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CENTRO UNIVERISTÁRIO BARÃO DE MAUÁ

TIAGO DA SILVA OLIVEIRA

EDUCAÇÃO MUSICAL, EDUCAÇÃO ESPECIAL E TECNOLOGIA: UM ESTUDO


EXPLORATÓRIO

Ribeirão Preto
2018
TIAGO DA SILVA OLIVEIRA

EDUCAÇÃO MUSICAL, EDUCAÇÃO ESPECIAL E TECNOLOGIA: UM ESTUDO


EXPLORATÓRIO

Trabalho de Conclusão de Curso de


Nome do Curso do Centro Universitário
Barão de Mauá

Orientadora: Dra. Patricia Calligioni de


Mendonça

Ribeirão Preto
2018
Autorizo a reprodução e a divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer
meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a
fonte.
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TIAGO DA SILVA OLIVEIRA

EDUCAÇÃO MUSICAL, EDUCAÇÃO ESPECIAL E TECNOLOGIA: UM ESTUDO


EXPLORATÓRIO

Trabalho de Conclusão de Curso de


Nome do Curso do Centro Universitário
Barão de Mauá

Orientadora: Dra. Patricia Calligioni de


Mendonça

Data de aprovação: ______/______/__________.

BANCA EXAMINADORA

______________________________________________________________
Dra. Patricia Calligioni de Mendonça
Centro Universitário Barão de Mauá – Ribeirão Preto

______________________________________________________________
Examinador(a) 1
Centro Universitário Barão de Mauá – Ribeirão Preto

Ribeirão Preto
2018
4

Dedico este trabalho as mulheres da


minha vida, minha esposa Carolina e a
minha filha Manoela, sem vocês nada
teria sentido.
5

AGRADECIMENTOS

Primeiramente à minha família, Carolina e Manoela pelo apoio e amor incondicional


durante todo o percurso desta especialização e por todo o incentivo e por sempre
apoiarem as minhas decisões.
À minha orientadora Patricia Calligioni de Mendonça pela disponibilidade e atenção
nesta importante etapa de minha formação como docente
A todos os professores e funcionários do Centro Universitário Barão de Mauá por terem
sido sempre atenciosos neste atendimento educacional a tantos quilômetros de
distância.
Aos meus colegas dos ambientes virtuais com quem pude trocar experiências muito
importantes para minha formação.
E a todos os alunos que passaram pela minha trajetória, pois vocês construíram pouco a
pouco o professor e o cidadão que sou hoje.
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“Todaa educação humana deve preparar


todos para viverem pelo outro a fim de
reviverem no outro”
Auguste Comte
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RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo principal fazer uma pesquisa bibliográfica
das produções disponíveis em bases de dados on-line e que se articulassem de
alguma forma com as seguintes áreas de conhecimento: educação musical,
educação especial e recursos tecnológicos na educação musical. O trabalho está
dividido em seis capítulos. No capítulo 1 trazemos a Apresentação do trabalho,
nossos desafios docentes que dispararam a necessidade de realizar esta pesquisa e
a metodologia que utilizamos para realizar a presente pesquisa. No capítulo 2
fazemos a Revisão Bibliográfica, onde discorremos sobre educação musical,
tecnologia articulada com a educação musical, educação especial e educação
musical articulada com a educação especial. Abordamos também aspectos legais e
históricos relevantes as áreas de educação musical e educação especial, assim
como algumas particularidades do uso de recursos tecnológicos na educação
musical. O capítulo 3 é onde descrevemos o processo de Coleta de Dados utilizado,
assim como as palavras-chave inseridas nas principais bases de dados onde
realizamos a busca, foram elas: 1) Revista Brasileira de Educação Especial, 2)
Revista Brasileira de Musicoterapia, 3) Revista Brasileira de Educação, 4) Revista da
ABEM, 5) Anais dos Congressos da ANPPOM, 6) Anais dos Congressos Nacionais
da ABEM e 7) Anais dos Encontros Regionais da ABEM. A pesquisa abrangeu as
produções publicadas entre os anos de 2014 e 2017. No capítulo 4 fazemos a
reflexão e a síntese dos dados obtidos no capítulo anterior, onde foi possível
verificar o aumento nas produções voltadas as áreas pesquisadas em comparação a
pesquisa realizada por Luana Gums, em 2014. Este aumento nas produções
acadêmicas tem demonstrado a consolidação dos segmentos aqui pesquisados.
Expomos no capítulo 5 algumas considerações sobre o uso da tecnologia nas aulas
de música e relatamos brevemente uma experiência de sala de aula com alunos
com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). As Considerações Finais acerca da
pesquisa estão no capítulo 6, onde consideramos as possibilidades de triangulação
entre os dados obtidos para que se abram novos caminhos de pesquisa e
consequentemente melhorias no atendimento dos alunos portadores de
necessidades educacionais especiais (PNEE). No apêndice encontram-se listadas
todas as produções localizadas e seus respectivos links de acesso.
Palavras-Chave: Educação Musical, Educação Especial, Tecnologia.
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RESUMEN
El presente trabajo tuvo como objetivo principal hacer una investigación bibliográfica
de las producciones disponibles en bases de datos on-line y articulado de alguna
forma con las siguientes áreas de conocimiento: educación musical, educación
especial y recursos tecnológicos en la educación musical. El trabajo está dividido en
seis capítulos. En el capítulo 1 traemos la Presentación del trabajo, nuestros
desafíos docentes que desencadenaron la necesidad de realizar esta investigación y
la metodología que utilizamos para realizar la presente investigación. En el capítulo
2 hacemos la Revisión Bibliográfica, donde discutíamos sobre educación musical,
tecnología articulada con la educación musical, educación especial y educación
musical articulada con la educación especial. Abordamos también aspectos legales
e históricos relevantes a las áreas de educación musical y educación especial, así
como algunas particularidades del uso de recursos tecnológicos en la educación
musical. El capítulo 3 es donde describimos el proceso de recolección de datos
utilizado, así como las palabras clave insertadas en las principales bases de datos
donde realizamos la búsqueda, que fueron: 1) Revista Brasileira de Educação
Especial, 2) Revista Brasileira de Musicoterapia, 3) Revista Brasileira de Educação,
4) Revista da ABEM, 5) Anais dos Congressos da ANPPOM, 6) Anais dos
Congressos Nacionais da ABEM e 7) Anais dos Encontros Regionais da ABEM. La
investigación abarcó las producciones publicadas entre los años 2014 y 2017. En el
capítulo 4 hacemos la reflexión y la síntesis de los datos obtenidos en el capítulo
anterior, donde fue posible verificar el crescimiento en las producciones dirigidas a
las áreas investigadas en comparación a la investigación hecha por Luana Gums, en
2014. Este crescimiento en las producciones académicas tiene demostrado la
consolidación de los segmentos aquí investigados. Hemos expuesto en el capítulo 5
algunas consideraciones sobre el uso de la tecnología en las clases de música e
informamos brevemente una experiencia de aula con alumnos con trastorno del
espectro del autismo (TEA). Las consideraciones finales sobre la investigación se
encuentran en el capítulo 6, donde consideramos las posibilidades de triangulación
entre los datos obtenidos para que se abran nuevos caminos de investigación y
consecuentemente mejoras en la atención de los alumnos portadores de
necesidades educativas especiales (PNEE). En el apéndice se enumeran todas las
producciones localizadas y sus respectivos enlaces de acceso.
Palabras Clave: Educación Musical, Educación Especial, Tecnología.
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LISTA DE TABELAS

Tabela 1: Relação de documentos sobre inclusão e direitos das pessoas com


deficiência.......................................................................................................24
Tabela 2: Revistas científicas.........................................................................27
Tabela 3: Congressos da ANPPOM...............................................................30
Tabela 4: ABEM Nacional 2015......................................................................32
Tabela 5: ABEM Nacional 2017......................................................................32
Tabela 6: ABEM Sul 2014...............................................................................33
Tabela 7: ABEM Sul 2016...............................................................................33
Tabela 8: ABEM Sudeste 2014.......................................................................33
Tabela 9: ABEM Sudeste 2016.......................................................................34
Tabela 10: ABEM Nordeste 2014....................................................................34
Tabela 11: ABEM Nordeste 2016....................................................................35
Tabela 12: ABEM Centro-Oeste 2014/2016....................................................35
Tabela 13: ABEM Norte 2014/2016.................................................................36
Tabela 14: Publicações analisadas.................................................................39
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LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 – Musik Maker Jam.........................................................................20


Figura 2 – Drum Pad Machine......................................................................20
Figura 3 – Reaper.........................................................................................21
Figura 4 – Musescore...................................................................................21
Figura 5 – Audio Tool...................................................................................22
Figura 6 – Zorelha........................................................................................22
Figura 7 – Guitar Tuna.................................................................................23
Figura 8 – Caustic 3.....................................................................................23
Figura 9 – New York Philarmonic Kids Zone................................................43
Figura 10 – Kids Zone Game Room.............................................................43
Figura 11 – Instrument Frenzy......................................................................44
Figura 12 – Musical Mingles.........................................................................44
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LISTA DE SIGLAS

ABEM – Associação Brasileira de Educação Musical


ABPEE – Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial
ANPPOM – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
DAW – Digital Áudio Workstation
EAD – Ensino a Distância
LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação
MIDI – Musical Instrument Digital Interface
PNEE – Portador de Necessidades Educacionais Especiais
TEA – Transtorno do Espectro do Autismo
UBAM – União das Associações Brasileiras de Musicoterapia
UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina
UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul
UNESCO - United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO..........................................................................................13
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.....................................................................15
2.1 Educação Musical.....................................................................................15
2.2 Tecnologia e Educação Musical................................................................17
2.2.1 Softwares e Aplicativos Voltados à Música...............................................19
2.3 Educação Especial....................................................................................24
2.4 Educação Musical e Educação Especial...................................................26
3 COLETA DE DADOS................................................................................28
3.1 Dados da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM) ..............29
3.1.1 XXII e XXIII Congressos Nacionais da ABEM...........................................30
3.1.2 Encontro Regional Sul...............................................................................31
3.1.3 Encontro Regional Sudeste.......................................................................32
3.1.4 Encontro Regional Nordeste.....................................................................33
3.1.5 Encontro Regional Centro-Oeste..............................................................34
3.1.6 Encontro Regional Norte...........................................................................34
4 ANÁLISE DOS DADOS............................................................................35
5 TECNOLOGIA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS........................................40
5.1 New York Philarmonic Kids Zone..............................................................41
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS......................................................................44
7 REFERÊNCIAS.........................................................................................46
8 APÊNDICE................................................................................................52
8.1 Revista Brasileira de Educação................................................................52
8.2 Revista da ABEM......................................................................................54
8.3 Anais dos Congressos da ANPPOM........................................................54
8.4 Congressos Nacionais da ABEM.............................................................58
8.5 Encontro Regional Sul ABEM..................................................................62
8.6 Encontro Regional Sudeste ABEM..........................................................64
8.7 Encontro Regional Nordeste ABEM.........................................................66
8.8 Encontros Regionais Centro-Oeste e Norte ABEM.................................69
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1 INTRODUÇÃO

A pesquisa que desenvolvemos neste trabalho lida, especificamente, com


duas áreas de conhecimento: educação musical e educação especial e inclusiva.
Ambas as áreas estão em pleno desenvolvimento científico e já estão estabelecidas
e reconhecidas no âmbito acadêmico. A relação destas duas áreas, porém,
apresenta um panorama diferente e o presente trabalho procurou verificar a
produção voltada a educação especial e inclusiva realizada por educadores musicais
no período compreendido entre os anos de 2013 e 2017 em publicações em revistas
e anais de congressos de educação musical.

O objetivo principal desta busca foi verificar as produções que vêm sendo
feitas no que tange o uso de recursos tecnológicos em educação musical e a
possibilidade de sua utilização na musicalização de alunos portadores de
necessidades educativas especiais (PNEE).

Com a inserção da música como componente curricular obrigatório a


partir do início do ano letivo de 2011, devido a lei 11.769 sancionada em 18 de
agosto de 2008 alterando a lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação -
LDB), devido a esta alteração a oferta desta área de conhecimento teve um grande
crescimento em nosso país, ocorrendo uma expansão na procura pelos cursos de
licenciatura em música. Este cenário deve começar a se alterar a partir do ano letivo
de 2021, que é o prazo dado para que as redes de ensino se ajustem ao texto da lei
13.278/16 que amplia esta obrigatoriedade para outras linguagens artísticas (artes
visuais, dança e teatro), além da música.

Com esta informação, já nos deparamos com o primeiro desafio de


conseguir colocar de forma pedagogicamente produtiva e democrática a música
dentro da sala de aula, permitindo que todos os alunos tenham contato com o
componente curricular, procurando sair daquela condição de atividade
complementar ou onde o seu uso acaba sendo meramente para preencher
demandas escolares diversas, como datas festivas e/ou comemorativas.

Paralelamente a esta questão do ensino de música torna-se


imprescindível discutir como os governos ao longo das últimas décadas vem
tratando o ensino dos alunos PNEE. O marco inicial escolhido para discorrermos
sobre o assunto neste trabalho foi a Constituição Federal de 1988, também
14

chamada “Constituição cidadã”, pois garantiu direitos a grupos sociais até então
marginalizados, como as próprias pessoas portadoras de necessidades especiais,
que participaram ativamente de sua elaboração.

Por conta destas duas situações que as alterações da LDB e da


ampliação do atendimento de minorias após a Constituição Federal de 1988, nos
deparamos com uma nova realidade para os professores de música que estão
finalizando os seus cursos de licenciatura em música, estes mesmos cursos
abordam superficialmente a educação especial e estes jovens profissionais irão se
deparar com alunos com necessidades educativas especiais em suas salas de aula,
e provavelmente não estará instrumentalizado para atendê-los da melhor maneira.

A partir de nossa experiência nos últimos quatro anos trabalhando


diariamente com alunos com necessidades educativas especiais na rede municipal
de ensino de Porto Alegre, acabamos por nos deparar com a necessidade de
estarmos preparados para atender as mais distintas necessidades destes alunos
PNEE, já que muitas vezes entramos em salas de aula com estudantes com
Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), deficiência intelectual, deficiência visual,
deficiência auditiva, paralisia cerebral e deficiências múltiplas. Muitas vezes, com as
mais diferentes particularidades, na mesma sala de aula. Nesta perspectiva, o
espaço escolar onde atuamos, possui cerca de 25% dos alunos com alguma
deficiência diagnosticada e/ou com laudo, neste percentual não estão incluídos os
casos que ainda estão em avaliação médica ou passando por algum tipo de
testagem pelos profissionais da Sala de Integração e Recursos Pedagógicos (SIR).

Estas particularidades no atendimento aos alunos PNEE na instituição de


ensino onde atuamos serviu como disparador para buscar este curso de
especialização. Realizarmos esta pesquisa com o objetivo de verificar a situação
atual das produções acadêmicas na área proposta, poderá ajudar a ampliar mais um
pouco as discussões já realizadas e servindo assim, como multiplicador para futuras
produções.

A metodologia escolhida para a realização deste trabalho de conclusão de


curso é a pesquisa bibliográfica. De acordo com Gil (2008, p. 50), a pesquisa
bibliográfica é desenvolvida a partir de materiais já existentes, Lakatos (1992, p.44)
também considera que a pesquisa bibliográfica pode ser o primeiro passo de toda e
qualquer pesquisa científica. Gil ainda expõe como vantagem que esse tipo de
15

pesquisa permite ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos mais


ampla, mas Lakatos alerta a necessidade de uma delimitação do assunto por conta
do risco da pesquisa se tornar muito ampla.
O primeiro trabalho que buscou mapear a Educação Especial articulada
com a Educação Musical, foi escrito em 2014 por Luana Moína Gums em seu
trabalho de conclusão de curso na UDESC, onde fez um levantamento das
produções disponíveis on-line no recorte temporal dos anos de 1989 a 2014.
Tomamos o trabalho realizado por GUMS (2014) como ponto de partida
para a pesquisa aqui apresentada, porém com um filtro mais apurado, tentando
verificar também a ocorrência do uso de recursos tecnológicos na Educação Musical
e sua possível utilização junto aos alunos PNEE.
As bases de dados escolhidas para a pesquisa foram:
 Anais dos congressos nacionais e encontros regionais da
Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM);
 Revista Brasileira de Musicoterapia;
 Anais dos congressos da União das Associações Brasileiras de
Musicoterapia (UBAM);
 Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação
Especial (ABPEE);
 Revista Brasileira de Educação.

2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Neste capítulo pretendemos especificar como se dá a atividade do
componente curricular música, no ensino regular, bem como ampliar a compreensão
de termos e autores relevantes à educação musical. Outro assunto a ser abordado é
a nossa atuação em sala de aula junto aos alunos com necessidades educativas
especiais, e como são realizadas as atividades de música.

2.1 Educação Musical

Ainda temos em atividade no Brasil professores de música formados com


o currículo acadêmico que previa formação polivalente em Educação Artística, fruto
da Lei 5.692/71, lei de diretrizes e bases da educação. A partir desta nova LDB o
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estudante receberia no curso de graduação, formação em todas as linguagens


artísticas (artes visuais, dança, música e teatro), estes cursos eram organizados em
licenciatura curta, com duração de 4 semestres e licenciatura plena, com duração de
8 semestres. Eram os chamados professores polivalentes de educação artística,
mas é possível imaginar que é praticamente impossível que alguém possa dominar
quatro áreas de conhecimento diferentes em um curso que poderia durar quatro
anos. Segundo Maura Penna:
Esta proposta polivalente encontra sua forma mais exacerbada no modelo
de licenciatura curta, que pretende formar, em cerca de dois anos, um
professor capaz de atuar no primeiro grau em todas as áreas artísticas, e
obviamente a formação de um professor com esta competência, neste
período, é praticamente impossível. (PENNA, 1995, p.13)

A autora também entende que mesmo que tenha sido oferecida como
opção, a licenciatura plena, este formato onde o professor deveria dar conta de
todas as linguagens artísticas, é praticamente impossível preparar um profissional
que domine todas as linguagens artísticas em um lapso temporal tão curto.
Mesmo as licenciaturas plenas com habilitação específica em uma
linguagem artística são repletas de problemas, e mostram-se insuficientes
para a formação de um professor com consistente com consistente domínio
dos conteúdos da linguagem(...) essas deficiências na formação do
professor por sua vez, reforçam a adoção de práticas pedagógicas que
enfatizam o espontaneísmo expressivo, desconsiderando os conteúdos de
linguagem. (PENNA, 1995, p.13)

As licenciaturas específicas na área das artes tiveram como marco inicial


a Lei 9394/96 logo a seguir, sendo o modelo vigente atual. O curso de Música da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi o que tivemos contato
mais aprofundado e as modificações que ocorreram do antigo curso de Educação
Artística com habilitação em Música para o curso de Licenciatura em Música, foram
bastante profundas, alinhando-se as principais correntes da Educação Musical, mas
mesmo assim levantando dúvidas em professores da própria Universidade quanto
ao que estavam fazendo, em 1997, Jusamara Souza no I Seminário sobre o Ensino
Superior de Artes e Design, disse o seguinte:
[...] a formação do futuro profissional em música, nos cursos de
Licenciatura, não condiz com a realidade que ele vai encontrar nas escolas
e que por isso é preciso mudar e inovar. Há indícios já suficientemente
seguros de que a Universidade está preparando de uma forma diferente do
que se precisa lá fora. (SOUZA, 1997, p.9)

De que forma pensar o ensino de música de maneira a colocar o


estudante sempre no centro do processo de aprendizagem, fazendo com que
17

experimente de forma ativa as mais diversas maneiras de interagir com o som, seja
produzindo, seja escutando, manipulando mecânica ou eletronicamente, entre tantas
outras maneiras que são possíveis de interagir, e tornar a atividade com música
significativa, desafiadora e construtiva, ampliando assim seu universo de referências
culturais.
Sendo a música uma manifestação cultural construída socialmente, sua
compreensão ou mesmo a sensibilidade a ela, terá por base um padrão
culturalmente compartilhado para a organização dos sons numa linguagem artística
que seja significativa para determinado grupo social, “padrão este que, socialmente
construído, é socialmente apreendido – pela vivência, pelo contato cotidiano, pela
familiarização – embora também possa ser aprendido na escola” (PENNA, 2012,
p.31).
Desta forma podemos estabelecer que a Educação Musical que tentamos
realizar hoje nos espaços escolares, está muito mais preocupada em respeitar a
herança cultural que os estudantes já carregam consigo, procurando tornar o
ambiente da aula de música mais significativo para os estudantes, fazendo que a
aula seja muito mais proveitosa para eles desenvolvendo “os instrumentos de
percepção necessários para que o indivíduo possa ser sensível a música, aprendê-
la, recebendo o material sonoro/musical como significativo”.(PENNA, 2012, p.33)

2.2 Tecnologia e educação musical

O uso da tecnologia na Educação Musical, é algo relativamente recente,


pois o acesso a equipamentos tecnológicos que conseguimos utilizar nas aulas de
música na rede pública, melhorou nos últimos anos. Mesmo sem termos condições
técnicas razoáveis, já é possível encontrar escolas com laboratórios de informática e
que até possuem equipamentos de tecnologia móvel (tablets) para serem utilizados
em aulas das mais diversas com os alunos.
Outra possibilidade que está aberta com a rápida evolução tecnológica
dos equipamentos de telefonia celular, é sua utilização como plataforma para a
realização das atividades utilizando aplicativos gratuitos, pois hoje os estudantes
carregam consigo equipamentos com capacidade de processamento de dados muito
superior aos computadores dos laboratórios de informática das escolas.
18

O que era apenas um telefone celular transformou-se em um aparato


multimídia, reproduzindo mp3, tocando, compondo, enviando e
recebendo músicas de todos os gostos. O que poderá ser ou se
tornar esse aparelho envolve uma transformação tecnológica que é
imprevisível e infinita. (BOZZETTO, 2008)

Conforme Adriana Bozzetto, no não muito distante ano de 2008, já seria difícil
fazer com que os usuários de telefones celulares acreditassem no que os aparelhos
comercializados nos dias de hoje são capazes de fazer. Atualmente até mesmo o
conceito de seu nome foi modificado pois são chamados de smartphones (telefones
inteligentes) e sua capacidade de processamento permite que estes pequenos
aparelhos sejam capazes de trabalhar muitas vezes com qualidade profissional com
arquivos de áudio, imagem e vídeo!
A popularidade dos smartphones junto aos alunos é muito grande, pois eles
realizam diversas atividades de seu interesse com eles, utilizar este tipo de
tecnologia em sala de aula pode ser também uma forma de se aproximar dos
estudantes, pois sua conexão com o mundo nos dias atuais, passa diretamente
através das telas de smartphones, tablets e microcomputadores.
Carvalho (2013) considera que o smartphone deve ser categorizado como um
microcomputador, considerando-os dispositivos completos e capazes de fazer
inúmeras tarefas como: acessar a internet, redes sociais, enviar e receber e-mails,
criar e editar documentos, fotos, áudios e vídeos, entre outras funções como receber
e realizar ligações, que acaba ficando muitas vezes em segundo plano por conta de
tantas possibilidades que o dispositivo oferece.
Podemos agora falar, ver TV, pagar contas, interagir com outras pessoas
por SMS, tirar fotos, ouvir música, pagar estacionamento, comprar tickets
para o cinema, entrar em uma festa e até organizar mobilizações políticas
e/ou hedonistas (caso das smart e flashmobs). O celular expressa a
radicalização da convergência digital, transformando-se em um “teletudo”
para a gestão móvel e informacional do quotidiano (LEMOS, 2005, p.6)

A própria Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e


a Cultura (UNESCO) publicou em 2014 o documento intitulado “Diretrizes de
políticas para a aprendizagem móvel”. Nele o órgão expõe sua visão sobre o tema,
posicionando-se favoravelmente ao uso de tecnologias móveis pois estas “podem
ampliar e enriquecer oportunidades educacionais para estudantes em diversos
ambientes”. (UNESCO, 2014)
O smartphone e outras tecnologias móveis tornaram-se imprescindíveis
em nosso cotidiano para a comunicação ou obtenção de informações de forma
19

dinâmica, nas mais diferentes esferas. No caso específico do smartphone, ele é um


dos dispositivos que propicia a tão falada inclusão digital e também uma possível
porta para a inovação dos métodos didáticos correntes, que é um dos principais
objetivos a ser alcançado nesta pesquisa.
O celular é uma ferramenta presente em nosso contexto escolar, não temos
como ignorá-lo ou proibi-lo precisamos discutir com o aluno, com a sua
família, com a comunidade me geral a melhor maneira de explorar essa
mídia no contexto do ensino e da aprendizagem (SOUZA, 2013, p.17)

No caso específico da utilização de smartphones no ensino de música, a


literatura ainda é bastante rarefeita, sendo que a maior parte do que consegui
encontrar de trabalhos sobre o uso deste tipo de dispositivo em sala de aula estão
vinculados ao ensino de matemática, biologia, artes visuais, entre outras não citadas
na revisão bibliográfica. Em todos os trabalhos que li até o momento o assunto ainda
divide opiniões, principalmente pela questão geracional dos professores.
Uma parcela grande dos pesquisadores envolvidos no tema da utilização
de tecnologias móveis na educação admite que a relevância que este tipo de
equipamento pode ganhar nas atividades de sala de aula ainda é desconhecida,
pois a maioria dos trabalhos escritos a respeito do assunto estão preocupados
ainda, em tentar justificar a inserção destes dispositivos nas atividades escolares,
ultrapassada esta etapa, acredito que começaremos a ler a respeito dos resultados
mais concretos de pesquisas sobre o assunto.

2.2.1 Softwares e aplicativos voltados à música

Os softwares e aplicativos voltados a música, são geralmente bastante


intuitivos, levando os alunos a conseguirem dominar os seus recursos rapidamente.
Poderíamos categoriza-los didaticamente da seguinte maneira:
 Sequenciadores – utilizados para organizar uma série de eventos
musicais, sendo possível construir com eles músicas inteiras ou
partes de composições, podem ser programados para executar o
som de diversos instrumentos virtuais ou reais através de interface
MIDI;
20

Figura 1 - Music Maker Jam

 Instrumentos virtuais – como o próprio nome sugere, são


interfaces onde os desenvolvedores vêm chegado a resultados
incríveis, o procedimento utilizado geralmente é gravar diversas
amostras de som de instrumentos reais, e recriar em um
computador, smartphone ou tablet; o som do instrumento ou
instrumentos que foram previamente gravados e que se encontram
na biblioteca de áudios do software e /ou aplicativo;

Figura 2 - Drum Pad Machine

 Editores de áudio – permitem manipular áudios gravados de


forma não linear, podendo organizar estes sons das mais
diferentes maneiras, obtendo resultados musicais bastante
interessantes. Também são utilizados para mixagem e
21

masterização de áudio em aplicações profissionais, geralmente


agrega também utilização conjunta de sequenciadores,
instrumentos virtuais e plataformas DAW;

Figura 3 – Reaper

 Editores de partituras – funcionam como os já conhecidos


editores de texto, porém servindo para escrever partituras
musicais, também pode ser utilizado em conjunto com
sequenciadores e instrumentos virtuais;

Figura 4 – Musescore
22

 Aplicativos educacionais – criados para auxiliar na construção


das principais competências que os alunos devem desenvolver nas
aulas de música (composição, apreciação e percepção musical e
performance);

Figura 5 – AudioTool

Figura 6 – Zorelha

 Utilitários – surgiram para auxiliar estudantes e profissionais de


música em pequenas tarefas que demandariam equipamentos
específicos. Estes aplicativos ou softwares substituem o uso de
metrônomos, afinadores, analisadores de áudio, geradores de
ruído, entre outros;
23

Figura 7 – Guitar Tuna

 DAW – Digital Audio Workstation – englobam uma série de


aplicações em uma única interface, geralmente intuitiva e amigável.
Neles podemos encontrar sequenciadores, editores de áudio,
utilitários, instrumentos virtuais e talvez outros recursos, podem ser
utilizados para composição e produção dos mais diversos tipos de
música, além da possibilidade de ser utilizado em sala de aula para
atividades de composição e performance pelos alunos.

Figura 8 – Caustic 3
24

2.3 Educação Especial

No Brasil a Educação Especial recebe atenção do governo desde meados


do século XIX, atendendo a cegos, surdos e mudos. Porém não existia uma
preocupação com a formação destes indivíduos, culminando nos anos 30 com a
política de interna-los em instituições criadas especificamente para esse
atendimento, mas eles eram afastados de suas famílias e locais de origem. Este
formato de atendimento foi sendo abandonado ao longo dos anos 60 devido as
duras críticas feitas por profissionais e pesquisadores da área de Educação
Especial.
Quando a educação foi definida na Constituição Federal de 1988, como
direito fundamental e social, o Estado deve assegurar a igualdade de condições
sociais a todos os cidadãos brasileiros. Sendo assim, todas as pessoas com
deficiência possuem, indistintamente, o direito à educação conforme o Artigo 205 da
Constituição Federal:
[...] A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e
sua qualificação para o trabalho.

Podemos sintetizar em um pequeno quadro, os principais acontecimentos


que aconteceram no mundo e no Brasil nos últimos vinte e sete anos, para que
possamos ter uma ideia de como a preocupação em torno da educação especial
vem evoluindo.
Tabela 1 – Relação de documentos sobre inclusão e direitos das pessoas com deficiência
1981 Declaração de Sundberg. Conferência Mundial sobre Ações e Estratégias para Educação,
Prevenção e Integração (Unesco, 1981)
1988 Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988

1988 Lei n. 7.853, de 24 de outubro de 1988 – Integração Social

1990 Declaração da Tailândia – Declaração Mundial sobre Educação para Todos: satisfação das
necessidades básicas de aprendizagem
1990 Lei n. 8.112, de 11 de dezembro de 1990 – Concursos Públicos (assegura 5% das vagas para
deficientes)
1991 Lei n. 8.213, de 24 de julho de 1991 – cotas de contratação para empresas privadas

1993 Declaração de Santiago – resultou da V Reunião do Comitê Regional Intergovernamental do Projeto


Principal de Educação na América Latina e Caribe, com o objetivo de melhorar os níveis globais da
qualidade de aprendizagem.
1994 Declaração de Salamanca (Unesco)

1994 Portaria n. 1.793, de dezembro de1994 (MEC). Determina a complementação nos currículos de
formação de docentes e outros profissionais que interagem com portadores de necessidades
25

especiais
1996 LDBEN, Cap. V. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996

1999 Convenção Interamericana – Guatemala – Decreto n. 3.956, de outubro de 2001

1999 Portaria n. 1.679, de 02 de dezembro de 1999 – Acessibilidade para pessoas portadoras de


deficiência física
2000 Lei n. 10.048, de 08 de novembro de 2000 – Atendimento aos deficientes (empresas/praças/
sanitários etc.)
2001 Lei n. 10.172, de 09 de janeiro de 2001 – Plano Nacional de Educação (objetivos e metas para
implementar NEE)
2001 Decreto n. 3.956, de 08 de outubro de 2001 – promulga a convenção interamericana para a
eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência
2003 Portaria n. 3.284, de 7 de novembro de 2003. Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de
cursos e de credenciamento de instituições
2005 Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002 – LIBRAS

2007 Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência. Visa à promoção, defesa e garantia das
condições de vida com dignidade e à emancipação das pessoas com deficiência
2008 Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, publicada pelo
Ministério da Educação
2009 Lei n. 11.982, de 16 de julho de 2009 – Espaços Públicos adaptados

2011 Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento
educacional especializado e dá outras providências
2012 Lei n. 12.764, de 27 de dezembro de 2012 – Política de proteção a indivíduos com autismo

2013 Lei n. 12.796 – 04/04/2013 – Muda o cap. V da LDB alterando a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos
profissionais da educação e dar outras providências
2015 Lei n. 13.146 – 06 de julho de 2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência

Fonte: Schambeck (2016)

Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, o atendimento educacional


especializado está previsto, mas mesmo já passados vinte e dois em que ela está
em vigência, o Capítulo1 onde encontram-se os quatro artigos que regulam a
Educação Especial tiveram sua primeira alteração apenas no ano de 2013. Isto

1
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de
educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para


atender às peculiaridades da clientela de educação especial.

§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados,


sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas
classes comuns de ensino regular.

§ 3º A oferta de educação especial, nos termos do caput deste artigo, tem início na educação
infantil e estende-se ao longo da vida, observados o inciso III do art. 4º e o parágrafo único do art. 60
desta Lei.
26

demonstra que institucionalmente ainda estamos caminhando mais lentamente do


que deveríamos para vir a atender de uma melhor maneira estes alunos.
Portanto a educação especial na perspectiva inclusiva acaba por ser um
tema recente na educação brasileira, somando-se o fato da educação musical como
componente curricular obrigatório, também ser algo recente, o contato dos professores
de educação musical com alunos incluídos é uma temática que necessita de atenção de
pesquisadores e de todos os envolvidos nesse processo.
Dentro da perspectiva da educação musical, Abramo (2012) afirma:
[...]defender a inclusão de estudantes com deficiência, independentemente
das suas capacidades, de modo que todos tenham acesso a uma educação
musical de qualidade, pode fazer uma enorme diferença, tanto para os
indivíduos incluídos quanto para a classe como um todo. (ABRAMO, 2012,
p.39)

Assim, com a responsabilidade da inclusão acrescida no desenvolvimento do


trabalho do professor de música, enriquecemos a experiência de todos no grupo, pois o
aumento da diversidade de alunos tem efeitos positivos no desenvolvimento cognitivo e
social de todos, além da promoção da empatia em aceitar as diferenças.

2.4 Educação Musical e Educação Especial

No trabalho de pesquisa realizado por Gums em 2014, a autora relata o um


lapso de tempo bastante razoável paras as primeiras produções na área de Educação
Musical e Educação especial começarem a surgir. O recorte cronológico utilizado
iniciava no ano de 1989 e terminava no ano de 2014 até a finalização da pesquisa, isto
se deu no mês de junho, portanto existe a grande probabilidade de produções que
ficaram de fora do mapeamento feito pela autora.
[...] é possível constatar que existe uma movimentação no sentido de
promover uma sociedade mais inclusiva, com uma educação especial
estruturada nas escolas brasileiras. Apesar de esta movimentação ter se
iniciado em meados da década de 1990 (FREITAS, 2008), as publicações
de artigos sobre esses trabalhos nas fontes pesquisadas aparecem
somente a partir de 2001.(GUMS, 2014, p.62)

A pesquisa foi realizada buscando encontrar produções em bases de


dados de importantes associações, revistas acadêmicas e universidades através de
seus programas de pós-graduação. A maior incidência de trabalhos que abordavam
a questão da música e da educação especial, ocorreu nos anais de encontros
regionais e congressos nacionais da ABEM, totalizando 74 comunicações de
pesquisa.
27

Tabela 2 – Revistas científicas


Nome da publicação Número de edições Artigos encontrados
Revista Brasileira de Educação 19 2
Especial
Revista Brasileira de Educação 57 0
Revista Educação Especial 34 0
Revista Música Hodie 23 1
Revista Opus 26 2
Revista da ABEM 27 1
Fonte: produção do próprio autor

Podemos dizer que esses números levantados por Gums (2014) não são
muito animadores, não esqueçamos que sua pesquisa foi feita em cima do material
disponível on-line, com produções compreendidas entre os anos de 1989 e 2014.
Com esta produção realmente pequena, a autora ainda ampliou sua pesquisa para o
Banco de Teses da CAPES em busca de teses e dissertações onde a Educação
Especial e a Educação Musical pudessem estar vinculadas. Foram encontradas na
época sete dissertações de mestrado e duas teses de doutorado.
A maior produção no âmbito desta pesquisa, foi localizada na formada de
comunicação de pesquisa nas mais distintas etapas das mesmas, em congressos da
ANPPOM, ABEM e nos encontros regionais da ABEM. Nos 14 encontros e
congressos nacionais da ANPPOM, a autora encontrou 54 comunicações de
pesquisa entre 2.503 trabalhos apresentados nestes eventos, fixando-se na
produção verificada nos congressos nacionais da ABEM foram 72 comunicações de
pesquisa entre 1.971 trabalhos ao longo de 11 congressos nacionais, os encontros
regionais acabam apresentando produções muito similares dos mesmos autores,
tendo em vista que eles ocorrem alternadamente ao congresso de alcance nacional.
Outra contribuição importante na área se deu na publicação da revista da
ABEM de número 36, onde FANTINI, JOLY E DE ROSE (2016) ampliam o foco da
pesquisa iniciada por GUMS, e trazem dados de 30 anos de produção na área de
educação musical especial, que segundo os autores trata-se de “um campo de
interface entre educação musical e educação especial”, merecendo assim “um olhar
atento no sentido de descobrir e discutir como os educadores vêm lidando com os
desafios de ensinar música ” para estes estudantes PNEE. (FANTINI, JOLY E DE
ROSE, 2016, p. 37)
28

Porém os números apresentados nesta pesquisa diferem muito pouco aos


verificados por GUMS (2014), as bases de dados onde as duas pesquisas buscaram
informações são muito similares, e o período da busca também foi muito similar.
O maior volume de produção verificado nos anais dos congressos e
encontros da ANPPOM e ABEM, que são os maiores eventos científicos da área de
educação musical, e por consequência, concentram a maior parte da produção dos
estudantes de música no Brasil, se deu através de apenas dois tipos de pesquisa, a
pesquisa bibliográfica e o relato de experiência. Este dado referente aos tipos de
pesquisa realizadas foi verificado tanto por GUMS (2014) quanto por FANTINI, JOLY
E DE ROSE (2016). Verificando-se uma maior necessidade de ampliar as
metodologias de pesquisa que estão sendo aplicadas em campo por parte de
estudantes e pesquisadores, para que possamos ter novos horizontes de pesquisa
se abrindo.

3 COLETA DE DADOS

Para estabelecer relação com os dados apresentados anteriormente


mantivemos a busca, nas bases de dados onde GUMS (2014) encontrou maior
quantidade de produções envolvendo educação especial e educação musical ou
música. As palavras-chave e termos que utilizamos nas buscas foram: educação
especial, inclusão, autismo, TEA, deficiência, síndrome, surdo, cego, Braille,
tecnologia, computador, software, smartphone e tablet. Na pesquisa pelos termos
voltados a educação especial, tomamos o cuidado para que estes estivessem
articulados a educação musical e a busca pelos termos relacionados a tecnologia foi
feita com o critério de ser relevante à educação musical, deixando de lado as
incidências de produções que não traziam o seu uso diretamente para a sala de
aula. Como o período compreendido entre estas duas pesquisas não é muito
grande, um dos diferenciais foi o de buscar nas mesmas publicações os elementos
chave que balizam nosso trabalho.
A tecnologia em educação musical e a música na educação especial
foram o principal foco desta pesquisa, não foi tentada nenhuma aproximação da
musicoterapia, por se tratar de área específica de conhecimento e que nunca
tivemos qualquer tipo de inserção como profissionais. Nosso viés é pelos
29

paradigmas da educação musical e de sua articulação com a educação especial, e


como podemos tornar o uso das tecnologias uma ferramenta viável e interessante
para o atendimento dos alunos PNEE na sala de aula de música.
Foram procurados artigos nas revistas: Revista Brasileira de Educação
Especial, Revista Brasileira de Musicoterapia, Revista Brasileira de Educação e
Revista da ABEM. Nas duas primeiras não foram encontradas publicações que
envolvessem música, educação musical ou tecnologias, detendo-se basicamente em
casos clínicos ou de interesse específico da musicoterapia.
Na Revista Brasileira de Educação em 14 edições foram encontrados sete
artigos falando sobre temas diversos de educação especial, como: a história do
Instituto Nacional de Surdos, atendimento educacional especializado, avaliação na
sala de integração e recursos pedagógicos, inclusão de alunos PNEE em espaço
escolar e atendimento de alunos disléxicos. Também foram encontrados nove
artigos falando sobre tecnologias nas atividades pedagógicas, tendo como principal
assunto abordado a aplicação de tecnologias em aulas em ambiente virtual e
educação a distância (EAD), e as possibilidades e desafios da inserção das
diferentes tecnologias no cotidiano escolar. Encontramos também um artigo sobre
música nas escolas públicas municipais do Rio Grande do Sul.
Na revista da Associação Brasileira de Educação Musical, os números
são mais expressivos se compararmos com a pesquisa de GUMS (2014), pois no
período que fizemos nosso levantamento (2014 a 2017) em oito edições foram
escritos quatro artigos científicos e uma resenha de um livro de musicoterapia e
autismo. O uso de recursos tecnológicos não aparece em nenhum destes oito
números da revista.
O dado mais relevante se tornou a pesquisa feita nos anais de
congressos e encontros regionais da ABEM e nos congressos da ANPPOM. Mas a
produção segue na linha de pesquisas bibliográficas e relatos de experiência. O que
mais nos chamou a atenção, foi a criação de um grupo temático especifico para
tratar da educação especial em alguns congressos.
Nos eventos da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em
Música (ANPPOM), tivemos acesso on-line aos anais de quatro congressos que
foram realizados nas seguintes datas e locais:
 2014 – São Paulo/SP;
 2015 – Vitória/ES;
30

 2016 – Belo Horizonte/MG;


 2017 – Campinas/SP.
Tabela 3: congressos da ANPPOM
ANPPOM 2014
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Visual 4
Inclusão em espaço escolar 1
Transtorno do Espectro do Autismo 1
Tecnologias e educação musical 1
ANPPOM 2015
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Visual 2
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 1
ANPPOM 2016
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Visual 2
Transtorno do Espectro do Autismo 1
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 2
ANPPOM 2017
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Visual 1
Inclusão em espaço escolar 2
Tecnologias e educação musical 1
Fonte: produção do próprio autor
No congresso de 2014 temos um trabalho sobre o uso de tecnologias em
música e educação musical, um sobre inclusão, um sobre transtorno do espectro do
autismo (TEA) e quatro voltados a deficiência visual. No evento de 2015 é possível
verificar a redução nas comunicações de pesquisa nas áreas que estamos
investigando. Em 2016 temos um aumento discreto no número de produções, para
em 2017 termos apenas quatro publicações de interesse de nossa pesquisa.
31

A última base de dados que acessamos nesta pesquisa foi o repositório


de revistas e anais de eventos da Associação Brasileira de Educação Musical, esta
busca foi bastante frutífera principalmente nos anais de encontros regionais e
congressos devido ao desdobramento de um dos grupos de trabalho onde hoje
estão concentradas as comunicações voltadas a educação especial. A tecnologia já
possuía um grupo de trabalho específico onde também encontramos algumas
produções que eram do interesse desta pesquisa. Apresentaremos os dados a
seguir em um subcapítulo devido à grande quantidade de produções.

3.1 Dados da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM)

A primeira etapa da busca que realizamos no site da ABEM, foi a de


localizar nas revistas científicas da associação por publicações voltadas a educação
especial e tecnologia. Nos oito números publicados após a pesquisa realizada por
GUMS (2014), encontramos apenas quatro artigos voltados à educação especial.
Um artigo falando sobre musicografia Braille, outro fazendo um resgate histórico
sobre os egressos dos cursos superiores de música com deficiência visual, o terceiro
sobre educação musical e crianças com transtorno do espectro do autismo (TEA) e
o último sobre inclusão de alunos no ensino regular.
Podemos considerar que estes quatro artigos nos últimos oito números da
revista, são um grande avanço pois na pesquisa de GUMS (2014), em 27 números
da revista, havia sido escrito apenas um artigo tratando da educação especial a
partir da perspectiva da educação musical.
Como havíamos comentado anteriormente a ABEM criou um grupo de
trabalho dentro de seus congressos nacionais e encontros regionais, chamado:
Educação Musical e Inclusão Social. Neste grupo é onde são realizadas as
comunicações de pesquisa, debates e aulas abertas sobre inclusão, porém, esta,
ainda em um sentido amplo. Mas as discussões sobre educação especial se
desenvolvem no âmbito deste grupo de trabalho, e seguiremos apresentando os
resultados levantados em nossa pesquisa organizando os resultados em congressos
nacionais e encontros regionais.

3.1.1 XXII e XXIII Congressos Nacionais da ABEM


32

No XXII Congresso Nacional da ABEM, ocorrido no ano de 2015, foram


realizadas dez comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e seis na
área de tecnologia e educação musical. A seguir segue um quadro onde temos a
temática dos trabalhos voltados a educação especial e o número de trabalhos
apresentados.
Tabela 4: ABEM Nacional 2015
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Visual 5
Deficiência Auditiva 2
Deficiência Física 1
Altas Habilidades 1
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 6
Fonte: produção do próprio autor

No XXIII Congresso Nacional da ABEM, ocorrido no ano de 2017, o


número de comunicações de pesquisa voltadas a educação especial aumentou para
doze trabalhos e quatro na área de tecnologia e educação musical. Vale ressaltar
aqui duas produções encontradas nos anais deste congresso, são elas as
comunicações de pesquisa abordando a utilização de tecnologias móveis (tablets e
smartphones) como ferramentas pedagógicas dentro das aulas de música. A seguir
segue um quadro onde temos a temática dos trabalhos voltados a educação
especial e o número de trabalhos apresentados.
Tabela 5: ABEM Nacional 2017
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Inclusão em espaço escolar 7
Deficiência auditiva 2
Deficiência Intelectual 1
Altas habilidades 2
Tecnologias e educação musical 2
Tecnologias móveis e educação musical 2
Fonte: produção do próprio autor

3.1.2 Encontro Regional Sul


33

No Encontro Regional Sul da ABEM, ocorrido no ano de 2014, foram


realizadas apenas três comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e
nenhuma envolvendo tecnologia e educação musical. A seguir segue um quadro
onde temos a temática dos trabalhos voltados a educação especial e o número de
trabalhos apresentados.
Tabela 6: ABEM Sul 2014
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Inclusão em espaço escolar 1
Deficiência auditiva 1
Pesquisa em educação especial 1
Fonte: produção do próprio autor

Já no Encontro Regional Sul da ABEM, realizado no ano de 2016, foram


apresentadas dez comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e duas
sobre o uso de tecnologias na educação musical. A seguir segue um quadro onde
apresentamos a temática dos trabalhos voltados a educação especial e o número de
trabalhos apresentados.
Tabela 7: ABEM Sul 2016
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência Intelectual 4
Deficiência auditiva 3
Transtorno do Espectro do Autismo 2
Altas Habilidades 1
Tecnologias e educação musical 2
Fonte: produção do próprio autor

3.1.3 Encontro Regional Sudeste


Em 2014, no Encontro Regional Sudeste da ABEM, foram realizadas sete
comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e apenas uma envolvendo
tecnologia e educação musical. A seguir segue um quadro onde temos a temática
dos trabalhos voltados a educação especial e o número de trabalhos apresentados.
Tabela 8: ABEM Sudeste 2014
Temática do trabalho Comunicações encontradas
34

Deficiência auditiva 3
Deficiência visual 1
Deficiência intelectual 1
Transtorno do Espectro do Autismo 2
Altas habilidades 1
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 2
Fonte: produção do próprio autor

Em 2016, no Encontro Regional Sudeste da ABEM, foram realizadas


apenas duas comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e outras
duas envolvendo tecnologia e educação musical. A seguir segue um quadro onde
temos a temática dos trabalhos voltados a educação especial e o número de
trabalhos apresentados.

Tabela 9: ABEM Sudeste 2016


Temática do trabalho Comunicações encontradas
Inclusão em espaço escolar 1
Deficiência auditiva/LIBRAS 1
Tecnologias e educação musical 2
Fonte: produção do próprio autor

3.1.4 Encontro Regional Nordeste

Em 2014, no Encontro Regional Nordeste da ABEM, foram realizadas dez


comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e educação musical
especial e outras três envolvendo tecnologia e educação musical. A seguir segue um
quadro onde temos a temática dos trabalhos voltados a educação especial e o
número de trabalhos apresentados.
Tabela 10: ABEM Nordeste 2014
Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência auditiva 1
35

Deficiência visual / Musicografia Braille 4


Deficiência intelectual 1
Transtorno do Espectro do Autismo 1
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 3
Educação Musical Especial 2
Fonte: produção do próprio autor

Em 2016, o Encontro Regional da ABEM Nordeste também mostrou uma


pequena redução nas comunicações, foram realizadas seis comunicações de
pesquisa voltadas a educação especial e apenas uma envolvendo tecnologia e
educação musical. A seguir segue um quadro onde temos a temática dos trabalhos
voltados a educação especial e o número de trabalhos apresentados.

Tabela 11: ABEM Nordeste 2016


Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência visual 3
Deficiência auditiva 1
Transtorno do Espectro do Autismo 1
Inclusão em espaço escolar 1
Tecnologias e educação musical 1
Fonte: produção do próprio autor

3.1.5 Encontro Regional Centro-Oeste


No Encontro Regional Centro-Oeste da ABEM, ocorrido no ano de 2014,
não houveram comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e apenas
uma envolvendo tecnologia e educação musical. No Encontro Regional de 2016,
foram realizadas apenas duas comunicações de pesquisa voltadas a educação
especial e repetindo a edição anterior, uma envolvendo tecnologia e educação
musical. A seguir segue um quadro com as produções dos encontros de 2014 e
2016, onde temos a temática dos trabalhos voltados a educação especial e o
número de trabalhos apresentados.
Tabela 12: ABEM Centro-Oeste 2014/2016
Temática do trabalho Comunicações encontradas
36

Inclusão em espaço escolar 1


Deficiência auditiva 1
Tecnologias e educação musical 1
Fonte: produção do próprio autor

3.1.6 Encontro Regional Norte

No Encontro Regional Norte da ABEM, ocorrido no ano de 2014, também


não houveram comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e apenas
uma envolvendo tecnologia e educação musical, como no Encontro Regional
Centro-Oeste. No Encontro Regional Norte de 2016, foram realizadas cinco
comunicações de pesquisa voltadas a educação especial e nenhuma envolvendo
tecnologia e educação musical. A seguir segue um quadro com as produções dos
encontros de 2014 e 2016, onde temos a temática dos trabalhos voltados a
educação especial e o número de trabalhos apresentados.

Tabela 13: ABEM Norte 2014/2016


Temática do trabalho Comunicações encontradas
Deficiência visual 2
Deficiência auditiva 1
Inclusão em espaço escolar 2
Tecnologias e educação musical 1
Fonte: produção do próprio autor

4 ANÁLISE DOS DADOS

Este trabalho teve como objetivo realizar uma pesquisa bibliográfica sobre
as áreas educação especial e inclusão relacionadas com as áreas educação musical
e tecnologias aplicadas a educação musical. Foram utilizadas na coleta de dados,
fontes de revistas científicas e anais de encontros/congressos estivessem
disponíveis online. Organizamos todos esses dados em tabelas para facilitar a
análise dos mesmos. Nesta análise dos dados serão feitas triangulações das
informações obtidas em todas as fontes pesquisadas.
37

Algo que nos chamou a atenção, mas que era algo que poderia ser
imaginado, em relação à pesquisa realizada por GUMS (2014), foi o tipo de trabalho
escrito, prevalecendo os relatos de experiência, seguido por comunicações de
alguns estudos de caso que ainda estavam em andamento, mas ainda na forma de
relato de experiência. Mesmo na busca realizada sobre o uso de recursos
tecnológicos na educação musical.
Um dos avanços que observamos, foi a maior produção de artigos e
comunicações de pesquisa envolvendo a educação especial e a educação musical,
isto foi um ponto muito positivo. A revista da ABEM, teve um crescimento muito
expressivo, avançando de um artigo em vinte e sete edições, segundo GUMS
(2014), para à adição de mais quatro artigos nas oito edições subsequentes da
revista. Este é um aumento bastante expressivo, devido também à avaliação Qualis
A1 que a revista possui junto à Capes, agregando publicações de grande
profundidade e qualidade científica ao tema de nossa pesquisa.
Na Revista Brasileira de Educação em 14 edições foram escritos seis
artigos falando sobre temas diversos de educação especial e outros cinco artigos
falando sobre tecnologias em aulas em ambiente virtual e educação a distância
(EAD). Encontramos também um artigo sobre música nas escolas da rede estadual
de ensino do Rio Grande do Sul, na forma de levantamento estatístico do
atendimento de música na rede de ensino estadual.
Estes avanços alcançados pela educação especial em diferentes espaços
onde os alunos estão circulando é muito importante para que as produções
comecem a produzir um efeito de colaboração entre os diferentes componentes
curriculares, pois como as produções ainda são em sua maior parte relatos de
experiência, quanto mais se escrever sobre as experiências práticas junto aos
alunos, os docentes sempre poderão fazer a leitura permeada por suas experiências
e provavelmente se instrumentalizar a partir da experiência do outro.
A educação especial articulada com a educação musical começa a ter um
repositório de trabalhos bastante volumoso nos anais dos eventos da Associação
Brasileira de Educação Musical, o crescimento na produção de pesquisas que estão
resultando em suas comunicações em congressos e encontros é reflexo direto da
presença dos alunos com necessidades educativas especiais nas salas de aula do
ensino regular, em maior quantidade nas escolas públicas e ainda de forma um tanto
quanto tímida nas escolas particulares.
38

Se pensarmos que a presente pesquisa analisou dados de doze eventos,


sendo que foram dez os encontros regionais e os outros dois foram congressos
nacionais e totalizaram sessenta e duas comunicações de pesquisa envolvendo
educação especial e educação musical, as outras produções averiguadas tinham
como norteador o uso de recursos tecnológicos na educação musical e sob este
escopo verificamos a produção de vinte e quatro trabalhos de pesquisa nestes doze
eventos da ABEM.
Nas comunicações de pesquisa envolvendo educação especial, a maior
parte dos trabalhos foram relatos de experiência, dando as produções muitas vezes
um caráter empírico bastante grande, mas como dissemos em parágrafos anteriores,
esta constante exposição de situações de trabalho, acaba construindo uma base
com maior consistência que com o passar do tempo pode se consolidar em
paradigmas nesta área de estudo. Porém devemos estar atentos a redação deste
tipo de trabalho que sempre exige grande profundidade metodológica, mesmo que
asa bibliografias específicas na área sejam muitas vezes insuficientes.
Um relato de experiência pertence ao domínio social, fazendo parte das
experiências humanas, devendo conter tanto impressões observadas quanto
conjecturadas. Este tipo de estudo é importante para a descrição de uma vivência
particular que suscitou reflexões novas sobre um fenômeno específico, focalizando
sobre a experiência e refletindo sobre a experiência vivida.
As outras produções abordavam em menor número informações
históricas sobre a inserção da educação especial nos espaços escolares e suas
implicações em novas formas de fazer a educação musical acontecer nestes
espaços.
O outro objeto desta pesquisa exploratória, foi buscar a inserção de
diferentes ferramentas tecnológicas nas aulas de música, para que seja possível
articular novas estratégias para o atendimento dos alunos com necessidades
educativas especiais.
Forma localizadas vinte e quatro comunicações de pesquisa em que a
temática era tecnologia e educação musical. Estavam nas mais diferentes formas,
muitas delas falavam sobre o uso de tecnologias em ambientes virtuais de
aprendizagem, e como solucionar o ensino de instrumentos musicais neste contexto.
Outro assunto recorrente era o de jogos como disparadores da questão motivacional
39

para aprender música. Outras produções discorriam sobre o uso de softwares e


plataformas digitais para auxiliar as aulas de música.
Em meio a estas vinte e quatro comunicações encontramos duas que nos
chamaram bastante a atenção, os pesquisadores apontam para uma nova tendência
em que já estávamos a algum tempo utilizando em sala de aula. A utilização de
tecnologias móveis (smartphones e tablets) como ferramenta tecnológica para as
atividades de música. O uso destes dispositivos pode ser bastante prático se os
professores estabelecerem regras claras para o uso dos aparelhos em sala de aula.
A seguir apresentaremos uma tabela com os dados totais obtidos em
nossa pesquisa categorizando as diferentes áreas e subáreas que foram abordadas
pelos autores.

Tabela 14: Publicações analisadas


Publicação ou Evento Temática do Trabalho Número de
trabalhos
Revista Brasileira de Educação Especial 00
Revista Brasileira de Musicoterapia 00
Inclusão em espaço escolar;
Instituto Nacional de Surdos;
Avaliação na Sala de Integração e
Revista Brasileira de Educação Recursos; 17
Dislexia;
LIBRAS;
Recursos tecnológicos para EAD.
Inclusão em espaço escolar;
Musicografia Braille;
Revista da ABEM Educação musical e TEA; 04
Recursos pedagógicos para
professores com deficiência visual.
Inclusão em espaço escolar;
Congresso da ANPPOM 2014 Autismo; 07
Recursos tecnológicos para
educação musical.
Congresso da ANPPOM 2015 05
Inclusão em espaço escolar;
Congresso da ANPPOM 2016 Autismo; 06
Recursos tecnológicos para
educação musical.
Inclusão em espaço escolar;
Congresso da ANPPOM 2017 Recursos tecnológicos para 04
educação musical.
Deficiência Visual;
Deficiência Auditiva;
Congresso Nacional da ABEM 2015 Deficiência Física; 16
Altas Habilidades;
Inclusão em espaço escolar;
40

Tecnologias e educação musical;


Inclusão em espaço escolar;
Deficiência auditiva;
Deficiência Intelectual;
Congresso Nacional da ABEM 2017 Autismo; 16
Tecnologias e educação musical;
Tecnologias móveis e educação
musical.
Inclusão em espaço escolar;
ABEM Sul 2014 Deficiência auditiva; 03
Pesquisa em educação especial.
Deficiência Intelectual;
Deficiência auditiva;
ABEM Sul 2016 Autismo; 12
Altas Habilidades;
Tecnologias e educação musical.
Deficiência auditiva;
Deficiência visual;
ABEM Sudeste 2014 Deficiência intelectual; 11
Autismo;
Inclusão em espaço escolar;
Tecnologias e educação musical.
Inclusão em espaço escolar;
ABEM Sudeste 2016 Deficiência auditiva/LIBRAS; 04
Tecnologias e educação musical.
Deficiência auditiva;
Deficiência visual / Musicografia;
Braille;
ABEM Nordeste 2014 Deficiência intelectual; 13
Autismo;
Inclusão em espaço escolar;
Tecnologias e educação musical.
Deficiência visual;
Deficiência auditiva;
ABEM Nordeste 2016 Autismo; 07
Inclusão em espaço escolar;
Tecnologias e educação musical.
Deficiência visual;
ABEM Norte 2014 – 2016 Deficiência auditiva; 06
Inclusão em espaço escolar;
Tecnologias e educação musical.
Inclusão em espaço escolar;
ABEM Centro-Oeste 2014 – 2016 Deficiência auditiva; 03
Tecnologias e educação musical.
TOTAL DE PRODUÇÕES 134
Fonte: produção do próprio autor

Se comparado com os números absolutos de produções que GUMS


(2014) levantou em sua pesquisa que fazia um recorte temporal de quase 20 anos,
podemos observar um crescimento muito grande nas produções referentes a
educação especial articulada com educação musical. Os números apresentados
pela autora em 2014 foram de 142 publicações. Em nossa pesquisa foram
localizadas 96 publicações em um intervalo de tempo inferior a cinco anos, este
41

crescimento atesta que a consolidação das pesquisas em educação especial está


em plena expansão. Segundo Gums:
Todos esses dados mostram que a área educação especial relacionada à
educação musical encontra-se em um momento de consolidação e
estruturação como campo de pesquisa. Longe de esgotar as fontes de
dados que tenham informações relevantes sobre essa área. (GUMS, 2014,
p. 66)

A autora também concluiu que sua pesquisa serviria para futuras


produções mais aprofundadas sobre o tema, e é o que pretendemos fazer nesta
pesquisa pois além de observarmos a expansão das pesquisas na área que engloba
a educação especial e a educação musical, buscamos nas mesmas bases de dados
produções sobre o uso de recursos tecnológicos na educação musical. Esta busca
se deu pela pretensão de estabelecer novas estratégias de ensino junto a nossos
estudantes de inclusão nas aulas de música ministradas na Rede Municipal de
Ensino de Porto Alegre.

5 TECNOLOGIA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Nos últimos quatro anos nossa prática pedagógica como docente de


música, desenvolve-se na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor
Gilberto Jorge Gonçalves da Silva (EMEF Gilberto Jorge). A escola é pioneira na
Rede Municipal de Ensino de Porto Alegre no atendimento de alunos com
necessidades educativas especiais em turmas regulares de ensino.
A escola desenvolveu um procedimento de atendimento chamado
Docência Compartilhada, que consiste em ter um pedagogo responsável por adaptar
junto aos professores os conteúdos das aulas quando necessário e dar todo o
suporte necessário a todos os estudantes da turma, mas preferencialmente para os
alunos com necessidades educativas especiais.
Por conta desta prática, frequentemente professores da escola são
convidados a palestrar e dar cursos de capacitação em educação inclusiva, expondo
a experiência de mais de vinte anos da escola com a docência compartilhada.
Quando iniciamos nossa trajetória neste espaço escolar, as novidades
colocadas a nossa frente foram muito grandes, pois o ensino universitário não nos
prepara adequadamente a como devemos trabalhar em nenhuma área de
conhecimento com estes alunos, as disciplinas de educação especial acabam sendo
42

meramente ilustrativas, o que nos leva a entender o grande número de publicações


utilizando o relato de experiência como forma de expor o trabalho desenvolvido junto
aos alunos.
Utilizamos sistematicamente nas aulas de música uma suíte de jogos
educativos produzida pela Orquestra Filarmônica de Nova Iorque. Trata-se de um
portal on-line com diversos jogos educativos voltados para a educação musical,
trabalhando as mais diferentes competências que temos sempre como meta
desenvolver com nossos alunos.
Nossos alunos com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) tem uma
relação bastante interessante com alguns jogos deste portal e pretendemos
apresentar de forma breve um pequeno relato das atividades que eles desenvolvem
com esta plataforma de aprendizagem.
5.1 New York Philarmonic Kids Zone

O portal Kids Zone, é repleto de atividades que podem ser amplamente


utilizados em sala de aula junto aos alunos, sendo necessário um computador e
acesso à Internet, o que nem sempre é muito fácil dependendo do local de trabalho.
Mas vamos considerar que esta condição existe, e podemos usufruir destes
recursos junto a nossos estudantes.
O primeiro grande motivo de interesse dos alunos parte em se mudar o
local da aula para uma sala de informática ou para o uso de algum computador em
sala de aula. O portal apesar de ter como única linguagem o inglês, é bastante
intuitivo, o que torna sua utilização bastante agradável e divertida. Sugerimos o uso
de caixas de som caso tenha apenas um computador, e fones de ouvido para os
alunos na situação de se utilizar uma sala com maior número de computadores. Esta
medida é necessária pois como as atividades são de música, perderia todo o sentido
utilizarmos o Kids Zone sem poder ouvir sons.
43

Figura 9 - New York Philarmonic Kids Zone

O portal usa uma interface bastante lúdica, e tem uma diversidade


bastante grande de jogos, que desenvolvem a percepção musical e sonora,
memorização de sons e eventos sonoros em sequência ou isolados, criação de
composição através de interface visualmente intuitiva, organização e classificação
das famílias de instrumentos musicais (organologia), curiosidades do mundo da
música de concerto, entre outros.

Figura 10 - Kids Zone Game Room


Os alunos com TEA que atendemos, tem predileção pelos seguintes
jogos:
 Instrument Frenzy – jogo onde os estudantes controlam um robô
que coloca diferentes instrumentos musicais em caixas,
44

organizando-os por famílias. Além de trabalhar com a questão de


organização a percepção musical também é desenvolvida, pois a
cada instrumento colocado na caixa correta, seu som é tocado para
que o aluno aprenda sua sonoridade característica.

Figura 11 - Instrument Frenzy

 Musical Mingles – jogo onde os estudantes organizam diversos


objetos de onde saem pequenos personagens, estes ao bater em
obstáculos também organizados pelos alunos produzem diferentes
sons, sendo possível interagir aumentando ou diminuindo o
número de personagens que estão soando. É possível gravar as
composições criadas pelos alunos.

Figura 12 - Musical Mingles


Outros dois jogos deste portal também chamam bastante a atenção dos
alunos com TEA, chamam-se: Musica Match Composers e Music Match Instruments.
45

Tratam-se de jogos de memória envolvendo além do visual trechos de músicas dos


compositores e sons de instrumentos, o que pode desenvolver muito a memória
auditiva dos estudantes, porém os alunos com TEA acabam memorizando apenas
visualmente as “cartas” e acabam pulando o principal da atividade que é a de
memorizar os trechos de músicas ou o som dos instrumentos. Portanto os dois jogos
acabam perdendo o interesse de pesquisa em relação a educação musical, mas
deixando em aberto para a educação especial estudos sobre os diferentes níveis de
memorização visual junto a este tipo de transtorno.
Estes são pequenos exemplos de como utilizamos um dentre muitos
recursos tecnológicos com nossos alunos de inclusão na EMEF Gilberto Jorge, onde
já nos utilizamos de tecnologias móveis para as mais diversas atividades nas aulas
de música, seja gravando improvisações de alunos, como utilizando recursos de
instrumentos virtuais e jogos musicais na plataforma Android®. Mas estas conexões
entre tecnologias aplicadas a educação, educação musical e educação especial, são
assuntos para serem desenvolvidos em trabalhos futuros.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho teve como objetivo principal estabelecer uma busca em


bases de dados on-line na forma de artigos científicos e comunicações de pesquisa
presentes em revistas e anais de congressos de importantes associações voltadas à
educação e à educação musical. A pesquisa bibliográfica realizada nos mostra um
grande aumento nas pesquisas envolvendo educação especial e também a sua
articulação com a educação musical, que foi nosso principal foco nesta pesquisa
devido a nossa área de atuação profissional.
Outro ponto em que nos debruçamos no intuito de levantar informações
sobre novas abordagens de ensino de música, foi a produção de artigos e
comunicações de pesquisas dedicadas ao uso de recursos tecnológicos na aula de
música. Este ponto é visto com muito bons olhos por José Manuel Moran, porém ele
também aponta algumas dificuldades em estabelecer inovações em sala de aula
pois “é difícil mudar padrões nas organizações, nos governos, nos profissionais e na
sociedade”. (MORAN, 2012, p.168)
46

Tanto a inserção da tecnologia nas salas de aula em todas as áreas de


conhecimento, como o aumento progressivo no atendimento de alunos com
necessidades educativas especiais, leva-nos a novas problemáticas no cotidiano
das instituições escolares. Vemos isso como um desafio que deve ser enfrentado de
forma criativa e criteriosa por todos os profissionais da educação, já que o
atendimento inclusivo deve ser ampliado e a evolução tecnológica não tem o
costume de regredir.
Ficamos extremamente satisfeitos em verificar o grande aumento nas
publicações envolvendo a educação especial, pois é uma área muito ampla e onde
cada caso estudado possui necessidades específicas, muitas vezes não se
repetindo em indivíduos com limitações similares. Esta particularidade torna
generalizações muito perigosas, o pequeno relato que trouxe ao final do capítulo
quatro trata de alunos com TEA com espectros muito similares, mas não poderia em
hipótese alguma ser generalizado para todo e qualquer aluno com TEA, mesmo que
seja possível experimentar. Nós mesmos realizamos as mesmas atividades com
alunos com TEA mais severo e não conseguimos observar a mesma predisposição
que os outros alunos apresentaram.
Quanto a utilização dos recursos tecnológicos na forma de softwares ou
aplicativos junto aos alunos com necessidades educativas especiais, considero que
seja um caminho extremamente frutífero em possibilidades, pois muitas vezes
alguns alunos, tem menor tolerância a sons muito intensos, o que limitaria muito o
uso de instrumentos musicais em sala de aula. Além disso permite que professores
que atuam em escolas que não tem o recurso dos instrumentos musicais em realizar
aulas com novas possibilidades e sem abrir mão do som, esta não é a única
alternativa quando não temos acesso a instrumentos, mas é um recurso que
acredito que enquanto educadores não devíamos abrir mão.
Mesmo que um grande número de pesquisas ainda seja voltado para a
inclusão dos alunos no ensino regular, e consequentemente nas aulas de música, e
também para a educação musical de deficientes visuais, começa a surgir o interesse
de pesquisa em diferentes áreas da educação especial: educação musical e TEA,
educação musical e surdez, educação musical e deficiência intelectual. Poderíamos
citar outros exemplos, mas estes foram os que tiveram maior incidência nas
publicações.
47

Acreditamos que ao articular a utilização de recursos tecnológicos na


educação musical conjuntamente com o atendimento dos alunos de educação
especial, abre um campo de pesquisa bastante interessante, pois as produções já
existentes no campo da tecnologia aplicada a música/educação musical, podem ser
utilizadas com as devidas adaptações para o atendimento de alunos de educação
especial, ampliando assim os recursos que podemos usar em sala de aula com
todos os estudantes. Portanto, esperamos que o presente trabalho possa servir para
que estudantes e pesquisadores possam buscar nas bases de dados já citadas, por
produções que os auxiliem em pesquisas mais densas a respeito da educação
musical articulada com a educação especial, além de tentar abrir um possível campo
de pesquisa que seria a articulação entre recursos tecnológicos, educação musical e
educação especial.
48

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABRAMO, Joseph. Disability in the classroom: current trends and impacts on


music education. Music Educators Journal, vol. 99, n. 1, p. 39-45, 2012. Disponível
em:< http://mej.sagepub.com/content/99/1/39 >. Acessado em setembro de 2018.

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juventude. In: SOUZA, Jusamara (Org.). Aprender e Ensinar Música no Cotidiano.
2ª. Ed. Porto Alegre, RS: Sulina, 2009.

BRASIL. Constituição de República Federativa do Brasil de 1988. Disponível


em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm>.
Acessado em setembro de 2018.

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de 1° e 2º graus, e dá outras providências. Publicação Original. Disponível em: <
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BRASIL. Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Lei de diretrizes e bases da


educação nacional. Disponível em: <
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acessado em setembro de
2018.

BRASIL. Lei 11.769 de 18 de agosto de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de


dezembro de 1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dispor sobre a
obrigatoriedade do ensino da música na educação básica. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm>.
Acessado em setembro de 2018.

BRASIL. Lei 13.278 de 2 de maio de 2016. Altera o § 6o do art. 26 da Lei no 9.394,


de 20 de dezembro de 1996, que fixa as diretrizes e bases da educação nacional,
referente ao ensino da arte. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13278.htm>. Acessado
em setembro de 2018.

CARVALHO, Sidartha Azevedo Lobo de. Uma abordagem interativa de


aprendizado baseado nas plataformas Curumim e Android. RENOTE – Revista
Novas Tecnologias na Educação v.11, n.3, p. 1–10, dezembro 2013. Disponível em:
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FANTINI, RENATA FRANCO SEVERO e JOLY, ILZA ZENKER LEME e ROSE,


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SCHAMBECK, Regina Finck. Inclusão de alunos com deficiência na sala de aula:


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50

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em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002277/227770por.pdf>. Acessado em
setembro 2018.
51

8 APÊNDICE
A seguir seguem listadas todas as publicações encontradas em nossa
pesquisa.

8.1 Revista Brasileira de Educação

RANGEL, FLAMINIO DE OLIVEIRA; COSTA, HELOISA ALBUQUERQUE; DE-


ANGELIS, CRISTIANE CAGNOTO MORI e MARTINS, ROBERTA LOMBARDI.
Mediações on-line em cursos de educação a distância os professores de
língua portuguesa em questão. Rev. Bras. Educ. [online]. 2015, vol.20, n.61,
pp.359-382. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000200359&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

PEIXOTO, JOANA. Relações entre sujeitos sociais e objetos técnicos uma


reflexão necessária para investigar os processos educativos mediados por
tecnologias. Rev. Bras. Educ. [online]. 2015, vol.20, n.61, pp.317-332. ISSN 1413-
2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000200317&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

VIVANCO, GEORGINA. Educação e Tecnologias da Informação e Comunicação:


é possível valorizar a diversidade no marco da tendência homogeneizadora?
Rev. Bras. Educ. [online]. 2015, vol.20, n.61, pp.297-315. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000200297&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

ANJOS, HILDETE PEREIRA DOS. Pesquisa-formação e história de vida:


entretecendo possibilidades em educação inclusiva. Rev. Bras. Educ. [online].
2015, vol.20, n.62, pp.619-633. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000300619&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

SAMPAIO, PATRÍCIA ALEXANDRA DA SILVA RIBEIRO e COUTINHO, CLARA


PEREIRA. O professor como construtor do currículo: integração da tecnologia
em atividades de aprendizagem de matemática. Rev. Bras. Educ. [online]. 2015,
vol.20, n.62, pp.635-661. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000300635&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
52

FREIRE, EUGÊNIO PACCELLI AGUIAR. Potenciais cooperativos do podcast


escolar por uma perspectiva freinetiana. Rev. Bras. Educ. [online]. 2015, vol.20,
n.63, pp.1033-1056. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782015000401033&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

ANACHE, ALEXANDRA AYACH e RESENDE, DANNIELLY ARAÚJO ROSADO.


Caracterização da avaliação da aprendizagem nas salas de recursos
multifuncionais para alunos com deficiência intelectual. Rev. Bras. Educ.
[online]. 2016, vol.21, n.66, pp.569-591. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782016000300569&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

BELUCE, ANDREA CARVALHO e OLIVEIRA, KATYA LUCIANE DE. Escala de


estratégias e motivação para aprendizagem em ambientes virtuais. Rev. Bras.
Educ. [online]. 2016, vol.21, n.66, pp.593-610. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782016000300593&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

BROD, FERNANDO AUGUSTO TREPTOW e RODRIGUES, SHEYLA COSTA. O


conversar como estratégia de formação contínua na tutoria da educação
profissional a distância. Rev. Bras. Educ. [online]. 2016, vol.21, n.66, pp.631-652.
ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782016000300631&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

BENTES, JOSÉ ANCHIETA DE OLIVEIRA e HAYASHI, MARIA CRISTINA


PIUMBATO INNOCENTINI. Normalidade, diversidade e alteridade na história do
Instituto Nacional de Surdos. Rev. Bras. Educ. [online]. 2016, vol.21, n.67, pp.851-
874. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782016000400851&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

TONELLI, JULIANA REICHERT ASSUNÇÃO. As capacidades de linguagem de


um aluno "disléxico" aprendiz de inglês. Rev. Bras. Educ. [online]. 2017, vol.22,
n.68, pp.81-99. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782017000100081&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

BEZERRA, GIOVANI FERREIRA. A inclusão escolar de alunos com deficiência:


uma leitura baseada em Pierre Bourdieu. Rev. Bras. Educ. [online]. 2017, vol.22,
n.69, pp.475-497. ISSN 1413-2478.
53

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782017000200475&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

NOVELI, MÁRCIO e ALBERTIN, ALBERTO LUIZ. Um estudo da virtualização de


processos: o uso de mundos virtuais com foco em ensino-aprendizagem. Rev.
Bras. Educ. [online]. 2017, vol.22, n.71, e227151. Epub Oct 09, 2017. ISSN 1413-
2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782017000400206&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

SEABRA JUNIOR, MANOEL OSMAR e LACERDA, LONISE CAROLINE ZENGO


DE. Atendimento Educacional Especializado: planejamento e uso do recurso
pedagógico. Rev. Bras. Educ. [online]. 2018, vol.23, e230016. Epub 05-Mar-2018.
ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782018000100212&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

MONDINI, VANESSA EDY DAGNONI e DOMINGUES, MARIA JOSÉ CARVALHO


DE SOUZA. Gestão da retenção de alunos em cursos on-line sob a perspectiva
da aceitação da tecnologia. Rev. Bras. Educ. [online]. 2018, vol.23, e230050.
Epub 03-Set-2018. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782018000100242&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

CARNIEL, FAGNER. A reviravolta discursiva da Libras na educação superior.


Rev. Bras. Educ. [online]. 2018, vol.23, e230027. Epub 03-Maio-2018. ISSN 1413-
2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782018000100221&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

WOLFFENBUTTEL, CRISTINA ROLIM. Música nas escolas públicas municipais


do Rio Grande do Sul. Rev. Bras. Educ. [online]. 2017, vol.22, n.71, e227181.
Epub 07-Dez-2017. ISSN 1413-2478.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-
24782017000400236&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

8.2 Revista da ABEM

GIESTEIRA, ADRIANO e CHAVES, GODALL PERE e ZATTERA VILSON.La


enseñanza de la Musicografía Braille: consideraciones sobre la importancia de
la escritura musical en Braille y la transcripción de materiales didácticos.
54

http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabe
m/article/view/536

SCHAMBECK, REGINA FINCK. Inclusão de alunos com deficiência na sala de


aula: tendências de pesquisa e impactos na formação do professor de música.
http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabe
m/article/view/598

FANTINI, RENATA FRANCO SEVERO e JOLY, ILZA ZENKER LEME e ROSE,


TÂNIA MARIA SANTANA DE. Educação Musical Especial: produção brasileira
nos últimos 30 anos.
http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabe
m/article/view/566

PENDEZA, DANIELE e DALLABRIDA, IARA CADORE. Educação Musical e TEA:


um panorama das publicações nacionais.
http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabe
m/article/view/583

KEENAN JÚNIOR, DALTRO e SCHAMBECK, REGINA FINCK. Deficiência visual


no ensino superior de música: ações, recursos e serviços sob a perspectiva de
quatro egressos.
http://www.abemeducacaomusical.com.br/revistas/revistaabem/index.php/revistaabe
m/article/view/739

8.3 Anais dos Congressos da ANPPOM

VARELA, IGOR RAFAEL ALVES e SOUZA, CATARINA SHIN LIMA DE. A


formação inicial do professor de música na perspectiva da inclusão:
componentes curriculares específicos.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/2838

RODRIGUES, JESSIKA CASTRO e FREITAS JÚNIOR, ÁUREO DE. O processo


de formação em música de estudantes com Transtorno do Espectro do
Autismo no curso técnico da Escola de Música da Universidade Federal do
Pará: o olhar do estudante com TEA e sua cuidadora.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/2681

GIESTEIRA, ADRIANO CHAVES e ZATTERA, VILSON. La enseñanza de la


musicografia Braille: consideraciones sobre de la importancia de la escritura
musical en Braille y la transcripción de materiales didácticos.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/2708
55

GIESTEIRA, ADRIANO CHAVES. Recursos para a formação de transcritores de


partituras em Braille.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/2714

BEZERRA, EDIBERGON VARELA. Inclusão do aluno com deficiência visual no


ensino superior: reflexões sobre a prática do professor de música.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/3099

SANTOS, ALEXANDRE HENRIQUE DOS e MENDES, ADRIANA DO


NASCIMENTO ARAÚJO. As tecnologias digitais e a formação do educador
musical.
http://www.anppom.com.br/congressos/index.php/24anppom/SaoPaulo2014/paper/vi
ew/3112

ROCHA, JOÃO GOMES DA e QUEIROZ, JHON KLEITON SANTOS DE. O ensino


de música para pessoas com deficiência visual: concepções e desafios.
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e MENDES, ADRIANA. Caminhos computacionais para a acessibilidade e a
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PENTEADO, ANTONIO FERNANDO DA CUNHA e ZATTERA, VILSON, FORNARI,


JOSE EDUARDO. Um sistema computacional de taquigrafia musical para
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BLUMER, CAROLINE. A Educação Musical Aliada à Clínica Psicomotora e a


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SANTOS, ALEXANDRE HENRIQUE DOS e ZATTERA, VILSON e FORNARI, JOSE


e MENDES, ADRIANA. A study on the use of ICT as a tool in music education of
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BARROS, ROSEMARA STAUB DE e LIMA, LUCAS PASSOS DE. As


possibilidades dos aplicativos como ferramentas de aprendizagem musical:
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KEENAN JUNIOR, DALTRO e SCHAMBECK, REGINA FINCK. Criação e


adaptação de material didático para pessoas com deficiência visual: relatos de
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SILVA, CRISLANY VIANA DA e ALMEIDA, CRISTIANE MARIA GALDINO DE.


Educação musical e inclusão em escolas da Educação Básica
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ORNELAS, GREYCE e FREIRE, MAURÍCIO. Software de análises acústicas


como ferramenta pedagógica no ensino do canto erudito
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ZANETI, KAREN ILDETE STAHL SOLER e MENDES, ADRIANA DO NASCIMENTO


ARAÚJO. A música na sala de aula inclusiva do primeiro ciclo do ensino
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CIELAVIN, SANDRA REGINA. Educação musical na comunidade: prática coral


com uso de software
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GIESTEIRA, ADRIANO CHAVES. Procesos de decodificación de la partitura


braille: los signos de intervalo
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GOMES, JÚLIO CÉSAR FERREIRA e SOUSA, CATARINA SHIM LIMA DE.


Professor Piano: tecnologias e inclusão na educação musical
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8.4 Congressos Nacionais da ABEM

BEZERRA, EDIBERGON VARELA. Educação musical das pessoas com


deficiência visual: uma breve revisão de literatura
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PAIVA, LUCIANO LUAN GOMES e MENDES, JEAN JOUBERT FREITAS. O uso de


tecnologias digitais para aprendizagem musical: um estudo com guitarristas
licenciandos em música
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SOBREIRO, ANDRÉA PELICCIONI e MACHADO, DANIEL AUGUSTO OLIVEIRA e


ROCHA, EDITE. Ferramentas Tecnológicas para a Pesquisa em Música:
Dinâmicas de um estudo aplicado
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CERNEV, FRANCINE KEMMER e RIBEIRO, GIANN MENDES e CERESER,


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DUARTE, ALEX e MARINS, PAULO ROBERTO AFFONSO. Um estudo sobre a


utilização de aplicativos para tablets e smartphones no ensino da música
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RIBEIRO, CARLOS ANTONIO SANTOS e RIBEIRO, GIANN MENDES. Educação


musical e tecnologias educacionais: as vozes de três professores nas escolas
da educação básica do município de Mossoró/RN
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COTA, DENIS MARTINO. O uso das tecnologias instrumentais na educação


musical: revisão bibliográfica
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sso/paper/viewFile/1029/626
SABINO, JÉSSICA DE OLIVEIRA e AFONSO, LUCYANNE DE MELO. O ensino de
violino e a deficiência visual: a importância da psicomotricidade
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BEZERRA, EDIBERGON VARELA. A música e a cegueira: realidade e equívocos


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GIESTEIRA, ADRIANO CHAVES. Procesos de decodificación de la partitura


braille: los signos de nota y octava
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COSTA, JOÃO PAULO SILVA DA. Contribuição da educação musical: na prática


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crianças surdas através da educação musical
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SOLER, KAREN ILDETE STAHL e MENDES, ADRIANA N. ARAÚJO. Música na


sala de aula inclusiva: estudos, observações e propostas para o ensino
fundamental da rede municipal de Indaiatuba - SP
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sso/paper/viewFile/1409/635

OLIVEIRA, MÁRCIA R.N.S. e REILY, LÚCIA H. Educação musical para crianças


surdas e ouvintes: uma proposta de inclusão
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OGANDO, MARCIA GABRIELA CORREIA. A garantia dos direitos de educandos


com altas habilidades ou superdotação na Educação Básica: considerações
sobre os desafios no contexto de aulas de Música
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COSTA, KLEYBSON SOARES e JÚNIOR, MOISÉS CARNEIRO FERREIRA. Aulas


de música para pessoas com deficiência visual: Da teoria à prática, desafios e
conquistas.
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LOUREIRO, HELENA E. M. N. Música Criança - inclusão, cultura, produção e


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PRUDENCIO, SARAH. Música e altas habilidades no processo de ensino e


aprendizagem musical: uma revisão bibliográfica
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DUARTE, KARINE RAYARA PERES e FIALHO, VANIA MALAGUTTI. Aula de


música para alunos com altas habilidades
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PONSO, CAROLINE CAO. Os valores humanos na educação musical escolar:


um relato de experiência com alunos (as) de inclusão
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SOLTI, ENDRE e AMATO, DANIEL CHRIS e FORNARI, JOSÉ. Um sistema


computacional para o ensino a distância da expressividade musical no jazz
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HENDERSON FILHO, JOSÉ RUY e MEDEIROS, JULIANA DO REGO. Música


mobile: um estudo sobre a escuta musical de estudantes de música em
smartphones
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PAIVA, LUCIANO LUAN GOMES e MENDES, JEAN JOUBERT FREITAS. A


aprendizagem musical mediada por tecnologias digitais sob a ótica do
pensamento complexo: um projeto de pesquisa com guitarristas do curso de
extensão da UFRN.
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er/viewFile/2866/1377

COTRIM, RICARDO MURTINHO BRAGA. Educação musical em ambiente de


estúdio eletroacústico: uma perspectiva para as práticas musicais criativas
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CAMELO, JONAS RAMOS. Musicalização de crianças na primeira infância com


necessidades educativas especiais: levantamento de trabalhos para a
construção do Estado do Conhecimento da pesquisa em andamento.
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er/viewFile/2505/1316

SOLER, KAREN ILDETE STAHL e MENDES, ADRIANA N. ARAÚJO. A formação


do professor de Artes diante dos conteúdos musicais em uma sala inclusiva
do ensino fundamental da cidade de Indaiatuba – SP
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NASCIMENTO, SAMARA ELLEN DO. Parâmetros do som: aprendendo com


inclusão na escola aplicação da UFPA
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MELO, GUILHERME MOREIRA DE e LOPARDO, CARLA EUGENIA e MELO,


AMANDA MEINCKE. Construção de materiais didáticos para um repositório
voltado à Educação Musical Inclusiva
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SILVA, EWANDO MÜLLER BARBOSA DA e RODRIGUES, JESSIKA CASTRO.


Música como instrumento de inclusão de alunos surdos
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BISCHOFF, JULIANA. Prática de conjunto com surdos: um relato de


experiência
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FERREIRA, MAYARA DE BRITO e SILVA, LUCENI CAETANO DA. Algumas


reflexões sobre habitus conservatorial e as adaptações para o ensino de
instrumento musical para a pessoa com deficiência
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SPECART, ANDREZA e MEDEIROS, CLEYTON e AMARAL, MARIA LUIZA FÉREZ


DO. A contribuição da ciranda praiera na prática de estágio com alunos da
APAE
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8.5 Encontro Regional Sul ABEM

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ESPECIAL: produções online nas revistas e anais de encontros/congressos da
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GRIEBELER, WILSON ROBSON e SCHAMBECK, REGINA FINK. Educação


musical para surdos: um estudo exploratório dos trabalhos produzidos no
Brasil e o trabalho desenvolvido por uma instituição inglesa
http://www.abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_sul/regio
nal_sul/paper/view/559

DIAS, SHEILA CRISTINA ESCUDEIRO HERNANDES e FIALHO, VÂNIA


MALAGUTTI. Inclusão escolar e a aula de música: dados parciais de um estudo
de caso
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nal_sul/paper/view/512

CIELAVIN, SANDRA REGINA. Utilização de softwares musicais na prática coral


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PINHEIRO, ELTON MENDES e BATISTA, JORGE OCTAVIO e DIAS, FILIPE


BUSANA e AMARAL, MARIA LUIZA FERES. Música na educação especial: jogos
adaptados
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CANDEMIL, LUCIANO DA SILVA. A aplicação do método TUBS para alunos com


deficiência intelectual e síndrome de Down: um relato de experiência
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PIEKARSKI, TEREZA CRISTINA TRIZZOLINI e LÜDERS, VALÉRIA. Contribuições


da psicologia histórico-cultural de L. S. Vygotski para a Educação Musical da
criança com deficiência intelectual
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FIGUEIREDO, CAMILA FERNANDES e LÜDERS, VALÉRIA. Práticas pedagógicas


e musicais com estudantes com transtorno do espectro do autismo
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NICODELLI, VINÍCIUS. Educação e Surdez: A inclusão na aula de música


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PIEKARSKI, TERESA CRISTINA TRIZZOLINI. Produção Sonora e Musical: uma


experiência com crianças com altas habilidades e superdotação
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er/view/1838

BISCHOFF, JULIANA. Ouvindo a música com o corpo: Relato de experiência de


Estágio Supervisionado com alunos surdos
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er/view/1860

SUITI, SCARLAT. Para além do som: Relato de uma experiência pedagógico-


musical com surdos
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CAMARGO, TAMIÊ PAGES e BARROS, LUANA MEDINA DE. Musicalização para


Bebês com TEA - Transtorno do Espectro Autista
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HEDLER, BRUNA. Cenas inclusivas: relato das práticas musicais com um


aluno com Síndrome de Down
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RABY, MELODY LYNN e LÜDERS, VALÉRIA. Apreciação musical e deficiência


intelectual
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8.6 Encontro Regional Sudeste ABEM

BOGAERTS, JEANINE. Educação musical na diversidade: um estudo de caso


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FRANÇA, CECÍLIA CAVALIERI. Criação musical ao computador mediada por


interface gráfica
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al_sudeste/paper/view/896/260

OGANDO, MARCIA GABRIELA CORREIA. A especificidade do ensino de música


a alunos com altas habilidades ou superdotação: considerações com base nos
referenciais de Renzulli e Haroutounian
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al_sudeste/paper/view/953/299

RANGEL, MAYARA. Música e Inclusão: Desvelando Experiências Docentes em


Escolas de Ensino Regular
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al_sudeste/paper/view/863/248

PIRES, THATIANE MARIA CORREA RAMOS e COELHO. Musicalização através


do violão: a potencialidade da criança com síndrome de Down no processo de
ensino e aprendizagem musical
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PINTO, BRASILENA GOTTCHALL e KONOPLEVA, EKATERINA. Atividades de


Ensino, Pesquisa e Extensão a partir da aplicação do componente curricular
Sistema e Musicografia Braille
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al_sudeste/paper/view/902/265

SILVA, GISLAINE SOUSA e PEREIRA, SARITA ARAÚJO. Performance da Banda


Ab’Surdos: desafios e possibilidades

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al_sudeste/paper/view/925/280

SILVA, GISLAINE SOUSA. A prática pedagógica em contexto inclusivo de


musicalização para alunos surdos: alguns aspectos legais que regem este
ensino.
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al_sudeste/paper/view/923/279
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GOMES, HENDY ANNA OLIVEIRA. Autismo e educação musical


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ALVES, DANIELLA CAMARGOS. Educação musical e inclusão: a importância


das aulas de música para a criança autista
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LEGER, EDDY WILTON e VENTURA, LUCAS DANIEL VIEIRA e SUMIGAWA,


LUCIANA T. E KLEBER, MAGALI OLIVEIRA. Música e tecnologia na escola: uma
abordagem prática e objetiva sobre a Computer Music, desenvolvendo senso
crítico e estético a respeito da música e da composição musical.
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al_sudeste/paper/view/945/295

PRIOR JUNIOR, LUIS ANTÔNIO. Games e educação musical: possibilidades


para o ensino de música entre crianças do Ensino Fundamental através de
materiais dos jogos eletrônicos
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/xregsd/regsd2016/paper
/viewFile/1740/1043

ARISTIDES, MARCOS. As tecnologias digitais na educação musical: diálogos


interdisciplinares
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/xregsd/regsd2016/paper
/viewFile/1738/669

VIANA, ANA CÉLIA DE LIMA e SOARES, CYNTIA DE VASCONCELOS. Uma


proposta de inclusão dentro de um programa de educação musical na cidade
de São Paulo
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/xregsd/regsd2016/paper
/viewFile/1624/662

KREUTZFELD, CRISTINA SILVA. O uso da Libras como recurso na Educação


Musical
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/xregsd/regsd2016/paper
/viewFile/1663/673

8.7 Encontro Regional Nordeste ABEM


66

CRUZ, JULIANA CRISTIANE FARIAS DA. Software de edição de partituras na


educação musical
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QUEIROZ, JHON KLEITON e SANTOS, CHANDRA THAIS MENDES DOS.


Musicografia Braille: relato de experiência no curso de licenciatura da
EMUFRN
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/765

SILVA, ANTONIA LADYJANE DUARTE DA e SANTOS, ANDREY AZEVEDO DOS e


ROCHA, IGOR WANDERLEY DE OLIVEIRA. Uso de softwares musicais no
Ensino Médio
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/716

SILVA, JOSÉ IGOR PAULINO DA e RIBEIRO, GIANN MENDES e FREIRE, JACÓ


SILVA. Música e tecnologia: discussões das revistas da ABEM e da ANPPOM
no período de 2004-2014
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ste/paper/view/694

ROCHA, JOÃO GOMES. Formação de Professores: a musicografia Braille como


instrumento de inclusão de alunos com deficiência visual ao ensino
sistemático da música
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COSTA, LUCIAN JOSÉ DE SOUZA COSTA E. Educação musical: uma


ferramenta para práticas inclusivas com pessoas de necessidades especiais
(PNEEs) no ensino básico.
http://www.abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/
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MALHEIROS, OZANI P. O. A Musicografia Braille na educação musical especial


http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
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PAIVA, ADRIANA CATARINA DE CARVALHO e FREITAS, ÁUREO DEO DE.


Educação Musical no Programa Cordas da Amazônia: violoncelo para crianças
e adolescentes com autismo, dislexia e TDAH
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/720

BEZERRA, EDIBERGON VARELA. Teste de Habilidade Específica em música:


inclusão das pessoas com deficiência visual no ensino superior
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/723

BEZERRA, EDIBERGON VARELA. Publicações de educação musical especial:


anais da ABEM 2002 a 2013
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ste/paper/view/736

CARNEIRO, ITALAN. Educação musical especial: delimitando fronteiras com a


musicoterapia
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/675

BARROS, ANA DÉBORAH DE. O ensino da música para pessoas com


deficiência: o surdo no contexto não-formal
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/627

SILVA, CRISLANY VIANA. Educação Musical do aluno com deficiência


cognitiva: um estudo de caso a partir de experiências em sala de aula
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regional_nordeste/norde
ste/paper/view/635

PAIVA, LUCIANO LUAN GOMES. A aprendizagem da guitarra elétrica com


auxílio de tecnologias digitais: o uso do programa Guitar Pro em aulas
particulares de música
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regnd2016/regnd2016/p
aper/view/2051
MATIAS, THAISE MARCELINO. Técnica vocal para alunos com deficiência
visual: um olhar sobre o desafio dessa prática no Grupo Esperança Viva
(EMUFRN)
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regnd2016/regnd2016/p
aper/view/1988
68

SILVA, JONATAS SOUZA e FERREIRA, GABRIEL NUNES. Música e Inclusão:


ações pedagógicas para o trabalho com um aluno cego no ensino superior
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regnd2016/regnd2016/p
aper/view/2021

MATHIAS, MERCIA SANTANA. Música e Surdez (1986-2016): trinta anos de


produção do conhecimento no Brasil
http://abemeducacaomusical.com.br/conferencias/index.php/regnd2016/regnd2016/p
aper/view/2098

FONSECA, MAURÍCIO ESLABÃO e SILVA, RAIANE SILMARA NASCIMENTO DA.


Contribuição do projeto Esperança Viva para a formação de docentes e alunos
com deficiência
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