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Determinante de Segunda Ordem___________________________________________1


Determinante de Terceira Ordem — Regra de Sarrus__________________________2
Cofator________________________________________________________________3
Teorema de Laplace______________________________________________________3
Teorema de Jacob________________________________________________________4
Regra de Chió (abaixamento da ordem de um determinante)_____________________5
Determinante de Vandermonde_____________________________________________5
Teorema de Binet________________________________________________________6
Matemáticos — História da Matemática_____________________________________6
Ambiente e Preservação___________________________________________________7
Referências Bibliográficas_________________________________________________7
Respostas:______________________________________________________________7

Determinante de Segunda Ordem


A toda matriz está associado um número real chamado determinante.

1. Calcular o valor dos determinantes:


2 5 2 5
a) 4 8
=?  Solução: 4 8
= 2.8-5.4= 16-5 = -16 ® -16
a b
b) 2 6
=?
log 2 8 3
c) 4 1
=? ® -15


tg 81
d) 3 =?
log3 1 27
3
ln e sec 2
e) 0
3 1
=?
4 100
f) 0 3
® -12

2. Calcule os determinantes usando o escalonamento:


2 5
a) 1 8
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log 2 8 3
b) ® -9
4 1
3. Resolva a equação
 
sen   x   tg   x 
2 
=1.
  
sen    x  cos  x 
 2 

Determinante de Terceira Ordem — Regra de Sarrus


(Pierre Frederic Sarrus, 1798-1861, matemático francês.)
1 2 0
4. Calcule o valor do determinante: 0 3 2 =?
1 4 5
1 2 0 1 2
resolução: 0 3 2 0 3 =1.3.5+2.2.1 +0.0.4-(0.3.1+1.2.4+2.0.5)= 11
1 4 5 1 4
® 11
5. Calcule o valor do determinante
1 2 0
a) 0 3 2 ® 15
0 0 5

 0,3 0,5 1
b) 20  12 1 . ® -7/20
3
1 12 8 0

log 2 8 tg sec   
4
1

6. Calcular o determinante 42 sen 8 30 .® -8


2
1 ln e 1

   
  
 2 4 
   
7. O determinante da matriz  sen cos sec cos  é
2 2 2
 tg cos 2 cos  
 
 

a)  ***
4
b) 0

c)
4
3
d)
4
e) 2

Cofator
Dada uma matriz A de ordem n, chama-se cofator de aij e indica-se Aij o número real
obtido multiplicando-se (-1)i+j pelo determinante da matriz que se obtém da matriz A,
excluindo-se a linha i e a coluna j do elemento aij.
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1 3 0 
 0  , calcule:
8. Dada da matriz A   0 5
  1 2  2
a) Os cofatores A13, A23 e A33
0 5 1 3
A13    1 A23    1    2  3
1 3 23
.  5 .
1 2 1 2
1 3
A33    1
3 3
.  5
0 5
b) A soma dos produtos dos elementos a13, a23 e a33 pelos seus respectivos cofatores
A13, A23 e A33
c) Calcule detA pela regra de Sarrus.
d) Comente os dois resultados dos itens c) e d).

Teorema de Laplace
( Pierre Simon Laplace, 1749-1827, astrônomo, físico e matemático francês)

O determinante de uma matriz quadrada A é o número real obtido somando-se os produtos dos
elementos de uma linha (ou uma coluna), pelos seus respectivos cofatores.

9. Calcule os determinantes:
2 2 1 0
3 2 2
1 0 1 3
a) 4 5 0 =? ® -31 b) 2 0 4 1
=?® 292
1 0 1
0 7 2 1

10. Calcule o valor dos determinantes

1 
0 log3 3 log 1 sen  12 1
3 3 2
a) 1 log3 27 log 1 27 =? b) log1 0  1 =?
3
0 log3 81 log3 243
3
cos 21 30
2

2 3 3
c) 0 tgx 1  0.
0 3 tgx
11. Resolva em R

x 0 0 0 sen x cos x 0 1
0 0 1 x sen x cos x 0 0
a) 0 b) 0
0 x x 9 sen x 1 0 0
0 4 0 0 0 0 1 0

1 x 2 0
2 x 4 0
c) 0
1 3 x 0
0 0 0 2
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12. Determine os valores de y , 0  y  2 , de maneira que o determinante


cos y 0 0
sen y 1 cos y seja nulo.
cos y sen y sen y

Teorema de Jacob

(Carl Gustav Jacob Jacobi, 1804-1851, filósofo e matemático alemão)


http://www-gap.dcs.st-and.ac.uk/~history/Mathematicians/Jacobi.html

— Um determinante não se altera quando somamos, a uma fila, outra fila paralela
previamente multiplicada por um número real qualquer.
— Seja A uma matriz quadrada de ordem n  2. Se adicionarmos a uma de suas filas
outra fila paralela previamente multiplicada por uma constante, obteremos uma
matriz B tal que: detB = detA.

13. Calcule os determinantes:


1 2 1 2
2 4 2 3
a) det A  =? Solução: Somando à segunda linha o produto da
1 1 2 3
2 1 1 3
1 2 1 2
0 0 0 1
primeira linha por –2, temos: det B  , aplicando a esse último
1 1 2 3
2 1 1 3
resultado o teorema de Laplace pela segunda linha, temos:
1 2 1
  1 2  4 .  1. 1 1 2 = -6 ® detB =detA = -6
2 1 1
1 2 3 5
3 2 6 1
b) det A  =? Solução: Somando à terceira linha o produto da
2 4 8 10
3 1 2 3
1 2 3 5
3 2 6 1
primeira linha por 2, temos: det B  , aplicando a esse último
0 0 2 0
3 1 2 3
resultado o teorema de Laplace pela terceira linha, temos:
1 2 5
  1 3 3 .  2 . 3 2 1 = (-2).(-16)=32 ® detB =detA = 14
3 1 3
2 1 0 3
3 sen 2 a cos 2 a
2 1 4 2
c) d) 3 sen 2 b cos 2 b
1 2 3 6
3 sen 2 c cos 2 c
0 4 6 1
1 2 3 4
1 2 5 6
e) 2 3 5 7
=?
4 1 3 2
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 Multiplica a segunda linha por –1 e soma à primeira linha; soma à terceira coluna a quarta coluna multiplicada por
–1 .

i  j  1, se i  j
14. Calcule o detA, sendo A=  aij 6 x 6 , com aij   .
1, se i  j
1 1 1 1
1 1 x 1 1
15. Resolva a equação em R 1 1 1 x 1
= -8.
1 1 1 1 x
Regra de Chió (abaixamento da ordem de um determinante)
(Felice Chió, matemático italiano, 1813-1871)

16. Calcule os determinantes


1 a b
2  a.c 3  b.c
a) c 2 3 =? 
4  a.d 5  b.d
d 4 5
1 2 4
12  2.5 15  4.5 2 5
b) 5 12 15 =?  = = 2.6 –(-5.5) =
11  2.3 18  4.3 5 6
3 11 18
2 3 4
c) 5 1 3
2 4 6
6 4 0 1 6 4 0 1 1 4 0 6
2 3 4 0 2 3 4 0 0 3 4 2
d) =?Solução: =  =
0 0 3 2 0 0 3 2 2 0 3 0
4 2 3 4 4 2 3 4 4 2 3 4
3  4.0 4  0.0 2  6.0 3 4 4 27 1 32
0  4.2 3  0.2 0  2.6 =  8 3  12 =  8 3  12 =
2  4.4 3  0.4 4  4.6  14 3  20  14 3  20
1 27 32
3 8  12 =
3  14  20
1 1 1 1
1 1  x3 1 1
17. Calcular o valor do determinante 1 1 1  y3 1
, sabendo que x. y.z  3
2 .

1 1 1 1  z3

Determinante de Vandermonde
(Alexandre Théophile Vandermonde, Born: 28 Feb 1735 in Paris, France;Died: 1 Jan 1796 in Paris,
France)
http://www-gap.dcs.st-and.ac.uk/~history/Mathematicians/Vandermonde.html

18. Calcule os determinantes:


1 1 1 1 1 1
a) 2 3 4 =? 2 3 4 =(-3-2).(4-(-3)).(4-2)=
4 9 16 4 9 16
Resolução:
Arquivo: 1determinant.doc Page 6/8

1 1 1 1 d)
2 3 4 5 1 1 1 1
b) 22
3 2
4 2
52=? log 2 log 20 log 200 log 2000
23 33 43 53  log 2 2  log 20 2  log 200 2  log 2000 2
 log 2 3  log 20 3  log 200 3  log 2000 3
1 1 1
c) log 7 log 70 log 700
log 2 7 log 2 70 log 2 700
1 1 1
19. Calcule o valor de x na equação x 2  x  3 =0.
x2 22  x  3 2

20. Resolva em R a inequações:


1 1 1 1 1 1
a) 2 x 1 x3 0 . b) x 1 3 0
4 x2  2x  1 2
x  6x  9 x2 1 9
2 3 4 x x2 x3
c) 4 9 16 =? d) x x x  0
8 27 64 x 2x 4x

Teorema de Binet
(Jacques Philipe Marie Binet, matemático francês, 1786-1856)

Se A e B são duas matrizes quadradas de ordem n, então: det(A.B)=detA.detB.

5 2  2  1
21. Dadas as matrizes A    e B    , Calcule: a) detA b) detB
3 1  3 2 
c) det(A.B) d) det (B.A)

7 2 3 5
22. Dadas as matrizes A    e B    , Calcule: a) detA b) detB
1 4 2 6 
c) det(A.B) d) det (B.A)

2 5
23. Dadas as matrizes A    , Calcule: a) detA b) detA-1
7 9 

Matemáticos — História da Matemática

http://www-gap.dcs.st-and.ac.uk/~history/Mathematicians/

Ambiente e Preservação
(bb18, page 198) Um modelo matricial em um estudo ecológico

Os professores Bem Noble e James W. Daniel, no livro Álgebra Linear Aplicada,


apresentam um modelo matricial para o estudo do equilíbrio entre o crescimento de
duas populações: uma de 1000 galinhas e outra de 100 raposas, predadoras das galinhas.
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Admitindo certas taxas de variação para o número de indivíduos das duas populações,
em n unidades de tempo, os autores obtiveram a equação matricial:
n
 Rn   0,6 0,5   100 
     .  , em que Rn e G n são, respectivamente, o número de
 Gn    k 1,2   1000 
raposas e o número de galinhas na enésima unidade de tempo, e k é a taxa de predação
(razão do número de galinhas mortas para o número total de galinhas em cada unidade
de tempo).
A partir dessa equação, os professores mostram que, mantendo-se a taxa de predação
dentro de certos limites, as duas populações crescem indefinidamente; mas, para taxas
altas além do limite superior, as duas populações desaparecem.
Esse exemplo mostra o quanto a Matemática pode ajudar no equilíbrio ecológico. Resta
saber o quanto a ambição desmedida e a sede de poder do homem, como predador da
natureza, podem interferir na taxa de predação.

Referências Bibliográficas
Bb18. Paiva, Manoel — Matemática, volume único — 2ª. Edição, Editora Moderna, 2003, São
Paulo, Volume 2, Atual Editora, 1994, São Paulo.

Respostas:
1. a) -16; b) 6.a-2.b; c) -15; d) 90 ; e) 0 ;
f) -12
2. a) 11; b-9
3. cos2x+senx
4. 11
5. a) 15 b) -7/20
6. -8

7. 
4
8. a) +5; -5; +5 ; d) -10
9. a) -31 ; b) 292
  
 x  R | x  3  k . , k  Z 
 
10. a) -1; b) 1/2 ; c) S= ou 
 2 
x   k. , k .  Z 
 3 
11. a)  3,0,3 ; b) x  k . , k  Z ; c) ]  ;  2[  ]0;  [

12. resposta da questão: ,  e 2 no intervalo ( 0  y  2 ); Resposta geral (em
2
k .
R): y  ou y  2.k . , k  Z
2
13. a) -6 b) 32
Arquivo: 1determinant.doc Page 8/8

1 1 1 1 1 1
1 3 1 1 1 1 

1 1 5 1 1 1
14.  
1 1 1 7 1 1
1 1 1 1 9 1
 
1 1 1 1 1 11
15. x= -2
16. b) 37; c) -12
17. x. y.z  3 2
18. a) -70; b) 12; c) 2; d) 12
19. 2; 4 e 5
20. a)  ;1   3;  ; b) [1; 3]; c) 48; d)   1; 0    2;   
21. a) –1 b) –1 c) 1 d) 1
22. detA=26; detB=8
23. a) –17 b) 
1
17

(Obs: det A. A
1

 det I  det A. det A 1  det I )

24.