a velocidade aumenta de forma proporcional,
como temos intervalos de mesmo valor. O que é a aceleração?
A aceleração está relacionada à mudança de velocidade. Por exemplo, um automóvel que
se encontra em repouso, no instante t1 = 0 s, começa a se locomover e após 1 segundo
de movimento sua velocidade é de 10m/s. Isso significa que, nesse intervalo de tempo,
∆t = t 2 − t1 , esse automóvel sofreu uma aceleração, que pode ser medida nesse intervalo de
tempo por meio da fórmula abaixo, onde α é a aceleração e ∆v é a variação da velocidade,
dada por ∆v = v2 − v1 .
∆v v2 − v1
=
a =
∆t t 2 − t1
Estudaremos o movimento uniformemente variado considerando a velocidade sempre com
valor positivo, isto é, considerando que a partícula se movimenta a favor da orientação positiva
da trajetória. Desse modo, teremos:
A aceleração do movimento será positiva quando a velocidade aumentar, conforme o tempo
aumenta, isto é, v 2 > v1 (∆v > 0) . Nesse caso, diz-se que o movimento é acelerado.
A aceleração do movimento será negativa quando a velocidade diminuir conforme o tempo
aumenta, isto é, v 2 < v1 (∆v < 0) . Nesse caso, diz-se que o movimento é retardado.

Exemplos
Exemplo 1: Certo corpo desloca-se em uma trajetória retilínea. No instante t1 = 2 s, sua
velocidade é de 20 m/s e no instante t2 = 4 s sua velocidade é de 40 m/s. Qual a aceleração
desse corpo nesse intervalo de tempo? Seu movimento é considerado retardado ou acelerado?
Solução

Coletemos os dados do enunciado: Definindo aceleração, temos:


t1 = 2 s v1 = 20 m/s ∆v v2 − v1
=
a =
t2 = 4 s v2 = 40 m/s ∆t t 2 − t1
Assim, temos:
m m m
40 − 20 20
∆v s s s 10 m
=
a = = =
∆t 4 s − 2s 2s s2
Portanto, esse corpo desenvolveu uma aceleração de 10 m/s2 nesse intervalo de tempo,
o que quer dizer que sua velocidade aumentou em 10 m/s a cada segundo.
O movimento é acelerado, pois a aceleração é positiva.

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Exemplo 2: Certa partícula mantém um deslocamento em uma trajetória retilínea. No instante t1=1s
sua velocidade é de 50 m/s e no instante t2 = 5 s sua velocidade é de 10 m/s. Qual sua aceleração
no intervalo anunciado? O movimento pode ser classificado como retardado ou acelerado?

Solução

Aplicando a fórmula, temos:


Temos os dados:
t1 = 1 s v1 = 50 m/s
m m m
10 − 50 −40
∆v s s = s = −10 m
a= =
t2 = 5 s v2 = 10 m/s ∆t 5 s − 1s 4s s2

Portanto, a partícula obteve aceleração de -10 m/s2 nesse período de tempo, o que
significa que sua velocidade cai em 10 m/s a cada segundo de tempo. Como a aceleração
é negativa, o movimento é retardado.

Cálculo da Velocidade
Se uma determinada partícula se encontra em movimento uniformemente variado, e
com uma velocidade inicial v0 no instante em que começamos a contar o tempo, t0=0, sua
aceleração α é constante, isto é, o valor da aceleração é numericamente nigual ao valor da
variação da velocidade em cada 1s. Assim, temos:

t = 0s → v = v0
t = 1s → v = v0+ 1 ∙ α
t = 2s → v = v0 + 2 ∙ α
t = 3s → v = v0 + 3 ∙ α

Isto nos leva à conclusão de que, depois de t segundos, a velocidade será:

v = v0 + αt (função da velocidade do MUV)

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Unidade: Força e movimento

Gráfico da função velocidade


Para chegarmos ao gráfico da função velocidade de um movimento uniformemente variado,
vamos construir uma tabela para um MUV, cuja função velocidade é dada por v=3 +2t, no SI.

Temos:
» v = v0 + αt
» v0 = 5 m/s
» α = 2 m/s2

t(s) 0 1 2 3 4 5
s(m) 3 5 7 9 11 13

Agora, de posse desses valores, podemos construir o gráfico dessa função.

Figura 4 - Função da Velocidade MUV.

Observamos pelo gráfico que a função v = 5 + 2t é


representado graficamente por uma reta crescente.
Quando a aceleração da partícula no MUV é positiva
(movimento acelerado), o gráfico é uma reta crescente e,
quando é negativa (movimento retardado) , o gráfico é
uma reta decrescente.
O coeficiente angular da reta, isto é, sua inclinação,
corresponde à aceleração da partícula, ou seja, se a
inclinação da reta é x, então, α= tg x.

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Função horário do MUV
Como vimos, no MUV, a velocidade varia conforme o tempo, segundo a função: v=v0+αt.
Queremos também estudar, neste tipo de movimento, a variação do espaço com o tempo, e
encontramos a função horária para o MUV. Considerando o gráfico da velocidade em função
do tempo, a área S, delimitada pelo eixo horizontal (t) e pelo gráfico da função velocidade do
MUV, no intervalo de tempo, representa numericamente a variação do espaço, nesse intervalo
de tempo. Essa área corresponde à de um trapézio de altura t, base menor v0 e base maior v.
Figura 5- A área S representa numericamente Δs.

Temos: Substituindo v = v0 + αt, em (2), obtemos


a função horário do MUV:
S=
( base  maior + base  menor ) ⋅ altura
2
s − s0 =0
(v + at + v0 ) ⋅ t
(ν + ν 0 ) ⋅ t
2
S=
2
(1) ( 2v + at ) ⋅ t
s − s0 = 0
2
Mas, S =∆s =s − s0 . Substituindo esta 2v0 t + at 2
expressão em (1), obtemos: s − s0 =
2
(v + v ) ⋅ t
s − s0 = 0 at 2
(2) s = s0 + v0 t +
2 2

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Unidade: Força e movimento

O gráfico da função horário do MUV é uma parábola com concavidade voltada para
cima, quando a aceleração for positiva, e com concavidade voltada para baixo, quando a
aceleração é negativa.

Figura 6 - Gráficos da função horária do Movimento Uniformemente Variado.

No instante tx, valor correspondente ao vértice da parábola, ocorre a mudança de sentido


do percurso, ou seja, é o instante em que a velocidade é nula. Até aí o movimento é retardado
e, a partir desse instante, é acelerado.

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Exercícios Propostos

1. Um bloco de massa 5kg é abandonado do alto de um prédio de 45 metros de altura.


Considerando a aceleração da gravidade como 10m/s2 , determine o tempo de queda
deste bloco até atingir o solo:
a. 3s
b. 10s
c. 15

Expectativa de resposta:
Inicialmente, é preciso identificar cada um dos valores fornecidos pelo
at 2
problema. A massa é 5kg (m) , a altura de 50 metros é o espaço s = s0 + v0 t +
percorrido pelo bloco até atingir o solo (S) e a aceleração da gravidade
2
10m/s2 (a). 10t 2
45 =0 + 00 t +
2
Substituindo na função horária, temos: 2
10t
45 =
2
45.2 = 10t 2
90 = 10t 2
90
= t2
10
9 = t2
O tempo de queda do bloco foi de 3 segundos do alto do prédio até t= 9
atingir o solo.
t = 3s

2. Um carro está a 50m/s quando o sinal de trânsito fica vermelho. Acionando os freios,
imediatamente, ele consegue parar desacelerando o carro em 4 segundos. Determine a
desaceleração em m/s:
a) 25 m / s2
b) 12,5 m/s2
c) 45 m/s2

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Unidade: Força e movimento

Expectativa de resposta: ∆V
a = 
T
Identificando os valores do problema, temos a velocidade 50m/s e o tempo de 50
parada 4 segundos. a = 
4
a = 
12,5 m / s2
Convertendo para km/h, temos que 12,5 . 3,6 = 45Km/h²

3. Com base nos dados do exercício anterior, qual seria a distância percorrida do momento
inicial da frenagem até a parada total do carro?
a) 300m
b) 400m
c) 500m

Expectativa de resposta:

Sabemos que:
a =  m / s2
12,5 
t =  4 s
v =  50m / s

Calculando o espaço percorrido, consideramos o espaço inicial como Zero:

at 2
s = s0 + v0 t +
2
12,5.4 2
s= 0 + 50.4 +
2
12,5.16
s =+0 200 +
2
200
s =+0 200 +
2
s =+0 200 + 100
s = 300m

O carro precisaria estar pelo menos a 300 metros do sinal para conseguir parar.

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Material Complementar

Para aprofundar um pouco mais sobre os conteúdos estudados, consulte as indicações a seguir:
Texto que trata da aplicação do MUV no lançamento vertical e queda livre dos corpos, de
autoria do professor Alberto Ricardo Prass, disponível em:

Leitura:

http://www.fisica.net/mecanicaclassica/lancamento_vertical_e_queda_livre.pdf

Sites:
http://www.brasilescola.com/fisica/movimento-uniforme.htm
http://www.brasilescola.com/fisica/movimento-acelerado-retardado-uniforme.htm
http://www.alunosonline.com.br/fisica/movimento-acelerado-retardado.html

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Unidade: Força e movimento

Referências

MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. Scipione. São Paulo, 1997.

RAMALHO JR, Francisco. Elementos de física, v.1. Ed. Moderna. São Paulo, 1986.

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Anotações

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