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FAÇA VOCÊ

MESMO A SUA

CERCA ELÉTRICA
Introdução
A cerca elétrica é o mais avançado sistema de proteção para residências, empresas,
indústrias e sítios, pois dificulta, inibe ou impede que o ladrão penetre no local. Também traz
benefícios como baixo consumo de energia, maior resistência ao tempo, sendo um produto de total
segurança, alta confiabilidade e baixo custo.
Voltada a Segurança Patrimonial, a Central tem sua principal aplicação destinada à proteção
periférica de imóveis residenciais, condomínios, indústrias, etc., através da eletrificação de cercas
instaladas, em geral, sobre muros ou grades.
A sua função básica é conter o acesso de intrusos à área protegida através de um choque
elétrico, não fatal, àqueles que por ventura tocarem na fiação que compõe a cerca eletrificada. O
Eletrificador deverá ser elaborado respeitando as normas: o (International Eletrotechinical
Comission), sediada em Genebra (Suíça), IEC 60335-2-76, cujo título estabelece os níveis de
segurança aos efeitos da corrente elétrica percorrendo o corpo humano.
Com o objetivo de garantir a melhor proteção possível, ao se utilizar o sistema de eletrificação de
cercas, é que apresentamos este manual de instalação, onde abordaremos os seguintes assuntos:
1.Como deve ser o aparelho;
2.Seu funcionamento;
3.Sua instalação;
4.Características dos isoladores;
5.Características dos cabos;
6.Aterramento.
Os pulsos elétricos proporcionam choques não-fatais. Apesar de serem pulsos de alta
tensão, de 8 a 10 mil Volts, possuem baixíssima corrente elétrica, em torno de 0,002 Amperes.
Os pulsos são enviados ao redor da propriedade em fios de aço inox, ou cobre apoiados em
isoladores presentes nas hastes de fixação. Ao tocar o fio o invasor fecha o circuito "fio da cerca -
invasor - terra". A eletricidade atravessa seu corpo e ele leva um grande "beliscão".
A cerca é formada pela central de eletrificação, haste terra, cabo de alta tensão, hastes de
fixação, isoladores, fio de aço inox ou cobre, bateria, sirene e placas de aviso.

COMO DEVE SER OS APARELHOS

As centrais de eletrificação geram os pulsos de alta tensão. Alimentam-se da energia da rede


elétrica com 110 ou 220 volts que carrega uma bateria de 12 volts. Essa energia é convertida em
pulsos de 8 a 10 mil volts e baixa corrente, em torno de 0,002 Amperes. Os pulsos são de curta
duração e se repetem em intervalos de 60 vezes por minuto, valores integrados dentro das normas
internacionais de segurança.
A lei do IEC citada anteriormente estabelece que o aparelho eletrificador dever fornecer
corrente elétrica com as seguintes características técnicas:
- Tipo de corrente: intermitente ou pulsante;
- Potência máxima: 5 Joules;
- Intervalo dos impulsos elétricos (média): 50 impulsos/minuto;
- Duração dos impulsos elétricos (média): 0,001 segundo (1 (um) milisegundo).
Também determina que a unidade de controle dever ser constituída no mínimo de aparelho
energizador de cerca que apresente 1 (um) transformador e 1 (um) capacitor. A utilização de
aparelhos energizadores fabricados a partir de bobinas automotivas. fly-backs de televisão.
A central de choque trabalha a partir da tensão fornecida pela bateria conectada ao circuito.
A central contém um carregador (regulado e flutuante) embutido responsável pela carga automática
da bateria, quando necessário.
Quando ligada, a central envia nos bornes de saída de alta tensão, um pico de
aproximadamente 7000 volts. Este pico de tensão percorre todo o perímetro da cerca e retorna a
central. Se por algum motivo, este pico de alta tensão deixar de retornar à central, um circuito de
alarme informará a tentativa de invasão através da sirene, ou uma central de alarme, dependendo de
como foi configurada a central de cerca elétrica
Este disparo poderá ocorrer em duas situaçôes:
1.Quando o arame da cerca for interrompido, impedindo que a alta tensão retorne à central.
2.Quando for feito um aterramento da cerca energizada, também impedindo que a alta tensão
retorne a central.
Para evitar alarmes falsos em conseqüência de chuvas, ventos ou de pequenas fugas
elétricas devemos ajustar a sensibilidade da central.
A central, não informa se alguém tocar no arame, pois grande parte da energia ainda retornará à
central. Para haver um efetivo choque elétrico é imprescindível que a pessoa que tocar o arame
tenha o mínimo de aterramento necessário haver circulação de corrente elétrica em seu corpo, se
esta pessoa estiver totalmente isolada não haverá circulação de corrente elétrica e a mesma não irá
receber o devido choque elétrico. Desta forma é imprescindível o bom aterramento para minimizar
esta possibilidade.

Limitações:

Os Eletrificadores por emitirem um pulso de choque de 7KV a cada 1,2segundos com


período de 75us (75 microsegundos) e potência entre 0,05 e 0,2 Joules, e por possuírem a cerca, ou
os arames eletrificados, poderá, em alguns casos, produzir uma interferência, no deste pulso, na
faixa de radiodifusão AM(Amplitude modulada) de 530 KHz a 1710KHz.
O princípio desta interferência é simples, ou seja, qualquer condutor que tenha uma corrente
elétrica circulando por ele produz um campo eletromagnético em sua volta, este campo
eletromagnético em torno dos arames da cerca é que produz esta interferência, o raio ação deste
pode variar e segundo testes em laboratórios e de campo pode chegar até 50m.
Em testes feitos a mesma limitação detectada em todos os quipamentos, portanto não é um
problema do eletrificador em si, e sim, uma limitação inerente a este tipo de equipamento que gera
uma tensão pulsante e por conseqüência este campo eletromagnético.

A figura abaixo mostra a estrutura básica do sistema:


Em uma instalação de um sistema de cerca elétrica devemos observar alguns critérios para
garantir o seu funcionamento seguro e eficiente. Estes critérios envolvem os acessórios que
compõem a estrutura básica da cerca elétrica: aterramento, cabos, isoladores, tipo de arame, hastes,
placas de identificação e altura da cerca.

HASTE TERRA - ATERRAMENTO

Responsável pelo bom funcionamento do sistema e pela qualidade dos pulsos elétricos
gerados pela central. O terra deve ser de boa qualidade e a haste deverá ter no minímo um metro de
comprimento e com diâmetro de 5/8".
Obrigatória a instalação de um sistema de aterramento específico para a cerca energizada,
não podendo ser utilizado para este fim, outro(s) sistema(s) de aterramento existente(s) no imóvel.
… de suma importância um bom aterramento para que a central funcione perfeitamente, no que diz
respeito ao “choque elétrico”. Para tanto existe um borne de conexão, destinado exclusivamente ao
aterramento, no conector principal.
A seleção e instalação dos componentes de aterramentos devem ser tais, que o valor
resistência de aterramento obtida, não se modifique consideravelmente ao longo do tempo, devem
ser tomadas precauções para impedir danos aos eletrodos e a outras partes álicas por efeitos de
eletrólise (oxidação).
Os cabos elétricos destinados às conexões da Unidade de Controle com o sistema de
aterramento deverão, comprovadamente possuir características técnicas para isolamento mínimo de
10 kV. Não utilize o neutro da rede elétrica como “aterramento”, além de incorreto, é perigoso
proibido por lei.
Em instalações onde o perímetro cercado é muito extenso, talvez surja a necessidade aterrar
o perímetro para tornar o choque da cerca eficaz em todo o perímetro. Em uma residência podemos
imaginar dois pontos de choque diferentes, próximo ao aterramento da central de cerca e outro, o
ponto mais distante da central:

- Cabo de Alta Tensão:

Tem como função interligar a cerca de aço inox à central. Para realizar esta ligação se
fazem necessários dois fios, um que leva a energia até a cerca e outro de retorno. Os cabos
utilizados para esta finalidade deverão possuir características técnicas para isolamento minímo igual
ou superior à tensão de pulso da central.
Os cabos elétricos destinados às conexões da cerca energizada com a Unidade de Controle e
com o sistema de aterramento deverão, comprovadamente possuir características técnicas para
isolamento mínimo de 10 kV e não conter emendas em sua extensão. Cabos inadequados poderão
apresentar perdas e fugas entre si, e entre equipamentos próximos.
Deverão ser condicionados individualmente em eletrodutos de PVC rígido ou flexível
embutido ou aparente) ou até mesmo em canaletas de uso aparente. Todos os cuidados deverão ser
tomados para impedir a entrada de água nos eletrodutos. Não utilizar eletrodutos de ferro
galvanizados. Não aproveitar eletrodutos em que existam outros circuitos (rede elétrica, telefônica,
antena, computadores, etc...).
Quando a corrente elétrica percorre um condutor, um campo elétrico é gerado. O campo
elétrico produz uma corrente elétrica em outro condutor, é o fenômeno chamado de indução
eletromagnética. A central produz uma tensão muito alta, gerando assim um campo magnético
muito grande e interferindo no funcionamento de eletrodomésticos próximos da rede de cerca
elétrica. Por esse motivo aconselhamos uma tubulação exclusiva para a rede de alta tensão da cerca
elétrica.

HASTE DE FIXAÇÃO

As hastes têm a função de sustentar os isoladores e formar a cerca. Devem ter espaçamento
pré-definido e recomenda-se que a distância entre as hastes nunca seja superior a 2,5 metros.
Podem ser fornecidas em alumínio ou ferro e possuem orifícios para a fixação dos isoladores,
espaçados entre si. A fixação da haste pode ser feita por meio de parafusos ou chumbada junto à
parede.
Pela sua facilidade de montagem, utiliza-se a barra chata de alumínio. Não obstante barras
ou cantoneiras de ferro também podem ser usadas. O critério a ser adotado deve ter como objetivo
uma movimentação mínima das hastes, uma vez que estas estarão expostas a correntes de ar
(ventos) ou a impactos mecânicos em casos de instalação em portões
Os isoladores utilizados no sistema devem ser construídos em material de alta durabilidade,
não higroscópico (não absorve umidade) e com capacidade de isolamento mínima de 10kv.
Mesmo na hipótese de utilização de estruturas de apoio ou suporte dos arames da cerca energizada
fabricadas em material isolante, fica obrigatória a utilização de isoladores. Os isoladores são feitos
de polipropileno, material que proporciona durabilidade e maior capacidade de isolação (15 mil
Volts). Não é recomendada a aplicação de isoladores de porcelana utilizados em instalações
elétricas, pois estes não apresentam dieletricidade (isolação) adequada para impedir a fuga de
tensão, face aos seguintes aspectos: Na sua fixação, surgem rachaduras imperceptíveis a olho nú
(aperto em excesso do parafuso de fixação). Expostos a intempéries, ao longo do tempo, surgem
microfissuras internas.
Não é recomendável a aplicação de isoladores plásticos utilizados em instalações elétricas
residenciais de . Estes possuem isolação elétrica inferior ao isolador de porcelana.

ARAME – FIO DE AÇO INOX OU COBRE

É utilizado para cercar o perímetro ao qual se deseja proteger. Fornecido em rolos de 500
metros. Também pode ser utilizado arame galvanizado no lugar do fio de aço-inox ou cobre..Em
istalações muito extensas, recomenda-se o uso de fio com secção superior, pois proporciona maior
resistência mecânica e menor resistência elétrica.
Os arames utilizados pela condução da corrente elétrica da cerca energizada,
obrigatoriamente, deverão ser do tipo liso. .Recomendamos a utilização do fio de inox 0,5 mm ou
arame galvanizado, pela sua facilidade de instalação e manutenção, bem como pela sua boa
condutibilidade elétrica.
A tensão mecânica suportada pelo fio (esticamento), deve ser suficiente para não criar
“barrigas” ao longo de sua extensão, bem como suportar qualquer “balanço” tolerável das hastes em
função, por exemplo, dos ventos. Um tensionamento além do necessário poderá causar
rompimentos/quebras constantes do mesmo.
O fio inox de 0,5mm poderá ser utilizado em instalações menores que possuam até 500m de
fio linear. O fio inox 0,7mm poderá ser utilizado em instalações que possuam até 1000m de fio
linear. O fio galvanizado 0,56mm deverá ser utilizado em instalações que possuam acima 1000m de
fio linear. O fio por ter uma resistência elétrica muito baixa, praticamente não possui perda em
percurso. E também nada impede de ser utilizado em instalações menores.
Fica expressamente proibida a utilização de arames farpados ou similares para
condução da corrente elétrica da cerca energizada
Em instalações muito extensas, o uso do fio ou arame com secção superior é
apreciável, pois além de uma resistência mecânica maior, obtém-se uma menor resistência
elétrica por metro
BATERIA

Responsável pelo funcionamento da central em caso de falta de energia da rede elétrica. A


bateria utilizada neste sistema é do tipo 12V. Alguns modelos de centrais permitem o alojamentos
da bateria em seu interior.

SIRENE

Tem como função alertar o responsável pelo local de que a cerca foi interrompida ou se
encontra aterrada em algum ponto do percurso. Indica uma possível tentativa de invasão ou
problema com o sistema. Dessa maneira proporciona maior confiabilidade. O disparo do
eletrificador pode ser configurado de três formas: ligando uma sirene, ligando a zona de uma central
de alarme ou ligando um sensor normalmente aberto ou fechado.

PLACAS DE AVISO - ADEVERTÊNCIA

Indicam a presença da cerca elétrica. Inibem as tentativas de invasão e devem ser postas nas
hastes de fixação a cada 5 metros.
É proibido usar arame farpado na construção da cerca elétrica, pois compromete a
segurança.
É obrigatório usar placas de advertência de cercas elétricas, instaladas na mesma, ou nas
estacas de sustentação da mesma, em intervalos regulares, com o tamanho mínimo de 20 cm X 10
cm, na cor amarela, o texto mínimo das placas de advertência deverá ser de: CERCA
ENERGIZADA, CERCA ELETRIFICADA , CERCA ELETR‘NICA ou CERCA EL…TRICA, na
cor preta ou o seu SÍMBOLO correspondente, conforme é especificado nas normas técnicas
internacionais, 60335-2-76 I.E.C:1997+A1:1999, prevenindo assim, possíveis acidentes ou
fatalidades com as pessoas que circulam próximas das cercas elétricas, principalmente as que são
portadoras de problemas cardíacos, as crianças e os leigos. Sob algumas condições, as cercas
elétricas também podem apresentar um risco de incêndio e devem portanto, serem instaladas de
forma que não venham oferecer perigo aos seres vivos e nem ao meio ambiente.
Também deverão ser colocadas placas de advertência nos portões e/ou portas de acesso
existentes ao longo da cerca e, em cada mudança de direção da mesma.

ALTURA DA CERCA

Sempre que a cerca energizada for instalada na parte superior de muros, grades, telas ou outras
estruturas similares, a altura mínima do primeiro fio de arame energizado deverá ser de 2,10 metros
em relação ao nível do solo da parte externa do imóvel cercado.
Sempre que a cerca energizada possuir fios de arame energizados desde o nível do solo, os mesmos
deverão estar separados da parte externa do imóvel cercado através de estruturas (telas, muros,
grades ou similares).
O espaçamento horizontal entre os arames energizados e outras estruturas deverá situar-se na faixa
de 0,10 a 0,20 metros. Sempre que a cerca energizada estiver instalada em linhas divisórias de
imóveis, deverá haver a concordância explícita do(s) proprietário(s) deste(s) imóvel(is) com a
referida instalação.
Na hipótese de haver recusa por parte do(s) proprietário(s) do(s) imóvel(is) vizinho(s) na instalação
de sistema de cerca energizada em linha divisória, a referida cerca só poderá ser instalada com um
ângulo de 45º (máximo) de inclinação para dentro do imóvel beneficiado.
Obs.:

INSTALAÇÃO DA CENTRAL DE CHOQUE

 A instalação do Eletrificador de cercas (central) deve ser feita em local seco, protegido de
acesso indevido e de ações do tempo.
 Verifique com atenção a rede elétrica utilizada, antes da instalação e ligação.
 O aterramento deve ser feito com barras de cobre de 2,0 mts de comprimento em chão
úmido, no caso de terreno muito seco, pode ser necessária a utilização de 3 hastes e carvão.
 Nunca use fio neutro da rede elétrica no lugar do aterramento, por ser proibido por lei, e
perigoso, caso ocorra algum mau contato na linha de neutro, interna do imóvel, a sua cerca
ficará com fase “viva”, pelo retorno de outros equipamentos utilizados na mesma rede, o
que pode causar sérios riscos ao equipamento, e as pessoas envolvidas.
 A fiação usada na cerca, deve ser de arame galvanizado ou aço inox. Tencione o fio de
forma a não gerar ângulos “barrigas” entre as hastes.
 As hastes utilizadas devem ser de boa qualidade, sendo que suas partes isolantes, tenham
recebido no processo de fabricação, aditivo “U.V.” que impede o ressecamento devido à
exposição ao sol.
 A altura mínima para fixação das hastes é de 2,0 metros, fixas por parafuso e bucha,
conforme figura 1.
 A distancia média entre as hastes é de 2,50 metros.
 O espaço entre os isoladores na haste, deve ser de 15 a 20 cm.
 O comprimento maximo da cerca deve ser 400 metros, obtendo uma medida linear de 1.600
metros, acima desta metragemm aconselhamos colocar outra central de choque
 A ligação entre a cerca e o eletrificador deve ser feita com cabo de alta tensão.
 Os cabos de alta tensão e alta isolação, devem ser fixados com separação mínima de 2 cm
entre eles.
 Não é recomendável a instalação do eletrificador com distancia maior que 30 metros do
inicio da cerca.
 A cada 5 metros da cerca, instale uma placa de identificação, alertando do perigo oferecido
pela cerca. Exemplo: CUIDADO CERCA ELETRIFICADA.
15 / 20 cm

P a ra fu s o s

A ltu ra m ín im a :
2 m e tro s

F a c e e x te rn a F a c e in te rn a

F ig u ra 1
INSTALAÇÃO DE AUXILIARES (depende da central, aqui mostra um tipo básico da
OCTUM)

 A sirene deve ser instalada com o positivo no borne N/A = (+) negativo GND = (-)
colocando o jumper J1 (localizado entre o relê, e a bobina de alta tensão) na posição /12V.
O jumper de BIP localizado na placa digital, deve estar colocado, se desejar o bip de
indicação, liga / desliga.
 Para utilização em conjunto de alarmes monitorados, ligue os fios de entrada de sensor do
alarme nos bornes N/F e CM (MUITO IMPORTANTE) colocar o jumper J1 na posição
/CM e o jumper BIP localizado na placa digital, deve estar retirado.
 Os sensores do sistema de alarme da central de cerca, devem ser ligados nos bornes,
SENSOR e GND utilizando-se de sensores normalmente fechados. Caso não utilize esta
função da central, os bornes de SENSOR e GND devem ser interligados (curto
circuitados).
 Instalando sensor de infra na central, utilize-se da saída 12V auxiliar em + 12V e GND para
alimentar os sensores, de no maximo 5 unidades.

INSTALAÇÃO DE RECEPTOR EXTERNO


 Para utilizar receptor externo comum, de pulso, efetue a ligação dos contatos N/A do
receptor nos bornes RX e GND podendo ainda utilizar a saída auxiliar de +12V para
alimenta-lo, efetuando a ligação nos bornes + 12V e GND seguindo as instruções do
fabricante do receptor.
 No caso de preferir utilizar o receptor especial para cerca Octun, apenas encaixe o conector
macho RJ-11 do receptor no conector fêmea CN3 RX localizado na placa digital. Para
programa-lo, siga as instruções que acompanha o receptor.

FINALIZANDO E TESTANDO A CERCA.


 Percorra toda a extensão da cerca verificando o esticamento dos fios, e se não existe pontos
de fuga “centelhamento”.
 Provoque uma situação de anormalidade na cerca, aterrando o seu fio. Utilize um pedaço
de cabo de alta tensão para fazer o aterramento da cerca, mas lembre-se de fixar primeiro a
ponta no fio terra.
 Se foi instalado algum sensor, simule a sua abertura, em que se dá o disparo da sirene.
 Desligue a rede elétrica que alimenta o eletrificador, para testar o perfeito funcionamento da
bateria.
2 , 5 3M EmTR Oe S tro s

L ig a ç ã o
a o e le trifi c a d o r
in s ta la d o e m
lo c a l p ro te g id o

SEQUÊNCIA DE TESTES PARA LIBERAÇÃO DO SISTEMA

Conectar a cerca à central, ligar o equipamento e procurar eventuais pontos de fuga de


tensão ao longo da cerca eletrificada, aproveitando para certificar-se de que todas as emendas do fio
estão bem feitas.
Testar o funcionamento do equipamento quando alimentado apenas pela rede elétrica e em
seguida apenas pela bateria.
Com o auxilio de um medidor de corrente (medidor própria), examine alguns pontos da
cerca instalada. Este procedimento demonstrará a eficiência, não somente do aparelho energizador,
mas também do aterramento criado no local.
Diferenças de até 500 volts podem ser aceitas, porém diferenças maiores podem levar à
necessidade de aterrar o perímetro como vimos anteriormente.
Este deverá ser ajustado em seu ponto ideal de disparo, com o objetivo de evitar falsos
alarmes em consequência de chuvas, ventos ou de pequenas fugas elétricas.