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2 Playmusic

Playmusic 3
Sumário
4 Cartas Korg N364 ção de todo esse processo até hoje, e
6 Editorial como a Korg conseguiu dominar tal
Olá, gostaria de que vocês me escla- tecnologia.
7 Computer Music recessem duas coisas: o teclado Korg Tudo começou com uma grande ex-
Giga Studio - Parte II N364 produz arquivos MIDI? O que é o plosão, e então surgiram os dinos-
sistema AI2? Aguardo resposta. sauros.Na verdade, a teoria do “Big
10 Finale 2002
Joelson de Moura Franco Bang” da criação do universo tem mui-
13 Análise Mauá - SP to a ver com o desenvolvimento dos
Yamaha EZ-20e EZ-30 métodos de geração de som, pois, des-
Encaminhamos sua dúvida ao nos- de 1974, quando se introduziu uma ver-
16 Pesquisa so amigo e colaborador Áureo Galli. A são dupla do oscilador do 700 Mini-
Como se comportar no estúdio resposta segue abaixo: Korg, essa tecnologia “motorizada” por
Qualquer Song criado no seqiien- osciladores resultou em vários produ-
16 Playnews
ciador do N364 pode ser salvo no pa- tos “jurássicos” e antológicos, como o
17 Sugestões drão SMF. Para tanto, basta seguir o Maxi-Korg 800DV (1974). A Korg, en-
18 Guia do Repertório esquema abaixo: tão, introduziu no mercado o primeiro
Pattern Edit sintetizador polifônico pré-ajustável, o
19 Dicionário de Acordes 1. Insira um disquete pré-formatado modelo 900 (1975), e seguiu criando os
no disk drive do teclado; Pe-1000 (Ensemble Polyphonic) e Pe-
PARTITURAS 2. Aperte o botão do modo DISK; 2000 (orquestra do Ensemble
3. Localize a tela 5B Save SMF; Polyphonic), até chegar aos sintetiza-
21 Contigo En La Distancia 4. Utilize o botão SLIDER VALUE dores modulares Ps-3300 (1977), e a
ou os Botões YES/NO para selecionar série Ms-10/Ms-20 (1978), Korg
24 Nunca
o Song residente no modo SEQ que Polysix (1981), Korg Poly 800 (1982)
26 Thank You For Loving Me deseja salvar para o padrão SMF; e, finalmente, a série Korg Poly 61/Korg
29 Change The World 5. A seguir, aperte o botão Poly 61M (1983), que encerraria uma
CURSOR > apenas uma vez para era na geração de som por osciladores
32 A Whole New World renomear o Song; analógicos. No entanto, ainda que no
36 Noite do Prazer 6. Aperte o botão CURSOR > mais embrião, já se podia observar a adição
uma vez para entrar escolher de compo-ientes eletrônicos como o Ci’s
40 Maria Solidária (utilizando os botões do cursor) o no hardware desses produtos.
43 Vida Real (Lees) padrão que o song será salvo (Format O Em 1984, surge o primeiro sistema
ou Format 1); gerador “semidigital”, o DWGS, que
46 Festa
7. Aperte o botão CURSOR > mais significa “figuração sonora baseada em
49 Zazueira uma vez, deixando o parâmetro “OK?” osciladores digitais subtrativos”. A
52 Linha de Passe selecionado; tecnologia de oscilação digital foi
8. Para finalizar a operação, aperte utilizada nas séries DW 8000 e DW
56 On The Sunny Side Of Street botão YES e o visor exibirá a mensa- 6000, 1989, quando surgiu a tecnologia
gem de confirmação “ARE YOU SURE AV (síntese vetorial baseada em formas
MÚSICAS COM MIDI HARMONY
OK?”. de ondas digitais), utilizada com muito
9. Aperte o botão YES mais uma vez sucesso nas Séries Korg Wavestation,
59 Sugestões para iniciar o processo de salvamento, SR e AD.
60 Técnicas quando o visor exibirá a mensagem Quase simultaneamente à tecnologia
“NOW SAVING .MID...”; AV, surge a tecnologia de geração de
Seqüenciando a Bateria - 10. Quando o visor exibir a mensa- som padrão AI2 (AI2 Advance
Parte VIII gem “COMPLETED”, o Song já terá Integrated Synthesis System). Esse sis-
sido salvo para o disquete no padrão tema gerador de som imperou durante
62 Guitarra - Bend escolhido. toda a década de 90, e foi implantado
64 Músico Acompanhador - AI2 - Advance Integrated com muito sucesso nos teclados da sé-
Synthesis System rie Korg T1/T2/T3. Ficou muito conhe-
Misturando os Acordes de
É impossível falar sobre um único cido no mercado por possuir um siste-
Apoio I e II método de geração de som sem falar em ma gerador de sons “totalmente digital”,
66 Teoria Musical um pouco de história, pois se você de- o sistema proporcionava tanta qualida-
seja saber porque e qual a importância de, que acabou por ser utilizado em to-
Os Acordes - Parte XII do gerador de som que o seu N364 pos- das as séries produzidas pela Korg de
68 Dicas e Truques sui, precisa conhecer como foi a evolu- 1990 até 1998, que foram as séries
Sound Forge 5.0 - Parte III
72 Classificados
4 Playmusic 4 Playmusic
N264/364,01 W, I, IS, Trinity, sendo ago- É preciso ter placa de som dedicada Forge 4.5. Gostaria de gravar-me can-
ra finalmente substituída pela novíssima para o Virtual SC 3.23? Não. Qualquer tando e fazendo meu próprio acompa-
tecnologia Hl (Hyper Integrated Sound Blaster é uma boa opção. Infe- nhamento. Como fazer para “traba-
Synthesys System), que está sendo utili- lizmente, você não encontrou um pro- lhar” minha voz separadamente do
zada nas séries Triton, Karma e PA. fissional que resolvesse seu problema. acompanhamento, ou seja, gravar uma
Por isso, caro Joelson saiba que seu Com certeza, deve ser algum conflito coisa num canal e outra no outro? Dá
N364, que possui o sistema de geração com outras placas, tal como fax-modem, para entender? Se gravo e erro, tenho
de som com processamento totalmente placa on board, etc. Outro problema de fazer tudo de novo do começo e aí, é
digital padrão AI2, é o fruto de 30 anos está na configuração multimídia do um duro danado! Obs.: O citado mixer
de evolução de uma empresa cujo obje- Windows. Procure um profissional es- da Staner tem dois canais master. Não
tivo é alta qualidade sonora aliada a um pecializado e que entenda da parte de tem retorno ou coisa que o valha. Ou-
custo muito baixo. multimídia. Conselho: Desinstale e re- tra coisa: Você não trabalha com ensi-
mova as placas de fax-modem e da no à distância, com apostilas, etc.? Para
Virtual Sound Canvas Sound Blaster. Se tiver som on board, gente que vive a 400 km de São Paulo,
desative. Feito isto, comece reinstalando é impossível pensar em fazer qualquer
Caros Srs., sou assinante e gostaria a Sound Blaster (deixe o Windows ten- curso regular. Onera demais!!
de informações mais detalhadas sobre tar instalá-la sozinho). Agradecido pela atenção, antecipa-
o Virtual Sound Canvas. Meu sistema é Como é gerado o som pelo VSC? (A damente. Um abraço.
Windows 98, PC AMD K6-2, 266, 3 Gb matéria não esclarece). A matéria não es- Beny Chagas
RAM, placa on board, interface MIDI clarece porque visa apenas mostrar as Via Internet
OPCODE (porta paralela), 2 IN x 2 potencialidades do programa e sua inten-
OUT, teclados Roland JV-90 com pla- ção não é ser um curso ou dicas e tru- Nosso colaborador Daniel Si res-
ca GS, Roland E-66, Korg W01-FD. ques. É apenas um artigo de análise do ponde:
Minhas perguntas são: É necessário produto. Com relação a como é feita a Realmente o melhor jeito para você
uma placa de som dedicada para o síntese em tempo real, temos a dizer que trabalhar é gravar o teclado em um ca-
VSC? Em caso afirmativo, indicar quais é uma tecnologia fechada, que muitas nal e a voz no outro. Como sua mesa
placas, pois minha tentativa de insta- empresas gostariam de conhecer com não tem submasters, você pode ligar a
lar Sound Blaster Live 5.1+ mp3 foi detalhes para produzir seus próprios vir- saída da mesa na entrada da placa de
infrutífera (três casas de informática tuais SC. Pessoalmente, tòbalho com esse som, e então, virar o Pan da voz total-
não obtiveram sucesso, apesur de o site tipo de desenvolvimento em minhas pes- mente para um lado (por exemplo, di-
da Creative afirmar que é compatível quisas e posso garantir que são processos reita) e o do teclado totalmente para o
com Windows 98). Segundo a matéria matemáticos pesados que envolvem outro. Grave no Cakewalk em dois ca-
da Playmusic 53, comprando o Band- wavelets transformadas, chirpz, etc. nais ao mesmo tempo, um par e o outro
in-a-Box 11, gratuitamente recebo o Preciso comprar o Band 11 para ímpar, endereçando cada entrada da pla-
VSC. Quanto custa (em Reais) o VSC, obter o VSC 3.23? (O site da Roland ca para um canal. Outra forma é usar as
ou quanto custa o Band 11? Podem ser não diz nada a respeito). Você pode mandadas auxiliares da mesa para gra-
vendidos separadamente? Onde encon- comprar da PG MUSIC (PG Music var no computador, desde que sua mesa
tro, pois no site da Roland não há qual- Inc.- sales@pgmusic.com - http:// tenha pelo menos duas (neste caso,
quer informação a respeito até o mo- www.pgmusic .com/). mande um canal para o aux l e outro
mento. Qual é o processo de síntese so- Os timbres têm qualidade profissio- para o aux 2). Depois de gravado, você
nora do VSC? Como funciona? Sou nal? Os timbres competem com teclados pode corrigir (editar) apenas um dos
músico, professor de teclados no Con- novos de até R$ 3500,00 reais. Depende canais ou mesmo um único trecho, es-
servatório DMCC de Tatuí. Estou mui- da máquina que você tem. Eu utilizo colher o equilíbrio, pan, efeitos, etc. e
tíssimo interessado nesse sistema, pois como um bom rascunho, já que, só com mixar (usando a função bounce) para
acredito que resolveria parte dos meus o micro posso fazer “demos” bastantes um único arquivo estéreo que será a
problemas com arranjos sem haver a rápidos e que traduzem satisfatoria- soma da voz com o teclado. Poderá in-
necessidade de utilizar e configurar mente o resultado que pretendo obter. clusive gravar mais sons de teclados em
meus teclados. Faço arranjos e sequên- outros canais.
cias para a mídia em geral. Gostaria de Gravando suas músicas
apostar nesse software. Aguardando um Envie suas dúvidas e Sugestões para
retorno, deixo meu até breve. Caro Daniel, sou seu leitor assíduo Seção Cartas:
César Roberto Valezin e, dentro do possível, acompanho suas Editora Zardo Ltda.
Sorocaba - SP matérias e dicas. Tenho em casa uma Tel/Fax: (11) 5562-8208
mesa Staner de seis canais, um Teclado
playmusic@playmusic.com.br
Nosso colaborador Luciano Vieira Roland, um Shure SM 58 e um PC com
http://www.playmusic.com.br
Lima responde suas dúvidas: programas como Cakewalk 8 e Sound

Playmusic 5
Editorial
Editora Zardo Ltda.
ISSN 1415- 1871

Diretor
Everton Zardo Mês das Noivas e de
Editora
Edeli S. Zardo

Supervisão Editorial
Silvia Zardo
Copa do Mundo
Revisão Editorial
Terezinha Oppido

Vendas e Marketing
Josué Zardo
Silvia Zardo
No repertório deste mês, dedicamos a música “A Whole New World”,
Departamento Musical tema do filme “Aladim”, a todos os leitores que nos solicitaram para
Músicas Seqüenciadas
Edeli S. Zardo tema de cerimônia de casamento, e como maio é o mês das noivas,
Eduardo Camargo Silva
Simone Santos Monteiro aproveitamos a oportunidade. No final deste mês também terão início
Marcelo Michelino os jogos da Copa do Mundo, no Japão, e, por conta desse evento,
Gilberto M. Abreu
incluímos a música “Linha de Passe”, de João Bosco e Aldir Blanc,
Revisão Musical
Rael Bertarelli Gimenes arranjada pelo maestro e colaborador Duda Montoro.
A equipe de colaboradores composta por André Campos Machado,
Fotógrafo
Tadeu Pires Luciano Vieira Lima, Marília Mazzaro Pinto e Sandra Fernandes de O.
Departamento Jurídico
Lima apresenta na seção Computer Music as novidades da nova versão
Dr. Roberto Chamas do software notador “Finale 2002”, esclarecendo as funções das novas
Colaboraram nesta edição ferramentas que, entre outras coisas, incluem operações bem
Alex Lameira complexas, que atendem aos usuários mais exigentes.
André Campos Machado
Ângelo Mugia A mesma equipe também dá prosseguimento à matéria sobre o
Daniel Silveira
Edinei Lima software Sound Forge 5.0, na seção Dicas e Truques, sobre as técnicas
George Bacan de gravação.
Jether Garotti Jr.
Leonardo Vaz de Melo João Henrique apresenta, na seção Análise, os teclados da linha
Luciano Vieira Lima
Maestro Reinaldo Garrido Russo EZ da Yamaha, que se destacam por dar uma nova motivação para o
Monica Marianno aprendizado musical. A principal proposta dessa linha nova é propiciar
Sandra Fernandes de Oliveira Lima
um rápido aprendizado, utilizando músicas prontas e várias ferramentas
Produção Gráfica
Luis A. N. Cabral inovadoras de fácil compreensão e manuseio.
Cintia Zardo O professor Edinei Lima finaliza, nesta edição, as dicas básicas
Fotolitos e Impressão para seqüenciar bateria. Gostaríamos então, de receber as dúvidas
Grande ABC Editora Gráfica S/A.
de leitores para poder abordar alguns aspectos que porventura não
Fotos de Capa tenha ficado muito claro, ou mesmo para dar prosseguimento a outras
Divulgação
ferramentas usadas para montar um arquivo MIDI.
Distribuição exclusiva para todo o Brasil:
Fernando Chinaglia Continuamos engrossando nosso banco de dados com pedidos de
todos os leitores que nos enviam sugestões de repertório e esperamos,
Playmusic é uma publicação mensal da
Editora Zardo Ltda. A reprodução total ou a cada edição, atender a uma boa parte das solicitações. Se o seu
parcial das matérias, partituras ou músicas pedido ainda não foi atendido, não desista, e continue enviando suas
seqüenciadas, sem expressa autorização, está
sujeita a todas as sanções previstas por Lei. sugestões.
Opiniões, sugestões ou reclamações, escreva
para: Felicidades a todos os noivos e casais que comemoram, este mês,
o aniversário de suas uniões e convocamos todos para torcer pelo
Editora Zardo Ltda. nosso futebol.
Rua Ailson Simões, 388
04652-050 - São Paulo - SP
Tel/Fax (11) 5562-8208
E-Mail: playmusic@playmusic.com.br
http://www.playmusic.com.br Edeli S. Zardo

6 Playmusic
Giga Studio
Um marco na tecnologia musical
Parte II

desanexe o programa do canal. Caso o usuário tenha carregado


Clicando em edit, é exibida a teia de manualmente os programas para o
Leonardo Vaz de Melo edição do programa, que será co- Giga Studio, uma opção é salvar o
mentada mais adiante. Na opção arquivo no formato Giga Studio
Loaded Instrument, o usuário pode Performance. Como o próprio
fazer a seleção de outro programa nome diz, nesse formato, o usuário
previamente carregado na memória, pode registrar as posições exatas
Continuando a matéria da edição para esse canal MIDI, conforme in- dos programas nos devidos canais,
54 sobre o Giga Studio, vamos co- dicado na figura 2. assim como os efeitos e respectivos
mentar alguns recursos de leitura, Nesse ponto, o usuário deve níveis por canal, além de outras
edição e playback. selecionar os devidos programas em opções. Dessa maneira, em uma
Há várias formas de abrir as seus canais MIDI, de modo que o próxima execução de arquivo
amostras ou programas no Giga seqüenciador que será usado adiante MIDI relacionado com essa
Studio. A mais simples é clicar so- execute o arquivo MIDI com performance, a configuração
bre o ícone Abrir, conforme mostra equivalência de programas por canal. morosa é desnecessária.
a figura l. A tela para a seleção da
amostra/programa abre-se, mostran-
do o conteúdo do HD. É recomen-
dado o uso de um HD específico para
as amostras, para que ele não fique
com o tempo “fragmentado”, o que
faria a performance do software
“despencar”. Localizada a amostra/
programa, clique em abrir.
De volta à tela principal, pode-
mos visualizar os 16 canais, que, ao
serem clicados, mostram uma nova
tela com as opções ativas: detach,
edit, além das informações básicas
relativas ao canal, à porta MIDI e ao
device de áudio, que indica o
endereçamento do programa (saída
de som que executará esse progra-
ma), e do DSP (efeitos). A opção
detach serve para que o usuário Figura 1

Playmusic 7
Feito isso, o próximo pas-
so, julgando que os programas estão
prontos e não precisam de edição, é a
criação no seqüenciador de sua prefe-
rência. Suponhamos que seja o
Cakewalk, um dos mais populares:
abra o Cakewalk, clique em Options
e, em seguida, MIDI DEVICES. Nes-
sa tela encontra-se uma nova opção
de dispositivo MIDI. Isso se deve à
integração do Giga Studio com o
Sistema Operacional, e não com o
seqüenciador em si. Selecione como
porta de entrada o dispositivo MIDI
IN de sua placa de som e, como por-
ta de saída, o Giga Studio. Pronto!
Você está apto a tocar em seu tecla-
do devidamente conectado à placa de
som, interface MIDI ou serial do
Figura 3
micro, ouvindo os sons (programas)
devidamente “anexados” aos canais seleção criteriosa da música, precisão desse corte. É necessário
do Giga Studio. Assim, ao selecionar localizando um trecho em que você que ele seja extremamente preciso
“canal l”, por exemplo, no Cakewalk, pode fazer um “corte” de pelo menos para que o loop funcione! O software
você terá acesso em tempo real ao um compasso. Identificado o trecho, que recomendo para tal edição é o
programa selecionado, conforme faça o corte no software editor de Sound Forge, da Sonic Foundry
figura 2 do nosso exemplo. áudio de sua preferência. Esse (www.sonicfoundry.com). Feito o corte
Agora, suponhamos que você processo é relativamente simples, e a colagem, salve o novo arquivo no
queira fazer uma releitura a partir de consistindo em marcar esse trecho formato wave para ser posteriormente
uma música antiga, capturando de “x” compassos, copiar e colar em carregado no Giga Studio.
trechos (loop) de bateria, por um novo arquivo (Copy e Paste). O Voltando ao Giga Studio, dê um
exemplo. Primeiramente, faça a detalhe a que se deve atentar é a duplo clique no arquivo, conforme
mostrado na figura 3, e o mesmo será
automaticamente carregado para a
memória e para o primeiro progra-
ma do Giga Studio. Como padrão,
essa amostra será direcionada para a
tecla C2 do teclado, conforme mos-
tra a figura 3 (tecla mais clara).
É claro que essa maneira de in-
cluir uma amostra no Giga Studio é
bastante rudimentar. O modo corre-
to de criar um novo programa per-
sonalizado, com diversas regiões
(com as quais é possível incluir vá-
rias amostras em diversas teclas),
Layers (camadas sensíveis ao toque),
entre outros recursos, seria utilizan-
do a ferramenta incluída no Giga
Studio, denominada Giga Studio
Instrument Editor. No entanto, para
Figura 2 os “marinheiros de primeira viagem”

8 Playmusic
talvez seja um pouco
complexo entender todo o processo.
Por isso, apresentamos esse primei-
ro processo, que não é o ideal, mas é
funcional.
No GS IE (GS Instrument Edi-
tor) o usuário conta com recursos
avançados para criar um programa.
Depois de reunir todas as amostras
que comporão o programa, e com o
GS IE aberto, clique em Insert
Instrument, que adiciona um novo
programa (instrumento) ao seu pro-
jeto. Veja a figura 4.
Nas telas que se sucedem, serão
especificados detalhes do programa,
tais como o seu nome, endereço con-
tendo o número do banco do patch,
etc. Após criar o novo programa,
Figura 5
clique em Insert Sample, que adici-
ona ao projeto as amostras previa- ma e seu endereçamento, entre ou- para o controle perfeito de algumas
mente criadas no editor de áudio. tros. Na tela seguinte, o usuário deve funções como efeitos, sustain e ou-
Clique em seguida em Instrument indicar quais teclas farão parte des- tras relativas ao seu “novo” progra-
Wizard (veja a figura 5). O próprio se novo programa (Key Range), e de ma. Essa etapa é dispensável para os
software encarregar-se-á de ordenar quantas em quantas teclas o software menos experientes. Na próxima tela
as amostras, criando as regiões de deve alocar uma nova amostra (os deverá ser indicado o grupo de amos-
acordo com a seleção de opções exi- intervalos serão calculados pelo tras previamente carregado. Clique em
bidas na tela. Na primeira tela que software, por meio da modificação Concluir e seu novo programa estará
aparece, o usuário deve informar os do pitch, de acordo com a amostra pronto. Existe ainda uma forma mais
parâmetros básicos relativos ao pro- de origem). Em seguida, é exibida a complexa de criar o novo programa.
grama, tais como nome do progra- tela de programação de controllers Veremos isso, e ainda como importar
esse novo programa, na continuação
desta matéria na próxima edição!
Até mais! ❏
Errata: Na edição anterior, pági-
na 8, 3ª coluna, 1ª linha, onde se lê
“... de 500 membro superior...”, subs-
tituir por “...de 500ms (milisegundos).
Na página 9, 2ª coluna, linha 5, onde
se lê “... Hard Drive com 10 membro
superior, menor taxa de acesso (9,5ms
com 512KB de cachê recomenda-
dos)...”, substituir por “... Hard Drive
com 10ms, menor taxa de acesso
(9,5ms com 512KB de cache reco-
mendados).

Leonardo Vaz de Melo é especialista e


consultor em Tecnologia Musical.
sonics@uai.com.br
Tel. (31) 3426-3260 / 9684-3260
Figura 4

Playmusic 9
A VERSÃO 2002 freqüência padrões rítmicos que re-
querem os mesmos ligados de expres-
Inicialmente, mostraremos algumas são, articulações e sinais de dinâmi-
André Campos Machado modificações que selecionamos para ca, estas características podem ser
Luciano Vieira Lima dar destaque, e, posteriormente, apre- aplicadas às outras pautas e economi-
Marília Mazzaro Pinto sentaremos as demais ferramentas. zar bastante trabalho. Esta ferramen-
Sandra Fernandes de O. Lima ta é muito simples de utilizar, bastan-
ANÁLISE MAIS PROFUNDA do selecionar o trecho desejado e mar-
DE ALGUMAS car como um padrão de SmartShape,
Antes de mais nada, quem com- FERRAMENTAS NOVAS para posteriormente aplicá-lo em toda
prou o Finale 2001 há pouco tempo, a música. Veja a figura l.
não desespere, pois a versão 2002 não • Percepção audível da nota • Auto-harmonização - Este
traz mudanças significativas na inserida pelo teclado do computador novo recurso de Auto-harmonização
interface e nas ferramentas já existen- Uma das alterações interessantes adiciona novas pautas para instru-
tes. Apenas acrescentou poderosas fer- se dá ao inserirmos as notas com o mentos, enriquecendo e harmonizan-
ramentas em conjunto com grandes teclado do computador. Neste caso, o do a melodia cifrada criada por você
desenvolvedores de Computer Music, programa toca a nota que está sendo ou por outro programa. Através do
como Pierre Boulez’ Computer Music inserida, facilitando a análise, ou seja, Plug-in do Band-in-a-Box você pode
Compositional Laboratory, que de- se a escolha ou a inserção da nota foi criar orquestrações inteiras a partir
senvolveu dez plug-ins, denominados, correta. de uma melodia, com ou sem cifra.
na versão 2002, Composer’s Assistant • Repetição automática de arti- Veja a figura 2.
Plug-ins. Além desses plug-ins, a culações e dinâmicas - Outra ferra- • Montador de exercícios - Com
nova versão traz mais de 30 outros menta interessante é a repetição au- o recurso de Assistente de Exercí-
acréscimos, alguns simples, outros tomática de padrões de articulações cios (Exercise Wizard) é possível
mais poderosos. Não abordaremos e dinâmicas em trechos repetitivos montar exercícios complexos de for-
todas as novidades com detalhes, mas da música. Se você repetiu com ma bastante simples e rápida. Esses
procuraremos dar uma boa noção dos
novos recursos, os quais, com certe-
za, farão com que os leitores queiram
adquirir rapidamente esta nova ver-
são. Como já dissemos as modifica-
ções não são de interface, e sim acrés-
cimos em ferramentas. Portanto a
transição entre as versões poderá ser
feita pelo leitor de uma forma bastante
agradável. Outro ponto positivo é que
nosso livro do Finale 2001, à venda
na Playmusic, continua atual e pode
ser utilizado quase na íntegra por usu-
ários do Finale 2002. Os interessados
no upgrade para a versão 2002 devem
entrar contato conosco para saber
como recebê-lo. Figura 1

10 Playmusic
exercícios podem conter
escalas maiores, menores, cromáti-
cas, pentatônicas e diminutas; inter-
valos dos mais variados, diversas
combinações de arpejos, etc. A fer-
ramenta é ideal para professores de
música que não têm muito tempo
para criar novos exercícios ou para
ensinar seus alunos a criarem seus
próprios exercícios e incentivar e
enriquecer seu auto-aprendizado.
Veja a figura 3.
• Personalização, ajuste fino nos
sinais de expressão - Agora é possí-
vel editar de forma muita mais preci-
sa os ligados de expressão. Além de
movê-los para cima e para baixo,
pode-se também moldá-los em diver-
sas formas, como, por exemplo, em
forma de “S”. Assim, a partitura fica
mais limpa e legível. Outros símbo-
los também são beneficiados por essa
ferramenta, tais como crescendos e Figura 3

barras. Veja a figura 4.


• Atalhos novos utilizando o bo-
tão direito do mouse - Novas fun- • Geração automática de ritmos e OUTRAS FERRAMENTAS
ções foram adicionadas ao botão padrões - Para os compositores, o CRIADAS PARA A VERSÃO
direito do mouse, permitindo ao usu- Finale 2002 disponibiliza ferramen- 2002
ário maior agilidade na escolha de tas incríveis para auxiliar a criação
novas claves, barras de compasso, musical. Uma delas é a geração de • Plug-ins do laboratório de
fórmulas de compasso, etc. No en- ritmo com até seis pentagramas. Pierre Boulez, o Composer’s
tanto, o melhor recurso de edição, Veja, por exemplo, a janela gerado- Assistant Plug-ins - Esta ferramenta
sem dúvida, é a criação automática ra de ritmos (figura 5). Com essa foi criada em conjunto com o labora-
de pausas ao mudar de compasso. ferramenta você pode criar temas tório de Composição Musical de
Na versão 2002, não é mais neces- rítmicos e padrões para, junto com Computer Music do famoso Pierre
sário escrever as pausas quando elas a melodia e com o processo de Boulez. Foram criados dez plug-ins
se localizam no final do compasso, harmonização automática, gerar tra- para gerar rapidamente várias opções
basta escrever as notas iniciais e balhos interessantes, rápidos e de harmônicas e de dinâmica na compo-
mudar para o compasso seguinte. qualidade. sição musical. São eles:
1. Chord Morphing - Cria um
pentagrama com nova seqüência de
acordes acrescentando várias transi-
ções entre os acordes originais (sele-
cionados), onde você poderá escolher
entre as opções propostas.
2. Chord Reordering - Ao sele-
cionar um pentagrama, este plug-in
cria um pentagrama logo abaixo do
mesmo, que possuirá os mesmos acor-
des, porém em ordem diferente. O sis-
tema reorganiza os acordes de acordo
com o grau de parentesco acústico, ou
seja, pela quantidade de notas comuns
Figura 2 entre cada par de acordes adjacentes.

Playmusic 11
3. Chord Realization -
Gera harmonias tonais a quatro partes
a partir de um grau de uma escala de-
terminada pelo usuário. Faz as escolhas
das partes baseando-se nas regras tra-
dicionais de condução harmônica.
4. Chord Splitting - É muito útil
para gerar subconjuntos de acordes
complexos na elaboração de grades de
orquestração. Cria um ou mais
pentagramas contendo tais
subconjuntos, baseando-se nas estru-
turas harmônicas existentes nos acor-
des originais.
5. Commom Tone Transposition- Figura 5
Cria uma série de acordes que possu-
am pelo menos uma nota em comum das parciais harmônicas existentes em • Smart Slur Options Dialog
com o acorde selecionado. Assim, um determinado conjunto de notas Box - Esta ferramenta evita que haja
transpõe um acorde para todas as al- selecionadas. Ao determinar esta nota colisões (sobreposições) entre
turas possíveis (mantendo sua estru- base existente apenas virtualmente hastes, cabeças de nota, sinais de
tura interna) utilizando suas notas (efeito psico-acústico), o plug-in cria articulação e acidentes, tornando a
como as várias fundamentais. um novo pentagrama contendo esta partitura mais limpa e agradável.
6. Frequency Modulation Chord nota. Esse procedimento torna o som • Page Forniat for Score -
Generator - Gera uma série de acor- resultante mais homogêneo, com me- Permite o redimensionamento da
des de acordo com cálculos de Mo- nos tensão. Este é um fenômeno co- partitura sem alterar as margens da
dulação de Freqüência (Síntese FM) mum na natureza, que ocorre também página, fontes, etc..
a partir de duas ou mais notas deter- com o instrumento Oboé. • SmaríMusic Accompaniment
minadas pelo usuário. Options Dialog Box - Esta ferramenta
7. Melodic Morphing - Cria tran- OUTROS PLUG-INS permite que você abra seus arquivos
sições melódicas de uma melodia para INTERESSANTES contendo melodias e os ouça
outra. acompanhados pelo SmartMusic
8. Rhythm Generator - Cria até • Band-in-a-BoxAuto- Harmo- Studio 7.0.
seis pentagramas de percussão auto- nizer - Esta ferramenta acrescenta Bom, dá para ver que vale a pena
maticamente para sua composição, novas vozes a uma melodia existen- “brincar” um pouco com essas
mediante inferências do usuário. te, baseando-se nos símbolos dos novidades. O que se percebe é que
9. The Commom Notes - Insere acordes grafados pelo usuário na o Finale já está se preocupando com
ligaduras entre notas sucessivas se as partitura. as exigências e expectativas do
elas tiverem a mesma freqüência. • Patterson Beams - Agrupa no- mercado atual, deixando de ser um
10. Virtual Fundamental tas com hastes e travessões mais ele- mero editor de partituras para ser um
Generator - Este plug-in é um algo- gantes. assistente qualificado para o músico
ritmo (ferramenta matemática) capaz • Extract Lyrics - Extrai o liris- instrumentista, o arranjador, o
de determinar uma nota base corres- mo da música grafada e a grava em compositor e o professor de música
pondente a componente fundamental formato texto. em todos os níveis.
Como afirmamos, as mudanças
foram significativas em termos
qualitativos, mostrando que, em
versões futuras, podemos esperar
grandes e interessantes novidades.
Até a próxima. ❏

O release dos autores desta matéria, André


Campos Machado, Luciano Vieira Lima,
Marília Mazzaro Pinto e Sandra Fernandes
de O. Lima, estão na página 71.
Figura 4

12 Playmusic
EZ-30
EZ-20
Aprenda a tocar com a linha EZ

Esta função pode ser ligada ou des- música. Portanto, pressionamos


ligada. Veja a figura abaixo: qualquer(s) tecla(s) para indicar ape-
João Henrique de P. Baptistella
nas o andamento da música, e o te-
clado executa as notas corretas.
Lesson 2 Waiting - Neste modo,
A Yamaha lança quase as luzes das notas corretas acendem
simultaneamente duas linhas novas e o teclado “fica esperando” que to-
de teclado. A linha 50 (PSR-550 e quemos a nota correta para soar a
350) que analisamos na nossa edição melodia e continuar a música. A pró-
de número 54 e a linha EZ que xima nota só é mostrada depois que
analisaremos nesta matéria, com tocamos a nota correta.
destaque para os dois modelos no LESSON (Y.E.S.) Lesson 3 Minus One - Neste
Brasil, EZ-20 e EZ-30. modo, as luzes são mostradas, mas
A sigla EZ indica a palavra Easy, Tanto o EZ-30 como o EZ-20 têm o teclado não fica esperando que to-
que em inglês significa fácil. Fácil é cem músicas prontas que podem ser quemos; todas as outras partes são
realmente a proposta da Yamaha com utilizadas no aprendizado. As músicas tocadas no ritmo correto. É como se
esta linha, segundo seus consultores podem ser escolhidas para execução eliminássemos a melodia de uma das
no Brasil, “propiciar um rápido em até três modos distintos de lição. músicas da Playmusic e quisésse-
aprendizado com ferramentas e fun- Lesson l Timing - Este modo é mos tocar junto com o teclado. Em
ções de fácil acesso nos teclados”. utilizado para treinarmos o tempo da cada um dos modos (Lesson) pode
Essa linha apresenta a característica
Yamaha Education Suite, dividida
em sete partes, que vamos explorar
a seguir.

LIGHTING (Y.E.S.)

Os teclados da linha EZ têm, aci-


ma das teclas, luzes indicativas que
se acendem de acordo com a nota
que deve ser pressionada (modo
Lesson) ou se acendem quando pres-
sionamos as teclas (modo Play/
Accompaniment). As luzes possuem
colorações vermelhas e amarelas.

Playmusic 13
ser escolhida que parte queremos
treinar, mão direita, mão esquerda ou
as duas. Na tela do teclado, o dese-
nho da mão escolhida (ou ambos)
aparece indicando qual dedo deve ser
utilizado para cada nota. Veja a fi-
gura anterior.

ABC/DOREMI GUIDE
Yamaha Z-20

Os teclados da linha EZ “cantam” pontuação, o teclado “fala” uma sé- de fórmula de compasso, volume e
as notas se necessário. Quando esta rie de outras palavras, entre elas: tempo. O tempo pode ser escolhido
função está ligada no modo Lesson nome de algumas funções de acordo com a função Tap Tempo.
2 Waiting, o teclado canta a próxi- (“Dictionary”) e modo de estudo
ma nota que deve ser pressionada. (“Lesson l”, “Lesson 2”, etc.). FLASH MEMORY
O anúncio é apresentado de duas
maneiras: através de cifras (A, B, C, DICTIONARY O teclado EZ-30 permite, além
etc.) pronunciadas em inglês ou atra- das cem músicas prontas internas,
vés das notas (Dó, Ré, Mi, etc.). Esta Os teclados da linha EZ apresen- carregar músicas em uma memória
função também pode ser utilizada tam uma pauta com as claves de Sol Flash. Essas músicas podem ser
para tocarmos as notas. Se selecio- e Fá na tela, na qual podemos obtidas através de uma conexão
narmos no teclado os timbres 609 ou visualizar o que esta sendo tocado com um computador. No compu-
610, respectivamente, podemos ou- tanto na mão direita como na esquer- tador deve ser instalado o software
vir as cifras ou as notas serem can- da, assim como os acordes. A fun- Song Filer, que pode ser obtido no
tadas de acordo com qualquer nota ção Dictionary indica quais são as site de teclados da Yamaha
que pressionarmos, independente de notas de um determinado acorde. (www.yamahapkclub.com). Atra-
estarmos no modo aprendizado de Isso mesmo: pressionamos nas teclas vés desse software, podemos trans-
músicas ou não. correspondentes o acorde que que- ferir todas as músicas que baixar-
remos saber (Ex: Am7), e o teclado mos do site da Yamaha para o EZ-
GRADE &TALKING mostra na tela (pauta) e com as lu- 30, e utilizar as funções Y.E.S. tam-
zes indicativas quais são as notas que bém com elas.
Quando estamos praticando uma devem ser tocadas. Quando pressio-
música, o teclado pode fornecer uma namos as notas corretas, o acorde
pontuação de acordo com a execu- pisca na tela e uma melodia é exe-
ção. Essa pontuação está no modo cutada, indicando que acertamos.
Grade (graduação), e é dividida em Podem ser consultados acordes mai-
quatro notas: “Try Again” (tente de ores, menores, aumentados, diminu-
novo), “Good” (Bom), “Very Good” tos, décimas primeiras, etc.
(Muito Bom) e “Excellent” (Ótimo).
Com essa função ligada (Grade ON), PORTABLE GRAND PIANO Além das características educa-
é possível visualizar a nota na tela e cionais, os teclados da linha EZ tam-
até ouvi-la. Para ouvir a nota deve- Este é o modo rápido de selecio- bém podem ser utilizados com toda
mos ligar outra função, chamada nar todas as funções do teclado para linha PSR. Eles possuem ritmos,
Talking. Na função Talking, além da tocar como num piano. Com um to- timbres, auto-acompanhamento e
que nessa função, o teclado muda o outras funções de qualquer teclado
timbre da mão direita para Grand arranjador. Veja tabela na próxima
Piano, o estilo para Stride (um esti- página com as diferenças entre os
lo de piano apenas) e seleciona a dois modelos da linha EZ.
música 081 - Dolly’s Dreaming and Vamos destacar agora algumas
Awakening. O metrônomo também outras funções interessantes na linha
pode ser selecionado com as opções EZ da Yamaha:
Conexões traseiras

14 Playmusic
REGISTRATION MEMORY Tabela Comparativa
Características EZ-20 EZ-30
O teclado EZ-30 tem uma memó- Número de teclas 61 61
ria de registração, na qual é possível Sensibilidade não sim
gravar todos os ajustes feitos no tecla- Timbres 100 610
do, tais como timbre, ritmo, andamen- Polifonia 16 32
to, efeitos, split point, transpose e Estilos 100 106
harmony e, depois, apenas pressionan- Mudança de Oitava não sim
do um botão, podemos ter todos os Controle de Harmony Type não sim
Controle de Rverb não sim
ajustes prontos programados anterior-
Controle de DSP não sim
mente. As memórias são divididas em
Músicas 100 100 + 5User +99 Flash
dois bancos de oito, totalizando 16 Gravação não sim
memórias de registração. Flash Memory não sim
MIDI IN/OUT sim sim
GRAVAÇÃO Controles MIDI (Local, Bulk) não sim
Initial Send não sim
Na seção de gravação da linha EZ Entrada para pedal sim sim
(somente no EZ-30) podemos gra- Amplificação 2W 6W
var cinco músicas. Cada uma delas
pode conter até no máximo cinco das via MIDI e gravadas no computa- sugestões de timbre, efeitos e outros
pistas de melodia e contra-melodia, dor. As músicas transmitidas podem ajustes que o teclado possui ao es-
e uma pista utilizando o acompanha- ser salvas no formato SMF e depois colhermos um ritmo.
mento automático. lidas em outros equipamentos. Afinação (Tunning) e transpose
Entre as funções de edição das podem ser ajustados na linha EZ
músicas gravadas estão Song Clear FUNÇÕES ADICIONAIS através da função Overall. Entre os
e Track Clear. Infelizmente, os tecla- efeitos, podemos encontrar Reverb
dos da linha EZ não têm dríve para A função One Touch está presen- com oito tipos, DSP com 38 tipos,
disquete, mas suas funções incluin- te nos teclados da linha EZ. Com ela incluindo Symphonic, Phaser,
do as músicas podem ser transmiti- podemos rapidamente verificar as Rotary Speaker, Flanger e Chorus.
A função Harmony pode ser uti-
lizada para harmonização automáti-
ca da mão direita, de acordo com as
notas dos acordes tocados. Com ela
podemos fazer Blocos, Tremolos, Du-
etos e mais 23 tipos de harmonização.

CONCLUSÃO

Com as funções Y.E.S. podemos


ampliar muito nossas possibilidades
de aprendizado. Os teclados da linha
EZ mostram bem esta proposta, mas
vale a pena salientar que o auxílio
de um professor para ensinar técni-
cas de execução, notação musical,
harmonia e teoria, em geral, é im-
portante.
Até a próxima! ❏
João Henrique de P. Baptistella é especialista
em teclados e Computer Music
Painel do Yamaha EZ-30

Playmusic 15
Como se comportar
no estúdio
têm mais experiência no que estão só vai trazer mais tensão, além dos
fazendo. Bem, a causa não importa inevitáveis palpites que surgem e ti-
muito. O que importa é que esse ner- ram o foco do artista. Na hora de gra-
Daniel Si! vosismo não ajuda nada. Muito pelo var voz, por exemplo, praticamente
contrário, impede qualquer um de todos os profissionais que conheço
dar o seu melhor. Apesar de ser fácil preferem ficar completamente sozi-
Olá amigos leitores. Este mês, de falar e difícil de fazer, a primeira nhos. Só o técnico e o produtor po-
decidi deixar de lado a eletrônica e dica é: relaxe! dem assistir à seção de gravação e,
falar um pouco da parte humana. Outra dica: nunca tente ir além ainda assim, da técnica e em com-
Afinal, o que se faz num estúdio é dos seus limites. Muita gente chega pleto silêncio. Se os profissionais
registrar música, que é, talvez, a mais ao estúdio achando que tem a obri- fazem assim, é porque funciona, não
popular das artes. E arte é uma for- gação de mostrar que é o melhor é? Se for eleger um “produtor”, es-
ma de expressão do ser humano, cer- músico do mundo, mas ninguém vai colha uma pessoa com muita expe-
to? Vou começar falando de atitude. conseguir tocar melhor do que toca, riência e conhecimento no assunto -
Quando se entra num estúdio, deve- não é mesmo? A não ser que vá para neste caso, os curiosos não têm a
se ter em mente que se está lidando casa, invista bastante tempo estudan- menor chance de ajudar - e discuta
com uma coisa muito séria, que exi- do e volte ao estúdio depois de al- com ele sobre os resultados, ouça
ge concentração, profissionalismo, guns meses. Então, depois de gravar suas opiniões de coração aberto.
respeito. Acho que ninguém confia- um take (tomada), escute e pense Agora, talvez, a maior dica: só vá
ria em um médico que ficasse con- cuidadosamente: posso fazer me- para o estúdio depois de muito bem
tando piadas na hora de operar seus lhor? Se achar que pode, vá em frente ensaiado e sabendo exatamente o que
pacientes, não é? Como o estúdio é e grave de novo. Se não, não adianta vai fazer. O improviso só funciona
cheio de luzinhas e aparelhos que nada ficar tentando a noite inteira. A para quem tem muita capacidade e
“parecem” brinquedos, muita gente tendência é a performance ir pioran- competência. Portanto, se você não
costuma confundir as coisas. Isso do ao invés de melhorar. Na verda- é um supermúsico, programe-se e
não quer dizer que não seja possível de, depois de quatro ou cinco tenta- atenha-se a fazer o programado.
gravar de forma divertida, mas sem tivas, pouca gente vai conseguir fa- Lembre-se que esta gravação não
nunca esquecer que isso é um traba- zer melhor. A grande maioria dos será a última nem a definitiva. Você
lho. Justamente por ser um trabalho “takes geniais” são conseguidos de poderá fazer melhor no próximo CD.
dos mais sérios, costuma acontecer primeira. O primeiro take tem uma Se escutar os primeiros discos dos
um outro problema, em especial com carga de emoção que, com certeza, grandes gênios perceberá que eles
os mais inexperientes: o nervosismo. nunca mais se repetirá. Por isso, também foram aprendendo e evolu-
É incrível como todo mundo que vai muitos técnicos espertos costumam indo com o tempo. Gravar é uma arte
gravar em estúdio pela primeira vez usar um truque que funciona bem: que se aprende a cada dia, OK?
tende a ficar extremamente tenso e pedir ao artista que passe o som, e Abraços e boas gravações... ❏
nervoso. Talvez a responsabilidade gravar sem que ele saiba. Outra coi-
de ter sua performance registrada sa que ajuda bastante é permitir a Daniel Si! é produtor musical, músico
profissional e compositor. Já produziu
para a eternidade gere essa tensão. presença do mínimo possível de pes- centenas de peças publicitárias e dezenas de
Ou talvez seja por estar tocando ou soas no estúdio na hora de gravar. CD. Dirige o estúdio/produtora “Daniel Si!
cantando na frente de desconhecidos Nada de levar amigos, parentes, Produções”.
Tel.: (11) 5542-6526 - danielsi@ig.com.br
(no caso, o técnico de gravação), que namorada(o), etc. Qualquer platéia

16 Playmusic
compatibilidade completa GM2/GS. Como na linha VA, o
Alpha-1 possui um controlador D-Beam (infravermelho)
programável, que inclui, além de funções Liga/Desliga,
como Play/Stop, Efeitos, etc., outras mais sofisticadas como
arpejos, hits de metais

Roland e riffs de percussão. O


Alpha-1 tem ainda um
disk dríve e um
Novidades para 2002 seqüenciador de 16
pistas.

Pedal BF-3

A BOSS está com uma linha totalmen-


No começo do mês de março, fomos conferir, no Hotel te reformulada e traz entre seus lançamen-
Mercure em São Paulo, todas as novidades da Roland para tos, o BF-3. Depois de 20 anos do famoso
2002, no “National Dealers Meeting 2002”. Esse encontro, pro- BOSS BF-2, o novo pedal de Flanger BF-3
movido pela Roland Brasil, além de mostrar todos os novos oferece aos guitarristas e baixistas uma
produtos que serão lançados nos próximos meses, propiciou versão atualizada do clássico Flanger da
um encontro de todos os lojistas e representantes da marca e BOSS. Dois novos modos (Ultra e Gate/Pan)
a comemoração de 30 anos da empresa Roland Corporation criam flanger com profundidade e até mesmo efeitos do tipo
no mundo inteiro. Trazemos, então, em primeira mão para os Slicer e sons que parecem “girar” em volta da pessoa que está
nossos leitores, algumas das novidades apresentadas: ouvindo. Além disso, o BF-3 possui Tap tempo ajustável atra-
vés do pedal, entradas independentes de guitarra e baixo e
Controlador AX-7 saída estéreo.

A Roland possui Roland MMP-2


uma linha de contro-
ladores que contém desde Entre os acessórios, a
equipamentos para estúdio até para Roland trouxe o mais novo
performance ao vivo. O AX-7 tem o design e a leveza para a pré-amplificador para mi-
performance ao vivo. Apresenta 45 teclas sensíveis ao toque, crofone portátil, o MMP-2.
cinco controles programáveis, entre eles o D-Beam (controle Este pré-amplificador tem
infravermelho) e alavanca de Bender e Modulation. Para con- características novas como
trolar seus equipamentos MIDI através do AX-7, é possível al- COSM(r) Mic Modeling, EQ
terar até 128 timbres em regiões de mão direita (Upper) e mão paramétrico de quatro bandas, compressão de válvula mode-
esquerda (Lower). Possui display com sete segmentos e pode lada, um enhancer e de-esser e software de controle ultra-in-
ser utilizado com fonte ou pilhas. tuitivo para Mac ou PC. Possui uma conexão USB para contro-
les em tempo real via computador, além de permitir
Teclados Alpha-JR e Alpha-1 downloads de novos plug-ins de efeitos. Seu display é de duas
linhas e combina componentes analógicos com conversão di-
Como já é costu- gital de 24 bits e 96 Khz.
me da Roland Brasil,
todo ano ocorrem Gravador digital BR-1180CD
lançamentos de te-
clados brasileiros. É o mais novo gravador digital da BOSS, sucessor do BR-8,
Em 2002, a Roland analisado na nossa edição 39. O BR-1180CD, entre numerosas
lança dois novos modelos: Alpha-JR e Alpha-1. O Alpha-JR tem características, possui dez pistas com controle real e 80 pistas
64 estilos, sendo 32 brasileiros, entre os quais, forró, axé, pa- virtuais, HD interno de 20 Gb, saída ótica digital S/PDIF, vários
gode e chorinho. Seu gerador de sons é compatível GM2 e GS, padrões rítmicos incorporados e três modos de gravação si-
com um total de 226 timbres e nove kits de bateria e percus- mulada nas entradas: Vocal, Guitarra e Linha. O BR-1180CD con-
são. Com a disposição dos botões e as cores parecidas com as ta ainda com um gravador de CD-RW in-
do EM-25, o Alpha-JR apresenta oito tipos de efeito, entre terno, que permite finalizar nele
Reverb e Chorus e as funções Style Morphing e Orquestrator. mesmo os seus CD, com a
As características do Alpha-1 são bem diferentes das do ferramenta Matering Tool
Alpha-JR, que derivam da linha VA. Seus 128 estilos são a Kit e todos os efeitos dese-
soma de 64 internos com 32 nacionais e 64 externos, atra- jados, desde Reverb e Delay
vés da função Disk Link. Em seu gerador, encontramos 3559 até COSM Guitar Amp, Speaker
timbres com 64 vozes de polifonia e 116 kits de bateria, com e Mic Modeling.

Playmusic 17
Guia do Repertório
Por uma questão de diagramação, eventualmente, pode-se não transcrever pequenas variações de melo-
dia, “breques” ou trechos sem bateria, em função das barras de repetição.
O resultado sonoro dos arquivos MIDI varia dependendo da fonte geradora (teclados, módulos, computa-
dor, etc.).
As cifras indicadas nas partituras nem sempre correspondem fielmente às progressões harmônicas con-
tidas nos arquivos MIDI, embora o resultado sonoro produzido pelo acompanhamento automático do teclado
seja satisfatório. A maioria dos modelos não interpreta corretamente as dissonâncias dos acordes nem todas
as inversões usadas no arquivo MIDI.
Para fazer as inversões dos acordes usando baixo de passagem no acompanhamento automático, como
por exemplo a seqüência C - G/B - Dm7/A, é necessário alterar o modo do acompanhamento para a função
que respeite a nota mais grave do acorde, fazendo o desenho do baixo de acordo com a inversão tocada,
além de verificar se todas as notas do acorde estão na região do automático, ou se é preciso mudar a divisão
do teclado (split point).
No caso do teclado não ter o recurso de mudar o modo do acompanhamento, os acordes poderão ser
tocados nas inversões de costume, apenas fazendo um encadeamento. Vale salientar, entretanto, que no
violão essas inversões de acordes, usando baixo de passagem, fazem muita diferença na sonoridade da
música, mesmo porque segue a intenção do original em que foi baseado.
Antes de definir a divisão do teclado para o acompanhamento automático, além de observar as considera-
ções acima sobre os acordes, deve-se também prestar muita atenção nas notas da melodia, principalmente
as mais graves para que o ajuste da divisão do acompanhamento não impeça a execução da mesma. Quando
ocorrer essa sobreposição do acompanhamento com as notas da melodia, uma boa alternativa é tocar uma
oitava acima.
A maioria dos teclados quando acionado o acompanhamento automático, alteram as oitavas de alguns
instrumentos, de maneira que a melodia possa ser tocada a partir do C3 (dó central), sem utilizar a região do
acompanhamento automático. É o caso dos violões e trombones entre outros. Nas partituras esses solos já
estão escritos na região própria para esse fim. Por esse motivo, pode às vezes não corresponder à tessitura
correta gravada no arquivo MIDI. Para evitar erros, ouça o arquivo gravado no disquete para saber a altura
correta de cada instrumento.
Os estilos indicados nas partituras são apenas sugestões, baseadas em várias marcas e modelos de
teclados, que mais se aproximam da versão original. Convém sempre pesquisar se no seu equipamento não
existe um outro que melhor se adapte a cada música. No caso de ritmos brasileiros, sugerimos, sempre que
possível, utilizar os ritmos prontos de disquetes e cartuchos vendidos em lojas especializadas. Isso tudo no
caso de não utilizar o arquivo MIDI, que é o ideal, pois possui a métrica e as viradas fiéis à versão da música
em que foi baseada.
Para fazer os breques indicados nas partituras, é aconselhável usar a função “star/stop”, onde o acompa-
nhamento automático apenas é acionado enquanto as notas estão sendo pressionadas, parando assim que
soltamos as teclas.
Nas músicas com as cifras como G/C onde o baixo está em nota diferente do acorde, desconsiderar a nota
do baixo e tocar apenas o acorde na inversão que melhor servir para o encadeamento no acompanhamento
automático.
É necessário ajustar as oitavas para cima ou para baixo, onde houver solos de Distortion Guitar ou Overdrive
Guitar, nos teclados com até cinco oitavas. As frases foram transcritas de forma a facilitar a leitura. É preciso
salvar na memória de registração a altura correta, sempre tomando como base o timbre que está soando no
arquivo MIDI.
Na música “Noite do Prazer” os solos de Synth Brass podem ser tocados uma oitava acima, desde que
esteja ajustado oitava abaixo na memória, para que o som obedeça o transcrito na partitura, sem que interfira
na região do acompanhamento automático.
O acorde Gsus2 que aparece na música “Maria Solidária” pode se tocado no acompanhamento automá-
tico dos teclados, na inversão com as notas sol, la e ré, embora a maioria dos teclados irá interpretar como
apenas G.
Agradecemos nossos amigos e colaboradores Benê Alves e o arranjador Duda Montoro, que colabora-
ram nesta edição com as músicas “Zazueira” e “Linha De Passe”, respectivamente.

Edeli S. Zardo

18 Playmusic
Dicionário de Acordes
Nunca

Change The World

On The Sunny Of The Street

Vida Real (Lees)

Linha de Passe

Contigo En La Distancia

A Whole New World

Playmusic 19
Posições de Acordes para Violão e Guitarra
Contigo En la Distancia

Linha de Passe

Vida Real (Lees)

A Whole New World

Nunca

20 Playmusic
PL065501 Contigo En La Distancia
Luis Miguel
Cesar Portillo De La Luz

Intro.: G(7+) / C(7+) B+ / G(7+) / C(7+) /


F#7sus4 F#7 / Bm-5 E7 / Am7 /
Dsus / G(7+) / Bm7 Bbm7 /

Am7 D G F#7 Bm7 E7


No existe un momento del día En parte de mi alma
Am7 D7(-9) G Am7 D7(9)
En que pueda apartarme de ti Ya nada me consuela
F#m7-5 B7 Em Bm7 E7(-9)
El mundo parece distinto Si no estás tu también
A Am Eb D Am7 F7
Cuando no estás junto a mi Mas allá de tus labios

Bbdim Am7 Dsus D7 Bm7 Em7


No hay bella melodía Del sol y das estrellas
D7 G(7+) Am7 //
En que no surjas tu Contigo en la distancia
Am7 D7(-9) Dsus D7(-9)
Ni yo quiero escucharla Amada mía
G(7+) B7 G(7+)
Si no la escuchas tu Estoy

Em7 F#7 Solo: C(7+) / G(7+)


Es que te has convertido
Bm7 E7
En parte de mi alma
Am7 D7(9)
Ya nada me consuela
Bm7 E7(-9)
Si no estás tu también

Am7 F7
Mas allá de tus labios
D7 Bm7 Em7
Del sol y das estrellas
Am7
Contigo en la distancia
Dsus D7(-9)
Amada mía
G(7+)
Estoy

Solo: B7 / Em7 /

Playmusic 21
PL065501 Contigo En La Distancia
Luis Miguel

Bolero Cesar Portillo De La Luz


S = 78
G(7+) C(7+) B+ G (7+)
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Todos os Direitos Reservados

22 Playmusic
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Playmusic 23
PL065502 Nunca
Zizi Possi

Bossa Nova Lupicínio Rodrigues


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24 Playmusic
Nunca
PL065502 Zizi Possi
Lupicínio Rodrigues

Intro.: Dsus / / G(7+) / / Dsus / /


Bm7 / Bb7(13) E7 /

Am7 F7 Am7 F7
Nunca Nunca
Bm7 Bm7
Nem que o mundo caia Nem que o mundo caia
Bbdim Bbdim
Sobre mim Sobre mim
Am7 Am7
Nem se Deus mandar Nem se Deus mandar
D7sus4 D7 D7sus4 D7
Nem mesmo assim Nem mesmo assim
G(7+) Am7 G(7+) Am7
As pazes contigo As pazes contigo
Bm7 Bb7(13) Bm7 Bb7(13)
Eu farei Eu farei

Am7 F7 Am7 F7
Nunca Nunca
Bm7 Bm7
Quando a gente perde Quando a gente perde
Bbdim Bbdim
A ilusão A ilusão
Am7 D7sus4 Am7 D7sus4
Deve sepultar o coração Deve sepultar o coração
D7 G(7+) Dm7 Db7(9) D7 G(7+) Dm7 Db7(9)
Como eu sepultei Como eu sepultei

C(7+) F7 C(7+) F7
Saudade Saudade
Bm7 Bm7
Diga a esse moço Diga a esse moço
Bbdim Bbdim
Por favor Por favor
Am7 Am7
Como foi sincero o Como foi sincero o
D7sus4 D7 D7sus4 D7
Meu amor Meu amor
G(7+) G(7+)
Quanto eu o adorei Quanto eu o adorei
Dm7 Db7(9) Dm7 Db7(9)
Tempos atrás Tempos atrás
C(7+) F7 C(7+) F7
Saudade Saudade
Bm7 Bm7
Não esqueça também Não esqueça também
Bbdim Bbdim
De dizer De dizer
Am7 Am7
Que é você quem me faz Que é você quem me faz
D7sus4 D7sus4
Adormecer Adormecer
D7 Eb(7+) D7 Eb(7+) G(7+)
Pra que eu viva em paz Pra que eu viva em paz

Playmusic 25
PL065503 Thank You For Loving Me
Bon Jovi

8 Beat John Bon Jovi/Richard Sambora


S = 68
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26 Playmusic
PL065503

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Playmusic 27
PL065503 Thank You For Loving Me
Bon Jovi
John Bon Jovi/Richard Sambora

Intro.: D/F# / G / Bm / A A7 / A/C# Bm Bm7/A


D/F# / G / Bm / Asus4 A / For parting my lips
E/G# Asus4
G When I couldn't breathe
It's hard to me to say the things A D G A G
D Thank you for loving me
I wanna say sometimes A
G You pick me up when I fall down
There's no one here but you and me Em
D You ring the bell before they count me out
That broken old street light Am
A/C# Bm If I was drowning you would part the sea
Lock the doors Asus4
G A Asus4 A And risk your own life to rescue me, yeah
Leave the world outside A
D G Yeah Yeah Yeah Yeah Yeah Yeah
All I've got to give to you
A Solo: D / G / A Asus4 A / D //
Are these five words when I
Bm
D G Lock the doors
Thank you for loving me G A Asus4 A
A Asus4 A Leave the world outside
For being my eyes R D G
D/F# E All I've got to give to you
When I couldn't see F C // Asus4 //
A/C# Bm Bm7/A R Are these five words when I
For parting my lips à D G
E/G# Asus4 O Thank you for loving me
When I couldn't breathe A Asus4 A
A D G Asus4 For being my eyes
Thank you for loving me D
A D G Asus4 A When I couldn't see
Thank you for loving me A/C# Bm Bm7/A
For parting my lips
G E/G# Asus4
I never knew I had a dream When I couldn't breathe
D A D G
Until that dream was you Thank you for loving me
G A Asus4 A
When I looked into your eyes When I couldn't fly, oh
D D
The sky's a different blue You gave me wings
A/C# Bm G A Asus4 A A/C# Bm Bm7/A E/G# Asus4
Cross my heart I wear no disguise You parted my lips when I couldn't breathe
D G A D G A Asus4
If I tried you'd make believe Thank you for loving me
A A D G A
That you believed my lies Thank you for loving me
Asus4 A D // G Asus4
D G Thank you for loving me
Thank you for loving me A D/F#
A Asus4 A Oh! for loving me
For being my eyes
D/F# Solo: D/F# / G / Bm / A A7 /
When I couldn't see D/F# / G / Bm / Asus4 A / D /

28 Playmusic
PL065504 Change The World
Eric Clapton
Eric Clapton/Babyface

Intro.: E F#m7 / G6 / G6 F#m7 / E /


E F#m7 / G6 / G6 F#m7 / Bsus / E

A/E E F#m7 G#7 C#m7


If I could reach the stars That I can change the world
A/E E D#m7-5 G#7
I'd pull one down for you I would be the sunlight
A/E E C#m7
R
Shine it on my heart In your universe
E
A/E E A D#m7-5 G#7
F
So you could see the truth You would think my love was
R
D/A A C#m Cm Bm
Ã
That this love I have inside Really something good
O
D/A A E E7 A E/G#
Is everything it seems Baby, if I could
A/E E E Em-5 F#m7 E A/E
But for now I find Change the world
A/E G#7 A E/G#
It's only in my dreams Baby, if I could
E Em-5 F#m7 E
F#m7 G#7 C#m7 Change the world
That I can change the world
D#m7-5 G#7
R
I would be the sunlight Solo: E F#m7 / G6 / G6 F#m7 / E /
E
C#m7 E F#m7 / G6 / G6 F#m7 / G#7/
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In your universe
R
D#m7-5 G#7
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You would think my love was F#m7 G#7 C#m7
O
C#m Cm Bm I can change the world
Really something good D#m7-5 G#7
E7 A E/G# I would be the sunlight
Baby, if I could C#m7
E Em-5 F#m7 E In your universe
R
Change the world D#m7-5 G#7
E
You would think my love was
F
F#m7 / G6 / G6 F#m7 / E / C#m Cm Bm
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Really something good
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A/E E E7 A E/G#
O
If I could be king Baby, if I could
A/E E E Em-5 F#m7
Even for a day Change the world
A/E E A E/G#
I'd take you as my queen Baby, if I could
A/E E A E Em-5 F#m7
I'd have it no other way Change the world
D/A A A E/G#
And our love will rule in this Baby, if I could
D/A A E E Em-5 G F#m7 // E
Kingdom we have made Change the world
A/E E
Till then I'd be a fool E F#m7 / G6 / G6 F#m7 / E /
A/E G#7
Wishin' for the day

Playmusic 29
PL065504 Change The World
Eric Clapton

8 Beat Eric Clapton/Babyface


S = 100

F  m7 F  m7
1. 2.
 E E G6 G6 E Bsus


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Copyright by Todos os Direitos Reservados

30 Playmusic
PL065504

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Playmusic 31
PL065505 A Whole New World
Peabo Bryson & Regina Belle

8 Beat Menken Alan Irwin/


S = 104 Rice Timothy Miles Bindon

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Copyright by Warner Chappell Ed. Musicais.


Todos os Direitos Reservados

32 Playmusic
PL065505

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Playmusic 33
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34 Playmusic
PL065505 A Whole New World
Peabo Bryson & Regina Belle
Menken Alan Irwin/
Rice Timothy Miles Bindon

Intro.: Bb / / / / Ab Db
I used to be
Bb Eb Bb (A whole new world)
I can show you the world Ab Adim Bbm
Bb Eb Gm F/A With new horizons to pursue
Shining, shimmering, splendid Ab7 Db Ab7 Db
Cm/Eb D/F# Gm7 Gm7/F I'll chase them anywhere there's time to spare
Tell me princess, now when did you Bbm7 Eb7 Cb(7+) Absus
Eb Bb Let me share this whole new world with you
Last let your heart decide?
Bb Eb Bb Solo: A D / A / A D / Bm7-5 /
I can open your eyes G#m7-5 C#7 / F#m / Asus / /
Bb Eb Gm F/A
Take you wonder by wonder A
Cm/Eb D/F# Gm7 A whole new world
Over sideways and under D
Gm7/F Eb Bb (A whole new world)
On a magic carpet ride A/C# D
Eb F Bb A new fantastic point of view
A whole new world A7 D A7 D
F/A Bb No one to tell us no or where to go
A new fantastic point of view Bm7 E7 A7sus4
F7 Bb F7 Bb Or say we're only dreaming
No one to tell us no or where to go A
Gm7 C F7sus4 A whole new world
Or say we're only dreaming D
F Bb (Every turn a surprise)
A whole new world A A#dim Bm
F F#dim Gm With new horizons to pursue
A dazzling place I never knew (Every moment red-letter)
F7 Bb A7 D A7 D
But now from way up here I'll chase them anywhere there's time to spare
F7 Bb Gm7 C7 A7 D
It's crystal clear that now I'm in Anywhere
Cm7 F7sus4 Bb A#dim Bm7
A whole new world with you There's time to spare
Db Gb Db E7sus4 E7
Unbelievable sights Let me share
Db Gb Bbm Ab/C C(7+) Asus4 Bm7
Indescribable feeling This whole new world with you
Ebm/Gb F/A Bbm7 E7 // F#m7
Soaring, tumbling, freewheeling Hum hum. A whole new world
Bbm7/Ab Gb Db G(7+)
Through an endless diamond sky (A whole new world)
Gb Ab F#m7
A whole new world That's where we'll be
Db G(7+)
(Don't you dare close your eyes) (That's where we'll be)
Ab/C Db F#m7
A hundred thousand things to see A thrilling chase
(Hold your breath it gets better) Asus
Ab7 Db Ab7 Db A wondrous place
I'm like a shooting star I've come so far A7 D Bm A/C# D
Bbm7 Eb Ab7sus4 For you and me
I can't go back to where

Playmusic 35
PL065506 Noite do Prazer
Brylho

Jive Paulo Zdanowski/Claudio Zoli/


S = 116 Arnaldo Brandão

Gm7 ED(7+) Dm7 Cm7 F7sus4 F7


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Copyright by Warner Chappell Edições Musicais Ltda.


Todos os Direitos Reservados.

36 Playmusic
PL065506

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38 Playmusic
Noite do Prazer
PL065506 Brylho
Paulo Zdanowsky/ Cláudio Zolli
Arnaldo Brandão

Intro.: Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 /


Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 /
Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 /
Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 / Gm7

Eb(7+) Dm7 Cm7 F7sus4 F7 Eb(7+)


A noite vai ser boa Vem ficar comigo
Eb(7+) Dm7 Cm7 Dm7 Cm7 F7sus4 Bb(7+)
De tudo vai rolar Depois que a festa acabar
F7sus4 Gm7
Vai rolar Gm7
Eb(7+) Dm7 Na madrugada
De certo que as pessoas Cm7
Cm7 F7sus4 F7 Gm7 Vitrola rolando um blues
Querem se conhecer F7sus4 F7 Bb(7+)
Eb(7+) Dm7 Tocando B.B.king sem parar
Se olham e se beijam Gm7
Cm7 F7sus4 Bb(7+) Sinto por dentro
Numa festa genial Cm7
Uma força vibrando, uma luz
Gm7 F7sus4 F7
Na madrugada A energia que emana
Cm7 Bb(7+) F7sus4 //
Vitrola rolando um blues De todo prazer
F7sus4 F7 Bb(7+)
Tocando B.B.king sem parar Solo: Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 /
Gm7 Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 /
Sinto por dentro Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 /
Cm7 Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 / Bb(7+)
Uma força vibrando, uma luz
F7sus4 F7
A energia que emana Gm7
Bb(7+) F7sus4 // Na madrugada
De todo prazer Cm7
Vitrola rolando um blues
Solo: Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 / F7sus4 F7 Bb(7+)
Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 / Gm7 / Tocando B.B.king sem parar
Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 / Gm7 Gm7
Sinto por dentro
Cm7
Eb(7+) Dm7 Cm7 F7sus4 F7 Gm7 Uma força vibrando, uma luz
Prazer estar contigo F7sus4 F7
Eb(7+) Dm7 Cm7 F7sus4 Gm7 A energia que emana
Um brinde ao destino Bb(7+) F7sus4 //
Eb(7+) Dm7 De todo prazer
Será que o meu signo
Cm7 F7sus4 F7 Gm7 Solo: Gm7 / Eb(7+) Dm7 / Cm7 /
Tem a ver com o seu F7sus4 F7 / Gm7 / Eb(7+) Dm7 /
Cm7 / F7sus4 / Gm7 / Eb(7+) F.O.
Dm7 / Cm7 / F7sus4 F7 / Gm7 /
Eb(7+) Dm7 / Cm7 / F7sus4 /

Playmusic 39
PL065507 Maria Solidária Tonalidade Original A/B
Beto Guedes

Jazz Waltz Milton Nascimento/Fernando Brant


S = 150
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Copyright by Editora Nascimento (EMI Songs)/Três Pontas (EMI Songs)

40 Playmusic
PL065507

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Playmusic 41
PL065507 Maria Solidária
Beto Guedes
Milton Nascimento/Fernando Brant

Intro.: Gsus2 / / / / / / / /
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Em C / D / F G / / C/G /
D/G / D G / D G /
Em C / D / F G /

G C G C
Eu choro de cara suja A casa estava escura
D D G D D G
Meu papagaio o vento carregou No vento forte a chuva desabou
D G Em C D G Em C
E lá se foi pra nunca mais A luz não vem, eu aqui estou
D F G D F G
Linha nova que pai comprou A rezar na escuridão, e só

Solo: G / C / D / D G / D G / A D
Em C / D / F G / Venho do vento da noite
G/C/D/DG /DG / E E A
Em C / D / F G / Na luz do novo dia cantarei
E A F#m D
Brilha o sol, brilha o luar
G C E G A //
Dança Maria, Maria Brilha a vida de quem dançar
D D G
Lança seu corpo jovem pelo ar
D G Em C
Ela já vem, ela virá Solo: D / E / C#m / F#m / G / D /
D F G A/E/A/D/E/EA /EA /
Solidária nos ajudar F#m D / E / G A / A / D / E /
E A / E A / F#m D / E / G A /
D/A / E/A / E A / E A /
G C C#m D / E / G A / A /
Não fique triste menino
D D G
A linha é tão fácil de arranjar
D G Em C
Venha aqui, venha escolher
D F G
Papagaio de toda cor

Solo: G / C / D / D G / D G /
Em C / D / F G /
G/C/D/DG /DG /
Em C / D / F G /
Gsus2 / / / /

42 Playmusic
PL065508 Vida Real (Lees)
RPM
Paul Post/Rud Voerman/Han Korenees
Versão: Paulo Ricardo

Intro.: Fsus4 F / Fsus2 F /


Fsus4 F / Fsus2 F /

Fsus4 F Fsus2 F F
Se você pudesse me dizer O mundo é perigoso
Fsus4 F Fsus2 F G C
Se você soubesse o que fazer E cheio de armadilhas
Bb Am
O que você faria De mistério e gozo
Eb C Csus4 C G C
Aonde iria chegar Verdades e mentiras
F
Fsus4 F Fsus2 F Viver é quase um jogo
Se você soubesse quem você é G C
Fsus4 F Fsus2 F Um mergulho no infinito
Até onde vai a sua fé Am
Bb Se souber brincar com fogo
O que você faria Am7
Eb C (Se souber brincar com fogo)
Pagaria pra ver Gsus4 G
Não há nada mais bonito
G Bb Eb
Se pudesse escolher Solo: A C / F G / A C / G D /
F G R A C/F G/A C/G D/
Entre o bem e o mal E
Bb F C F A C F
Ser ou não ser R Se pudesse escolher
G Bb Eb à G A
Se querer é poder O Entre o bem e o mal
F G C G D
Tem que ir até o final Ser ou não ser
Bb F A C F
Se quiser vencer Se querer é poder
G A
Solo: Ebsus4 / / Fsus4 F / Fsus2 F / Tem que ir até o final
Fsus4 F / Fsus2 F / C G D
Se quiser vencer
Fsus4 F Fsus2 F A C F
Se pudesse eu te levaria Se pudesse escolher
Fsus4 F Fsus2 F G A
Até onde você quer chegar Entre o bem e o mal
Bb C G D
No brilho das estrelas Ser ou não ser
Eb C A C F
No primeiro lugar Se querer é poder
G A
Refrão Tem que ir até o final
C G
Se quiser vencer
Ebsus4 / /
Solo: G / / / / / / /

Playmusic 43
PL065508 Vida Real (Lees)
RPM

Disco Paul Post/Rud Voeman/Han Korenees


S = 108 Versão: Paulo Ricardo

Fsus4 F Fsus2 F Fsus4 F Fsus2 F


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Copyright by Warner Chappell Edições Musicais Ltda.


Todos os Direitos Reservados

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Playmusic 45
PL065509 Festa
Ivete Sangalo

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Solo

Playmusic 47
PL065509 Festa
Ivete Sangalo
Anderson Cunha

Intro.: D G / D G / D G / D G / D G / D G / Parte A
DG/DG/DG/DG/DG/DG/
C G / Gm-5 Am Bbm / G
Parte B

A
Festa no gueto Refrão
G A
Pode vir, pode chegar
G A P
Misturando o mundo inteiro A D C D C
G A R Na na na na na
Vamos ver no que é que dá T D C D DC GA
G A E Na na na na na
Hoje tem festa no gueto D C D C
G A A Na na na na na
Pode vir, pode chegar D C D
G A Na na na na na
Misturando o mundo inteiro
G G(7+)
Vamos ver no que é que dá Solo: C / Gsus4 G(7+) / D C / / G //

D Parte B
Tem gente de toda cor
A Em7
Tem raça de toda fé
A D P A A D G A
Guitarras de rock'n roll A Que vai rolar a festa, vai rolar
A Em7 R G D G Am7
Batuque de candomblé T O povo do gueto mandou avisar
A D E G D
R
Vai lá pra ver Que vai rolar a festa
E
A Em7 B G A
F
A tribo se balançar Eu sei que vai rolar
R
A D G D G A
Ã
O chão da terra tremer O povo do gueto mandou avisar
A Em7 O
G D
Mãe preta de lá mandou chamar Quero ouvir que vai rolar a festa
A G A G A G G G G A
Avisou, avisou, avisou, avisou Todo mundo lá
G D G Am7
O povo do gueto mandou avisar
A A D G A G D G A
Que vai rolar a festa, vai rolar R
Que vai rolar a festa, vai rolar
E
G D G Am7 G D G A
O povo do gueto mandou avisar F
O povo do gueto mandou avisar
R
G D G A
Ã
Que vai rolar a festa, vai rolar
G D G A G O
Solo: G A / D /
O povo do gueto mandou avisar

48 Playmusic
PL065510 Zazueira
Jorge Benjor
Arranjo: Benê Alves

Intro.: D / / / / / / / / / D C D / A Solo: D / Bm / D / Bm / F#m Bm /


Em A / D Eb D //
D D / Bm / D / Bm / F#m Bm /
Ela vem chegando Em A / D Eb D / A /

E feliz vou esperando

A espera é difícil D
D Mas ela vem chegando
Mas eu espero Sambando
E feliz vou esperando
G# G Em
Menina bonita com céu azul A espera é difícil
A D D D
Ela é uma beleza Mas eu espero Sambando
G# G Em
Menina bonita você é demais G# G Em
A D A Pois uma flor é uma rosa
Alegria da minha tristeza A D D
E uma rosa é uma flor
D G# G Em
Mas ela vem chegando É um amor essa menina
A D A
E feliz vou esperando Essa menina é meu amor

A espera é difícil D Bm
D Zazueira
Mas eu espero Sambando Em A
Zazueira
G# G Em D Bm
Pois uma flor é uma rosa Zazueira
A D D Em A // D
E uma rosa é uma flor Zazueira
G# G Em
É um amor essa menina
A D A
Essa menina é meu amor

D Bm
Zazueira
Em A
Zazueira
D Bm
Zazueira
Em A //
Zazueira

Playmusic 49
PL065510 Zazueira
Samba Jorge Benjor
S = 100 Arranjo: Benê Alves

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50 Playmusic
PL065510

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Playmusic 51
PL065511 Linha de Passe
Samba João Bosco/Aldir Blanc
S = 125 Arranjo: Duda Montoro
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Copyright by BMG Music Publishing

52 Playmusic
PL065511

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Playmusic 53
PL065511

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54 Playmusic
PL065511 Linha de Passe
João Bosco
João Bosco/Paulo Emílio/Aldir Blanc
Arranjo: Duda Montoro

Intro.: C7 / F7 / C7 / F7 / /C7 / F7 / Am7 D7(9)


C7 / F7 / C7 / F7 / C7 / F7 / E lá vem Portellas que nem
C7 / F7 / C7 / Gsus Db7(9)/ Gsus G#sus Gsus G7(5+)
Marquês de Pombal, mal
C7 F7 C7 F7 C7 F7 C7 F7
Toca de tatu, lingüiça e paio, boi zebú Isso aqui vai mal, mas viva o carnaval
C7 F7 C7 Bb7 B7 C7 F7 C7 F7
Rabada com angú, rabo de saia Lights e sarongs, bondes, louras, King-Kongs
C7 F7 C7 F7 C7 F7 C7 F7
Naco de perú, lombo de porco com tutu Meu pirão primeiro é muita marmelada
C7 F7 C7 Gm7 Em7-5 C7 F7 C7
E bolo de fubá, barriga d’água Puxa-saco, cata-resto, pato, jogo-de-cabresto
F6 F#dim C6/G A7 Gm7 Em7-5
Há um diz que tem e no balaio tem também E a pedalada
D7(9) G7 F6 F#dim C6/G A7 D7(9) G7
Um som bordão bordando o som Quebra outro nariz na cara do juiz, aí
Gm7 Csus C7(9) Bis Gm7 Csus C7(9)
Dedão, violação E há quem faça uma cachorrada
F6 F#dim C6/G A7 F6 F#dim C6/G A7
Diz um diz que viu e no balaio viu também E fique na banheira, ou jogue pra torcida
D7(9) G7 C6 D7(9) G7 C6
Um pega lá no toma lá dá cá do samba Feliz da vida
Bm7 E7(-5) Am7 D7(9)
Um caldo de feijão, um vatapá e coração Solo: Bm7 / E7(-5) / Am7 / D7(9) / Bm7 /
Bm7 E7(-5) Am7 E7(-5) / Am7 / / Dsus / D7(9) / Bm7 /
Boca de siri, um namorado, um mexilhão Bb7 / Am7 / D7(9) / G7 G#7 / A7 Bb7 /
Dsus D7(9) Bm7 Bb7
Água de benzê, linha de passe, chimarrão C7 F7 C7 F7
Am7 D7(9) Gsus Toca de tatu, lingüiça e paio, boi zebú
Babaluaê, rabo de arraia C7 F7 C7 Bb7 B7
G#sus Gsus G7(5+) Rabada com angú, rabo de saia
E confusão e... C7 F7 C7 F7
Naco de perú, lombo de porco com tutu
C7 F7 C7 F7 C7 F7 C7 Gm7 Em7-5
Yeah yeah yeah yeah yeah yeah yeah E bolo de fubá, barriga d’água
C7 F7 C7 Bis F6 F#dim C6/G A7
Yeah yeah yeah yeah yeah yeah Há um diz que tem e no balaio tem também
Bb7 B7 (1a. vez) D7(9) G7
Gm7 Em7-5 (2a. vez) Um som bordão bordando o som
Gm7 Csus C7(9)
F6 F#dim C6/G A7 Dedão, violação
Cana e cafuné, fandango e cassulê F6 F#dim C6/G A7
D7(9) G7 Gm7 Csus C7(9) Diz um diz que viu e no balaio viu também
Sereno e pé no chão D7(9) G7
F6 F#dim C6/G A7 Um pega lá no toma lá dá cá
Bala, candomblé, e meu café, cadê?
D7 G7 C6 C7 F7 C7 F7
Não tem, vai pão com pão Do samba
Bm7 E7(-5) Am7 D7(9) C7 F7 C7 F7 Bis
Já era a Tirolesa, o Garrincha, a Galeria Do samba
Bm7 E7(-5) Am7 C7 F7 C7 F7
A Mayrink Veiga, o Vai-da-Valsa, e hoje em dia Do samba
Dsus D7(9) Bm7 Bb7 C //
Rola a bola, é sola, esfola, cola, é pau a pau Do samba

Playmusic 55
PL065512 On The Sunny Side Of The Street
Steve Tyrell

Swing Jimmy McHugh/Doroty Fields


S = 120

C(7+) Cdim Gsus Dm 7 7(-9)


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C6/9 Bm7 E7(-9) F(7+) Dm7 Gsus E7

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Copyright by Shapiro, Bernstein & Co., Inc. USA

56 Playmusic
PL065512

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Playmusic 57
PL065512 On The Sunny Side Of The Street
Steve Tyrell
Jimmy McHugh/Dorothy Fields

Intro.: C(7+) / Cdim / Gsus / Dm7 G7(-9) /

C6/9 Bm7 E7(-9) Gm7 C7


Grab your coat and get your hat I used to walk in the shade
F(7+) Dm7 Gsus E7 F(7+) E7 F(7+)
Leave your worry on the doorstep With my blues on parade
Am Am7 D7sus4 D7 Am7 D7
And just direct your feet But now I’m not afraid
Dm7 G7 Em7 Ebm7 Dm7 G // C#dim Dm7 //
To the sunny side os the street ‘Cause this rover crossed over

G7(13) C6/9 F(7+) Bm7 E7(-9) G7(-9) C6/9 F(7+)


Can’t you hear a pitter pat If I never
F(7+) Dm7 Gsus E7 Bm7 E7(-9)
And that happy tune is your step Have a cent
Am Am7 D7sus4 D7 F(7+) Dm7 Gsus E7
Life can be so sweet I’ll be rich as Rockefeller
Dm7 G7(13) C6/9 Am Am7 D7sus4 D7
On the sunny side of the street Baby gold dust at my feet
Dm7 G7(-9) Em7 A7(-9)
Gm7 C7 On the sunny side
I used to walk in the shade Dm7 G7(-9) C(7+)
F(7+) E7 F(7+) On the sunny side of the street
With my blues on parade
Am7 D7
But now I’m not afraid Solo: C dim / Dm7 G7(-9) C(7+) // F#7(-13)
G // C#dim Dm7 //
‘Cause this rover crossed over

G7(-9) C6/9 F(7+)


If I never
Bm7 E7(-9)
Have a cent
F(7+) Dm7 Gsus E7
I’ll be rich as Rockefeller
Am Am7 D7sus4 D7
Baby gold dust at my feet
Dm7 G7(-9) C6/9 //
On the sunny side of the street

Solo: G / C6/9 / Bm7 E7(-9) / F(7+) Dm7 /


Gsus E7 / Am Am7 / D7sus4 D7 /
Dm7 G7 / Em7 Ebm7 Dm7 G7(13) /
C6/9 F(7+) / Bm7 E7(-9) / F(7+) Dm7 /
Gsus E7 / Am Am7 / D7sus4 D7 /
Dm7 G7(13) / C6/9 /

58 Playmusic
LUPA SANTIAGO & CARLOS EZEQUIEL - IMAGES (OUVER RECORDS -2001)

O guitarrista e compositor Lupa Santiago e o baterista e compositor Carlos Ezequiel


começaram a desenvolver uma parceria musical a partir de 1996, por compartilharem
um mesmo conceito para suas criações, que é a música com fortes raízes brasileiras,
mas sob influência do jazz norte-americano e europeu, da música erudita contemporâ-
nea e de movimentos artísticos pós-modernos.
Images é o primeiro disco desse duo instrumental, ambos excelentes músicos for-
mados pela conceituada Berklee College of Music, de Boston (EUA), e foi consequência
natural do desenvolvimento e amadurecimento do trabalho que Lupa Santiago e Carlos
Ezequiel percorreram ao longo de quatro anos, realizando inúmeras apresentações nos
Estados Unidos, tendo muitas vezes músicos renomados como convidados.
Images possui 7 belas, criativas e densas faixas instrumentais, sendo 6 obras com-
postas por Lupa Santiago e Carlos Ezequiel e o Maracatú, de Egberto Gismonti. O disco
foi gravado no Blue Jay Studio, em Carlisle (Massachusetts, EUA) e contou com as participações dos saxofonistas americanos Jaleel
Shaw e Robert Stillmann, do pianista armênio Vardan Ovsepian e dos músicos brasileiros residentes nos EUA – o flautista Fernando
Brandão e o contrabaixista Gustavo Amarante. O CD pode ser adquirido pelo telefone (11) 3887.1343 ou e-mail:
lupasantiago@hotmail.com

JOYCE – GAFIEIRA MODERNA (BISCOITO FINO - 2002)

Gafieira Moderna é o novo disco da cantora, violonista e compositora carioca Joyce só


com músicas inéditas, que saiu em junho do ano passado na Europa e que teve excelente
repercussão junto aos críticos de música e fez muito sucesso nas pistas de dança daquele
continente. Agora lançado no Brasil, Gafieira Moderna remete aos bailes populares
brasileiros, mas com a levada jazzística típica que Joyce imprime em seus sambas através
de seu violão vigoroso e sua voz afinada e cheia de bossa.
Das dez canções que Joyce compôs para o CD Gafieira Moderna, há três parcerias:
Samba da Sílvia, sobre os poemas curtos de Silvia Sangirardi, que contou com a
participação especial do suingue e irreverência de Elza Soares; Risco, com música
composta pela flautista Léa Freire; e Quatro Elementos, com a letra de Paulo César Pinheiro.
Joyce contou com a nata de músicos de primeira linha para fazer a festa da Gafieira
Moderna – o contrabaixo de Jorge Helder, a bateria de seu marido Tutty Moreno, a percussão de Marcos Suzano, o violão, guitarra
e cavaquinho de Lula Galvão e o time de sopros com Teco Cardoso, Nailor Proveta, Vittor Santos e Eduardo Neves. Joyce prova
que entende dos estatutos da gafieira e exige respeito, mais do que merecido. Jóia rara!

SÉRGIO SANTOS - ÁFRICO (BISCOITO FINO – 2001)

O cantor, violonista e compositor mineiro Sérgio Santos nomeou seu terceiro disco de
Áfrico, termo que Câmara Cascudo usava para designar os negros nascidos na África.
Com o subtítulo “Quando o Brasil resolveu cantar”, Sérgio Santos faz um relato em
Áfrico das influências africanas na música brasileira, desde a chegada dos primeiros
escravos, todo o processo de integração e os sincretismos cultural e religioso.
Áfrico é composto por 14 faixas e 4 vinhetas com rítmos, harmonias e melodias
extremamente refinados – Galanga Chico-Rei, Ganga Zumbi, Olorum, Jongo de João Congo
são os nomes de algumas das canções – que foram compostas, em sua maioria, em
parceria com o letrista Paulo Cesar Pinheiro.
Sérgio Santos é um dos artistas mais importantes da nova safra da música brasileira e
Áfrico contou com a participação com alguns dos melhores músicos brasileiros – Teco Cardoso (flautas e sax), Nailor Proveta (sax
e clarinete), Robertinho Silva e Marcos Suzano (percussão), Tutty Moreno (bateria),
Rodolfo Stroeter (contrabaixo), André Mehmari (piano) e as participações especiais Angelo Mugia é produtor cultural e coor-
do grupo Uakti e das vozes de Olívia Hime, Joyce e Lenine. Áfrico é um dos mais denador de programação do Mozarteum
importantes trabalhos lançados no atual cenário da música brasileira. Imperdível! Brasileiro.

Playmusic 59
A Arte de Seqüenciar

Seqüenciando a Bateria
Parte VIII

Edinei Lima
de, para quem não toca bateria ou quaternária, virada com células
não tem grandes conhecimentos rítmicas quaternárias ou mais
sobre o instrumento, é a maior (ouça o exemplo 2 do disquete,
escola para aprender a seqüenciar. arquivo PX065502). Não obstante,
No caso das seqüências de mú- alguns bateristas tentam, nesse
Alguns recursos aplicados sicas que estão sendo criadas, as momento, fazer exatamente o
pelo baterista ao tocar, como a viradas têm aplicabilidade muito contrário, ou seja, quebrar toda
virada, apesar da simplicidade ampla e pressupõem, como na essa relação rítmica. Quando isso
com que se apresenta em algumas maioria dos assuntos comentados envolve maestria e bom gosto,
músicas, são muito difíceis de ao longo das edições anteriores, pode resultar em grande efeito,
explicar em poucas palavras, pois o conhecimento apurado do gê- podendo, porém, gerar um fiasco
não há uma regra clara que os nero musical que se pretende total.
definam. O que tentaremos esta- seqüenciar, pois eleja tem em sua Em geral, as viradas são apli-
belecer são alguns critérios bási- composição básica, a estrutura rít- cadas como preparação para uma
cos para que o leitor, ao fazer seu mica que provavelmente será outra parte da música, ou seja, é
seqüenciamento, não ultrapasse aplicada na virada. Por exemplo, necessário o conhecimento for-
os limites da coerência. o samba, que tem como célula rít- mal da música em questão, con-
Virada, fill, preparação, chama- mica básica a sincopa, ou o jazz, siderando que toda música tem
da são alguns dos nomes dados a que tem estrutura rítmica com uma forma, por exemplo:
este pequeno intervalo de tempo subdivisão ternária apesar de ser
dentro da música, no qual o bate- escrito na forma binaria, e tantos - Introdução
rista tem, em todos os gêneros outros estilos que apresentam ca- - Primeiro verso (Parte A)
musicais, até nos mais rígidos, seu racterística rítmica própria. - Refrão
momento de improvisação, com Em resumo, um bom aliado de - Segundo verso (Parte B)
um grande nível de liberdade de quem vai seqüenciar pela primei- - Refrão
criação e expressividade. ra vez uma virada, é observar a - Repete tudo a partir do A
Nas músicas a serem tiradas, subdivisão rítmica da música, ou - Coda
isso tudo já está pronto, e cabe seja, músicas com subdivisão
ao seqüenciador aplicar toda sua ternária, virada com células rít- A virada pode ser usada para
capacidade auditiva para extrair o micas ternárias (ouça o exemplo l preparar a troca de cada um dos
que o baterista já desenvolveu. A do disquete, arquivo PX065501), novos momentos da música,
experiência dos outros, na verda- músicas com subdivisão binária ou como mudança da introdução

60 Playmusic
para a parte A, depois para o re- ser aplicados todos os itens de aplicações e usar todo o bom sen-
frão, e assim por diante, sendo expressividade já descritos nas so. Agora que você já conhece os
que a virada começa antes da edições anteriores, como volume, principais pontos para um bom
nova parte da música, meio com- quantização, etc.. seqüenciamento de bateria, é só
passo, um compasso, dois com- A virada não precisa ser apli- se aprimorar e se divertir.
passos; o tamanho da virada não cada somente como preparação; Espero sinceramente poder ter
é tão importante quanto o seu con- ela pode ser aplicada também sido útil ao amigo leitor, e estou
teúdo e o momento de acabá-la, como ornamento, no meio de uma à disposição para tirar eventuais
para que fique evidente a troca de das partes da música, para ressal- dúvidas, as quais devem ser en-
parte da música. tar um detalhe rítmico importan- viadas à revista Playmusic.
Podem ser agrupadas diferen- te (ouça o exemplo 4 do disquete, Um grande abraço e até uma
tes células rítmicas de mesma na- arquivo PX065504). A virada próxima oportunidade. ❏
tureza, que são distribuídas pelos também é usada nas convenções.
tambores da bateria, finalizando- Convenção é um recurso musical Edinei Lima é bacharel em percussão,
formado pelo Instituto de Artes da UNESP,
se com bumbo e crash ou caixa e em que todos os instrumentos fa- onde participou do premiado grupo de
crash soando juntos, como nos zem exatamente a mesma divisão percussão PIAP, sob a direção do maestro
John Boulder. Formado em bateria pela
exemplos l e 2. Não é necessário rítmica, marcada e destacada, Fundação das Artes de São Caetano do Sul.
manter a ordem de altura dos tam- como no exemplo 5 do disquete Estudou no Piping Centre (Escócia). Desde
1995, é líder de percussão da Scottish Link
bores, podendo ser aplicados ru- (arquivo PX065505). Pipe Band (Banda de Gaitas de Foles), que
dimentos, como flans, drags e Como já foi dito, não existe em agosto de 1997 e de 1999, participou do
campeonato mundial de bandas, em Glasgow
outros, (ouça o trecho da música uma regra a ser seguida e as pos- (Escócia). Atualmente é professor de bateria,
do exemplo 3 do disquete, arqui- sibilidades são infinitas. O impor- percussão e ear training da Voice Escola de
Música.
vo PX065503). Podem e devem tante é manter a coerência nas

Figura 2
Guitarra
Bend

mos usar o mesmo procedimento, só vontade, ou tocar em cima de todas


que desta vez, teremos os dedos l e para comparar os sons e melhorar
2 para dar uma força maior à subida sua percepção rítmica.
da corda. Se usarmos o dedo 4, tere- Até breve amigo(a) guitarrista.
mos os dedos l, 2 e 3 para a tarefa de Divirta-se a valer em suas seis cor-
empurrar ou puxar a corda. A es- das mágicas.
colha de utilizar um ou mais dedos Encontramo-nos na próxima edi-
na execução do bend é uma decisão ção !!! ❏
individual que o músico pode fazer
George Bacan conforme sua comodidade e facili- George Bacan tem o apoio de:
dade para produzir tal efeito.
● Music Maker – consertos e
O bend, assim como o vibrato, construções de instrumentos
Saudações guitarrísticas! Nesta visto na edição passada, são técni- musicais.
edição, abordaremos a técnica cha- cas fundamentais e que fazem parte Tel.: (11) 5561-0701
mada Bend. da maioria dos solos e improvisos musicmakernews@yahoo.com.br
● Santo Angelo – cabos e
Bend em inglês significa curva, de guitarristas de todos os estilos,
conectores.
volta, dobra, ângulo. Fazemos essa seja com som limpo ou distorcido. Tel.: (11) 6423-2400
dobra quando esticamos a corda com Cada exemplo a seguir está repre- www.santoangelo.com.br
a ponta de um ou mais dedos da mão sentado em pentagrama, tablatura e suporte@santoangelo.com.br
esquerda, no caso de músico destro, seqüência MIDI no disquete, com o
o que produz um efeito de subida de playback completo, sendo que a gui-
George Bacan é diretor e professor da
tom gradativa entre uma nota e ou- tarra que toca a técnica abordada Music Works Escola de Música e professor
tra que esteja 1/4, 1/2, 1, 11/2 ou até dois nesta coluna está na pista 4 (track 4). de guitarra da Harmony Music Center.
tons da nota que palhetamos. Para Essas seqüências podem ser ouvidas Autor de seu próprio método de guitarra
que é ministrado nas escolas acima.
conseguirmos produzi-lo nas cordas em seu teclado ou computador, onde Também atua em eventos, festas e
l, 2 e 3, tocaremos uma nota e fare- você poderá, conforme as possibili- casamentos. Contatos pelo telefone (11)
mos o bend empurrando a corda para dades oferecidas pelo software ou 5096-6726, ou através dos endereços:
www.musicworks.hpg.com.br
cima, até atingirmos o tom deseja- teclado utilizados, desativar (muté) mwbacan@hotmail.com
do. Nas cordas mais graves, 4, 5 e 6, qualquer pista de acordo com a sua
poderemos fazer o bend puxando a
corda para baixo. Se uma nota for Exemplo 1
tocada com o dedo 2, para fazermos
o bend, podemos contar com a aju-
da do dedo l na casa anterior, auxi-
lando no processo de esticamento da
corda para o tom desejado. Se tocar-
mos uma nota com o dedo 3, pode-

62 Playmusic
Exemplo 2

Exemplo 3

Exemplo 4

Exemplo 5

Playmusic 63
Músico
Acompanhador
Misturando os
Acordes de ApoioI e II

Jether Garotti Jr.


Você pode criar a sua de acor- • Ciclo de quintas ascendente
do com seu gosto, mas lembre-se • Ciclo de quintas descendente
de sempre manter o bom gosto na • Ciclo de quartas ascendente
escolha dos acordes. • Ciclo de quartas descendente
Pratique todos os acordes, Mês que vem, começaremos a
Olá, pessoal! Partindo do pon- ouvindo os exemplos que estão estudar os encadeamentos dos
to que vocês praticaram e experi- no disquete deste mês (os exem- acordes de apoio I e acordes de
mentaram os acordes de apoio I e plos n° l, n° 2, n° 3 e n° 4 são os apoio II.
II, vamos colocá-los lado a lado arquivos PX065511, PX065512, Até lá! ❏
para nos preparar para encadeá-los. PX065513 e PX065514, respec-
Basicamente, você pode usar tivamente), procurando memori- Jether Garotti Jr. é pianista, clarinetista,
os acordes de apoio como quiser, zar os acordes em suas forma- tecladista, vocalista, arranjador MIDI e
produtor. Já trabalhou com Milton
mas para fazer com que eles soem ções. Nascimento, Naná Vasconcelos, Jane
bem em todas as suas extensões Façam da seguinte maneira: Duboc, Zizi Possi, Edson Cordeiro,
Toquinho, entre outros.
(nonas, sétimas, décimas primei- • Cromático ascendente jgj@pobox.com
ras, etc.) definiu-se que os acor- • Cromático descendente
des de apoio I soam melhor nos
acordes entre Dó e Fá (seja lá
quais forem) e os acordes de Exemplo 1
apoio II, entre Fá# e Si.
Veja no exemplo l com acor-
des Maj7 e no exemplo 2, os
acordes dominantes com sétima.
Já os acordes menores com sé-
tima menor, na minha opinião,
não seguem muito essa regra.
Veja no exemplo 3 porque eles
soam estranhos. Por isso, fiz
uma tabela, no exemplo 4. da
disposição dos acordes menores
que gosto de fazer.

64 Playmusic
Exemplo 2

Exemplo 3

Exemplo 4

Playmusic 65
Os Acordes
Parte XII

HARMÔNICO. O Campo Har- Em edição anterior, você viu a


mônico nada mais é do que a ma- construção das escalas maior e me-
neira de organizar as notas de uma nor e suas respectivas armaduras de
escala por terças sobrepostas. Toda clave (aquele conjunto ordenado de
Maestro Reinaldo Garrido
a teoria da Harmonia é baseada em sustenidos e bemóis colocados no
Russo
duas escalas: Escala Diatônica início do pentagrama, que serve para
Maior e Escala Diatônica Menor identificar a tonalidade e facilitar a
Harmônica. A palavra diatônica é leitura). A figura 3 mostra o Campo
um simples termo técnico que quer Harmônico construído sobre a Es-
O ENCADEAMENTO DOS dizer composto de tons e semitons. cala Maior de C, ou a Escala de C,
ACORDES Outras escalas podem organizar como também é conhecida.
campos harmônicos, mas pelo grau Se você domina a teoria dos in-
Os acordes usados em jazz e em de importância que essas duas esca- tervalos saberá reconhecer as terças
música popular foram por nós ana- las têm, vamos ater-nos a elas. maiores e menores, e as quintas jus-
lisados e nomeados, segundo as Relembrando que a Escala Mai- tas, diminutas e aumentadas. Então,
escolas importantes no mundo. Ago- or tem a progressão de tons e podemos nomear cada acorde se-
ra, é a vez de aprendermos as leis semitons mostrada na figura l e a guindo as orientações abaixo:
que regem os diversos encadeamen- Escala Menor Harmônica tem a • O acorde será Maior se tiver a
tos desses acordes. Você já notou progressão de tons e semitons mos- terça maior e a quinta justa em re-
como nos chama a atenção quando trada na figura 2. lação à fundamental.
ouvimos um acorde novo dentro de
um grupo de acordes aos quais
estamos acostumados? Os acordes
que se sucedem numa música são
unidos por leis bem definidas, e
quando alguém substitui ou insere Figura 1
um novo acorde, é uma festa para os
músicos. Em edição anterior, fala-
mos sobre os encadeamentos sob o
ponto de vista da música clássica, e
demos nomes a eles. A partir desta
Figura 2
edição, você saberá quais são essas
leis tonais e vamos exercitá-las
gradativamente.
Falaremos sobre a base da har-
monia tonal, chamada de CAMPO
Figura 3

66 Playmusic
• O acorde será Menor se • O acorde será uma Tríade au- Repare que os nomes dos acordes
tiver a terça menor e a quinta justa mentada se tiver a terça maior e a baseiam-se em sua nota fundamental.
em relação à fundamental. quinta aumentada. Se a nota fundamental do acorde for
• O acorde será uma Tríade di- Veja a figura 4 e verifique as dife- dó, então obteremos um acorde de C.
minuta se tiver a terça menor e a renças entre os acordes e suas respec- Para finalizar, vamos fazer um
quinta diminuta. tivas cifras, segundo a Playmusic. exercício. Escreva as duas notas que
faltam em cada escala, formando o
Campo Harmônico dessa escala.
Nomeie cada acorde segundo as ori-
entações anteriores e não se esque-
Figura 4
ça dos acidentes contidos na arma-
dura de clave em cada escala.
Tendo feito o exercício, confira
se os acordes de cada grau do cam-
po harmônico são do mesmo tipo
que os mesmos graus da escala de
C. Estando tudo certo, você ganha
um abraço e até a próxima! ❏

Maestro Reinaldo Garrido Russo é arran-


jador, violonista, professor de arranjo e
teoria. É também diretor da 2MAESTRI
(due maestri) consultoria em ensino de
música e produção musical, curso de
arranjo e cursos culturais. Autor do livro
“O Básico da Teoria Musical”.
Figura 5

Playmusic 67
Sound Forge 5.0
Técnicas de Gravação
Áudio-Digital
Parte III
André Campos Machado
Luciano Vieira Lima
Marília Mazzaro Pinto
Sandra F. de Oliveira Lima DECIBÉIS (dB) acostumados a trabalhar com essa
unidade de medida, como é o caso
Este é um assunto que envolve do decibel. Se estivéssemos, desde
logaritmos e cálculos matemáticos crianças, acostumado a conviver com
Este é o terceiro artigo sobre téc- de pouco interesse para a maioria dos essas grandezas, hoje não teríamos
nicas de gravação áudio digital uti- usuários e profissionais de áudio. dificuldade em trabalhar com elas.
lizando o Sound Forge 5.0. Na ulti- Infelizmente, tal profissional não con- Então, vamos analisar a unidade de
ma edição finalizamos o artigo an- segue efetuar nenhum trabalho em medida de potência sonora, o
terior com duas perguntas: O que é áudio se não tiver um sentimento do decibel, de forma a obter um senti-
dB? Como conhecer a amplitude do que é o decibel e sua unidade, o dB. mento físico e prático sobre ele, sem
ruído existente antes de iniciar a gra- Realizadas experiências com vá- nos preocuparmos com a matemáti-
vação para que possamos ajustar o rios profissionais, concluímos ser ca envolvida. Vejamos:
nível de gravação do sinal e obter melhor dar ao leitor um sentimento • Um ruído de -40 dB é muito ou
uma boa relação sinal/ruído? físico e prático do que é o decibel, é pouco?
Assim, este artigo mostrará de em vez de massacrá-lo com comple- • Se amplificarmos o sinal de 20
forma clara e simples o conceito de xas teorias matemáticas. Você deve- dB, a sensação sonora obtida com
decibéis e como utilizá-los. Em se- rá acostumar-se com essa unidade de esse incremento será quantas vezes
guida, antes de ajustar o nível de gra- medida de som, da mesma forma que maior que a sensação original? Isto
vação para obter uma boa relação se acostumou com as unidades de é muito ou é pouco? E uma atenua-
sinal/ruído, vamos abordar o que é medidas do tipo quilo, centímetro, ção de mesmo valor?
sinal e o que é ruído, conceitos rele- km/h, etc. Assim, temos o sentimen- Estas são perguntas pertinentes e
vantes antes de se quantizar sinal/ to que uma velocidade de 1500 km/ que demandam certa experiência do
ruído. Não se preocupe, porque a h para um carro é algo improvável, leitor.
abordagem adotada é acessível a mesmo não sendo um físico habili-
qualquer nível de profissional ou doso. Dizer que uma pessoa tem um LIMITE MÍNIMO DA AUDIÇÃO
amador. Se o leitor quiser pé de 2 metros sugere a qualquer um DE UM RUÍDO
aprofundar- a idéia de absurdo. Temos a capaci-
se em mais dade de julgar e ter noções de medi- Vamos iniciar nossa análise dos
detalhes do da, porque aprendemos a conviver decibéis assimilando o conceito de
assunto, nos- com essas unidades de medida. Por qual é o limite mínimo de ruído que
so livro sobre outro lado, se dissermos que um na- o ouvido do ser humano comum con-
o tema já está vio está viajando a 200 nós (nós é segue perceber. Bom, podemos afir-
à venda nas uma medida náutica de velocidade), mar que qualquer ruído abaixo (in-
melhores li- para muitos dos leitores a informa- ferior) de -70 dB é praticamente
vrarias e na ção não produz um sentimento de inaudível para a maioria dos ouvin-
Playmusic. alta ou baixa velocidade de navega- tes (principalmente aqueles que já
Boa leitura! ção. Isto se dá porque não estamos foram a um concerto de heavy metal

68 Playmusic
ou que gostam de escutar
música nos fones de ouvido no últi-
mo volume). Para ouvidos mais apu-
rados e exigentes, -90 dB é o sufici-
ente para agradar a todos. Assim, se
amostrarmos um ruído cuja ampli-
tude esteja abaixo desses valores, é
desnecessário utilizar o plug-in de
redução de ruídos, o qual só trará
prejuízo ao sinal de áudio, já que
sempre eliminamos um pouco de si-
nal quando eliminamos ruídos.
Bom, já temos um sentimento do
limite inferior de percepção de um
ruído. A figura contendo apenas ruí-
do apresentada neste tópico possui
um ruído com amplitude máxima de
aproximadamente -12 dB. Este va-
lor é bastante elevado e, com certeza,
o som gerado, se misturado a um sinal
Atenuação
de áudio qualquer, será bastante desa-
gradável. A resposta, portanto, se -40 de teóricos sado masoquistas? A res- 4. Uma nova janela é aberta:
dB de ruído é muito ou pouco é dado posta é não!
neste item, ou seja, o ruído é bastante O motivo para utilizar uma escala
elevado. Vamos agora analisar as am- não linear é que o ouvido humano tam-
plificações e atenuações em dB. bém se comportar dessa maneira. Do-
brar a potência de um sinal não impli-
AMPLIFICANDO OU ca dobrar a sensação auditiva percebi-
ATENUANDO O SINAL DE da por nossos ouvidos. Para ficar mais
ÁUDIO EM dBs agradável e mais fácil de utilizar essa
unidade de medida, vamos ver alguns
Para termos um sentimento da valores predeterminados de amplifica-
amplificação ou atenuação de um ção e atenuação em dB, e seus valores
sinal em dB é preciso pouco de percentuais correspondentes. 5. Para amplificar (aumentar) o
tempo e algumas horas de trabalho. volume, devemos mover o slider
Um modo de acelerarmos o apren- UTILIZANDO O SOUND para cima;
dizado é utilizar o próprio Sound FORGE PARA OBTER UM 6. Para atenuar (diminuir) o vo-
Forge para ter noção desses valores. SENTIMENTO DOS DECIBÉIS lume, mover o slider para baixo.
O que podemos afirmar é que os in- 7. ATENUAÇÃO: Acima (alto
crementos ou decrementos em dB Para utilizar o Sound Forge para da página) temos uma figura (Ate-
não são lineares. Não significa que fazer a conversão de dBs em porcen- nuação) com vários valores de ate-
se aumentássemos 20 dB em vez de tagens, siga os seguintes passos: nuação utilizando o controle de gan-
10 dB, teríamos como resultado o 1. Entre no Sound Forge; ho de volume do Sound Forge. Ob-
dobro do efeito (o que seria de se 2. Abra um arquivo qualquer que servamos, portanto, que uma atenua-
esperar). Dizemos que dB é uma contenha algum som já gravado ou ção de 20 dB reduz o sinal a 10% (um
grandeza logarítmica e, como tal, grave um novo (se você apenas abrir décimo) de seu valor, o que é uma re-
obedece suas regras. Essa caracte- um arquivo novo, sem nada grava- dução significativa. Note que um va-
rística de não-linearidade torna do, os passos seguintes não funcio- lor de -60 dB reduz o sinal a 0,10%
ainda mais difícil adquirir um bom narão); (um milésimo) de seu valor inicial.
sentimento dessa grandeza. Será esta 3. Clique no menu Process e na 8. AMPLIFICAÇÃO: Na próxi-
unidade de medida uma ação louca opção Volume; ma figura temos vários valores de

Playmusic 69
amplificação. Observe que um alto-falantes (ver item referente a o sinal gravado em uma região de
ganho de 20 dB amplifica o sinal em alto-falantes). Sendo assim, estes silêncio que tenha um ruído de bai-
1000% (dez vezes mais), assim sinais DC, denominados, aqui, nível xa intensidade. Se essa região não
como uma atenuação de 20 dB ate- DC, devem ser eliminados dos sinais for simétrica à referência, ou seja,
nuava o sinal também dez vezes. de áudio. se estiver um pouco acima ou abai-
xo do eixo de referência, isto indica
que o sinal possui nível DC e, por-
tanto, deve ser eliminado.
A figura a seguir mostra uma
janela do Sound Forge com o eixo
de referência e os valores limites de
sinal.

As três figuras seguintes


mostram um sinal, ora com nível
DC, ora sem nível DC e, por fim,
o mesmo sinal saturado por um
nível DC elevado.

SINAL (NÍVEL) DC SINAL PURAMENTE DC SINAL COM NÍVEL DC


E SINAL AC
A figura abaixo mostra um sinal O sinal que possui nível DC não
Existem dois tipos básicos de si- puramente DC, ou seja, que sempre tem forma de onda simétrica ao eixo
nais, no tocante aos efeitos causa- está acima ou abaixo do eixo de re- de referência. Essa onda está mais
dos por ele e aos fenômenos físicos ferência. Se o sinal DC for somado para cima ou mais para baixo do
envolvidos e às leis que os regem, a um sinal de áudio alternado, será eixo. É mais fácil observar isso em
quais sejam, sinal DC (corrente di- deslocado do eixo de referência do áreas que de ruído e volume reduzi-
reta ou contínua), encontrado em valor apresentado no nível DC, po- dos, conforme figura abaixo.
baterias, fontes DC e pilhas e utili- dendo levar o sinal à saturação.
zado para o fornecimento de ener-
gia para os circuitos eletrônicos de
computadores, placas de som, tecla-
do, etc; e sinal AC (corrente alterna-
da), encontrado em sinais de áudio,
sistemas de alimentação de energia
urbana, rural e industrial, sendo o
sinal característico das ondas de
áudio. IDENTIFICANDO A
Os sinais DC não são desejáveis EXISTÊNCIA DE NÍVEL DC SINAL SEM NÍVEL DC
quando associados ao sinal de áudio NO SINAL
(AC), pois causam perda da No sinal sem nível DC, a forma
qualidade do sinal e saturação do Você pode descobrir se o sinal de onda é simétrica ao eixo de refe-
som na reprodução do áudio pelos apresenta um nível DC, observando rência. É mais fácil observar isso em

70 Playmusic
áreas com volume reduzido, falante deverá provocar o mesmo Na janela DC Offset, selecionar
conforme figura abaixo. efeito físico para reproduzir os sons o item Automatically delect and re-
por nós gravados ou criados eletro- move e clicar OK:
nicamente. O elemento físico (a su-
perfície) existente no alto-falante,
responsável pelo movimento
vibratório das moléculas do meio é Maiores detalhes de como perso-
o cone. nalizar essa ação podem ser encon-
Quando o cone do alto-falante trados no livro indicado, nas pági-
vibra, movimentando-se para frente nas 181 a 189.
e para trás em determinadas freqüên- No próximo artigo abordaremos
cias, ele movimenta as moléculas do a resposta à pergunta: Como conhe-
SINAL SATURADO PELO ar produzindo sons que são cópias cer a amplitude do ruído antes de
NÍVEL DC do sinal elétrico aplicado na bobina iniciar a gravação para que possamos
do alto-falante. Se o cone do alto- ajustar o nível de gravação do sinal
Em placas de pior qualidade, falante não se mover ou seu movi- e obter uma boa relação sinal/ruído?
pode-se obter até mesmo a saturação mento for inadequado com relação Até lá! ❏
do sinal. Assim, quando um sinal de ao sinal aplicado à sua bobina, o som
áudio tem nível DC, na melhor das resultante soará distorcido e com André Campos Machado é mestre em ciências
- Engenharia da Computação - pela Faculdade
hipóteses, perde fidelidade e baixa qualidade. Assim, para que o de Engenharia Elétrica da Universidade
qualidade sonora na reprodução, alto-falante produza um som, requer Federal de Uberlândia (UFU). É especialista
impedindo que o alto-falante vibre que o sinal sonoro aplicado na bobi- em Música pelo Departamento de Música e
adequadamente. Na pior das na do alto-falante também seja um Artes Cênicas da UFU e licenciado em
Educação Artística - habilitação em música
hipóteses, além dessas perdas, o sinal alternado (uma cópia fiel do (violão) pela UFU. Professor de violão e do
sinal será distorcido, apresentando som desejado). curso de especia-lização em Música do Século
resultados desagradáveis e não O que ocorre é que os circuitos XX com ênfase em Computação Musical.
tolerados até mesmo por pessoas eletrônicos das placas de som e do andrecampos@triang.com.br
Luciano Vieira Lima é professor da faculdade
pouco exigentes. computador utilizam uma fonte de de Engenharia Elétrica da Universidade
energia DC interna que, ao se mis- Federal de Uberlândia e orienta mestrado e
turar ao sinal de áudio e aplicada ao doutorado em Engenharia da Computação e
alto-falante, fará com que o mesmo Computer Music. Fez seu doutorado na Poli-
USP em sistemas inteligentes autônomos de
fique mais rígido e não vibre ade- composição musical por computador baseada
quadamente. Quanto melhor a placa em estilo. vieira@ufu.br
de som de seu computador, menos Marília Mazzaro Pinto é professora de
computação musical desde 1998 do
nível DC será misturado ao sinal de
Conservatório Estadual de Música Cora
áudio e, portanto, melhor será sua Pavan Capparelli de Uberlândia, onde
qualidade. atualmente exerce a função de vice-diretora.
O Sound Forge possui uma fer- Graduada no curso de Educação Artística
Habilitação em Música, instrumento violão,
NÍVEL DC E SUA AÇÃO NOS ramenta para eliminar níveis DC. A
da Universidade Federal de Uberlândia.
ALTO-FALANTES mesma é de simples utilização e está inariliamazzaro@triang.com.br
localizada no menu Process. Sandra Fernandes de Oliveira Lima é
O alto-falante é o dispositivo Quem quer remover automatica- especialista em Computação Musical e artista
plástica formada pela Universidade Federal
eletromecânico responsável por mente níveis DC em todo o arquivo,
de Uberlândia. Trabalha com Computer
transmitir aos nossos ouvidos o re- deve clicar no menu Process e em Music, computação gráfica, animação digital
sultado sonoro de um sinal de áudio. seguida, clicar na opção DC Offset, e educação à distância a mais de 5 anos,
Um som audível é a sensação conforme figura: ministrando cursos e prestando serviços em
ambas as áreas. Possui vários trabalhos e
provocada em nossos ouvidos pelo cursos em CD-Rom multimídia interativos.
movimento alternante de um objeto Leciona atualmente, também, flauta
ou uma superfície qualquer em um transversal no Conservatório Estadual de
meio (ar, água, etc.) com uma deter- Música de Araguari - MG.
dreams@quantica.com.br
minada freqüência. Dito isto, o alto-

Playmusic 71
72 Playmusic
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BreKler

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