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O ser pode ser percebido de quatro modos radicalmente distintos, conforme a constituição

psicofísica do Homem.

A sensação

Eu digo que sinto dor ou prazer; que sinto tal coisa lisa ou áspera, se for de tocar; ou doce ou
amarga, se for de comer; ou grave ou aguda, se for de ouvir; e assim por diante. É interessante
notar que no caso da vista eu não digo “sinto que isso é vermelho”, mas digo “é vermelho”,
como se as cores não fossem uma sensação mas um atributo inteligível. Mas isso se deve à
ambiguidade do termo “sensação”, que possui conotação de sensação tátil mais do que
qualquer outra, e principalmente no sentido de “se sentir”, isto é, no sentido fisiológico
tendendo ao simplesmente emocional.

O sexo é uma necessidade corpórea. Mas é uma necessidade que não pode ser satisfeita senão
de mútuo acordo com uma outra vontade de uma outra pessoa. É até difícil desejar
sexualmente alguém no mesmo momento em que essa pessoa te despreza. Se você deseja
sexualmente, a aceitação que o outro tem de você se torna fundamental inclusive para o seu
prazer, e para o alívio da sua culpa. Porque se você deseja sexo, você não apenas deseja sexo
mas deseja desejar sexo, e isso vem junto com a consciência de que você entrou num ciclo de
morte. Você dificilmente pode sair desse ciclo, porque você não consegue imaginar nada
melhor do que sexo, então você é incapaz de desprezar seu próprio desejo sexual por meio da
pura imaginação. O desejo de outra pessoa por você não apenas é o suficiente para que você
possa satisfazer o seu desejo, mas isso também constitui uma aprovação do outro para o seu
vício. Porque o ser humano é “como deus”, a afirmação recebida do outro por meio do sexo é
o tipo de aprovação que você precisa para entrar no vício, para fugir da realidade, sem se
sentir isolado da comunidade, e sem se sentir mal por se rebaixar a esse estado. É comum que
o homem fique viciado em sexo e encontre uma mulher que acaba apoiando o vício dele – ela
queria dar o seu apoio para o homem, do mesmo modo como ela queria receber o apoio do
homem, mas ela acaba prendendo ele no seu vício com o tipo de ajuda que lhe oferece.

La figura de MANETON es, sin lugar a dudas, una de las más sugerentes entre las que
integran el conjunto de autores egipcios que utilizaron el griego como lengua escrita. A
esta visión contribuyen tanto el tema de sus escritos, centrados en la historia y la
religión del Antiguo Egipto, como el enigma ligado indisolublemente a su obra más
importante. Porque la HISTORIA DE EGIPTO o "Crónica egipcia" de Manetón ha llegado
hasta nosotros a través de diversos fragmentos insertos en la obra de diversos autores,
generalmente de no escaso relieve, y que pueden clasificarse en dos grupos bien
definidos: el primero el transmitido a través de la obra de Flavio Josefo y el segundo
constituido por las referencias a la obra de Manetón que se encuentran en la literatura
patrística. Una de las fuentes históricas más importantes con respecto al Egipto de los
faraones y, desde luego, la más relevante en lengua griega, la "Crónica egipcia" de
Manetón - prologada y traducida en la presente edición por CÉSAR VIDAL
MANZANARES -, reviste una importancia fundamental para el conocimiento de uno de
los aspectos más interesantes de la historia de la Antigüedad.
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