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O PERFIL DOS ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

NUMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE MOJU - PA

Isaias Kalleb da Silva de Castro*


Quésia Paula de Araújo Silva**
Rayane Corrêa Pantoja***
Vivian Beatriz Franco Ferreira****

RESUMO
Diante de fatores externos que prejudicam o processo de ensino aprendizagem em sala de aula, há os fatores que
tornam a estadia dos discentes em sala inviável, fazendo com que muitos deles retornem à escola anos mais
tarde, muitas vezes, na fase adulta. Com a necessidade de trabalhadores capacitados para atender aos interesses
das classes sociais mais ricas, tornou-se necessário escolarizar esses adultos. Assim, surge o EJA no Brasil, com
intuito de escolarizar este público. Com o objetivo de diagnosticar o perfil dos alunos dessa modalidade de
ensino e as causas dessas pessoas o integrarem, esta pesquisa foi aplicada numa escola no município de Moju,
Pará, aqui tratada como Escola “X”. A metodologia deu-se através de pesquisa descritiva e exploratória, com
observação e aplicação de questionários fechados... RESULT e CONCL.

Palavras-chave:

1. INTRODUÇÃO
Este estudo surgiu diante do desconhecimento do perfil de alunos que compõe a
modalidade de ensino na Educação de Jovens e Adultos (EJA). A proposta deste estudo é
analisar o perfil dos alunos da EJA, bem como as causas desses sujeitos de pesquisa
integrarem essa modalidade de ensino. A pesquisa foi realizada numa escola no município de
Moju, Pará, tratada aqui como “Escola X”, a fim de resguardar sua identidade.

São muitos os fatores externos que interferem no processo de ensino aprendizagem em


sala de aula, que vão desde problemas familiares até a situação econômica desfavorável que
as pessoas das camadas populares – sendo a mais excluída do processo de ensino – enfrentam.

Esses fatores são tão agravantes que – com frequência alarmante – tornam inviável a
estadia dos discentes em sala de aula, pois muitos deles retornam à escola anos mais tarde.
Muitas vezes, já na fase adulta. Porém, a volta aos estudos não se dará mais no ensino dito
regular, mas sim em outra modalidade de Ensino, a EJA.

* Aluno graduando do curso de Pedagogia na Universidade do Estado do Pará. E-mail:


castroi36@yahoo.com
** Aluna graduanda do curso de Pedagogia na Universidade do Estado do Pará. E-mail:
qu3s1apaula@gmail.com
*** Aluna graduanda do curso de Pedagogia na Universidade do Estado do Pará. E-mail:
rayane.crr19@gmail.com
**** Aluna graduanda do curso de Pedagogia na Universidade do Estado do Pará. E-mail:
beatrizfferreira98@gmail.com
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Nesse contexto, a Educação de Jovens e Adultos constitui-se em uma modalidade de


Ensino da Educação básica ofertada como uma proposta político-pedagógica voltada as
especificidades e necessidades de cidadãos que não puderam concluir a educação básica na
idade adequada (Ensino Fundamental e Ensino Médio).
Destacamos que a EJA, insere-se nas políticas públicas destinadas ao público jovem e
adulto no Brasil, apresentando como finalidade a elevação do grau de escolaridade, visando
ainda contribuir para com o desenvolvimento humano dos indivíduos, bem como o exercício
da cidadania e a participação cidadã da vida em comunidade.
Vale destacar que, segundo Reis e Rodrigues (2018, p. 12) “essa modalidade de Ensino
atende principalmente os jovens e adultos de baixa renda, vítimas da exclusão escolar e que
geralmente, por esse motivo estão fora do mundo do trabalho formal”. Assim, a problemática
abordada tem como eixo principal a seguinte questão: qual o perfil do aluno da EJA?
Enfatizamos que, como os jovens e adultos que compõe a EJA são, em sua maioria,
advindos das camadas populares menos favorecidas, deduzimos que essas pessoas enfrentam
grandes dificuldades nesse retorno escolar, uma vez que, muito tem que conciliar o emprego –
ou a procura de um – com o tempo dedicado aos estudos, além do sustento de suas famílias e
o longo período sem contato com a escola.
Sendo assim, este estudo, a fim de identificar, analisará qual o perfil dos alunos que
estão inseridos na EJA. Assim sendo, o trabalho se propôs em investigar os aspectos que
moldam o perfil do discente da EJA, incluindo as causas desses alunos integrarem essa
modalidade de Ensino. Sendo que essas causas são o que ocasionam a distorção idade/série no
contexto de ensino aprendizagem, resultado do pouco caso que há em torno do sistema de
ensino.
A educação é um direito público de todo e qualquer cidadão. Sendo que esta é a
principal humanizadora do ser humano, Gadotti (1983, p. 149) diz que “a educação é o que se
pode fazer do homem amanhã”. Consequentemente, se formos desprovidos dela, a nossa
humanização será afetada, uma vez que ficamos suscetíveis ao que nos é imposto.
Para uma melhor compreensão sobre a problemática foi realizada uma pesquisa de
abordagem descritiva e exploratória acerca do tema/problema, objetivando analisar o perfil –
bem como a causa – dos jovens e adultos que compõem a modalidade de ensino EJA, uma
vez que é de suma importância ter um conhecimento integro sobre quem são essas pessoas.
A partir do tema do trabalho, do objetivo proposto e da pesquisa realizada em campo,
aplicou-se a metodologia através de uma pesquisa de campo descritiva e exploratória, onde
aplicou-se questionários fechados aos alunos, para que estes pudessem colaborar ao máximo
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conosco. Perguntou-se sobre o estado civil dessas pessoas, a composição familiar, as razões
que as levaram a procurar a EJA, além de seus sonhos e aspirações para após a conclusão da
educação básica, na qual a maior parte dos entrevistados dividiam-se entre o ingresso numa
instituição de Ensino Superior e um Curso Técnico. COMENTAR A CERCA DO PQ CURSO
TECNICO e faculdade CITAÇÃO

Pode-se notar que as perguntas que compunham o questionário aplicado, foram diretas
ao ponto posto em foco anteriormente, bem elaboradas, mas simples para que os entrevistados
pudessem responde-las sem dificuldades. O presente estudo está composto por dois capítulos,
um teórico e outro de análise de dados.

Com a análise de dados, pode-se perceber que muitos alunos possuíam uma trajetória
escolar frustrada e fracassada, uma vez que sofreram exclusão neste processo marcado pelo
abandono escolar.

Assim, o compromisso com a pesquisa aplicada foi de suma importância para atingir o
objetivo proposto neste estudo, além da atenção dada a cada um dos entrevistados, a fim de
demonstrar a importância e gratidão aos sujeitos de pesquisa por colaborarem com os autores
deste estudo. Atribuímos um imenso valor a essas pessoas e reconhecemos seus esforços para
permanecer nessa jornada escolar, sendo que estas enfrentam muitos desafios, como se
desdobrarem entre o tempo dedicado aos estudos e ao trabalho – ou a procura de um – para o
provimento de suas famílias, a distância percorrida até a escola e, em alguns casos, o cuidado
com seus filhos.

É importante destacar que, esse estudo é relevante em razão da necessidade de se tecer


o perfil do aluno da EJA a fim de compreender a demanda e as necessidades desses
indivíduos, para que o ensino que lhes é ofertado seja condizente com a realidade de cada um
e para que se estes tenham sucesso durante a conclusão do ensino básico e para os sonhos e
aspirações que os esperam depois. CITAÇÃO OBJETIVO DA EJA

2. CAPÍTULO I

2.1. O Contexto Histórico da Educação de Jovens e Adultos no Brasil

Segundo Reis e Rodrigues (2018), a EJA sempre acompanhou o modelo econômico


vigente de cada época, assim ela surge no Brasil com o intuito de escolarizar os adultos, uma
vez que, a aristocracia portuguesa necessitava de trabalhadores capacitados para atuarem
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conforme seus interesses. Assim, a EJA obteve mais atenção por parte dos que governavam o
país.

Após alguns séculos, mais especificamente entre 1887-1897 (durante o período de


transição do Império para a República), a educação foi tida como a solução para o problema
do país, pois só assim atingiríamos o desenvolvimento da sociedade brasileira – além de
aumentar o número de eleitores para beneficiar as elites da época. Sendo a década de 1910
marcada pelo surgimento das “ligas contra o analfabetismo”, que tinham como objetivo
principal a erradicação – em um curto período de tempo – do analfabetismo, almejando o voto
dos analfabetos.

As primeiras Ligas datadas de 1910, realizaram uma intensa campanha pela difusão do
ensino primário. Era um movimento que relacionava à saúde, ao civismo, à cultura, à
educação e à política. (NOFUENTES, 2006)
Segundo a autora
(...) os anos de 1910 representaram um momento de transformação na
História do Brasil. A conjuntura da Primeira Guerra Mundial causou impacto
profundo entre os intelectuais, reacendendo-se a necessidade de pensar o
Brasil do ponto de vista brasileiro, visando soluções para os grandes
problemas da nação. As novas bandeiras nacionalistas propunham um
programa de lutas e a necessidade de organizar movimentos que atuariam na
salvação do país buscando uma nova identidade nacional. Educação e saúde
seriam apontadas como dois elementos que faziam parte da “receita de cura”
dos males brasileiros dada pelos intelectuais da época, que se declaravam
como únicos capazes de colocar o país nos “trilhos”, em direção ao
progresso.

De acordo com Vanessa Nofuentes (2009) a fundação da primeira diretoria da Liga


Brasileira Contra o Analfabetismo, foi criada em 1915 e além de erradicar o analfabetismo,
preocupavam-se com a frequência escolar, a má estrutura de prédios adequados – ou mesmo a
inexistência destes –, bem como os materiais didáticos. A autora destaca ainda que
A campanha empreendida pela Liga encontrou apoio nos diversos cantos do
Brasil, sobretudo através da atuação de Ligas estaduais e municipais. A
análise destas ações evidencia que as Ligas atuavam em uma dupla direção
ao coordenar ações de combate ao analfabetismo que incentivavam o
engajamento e a mobilização da sociedade em favor da instrução e, ao
mesmo tempo, chamar o Estado a atuar, exigindo sua intervenção em
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questões como a decretação da obrigatoriedade do Ensino Primário.


(NOFUENTES, 2009).

Assim, é possível perceber que esse período foi marcado por muitos debates políticos,
e essas mobilizações acerca da educação eram a favor de direitos que o Estado deveria
fornecer às camadas populares do Brasil.
Contudo, a EJA (Educação de Jovens e Adultos) só teve seu espaço delimitado, na
história da educação brasileira, a partir da década de 30. Sendo que, em 1934 a União era
responsável pelo Plano Nacional de Educação, disposto na Constituição, ele estendia-se a
jovens e adultos, atribuindo-lhes em suas normas a educação integral gratuita e de frequência
obrigatória (REIS; RODRIGUES, 2018). É nesse momento que a EJA é reconhecida.
Entretanto, em virtude da Revolução de 30 sob o governo de Getúlio Vargas e a
criação do regime militar denominado “Estado Novo” é criada uma nova constituição, sobre a
qual Ghiraldelli Jr. afirma que
A constituição de 1937 fez o Estado abrir mão da responsabilidade para com
a educação pública, uma vez que ela afirmava o Estado como quem
desempenharia um papel subsidiário, e não central, em relação ao ensino. O
ordenamento democrático alcançado em 1934, quando a letra da lei
determinou a educação como direito de todos e obrigação dos poderes
públicos, foi substituído por um texto que desobrigou o Estado de manter e
expandir o ensino público. (GHIRALDELLI, 2008, p. 78).

É evidente que, a constituição de 1937 foi criada com o único objetivo de beneficiar o
Estado, pois o isenta de suas obrigações com a educação e, por conseguinte, com o povo
brasileiro. Como já afirmado anteriormente, a educação é um direito público de todo e
qualquer cidadão, e se formos desprovidos dela, a nossa humanização será afetada, uma vez
que ficamos suscetíveis a aceitar o que nos é imposto. Logo vemos que, essa Constituição em
momento algum tinha a intenção de fornecer condições necessárias para que as camadas
populares tivessem conhecimento crítico, sendo que a partir daí o ensino profissionalizante
ganha espaço visando, única e exclusivamente, capacitar jovens e adultos para
desempenharem atividades nas indústrias.
Segundo Reis e Rodrigues (2018), foi apenas em 1945 após a Segunda Guerra
Mundial que voltaram a surgir enfoques sobre o papel da educação no desenvolvimento do
país, inclui-se aqui a educação de adultos, que era tida como um dos meios contribuintes para
o progresso da nação brasileira, tida como atrasada. Na década de 40 a EJA desenvolveu-se
significativamente, sendo o período em que ocorreu a regulamentação do Fundo Nacional de
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Ensino Primário (FNEP), fundado pelo então professor Anísio Teixeira, que tinha como
responsabilidade conservar fundos para a aplicação na educação primária1.
Em 1940 os índices de analfabetismo no Brasil ainda eram alarmantes, para sanar esse
problema bem como para contribuir com as ações em prol da educação de jovens e adultos,
foi criada a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO),
que tinha como objetivo principal erradicar o analfabetismo nos países subdesenvolvidos por
meios de programas de alfabetização.
Com o lançamento da Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA) em
1947, o uso de material didático para auxiliar na EJA, começa a ser idealizado, porém em
1950 passa por crises e é extinta.

A CEAA contava com recursos provenientes de organizações públicas e


particulares. Buscava‐se articular estratégias para mobilizar os diversos
setores da sociedade brasileira em prol da causa comum de acabar com o
analfabetismo no Brasil. Nessa lógica, tentava‐se associar o objetivo da
campanha à transformação social e ao desenvolvimento do País. Freitas
(apud. OLIVEIRA; SOUZA, p. 1910).

Durante os anos de 1958 e 1963 várias ações da Campanha Nacional de Erradicação


do Analfabetismo (CNEA), são postas em prática a fim de erradicar o analfabetismo no
Brasil. Logo, o cenário frente às discursões sobre a educação de jovens e adultos volta ser animador.
No Rio de Janeiro ocorre o II Congresso Nacional de Erradicação do Analfabetismo, sendo que,
concomitantemente, foram realizados seminários preparatórios em todas as regiões brasileiras,
destacando-se Paulo Freire – que foi convidado a participar do Programa Nacional de
Alfabetização do Ministério da Educação e Cultura – destacado por Saviani da seguinte
maneira
Paulo Freire foi, com certeza, um dos nossos maiores educadores,
entre os poucos que lograram reconhecimento internacional. Sua
figura carismática provoca adesões, por vezes de caráter pré-crítico,
em contraste com o que postulava sua pedagogia. Após sua morte,
ocorrida em 1997, a uma maior distância, sua obra deverá ser objeto
de análise mais isentas, evidenciando-se mais claramente o seu
significado no nosso contexto. Qualquer que seja, porém, a avaliação
a que se chegue, é irrecusável o reconhecimento de sua coerência na
luta pela educação dos deserdados e oprimidos que no início do século
XX, no contexto da “globalização neoliberal”, compõem a massa
crescente dos excluídos. Por isso seu nome permanecerá de uma
pedagogia progressista e de esquerda. (SAVIANI, 2007, p. 333).
Contudo, esses avanços são interrompidos pelo golpe militar em 1964, pois o governo
militar que se instaurou só permitia cursos de alfabetização, e estes eram de cunho
conservador, sendo que visavam “essencialmente à questão econômica e política para a
manutenção do regime, com o intuito de promover o aumento e aceleração da produção,
porém, inibiu avanços sociais mais amplos para a classe trabalhadora” (LEITE, 1996,
p.99). Portanto o

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Ver mais em: http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/32078-educacao-basica?start=340
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O Mobral corroborava com a concepção de que o analfabeto era


considerado um sujeito “sem saber”, responsável pelas mazelas da
sociedade. Nessa lógica, os não alfabetizados eram culpados pelo
próprio analfabetismo, porque não se esforçavam para superar tal
condição e representavam um entrave ao desenvolvimento do País, um
obstáculo para o progresso. Desse modo, considerava‐se necessária e
urgente a busca por uma solução oficial para “sanar esse problema”.
(OLIVEIRA; SOUZA, 2012, p. 1914).
O Mobral sofreu duras críticas por partes dos educadores da época por conta do ensino
mecânico ofertado – que não contemplava a formação humana do indivíduo. Os anos
subsequentes foram marcados por diversas discussões sobre o ensino de jovens e adultos, e no
governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), o Sistema Nacional de Ensino,
novamente, foi reformulado. Sendo que essa reformulação determinava a descentralização de
encargos financeiros com a educação, logo o gasto público era redistribuído, dando prioridade
a educação fundamental regular, deixando o EJA, mais uma vez, a margem (REIS;
RODRIGUES, 2018, p. 19).
O autor Paulo Freire, em uma de suas obras, faz uma importante crítica que se
enquadra perfeitamente nesse contexto, sendo esta
Não podemos alimentar a ilusão de que o fato de saber ler e escrever, por si
só, vá contribuir para alterar as condições de moradia, comida e mesmo de
trabalho [...] essas condições só vão ser alteradas pelas lutas coletivas dos
trabalhadores por mudanças estruturais da sociedade. (FREIRE, 1991, p. 70)
Mais do que tudo a EJA precisa estar comprometida com a formação humana dos
jovens e adultos que fazem parte dessa modalidade de Ensino........

METODOLOGIA
Para este trabalho utilizou-se dos modelos de pesquisa descritiva e exploratória. Sendo neste
estudo a descritiva por meio da observação do perfil dos sujeitos estudados e a exploratória
por utilização de questionários fechados, onde o estudo exigia que os alunos pudessem
contribuir ao máximo conosco com o fornecimento de informação a serem estudas pelos
aplicadores da pesquisa (GIL, 2002)

RESULTADOS E DISCUSSÕES
n sei
CONSIDERAÇÕES FINAIS
n sei tb

REFERÊNCIAS
8

BRASIL. Ministério da Educação. Disponível em:


<http://portal.mec.gov.br/component/tags/tag/32078-educacao-basica?start=340>. Acesso em:
15 de out. 2018.

FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo: Cortez; 1991.

GADOTTI, Moacir. Concepção dialética da educação: Um estudo introdutório. São Paulo:


Cortez, 1983.
GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da educação brasileira. JR. 4. ed. São Paulo:
Cortez, 2009.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ed. São Paulo: atlas, 2002.
LEITE, Sergio Celani. Urbanização do processo escolar rural. Dissertação de Mestrado.
Universidade Federal de Uberlândia/MG, 1996. Disponível em:
<http://www.seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/961>. Acesso em: 16 de
out. 2018.

NOFUENTES, Vanessa Carvalho. Construindo a Nação: Liga Contra o Analfabetismo no


Estado do Rio de Janeiro (1916-1919). XII Encontro Regional de História - ANPUH - Rio
de janeiro, 2006. Disponível em:
<http://www.snh2011.anpuh.org/resources/rj/Anais/2006/conferencias/Vanessa%20Carvalho
%20Nofuentes.pdf>. Acesso em 14 de out. 2018.

NOFUENTES, Vanessa Carvalho. Um desafio do tamanho da nação: a campanha da liga


brasileira contra o analfabetismo (1915-1922). Rio de Janeiro: PUC, 2009. Disponível em:
<http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?
select_action=&co_obra=168191>. Acesso em 14 de out. 2018.

OLIVEIRA, Letícia Borges de; SOUZA, Sauloéber Tarsio de. História Das Campanhas De
Alfabetização De Adultos: iniciativas para os moradores do campo. IX SEMINÁRIO
NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS “HISTÓRIA, SOCIEDADE E EDUCAÇÃO
NO BRASIL. Universidade federal da Paraíba – João Pessoa, 2012. Disponível em:
<http://www.histedbr.fe.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/2.77.pdf>.
Acesso em: 15 de out. 2018.

REIS, Jorgeana dos Santos; RODRIGUES, Ananda Lima. O DIFÍCIL RETORNO: Uma
Análise das Principais Dificuldades que Jovens e Adultos Enfrentam para Retornar à Escola.
9

2018. 60 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) – Universidade do


Estado do Pará, 2018.

SAVIANI, Demerval. História das Idéias Pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores
Associados, 2007.