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Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

SUMÁRIO

1 FINALIDADE ..................................................................................................................................... 7
2 CAMPO DE APLICAÇÃO ................................................................................................................. 7
3 RESPONSABILIDADES ................................................................................................................... 7
4 DEFINIÇÕES ..................................................................................................................................... 8
4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL ............................................................... 8
4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ....................................................... 8
4.3 Aterramento......................................................................................................................... 8
4.4 Câmara de Comercialização de Energia - CEEE ............................................................. 8
4.5 Cargas Elétricas Especiais ................................................................................................ 8
4.6 Carga Instalada ................................................................................................................... 8
4.7 Consumidor ......................................................................................................................... 8

4.7.1 Consumidor Especial ............................................................................................................ 9

4.7.2 Consumidor Livre .................................................................................................................. 9

4.7.3 Consumidor Potencialmente Livre ........................................................................................ 9

4.8 Consumidores de Média Tensão da CEMAR/CELPA ...................................................... 9


4.9 Cubículos Blindados .......................................................................................................... 9
4.10 Cubículo de Medição .......................................................................................................... 9
4.11 Demanda .............................................................................................................................. 9
4.12 Demanda Contratada .......................................................................................................... 9
4.13 Distribuidora...................................................................................................................... 10
4.14 Edificação de Uso Individual ........................................................................................... 10
4.15 Energia Elétrica Ativa ....................................................................................................... 10
4.16 Energia Elétrica Reativa ................................................................................................... 10
4.17 Entrada de Serviço ........................................................................................................... 10
4.18 Fator de Potência .............................................................................................................. 10
4.19 Grupo “A” .......................................................................................................................... 10
4.20 Grupo “B” .......................................................................................................................... 10
4.21 Inspeção ............................................................................................................................ 10
4.22 Ligação Provisória ............................................................................................................ 11
4.23 Malha de Aterramento ...................................................................................................... 11
4.24 Ponto de Entrega .............................................................................................................. 11
4.25 Ponto de Medição ............................................................................................................. 11
4.26 Poste Auxiliar .................................................................................................................... 11
4.27 Ramal de Entrada.............................................................................................................. 11
4.28 Ramal de Ligação ............................................................................................................. 11
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4.29 Sistema de Medição ......................................................................................................... 12


4.30 Subestação ........................................................................................................................ 12
4.31 Subestação Abrigada ....................................................................................................... 12
4.32 Subestação ao Tempo ...................................................................................................... 12
4.33 Tensão de Atendimento ................................................................................................... 12
4.34 Tensão de Fornecimento ................................................................................................. 12
4.35 Tensão Nominal ................................................................................................................ 12
4.36 Transformador de Corrente - TC ..................................................................................... 12
4.37 Transformador de Potencial - TP .................................................................................... 12
4.38 Unidade Consumidora ..................................................................................................... 13
4.39 Vistoria ............................................................................................................................... 13

5 REFERÊNCIAS ............................................................................................................................... 13
6 DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................................................. 14
6.1 Generalidades ................................................................................................................... 14
6.2 Materiais e Equipamentos a Serem Utilizados .............................................................. 15
6.3 Limites de Fornecimento ................................................................................................. 15
6.4 Localização da Medição ................................................................................................... 16
6.5 Acesso às Instalações Consumidoras ........................................................................... 17
6.6 Conservação do Padrão de Entrada ............................................................................... 17
6.7 Entrada de Serviço ........................................................................................................... 17

6.7.1 Ramal de Ligação ............................................................................................................... 17

6.7.2 Ramal de Entrada ............................................................................................................... 18

6.7.2.1 Ramal de Entrada Aéreo em Média Tensão com Cabo Nú ............................................ 19

6.7.2.2 Ramal de Entrada em Média e Baixa Tensão com Cabo Isolado .................................. 19

6.8 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações.............................. 21

6.8.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste .................................................................. 21

6.8.2 Subestações Abrigadas (Cabines) ..................................................................................... 22

6.8.3 Cubículos Blindados ........................................................................................................... 25

6.9 Medição.............................................................................................................................. 26

6.9.1 Generalidades ..................................................................................................................... 26

6.9.2 Medição para Potências até 300kVA.................................................................................. 27

6.9.3 Medição para Potências Acima de 300kVA ....................................................................... 27

6.10 Proteção e Manobra ......................................................................................................... 28


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6.10.1 Generalidades ................................................................................................................. 28

6.10.2 Proteção contra Sobrecorrentes...................................................................................... 28

6.10.3 Proteção contra Sobretensão .......................................................................................... 30

6.10.4 Proteção contra Subtensão e/ou Falta de Fase .............................................................. 30

6.10.5 Manobras ......................................................................................................................... 30

6.11 Aterramento....................................................................................................................... 31
6.12 Geração Própria ................................................................................................................ 33
6.13 Fator de Potência .............................................................................................................. 33

6.13.1 Generalidades ................................................................................................................. 33

6.13.2 Correção do Fator de Potência ....................................................................................... 35

6.14 Determinação da Demanda.............................................................................................. 35


6.15 Fornecimento de Energia ao Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio ............. 36
6.16 Exigências relativas a materiais e equipamentos ......................................................... 36

6.16.1 Transformadores ............................................................................................................. 36

6.16.2 Disjuntores ....................................................................................................................... 38

6.16.3 Equipamentos de Medição .............................................................................................. 38

6.16.4 Barramentos .................................................................................................................... 38

6.16.5 Materiais .......................................................................................................................... 39

7 ATENDIMENTO AO CLIENTE ........................................................................................................ 39


7.1 Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica ................................................................. 40
7.2 Projeto ................................................................................................................................ 41

7.2.1 Generalidades ..................................................................................................................... 41

7.2.2 Apresentação do projeto ..................................................................................................... 42

7.2.2.1 Considerações Gerais ..................................................................................................... 42

7.2.2.2 Projeto da Extensão da Rede Interna ............................................................................. 42

7.2.2.3 Projeto da Subestação .................................................................................................... 43

7.2.2.4 Projeto para Aumento de Carga ...................................................................................... 44

7.2.3 Análise do Projeto ............................................................................................................... 45

7.2.4 Responsabilidades.............................................................................................................. 45

7.2.5 Execução do Projeto ........................................................................................................... 46


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7.3 Solicitação de Fornecimento ........................................................................................... 46

7.3.1 Generalidades ..................................................................................................................... 46

7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação ........................................................................................ 47

7.4 Solicitação de Fornecimento Provisório ........................................................................ 48

7.4.1 Generalidades ..................................................................................................................... 48

7.4.2 Ligações de Canteiros de Obras ........................................................................................ 49

7.4.3 Ligações de Circos, Parques de Diversões e Similares ..................................................... 49

7.5 Prazos ................................................................................................................................ 49

7.5.1 Estudos, orçamentos e projetos ......................................................................................... 50

7.5.2 Prazo de validade ............................................................................................................... 50

7.5.3 Opção do consumidor em executar a obra ........................................................................ 50

7.5.4 Execução da obra ............................................................................................................... 50

7.5.5 Vistoria ................................................................................................................................ 50

7.5.6 Ligação de Unidade Consumidora ..................................................................................... 51

7.6 Casos Omissos ................................................................................................................. 51

8 ANEXOS .......................................................................................................................................... 52
ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA ............................... 52
ANEXO II – REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA
......................................................................................................................................................... 54
ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO .......................................................... 55
ANEXO IV – MODELO DE MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO SUBESTAÇÃO
TRANSFORMADORA ..................................................................................................................... 56
ANEXO V – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ....................................... 59
ANEXO VI – LAUDO DE ENSAIO DE TRANSFORMADORES .................................................... 60
ANEXO VII – FORMULÁRIO PARA OPÇÃO DE FATURAMENTO E CADASTRO (CELPA) ..... 61
9 TABELAS ........................................................................................................................................ 63
TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE
DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV ......................................................................................................... 63
TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS ............................................................. 63
TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO ............................... 64
TABELA 3.A – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO ........................... 65
TABELA 4 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES .................... 66
TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES ABRIGADAS .... 66
TABELA 6 – MOTORES MONOFÁSICOS ..................................................................................... 67
TABELA 7 – MOTORES TRIFÁSICOS .......................................................................................... 68
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TABELA 8 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA ..... 69


TABELA 9 – FATORES DE DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE ............................................ 70
TABELA 10 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E
ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL .............................................................................................. 82
TABELA 11 – FATOR DE DEMANDA DE MOTORES .................................................................. 83
TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS................................... 83
TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES ................................................. 83
TABELA 14 – ELETRODOS DE TERRA ....................................................................................... 84
TABELA 15 – MÉTODOS DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V ........................ 84
TABELA 16 – CARGA MÍNIMA E FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS
DE USO GERAL .............................................................................................................................. 85
TABELA 17 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS ......................................... 87
TABELA 18 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS ................................... 88
TABELA 19 – DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS PARA MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V. 89
TABELA 20 – ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS................... 90
TABELA 21 – DERIVAÇÕES E RELAÇÕES DE TENSÕES DE TRANSFORMADORES DE
DISTRIBUIÇÃO ............................................................................................................................... 93
TABELA 22 – VALORES GARANTIDOS DE PERDAS, CORRENTES DE EXCITAÇÃO E
TENSÕES DE CURTO-CIRCUITO PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM TENSÃO
MÁXIMA DE 15 kV .......................................................................................................................... 94
TABELA 23 – VALORES GARANTIDOS DE PERDAS, CORRENTES DE EXCITAÇÃO E
TENSÕES DE CURTO – CIRCUITO PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM
TENSÃO MÁXIMA DE 36,2 kV ....................................................................................................... 94
TABELA 24 – VALORES GARANTIDOS DE NÍVEIS DE ISOLAMENTO, ESPAÇAMENTOS
MÍNIMOS E RIGIDEZ DIELÉTRICA DO ÓLEO MINERAL ISOLANTE ......................................... 95
TABELA 25 – FATOR DE POTÊNCIA APROXIMADO DE EQUIPAMENTOS ............................. 95
TABELA 26 – FATOR MULTIPLICADOR PARA DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA REATIVA
CAPACITIVA ................................................................................................................................... 96
10 DESENHOS ..................................................................................................................................... 97
DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO ............................................................... 97
DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES ................. 98
DESENHO 3 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO AÉREA EM POSTE............................. 99
DESENHO 4 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO EM CABINE ABRIGADA .................... 99
DESENHO 5 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO EM CABINE ABRIGADA COM POSTE
AUXILIAR ...................................................................................................................................... 101
DESENHO 6 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM ................................... 102
DESENHO 7 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO.............................................................103
DESENHO 8 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO ................................................................... 104
DESENHO 9 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE - TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA ............. 105
LEGENDA – DESENHO 9 ............................................................................................................ 106
DESENHO 9.A – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE – TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA COM
CONJUNTO DE MEDIÇÃO ........................................................................................................... 107
DESENHO 10 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO - ENTRADA AÉREA
.......................................................................................................................................................108
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LEGENDA – DESENHO 10 .......................................................................................................... 109


DESENHO 11 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA COM
POSTE AUXILIAR ......................................................................................................................... 110
DESENHO 12 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA
SUBTERRÂNEA ........................................................................................................................... 111
DESENHO 13 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA ................... 112
LEGENDA – DESENHO 13 .......................................................................................................... 113
DESENHO 14 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA COM POSTE
AUXILIAR ...................................................................................................................................... 114
DESENHO 15 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA .... 115
LEGENDA – DESENHO 15 .......................................................................................................... 116
DESENHO 16 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA AÉREA ............................................ 117
LEGENDA – DESENHO 16 .......................................................................................................... 118
DESENHO 17 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR ................. 119
DESENHO 18 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA ............................. 120
DESENHO 19 – PORTA DO CUBÍCULO E PLACA DE ADVERTÊNCIA ................................... 121
DESENHO 20 – CAVALETE PARA INSTALAÇÃO DE TC´S E TP´S ........................................ 122
DESENHO 21 – CAIXA DE MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO ...................................................... 124
DESENHO 22 – CAIXA DE MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO...................................................... 125
DESENHO 23 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS ................................... 126
DESENHO 24 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS SECUNDÁRIOS .......................... 129
11 CONTROLE DE REVISÕES ......................................................................................................... 130
12 APROVAÇÃO ................................................................................................................................ 130
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1 FINALIDADE

Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer regras e recomendações para a elaboração
e execução de projetos de novas instalações, reforma e ampliação de instalações já existentes,
de unidades consumidoras de uso individual, localizadas nas zonas urbanas e rurais, a fim de
possibilitar o fornecimento de energia elétrica em Média Tensão pela CEMAR/CELPA, nas
classes de tensão 15 e 36,2 kV, respeitando-se o que prescrevem as legislações oficiais, as
normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR/CELPA em vigor.

2 CAMPO DE APLICAÇÃO

Aplica-se à Gerência de Normas e Padrões e as Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema


Elétrico, Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico, Gerência de Operação do Sistema
Elétrico e Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico, pertencentes à Diretoria de Distribuição;
e as Gerência de Recuperação de Energia e Gerência de Relacionamento com o Cliente,
pertencentes à Diretoria Comercial, no âmbito da CEMAR/CELPA.

Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção


de padrões de entrada de consumidores cujas instalações elétricas serão alimentadas em média
tensão, nas classes de tensão 15 e 36,2 kV, na área de concessão da CEMAR/CELPA.

3 RESPONSABILIDADES

Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento


de energia elétrica em Média Tensão. Coordenar o processo de revisão desta norma.

Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à


expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas
neste instrumento normativo.

Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao


planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste
instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do


sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento
normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à


manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste
instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de


energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo.
Participar do processo de revisão desta norma.
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Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o


cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo,
divulgando as mesmas ao cliente. Participar do processo de revisão desta norma.

Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR/CELPA:


Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento
normativo.

4 DEFINIÇÕES

4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL

Autarquia criada pela Lei 9.427 de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a
produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, de acordo com a
legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal.

4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT

Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas técnicas no
Brasil.

4.3 Aterramento

Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação, incluindo o
neutro da rede e da referida instalação.

4.4 Câmara de Comercialização de Energia - CEEE

Associação civil, regulamentada pelo Decreto nº 5.177 de 12 de agosto de 2004, integrada


pelos agentes das categorias de Geração, Distribuição e Comercialização, que viabiliza as
operações de compra e venda de energia elétrica, registrando e administrando contratos
firmados entre geradores, comercializadores, distribuidores e consumidores livres.

4.5 Cargas Elétricas Especiais

Aparelhos elétricos, cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento


normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores, máquinas de solda,
aparelhos de raios-x; etc.

4.6 Carga Instalada

Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora,
em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

4.7 Consumidor

Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que solicitar à
CEMAR/CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico, assumindo as
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obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s), segundo


disposto nas normas e nos contratos, sendo:

4.7.1 Consumidor Especial

Agente da CEEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica proveniente


de empreendimentos de geração enquadrados no § 5º do art. 26 da Lei no 9.427, de 26 de
dezembro de 1996, para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por
comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kW e que
não satisfaçam, individualmente, os requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de
7 de julho de 1995.

4.7.2 Consumidor Livre

Agente da CCEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica no ambiente


de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam, individualmente, os
requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995.

4.7.3 Consumidor Potencialmente Livre

Pessoa jurídica cujas unidades consumidoras satisfazem, individualmente, os requisitos


dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995, porém não adquirem energia elétrica no
ambiente de contratação livre.

4.8 Consumidores de Média Tensão da CEMAR/CELPA

Consumidores ligados ao sistema de energia elétrica da CEMAR/CELPA atendidos com tensão


de fornecimento de 13,8 kV ou 34,5 kV, faturados pelo Grupo “A”, Subgrupos A4 (13,8 kV) e
A3a (34,5 kV) ou faturados com tarifa do Grupo “B”.

4.9 Cubículos Blindados

São consideradas conjuntos blindados, as instalações em que os equipamentos são abrigados


em cubículos metálicos, individualizados ou não.

4.10 Cubículo de Medição

Painel destinado à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica.

4.11 Demanda

Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da
carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo
especificado, expressas em quilowatts (kW) e quilovolt-ampère-reativo (kVAr), respectivamente.

4.12 Demanda Contratada

Demanda de potência ativa a ser obrigatória e continuamente disponibilizada pela distribuidora,


no ponto de entrega, conforme valor e período de vigência fixados em contrato, e que deve ser
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integralmente paga, seja ou não utilizada durante o período de faturamento, expressa em


quilowatts (kW).

4.13 Distribuidora

Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição
de energia elétrica.

4.14 Edificação de Uso Individual

Todo e qualquer imóvel, reconhecido pelos poderes públicos, constituindo uma Unidade
Consumidora.

4.15 Energia Elétrica Ativa

Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia, expressa em quilowatts-hora
(kWh).

4.16 Energia Elétrica Reativa

Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente
alternada, sem produzir trabalho, expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kVArh).

4.17 Entrada de Serviço

É o conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir do ponto de


conexão na rede da CEMAR/CELPA até a medição. É constituída pelo ramal de ligação e ramal
de entrada.

4.18 Fator de Potência

Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias
elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado.

4.19 Grupo “A”

Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão igual ou


superior a 2,3 kV, ou atendidas a partir de sistema subterrâneo de distribuição em baixa tensão,
caracterizado pela tarifa binômia.

4.20 Grupo “B”

Grupamento composto de Unidades Consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2,3


kV, caracterizado pela tarifa monômia.

4.21 Inspeção

Fiscalização da unidade consumidora, posteriormente à ligação, com vistas a verificar sua


adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR/CELPA, o funcionamento do
sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais.
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4.22 Ligação Provisória

É aquela cujo fornecimento acontece em caráter provisório, em unidades consumidoras de


caráter não permanente localizadas na área de concessão da CEMAR/CELPA, sendo o
atendimento condicionado a solicitação expressa do interessado e à disponibilidade de energia
elétrica. Podem ser classificadas como ligações provisórias: festividades, circos, parques de
diversões, exposições, obras ou similares.

4.23 Malha de Aterramento

É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus, enterrados no solo.

4.24 Ponto de Entrega

Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR/CELPA com as instalações elétricas da


Unidade Consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.

Notas:
1. No caso de ramais de ligação subterrâneos derivando de rede subterrânea, o
ponto de entrega está situado na caixa de inspeção construída junto ao
limite de propriedade. É representado pela conexão entre os condutores do
ramal de entrada e de ligação subterrâneos;
2. Ramais de ligação subterrâneos só se aplicam a Unidades Consumidoras
situadas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional-IPHAN (DESENHO 4 – PONTO DE ENTREGA -
SUBESTAÇÃO EM CABINE ABRIGADA);

4.25 Ponto de Medição

Local de instalação do cubículo de medição que acomoda o equipamento de medição (medidor)


e seus acessórios.

4.26 Poste Auxiliar

Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar, elevar e/ou desviar o ramal
de ligação e o ramal de entrada.

4.27 Ramal de Entrada

Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a


medição ou a proteção de suas instalações.

4.28 Ramal de Ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da


CEMAR/CELPA e o ponto de entrega.
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

4.29 Sistema de Medição

Conjunto de equipamentos, condutores, acessórios e chaves que efetivamente participam da


realização da medição de faturamento.

4.30 Subestação

Parte de uma instalação elétrica, concentrada numa área definida, constituída de um conjunto
de equipamentos (transformação, proteção, equipamentos de manobras, controle, medição e
proteção, entre outros equipamentos) necessários para receber o fornecimento em tensão 15
kV e 36,2 kV, podendo ser ao tempo ou abrigada.

4.31 Subestação Abrigada

Subestação cujos equipamentos são instalados inteiramente abrigados das intempéries,


situados em edificações.

4.32 Subestação ao Tempo

Subestação cujos equipamentos são instalados ao ar livre, sujeitos à ação das intempéries.

4.33 Tensão de Atendimento

Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão, obtido por meio de medição,
podendo ser classificada em adequada, precária ou crítica, de acordo com a leitura efetuada,
expressa em volts(V) ou quilovolts (kV).

4.34 Tensão de Fornecimento

Tensão fixada pela CEMAR/CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites
definidos pelo poder concedente, expresso em volts(V) ou quilovolts (kV).

4.35 Tensão Nominal

Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado, expresso em volts(V) ou
quilovolts (kV).

4.36 Transformador de Corrente - TC

É um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em série em um


circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar bobinas de corrente de
instrumentos elétricos de medição, controle e proteção.

4.37 Transformador de Potencial - TP

É um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em paralelo


(derivação) em um circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar
bobinas de potencial de instrumentos elétricos de medição, controle e proteção.
Elaborado em: Página:
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

4.38 Unidade Consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e


acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em média tensão, caracterizado
pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição
individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma
propriedade ou em propriedades contíguas.

4.39 Vistoria

Procedimento realizado pela CEMAR/CELPA na unidade consumidora, previamente à ligação,


com a finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da
CEMAR/CELPA.

5 REFERÊNCIAS

[1] ANEEL (2010), Resolução Normativa Nº 414 – Estabelece as Condições Gerais de


Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada;

[2] NBR 5410:2008 – Instalações elétricas de baixa tensão;

[3] NBR 5440:2011 – Transformadores para redes aéreas de distribuição - Requisitos;

[4] NBR 12693:2010 – Sistemas de proteção por extintores de incêndio;

[5] NBR 13434-1:2004 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 1:


Princípios de projeto;

[6] NBR 13434-2:2004 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 2:


Símbolos e suas formas, dimensões e cores;

[7] NBR 13434-3:2005 – Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 3:


Requisitos e métodos de ensaio;

[8] NBR 13570:1996 – Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos


específicos;

[9] NBR 14039:2005 – Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV;

[10] NBR 14100:1998 – Proteção contra incêndio - Símbolos gráficos para projeto;

[11] NBR 14165:1998 – Via férrea - Travessia elétrica - Requisitos;

[12] NBR 15688:2010 – Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus;

[13] NR 10:2004 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do


Trabalho e Emprego;

[14] NT.15.001 – Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão – CEMAR/CELPA;


Elaborado em: Página:
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

[15] NT.15.008 – Padronização de Materiais e Equipamentos por Tipo de Ambiente –


CEMAR/CELPA.

6 DISPOSIÇÕES GERAIS

6.1 Generalidades

a) Esta Norma aplica-se às instalações novas, bem como, às reformas e ampliações das
subestações já existentes, ainda que provisórias, quer sejam públicas ou particulares,
localizadas nas áreas de concessão da CEMAR/CELPA;

b) O fornecimento de energia elétrica às Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras


será tratado na norma NT.31.004 - FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A
MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS, específica, na sua última versão;

c) As prescrições desta Norma, não implicam no direito do Consumidor em imputar à


CEMAR/CELPA quaisquer responsabilidades com relação à qualidade de materiais ou
equipamentos por ele adquiridos, e desempenho dos mesmos, incluindo os riscos e danos
de propriedade ou segurança de terceiros, decorrentes do uso de tais equipamentos ou
materiais;

d) Qualquer aumento ou redução da carga instalada em transformação deverá ser precedido


da aprovação do projeto elétrico pela CEMAR/CELPA, sem o qual a Unidade Consumidora
estará sujeita às sanções legais, previstas pela lei, por operar irregularmente;

e) Não será permitido:

• Medição única para mais de um Consumidor;

• Consumidor com mais de um ponto de fornecimento de energia elétrica no mesmo


espaço físico, salvo em casos especiais, para os quais a CEMAR/CELPA procederá
estudos;

• Cruzamento dos condutores do ramal de ligação ou ramal de entrada sobre áreas


construídas ou imóveis de terceiros;

• Extensão da instalação elétrica de um Consumidor além de seus limites de propriedade


ou a propriedade de terceiros, mesmo que o fornecimento seja gratuito;

• A utilização dos secundários dos transformadores do conjunto de medição para


acionamento de dispositivos de proteção ou para outra finalidade qualquer;

• Acesso às redes de distribuição de energia elétrica da CEMAR/CELPA, em qualquer


situação.

f) Exigências Técnicas e Legais:


Elaborado em: Página:
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

• As instalações elétricas deverão obedecer às normas técnicas brasileiras e se


enquadrarem nos padrões da CEMAR/CELPA;

• A ligação de qualquer instalação nova deverá somente ser efetuada depois de


cumpridas as exigências técnicas e legais estabelecidas pela CEMAR/CELPA;

• Após atendida a solicitação de ligação, e durante o período em que a Unidade


Consumidora permanecer ligada, somente os funcionários da CEMAR/CELPA terão
acesso aos equipamentos de medição, sendo vetado ao Consumidor, sob qualquer
pretexto a violação dos lacres dos medidores, caixas e cubículos e modificações dos
ajustes da proteção geral;

• Constatado o rompimento ou violação de selos e/ou lacres instalados pela


CEMAR/CELPA, com alterações nas características da instalação de entrada de
energia originariamente aprovadas, mesmo não provocando redução no faturamento,
poderá ser cobrado o custo administrativo adicional correspondente a 10 % (dez por
cento) do valor líquido da primeira fatura emitida após a constatação da irregularidade.

g) Orientação Técnica

Os órgãos técnicos da CEMAR/CELPA estão à disposição dos interessados para prestar


quaisquer esclarecimentos de ordem técnica, julgados necessários para o fornecimento de
energia elétrica.

6.2 Materiais e Equipamentos a Serem Utilizados

Os materiais e equipamentos a serem utilizados pelas unidades consumidoras atendidas em


média tensão (MT), impreterivelmente, devem estar em conformidade, no mínimo com as
prescrições descritas na norma CEMAR/CELPA NT.15.008 – Padronização de Materiais e
Equipamentos por Tipo de Ambiente, na revisão em vigência.

Os transformadores adquiridos pelas unidades consumidoras, devem estar conforme a


especificação técnica ET.31.001, em sua revisão 4 ou posterior, ter comutador externo e
apresentar laudo técnico, conforme ANEXO VI – LAUDO DE ENSAIO DE
TRANSFORMADORES, emitido por fabricante cadastrado na CEMAR/CELPA ou por
laboratórios oficiais, incluindo Universidades.

6.3 Limites de Fornecimento

O fornecimento de energia elétrica deve ser feito em Média Tensão, nas classes de tensão 15
kV ou 36,2 kV, sem prejuízo do disposto no artigo 12 da resolução nº 414/2010 da ANEEL,
quando:

a) A Carga instalada da Unidade Consumidora for superior a 75 kW e a demanda contratada


ou estimada pelo interessado, para fornecimento, for igual ou inferior a 2500 kW;
Elaborado em: Página:
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25/08/2005 16 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

b) A Unidade Consumidora possuir cargas ou equipamentos cujo funcionamento cause


perturbações na rede de baixa tensão, prejudicando a qualidade do fornecimento a outros
consumidores.

Notas:
3. O fornecimento de energia elétrica à unidade consumidora com demanda
contratada ou estimado pelo consumidor, superior a 2500kW, será tratado na
NT.31.003.04 - Fornecimento de Energia Elétrica em Alta Tensão (72,5 e
145kV), específica, na sua última versão;
4. Os aparelhos de solda elétrica tipo motor-gerador, obedecerão às
prescrições relativas a motores em geral;
5. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas
instalações, deve-se evitar, o máximo possível, partida simultânea entre os
mesmos;
6. Na unidade consumidora que possui carga instalada igual inferior a 75 kW,
que deve ser atendida em baixa tensão (BT), e solicitar atendimento em
tensão superior (15kV ou 36,2kV) é aplicado o ART. 13 da Resolução ANEEL
414/2010: § 1º “O interessado pode optar por tensão diferente das
estabelecidas no art.12, desde que haja viabilidade técnica do subsistema
elétrico, sendo de sua responsabilidade os investimentos adicionais
necessários ao atendimento.” (Redação dada pela Resolução Normativa
ANEEL nº 479, de 03.04.2012). Sobre medição ver 6.9 Medição;
7. Na unidade consumidora que está enquadrada no atendimento em baixa
tensão (BT) e solicitar o atendimento em média tensão (MT), com
transformador trifásico particular em poste, a medição será realizada na
média tensão (MT) e assumirá todos os custos referentes à mudança de
padrão de tensão de atendimento conforme nota 6 acima (como exemplo
destes custos: conjunto de medição em média tensão (MT), ligação em linha
viva, e outros).

6.4 Localização da Medição

A medição de Unidades Consumidoras alimentadas em Média Tensão (MT) deverá ser


localizada junto ao alinhamento da propriedade particular com a via pública, porém dentro da
propriedade particular, salvo recuo estabelecido por posturas governamentais.

Nota:
8. Em Unidades Consumidoras situadas em zonas rurais, onde não for possível
a localização da medição no limite da via pública, a mesma deverá obedecer
a disposição apresentada no DESENHO 23 – LIGAÇÃO DE UNIDADES
CONSUMIDORAS RURAIS;
Elaborado em: Página:
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

6.5 Acesso às Instalações Consumidoras

a) O Consumidor deve assegurar o livre acesso dos funcionários da CEMAR/CELPA aos


equipamentos de medição;

b) Apenas o pessoal da CEMAR/CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que,
sempre, devem ser de propriedade da CEMAR/CELPA, e incluem medidores,
transformadores de corrente e de potencial, e dispositivos complementares;

c) O Consumidor deve sempre propiciar as condições para que, sem impedimentos, atrasos
ou transtornos, e a qualquer época, o pessoal autorizado da CEMAR/CELPA tenha acesso
às instalações de sua propriedade; bem como deverá fornecer, em qualquer tempo, os
dados e as informações solicitadas, referentes ao funcionamento dos equipamentos e
instalações ligados à rede elétrica da CEMAR/CELPA.

6.6 Conservação do Padrão de Entrada

a) O Consumidor deve manter em bom estado de conservação os equipamentos de medição


da CEMAR/CELPA instalados no Padrão de Entrada da edificação e responderá pelos
eventuais danos a eles causados por sua ação ou omissão;

b) O local do Padrão de Entrada, bem como o acesso ao mesmo, devem ser mantidos limpos
e desimpedidos pelo Consumidor, no intuito de agilizar a leitura do medidor e a
vistoria/inspeção das instalações pela CEMAR/CELPA.

6.7 Entrada de Serviço

6.7.1 Ramal de Ligação

a) O ramal de ligação aéreo é instalado e mantido pela CEMAR/CELPA;

b) Os condutores do ramal de ligação serão nús, de cobre ou de alumínio. Em áreas


poluídas os condutores, obrigatoriamente, deverão ser de cobre;

c) A bitola mínima deverá ser de 25 mm² para condutor de cobre e 2 AWG CA para
condutor de alumínio;

d) Em condições normais, o vão livre do ramal de ligação não deverá exceder a 40 metros;

e) O ramal de ligação não deverá ser acessível de janelas, sacadas, escadas, áreas
adjacentes, etc, devendo seu condutor distar, horizontalmente, no mínimo, ao que orienta
o DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES
para cada situação;

f) Os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de forma a permitir as


seguintes distâncias mínimas em relação ao solo (a 50 graus Celsius), medidas na
vertical, observadas as exigências dos poderes públicos, para travessias sobre:
Elaborado em: Página:
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Tensão U (kV)

Circuitos de
Natureza do logradouro comunicação e U ≤ 1 kV 1 kV < U ≤ 36,2 kV
cabos aterrados

Afastamento Mínimo (mm)

Vias exclusivas de pedestre


3.000 4.500 5.500
em áreas rurais
Vias exclusivas de pedestre
3.000 3.500 5.500
em áreas urbanas
Locais acessíveis ao trânsito
4.500 4.500 6.000
de veículos em áreas rurais
Locais acessíveis ao trânsito
de máquinas e equipamentos 6.000 6.000 6.000
agrícolas em áreas rurais

Ruas e avenidas 5.000 5.500 6.000

Entradas de prédios e demais


locais de uso restrito a 4.500 4.500 6.000
veículos

Rodovias 7.000 7.000 7.000

Ferrovias não eletrificadas e


6.000 6.000 9.000
não eletrificáveis
Nota:
9. De acordo com a NBR 14165, em ferrovias eletrificadas ou eletrificáveis, a
distância mínima do condutor ao boleto dos trilhos deve ser de 12 metros
para tensões até 36,2kV;

g) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação, somente por ocasião
de manutenção e quando absolutamente necessário, as emendas poderão ser feitas,
desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos.

6.7.2 Ramal de Entrada

Será sempre dimensionado e instalado pelo interessado, com condutores e acessórios de


sua propriedade. O ramal de entrada poderá ter as seguintes configurações:

RAMAL DE ENTRADA OPÇÃO 1 OPÇÃO 2 OPÇÃO 3

Trecho Misto
Trecho Nú Trecho Isolado
Média Tensão (Cabo Nú e Cabo
(Cabo Nú) (Cabo Isolado)
Isolado)
Trecho Isolado
Baixa Tensão - -
(Cabo Isolado)
Elaborado em: Página:
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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

Nota:
10. O ramal de entrada da Opção 3 só se aplica a Unidades Consumidoras
situadas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional - IPHAN, onde a CEMAR/CELPA também possui rede
subterrânea;

6.7.2.1 Ramal de Entrada Aéreo em Média Tensão com Cabo Nú

Os condutores e acessórios para o ramal de entrada aéreo em média tensão devem ser
dimensionados de acordo com a DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE
CONDUTORES E EDIFICAÇÕES e baseados nos cálculos de demanda.
O ramal de entrada deverá ser instalado conforme as características construtivas indicadas
no DESENHO 9 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE - TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA.

6.7.2.2 Ramal de Entrada em Média e Baixa Tensão com Cabo Isolado

I) Os condutores do ramal de entrada deverão ser de cobre, singelos, com tensão de


isolamento de 0,6/1kV para 380 V, 12/20 kV para 13,8 kV, e 20/35 kV para 34,5 kV,
próprios para instalação em locais não abrigados e sujeitos a umidade. Deverão ter
isolação em XLPE 90º ou EPR 90º ou HEPR 90º, ou equivalente em capacidade de
condução de corrente alternada em serviço contínuo;

II) A bitola do condutor do ramal de entrada deverá ser dimensionada em função da


corrente nominal, da corrente de curto circuito (10 kA) e das características da proteção
a ser utilizada. A bitola mínima do condutor aceitável será em função do tipo de condutor
empregado (Ver TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA
TENSÃO);

III) O ramal de entrada deverá ser dimensionado conforme as características indicadas nas
tabelas: TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO
PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV, TABELA 8 – FATOR DE DEMANDA DE
EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA, TABELA 9 – FATORES DE
DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE, TABELA 11 – FATOR DE DEMANDA DE
MOTORES, TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS,
TABELA 16 – CARGA MÍNIMA E FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E
TOMADAS DE USO GERAL.

IV) Somente nos casos de manutenção, serão permitidas emendas nos condutores, as quais
deverão localizar-se em caixas de passagem;

V) Deverá ser previsto um condutor de reserva, para os casos de avaria em um dos


condutores do ramal de entrada. Em todos os casos os condutores deverão estar
energizados (sob tensão);
Elaborado em: Página:
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VI) No interior de subestações abrigadas, os condutores do ramal de entrada deverão ser


fixados com suportes (Vide DESENHO 13 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO /
TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR, DESENHO 14 –
CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA
SUBTERRÂNEA, DESENHO 17 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM
ENTRADA COM POSTE AUXILIAR, DESENHO 18 – CABINE DE MEDIÇÃO E
PROTEÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA, DESENHO 17 – CABINE DE
MEDIÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR e DESENHO 21 – CABINE DE
MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA);

VII) Deverá ser prevista para os condutores, uma reserva instalada mínima de 2 metros no
interior das caixas de passagem situadas no ponto de derivação da rede, próximo à
subestação abrigada;

VIII) Os condutores deverão ser protegidos ao longo de paredes, postes, etc., por meio de
eletrodutos rígidos metálicos com zincagem por imersão a quente. No poste da
derivação a altura mínima deverá ser de 5 metros. Os eletrodutos deverão ter diâmetro
interno mínimo de 100 mm;

Notas:
11. Todos os condutores deveram ser instalados em um único eletroduto rígido
metálico por medidas de segurança;
12. Deverão ser atendidas as recomendações da ABNT de Taxa de Ocupação do
Eletroduto (40% da área);

IX) Na aplicação dos cabos, deverá ser observado o raio de curvatura recomendado pelo
fabricante. Curvas maiores do que 45 graus, somente deverão ser realizadas dentro de
caixas de passagem com dimensões mínimas de 0,80 x 0,80 x 0,80 metros, com uma
camada de brita de 0,10 metros no fundo da mesma (DESENHO 6 – TRAVESSIA
SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM);

X) Nos trechos subterrâneos, os condutores deverão ser:

• Instalados a uma profundidade de 0,50 metros, em dutos de Polietileno de Alta-


Densidade - PEAD corrugados;

• Identificados e protegidos para que não sejam danificados por ocasião de


escavações e passagem de carga sobre a superfície do terreno.

Nota:
13. Os dutos devem apresentar o fundo em desnível de modo a permitir o
escoamento de água para as caixas de passagem contíguas;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
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6.8 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações

a) As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nesta
Norma;

b) Deverão ser localizadas de forma a permitir o fácil acesso por pessoas e veículos e, em
condições normais, no alinhamento do terreno;

c) Deverão ser localizadas no alinhamento do terreno e de forma a permitir fácil acesso a


pessoas, materiais e equipamentos, para operação e manutenção, e possuir adequadas
dimensões, ventilação e iluminação natural ou artificial compatível com a sua operação e
manutenção.

d) Os circuitos de comando e de iluminação das subestações abrigadas poderão ser


alimentados através dos secundários do transformador de potência instalado na
subestação abrigada (ou até a 300 metros de distância). Outra maneira seria a partir de
transformador específico para esta função;

6.8.1 Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste

a) Subestação no Solo (Conforme DESENHO 7 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO)

• Os portões de acesso das subestações deverão ser metálicos, com dobradiças e


abrir para fora;

• Nos portões de acesso e nas cercas de proteção, deverão ser afixadas placas com a
indicação: “PERIGO DE MORTE - ALTA TENSÃO“. Em instalações com geração
própria, os portões de acesso deverão ter, também, placas com os dizeres:
“CUIDADO - GERAÇÃO PRÓPRIA”;

• As subestações deverão possuir sistema de drenagem adequado a fim de evitar o


acúmulo de águas pluviais;

• As instalações que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante devem ser
providas de tanque de contenção, conforme DESENHO 8 – BACIA DE
CONTENÇÃO DE ÓLEO. Poderão ser construídas caixas de captação de óleo
individuais para cada transformador existente na instalação, com capacidade mínima
igual ao volume de óleo do transformador a que se destina, ou ainda, uma única
caixa para todos os transformadores. Neste caso, a capacidade da caixa de captação
de óleo, deverá ser compatível com o volume de óleo do maior dos transformadores;

• Colocar uma camada mínima de 0,10 metros de pedra britada nº. 2, dentro da área
demarcada pela cerca, caso o piso não seja inteiramente concretado;
Elaborado em: Página:
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• Deve ser delimitado um espaço ao redor dos transformadores, por meio de cerca com
tela de arame zincado 12 BWG e malha de 50 mm ou muro de proteção. No caso de
cubículo blindado, sempre que possível, deve ser instalada cerca ou muro.

b) Subestação em Poste

A subestação obrigatoriamente deve ser provida, para efeito de medição e inspeção, de


recuo de no máximo 1 metro e acesso a medição conforme, DESENHO 9 –
SUBESTAÇÃO TIPO POSTE - TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA.

Para todos os cálculos deve ser considerada como corrente nominal aquela relativa à
demanda provável (em kW, ou em kVA, considerando fator de potência 0,92), ou seja, a
demanda calculada, ver ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO
CONSUMIDORA. A demanda mínima e máxima a ser contratada quando da utilização de
Subestação ao tempo em poste deverá ser conforme a tabela abaixo:

Demanda a ser contratada (kW)


Transformador (kVA)
Mínima Máxima
75 30 75
112,5 56 112
150 75 150
225 112 225
300 150 300
Nota:
14. A massa total do transformador para poste não deve ultrapassar 1500 kg e
deve estar dentro dos limites de segurança para o momento fletor do poste;
15. A mínima potência de transformador a ser considerada para atendimento em
média tensão (MT) será de 75 kVA;

6.8.2 Subestações Abrigadas (Cabines)

a) Os equipamentos devem ser instalados em compartimento ou edificação tipo cabine,


para qualquer potência de transformação até o limite previsto por esta Norma;

b) A cabine deve ser construída em alvenaria ou concreto armado, apresentar


características definitivas de construção e ser de materiais não inflamáveis, oferecendo
condições de bem estar e segurança aos operadores;

c) A área ocupada pela subestação não deve ser inundável e deve conter dreno para
escoamento de água e óleo nos casos exigíveis;

d) Se a atividade da Unidade Consumidora for caracterizada por grande fluxo de pessoas,


tais como lojas, cinemas, bancos, restaurantes, estádios, clubes, supermercados e
outros, a subestação deverá ser construída observando-se os aspectos de segurança
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 23 de 130

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contra incêndio e explosão, sinalização e iluminação e de emergência descritos nas


NBR’s 12693, 13434, 14039, 14100, em suas últimas versões;

e) As subestações deverão possuir abertura de ventilação conforme indicado nos desenhos


construtivos. O compartimento de cada transformador deverá possuir janelas para
ventilação com características conforme DESENHO 10 CABINE MEDIÇÃO /
PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO – ENTRADA AÉREA, DESENHO 13 – CABINE
MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA COM POSTE
AUXILIAR e DESENHO 14 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO
COM ENTRADA SUBTERRÂNEA;

f) As subestações deverão possuir sistemas de iluminação natural e artificial. No caso de


iluminação artificial os pontos de luz deverão ser distribuídos de maneira a garantir um
iluminamento médio de 60 lux no interior da subestação.

g) As janelas e vidraças utilizadas para prover a iluminação natural deverão ser fixas e
protegidas por telas metálicas, resistentes com malhas de, no máximo, 13 mm. As telas
poderão ser dispensadas nos casos de utilização de vidro aramado;

Nota:
16. A CEMAR/CELPA exige a instalação de iluminação de emergência eficiente,
com autonomia mínima de 02 (duas ) horas, para o caso de falta de energia;

h) As portas das subestações deverão ser metálicas ou inteiramente revestida de chapa


metálica, com duas folhas abrindo para fora e com dimensões mínimas de 2,10 x 0,80
metros por folha, ou de acordo com a maior medida de equipamento. Deverá possuir
cadeado ou fechadura, dotada de chave mestra, e ter afixadas placas com a indicação :
“PERIGO DE MORTE – ALTA TENSÃO” (veja DESENHO 19 – PORTA DO CUBÍCULO
E PLACA DE ADVERTÊNCIA), bem como nas grades de proteção do interior da
subestação, não sendo permitido o uso de adesivo;

i) Em instalações com geração própria, as portas deverão ter, também, placas com os
dizeres: “CUIDADO - GERAÇÃO PRÓPRIA”;

j) Para separar as áreas de circulação das áreas com pontos energizados em Média
Tensão, devem-se colocar telas de proteção com malha máxima de 25 mm de arame de
aço zincado 12 BWG. Tais telas devem ser instaladas a uma altura máxima de 0,10
metros em relação ao piso da cabine e ter a altura mínima de 2,00 metros. As grades de
proteção das subestações deverão ser construídas conforme o DESENHO 13 – CABINE
MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA COM POSTE
AUXILIAR ao DESENHO 21 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA
SUBTERRÂNEA;
Elaborado em: Página:
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k) No cubículo de medição esta tela deverá ir até o teto, com porta de acesso também
telada nas dimensões de 2,10 x 0,80 metros. A porta de acesso ao cubículo de medição
deverá possuir cadeado ou fechadura tipo mestra e dispositivo para lacre localizado a
1,60 metros do piso da subestação e deverá abrir para fora do compartimento;

l) As subestações deverão ser providas com bacia de contenção de óleo conforme


DESENHO 8 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO. Poderão ser construídas caixas de
captação de óleo individuais para cada transformador e/ou gerador existente na
instalação, com capacidade mínima igual ao volume de óleo do transformador a que se
destina, ou ainda, uma única caixa para todos os transformadores. Neste caso, a
capacidade da caixa de captação de óleo, deverá ser compatível com o volume de óleo
do maior transformador;

m) Será obrigatória a instalação de proteção contra incêndio, constante de extintor de


incêndio - 12 kg, instalado do lado de fora da subestação, junto à porta e com proteção
contra intempéries, e ser adequado para uso em eletricidade (CO2 ou pó químico);

n) As subestações abrigadas devem ter área livre interna mínima de 4,00 x 3,00 metros. A
altura do encabeçamento deve ser tal que permita uma distância mínima de 6,00 metros
entre os condutores no seu ponto de flecha máxima e o solo. O espaço mínimo no
entorno do transformador e equipamentos deve ser de 0,50 metros;

Notas:
17. Para subestações de entrada subterrânea, aplicável apenas para Unidades
Consumidoras situadas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, o pé direito mínimo deve ser de 3,0
metros;
18. A altura do pé direito é mínima e o projetista deve verificar a facilidade para a
operação da chave a ser instalada. O pé direito mínimo deve ser de 3,0
metros;

o) As paredes, o teto e o piso das subestações deverão ser construídos com materiais
incombustíveis;

p) As paredes internas e externas deverão ter espessuras mínimas de 100 e 200 mm


respectivamente;

q) A subestação não deverá estar situada em lugares sujeitos a inundação;

r) Deverá existir impermeabilidade total contra infiltração de água no prédio da subestação;

s) Não poderão passar pela subestação tubulações expostas de água, esgotos, gás, vapor,
etc;
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t) Os equipamentos de proteção a serem utilizados pelos trabalhadores devem ser, no


mínimo, os exigidos pela NR 10.

u) A área definida para a instalação da subestação deve ser exclusiva para os


equipamentos da mesma, não sendo permitido, dentro dos limites desta área, a utilização
de tubulações de água e esgoto, tubulações de líquidos inflamáveis ou não, tubulações
de gás e ar comprimido e etc, apenas as tubulações, devidamente projetadas e
aprovadas, destinadas ao sistema de proteção e combate à incêndio da subestação
serão permitidas na área da subestação.

v) A critério exclusivo da CEMAR/CELPA, após análise técnica (aspectos técnicos e de


segurança), poderão se aprovados projetos de subestações abrigadas instaladas no
primeiro piso/andar (um nível acima do térreo) de edificações comerciais, apenas na
eventual indisponibilidade de local apropriado no nível térreo, desde que sejam atendidos
os seguintes critérios:

• O transformador deverá ser a seco, com potência menor ou igual a 300kVA;

• O local definido deve ser apropriado para a instalação da subestação, levando em


consideração à área disponível, dimensões, segurança do local, espaço para
movimentação, peso dos equipamentos (transformador, cubículos, chaves, suportes e
2
etc) por m de aproximadamente 1500kg, a entrada e saída dos cabos e a restrição
de pessoas não autorizadas, é de responsabilidade do consumidor e de seus
2
projetistas, assegurar que e estrutura é apropriada para suportar a carga (kg/m )
solicitada pelos equipamentos, sem risco que comprometimento estrutural da
instalação;

• Acesso para manutenção, retirada e entrada de equipamentos e materiais;

• A medição deverá ser em média tensão (MT);

• A CEMAR/CELPA deverá ter total facilidade de acesso as instalações e ao sistema


de medição;

• Sejam atendidos todos os critérios de proteção e combate à incêndio;

• Sejam atendidas as recomendações de segurança da norma NR-10.

6.8.3 Cubículos Blindados

a) Os materiais de blindagens, estruturas e bases, devem ser tratados contra corrosão;

b) Ao redor dos cubículos blindados, deve ser mantido espaço livre suficiente para facilitar a
operação, manutenção e remoção dos equipamentos. Este espaço deve ser de no
mínimo 1 metro;
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c) Dimensionamento dos TP’s e TC’s, respeitando as distâncias mínimas para a parede


frontal o lateral;

d) O local de instalação do conjunto blindado deve ter aberturas com dimensões suficientes
para iluminação e ventilação natural adequada;

e) Não podem ser utilizados equipamentos com líquidos isolantes inflamáveis, em cubículos
blindados. E estes devem ser instalados em recinto isolado por paredes de alvenaria;

f) A disposição dos equipamentos deve, obrigatoriamente, obedecer aos diagramas


unifilares adotados por padrões da CEMAR/CELPA (Vide DESENHO 7 –
SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO);

g) As características técnicas exigidas para os equipamentos são as mesmas estabelecidas


para subestações abrigadas;

h) O cubículo blindado deve ser sempre instalado sobre base de concreto;

i) Os cubículos, quando instalados em locais de manobra de veículos, devem ser


protegidos mecanicamente contra eventuais colisões;

j) A espessura mínima de chapa de aço utilizada deve ser 12 USG (2,6 mm);

k) Todas as partes metálicas do cubículo blindado, bem como suportes e carcaças dos
equipamentos, devem ser interligados e devidamente aterrados;

l) A pintura dos barramentos deve obedecer à codificação CEMAR/CELPA (Vide item


6.16.4 Barramentos);

m) Todos os cubículos blindados devem possuir paredes ou telas internas de proteção


devidamente aterradas;

n) É necessária, para aprovação do conjunto blindado, a apresentação de detalhes de


montagem, cortes, especificações dos materiais e acabamento e catálogo do fabricante);

o) A porta de acesso ao compartimento dos equipamentos deve possuir cadeado ou


fechadura tipo mestra e dispositivo tipo lacre para os TC’s e TP’s de no mínimo dois
pontos, para os TC’s e TP’s;

p) A caixa de medição deve ser parte integrante do cubículo blindado, onde seu visor deve
ser em vidro transparente, conforme DESENHO 7 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO
SOLO.

6.9 Medição

6.9.1 Generalidades

a) A medição é única e individual para cada Unidade de Consumo e devem ser obedecidos
os tipos de medição estabelecidos nesta Norma;
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b) A medição em mais de um ponto poderá ser viabilizada se as condições mínimas


apresentadas no DESENHO 23 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS
forem cumpridas;

c) O tipo de medição a ser empregado, será definido em função da tarifa aplicável e das
características do atendimento;

d) Os medidores e equipamentos para medição na baixa ou média tensão serão fornecidos


e instalados pela CEMAR/CELPA.

6.9.2 Medição para Potências até 300kVA

a) Em Unidades Consumidoras com apenas uma unidade de transformação em subestação


ao tempo em poste, com transformador de potência até 300 kVA a medição deve ser
preferencialmente feita em baixa tensão;

b) Quando a medição for em baixa tensão, a caixa de medição deverá ser instalada
conforme DESENHO 9 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE - TRANSFORMADORES ATÉ
300 kVA;

c) Quando a medição for em média tensão para subestações ao tempo em poste com
potências até 300 kVA, a caixa de medição deverá ser instalada conforme DESENHO
9.A – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE – TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA COM
CONJUNTO DE MEDIÇÃO;

d) No caso de medição em baixa tensão, os condutores secundários do transformador de


distribuição deverão ficar inacessíveis, desde os terminais de saída dos mesmos até a
entrada da caixa de medição, no compartimento destinado à instalação dos
transformadores de corrente;

e) A caixa de medição padronizada pela CEMAR/CELPA (ver DESENHO 21 – CAIXA DE


MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO) deve ser adquirida e instalada pelo Consumidor;

f) Unidades consumidoras enquadradas no atendimento em baixa tensão (BT), porém


optam por atendimento em média tensão (MT), estarão sujeitas aos critérios
estabelecidos no 6.9.3 Medição para Potência Acima de 300 kVA.

6.9.3 Medição para Potências Acima de 300kVA

a) Em Unidades Consumidoras que possuam subestação ao tempo no solo (DESENHO 7 –


SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO) com transformadores de potência acima de 300
kVA ou abrigada (cabine ou cubículo blindado), a medição deve ser feita em média
tensão (MT);

b) Em instalações com mais de uma unidade de transformação ao tempo (em poste), a


medição deverá ser única, e em média tensão, conforme DESENHO 15 – CABINE DE
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MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA, DESENHO 17 – CABINE DE


MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR, DESENHO 20 –
CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA AÉREA e DESENHO 17 – CABINE DE
MEDIÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR.

c) Toda medição em média tensão deverá ser em cabines ou cubículos;

d) Quando a medição for em média tensão, os TC´s, TP´s e a caixa de medição devem ser
instalados conforme DESENHO 11 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO /
TRANSFORMAÇÃO - ENTRADA AÉREA ao DESENHO 21 – CABINE DE MEDIÇÃO
COM ENTRADA SUBTERRÂNEA;

e) Para fixação dos transformadores de instrumentos, o consumidor deverá confeccionar


suporte apropriado (cavalete), conforme DESENHO 20 – CAVALETE PARA
INSTALAÇÃO DE TC’S E TP’S;

f) Quando a medição for em média tensão, os circuitos do secundário dos TC’s e TP’s
devem ter comprimento de, no máximo, 8 metros;

g) O eletroduto que acondiciona os condutores secundários dos TC’s e TP’s deverá ser em
aço, do tipo pesado, zincado por imersão a quente, e instalado de forma aparente;

h) A caixa de medição padronizada pela CEMAR/CELPA (ver DESENHO 22 – CAIXA DE


MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO) deve ser adquirida e instalada pelo Consumidor.

6.10 Proteção e Manobra

6.10.1 Generalidades

a) Todas as instalações Consumidoras deverão ter sistema de proteção primária


coordenado com a proteção do sistema da CEMAR/CELPA. Tal sistema de proteção
deverá ser dimensionado e ajustado, de modo a permitir adequada seletividade entre os
dispositivos de proteção da instalação;

b) Quando aplicável, é de inteira responsabilidade do consumidor a utilização de


dispositivos de proteção contra inversão de fase;

c) Para acionamento dos dispositivos de proteção, não será permitida a utilização dos
transformadores de medição.

6.10.2 Proteção contra Sobrecorrentes

De acordo com a potência instalada na Unidade Consumidora, assumem-se os seguintes


tipos de proteção geral na média tensão (MT), conforme NBR 14039:
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Potência Instalada
Tipo de Proteção
(kVA)

- Disjuntor acionado por relés secundários com as funções 50/51 e 50N/51N


(onde é fornecido o neutro) ou;
Até 300 - Chave seccionadora e fusível (com elo fusível de acordo com TABELA 2 –
DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS), neste caso, adicionalmente, a
proteção geral na BT deve ser realizada por disjuntor.

- Disjuntor acionado por relés secundários com as funções 50/51 e 50N/51N


Acima de 300
(onde é fornecido o neutro);

a) As proteções de sobrecorrente instantânea (função 50) e sobrecorrente temporizada


(função 51) devem possuir tempo de coordenação mínima de 300 ms com a
CEMAR/CELPA. Caso não seja possível coordenar, deve ser realizado um acordo de
ajustes de proteção com a Área de Operação da CEMAR/CELPA;

b) O disjuntor de Média Tensão deverá ser equipado com relés de sobrecorrente de ação
indireta (fase/terra) conforme DESENHO 24 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS
SECUNDÁRIOS;

c) Não será permitido o uso de religamento automático no disjuntor geral da subestação do


Consumidor;

d) Nas subestações ao tempo os transformadores deverão ser protegidos no lado de média


tensão por chaves fusíveis unipolares equipadas com elos dimensionados de acordo com
a TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS;

e) Para proteção contra sobrecorrente, em transformadores em paralelo, exige-se que se


faça proteção única, isto é, que se instale um único tipo de equipamento para proteção
geral em Média Tensão (ver DESENHO 15 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO
COM ENTRADA AÉREA, DESENHO 17 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM
ENTRADA COM POSTE AUXILIAR e DESENHO 18 – CABINE DE MEDIÇÃO E
PROTEÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA);

f) Os circuitos secundários dos transformadores deverão ser protegidos por disjuntores


termomagnéticos tripolares ou chaves tripolares para abertura sob carga, com fusíveis do
tipo NH;

g) Para unidades consumidoras com potência instalada acima de 300 kVA, o cliente deverá:

• Solicitar os níveis de Curto-Circuito e ajustes da proteção de retaguarda para estudo


de coordenação e seletividade;

• Formulário de Dados de Curto-Circuito, fornecido pelo setor de estudos elétricos da


operação;
Elaborado em: Página:
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• Cálculo da proteção e ajustes do relé.

6.10.3 Proteção contra Sobretensão

a) Para proteção contra descargas atmosféricas e sobretensões, serão utilizados pára-raios


que deverão atender às especificações e padronização da CEMAR/CELPA, conforme
indicado abaixo:

• Quando a subestação for ao tempo no solo, os pára-raios serão instalados em sua


estrutura primária em primeiro nível;

• Quando a subestação for ao tempo em poste , os pára-raios serão instalados na


carcaça do transformador;

• Sendo a subestação abrigada com entrada aérea, eles serão instalados na parte
externa da subestação, junto às buchas de passagem, de média tensão;

• Quando a entrada for subterrânea, deverão ser instalados pára-raios no ponto de


derivação do ramal, sendo também recomendável à instalação de pára-raios nas
muflas no interior da subestação;

• Quando após a cabine de medição ou transformação, existir linha aérea, haverá


necessidade da instalação de pára-raios nas suas extremidades.

6.10.4 Proteção contra Subtensão e/ou Falta de Fase

a) Para proteção contra subtensão, função 27, é recomendável utilizar relé digital, no qual
deve possuir parâmetros para definição dos ajustes de pick-up e temporização, na baixa
tensão é aconselhável o uso de relé de mínima tensão ou falta de fase quando o
dispositivo de disparo do disjuntor geral for de acionamento retardado;

b) Motores elétricos devem ser protegidos por dispositivos de proteção contra subtensão e
falta de fase, instalados junto aos mesmos.

6.10.5 Manobras

a) Em subestações abrigadas, deverão ser utilizadas chaves seccionadoras tripolares, de


uso interno, com ou sem fusíveis, de operação manual, com ações simultâneas, dotadas
de alavanca de manobra;

b) As chaves seccionadoras que não possuam características adequadas para manobra em


carga deverão ser dotadas de dispositivos para cadeados e ser instaladas com a
seguinte indicação, colocada de maneira bem visível e próxima dos dispositivos de
operação: “ESTA CHAVE NÃO DEVE SER MANOBRADA SOB CARGA”. Para maior
segurança, poderá ser feito, a critério do projeto, intertravamento entre a chave
seccionadora e o equipamento de proteção do ramal de baixa tensão do transformador.
Toda chave seccionadora deve ter dispositivo que impeça a sua abertura ou fechamento
Elaborado em: Página:
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acidental (travamento mecânico), caso não haja intertravamento eletromecânico deve ser
instalado chave tripolar com abertura sob carga com fusível limitador de corrente;

c) Quando houver mais de um transformador, devem ser instaladas chaves seccionadoras


tripolares;

d) Havendo capacitores no circuito primário, deverão ser utilizadas chaves seccionadoras


tripolares em ambos os lados do disjuntor;

e) No caso de paralelismo de transformadores, as chaves seccionadoras tripolares com


fusíveis, devem ser dotadas de dispositivos de abertura simultânea por queima de fusível
de qualquer uma das fases, e intertravadas eletricamente com os disjuntores de baixa
tensão.

6.11 Aterramento

a) A resistência de aterramento não deverá ser superior a 10 Ω, em qualquer época do ano,


para o sistema de tensão nominal, classe 15 ou 36,2 kV. No ato da vistoria, a malha de
aterramento da subestação será medida, em casos onde a resistência de aterramento for
superior a 10 Ω a CEMAR/CELPA não fará a ligação;

b) O condutor de aterramento deverá ser, de cabo de cobre nú de seção mínima 25 mm² ou


cabo de aço cobreado de seção mínima 2 AWG, tanto para os equipamentos conectados
diretamente à média tensão (transformadores, pára-raios, chaves seccionadoras e
disjuntores), como para as partes sem tensão;

c) A distância mínima entre os eletrodos da malha de terra deve ser de 2400mm. Deve ter no
mínimo 05 hastes e a resistência de aterramento menor ou igual a 10 Ω. As hastes devem
ser interligadas por meio de condutores de cobre nú de seção mínima 25 mm² ou cabo de
aço cobreado de seção mínima 2 AWG.

d) O condutor de aterramento deverá ser contínuo, isto é, não deve ter em série nenhuma
parte metálica da instalação;

e) Deverão ser ligadas ao sistema de aterramento, todas as partes metálicas normalmente


sem tensão, das subestações ao tempo e abrigadas, cubículos, e de equipamentos, tais
como portas, janelas metálicas, suportes de equipamentos, carcaças de equipamentos e
disjuntores de alta tensão, portões, cercas de proteção, caixas de medição, eletrodutos
metálicos e outros;

f) Os secundários dos transformadores para instrumentos deverão ser ligados ao sistema de


aterramento;

g) Nas subestações ao tempo, deverão ser conectados ao condutor de aterramento dos pára-
raios, o tanque do transformador e as demais partes metálicas da estrutura;
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h) Nos casos de medição em baixa tensão, o aterramento do neutro do transformador,


deverá ser feito juntamente com o aterramento das caixas da entrada de serviço. O
dimensionamento do condutor de aterramento deverá ser feito de acordo com a TABELA
3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO;

i) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores


subterrâneos também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento
dos pára-raios;

j) Os condutores de aterramento deverão ser protegidos, em sua descida ao longo das


paredes por eletrodutos de PVC rígido, nunca por dutos metálicos;

k) O condutor de aterramento deverá ser firmemente ligado ao sistema de aterramento por


meio de conectores de aperto, ou por processo de solda exotérmica (não será permitido o
uso de solda mole). As conexões dos equipamentos ao condutor de aterramento deverão
ser feitas com conectores adequados;

l) A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo
da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões
mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o
acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento;

m) Nos casos em que o ramal cruzar cerca de arame, estas deverão ser seccionadas e
aterradas;

n) Poderão ser usados produtos químicos, para diminuir a resistência de aterramento, desde
que não venham causar corrosão na malha de aterramento;

o) Nos casos em que a infraestrutura de aterramento da edificação for constituída pelas


próprias armaduras embutidas no concreto das fundações (armaduras de aço das estacas,
dos blocos de fundação e vigas baldrames), pode-se considerar que as interligações
naturalmente existentes entre estes elementos são suficientes para se obter um eletrodo de
aterramento com características elétricas adequadas, sendo dispensável qualquer medida
suplementar;

Nota:
19. É considerado como eletrodo de aterramento as próprias armaduras do
concreto das fundações, caso preparadas para esse fim. Nessas condições,
o eletrodo de aterramento assim constituído apresenta uma resistência de
aterramento de valor bastante baixo. Por outro lado, a abrangência de sua
zona de influência torna impossível, na prática, utilizar outro eletrodo de
aterramento eletricamente independente para qualquer sistema da
edificação. Por essa razão, a medição da resistência de aterramento não
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 33 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

deve, no caso, ser efetuada pelos métodos tradicionais, e sim, através da


injeção de corrente no terminal de aterramento principal;

p) Nas fundações em alvenaria, a infra-estrutura de aterramento pode ser constituída por fita,
barra ou cabo de aço galvanizado imerso no concreto das fundações, formando um anel
em todo o perímetro da edificação. A fita, barra ou cabo deve ser envolvido por uma
camada de concreto de no mínimo 5 cm de espessura, a uma profundidade de no mínimo
0,5 metros;

q) Para subestação com potência igual ou superior a 1000 kVA, deverá ser apresentada
memória de cálculo referente à malha de terra;

r) Nos casos de subestações com transformadores instalados em poste e medição em baixa


tensão o sistema de aterramento deve ser feito conforme indicado no DESENHO 9 –
SUBESTAÇÃO TIPO POSTE – TRANSFORMADORES ATÉ 300 kVA.

6.12 Geração Própria

A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da


CEMAR/CELPA, obedecendo às seguintes prescrições:

a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão


ao sistema de média tensão da CEMAR/CELPA, devem seguir a norma NT.31.015 -
CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES
DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão;

b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que
determina a norma NT.31.009 - CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO
SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última
versão;

c) Não será permitida a operação ilhada.

Nota:
20. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto
onde estão instalados os equipamentos destinados à subestação. Se houver
porta de comunicação entre a área da subestação e o gerador a mesma
deverá ser do tipo corta-fogo;

6.13 Fator de Potência

6.13.1 Generalidades

a) O Consumidor deve informar na apresentação do projeto o fator de potência indutivo


médio da instalação, bem como a forma de correção do mesmo, caso esteja inferior ao
valor de 0,92;
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b) O Consumidor deve manter o fator de potência indutivo médio de sua instalação o mais
próximo possível da unidade (1) e não inferior a 0,92;

c) Para correção do fator de potência e melhoramento da regulação de tensão o


Consumidor deverá realizar, na etapa de projetos, estudos contemplando uma previsão
de fontes de reativos para suas instalações;

d) O consumidor deve instalar banco de capacitores para correção do fator de potência,


mantendo o mesmo igual ou superios à 0,92. A instalação de banco de capacitores deve
ser prevista na etapa de projeto das instalações, ou quando houver aumento ou inserção
de cargas que provoquem consumo excedente de reativo indutivo no sistema;

e) Constatando-se, nas instalações um fator de potência inferior ao estabelecido pela


legislação em vigor (0,92), será efetuado o faturamento da energia e da demanda de
potência reativa excedente de acordo com a legislação da ANEEL em vigor;

f) Se houver banco de capacitores no circuito primário, deve ser instalada chave


seccionadora tripolar de abertura em carga para manobra do mesmo;

g) Do ponto de vista técnico a melhor solução é de instalar capacitores de baixa tensão


junto a motores e outras cargas de fator de potência baixo. Instalados neste ponto os
capacitores proporcionarão um melhor nível de tensão para as cargas e reduzirão as
perdas de energia no sistema de distribuição interno do Consumidor, melhorando o
funcionamento das cargas e reduzindo o custo de energia;

h) Quando forem escolhidos outros pontos da instalação elétrica de baixa tensão para a
instalação de capacitores, tais como centros de carga da rede de distribuição interna a
indústria ou um ponto próximo ao transformador ou à entrada de energia (sempre após a
medição) os capacitores deverão ser protegidos por dispositivo de abertura sob carga,
adequado à interrupção de correntes capacitivas;

i) A instalação de bancos de capacitores deverá obedecer às normas brasileiras e, quando


omissas, às normas IEC, bem como às recomendações dos fabricantes.

j) As instalações elétricas devem ser projetadas de forma a reduzir a geração de reativos;

k) O sistema de iluminação deve ser projetado com reatores de alto fator de potência;

l) Não devem ser especificados motores com baixo rendimento ou super dimensionados;

m) A compensação da energia reativa em instalações com baixo fator de potência pode ser
realizada através da instalação de bancos de capacitores fixos ou automáticos;

n) Os projetos de unidades consumidoras com carga instalada superior a 75 kW devem


prever nos quadros de proteção espaço físico para futura instalação de banco de
capacitores destinados à correção do fator de potência da carga;
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6.13.2 Correção do Fator de Potência

Para correção do fator de potência, ainda na etapa de projeto ou durante aumento de carga
ou inserção de carga indutiva, deve-se determinar o fator de potência médio da instalação, a
carga instalada ou solicitada em kW e a quantidade de kVAR necessária para a correção do
fator de potência, conforme critérios a seguir:

a) Determinação da carga instalada, ou seja, a soma das potências individuais em kW de


todas as cargas (P = ∑ Potências Individuais);

b) Determinação da potência aparente individual das cargas (equipamentos), dividindo a


potência útil em kW pelo fator de potência individual de cada carga (equipamento), ver
TABEL 6 – MOTORES MONOFÁSICO, TABELA 7 – MOTORES TRIFÁSICOS e
TABELA 25 – FATOR DE POTÊNCIA APROXIMADO DE EQUIPAMENTOS;

c) Realizar o somatório das potências aparentes individuais (∑ Potências Individuais / FP


Individual);

d) Determinar o fator de potência médio (FPmédio) da instalação, conforme abaixo:

FPmédio = ∑ Potências Individuais


∑ (Potências Individuais / FP Individual)

Caso o resultado do fator de potência médio seja inferior a 0,92 deve-se proceder a
estimativa preliminar da potência capacitiva necessária para correção do fator de
potência.

e) A estimativa preliminar da potência reativa do banco de capacitores em kVAr, é dada


por:

Qc = P x F
Onde:
Qc = Potência reativa capacitiva necessária para a correção do fator de potência
P = Carga instalada ou utilizada em kW
F = Fator multiplicador (ver TABELA 26 – FATOR MULTIPLICADOR PARA
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA REATIVA CAPACITIVA)

6.14 Determinação da Demanda

A determinação da demanda deve ser feita para o dimensionamento dos condutores,


transformadores e equipamentos da entrada de serviço da instalação Consumidora.

Para o cálculo da demanda há a necessidade do conhecimento prévio da carga instalada, do


regime de funcionamento, do fator de potência e do ramo de atividade a que se destina a
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instalação. O ramo de atividade pode ser enquadrado como sendo de prestação de serviços ou
de transformação.

O cálculo da demanda deve ser próprio para cada caso e de inteira responsabilidade do
projetista.

Na ausência de informações por parte do Consumidor, podem ser utilizados como orientação,
os coeficientes adotados nesta Norma. Contudo, o projetista responsável deve verificar se
estes se aplicam ao seu caso particular. Para a determinação da demanda ver ANEXO I –
CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA.

6.15 Fornecimento de Energia ao Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio

As “Orientações Normativas do Sistema de Proteção Contra Incêndio”, do Corpo de Bombeiros,


estabelece as disposições seguintes:

a) As edificações com áreas de construção superior a 750 m² e/ou altura superior a 12 metros
a contar do piso mais elevado, devem ter meios de combate a incêndio através de
extintores manuais, hidrantes com utilização de bomba de recalque, ventiladores de
incêndio ou de extração de fumaça, etc;

b) As bombas devem ser acionadas por motor elétrico ou a explosão;

c) No caso de bombas e ventiladores com acionamento elétrico, a ligação do motor deve ser
independente das demais ligações, de forma a permitir o desligamento de energia elétrica
das demais instalações da Unidade Consumidora, sem prejuízo do funcionamento do
conjunto motor-bomba e ventiladores de incêndio ou de extração de fumaça;

d) O projetista deve, preferencialmente, atender a especificação do Corpo de Bombeiros,


prevendo um atendimento independente para o sistema de combate a incêndio, partindo
diretamente do próprio transformador da unidade de consumo, ou antes, da proteção geral
da instalação;

e) A CEMAR/CELPA, no entanto, pode considerar a instalação exclusiva para prevenção e


combate a incêndio, como sendo outra unidade consumidora e, como tal, deve obedecer às
suas Normas de Fornecimento.

6.16 Exigências relativas a materiais e equipamentos

Os materiais e equipamentos devem ser conforme especificações da CEMAR/CELPA


(divulgadas no site) e na ausência dessas de acordo com a norma ABNT vigente e ter
características de acordo com a TABELA 20 – ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS
E EQUIPAMENTOS, e com os subitens a seguir:

6.16.1 Transformadores

a) Transformador de subestação instalada em edificação industrial


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Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante da edificação


industrial, será permitido somente o emprego de transformadores com líquidos isolantes
não inflamáveis ou de transformadores a seco.

b) Transformador de subestação instalada em edificação residencial e/ou comercial

Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante da edificação


residencial e/ou comercial, será permitido somente o emprego de transformadores a
seco.

Para transformadores à seco em subestações instaladas no primeiro piso/andar em


edificações comerciais, com indisponibilidade de local apropriado para instalação dos
equipamentos no nível térreo, desde que haja viabilidade técnica e o projeto seja
devidamente aprovado pela CEMAR/CELPA, são válidos os critérios estabelecidos no
6.8.2 Subestações Abrigadas (Cabines) item v desta norma.

c) Dimensionamento do transformador

• Para demanda calculada de até 500 kVA, efetuada conforme ANEXO I – CÁLCULO
DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA, pode ser aplicada a TABELA 4
– DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES,
arredondando-se a demanda calculada para a unidade imediatamente superior;

• Para demanda calculada acima de 500 kVA, a capacidade do transformador a ser


instalado deve estar próxima da demanda calculada ou ligeiramente superior,
recomendando-se não ultrapassar em 20% a demanda prevista.

d) Paralelismo de transformadores

É admitido o paralelismo de transformadores desde que observadas as seguintes


condições:

• Os transformadores devem ter a mesma relação de transformação;

• Os transformadores devem possuir o mesmo grupo de defasamento;

• Os transformadores devem possuir impedância percentual (ou tensão de curto-


circuito), a mais próxima possível, sendo que a relação entre o maior e o menor valor
não deve exceder a 1,075;

• Os transformadores devem possuir relação entre resistência ôhmica e reatância


série, a mais próxima possível.

Se um sistema opera em uma determinada condição de carga e posteriormente é


estudada a possibilidade de uma ampliação, com o acréscimo de transformadores em
paralelo, deve ser verificado se os equipamentos, cabos, barramentos, etc., estão
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dimensionados para este aumento de potência e para suportar as novas condições de


curto-circuito.

6.16.2 Disjuntores

Nos casos em que a subestação de transformação for parte integrante de edificação industrial
ou residencial e/ou comercial, será permitido somente o emprego de disjuntores com isolação
a vácuo ou a gás SF6.

6.16.3 Equipamentos de Medição

Os equipamentos destinados à medição para fins de faturamento serão fornecidos pela


CEMAR/CELPA. Caberá ao Consumidor preparar o local de instalação dos mesmos,
conforme especificado nos padrões construtivos estabelecidos pela CEMAR/CELPA.

6.16.4 Barramentos

a) O barramento de Média Tensão das subestações abrigadas é dimensionado conforme a


TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES
ABRIGADAS;

b) O barramento de média tensão das subestações abrigadas pode ser constituído de cobre
nú ou alumínio, nas formas de vergalhão, fio, tubo ou barra retangular, não sendo
admitido o uso de cabos;

c) Os condutores devem ser contínuos, sem emendas e ter comprimento suficiente, de


modo a permitir sua conexão aos equipamentos de medição e proteção. O condutor
neutro deve ser perfeitamente identificado, sendo que no caso de identificação pela cor,
esta deve ser azul claro;

d) O padrão de cores adotado pela CEMAR/CELPA para pintura de barramento é o mesmo


determinado pela NBR 14039:

• Fase A: vermelha;
• Fase B: branca;
• Fase C: marrom.

e) Em subestações ao tempo em solo é admitido o emprego de barramentos, em cabos de


cobre ou alumínio, devidamente tracionados com isoladores de disco e de pino;

f) Em subestações ao tempo em poste é admitido o emprego de barramentos, em cabos de


cobre , devidamente tracionados com isoladores de disco;

g) Todas as emendas, derivações e ligações de equipamentos aos barramentos, devem ser


feitas através de conectores apropriados, não sendo permitido o uso de solda;
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h) Nas subestações, a interligação dos bornes secundários do transformador ao quadro de


medição, deve ser feita com cabos isolados para 1000 V, conforme a TABELA 3 –
DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO. Os cabos devem ser
protegidos por eletrodutos metálicos;

i) A TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO deve ser


aplicada para a demanda ou a capacidade nominal do transformador, adotando-se o
maior valor;

j) Dentro da caixa de proteção dos TC’s é obrigatório o uso de cabos isolados, para permitir
a ligação dos transformadores de corrente.

6.16.5 Materiais

Os materiais empregados na construção destas instalações elétricas devem ser de boa


qualidade e recomendamos adquiri-los dos fornecedores homologados pela CEMAR/CELPA.

7 ATENDIMENTO AO CLIENTE

a) Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz) ou estabelecer


contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 2800;

b) Atendimento Corporativo CELPA (Belém, Castanhal, Marabá e Santarém) ou estabelecer


contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone 0800 280 3216;

c) O Consumidor, ou Representante Legal, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento


Corporativo CEMAR/CELPA, para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial,
técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia
elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização da
Unidade Consumidora, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto,
discriminação da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar;

d) Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média


tensão, o Consumidor ou Representante Legal deve estar portando os documentos
necessários para cada tipo de solicitação;

e) Na fase de análise subseqüente, sob a coordenação do órgão responsável pelo


Atendimento Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os
demais órgãos envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo;

f) Cabe à CEMAR/CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto


ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de
materiais e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será
procedida a fiscalização da obra antes do recebimento.
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7.1 Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica

O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para todas as unidades consumidoras que
pretendem instalar transformadores particulares, em qualquer faixa de potência, em sistema
isolado ou interligado, para atendimento em rede de média tensão (MT). Deve ser solicitado
pelo proprietário ou representante legal, visando obter informações e a disponibilidade de
atendimento técnico à ligação solicitada, quando tratar-se de ligações novas ou aumento de
carga. No estudo de viabilidade técnica serão detectadas as reais necessidades de
atendimento da unidade consumidora e informado à mesma.

Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à


CEMAR/CELPA Anteprojeto, em uma (01) via, contendo os seguintes elementos:

a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II – REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO


PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA, para ligação provisória, nova ligação ou
aumento de carga;

b) Planta da situação conforme DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO,


contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via
pública, rodovias, vias de acesso (paralelas e transversais), áreas de passeios e acidentes
geográficos, cotas de distâncias, indicação da rede elétrica próxima e localização do posto
de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da
CEMAR/CELPA mais próxima, preferencialmente com indicação das respectivas
coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22 para CELPA e UTM-Fuso 23 para
CEMAR), indicação do norte geográfico, identificação do poste CEMAR mais próximo à
entrada de serviço desejada (informar número do mesmo) e localização dos postes a serem
implantados.

Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de


entrega pretendido, incluindo:

c) Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências


nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada;

d) Razão social ou Nome completo do cliente, RG, CPF, se pessoa jurídica CNPJ e contrato
social, última alteração cadastral, se houver sócios, RG e CPF dos sócios.

NOTAS:
21. É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se
tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa
tensão (BT), no mesmo endereço do posto de transformação;
22. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas, previstas,
forem escalonadas, deverão ser apresentados, à parte, os respectivos
cronogramas contemplando, no mínimo, os primeiros 12 (doze) meses;
Elaborado em: Página:
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23. Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0,92;


24. A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do
atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica;
25. Após receber a “Carta Resposta ao Parecer de Acesso”, o cliente estará
elegível a solicitar a análise do projeto elétrico desejada e solicitar à área de
Atendimento Corporativo a assinatura de contrato onde o consumidor vai
escolher suas condições de fornecimento, através de carta, juntamente com
o ANEXO VII – FORMULÁRIO PARA OPÇÃO DE FATURAMENTO E
CADASTRO, esta nota aplica-se somente a CELPA;

7.2 Projeto

7.2.1 Generalidades

A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as
regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, deve ser assinado por responsável técnico
legalmente habilitado, ou seja, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia – CREA e ter registro ativo.

O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N°10 - Segurança
em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10), conforme itens abaixo:

a) Medidas de controle;

b) Segurança em projetos;

c) Segurança na construção, montagem, operação e manutenção;

d) Segurança em instalações elétricas desenergizadas;

e) Segurança em instalações elétricas energizadas;

f) Trabalhos envolvendo alta tensão (AT);

g) Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores;

h) Proteção contra incêndio e explosão;

i) Sinalização de segurança;

j) Procedimentos de trabalho;

k) Situação de Emergência.

O projetos elétricos de unidades consumidoras atendidas em tensão de fornecimento de 15 e


36,2 kV, devem ser submetidos a análise e aprovação por parte da CEMAR/CELPA,
independente se a construção for executada ou não pela CEMAR/CELPA.
Elaborado em: Página:
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7.2.2 Apresentação do projeto

7.2.2.1 Considerações Gerais

a) É obrigatória, tanto para projeto de extensão de rede como para projeto de subestação,
a apresentação de fotografias coloridas, no mínimo 2 (duas) em ângulos/perspectivas
diferentes, mostrando o local onde a futura extensão de rede vai passar ou onde a
subestação será construída;

b) As fotos em referência deverão ser apresentadas impressas coloridas, como parte


integrante do Projeto Elétrico;

c) Os desenhos de plantas, cortes, detalhes e vistas devem ser apresentados em


AUTOCAD 2004, em formato mínimo A2, com impressão legível, permitindo fácil
visualização e entendimento na análise dos mesmos.

7.2.2.2 Projeto da Extensão da Rede Interna

O Consumidor deverá apresentar à CEMAR/CELPA os seguintes itens:

a) Projeto de Extensão da Rede, em 01 (uma) via em meio eletrônico (CD) e 02 (duas)


vias impressas (com excessão dos documentos em formato A4, que devem ser
apresentados em apenas uma via impressa), contendo:

I) Memorial Descritivo, em formato A4;

II) Planta da situação (Vide DESENHO 1 – EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO);

Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o


ponto de entrega pretendido, incluindo:

- Nome das ruas adjacentes;

- Ponto de referência significativo;

- Identificação do Poste CEMAR/CELPA mais próximo à entrada de serviço


desejada (informar número do mesmo).

III) Projeto Planialtimétrico;

IV) Lista de Materiais (especificação e quantificação de todos os materiais necessários


à execução do projeto), em formato A4;

b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente ao Projeto;

c) Termo de Autorização de Passagem, quando aplicável;

d) Licença Ambiental, quando aplicável;

e) Fotografias, segundo o item 7.2.2.1.


Elaborado em: Página:
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7.2.2.3 Projeto da Subestação

Nota:
26. Antes da elaboração do projeto, o projetista precisará consultar a
CEMAR/CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito
monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do
alimentador que suprirá o Consumidor para dimensionamento e cálculos dos
ajustes de proteção;

Para ligação nova ou aumento de carga, o consumidor deverá apresentar à


CEMAR/CELPA:

a) Carta Resposta ao Parecer de Acesso, encaminhada pela concessionária, uma (01)


via;

b) Carta de Apresentação do Projeto (ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DO


PROJETO), em duas (02) vias, devidamente assinadas pelo Responsável Técnico ou
Proprietário, ou algum representante legal;

c) Projeto da Subestação, em 01 (uma) via em meio eletrônico (CD) e 02 (duas) vias


impressas (com excessão dos documentos em formato A4 que devem ser
apresentados em apenas uma via), contendo:

I) Memorial Descritivo (ANEXO IV – MODELO DE MEMORIAL TÉCNICO


DESCRITIVO DE SUBESTAÇÃO TRANSFORMADORA), em formato A4;

II) Memorial de Cálculo, em formato A4;

III) Projeto, contendo plantas, cortes e detalhes com vistas frontal, lateral, superior,
diagrama unifilar geral, quadro de cargas e legenda (simbologia), conforme
descrição abaixo:

• Diagrama Unifilar

Deverão constar todos os equipamentos, dispositivos e materiais essenciais,


desde o ponto de ligação até a proteção geral de baixa tensão, contendo os seus
valores elétricos nominais, faixas de ajuste e ponto de regulação. Caso exista
geração própria, indicar o ponto de reversão com a instalação ligada à rede de
suprimento da CEMAR/CELPA, detalhando o sistema de reversão adotado.

• Diagramas Funcionais (para instalação com disjuntor de média tensão)

• Quadro de Cargas

• Arranjo Físico das estruturas e equipamentos:


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- Planta da entrada de serviço ou linhas: (tipo de estruturas e poste, condutor,


tensão, proteção, etc);

- Planta de situação em escala mínima 1:100, contendo a posição exata dos


pontos do poste existente (derivação) e/ou a instalar até o Posto de
Transformação e/ou Cabine Primaria, preferencialmente com indicação das
respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22 para CELPA e
UTM-Fuso 23 para CEMAR), delimitando a propriedade com terreno de
terceiros e a via pública;

- Plantas da subestação com cortes na escala 1:50 ou 1:25, contendo:

 Posto de medição, indicando a posição do quadro de medição;

 Posto de proteção e seccionamento;

 Posto de transformação;

 Barramento primário e secundário principal;

 Indicação da seção e do tipo de isolamento dos condutores;

 Detalhes das aberturas da ventilação;

 Planta detalhada da malha de terra.

d) Lista de material (especificação e quantificação de todos os materiais necessários à


execução do projeto), em formato A4;

e) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente ao Projeto,


uma (01) via;

f) Autorizações e licenças previstas, uma (01) via:

I) Se na Unidade Consumidora houver irrigação, deve ser apresentado documento de


outorga de água;

II) Se a atividade for considerada poluente, deve ser apresentado documento do


Órgão de Recursos Ambientais;

III) Se a atividade implicar em desmatamento, deve ser apresentada autorização do


IBAMA ou órgão estadual equivalente.

g) Apresentar Termo de Utilização de Grupo Gerador, quando aplicável.

7.2.2.4 Projeto para Aumento de Carga

O consumidor deverá apresentar à CEMAR/CELPA os seguintes itens:

a) Apresentar Solicitação de Aumento de Carga conforme ANEXO II – REQUERIMENTO


DE SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA;
Elaborado em: Página:
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b) Apresentar Documentos conforme o caso:

I) Caso exista modificação na subestação:

O Consumidor deve apresentar documentos conforme itens 7.1.1 Obtenção de


Estudo de Viabilidade Técnica e 7.2.2.3 Projeto da Subestação.

II) Caso não exista modificação na subestação:

O Consumidor deve apresentar documentos conforme item 7.1 Obtenção de Estudo


de Viabilidade Técnica.

Nota:
27. A planta de situação deverá contemplar tanto o(s) posto(s) de transformação
e/ou Cabine(s) primária(s) a ser(em) retirada(s) quanto a ser(em) instalada(s);

7.2.3 Análise do Projeto

a) Só serão analisados os projetos em que todas as cópias estejam assinadas pelo


proprietário, e pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA;

b) Para aprovação pela CEMAR/CELPA o projeto deve, obrigatoriamente, estar de acordo


com as normas e padrões da mesma, com as normas da ABNT e com as normas
expedidas pelos órgãos oficiais competentes;

c) Uma vez aprovado o projeto, a CEMAR/CELPA através do Atendimento Corporativo


informará ao cliente sobre a aprovação do mesmo e como proceder;

d) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado, somente pode ser feita através do
responsável pelo mesmo, mediante consulta à CEMAR/CELPA;

Nota:
28. Após aprovação do projeto e execução das obras, o responsável pelo
empreendimento deverá formalizar a solicitação de ligação junto à
CEMAR/CELPA. A partir desta data serão contados os prazos segundo a
legislação vigente;

e) A CEMAR/CELPA dará um prazo de, no máximo, 12 meses a partir da data de aprovação


do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize a solicitação de
ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento.
Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito.

7.2.4 Responsabilidades

Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente


habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve
ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo,
Elaborado em: Página:
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todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu


registro no CREA.

7.2.5 Execução do Projeto

a) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente


sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR/CELPA;

b) Caso a aquisição e a execução da instalação se antecipem à aceitação do projeto


elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas decorrentes de
eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de equipamentos;

c) Se durante a execução das obras houver necessidade de modificações no projeto elétrico


já aprovado pela CEMAR/CELPA, o cliente deverá informar a necessidade de
modificações e apresentar projeto complementar, encaminhando à CEMAR/CELPA as
pranchas modificadas, em duas (02) vias para análise e aprovação. O cliente após
submeter as modificações deverá aguardar o parecer (favorável ou não as modificações)
da CEMAR/CELPA para poder dar continuidade às obras.

7.3 Solicitação de Fornecimento

7.3.1 Generalidades

a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias


mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

• A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR/CELPA


com as instalações elétricas do cliente;

• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de


proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e
os dispositivos de proteção;

• 02 (duas) fotos do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura


da qual faz parte e a outra próxima;

Notas:
29. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico
(corporativo@cemar-ma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos
anexados;
30. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as
fotos deverão ser impressas, coloridas como anexo da solicitação;
Elaborado em: Página:
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b) A ligação de uma Unidade Consumidora ao sistema da CEMAR/CELPA, quando viável,


processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo interessado, sucessivamente,
todas as providências relatadas nos itens anteriores;

c) À CEMAR/CELPA se reserva ao direito de recusar-se a proceder à ligação da unidade


consumidora caso haja discordância entre a execução das instalações e o projeto outrora
aprovado;

d) Cabe à CEMAR/CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser


explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação da
Unidade Consumidora até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado.

7.3.2 Solicitação de Vistoria e Ligação

O consumidor deverá apresentar à CEMAR/CELPA os seguintes itens:

a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO V – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE


VISTORIA E LIGAÇÃO;

b) Carta que manifeste o pedido da demanda a ser contratada junto a CEMAR e opção
tarifária (convencional, horossazonal azul ou verde) conforme ANEXO V – MODELO DE
SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO.

c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução


da Obra;

d) Apresentação de fotografias, conforme item 7.3.1;

e) Informações Adicionais:

I) Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente;

II) Nº CNPJ ou CPF;

III) Endereço completo da Unidade Consumidora e do cliente;

IV) Atividade desenvolvida pela Unidade Consumidora;

V) Local onde está o ponto de conexão entre o sistema elétrico da CEMAR/CELPA e a


rede de responsabilidade do cliente;

VI) Contrato Social, se pessoa jurídica;

VII) Última alteração cadastral;

VIII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s);

IX) Cópia da Carta de liberação do Projeto;


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 48 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

X) Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se


houver);

XI) Notas fiscais de todos os materiais e equipamentos utilizados na obra;

XII) Relatórios de ensaios de transformadores, conforme ANEXO VI – LAUDO DE


ENSAIO DE TRANSFORMADORES.

Nota:
31. O fornecimento somente será efetuado após aprovação da solicitação de
fornecimento;

7.4 Solicitação de Fornecimento Provisório

7.4.1 Generalidades

a) O projeto e documentos obrigatórios para a ligação são os mesmos dos itens 7.1
Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica e 7.2 Projeto;

b) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias


mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que
segue:

• A foto do ponto de entrega, ou seja conexão do sistema elétrico da CEMAR/CELPA


com as instalações elétricas do cliente;

• 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, com ênfase
para a unidade de transformação e os dispositivos de proteção;

• 02 (duas) fotos do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura


da qual faz parte e a outra próxima;

As fotos deverão ser impressas coloridas como anexo da solicitação.

Nota:
32. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico
(corporativo@cemar-ma.com.br) as fotos deverão fazer parte dos arquivos
anexados;
33. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as
fotos deverão ser impressas coloridas como anexo da solicitação;

c) A CEMAR/CELPA poderá considerar como fornecimento provisório o que se destinar ao


atendimento de eventos temporários, tais como: festividades, circos, parques de
diversões, exposições, obras ou similares, estando o atendimento condicionado à
disponibilidade de energia elétrica;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 49 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

d) Correrão por conta do consumidor as despesas com instalação e retirada de rede e


ramais de caráter provisório, bem como as relativas aos respectivos serviços de ligação e
desligamento, podendo a CEMAR/CELPA exigir, a título de garantia, o pagamento
antecipado desses serviços e do consumo de energia elétrica e/ou da demanda de
potência prevista, em até 3 (três) ciclos completos de faturamento;

e) Serão considerados como despesas os custos dos materiais aplicados e não


reaproveitáveis, bem como os demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação,
retirada, ligação e transporte.

7.4.2 Ligações de Canteiros de Obras

a) O projeto e documentos obrigatórios para a ligação são os mesmos dos itens 7.1
Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica e 7.2 Projeto;

b) Mesmo sendo uma ligação provisória, o Consumidor deve prever o inicio das construções
e se ater aos prazos citados no item 7.5 Prazos para a energização do canteiro;

c) A participação financeira do consumidor em obras na rede da CEMAR/CELPA


necessárias para sua ligação obedecerá a legislação em vigor e a prática de atendimento
de mercado da área de concessão.

7.4.3 Ligações de Circos, Parques de Diversões e Similares

a) A CEMAR/CELPA pode fazer este tipo de ligação provisória em média tensão, desde que
as condições apresentadas sejam as estipuladas no item 6.3 - Limites de Fornecimento;

Nota:
34. Caso as condições não se enquadrem no disposto no item 6.3 - Limites de
Fornecimento, deve ser obedecida a norma da CEMAR/CELPA específica
para fornecimento de energia elétrica em baixa tensão (NT.31.001 -
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO), em sua
última revisão, e o pagamento dos serviços necessários na rede da
CEMAR/CELPA deve obedecer às normas e procedimentos comerciais em
vigor para ligações provisórias em baixa tensão;

b) Caso o interessado possua subestação móvel, deve ser apresentado para liberação da
ligação, projeto assinado por engenheiro eletricista, havendo, ainda, uma vistoria antes
da ligação;

c) Os prazos para vistoria e ligação serão conforme item 7.5 Prazos.

7.5 Prazos

Os prazos estabelecidos pela CEMAR/CELPA para cada item abaixo são regidos pela
regulamentação estabelecida pela ANEEL.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 50 de 130

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7.5.1 Estudos, orçamentos e projetos

A CEMAR/CELPA terá o prazo de 30 (trinta) dias, contados a partir da data da solicitação de


fornecimento, de aumento de carga ou de alteração da tensão de fornecimento, para elaborar
os estudos, orçamentos, projetos e informar ao interessado, por escrito, as obras de
distribuição necessárias, prazos de início e término das obras, bem como a eventual
necessidade de participação financeira (Art. 32º da REN. Nº 414 da ANEEL).

7.5.2 Prazo de validade

• Estudo de Viabilidade Técnica: 3 meses;

• Projeto da Rede: 12 meses;

• Projeto da Subestação: 12 meses.

7.5.3 Opção do consumidor em executar a obra

Após a entrega do orçamento o interessado deverá optar, no prazo máximo de 30 dias, entre
executar a obra ou pagar à CEMAR a execução. Neste caso com base no orçamento
apresentado (Art. 33º da REN. Nº 414 da ANEEL).

7.5.4 Execução da obra

a) CEMAR/CELPA

Satisfeitas, pelo interessado, as condições estabelecidas na legislação e normas


aplicáveis, a CEMAR/CELPA terá o prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias para
iniciar as obras (Art. 34º da REN. Nº 414 da ANEEL).

b) TERCEIRO

Sempre que o interessado optar pela execução da obra por terceiro, a CEMAR/CELPA -
no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados da data do exercício da opção do Cliente
- deverá disponibilizar as normas, os padrões técnicos, as especificações técnicas de
materiais e equipamentos, os requisitos de segurança e proteção, bem como orientar
quanto ao cumprimento de exigências obrigatórias e alertar que será procedida
fiscalização antes do recebimento das instalações e que eventual inconformidade entre o
projeto e a obra implicará o não recebimento das instalações e a recusa da conexão da
unidade consumidora até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto
aprovado. (Art. 37º da REN. Nº 414 da ANEEL).

7.5.5 Vistoria

A vistoria de Unidade Consumidora será efetuada no prazo de 3 (três) dias úteis na área
urbana e 5 (cinco) dias úteis na área rural, contados da data da solicitação de
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 51 de 130

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fornecimento ou do pedido de nova vistoria, ressalvados os casos de aprovação de


projeto. (Art. 30º REN. da Nº 414 da ANEEL).

7.5.6 Ligação de Unidade Consumidora

• 7 dias úteis - Grupo A, Área Urbana ou Rural, contados da data da aprovação das
instalações.

7.6 Casos Omissos

Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais
exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da
CEMAR/CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às
condições técnicas exigidas pela mesma.

Os casos omissos ou excepcionais deverão ser analisados pela Gerência de Normas e


Padrões, conjuntamente com as áreas de análise de projetos.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
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8 ANEXOS

ANEXO I – CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA

1 ROTEIRO DE CÁLCULO

1.1 Prestação de Serviços

Estão incluídas neste item as instalações destinadas ao ramo de prestação de serviço, tais
como: Hotéis, Hospitais, Poderes Públicos, etc.

A demanda estimada pode ser calculada pela fórmula abaixo:

Dt = Da + Db + Dc + Dd + De
Onde:

D = carga instalada x fator de demanda

Dt = Demanda total calculada da instalação em kVA;

Da = Demanda referente a tomadas e iluminação.

• Carga instalada de acordo com o interessado, devendo separar as cargas de


tomada e iluminação.
• Fator de demanda para tomadas e iluminação.
• Fator de potência para iluminação.
• Projeto com iluminação incandescente igual a 1.
• Projeto com iluminação a lâmpada fluorescente, neon, vapor de sódio ou mercúrio,
sem compensação do fator de potência, igual a 0,50.
• Projeto com iluminação a lâmpada fluorescente, néon, vapor de sódio ou mercúrio,
com compensação do fator de potência igual a 0,92.
• Fator de potência para tomadas igual a 1.

Db = Demanda de equipamentos de utilização específica.

• Carga instalada conforme declarada pelo interessado devendo separar por tipo de
aparelho.

• Fator de demanda: conforme a TABELA 8 – FATOR DE DEMANDA DE


EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA.

• Fator de potência igual a 1.

Nota:
35. No caso de edificações contendo vestiários, deve ser considerado fator de
demanda de 100% para as cargas de chuveiros, torneiras, aquecedores, etc,
instalados nos mesmo. Para os aparelhos instalados internamente à
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 53 de 130

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edificação, considerar os fatores de demanda da TABELA 8 – FATOR DE


DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA.

Dc = Demanda referente a condicionador de ar tipo split.

Dd = Demanda referente a motores elétricos e máquinas de solda.

• Carga instalada: Potência de placa do fabricante (cv ou hp) e conversão para kW ou


kVA, conforme a TABELA 6 – MOTORES MONOFÁSICOS e TABELA 7 –
MOTORES TRIFÁSICOS;

• Fator de demanda conforme a TABELA 11 – FATOR DE DEMANDA DE


MOTORES.

De = demanda referente a equipamentos especiais.

• Carga instalada: potência de placa do fabricante.

• Fator de demanda conforme a TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE


EQUIPAMENTOS ESPECIAIS.

• Fator de potência considerar igual a 0,5.

1.2 Indústrias

Neste item estão incluídas as indústrias de transformação, tais como Metalurgia, Mecânica,
Têxtil, e outras.

A demanda estimada é dada pela fórmula abaixo:

P = CIxFD
Onde:

P = Demanda estimada em kW;

CI = Somatória da carga instalada em kW;

FD = Fator de demanda.

A TABELA 9 – FATORES DE DEMANDA POR ATIVIDADE, relaciona os fatores de


demanda típicos para diversos tipos de atividade. No entanto, os responsáveis pelo projeto
elétrico devem adotar o valor do FD aplicável a cada caso particular, ficando esta adoção
sob sua inteira responsabilidade.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 54 de 130

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ANEXO II – REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA

SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA

Solicitação Nº: _________________________

( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada


Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG:

Nome ou razão social do solicitante: E-mail: Telefone / Fax:

Endereço para resposta:

CEP: Município: Estado:

DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO


Endereço completo: Unidade Consumidora (UC):
CEP: Município: Localidade / Bairro:

Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Rural
Atividade a ser desenvolvida ou
existente: ( ) Residencial ( ) comercial ( ) Industrial ( ) Poder Público ( ) Serviço Público
Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: do posto de transformação:

Tensão do Transformador: Primaria: Secundaria: Carga total instalada (kW):

Potência total em transformador (es)


(kVA): - em ligação nova: - a ser aumentada: - a ser reduzida:
Demanda prevista (kW): - em ligação nova: - a ser aumentada: - a ser reduzida:
Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Previsão de ligação da carga (mês/ano):
Informações adicionais:

OBS: Anexar a esta solicitação:


1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias, vias de
acesso, acidentes geográficos, etc; representação e indicação de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências;
indicação do norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de
derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-
Fuso 22 para CELPA). Utilizar papel A4 e escala adequada.
2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais, que correspondam ao total de carga
declarada a ser instalada.
3 Caso o solicitante não seja o interessado, representante legal, ou titular do posto de transformação, deverá apresentar procuração
para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo, de forma clara e específica, os poderes e o prazo de vigência, necessitando,
obrigatoriamente, que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório.
NOTAS:
4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já
existir ligação em baixa tensão (BT), no mesmo endereço do posto de transformação;
5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas, previstas, forem escalonadas, deverão ser apresentados, à parte, os
respectivos cronogramas contemplando, no mínimo, os primeiros 12(doze) meses;
6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica;
7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico, apresentado juntamente com esta solicitação;
8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0,92;
9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica;

_______________________________________________________________
Nome legível do interessado ou solicitante
RG/CPF:
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 55 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

ANEXO III – CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO

À
CEMAR/CELPA
Solicitação Nº__________________

__________________________________________________ vem pelo presente solicitar de V.Sa. a


aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade, situada
à __________________________________________________________, número _________,
bairro ___________________________________ no Município de _________________________
conforme consulta feita a CEMAR/CELPA, registrada sob o nº da solicitação informado.

( ) Rede de distribuição urbana.

( ) Rede de distribuição rural.

( ) Subestação de _________ kVA.

( ) Cabine de medição primária.

( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras.

___________________, _____ de ______________ de __________.

_________________________________________________
Assinatura do Proprietário ou Representante Legal

Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as
Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR/CELPA.

IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO

Nome:

Endereço:

CREA: Fone: ( )

E-mail:

_________________________________________________
Assinatura do Engenheiro
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 56 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

ANEXO IV – MODELO DE MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO SUBESTAÇÃO


TRANSFORMADORA

1. OBJETIVO:

O presente memorial é parte integrante do projeto e tem como objetivos básicos:

- Complementar os dados e/ou dar mais informações dos desenhos.


- Descrever as características principais dos serviços a serem executados.
- Fixar normas e orientações básicas na execução dos serviços.

2. DADOS DA INSTALAÇÃO:

Subestação transformadora trifásica (ou monofásica) de ............KVA, que atenderá a carga


total de ......... kW da unidade consumidora nº .............. de propriedade do (a) Sr.(Sra.)
......................................................................., endereço .........................................................., nº
........, Bairro ................................, município ..............................., MA.

São referenciadas as normas brasileiras (ABNT - NBR’S 5356 e 5410) e a normas técnicas
NT.15.002 - Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 à 36,2 kV) e NT.15.001 –
Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão da CEMAR/CELPA.

3. CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO:

O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de .............. (CA ou AWG) até os
isoladores da cruzeta de concreto .......x........x.........mm. O(s) condutor(es) do ramal de entrada,
será(ão) conectado(s) pára-raio(s) (um para cada fase) e chave(s) fusível(is) (uma para cada
fase) através de fio de cobre nú de 16mm² e destas até o transformador particular também em
fio de cobre nu de 16mm², instalados no mesmo poste de ......./....... daN, da subestação,
conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA.

O transformador de ............KVA, será instalado no poste acima especificado. A medição será


montada em ..........................., conforme padrão da CEMAR/CELPA, e na mesma serão
embutidas ....... (........) caixas, a saber:

- Caixa Padrão, Tipo CM-......., com as dimensões: ......x......x......mm ou CMI-COMPACTA


para medições às claras;
- Caixa Proteção dos TC`s, Tipo CTC-....., com as dimensões: ......x......x......mm. (especificar
somente quando o Padrão de Medição for com o emprego de TC’s)

4. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS:

- Potência do transformador: ......KVA


- Tensão Primária: .........KV;
- Ligação em Delta - Estrela aterrado;
- Neutro acessível;
- Tensão no secundário do transformador: ......./.........V;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 57 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

- Medição: (indireta em baixa tensão/direta em média tensão);


- Freqüência: 60Hz;

5. PROTEÇÕES:

5.1 . Pára-raios:

Os pára-raios deverão possuir as seguintes características:

- Capacidade de interrupção:.......kA
- Classe de tensão:...........KV
- Tensão nominal:.............KV

5.2 . Proteção em Média Tensão:

As chaves fusíveis, de acordo com os dados de curto circuito colhidos junto à


CEMAR/CELPA, deverão possuir as seguintes características:

- Corrente nominal de .....A;


- Capacidade de interrupção de ......kA;
- Nível básico de isolamento de ......KV;
- Elo fusível de.........

O disjuntor de média tensão e o relé relacionado, de acordo com os dados de curto circuito
colhidos junto à CEMAR/CELPA, deverão possuir as seguintes características:

- Tempo de atuação
- Coordenação com a proteção a jusante
- etc

5.3 . Proteção geral de BT:

Para a proteção geral de BT, será usado um (a).................................................A, com


..................................................A.

6. CONDUTORES:

Os condutores a serem usados serão os seguintes:

- .........#......AWG-CA para o ramal de AT;


- .......mm² cobre nu, do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis e dessas ao
transformador;
- .......#.....(.....)mm²-..........., da saída do transformador até os medidores e destes a
proteção geral de BT.

7. TUBULAÇÃO:

O ramal do eletroduto de entrada e saída será de ferro galvanizado de......” com curva de
ferro galvanizada de ......” de 135º. A caixa de proteção do medidor e dos TC’S serão
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 58 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

aterradas através de fio de cobre nu de ..........mm2 que será protegido por eletroduto de PVC
de .......’’.

8. DISTRIBUIÇÃO DE FORÇA E LUZ:

Da saída da bucha secundária do transformador sairão três cabos por fase com
bitolas.......................... e um cabo neutro com bitola de ................ que passarão pela caixa de
proteção dos TC´s e desde até a caixa de proteção geral de BT.

Da caixa de proteção geral de BT, sairá a alimentação subterrânea ou aérea para os quadros
de distribuição, com os condutores de ....x.....#.....(......)mm² - ......... ou ........kV em eletroduto
de ......” envelopado em concreto.

9. ATERRAMENTO:

Conforme orientações contidas no interior da norma.

10. CARGA INSTALADA / DEMONSTRATIVO DE DEMANDA CALCULADA:

- Motores: ..............................................................
- Ar Condicionado: ................................................
- Iluminação: ..........................................................
- Tomadas: ............................................................
- TOTAL DA CARGA DEMANDADA: .............KW
- TOTAL DA CARGA DEMANDADA: .............KVA

11. FATOR DE POTÊNCIA: foi considerado o fator de potência de 0.92.

12. RAMO DE ATIVIDADE: O ramo de atividades será comercial. Ex.: madeireira.

Nota: Antes da elaboração do projeto, o projetista precisará consultar a CEMAR/CELPA


para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os
ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá o Consumidor para
dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção.

OBSERVAÇÃO:

A autoria deste projeto elétrico será anulada parcial ou totalmente em caso, de no momento de
sua execução, ocorrer:
• Não cumprimento do estabelecido nas especificações, critérios e procedimentos contidos
no projeto.
• Alteração que ocorram sem o conhecimento prévio do projetista e/ou da CEMAR/CELPA.
___________, ______ de _______________ de _______.

_______________________________________________

Assinatura do profissional
CREA
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 59 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

ANEXO V – MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO

À
CEMAR/CELPA
Nº Unidade Consumidora _____________
Projeto Aprovado CRM _______________
PEDIDO DE LIGAÇÃO NOVA

Solicito à CEMAR/CELPA a vistoria e posterior ligação das instalações elétricas para fornecimento de energia
elétrica em ( )13,8kV ou ( )34,5kV, para unidade consumidora conforme identificada nos dados abaixo, que
inclusive devem ser utilizadas para elaboração do Contrato de Fornecimento de Energia do grupo A ou Optante pelo
Faturamento Grupo B.
DATA PREVISTA PARA ENTRADA EM OPERAÇÃO DAS CARGAS:_____/_____/______

DADOS DA EMPRESA

RAZÃO SOCIAL: ____________________________________________________________________________


NOME FANTASIA: __________________________________________________________________________
ENDEREÇO: _______________________________________________________________________________
CEP: _____________ BAIRRO:____________________ MUNICÍPIO: ________________________ UF:_______
CNPJ: _____________________________________________
E-MAIL: ___________________________________________
CONTATO COMERCIAL: __________________________ FONE: _______________ CEL: __________________
CONTATO TÉCNICO: _____________________________ FONE: _______________ CEL: _________________

DADOS DO REPRESENTANTE LEGAL

NOME: ____________________________________________________________________________________
CARGO: _________________________________________ TEL CELULAR: ( ___ ) ______________________
CPF: ___________________________ RG: ________________TEL COMERCIAL: ( ___ ) __________________

MODALIDADE TARIFÁRIA: CLASSE TARIFÁRIA:

Optante pelo Grupo B Com., Serv. Outras Ativid. Poder Publico

Convencional Industrial Iluminação Publica

Horossazonal Verde Rural Residencial

Horossazonal Azul Rural - Irrigação/Aqüicultura Consumo Próprio

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

DEMANDA CONTRATADA: FORA DE PONTA / ÚNICA _____________kW PONTA _____________kW


CARGA INSTALADA: ________________ kW POTÊNCIA DA SUBESTAÇÃO: _____________kVA
ENDEREÇO DA SUBESTAÇÃO: ________________________________________________________________
MUNICÍPIO DA SUBESTAÇÃO: _________________________________________________________________

Estou ciente que recebi da CEMAR/CELPA o documento denominado “Orientações Básicas para Clientes Grupo A”
(em 11 páginas), contendo as instruções conforme determina os Artigos 4º e 5º da Resolução ANEEL 414/2010,
sobre as opções disponíveis para faturamento, quanto a melhor opção dentre as modalidades tarifárias, bem como,
outras instruções adicionais.

_________________________, ____/____/_______ ___________________________________


Local e data Assinatura do Representante Legal

Nota: Documentos Exigidos: 1(uma) Cópia Autenticada do CNPJ, Contrato Social e Aditivo da Empresa,
CPF e RG do (a) Representante Legal da Empresa, última fatura de energia paga (se houver), Registro
do Imóvel e Contrato de Locação (se locado), ART de execução do projeto da subestação elétrica.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 60 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

ANEXO VI – LAUDO DE ENSAIO DE TRANSFORMADORES

Devem constar no laudo, emitido por fabricante cadastrado na CEMAR/CELPA ou por


laboratórios oficiais, incluindo Universidades, no mínimo os seguintes dados:

1. Nome do Fabricante;

2. Nº de série do transformador;

3. Data de fabricação;

4. Potência nominal;

5. Tensões nominais primárias e secundárias;

6. Valores de perdas em vazio e corrente de excitação;

7. Valores de perdas em carga e tensões de curto circuito;

8. Tensão suportável nominal à frequência industrial;

9. Rigidez dielétrica do óleo mineral isolante;

10. Valor da espessura da camada de pintura;

11. Nome legível e assinatura do inspetor.

Nota:
36. Os valores obtidos no laudo deverão estar de acordo com os dados das
TABELA 21 – DERIVAÇÕES E RELAÇÕES DE TENSÕES DE
TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO, TABELA 22 – VALORES
GARANTIDOS DE PERDAS, CORRENTES DE EXCITAÇÃO E TENSÕES DE
CURTO-CIRCUITO PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM TENSÃO
MÁXIMA DE 15 kV, TABELA 23 – VALORES GARANTIDOS DE PERDAS,
CORRENTES DE EXCITAÇÃO E TENSÕES DE CURTO – CIRCUITO PARA
TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM TENSÃO MÁXIMA DE 36,2 kV e
TABELA 24 – VALORES GARANTIDOS DE NÍVEIS DE ISOLAMENTO,
ESPAÇAMENTOS MÍNIMOS E RIGIDEZ DIELÉTRICA DO ÓLEO MINERAL
ISOLANTE;
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ANEXO VII – FORMULÁRIO PARA OPÇÃO DE FATURAMENTO E CADASTRO (CELPA)

FORMULÁRIO PARA OPÇÃO DE FATURAMENTO E CADASTRO

I- INFORMAÇÕES:
1- Unidade Consumidora (UC):
2- Nome/Razão Social:
3- Atividade econômica principal:
Irrigação/Aquicultura: Sim Não
Preenchimento obrigatório e exclusivo para Poder Público:
Dotação Orçamentária:
Natureza da Despesa: Fonte de Recurso:
Nº Proc. Dispensa Licitação: Data Publ Proc. Disp. Licitação:
Valor Estimado do Contrato:
4- Documentos:
CNPJ/CPF (matriz):
IE (Inscrição Estadual):
CNPJ da unidade (se diferente da matriz):
5- Endereço da Sede (matriz):

Bairro: Cidade:
Estado: CEP:
6- Endereço do Fornecimento (unidade):

Bairro: Cidade:
Estado: CEP:
7- Endereço alternativo para entrega da fatura (passível de cobrança pelo serviço):

Bairro: Cidade:
Estado: CEP:
8- Contrato:
Nome:
Cargo:
Fone: ( ) e-mail:
9- Dados Técnicos:
Tensão de Fornecimento (kV):
Potência total em transformadores (kVA):

II- SERVIÇO(S) SOLICITADO(S):


Troca de Titularidade
Ligação Nova
Troca de Padrão (Relocação de Subestação)
Troca ou Substituição de Transformador : Trafo Anterior: kVA / Trafo Novo: kVA
Instalação de Transformador Adicional: Trafo Adicionado: kVA
Migração Tarifária - De: Para:
Grupo B Grupo B
Grupo A Convencional Grupo A Convencional
Horossazonal Verde Horossazonal Verde
Horossazonal Azul Horossazonal Azul
Mercado Livre Mercado Livre
Outros (especificar)
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III- OPÇÃO TARIFÁRIA:


Grupo B Horossazonal Verde
Grupo A Convencional Horossazonal Azul
Mercado Livre (Demanda contratada deve ser maior ou igual a 500 kW, havendo adaptações técnicas e condições regulatórias a serem
observadas): Energia incentivada com 50% TUSD
Energia convencional
IV- DEMANDA A SER CONTRATADA:
Cronograma Grupo A Convencional ou Verde Azul ou Mercado Livre
Início Fim Geral Ponta Fora de Ponta

V- REPRESENTANTES DO CLIENTE HABILITADOS A ASSINAR O CONTRATO:


Nome Completo Cargo CPF/RG
1-
2-
Assumimos a inteira responsabilidade pela veracidade das informações prestadas
Nome:

Local e Data:

Assinatura do cliente:
NOTAS:
(1) Para unidade consumidora com demanda a ser contratada, maior ou igual a 300 kW, deverá ser enquadrada na modalidade tarifária
horossazonal e optar pela tarifa Azul ou Verde;
(2) A menor demanda contratada permitida por legislação é de 30kW.

VI- DOCUMENTOS A SEREM APRESENTADOS PARA ELABORAÇÃO DO CONTRATO (CÓPIAS):


* Cartão do CNPJ;
* Cartão de Inscrição Estadual;
* CPF e Carteira de Identidade (RG) da(s) pessoa(s) habilitada(s) a assinar o contrato;
* Comprovação de propriedade ou posse do imóvel;
* Documentação específica, conforme a seguir:
SOCIEDADES ANÔNIMAS (S/A) OU POR AÇÕES:
* Estatuto Social;
*Ata da Reunião que elegeu atual diretoria(registrada em cartório) e/ou Cartório;
* Última alteração registrada na Junta Comercial.
SOCIEDADES POR COTAS DE RESPONSABILIDADE LIMITADA (LTDA), EM NOME COLETIVO OU DE CAPITAL E
TRABALHO:
*Contrato Social e/ou Procuração;
* Última alteração registrada na Junta Comercial.
SOCIEDADE CIVIL (S/C):
Contrato social c/ última alteração registrada em cartório.
FIRMA INDIVIDUAL:
* Última alteração registrada na Junta Comercial;
* Constituição de firma na Junta Comercial.
ENTIDADE PÚBLICA FEDERAL, ESTADUAL, MUNICIPAL E OUTROS:
* Procuração pública, Decreto ou Portaria com Delegação de poderes para assinar o contrato.
CONSUMIDOR RURAL:
* Imposto Território Rural - ITR;
* Certificado de Cadastro de Imóvel Rural - CCIR, devedamente atualizado expedido pelo INCRA;
* Cartão de Identificação do Contribuinte - CIC, expedido pela Secretaria de Estado de Fazenda.
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9 TABELAS

TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE


DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 KV

Demanda Calculada Cabo de Alumínio Nú Cabo de Cobre Nú


2
(kVA) CA (AWG) (mm )
Até 900 2 25
901 a 1500 1/0 50
1501 a 1900 1/0 50
1901 a 2500 4/0 70

TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DE ELOS FUSÍVEIS

Transformadores Monofásicos

Potência 13,8 34,5


kV kV
(kVA) 3 3
5 0,5H 0,5H
10 1H 0,5H
15 2H 0,5H
25 3H 1H
Transformadores Trifásicos
Potência
13,8 kV 34,5 kV
(kVA)
Até 15 0,5H 0,5H
30 1H 0,5H
45 2H 0,5H
75 3H 1H
112,5 5H 2H
150 6K 2H
225 10K 5H
300 15K 6K
500 25K 12K
750 40K 15K
1.000 40K 25K
1.500 65K 30K
2.000 100K 50K
2.500 100K 65K
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TABELA 3 – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO

Transformadores Monofásicos
Eletroduto de Condutor de
Corrente Cabos de cobre com Aterramento
Aço
Potência Secundária isolação termofixa
Diâmetro Aço-
(kVA) em 220 V (XLPE) 0,6/1kV Cobre
2 nominal cobreado
(A) (mm ) 2
(mm )
(mm) (AWG)
3 7 6 (6) 20 25 4
5 12 6 (6) 20 25 4
10 23 6 (6) 20 25 4
15 34 6 (6) 20 25 4
25 57 10 (10) 20 25 4
Transformadores Trifásicos

Cabos de cobre Eletroduto Condutor de


Potência Tensão Corrente com isolação Aterramento
de Aço
Máxima no termofixa
(kVA) (V) Diâmetro
Secundário
(XLPE) 0,6/1kV nominal Aço-
(A) 2 Cobre
(mm ) (mm) 2 cobreado
(mm )
(AWG)
Até 15 25 6 (6) 20 25 2
30 51 10 (10) 20 25 2
45 75 16 (16) 32 25 2
75 125 35 (25) 32 25 2
380/220
112,5 188 70 (35) 50 25 2
150 251 95 (50) 65 50 1/0
225 380 185(95) 80 50 1/0
300 506 2x95 (50) 100 50 1/0
Notas:
37. Os valores desta tabela são para subestação ao tempo em poste;
38. A bitola indicada entre parênteses se refere ao condutor neutro;
39. Serão aceitos condutores de menores bitolas, desde que tenham melhores
características de isolamento;
40. Os condutores de aterramento deverão ser de têmpera meio dura;
Elaborado em: Página:
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TABELA 4.A – DIMENSIONAMENTO DOS CIRCUITOS DE BAIXA TENSÃO

Transformadores Monofáficos
Aterramento
Cabos de Cobre Eletroduto de Condutor de
Potência Tensão Corrente com isolação Aço Diâmetro Aterramento
(kVA) (V) Secundária (A) termofixa (XLPE) nominal mm
Aço-
0,6/1kV (mm²) (pol) Cobre
cobreado
(mm²)
(AWG)
5 20 6 (6) 20 (3/4") 25 4
10 40 10 (10) 25 (1") 25 4
254/127
15 60 16 (16) 25 (1") 25 4
25 100 35 (35) 32 (1 1/4") 25 4
Transformadores Trifásicos
Aterramento
Cabos de Cobre Eletroduto de Condutor de
Corrente
Potência Tensão com isolação Aço Diâmetro Aterramento
Máxima no
(kVA) (V) termofixa (XLPE) nominal mm
Secundário (A) Aço-
0,6/1kV (mm²) (pol) Cobre
cobreado
(mm²)
(AWG)
45 130 3#50(35) 40 (1 1/2") 25 2
75 200 3#95(50) 65 (2 1/2") 50 1/0
112,5 300 3#185(95) 80 (3") 50 1/0
220/127
150 400 2x3#95(95) 100 (4") 50 1/0
225 600 2x3#185(185) 100 (4") 50 1/0
300 800 3x3#185(3x95) 3x100 (4") 50 1/0
Notas:
41. Os valores desta tabela são para subestação ao tempo em poste;
42. A bitola indicada entre parênteses se refere ao condutor neutro;
43. Serão aceitos condutores de menores bitolas, desde que tenham melhores
características de isolamento;
44. Os condutores de aterramento deverão ser de têmpera meio dura;
Elaborado em: Página:
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TABELA 5 – DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES PARTICULARES

Demanda calculada Transformador recomendado


(kVA) (kVA)
Até 33 30
34 à 49 45
50 à 82 75
83 à 124 112,5
125 à 165 150
166 à 250 225
251 à 333 300
334 à 555 500

TABELA 6 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE SUBESTAÇÕES ABRIGADAS

Seção do tubo ou
Vergalhão
Potência Fio barra
2 Φ nominal
(kVA) (mm ) retangular
2 (pol)
(mm )
Até 800 25 30 1/4”
De 801 a 1500 50 30 3/8”
De 1501 a 2000 50 40 3/8”
De 2001 a 2500 50 60 3/8”
Elaborado em: Página:
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TABELA 6 – MOTORES MONOFÁSICOS

Potência Potência Absorvida Corrente Nominal Corrente de Partida


Nominal da Rede (A) (A) COS ϕ
Médio
(CV ou HP) KW KVA 110 V 220 V 110 V 220 V
¼ 0,42 0,66 5,90 3,00 27 14 0,63
1/3 0,51 0,77 7,10 3,50 31 16 0,66
½ 0,79 1,18 11,60 5,40 47 24 0,67
¾ 0,90 1,34 12,2 6,1 63 33 0,67
1 1,14 1,56 14,2 7,1 68 35 0,73
1½ 1,67 2,35 21,4 10,7 96 48 0,71
2 2,17 2,97 27,0 13,5 132 68 0,73
3 3,22 4,07 37,0 18,5 220 110 0,79
5 5,11 6,16 - 28,0 - 145 0,83
7½ 7,07 8,84 - 40,2 - 210 0,80
10 9,31 11,64 - 52,9 - 260 0,80
12 ½ 11,58 14,94 - 67,9 - 330 0,78
15 13,72 16,94 - 77,0 - 408 0,81
Notas:
45. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando
não se dispuser das mesmas nas placas dos motores;
Elaborado em: Página:
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TABELA 7 – MOTORES TRIFÁSICOS

Potência Potência Absorvida Corrente a Plena Corrente de Partida


Nominal da Rede Carga (A) (A) COSϕϕ
Médio
(CV ou HP) kW KVA 380 V 220 V 380 V 220 V
1/3 0,39 0,65 0,98 1,7 4,1 7,1 0,61
½ 0,58 0,87 1,3 2,3 5,8 9,9 0,66
¾ 0,83 1,26 1,9 3,3 9,4 16,3 0,66
1 1,05 1,52 2,3 4,0 11,9 20,7 0,69
1½ 1,54 2,17 3,3 5,7 19,1 33,1 0,71
2 1,95 2,70 4,1 7,1 25,0 44,3 0,72
3 2,95 4,04 6,1 10,6 38,0 65,9 0,73
4 3,72 5,03 7,6 13,2 43,0 74,4 0,74
5 4,51 6,02 9,1 15,8 57,1 98,9 0,75
7 1/2 6,57 8,65 12,7 22,7 90,7 157,1 0,76
10 8,89 11,54 17,5 30,3 116,1 201,1 0,77
12 1/2 10,85 14,09 21,3 37,0 156,0 270,5 0,77
15 12,82 16,65 25,2 43,7 196,6 340,6 0,77
20 17,01 22,10 33,5 58,0 243,7 422,1 0,77
25 20,92 25,83 39,1 67,8 275,7 477,6 0,81
30 25,03 30,52 46,2 80,1 326,7 566,0 0,82
40 33,38 39,74 60,2 104,3 414,0 717,3 0,84
50 40,93 48,73 73,8 127,9 528,5 915,5 0,84
60 49,42 58,15 88,1 152,6 632,6 1095,7 0,85
75 61,44 72,28 109,5 189,7 743,6 1288,0 0,85
100 81,23 95,56 144,8 250,8 934,7 1619,0 0,85
125 100,67 117,05 177,3 307,2 1162,7 2014,0 0,86
150 120,09 141,29 214,0 370,8 1455,9 2521,7 0,85
200 161,65 190,18 288,1 499,1 1996,4 3458,0 0,85
Notas:
46. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos pelos
fabricantes;
47. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando
não dispuser das mesmas placas dos motores;
Elaborado em: Página:
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TABELA 8 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS DE UTILIZAÇÃO ESPECÍFICA

Fator de Demanda
Número Torneira Elétrica,
de Máq. Secar roupa, Máq.
Chuveiro Aquecedor de
Aparelhos Fogão Elétrico Lavar louça, Forno
Elétrico Passagem, Ferro
Elétrico, Microondas
Elétrico
01 1,00 0,96 1,00 1,00
02 0,80 0,72 0,60 1,00
03 0,67 0,62 0,48 1,00
04 0,55 0,57 0,40 1,00
05 0,50 0,54 0,37 0,80
06 0,39 0,52 0,35 0,70
07 0,36 0,50 0,33 0,62
08 0,33 0,49 0,32 0,60
09 0,31 0,48 0,31 0,54
10 a 11 0,30 0,46 0,30 0,50
12 a 15 0,29 0,44 0,28 0,46
16 a 20 0,28 0,42 0,26 0,40
21 a 25 0,27 0,40 0,26 0,38
26 a 35 0,26 0,38 0,25 0,32
36 a 40 0,26 0,36 0,25 0,26
41 a 45 0,25 0,35 0,24 0,25
46 a 55 0,25 0,34 0,24 0,25
56 a 65 0,24 0,33 0,24 0,25
65 a 75 0,24 0,32 0,24 0,25
76 a 80 0,24 0,31 0,23 0,25
81 a 90 0,23 0,31 0,23 0,25
91 a 100 0,23 0,30 0,23 0,25
101 a 120 0,22 0,30 0,23 0,25
121 a 150 0,22 0,29 0,23 0,25
151 a 200 0,21 0,28 0,23 0,25
201 a 250 0,21 0,27 0,23 0,25
251 a 350 0,20 0,26 0,23 0,25
351 a 450 0,20 0,25 0,23 0,25
451 a 800 0,20 0,24 0,23 0,25
801 a 1000 0,20 0,23 0,23 0,25
Elaborado em: Página:
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TABELA 9 – FATORES DE DEMANDA TÍPICOS POR ATIVIDADE

FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS ATIVIDADES
01.01 Cultivo de cereais 0,59 0,21
01.02 Cultivo de cana-de-açúcar 0,48 0,34
01.03 Cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas 0,56 0,3
01.04 Cultivo de frutas cítricas 0,53 0,28
01.05 Cultivo de outras frutas 0,62 0,27
01.06 Criação de bovinos 0,46 0,37
01.07 Criação de suínos 0,6 0,19
01.08 Criação de aves 0,62 0,38
01.09 Criação de outros animais 0,55 0,4
01.10 Produção mista: lavoura e pecuária 0,58 0,16
01.11 Atividades de serviços relacionados com a agricultura 0,49 0,42
01.12 Exploração florestal 0,93 0,34
PESCA, AGRICULTURA E ATIVIDADES DOS SERVIÇOS RELACIONADOS COM ESSAS
ATIVIDADES
02.01 Pesca 0,55 0,65
INDÚSTRIAS EXTRATIVAS
03.01 Extração de petróleo e gás natural 0,53 0,64
03.02 Extração de pedra areia e argila 0,59 0,28
03.03 Extração e refino de sal marinho e sal-gema 0,33 0,17
INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO
Abate e preparação de produtos de carne e de pescado
04.01 Abate de reses e preparação de produtos de carne 0,52 0,46
04.02 Abate de aves e outros pequenos animais 0,73 0,44
Preparação de carne, banha e produtos de salsicharia não
04.03 0,96 0,59
associados ao abate
Preparação e preservação do pescado e fabricação de
04.04 0,67 0,57
conservas de peixes, crustáceos e moluscos
Processamento, preservação e produção de conservas de frutas, legumes e outros
vegetais
Processamento, preservação e produção de conservas de
05.01 0,61 0,46
frutas
05.02 Produção de sucos de frutas e de legumes 0,84 0,32
Elaborado em: Página:
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
Produção de óleos e gorduras
06.01 Produção de óleos vegetais em bruto 0,53 0,3
Preparação de margarinas e outras gorduras vegetais e de
06.02 0,25 0,17
óleos de origem animal não comestíveis
Laticínios
07.01 Preparação do leite 0,64 0,43
07.02 Fabricação de produtos de laticínios 0,5 0,44
07.03 Fabricação de sorvetes 0,8 0,38
Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de rações balanceadas para animais
08.01 Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz 0,6 0,35
08.02 Moagem de trigo e fabricação de derivados 0,58 0,52
08.03 Fabricação de fubá e farinha de milho 0,58 0,45
08.04 Fabricação de rações balanceadas para animais 0,64 0,35
Beneficiamento, moagem e preparação de outros alimentos de
08.05 0,39 0,24
origem vegetal
08.06 Usina de açúcar 0,24 0,29
Fabricação de outros produtos alimentícios
09.01 Fabricação de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria 0,64 0,45
09.02 Fabricação de biscoito e bolachas 0,62 0,51
Fabricação de massas alimentícias e elaboração de chocolates,
09.03 0,6 0,45
balas, gomas de mascar
09.04 Preparação de especiarias e molhos 0,88 0,5
Preparação de produtos dietéticos, alimentos para crianças e
09.05 0,37 0,2
outros alimentos conservados
09.06 Fabricação de outros produtos alimentícios 0,55 0,51
Fabricação de bebidas
10.01 Aguardentes e outras bebidas destiladas 0,44 0,26
10.02 Fabricação de vinho 0,52 0,2
10.03 Fabricação de malte, cervejas e chopes 0,5 0,49
10.04 Engarrafamento de gaseificados de águas minerais 0,89 0,37
10.05 Fabricação de refrigerantes e refrescos 0,56 0,39
Fabricação e beneficiamento de fibras têxteis
11.01 Beneficiamento de algodão 0,51 0,39
11.02 Beneficiamento de outras fibras têxteis naturais 0,57 0,53
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NORMA TÉCNICA
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Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
11.03 Fiação de algodão 0,67 0,73
11.04 Fabricação de linhas e fios para cozer e bordar 0,75 0,35
11.05 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais 0,12 0,28
Fabricação de artefatos têxteis incluindo tecelagem
Fabricação de artigos de tecidos de uso doméstico incluindo
12.01 0,35 0,36
tecelagem
12.02 Fabricação de outros artefatos têxteis incluindo tecelagem 0,85 0,51
12.03 Serviços de acabamento em fios, tecidos e artigos têxteis 0,53 0,61
Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos – exclusive vestuário
13.01 Fabricação de artefatos têxteis a partir de tecidos 0,6 0,34
13.02 Fabricação de tecidos especiais inclusive artefatos 0,92 0,32
13.03 Fabricação de tecidos de malha 0,42 0,42
CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS
14.01 Confecção de artigos do vestuário 0,73 0,3
14.02 Confecção de peças interiores do vestuário 0,5 0,3
14.03 Confecção de outras peças do vestuário 0,67 0,31
14.04 Confecção de roupas profissionais 0,32 0,24
Fabricação de acessórios do vestuário e de segurança profissional
15.01 Fabricação de acessórios do vestuário 0,91 0,27
15.02 Fabricação de acessórios para segurança 0,41 0,2
PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO
16.01 Curtimento e outras preparações de couro 0,52 0,33
Fabricação de malas, bolsas, valises e outros artefatos para
16.02 0,91 0,25
viagem de qualquer material
16.03 Fabricação de outros artefatos de couro 0,94 0,45
Fabricação de calçados
17.01 Fabricação de calçados de couro 0,69 0,29
17.02 Fabricação de calçados de plástico 0,66 0,45
17.03 Fabricação de calçados de outros materiais 0,54 0,3
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA
18.01 Desdobramento de madeira 0,57 0,28
Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado
18.02 0,42 0,22
exclusive móveis
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
18.03 Fabricação de esquadrias de madeira 0,42 0,12
18.04 Fabricação de artefatos de tanoaria e embalagens de madeira 0,51 0,24
18.05 Fabricação de artefatos diversos de madeira 0,31 0,14
FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL
19.01 Fabricação de papelão liso, cartolina e cartão 0,7 0,45
19.02 Fabricação de embalagens de papel 0,47 0,36
Fabricação de embalagens de papelão inclusive a fabricação
19.03 0,27 0,26
de papelão corrugado
19.04 Fabricação de artefatos de papel 0,8 0,59
EDIÇÃO E IMPRESSÃO
20.01 Edição: edição e impressão de jornais 0,7 0,43
20.02 Edição: edição e impressão de livros 0,85 0,36
20.03 Edição: edição e impressão de outros serviços gráficos 0,91 0,28
20.04 Execução de impressão de outros serviços gráficos 0,4 0,37
20.05 Reprodução de discos e fitas 0,69 0,62
REFINO DE PETRÓLEO, FABRICAÇÃO DE COQUE
21.01 Refino de petróleo 0,67 0,32
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
22.01 Fabricação de outros produtos inorgânicos gases industriais 0,8 0,68
22.02 Fabricação de resinas termoplásticas 0,75 0,78
Fabricação de produtos farmacêuticos
23.01 Fabricação de produtos farmacêuticos 0,46 0,55
23.02 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 0,62 0,48
Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza
24.01 Fabricação de sabões, sabonetes e detergentes sintéticos 0,45 0,26
24.02 Fabricação de produtos de limpeza e polimento 0,63 0,21
24.03 Fabricação de artigos de perfumaria e cosméticos 0,45 0,36
Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins
25.01 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 0,68 0,23
25.02 Fabricação de tintas de impressão 0,38 0,17
Fabricação de outros produtos químicos
Fabricação de outros produtos químicos não especificados ou
26.01 0,5 0,32
não classificados
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
FABRICAÇÃO DE ARTIGOS DE BORRACHA E PLÁSTICO
27.01 Fabricação de pneumáticos e de câmara 0,54 0,25
27.02 Fabricação de artefatos diversos de borracha 0,69 0,33
27.03 Fabricação de produtos de plástico 0,51 0,21
27.04 Fabricação de laminados planos e tubulares plásticos 0,75 0,32
27.05 Fabricação de embalagem de plástico 0,56 0,44
27.06 Fabricação de artefatos diversos de plástico 0,61 0,33
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO METÁLICOS
28.01 Fabricação de artigos de vidro 0,97 0,36
28.02 Fabricação de cimento 0,9 0,56
Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento,
28.03 0,36 0,24
gesso
28.04 Fabricação de produtos cerâmicos 0,67 0,2
Fabricação de produtos cerâmicos não refratários para uso
28.05 0,76 0,27
estrutural na construção civil
Britamento, aparelhamento e outros trabalhos em pedras não
28.06 0,56 0,3
associados a extração
28.07 Fabricação de cal virgem, hidratada e gesso 0,73 0,54
28.08 Fabricação de outros produtos de minerais não metálicos 0,68 0,47
28.09 Produção de laminados planos de aço 0,94 0,44
28.10 Metalurgia do alumínio e suas ligas 0,4 0,25
Fabricação de pecas fundidas de metais não ferrosos e suas
28.11 0,35 0,15
ligas
FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL – EXCLUSIVE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria
29.01 0,19 0,31
pesada
Fabricação de estruturas metálicas para edifícios, pontes, torres
29.02 0,51 0,25
de transmissão
29.03 Fabricação de esquadrias de metal 0,44 0,14
Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para
29.04 0,76 0,41
aquecimento central
29.05 Produção de forjados de aço 0,68 0,26
29.06 Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas 0,84 0,4
29.07 Fabricação de artefatos estampados de metal 0,3 0,28
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
29.08 Metalurgia do pó 0,78 0,23
Têmpera cimentação e tratamento térmico do aço, serviço de
29.09 0,9 0,23
usinagem, galvanotécnica e solda
29.10 Fabricação de artigos de serralheira -exclusive esquadrias 0,45 0,19
29.11 Fabricação de embalagens metálicas 0,96 0,79
29.12 Fabricação de artefatos de trefilados 0,6 0,49
Fabricação de artigos de funilaria e de artigos de metal para
29.13 uso 0,38 0,22
doméstico e pessoal
29.14 Fabricação de outros produtos elaborados de metal 0,13 0,17
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Fabricação de motores estacionários de combustão interna,
30.01 turbinas e outras máquinas motrizes não elétricas, exclusive 0,76 0,18
para aviões e veículos rodoviários
30.02 Fabricação de bombas e carneiros hidráulicos 0,27 0,13
30.03 Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral 0,64 0,26
Fabricação de maquinas e equipamentos para agricultura,
30.04 0,36 0,2
avicultura e obtenção de produtos animais
Fabricação de maquinas e equipamentos vestuário e do couro
30.05 0,77 0,2
e calçados
30.06 Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil 0,68 0,27
30.07 Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos 0,92 0,24
FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
Fabricação de transformadores, indutores, conversores e
31.01 0,56 0,38
semelhantes
31.02 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos 0,24 0,11
31.03 fabricação de outros aparelhos ou equipamentos elétricos 0,8 0,22
FABRICAÇÃO DE MATERIAL ELETRÔNICO BÁSICO
Fabricação de equipamentos transmissores de rádio e televisão
32.02 0,27 0,22
e de equipamentos de estação telefônica
FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INSTRUMENTAÇÃO MÉDICO-HOSPITALARES,
INSTRUMENTOS DE PRECISÃO E ÓTICOS
Fabricação de aparelhos e instrumentos para uso médico-
33.01 0,21 0,27
hospitalar
Fabricação de aparelhos instrumentos e materiais óticos,
33.02 0,78 0,27
fotográficos e cinematográficos
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
FABRICAÇÃO E MONTAGEM DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E
CARROCERIAS
34.01 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 0,76 0,27
34.02 Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhão 0,62 0,24
Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros
34.03 0,14 0,22
veículos
Fabricação de pecas e acessórios de metal para veículos
34.04 0,77 0,46
automotores não classificados em outra classe
Recondicionamento ou recuperação de motores para veículos
34.05 0,63 0,37
automotores
FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE
Construção e reparação de embarcações e estruturas
35.01 0,87 0,37
flutuantes
35.02 Fabricação de bicicletas e triciclos não motorizados 0,33 0,2
FABRICAÇÃO DE MÓVEIS E INDÚSTRIAS DIVERSAS
36.01 Fabricação de móveis com predominância de madeira 0,53 0,22
36.02 Fabricação de móveis com predominância de metal 0,61 0,43
36.03 Fabricação de móveis outros materiais 0,49 0,23
36.04 Fabricação de colchões 0,24 0,23
36.05 Fabricação de aviamentos para costura 0,41 0,39
36.06 Fabricação de produtos diversos 0,79 0,23
36.07 Reciclagem de sucatas não metálicas 0,57 0,22
ELETRICIDADE, GÁS E ÁGUA QUENTE
37.01 Produção e distribuição de energia elétrica 0,68 0,57
37.02 Captação tratamento e distribuição de água 0,71 0,58
CONSTRUÇÃO
38.01 Demolição e preparação do terreno 0,71 0,34
38.02 Perfuração e execução de fundações para construção civil 0,42 0,33
38.03 Construção de edifícios e obras de engenharia civil 0,2 0,38
38.04 Edificações, inclusive ampliações e reformas 0,52 0,26
38.05 Obras viárias, inclusive manutenção 0,74 0,39
38.06 Grandes estruturas e obras de arte 0,79 0,31
38.07 Obras de outros tipos 0,45 0,11
38.08 Construção de estações e redes de distribuição de energia 0,54 0,38
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
elétrica
38.09 Construção de estações e redes de telefonia e comunicação 0,41 0,34
COMÉRCIO, REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, OBJETOS PESSOAIS E
DOMÉSTICOS
39.01 Comércio e reparação de veículos automotores 0,28 0,31
39.02 Comércio a varejo e por atacado de veículos automotores 0,73 0,29
Comércio a varejo e por atacado de peças e acessórios p/
39.03 0,47 0,3
veículos
39.04 Comércio a varejo de combustíveis 0,65 0,49
Intermediário do comércio de matérias primas agrícolas,
39.05 animais vivos, matérias primas têxteis e produtos semi- 0,67 0,47
acabados
39.06 Intermediários ferragens 0,87 0,28
39.07 Comércio atacadista agropecuário 0,51 0,28
39.08 Comércio atacadista de leite e produtos de leite 0,46 0,53
39.09 Comércio atacadista defeculares 0,58 0,3
39.10 Comércio atacadista de carnes e produtos de carne 0,54 0,44
39.11 Comércio atacadista de pescados 0,59 0,51
39.12 Comércio atacadista de outros produtos alimentícios 0,62 0,31
Comércio atacadista de fios têxteis, tecidos, artefatos de
39.13 0,8 0,29
tecidos
39.14 Comércio atacadista de artigos do vestuário e complementos 0,7 0,3
39.15 Comércio atacadista de calçados 0,33 0,28
Comércio atacadista de produtos farmacêuticos, médicos,
39.16 0,35 0,39
ortopédicos e odontológicos
Comércio atacadista de artigos de escritórios e de papelaria,
39.17 0,63 0,37
papel, papelão, livros, jornais e outras publicações
Comércio atacadista de outros artigos de uso pessoal e
39.18 0,66 0,27
doméstico
39.19 Comércio atacadista de combustíveis 0,46 0,42
Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos
39.20 0,86 0,26
de uso agropecuário
Comércio atacadista de mercadorias em geral não
39.21 0,42 0,43
compreendidas nos grupos anteriores
Comércio atacadista de mercadorias em geral (Não
39.22 0,69 0,36
especializado)
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
COMÉRCIO VAREJISTA E REPARAÇÃO DE OBJETOS PESSOAIS E DOMÉSTICOS
Comércio Varejista Não Especializado
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
40.01 predominância de Produtos alimentícios, com área de venda 0,67 0,58
superior a 5000 m2 - Hipermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
40.02 predominância de Produtos alimentícios, com área de venda 0,57 0,6
entre 300 e 5000 m2 - Supermercados
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
40.03 predominância de Produtos alimentícios, com área de venda 0,61 0,63
inferior a 300 m2 - Exclusive lojas de conveniências
Comércio varejista de mercadorias em geral, com
40.04 predominância de Produtos alimentícios, industrializados – 0,76 0,56
Lojas de conveniências
Comércio varejista não especializado, sem predominância de
40.05 0,25 0,39
Produtos alimentícios
Comércio Varejista de produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo em lojas Especializadas
Comércio varejista de produtos de padaria, de laticínio, frios e
41.01 0,7 0,44
conservas
Comércio varejista de doces, balas bombons, confeitos e
41.02 0,5 0,44
semelhantes
41.03 Comércio varejista de carnes -açougues 0,56 0,64
41.04 Comércio varejista de bebidas 0,52 0,31
41.05 Comércio varejista de outros produtos alimentícios 0,79 0,57
41.06 Comércio varejista de artigos do vestuário e complementos 0,6 0,31
41.07 Comércio varejista de calçados, artigos de couro e viagem 0,82 0,32
Comércio Varejista de outros produtos em lojas Especializadas
Comércio varejista de produtos farmacêuticos, médicos,
42.01 0,2 0,47
ortopédicos, de perfumaria e cosméticos
Comércio varejista de máquinas e aparelhos de uso
42.02 0,46 0,32
domésticopessoal, discos e instrumentos musicais
Comércio varejista de moveis, artigos de iluminação e outros
42.03 0,89 0,33
para residência
Comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório,
42.04 0,86 0,4
informática e comunicação
42.05 Comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (GLP) 0,61 0,27
Comércio varejista de outros produtos não especificados
42.06 0,7 0,45
anteriormente
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
Reparação de Objetos Pessoais e Domésticos
Reparação e manutenção de máquinas e aparelhos
43.01 0,74 0,43
eletrodomésticos
43.02 Reparação de outros objetos pessoais e domésticos 0,65 0,39
ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO
44.01 Estabelecimentos hoteleiros, com restaurante 0,7 0,39
44.02 Estabelecimentos hoteleiros, sem restaurante 0,66 0,32
44.03 Outros tipos de alojamento 0,6 0,29
Restaurantes e estabelecimentos de bebidas, com serviço
44.04 0,64 0,4
completo
44.05 Lanchonetes e similares 0,76 0,37
44.06 Outros serviços de alimentação 0,67 0,43
TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E COMUNICAÇÃO
45.01 Transporte ferroviário interurbano 0,92 0,4
45.02 Transporte rodoviário de passageiros, regular urbano 0,7 0,48
45.03 Transporte rodoviário de cargas, em geral 0,53 0,38
45.04 Transporte rodoviário de mudanças 0,65 0,21
45.05 Transporte por navegação interior de carga 0,86 0,68
45.06 Transporte aéreo regular 0,11 0,18
45.07 Carga e descarga 0,63 0,37
45.08 Armazenamento e depósito de cargas 0,28 0,52
45.09 Atividades de agências de viagens e organizadores de viagem 0,66 0,31
45.10 Atividades relacionadas a organização do transporte de cargas 0,31 0,19
CORREIO E TELECOMUNICAÇÕES
46.01 Atividades de correio nacional 0,7 0,37
46.02 Telecomunicações 0,62 0,63
INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA, EXCLUSIVE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA
47.01 Bancos comerciais 0,69 0,33
47.02 Bancos múltiplos (com carteira comercial) 0,36 0,32
47.03 Arrendamento mercantil 0,61 0,28
47.04 Seguros de vida 0,89 0,26
47.05 Previdência privada fechada 0,88 0,45
47.06 Planos de saúde 0,71 0,3
Elaborado em: Página:
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
Atividades de intermediários em transações de titulo e valores
47.07 0,76 0,28
mobiliários
47.08 Outras atividades auxiliares da intermediação financeira 0,33 0,5
ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS
48.01 Incorporação de imóveis por conta própria 0,74 0,21
48.02 Administração de imóveis por conta terceiros 0,59 0,4
48.03 Condomínios prediais 0,45 0,39
48.04 Alugues de objetos pessoais e domésticos 0,97 0,37
PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
49.01 Pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais 0,53 0,31
SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE AS EMPRESAS
50.01 Atividades jurídicas 0,62 0,22
50.02 Gestão de participações societárias 0,75 0,23
50.03 Sedes de empresas e unidades administrativas locais 0,64 0,34
50.04 Atividades de acessoria em gestão empresarial 0,2 0,26
Serviço de arquitetura e engenharia e de assessoramento
50.05 0,84 0,35
técnico especializado
50.06 Publicidade 0,79 0,44
50.07 Atividades de investigação, vigilância e segurança 0,24 0,4
50.08 Atividades de limpeza em prédios e domicílios 0,39 0,34
50.09 Atividades fotográficas 0,74 0,26
Outras atividades de serviços prestados principalmente as
50.10 0,32 0,43
empresas
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DEFESA SEGURIDADE SOCIAL
51.01 Administração pública, defesa, seguridade social 0,31 0,39
51.02 Administração do estado e da política 0,69 0,31
51.03 Regulamentação das atividades sociais e culturais 0,73 0,31
51.04 Atividades de apoio a administração pública 0,37 0,2
51.05 Segurança e ordem publica 0,12 0,31
51.06 Seguridade social 0,64 0,33
EDUCAÇÃO
52.01 Educação pré-escolar 0,64 0,24
52.02 Educação fundamental 0,5 0,25
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FATOR DE DEMANDA MÉDIO POR RAMO DE ATIVIDADE


FATOR
FATOR DE
CÓDIGO RAMO DE ATIVIDADE DE
DEMANDA
CARGA
52.03 Educação média de formação geral 0,72 0,24
52.04 Educação média de formação técnica e profissional 0,39 0,22
52.05 Educação superior 0,52 0,25
52.06 Educação supletiva 0,61 0,27
SAÚDE E SERVIÇOS SOCIAIS
53.01 Atividades de atendimento hospitalar 0,58 0,36
Atividades de serviços de complementação diagnóstica ou
53.02 0,54 0,4
terapêutica
53.03 Outras atividades relacionadas com a saúde 0,62 0,31
53.04 Serviços sociais com alojamento 0,76 0,35
53.05 Serviços sociais sem alojamento 0,61 0,29
LIMPEZA URBANA E ESGOTO E ATIVIDADES CONEXAS
54.01 Limpeza urbana e esgoto 0,3 0,31
ATIVIDADES ASSOCIATIVAS
55.01 Atividades de organizações empresariais, patronais 0,78 0,29
55.02 Atividades de organizações profissionais 0,49 0,24
55.03 Atividades de organizações religiosas 0,57 0,35
55.04 Atividades de organizações políticas 0,91 0,15
55.05 Outras atividades associativas 0,54 0,28
ATIVIDADES RECREATIVAS, CULTURAIS E DESPORTIVAS
56.01 Projeção de filmes e de vídeo 0,91 0,36
56.02 Atividades de rádio 0,64 0,61
56.03 Atividades de televisão 0,77 0,51
56.04 Outras atividades de espetáculos 0,44 0,15
Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais
56.05 0,42 0,28
e reservas ecológicas
56.06 Atividades desportivas 0,53 0,3
56.07 Outras atividades relacionadas ao lazer 0,36 0,44
SERVIÇOS PESSOAIS
57.01 Lavanderias e tinturarias 0,64 0,4
57.02 Outras atividades de serviços pessoais 0,64 0,25
Elaborado em: Página:
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TABELA 10 – FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E


ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL

FATOR DE DEMANDA
NÚMERO DE
APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR
3,5kW QUE 3,5kW
1 0,80 0,80
2 0,75 0,65
3 0,70 0,55
4 0,66 0,50
5 0,62 0,45
6 0,59 0,43
7 0,56 0,40
8 0,53 0,36
9 0,51 0,35
10 0,49 0,34
11 0,47 0,32
12 0,45 0,32
13 0,43 0,32
14 0,41 0,32
15 0,40 0,32
16 0,39 0,28
17 0,38 0,28
18 0,37 0,28
19 0,36 0,28
20 0,35 0,28
21 0,34 0,26
22 0,33 0,26
23 0,31 0,26
24 0,30 0,26
25 0,30 0,26
26 0,30 0,24
27 0,30 0,22
28 0,30 0,20
29 0,30 0,18
30 0,30 0,16
Elaborado em: Página:
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TABELA 11 – FATOR DE DEMANDA DE MOTORES

MOTORES FD
Maior motor 100%
Restantes 50%

TABELA 12 – FATOR DE DEMANDA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS

EQUIPAMENTOS ESPECIAIS FD
Maior Aparelho 1,00
Restantes 0,60

TABELA 13 – FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES

NÚMERO DE ELEVADORES POR BLOCO FD


1 80
2 70
3 65
4 60
5 50
Acima de 5 45
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TABELA 14 – ELETRODOS DE TERRA

MATERIAL DIMENSÕES POSIÇÃ


TIPO PROFUNDIDADE
(Nota 26) MÍNIMAS O
2
Cobre ou ferro 2 mm x 0,25 m 0,60 m
Chapa 2
vertical
Aço 3 mm x 1 m 0,60 m
Tubo Ferro ou aço 25 mm (interno) x 3m vertical 0,10 m (Nota 24)

Perfilado cantoneiras
Ferro ou aço vertical 0,10m (Nota 24)
(Nota 23) 38 mm x 5 mm x 3 m

Haste seção Copperweld 13 mm x 2,40 m vertical 0,10m (Nota 24)


circular Ferro ou aço 16 mm x 3 m vertical 0,10m (Nota 24)
Cobre 25 mm x 2 mm x 10 m horizontal 0,60m (Nota 25)
Fita
Ferro ou aço 40 mm x 2 mm x 25 m horizontal 0,60m (Nota 25)
2
Cobre 50 mm horizontal 0,60m (Nota 25)
Cabo
Ferro ou aço 13 mm horizontal 0,60m (Nota 25)
Notas:
48. Outros perfis de seção equivalente podem ser usados;
49. Valor referente à extremidade superior, o enterramento deve ser total e feito
por percussão;
50. Suscetível de variação de acordo com as condições do terreno;
51. Todo material de ferro ou de aço deve ser zincado;

TABELA 15 – MÉTODOS DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V

TIPO DO MOTOR POTÊNCIA DO MOTOR MÉTODO DE PARTIDA


Inferior a 5 cv Direta

De rotor em curto-circuito Chave estrela-triângulo (Nota


De 5 cv a 20 cv
27)
e síncrono
Compensador de partida (Nota
Superior a 20 cv
28)
De rotor bobinado Qualquer potência Reostato (Nota 29)
Notas:
52. Em substituição á chave estrela-triângulo, permitem-se chaves de reatância,
desde que reduzam a tensão de partida, pelo menos a 65%;
53. A tensão de partida deve ser reduzida, no mínimo a 65%;
54. Deve existir bloqueio que impeça a partida do motor com as escovas
levantadas;
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TABELA 16 – CARGA MÍNIMA E FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE


USO GERAL

CARGA MÍNIMA
DESCRIÇÃO 2 FD
(w/m )
Auditórios salões para exposição e
10 1,00
Semelhantes

Bancos, lojas e Semelhantes 30 1,00

Barbearias, salões de beleza e


30 1,00
Semelhantes

Clubes e Semelhantes 20 1,00

1,00 para os primeiros 12 kW


Escolas e Semelhantes 30
0,50 para o que exceder a 12
1,00 para os primeiros 20 kW
Escritórios (Edifícios de) 30
0,70 para o que exceder a 20

Garagens Comerciais e Semelhantes 05 1,00

0,40 para os primeiros 50 kW


Hospitais e Semelhantes 20
0,20 para o que exceder a 50
0,50 para os primeiros 20 kW
Hotéis e Semelhantes 20
0,40 para o que exceder a 20

Igrejas e Semelhantes 10 1,00

100 para os primeiros 10kW


Residências e Edifícios de 35 para os seguintes 110kW
30
Apartamentos
25 para o que exceder de
120kW
Restaurantes e Semelhantes 20 1,00

Conforme declarado
Indústrias 1,00
p/interessado
Notas:
55. A carga mínima indicada na tabela refere-se à carga recomendada para a
instalação de iluminação e tomadas, utilizando lâmpadas incandescentes. No
caso de outro tipo de lâmpada, consultar os catálogos dos fabricantes;
56. No caso de lojas, deve-se considerar a carga adicional de 700 W/m de vitrine,
medida horizontalmente ao longo de sua base;
57. Os fatores de demanda indicados valem para qualquer tipo de lâmpada de
iluminação interna;
58. Quando a Unidade Consumidora possuir cozinha, deve ser considerado
exclusivamente para ela fator de demanda igual a 1,00, para as cargas de
iluminação e tomadas declaradas pelo interessado. Para as demais
Elaborado em: Página:
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dependências da Unidade Consumidora, considerar os valores indicados na


tabela;
59. A tabela se refere a carga mínima das instalações de iluminação e tomadas
de força em função da área da Edificação, com os respectivos fatores de
demanda;
60. Em qualquer dos casos constantes desta tabela, nas áreas destinadas a
corredores e passagens, bem como almoxarifados, rouparias a depósito de
material em geral, deve ser considerada a carga mínima de 5 W/m² com
demanda de 100 %;
61. Os alimentadores do recinto em que, por sua natureza, toda a carga seja
utilizada simultaneamente (Sala de Operações, Salões de Baile, Recepções e
Semelhantes) deverão ser considerados com o fator de demanda de 100%;
Elaborado em: Página:
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TABELA 17 – POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS

POTÊNCIA POTÊNCIA
APARELHOS APARELHOS
(WATTS) (WATTS)

50 a 100 litros 1000 Enceradeira 300

150 a 200 litros 1250 Esterelizador 200


Aquecedor de água
por acumulação 250 litros 1500 Exaustor 300
(Boiler):
300 a 350 litros 2000 Ferro de Engomar 400 a 1650

400 litros 2500 Fogão elétrico 4000 a 12000

Aquec. de água passagem: 4000 a 8000 Geladeira 150 a 400

Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Grelha 1000

Aspirador de pó 250 a 800 Lavadora de pratos 1200 a 2700

Barbeador elétrico 10 Liquidificador 100 a 250

Batedeira 70 a 300 Máquina de costura 60 a 150

Bomba d'água 300 Máquina de lavar roupa 500 a 1000

Cafeteira 100 Máquina de escrever 150

Congelador (Freezer) 350 a 500 Moedor de lixo 300 a 600

Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Circulador de ar 150

Ponto de luz e tomada 100 Secador de roupa 2500 a 6000

Projetor Slide 100 Televisor 70 a 100

Rádio 50 Torneira elétrica 2500 a 3200

Relógio 5 Torradeira 500 a 1200

Som 120 Ventilador 60 a 100

Secador de cabelo 500 a 1500


Nota:
62. Os valores acima estabelecidos são estimados, devido às diferenças entre
fabricantes, modelos, estado de conservação, etc. Havendo disponibilidade
dos dados de placa do equipamento, recomenda-se a utilização dos mesmos
no cálculo da carga instalada e/ou demanda;
Elaborado em: Página:
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TABELA 18 – DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS

POTÊNCIA TENSÃ TENSÃO Nº TAPS


PARTIDA
TIPO DE

TIPO TIPO
DO DA DE DE DE
TIPO DE CHAVE DO DO TAPS
MOTOR REDE PLACA TERMI- PARTID
MOTOR ROTOR
(cv) (V) (V) NAIS A

≤5 380/220 6λ
DIRETA

- - - 380/220 - -
≤ 7,5 380 3 λ ou 3 ∆

ESTRELA- 5< P≤ 25 380/220


INDUÇÃO GAIOLA 380/220 6 λ ou 6 ∆ - -
TRIÂNGULO 7,5< P≤ 25 660/380
5< P≤ 25 9λs - 9∆\\
INDIRETA MANUAL

SÉRIE- 220/380/ ou
INDUÇÃO GAIOLA 380/220 - -
PARALELO 7,5< P≤ 25 440/760 12λs -
12∆\\
CHAVE 5< P≤ 25
220/380/ 12λs - 50,65
COMPENSADO- INDUÇÃO GAIOLA 380/220 50
7,5< P≤ 25 440/760 12∆\\ e 80
RA
RESISTÊNCIA OU
REATÂNCIA DE A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A, NO MÍNIMMO, 65% DO VALOR NOMINAL
PARTIDA

ESTRELA- 5< P≤ 30
TRIÂNGULO 7,5< P≤ 30
AUTOMÁTICA
INDIRETA

SÉRIE- 5< P≤30


PARALELO AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS
7,5< P≤ 30
CHAVE 5< P≤ 40
COMPENSADO-
RA 7,5< P≤ 40

Notas:
63. Para motores do tipo rotor bobinado, deverá existir dispositivo de bloqueio
para impedir a partida do motor com as escovas levantadas;
64. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede
coincidir com a tensão de placa em triângulo;
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TABELA 19 – DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS PARA MOTORES TRIFÁSICOS DE 380V

FUSÍVEIS
CORRENTE CONDUTORES
POTÊNCIA PARTIDA COM
PARTIDA APROXIMADAMETE DE COBRE
(HP) TENSÃO 2
DIRETA A PLENA CARGA (A) (mm )
REDUZIDA
0, 373 4 - 1,20 1,5

0,559 4 - 1,60 1,5

0,746 5 - 2,10 1,5

1,119 6 - 2,9.0 1,5

1,492 8 - 3,80 1,5

1,865 10 - 4,60 1,5

2,238 12 - 5,20 1,5

2,984 16 - 6,90 1,5

3,73 18 10 8,70 2,5

5,595 20 12 13,00 4,0

7,46 25 15 16,00 6,0

9,325 30 20 9,60 10 (6)

11,19 40 25 23,00 10 (6)

14,92 50 30 30,00 10 (6)

18,73 60 35 37,00 16 (6)

22,38 75 45 45,00 25 (10)

Notas:
65. Os fusíveis são retardados, dos tipos "D" ou "NH";
66. Os motores devem possuir proteção térmica regulada para a corrente
nominal dos mesmos;
67. A bitola indicada para os condutores é a mínima admissível entre
parênteses. O condutor terra só é indicado quando sua bitola puder ser
diferente da bitola dos condutores fase;
68. Caso ocorra a queima dos fusíveis quando da partida do motor, os mesmos
poderão ser substituídos por outros de corrente nominal imediatamente
superior;
69. Para distâncias significativas, verificar a queda de tensão;
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TABELA 20 – ESPECIFICAÇÃO RESUMIDA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

Zona de Corrosão
Materiais e Equipamentos para Instalações de
classe de Tensão 15 kV Baixa ou Média Alta ou Muito Alta

Chave Fusível Unipolar (uso exterior)

15 kV com isolador
Classe de Tensão 15 kV
espaçador
Corrente Nominal 300 A 300 A
Capacidade de Ruptura Simétrica 10 kA 10 kA
Tipo de Base Tipo C Tipo C
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 95 kV

Chave Seccionadora Unipolar (uso exterior)

Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal 400 A 400 A
Corrente Suportável - Valor de Crista 16 kA 16 kA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 110 kV 110 kV

Chave Seccionadora Tripolar (uso interior)

Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal Mínima 400 A 400 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV

Chave Seccionadora Fusível Tripolar (uso interior)

Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal 100 A 100 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV
Disjuntor de Média Tensão
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Corrente Nominal Mínima 400 A 400 A
Capacidade de Ruptura mínima 350 MVA 350 MVA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 110 kV
Pára-Raios
Classe de Tensão 12 kV 12 kV
Capacidade Mínima de Ruptura 10 kA 10 kA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 95 kV 95 kV
Condutores Nus do Ramal de Ligação Cobre ou Alumínio Cobre
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TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO


Seção mínima EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE
DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV
Condutores Isolados Cobre Cobre
Isolação Mínima 12 / 20 kV 12 / 20 kV
Conforme Potência Conforme Potência
Seção (mínimo 25 mm²)
Instalada Instalada
Isoladores de Disco (cadeia) Com 2 isoladores Com 3 isoladores
Isolador de Pino
Tipo Hi-Top Pilar
Classe de tensão 25kV 24,2kV
Transformador de Distribuição
Classe de Tensão 15 kV 15 kV
Buchas de Média Tensão 24,2 kV 24,2 kV
Material do Tanque Aço Pintado Liga de Alumínio
Tensão Primária Nominal 13,8 kV 13,8 kV
Tensão Secundária Nominal 380/220 V 380/220 V
Tipo de Ligação Triangulo - Estrela (com Neutro acessível)
TAP´s Primários (Externos) 13,8 / 13,2 / 12,6 / 12 / 11,4 kV
Zona de Corrosão
Materiais e Equipamentos para Instalações de
classe de Tensão 36,2 kV Baixa ou Média Alta ou Muito Alta

Chave Fusível Unipolar (uso exterior)

36,2 kV com
Classe de Tensão 36,2 kV
isolador espaçador
Corrente Nominal 300 A 300 A
Capacidade de Ruptura Simétrica 5 kA 5 kA
Tipo de Base Tipo C Tipo C
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV

Chave Seccionadora Unipolar (uso exterior)

Classe de Tensão 38 kV 38 kV
Corrente Nominal 200 A 200 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV

Chave Seccionadora Tripolar (uso interior)

Classe de Tensão 38 kV 38 kV
Corrente Nominal Mínima 200 A 200 A
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Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV

Chave Seccionadora Fusível Tripolar (uso interior)

Classe de Tensão 38 kV 38 kV
Corrente Nominal 100 A 100 A
Nível Básico de Isolamento (NBI) 150 kV 150 kV
Disjuntor de Média Tensão
Classe de Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Corrente Nominal Mínima 200 A 200 A
Capacidade de Ruptura mínima 350 MVA 350 MVA
Nível Básico de Isolamento (NBI) 170 kV 170 kV
Pára-Raios
Classe de Tensão 27 kV 27 kV
Capacidade Mínima de Ruptura 5 kA 5 kA
Condutores Nus do Ramal de Ligação Cobre ou Alumínio Cobre
TABELA 1 – RAMAL DE ENTRADA AÉREO
Seção mínima EM CLASSE DE TENSÃO PRIMÁRIA DE
DISTRIBUIÇÃO 15 E 36,2 kV
Condutores Isolados Cobre Cobre
Isolação Mínima 20 / 35 kV 20 / 35 kV
Conforme Potência Conforme Potência
Seção (mínimo 25 mm²)
Instalada Instalada
Isoladores de Disco (cadeia) Com 3 isoladores Com 4 isoladores
Isolador de Pino
Tipo Multicorpo Pilar
Classe de tensão 34,5kV 35kV
Transformador de Distribuição
Classe de Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Buchas de Média Tensão 36,2 kV 36,2 kV
Material do Tanque Aço Pintado Liga de Alumínio
Tensão Primária Nominal 34,5 kV 34,5 kV
Tensão Secundária Nominal 380/220 V 380/220 V
Tipo de Ligação Triangulo - Estrela (com Neutro acessível)
TAP´s Primários (Externos) 36,2 / 35,3 / 34,5 / 33,0 / 31,5 kV
Nota:
70. Nas áreas poluídas localizadas em regiões consideradas de atmosfera de
corrosividade alta e muito alta – regiões situadas em até 5 km de distância
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da orla marítima e/ou de áreas industriais – são aplicados materiais e


equipamentos diferenciados, conforme exposto na tabela;

TABELA 21 – DERIVAÇÕES E RELAÇÕES DE TENSÕES DE TRANSFORMADORES DE


DISTRIBUIÇÃO

Tensão (V)
Tensão Primário Secundário
Máxima do
Equipamento Derivações
Trifásico e Monofásico
(kV eficaz) Trifásico Monofásico
Monofásico (FF) (FN)

1 13.800 7.967

2 13.200 7.621
380/220 440/220
15 3 12.600 7.275
220/127 254/127
4 12.000 6.928

5 11.400 6.582

1 36.200 20.900

2 35.350 20.409
380/220 440/220
36,2 3 34.500 19.919
220/127 254/127
4 33.000 19.053

5 31.500 18.187
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 94 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

TABELA 22 – VALORES GARANTIDOS DE PERDAS, CORRENTES DE EXCITAÇÃO E


TENSÕES DE CURTO-CIRCUITO PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM TENSÃO
MÁXIMA DE 15 KV

Potência do Corrente de Tensão de Curto-


Perda em Vazio Perda Total
Transformador Excitação Circuito a 75°C
(W) (W)
(kVA) (%) (%)

15 4,0 85 410

30 3,6 150 695

45 3,2 195 945


3,5
75 2,7 295 1.395

112,5 2,5 390 1.890

150 2,3 485 2.335

225 2,1 650 3.260


4,5
300 1,9 810 4.060

TABELA 23 – VALORES GARANTIDOS DE PERDAS, CORRENTES DE EXCITAÇÃO E


TENSÕES DE CURTO – CIRCUITO PARA TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS COM TENSÃO
MÁXIMA DE 36,2 KV

Potência do Corrente de Tensão de Curto-


Perda em Vazio Perda Total
Transformador Excitação Circuito a 75°C
(W) (W)
(kVA) (%) (%)

15 5,0 100 460

30 4,4 165 775

45 3,8 230 1.075


4,0
75 3,4 320 1.580

112,5 3,0 440 2.055

150 2,8 540 2.640

225 2,5 750 3600


5,0
300 2,2 900 4450
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 95 de 130

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TABELA 24 – VALORES GARANTIDOS DE NÍVEIS DE ISOLAMENTO, ESPAÇAMENTOS


MÍNIMOS E RIGIDEZ DIELÉTRICA DO ÓLEO MINERAL ISOLANTE

Tensão Espaçamento Rigidez


Tensão Suportável Mínimo no Ar dielétrica
Tensão Suportável
Nominal à Freqüência do óleo -
Máxima do Nominal de (mm)
Industrial Durante 1 Valor
Equipamento Impulso
Minuto De Fase mínimo
(kV Eficaz) Atmosférico De Fase
(kV Eficaz) para
(kV Crista) para Fase (kV/mm)
Terra
15 34 95 130 140
30
36,2 50 150 200 230

TABELA 25 – FATOR DE POTÊNCIA APROXIMADO DE EQUIPAMENTOS

TIPO DE EQUIPAMENTO FATOR DE POTÊNCIA

Lâmpada Incandescente 1

Chuveiro, torneira, aquecedor, ferro de passar, fogão ou


1
outros com aquecimento

Lâmpada Florescente, Néon, Vapor de Sódio ou


Mercúrio e outras de descargas através de gases:
a) Sem compensação de fator de potência 0,50
b) Com compensação de fator de potência 0,95

Máquina de Solda:
a) Solda a Arco 0,50
b) Solda a Resistência 0,80

Aparelhos Eletrodomésticos a motor (1HP) 0,67


Nota:
71. Para equipamentos que não estejam listados nesta tabela, utilizar catálogos
e manuais de fabricantes ou normas específicas dos equipamentos;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 96 de 130

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TABELA 26 – FATOR MULTIPLICADOR PARA DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA REATIVA


CAPACITIVA
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 97 de 130

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10 DESENHOS
DESENHO 1 –PLANTA DE SITUAÇÃO
EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR
PLANTA DE LOCALIZAÇÃO
ESC.: 1:2.000

Rua (NOME)

698 698 698 698


123 124 125 125

Colégio
(NOME)

Avenida (NOME)
Ampliação de Rede

Residência Rede Existente

Poste Derivação

Unidade Consumidora

Localização SE
Loja

Loja
(NOME)

Avenida (NOME)

EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA

RUA C
RUA A

RUA B


 

 N1 11X300 N2 11X300
  
3# 2CA-13,8KV
N1 11X300  

3# 2CA-13,8KV



  

 

____ kVA
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
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DESENHO 2 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 99 de 130

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DESENHO 3 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO AÉREA EM POSTE


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 100 de 130

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DESENHO 4 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO EM CABINE ABRIGADA


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 101 de 130

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DESENHO 5 – PONTO DE ENTREGA - SUBESTAÇÃO EM CABINE ABRIGADA COM POSTE


AUXILIAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 102 de 130

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DESENHO 6 – TRAVESSIA SUBTERRÂNEA / CAIXA DE PASSAGEM

SEÇÃO LONGITUDINAL

DIMENSÕES DA
PLACA DE CONCRETO

SEÇÃO LATERAL

VISTA TRIDIMENSIONAL
Nota:
72. Aplica-se apenas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional - IPHAN. Nestas áreas a Rede da CEMAR/CELPA é
subterrânea;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 103 de 130

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DESENHO 7 – SUBESTAÇÕES AO TEMPO NO SOLO

A A
FONTE
CARGA

FONTE
PLANTA BAIXA

LEGENDA:

FONTE
CARGA

CORTE - AA

DIAGRAMA UNIFILAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 104 de 130

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DESENHO 8 – BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO

VISTA SUPERIOR

CORTE TRANSVERSAL
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 105 de 130

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DESENHO 9 – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE - TRANSFORMADORES ATÉ 300 KVA

CORTE - AA CORTE - BB
B

A A
B

PLANTA BAIXA

Nota:
73. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma
aparente;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 106 de 130

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LEGENDA – DESENHO 9

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio
02 Isoladores Suspensão
03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm
04 Cruzeta de Concreto Tipo “T” 1900mm *
05 Chave Fusível Distribuição 15kV ou 25kV - 300A/ 10kA/Base C
06 Cabo de Cobre Nu
07 Conector Cunha
08 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA
09 Transformador de Distribuição 15kV – Buchas de 25kV
10 Cabo de Cobre Isolado XLPE 90º ou EPR 90º – Isolamento 0,6/1kV
11 Suporte de Transformador Tipo Cantoneira
12 Curva 4” 180º de Aço Galvanizado a fogo
13 Eletroduto 4” de Aço Galvanizado a fogo
14 Cabo de Cobre (ou Aço Cobreado) nu 25mm² - Aterramento
15 Arame de Aço Galvanizado 12BWG
Poste Concreto Armado DT 11m/300daN para transformadores de até 75 kVA
Poste Concreto Armado DT 11m/600daN para transformadores de 112,5 e 150
16 kVA
Poste Concreto Armado DT 11m/800daN para transformadores de 225 kVA
Poste Concreto Armado DT 11m/1000daN para transformadores de 300 kVA
Caixa de Medição/Proteção de 3 compartimentos (para instalação de
17
dispositivos de medição e proteção)
18 Armação Secundária
19 Isolador Roldana
20 Malha de Terra
*Notas:
74. Para a CELPA utilizar cruzeta reta 90x90x2000mm, material em concreto ou
polimérico com fibra de vidro ou polimérico com fibra natural com
resistência nominal de 250 daN e carga mínima de ruptura de 500 daN;
75. Para a CELPA utilizar mão francesa plana;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 107 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 10.A – SUBESTAÇÃO TIPO POSTE – TRANSFORMADORES ATÉ 300 KVA COM
CONJUNTO DE MEDIÇÃO

A B

CORTE A-B

VISTA FRONTAL VISTA LATERAL


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 108 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 11 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO - ENTRADA AÉREA

B
FONTE

CARGA

A
C

CORTE - BB
PLANTA BAIXA

FONTE

CARGA

CORTE - AA CORTE - CC

DIAGRAMA UNIFILAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 109 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

LEGENDA – DESENHO 12

NUMERAÇÃO MATERIAL

01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio

02 Isoladores Suspensão

03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm

04 Conector Cunha

05 Bucha de Passagem – 15 kV

06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA

Suporte Para Pára-raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado 1.1/2” x 1.1/2” x


07
3/16” com 1.200 mm de Comprimento

08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento

09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm

10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)

11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra

12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno

13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR/CELPA)

14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR/CELPA)

15 Cavalete para Instrumentos de Medição

16 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo

17 Transformador de Corrente 15kV Proteção

18 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV

19 Transformador Distribuição

20 Cabo de Cobre Isolado XLPE – Isolamento 0,6/1kV

21 Eletroduto 4" Aço Galvanizado

22 Eletroduto 1.½" Aço Galvanizado

23 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores

24 Iluminação Artificial

Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela
25
de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de 13mm Sistema de Palhetas Metálicas

Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 12BWG, com
26 Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo Para Lacrar - Instalação com
Dobradiça

Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº


27
12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm

28 Bacia de Contenção de Óleo

29 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo

30 Tapete Isolante

31 Malha de Terra
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 110 de 130

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TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 13 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA COM


POSTE AUXILIAR

B FONTE

CARGA

A
C

CORTE - BB
PLANTA BAIXA

CARGA FONTE

CORTE - AA CORTE - CC

DIAGRAMA UNIFILAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 111 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 14 – CABINE MEDIÇÃO / PROTEÇÃO / TRANSFORMAÇÃO COM ENTRADA


SUBTERRÂNEA

B
FONTE

CARGA

A
C

CORTE - BB
PLANTA BAIXA

CARGA FONTE

CORTE - AA CORTE - CC

DIAGRAMA UNIFILAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 112 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 15 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA AÉREA

CARGA FONTE

PLANTA BAIXA

DIAGRAMA UNIFILAR
CARGA FONTE

CORTE - AA
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 113 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

LEGENDA – DESENHO 16

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio
02 Isoladores Suspensão
03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm
04 Conector Cunha
05 Bucha de Passagem – 15 kV
06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA
Suporte Para Pára-raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço Galvanizado
07
1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento
08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento
09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm
10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR/CELPA)
14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR/CELPA)
15 Cavalete para Instrumentos de Medição
16 Eletroduto de Aço Galvanizado, 1.½"
17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
18 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
21 Malha de Terra
22 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo
23 Transformador de Corrente 15kV Proteção
24 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV
Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame
25
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm
26 Tapete Isolante
27 Bacia de Contenção de Óleo
28 Extintor de Incêndio – CO2 6 kg Mínimo
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 114 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 17 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR

PLANTA BAIXA

CARGA FONTE

CORTE - AA

DIAGRAMA UNIFILAR
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 115 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 18 – CABINE DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA

PLANTA BAIXA

CARGA FONTE

CORTE - AA

DIAGRAMA UNIFILAR

Nota:
76. Aplica-se apenas em áreas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional - IPHAN. Nestas áreas a rede da CEMAR/CELPA é
subterrânea.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 116 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

LEGENDA – DESENHO 19

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Eletroduto de aço Galvanizado, 4"
02 Cabo Isolado Cobre 20kV
03 Mufla Monofásica – 15 kV
Suporte Cantoneira em Aço Galvanizado 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm
04
de Comprimento
05 Suporte Afastador
06 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
07 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
08 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR/CELPA)
09 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR/CELPA)
10 Cavalete para Instrumentos de Medição
11 Bucha de Passagem - 15 kV
12 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
13 Chave Faca Tripolar Seca, 15 KV–200A Acionamento Simultâneo
14 Transformador de Corrente 15kV Proteção
15 Disjuntor Tripolar Automático, 350 A, 250 MVA, Isolamento Para 15 KV
16 Eletroduto de Aço Galvanizado a Fogo, 1.½"
17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
18 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
Grade de Proteção Removível com Armação de Cantoneira e Tela de Arame
21
Galvanizado nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm
22 Bacia de Contenção de Óleo
23 Extintor de Incêndio - CO2 6 kg Mínimo
24 Tapete Isolante
25 Caixa de Passagem de Cabos
26 Malha de Terra
27 Cabo de Cobre nu 25mm² - Aterramento
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 117 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 20 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA AÉREA

CARGA

A
B

FONTE

DIAGRAMA UNIFILAR
PLANTA BAIXA

FONTE CARGA

CORTE - AA CORTE - BB
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 118 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

LEGENDA – DESENHO 16

NUMERAÇÃO MATERIAL
01 Alça Preformada Para Cabo de Alumínio
02 Isoladores Suspensão
03 Gancho Olhal; Porca-Olhal ; Parafuso Cabeça Quadrada Ø 16 x 250mm
04 Conector Cunha
05 Bucha de Passagem – 15 kV
06 Pára-raios Óxido de Zinco 12kV, 10kA
Suporte Para Pára-Raios/Isoladores Suporte em Cantoneira de Aço
07
Galvanizado 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” com 1.200 mm de Comprimento
08 Cabo de Cobre Nú Ø 25mm² (mínimo) - Aterramento
09 Eletroduto Rígido PVC Diâmetro 25mm
10 Chapa Galvanizada 1600 x 600mm com 3/16” de espessura (Aterrada)
11 Barramento de Cobre Tipo Vergalhão, Tubo ou Barra
12 Isolador Suporte, 15 kV Uso Interno
13 Transformador de Corrente 15kV Medição (Fornecimento CEMAR/CELPA)
14 Transformador de Potencial Medição 15kV (Fornecimento CEMAR/CELPA)
15 Cavalete para Instrumentos de Medição
16 Eletroduto de aço Galvanizado, 1.½"
17 Caixa Padrão Para Instalação de Medidores
18 Iluminação Artificial
Veneziana Para Ventilação Permanente com Grade de Proteção com Armação
19 de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado nº 18 BWG com Malha Máxima de
13mm Sistema de Palhetas Metálicas
Grade de Proteção com Armação de Cantoneira e Tela de Arame Galvanizado
20 nº 12BWG, com Malha Mínima de 13mm e Máxima de 20mm com Dispositivo
Para Lacrar - Instalação com Dobradiça
21 Malha de Terra
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 119 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 17 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA COM POSTE AUXILIAR

B
CARGA

DIAGRAMA UNIFILAR
B

FONTE

PLANTA BAIXA

FONTE

CORTE - AA
CORTE - BB
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 120 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 21 – CABINE DE MEDIÇÃO COM ENTRADA SUBTERRÂNEA

CARGA
B

FONTE DIAGRAMA UNIFILAR


B

PLANTA BAIXA

FONTE

CORTE - AA
CORTE - BB
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 121 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 19 – PORTA DO CUBÍCULO E PLACA DE ADVERTÊNCIA



 


DETALHE 01 DETALHE 02

BARRAS PARA FIXAÇÃO


DA CAIXA DE MEDIÇÃO


 


PORTA COM PLACA DE ADVERTÊNCIA


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 122 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 20 – CAVALETE PARA INSTALAÇÃO DE TC´S E TP´S

Nota:
77. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma
aparente;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 123 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 124 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 21 – CAIXA DE MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO

I on

O o ff

Notas:
78. Corpo da caixa em aço - chapa nº 18;
79. Medição indireta, com o auxílio de transformadores de corrente em baixa
tensão;
80. Construir cobertura (pingadeira) em concreto armado com inclinação de 2%
nas dimensões 1.500 x 400 mm, para impedir a penetração de água na
medição;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 125 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 22 – CAIXA DE MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO

Notas:
81. Medição indireta, com o auxílio de transformadores de corrente e de
potencial em média tensão;
82. Corpo da caixa em aço - chapa nº 18;
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 126 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 23 – LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS RURAIS

FIGURA 01 - MEDIÇÃO EM BAIXA TENSÃO

FIGURA 02 - MEDIÇÃO EM MÉDIA TENSÃO


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NORMA TÉCNICA
25/08/2005 127 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

FIGURA 03 - MAIS QUE UMA MEDIÇÃO EM BT NA MESMA PROPRIEDADE

FIGURA 04 - MAIS QUE UM RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT COM MEDIÇÕES EM BT


Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 128 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

FIGURA 05 - MAIS QUE UM RAMAL DE LIGAÇÃO EM MT COM MEDIÇÕES EM MT

Nota:
83. As figuras 03, 04 e 05, que representam propriedades com mais de uma
medição, se aplicam apenas às Unidades Consumidoras que exerçam
atividade de Irrigação e Aquicultura, através da qual adquirem desconto
especial na tarifa de fornecimento relativa ao consumo de energia elétrica
ativa, conforme legislação vigente;
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NORMA TÉCNICA
25/08/2005 129 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

DESENHO 24 – DIAGRAMA DE PROTEÇÃO COM RELÉS SECUNDÁRIOS

DIAGRAMA 1

DIAGRAMA 2

Nota:
84. Diagrama 1 – Ligação com três relés de sobrecorrente de 5A, para
acionamento automático do disjuntor.
85. Diagrama 2 – Ligação com dois relés de sobrecorrente de 5A, e um relé de
defeito para terra de 1A, para acionamento automático do disjuntor.
86. TC – transformador de corrente – isolamento 15kV.
Elaborado em: Página:
NORMA TÉCNICA
25/08/2005 130 de 130

Título: FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM MÉDIA Código: Revisão:


TENSÃO (15 e 36,2 kV) NT.31.002 04

11 CONTROLE DE REVISÕES

REV DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL


Mário Sérgio de
00 25/08/2005 - Emissão Inicial Medeiros
Damascena
Francisco Carlos
Martins Ferreira/
Larissa Cathariny
01 30/07/2010 Todos Revisão Geral
Ramos de Souza/
Orlando Maramaldo
Cruz
Francisco Carlos
Martins Ferreira/
Adequação à Resolução Normativa nº414 Larissa Cathariny
02 26/11/2010 Todos
da ANEEL. Ramos de Souza/
Orlando Maramaldo
Cruz
Francisco Carlos
6.8.2; Revisão dos itens 6.8.2 Medição em Baixa
Martins Ferreira/
03 27/12/2012 6.8.3; Tensão; 6.8.3 Medição em Média Tensão
Larissa Cathariny
9 e atualização/inclusão de desenhos
Ramos de Souza
Adriane Barbosa de
Brito/Gilberto
04 04/07/2013 Todos Revisão Geral Teixeira Carrera/
Orlando Maramaldo
Cruz

12 APROVAÇÃO

ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES)

Adriane Barbosa de Brito – Gerência de Normas e Padrões (CELPA)

Gilberto Teixeira Carrera – Gerência de Normas e Padrões (CEMAR)

Orlando Maramaldo Cruz - Gerência de Normas e Padrões (CEMAR)

APROVADOR (ES)

Jorge Alberto Oliveira Tavares – Gerência de Normas e Padrões