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Perdão

por
Napoleon
Hill

Somente
o
Diabo
recusa
perdão.
O
Criador
fornece
os
meios
de
perdão

para
todos,
vivos
ou
mortos.
Você
pode
se
dar
ao
luxo
de
fazer
menos?


A
Palavra
de
Deus
repeAdamente
nos
exorta
(nos
anima)
a
perdoar.
.
.
o

de
transformar
a
outra
face.
.
.
a
amar
uns
aos
outros.
.
.
que
a
vingança

é
do
Senhor
e
Ele
vai
resAtuir.


Suas
chances
de
sucesso
material
na
vida
dependem
em
grande
parte

de
sua
visão
espiritual.
Quanto
mais
posiAvamente
você
pensar,
maiores

suas
chances
de
sucesso.
Tempo
e
pensamento
gastos
com
desejo

melancólico
de
vingança
são
desperdício.


Existe
uma
regra
em
negócios,
nunca
enviar
bom
dinheiro
depois
do
ruim.
Esforço
e
energia

despendidos
na
tentaAva
de
"ficar
na
mesma"
te
drenam
para
baixo
da
mesma
forma.
Como
é
muito

melhor
para
nós
próprios
exercer
de
forma
construAva
os
novos
projetos
e
objeAvos
em
vez
de
gastar

os
nossos
espíritos
em
preocupações
de
causas
perdidas!
Perdão
não
é
mera
permissão
para
o

comportamento
de
outras
pessoas.
É
mais
posiAvo
e
aAvo
do
que
isso.
No
perdão,
nós
assumimos

algumas
de
nossas
contrições
que
quem
nos
ofende
deveria
senAr.

Sempre
que
você
perdoar
alguém,
as
fronteiras
de
sua
alma
se
alargam,
pois
esse
espaço
é

preenchido
com
os
atos
de
generosidade
que
você
executa.
O
direito
universal
de
compensação
se

aplica
aqui
mais
do
que
nunca,
porque
mesmo
em
nossas
orações
quando
ousamos
pedir
o
perdão

divino,
somente
nos
é
dado
em
proporção
ao
perdão
que
nós
concedemos
ao
próximo.

Perdão
é
um
medicamento
espiritual
que
trabalha
em
duas
vias,
cura
as
feridas
psíquicas
da
pessoa

ofendida
que
concede
o
perdão,
bem
como
alivia
a
penitencia
do
infrator.
Perdão
é
o
principal
eixo

do
CrisAanismo,
ordenado
para
nós,
no
Sermão
da
Montanha:

‐
Bem‐aventurados
os
misericordiosos...
.

E:
‐
Não
julgueis
para
não
serdes
julgados.
Os
juízos
que
aplicardes
aos
outros
serão
aplicados
a
vós.

Estas
injunções
são
plenamente
aplicáveis
a
nossa
vida
material,
assim
como
a
nossa
vida
espiritual.

A
melhor
regra
de
negócio
é
a
Regra
de
Ouro.


A
maioria
das
queixas
é
baseada
em
mal‐entendidos.
Poucas
pessoas
são
conscientemente
ofensivas

em
direção
a
outras
pessoas.
Por
muitas
vezes
nós
estamos
com
os
nossos
“direitos”
em
vez
dos

nossos
“deveres.”
Toda
derrota
às
mãos
de
outrem
pode
transformar‐se
em
um
prestar
contas
para

nós.
Por
exemplo,
um
professor
foi
boicotado
por
um
líder
em
público
em
uma
pequena
cidade
do

Missouri
(Estado
Norte‐Americano),
porque
ele
não
gostava
do
patrocinador
do
Professor.
Quando
o

Professor
ouviu
falar
dele,
ele
o
retaliou,
usando
sua
graAficação
de
vários
milhares
de
dólares
para

comprar
tempo
de
rádio
na
cidade,
para
que
todos
Avessem
a
oportunidade
de
ouvir
a
série
de

palestras
de
graça.
Sua
única
maneira
de
“dar
o
troco”,
tão
impressionado
ficou
o
seu
adversário
que

ele
deu
o
seu
aval
com
prazer
ao
Professor.

O
resultado
foi
um
completo
e
construAvo
espírito
novo
de
toda
a
cidade.
Velhas
animosidades
foram

aniquiladas.
A
idéia
da
cooperação
e
da
ajuda
pegou
fogo.
O
caráter
da
cidade
mudou
por
inteiro.

Novos
projetos
eram
tocados
ao
largo.
Negócios
explodiram
e
a
comunidade
se
beneficiou
de
uma

prosperidade
que
nunca
Anha
conhecido
antes.
Posso
testemunhar
para
esta
história
–
porque
eu
era

o
Professor.