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RESOLUÇÃO N.º 4.085/10- CG, DE 11 DE MAIO DE 2010.

Dispõe sobre a aquisição, o registro, o


cadastro e o porte de arma de fogo de
propriedade do militar; e o porte de arma de
fogo pertencente à Polícia Militar de Minas
Gerais.

O CORONEL PM COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DE


MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições previstas no inciso VI do art. 6º do R-
100, aprovado pelo Decreto n. 18.445, de 15 de abril de 1977, e considerando as
alterações da Lei Federal n. 10.826, de 22 de dezembro de 2003, do Decreto
Federal n. 5.123, de 01 de julho de 2004, e o compromisso institucional firmado
com o Ministério Público Estadual, RESOLVE:

CAPÍTULO I
DO OBJETO

Art. 1º Esta Resolução destina-se a regular os procedimentos referentes:


I - à aquisição e à transferência de propriedade de arma de fogo, munição e
colete à prova de balas do militar;
II - ao porte de arma de fogo pertencente ao acervo patrimonial da
Instituição;
III - ao cadastro, registro, renovação e cassação de registro de arma de fogo
do militar, constantes dos registros próprios da Instituição;
IV - ao porte de arma de fogo do militar integrante do serviço ativo, da
reserva remunerada e do reformado.
CAPÍTULO II
DAS AQUISIÇÕES
SEÇÃO I
DA AUTORIZAÇÃO

Art. 2º A aquisição de arma de fogo, munição e colete à prova de balas, para


uso próprio, é direito do militar da ativa, da reserva remunerada e do reformado,
observado o disposto na legislação específica e nesta Resolução.
Art. 3º As armas de fogo se dividem em:
I - de uso (calibre) permitido: aquela cuja utilização é autorizada a pessoas
físicas e jurídicas, de acordo com as normas do Comando do Exército Brasileiro
(EB) e nas condições previstas na legislação específica;
II - de uso (calibre) restrito: aquela de uso exclusivo das Forças Armadas, de
instituições de segurança pública e de pessoas físicas e jurídicas habilitadas,
devidamente autorizadas pelo Comando do EB, de acordo com legislação
específica.
Parágrafo único. O militar poderá adquirir, mediante autorização, arma de
fogo destinada a uso próprio, no comércio, na indústria, de civil, de militar da
PMMG ou de militar de outras instituições, observados os parâmetros
estabelecidos nesta Resolução.
Art. 4º O interessado em adquirir arma de fogo, munição ou colete à prova
de balas depende de prévia autorização das seguintes autoridades:
I - Coronel da ativa: do Chefe do Estado-Maior;
II - Coronel QOR: do Diretor de Recursos Humanos (DRH), para o residente
na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) ou em outro Estado; e do
Comandante de Região da Polícia Militar (RPM), para o residente nos municípios
de abrangência territorial desta;
III - militar da ativa, até o posto de Tenente-Coronel: do respectivo
Comandante, Diretor ou Chefe, até o nível de Companhia Independente;
IV - militar da reserva remunerada e o reformado, até o posto de Tenente-
Coronel: do Chefe do Centro de Administração de Pessoal (CAP), para o residente
na Região Metropolitana de Belo Horizonte ou em outro Estado; e do Comandante
de Unidade, até o nível de Companhia Independente, para o residente nos
municípios de abrangência territorial desta.
§ 1º Se o requerente for de posto ou graduação superior ao das autoridades
definidas nos incisos do caput, o pedido será dirigido à autoridade imediatamente
superior.
§ 2º O requerimento para autorização, constante do Anexo I (militares da
ativa) ou do Anexo II (militares da reserva remunerada e reformado) desta
Resolução, poderá ser protocolizado, devidamente instruído, na Fração da cidade
em que reside o militar.
§ 3º É intransferível a autorização para a aquisição ou para a venda de arma
de fogo, munição e colete à prova de balas.
§ 4º A autorização será fornecida em duas vias, devidamente assinadas
pelas autoridades previstas nos incisos do caput deste artigo, e terá validade de
60 (sessenta) dias, contados da data de sua emissão.
§ 5º A autorização não utilizada no prazo de sua validade será devolvida pelo
militar interessado à Unidade expedidora, que se responsabilizará pelo seu
cancelamento.
§ 6º A ocorrência de extravio da autorização deverá ser formalmente
comunicada pelo militar interessado, no prazo de dois dias úteis, à Unidade
expedidora, que se responsabilizará pelo seu cancelamento.
§ 7º No caso do descumprimento do previsto nos parágrafos 5º e 6º, a
Unidade expedidora fará o registro no Sistema de Administração de Armas e
Munições da Polícia Militar (SAAM/PM) e adotará as medidas administrativas
disciplinares pertinentes.
§ 8º Nenhuma autorização poderá ser expedida enquanto persistir pendência
de autorização anterior referente ao mesmo militar.
§ 9º A arma de fogo, a munição e o colete à prova de balas adquiridos pelo
militar serão lançados no SAAM/PM pela Unidade.
Art. 5º Para a aquisição de arma de fogo de uso permitido, munição e colete
à prova de balas serão observados os seguintes aspectos:
I - de posse da autorização, o militar dirigir-se-á ao comércio especializado;
II - de posse da Nota Fiscal, o militar dirigir-se-á à Seção de Armamento e
Tiro (SAT) da Unidade à qual estiver vinculado para inserção dos dados no
SAAM/PM;
III - a Unidade publicará, em Boletim Interno Reservado (BIR), a aquisição de
arma de fogo, munição e colete à prova de balas;
IV - em se tratando de arma de fogo, a Unidade, por intermédio da Diretoria
de Apoio Logístico (DAL), providenciará o seu cadastro no Sistema de
Gerenciamento Militar de Armas (SIGMA);
V - recebido o número de cadastro da arma no SIGMA, a DAL expedirá o
Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF) e o remeterá à Unidade;
VI - para a retirada da arma de fogo, o adquirente comparecerá ao
estabelecimento comercial e apresentará o CRAF.
Parágrafo único. Atendidas as formalidades previstas no caput e os demais
requisitos desta Resolução, o procedimento de aquisição de arma de fogo não
deverá ultrapassar 120 (cento e vinte) dias, contados do protocolo do pedido do
militar.
Art. 6º Para a aquisição de arma de fogo de uso restrito, a DAL encaminhará
a documentação à Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), do
Departamento Logístico do EB (D Log), para os fins de autorização por aquele
órgão, nos termos do art. 4º da Portaria n.º 21-D Log, de 23 de novembro de 2005.
Art. 7º O colete à prova de balas poderá ser adquirido diretamente de
fábricas, de comércios civis regulares e de particulares, em níveis de proteção
permitidos pelo EB, após devidamente autorizado.
Parágrafo único. O colete à prova de balas somente poderá ser retirado do
estabelecimento comercial após o recebimento, pelo vendedor, do registro emitido
pelo SAAM/PM.
Art. 8º A aquisição de arma de fogo, de munição, de colete à prova de balas
ou outro produto controlado, por militar filiado a confederação, federação, clube de
caça ou de tiro e pelo colecionador, devidamente credenciado, será processada
diretamente, pelo interessado, junto ao EB, observando-se a legislação específica.
SEÇÃO II
DAS RESTRIÇÕES

Art. 9º Toda autorização para aquisição de arma de fogo, munição ou colete


à prova de balas deve respaldar-se nas condições estabelecidas pela legislação
em vigor e pelos atos normativos aplicáveis.
Art. 10. São consideradas situações impeditivas à autorização interna da
PMMG para o militar adquirir arma de fogo, munição ou colete à prova de balas:
I - estar processado por crime doloso previsto em lei que comine pena
máxima de reclusão, superior a dois anos, desconsideradas as situações de
aumento ou diminuição de pena;
II - estar cumprindo pena privativa de liberdade, por sentença transitada em
julgado, ou preso à disposição da Justiça, enquanto perdurar essa situação;
III - encontrar-se afastado do exercício de função, por decisão judicial,
enquanto perdurar essa situação;
IV - estar classificado no conceito “C”;
V - ter sido punido definitivamente, nos últimos 2 (dois) anos, por
transgressão disciplinar cujo fato evidencie a utilização indevida de arma de fogo;
VI - estar submetido a processo administrativo de natureza demissionária ou
com vistas à exoneração;
VII - estar sob licença ou dispensa de saúde com restrição ao uso de arma
de fogo;
VIII - estar curatelado ou interditado judicialmente;
IX - encontrar-se na situação de desertor;
X - não ter obtido o aproveitamento mínimo para a aprovação na Prova
Prática de Tiro (PPT) do Treinamento Policial Básico (TPB), conforme normas
internas em vigor;
XI - ter sido transferido para a reserva não remunerada;
XII - tenha contribuído, dolosamente, para o extravio de arma de fogo que se
encontrava sob sua responsabilidade.
§ 1º Nos casos do inciso I, verificados indícios de excludente de ilicitude ou
culpabilidade, o Comandante poderá autorizar a aquisição de arma de fogo.
§ 2º Não é necessária a avaliação de saúde do militar da ativa para a
obtenção de autorização, exceto na situação prevista no inciso VII, quando poderá
ser autorizada a aquisição, mediante parecer favorável dos oficiais médico e
psicólogo da Seção de Assistência à Saúde (SAS) ou Núcleo de Atenção Integral
à Saúde (NAIS).
§ 3º A Diretoria de Saúde (DS) estabelecerá as Unidades apoiadoras para
suprir a ausência de oficial médico ou psicólogo na SAS ou NAIS, para fins de
cumprimento do disposto no parágrafo anterior.
§ 4º No caso do inciso X, quando o militar tiver sido submetido a mais de
uma avaliação em um mesmo ano, prevalecerá o conceito obtido na mais recente.
§ 5º Excepcionalmente, o militar enquadrado nas situações impeditivas
previstas nos incisos IV, V, VI e XII do caput poderá adquirir arma de fogo,
munição ou colete à prova de balas, mediante parecer favorável, devidamente
motivado, do Chefe da Seção de Recursos Humanos (SRH) e do Comandante da
Unidade, observadas as demais condições deste artigo.
Art. 11. Não será deferida a autorização para a aquisição de arma de fogo,
munição ou colete à prova de balas ao militar da reserva remunerada e ao
reformado que se encontrar nas seguintes situações:
I – se enquadrar no disposto nos incisos I, II, IV, V, VII, VIII e XII do caput do
art. 10;
II – ter sido reformado por invalidez, doença mental ou outra patologia
incompatível com a aquisição, manutenção de porte ou com a posse de arma de
fogo;
III - ter sido dispensado ou licenciado, durante o serviço ativo, do uso e do
manuseio de armamento, por mais de dois anos, contínua ou alternadamente, nos
últimos cinco anos anteriores à transferência para a reserva ou à reforma;
IV - ter sido dispensado definitivamente, durante o serviço ativo, por doença
mental;
V – estiver submetido a processo administrativo-disciplinar com vistas à
perda do posto ou da graduação;
§ 1º Excepcionalmente, o militar da reserva remunerada e o reformado
enquadrados nas situações impeditivas previstas nos incisos IV, V e XII do caput
do art. 10 poderão adquirir arma de fogo, munição ou colete à prova de balas,
mediante parecer favorável, devidamente motivado, do Comandante da Unidade.
§ 2º Aplica-se ao militar da reserva remunerada e ao reformado o disposto no
§ 1º do art. 10.
§ 3º O militar da reserva remunerada e o reformado será avaliado por oficial
médico e psicólogo da SAS ou do NAIS para obter a autorização para aquisição
de arma de fogo.
§ 4º Nas situações impeditivas descritas nos incisos II, III e IV do caput, o
militar da reserva remunerada e o reformado, poderá obter a autorização para
aquisição de arma de fogo, mediante parecer da Junta Central de Saúde (JCS).

SEÇÃO III
DOS LIMITES

Art. 12. A quantidade máxima de arma de fogo que o militar pode adquirir é
definida pelo Comando do EB em:
I - 1 (uma) arma de porte de uso restrito, semiautomática, no calibre .40;
II - 2 (duas) armas de porte de uso permitido;
III - 2 (duas) armas portáteis, de caça, de alma raiada, de uso permitido;
IV - 2 (duas) armas portáteis, de caça, de alma lisa, de uso permitido.
§ 1º Não há limite na quantidade de pistolas, espingardas ou carabinas de
pressão por mola, com calibre menor ou igual a 6 mm. e que atiram setas
metálicas, balins ou grãos de chumbo, podendo, as aquisições desses materiais
serem feitas mediante a apresentação, ao lojista, de documento de identidade
pelo próprio comprador, independente de autorização, sendo que tais armas não
serão cadastradas no SAAM/PM ou SIGMA.
§ 2º O militar que, por benefício de anistia, possuir armas de fogo registradas
em seu nome, além dos limites fixados no caput, não poderá adquirir qualquer
outra, enquanto persistir essa situação.
§ 3º O militar que possuir amas de fogo no limite máximo fixado no caput
somente poderá adquirir outra se comprovar, perante a autoridade policial militar
competente, a transferência de propriedade ou o extravio de arma de fogo de sua
propriedade.
§ 4º As situações descritas nos §§ 2º e 3º serão publicadas em BIR e
registradas no SAAM/PM.
Art. 13. As armas de fogo se dividem quanto ao tipo, em:
I – de porte (arma curta ou de defesa pessoal): revólver ou pistola;
II - portátil, de alma raiada (para caça ou esporte): carabina ou fuzil;
III – portátil, de alma lisa (para caça ou esporte): espingarda ou congênere.
Parágrafo único. A aquisição de arma de fogo será autorizada em até 3
(três) tipos diferentes a cada ano.
Art. 14. A aquisição de munição é limitada ao calibre correspondente ao da
arma registrada como propriedade do militar.
§ 1º A quantidade de munição de uso permitido, por arma registrada, que
cada militar poderá adquirir no comércio especializado (lojista), anualmente, é de
até 50 (cinquenta) unidades.
§ 2º A quantidade de munição, por arma registrada, que cada militar poderá
adquirir para fins de aprimoramento e qualificação técnica, exclusivamente na
indústria, é de até 600 (seiscentas) unidades por ano.
Art. 15. O militar poderá adquirir, para uso próprio, 1 (um) colete à prova de
balas, de uso permitido.
§ 1º A autorização para aquisição de colete à prova de balas poderá ser
concedida no último ano de validade deste, para os militares que já possuem o
equipamento.
§ 2º A entrega de um novo colete à prova de balas ficará condicionada ao
recolhimento do vencido ao Almoxarifado da Unidade, que se encarregará das
providências para destruição, junto ao Centro de Material Bélico (CMB).
§ 3º Não será permitida a transferência de propriedade de colete à prova de
balas, salvo nos casos em que o militar proprietário queira dá-lo em pagamento ao
Estado, como ressarcimento de eventual prejuízo a que tenha dado causa,
podendo fazê-lo antes do prazo estabelecido no artigo.
§ 4º Para fins de ressarcimento, o colete será avaliado no CMB, que expedirá
certidão sobre o atendimento do equipamento aos requisitos técnicos para
inclusão em carga patrimonial.
§ 5º A DAL estabelecerá as regras para recolhimento e destruição dos
coletes à prova de balas de propriedade dos militares que estejam com a validade
vencida.
§ 6º O militar que teve seu colete à prova de balas extraviado ou danificado
poderá requerer nova autorização de aquisição, aplicando-se o disposto no § 2º
conforme o caso.
§ 7º Não é necessária a avaliação de saúde para a aquisição de colete à
prova de balas.

SEÇÃO IV
DO PLANO

Art. 16. A aquisição de arma de fogo, munição e colete à prova de balas,


diretamente da fábrica, será precedida de autorização pelo Comando do EB e
realizada, exclusivamente, mediante Plano de Aquisição da Polícia Militar,
coordenado pela DAL.
Art. 17. Para a implementação de Plano de Aquisição será formalizado
instrumento de cooperação entre a Polícia Militar, por intermédio da DAL, e o
fabricante, regulando as condições da sua execução.
Parágrafo único. A título de indenização pelos custos administrativos
decorrentes da execução do Plano, a empresa participante doará à Polícia Militar,
arma, munição, colete balístico ou outro material de interesse institucional, em
quantidades definidas no instrumento de cooperação celebrado pela DAL, não
inferiores, em valores, deduzidos os impostos não pagos pela Instituição, a 2%
(dois por cento) do montante da venda pelo fabricante aos militares ou 3.100 (três
mil e cem) Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (UFEMG), prevalecendo o
maior valor.
Art. 18. A arma de fogo de uso restrito será entregue, pelo fabricante, nos
locais previamente determinados no instrumento de cooperação, a critério da DAL,
e somente será repassada ao militar após o devido cadastro e registro no órgão
competente do EB, publicação em BIR e confecção do CRAF.
Art. 19. A munição de uso restrito será entregue, pelo fabricante, nos locais
previamente determinados no instrumento de cooperação, a critério da DAL, e
somente será entregue ao militar depois do devido cadastramento no SAAM/PM e
publicação em BIR.
Art. 20. Caso a arma de fogo não seja retirada da Unidade, sem motivo
justificado, no prazo de 6 (seis) meses, contados da data de expedição do CRAF,
ou no caso de falecimento do adquirente, serão adotadas as seguintes
providências:
I – cancelamento do CRAF;
II – se a arma de fogo não tiver sido totalmente paga, será devolvida à
indústria para reinclusão no seu estoque;
III – se a arma de fogo tiver sido quitada, será recolhida ao EB, para
destruição.
IV – se a arma de fogo tiver sido quitada e o adquirente houver falecido,
aplica-se o disposto nos §§ 2º a 6º, do art. 39 ou, na impossibilidade, o seu
recolhimento ao EB, para destruição.
Parágrafo único. No caso previsto no inciso II do caput, as providências
para a devolução dos valores efetivamente pagos serão de responsabilidade do
adquirente, herdeiro ou representante legal, junto à indústria.
Art. 21. Para as aquisições diretamente do fabricante não será admitido, sob
nenhum pretexto, faturamento em nome da Polícia Militar ou de suas Unidades.
Art. 22. As demonstrações de aquisições de armamento realizadas pela
PMMG, eventualmente necessárias a órgãos de controle do EB, são de
responsabilidade da DAL.
Art. 23. O militar poderá adquirir a arma de fogo de uso restrito, no calibre
.40, de terceiros, atendidos os demais requisitos previstos nesta Resolução.
CAPÍTULO III
DA TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE ARMA DE FOGO,
MUNIÇÃO OU COLETE À PROVA DE BALAS DO MILITAR

Art. 24. A transferência de propriedade de arma de fogo, já devidamente


cadastrada e registrada no SAAM/PM e no SIGMA, será realizada por venda,
permuta, doação, ou outra forma em direito admitida, podendo ocorrer entre
militares e de militares para civis, observados os seguintes procedimentos:
I – autorização interna, de autoridade da PMMG, e externa, de autoridade
militar do Exército, Marinha ou Aeronáutica, quando ocorrer a transferência de
arma de fogo registrada diretamente em órgão da respectiva Força Armada;
II - de autoridade militar, quando ocorrer a transferência de arma de fogo de
militar para militar de outra Instituição, sendo a prova de registro no SIGMA, em
nome do militar de outra Instituição, necessária às modificações de registro no
SAAM/PM;
III - de autoridade da Polícia Federal (PF), quando ocorrer a transferência de
arma de fogo de militar para civil, sendo a prova de registro no SINARM, em nome
do civil, necessária às modificações de registro no SAAM/PM e no SIGMA;
IV – das autoridades descritas no art. 4º, quando da transferência entre
militares da PMMG.
§ 1º A transferência de propriedade de arma de fogo depende do
cumprimento das demais exigências previstas nesta Resolução.
§ 2º A transferência de propriedade de arma de fogo para civil implica na
observância, pelo adquirente, de todas as exigências previstas na legislação em
vigor.
Art. 25. A transferência de propriedade de arma de fogo, adquirida
diretamente na indústria, em plano administrado pela PMMG, somente será
autorizada depois de decorridos 3 (três) anos, para as de uso restrito, e de 4
(quatro) anos, para as de uso permitido, contados da sua aquisição.
Art. 26. A transferência de propriedade de arma de fogo adquirida
diretamente no comércio, de civil ou de militar, somente será autorizada depois de
decorridos 3 (três) anos da sua aquisição.
Art. 27. A transferência de propriedade de arma de fogo será publicada em
BIR, que deverá especificar os números de registro e de cadastro da arma de fogo
no SIGMA, que somente será entregue ao novo proprietário depois de expedido o
CRAF em nome deste.
§ 1º Nos casos de arma de fogo cadastrada no SIGMA, a emissão do CRAF
somente será autorizada após a transferência de propriedade ter sido finalizada
naquele Sistema.
§ 2º Para a retirada da arma de fogo que esteja guardada no Almoxarifado da
Unidade, o civil deverá apresentar o documento de Porte ou a Guia de Tráfego,
ambos emitidos pela PF ou autoridade competente.
§ 3º Quando o adquirente for colecionador ou atirador, toda a documentação
será providenciada junto ao EB, pelo interessado.
Art. 28. É vedada a transferência de propriedade de munição, salvo se
realizada em conjunto com a transferência de arma de fogo do mesmo calibre.
Art. 29. É vedada a transferência de coletes à prova de balas, salvo nos
casos de indenização ao erário, desde que atendidas as especificações técnicas
da Instituição.
Art. 30. O militar que, na condição de legatário ou herdeiro, receber arma de
fogo em situação regular, comunicará o fato por escrito à sua Unidade, fazendo as
devidas provas, para que se lance no SAAM/PM e se providencie a regularização
da propriedade junto ao SIGMA.
Parágrafo único. Estando a arma de fogo em situação irregular, ela não
poderá ser regularizada, devendo ser recolhida ao órgão competente do EB, para
destruição.
CAPÍTULO IV
DO CONTROLE, CADASTRO E REGISTRO DE ARMA DE FOGO,
MUNIÇÃO E COLETE À PROVA DE BALAS DO MILITAR

SEÇÃO I
DO CONTROLE

Art. 31. O controle de armas de fogo, munições e coletes à prova de balas


dos militares da PMMG é realizado no SAAM/PM, que consiste em um banco de
dados próprio e estruturado com as informações exigidas pelo Comando do EB,
independente daquelas definidas pela PMMG.
§1º Constitui objeto de controle no SAAM/PM o cadastro, o registro, a
transferência de propriedade, a perda por inutilização, extravio, furto ou roubo, a
apreensão e a recuperação de arma de fogo, munição e colete à prova de balas.
§ 2º A arma de fogo que não estiver cadastrada no SAAM/PM deverá nele
ser incluída, mediante a apresentação do respectivo CRAF (SINARM/SIGMA),
respeitado o limite estabelecido no art. 12.
§ 3º A pessoa admitida na Polícia Militar, proprietária de arma de fogo em
situação regular, deverá, no prazo de 03 (três) meses da data da admissão, por
intermédio da Unidade responsável pela realização do respectivo curso de
formação, adaptação ou similar, cadastrar a arma no SAAM/PM e no SIGMA, com
a devida publicação em BIR.
Art. 32. O cadastro consiste no lançamento dos dados da arma de fogo e do
proprietário no respectivo sistema e o registro será efetivado com a publicação do
cadastro.
Parágrafo único. Após o cadastro, a arma de fogo de uso permitido será
registrada com a publicação em BIR da Unidade e a de uso restrito, com a
publicação no Boletim Interno do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados
da 4ª Região Militar do Exército Brasileiro (SFPC/4ªRM-EB).
Art. 33. As alterações de características (calibre, comprimento do cano,
capacidade ou acabamento) de arma de fogo de propriedade de militar,
procedidas com a devida autorização da SFPC/4ªRM-EB, serão publicadas em
BIR da Unidade ou EB, e atualizadas no SAAM/PM e no SIGMA.
§ 1º A autorização de que trata o caput será obtida pelo militar interessado,
por intermédio da Unidade.
§ 2º A cópia do ato a que se refere o caput será encaminhada à DAL, pela
Unidade, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data da publicação, para fins de
controle.
Art. 34. As armas de fogo de propriedade de militares deverão ser
conferidas, no máximo a cada três anos, pelas Unidades a que eles pertencerem.
§ 1º O militar da reserva remunerada e o reformado poderão cumprir o
previsto no caput por ocasião da autorização e renovação para o porte e CRAF.
§ 2º O militar que não possua o porte deverá solicitar ao Comandante, Diretor
ou Chefe da Unidade à qual estiver vinculado a expedição de uma Guia de
Tráfego para a apresentação de sua arma.
§ 3º A Guia de Tráfego poderá ser expedida para uma única arma ou para a
totalidade de armas do acervo do militar e o autoriza a transportá-la(s) para o local
de destino, no prazo estabelecido.
Art. 35. Em caso de necessidade de transporte da arma de fogo, para
treinamento, avaliação ou apresentação, o militar que não possua a autorização
para porte, deverá solicitar ao Comandante, Diretor ou Chefe da Unidade à qual
estiver vinculado, a expedição de uma Guia de Tráfego.

SEÇÃO II
DO CERTIFICADO DE REGISTRO DE ARMA DE FOGO - CRAF

Art. 36. O CRAF, para o militar da ativa, tem validade permanente em todo o
território nacional e o autoriza a manter a arma de fogo, exclusivamente, no
interior de sua residência e nas dependências desta, ou no interior da Unidade.
Parágrafo único. O CRAF do militar da reserva remunerada e do reformado
terá validade de 3 (três) anos, podendo ser renovado se atendidas as condições
previstas nesta Resolução.
Art. 37. O cadastro e o registro da arma de fogo de propriedade do militar
deverão conter os seguintes dados:
I - do interessado:
a) nome, filiação, data e local de nascimento;
b) endereço residencial;
c) endereço da Unidade ou Fração em que trabalhe;
d) profissão;
e) número da cédula de identidade, data da expedição, órgão expedidor e
Unidade da Federação;
f) número do Cadastro de Pessoa Física – CPF.
II - da arma:
a) número do cadastro no SIGMA;
b) identificação do fabricante e do vendedor;
c) número e data da Nota Fiscal de venda;
d) espécie, marca, modelo e número de série;
e) calibre e capacidade de cartuchos;
f) tipo de funcionamento;
g) quantidade de canos e comprimento;
h) tipo de alma (lisa ou raiada);
i) quantidade de raias e sentido;
j) número de série gravado no cano da arma;
k) acabamento;
l) país de fabricação.
Art. 38. O CRAF será expedido com base nas informações constantes no
SAAM/PM e conterá os seguintes dados:
I - dos itens gerais do espelho:
a) Inscrição: “Polícia Militar de Minas Gerais”;
b) Brasão da República Federativa do Brasil, no canto superior esquerdo;
c) Brasão da República Federativa do Brasil, no centro e em marca d’água;
d) denominação do documento;
e) inscrição: “válido em todo o território nacional”;
f) inscrição: “este documento não dá direito ao porte”;
g) campo para data de emissão;
h) campo para data de validade (para o militar da reserva remunerada e o
reformado);
i) campo para indicação e assinatura da autoridade militar competente para a
expedição.
II - identificação do militar proprietário:
a) nome e data de nascimento;
b) número do Registro Geral (RG) e do CPF.
III - identificação da arma:
a) espécie (tipo);
b) marca;
c) calibre;
d) número de série;
e) número de cadastro no SIGMA;
f) número de cadastro no SAAM/PM.
Parágrafo único. É responsabilidade da Unidade o correto lançamento dos
dados da arma de fogo e do proprietário no SAAM/PM e no Sistema Informatizado
de Recursos Humanos (SIRH), devendo o interessado proceder à respectiva
conferência desses dados.

SEÇÃO III
DA CASSAÇÃO DO REGISTRO

Art. 39. O militar terá o seu registro de arma de fogo cassado no SIGMA e no
SAAM/PM quando:
I - da transferência para a reserva não remunerada;
II - do falecimento;
III - da perda do posto ou patente;
IV - da demissão, exclusão ou exoneração;
V – da reforma por incapacidade mental ou física por doença que possa
implicar em impedimentos para o manuseio de arma de fogo;
VI - sendo militar reformado ou da reserva remunerada, não se submeter à
avaliação de saúde ou nela obter parecer desfavorável à manutenção da posse de
arma de fogo;
VII - da deserção, ausência ou extravio;
VIII – da interdição judicial.
§ 1º Serão adotados, pela Unidade, os seguintes procedimentos para a
cassação do registro de arma de fogo:
I - notificará o proprietário, o representante legal ou o administrador da
herança, conforme o caso, sobre a obrigatoriedade de recolhimento do CRAF e da
arma de fogo ao Almoxarifado, até que a situação seja regularizada;
II - providenciará a cassação do CRAF, com a devida publicação em BIR e
comunicação à DAL, para fins de alteração do cadastro da arma junto ao SIGMA;
III - não sendo possível recolher o CRAF, comunicará o fato à DAL, para
alteração do cadastro;
IV - não sendo recolhida a arma de fogo, a Unidade comunicará o fato ao
Ministério Público, dando conhecimento à DAL.
§ 2º Para fins de regularização pelo interessado, a arma de fogo recolhida ao
Almoxarifado será acautelada pelo prazo máximo de 120 (cento e vinte) dias, findo
os quais, ela será enviada, por intermédio da DAL, ao órgão competente para
destruição.
§ 3º O interessado poderá requerer junto à Unidade a expedição de certidão
de origem da arma de fogo, para fins de regularização na PF ou no EB, conforme
seja a arma de uso permitido ou restrito, devendo juntar cópias autenticadas do
comprovante de residência, do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e da cédula de
identidade do ex-proprietário.
§ 4º O administrador da herança ou o representante legal deverá
providenciar a regularização da arma, mediante alvará judicial ou autorização
firmada por todos os herdeiros, desde que maiores e capazes, aplicando-se ao
herdeiro ou interessado na aquisição, as disposições legais cabíveis.
§ 5º Após regularizada, a arma de fogo somente poderá ser retirada se
apresentados o CRAF e o Porte ou o CRAF e a Guia de Trânsito.
§ 6º Excepcionalmente, atendendo ao pedido fundamentado do interessado,
o Comandante da Unidade poderá prorrogar o prazo de que trata o § 2º deste
artigo.
§ 7º Quando do recolhimento da arma de fogo ao Almoxarifado da Unidade,
será lavrado o Termo de Recolhimento, conforme Anexo V.
§ 8º A própria Unidade será responsável pela destruição do CRAF cassado.
§ 9º O militar que se enquadrar nas situações previstas no art. 10, poderá ter
seu CRAF suspenso e sua arma de fogo recolhida à Unidade, preventivamente,
enquanto perdurar a situação, a critério do Comandante da Unidade.
Art. 40. O militar agregado, em outras situações não previstas nesta
Resolução, permanecerá com o CRAF e, caso venha a ser excluído da PMMG,
aplicar-se-á a ele o disposto nesta Seção.

CAPÍTULO V
DAS QUESTÕES REFERENTES AO PORTE DE ARMA DE FOGO

SEÇÃO I
DO PORTE DE ARMA DE FOGO

Art. 41. O porte de arma de fogo, com validade em âmbito nacional, é


inerente à condição de militar, sendo deferido em razão do desempenho das suas
funções institucionais.
§ 1º Ao militar é assegurado o direito ao porte de arma de fogo pertencente à
Instituição ou de propriedade particular, em serviço ou fora deste, observados os
seguintes aspectos:
I – arma de fogo de propriedade da Polícia Militar, quando em serviço: portar
a Carteira Especial de Identidade (CEI);
II - arma de fogo de propriedade da Polícia Militar, quando do Porte Especial
de Arma de Fogo (PEAF): portar a CEI e a autorização específica para este fim; e
III - arma de fogo de propriedade particular: portar a CEI e o CRAF, em nome
do portador.
§ 2º Ao portar arma de fogo nos locais onde haja aglomeração de pessoas,
em virtude de evento de qualquer natureza, público ou privado, tais como interior
de igrejas, templos, escolas, clubes, estádios desportivos, eventos culturais e
outros similares, o militar, não estando em serviço, deverá obedecer às seguintes
normas gerais, além de outras previstas em normas específicas:
I - não conduzir a arma de fogo ostensivamente;
II - cientificar o policiamento no local, se houver, fornecendo nome, posto ou
graduação, Unidade e a identificação da arma de fogo;
III - não havendo policiamento no local, mas existindo trabalho de segurança
privada, o militar deve identificar-se para o chefe dessa segurança, quando
exigido, cientificando-o de que está portando arma de fogo;
IV - observar as determinações das autoridades competentes responsáveis
pela segurança pública, quanto à restrição ao porte de arma de fogo no local do
evento.
§3º O porte de arma de fogo a bordo de aeronaves e embarcações civis e
comerciais, além do previsto na legislação em vigor e nesta Resolução, deve
atender as regras expedidas pelos órgãos competentes da União, encarregados
da fiscalização e segurança aeroportuária brasileira.
Art. 42. O militar da ativa permanecerá com o porte de arma de fogo válido
enquanto não se enquadrar nas situações impeditivas previstas no art. 10,
devendo ser renovado quando de sua transferência para a reserva remunerada ou
quando, antes disso, for reformado, observado o previsto nos arts. 11, 48 e 49.
Art. 43. O militar detentor do porte de arma de fogo deve ter comportamento
ético, digno e discreto, sendo-lhe vedado:
I - valer-se de sua arma de fogo, assim como de sua condição de militar,
para sobrepor-se a outro cidadão, na solução de desavença, discussão ou querela
de caráter pessoal;
II - ceder arma de fogo de sua propriedade ou pertencente à Polícia Militar
para porte ou uso de terceiro, ainda que seja outro militar;
III - deixar de comunicar o extravio, furto ou roubo da arma de fogo ao
Comandante, Diretor ou Chefe da Unidade a que pertencer, contribuindo para que
não ocorra o lançamento das informações devidas no respectivo cadastro;
IV – deixar de ter o devido cuidado com a arma de fogo ou deixá-la ao
alcance de menores ou incapazes;
V – deixar de conduzir o registro, sempre que portar sua arma de fogo, ou
deixar de mostrá-lo às autoridades policiais quando solicitado;
VI - disparar arma de fogo desnecessariamente ou sem atentar para as
regras de segurança.
Art. 44. O uso da arma de fogo é condicionado às precauções técnicas
previstas no manual do fabricante e nas orientações institucionais em vigor.
Art. 45. A autorização para o porte de arma de fogo do militar será expressa
na CEI.
Parágrafo único. O porte de arma de fogo do militar da reserva remunerada
e do reformado terá validade de três anos, de acordo com o CRAF.
Art. 46. O porte de arma de fogo para os Cadetes e alunos dos cursos da
PMMG será concedido da seguinte forma:
§ 1º Ao Cadete do 1º ano do Curso de Formação de Oficiais (CFO), que não
pertencia aos quadros da PMMG, e ao aluno do Curso Técnico em Segurança
Pública (CTSP) não será concedido o porte de arma de fogo, salvo em situação
excepcional na qual se evidencie risco à integridade física do militar, decorrente de
ato de serviço.
§ 2º O porte de arma de fogo do Cadete do 1º ano e do aluno do CTSP, nos
termos do parágrafo anterior, será concedido pelo Comandante da Academia de
Polícia Militar ou autoridade superior, desde que o militar tenha concluído, com
êxito, as disciplinas de Armamento e Tiro Policial, ou equivalente, bem como se
enquadre nos demais requisitos desta Resolução.
§ 3º O Cadete do 1º ano do CFO, que não pertencia aos quadros da PMMG,
e o aluno do CTSP poderão portar arma de fogo da PMMG, em serviço, caso
tenham concluído, com êxito, as disciplinas de Armamento e Tiro Policial e
realizem as atividades sob a supervisão da autoridade competente.
§ 4º O Cadete do 1º ano do CFO e o aluno do CTSP que possuíam o porte
de arma de fogo expedido quando civis ou militares de outra instituição, perdem
este direito a partir de seu ingresso na Polícia Militar.
Art. 47. O militar fardado, em situações que não esteja em serviço
operacional, poderá portar arma de fogo, devidamente acondicionada no coldre,
de acordo com o previsto no Regulamento de Uniformes e Insígnias da Polícia
Militar (RUIPM), sendo:
I - as de uso permitido, revólver de calibre .38, e pistola, no mínimo a de
calibre .380 ACP ou 7,65 Browning;
II - de uso restrito, as devidamente autorizadas pelo Comando do EB.
Parágrafo único. É proibida a utilização de arma de fogo ou munição
particular em serviço operacional.

SEÇÃO II
DA RENOVAÇÃO DO PORTE DE ARMA DE FOGO E DO CRAF DO MILITAR
DA RESERVA REMUNERADA E DO REFORMADO

Art. 48. Para conservarem o porte e o registro de arma de fogo de sua


propriedade, o militar da reserva remunerada e o reformado, além de continuarem
a preencher as condições previstas no art. 11, deverão submeter-se, a cada 3
(três) anos, à avaliação de saúde, realizada por oficial médico e psicólogo das
SAS ou dos NAIS.
§ 1º Não será deferido o requerimento para a manutenção do porte ou
registro de arma de fogo ao militar da reserva remunerada e ao reformado que se
enquadrarem numa das situações previstas no art. 11 ou forem considerados
inaptos na avaliação de saúde de que trata o caput.
§ 2º No ato de sua transferência para a reserva remunerada ou nos casos de
reforma, o militar possuidor dos requisitos para o porte ou o registro de arma de
fogo, terá expedida nova CEI, com o campo de validade do porte de arma de fogo,
e novo CRAF, com validade de 3 (três) anos, não sendo necessária a avaliação de
que trata o caput.
§ 3º O militar que não possuir os requisitos para o porte ou o registro de arma
de fogo, quando de sua transferência para a reserva remunerada ou reforma, terá
expedida nova CEI, sem direito ao porte de arma de fogo.
§ 4º Na CEI e no CRAF do militar da reserva remunerada e do reformado,
aptos na avaliação de saúde para fins de porte de arma de fogo, deverá constar a
inscrição: “porte de arma de fogo válido até o ano XXXX”, ou o campo específico
para validade do documento.
§ 5º A avaliação de saúde para fins de renovação de porte de arma de fogo,
de que trata o caput, será realizada no último ano de validade do porte.
Art. 49. Na hipótese do militar da reserva remunerada ou do reformado não
se submeter à avaliação de saúde ou nela for considerado inapto, terá a
autorização para porte de arma e o CRAF cassados, no final do prazo estipulado.
§ 1º O militar da reserva remunerada ou o reformado considerado inapto na
avaliação de saúde, em caráter temporário, poderá ser submetido à nova
avaliação, em prazo determinado pelo oficial de saúde da SAS ou do NAIS, não
inferior a 90 (noventa) dias, mediante requerimento do interessado.
§ 2º No caso de parecer de inaptidão definitiva para o porte, o militar inativo
poderá requerer, ao Comandante da Unidade à qual estiver vinculado, uma nova e
única reavaliação de saúde junto à respectiva SAS ou NAIS, no prazo máximo de
90 (noventa) dias.
§ 3º Os Oficiais médico e psicólogo serão responsáveis pela avaliação de
saúde, devendo apresentar parecer conclusivo no próprio requerimento, a fim de
subsidiar a análise pelo Comandante da Unidade à qual estiver vinculado o militar.
§ 4º A avaliação de saúde para a manutenção do porte de arma de fogo
ocorrerá na Unidade mais próxima da residência do militar ou na Unidade à qual
ele estiver vinculado e será orientada por instrução da Diretoria de Saúde (DS).
§ 5º Nos casos previstos nos §§ 1º e 2º, o CRAF do militar da reserva
remunerada ou do reformado será suspenso, devendo ser recolhido, juntamente
com sua arma de fogo, preventivamente, à Unidade.
Art. 50. Para os fins de cumprimento das normas desta Resolução e demais
dispositivos legais aplicáveis, considera-se do interesse pessoal do militar da
reserva remunerada ou do reformado, a renovação da autorização do porte de
arma de fogo e do CRAF, sendo da sua inteira responsabilidade procurar a
Unidade a que estiver vinculado para a submissão à avaliação de saúde.

SEÇÃO III
DA CASSAÇÃO E SUSPENSÃO DO PORTE

Art. 51. O militar terá o porte de arma de fogo cassado quando se enquadrar
nas situações previstas nos incisos I a VIII do art. 39 e quando:
I – existir parecer de saúde no sentido de restrição definitiva para o porte de
arma de fogo, devidamente homologado pela Junta Central de Saúde (JCS);
II – for reformado disciplinarmente;
III - tiver sido dispensado, durante o serviço ativo, do uso e manuseio de
armamento, por mais de dois anos continuamente ou alternadamente, nos últimos
cinco anos anteriores à reforma;
IV - tenha contribuído, dolosamente, para o extravio de arma de fogo que se
encontrava sob sua responsabilidade.
Parágrafo único. Para o militar que se enquadrar no disposto no caput, será
expedido novo documento de identificação, no qual não constará autorização para
o porte de arma de fogo, bem como será recolhida sua CEI à SRH.
Art. 52. Será suspenso o porte de arma de fogo do militar quando:
I – estiver preso à disposição da Justiça;
II – for condenado, por sentença transitada em julgado, a pena privativa de
liberdade ou que implique afastamento ou suspensão do exercício de função,
cumprindo pena ou afastado de função por decisão judicial, enquanto perdurar
essa situação;
III – estiver em processo de interdição judicial;
IV – estiver licenciado ou dispensado do uso de arma de fogo por motivo de
saúde, no período em que perdurar a licença ou a dispensa;
V - não obtiver, no mínimo, o conceito “C” no treinamento de tiro anual,
conforme previsão das Diretrizes de Ensino da Polícia Militar (DEPM), enquanto
permanecer inapto;
VI – enquanto estiver cumprindo a sanção disciplinar de suspensão;
VII - for surpreendido portando arma de fogo em atividade extraprofissional,
relacionada à atividade de segurança privada ou afim, independentemente das
medidas disciplinares cabíveis ao caso;
VIII - for surpreendido portando arma de fogo, em serviço ou em trânsito,
com sintomas de estar alcoolizado ou sob efeito de substância entorpecente;
IX – não cumprir o disposto no art. 43.
§ 1º Nas situações previstas nos incisos VII ao IX do caput, o porte de arma
de fogo do militar poderá ser suspenso, pelo Comandante, Diretor ou Chefe, por
até 2 (dois) anos, por ato motivado, sem prejuízo de outras medidas legais
pertinentes.
§ 2º O militar que tiver o porte de arma de fogo suspenso terá sua CEI
recolhida à SRH, sendo-lhe restituída ao término da suspensão.
Art. 53. Os atos de cassação e suspensão do porte de arma de fogo serão
publicados em BIR.
Art. 54. Caberá a suspensão da autorização para o porte de arma de fogo,
como medida preventiva, por ato devidamente fundamentado, do militar que se
enquadrar em uma das situações de cassação ou suspensão, bem como for
acusado de fazer uso irregular do armamento, até a solução definitiva da apuração
administrativa.
Art. 55. O militar que se envolver em ocorrência de gravidade, em serviço ou
fora dele, ou apresentar sinais de transtorno mental ou comportamental que possa
implicar em restrição para o porte de arma, deverá ser encaminhado, por seu
chefe direto, para avaliação de saúde.
Art. 56. A cassação ou a suspensão do porte de arma de fogo não constitui
medida punitiva e, portanto, não elide a eventual aplicação das sanções
disciplinares por infrações administrativas praticadas.
§ 1º. A medida de recolhimento definitivo ou provisório da CEI, nos casos de
cassação ou suspensão, somente será aplicada após a expedição de novo
documento de identificação.
§ 2º O militar que tiver o porte de arma de fogo cassado ou suspenso não
poderá trabalhar em serviços operacionais que exijam o porte, devendo ser
empregado, preferencialmente, na administração, enquanto durar a restrição.

SEÇÃO IV
DO PORTE ESPECIAL DE ARMA DE FOGO (PEAF)

Art. 57. O PEAF é a autorização dada pela administração, observados os


critérios de conveniência e de oportunidade, para que o militar da ativa permaneça
com a posse da arma de fogo de propriedade da Polícia Militar, em tempo integral.
Art. 58. O militar da ativa deverá requerer ao seu Comandante a autorização
do PEAF, conforme Anexo III.
§ 1º O PEAF não será concedido ou será revogado quando:
I – inexistir armamento em número suficiente para suprir a demanda
operacional;
II – o militar se enquadrar nas situações descritas nos arts. 42, 43, 51 e 52;
III – o militar for proprietário de arma de fogo;
IV – enquanto o militar estiver na situação funcional de agregado.
§ 2º Havendo interesse institucional, poderá ser autorizado o PEAF ao militar
que possuir arma de porte de propriedade particular.
§ 3º O militar aprovado em Prova Prática de Tiro (PPT) mediante reavaliação,
somente terá o PEAF para revólver.
§ 4ºAo militar detentor de autorização para PEAF, não será autorizada a
posse de outra arma de fogo de porte da Instituição, ainda que durante o turno de
serviço.
Art. 59. Será cassada a autorização para PEAF do militar que tenha
contribuído, dolosa ou culposamente, para o extravio de arma de fogo que se
encontrava sob sua responsabilidade.
Parágrafo único. O militar que tiver cassada a sua autorização do PEAF,
somente poderá obter nova autorização após o prazo de 3 (três) anos.
Art. 60. Na posterior incidência das situações impeditivas descritas no § 1º
do art. 58 ou não sendo mais conveniente e oportuno a manutenção do PEAF,
este será revogado e a arma de fogo imediatamente recolhida à SAT.
Art. 61. O militar deverá apresentar a arma de fogo institucional, da qual
detém o PEAF, ao Chefe da SAT ou outro militar designado pelo Comandante,
semestralmente, para fins de inspeção, especialmente, nos aspectos referentes ao
estado de conservação, à limpeza e à realização de manutenção preventiva
periódica.
Parágrafo único. Caso seja constatado, durante a inspeção ou nas
atividades rotineiras, que o militar não teve o devido zelo na conservação da arma
de fogo, terá o PEAF suspenso.
Art. 62. O indeferimento para o PEAF não implica, necessariamente, em
impedimento para o exercício de atividades policiais militares com arma de fogo.
Art. 63. Não será concedido o PEAF para os militares que ingressaram na
Instituição mediante decisão judicial de caráter provisório, em medida liminar, até
o trânsito em julgado da sentença de mérito.
Art. 64. O Comandante, Diretor ou Chefe deverá recolher, de imediato, a
arma institucional do militar que não mais apresente os requisitos para o PEAF.
§ 1º O militar que for considerado temporariamente inapto para o porte de
arma de fogo terá o PEAF suspenso, devendo o seu chefe direto providenciar,
imediatamente, o recolhimento do armamento à Unidade.
§ 2º Nas situações de suspensão, o militar poderá ter o PEAF restabelecido
ao final do período de cumprimento da medida.
Art. 65. A arma de fogo pertencente ao acervo patrimonial destinada ao
PEAF será sempre do tipo de porte.
Parágrafo único. É vedado ao militar possuir mais de uma autorização de
PEAF.
Art. 66. É de responsabilidade do Almoxarifado a atualização do SIAD, com
a inclusão da arma na corresponsabilidade patrimonial do militar que detiver o
PEAF.
Parágrafo único. Os atos referentes ao PEAF serão publicados em BIR.
Art. 67. A suspensão ou cassação da autorização para PEAF da Polícia
Militar não constitui medida punitiva e, portanto, não elide a eventual aplicação das
sanções disciplinares por infrações administrativas praticadas.
Art. 68. É proibida a autorização para o PEAF ao militar da reserva
remunerada, ao reformado e ao agregado.
Art. 69. A arma de fogo da Instituição será devolvida antes da ocorrência de
movimentação do militar de Unidade ou de sua agregação, transferência para a
reserva ou reforma.
Art. 70. O militar poderá permanecer com o PEAF nos períodos de férias
anuais ou prêmio, e licenças previstas em lei, salvo manifestação em contrário da
administração.
§ 1º Nas situações descritas no caput, caso o militar manifeste interesse,
poderá deixar a arma de fogo a qual detém o PEAF na Reserva de Armas,
Munições e Equipamentos (RAME) da Unidade durante o período em que estiver
no gozo de férias anuais, prêmio ou licença.
§ 2º Não é permitido ao militar ausentar-se do Estado com a arma de fogo
institucional, até a inclusão desta no SIGMA, exceto no desempenho de suas
funções.
Art. 71. Ao militar que se envolver em ação militar legítima, da qual resultar
em apreensão da arma de fogo institucional, poderá ser concedido novo PEAF, de
imediato, a critério do Comandante e observados os demais requisitos.
Art. 72. O militar em deslocamento, fora de sua sede, poderá deixar a arma
de fogo a qual detém o PEAF na reserva de armas de qualquer Unidade ou fração
da Instituição, retirando-a imediatamente depois de cessado o motivo.
§ 1º A arma de fogo deixada em reserva de Unidade ou fração, somente será
guardada pelo prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, quando, então, será
devolvida à Unidade detentora do material, cumprindo-se as formalidades
necessárias, inclusive as de natureza disciplinar.
§ 2º O detentor ou usuário, quando não efetuar a retirada da arma no prazo
indicado no parágrafo anterior, além da eventual responsabilidade disciplinar, terá
suspensa a autorização para PEAF, pelo período de 1 (um) ano.
Art. 73. O militar somente poderá deixar sua arma de fogo particular
acautelada na RAME ou outra dependência da Unidade, após a apresentação do
CRAF, com registro em livro próprio.
CAPÍTULO VI
DO EXTRAVIO, DA APREENSÃO E DO RECOLHIMENTO DE ARMA DE
FOGO DO MILITAR
SEÇÃO I
DO EXTRAVIO

Art. 74. Ocorrendo extravio, por roubo, furto ou perda de arma de fogo,
pertencente a militar, este deverá providenciar a lavratura de Boletim Ocorrência e
comunicar o fato ao seu Comandante, Diretor ou Chefe, formalmente, anexando o
CRAF.
§ 1º Recebida a comunicação, o Comandante Diretor ou Chefe notificará o
fato à DAL, no prazo de 2 (dois) dias úteis, e determinará a publicação da
ocorrência em BIR, com registro em rotina própria do SAAM/PM.
§ 2º Conhecendo o fato, a DAL, no prazo de 2 (dois) dias úteis, remeterá as
suas informações ao órgão competente do EB para registro no SIGMA.
§ 3º O CRAF permanecerá arquivado na Unidade, por 6 (seis) meses, findo
os quais será destruído, e somente será expedida a 2ª via, se a arma for
recuperada e apresentada na Unidade à qual o militar estiver vinculado.
Art. 75. No caso de extravio, por furto, roubo ou perda de arma de fogo de
uso restrito, de propriedade do militar, este somente poderá adquirir nova arma de
uso restrito depois de decorridos 5 (cinco) anos do registro da ocorrência do fato
em órgão da polícia judiciária.
Parágrafo único. Poderá ser autorizada nova aquisição, a qualquer tempo,
depois de solucionado procedimento investigatório que ateste não ter havido, por
parte do proprietário, imperícia, imprudência ou negligência, bem como indício de
cometimento de crime, nos termos do art. 9º da Portaria n. 21-D Log, de 23 de
novembro de 2005.
Art. 76. Sendo localizada a arma de fogo que fora extraviada, serão
realizados os lançamentos no SAAM/PM, a publicação em BIR e a comunicação
ao órgão competente da PF ou do EB.
§ 1º Não sendo possível a regularização da arma de fogo no SAAM/PM, por
haver extrapolado o limite previsto art. 12, seu proprietário deverá providenciar a
transferência de propriedade em até 45 (quarenta e cinco dias), permanecendo a
arma na RAME.
§ 2º Findo o prazo estabelecido no § 1º, a arma de fogo será encaminhada
para a destruição.

SEÇÃO II
DA APREENSÃO

Art. 77. A arma de fogo ou a munição apreendida, de propriedade do militar,


decorrente do cometimento de crime militar, será encaminhada ao Comandante,
Diretor ou Chefe competente para adoção das medidas de polícia judiciária militar
cabíveis.
Parágrafo único. No caso do cometimento de crime comum, a arma de fogo
ou a munição apreendida será encaminhada à Delegacia de Polícia ou ao órgão
de polícia judiciária competente.
Art. 78. A Unidade comunicará à DAL a apreensão ou localização de arma
de fogo de militar, no prazo de dois dias úteis, e encaminhará cópia da publicação
no BIR, para fins de atualização de cadastro no SAAM/PM e SIGMA.
Parágrafo único. A arma de fogo ou munição encontrada, que não constitua
prova em inquérito policial ou processo criminal e que não possa ser restituída ao
militar, será encaminhada pelo Comandante da Unidade, no prazo de 30 (trinta)
dias, à SFPC/RM de vinculação, para destruição, sendo vedada a cessão para
qualquer pessoa ou instituição, dando-se conhecimento à DAL.

SEÇÃO III
DO RECOLHIMENTO DA ARMA DE FOGO DE MILITAR INAPTO AO
REGISTRO OU AO PORTE
Art. 79. Compete ao Comandante, Diretor ou Chefe recolher a arma
institucional e particular do militar que apresentar impedimentos ou restrição para
o porte ou posse de arma de fogo, nos termos desta Resolução ou por
determinação judicial.
§ 1º Aplica-se ao militar da reserva remunerada e ao reformado o previsto no
caput deste artigo.
§ 2ºA SAS ou o NAIS que expedir o parecer de licença e dispensa saúde
com restrição quanto ao uso de arma de fogo deverá cientificar a SRH à qual o
militar estiver vinculado para adoção das demais medidas cabíveis.
§ 3º A arma de fogo recolhida nos termos do caput ficará guardada no
Almoxarifado da Unidade até que cessem os motivos do impedimento,
observando-se as formalidades legais.
§ 4º O militar que se recusar a entregar sua arma de fogo à autoridade
policial militar competente terá o CRAF cassado, adotando-se as medidas
pertinentes para a cassação.
§ 5º Havendo recusa na entrega da arma de fogo da Polícia Militar, a
autoridade policial militar adotará as medidas de polícia judiciária militar cabíveis.
§ 6º Quando da adoção das medidas descritas neste artigo, será lavrado o
Termo de Recolhimento (Anexo V), a ser entregue ao militar ou, no impedimento
deste, a seu representante legal ou familiar, mantendo-se uma cópia arquivada e
publicando-se o ato em BIR.

CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 80. O militar proprietário de arma de fogo em situação regular,


cadastrada no SINARM, deverá, por intermédio da Unidade a qual estiver
vinculado, cadastrar a arma no SAAM/PM e no SIGMA, com a devida publicação
em BIR, respeitados os limites estabelecidos nesta Resolução.
Art. 81. O CRAF já expedido até a data da publicação desta Resolução
permanece válido, devendo ser substituído pelo novo modelo quando do término
de sua validade.
Art. 82. O militar que teve o seu CRAF ou PEAF extraviado, por qualquer
motivo, providenciará, de imediato, o registro em Boletim de Ocorrência e
comunicará o fato ao chefe direto e à autoridade militar que expediu o documento.
§ 1º Quando o militar for responsabilizado pelo extravio ou destruição do
CRAF ou PEAF, será cobrada uma taxa de 8 (oito) UFEMG para a expedição de
2ª via do documento.
§ 2º O militar comunicará, de imediato, à sua Unidade a recuperação do
CRAF ou PEAF extraviado.
Art 83. Quando em trânsito, o militar poderá conduzir até 50 (cinquenta)
cartuchos do mesmo calibre da arma de fogo que estiver portando.
Art. 84. A DRH e a DAL providenciarão a integração dos dados entre o SIRH
e o SAAM/PM, em especial, no que se refere à restrição ao porte de arma de fogo.
Art. 85. A DAL expedirá instrução de conteúdo específico, necessária ao
cumprimento das normas desta Resolução.
§ 1º Poderá ser expedida instrução conjunta com outra Unidade de Direção
Intermediária, para orientação que envolva interesse comum relativamente às
normas desta Resolução, observados os seus parâmetros.
§ 2º Os quantitativos para aquisição de arma de fogo, munição e colete à
prova de balas, quando modificados pela legislação aplicável ou por ato de
autoridade competente, poderão ser disciplinados em instrução específica.
Art. 86. A DRH e a DS expedirão, em até 45 (quarenta e cinco) dias, a contar
da data da entrada em vigor desta Resolução, instrução definindo os
procedimentos para implementação das medidas previstas nos arts. 48 e 49.
Parágrafo único. O Chefe do Estado-Maior deverá homologar a instrução da
DRH e da DS prevista no caput.
Art. 87. A DAL apresentará à Chefia do Estado-Maior, em até 90 (noventa)
dias, a contar da data da entrada em vigor desta Resolução, estudo sobre a
viabilidade de se adotar espelho em papel moeda para emissão do CRAF para as
armas institucionais em situação de Porte Especial.
Art. 88. As instruções, memorandos ou outros documentos de
regulamentação expedidos pelas Unidades de Direção Intermediária deverão ser
adequados ao disposto nesta Resolução.
Art. 89. Revoga-se a Resolução n. 3.890, de 08 de novembro de 2006.
Art. 90. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

Quartel do Comando-Geral em Belo Horizonte, 11 de maio de 2010.

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “I” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.

REQUERIMENTO DE MILITAR DA ATIVA


- AQUISIÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE ARMA DE FOGO E MUNIÇÃO -
- AQUISIÇÃO DE COLETE À PROVA DE BALAS -

Do n.º __________, _____, ____________________________________________


Ao:...................(posto e nome) – Comandante, Diretor ou Chefe do requerente

Venho, respeitosamente, requerer a Vossa Senhoria autorização para: ( ) comprar ( )


transferir

-( ) O armamento: (para aquisição no comércio e diretamente da fábrica somente serão preenchidos os campos
relativos espécie e calibre. Os demais deverão ser preenchidos nas situações de aquisição de terceiros ou transferência)

Nº no SIGMA: __________ Nº de série: __________ Nota Fiscal (n.º e data):


__________________ Espécie: _________ Marca: __________Modelo: __________ Calibre:
_______ Capacidade:______ Acabamento: _________.

- ( ) A Munição:
Calibre: _____________ Quantidade: ____________________ Fabricante:
______________________

- ( ) O Colete à prova de Balas:


Nível de proteção:____________ Tamanho:__________________

Marca: _____________Lote: ____________ Número de série: __________


(Estes campos serão lançados no SAAM/PM, com base na Nota Fiscal)

Aquisição junto a: ( ) Militar ( ) Terceiros ( ) Comércio ( ) Industria

Dados do adquirente:

Nome: ___________________________________________________________________,
Posto/Graduação: ____________ Unidade: _____________ Número PM________________,
Filiação
____________________________________________________________________________
Data de nascimento: ____________ CPF:__________ Identidade _____ Data da expedição
________ Órgão expedidor ______UF ______Endereço Funcional:
________________________________________

Dados do cedente: ( ) Militar ( ) Civil ( ) Comércio ( ) Indústria

Nome/Razão Social: ____________________________________________________________,


Posto/Graduação: __________ Unidade: ____________ Número PM________________,
Filiação _______________________________________________________________________
Data de nascimento: __/__/__ Profissão: ____________ CPF/CNPJ:_______________Identidade
_______ Data da expedição ________________ Órgão expedidor __________UF _____________
Endereço Funcional: ____________________________________________________

Quartel em ......................, ....... de ..................... de …..........


___________________________________
____________________________
Adquirente Cedente

Parecer do Chefe da SAT:


O interessado possui outra(s) arma(s) de fogo no tipo e calibre solicitado? ( ) Sim ( ) Não
Caso positivo, em quantidade superior ou igual ao limite permitido? ( ) Sim ( ) Não
O interessado possui colete à prova de balas? ( ) Sim ( ) Não
Se possuir, informar: N.º de série _______ Nível de proteção____ Validade_________
Tamanho______
A situação apresentada o contra indica para a aquisição da arma de fogo ou colete? ( ) Sim (
) Não

Data: ___/___/_____ ______________________________


Chefe da SAT

Parecer do Adjunto de Ensino e Treinamento:


Data do último treinamento: __/__/____.
Foi aprovado no treinamento de tiro? ( ) Sim ( ) Não

Data: ____/____/_______ ______________________________


Adjunto de Ensino e Treinamento

Parecer do Chefe da Seção de Recursos Humanos:


O interessado possui situação impeditiva ? ( ) Sim ( ) Não
Qual (especificar)?
______________________________________________________________________

Decisão do Comandante, Diretor ou Chefe ( ) DEFERIDO ( ) INDEFERIDO


Data: ___/___/_______ ______________________________
Comandante
BIR OPM _____________________________ Nº_________ de ___/___/____

Observação: Nos casos previstos nos §§ 1º, 2º e 5º, do art. 10, deve ser juntado a este
requerimento o respectivo parecer.

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “II” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.
(Unidade)

REQUERIMENTO PARA MILITAR DA RESERVA REMUNERADA E


REFORMADO
- AQUISIÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE ARMA DE FOGO E MUNIÇÃO -
- AQUISIÇÃO DE COLETE À PROVA DE BALAS -

Do n.º __________, _____, ____________________________________________


Ao:...................(posto e nome) – Comandante, Diretor ou Chefe (art. 4º)

Venho, respeitosamente, requerer a Vossa Senhoria autorização para: ( ) comprar ( )


transferir

- ( ) O armamento: (para aquisição no comércio e diretamente da fábrica somente serão preenchidos os campos
relativos à espécie e calibre. Os demais deverão ser preenchidos nas situações de aquisição de terceiros ou transferência)

Nº no SIGMA: ______________ Nº de série: __________ Nota Fiscal (n.º e data):


______________ Espécie: _________ Marca: __________Modelo: __________ Calibre: _______
Capacidade:______ Acabamento: _________.

- ( ) A Munição:
Calibre: _____________ Quantidade: ____________________ Fabricante:
______________________

- ( ) O Colete à prova de Balas:


Nível de proteção:____________ Tamanho:__________________
Marca: _____________Lote: ____________ Número de série: __________
(Estes campos serão lançados no SAAM/PM, com base na Nota Fiscal)

Aquisição junto a: ( ) Militar ( ) Terceiros ( ) Comércio ( ) Industria

Dados do adquirente:

Nome: ___________________________________________________________________,
Posto/Graduação: ____________ Unidade: _____________ Número PM________________,
Filiação ___________________________________________ Data de nascimento: ____________
CPF:__________ Identidade _______ Data da expedição __________ Órgão expedidor ______
UF ______Endereço Funcional: ________________________________________

Dados do cedente: ( ) Militar ( ) Civil ( ) Comércio ( ) Indústria

Nome/Razão social: _______________________________________________________,


Posto/Graduação: __________ Unidade: ____________ Número PM________________,
Filiação
____________________________________________________________________________
Data de nascimento: __/__/__ Profissão: ____________ CPF/CNPJ:_______________Identidade
_______ Data da expedição __/__/______ Órgão expedidor ______UF _________________
Endereço Funcional:
_____________________________________________________________________

Quartel em ......................, ....... de ..................... de ....


___________________________________
____________________________
Adquirente Cedente

Parecer do Chefe da SAT:


O interessado possui outra(s) arma(s) de fogo no tipo e calibre solicitado? ( ) Sim ( ) Não
Caso positivo, em quantidade superior ou igual ao limite permitido? ( ) Sim ( ) Não
O interessado possui colete à prova de balas ? ( ) Sim ( ) Não
Se possuir, informar: N.º de série _______ Nível de proteção____ Validade_________
Tamanho______
A situação apresentada o contra indica para a aquisição da arma de fogo ou colete? ( ) Sim (
) Não
Data: ________/ _______/ _________ ______________________________
Chefe da SAT
Parecer do Chefe da Seção de Recursos Humanos:
O interessado possui situação impeditiva ? ( ) Sim ( ) Não
Qual (especificar)? ____________________________________________________________

Parecer da SAS ou do NAIS da Unidade de vinculação do militar (desnecessário para aquisição de colete à prova
de balas)

( ) Há impedimento ( ) Não há impedimento ( ) Há impedimento ( ) Não há


impedimento
Data: ________/ _______/ _________ Data: ________/ _______/ _________
______________________ ______________________________
Oficial Médico Oficial Psicólogo

Decisão do Comandante, Diretor ou Chefe


Aquisição de arma de fogo ou colete à prova de balas ( ) DEFERIDO ( ) INDEFERIDO

Quartel em ...................., ....... de ............... de ..........


____________________________________
Comandante
BIR OPM _____________________________ Nº_________ de ___/___/____
Observação: Nos casos previstos nos §§ 1º, 2º e 4º do art. 11, deve ser juntado a este
requerimento o respectivo parecer.
(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM
COMANDANTE-GERAL
Anexo “III” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.

(Unidade)

SOLICITAÇÃO PARA PORTE ESPECIAL DE ARMA DE FOGO

Do nr. __________, _____, ____________________________________________


Ao:...................(posto e nome) – Comandante, Diretor ou Chefe do requerente.

Solicito de V. S.ª autorização para permanecer, sob minha guarda, arma da PMMG, conforme
legislação vigente.
Justificativa do pedido (somente no caso previsto no inciso III do § 1º do art. 58):
_______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
Declaro ter conhecimento que: caso seja atendido, semestralmente deverei apresentar a arma ao
meu chefe direto, para efeito de inspeção e verificação da limpeza e do seu estado de
conservação. Comprometo-me, desde já, em fazer a manutenção preventiva periódica da arma em
questão, mantendo-a sempre limpa e em boas condições de uso. Declaro, ainda, que estou ciente
de que, em caso de extravio, perda ou dano da arma, sou responsável pela consequente
indenização.

Estou ciente das normas e responsabilidades decorrentes do fato de possuir o porte especial de
arma de fogo da PMMG.

______________________________
Interessado

Parecer do Chefe da SAT:


Existe na Unidade armamento em quantidade suficiente? ( ) Sim ( ) Não
O militar possui arma de porte? ( ) Sim ( ) Não
Pelo deferimento? ( ) Sim ( ) Não.
Por quê?________________________________________________________________________
Data: ________/ _______/ _________ ______________________________
Chefe da SAT

Parecer da chefia imediata:


Pelo deferimento? ( ) Sim ( ) Não. Por quê?
_____________________________________________
_______________________________________________________________________________
_______
Data: ________/ _______/ _________ ______________________________
Chefe imediato

Parecer do Adjunto de Ensino e Treinamento:


Data do último treinamento: ______________,___________ de 20__________
Foi aprovado no treinamento de tiro? ( ) Sim ( ) Não
Está apto para uso de arma de porte semiautomática? ( ) Sim ( ) Não
Data: ________/ _______/ _________ ______________________________
Adjunto de Ensino e Treinamento

Parecer do Chefe da Seção de Recursos Humanos:


O interessado possui situação impeditiva? ( ) Sim ( ) Não
Qual (especificar)?
______________________________________________________________________

Data: ________/ _______/ _________ ______________________________


Chefe da SRH

Decisão do Comandante, Diretor ou Chefe


( ) DEFERIDO ( ) INDEFERIDO
Quartel em ...................., ....... de ............... de ..........
____________________________________
Comandante

- Dados do armamento:

Número do cadastro no SIGMA: _______ Número de Patrimônio: __________Espécie:


________ Marca: _______ Modelo: _______ Número de série: ________ Calibre: ____
Quantidade de munição:____________ Vida útil (nº de tiros até a data do recebimento da arma):
_______

Data: ________/ _______/ _________ ______________________________


Chefe da SAT
- Controle patrimonial:
Data de lançamento da arma na corresponsabilidade no SIAD:__________
Nome e n.º do PM responsável pelo lançamento:__________________ _______________
Data: ________/ _______/ _________ ______________________________
Almoxarife
BIR OPM _____________________________ Nº_________ de ___/___/____

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “IV” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.
(Unidade)

REQUERIMENTO PARA MILITAR DA RESERVA REMUNERADA E REFORMADO RENOVAR A


AUTORIZAÇÃO PARA O PORTE DE ARMA DE FOGO OU SOLICITAR A 2ª VIA DE CRAF

Do n.º __________, _____, ____________________________________________


Ao:...................(posto e nome) – Comandante, Diretor ou Chefe (art. 4º).
Anexo: Comprovante de recolhimento da taxa (somente nos casos previstos no art. 82 - 2ª via do
CRAF).

Venho, respeitosamente, requerer a Vossa Senhoria autorização para:


( ) 2ª via de CRAF;
( ) Renovação da autorização para o porte de arma de fogo.

- Do armamento:
Número no SIGMA: ______________ Espécie: _________ Número de série: _______ Calibre:
________

Responder às perguntas abaixo:


1. Data da transferência para a inatividade:__/___/_____
2. Já esteve dispensado ou licenciado por problemas psicológicos ou psiquiátricos? ( ) Sim ( )
Não
3. Encontra-se em tratamento psiquiátrico ou psicológico? ( ) Sim ( ) Não
4. Encontra-se em tratamento médico? ( ) sim ( ) não
5. Faz uso de medicamento controlado? ( ) Sim ( ) Não
6. Responde a Inquérito ou Processo Judicial? ( ) Sim ( ) Não
Quartel em __________, ________de _________ de 200____
_____________________
Requerente
Parecer do Chefe da Seção de Recursos Humanos:
O interessado possui situação impeditiva? ( ) Sim ( ) Não
Qual (especificar)?
______________________________________________________________________

Data: ___/ ___/ _______ ______________________________


Chefe da SRH

Parecer da SAS ou do NAIS da Unidade de vinculação do militar (Só em caso de renovação de porte)
( ) Há impedimento ( ) Não há impedimento ( ) Há impedimento ( ) Não há
impedimento
Data: ____/ ___/ ______ Data: ___/ ____/ ______
______________________ ______________________________
Oficial Médico Oficial Psicólogo

Decisão do Comandante, Diretor ou Chefe:


2ª via do Certificado de registro – CRAF ( ) DEFERIDO ( ) INDEFERIDO
Renovação da Autorização para o porte de arma de fogo ( ) DEFERIDO ( )
INDEFERIDO

Quartel em ...................., ....... de ............... de ..........


____________________________________
Comandante
BIR OPM _____________________________ Nº_________ de ___/___/____

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “V” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.

TERMO DE RECOLHIMENTO DE ARMA DE FOGO, MUNIÇÃO E COLETES À PROVA DE


BALAS.

- DO ARMAMENTO:

Número no SIGMA: ______________Número no SAAM/PM_________________


Calibre__________ Marca: _______Modelo: ______ Número de série:
_________Capacidade:_______Acabamento: _______

- DA MUNIÇÃO:
Calibre_________ Quantidade____________ Marca:____________

Declaro ter conhecimento que, se a arma e a munição não forem retiradas no prazo estabelecido e
não houver solicitação formal de renovação, será encaminhada ao órgão competente para
destruição.

- DO COLETE À PROVA DE BALAS:

Estou ciente de que o colete à prova de balas, abaixo descrito, por estar com a validade vencida,
será recolhido ao CMB, para destruição.

Marca__________ Nº de Série_________ Nível de Proteção_____ Data de


validade_________________

____________________________________
Proprietário ou Representante Legal
____________________________________
1ª Testemunha
____________________________________
2ª Testemunha

Quartel em ...................., ....... de ............... de .............

__________, _____, ____________________________________________


Almoxarife ou equivalente

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “VI” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.

(Unidade)

GUIA PARA TRANSPORTE DE ARMA DE FOGO E / OU MUNIÇÃO DE USO PERMITIDO OU


RESTRITO
(GUIA DE TRANSITO) N.º________________

Nos termos da Resolução n. ______, de ____ de ___________de 2009, o (Número, Posto


ou Graduação, Nome, Identidade-RG, CPF, residência), está autorizado a transportar: (especificar
a arma, constando tipo, marca, calibre, modelo, acabamento, capacidade, comprimento do cano,
funcionamento, fabricação - nacional ou estrangeira, número da arma e do Certificado de Registro
de Arma de Fogo e/ou _____cartuchos calibre __, marca).

O transporte ora autorizado tem por finalidade (......especificar o objetivo...), e permite o


deslocamento do armamento e ou munição de (local de origem) para (local de destino), com
validade pelo período de (data de início) a (data de término).

Esta autorização terá validade somente com a apresentação da Carteira de Identidade


Militar, do CRAF da arma e não tem valor de Porte de Arma e nem permite o transporte da arma
municiada.

Local e data.

Comandante, Diretor ou Chefe

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL
Anexo “VII” à Resolução n. 4.085, de 11 de maio de 2010.
(Unidade)

REQUERIMENTO PARA TRANSFERÊNCIA DE PROPRIEDADE DE ARMA DE USO RESTRITO


(Formulário original previsto na Portaria 021-DLog, de 23Nov05)

POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

REQUERIMENTO PARA TRASNFERÊNCIA DE ARMA DE FOGO DE USO RESTRITO

Identificação da pessoa que transfere a arma


Categoria Funcional: Cargo: Situação:

Nome: Unidade: ( ) Ativa

Identidade: Endereço: ( ) Inativo

CPF: ( ) Aposentado

Identificação da pessoa que recebeu a arma (novo proprietário)


Categoria Funcional: Cargo: Situação:

Nome: Unidade: ( ) Ativa

Identidade: Endereço: ( ) Inativo

CPF: ( ) Aposentado

Arma Transferida
Tipo: Numero de Série:

Marca: Outras especificações: (Quando for o caso)

Modelo: Acessório e/ou sobressalente: (Quando for o caso)

Calibre:
Declaro conhecer as normas vigentes e estar de acordo com a transferência de propriedade da arma objeto da presente
transação.

Local e Data

______________________________________________
Nome completo do cedente

______________________________________________
Nome completo do cessionário

Da Instituição respectiva
De acordo:
Local e data:_____________________________
__________________________________________
Nome completo e função

(a) RENATO VIEIRA DE SOUZA – CORONEL PM


COMANDANTE-GERAL

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