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Notícias  DE FAMÍLIA 

Informativo da Associação Gaúcha de Terapia Familiar 
Ano 9 – n. 25 – agosto 2008 

Veja as principais informações sobre o VIII Congresso Brasileiro de 
Terapia Familiar e III Encontro de Pesquisadores que 
ocorrerá entre os dias 20 e 23 na cidade serrana de Gramado. 

Também nesta edição:
· Conheça os novos sócios da AGATEF
· Notícas Gerais
· Projeto “Conversando com a Comunidade”
· III Encontro de Pesquisadores ­ Entrevista com a Psicóloga Ieda Dorfman
· Entrevista com o Presidente da ABRATEF Luiz Carlos Prado
· Comentários dos filmes: “Os Incríveis” ­ pela psicóloga Cláudia Sigaran e 
“Juno” pela psicóloga Aurines  Schimitz
· Realizações desta Gestão 2008­2008
· Programação do Congresso (no final desta edição)
Editorial 

Estamos  às  vésperas  do  início  do  VIII  Congresso  Brasileiro  de  Terapia 
Familiar  com  o  tema  “Diferentes  Famílias,  Contextos  Diversos,  Múltiplos 
Olhares”. Há dois anos que a Diretoria e os membros do Conselho Deliberativo e 
Científico  –  CDC  ­  da  AGATEF  junto  com  a  Diretoria  da  ABRATEF  estão 
engajados  com  a  organização  desse  evento  de  maior  importância  em  nível 
nacional.  A  equipe  teve  a  organização  desse  evento  como  seu  foco  principal, 
mas  manteve,  igualmente,  todo  o  cuidado  em  desenvolver  ouras  atividades 
pertencentes  diretamente  aos  interesses  de  nossa  Associação.  Agora  já  com 
quase  14  anos  de  existência,  completando­os  em  1º  de  outubro  de  1994,  a 
Associação encontra­se mais madura, ampliando seus espaços de atuação. 
Nessa  gestão,  esteve  presente  a  idéia  de  implantar  projetos  sociais, 
abrindo  novos  recursos  para  atuar  em  nossa  Comunidade,  além  de  continuar 
mantendo também seu olhar para a continuidade das atividades já implantadas 
e  que  fazem  parte  da  AGATEF.  Uma  dessas  atividades  é  a  continuidade  do 
Jornal Notícias de Família. Esta edição está em formato on­line, forma atual de 
fazermos  chegar  a  todos  o  nosso  Jornal  Informativo.  Nele  se  encontram  entre 
outras notícias, as atividades realizadas nessa gestão. 
Finalizando  nossa  gestão,  2006­2008,  como  Presidente  da  AGATEF 
agradeço a dedicação de todos os colegas que aqui estiveram presentes, tanto 
os  membros  da  Diretoria  como  os  membros  do  CDC,  possibilitando  o 
crescimento  da  visibilidade  da  Terapia  Familiar  através  de  nossa  Associação. 
Sem vocês, nada teria sido possível! 

Helena Centeno Hintz 
Presidente da AGATEF
A atual diretoria da AGATEF foi eleita em 2006 para o biênio 2006­2008. A 
composição dos cargos ficou assim distribuída: 
P residente 
Psic. Helena Centeno Hintz 

P rim eiro( a) Secretário (a) 


A. S. Rosane Brusius de Moraes 

Segun do( a) Secretário( a) 


Psic. Suely Teitelbaum 

P rim eiro( a) Tesou reiro( a) 


Psic. Ieda Dorfman 

Segun do( a) Tesou reiro(a) 


Psic. Adriana Zilberman 

Direto r( a) de Co munic ação e Divulgação 


Psic. Cláudia Valle Sigaran 

Direto r( a) A djunto (a) 


Psic. Adriana Zanonato 
Psic. Maria Fátima Galarza Rosa 

Cons elho Deliberativo e Científico 
A. S. Leila Sigal Suslik 
A. S. Maria Inês Godoy Santos Rosa 
Psic. Maria Amélia Jaeger 
Psic. Marilene Marodin 
Psic. Maria Fátima Galarza Rosa 
A.S. Silvia Chwatzmann Halpern 

Suplentes Conselho Deliberativo e Científico 
A. S. Glacy Mara L. Stankievich 

Cons elho F iscal 


Terap. Ocupacional Gisele Becker 
A. S. e Psic. Marli Olina de Souza 
Dr. José Ovídio Copstein Waldemar 

Suplentes do Cons elho Fisc al 


Psic. Olga Tartakowsky 
Psic. Blanca Morales
Estes são os novos sócios da AGATEF, que ingressaram em 
2008. 

Sejam Bem­Vindos!  

Nome  Categoria 
Adriane de Cássia A. Gonçalves  Aspirante  ­ Cefi 
Carmen A. B. Panzer  Aspirante ­ Cefi 
Carmen Florinda A. Russowsky  Titular 
Carmen Lúcia C. de Souza  Titular 
Carmen Lúcia F. Leite  Titular 
Cleudis Teresinha Tolotti  Aspirante  ­ Caif 
Daniela Vicente Zanetti  Aspirante ­ Infapa 
Eduardo Lomando  Aspirante ­ Clip 
Ely Subtil Marçal Filho  Aspirante ­  UFRGS 
Flávia Koeche  Titular 
Gabriela E. Guimarães  Aspirante ­ Infapa 
Giana Bitencourt Frizzo  Titular 
Irma Pohlmann  Aspirante ­ Domus 
Janatha Menegat  Aspirante ­ Cefi 
Jeovana Scolp Picheti  Aspirante ­ Cefi 
Jorge Luiz Dalsoto  Titular 
Juliana Schubert  Aspirante – Cefi 
Laura F. Amalcaburio  Titular 
Lúcia Helena de M. Neves  Titular 
Márcia Cristina dos Santos Resser  Colaboradora 
Márcia dos Santos Pinto  Aspirante ­ Domus 
Maria de Nazaré Lobato Pinheiro  Titular 
Maria Inês B. Berta  Titular 
Marilia Sponchado Daudt  Titular 
Mirela Borba M. da Silva  Aspirante ­ Clip 
Noemi da Silva  Aspirante ­ Caif 
Patrícia Andréa R. Variani  Titular 
Patrícia T.B. Sucolotti  Titular 
Rosane Nunes Trápaga  Colaboradora 
Sheila G.M. Furani  Aspirante ­ Cefi 
Silvana B. Andriotti  Titular
NOTÍ CI AS 

A AGATEF rejubila­se neste 31 de julho com a ABRATEF pelos 14 anos de 
um  trabalho  de  congraçamento  e  fortalecimento  da  Terapia  Familiar  no 
Brasil. 

No dia 14 de abril do corrente ano foi informado através de Edital o processo 
de eleição para a formação da nova diretoria da AGATEF. O prazo para a 
inscrição de candidaturas esteve vigente até dia 14 de julho de 2008. Os 
candidatos deveriam ser sócios titulares da AGATEF e estarem com seu 
pagamento de anuidade de 2007 efetuado. A eleição será realizada em 
Assembléia Geral Ordinária na data de 14 de agosto de 2008 na sede 
da AGATEF (Cristovão Colombo, 1773/403) às 12h  em primeira convocação 
e às 12:30h em segunda convocação. Só votam sócios titulares com a sua 
anuidade 2008 em dia com a tesouraria. 

O  CEFI   (Centro  de  Estudos  da  Família  e  do  Indivíduo)  lançou  a  revista 
científica:  FAMÍLIA  EM  FOCO ­  TEORIA  E  CLÌNICA  em  março  de  2008.  A 
publicação  é  quadrimensal  e  apresenta  artigos  atuais  e temas  diversificados 
que  envolvem  a  terapia  familiar.  Este  mês  sai  o  2º  número,  com  artigos 
inéditos  e  uma  entrevista  exclusiva  sobre  relações  perversas.  A  revista  foi 
criada  para fomentar  a  expansão  e  difusão  do  conhecimento  no  campo  da 
terapia familIar e está aberta a novas contribuições dos sócios da AGATEF. 

A  Clinica  de  P sicoterapia  e  I nstituto  de  Mediação  ­CLI P   firmou  um 


convênio de parceria com a Defensoria P ública do Estado do Rio Grande 
do Sul para implantação do Setor de Mediação de Conflitos. O Convenio foi 
assinado pelas Mediadoras Marilene Marodin e Lisiane Kalil. O trabalho iniciou 
em  maio  deste  ano,  estando  as  mediadoras  Adriana  Belquis  da  Rosa 
Assumpção,  Angélica  Maria  Ruiz  Mello,  Ivette  Brandalise  Mattos,  Margarete 
Alves De Boni, Maria Izabel Schneider Severo,Tânia Marta Raduske da Silva, 
Lisiane  Kalil,  Mariana  Chaves  e  Saara  Hauber  atendendo  os  casos 
encaminhados. Até o momento já foram atendidos mais de 60 casos."
O  DOM US  –  Centro  de  Terapia  de  Casal  e  Família  está  publicando 
este  mês a  Revista  P ensando  Famílias  ,  vol  12,  n.1.  Nessa  edição  há 
artigos internacionais e nacionais sobre a teoria e prática da Terapia de Casal 
e  Família.  Esta  revista  encontra­se  indexada  no  Index  Psi  Periódicos 
(nacional) e CLASE (internacional). 

Fortalecendo Redes 

O  CAI F  no  próximo  mês  de  outubro  estará  trazendo  para  o  Sul  Dr. 
Adalberto  de  Paula  Barreto,  quando  “Cuidará  de  Profissionais”  no  Programa 
“Cuidando do Cuidador”. 
Será  um  trabalho  em  conjunto  com  o  Movimento  Integrado  de  Saúde 
Comunitária  do  RGS­MISC  e  Associação  Brasileira  de  Terapia  Comunitária­ 
Abratecom. Esse trabalho é o resultado de um convênio entre as Instituições 
supra  e  o  Ministério  da  Saúde  para  Capacitação  em  Terapia  Comunitária  de 
profissionais ligados aos PSFS de 6 municípios do RGS, 2 de Santa Catarina. 
Serão 70 vagas para o RS e 970 distribuídas por outros estados Brasileiros. 

O programa: 

Dia 16\10\08 Na assembléia Legislativa ­ Plenarinho 
Reduzindo Danos Sociais com a Terapia Comunitária 
Aberto ao público ­ Atividade Gratuita 

Dia 16 à tarde e 17 todo dia 
Cuidando do Cuidador­ No Balneário Pinhal 
Clientela: Alunos do Convênio Ministério da Saúde 

Dias 18 e 19\10\08 ­ No Balneário Pinhal 
Cuidando do Cuidador 
Clientela:Terapeutas  em  Geral  e  pessoas  interessadas  na  Arte  de  Serem 
Cuidados. 

Informações: 51­33421234 caif@terra.com.br
Notícias sobre M ichael W hite 

Vivemos  momentos  de  perplexidade  e  após,  de  imensa  tristeza 


quando  no  dia  05/04/08  ,  escutamos  a  notícia,  vinda  de  diferentes 
partes  do  mundo  ,  do  falecimento  de  Michael  White,  aos  55 
anos.Alguns  o  conheciam  mais  de  perto  ,  outros  nem  tanto  mas,  é 
inegável  a  admiração  e  o  respeito  que  todos  tinham    pelo  trabalho 
que, ao longo dos últimos anos,  nos brindou. 
Michael era australiano, expoente na criação e na abordagem da 
Prática Narrativa, como preferia se referir. Era portador da crença nas 
capacidades e recursos dos indivíduos, grupos e comunidades. 
Tinha a habilidade de estar com as pessoas de forma facilitadora 
na criação de histórias de vida alternativas. 
Acreditava que o processo de recriar histórias, passa por etapas 
de externalização do problema, onde o problema é o problema, que o 
sofrimento e a dor significam que algo muito valioso da vida da pessoa 
foi  atingido  e,  portanto  devemos  re­escrever  histórias  a  partir  de 
sentidos e que para nós produzem significados. 
Michael  White  nos  deixa  o  rico legado da  crença  que  nós,  como 
pessoas, somos autores das histórias que moldam nossa identidade e 
que  essas  histórias  podem  ser  reescritas  através  da  participação  de 
“testemunhas  externas”    que  ajudam  na  construção  do  sentido  de  si 
mesmo.
Relembrando  os  momentos  em  que  estivemos  com  ele, 
ouvindo­o  perguntar,  vendo­o  atender,  podemos  pensar:  quantos  de 
nós  fomos  modificados  em  nossas  histórias  pelo  que  nos  significaram 
estes  encontros?  O  que  achamos  que  Michael  nos  diria  agora  se 
estivesse  entre nós?  O  que nós  pensaríamos  disso  que ele  nos  disse? 
O que fala de nós este pensamento?... 
E  assim  podemos  seguir,  continuando  e  tornando  presente  em 
nosso  viver  estas  reflexões  que  nos  encaminham  a  tantas 
ressignificações. 

Autoras: Marilene Marodin e Leila Sigal Suslik 

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE TERAPIA FAMILIAR 
III Encontro de Pesquisador es 

Entre os dias 20 e 23, na cidade serrana de Gramado, acontecerá o VIII 
Congresso Brasileiro de Terapia Familiar. Esse evento é promovido a cada dois 
anos  pela  Associação  Brasileira  de  Terapia  Familiar  –  ABRATEF  –  sendo  o 
desse ano organizado pela Associação Gaúcha de Terapia Familiar – AGATEF. 
O  Congresso  Brasileiro  será  precedido  por  Cursos  Internacionais,  onde  seis 
colegas de diversos países do mundo estarão trazendo suas experiências para 
os  participantes  do  encontro. Também,  nesse  momento  inicial,  acontecerá  o  III 
Encontro de Pesquisadores, que reunirá os colegas que realizam pesquisas na 
área de Terapia Familiar. 

O  Congresso  Brasileiro  receberá  cerca  de  1200  terapeutas  de  todo  o 


Brasil,  que  apresentarão  mais  de  400  trabalhos  ao  longo  dos  três  dias  do
evento.  Estarão  presentes  a  grande  maioria  dos  mais  experientes  terapeutas 
familiares  do  país,  mostrando  seu  trabalho  seja  em  Cursos,  seja  em  Sub­ 
Plenárias,  Workshops,  Mesas­Redondas,  Comunicações  de  Pesquisas, 
Diálogos Interativos, Temas Livres ou sob a forma de Pôsteres. Na maior parte 
do  tempo  estarão  em  funcionamento  cerca  de  20  salas,  em  dois  Centros  de 
Convenções  –  o  do  Serrano  Resort  e  da  FAURGS  –  cada  uma  delas 
apresentando  algum  tema  diferente  para  os  congressistas.  Muitos  trabalhos 
abordam  temas  relevantes  da  atualidade,  como  os  múltiplos  impactos  da 
violência e dos abusos físicos e psicológicos sobre as famílias. Haverá também 
uma forte presença de trabalhos sociais realizados com famílias, em especial de 
comunidades  carentes,  que  estão  sendo  realizados  em  diversos  Estados  e 
serão mostrados nessa ocasião. Um trabalho realizado no Paraná, por exemplo, 
estará  trazendo  algumas  mulheres  de  uma  comunidade  onde  é  realizado  um 
trabalho de tecelagem com um enfoque familiar. Importantes trabalhos de nosso 
meio,  como  o  Programa  Primeira  Infância  e  um  trabalho  com  crianças  em 
situação de rua também serão mostrados aos colegas de todo o país. 

Além da parte científica, o Congresso propõe­se a promover um convívio 
afetuoso e  enriquecedor  entre  os  colegas e seus  familiares.  Uma  sala  especial 
estará  oferecendo  atividades  corporais,  como  ioga  e  relaxamento,  palestras 
culturais sobre temas interessantes e filmes especiais, como Ilha das Flores, de 
Jorge  Furtado,  para  serem  discutidos  também  por  acompanhantes  dos 
congressistas. 

Essa  é  uma  oportunidade  muito  especial  para  profissionais  da  área 


poderem  conhecer  mais  sobre  Terapia  Familiar  e  todas  suas  inúmeras 
variações.  O  tema  do  encontro  –  Diferentes  famílias,  contextos  diversos, 
múltiplos  olhares  –  evidencia  a  diversidade  de  trabalhos  que  estarão  sendo 
mostrados nesse encontro: 

1  ­  Diferentes  tipos de  famílias:  as  peculiaridades  dos  diferentes  tempos  das 


famílias (ciclo vital), suas múltiplas modalidades de organização e os diferentes 
tipos  de  problemas  que  podem  apresentar,  incluindo  aqueles  ligados  às 
diferenças  de  gênero. 

2  ­  Diversos  contextos  familiares:  as  diferenças  sócio­econômicas,  as 


variadas  culturas  que  compõem  o  universo  das  famílias  brasileiras e  o impacto 
das novas tecnologias sobre elas. 

3  ­  Os  múltiplos  olhares  dos  terapeutas:  a  multiplicidade  de  enfoques  que 


orientam  a  prática  clínica  e  as  diferenças  que  podem  advir  da  pessoa  do 
terapeuta e de seu contexto de vida; os olhares da teoria, da prática clínica, dos 
pesquisadores e as questões éticas.
O  programa  do  Congresso  e  outras  informações  pelo  site: 
www.abratef.org.br 

GRAM ADO – a cidade do 
VI I I  Congresso Brasileiro de Terapia Familiar 

GRAMADO  –  a  cidade  eleita  para  a  realização  do  Congresso:  Gramado  é 


cheia  de  atrativos  que  justificam  a  enxurrada  de  turistas  que  para  lá  se 
dirigem  principalmente  nesta  época.  Apresenta  uma  mescla  de  colonizações 
diferentes,  diversas  culturas,  belezas  naturais,  esportes  e  gastronomia.  A 
cidade tem atrações para todos os gostos e estilos dos turistas. 

Por  sua  localização  em  área  de  serra  lindíssima,  rodeada  de  parques  e 
pinheiros,  o  turismo  é  tendência  natural.  Soma­se,  ainda,  a  esse  cenário  o 
espetáculo da neve, importante chamariz para turistas de todas as partes do 
País.  O  frio  e  belas  paisagens  deixam  a  Serra  Gaúcha  ainda  mais 
encantadora  Achegada das baixas temperaturas é atração na região  sul do 
país e a serra gaúcha já está do jeito que o turista gosta. Temperaturas em 
queda  e  hotéis,  pousadas  e  restaurantes  estruturados  para  receber  os 
milhares  de  visitantes  que  já  começam  a  invadir  a  região.  Gramado  é  o 
principal  destino,  o  frio, as belas  paisagens  e  momentos aconchegantes  são 
fatores  turísticas  de  todas  as  partes.  Este  mês,  já  houve  dois  anúncios  de
neve  que,  infelizmente  para  os  turistas  que  estavam  por  aqui,  não  foram 
confirmados.  Mas  as  temperaturas  chegam  a  zero  grau  em  algumas 
madrugadas e, durante o dia, estão entre 2 a 1m graus. 
Mas não são somente as belezas naturais e o clima fatores de sedução para 
as pessoas. A cidade oferece ao turista uma rede hoteleira considerada entra 
as  melhores  do  Brasil,  gastronomia  farta,  incluindo  os  famosos  cafés 
coloniais  e  no  inverno...  tempo  para  o  delicioso  chocolate  quente  e  licores 
caseiros. Gramado é aconchego, boa mesa e muito charme. 
Estamos ansiosos para recebê­los em nosso Estado! 

Notícias do P ré­congresso: 

Os cursos do pré congresso serão oferecidos por terapeutas familiares vindos 
de outros países, sendo que cada curso terá um tempo de 4 horas. 

Presenças confirmadas: 

Adela Garcia 
Curso  P ré­Congresso  nº  1:  " Memórias,  relatos  y  secretos  en  la 
generación  de  la  identidade  ­  una  reflexión  acerca  de  los  niños 
pequeños  que  " desaparecieron"   en  los  años  de  la  dictadura  militar 
argentina" . 
Psicóloga e Terapeuta Familiar, Diretora do Centro de Estúdios Sistémicos de 
Buenos  Aires,  ex­editora  da  revista  Sistemas  Familiares,  professora  da 
Universidad del Salvador. 

Silvia Mesterman 
Curso P ré­Congresso nº 2: " Diseño e implementación de Sistema de 
I nformación  para  la  I ntervención  en  Violencia  de  Género:  una 
propuesta para replicar 
Socióloga  .  Psicóloga.  Master  en  Terapia  familiar  en  la  Accademia  di 
Psicoterapia  della  Famiglia.  Roma  Italia.  Directora  del  Centro  Integral  de  la 
Familia.  Profesora  titular  de  Maestría  en  la  Universidad  de  Buenos  Aires. 
Especialista en violencia intrafamiliar y de género. Experta en psicotrauma y 
EMDR.  Consultora  Nacional  e  Internacional  para  Naciones  Unidas.  Autora  de 
numerosos libros y artículos
Dr. J an Bout 
Curso  P ré­Congresso  nº  3:  Domesticando  o  Monstro:Terapia 
I ntensiva com casais severamente perturbados. 
Foi  diretor  do  Centro  de  Problemas  Relacionais  dos  Países  Baixos. 
Como  psicoterapeuta,  atualmente  está  trabalhando  com  uma  equipe 
multidisciplinar  com  foco  em  casal.  Seu  campo  de  interesse  está  ligado  á 
psicoterapia centrado no cliente, com ênfase na psicoterapia dinâmica breve, 
terapia de família, casal e grupos. 

Dr. Russell Haber 
Curso P ré­Congresso nº 4: TERAP IA FAM I LI AR TRANSGERACI ONAL 
Ph.D. e diretor do Centro de Aconselhamento e Desenvolvimento Humano. É 
psicólogo e especialista na área de Terapia de Família 

Vincenzo Di Nicola 
Curso  P ré­Congresso  nº  5:  Terapia  Transcultural  e  o  Self  do 
Terapeuta 
Médico  e  psicólogo  clínico,  com  Formação  em  Terapia  Familiar  e  de  Casal 
(M.F.T.); 
Terapeuta de Família e de Casal, Universidade McGill, Canadá 1983­1986; 
Instituto de Terapia Familiar, Roma, Itália, 1987; 
Especialista  credenciado  em  Psiquiatria  no  Canadá  e  nos  Estados­Unidos  da 
América do Norte (F.R.C.P. C, D.A.B.P.N.); 
Terapeuta  Familiar  e  de  Casal  credenciado  no  Canadá  e  nos  Estados­Unidos 
da América do Norte (M.F.T.); 
Professor Titular de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de 
Montreal (Montreal, Quebéc, Canadá), desde 1998; 
Chefe  do  Atendimento  de  Psiquiatria  Infantil  do  Hospital  Maisonneuve­ 
Rosemont (Montreal, Quebéc, Canadá), de 1998 ate o presente momento; 
Professor  Adjunto  de  Psiquiatria  da  Faculdade  de  Medicina  da  Universidade 
McGill  (Montreal,  Quebéc,  Canadá),  desde  1998.  Co­fundador  e  Membro 
Integrante  da  Clínica  Transcultural,  Departamento  de  Pediatria,  Hospital 
Maisonneuve­Rosemont (Montreal, Quebéc, Canadá), desde 2000. 

Robert N. W endt 
Curso P ré­Congresso nº 6: Terapia de Casal
Psicólogo e professor Emérito da Universidade de Toledo. 
Foi  chefe  de  Departamento  de  1975­1999  ensinando  cursos  de  Terapia  de 
Casal e Família. Possui mestrado pela Universidade de Wisconsin ­Milwaukee 
e Doutorado pela Universidade Wisconsin­Madison. 
Dr.  Wendt  foi  chefe  da  Psicologia  do  Centro  Médico  St.  Vincent,  dirigindo  o 
programa  de  Terapia  de  Família  de  pacientes  com câncer.  Foi  presidente  do 
Ohio  State  Board  of  psychology  e  eleito  Fellow  da  Association  of  American 
and  Provincial  Boards  of  Psychology  por  relevantes  contribuições.  Possui 
título de Psicólogo Familiar pela American Board of Professional Psychology. 
Dr  Wendt  é  também  co­autor  de  três  livros,  capítulos  de  livros  e  artigos 
sobre  Terapia  de  Família  e  Psicologia  Escolar. 
Seu  livro  mais  recente:  Questões  Profissionais  e  Éticas  em  Psicologia: 
Fundamentos e Prática. (1999) em co­autoria com Walter Pryzwansky. 
Realizou  treinamento  com  Maurizio  Andolfi  e  Carl  Whitaker.  Possui  grande 
interesse  em  Terapia  de  Casal  e  Família  e  o  Desenvolvimento  Pessoal 
doTerapeuta 
É Consultor Científico da Accademia Di Psicoterapia Della Famigilia em Roma, 
Itália. 
Nos  últimos  dez  anos  vem  desenvolvendo  workshops  e  palestras  sobre 
Terapia Familiar nos EUA, Finlândia, Grécia, Itália, México, Países Nórdicos , 
África do Sul e Brasil. 

I I I   Encontro  de  P esquisadores  ­  Entrevista  com  a 


psicóloga I eda Zamel Dorfman –  
­  I eda Dorfman  é, pela segunda gestão consecutiva, a coordenado ra da Comissão de P esquisa 
do  CDC  (Conselho  Científico  e  Deliberativo)  da  ABRATEF  (Associação  Brasileira  de  Terapia 
Fam iliar).  Desta comissão, fazem parte as co legas:  Carmen Mo ré, Gilda Archer e Ada Nícia  D. 
Santos. 

Quando ocorrerá o I I I  Encontro de P esquisadores? 

I eda:  O  III  Encontro  de  Pesquisadores  ocorrerá  junto  com  o  VIII 


Congresso Brasileiro de Terapia Familiar a ser realizado no período de 
20  a  23  de  agosto  na  cidade  de  Gramado,  no  Rio  Grande  do  Sul.  A 
tarde do dia 20 será destinada ao Encontro de Pesquisadores.
Qual o objetivo do Encontro de P esquisadores? 

I eda:  O  trabalho  a  ser  realizado  neste  Encontro  de  Pesquisadores  é 


uma  continuidade  ao  trabalho  realizado  no  II  Encontro  de 
Pesquisadores,  realizado  na  cidade  de  São  Paulo­SP  junto  ao  VII 
Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, o qual é realizado de dois em 
dois anos. 

Em São Paulo, utilizou­se o sistema de Mesas Redondas, com enfoque 
na  Epistemologia  Sistêmica,  Metodologia  e  na  Ética  em  pesquisa  com 
Famílias e Casais. 

Neste  próximo  Congresso  a  comissão  resolveu  estimular  o  “pensar  a 


pesquisa  fora  do  ambiente  acadêmico”.    Para  tanto,  foi  criado  um 
espaço  para  os  terapeutas  de  família,  principalmente  aqueles  mais 
afastados  dos  meios  acadêmicos,  trazerem  suas    indagações  e 
discussões,  com  o  objetivo  muito  mais  do  que  apontar  definições, 
oferecer  caminhos  para  comprovar  ou  refutar  idéias  e  conceitos  na 
busca das produções científicas. 

Como  surgiu  este  movimento  de  trazer  os  terapeutas  de 


família, em especial os que não atuam no meio acadêmico? 

I eda:  Este movimento  surgiu  a  partir da  percepção  de  que  a  maioria 


das  pesquisas  apresentadas  em  nossos  Congressos,  na  área  de 
família, era realizada por profissionais ligados à Universidade. A partir 
disto,  uma  pergunta  surgiu:  “O  que  é feito  com  todo  o  material,  com 
todas  as  vivências  obtidas  através  da  prática  clínica?“  Este  material 
deveria  fazer  parte  de  um  universo  maior,  fora  do  ambiente  da  sala 
clínica. 

E  como  fazer  isso?  Como  utilizar  o  material  obtido  nos 


consultórios em dados científicos? 

I eda: Este III Encontro de Pesquisadores será a primeira sementinha 
para  começarmos  a  pensar,  juntos,  sobre  como  transformar  estes 
conteúdos  em  dados  científicos.  Desta  forma,  até  um  estudo  de  caso 
poderá  se  tornar  um  conhecimento  científico.  Um  material  tão 
importante  de  nossas  vivências  profissionais  poderá  ser  conduzido  a 
uma produção que tenha a fidedignidade do conhecimento científico. 

É  por  isso  que  no  primeiro  momento  do  Encontro,  será  abordada  a 
questão  da  Ética,  e  da  Metodologia  mais  adequada  para  o
desenvolvimento do tema escolhido. E como transformar esse material 
em artigos nacionais e internacionais. 

Como  está  estruturado  o  programa  do  I I I   Encontro  de 


P esquisadores? 

I eda:  Para  atender  a  estes  objetivos,  foi  organizada  a  seguinte 


programação, a qual ocorrerá em dois momentos: 

­ O primeiro momento tem por objetivo a preparação para a oficina de 
sensibilização,  onde  os  terapeutas  de  Família  serão  estimulados  a 
pensarem  sobre  o  seu  material  clínico.  Este  trabalho  será  realizado  a 
partir  de  uma  Mesa  Redonda,  onde  serão  abordados  temas  como  os 
aspectos  éticos  e  metodológicos  da  pesquisa  em  terapia  familiar. 
Pensamos,  também,  em  convidar um  editor  de  uma  revista  científica 
para falará  sobre  como  publicar  um  artigo  sobre  pesquisa  em  uma 
revista observando se o método adotado está em consonância com os 
artigos da mesma. 

­  No  segundo  momento  ocorrerá  a  oficina  de  sensibilização  de 


terapeutas  familiares  para  as  questões  da  metodologia  científica.  O 
objetivo  deste  trabalho  será  a  discussão  sobre  o  tema  “Pesquisa”,  a 
partir  de  uma  atividade  semi­dirigida  pelos  facilitadores  deste 
momento. 

O I I I  Encontro de P esquisadores é uma atividade  gratuita para 


os  inscritos  no  Congresso.  Se  você  quiser  mais  informações 
entre no site da ABRATEF: w w w .abratef.org.br . 

LEI A OS COMENTÁRI OS SOBRE OS FI LMES 

“ OS I NCRÍ VEI S”   E “ J UNO”  

A  psicóloga  Cláudia  Valle  Sigaran,  representando  a  AGATEF,  assistiu  ao 


filme “Os Incríveis” e a psicóloga Aurines Rospide Schmitz, representando 
a  Sociedade  de  Psicologia  do  RS,  assistiu  ao  “Juno”.  Veja  a  seguir  os
comentários  feitos  pelas  colegas  a  respeito  dos  filmes  que  encantaram  uma 
platéia de todas as idades: 

FILME  “OS INCRÍVEIS” 

“O  filme  é  uma  sátira  bem  humorada  que  envolve  questões  cotidianas  da  vida 
familiar bem como a administração das diferenças entre as pessoas. “Ser diferente” 
é  o  termo  que  sempre  é  mencionado  no  decorrer  de  toda  a  história.  O  que  é  ser 
normal, é a pergunta que não quis “calar” durante todo o filme. Com relação a isso, 
observei alguns aspectos que gostaria de dividir com vocês: 

O filme apresenta a relação entre dois grupos diferentes, o grupo dos super heróis, 
ou  seja,  dos  “cidadãos  incomuns”  e  o  grupo  dos  que  não  são  super  heróis,  os 
“cidadãos comuns”. Por algum tempo, parece que houve uma harmonia entre estas 
diferenças,  que  não  pareciam  ser  questionadas,  mas  simplesmente  aceitas.  Cada 
grupo tinha o seu papel, seu espaço, sua função definida, ou seja, o de salvar e o de 
ser salvo, o de ser herói e o de ser “normal”. Penso que esta “harmonia” que havia 
entre  os  dois  grupos  não  ocorria  por  uma  integração,  uma  negociação  entre  os 
grupos,  mas  por  meio  de  uma  aceitação  passiva  e  rígida  desta  condição  de  ser 
diferente.  O  foco  estava,  justamente,  no  “ser  diferente”,  os  aspectos  comuns  não 
eram considerados. Aos heróis reservava­se apenas o dever e o direito de ser herói, 
e ao cidadão comum, o de ser comum. 

E como toda a relação que é rígida tem sua pressão, sua tensão, nesta também não 
faltou. Se  por  um  lado, a população  de cidadãos  comuns  era protegida pelos  super 
heróis,  por  outro  lado,  era  também  invadida  por  estes  na  sua  privacidade,  na  sua 
liberdade  de  ir  e  vir,  sendo  impedidos, com  isso,  de  serem  heróis  de  suas  vidas. E 
quanto  aos  super  heróis,  se  por  um  lado  eram  engrandecidos  com  sua  atuação 
heróica,  também  tinham  suas  vidas  invadidas  pela  população  e  lhes  era  negado  o 
direito  de  ter  uma  vida  sem  atos  heróicos,  para  isso,  precisavam  esconder  sua 
identidade. 

Esses  papéis  começaram  a  ser  questionados  a  partir  do  processo  contra  o  super 
herói Sr. Incrível iniciado pelo sr. X, um homem comum, que reclamou na justiça o 
fato de ter sido salvo da tentativa de suicídio, sem a sua autorização. O Sr. Incrível é 
Beto  Pêra,  um  dos  personagens  principais  do  filme.  Um  homem  incomum,  que 
funcionava de forma onipotente e narcisista, o que pode ser exemplificado por estas 
duas  falas:  “Eu  trabalho  sozinho!”  ou  “Nós  somos  super  heróis,  o  que  pode
acontecer?” A  partir deste processo,  a população  encorajou­se e passou  a reclamar 
seus espaços invadidos. Contudo, a solução dada para o caso foi tão rígida quanto o 
funcionamento  que  eles  tinham  anteriormente.  Os  heróis  passaram  da  posição  de 
máximos,  para  mínimos,  de  indispensáveis,  para  totalmente  dispensáveis.  Da 
diferença  que  oprimia,  passaram  para  a  igualdade  opressora.  Se  antes,  olhavam 
apenas  a  diferença,  agora,  olhavam  apenas  a  igualdade.  Todos  serão  cidadãos 
“comuns”,  definiu  o  tribunal  de  justiça.  Acabou­se  com  a  era  dos  heróis.  A 
negociação  de  lugares  e  espaços  continuou  não  existindo.  Como  disse  o  Sr.  do 
seguro:  “  A  empresa  é  um  relógio  enorme  em  que  todas  as  engrenagens  devem 
estar  limpas  e  ajustadas  para  funcionarem,  para  se  completarem.”  Foi  isso  que  foi 
feito: todos foram forçados a se ajustarem, limpando­se das diferenças. 

Com  essa  posição  da  sociedade  de  igualar  todo  mundo,  muitos  super  heróis 
passaram  a ter  dificuldade com  relação  a  sua identidade, com  relação  a descoberta 
de outras competências. Muitos passaram a ter comportamentos desajustados, como 
o  próprio  Beto  Pêra.  Outros  pareceram  administrar  com  maior  flexibilidade  a 
mudança, como o Sr. Gelado (amigo de Beto), que pareceu melhor adaptado a nova 
vida, (ou resignado),  ainda  que também  sentisse  prazer com  os  momentos  furtivos 
de super herói junto com Beto. Helena, a Sra Elástico, é outro exemplo de adaptação 
a nova vida. 

Estas  mudanças  sociais  ocorrem  no  mesmo  período  em  que Beto  Pêra  e Helena se 
casam.  Com  isso,  o  casal  Pêra,  ao  mesmo  tempo  em  que  viveu  uma  mudança 
esperada em seu ciclo vital, ou seja, o casamento, necessitou administrar uma crise 
imprevisível,  ou  seja,  a  perda  do  papel  e  da  função  de  heróis.  O  casal  ficou  preso 
nesta crise  de identidade,  cada um  assumindo  um  lado  da  moeda  para lidar  com  a 
mudança:  ela  o  da  aceitação  da  condição  da  perda  de  seu  papel  de  super  herói 
(comum  em  mulheres  quando  se  tornam  esposas  e  mães),  passando  a  ser  mulher 
elástico  dentro  de  casa.  Helena  ficou  com  o  peso  (administração)  da  família;  e  ele 
preso  na  não  aceitação  da  perda  do  papel  de  herói,  ou  seja,  ficou  com  o  peso 
(administração)  desta  mudança.  Ao  perder  este  papel,  acabou  perdendo  suas 
referências, suas competências, Era como se todo o seu poder, a sua força estivesse 
no exercício de sua atividade de super herói. Assim, paralisa­se diante da solicitação 
de suas novas tarefas, como por exemplo, administrar sua família. 

O casal Pêra teve três filhos: Violeta, Flecha, e o bebê, cada um com super poderes 
diferentes, mas  cuja expressão  destes  eram­lhes  negadas. Os  filhos  ficaram presos 
na  dupla  mensagem  dos  pais,  onde  um  dizia  “  Faça!  Seja  Herói”  E  o  outro  dizia  “ 
Não!  Seja  normal!”  A  quem  atender?  Ao  pai  ou  à  mãe?  À  sociedade  ou  a  minha 
natureza?  “Quem  sou  eu?  Quem  vocês  querem  que  eu  seja?  Quem  eu  quero  ser? 
Como  ser  especial  e normal  ao  mesmo  tempo????  Como  ser  o  que  eu  sou  e o  que 
você quer que eu seja, ao mesmo tempo??? Eram as grandes perguntas! Flecha, era 
o  filho  que  mais  desafiava  esta  negação  da  identidade  de  super  herói,  e  por  isso, 
apresentava problemas de adaptação na escola e em sua rede social, tal qual o pai. 

Uma grande reviravolta ocorre quando Beto Pêra, ao aceitar um “emprego secreto de 
super herói” passa a ser ameaçado de morte por um antigo fã, ou seja, o Bochecha. 
Neste momento, a família se une pela necessidade de derrotar o inimigo, e permitem 
que a identidade de herói venha à tona. Todos descongelam e se transformam. Beto 
Pêra  dá­se  conta  do  quanto  estava  paralisado  pela  perda  da  identidade  de  herói,  o 
que  o  impedia  de  sentir  prazer  com  sua  identidade  de  pai  e  marido.  Helena  dá­se 
conta que necessitava sair do esconderijo de sua casa e voltar ao mundo, buscar seu
lugar  ao  lado  do  marido  e  também  fora  de  casa.  Isso  fica  claro  quando  ela  diz: 
“Daqui para frente nós seremos uma equipe, você não trabalhará mais sozinho”. 

A partir destas mudanças, os filhos são autorizados pelos pais a “serem quem são”. 
“A  identidade  é  a  coisa  mais  importante”,  diz  Helena  aos  filhos.  De  posse  desta 
identidade,  eles  estariam  protegidos,  pois  poderiam utilizar  as  forças  familiares,  os 
recursos familiares, que antes lhes eram proibidos. Não estariam protegidos apenas 
pelos  pais,  mas  por  toda  uma  geração  que  lhes  foi,  neste  momento  autorizada  a 
pertencer.  E  de  posse  disso,  souberam  mesmo  se  proteger.  É  importante  lembrar 
que  toda  vez  que  Beto  Pêra  não  se  adaptava  aos  empregos,  a  família  trocava  de 
lugar  e  de  identidade.  Não  conseguiam  construir  seu  presente,  viviam  apenas  do 
passado.  É  impossível  ser  quem  não  somos,  mostrar  potenciais  que  não  temos, 
esconder  o  que  somos.  A  família  Pêra  libertou­se  quando  puderam  resgatar  suas 
origens, deixar o “sangue” fluir, o eu fluir. E é nesse momento que a família se une. 

A  Resolução  dos  problemas  se  deu  com  a  união  da  família  e  com  a  aceitação  das 
características de cada um, tentando utilizá­las de maneira adaptativa na sociedade. 
A  corrida  do  Flecha no  final  do  filme  foi  muito  simbólica,  pois  foi  um  momento  em 
que  apareceu  a  negociação,  a  possibilidade  de  espaços  para  todos  serem 
vencedores, serem especiais, independentemente de serem super heróis ou não. 

Ser  especial  é  poder  ser  livre  para  sermos  a  gente  mesmo.  Nesse  sentido,  todos 
somos  especiais,  considerando  nossas  particularidades,  diferenças.  Quando  isso  é 
aceito, não é mais necessário invadir o espaço de ninguém e nem mesmo querer que 
todo mundo seja igual, pois o especial estará na diferença. O Flecha disse uma coisa 
muito interessante a esse respeito quando a mãe lhe disse: “Filho, seja especial, mas 
seja  normal!”  Ao  que  ele  respondeu:  “  Isso  é  uma  forma  de  dizer  que  ninguém  é 
especial!”. O padrão, o senso comum, nos dá uma referencia de pertencer a este ou 
aquele  grupo,  mas  quando  é  rígido,  nos  despersonaliza  e  nos  tira  o  que  temos  de 
especial, a diferença.  Outra fala que representa esse  aspecto  é quando  o  Bochecha 
diz: “ todo mundo pode ser super. E quando todo mundo for super...ninguém vai ser 
mais!” É verdade! Se quisermos ser igual ao outro, deixaremos de ser nós mesmos. 

Assistir  a  este  filme  estimulou­me  a  pensar  o  quanto,  nas  profissões  da  área 
humana, podemos cair no mesmo tipo de atitude que os heróis do filme assumiram e 
com  isso acabaram  por  ser  banidos. Devemos ter  especial  cuidado  e respeito  pelos 
objetivos  que  levam  o  paciente  a  nos  procurar.  Poder  ter  uma  atitude  de  escuta 
sincera, e respeitar os limites de nosso paciente. Assim como é importante conhecer 
os nossos limites de atuação. É fundamental acompanharmos o paciente no caminho 
que ele escolhe e está preparado para trilhar, e evitarmos levá­lo pelo caminho que 
nós escolhemos para ele. Isso é agressão, desrespeito, não é terapêutico, não é uma 
atitude  de  ajuda.  E  isso  foi  muito  bem  abordado  no  filme.  No  início  até  parece 
estranho  uma  pessoa  se  recusar  a  ser  auxiliada,  se  recusar  a  ser  salva  de  uma 
tentativa  de  suicídio.    É  claro  que  tem  situações  em  que  a  pessoa  não  está  em 
condições  de  avaliar  e  escolher  o  seu  caminho  temporariamente.  Não  é  destes 
momentos  que  estou  falando,  e  sim  do  profissional  que  trabalha  de  braços  dados 
com sua onipotência, como se ele soubesse tudo e o outro nada. 

Quero  finalizar  esta  breve  análise  com  uma  frase  de  Violeta  que  diz  para  seu 
“paquerinha”: “Tudo bem eu ser diferente?”.” 

Cláudia  Valle  Sigaran  ­  P sicó loga,te rap euta  de   casal  e  família,  mestre   em  ps icolo gia  do 
desenvolvimento, coo rdenado ra de ensino da CLI P  e memb ro da direto ria da A GA TEF.
FILME “J UNO” 

A  exibição  do  filme  Juno  em  06  de  maio  deste  ano  na  Sociedade  de 
Psicologia do RS foi organizada pelos Comitês­ grupos de estudos­ de Adolescência, 
Psicoterapia  de  Casal  e  Família,  Psicologia  e  Educação  e  Psicanálise,  e  foi  sucedida 
por  uma  discussão  acalorada  e  profunda  sobre  seu  tema  central,  em  diferentes 
perspectivas. 
Muitas  são  as  possibilidades  de  análise  na  história  retratada,  mas  optei, 
aqui,  por  centrar­me  em  uma  questão  que  muito  me  instiga.  Também  me  senti 
motivada pela notícia que circulou na mídia, durante a semana, de que um grupo de 
18  jovens  de  uma  escola  americana  engravidaram,  supostamente,  por  uma 
combinação  entre  elas.  O  que  faz  com  que  fenômenos  como  estes  aconteçam? O 
tema gravidez me pareceu, então, o ponto a ser discutido nesta matéria. Em relação 
ao filme, focalizo a. personagem Juno – uma jovem estudante, em torno dos seus 16 
anos  e  sua  gravidez  ­,  sendo  apresentados  no  decurso  do  filme  seus 
questionamentos, inseguranças e decisões. 
Sabemos  que  o  período  da  adolescência  é  uma  época  de  significativas 
mudanças  corporais  e  emocionais.  A  iniciação  sexual  surge  como  conseqüência 
destas  novas  possibilidades  e  é  um  marco  na  história  de  vida  de  cada  um.  O  que 
dizer  quando  desta experiência decorre uma gravidez?  Índices  estatísticos  apontam 
que  hoje,  comparados  a  década  de  setenta,  garotas  com  menos  de  15  anos 
engravidam três vezes mais. Atribuir estes dados a falta de informação pelos jovens 
já não é possível. Então, o que acontece? 
As  motivações  inconscientes  devem  ser  levadas  em  conta  e  poderíamos 
lançar  algumas  hipóteses  sobre  os  motivos  que  levaram  Juno  a  engravidar.  Seria 
uma tentativa de resgatar a relação com sua própria  mãe ­ ou mãe interna? Estaria 
identificada  com  seu  bebê a procura de uma família ideal?  Seria o  reflexo  de como 
estava  vivendo  a  descoberta  da  sua  sexualidade?  Seria  a  onipotência  tão 
característica em plena atuação? 
Com a evolução da gravidez fica evidente aos amigos, família, professores, 
o exercício da sexualidade. O que deveria ser privado torna­se público. Juno passa a 
ser  comparada  pelo  seu  grupo  de  iguais  como  alguém  que  faz  “coisas  iguais  aos 
professores e pais”. É comparada com um adulto, ficando clara a imposição de uma 
mudança  de  papel,  a  qual  não  está  preparada  emocionalmente,  criando  um 
descompasso entre o que sente e as exigências do meio, o que fica demonstrado na
fala de Juno quando refere que está suportando muito além do que sua maturidade 
permite. 
O que  dizer  da  escola? O que assistimos  no  filme  e na maioria das  nossas 
escolas  é  o  abandono  do  jovem  pelo  adulto,  que  muitas  vezes  o  marginaliza  e  o 
deixa  desassistido  num  momento  em  que  ele  tanto  necessita.    O  filme  mostra  a 
negação  dos  adultos  da  sexualidade  dos  jovens.  Seria  uma  forma  desesperada  de 
ficarem isentos diante desta realidade? É necessário urgentemente reformularmos a 
nossa atuação. 
O  final  do  filme  é  marcado  pela  retomada  da  personagem  em  atividades 
tipicamente  adolescentes  (tocar  violão,  namorar...),  tentando  evidenciar  o  que 
deveria ser o início, ou seja, a possibilidade da jovem experienciar momentos de vida 
sem  ter  de  “pular  etapas”  e  assumir  responsabilidades  que  são  próprias  de  outras 
fases  da  vida.  Como  disse  o  pai  de  Juno  após  o  nascimento  do  bebê:  você  poderá 
voltar aqui de outra maneira. Uma mensagem esperançosa de que a vida possa ser 
levada  a  seu  tempo,  sem  apressá­la.  No  entanto,  ter  um  filho  é  uma  escolha  para 
toda a vida e, como tal, tem conseqüências e repercussões deixando marcas na vida 
de cada um. Que seja um alerta aos adolescentes: viva intensamente, mas viva em 
seu tempo, sem apressar o que é definitivo e não permite voltar atrás... Um convite 
à reflexão. 

Aurinez Rospide Schmitz 
Especialista em Psicologia Clínica e do Tr ânsito, Dir etor a do Exer cício Pr ofissional da Sociedade de 
Psicologia do RS 

ENTREVISTA COM LUIZ CARLOS PRADO 
Presidente da ABRATEF – 2006/08. 

Definição de família: como se pode descrever a constituição da família hoje 

e quais as principais mudanças no último século em termos de estrutura e 

valores? 

A  família  é  o  grupo  humano  de  criação  e  cuidados  dos  filhos  e  tem  se 
modificado  ao  longo  dos  séculos.  Nos  últimos  anos  sua  mudança  tem  sido 
acelerada pelas profundas alterações nos papéis sociais de homens e mulheres, 
pela  maior  liberdade  sexual  que  se  estabeleceu  desde  o  advento  da  pílula 
anticoncepcional, pela entrada crescente das mulheres no mercado de trabalho 
e  seu  avanço  nas  diversas  profissões  e  nos  diferentes  trabalhos  e  pela  lei  do 
Divórcio  –  que  passou  a  legalizar  as  separações  e  abriu  caminho  para  os 
recasamentos  e  as  novas  famílias  deles  nascidas.  O  mundo  de  nossos  dias, 
com  a  universalização  das  comunicações  através  da  Internet,  a  informação
globalizada pela televisão e a facilidade crescente para as pessoas estarem em 
diferentes  lugares  do  mundo,  convivendo  com  diferentes  culturas,  têm 
modificado  profundamente  os  valores  humanos  e  alterado  as  relações  dos 
casais e das famílias. 

Como estão as relações familiares atualmente? Quais os principais 

motivos de conflitos e quais as principais evoluções nessas relações? 

As relações familiares em nossos dias são cada vez mais democráticas e 
menos  autoritárias,  filhos  e  pais  têm  uma  maior  liberdade  entre  si,  há  menos 
limites  nas  relações.  A  maior  longevidade  alcançada  pelos  seres  humanos  em 
nossos dias e sua crescente qualidade de vida, desenvolvida a partir dos muitos 
recursos da ciência e das inúmeras técnicas de promoção da saúde, fazem com 
que  os  casais  de  todas  as  idades  queiram  viver  a  vida  com  mais  qualidade. 
Homens e mulheres sentem­se com direito a amar e serem amados e a viverem 
uma  vida  sexual  prazerosa.  Quando  os  casamentos  já  não  estão  oferecendo 
essa  possibilidade,  as  separações  geram  oportunidades  de  novos 
relacionamentos ou mesmo de uma vida sozinha com mais qualidade. 
Mas  que  novos  conflitos  esses  tempos  trouxeram?  Um  deles  é  uma  crescente 
falta de limites na criação dos filhos, o que muitas vezes têm gerado indivíduos 
com  pouco  respeito  pela  vida  e  pela  natureza.  A  busca  do  máximo  prazer 
possível  também  tem  levado  muitas  pessoas  a  deixarem  de  lado  valores  como 
generosidade  e  solidariedade,  ficando  presas  numa  busca  egocêntrica  de 
vantagens a qualquer preço. Um forte matiz hedonista tem marcado nossa atual 
sociedade,  com  conseqüências  bastante  complicadas.  Mas  também  tem 
crescido a busca por relações mais verdadeiras, por casamentos mais genuínos, 
onde  impere  o  respeito,  a  admiração  mútua,  o  companheirismo,  a  amizade  e 
uma  relação  carinhosa  e  prazerosa.  Como  toda  evolução,  as  mudanças  de 
nosso tempo têm trazido consigo aspectos positivos e negativos. 

Hoje quase 1/3 das famílias são chefiadas por mulheres. Como a 

ABRATEF vê esse fato? A mulher tem espaço para, além de trabalhar, 

cuidar da família? Como fazer para não se sentir culpada? 

A  ausência  paterna  nas  famílias  tem  sido  uma  das  modificações  mais 
perniciosas  das  famílias  de  nossos  dias.  Especialmente  nas  populações  das 
vilas  periféricas  das  grandes  cidades,  muitas  mulheres  têm  seus  filhos  com 
diferentes  pais  e  ficam  sem  seu  apoio  para  criá­los.  São  legiões  de  crianças 
crescendo  sem  uma  presença  paterna  para  ajudá­las  em  sua  formação,  para 
acompanhá­las  em  suas  atividades,  para  reforçar  sua  autoestima.  Um  sábio 
terapeuta,  John  Bowlby,  escreveu  que  a  tarefa  de  criar  filhos  não  é  para  duas
mãos apenas – é necessário a presença de pai e mãe para que um filho cresça 
forte e saudável. Não precisa ser necessariamente o pai biológico: pode ser um 
padrasto, um pai adotivo, um avô ou um tio amoroso, mesmo um bom amigo da 
mãe.  O  importante  é  que  os  meninos  e  as meninas  tenham  a  oportunidade  de 
conviverem e de serem cuidados por pessoas de ambos os sexos – os meninos, 
para  que  possam  ter  um  modelo  de  identificação  para  sua  construção  como 
homens,  as  meninas  para  poderem  exercitar  a  arte  da  sedução,  para 
conhecerem  o  sexo  oposto  e  desenvolverem  a  capacidade  de  com  ele 
relacionar­se. 
Pais  amorosos  e  cuidadosos,  pais  efetivamente  presentes  na  vida  dos  filhos, 
que  dediquem  tempo  e  atenção  a  suas  necessidades  em  cada  etapa  do 
desenvolvimento,  ainda  são  a  melhor  fórmula  de  criação  de  filhos  bem 
integrados e saudáveis. Mesmo quando separados, os pais podem exercer sua 
presença de forma adequada, desde que o casal mantenha entre si uma relação 
de  respeito  e  uma  boa  comunicação.  Pois,  em  minha  opinião,  não  são  as 
separações  que  causam  problemas  às  famílias  e  sim  os  divórcios litigiosos,  as 
rupturas  carregadas  de  ódio  e  destrutividade  que,  em  seu  rastro,  acabam 
machucando os filhos de várias maneiras. 

E o homem dentro da família, como está lidando com essas mudanças? A 

independência da mulher o incomoda ou o coloca numa posição mais 

cômoda?

O  homem  de  nosso  tempo  tem  estado  um  tanto  perplexo  e,  algumas 
vezes,  um  tanto  perdido.  Os  valores  machistas  de  nossa  cultura  a  cada  dia  se 
mostram  menos  adequados  para  fazer  frente  a  esse  novo  tempo  e  um  novo 
homem, com valores diferentes, ainda está sendo lentamente gestado. Os mais 
jovens  estão  melhor  preparados  para  as  mudanças  –  estão  crescendo  com 
mulheres iguais a eles, com tanta liberdade como eles, mesmo na área sexual. 
A  prática  do  “ficar”,  profundamente  difundida  entre  os  jovens,  lhes  dá 
oportunidade  de  exercerem  uma  relação  com  o  sexo  oposto  em  condições  de 
mais  igualdade  e  liberdade.  Quando  se  tornam  pais,  sabem  repartir  melhor  as 
tarefas  domésticas  e  têm  melhores  condições  de  ajudarem  no  cuidado  dos 
filhos. Pesquisas têm demonstrado que os pais que ajudam a cuidar seu bebê, 
dando­lhe  banho,  trocando  suas  fraldas,  alimentando­o  ou  acalentando­o  ao 
adormecer, têm menos possibilidade de afastarem­se dos filhos, mesmo quando 
se  separam  de  suas  mulheres.  Esses  novos  pais  estão  produzindo  uma  nova 
forma  de  ser  homem,  mais  sensível,  menos  pautada  pela  violência  e  pela 
competitividade,  capaz  também  de  poder  chorar  ou  demonstrar  sentimentos 
diversos, mesmo fragilidade. Esse é o lado positivo de todas essas mudanças: a 
construção  de  relações  mais  igualitárias  entre  homens  e  mulheres,  pautadas 
mais no amor e na parceria e menos no poder, na dominação e subjugação.
Qual a importância da família para a formação do jovem? Como está esse 
alicerce atualmente? 

A  família  continua  sendo  a  base  da  formação  das  crianças  e 


adolescentes  de  nosso  tempo.  Famílias  diferentes  é  verdade  –  às  nucleares, 
com  pai  e  mãe  presentes,  somam­se  as  monoparentais,  as  separadas  ou 
aquelas  frutos  de  recasamentos,  as  famílias  adotivas  ou  homoafetivas  –  mas 
todas tendo em comum o fato de serem um espaço de proteção e cuidado para 
os  filhos,  função  primordial  de  toda  família.  Como  disse  anteriormente,  o 
problema  não  está  nas  diferentes  configurações  que  podem  ter  as  famílias  de 
nosso  tempo  e  sim  nas  múltiplas  disfunções  familiares,  nas  famílias  onde 
prevalecem  relações  conflitivas  entre  os  pais  e  atitudes  negligentes  ou  mesmo 
abusivas  com  os  filhos.  Também  as  famílias  mais  abastadas,  que  acostumam 
seus filhos a tudo receber sem nada dar em troca, podem ser danosas para seu 
crescimento.  Essas  famílias  não  são  realmente  uma  fonte  de  segurança  e 
proteção para os filhos, como deveriam ser. A transmissão de valores humanos 
positivos, o ensino do valor da vida e do amor às pessoas e à natureza, é uma 
das  funções  mais  importantes  da  família,  em  especial  nesse  nosso  tempo  de 
violências inomináveis e de freqüentes transgressões éticas em todos os níveis. 

Uma educação diferente na escola que reforce os valores éticos ajudaria? 

Está faltando um modelo mais protetor, que coloque mais limites aos 

jovens? 

Sem  dúvida  uma  escola  que  reforce  esses  valores  humanos  mais 
positivos  e  éticos  pode  ajudar.  Muitas  escolas  já  estão  buscando  cumprir  esse 
papel  da  melhor  forma  que  podem.  Mas  escolas  não  são  famílias  e  seu  poder 
tem limites. Muitos pais chegam ao extremo de protegerem seus filhos diante de 
atitudes  educativas  que  as  escolas  impõem,  reforçando  seus  comportamentos 
desrespeitosos  e  transgressores.  Um  caminho  interessante  para  as  escolas  é 
poderem  ensinar  mais  para  a  vida  e  não  ficarem  tão  preocupadas  em  passar 
conteúdos, que hoje podem ser encontrados quase todos na Internet e cada dia 
mais  informações  estarão  ao  alcance  de  um  clique  de  mouse.  A  escola  deste 
novo tempo deverá dedicar­se cada vez mais à transmissão de valores humanos 
construtivos,  ao  ensino  da  capacidade  de  pensar  e  de  controlar  os  impulsos 
agressivos  e  destrutivos.  Poderá  ajudar  no  aprendizado  da  capacidade  de 
tolerar  frustrações,  de  saber  ganhar  e  perder,  respeitar  os  direitos  das  outras 
pessoas e fazer valer os seus. Será uma escola que ajude no desenvolvimento 
da  inteligência  emocional  de  seus  alunos,  de  sua  capacidade  de  relacionar­se 
com as pessoas de modo adequado, de saber ouvir e expressar­se com clareza.
Políticas Públicas: que ações poderiam ser feitas para valorizar a família, 

criar vínculos afetivos, respeitosos entre todos e reduzir os índices de 

violência nos lares? 

Antes  de  tudo,  uma  atitude  mais  ética  e  uma  preocupação  verdadeira 
com a sociedade, ao invés de atitudes voltadas para interesses particulares e de 
duvidosa validade, poderia ser útil nesse sentido. Um poder público mais atento 
aos  verdadeiros  interesses  da  população,  com  atitudes  mais  transparentes  e 
mais  éticas,  poderia  oferecer um  modelo  de comportamento  para  os  jovens  de 
nossos  dias.  Esforços  no  sentido  de  uma  saúde  primária  mais  efetiva  e 
disponibilidade de creches e escolas para todas as crianças poderiam melhorar 
muito  as  condições  de  nosso  país.  Escolas  em  tempo  integral,  acessíveis  às 
populações mais carentes, que ofereçam atividades esportivas e artísticas para 
ocupar as crianças e adolescentes poderiam ajudar a que não ficassem ociosos 
e disponíveis para as drogas e a violência que com elas se incrementa. 

Como funciona a ABRATEF (ações, missão, atendimento, etc)? 

A  Associação  Brasileira  de  Terapia  Familiar  –  ABRATEF  –  é  uma 


instituição  formada  pelas  diversas  Associações  Regionais,  organizadas  em 
vários Estados do Brasil e tem como finalidade principal congregar os terapeutas 
familiares e oferecer oportunidades de trocas científicas e pessoais entre eles. A 
ABRATEF  busca  também  ser  um  ponto  de  referência  para  a  população  em 
geral,  divulgando  informações  sérias  e  consistentes  sobre  temas  relevantes 
relacionados à área de famílias e casais, seja através de seu site, seja através 
das  diversas  mídias  disponíveis.  Através  de  suas  Regionais  e  dos  Institutos 
Formadores a elas ligados, promove muitos Programas Sociais de atendimento 
a  famílias  carentes  ou  de  promoção  da  saúde  familiar,  em  diversos  Estados 
brasileiros.  Realiza,  a  cada  dois  anos,  o  Congresso  Brasileiro  de  Terapia 
Familiar,  onde  terapeutas  e  pessoas  interessadas  na  área  podem  conhecer  os 
trabalhos e  pesquisas  mais  recentes  realizados  no  Brasil  ou  mesmo  em  outros 
países. Nesse encontro estará lançando o primeiro número da Revista Brasileira 
de  Terapia  Familiar.  Entre  20  e  23  deste  mês  de  agosto  a  ABRATEF  estará 
recebendo  em  Gramado,  no  Rio  Grande  do  Sul,  mais  de  mil  colegas  que 
passarão  quatro  dias  refletindo  sobre  os  mais  variados  temas  familiares.  Os 
colegas  que  tenham  interesse  na  área  serão  recebidos  com  muito  carinho  em 
nosso VIII Congresso Brasileiro.
P rojeto " CONVERSANDO COM A COM UNI DADE”  – uma 
atividade social da AGATEF 

O  P rojeto  " CONVERSANDO  COM  A  COM UNI DADE”  é  uma  atividade 
da  AGATEF  que  está  acontecendo  de  forma  integrada  ao  VIII  CONGRESSO 
BRASILEIRO DE TERAPIA FAMILIAR e o III Encontro de pesquisadores. 
Está funcionando com um grupo de 16 colegas. São elas: Alba Spier, Ieda 
Z. Dorfman, Glacy Stankievich, Jeanne Pereira, Katy Ziegler, Laura de Bem, 
Leila  Sigal  Suslik,  Maria  Cristina  P.  Vacaro,  Marta Lisiane  Cunha, Marli  Olina 
de  Souza,  Maria  Zélia  Bujes  Stumvoll, Odete  Botton  de  Souza,  Rosane 
Brusius de Moraes e Sonia Mª Limberger. 
A  Comissão  Coordenadora  deste  Projeto  tem  realizado  diversos  eventos 
junto à comunidade. Estes eventos são constituídos por palestras, debates na 
mídia,  grupos  de  discussão  e  reflexão,  debates  sobre  filmes,  entre  outros. 
Estamos construindo o  Programa de  acordo  com o  interesse  das  instituições 
e  participantes  da  Rede.  Alguns  temas  de  interesse  dos  participantes  e  das 
Entidades  já  foram  levantados  e  já  estão  sendo  ministrados,  tais  como: 
Transtornos Alimentares, Limites; Conflito de Gerações; Transtorno de Déficit 
de Atenção; Paternidade e Maternidade Precoce; Casamento e Recasamento; 
Prevenção  da  Violência  Familiar  e  Social;  Vínculos;  Fragilidade  do  Idoso; 
Depressão; Álcool e Drogas; Cuidando do Cuidador.
Algumas atividades já realizadas: 
Palestra  "Transtornos  Alimentares" ,  ministrada  pela  psicóloga  I eda 
Zamel  Dorfman, no  Instituto  Vicente  Palloti,  no  dia  30  de  junho. 
Compareceram 200 alunos, professores e a Diretoria. Os alunos participaram 
ativamente  através  de  perguntas,  demonstrando  uma  atenção  enquanto 
ouviam  a  palestrante.  Ieda  ilustrou  o  tema  com  a  participação  ao  vivo  de 
uma adolescente bulímica em recuperação, que estava acompanhada da mãe 

" Oficina  do  Adolescente" ,  realizada  no  dia  01  de  julho  pela  colega  e 
terapeuta familiar Glacy Stankievich, para os integrantes do Projeto Pescar, 
da  Unidade  Geraldo  Linck. A  faixa  etária  dos  adolescentes  é  de  16  aos  20 
anos.  O  tema  trabalhado  foi  "Autonomia" ,  com  uma  acolhedora discussão 
sobre os significados desta para cada um. Foi um trabalho com muito afeto e 
gratidão pelo serviço desenvolvido. O grupo fez um pedido de “quero mais”. 

Palestra  “Fragilidade  em  I dosos” ,  realizada no  dia  03  de  julho pela 


Sanitarista e Terapeuta de Família Alba Spier em parceria com a Secretaria 
Estadual da  Saúde,  FASC,  através  da  Assistente  Social  e  Terapeuta  Familiar 
M arta  Vechia  e  o representante  do  Conselho  Municipal  do  Idoso  Cláudio 
Alencastro. A ass. social Marta apresentou um vídeo, cuja protagonista era 
sua  mãe  com 97  anos,  com  foco  nas  perdas  decorrentes  desta  fase  e  o 
sentimento  de  solidão.  Cláudio  apresentou uma  ampla  visão desta  etapa  de 
vida  chamando  a  atenção  da  importância  de  políticas  sociais  para  darem 
conta do envelhecimento com dignidade. Uma das estratégias em andamento 
é a saúde da Família através do agente comunitário. 

Se você, colega, deseja participar desta comissão mas não pode participar 
das  reuniões  entre  em  contato  com  a  comissão  organizadora  deste 
projeto. Você poderá fazer parte de nosso cadastro com o tema que desejar 
partilhar com a comunidade. A primeira pessoa a ingressar neste cadastro foi 
a nossa presidente da AGATEF Helena Centeno Hintz.
Se você tiver alguma sugestão de local que poderá ser beneficiada com a 
realização  deste  projeto,  entre  em  contato  com  a  AGATEF  pelo  e­mail 
www.agatef.com.br ou pelo fone (51) 3395 5222 
P articipe! Entre para a rede do Projeto, compartilhe seu conhecimento e 
experiência. 
A Comunidade precisa de Você! 
Comissão coordenadora: Leila Sigal Suslik, Ieda Zamel Dorfman e Rosane 
Brusius de Morais. 

Leia  o  resumo  da  palestra  “ Transtornos  Alimentares”   ministrada 


pela psicóloga I eda Dorfman no Instituto Vicente P alloti: 

“Numa sociedade em que o culto à magreza se impõe, poucos imaginam 
que  uma  boa  adolescente  excessivamente  preocupada  com  a  aparência 
possa  estar  emocionalmente  doente”.  Sobre  esses  preocupantes  distúrbios 
culturais e psíquicos foi o assunto que abordei na Escola Palotti. 
Comecei  explicando  que  transtornos  alimentares  são  constituídos 
basicamente pela bulimia nervosa, pelos transtornos do comer compulsivo e 
pela anorexia nervosa. Disse que iria falar sobre anorexia e bulimia nervosa 
por  saber  que  estes  são  os  distúrbios  que  mais  estão  preocupando  os 
profissionais que lidam com adolescentes. 
Usando o aparelho de multimídia fui expondo o tema sob o olhar atento 
dos  jovens.  Didaticamente  quis  reforçar  que    pacientes  com  transtornos 
alimentares apresentam alguns traços em comum  como baixa auto­estima, 
dificuldade  nos  processos  de  separação­individuação,  insatisfação  com  o 
próprio  corpo,  conflitos  com  a  sexualidade,  obsessividade  e  dificuldade  em 
distinguir e expressar emoções e sensações. 
Costumam ser filhos obedientes e excessivamente dependentes dos pais. 
São exigentes e na escola são ótimos alunos. 
Salientei, também, as características da anorexia e da bulimia nervosas. 
Sobre a anorexia, coloquei que há a recusa de comer e a perda excessiva 
de peso costumam ser sinais de alerta; ocorre excesso de exercícios físicos;
há  interrupção  da  menstruação;  isolamento  social  e  dificuldade  para  o 
namoro e na vida sexual. Os anoréxicos adoram cozinhar e servir os outros. 
Têm  visão  distorcida  do  próprio  corpo,  fingem  que  comem  e  escondem 
alimentos em armários, banheiros ou dentro de roupas. 
Em relação à bulimia, coloquei que pode coexistir com a anorexia. Ocorre 
uma  ingestão  de  grande  quantidade  de  alimento  seguido  de  vômitos  auto­ 
induzidos.  A  aparência  colabora  para  camuflar  a  doença    e    os  vômitos  e 
purgação  são  secretos.  O  peso  geralmente  é  normal,  apesar  de  ser 
considerado  alto.  O  uso de  laxante  e  diurético  é  comum,  pois  se  sente  sujo 
por dentro  e  estufado.  O  tempo médio  entre  o  aparecimento  da doença  e  a 
procura média é de cinco anos. 
Enfatizei as causas específicas que provocam esses transtornos, dizendo 
que  sabemos  que  várias  causas  de  diferentes  naturezas  –  biológicas, 
psicológicas  e  socioculturais  ­  explicam  a  ocorrência  dos  distúrbios  e  que 
dietas radicais podem sair do controle e virar doenças. 
Os transtornos alimentares são dez vezes mais comuns em mulheres do 
que  em  homens.  A  idade  média  para  o  início  da  anorexia  nervosa  é  de 
dezesseis anos, com alguns dados sugerindo picos de ocorrência dos catorze 
aos dezoito anos. 
O  aparecimento  da  doença  freqüentemente  está  associado  com  um 
acontecimento  vital  estressante.  A  bulimia  nervosa  começa  um  pouco  mais 
tarde que a anorexia nervosa, ocorrendo no final da adolescência ou no início 
da idade adulta. 
Antes,  eram  doenças  de  garotas  de  alto  poder  aquisitivo.  Hoje,  muitas 
delas são originárias de famílias carentes. 
Tanto  os  bulímicos  como  os  anoréxicos  costumam  esconder  a  doença, 
pois  não  se  consideram  doentes.  Há  uma  recusa  em  se  aceitar  doente. 
Ambos se parecem em dois aspectos cruciais: a existência de uma ”obsessão 
por comida e um medo quase incontrolável de engordar”. 
Os pais, normalmente, ignoram a atitude patológica de seus filhos que é 
percebida como excentricidade.
Finalizei  dizendo:  Como  as  causas  são  variadas,  pensa­se  que  o  melhor 
tratamento  para  essas doenças  deva  incluir  clínicos,  psiquiatras,  psicólogos, 
nutricionistas,  terapeutas  familiares,  de  forma  a  se  conseguir  uma 
abordagem ampla do paciente e sua família. 
Após foi aberto o debate com a participação de uma adolescente bulímica 
e sua mãe, que aceitou o meu convite para comparecer a palestra, contando 
seu sofrimento com a doentia relação com a comida. 

CARACTERÍSTICAS  DE  FUNCIONAMENTO  DOS  PACIENTES  E  DAS 


FAMÍLIAS 
Pacientes:
· Perfeccionismo
· Dificuldades para expressar sentimentos
· Preocupação velada com a família
· Com  AN  não  se  consideram  doentes  e  jamais  procuram 
tratamento sozinhos
· Com BN podem buscar ajuda sozinhos
· Sem autonomia, triangulados nos conflitos do casal
· "Poderosos” através dos sintomas
· São acusados pela família de não fazerem nada para se ajudar 

Famílias:
· Hierarquia confusa
· Subsistemas com fronteiras muito rígidas e/ou muito lábeis
· Pai  e/ou  mãe  paralisados  em  estágio  anterior  do 
desenvolvimento emocional
· Mãe superenvolvida e pai periférico
· Os conflitos levam a impasses
· Autonomia é vista como ameaça de ruptura
· Objetivos focados em curto prazo
· Isolamento social
Coordenadores das I nstituições Formadoras reúnem­se na 
AGATEF 

Nos meses de março, abril, maio e junho os coordenadores de ensino 
das  instituições  formadoras  associadas  à  AGATEF  estiveram  reunidos  para 
discutir assuntos referentes a Formação em Terapia de Casal e Família no Rio 
Grande do Sul. 
Como pauta principal destas reuniões podem­se listar assuntos como a 
estrutura  do  curso  para  o  reconhecimento  da  AGATEF,  revisão  do  conteúdo 
programático,  filiação  dos  alunos  da  formação  na  AGATEF  e  filiação  das 
Instituições.  Durante  as  reuniões  foi  comunicado  a  aprovação  por  parte  dos 
Conselheiros da ABRATEF do aumento da carga horária mínima para o Curso 
de  Formação,  passando  para  500h/aula.  Foi  consenso  a  realização  de  uma 
revisão  da  área  de  profissionais  que  tem  respaldo  do  seu  Conselho 
Profissional  para  o  trabalho  clínico,  uma  vez  que  não  existe  a  profissão  de 
Terapeuta de Família e a ABRATEF e Regionais não são órgãos fiscalizadores. 
Foi  combinado  que  a  AGATEF,  realizará  a  cada  dois  anos  a  atualização  do 
reconhecimento  das  Instituições.  Debateu­se  sobre  a  qualidade  dos  Cursos, 
dos professores e formadores. Outro consenso do grupo foi a necessidade de 
uma  discussão  mais  ampla  sobre  quem  pode  fazer  o  curso  de  Terapia  de 
Família.  Foram  levantadas  algumas  sugestões  para  diferentes  certificados 
para o Curso de Formação, considerando aqueles profissionais cujo Conselho 
lhes assegura o exercício da clínica e os interessados em fazer o curso, mas 
cujo Conselho não referenda tal exercício. 
Outras reuniões serão realizadas para dar continuidade a este debate. 
Aguarde comunicação!
Realizações da 7ª Gestão 

­ Workshop com o Dr. Moisés Groisman, com o tema “ A Família e os seus 
M andamentos” ­ Data: 30/09/2006 

­  AGATEF  nos  Centros:  As  palestras  apresentadas  no  VII  Congresso 


Brasileiro  de  Terapia  de  Família  pelos  colegas  associados  à  AGATEF  foram 
ministradas  nos  Centros  de  formação  em  Terapia  de  Casal  e  Família 
associados à AGATEF.  Ano/2007 

­ Workshop com o Dr. Carlos Sluzki, com o tema: " Humilhação, Vergonha 
e  Reparação  nas  Relações  Familiares  e  de  Casais"  ­  Data:  27  e 
28/04/2007 

­  P rêmio  AGATEF  ­  I ncentivo  à  Atualização  Científica,  entregue  aos 


coordenadores do INFAPA ­  DATA: 28/04/2007 

­  Lançamento  do  Novo  P ortal  da  AGATEF,  desenvolvido  pela  ADD  ­ 


Agência  de  Design  Digital,  com  a  inclusão  da  lista  dos  Terapeutas 
Associados divulgada no site.  Data: 04/05/2007 

­  Workshop  com  o  Dr.  Jorma  Piha  com  o  tema  " Terapia  Familiar  para 
Crianças com Transtornos P siquiátricos"  ­ Data: 11/06/2007 

­ P rograma de Ajuda Voluntária às Famílias Enlutadas, organizado em 
solidariedade  às  famílias  que  foram  atingidas  pelo  acidente  aéreo  da  TAM. 
Este  evento  foi  realizado  juntamente  com  a  ABRATEF.  O  programa  contou 
com  um  treinamento  aos  profissionais  que  não  tinham  experiência  no 
trabalho com perdas e traumas. 
Palestras ministradas:

· 01/08/2007  ­  “Transtornos  do  Estresse  Pós­Traumático”,  com  o  Dr. 


Renato Caminha (lançamento)

· 15/08/2007 ­ “O Processo de Luto nos Indivíduos e nas Famílias” com 
a psic. Adriana Zilberman

· 29/08/2007  ­  O  Estresse  Pós­Traumático  em  Mulheres  Vítimas  de 


Estupro com a psic. Maria Amélia Jaeger

· 10/10/2007 ­ “Luto Antecipatório: Preparando­se para a Perda” com a 
psic. Karla Rovatti (encerramento)
­  Lançamento  do  VI I I   Congresso  Brasileiro  de  Terapia  Familiar, 
evento realizado em parceria com a ABRATEF ­ Data:31/08/2007 

­  VI   EnAGATEF  Tema:  Amores  I m(possíveis)  ­  Data:  31/08/2007  a 


01/09/2007 

­  Encontro  dos  Coordenadores  das  I nstituições  Formadoras 


Associadas  a  AGATEF,  com  o  objetivo  de discutir  e  revisar  as  normas  da 
Formação em Terapia de Casal e Família no RS. início: 17/03/2008 

­ Pesquisa de Opinião junto aos Associados da AGATEF 

­ Recadastramento das Instituições reconhecidas pela AGATEF. 

­ Organização do VI I I  Congresso Brasileiro de Terapia Familiar e I I I  
Encontro  de  P esquisadores,  juntamente  com  a  ABRATEF,  realizado  em 
Gramado. 

­  P rojeto  “ Conversando  com  a  Comunidade”,  realizado  como  uma 


atividade  integrada  ao  VIII  Congresso  Brasileiro  de  Terapia  Familiar  e  o  III 
Encontro  de  Pesquisadores.  Este  projeto  foi  constituído  por  palestras, 
debates  na  mídia,  grupos  de  discussão  e  reflexão,  debates  sobre  filmes, 
entre outros. E foram desenvolvidos na rede escolar, hospitalar, associações 
de  bairro,  empresas  e  clubes  sociais.  O  Projeto  seguirá  acontecendo  como 
uma atividade social vinculada à AGATEF. 

­ Foi feito contato junto à Secretaria Estadual de Saúde visando parceria da 
AGATEF com o Projeto Infância Melhor (PIM). No momento esta parceria 
encontra­se em fase de estudo. Ano/2008 

­  Realizado contato com a FASC com o objetivo de auxiliar o Projeto de 
Crianças de Rua, que pertence a Prefeitura Municipal. No momento esta 
parceria encontra­se em fase de estudo. Ano/2008 

Site da AGATEF: N osso canal de COM UNI CACÃ O


O site da AGATEF tem como principal objetivo ser um grande canal de 
comunicação  entre  seus  sócios  e  todos  aqueles  que  desejarem 
informações  sobre  o  que  está  acontecendo  na  área  de  Família.  Para 
tanto,  existe  um  espaço  para  divulgar  os  eventos  promovidos  pelas 
Instituições Formadoras, que abrange desde as reuniões clínicas até os 
cursos  de  extensão.  Os  cursos  de  Formação  não  serão  divulgados 
neste  espaço,  uma  vez  que  possuem  longa  duração.  Mas  possuímos 
um  link  no  site  para  o  associado  buscar  informações  sobre  este  no 
próprio site de cada instituição. 

Portanto,  todos  que  desejarem  divulgar  seus  eventos  no  site  devem 
enviar  as  informações  para  o  e­mail  da  AGATEF,  solicitando  a 
divulgação no site. 

Atenciosamente, 
Cláudia Valle Sigaran 
Diretora de Comunicação e Divulgação 

PROGRAMA CIENTÍFICO 
VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE TERAPIA FAMILIAR 
III ENCONTRO DE PESQUISADORES 

20 a 23 de agosto de 2008 
GRAMADO / RS 

Gr ade de Atividades 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT 
CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

QUARTA­F EIRA ­ 20 de agosto de 2008 
9h às 12h30min ­ Centr o de Convenções do Ser r ano Resor t 

CURSOS INTERNACIONAIS DO PRÉ­CONGRESSO 
PROMOÇÃO AGATEF 

Cur so nº 1 ­ Adela Gar cia (em espanhol) ­ Sala F


Tema: Memór ias, r elatos y secretos en la gener ación de la identidad ­ una r eflexión acerca 
de los niños pequeños que " desapar ecier on"  en los años de la dictadur a militar  ar gentina 
Coordenação: Nira Lopes Acquaviva 

Cur so nº 2 ­ Silvia Mester man (em espanhol) ­ Sala C 


Tema: Diseño e implementación de Sistema de Infor mación par a la Inter vención en 
Violencia de Géner o: una pr opuesta par a replicar  
Coordenação: Carmem L. O. O. More 

Cur so nº 3 ­ Dr.  J an Bout (em inglês, com tradução simultânea) ­ Teatro Lupicínio Rodrigues 


Tema: Domesticando o Monstro:Ter apia Intensiva com casais sever amente per tur bados 
Coordenação: Olga Falceto 

Cur so nº 4 ­ Dr. Russell Haber (em inglês, com tradução simultânea) ­ Auditório Casaccia 


Tema: Ter apia Familiar  Tr ansger acional 
Coordenação: Silvia C. Halpern 

Cur so nº 5 ­ Vincenzo Di Nicola (em português) ­ Sala G 


Tema: Ter apia Transcultur al e o Self do Ter apeuta 
Coordenação: Helena Centeno Hintz 

Cur so nº 6 ­ Rober t N. Wendt (em inglês, com tradução simultânea) ­ Sala E 


Tema: Ter apia de Casais: Um contexto par a explor ar a integr ação do self com o pr ocesso 
de psicoter apia 
Coordenação: José Ovídio Waldemar 

III ENCONTRO DE PESQUISADORES 
14h às 15h45min ­ Teatro Lupicínio Rodrigues ­ Hotel Serrano 

Mesa Redonda ­ Questões r elevantes na pesquisa em Terapia Familiar  


Coordenação: Ieda Zamel Dorfman 

Aspectos éticos da pesquisa em ter apia familiar ­ José Roberto Goldin 

Aspectos metodológicos da pesquisa em terapia familiar ­ Rosa Maria Macedo 

Como publicar  um ar tigo sobr e pesquisa ­ Luciano Dias de Mattos Souza 


16h às 17h30min: Oficina de sensibilização ­ Teatro Lupicínio Rodrigues 

Oficina de sensibilização de ter apeutas familiar es par a as questões da metodologia científica 


Comissão de Pesquisa: Ieda Zamel Dorfman ­ coordenadora, Carmem Moré, Gilda Archer e 
Ada Nicia D.  Santos 

PLENÁRIA DE ABERTURA
18h ­ Centro de Convenções da FAURGS ­ Auditório Van Gogh 

Diferentes famílias, contextos diver sos, múltiplos olhares 
Coordenação: Luiz Carlos Prado ­ Presidente da ABRATEF 
Convidado especial: Dr. Osmar Terra ­ Secretário da Saúde do Governo do RS. 

Show de Abertura 

Participação especial: Soprano Cristina Sorrentino, pianista Jean Presser e violinistas Karlo 
Kulpa e Vinicius Nogueira 

20h ­ Coquetel de Abertura, Sessão de Autógrafos e Inauguração da Galeria de Arte do 
Congresso; Abertura da Feira do Congresso 

QUINTA­FEIRA ­ 21 de agosto de 2008 
CURSOS DO CONGRESSO 
8h30min às 12h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
1 ­ Esses Casais Sur pr eendentes de Hoje e Suas Singular es Famílias: Como En (a) tendê­los 
Luiz Carlos Osório 

Auditório E  
2 ­ Ter apia de Família Relacional Sistêmico 
Solange Maria Rosset 

Auditório Casaccia  
3 ­ Ter apia de Casal 
Iara L. Camaratta Anton 

Sala A 
4 ­ Os Mitos dos Imigr antes 
Marilene Krom 

Sala B 
5 ­ A Compr eensão Sistêmica da Dinâmica Escolar  
Denise Duque, Nadia Veriquine 

Sala C 
6 ­ Violência Intr afamiliar  
Miriam Schenker 

Sala D 
7 ­ Algumas Pr emissas sobr e o Atendimento a Famílias em Situação de Violência 
Intr afamiliar : Uma Cons truç ão Con junta, I nc om pleta, em M ovim ento ... 
Rosana Lazaro Rapizo
Sala F  
8 ­ Teor ias e Métodos de Pesquisa com Famílias e Casais 
Edna Lúcia Tinoco Ponciano 

Sala G 
9 ­ A Ter apia Familiar uma Dança e uma Luta 
Maria Rita D´Angelo Seixas 

Sala H  
10 ­ A Família Multicar enciada: O que Precisamos Desenvolver  par a com Ela Trabalhar  
Maria José Lima, Sonia Maria de Oliveira 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 
Auditório Van Gogh  
11 ­ Cur so Ter apêutico­Gru poterapia I n dividu al Sis têmica  Breve: Como Alcançar o Sucesso, 
o Dinheir o e a Felicidade na Família 
Moisés Groisman 

Auditório Locatelli 
12 ­ A Sombr a de um Terceir o na Relação: Ciúmes e Infidelidade 
Helena Centeno Hintz, Marli Kath Sattler, Nira Lopes Acquaviva 
GRAMADO / RS 20 a 23 de agosto de 2008 VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE TERAPIA FAMILIAR 
III Encontro de Pesquisadores 

Auditório Da Vinci 
13 ­ Dinâmica Conjugal e Ter apia de Casal ­ Aplicações Clínicas da Teor ia do Apego 
Gilda Castanho Franco Montoro 

Auditório Rembrandt 
14 ­ Atualizações no Manejo de Ofensas Sexuais na Família 
Maria Cristina Milanez Werner 

Sala Visconti 
15 ­ Sobr e a Utilização de Documentos em Ter apia Sistêmica 
Carlos Arturo Molina­Loza 

Sala Di Cavalcanti 
16 ­ Constituindo um Sistema Deter minado pelo Pr oblema e Coor denando um Encontr o do SDP 
Maria José Esteves de Vasconcellos, Juliana Gontijo Aun 

Sala Boticelli 
17 ­ Ter apia Familiar ­ As Pr áticas Pós­Moder nas Revisitadas 
Marilene Grandesso 

Sala Michelangelo
18 ­ Cur so Intr odutór io de Ter apia Familiar  Sistêmica Br eve 
Angela Elisete Caropreso Herrera 

Sala Ticiano 
19 ­ Família: Um Caminho par a Aprendizagens 
Amarilis Jaqueline Henriques Rabelo 

Sala Picasso 
20 ­ Ter apia Cognitivo­Compor tamental de Casais 
Adriana Selene Zanonato 
Luiz Carlos Prado 

Sala Monet 
21 ­ Ter apia com Casais Infér teis 
Helena Prado Lopes 

Sala Malfatti 
22 ­ A Pr ática Terapêutica com Casais Homossexuais 
Reges Chagas Gomes 

Sala Fontana  
23 ­ Cur so de Ter apia Familiar  Gestáltico­Sistêmico: O Exper imento Ter apêutico 
Sandra Salomão Carvalho, Ana Cristina Felisberto da Silveira 

TEMAS LIVRES ­ 13h às 14h15m 

CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  
Teatro Lupicínio Rodrigues 

TEMAS LIVRES ­ Grupo 1 
Coordenação: Virgínia Graciela Wassermann 

TL 01 ­ A Histór ia de Todos Nós 


Patrícia Barbosa Sucolotti 

TL 02 ­ Micr o Agressões Ver bais e Não Ver bais na Conjugalidade 


Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, Eurídice Bergamaschi  Vicente 

TL 03 ­ Ter apia Cognitiva­Compor tamental com Casais com Tr anstor no do Desejo Sexual 


Hipoativo: A Impor tância da Reestr utur ação Cognitiva nas Diferentes Fases do Ciclo de Vida 
da Família 
Aneron de Avila Canals 

TL 04 ­ Ter apia de Casal ­ Um Caso Clínico 


Maria Lúcia Pereira de Oliveira 
Auditório Casaccia
TEMAS LIVRES ­ Grupo 2 
Coor denação: Letícia Lovato Dellazzana 

TL 05 ­ Múltiplos Olhares, Muitos Caminhos: A Teor ia da Pr ática na Exper iência com Ex­ 


Alunos de Ter apia Familiar  
Lúcia Freire 

TL 06 ­ A Atuação do Pr ofissional Sistêmico Novo­Par adigmático em uma Empr esa Familiar : 


Relato de uma Exper iência 
Juliana Gontijo Aun, Maria Otaviana Mindêllo Muschioni, Soraya Corgosinho Soares do Amaral 

TL 07 ­ Abor dagem Sistêmica da Família em Cur so de Especialização Pr ogr ama Saúde da 


Família (PSF) 
Célia Maria Ferreira da Silva Teixeira 

TL 08 ­ Extensão Univer sitár ia: Atenção às Relações Familiares e Comunitár ias 


Sheila Regina de Camargo Martins 

Auditório E  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 3 
Coor denação: Fabiana Verza 

TL 09 ­ O " Nós"  Mascar ando a Necessidade de Cuidar do " EU"  


Maria Cristina Chaves Seter 

TL 10 ­ Histór ias de Amor : O Amor  Romântico e sua Influência 


Elenise Roldan Melgarejo Damasceno 

TL 11 ­ Pequeno Dicionár io Amor oso: O Casal em For mação na Atualidade 


Caroline Rubin Rossato Pereira 
TL 12 ­ Quando se Ama, a Quem se Ama Não se Sabe Nunca? A Respeito das Relações 
Amor osas 
Janathan Menegat 

Sala B 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 4 
Coor denação: Camila de Aquino Morais 

TL 13 ­ A Inter venção Familiar  no Contexto de HIV/AIDS: Cenário de Múltiplos Olhares 


Luciana Castoldi, Edi Maria Alnoch, Alessandra Zambeli Alberti, Fabiana Moura e Souza, 
Gustavo Zambenedetti, Simone Andréa Hein, Cíntia de Azevedo Tavares, Anelise Kirst da Silva 

TL 14 ­ A Terapia com Foco Positivo num Contexto de Doença Ter minal e seus Efeitos na 


Reestr utur a de uma Família 
Roberta Rodrigues Santos 

TL 15 ­ Lesão Medular e Inter venções Familiar es: Amenizando Situações de Crise 


Maria Cristina Chaves Seter, Maria Isabel  Wendling 

TL 16 ­ O Casal Fr ente à Ameaça de Per da de uma Cr iança com Câncer  


Bárbara Cristina Steffen Rech, Rita de Cássia Sobreira Lopes 

Sala C 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 5
Coor denação: Claudia Maria Alves Bello Sarturi 

TL 17 ­ Da Família Pensada à Família Vivida: Estigma, Infer tilidade e Tecnologias 


Conceptivas 
Kátia Maria Straube 

TL 18 ­ Repr odução Assistida e Relação Conjugal: O Casal na Transição par a a 


Par entalidade 
Isabela Machado da Silva, Rita de Cássia Sobreira Lopes 

TL 19 ­ Vivência da Gestação e Tr ansição para a Parentalidade e Casais Submetidos a 


Tr atamentos de Repr odução Assistida 
Lia Mara Netto Dornelles, Rita de Cássia Sobreira Lopes 

TL 20 ­ Repr odução Assistida e suas Repercussões? Uma Visão Psicanalítica 


Gisleine Verlang Lourenço, Eduardo Pandolfi Passos, José Roberto Goldim, Fernando Freitas, 
Vilmon de Freitas 

Sala D 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 6 
Coor denação:  Cristina Fiad Aragonez 

TL 21 ­ Alcoolismo Feminino: Tr ansmissão Tr ansger acional de Aspectos Familiares 


Ana Beatriz Pedriali Guimarães 

TL 22 ­ Compr eendendo a Dinâmica Familiar : Uso do Genogr ama pelo Enfer meir o 


Melissa M. Krause Duarte, Rosângela M. da Rosa Vieira, Margaret Ivanir Schneider 

TL 23 ­ O Genogr ama como Instr umento de Inter venção Psicossocial 


Lenice Mancini 

Sala F  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 7 
Coor denação: Débora Correa Menezes 

TL 24 ­ Abor dagem Individual: Abr indo Compar timentos na Ter apia de Família 


Denise Rolim, Rafaela Teló Klaus Dias, Sabrina Pereira Wilhelm 

TL 25 ­ Bela Ador mecida: Um Olhar  Integr ativo Sobr e o Desper tar ­ A Equipe e as Abor dagens 


Carla Duarte, Daniel Caminha, Fernanda Rizzo, Helena Sudbrack, Kayna Velloso, Liane Pinto, 
Mara Buchorn 

TL 26 ­ Por  um Ser  Integr ado 


Gabriela Eberhart Guimarães 

TL 27 ­ Uma Pr oposta de Psicoter apia Br eve na Abor dagem da Ter apia Nar rativa 


Margarete Nunes Persch, Marisol  Seidl 

Sala G 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 8 
Coor denação: Jeanne Pereira 

TL 28 ­ Pr ojeto J oão de Barr o: For talecendo o Lar  


Crisitiane Van der Straeten, Daniela Van der Straeten Pimentel, Juliana Lima Medeiros
TL 29 ­ Do Feto ao Afeto ­ Pr ojeto 1 
Marlene Ferrari, Fabiane Schiochet 

TL 30 ­ Vai..., Não Vai..., Uma Esper ança com Mor ador es de Rua! 


Homero Farias Eschiletti 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 
Auditório Locatelli 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 9 
Coor denação: Cristiane Ajnamei dos Santos Alfaya 

TL 31 ­ A Separ ação Conjugal na Contempor aneidade: Um a P ers pectiva Ec oló gico ­ 


Sistêmica 
Eliana Piccoli Zordan, Adriana Wagner 

TL 32 ­ O Uso de Novas Tecnologias num Pr ocesso de Separ ação ­ A Pós­Moder nidade e a 


Psicoter apia 
Eloisa Elena Correia Carneiro 

TL 33 ­ Pr ocesso de Separ ação: Dissociando Papéis de Pais de Ex­Cônjuges em Pr ol do 


Cuidado dos Filhos 
Rafaela Teló Klaus Dias 

TL 34 ­ Reflexões Sistêmicas acer ca do Divór cio Destr utivo no Tempo da J ustiça 


Marcia Regina Ribeiro dos Santos, Mariana Martins Juras, Liana Fortunato Costa 
Auditório Da Vinci 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 10 
Coor denação: Cristine Cesa Lahm 

TL 35 ­ A Copar entalidade e suas Relações com a Conjugalidade e a Parentalidade 


Márcia Rejane Semensato, Cleonice Alves Bosa 

TL 36 ­ A Reconstr ução da Imago Pater na em Situação de Afastamento da Família e a 


Impor tância do Fenômeno Reconstr utivo no Desenvolvimento Humano­Familiar  
Olga Araujo Perazzolo, Siloe Pereira, Gelça Regina Lusa Prestes, Luiz Antonio Rizzon 

TL 37 ­ Relacionamento Regular  entre Famílias e seus Benefícios par a a Educação de 


Filhos 
Juarez Gomes, Maria de Carvalho Gomes 

TL 38 ­ Transgeracionalidade de Escravo a Her deir o: Um Destino entre Ger ações 


Priscila Soares Pereira do Nascimento, Silvana Steff, Silvana Negro Barboza, 
Alessandra Cássia Ribeiro Chrisostomo 

Auditório Rembrandt 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 11 
Coor denação: Eduardo Marodin Lomando 

TL 39 ­ Obesidade na Família 
Sabrina Dotto Billo 

TL 40 ­ Transtor nos Alimentar es e Psicologia Familiar  Sistêmica 


Denise Steinbach Zadrozny, Christine Liz Moeller Gabel
Sala Fontana  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 12 
Coor denação: Ana Paula Merch 

TL 41 ­ A Fer tilização Tecnológica e a Sexualidade do Casal Infér til 


Helena Prado Lopes 

TL 42 ­ Intimidade, que Bicho é Esse? 
Lina Wainberg 

TL 43­ Ter apia Sistêmica e a Dor  da Infer tilidade do Casal 


Genilce Rodrigues Cunha 

TL 44 ­ Um Homem, uma Mulher : Um Casal? 


Mônica Hoene Mendes, Sandra Grassmann Polcino e Verônica H. M. Keleti  Lane 
Sala Di Cavalcanti 

TEMAS LIVRES ­ Grupo 13 
Coor denação: Alexandre José de Mello Neto 

TL 45 ­ A Co­Ter apia em Foco: Apr esentação de um Caso Clínico de Família 


Rosane Porto, Ivone Brittes 

TL 46 ­ Nas Amarr as da Co­Dependência 


Marilene Fernandes Martinez, Sonia Lígia Angélico, Maria Rita Seixas 

TL 47 ­ O Impacto da Dependência Química no Sistema Familiar : Filhos, Cuidador es e 


Usuár ios 
Roberta Payá, Neliana Buzi Figlie 

TL 48 ­ O Olhar do Ter apeuta no Redesenho das Configur ações Familiares 


Maria Ângela de Azevedo Antunes 

Sala Boticelli 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 14 
Coor denação: Mariana Gonçalves Boeckel 

TL 49 ­ Compar tilhando o Saber  na Psicoter apia 


Anelise Lansings Crovato Paredes, Rafaella Landell de Moura Porto 

TL 50 ­ O Sociodr ama Constr utivista na Educação Preventiva da Relação Familiar  


Dulcimara Carvalho Moraes 

TL 51 ­ Os Múltiplos Olhares dos Ter apeutas. 


Marlene Magnabosco Marra 

TL 52 ­ Sistema Cor po no Pr ocesso Ter apêutico Relacional Sistêmico 


Jaime Canfield 

Sala Michelangelo 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 15 
Coor denação: Lílian Milheira Tuerlinckx
TL 53 ­ Estr atégias dos Ter apeutas Fr ente a um Caso Cultur almente Distinto de seu Contexto 
Habitual 
Débora Finkler, Jaqueline Soccol, Bruna Seibel, Karen Lisboa de Souza, Ricardo Cunha, 
Laíssa Eschiletti Prati, Silvia Koller 

TL 54 ­ O Início da Terapia de Família no Rio Gr ande do Sul, do Ponto de Vista de Alguém 


que Esteve Lá 
Nira Lopes Acquaviva 

TL 55 ­ A Super visão na Per spectiva das Competências: O Desenvolvimento de Conhecimentos, 


Habilidades e Atitudes do Futur o Ter apeuta Familiar  
Adriane Vieira Ferrarini 

TL 56 ­ Rastreamento de Influências na For ma de Tr abalhar  dos Ter apeutas Familiar es 


Karen Lisboa de Souza, Débora Finkler, Bruna Seibel, Jaqueline Soccol, Ricardo Cunha, 
Laíssa Eschiletti Prati, Silvia Koller 

Sala Ticiano 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 16 
Coor denação: Irma Iserhardt Pohlmann 

TL 57 ­ Os Abandonos de Atendimento Psicológico por  Cr ianças 


Tatiane R. S. Cunha 

TL 58 ­ Atendimento de Crianças e Adolescentes na Abor dagem Sistêmica em Unidade 


Básica de Saúde 
Jocemara de Jesus 

TL 59 ­ Recriando e For talecendo Laços ­ Experiência de Tr abalho com Famílias de Crianças 


Abr igadas pela Comunidade Ser vos da Cr uz 
Lívia Mara Tavares Martins e Equipe 

TL 60 ­ Rede Social e Terapia Comunitár ia: Possibilidades de Novos Caminhos 


Rochele Pedroso de Moraes 
Sala Picasso 

TEMAS LIVRES ­ Grupo 17 
Coor denação: Daniela Costa Corezola 

TL 61 ­ Dinâmica Familiar : Possíveis Influências do Pr ocesso de Aprendizagem 


Sonia Saj Porcacchia, Flávia Teresa de Lima 

TL 62 ­ Família­Escola­Cr iança ­ Par ceria de Sucesso 


Annelise Rodrigues Horta 

TL 63 ­ Modelos Explicativos das Famílias par a as Dificuldades Escolar es de Seus Filhos 


Rita C.L.R. Rahm; Camilla C. Rodriguez, Mauro Muszkat, Mônica C. Mirand, Thais Barbosa 
TL 64 ­ O Bullying Escolar e as Demandas no Contexto Ter apêutico 
Carla Cramer 

Sala Monet 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 18 
Coor denação: Neide Aparecida Zucoli Corrêa de Oliveira 

TL 65 ­ Pr ojeto Athena ­ Lei Maria da Penha ­ Identificando e Vislumbr ando Ações Atr avés


da Psicologia J ur ídica na Prevenção e Pr oteção da Mulher  Vítima de Violência no Contexto 
Familiar Disfuncional 
Eliza Goggia Melleu 

TL 66 ­ Transmissão Inter ­Ger acional da Violência: Um Estudo de Caso de Incesto e as 


Inter venções do J udiciário 
Helga Yuri Silva Okano Andrade. 

TL 67 ­ Um Olhar Sistêmico par a a Violência Intrafamliar  


Joviane Marcondelli Dias Maia 

TL 68 ­ Violência Intr afamiliar  ­ Discussão de uma Pr ática 


Terezinha Kulka 
WORKSHOPS 
14h30min às 16h 

CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  
Teatro Lupicínio Rodrigues 
1 ­ O Desejo, a Paixão e o Amor Podem Sobreviver no Casamento? 
Luiz Carlos Prado 
Auditório Casaccia  
2 ­ O Recurso da História no Contexto Terapêutico: Técnicas Nar rativas 
Gilda D´Orsi Archer, Vera Lúcia de Seixas Bello 
Auditório E  
3 ­ Buscando Nosso Pai: Solidão e Complexidade 
Adela Garcia, Vincenzo Di Nicola, Olga Garcia Falceto 
Sala B 
4 ­ A Árvore da Vida: Uma Prática Nar rativa 
Ruth Berenice Lass, Carla Cramer 
Sala C 
5 ­ Brincando com o Imaginário, Contando Histórias e Com partilhando 
Experiências 
Dilson Cesar Marum Gusmão 
Sala D 
6 ­ Diálogos Trans (transgr essores/transfor madores): Esse Você Deve 
Consumir! 
Sonia Maria de Oliveira, Maria José Lima 
Sala F  
7 ­ A Dança Estética 
Telma Pereira Lenzi 
Sala G 
8 ­ Co­dependência Afetiva: A Ar te de Dar  Duas Voltas no Mesmo Infer no 
Sebastião Alves de Souza 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 
Auditório Locatelli 
9 ­ A Função do Terapeuta Frente à Criança Adotiva ­ O Processo 
Terapêutico Individual e o Processo Terapêutico Familiar: Passo a Passo 
Cynthia Ladvocat
Auditório Da Vinci 
10 ­ Trabalhando Perdas na Família do Terapeuta 
Daniela Reis e Silva, Silvia Gomes de Mattos Fontes 

Auditório Rembrandt 
11 ­ Dinheiro e Família 
Andreza Maria Neves Manfredini, Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, 
Cleide Maria Bartholi Guimarães 

Sala Di Cavalcanti 
12 ­ Criando Contextos Propícios para Maior Sintonia nos Sistemas 
Humanos nas Organizações 
Isaura Trevisan Moreira, Elizabete Alves Mergulhão, Paulo Edmundo Prado Moreira, 
Sônia Maria de Oliveira 

Sala Boticelli 
13 ­ Genograma: Terapia Breve de Extensão Infinita 
Êda Brasiliense 

Sala Michelangelo 
14 ­ O Uso de Histórias como Recur so para a Intervenção Psicológica em 
Diferentes Contextos 
Vera Regina Miranda, Maria de Fátima Minetto, Ana Cláudia Wanderbroocke 

Sala Ticiano 
15 ­ A Violência Conjugal e a Prática da Escultura: Um Momento do 
Processo Terapêutico Centrado na Ação 
Marcel Nunes de Carvalho, Sueli de Castro Amorim 

Sala Picasso 
16 ­ Minhas Famílias: Caminhos para a Constr ução da Autonomia 
Jocemara de Jesus, Ednara Neves Flores 

Sala Monet 
17 ­ Em Nome do Pai, do Filho e de Toda a Família 
Florinda Esther Mizrahi Albu, Lilian Rodrigues Tostes 

Sala Visconti 
18 ­ Arte, Terapia e Família, Inter seções da Arteterapia e a Terapia Familiar 
Simone Castiel, Angélica Shigihara 

Sala Malfatti 
19 ­ Doença Cr ônica: Dilemas e Recur sos Cultur ais no Encontr o Entr e Famílias 
Fátima Iara Abad Sanchez 

MESAS REDONDAS 
16h30min às 18h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT
Teatro Lupicínio Rodrigues 
Mesa Redonda 1 ­ Relações Conjugais na Contemporaneidade 
Coor denação: Maria Aparecida Kruse Dib 

Casais Contempor âneos e Sexualidade 
Maria Cecília Veluk Dias Baptista 

O Poder  nas Relações Conjugais 


Helena Centeno Hintz 

Ter apia Familiar com Foco nas Relações de Gêner o 
Júlia Bucher 

Auditório Casaccia  
Mesa Redonda 2 ­ Os Desafios da Adoção 
Coor denação: Denise Rolim 

A Aventur a do Casal: Da Infer tilidade à Adoção 


Tania O. Luchi 

Em Busca de um Pai ­ Dificuldades de uma Menina Fr ente ao Tabu da Adoção 
Cynthia Ladvocat 

Relação entre a Família Biológica e a Adotiva 
Solange Diuana 

Auditório E  
Mesa Redonda 3 ­ Famílias em Diferentes Contextos 
Coor denação: Maria Eneida Fabian Holzmann 

Co­constr uindo um Contexto Colabor ativo em um Sistema Muito Mais Amplo que a Família 


par a a Pr omoção Social da Família: uma Exper iência no Pr ogr ama Bairr o Escola de Nova 
Iguaçu 
Juliana Gontijo 

Ter apia de Famílias em Diferentes Enquadr es (" Settings" ) 


Luiz Carlos Osório 

Ter apia Familiar em Casas Lar es 


Leila Suslik 

Sala C 
Mesa Redonda 4 ­ Abordagens em Violência Doméstica 
Coor denação: Marcia Câmara 

Pr ogr ama de Ação do GEV 
Maria Rita D´Angelo Seixas 

Mediação Tr ansfor mativa e J ustiça Restaur ativa 


Ellen Navega Dias
Reflexões Acerca de uma Pesquisa sobr e a Violência Doméstica e sua Influência sobr e a 
Saúde da Mulher  
Cida O´Sullivan 

Sala D 
Mesa Redonda 5 ­ Contribuições da Terapia Familiar na Clínica Médica 
Coor denação: Aneron de Ávila Canals 

O Paciente Cir úr gico e sua Família 
Cristina Maria Vieira Sá Copetti 

Possibilidade e Limitações da Pr ática Clínica: Compor tamento Compulsivo Alimentar  e 


Financeir o na Abor dagem Sistêmica 
Márcia Rubia Rodrigues (apresentadora), Andrele Lopes dos Santos, Caren Schultes Borges, 
Nanete Comiran Brescianine, Marcelo Borges Leite, Suzana Dias Freire 

Ter apia Cognitivo Compor tamental em Gr upo num Tr atamento do Sobr epeso e Obesidade 


Valquiria Perin Eilert e Jaqueline Andréa Malheiros da Silveira 

Sala F  
Mesa Redonda 6 ­ Diversidades de Papéis nas Novas Configurações Familiares 
Coor denação: Sonia Lígia Angélico 

O Olhar  do Ter apeuta no Redesenho das Configur ações Familiar es 


Maria Ângela de Azevedo Antunes 

Por  que Guar da Compar tilhada? 


Lúcia Maria Ferrara de C. Barbosa 

Tr ajetór ia de uma Esper ança: Adoção, Novos Rumos e Novos Ho rizon tes 


Maria Inês Santos Rosa, Rosemary dos Santos Fernandes da Silva. 

Sala G 
Mesa Redonda 7 ­ Os Desafios do For mador  
Coor denação: Miriam Felzenswalb 

Er a uma Vez uma For mador a de Ter apeutas... 


Solange Maria Rosset 

For mador : O Ponto de Mutação Semeador  da Pr ática Clínica Sistêmica 


Êda Maria Santos Brasiliense 

Uma Colcha de Retalhos: Em Busca do Lugar  de For mador a 


Marcia Zalcman Setton 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 
Auditório Locatelli
Mesa Redonda 8 ­ Educação, Adolescência e I ntern et 
Coor denação: Carlos Tadeu Grzybowski 

Adolescência / Inter net e Não Se Pr eocupem que o Mundo Não Vai Se Acabar  


Sergio Garbati Gorenstin 

Adolescente Brigando por  Estabele (ser ) 
Reges Chagas Gomes 

Pesquisa Qualitativa com Famílias: A Constr ução de uma Metodologia de Acesso aos Valor es 


Par entais e Pr áticas de Educar  Filhos 
João Laurentino dos Santos 

Auditório Da Vinci 
Mesa Redonda 9 ­ Grupoterapia Multifamiliar Breve ­ Uma Nova Modalidade 
Terapêutica 
Coor denação: Verônica A. M. Cezar­Ferreira 

Gr upoter apia Multifamiliar Br eve 


Elisa Motta 

Gr upoter apia Multifamiliar Br eve 


Evelyn Rogozinski 

Gr upoter apia Multifamiliar Br eve 


Mônica Lobo 

Auditório Rembrandt 
Mesa redonda 10 ­ Paixão e Amor e suas Crises na Contemporaneidade 
Coor denação: Denise Machado Duran Gutierrez 

Cr ises Conjugais ­ Riscos e Opor tunidades 
Marfiza T. Ramalho Reis 

Infidelidade Conjugal sob uma Per spectiva Masculina 
Bruno Ribeiro Frattezi Gonçalves 

Rituais de Encer r amento em Ter apia de Casal e Família 


Teresa Cristina do Valle Chagas Diniz 

Sala Di Cavalcanti 
Mesa Redonda 11 ­ Interfaces da Terapia Familiar e a Pesquisa 
Coor denação: Andréa Philbert Alves 

Avaliação da Qualidade da Relação Conjugal ­ Validação da " Revised Dyadic Adjustment 
Scale (Rdas)"   em uma População Brasileir a 
Luciane Mendonça Ferreira, Cody S. Hollist, Carmen Luisa Fernandes, Nalu Nunes, 
Olga Garcia Falceto 

Família e Tr ansexualidade CBTF: Geogr afia Complexa, Caleidoscópio de P ossibilidades 


Esalba Silveira
Tr einamento de Supor te Par ental: uma Exper iência de Pr omoção do Desenvolvimento par a 
Além da Clínica 
Edla Grisard Caldeira de Andrada 
Sala Boticelli 

Mesa Redonda 12 ­ Abordagens e Recur sos na Terapia Familiar  


Coor denação: Ana Cristina Fróes Garcia 

Contr ibuições da Psicoter apia Br eve Pais­bebê par a a Conjugalidade no Contexto de 


Depr essão Pós­par to 
Giana Bitencourt Frizzo, Luiz Carlos Prado, Juan Luiz Linares, Cesar Augusto Piccinini 

Da Rede Infor mática à Rede Familiar : Uma Ter apia Cr uzando Fr onteir as 


Maria Genoveva Armelin 

Ter apia Familiar Sistêmica e Anor exia Ner vosa: Reflexões de um Caso Bem­sucedido 


Daniela Bertoncello de Oliveira, Josete Cesarina Túlio, Poliane Nudelmann 

Sala Michelangelo 
Mesa Redonda 13 ­ Contribuições da Terapia Familiar na Saúde Mental 
Coor denação: Cláudia Dubard Fróes Lima 

A Ter apia de Família e a Psicose 
Marcos Naime Pontes 

Modelos de Tr atamento Psicossocial em Tr anstor no Bipolar de Início na Infância e Adolescência 


Adriana Fork Perez,Gabriel F. Pheul, Carla R. Ketzer, Cristian P. Zeni, Fernanda V. Krieger, 
Lanuzia A. Brum, Roberta Coelho, Silzá Tramontina, Luis Augusto P. Rhode 

Vir ar  a Página: J ogos de Linguagem e Redescr ições de uma Família com Diagnóstico 


Maria Helena Bernardi Mazzoleni, Sandra Maria Barbosa de Queiroz 

Sala Ticiano 
Mesa Redonda 14 ­ Uma Visão Psicanalítica da Família 
Coor denação: Ana Maria Cremasco Salvador 

Do Inconsciente da Criança ao Desper tar  do Casal 


Angela Isabel Prado Scuoppo 

O Enr edamento do Ter apeuta no Tr atamento de Casais e Famílias 


Zeila Sliozbergas 

Psicanálise e Psicoter apia de Família: Difer enças e Apr oximações 


Marcia Camara 

Sala Picasso 
Mesa Redonda 15 ­ Múltiplos Olhares sobre o Trabalho com o Autor da 
Violência Intrafamiliar  
Coor denação: Adriana Valeria Sávio
A Inclusão do Autor  de Violência no Atendimento de Famílias 
Rosane Berlinski Brito e Cunha, Sandra Araújo dos Santos, Mônica Alegre, M. Celina Matta, 
M. Clara Stockler, Dora Borges, M. Regina Ferreira e M. Lucia Almeida Roza 

Algumas Reflexões Éticas sobr e Atendimento a Famílias em Situação de Violência 
Vera Souza Mendes, Heloisa Puggina, Heloisa Rodrigues da Costa, Ludmila Azambuja, 
Marisa Costa Couto, Eliane Messina, Cíntia Brasil Simões Pires 

Apr endizados com Gr upos Reflexivos de Gêner o com Homens em Situação de Violência 


Intr afamiliar  
José Guilherme Couto de Oliveira, André Rego, Carlos E. Zuma, Jorge Bergallo, Rafael  Jucá 

Sala Monet 
Mesa Redonda 16 ­ Terapia de Família em Contextos de Vulnerabilidade Social 
Coor denação: Ana Carolina Morici 

É Possível Terapia Familiar  no Sistema Único de Saúde (SUS)? 
Mônica Cardoso Naves Ulhoa 
Famílias, Contextos e Inter venção: Buscando Fer r amentas Teór ico­Metodológicas para 
Além da Ter apia Familiar  
Carmem L. O. O. Moré, Jadete R.  Gonçalves, Fernanda da Luz Pedro, 
Viviane H. Nieweglowski, Amanda C. da Motta, Amanda Kliemann, Mônica Barreto 

Ter apia Familiar com Famílias de Baixa Renda: Tr abalhando com a Noção de Competência 


Claúdia Deitos Giongo 

Sala Visconti 
Mesa Redonda 17 ­ TEPT ­ Entendendo e Enfrentando os Traumas nas 
Famílias 
Coordenação: Rosane Carneiro Porto 

O Estr esse Pós­Tr aumático em Mulher es Vítimas de Estupr o 


Maria Amélia Jaeger 

O Pr ocesso de Luto em Situações de Mor tes Violentas 


Adriana Zilberman 

Tr anstor no de Estresse Pós­Tr aumático: Reper cussões no Sistema Família 


Silvia C. Halpern 

Sala Malfatti 
Mesa Redonda 18 ­ Parentalidade em Diferentes Contextos: a Clínica, 
a J ustiça e o Social 
Coordenação: João Alves da Silva Neto 

Delimitando Fr onteiras: Conjugalidade e Parentalidade na Clínica com Famílias 
Andrea Seixas Magalhães, Terezinha Féres­Carneiro 

Família em Situação de Litígio: Conjugalidade e Parentalidade 
Ana Lúcia Marinônio de Paula Antunes, Andréa Seixas Magalhães
A Par entalidade na Transição par a a Vida Adulta 
Edna Lúcia Tinoco Ponciano, Terezinha Féres­Carneiro 

SUB­PLENÁRIAS 
DIFERENTES FAMÍLIAS ­ 18h15min às 19h45min 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
Tema 1 ­ Teatro sobre a Terceira Idade 
Coordenação: Ieda Z. Dorfman 
Comentam: Eliete Belford de Mattos, Nira Lopes Acquaviva 

Auditório E  
Tema 2 ­ A família em foco nos Projetos Sociais ­ I 
Coordenação: Adriana Zanonato 

Tecendo Redes 
Denise Zugmann 

A Infância Como Eixo Integr ador  de Políticas Públicas 


Leila Almeida 

CENTRO DE EVENTOS FAURGS 
Auditórios Locatelli e Da Vinci 
Tema 3 ­ Teatro " Nós"  ­ Relações entre mãe e filha 
Coordenação: Suely Teitelbaum 
Comentam: Silvia Fontes, Marília Lohmann Couri 

Auditório Van Gogh  
Tema 4 ­ A família em foco nos Projetos Sociais ­ II 
Coordernação: Rosane Brusius de Moraes 

Multiplicador es Reflexivos: pr áticas sistêmicas ger ador as de autonomia 


Helena Maffei Cruz 

Tr abalhando com Famílias e o Contexto da Situação de Rua: Possibilidades de Inter venção 
Lirene Finkler, Júlia Obst 

SEXTA­F EIRA, 22 de agosto de 2008  
SUB­PLENÁRIAS 
CONTEXTOS DIVERSOS ­ 8h30min às 10h
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
Tema 5 ­ Famílias em situação de violência psicológica, física e sexual 
Coor denação: Olga Falceto 
Eduardo Villar, Marli Kath Sattler, Ângela Baiocchi 

Auditório E  
Tema 6 ­ Famílias com perdas: morte de pais, de filho e suicídio na família 
Coor denação: Adriana Zilberman 
Ada Pellegrini Lemos, Daniela Reis 

CENTRO DE EVENTOS FAURGS 

Auditórios Locatelli e Da Vinci 
Tema 7 ­ Famílias em situações de dependências: substâncias, jogos e 
internet 
Coor denação: Silvia C. Halpern 
Miriam Schenker, Aneron Canals, Daniel  Spritzer 

Auditório Van Gogh  
Tema 8 ­ Múltiplas abordagens em Terapia Familiar ­ Cenas de um filme 
Coor denação: Helena Centeno Hintz 
Enfoque Narrativo ­ Leila Sigal Suslik 
Enfoque Psicodinâmico: Jung ­ Vanda Di Yorio Benedito 
Enfoque Psicodramático ­ Maria Rita D´Angelo Seixas 
Pensamento Sistêmico­vivencial ­ Moises Groisman 

MESAS REDONDAS 
10h30min às 12h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  
Teatro Lupicínio Rodrigues 
Mesa Redonda 19 ­ Amor ­ Uma Questão de Saúde Pública? 
Coor denação: Bruno Ribeiro Frattezi Gonçalves 

O Amor  ­ Uma Questão de Saúde Pública 
Gilda Castanho Franco Montoro 

Amor  e Alter idade


Maria Luiza Dias Garcia 

Amor  ­ Reser va, Amor  Paixão e Amor  Romântico nas Relações Conjugais 


Maria Luiza Puglisi Munhoz 

Auditório Casaccia  
Mesa Redonda 20 ­ Separação Conjugal e Inter ação Profissional: 
A visão sistêmica aplicada em difer entes contextos 
Coor denação: Katia França 

Família e J ustiça: Possibilidades e Limites 
Solange Diuana 

Per ícia e Mediação ­ O Trabalho do Terapeuta na J ustiça 


Eva Bruckner 

Duas Casas e uma Mochila ­ As Cr ianças após Divór cio 


Sônia Mendes 
Auditório E  
Mesa Redonda 21 ­ O Exercício da Sexualidade e da Conjugalidade nos 
Dias de Hoje 
Coor denação: Virginia Lucia de Moreira Barbosa 

As Par cer ias Sexuais da Pós­Moder nidade 


Maria Cristina Milanez Werner 

A Mor te do Desejo da Mulher  após a Menopausa: Destino ou Escolha? 


Miriam Felzenswalb 

Sexo e Casamento Depois dos 60 anos: Revendo Conceitos 
Teresinha Mello da Silveira 

Sala B 
Mesa Redonda 22 ­ Terapia de Família e Religião: Uma Interface Possível? 
Coor denação: Adriana Aguilar Mendes 

Diálogos: Psicologia e Religião? A Psicoterapia como Destaque 
Adriana Valeria Sávio 

Exper iência Religiosa na Infância e Adolescência: Que Fenômeno é Esse? 
Fátima Fontes 

Religiosidade como Fonte de Resiliência em Psicoter apia 
Denise Mendes Gomes 

Sala C 
Mesa Redonda 23 ­ Famílias com Indivíduos com Distúrbios Globais no 
Desenvolvimento 
Coor denação: Maria Helena Bernardi Mazzoleni 

Famílias com X Frágil ­ P ro blem as  Emocionais no Contexto das Alterações Genéticas e


Her editárias Advindas do Ramo Mater no 
Gláucia Rezende Tavares 

Histór ias e Narr ativas dos Sistemas Família­escola: Possibilidade de Reconhecimento das 


Pessoas Por tador as de Necessidades Especiais 
Cláudia Dubard Fróes Lima 

Per cepções do Sistema Familiar de Crianças com Tr anstor no Invasivo do Desenvolvimento 


Fátima Iara Abad Sanchez 

Sala D 
Mesa Redonda 24 ­ Metáforas e Mitos no Entendimento das Famílias 
Coor denação: Ana Carolina Vidal Brasil 
A Impor tância das Figur as Míticas Familiares 
Marilene Krom 

" A Pequena Miss Sunshine"  ­ Poder, Excentricidade e Transgr essão na Família 


Suely Engelhard (apresentadora), Ana Cristina Bechara Barros Fróes Garcia, 
Ana Maria Oliveira Zagne, Norma Emiliano, Vera Aparecida Pavan Ris 
Como o Feitiço de Áquila: A Ter apia Conjugal de um Amor  que Condena à Separ ação 
Liz Verônica Vercillo Luisi 

Sala F  
Mesa Redonda 25 ­ Terapia Familiar em Contextos Institucionais 
Coor denação: Neide Aparecida Zucoli Corrêa de Oliveira 

A Percepção dos Agentes Comunitár ios de Saúde Acer ca da Loucur a: Avaliação do Impacto 


do Pr ocesso de Capacitação em Saúde Mental no Município de Embu / SP 
Denise Mendes Gomes, Alberta Goes 

Sustentabilidade no Tr abalho com Família em Contexto de Pobr eza atr avés da Ar ticulação 


de Diferentes Dimensões, Saberes e Pr áticas do Contexto Familiar e Comunitár io 
Adriane Ferrarini 

Um Olhar Sistêmico par a Cuidador as de Meninas Abr igadas 


Maria Aparecida Kruse Dib 

Sala G 
Mesa Redonda 26 ­ Intersecções Entre o Sistema Familiar e Escolar  
Coor denação: Ercilia Maria de Araujo Gonçalves 

Adolescência e Pr ojeto de Vida ­ Uma Exper iência Sistêmica na Escola 


Maria Olívia Schwalb Seleme 

Apr endendo com Cr ianças com Dificuldades par a Aprender  


Helena Maffei Cruz 

Limites na Escola e na Família 
Marli da Costa Ramos Scatralhe, Maria Luiza Puglisi  Munhoz 

Sala H
Mesa Redonda 27 ­ Desdobramentos da Terapia Familiar  
Coor denação: Ana Maria Fonseca Zampieri 

A Clínica Social Tor nou­se uma ONG 
Telma Pereira Lenzi 

A Relação de Casal e Sua Saúde 
Olga Garcia Falceto, Carmen Luisa Fernandes, Cody Hollist 

PAP/Viana ­ Pr ojeto de Atendimento Psicoter apêutico­jur ídico­familiar  a Famílias em 


Pr ocesso de Divór cio 
Ana Maria Cremasco Salvador 

CENTRO DE EVENTOS FAURGS 
Auditório Locatelli 
Mesa Redonda 28 ­ Questões Complexas nos Relacionamentos Conjugais 
Coor denação: Daniela Bertoncello de Oliveira 

Aliança Conjugal e Aliança Ter apêutica 
Iara L. Camaratta Anton 

Homens São de Mar te, Mulheres São de Vênus ­ Ser á Mesmo? Gêner o e Linguagem numa 


Situação Ter apêutica: uma Análise Sistêmica. 
Carlos Tadeu Grzybowski, Gertrud F. Frahm 

Radiogr afia das Relações Extr aconjugais 


Luiz Carlos Prado 

Auditório Da Vinci 
Mesa Redonda 29 ­ Infertilidade e as Novas For mas de Reprodução Humana 
Coor denação: Luciana Castelan Bastian 

A Repr odução Assistida e Seu Impacto na Família 


Elizabeth Polity 

O Impacto da Infer tilidade na Relação Conjugal 
Marli Kath Sattler 

Uma Nova Família: Repr odução Humana Assistida e Suas Reper cussões 


Helena Prado Lopes 
Auditório Rembrandt 

Mesa Redonda 30 ­ Complexidades da Par entalidade 


Coor denação: Katia Bastos Fonceca
Cr ianças Parentalizadas, Cr ianças ­ Co­r esponsáveis? Desconstr uindo Dogmas e 
Relativizando Conceitos 
Laurice Levy 

Eles São Pais como os Outr os? Eles São Filhos como os Outr os? Conver sando sobr e a 


Homopar entalidade 
Maria Ivone Marchi Costa 

Par entalidade Contempor ânea e Ter apia de Família 


Berenice Fialho Moreira 

Sala Visconti 
Mesa Redonda 31 ­ Complexidades da Sexualidade Feminina 
Coor denação: Helene Rose Wainberg 

Pr essupostos Teór icos par a uma Pesquisa sobr e a Tr ansmissão Inter ger acional dos 


Significados Atr ibuídos pelas Mulher es à Sexualidade Feminina 
Marcia Zalcman Setton, Rosa Maria Stefanini  Macedo 
Quando o Feminismo se Tor na uma Ar madilha 
Sandra Regina Pessoa de Meneses 

Reféns da Tr ansger acionalidade: O Gêner o Apr isionado 


Andréa Philbert Alves (Apresentadora); Ana Lucia Mignot Schuster, Clarissa Correa Menezes, 
Débora Correa Menezes, Graziele Bronzatti, Lilia Hornos, Rosane Penna Rodrigues, 
Thais Gonzatti. 

Sala Di Cavalcanti 
Mesa Redonda 32 ­ Questões de Gênero nas Relações Conjugais 
Coor denação: Norma Emiliano 

As Inter faces dos Papéis de Gêner o e as Relações Conjugais Contempor âneas 


Caren Schultes Borges (apresentadora), João Alves da Silva Neto, Marlene Neves Strey 

Contr ato Sigiloso: A Dificuldade na Aceitação de Her anças Tr adicionais 


Juliana Puppin, Marta Monteiro 

O Reconhecimento da Diver sidade: Possibilidades que Resultam em Diver sas For mas de 


Constr ução da Relação Conjugal 
João Alves da Silva Neto 

Sala Boticelli 
Mesa Redonda 33 ­ Quando o Cuidado Se Faz Necessário na Família 
Coor denação: José Roberto Muniz 
Alzheimer ­ Rede Social e Tr ansdisciplinaridade: Recur sos e Percur sos Possíveis no Apoio 
ao Cuidador  
Rosa Maria Pereira da Silva Vicente 

Síndr ome de Down: Caminhos da Vida 
Sonia Casarin
Tr amas e Dr amas da Vida: A Re­escritur a de Histór ias como Contexto par a Relações Familiar es 
Pr efer idas 
Marilene Aparecida Grandesso dos Santos 

Sala Michelangelo 
Mesa Redonda 34 ­ Procedimentos Terapêuticos: Vicissitudes do 
Atendimento às Famílias 
Coor denação: Marcos Naime Pontes 

Adolescência X Câncer : Questões de um Caso Clínico 
Itala Sandra Del Sarto, Suellen Saraiva, Edna Ponciano 

Montando Quebr a­Cabeças: Uma Discussão quanto ao Pr ocesso de Avaliação e Tomada de 


Decisões Terapêuticas 
Edna Lúcia Tinoco Ponciano 

Separ ação, Recasamento e Disputa J udicial: Reconstr uindo o Vínculo entre Mãe e Filha 


Suellen Adrienne Saraiva de Oliveira 

Sala Ticiano 
Mesa redonda 35 ­ Redes como Construção Social 
Coor denação: Kity Kunrath Tabach de Oliveira 

A Pr ática Gr upal como Constr ução Social 


Nair de Oliveira Mendes, Sandra Rosemberg 

A Violência Pós­divór cio na Pr odução do Pseudo Abuso: Um Caso de Alienação Parental e 


o Envolvimento da Rede Multipr ofissional 
Ângela Baiocchi 

Desenvolvimento, For talecimento e Pr omoção de Gr upos Multifamiliares com Cr ianças de 


10 a 12 anos em Situação de Risco: J ogar é Pr eciso 
Maria Eneida Fabian Holzmann 

Sala Picasso 
Mesa Redonda 36 ­ O Difícil Enfrentamento da Realidade 
Coor denação: Angela Isabel Prado Scuoppo 

A Ter apia Sistêmica no Pr ocesso de Recuper ação da Família por  Mor te Violenta 


Maria Aparecida Lacerda Ferreira 

E a Vida Continua... Tr abalhando com Famílias após o Suicídio 
Daniela Reis e Silva 

Ter apia Familiar na Delegacia da Mulher : Uma Experiência no Amazonas 


Denise Machado Duran Gutierrez 

TEMAS LIVRES 
13h às 14h15min 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT
Teatro Lupicínio Rodrigues 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 19 
Coor denação: Juliana Rausch Potter 

TL 69 ­ Análise Ecológica da Violência Contr a Idosos 


Ana Claudia N.S. Wanderbroocke 

TL 70. Relato de uma Exper iência de Atendimento a Pessoas da Ter ceira Idade em uma 


Instituição Pública 
Diná Corrêa Rosa Amaral, Rosa Maria Pereira da Silva Vicente 

TL 71. O Impacto do Empobr ecimento na Velhice 
Ednéia Salviano 

TL 72. Velhas Família, Novos Tem pos 
Norma Emiliano, Vera Risi 

Auditório Casaccia  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 20 
Coor denação: Rosane Brusius de Morais 

TL 73. A Mor te Pr ematur a no Ciclo Vital e o Impacto na Família 


Márcia Lucrécia Lisboa 

TL 74. Gr upo de Apoio Psicológico a Enlutadas: Uma Inter venção a Familiar es que Sofr er am 


uma Per da 
Márcia Lucrécia Lisboa, Vânia Jann Luna 

TL 75. Gr upo de Pais e Filhos Enlutados 
Ana Lucia de Moraes Horta, Celina Daspett 

TL 76. Vivendo o Luto na Família com um Membr o Suicida 
Célia Maria Ferreira da Silva Teixeira 

Auditório E  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 21 
Coor denação: Christine Liz Moeller Gabel 

TL 77. Adolescência e Tr ansgr essão: um Olhar Sistêmico do Contexto Familiar  


Ana Cristina Garcia Duarte Vasconcellos 

TL 78. J uventude em Conflito com a Lei: uma Pr oposta em Desafio 


Eunice Corrêa Araújo, Fátima Maria Teixeira de Sousa. Eliane Figueiredo S. Jardim Corrêa 

TL 79. O Ciclo de Vida de Famílias de Baixa Renda a partir de Canções de Chico Buar que 
Martha Farias Collares 

TL 80. Medida Socioeducativa ­ Estudo de Caso 
Terezinha Kulka
Sala B 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 22 
Coor denação: Luciane Mendonça Ferreira 

TL 81. O Uso dos Mitos como Recur so Ter apêutico: Metáfor as Relacionais 


Tatiana Melo Ribeiro Bigoto 

TL 82. A Linguagem dos Gestos Ensinando a Ser Ter apeuta 
Cecília Irene Osowski 

TL 83. Aspectos que Dificultam e que Facilitam a Pr ática de For mador es de Ter apeutas de 


Família 
Jaqueline Soccol, Débora Finkler, Bruna Seibel, Karen Lisboa de Souza, Ricardo Cunha, 
Laíssa Eschiletti Prati, Silvia Koller 

TL 84. Self do(a ) Ter apeuta e Histór ia das Famílias: Suas Ressonâncias 


Bruna Seibel, Débora Finkler, Jaqueline Soccol, Karen Lisboa de Souza, Ricardo Cunha, 
Laíssa Eschiletti Prati e Silvia Koller 

Sala C 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 23 
Coor denação: Lirene Finkler 

TL 85. A For mação da Identidade das Famílias Brasileiras R esultante  da Mistur a de Difer entes 


Raças e Cultur as 
Neide Aparecida Zucoli Corrrêa de Oliveira 

TL 86. O Estranho Estr angeir o 
Lúcia Freire 

TL 87. Estr atégias Frente a uma Situação de Impasse na Sessão Ter apêutica 


Ricardo da Cunha, Débora Finkler, Bruna Seibel, Jaqueline Soccol, Karen Lisboa de Souza, 
Laíssa Eschiletti Prati, Silvia Koller 

TL 88. Reflexões sobr e Peculiar idades no Cuidado das Famílias Afr o­descendentes 


Danyella da Silva Barreto, Alexandre José de Melo Neto 

Sala D 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 24 
Coor denação: Kersti Lohmann Bortolini 

TL 89. Pr ojeto Pr é­Adoção: Tr ansfor mando o Tempo de Esper a em Tempo de Pr epar ação 


par a a Adoção Legal 
Flávio Lôbo Guimarães, Ivânia Ghesti, Roberto Menezes de Oliveira, Soraya Pereira, 
Maria Eveline Cascardo Ramos, Maria de Penha Silva 

TL 90. A Mediação de Conflitos na Escola e na Comunidade: Uma Estr atégia de Inter venção 


Sistêmica em Educação par a Valor es 
João Laurentino dos Santos 

TL 91. Campo Social e Campo Familiar : Reflexões Psicossociais e J ur ídicas 


Marcia Regina Ribeiro dos Santos, Liana Fortunato Costa
TL 92. O Pr ocesso de Mediação Ampliando par a outr as Relações Familiar es e Novas 
Convivências 
Eliara Pontes Ramos, Maria Cristina Trevisan Paciléo 

Sala F  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 25 
Coor denação: Jussara das Graças Marenco 

TL 93. Pr ogr ama de Tr anstor no Bipolar da Infância e Adolescência 


Adriana Fork Perez, Carla R.  Ketzer, Cristian Patrick Zeni, Fernanda V. Krieger, 
Gabriel F. Pheula, Lanuzia A. Brum, Roberta Coelho, Silzá Tramontina, Luis Augusto P. Rhode 

TL 94. Do Feto ao Afeto ­ Pr ojeto 2 


Marlene Ferrari, Fabiane Schiochet 

TL 95. A Atuação do P sicólogo no Serviço P ú blico ­ Uma Dança  Sistêmica 


Rosa Maria Pereira da Silva Vicente 

TL 96. Pr ogr ama de Qualidade de Vida: Uma Pr oposta de Inter venção a Família 


Carolina de Alvarenga Sales, Gilberto Aparecido Baccan Junior, Flávia Bulgareli Vicentini, 
Blenda Oliveira 

Sala G 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 26 
Coor denação: Caroline Rubin Rossato Pereira 

TL 97. Família no Contexto de Or ientação Pr ofissional 


Zelimar do Carmo Battistoni, Maria Luiza Puglisi Munhoz 

TL 98. Genopr ofissiogr ama: A Família na Orientação Vocacional 


Sandra Araújo dos Santos, Rosane Berlinski Brito e Cunha 

TL 99. Re­or ientação pr ofissional em abor dagem sistêmica: Uma demanda invisível à 


Pr ática Clínica? 
Caren Schultes Borges, Haudeé de Moraes, Raquel  Rodrigues 

Sala H  
TEMAS LIVRES ­ Grupo 27 
Coor denação: Giana Bitencourt Frizzo 

TL 100. A Inter ação Familiar  com Cr ianças Por tador as de Der matite Atópica: Quando a Pele 


Denuncia o Sofr imento 
Luciana Castoldi, Maria da Graça Alves Labrea, Ligia Carangache Kijne, Vera Lúcia Bauer 

TL 101. Supor te Familiar no Pr ocesso de Enfrentamento da Doença Cr ônica 


Ricardo da Cunha, Daniela Bianchini, Karla Rovatti 

TL 102. Um Estr anho entr e Nós: A Repercussão do Diagnóstico de HIV/AIDS na Tr ajetór ia de 


Casais Heter ossexuais Sor oconcor dantes 
Celina Daspett, Maria Helena Pereira Franco
TL 103. Casamento e Deficiência Mental: Relato de um Caso 
Ana Paula Ferreira Merch, Nira Lopes Acquaviva, Anelise Lansing Crovato Paredes, 
Cristina Fiad Aragonez, Daniela Costa Corezola, Irma Iserhardt Pohlmann, 
Isabela Machado da Silva, Rafaella Landell de Moura Porto, Virgínia Graciela Wassermann 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

Auditório Locatelli 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 28 
Coor denação: Ana Carolina Barra Vidal 

TL 104. Avaliação e Reinser ção Social de Famílias com Pr oblemas de Abuso de Dr ogas 


Delmara Buscatti, Maria Lucia O.S. Formigoni 

TL 105. Padr ões Multigeracionais de Uso de Dr ogas e Abandono: Histór ia de uma Família 


Beatriz M.V. Camargo, Márcia A.M. Pimenta 
TL 106. Quando o Amor  é Remédio: Estudo de um Caso de Atendimento Familiar na Situação de 
Alcoolismo 
Gisele Cristina Manfrini Fernandes, Maria Elizabeth Pascual do Valle 

Auditório Da Vinci 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 29 
Coor denação: Christiane Koehler 

TL 107. Gr upo de Mães: Conver sas que Fazem Eco nas Relações Familiar es. 


Verônica K. Lane, Myriam  Netter 

TL 108. A Histór ia de uma Resiliente. A Ar te de Tr ansfor mar  as Adver sidades em Conquistas. 


Marlene Asevêdo Passos de Alencar 

TL 109. Encontr o com Noivos: Espaço par a For talecer a Resiliência Familiar? 


Elana Costa Ramiro Claudia Bruscagin 

Auditório Rembrandt 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 30 
Coor denação: Roberta Rodrigues Santos 

TL 110. A Desor dem que Tr az Or dem ­ Desper tando as Conexões e Competências da Família 


Amarilis Jaqueline Henriques Rabelo 

TL 111. As Inter faces do Estr esse Infantil 


Maria de Fátima Minetto, Amanda de Fátima Blum Lamin, Natália Crystina Piva, 
Patrícia Cordova, Thalita Franck Mendonça de Anunciação 

TL 112. Os Aspectos Emocionais Envolvidos no Pr ocesso de Adoção 
Débora S. de Oliveira 

TL 113. Ter apia de Família com Cr ianças: As Par ticularidades da Técnica 


Fernanda Travassos­Rodriguez, Valéria Migueres Barbosa Figueiredo, Cristina Campagnani,
Carolina Pereira da Silva Cavalcanti 

Sala Visconti 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 31 
Coor denação: Valquíria Perin Eilert 

TL 114. Ela Não Quer Mais o Filho, e Agor a, o que Faço? 
Mariana Vidal 

TL 115. Pais ou Avós? Que Lugar é Este? 
Siloe Pereira, Gelça Regina Lusa Prestes, Olga Araujo Perazzolo 

TL 116. Resumo do Caso Clínico " Pai e Mãe, Entre dois Amor es: Por  um Fio"  


Cristina Marques 

Sala Di Cavalcanti 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 32 
Coor denação: Cláudia Baratojo 

TL 117. Caso Br abo? ­ Alcoolismo, Abuso Sexual, Despr oteção: Entr e o Estigma e o Vínculo 


Ter apêutico 
Clara Duarte Guimarães, Carla Tolentino de Castro 

TL 118. Cuidar  do Cuidador  ­ Possibilitar ao Pr ofissional que Lida com Conflitos, Recon hecer 


seus Sentimentos Diante de Relatos de Violência. 
Eliara Pontes Ramos, Ellen Navega Dias 

TL 119. O Poder  da Compaixão pelo Sofr imento do " Agr essor "  


José Guilherme Couto de Oliveira, Evandro Ouriques 

Sala Boticelli 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 33 
Coor denação: Maria Ester Homem Machado 

TL 120. A Tr ansmissão de Modelos Femininos e Masculinos nos Livr os Infantis 


Maria Eliza Vernet Machado Wilke 

TL 121. As Mulher es e o Tempo: Uma Visão Sistêmica dos Ciclos Femininos 
Noemia Kraichete, Ana Cristina B. Barros, Maria Teresa Soares Machado Pereira 

TL 122. O Convívio do Novo com o Ar caico: Modelos Tradicionais de Relacionamento 
Familiar na Clínica Psicoter ápica 
Márcia Moscardini, Teresa Cristina Martins Leite Imada 

TL 123. A Influência de Cr enças e Valor es Familiares na Relação Conjugal 


Sonia Ligia Angelico, Claudia Bruscagin, Marilene Fernades Martinez 

Sala Michelangelo 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 34 
Coor denação: Maria Isabel Wendling
TL 124. Pr ojeto Por ta de Entr ada ­ Constr uindo a Esperança no Pr ocesso Ter apêutica For mato de 
Tr iagem que Or ganiza os Encaminhamentos de uma Instituição e que ao mesmo 
Tempo Constr ói o Agenciamento de seus Usuár ios 
Celia Regina Perrella Scarabel 

TL 125. Gr upo de Esper a ­ Enquanto o Ter apeuta Não Vem. 


Andréia Chagas Pereira, Thais Monteiro Roloff, Telma Pereira Lenzi, Angela Beatriz Sand, 
Ana Paula Garcia Luchi, Cláudia Dalcanali, Caroline Fensterseifer, Bruno Pereira Lenzi 

TL 126. Gr upo Multifamiliar de Apoio aos Pais e Ir mãos de Crianças e J ovens com Síndr ome 


de Down: Do Ideal ao Real 
Luciane Smeha 

TL 127. Gr upo Multifamiliar em Hospital ­ Dia Psiquiátrico 


Priscila Soares Pereira do Nascimento, Silvana Steff 

Sala Ticiano 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 35 
Coor denação: Lina Waimberg 

TL 128. A Responsabilidade Social na Psicologia Clínica: O Estudo de Caso do Movimento ­ 
Instituto de For mação Sistêmica de Florianópolis LTDA. 
Angela Beatriz Sand, Janine Pacheco da Luz 

TL 129. A Terapia Familiar  e a Constr ução da Cidadania 


Cláudia Deitos Giongo, Yara Regina da Cunha Castro 

TL 130. Ter apia Familiar no CAPS ­ A inserção dos Gr upos Multifamiliares no SUS 


Eduardo Lomando 

TL 131. Um Estudo com Famílias na Comunidade 
Adriana do Nascimento Dias, Andreza Maria Neves Manfredini, Leila Aoki Lemos, 
Maria Celeste Vierno de Araújo, Maria Bernadete Borges Bernardes, Maria Lescura Salgado, 
Marli Cinti Mariano, Cristiana Mercadante Esper Berthoud, Maria Renata Machado Coelho 

Sala Picasso 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 36 
Coor denação: Laura Alonso de Bem 

TL 132. A Inver são dos Papéis Hier ár quicos Familiar es: Uma análise Sistêmica de suas 


Conseqüências na Vida do Indivíduo 
Priscilla Pereira Neves 

TL 133. Amo, Logo Apr isiono ­ Consider ações Sobr e a Relação de Algumas Fases do Ciclo 


Vital e a Alienação Parental 
Marília Lohmann Couri 

TL 134. Cuidado Pater no em Famílias Monopar entais 


Maria Luiza de Carvalho 

TL 135. Envolvimento pater no e o desempr ego 


Carmem Lúcia Carvalho de Souza, Silvia Pereira da Cruz Benetti
Sala Monet 
TEMAS LIVRES ­ Grupo 37 
Coor denação: Luciana Bertoletti 

TL 136. Como a Teor ia Sistêmica Influenciou meu Tr abalho com Ator es na Composição de 


Per sonagens. Ou como a vida imita a ar te ou vice ver sa 
Katia Achcar 

TL 137. O Pr ojeto de Implantação da UNATI/UEM e as Relações Afetivas e Sociais 
Sheila Regina de Camargo Martins, Marly Lamb 

TL 138. Relato de Exper iência no Escr itór io Modelo de Advocacia: Conflitos Familiares 


Márcia Aparecida Miranda de Oliveira, Maiara Ignez Fischer, Samantha Cassuli  Utpadel 

WORKSHOPS 
14h30min às 16h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
20 ­ Meu Nome Não É J ohnny ­ Adolescente/Falta de Limites/Dr ogas 
Maria Elizabeth Pascual do Valle 

Auditório Casaccia  
21 ­ A Violência no Contexto Familiar e o Transtor no do Estr esse Pós­Tr aumático 
Renato M. Caminha, Marina G. Caminha 

Auditório E  
22 ­ A Ar te de Reconstr uir  sem Destr uir ­ Ter apia Br eve no Recasamento 
Mônica de Vicq Silva Lobo 

Sala B 
23 ­ As Or igens da Família Ocidental 
Abrahan Turkenicz 

Sala C 
24 ­ Diz­me Como Andas que Eu Te Dir ei de Onde Vens. Ter apia Familiar nas Dificuldades 
de Aprendizagem: Reflexões e Inter venções 
Elizabeth Camargo Polity, Suzanne Polity 

Sala D 
25 ­ Nor a e Sogr a: É Possível uma Relação Imposta Ser  Fluída? 
Andrea Philbert Alves, Ana Carolina Barra Vidal, Alessandra de Matas Soares, 
Marli Kath Sattler, Clarissa C. Menezes, Cristina Z. Giongo, Edna C. Machado, 
Gabriela B. Anton, Graziele Bronzatti, Laíssa Eschiletti Prati, Lília Hornos, 
Paula C. Hintz Baginski, Silvia Halpern 

Sala F  
26 ­ EFP ­ Educação Familiar Pr eventiva: Uma Pr oposta de For talecimento da Família 
Cristiana Mercadante Esper Berthoud 

Sala G
27 ­ Revelando os Mandatos Ocultos nas Famílias 
Ana Zagne, Suely Engelhard 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

Auditório Locatelli 
28 ­ Da Pater nidade Sócio­Afetiva à Família Sócio­Afetiva 
Marilene Marodin 

Auditório Da Vinci 
29 ­ Quem Pensa na Mãe? 
Maria Luiza Cobra de Castilho (Tai Castilho), Walkyria Dias 

Auditório Rembrandt 
30 ­ Ter apia Unifamiliar  e Multifamiliar no Tratamento de Adolescentes com Tr anstor nos 
Alimentares (Tas) ­ Anor exia Ner vosa e Bulimia Ner vosa ­ CAPS HCPA 
Ieda Zamel Dorfman, Patrícia Sanches, Carmen Russowsky, Jeanne Pereira, Glória Dócolas, 
Mara Lúcia Rossato, Virgínia Pacheco, Olga Garcia Falceto, Camila de Aquino Morais 

Sala Visconti 
31 ­ A Pessoa do Ter apeuta 
Alberto Stein 

Sala Di Cavalcanti 
32 ­ Diagnóstico Diferencial como Apoio à Ter apia Familiar  Sistêmica 
Yara Castro Ganme Pedroso, Maria Genoveva Armelin 

Sala Boticelli 
33 ­ Louco ou Ter apeuta Inteir o? O Uso Total de Si ­ Exper iência de Uma Ter apeuta 
Familiar e Conjugal 
Marília Lohmann Couri 

Sala Michelangelo 
34 ­ Fazendo Acontecer: Gr upos Multifamiliares, Escolas e J ogos Espontâneo­Criativos 
Maria Eneida Fabian Holzmann 

Sala Ticiano 
35 ­ A Busca das Or igens pelo Concreto n o M éto do " Argila : Espelho da Auto­Expr essão"  
Maria da Glória Cracco Bozza 

Sala Picasso 
36 ­ Psicomotr icidade Relacional como Recur so par a Terapia de Família 
Leila Manso Ponce Leon, Virginia Lucia de Moreira Barbosa 

Sala Monet 
37 ­ Com Quem Está o Chapéu? 
Zeneide Maria Jacob Mendes 
Auditório Van Gogh ­ FAURGS 

Auditório Van Gogh ­ FAURGS 
ASSEMBLÉIA GERAL DA ABRATEF 
16h30min às 18h
Auditório Van Gogh ­ FAURGS 
PLENÁRIA LATINOAMERICANA 
18h15min às 20h 
Olhar es multinacionais sobr e uma histór ia clínica. 
Coordenação: Marilene Grandesso ­ Brasil 
Convidados Especiais: Adela Garcia ­ Argentina 
Eduardo Villar ­ Colômbia 

SÁBADO ­ 23 de agosto de 2008 

SUB­PLENÁRIAS 
MÚLTIPLOS OLHARES ­ 8h30min às 10h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
Sub­plenária 9 ­ Múltiplas abor dagens em Ter apia Familiar  ­ Discussão de 
cenas de u m filme 
Coor denação: Maria Fátima Galarza Rosa 

A teor ia vincular ­ Iara Camaratta Anton 

Constr ucionismo social ­ Rosana Rapizzo 

O uso de Metáfor as ­ Carlos Molina­Losa 

Estr utur alismo ­ José Ovídio Waldemar 

Auditório E  
Sub­plenária 10 ­ Pr esença de Tr anstor nos Depr essivos na Família 
Coor denação: Marilene Marodin 

Enfoque psicodinâmico ­ Laurice Levy 

Enfoque cognitivo­compor tamental ­ Neri M. Piccoloto 

Enfoque familiar  ­ Rosa Maria Macedo 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS
Auditório Van Gogh  
Sub­plenária 11 ­ Pr esença de Estr esse Pós­traumático na Família 
Coor denação: Maria Inês Godoy da Rosa 

Enfoque psicodinâmico ­ Cynthia Ladvocat 

Enfoque cognitivo­compor tamental ­ Renato Caminha 

Enfoque familiar  ­ Janice Rechulski 

Auditórios Locatelli e Da Vinci 
Sub­plenária 12 ­ Pr esença de Tr anstor no Bipolar  na Família 
Coor denação: Ieda Zamel Dorman 

Enfoque psicodinâmico ­ Maria Elizabeth do Valle 

Enfoque cognitivo­compor tamental ­ José Caetano Del´Aglio 

Enfoque familiar  ­ Rosane Esquinazi 

DIÁLOGOS INTERATIVOS 
10h30min às 12h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
1 ­ Os desafios das novas configurações familiar es 
Coordenação: Simone Castiel 
Ceneide Cerveny, Marilene Marodin 

Auditório Casaccia  
2 ­ Famílias multiproblemáticas: Como abordá­las? 
Coordenação: Luciana Castoldi 
Carmem L. O. O. Moré, Tai Castilhos 

Auditório E  
3 ­ O problema das drogas na adolescência 
Coordenação: Silvia C. Halpern 
Flávio Lôbo Guimarães, Sérgio de Paula Ramos, Jair Estanislau 

Sala B 
4 ­ Grupos multifamiliares 
Coordenação: Adriane Vieira Ferrarini 
Juliana Gontijo Aun, Maria Inês Godoy da Rosa
Sala C 
5 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 
Coordenação: Lúcia M. Ferrara 
Olga Falceto, Rosana Galina, Rosângela Loureiro 

Sala D 
6 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 
Coordenação: Nair de Oliveira Mendes 
Adriana Zilberman, Maria Cecília Veluk Dias Baptista, Rosa Lúcia Severino 

Sala F  
7 ­ Conversando sobre as múltiplas for mas de concepção humana 
Coordenação: Genilce Rodrigues Cunha 
Helena Prado Lopes, Katty Ziegler 

Sala G 
8 ­ Intervenções em empr esas familiares 
Coordenação: Carmen Dora Ferreira 
José Luiz Muller, Luiz Carlos Osório 

Sala H  
9 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 
Coordenação: Evelyn Rogozinski 
Cláudia Sigaran, Denise Falcke, Gilda D´Orsi Archer 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

Auditório Locatelli 
10 ­ Conversando sobre questões de gênero na atualidade 
Coordenação: Mara Lins 
Dalmo de Souza, Nair Teresinha Gonçalves, Tereza Cristina Diniz do Valle 

Auditório Da Vinci 
11 ­ Conversando sobre a reper cussão das tragédias familiares divulgadas 
pela mídia 
Coordenação: Mara Rossato 
Claudia Deitos Giongo, Denise Duque 

Auditório Rembrandt 
12 ­ Conversando sobre as famílias homoafetivas na atualidade 
Coordenação: Esalba Silveira 
Marilene Krom, Reges Chagas Gomes 

Sala Visconti 
13 ­ A vida sexual dos jovens de hoje e suas repercussões na família
Coordenação: Marli Olina de Souza 
Cristina Werner, Telma Lenzi 

Sala Di Cavalcanti 
14 ­ Como equilibrar limites e autonomia dos filhos? 
Coordenação: Homero Eschiletti 
Adriana Fork Perez, Mônica Lobo 

Sala Boticelli 
15 ­ A doença de Alzheimer e sua r epercussão na família 
Coordenação: Márcia Lucrécia Lisboa 
Alba Spier, Luiz Alberto Maia, Tania Maria Fenelon de Mendonça 

Sala Michelangelo 
16 ­ O masculino em questão: O novo homem no século XXI 
Coordenação: Maria Angela Teixeira Cruz 
Abrahan Turkenics, Vicenzo Di Nicola 

Sala Ticiano 
17 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 
Coordenação: Laíssa Eschiletti Prati 
Ângela Herrera, Elisa Motta, Maria Amélia Jaeger 
Sala Picasso 

18 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 


Coordenação: Ivonete Aparecida Vieira 
Adriana de Mattos Fráguas, Alberto Stein, Regina Cavour 
Sala Monet 

19 ­ Discussão em tor no de u m caso clínico 


Coordenação: Amarilis Jaqueline Henriques Rabelo 
Eloisa Vidal Rosas, Maria Fátima Galarza Rosa, Sebastião Alves de Souza 

Sala Malfatti 
20 ­ Escolas podem substituir a função educadora dos pais? 
Coordenação: Laura Alonso de Bem 
Ana Luiza Bratkowski, Elizabeth Polity, Maria Luiza Munhoz 

COMUNICAÇÕES DE PESQUISAS 
13h às 14h15min 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
1 ­ Aspectos da Sexualidade nas Relações Conjugais 
Coordenação: Helena Centeno Hintz 

Conjugalidade Gay e Lésbica, Família de Origem e Rede de Apoio
Eduardo Marodin Lomando, Adriana Wagner 

Padr ões Inter ger acionais Femininos e a Ocor r ência de Anor gasmia 


Luciani Zamboni 

Uma Análise das Possíveis Mudanças Pr ovocadas pela Menopausa nos Relacionamentos 
Familiar es 
Roseli Gaspari Coelho, Rosa Maria Stefanini Macedo 

Auditório Casaccia  
2 ­ A influência da Tecnologia na Dinâmica Familiar  
Coor denação: Mirian Schenker 

Demanda de Familiares de Usuár ios de Dr ogas que Ligaram par a um Ser viço de 


Teleatendimento 
Cassandra Borges Bortolon (apresentadora), Luciana Signor, Luciana R.  Figueiró, 
Maristela Ferigolo, Helena M. T. Barros 

O Adolescente e a Comunicação Vir tual: Tipos de Uso, Auto­Estima e Apoio Social 
Rosane Cristina Pereira Spizzirri, Adriana Wagner 

Você J á Usou Seu Celular  Hoje? Adolescência X Celular  X Família 


Fabiana Verza, Adriana Wagner 

Auditório E  
3 ­ Aspectos Fundamentais na Relação Conjugal 
Coordenação: Ada Pellegrini Lemos 

Até Que a Mor te nos Separe ou que Seja Eter no Enquanto Dur e? 


Fernanda Callegari Beltrame 

Constr ução Conjunta do Compr omisso Financeir o na Relação do J ovem Casal 


Cleide Maria Bartholi Guimarães, Ceneide Maria de Oliveira Cerveny 

Reflexões Sobr e a Escolha da Parcer ia Conjugal 


Juliana Mendes Alves 

Sala B 
4 ­ A família e o Enfrentamento das Necessidades Especiais 
Coordenação: Adriana Zilberman 

A Dinâmica Familiar  Frente ao Autismo 
Lísia Regina Ferreira Michels 

O Ciclo de Vida em Famílias com um Membr o Por tador  de Par aplegia: Um Estudo sobr e 


Resiliência Familiar  
Ana Cristina Garcia Duarte Vasconcellos
O Papel do Apego Adulto na Relação de Casais com um Filho com Autismo: Um Estudo 
Sobr e as Relações Entre as Repr esentações de Apego Individuais e Compar tilhadas 
Márcia Rejane Semensato, Cleonice Alves Bosa 

Sala C 
5 ­ Aprofundando Questões da Fratria na Família 
Coordenação: Suely Teitelbaum 

A Família Fr ente à Gestação do Segundo Filho 
Caroline Rubin Rossato Pereira, César Augusto Piccinini 

Mãe, Não Esquece de Mim, Eu Não Quer o me Separ ar de Ti...: O Pr imogênito no Contexto 


de Gestação de um Ir mão 
Débora Silva de Oliveira, Rita de Cássia Sobreira Lopes 

Os Sentidos Constr uídos par a o Filho Único na Nar r ativa das Famílias Contempor âneas de 


Classe Média e Média­Alta em Belo Hor izonte 
Ana Carolina Morici 

Sala D 
6 ­ Construindo Redes em Famílias de Nível Socioeconômico Baixo 
Coordenação: Rosane Brusius de Morais 

Configur ação Familiar  de Ir mãos que Cuidam de Ir mãos em Famílias de Nível 


Socioeconômico Baixo 
Letícia Lovato Dellazzana, Lia Beatriz de Lucca Freitas 

Famílias de Nível Socioeconômico Baixo: A Influência do Contexto na Constr ução das 
Pr áticas Educativas 
Laura Alonso de Bem, Jorge Sarriera, Adriana Wagner 

Famílias Favelizadas: A Opr essão Inter na, a Discr iminação Cultur al, os Desafios e Recursos 


dos Sub­Sistemas Familiar es e a For ça da Rede Social 
Cristiana Mercadante Esper Berthoud, Maria Renata Machado Vaz Pinto Coelho, 
Eleonora Alexandra Ribeiro da Silva 

Sala F  
7 ­ Terapia de Família e Suas Possibilidades Ter apêuticas 
Coordenação: Maria Fátima Galarza Rosa 

Ecos da Vida ­ A Constr ução do Ter apeuta de Famílias: A Pr ática Clínica sob a Lente das 


Vivências na Família de Or igem 
Carla Cramer 

Genogr ama: Um Instr umento Útil par a a Pr ática Clínica 


José Roberto Muniz 

O Sistema Ter apêutico: Uma Interlocução Atr avés das Ressonâncias 


Adriana Sávio, Rosa Maria Macedo
Ter apia Familiar: Possibilidades e Ampliações Teór icas no Brasil 
Laíssa Eschiletti Prati, Sílvia Koller 

Sala G 
8 ­ As Relações Familiares na Vida Comunitária 
Coordenação: Ieda Zamel Dorfman 

Com a Palavr a, a Comunidade: Um Estudo Fenomenológico sobr e a Vivência de Família 


Claudia Lins Cardoso 

Dinâmica Relacional Familiar e Desnutr ição na Infância: Contr ibuições par a a Atenção 


Básica de Saúde 
Fernanda Duarte da Luz, Carmem Leontina Ojeda Ocampo Moré 

Minha Vida tem Sentido Toda Vez que Venho Aqui. Significado Atr ibuído à Ter apia Comunitár ia 


pela Família do Par ticipante 
Luci Leme Brandão Lazzarini, Marilene Grandesso 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

Auditório Locatelli 
9 ­ A Pesquisa Qualitativa em Temas de Família 
Coordenação: Adriana Zanonato 

Gêner o, Família e Cultur a: Aspectos da Cultur a Regional Relevantes a Subjetividade das 


J ovens do Bairr o Bom J esus 
Caren Schultes Borges 

Pais e Filhos: Um Estudo da Educação Financeir a em Famílias na Fase de Aquisição 
Andreza Maria Neves Manfredini, Ceneide Maria de Oliveira Cerveny 

Seqüestr o em Cativeir o ­ Um Inimigo Invisível da Família 


Patricia Smaletz, Rosa Maria Stefanini de Macedo 

Um Estudo Sobr e a Educação de Adolescentes que for am Educados na Infância pelos Avós 


e na Adolescência pelos Pais 
Márcia Aparecida Miranda de Oliveira, Josiely Francys Bertollo 

Auditório Da Vinci 
10 ­ Pensando a Família sob a Ótica do Divórcio 
Coordenação: Marli Kath Sattler 

Análise do Casamento atr avés da Per cepção de Homens e Mulheres Separ ados ou 


Divor ciados 
Francielli Cristiane de Azevedo Pessina, Marcia Aparecida Miranda de Oliveira
Divór cio e Família: A Emer gência da Ter apia Familiar no Brasil 
Maria Luiza Dias Garcia 

A Separação Conjugal na Contempor aneidade: Levantamento Documental sobr e Motivos 


Alegados em Pr ocessos J udiciais 
Eliana Piccoli Zordan, Ananda Armani, Adriana Wagner 

Auditório Rembrandt 
11 ­ Famílias em Situações de Estr esse 
Coordenação: Silvia C. Halpern 

Psiconcologia: O Paciente e a Família Frente ao Diagnóstico e Tr atamento do Câncer  
Rafael Sebben, Márcia Aparecida Miranda de Oliveira 

Redes Sociais da Pessoa Estomizada: A Constr ução de Teias em Três Comunidades de 
Flor ianópolis 
Viviane Cruz Perugini, Denise Maria Guerreiro Vieira da Silva, Margareth Linhares Martins, 
Rode Dilda Machado da Silva, Fabíola Santos Ardigo 

Seqüestr o Relâmpago: O Sistema Familiar Or ganizado Pelo Trauma 


Maristela Silva Fiel, Rosa Maria Stefanini de Macedo 

Ter apia Familiar com Adolescentes Abusador es de Dr ogas ­ O Casal em Cena 


Silvana Terezinha Baumkarten, Dirce T. Tatsch 

Sala Visconti 
12 ­ Ciclo de Violência e Abuso Sexual 
Coordenação: Rosana Galina 

Abuso Sexual Contr a a Criança e o Adolescente: Atendimento Multifamiliar  
Maria Beatriz Rios Ricci, Cássia Rita Guedes Costa, Dilma Silva, Maria Clara Santos Albergaria, 
Priscila Braz da Silveira, Adriana Silva Souza, Marinha Rabelo Ribeiro 

Estilos Par entais no Contexto de Famílias Abusivas 
Denise Falcke, Alessandra Rodrigues Jacoby, Camila Roberta Lahm 

O Atendimento Pr ofissional a Mulher es Vítimas de Violência Doméstica 


Maria Eliza Vernet Machado Wilke, Marlene Neves Strey 

O Ciclo da Violência Sexual e os Per petrador es 


Maria Apparecida Gomes Piola, Célia Maria da Silvia Melo, Tatiana Pimentel de Freitas Munia, 
Rosa Maria Stefanini de Macedo 

Sala Di Cavalcanti
13 ­ Abordagem Ecológica em Pesquisas sobr e Família 
Coordenação: Leila Suslik 

A Inser ção Ecológica como um Método de Pesquisa par a Ter apeutas de Família 


Camila de Aquino Morais, Ana Cláudia Menini Bezerra, Gisele Priori de Deus, Claire Dumoulin, 
Alexandra Borda 

Compr eendendo o Câncer  Infantil atr avés do Modelo Bioecológico de Br onfenbrenner : Uma 


Revisão de Literatur a sobr e o Br incar Enquanto Pr ocesso Pr oximal 
Danielle de Almeida Moura, Rafaela Adan e Alban 

Inser ção Ecológica no Contexto da Violência Conjugal 
Marisol Lurdes de Andrade Seidl, Silvia P. C. Benetti 

Sala Boticelli 
14 ­ A Pesquisa em Famílias com Vulnerabilidade Social 
Coordenação: Cláudia Sigaran 

Avaliação de um Pr ojeto Social par a Cr ianças e Adolescentes em Situação de Rua a Partir  


de suas Famílias 
Lirene Finkler, Débora Baldosco Dell´Aglio 

Da Aldeia à Cidade: Narr ativas de Identidade de J ovens Adultos Cr iados na Aldeia S.O.S. 


de Rio Bonito 
Helena Maffei Cruz 

" Par a Não Ser  Bandido" : Adolescentes em Conflito com a Lei e Tr abalho 


Liana Fortunato Costa (apresentadora), Olga Maria Pimentel  Jacobina 

Instr umentos de Pesquisa: Resiliência, Comunicação, Supor te Social e Enfrentam ento 


Familiar  
Roberta Payá, Neliana Buzi Figlie 

Sala Michelangelo 
15 ­ A Escolha Profissional e Suas Reper cussões na Dinâmica Familiar  
Coordenação: Mara Lins 

Adolescentes e Famílias: Descontinuidades e Continuidades dos Significados do Tr abalho 
Maria Ester Homem Machado 

As Nar rativas do J ovem e Sua Família: Tecendo Redes entr e a Ter apia Familiar  Sistêmica e 


a Or ientação Pr ofissional 
Carolina Ferreira Nogueira Diniz 

Tr ansger acionalidade e Escolha Pr ofissional em Policiais Militar es 


Natiele Prochnau, Franscisco Heitor da Rosa, Lílian Magda Macedo 

Sala Ticiano 
16 ­ Investigando as Relações Familiares Ligadas ao Distúrbio Alimentar  
Coordenação: Nair Terezinha Gonçalves
As Relações Familiar es e a Constituição de Sentidos Subjetivos da Obesidade 
Luciana Hayashi, Vannúzia Leal Andrade Peres 

Influência dos Padr ões Inter nacionais da Família na Obesidade do Adolescente: Um Estudo 


Qualitativo com o Modelo Familiar  Fir o 
Carolina de Alvarenga Sales 

O Significado da Doença Par a Mães de Pacientes do Sexo Feminino com Anor exia Ner vosa 


em Tr atamento no PROATA 
Liliane Kijner Kern, Denise Martin 

Ter apia Cognitivo­Compor tamental par a Familiares de Pacientes com Tr anstor no do Comer  


Compulsivo 
Aneron de Avila Canals 

Sala Picasso 
17 ­ A Influência de Momentos Atuais no Ciclo Vital da Família 
Coordenação: Maria Inês Godoy da Rosa 

Ciclo Vital da Família Paulista: Um Olhar  Recente 
Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, Cristiana Mercadante Esper Berthoud, 
Eleonora Alexandre Ribeiro da Silva, Maria Luiza R. M. Piszezman 

Entr e a Incondicionalidade de Afeto e os Detalhes do Cotidiano: Um Estudo sobr e a Convivência 


Familiar Pr olongada 
Celia Regina Henriques 

Família em Tr ânsito ­ Tecendo Redes Sociais 


Angela Elza Fortes de Almeida Prado 

O Ninho Repleto: Olhar es a Par tir  do Subsistema Par ental 


Mariana Gonçalves Boeckel, Ingrid Elba Schmidt 

Sala Monet 
18 ­ Intersecções entre Escola­Família 
Coordenação: Marilene Marodin 

A Educação dos Filhos com Tr anstor no de Déficit de Atenção Hiper atividade: O que Fazer ? 


Letícia Hoffmann Kunrath, Adriana Wagner 

Família e Escola: Uma Parcer ia Possível e Necessária? 
Juliana Mendes Alves 

O Tr einamento de Supor te Par ental como Fator  Pr omotor  do Desempenho Escolar  


Edla Grisard Caldeira de Andrada, Maria Aparecida Crepaldi, Marc Bigras 

Pais e Pr ofessor es ­ Her óis Desar mados: Um Estudo Sobr e as Atividades Educativas 


Par entais e Escolar es 
Mariana Lugli 

Sala Malfatti
19 ­ Aspectos da Gravidez e da Parentalidade na Pós­Modernidade 
Coordenação: Esalba Silveira 

Concepções do Pai Acerca da Prematur idade do seu Filho 
Doris Waldow, Maria Aparecida Crepaldi 

Gr avidez na Adolescência, Valor es e Crenç as 


Patrícia de Lima Renepontes, Evelyn Eisentain 

Repr odução Assistida: Revelar ou Não Revelar  aos Filhos 


Gisleine Verlang Lourenço, Eduardo Pandolfi Passos, José Roberto Goldim, Fernando Freitas, 
Vilmon de Freitas 

WORKSHOPS 
14h30min às 16h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
38 ­ Terapia de Casais: Trinta Anos Integrando Técnicas ou " Como Evitar os 
Er ros Mais Comuns com os Casais Mais Difíceis"  
José Ovídio Copstein Waldemar 

Auditório Casaccia  
39 ­ Amor Temido, Amor Bandido: Relações Afetivas Narcisistas e 
Sadomasoquistas 
Denise Rolim 

Auditório E  
40 ­ A Relação do Casal ­ Reflexões Inspiradas no Grupo de Ballet " O Corpo"  
Nair Teresinha Gonçalves, Olga Garcia Falceto 

Sala B 
41 ­ Ganhar ou Fazer Dinheiro? O que Você Aprendeu com a Sua Família? 
Adriana Lupu, Sylvania Machado Morani  Veiga 

Sala C 
42 ­ Trabalhando Questões Familiares: Transfor mando Situações Inacabadas 
Caroline F. Renssen, Nathália Villela 

Sala D 
43 ­ O Cuidado do Cuidador Revela uma Ética Relacional 
Sandra Fedullo Colombo, Denise Mendes Gomes, Suzanna Amarante Levy 

Sala F  
44 ­ A Ludicidade em Terapia Familiar: J ogos para Conhecer e Conviver  
Beatriz Picolo Gimenes
Sala G 
45 ­ Gréias, Um Olho, Um Dente? As Emoções na Construção do Sistema 
Terapêutico 
Dalmo Silveira de Souza, Daiane Brecailo 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS 

Auditório Locatelli 
46 ­ Usando os Olhos para Poder Voltar a Falar  e Assim Viver... 
Ada Lemos Pelegrini, Adriana Peres 

Auditório Da Vinci 
47 ­ Famílias com A dolescentes em Situ ações de Risco e Situ açõ es Limite : 
Conver sas Transfor madoras 
Gilda D´Orsi Archer, Maria Helena Bartholo 

Auditório Rembrandt 
48 ­ Conflitos no Casal: a Violência Silenciosa na Conjugalidade 
Adriana Mattos Fráguas, Suzanna Amarante Levy 

Sala Visconti 
49 ­ Eu + Você = Nós? Aspectos Relevantes no Relacionamento Conjugal 
Mara Lúcia Rossato, Suely Britto, Rosângela Loureiro, Alberto Stein 

Sala Di Cavalcanti 
50 ­ Supervisão & Inter visão: Os Passos que Unem Competências na Ação 
Terapêutica 
Ednéia Salviano, Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, Dina Amaral, Leda Fleury, 
Rosa Maria Vicente, Luciani Zamboni, Gabriela Garrido 

Sala Boticelli 
51 ­ O Interpessoal e o Intrapsíquico: Dois P ólos  de Um P rocesso Dialétic o . 
Relacionamento Conjugal e Terapia de Casal com Abordagem Integrativa 
Maria Regina Castanho França, Vanda Lucia Di Yorio Benedito 

Sala Michelangelo 
52 ­ Budismo/Construcionismo Social ­ Algumas Reflexões e Cor r elações 
Possíveis 
Liora Coslovsky Berer, Clara Duarte Guimarães
Sala Ticiano 
53 ­ Conversações nas Redes Sociais: Espaços que Inauguram 
Possibilidades para Pessoas com Necessidades Especiais 
Cláudia Dubard Froes Lima 

Sala Picasso 
54 ­ Se Meus Bonecos Falassem... Revisando as Influências Familiares 
Paula Ferreira do Nascimento, Clarissa Dias 

MESAS­REDONDAS 
16h30min às 18h 
CENTRO DE CONVENÇÕES DO SERRANO RESORT  

Teatro Lupicínio Rodrigues 
Mesa Redonda 37 ­ Discutindo Sobre as Relações Homoafetivas 
Coordenação: Angela Maria Polgati Diehl 

Casamento Gay? A União Estável de Par ceir os do Mesmo Sexo e a Adoção de um Filho 


Cynthia Ladvocat 

Diver sidades Sexuais: Homossexualidade e Homoafetividade na Sociedade Moder na 


Amarilis Jaqueline Henriques Rabelo 

Posição dos Ter apeutas de Casal e Família Associados da AGATEF Fr ente ao Atendimento 


de Casais Homossexuais 
Ieda Zamel Dorfman 

Auditório Casaccia  
Mesa Redonda 38 ­ Interfaces da Terapia Familiar Com a Clínica Médica 
Coordenação: Bárbara Haro dos Santos 

A Dinâmica Relacional Familiar de Por tador es de Fissur a Labiopalatal: Subsídios da Pesquisa par a 


a Inter venção Familiar  
Maria Isabel Caminha 

Diabetes: Família Diabética? 
Martha Maria Villar do Valle 

Neur ociências e Ter apia Familiar  


Maria Elizabeth Pascual do Valle 

Auditório E  
Mesa Redonda 39 ­ Múltiplas Faces da Violência 
Coordenação: Solange Diuana 

Família e Mar ginalidade 
Bruno Ribeiro Frattezi Gonçalves
O Assédio Mor al e a Possibilidade de Mediação 
Verônica A. M. Cezar­Ferreira 

Pr ojeto Rede Cr iança 
Ercília M. Araújo Gonçalves 

Sala C 
Mesa Redonda 40 ­ Aspectos Éticos da Clínica Familiar  
Coordenação: Marcia Zalcman Setton 

A Bioética do Cotidiano na Ter apia de Família 
Esalba Silveira, Adriana Zilbermann 

Ética em Ter apia Familiar : Ponder ando sobr e Alguns Aspectos 


Mathilde Neder 

Questões Éticas na Ter apia de Família ­ Situações Inusitadas, Soluções Impensadas, Saídas 


Possíveis 
Laurice Levy 

Sala F  
Mesa Redonda41 ­ Interfaces da Terapia Familiar e o Contexto J urídico 
Coordenação: Ellen Navega Dias 

A Consultor ia par a Advogados de Família 


Tânia M. Vanoni  Polan 

Pr ogr ama de Apoio e Assistência aos Ser vidor es no Contexto Institucional 


Tânia Maria Fenelon de Mendonça 

Rompendo Barr eir as ­ Aplicação da Ter apia Familiar à Comunidade 


Rosa Maria Stefanini Macedo 

Sala G 
Mesa Redonda 42 ­ Além dos Limites da Terapia Familiar  
Coordenação: Maria Genoveva Armelin 

Consider ações sobr e a Ética e a Estética da Amizade no Mundo Contempor âneo 


Simone Castiel 

Eu e o Amor  
Márcia M. Volponi 

O Eclipse do Cor po e o Eclipse da Família 
Marcia Camara 

CENTRO DE EVENTOS DA FAURGS
Auditório Locatelli 
Mesa Redonda 43 ­ Pais e Filhos em Difer entes Configurações Familiares 
Coordenação: Letícia Hoffmann Kunrath 

Configur ações Uniparentais: As Famílias de Mães Solteiras 
Angela Helena Marin 

Felizes par a Sempr e? A Compr eensão dos Filhos de Pais Separ ados sobr e o Casamento. 


Juliana Leal Tavares Leite, Adriana Muller, Gislaine Oliveira Schwartz 

Pais e Filhos Adolescentes: Tr ansfor mação Contínua de Vínculos 


Renato Mikio Moriya, Heber Odebrecht Vargas, Tiemi Matsuo 

Auditório Da Vinci 
Mesa Redonda 44 ­ Múltiplas Dependências da Modernidade 
Coordenação: Noemy Appel Dehnhardt 

Cr ack ­ Quando a Família É Mais For te 


Maria Angela Monteiro Raio 

Funcionamento de Famílias com Membr os Dependentes de Substâncias Psicoativas 
Anaídes Pimentel da Silva Orth, Carmem Leontina Ojeda Ocampo Moré 

Novas Dependências: Inter net, Tr abalho e Consumo. Será que me Esqueci do Sexo? 


Sergio Garbati Gorenstin 

Auditório Rembrandt 
Mesa Redonda 45 ­ Enfocando a Resiliëncia na Terapia Familiar  
Coordenação: Ana Maria Oliveira Zagne 

A For ça da Resiliência no Filme " O Meu Pé Esquer do"  


Silvia Maria Guerra Anastácio, Célia Nunes Silva 

Resiliência 
Genilce Rodrigues Cunha 

Resiliência em Famílias: uma Nova Per spectiva na Pr omoção e Pr evenção em Saúde 


Mental 
Marisol Lurdes de Andrade Seidl, Silvia Benetti 

Sala Visconti 
Mesa Redonda 46 ­ Ilustrações da Prática Clínica na Terapia de Família 
Coordenação: Tania de Oliveira Luchi 

Tr abalhando com Cr ianças no Contexto Familiar ­ Exemplos Clínicos 


Adriana Zanonato 

Um Estudo de Caso sobr e a Tr ansger acionalidade 


Simone Simon Iglin (Apresentadora), Maria Aparecida Kruse Dib 

Sala Di Cavalcanti
Mesa Redonda 47 ­ Terapia Familiar: Psicodrama e EMDR, Uma N ova 
Articulação Psicoterápica 
Coordenação: Maria Olívia Schwalb Seleme 

A Ar ticulação Metodológica do Sociodr ama Conjugal, Psicodr ama Inter no e do EMDR na 


Ter apia Sexual com Casais 
Ana Maria Fonseca Zampieri 

Tr atamento de Fobias e Tr aumas em Cr ianças Atr avés do Sociodr ama Familiar e EMDR 


Ana Lúcia Castello 

Tr atamento de Pânico e Crises de Ansiedade pelo Sociodr ama Familiar  e EMDR 


Paulo Zampieri 

Sala Boticelli 
Mesa Redonda 48 ­ Família e J ustiça: a Difícil Questão de se Tratar o Abuso 
Sexual 
Coordenação: Suely Engelhard 

A J ustiça é Demor osa, Bur r a e Cega. Percepções de Famílias sobr e a Dimensão J ur ídica 


dos Cr imes de Abuso Sexual 
Liana F. Costa (apresentadora), Maria Alexina Ribeiro, Maria Aparecida Penso, 
Tânia Mara Campos de Almeida 

Abuso Sexual Infantil: Atitudes e Sentimentos da Família Acerca do Abusador  
Maria Aparecida Penso (apresentadora), Liana F. Costa, Maria Alexina Ribeiro, 
Tânia Mara Campos de Almeida 

Pais que Abusam, Mães que Negam, Crianças que Sofrem 
Maria Alexina Ribeiro (apresentadora), Liana F. Costa, Maria Aparecida Penso, 
Tânia Mara Campos de Almeida 

Sala Michelangelo 
Mesa Redonda 49 ­ Família e Cultura 
Coordenação: Christine Liz Moeller Gabel 

Cultur as Diver sas no Filme " O Casamento Grego"  


Célia Nunes Silva, Sílvia Maria Guerra Anastácio 

Famílias em Movimento: a For mação de Identidade e a Cr iação de Raízes no Br asil, do 


Imigr ante Italiano e seus Descendentes 
Silvana Bagno, Ariane Patrícia Ewald 

Uma Família entre Dois Mundos: Ter apia Br eve de um Casal Hispano­amer icano 


Maria Gabriela Mantaut Leifert 

Sala Ticiano 
Mesa Redonda 50 ­ Interfaces da For mação em Terapia Familiar  
Coordenação: Elenise Fernandes Xavier 

A Super visão na Per spectiva das Competências: O Desenvolvimento de Conhecimentos, 


Habilidades e Atitudes do Futur o Ter apeuta Familiar
Adriane Ferrarini 

Pensando sobr e a Identidade do Ter apeuta de Família 


Maria Cecília Veluk Dias Baptista 

Seis Terapeutas e um Gr upo de Conquistas 
Isolde Lindemann (apresentadora), Maria Elizabeth Chaves, Jussara Maria Severo Garcia, 
Marilene Marodin, Maria Emilia Pires, Erica Irene Weber 

Sala Picasso 
Mesa Redonda 51 ­ Terapia Familiar e Recursos Terapêuticos 
Coordenação: Lirene Finkler 

Segredos Familiar es: Uma Complexa Tr ama Relacional 


Terezinha Rech 

Masculino e Feminino ­ A Simbologia da Cabala como um Impor tante Instr umento na 


Clínica dos Casais 
Rosane Esquenazi 

Auditório Van Gogh ­ FAURGS 
PLENÁRIA DE ENCERRAMENTO 
18h15min às 19h45min  

Tema: A Formação em Terapia Familiar Hoje e Amanhã 
Coordenação: Helena Centeno Hintz 
Participantes: Gilda Montoro 
Gladis Brum 
Liana Fortunato Costa 
Luiz Carlos Osório 
Maria Beatriz Ricci 
Solange Rosset 
Vânia Castilhos 

PÔSTERES 
Fixação pelo autor : 20/08 a par tir  das 16h 
Retirada pelo autor : 23/08 a par tir das 16h 

1. A Equipe Reflexiva como Metodologia de For mação e de Inter venção J unto a Famílias em 


Situação de Vulner abilidade 
Esalba Silveira, Siluane dos Santos, Gimene Cardozo Braga, Alessandra Piá da Rosa, 
Eduardo Pedrazza, Partinobre Brito
2. A Exper iência de uma Família Frente ao Adoecimento e Tr ansplante 
Rosana Trindade Santos Rodrigues, Wilze Laura Bruscato, Ana Lucia de Moraes Horta 

3. A Família Competente e a Pessoa em Sofr imento Psíquico: Sentidos Pr oduzidos a Par tir da 


Liter atur a em Enfer magem 
José Fernando Petrilli Filho, Sueli Aparecida Frari Galera, Paulo Celso Prado Telles Filho, 
Luciane Prado Kantorski, Toyoko Saeki, Ana Cristina Nassif Soares 

4. A Família e o Cuidado à Cr iança Por tador a de Síndr ome de Down 


Gisele Cristina Manfrini Fernandes, Joana de Oliveira Xavier Araújo, 
Vaneza Herculina Pereira de Castro 

5. A Família no Pr ocesso de Adoecer  
Andréia Moreira Borges, Cintia Favero Carvalho, Gabriela Elisa Thiel 

6. A Função do J ogo como Pr ática Dialógico­Simbólica na Ter apia Familiar Sistêmica 


Graziella Mastrobuono 

7. A Impor tância da Ter apia de Família no Acompanhamento a Pacientes Submetidos à Cir ur gia 


Bar iátrica 
Mariana Torós Sadock de Freitas, Dirce de Sá Freire 

8. A Influência do Tr abalho no Pr ocesso do Envelhecimento na Visão dos Aposentados 


Alessandra Cassia Ribeiro Chrisostomo 

9. A Visão Sistêmica de Família no Tr abalho em Saúde Coletiva 
Cibele Alves Chapadeiro de Castro Sales, Sandra de Azevedo Pinheiro 

10. Adesão do Sistema Familiar  ao Tr atamento de Dependência do Álcool: Percepção de Familiar  e 


Adicto 
Flávia dos Anjos Reis, Tess Kreutz Celidonio Nery 

11. Alguns Limites e Possibilidades da Abor dagem Cognitivo­Compor tamental par a as Crianças 


Por tador as de TDAH e Suas Famílias 
Fanny Helena Martins Salles, Herondina Lunelli 

12. Atendimento a Famílias de Baixa Renda 
Letícia Hoffmann Kunrath, Maria Luisa Pereira de Oliveira 

13. Atendimento Familiar  em Psicoter apia Psicodr amática 


Algaides de Marco Rodrigues, Taise Costa Dias 

14. Atuação do Estagiário de Psicologia J unto a Famílias no CRAS ­ Centr o de Refer ência em 


Assistência Social 
Teresa Cristina Martins Leite Imada, Márcia Moscardini 

15. Avaliação de Famílias com Mães Adolescentes em Zona de Perifer ia Ur bana na Cidade de Por to 


Alegr e 
Angela Maria Polgati Diehl, Olga Falceto, Elena Metcalf, Cláudia Baratojo, Carmen Luiza 
Fernandes 

16. Centr o de Inter venção e Estudos em Sexualidade ­ UNIFESP


Celina Daspett; Ana Lucia de Moraes Horta, Ana Lucia Espósito, Cássia Franco, Crsitina 
Romualdo,Denise Miranda de Figueiredo, Márcio S. Sant´Ánna, Marianne Feijó, Martha Murano 

17. Conflitos Conjugais: Um Estudo de Caso 
Cristiane Camargo de Oliveira, Joviane Marcondelli, Roselaine de Oliveira Giusto, Valéria 
Pellegrino 

18. Cr enças Relacionadas aos Idosos e Suas Famílias 
Camila Ament Giuliani dos Santos Franco, Nair Teresinha Gonçalves, Simone Castiel 

19. Cr escer  em Família: Estudo sobr e o Legado Familiar  


Natiele Prochnau 

20. Dependência Química e as Infor mações do Genogr ama 


Cibele Alves Chapadeiro de Castro Sales, Sandra de Azevedo Pinheiro 

21. Encontr os e Contos ­ Contando e Cr iando Nossas Histór ias 


Gilda D´Orsi Archer, Vera Lúcia de Seixas Bello 

22. Envolvimento Familiar na Percepção do Paciente Oncológico 
Ricardo Vivian da Cunha, Daniela Bianchini, Karla Rovatti 

23. Escola de Sociodr ama Familiar Sistêmico ­ ESOFS/PROTEF 


Maria Rita D´Angelo Seixas 

24. Especialização em Inter venção Familiar : Psicoter apia e Or ientação Sistêmica 


Ceneide Maria de Oliveira Cerveny, Ulisses Herrera Chaves, Marianne Feijó, Nelson Iguimar 
Valério,Jussara Simões Boverio 

25. Estr atégias Educativas  em Famílias de N ível Sócio­econ ômico B aixo 


Laura Alonso de Bem, Adriana Wagner 

26. Família e a Hospitalização de um Filho em Ter apia Intensiva Pediátr ica 


Benaia Candida Alves, Maria Luiza Puglisi Munhoz, Márcia Siqueira de Andrade 

27. Família e Doença: Dinâmica Familiar  de Adolescente com Tr anstor no Depr essivo ­ Um Estudo 


Compar ativo 
Marilia Luiz Pereira, Dóris Lieth Peçanha, Marcos Pacheco Toledo Ferraz 

28. Família e suas Implicações na Escolha Pr ofissional 
Dulce Grasel Zacharias, Ieda Cristina Morinel, Vivian Paludo Landskron 

29. Famílias de Mães Solteir as e Famílias Nucleares: Avaliando as Pr áticas Educativas Mater nas 


Angela Helena Marin, Cesar Augusto Piccinini 

30. Fator es Relevantes par a a Recomendação da Guar da em Situações de Disputa J udicial 


Vivian de Medeiros Lago, Denise Ruschel  Bandeira 

31. Gr upo de Pais de Cr ianças com Autismo: Relato de Exper iências 

32. Gr upo Familiar Como Inter venção Ter apêutica na Dr ogadição 


Jocemara de Jesus 

33. Gr upo Ter apêutico Multifamiliar: Famílias Adotivas 


Rosane Carneiro Porto, Fátima Galvão Palma, Ivone Brittes
34. Gr upoter apia par a Familiares: Estr atégia de Reabilitação 
Guiomar Maria da Silva, Martha Helena O Noal 

35. HIV em Pessoas com Mais de 50 Anos na Região Sul 
Laíssa Eschiletti Prati, Maria Clara P. de Paula Couto, Andreína Moura, 
Ana Paula Lazzareti de Souza 

36. Inter venção em Psicologia Clínica Institucional nas Aldeias Infantis SOS 
Helena Bandeira de Melo Rio Branco, Fabiane dos Santos Cardoso, Raquel Almeida de Castro 

37. Inter venção Psicossocial com Famílias de Nível Socioeconômico Baixo 
Letícia Lovato Dellazzana, Mariana Gonçalves Boeckel, Cintia Gremo Zart 

38. Investigando a Conjugalidade no Contexto da Depressão Pós­Par to 
Giana Bitencourt Frizzo, Luiz Carlos Prado, Juan Luiz Linares, Cesar Augusto Piccinini 

39. Manifestação de Talentos em Meio a Situação de Risco: Um Estudo Qualitativo da Resiliência 
Psicológica no Contexto Familiar e na Rede Social 
Silvia Regina Ferreira Negrisolo, Ceneide Maria de Oliveira Cerveny 

40. Método Vivencial de Auto­Referência na For mação do Psicólogo Sistêmico 
Angela Beatriz Sand, Thais Monteiro Roloff, Telma Pereira Lenzi, Andréia Chagas Pereira, 
Ana Paula Garcia Luchi, Cláudia Dalcanale, Caroline Fensterseifer, Bruno Pereira Lenzi 

41. Modelos Explicativos das Famílias para as Dificuldades Escolar es de Seus Filhos 
Rita De Cássia Lopes Rossini Rahme, Camila C. Cruz, Mauro Muszkat, Mônica Miranda, 
Thais Barbosa 

42. Nota Pr évia: PROAJ  ­ Pr ogr ama do Adolescente J osefense: Um Estudo sobr e a Implantação de 


um Pr ogr ama de Assistência Social 
Ana Paula Balbueno Karkotli, Janine Chiarelo 

43. O Homem, a Genética e a Ter apia Familiar  Sistêmic a 


Célia Maria da Silva Melo, Maria Apparecida Gomes Piola, Silvia Regina Ferreira Negrisoli, 
Ceneide Maria de Oliveira Cerveny 

44.O Limite do Cuidado e o Cuidado do Limite 
Giseli dos Santos, Juliana Lima Medeiros 

45. O Papel da Figur a Mater na no Tratamento da Criança com Compulsão por  Chupar  o Dedo 


Polegar  
Lilian Torós Sadock de Freitas, Mariana Torós Sadock de Freitas 

46. O Papel do Pai no Desenvolvimento Infantil 
Doris Waldow, Maria Aparecida Crepaldi 

47. O Ter apeuta e os Ester eótipos de Gêner o na Clínica da Violência Conjugal 


Júlia de Moura Carvalho Santos 

48. ONG ­ ASSIM ­ Pr ogr ama Clínica Social da Associação Instituto Movimento 


Andréia Chagas Pereira, Telma Pereira Lenzi, Angela Beatriz Sand 

49. Ouvindo o Adolescente e suas Famílias
Elizabeth Queiroz Moreira de Andrade Salgado, Rachel  Niskier 

50. Percepções Acer ca dos Múltiplos Olhares na For mação Inter disciplinar  em Ter apia de Casais e 


Famílias: Relato de Exper iência 
Mariana Vidal, Gisele Cristina Manfrini Fernandes, Eliane Petry, Sinara Jacques da Silva Vieira 

51. Pós­Car r eir a ­ Per íodo de Tr ansição, Tempo de Escolhas 


Maria Inês Godoy Santos Rosa, Magda Martins Mariante 

52. Possíveis Conseqüências da Ausência de Uma Figur a Masculina Representativa 
Andréia Moreira Borges, Cintia Favero Carvalho, Gabriela Elisa Thiel, Fátima de Barros Plein 

53. Pr áticas Educativas Par entais em Relação ao Filho Único e ao Pr imogênito 


Ana Paula Corrêa de Oliveira Freitas, Cesar Augusto Piccinini 

54. Pr ocesso de Viver  com Ostomia: Facilidades e Limites 


Viviane Cruz Perugini, Margareth Linhares Martins, Denise Maria Guerreiro Vieira da Silva, 
Rode Dilda Machado, Valéria Cyrillo Pereira 

55. Pr ojeto Anjo da Guar da e a Ter apia Familiar como Apoio à Adoção de Cr ianças Maiores e de 


Gr upos de Ir mãos 
Angela Baiocchi, Vera Lucia Cardoso 

56. Pr ojeto de Pesquisa Sobr e o Desenvolvimento do Bebê no Pr imeir o Ano de Vida No Contexto de 


Depr essão Mater na no Recôncavo Bahiano 
Cristiane Alfaya 

57. Pr ojeto Dialogando com Famílias 
Ada Nicia Nogueira Diógenes, Margarida Maria de Carvalho Rêgo 

58. Pr ojeto Pr é­adoção: Impor tância dos Gr upos Multifamiliares par a a Ressignificação da Adoção 


Eliana Carla Barcelos, Rosiane Silva Evangelista, Flávio Lôbo Guimarães 

59. Pr omoção de Diálogo e Constr ução de Par cer ias: a Família e a Violência Doméstica 


Adriana Sávio, Maria Rita Seixas, Ellen Navega Dias, Patricia Smaletz, Maria Fernanda 
Camargo, 
Susanna Levy, Gisela Castanho, Maher Musleh, Cida O´Sullivan, Haylton Farias, 
Cleide de Toledo Gütschow 

60. Quando Mor r e uma Cr iança: As Implicações Familiar es Frente à Per da de um Filho 


Juliana Rausch Potter, Rafaela Behs Jarros 

61. Repr odução Assistida e suas Reper cussões ­ Uma Visão Psicanalítica 


Gisleine Verlang Lourenço, Eduardo Pandolfi Passos, José Roberto Goldim, Fernando Freitas, 
Vilmon de Freitas 

62. Rompendo o Ciclo de Violência Familiar  
Denise Falcke 

63. Saída da Casa dos Pais: O que Muda na Vida do J ovem Univer sitário? 


Luciane Leoratto Pozobon 

64. Semeando Vínculos Saudáveis 
Cristine Cesa Lahm
65. Ser viço Ação Rua ­ Abor dagem e Acompanhamento a Cr ianças e Adolescentes em Situação de 
Rua e suas Famílias 
Lirene Finkler, Ana Paula Granzotto de Oliveira, Cíntia Marques da Rosa, Cristina Sefton, 
Deise Cardoso Nunes, Denise Funck, Gaziella C. Emmert, Jacqueline Volino, Julia Obst, 
Lurdes Vargas de Souza, Maria Juracema Viegas 

66. Sistema de Mediação Cor por ativa no J udiciário 


Ellen Navega Dias, Eliara Pontes Ramos 

67. Sociodr ama Constr utivista da Aids no Instituto de Assistência a Menor es em Rio Ver de/GO 


Luciana Martins Moraes 

68. Ter apia de Família e Casal ­ For mação em Ter apia Relacional Sistêmica 


Maria Helena Bartholo, Berenice Fialho Moreira, Gilda D´Orsi  Archer 

69. Ter apia de Família no Cuidado Com o Bebê de Risco 
Andréia Moreira Borges, Cintia Favero carvalho, Gabriela Elisa Thiel 

70. Ter apia Familiar  na Clínica de Atendimento Psicológico da UFRGS 


Mara Lúcia Rossato, Léa Peres Day, Paulo Kroeff 

71. Tr ansição para a Parentalidade e a Relação Conjugal no Contexto da Repr odução Assistida: Da 


Gestação ao 1º. Ano de Vida do Bebê 
Lia Mara Netto Dornelles, Rita de Cássia Sobreira Lopes, Isabela Machado da Silva, 
César Augusto Piccinini, Paloma Kohlmann Amato, Eduardo Pandolfi Passos 

72. Um Retrato 3x4 da Família Silva: Relato de uma Exper iência 
Ana Cláudia de Oliveira Bentes, Rosana Nazaré Leão Souza, 
Sandra Maria da Conceição Moura Alves 

73. Unidade de Inter venção à Família e Comunidade UNIFAC ­ UNIFESP 
Ana Lucia de Moraes Horta 

74. A Família Rur al: Transições nos Papéis, Tar efas e o Cuidado Fam ilial 


Gisele Cristina Manfrini Fernandes, Astrid Eggert Boehs 

ATIVIDADES DA SALA ESPECIAL  
21 de agosto, quinta­feira: das 13h às 14h15 min  

Yoga e Relaxamento 
Prof. Luiz Augusto Copstein Waldemar (TALEMA) 
É graduado em Agronomia e Educação Física, pós­graduado em Sociologia e Psicomotricidade 
Relacional.Formação em Yoga, Biodança, Neurolinguística e Terapia Familiar e de Casal e 
Especialização 
em Filosofia e Religiões Orientais. 
É professor de Yoga e Biodança da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e tem vários artigos 
publicados em 
jornais e revistas especializadas. 
Autor dos livros: Biodança: o abraço pode mudar o mundo e Ioga: O caminho da Paz Interior, 
Vivências 
Integrativas para o Casal, entre outros.
www.talema.pro.br 

21 de agosto, quinta­feira, das 14h30min às 16h  

Exibição do filme :  O Paraíso 
Realização: Núcleo Pesquisas ­ Direção de Moisés Groisman. 

21 de agosto, quinta­feira, das 16h30min às 18h  
Oficinas: Práticas Psicofísicas e de Consciência Corporal, alongam ento ,  Plena Atenção e 
Relaxamento 
Facilitador: Jorge Mello 
Curso Simplicity and Social Change no Schumacher College ­ Inglaterra (2003). Terapeuta com 
formação em Shiatsu, Reflexologia, Reiki e Yoga Clássico. Artista corporal: praticante graduado 
(faixa­preta 2o. Dan) da arte marcial japonesa Aikido, facilitador de Danças Circulares e Líder 
Certificado de Danças da Paz Universal. Praticante leigo ordenado no Budismo Soto Zen. 
Experiências de vida comunitária e treinamentos na Ecovila de Findhorn ­ Escócia (1997/99: 
Group and Workshop Leader, Gentle Warrior e Conflict  Facilitation Training). 
www.simplicidade.net 
jorgemel@simplicidade.net 

22 de agosto, sexta­feira ,  8h30min às 10h  
Cur ta metr agem gaúcho ­ um sôco na consciência dos espectador es 
Ilha das Flor es ­ de Jorge Furtado 
"Ilha das Flores" é como a sensação de acariciar e provocar cócegas no corpo de uma pessoa e, 
de repente,quando este está com todas as defesas naturais abertas, lhe aplicar um violento soco 
nos órgãos genitais. É um grito de dor e horror no final ­ pela verdade que traz em suas imagens. 
Assim, não há ninguém capaz de resistir ao impacto que este curta provoca. 
Comentários: Maria da Graça Furtado 

22 de agosto, sexta­feira ,  10h30min às 12h  

ntuição e Estética: a dimensão sutil na contr ibuição da cultur a da paz 
Oficina vivencial com Maria Tereza Petrini 

Licenciatura em Desenho e Plástica/Especialização em Arte Decorativa ­ UFSM; Especialização 
em Arteterapia no Contexto Social e Institucional ­ INFAPA, Porto Alegre; Componente da 
Coordenação e Ministrante do Programa Ações na Cultura para a Paz: Espiritualidade e 
Educação ­ UFRGS, Porto Alegre; Formação em Biopsicologia com ênfase em Yoga ­ Parque 
Visão Futuro, SP; Formação Básica em Dinâmica dos Grupos ­ SBDG, Porto Alegre.
22 de agosto, sexta­feira ,  das 13h às 14h15min  
Yoga e Relaxamento 
Prof. Luiz Augusto Copstein Waldemar (TALEMA) 

22 de agosto, sexta­feira, das 14h30min às 16h  
Exibição de Documentário: Mães Adolescentes. 
Realização: Olga Falceto, Daniel Spritzer, Nilsa Panizzi 
Comentários: Ângela Diehl 
Documentário retrata três famílias de mães adolescentes muito diferentes entre si em três 
momentos da vida, com filhos aos 4 meses, dois anos e quatro anos, estimulando perguntas 
sobre o impacto das diferentes situações familiares no desenvolvimento das crianças 

22 de agosto, sexta­feira, das 16h30min às 18h  
Oficinas: Práticas Psicofísicas e de Consciência Corporal, alongam ento ,  Plena Atenção e 
Relaxamento Facilitador: Jorge Mello  

23 de agosto, sábado, das 8h30minàs 10h  
Exibição de documentár io Canto de Cicatr iz 
Direção, roteiro, montagem e produção executiva de Laís Chaffe. Documentário sobre violência 
sexual contra meninas. Direção de fotografia: Juliano Lopes Fortes. Música: Yanto Laitano. 
Direção de produção:Raquel Sager. Participação especial: Ingra Liberato, com o poema Canção 
para a menina maltratada, deCelso  Gutfreind. Prêmio Direitos Humanos no RS; dois Prêmios 
Galgo Alado no Gramado Cine Vídeo:melhor no gênero vídeo social e melhor vídeo 
independente brasileiro. 
Comentários: Renato Caminha 

23 de agosto, sábado, 10:30h às 12h  
Palestra : Camile Claudel, sua família e sua obra 
Prof. Dra. Claudia Musa Fay 

Possui graduação em História pela PUC­RS (1985), mestrado em História pela PUC­RS (1990) e 
doutorado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001). Atualmente é 
Professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Professora do PPG em 
História, do Curso de Graduação em História e Coordena os Curso Integrados de Artes.
23 de agosto, sábado, das 13h às 14 h15m in  
Palestra: Verdades, Mitos e Atualidades em Cirurgia P lástica 
Dr. Jones Copetti 
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).Membro da Sociedade 
Ibero­Latinoamericana de Cirurgia Plástica.Preceptor do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital 
Universitário da PUCRS Ex­presidente da SBCP ­ regional Rio Grande do Sul 
Diretor a Psicoplast (Clínica Integrada de Cirurgia Plástica e Psicologia). 

23 de agosto, sábado, das 14h30min às 16h  
Exibição do filme: O Resgate do Tempo 
Realização: Núcleo Pesquisas ­ Direção Moisés Groisman 

23 de agosto, sábado, das 16h30min às 18h  
Oficinas: Práticas Psicofísicas e de Consciência Corporal, alon gam ento ,  Plena 
Atenção e Relaxamento 
Facilitador: Jorge Mello 

PROGRAMAÇÃO SOCIAL 
QUARTA­FEIRA ­ 20 hor as ­ Centr o de Eventos da FAURGS 
Coquetel de aber tur a 
Inauguração da Exposição de arte 
Desfile de lançamento da feira 
Lançamento e autógrafos de novos livros e da Revista Brasileira de Terapia Familiar. 

QUINTA­FEIRA ­ 20h30min ­ Chur r ascaria Gar fo e Bombacha 


Jantar por adesão, com show Típico Gaúcho, com bebida e transfer incluídos. Ingressos a R$ 
50,00 na 
Secretaria do Congresso. 
Vagas limitadas. 

SEXTA­FEIRA 
Jantar Oficial do Congresso (por adesão), com show surpresa. 
Centro de Convenções do Serrano Resort 
Ingressos a R$ 50,00 (sem bebida incluída) na Secretaria do Congresso. 
Vagas limitadas.
SÁBADO 
Noite livre para curtir Gramado. 

LANÇAMENTO DE LIVROS E REVISTA 
Quarta­feira, 20/08, à  partir das 20 horas, durante o Coquetel de Abertura, no térreo do Centro 
de Eventos FAURGS. 

Revista Brasileir a de Ter apia Familiar  ­ Ano I ­ n° 1 


Lançamento ABRATEF 

Manual de Ter apia Familiar  
Organizadores: Luiz Carlos Osório e Maria Elizabeth Pascual do Valle 
Editora ARTMED 

Ter apia Relacional Sistêmica ­ famílias casais indivíduos gr upos 


Solange Maria Rosset 
Editora Sol 

Gr upoter apias: abor dagens atuais 


Luiz Carlos Osório 
Editora ARTMED 

A Tr ansmissão geracional em diferentes contextos 


Organizadores: Maria Aparecida Penso  e Liana Fortunato Costa 
Editora Summus (SP) 

Abuso sexual: a J ustiça interr ompe a violência 


Organizadores: Liana Fortunato Costa e Helenice Gama Dias de Lima 
Editora Liber Livros (DF) 

O desafio de ser  mãe hospedeir a 


Denise Machado Duran Gutierrez 
Editora da Universidade Federal do Amazonas (EDUA) 

O Cur r ículo na escola inclusiva: entendo esse desafio 
Maria de Fátima Minetto 
Editora IBPEX 

A Dança Triger acional 
Rosana Galina 
Editora Vetor 

Valor es familiar es e uso abusivo de dr ogas 


Miriam Schenker 
Editora FIOCRUZ 

Família é quem cuida de mim: nar r ativas de identidade de jovens adultos cr iados em abrigo 


Helena Maffei Cruz 
Editora Instituto Noos 

Sexualidade na Família
Organizadores: Ana Lucia de Moraes Horta e Marianne Feijó. 
Editora Expressão e Arte 

Família e Gêner o 
Marlene Neves Strey, João Alves da Silva Neto, Rogério Lessa Horta 
Editora: EDIPUCRS 

Duas Casas e uma Mochila 
Sonia Mendes 
Editora Mar de Idéias ­ RJ 

Atendimento sistêmico de famílias e r edes sociais, Volume II ­ O pr ocesso de atendimento 


sistêmico, Tomo 1 e Tomo 2 
Juliana Gontijo Aun, Maria José Esteves de Vasconcellos, Sônia Vieira Coelho 
Editora Ophicina de Arte & Prosa, 2007 

Olhar  Sistêmico... Par a o mundo! 


Telma Pereira Lenzi 
Edição da Autora 

Mulher  do Século XXI 
Valéria Meirelles 
Colaboradores: Andréia Balestero; Elizabeth Polity; Maria Helena M. Paulino; 
Suzanna Amarante Levy; Verônica A. M. Cezar­Ferreira; Márcia Z. Setton 
Editora ROCA 

Ter apia Familiar  
Organizadora: Rosa Maria S. Macedo 
Editora ROCA 

RELANÇAMENTO DE LIVROS 
Família é Deus ­ 2ª edição 
Editora Núcleo­Pesquisas 
Moisés Groisman 

Família, Trama e Ter apia ­ 2ª edição 
Editora Núcleo­Pesquisas 
Moisés Groisman 

O Código da Família 
Editora Núcleo­Pesquisas 
Moisés Groisman 

Além do Par aíso 
Editora Núcleo­Pesquisas 
Moisés Groisman 

Histór ias Dr amáticas 


Editora Rosa dos Tempos
Moisés Groisman 

As Nar rativas e o Pr ocesso de Recr iação do Sujeito. Semiótica das Metáfor as. 


Sílvia Maria Guerra Anastácio e Célia Nunes Silva 
Editora EDUFBA ­ 2a Edição 

Álcool, Outr as Dr ogas, Infor mação: O que cada pr ofissional precisa saber 


Organizadores: Gilda Pulcherio, Carla Bicca, Fernando Amarante Silva 
Autores: Helena Centeno Hintz, Silvia Chwartzmann Halpern (Capítulo) 
Editora Casa do Psicólogo ­ 2ª edição revisada. 

LANÇAMENTO DE CD 
Resiliência e Família: um caminho par a aprendizagens 
Amarilis Rabelo e Genilce Cunha 

Previsão do tempo em Gramado para os dias: 

Terça­feira, 19 de agosto, entre 8°C e 12°C 
Quarta­feira, 20 de agosto, entre 9°C e 16° C 
Quinta­feira, 21 de agosto, entre 8°C e 16° C 

Aguardamos você! 
Grande abraço, Comissão Organizadora do 
Congresso