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Até aqui o problema era: dada uma função, determine sua derivada. O problema, a partir de agora será:
dada a derivada de uma função, determine a função.
Em outras palavras, dada uma função f(x), vamos estudar como encontrar uma função F(x) tal que a sua
derivada seja igual a f(x), isto é: 𝐹 ′ (𝑥 ) = 𝑓(𝑥)
Por exemplo: suponha que: 𝑓 ′ (𝑥 ) = 3; 𝑔′ (𝑥) = 3𝑥 2 𝑒 𝑠 ′ (𝑡) = 6𝑡.
Vamos determinar a função f, g, e s. Assim:
𝑑
𝑓 (𝑥 ) = 3𝑥, 𝑝𝑜𝑟𝑞𝑢𝑒: [3𝑥 ] = 3;
𝑑𝑥
Esta operação de determinar a função original a partir de
𝑑 3 sua derivada é a operação inversa da derivação
𝑔(𝑥 ) = 𝑥 3 , 𝑝𝑜𝑟𝑞𝑢𝑒: [𝑥 ] = 3𝑥 2 ;
𝑑𝑥 denominada de primitivação ou integração.
𝑑
𝑠(𝑡) = 3𝑡 2 , 𝑝𝑜𝑟𝑞𝑢𝑒: [3𝑡 2 ] = 6𝑡.
𝑑𝑥

Uma função 𝐹 é uma primitiva de uma função 𝑓 se, para cada 𝑥 no domínio de 𝑓, acontece que
𝐹 ′ (𝑥 ) = 𝑓(𝑥). O processo de primitivação também é chamado de INTEGRAÇÃO e é denotada pelo
símbolo de integral. O símbolo ∫ 𝑓(𝑥) 𝑑𝑥 é a INTEGRAL INDEFINIDA de 𝑓(𝑥) e representa a família de
primitivas de 𝑓(𝑥). Assim podemos escrever:

∫ ⟹ É o símbolo de integração

𝑓(𝑥) ⟹ É o integrando. É a função por meio da qual encontraremos a função original

𝑑𝑥 ⟹ É o diferencial. Identifica a variável de integração

𝐹(𝑥) ⟹É a primitiva de 𝑓 em relação a 𝑥. É a função cuja derivada é 𝑓(𝑥)

𝐶 ⟹ É a constante de integração.

𝒅
[∫ 𝒇(𝒙)𝒅𝒙] = 𝒇(𝒙) ⇒ 𝐴 𝑑𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒𝑛𝑐𝑖𝑎çã𝑜 é 𝑜 𝑖𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎çã𝑜.
𝒅𝒙
(A derivada da integral de uma função f é a própria função f)

∫ 𝒇′(𝒙)𝒅𝒙 = 𝒇(𝒙) + 𝑪 ⇒ 𝐴 𝑑𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎çã𝑜 é 𝑜 𝑖𝑛𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 𝑑𝑎 𝑑𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒𝑛𝑐𝑖𝑎çã𝑜.

(A integral da derivada de uma função é a própria função somada a uma constante)


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As integrais podem ser: Definidas, Indefinidas ou Impróprias:


𝑏
São aquelas que apresentam limites de integração: ∫ 𝑓(𝑥 )𝑑𝑥
𝑎

São aquelas que não apresentam limites de integração: ∫ 𝑓 (𝑥)𝑑𝑥

são aquelas onde, um ou ambos os limites de integração é infinito (∞):


+∞ 𝑏 +∞
∫ 𝑓(𝑥 )𝑑𝑥 𝑜𝑢 ∫ 𝑓 (𝑥 )𝑑𝑥 𝑜𝑢 ∫ 𝑓 (𝑥 )𝑑𝑥
𝑎 −∞ −∞

1 1
𝑎) ∫ 3𝑑𝑥 = 3𝑥 + 𝑐 𝑏) ∫ − 𝑑𝑡 = − 𝑡 + 𝑐 𝑐) ∫ 𝑑𝑥 = 𝑥 + 𝑐
3 3

𝑎) ∫ 2𝑥𝑑𝑥 = 2 ∫ 𝑥𝑑𝑥 𝑏) ∫ − 5(𝑥 2 − 1)𝑑𝑡 = −5 ∫(𝑡 2 − 1)𝑑𝑡

𝑥 1+1 𝑥2 𝑥4 𝑥4
𝑎) ∫ 𝑥𝑑𝑥 = +𝑐 = +𝑐 𝑏) ∫ −2𝑥 3 𝑑𝑥 = −2 ∫ 𝑥 3 𝑑𝑥 = −2 ∙ +𝑐 =− +𝑐
1+1 2 4 2

𝑥 3 2𝑥 2 𝑥3
𝑎) ∫(𝑥 2 + 2𝑥 − 3)𝑑𝑥 = ∫ 𝑥 2 𝑑𝑥 + ∫ 2𝑥𝑑𝑥 − ∫ 3𝑑𝑥 = + − 3𝑥 + 𝑐 = + 𝑥 2 − 3𝑥 + 𝑐
3 2 3

I) Determine:
3⁄
1) ∫ 3𝑥 4 𝑑𝑥 ; 2) ∫ −5𝑡 5 𝑑𝑡 ; 3) ∫ 𝑒 𝑑𝑥 ; 4) ∫ 𝑒 3 𝑑𝑥 ; 5) ∫ 𝑦 2 𝑑𝑦 ; 6) ∫ 𝑥(𝑥 2 + 3) 𝑑𝑥

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5 2𝑥 3 − 1
7) ∫ − 𝑑𝑥 ; 8) ∫ 3√𝑥 𝑑𝑥 ; 9) ∫(3𝑥 2 − 3𝑥 2 − 2𝑥 + 7) 𝑑𝑥 ; 10) ∫ 𝑑𝑥 ; 11) ∫ √𝑦 𝑑𝑦
3𝑥 3 𝑥3
1 𝑡2 − 𝑡 + 1 2 10 4
12) ∫ 𝑑𝑥 ; 13) ∫ 𝑑𝑡 ; 14) ∫ (5𝑥 + ) 𝑑𝑥 ; 15) ∫ ( − 3√𝑦 + ) 𝑑𝑦
𝑥 √𝑥 𝑡2 3𝑥 5 𝑦 3⁄4
√𝑦

Os métodos matemáticos de integração, basicamente são classificados em:


1. Substituição de variáveis;
2. Transformação do integrando;
3. Substituições trigonométricas;
4. Integração por Partes;
5. Frações Parciais;
6. Substituições especiais
7. Fórmulas de Redução;
8. Frações Racionais em frações parciais
Eles são aplicados com o objetivo de tornar a integral dada mais acessível quanto à resolução.

O método da substituição funciona quando o integrando contém uma função e a derivada do argumento
da função, ou seja, quando o integrando contém um fator extra, produzido pela regra da cadeia ou alguma
coisa parecida exceto pela constante. E o integrando não deve conter mais nada.
Argumento é a função secundária que compõe a função principal

Vamos determinar a derivada da função 𝑤 = cos(𝑥 2 ).


Observe que 𝑤 é uma função composta e, portanto, pode ser decomposta em duas funções: 𝑓(𝑥 ) =
cos(𝑥 ) 𝑒 𝑔(𝑥 ) = 𝑥 2 . Isso nos leva a concluir que 𝑤 = 𝑓(𝑔(𝑥 )), pois: 𝑓 (𝑥 2 ) = cos(𝑥 2 ) = 𝑤.
Note que, 𝑥 2 é o argumento.
Assim, para derivar 𝑤 usando a regra da cadeia faz – se: 𝑤 ′ = 𝑓 ′ (𝑢) ∙ 𝑢′ , onde:
𝑢 = 𝑥 2 ⟹ 𝑢′ = 2𝑥 𝑒 𝑓(𝑢) = cos(𝑢) ⟹ 𝑓 ′ (𝑢) = − sen (𝑢) = − sen 𝑥 2
Assim, se . Note que o termo extra (−2𝑥 ) foi gerado pelo
argumento da função composta w;

𝐕𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐨𝐛𝐭𝐞𝐫 ∫ −𝟐𝒙 𝐬𝐞𝐧 𝒙𝟐 𝒅𝒙

Inicialmente note que a função composta principal é 𝑠𝑒𝑛(𝑥 2 ) e seu argumento é 𝑥 2 .

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𝑑𝑢 𝑑𝑢
Fazendo: 𝑢 = 𝑥 2 ⟹ = 2𝑥 ⟹ 𝑑𝑢 = 2𝑥𝑑𝑥 ⟹ 𝑑𝑥 =
𝑑𝑥 2𝑥
E substituindo na integral dada, temos:
𝑑𝑢
∫ −2𝑥 sen 𝑥 2 𝑑𝑥 = ∫ −2𝑥 sen(𝑢) = − ∫ sen(𝑢) 𝑑𝑢 = −[−cos (𝑢)] + 𝑐 = cos (𝑢) + 𝑐
2𝑥

Observe que o resultado dessa integral para 𝑐 = 0 é a função 𝑤. O que nos comunica que o método da
integração por substituição de variáveis reverteu a derivação pela regra da cadeia.

Determinar a antiderivada de 𝟓𝒙𝟐 𝒄𝒐𝒔(𝒙𝟑 )𝒅𝒙

𝑂 𝑝𝑟𝑜𝑏𝑙𝑒𝑚𝑎 𝑝𝑒𝑑𝑒 ∫ 5𝑥 2 𝑐𝑜𝑠(𝑥 3 )𝑑𝑥

1º) igualando 𝒖 o argumento da função principal: 𝑢 = 𝑥 3


2º) Achando a derivada de 𝒖 em relação a 𝒙 e isolando 𝒅𝒙:
𝑑𝑢 𝑑𝑢
𝑢 = 𝑥3 ⇒ = 3𝑥 2 ⇒ 𝑑𝑢 = 3𝑥 2 𝑑𝑥 ⇒ 𝑑𝑥 = 2
𝑑𝑥 3𝑥
𝑑𝑢 5 5
3º) Substituindo na integral dada: ∫ 5𝑥 2 𝑐𝑜𝑠(𝑥 2 )𝑑𝑥 = ∫ 5𝑥 2 𝑐𝑜𝑠 𝒖 2
= ∫ 𝑐𝑜𝑠 𝒖 𝒅𝒖 = 𝒔𝒆𝒏 𝒖 + 𝒄
3𝑥 3 3

4º) Colocando novamente em função de 𝒙: ∫ ( )

Tirando a prova, vamos determinar a derivada de 𝑠𝑒𝑛 𝑥 2 . A derivada da constante é zero:


𝒚 = 𝒔𝒆𝒏 𝒙𝟐 (pela regra da cadeia) 𝒚 = 𝒔𝒆𝒏 𝒖 ∙ 𝒖′ onde 𝒖 = 𝒙𝟐 ⇒ 𝒖′ = 𝟐𝒙
Assim 𝒚′ = 𝒄𝒐𝒔 𝒖 ∙ 𝟐𝒙 ⇒ 𝒚′ = 𝒄𝒐𝒔 (𝒙𝟐 ) ∙ 𝟐𝒙 ⇒ 𝒚′ = 𝟐𝒙𝒄𝒐𝒔 (𝒙𝟐 )
Note que, a presença (ou falta) da constante no integrando, não influencia no processo de encontrar a
antiderivada por substituição.

𝑨𝒄𝒉𝒆 ∫(𝟑𝒙 − 𝟓)𝟏𝟗 𝒅𝒙

𝑑𝑢 𝑑𝑢
Fazendo: 𝑢 = 3𝑥 − 5 𝑒 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑛𝑑𝑜 = 3𝑥 − 5 ⇒ 𝑑𝑢 = 3𝑑𝑥 ⇒ 𝑑𝑥 =
𝑑𝑥 3
19 19
𝑑𝑢 1 19
1 𝑢20 𝑢20
Substituindo na integral dada: ∫(3𝑥 − 5) 𝑑𝑥 = ∫ 𝑢 = ∫ 𝑢 𝑑𝑢 = ∙ +𝑐 = +𝑐
3 3 3 20 60
( )
Colocando novamente em função de 𝒙: ∫( )

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O método da substituição é relativamente direto, desde que o integrando contenha uma composição
𝑓(𝑔(𝑥 )) facilmente reconhecível e seu rosto seja um múltiplo constante de 𝑔′(𝑥). Se isso não ocorrer, o
método ainda pode ser aplicável, com alguns cálculos adicionais. Vejamos:

𝒄𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒙𝟐 √𝒙 − 𝟏 𝒅𝒙

Note que a função composta (principal) √𝑥 − 1 sugere a substituição:


𝑑𝑢
𝑢 =𝑥−1⇒ = 1 ⇒ 𝑑𝑢 = 𝑑𝑥. 𝐴𝑠𝑠𝑖𝑚 𝑡𝑒𝑚𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑒 ∫ 𝑥 2 √𝑥 − 1 𝑑𝑥 = ∫ 𝑥 2 √𝑢 𝑑𝑢
𝑑𝑥
O que não resolve o problema.
Contudo, se 𝑢 = 𝑥 − 1, 𝑒𝑛𝑡ã𝑜 𝑥 = 𝑢 + 1 𝑜 𝑞𝑢𝑒 𝑙𝑒𝑣𝑎 𝑎 𝑥 2 = (𝑢 + 1)2 = 𝑢2 + 2𝑢 + 1

𝐿𝑜𝑔𝑜, ∫ 𝑥 2 √𝑥 − 1 𝑑𝑥 = ∫ 𝑥 2 √𝑢 𝑑𝑢 = ∫(𝑢2 + 2𝑢 + 1)√𝑢 𝑑𝑢 = ∫(𝑢5⁄2 + 2𝑢3⁄2 + 𝑢1⁄2 ) 𝑑𝑢

2 4 2
= 𝑢7⁄2 + 𝑢5⁄2 + 𝑢3⁄2 + 𝑐
7 5 3

( ) ⁄ ( ) ⁄ ( ) ⁄
Assim, concluímos que, ∫ √

II) Determine:
𝑒 √𝜃 𝑒 2𝑡
16) ∫ 𝑠𝑒𝑛(2𝑥)𝑑𝑥 ; 17) ∫ 𝑠𝑒𝑛2 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 ; 18) ∫ 𝑥 3 √𝑥 4 − 3 𝑑𝑥 ; 19) ∫ 𝑑𝜃 ; 20) ∫ 𝑑𝑡
√𝜃 √1 − 𝑒 𝑡
2 1
21) ∫ 4𝑥 2 cos(𝑥 3 ) 𝑑𝑥 ; 22) ∫ 10sec 2 𝑥 ∙ 𝑒 𝑡𝑔𝑥 𝑑𝑥 ; 23) ∫ cos 𝑡 √𝑠𝑒𝑛 𝑡 𝑑𝑡 ; 24) ∫ ( + 𝑠𝑒𝑐 2 (𝜋𝑥 )) 𝑑𝑥
3 𝑥
2
25) ∫ 7 sen(7𝑥) 𝑑𝑥 ; 26) ∫ 3(3𝑥 + 7)15 𝑑𝑥 ; 27) ∫(3𝑥 + 4)36 𝑑𝑥 ; 13) ∫ 25𝑥 𝑑𝑥 ; 28) ∫ 𝑒 𝑥 ∙ 𝑥 𝑑𝑥

3
29) ∫ 5𝑐𝑜𝑠(3𝑥) 𝑑𝑥 ; 30) ∫ 𝑒 3𝑥 ∙ 3 𝑑𝑥 ; 31) ∫ 𝑒 𝑡 ∙ 𝑡 2 𝑑𝑡 ; 32) ∫ 𝑒 3𝑥 𝑑𝑥 ; 33) ∫ cos(5𝑥 ) 𝑑𝑥

34) ∫ 𝑡. cos(3𝑡 2 ) 𝑑𝑡 ; 35) ∫ cos(3𝑥 + 1) 𝑑𝑥 ; 36) ∫(𝑥 + 1)17 𝑑𝑥 ; 37) ∫ 3√3𝑥 + 7 𝑑𝑥 ; 38) ∫ √𝑥 + 6 𝑑𝑥

1 1
39) ∫ 𝑒 𝑠𝑒𝑛 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 ; 40) ∫ 𝑑𝑥 ; 41) ∫ 𝑑𝑡 ; 42) ∫(𝑠𝑒𝑛 𝑥 )5 cos 𝑥 𝑑𝑥
(𝑥 + 1) 2 (3𝑡 + 7)2
6𝑥 2 4 3√ 5 𝑑𝑡 ; 45) ∫ 𝑥𝑒 3𝑥 2+2 𝑑𝑥 ; 46) ∫
8𝑥 3 − 4 𝑠𝑒𝑛 𝑥 − cos 𝑥
43) ∫ 3
𝑑𝑥 ; 44) ∫ 𝑡 3 − 5𝑡 4
𝑑𝑥 ; 47) ∫ 𝑑𝑥
𝑥 𝑥 − 2𝑥 𝑠𝑒𝑛 𝑥 + cos 𝑥

III) Dadas as fórmulas abaixo, determine as integrais de 48 a 57.


𝑑𝑥 1 𝑢 𝑑𝑥
𝑎) ∫ = 𝑎𝑟𝑐 𝑡𝑔 ( ) + 𝑐 𝑑) ∫ = ln (𝑢 + √𝑎2 + 𝑢2 ) + 𝑐
𝑎2 +𝑢 2 𝑎 𝑎 √𝑎2 + 𝑢2
𝑑𝑥 1 𝑢+𝑎 𝑑𝑥 𝑢
𝑏) ∫ = ln ( )+𝑐 𝑒) ∫ = 𝑎𝑟𝑐 𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐
𝑎2 −𝑢 2 2𝑎 𝑢−𝑎 √𝑎2 − 𝑢2 𝑎
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𝑑𝑥 1 𝑢−𝑎 𝑑𝑥 1 𝑢
𝑐) ∫ = ln ( )+𝑐 𝑓) ∫ = arc sec ( ) + 𝑐
𝑢2 −𝑎 2 2𝑎 𝑢+𝑎 𝑢√𝑢2 − 𝑎2 𝑎 𝑎

𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
48) ∫ 2
; 49) ∫ 2
; 50) ∫ 2
; 51) ∫ ; 52) ∫ ; 53) ∫
4−𝑥 1 + 2𝑥 4 − 9𝑥 √25 − 𝑥 2 √16 − 9𝑥 2 √4 − 𝑥 2
𝑑𝑥 𝑑𝑥 2𝑥 + 10 1 3
54) ∫ ; 55) ∫ ; 56) ∫ 𝑑𝑥 ; 57) ∫ ( − ) 𝑑𝑥
𝑥√𝑥 2 − 4 √2 − 𝑥 2 (𝑥 + 2)2 + 9 2√1 − 𝑥 2 1 + 𝑥2

A aplicação desse método consiste em transformar o integrando, através de manipulações algébricas.


Assim, a integral obtida fica mais simples que a integral dada.
𝒙−𝟏
∫ 𝒅𝒙
√𝒙 − 𝟏
𝑥−1 (𝑥 − 1)(√𝒙 + 𝟏) (𝑥 − 1)(√𝑥 + 1) (𝑥 − 1)(√𝑥 + 1)
𝑁𝑜𝑡𝑒 𝑞𝑢𝑒 = = 2 = = √𝑥 + 1
√𝑥 − 1 (√𝑥 − 1)(√𝒙 + 𝟏) (√𝑥) − (1)2 𝑥−1
𝟏 𝟑
𝒙−𝟏 𝟏 𝒙𝟐+𝟏 𝒙𝟐
𝑨𝒔𝒔𝒊𝒎, ∫ 𝒅𝒙 = ∫(√𝒙 − 𝟏)𝒅𝒙 = ∫ (𝒙𝟐 − 𝟏) 𝒅𝒙 = +𝒙+𝒄 = +𝒙+𝒄
√𝒙 − 𝟏 𝟏 𝟑
+ 𝟏
𝟐 𝟐

Logo temos que: ∫ ∫(√ )

𝒙𝟑 + 𝟏
∫ 𝒅𝒙 . Note que 𝒙𝟑 + 𝟏 = (𝑥 + 1)(𝑥 2 − 𝑥 + 1)
𝒙+𝟏
𝑥3 + 1 (𝑥 + 1)(𝑥 2 − 𝑥 + 1) 2
𝒙𝟑 𝒙𝟐
Assim, ∫ 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 = ∫(𝑥 − 𝑥 + 1)𝑑𝑥 = − +𝒙+𝒄
𝑥+1 𝑥+1 𝟑 𝟐

𝐋𝐨𝐠𝐨, 𝐭𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞: ∫ ∫

IV) Determine:
𝑥−1 𝑥7 − 1 𝑥−3 √𝑥 − 2 𝑥3 − 1
58) ∫ 3 𝑑𝑥 ; 59) ∫ 𝑑𝑥 , 60) ∫ 𝑑𝑥 ; 61) ∫ 𝑑𝑥 ; 62) ∫ 𝑑𝑥
√𝑥 − 1 𝑥−1 √1 + 𝑥 − 2 √𝑥 − 4 𝑥−1

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Se, pelo menos um entre m ou n, for um número inteiro ímpar positivo, usaremos na transformação do
integrando a relação 𝒔𝒆𝒏𝟐 𝒙 + 𝒄𝒐𝒔𝟐 𝒙 = 𝟏.
Remove-se um fator para a direita e substitui: 𝒔𝒆𝒏𝟐 𝒙 𝐩𝐨𝐫 𝟏 −
𝟐
𝒄𝒐𝒔 𝒙.
Remove-se um fator para a direita e substitui: 𝒄𝒐𝒔𝟐 𝒙 𝐩𝐨𝐫 𝟏 −
𝒔𝒆𝒏𝟐 𝒙.

∫ 𝒔𝒆𝒏𝟑 𝒙 ∙ 𝒄𝒐𝒔𝟒 𝒙 𝒅𝒙

Note que a potência do seno é ímpar (𝑚 = 3). Remova um fator seno e mova-o para a direita e substitua
𝑠𝑒𝑛2 𝑥 em 1 − 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 :

∫ 𝑠𝑒𝑛3 𝑥 ∙ 𝑐𝑜𝑠 4 𝑥 𝑑𝑥 = ∫ 𝑠𝑒𝑛2 𝑥 ∙ 𝑐𝑜𝑠 4 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥 = ∫(1 − 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠 4 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥 =

= ∫(𝑐𝑜𝑠 4 𝑥 − 𝑐𝑜𝑠 6 𝑥 ) ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥 . Agora integre por substituição fazendo: 𝑢 = 𝑐𝑜𝑠 𝑥 ⇒ 𝑑𝑢 = −𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥

𝑢5 𝑢7
− ∫(𝑐𝑜𝑠 4 6
𝑥 − 𝑐𝑜𝑠 𝑥 ) ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥 = − ∫(𝑢4 6)
− 𝑢 𝑑𝑢 = − + + 𝑐
5 7

𝒄𝒐𝒔𝟑 𝒙
∫ 𝒅𝒙
√𝒔𝒆𝒏 𝒙
Note que a potência do cosseno é ímpar (𝑚 = 3). Remova um fator cosseno e mova-o para a direita:
𝑐𝑜𝑠 3 𝑥 1 𝟏
∫ 𝑑𝑥 = ∫ 𝑐𝑜𝑠 3 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛−2 𝑥 𝑑𝑥 = ∫ 𝒄𝒐𝒔𝟐 𝒙 ∙ 𝒔𝒆𝒏−𝟐 𝒙 ∙ 𝐜𝐨𝐬 𝒙 𝒅𝒙 . Fazendo 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 = 1 − 𝑠𝑒𝑛 2 𝑥, temos
√𝑠𝑒𝑛 𝑥
1 1 1 3
∫ 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛−2 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 = ∫(1 − 𝑠𝑒𝑛2 𝑥 ) ∙ 𝑠𝑒𝑛−2 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 = ∫ (𝑠𝑒𝑛 −2 𝑥 − 𝑠𝑒𝑛2 𝑥) ∙ 𝑐𝑜𝑠𝑥 𝑑𝑥

Agora integre por substituição: 𝑢 = 𝑠𝑒𝑛 𝑥 ⇒ 𝑑𝑢 = 𝑐𝑜𝑠 𝑥 𝑑𝑥


1 3 1 3 1 2 5
∫ (𝑠𝑒𝑛−2 𝑥 − 𝑠𝑒𝑛2 𝑥) ∙ 𝑐𝑜𝑠𝑥 𝑑𝑥 = ∫ (𝑢−2 − 𝑢2 ) 𝑑𝑢 = 2𝑢2 + 𝑢2 + 𝑐
5

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𝟏 − 𝐜𝐨𝐬(𝟐𝒖) 𝟏 + 𝐜𝐨𝐬(𝟐𝒖)
Remove – se um fator para a direita e substitui: 𝒔𝒆𝒏𝟐 𝒖 𝐩𝐨𝐫 ou 𝒄𝒐𝒔𝟐 𝒖 𝐩𝐨𝐫
𝟐 𝟐
Se 𝑚 > 2 𝑒/𝑜𝑢 𝑛 > 2, transforma a potência do seno e/ou do cosseno em uma ‘potência de potência’ do
tipo ou tais que 2𝑝 = 𝑚 𝑒 2𝑞 = 𝑛.

∫ 𝒔𝒆𝒏𝟒 𝒙 ∙ 𝒄𝒐𝒔𝟐 𝒙 𝒅𝒙

∫ 𝑠𝑒𝑛4 𝑥 ∙ 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑑𝑥 = ∫(𝑠𝑒𝑛2 𝑥 )2 ∙ 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑑𝑥

1 − 𝑐𝑜𝑠(2𝑥) 1 + 𝑐𝑜𝑠(2𝑥)
𝑆𝑢𝑏𝑠𝑡𝑖𝑡𝑢𝑖𝑛𝑑𝑜: 𝑠𝑒𝑛2 𝑥 𝑝𝑜𝑟 𝑒 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑝𝑜𝑟 (∀𝑥 ∈ 𝑅), 𝑡𝑒𝑚𝑜𝑠:
2 2
2
1 − 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 ) 1 + 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 )
∫(𝑠𝑒𝑛2 𝑥 )2 2
∙ 𝑐𝑜𝑠 𝑥 𝑑𝑥 = ∫ ( ) ∙( ) 𝑑𝑥
2 2
1 2 1
= ∫(1 − 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 )) ∙ (1 + 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 ))𝑑𝑥 = ∫[1 − 2𝑐𝑜𝑠(2𝑥 ) + 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 )] ∙ (1 + 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 ))𝑑𝑥
8 8
1
= ∫ 1 − cos(2𝑥 ) − 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 ) + 𝑐𝑜𝑠 3 (2𝑥) 𝑑𝑥
8
1 1 1 1
= ∫ 1 𝑑𝑥 − ∫ cos(2𝑥 ) 𝑑𝑥 − ∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥) 𝑑𝑥 + ∫ 𝑐𝑜𝑠 3 (2𝑥 )𝑑𝑥
8 8 8 8

Então, ∫ ( ) ∫ ( ) ∫ ( )

1+𝑐𝑜𝑠(2𝑥)
Restaram duas integrais: a 1ª resolve por parte, mais uma vez, fazendo 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 = , e a outra
2
também, seguindo os passos do caso 2, o que no final encontramos:
Resolvendo cada uma dessas integrais, temos:
1 + 𝑐𝑜𝑠(4𝑥)
∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 ) 𝑑𝑥; substituindo 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑝𝑜𝑟 temos:
2
1 + 𝑐𝑜𝑠(4𝑥) 1 1 1
∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 ) 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 = ∫[1 + 𝑐𝑜𝑠(4𝑥)] 𝑑𝑥 = [𝑥 + 𝑠𝑒𝑛(4𝑥)] =
2 2 2 4

∫ 𝑐𝑜𝑠 3 (2𝑥 )𝑑𝑥 = ∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥) ∙ 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 )𝑑𝑥 ; substituindo 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥) por 1 − 𝑠𝑒𝑛2 (2𝑥) , temos:

∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 )𝑑𝑥 = ∫[1 − 𝑠𝑒𝑛 2 (2𝑥 ]𝑐𝑜𝑠(2𝑥 )𝑑𝑥 = ∫[1 − 𝑠𝑒𝑛2 (2𝑥) ]𝑐𝑜𝑠(2𝑥)𝑑𝑥
𝑑𝑢
Resolvendo por substituição, fazemos: 𝑢 = 𝑠𝑒𝑛(2𝑥 ) ⟹ 𝑑𝑢 = 2𝑐𝑜𝑠(2𝑥)𝑑𝑥 ⟹ 𝑑𝑥 = 2𝑐𝑜𝑠(2𝑥), temos:

𝑑𝑢 1 1 𝑢3
∫[1 − 𝑠𝑒𝑛2 (2𝑥) ]𝑐𝑜𝑠(2𝑥)𝑑𝑥 = ∫(1 − 𝑢2 )𝑐𝑜𝑠(2𝑥) = ∫(1 − 𝑢2 )𝑑𝑢 = (𝑢 − ) =
2𝑐𝑜𝑠(2𝑥) 2 2 3
1 𝑠𝑒𝑛3 (2𝑥)
(𝑠𝑒𝑛(2𝑥) − )
2 3

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1 1
[𝑥 − 𝑠𝑒𝑛(2𝑥) − ∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (2𝑥 ) 𝑑𝑥 + ∫ 𝑐𝑜𝑠 3 (2𝑥 )𝑑𝑥]
Substituindo esses dois resultados na integral:
8 2
1 1 𝑥 1 1 1
= {𝑥 − 𝑠𝑒𝑛 (2𝑥) − ( + 𝑠𝑒𝑛(4𝑥)) + 𝑠𝑒𝑛(2𝑥) − 𝑠𝑒𝑛3 (2𝑥)}
8 2 2 8 2 6
1 𝑥 1 1
= {𝑥 − − 𝑠𝑒𝑛(4𝑥) − 𝑠𝑒𝑛3 (2𝑥)}
8 2 8 6
1 𝑥 1 1
= [ − 𝑠𝑒𝑛(4𝑥) − 𝑠𝑒𝑛3 (2𝑥)]
8 2 8 6

Podem ser encontradas usando as identidades trigonométricas:


𝟏
∎ 𝒔𝒆𝒏𝜶 ∙ 𝒄𝒐𝒔𝜷 = [𝒔𝒆𝒏(𝜶 − 𝜷) + 𝒔𝒆𝒏(𝜶 + 𝜷)]
𝟐
𝟏
∎ 𝒔𝒆𝒏𝜶 ∙ 𝒔𝒆𝒏𝜷 = [𝒄𝒐𝒔(𝜶 − 𝜷) − 𝒄𝒐𝒔(𝜶 + 𝜷)]
𝟐
𝟏
∎ 𝒄𝒐𝒔𝜶 ∙ 𝒄𝒐𝒔𝜷 = [𝒄𝒐𝒔(𝜶 − 𝜷) + 𝒄𝒐𝒔(𝜶 + 𝜷)]
𝟐

∫ 𝒔𝒆𝒏(𝟕𝒙) ∙ 𝒄𝒐𝒔(𝟑𝒙) 𝒅𝒙

1
Transformando o integrando usando: 𝑠𝑒𝑛𝛼 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝛽 = [𝑠𝑒𝑛(𝛼 − 𝛽 ) + 𝑠𝑒𝑛 (𝛼 + 𝛽 )] 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝛼 = 7𝑥 𝑒 𝛽 = 3𝑥
2
𝑒, 𝛼 − 𝛽 = 7𝑥 − 3𝑥 = 4𝑥 𝑒 𝛼 + 𝛽 = 7𝑥 + 3𝑥 = 10𝑥. Assim temos que:
1
∫ 𝑠𝑒𝑛(7𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠(3𝑥) 𝑑𝑥 = ∫[𝑠𝑒𝑛(4𝑥) + 𝑠𝑒𝑛(10𝑥)] 𝑑𝑥
2

Resolvendo as integrais: ∫ 𝑠𝑒𝑛(4𝑥)𝑑𝑥 𝑒 ∫ 𝑠𝑒𝑛(10𝑥) 𝑑𝑥 , por substutuição:

1 1
∫ 𝑠𝑒𝑛(4𝑥 )𝑑𝑥 = − cos(4𝑥 ) + 𝑐 𝑒 ∫ 𝑠𝑒𝑛(10𝑥 ) 𝑑𝑥 = − cos(10𝑥) + 𝑐
4 10
1 1 1
∫ 𝑠𝑒𝑛(7𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠(3𝑥) 𝑑𝑥 = − [ cos(4𝑥) + cos(10𝑥)]
2 4 10

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𝐕) 𝐂𝐚𝐥𝐜𝐮𝐥𝐞:

63) ∫ 𝑠𝑒𝑛4 (2𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠 3 (2𝑥) 𝑑𝑥 ; 64) ∫ 𝑠𝑒𝑛5 𝑥 𝑑𝑥; 65) ∫ 𝑠𝑒𝑛2 𝑥 𝑑𝑥; 66) ∫ 𝑐𝑜𝑠 2 (6𝑥 ) 𝑑𝑥

67) ∫ 𝑠𝑒𝑛2 (4𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠 4 (4𝑥) 𝑑𝑥 ; 68) ∫ 𝑠𝑒𝑛(3𝑥) ∙ 𝑐𝑜𝑠(2𝑥 ) 𝑑𝑥 ; 69) ∫ 𝑐𝑜𝑠(5𝑥 ) ∙ 𝑐𝑜𝑠(𝑥 ) 𝑑𝑥

𝑠𝑒𝑛4 𝑥
70) ∫ 𝑠𝑒𝑛(3𝑥) ∙ 𝑠𝑒𝑛(2𝑥) 𝑑𝑥 ; 71) ∫ 𝑐𝑜𝑠 3 𝑥 𝑑𝑥; 72) ∫ 𝑑𝑥; 73) ∫ 2𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑑𝑥
2

Para resolver essas integrais, utilizaremos as seguintes identidades trigonométricas:

∫ 𝒕𝒈(𝟕𝒙) 𝒅𝒙
𝑠𝑒𝑛 𝑢
Note que o integrando é da forma 𝑡𝑔 𝑢. Assim faremos a substituição 𝑡𝑔 𝑢 = onde 𝑢 = 7𝑥. Logo:
cos 𝑢
𝑠𝑒𝑛 7𝑥 1
∫ 𝑡𝑔(7𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥. 𝐹𝑎𝑧𝑒𝑛𝑑𝑜 𝑡 = cos 7𝑥 ⟹ 𝑑𝑡 = −7𝑠𝑒𝑛 7𝑥𝑑𝑥 ⟹ 𝑑𝑥 = − 𝑑𝑡
cos 7𝑥 7𝑠𝑒𝑛 7𝑥
𝑠𝑒𝑛 7𝑥 𝑠𝑒𝑛 7𝑥 1 1 1 1
∫ 𝑡𝑔(7𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 = − ∫ ∙ 𝑑𝑡 = − ∫ 𝑑𝑡 = − ln|𝑡| + 𝑐
cos 7𝑥 𝑡 7𝑠𝑒𝑛 7𝑥 7 𝑡 7

𝟏
𝑶𝑩𝑺. : (𝐜𝐨𝐬 𝟕𝒙)−𝟏 = = 𝐬𝐞𝐜 𝟕𝒙
𝐜𝐨𝐬 𝟕𝒙

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∫ 𝒔𝒆𝒄(𝟒𝒙) 𝒅𝒙

𝑠𝑒𝑐 𝑢(sec 𝑢+𝑡𝑔 𝑢)


Note que o integrando é da forma sec 𝑢. Assim faremos a substituição sec 𝑢 = (sec 𝑢+𝑡𝑔 𝑢)
, 𝑐𝑜𝑚 𝑢 = 4𝑥

𝑠𝑒𝑐 4𝑥(sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥 ) 𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥


∫ 𝑡𝑔(4𝑥) 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥
(sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥 ) (sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥)

Note que 𝑦 = sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥 ⟹ 𝑑𝑦 = 4(𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥 )𝑑𝑥, 𝑎𝑠𝑠𝑖𝑚:

𝑑𝑡
Fazendo 𝑡 = sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥 ⟹ 𝑑𝑡 = 4(𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥)𝑑𝑥 ⟹ 𝑑𝑥 =
4(𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥 )

𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥 𝑠𝑒𝑐 2 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥 𝑑𝑡 1 1


∫ 𝑑𝑥 = ∫ ∙ = ∫ 𝑑𝑡 =
(sec 4𝑥 + 𝑡𝑔 4𝑥 ) 𝑡 4(𝑠𝑒𝑐 4𝑥 + sec 4𝑥 ∙ 𝑡𝑔 4𝑥 ) 4 𝑡
2

1 1 1
= ∫ 𝑑𝑡 == ln|𝑡| + 𝑐
4 𝑡 4

𝐕𝐈) 𝐶𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑒:

74) ∫ 𝑐𝑜𝑡𝑔(4𝑥)𝑑𝑥 ; 75) ∫ sec 𝑥 𝑑𝑥 ; 76) ∫ 𝑐𝑜𝑠𝑠𝑠𝑒𝑐𝑥 𝑑𝑥 ; 77) ∫ sec 4𝑥 𝑑𝑥 ; 78) ∫ 𝑐𝑜𝑠 sec 4𝑥 𝑑𝑥

O método da integração por partes é a versão da integração da regra do produto para a diferenciação.

O objetivo principal da integração por partes é escolher 𝒖 e 𝒅𝒗 para obter uma nova integral que é mais
fácil de calcular do que a original. Em geral, não há regras imediatas e precisas para isso; é uma questão
de experiência, que provém de muita prática.

Uma estratégia que geralmente funciona é escolher 𝒖 de tal modo que 𝒖 fique fácil de derivar para obter
𝒅𝒖 e 𝒅𝒗 fácil de integrar para obter 𝒗. Tome 𝒅𝒗 como a parte mais complexa do integrando. Com a
prática será notado que algumas vezes é indiferente essa escolha!

Outra estratégia útil para escolhe 𝒖 e 𝒅𝒗 , que pode ser aplicada quando o integrando é um produto de
duas funções de categorias distintas da lista:

Escolhendo 𝒖 de acordo com a prioridade da lista , o que sobrar é 𝒅𝒗.

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(1) Separar o integrando em 𝒖 e 𝒅𝒗;


(2) Derivar 𝒖 para obter 𝒅𝒖 e integrar 𝒅𝒗 para obter 𝒗, sem a constante de integração;
(3) Substitua 𝒖, 𝒗 e 𝒅𝒖 na fórmula: ;
(4) Calcular ∫ 𝑣 𝑑𝑢, que pode ser resolvida novamente por partes, por substituição, etc.
(5) Fornecer a resposta

∫ 𝒙 ∙ 𝒄𝒐𝒔(𝒙) 𝒅𝒙

∎ 𝑆𝑒𝑝𝑎𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑒𝑚 𝒖 𝒆 𝒅𝒗 ⟹

∎ 𝐷𝑒𝑟𝑖𝑣𝑎𝑛𝑑𝑜 𝒖 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜𝑏𝑡𝑒𝑟 𝒅𝒖 𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝒅𝒗 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜𝑏𝑡𝑒𝑟 𝒗

𝑑𝑢
∎𝑢 =𝑥 ⟹ =1⟹ 𝒆 𝒅𝒗 = 𝒄𝒐𝒔(𝒙)𝒅𝒙 ⟹ ∫ 𝑑𝑣 = ∫ 𝑐𝑜𝑠( 𝑥) 𝑑𝑥 ⟹
𝑑𝑥

∎ 𝑆𝑢𝑏𝑠𝑡𝑖𝑡𝑢𝑖𝑛𝑑𝑜 𝒖, 𝒗 𝒆 𝒅𝒖 𝑛𝑎 𝑓ó𝑟𝑚𝑢𝑙𝑎 ∫ 𝒖 𝒅𝒗 = 𝒖 ∙ 𝒗 − ∫ 𝒗 𝒅𝒖 , 𝑡𝑒𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠:

∫ √𝒙 ∙ 𝐥𝐧 𝒙 𝒅𝒙

∎ 𝑆𝑒𝑝𝑎𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝑒𝑚 𝒖 𝒆 𝒅𝒗 ⟹ √
∎ 𝐷𝑒𝑟𝑖𝑣𝑎𝑛𝑑𝑜 𝒖 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜𝑏𝑡𝑒𝑟 𝒅𝒖 𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑜 𝒅𝒗 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜𝑏𝑡𝑒𝑟 𝒗
𝟏 𝟑
𝑑𝑢 1 𝟏 𝟏 𝒙𝟐+𝟏 𝒙𝟐 √
∎ 𝑢 = ln 𝑥 ⟹ = ⟹ 𝒆 𝒅𝒗 = 𝒙𝟐 𝒅𝒙 ⟹ ∫ 𝑑𝑣 = ∫ 𝒙𝟐 𝑑𝑥 = = ⟹
𝑑𝑥 𝑥 𝟏 𝟑
+ 𝟏
𝟐 𝟐
∎ 𝑆𝑢𝑏𝑠𝑡𝑖𝑡𝑢𝑖𝑛𝑑𝑜 𝒖, 𝒗 𝒆 𝒅𝒖 𝑛𝑎 𝑓ó𝑟𝑚𝑢𝑙𝑎 ∫ 𝒖 𝒅𝒗 = 𝒖 ∙ 𝒗 − ∫ 𝒗 𝒅𝒖 , 𝑡𝑒𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠:

∫ 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 = ∫ 𝒖 𝒅𝒗 = 𝒖 ∙ 𝒗 − ∫ 𝒗 𝒅𝒖 = 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛(𝑥 ) − ∫ 𝑠𝑒𝑛(𝑥)𝑑𝑥 = ( ) ( )

VII) Calcule

79) ∫ 𝑥 𝑠𝑒𝑛 (𝑥 ) 𝑑𝑥 ; 80) ∫(3𝑥 + 7) 𝑐𝑜𝑠 (𝑥 ) 𝑑𝑥 ; 81) ∫(2𝑥 − 1) 𝑒 𝑥 𝑑𝑥 ; 82) ∫(2𝑥 − 3) 𝑒 1−3𝑥 𝑑𝑥

83) ∫(−3𝑥 + 1) 𝑐𝑜𝑠 (5𝑥) 𝑑𝑥 ; 84) ∫ 𝑥 2 𝑒 𝑥 𝑑𝑥; 85) ∫ 𝑥 ∙ cos 𝑥 𝑑𝑥 ; 86) ∫ ln 𝑥 𝑑𝑥 ; 87) ∫ 𝑥𝑒 𝑥 𝑑𝑥

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ln 𝑥
88) ∫ ; 89) ∫ 𝑥𝑠𝑒𝑐 2 𝑥 𝑑𝑥 ; 90) ∫(𝑥 2 + 2𝑥)𝑒 𝑥 𝑑𝑥; 91) ∫ 𝑥 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥 𝑑𝑥 ; 92) ∫ 𝑒 𝑥 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑑𝑥
√𝑥

93) ∫ 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 3𝑥 𝑑𝑥 ; 94) ∫ 3𝑥 8 𝑐𝑜𝑠 𝑥 3 𝑑𝑥 ; 95) ∫(𝑥 2 + 1) sen 𝑥 𝑑𝑥; 96) ∫(16𝑥 3 + 4𝑥 + 1) ln 𝑥 𝑑𝑥;

Essas fórmulas transportam a integral dada a uma nova integral, com a mesma forma algébrica que a
original, porém com um expoente reduzido em relação anterior. Todavia, essas fórmulas são ditas
efetivas se, após aplicação, apresentarem uma integral possível de ser calculada.
Como exemplos ver, na Tabela, as fórmulas: de 58 a 61 e de 73 a 78.

Em álgebra, aprende-se como combinar duas ou mais frações em uma única, usando denominador
comum. Por exemplo:
2 3 2(𝑥 + 1) + 3(𝑥 − 4 5𝑥 − 10
+ = = 2
𝑥−4 𝑥+1 (𝑥 − 4)(𝑥 + 1) 𝑥 − 3𝑥 − 4
Porém para o propósito de integração, o lado esquerdo é preferível ao lado direito, uma vez que cada um
de seus termos é de fácil integração:
5𝑥 − 10 2 3
∫ =∫ 𝑑𝑥 + ∫ 𝑑𝑥
𝑥2− 3𝑥 − 4 𝑥−4 𝑥+1

5𝑥 − 10 2 3
Note que, na decomposição = +
𝑥2
− 3𝑥 − 4 𝑥 − 4 𝑥 + 1
1) Cada fração parcial constitui uma parte da fração racional e somadas chegamos a ela;
2) Os numeradores das frações parciais são constantes e
3) Os denominadores das frações parciais são fatores do denominador da fração racional.
𝑃(𝑥)
Vejamos como decompor frações racionais em frações parciais para fins de integração.
𝑄(𝑥)
Antes, porém, lembremos que:
i) Se o grau de 𝑃(𝑥) for menor que o grau de 𝑄(𝑥), a função é chamada de
ii) Se o grau de 𝑃(𝑥) for maior que o grau de 𝑄(𝑥), a função é chamada de

𝑃 (𝑥 )
∎Inicialmente vamos supor que seja uma 𝒇𝒓𝒂çã𝒐 𝒓𝒂𝒄𝒊𝒐𝒏𝒂𝒍 𝒑𝒓ó𝒑𝒓𝒊𝒂.
𝑄 (𝑥 )
∎Um Teorema em Álgebra avançada afirma que toda fração racional própria pode ser expressa como
uma soma
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𝑷(𝒙)
= 𝑭𝟏 ( 𝒙 ) + 𝑭𝟐 ( 𝒙 ) + ⋯ + 𝑭𝒏 ( 𝒙 )
𝑸(𝒙)
𝐴 𝐴𝑥 + 𝐵
onde 𝐹1 (𝑥) + 𝐹2 (𝑥 ) + ⋯ + 𝐹𝑛 (𝑥) são frações racionais da forma ou , nos quais
(𝑎𝑥 + 𝑏) 𝑘 (𝑎𝑥 + 𝑏𝑥 + 𝑐 )𝑘
2

os denominadores são frações de 𝑄(𝑥).

Há duas etapas para se encontrar uma decomposição em frações parciais: (i) determinar a forma exata
da decomposição e (ii) encontrar as constantes desconhecidas.

𝑃 (𝑥 )
Considerando a fração racional devemos:
𝑄 (𝑥 )
(Primeiro): Fatorar completamente 𝑄(𝑥) em fatores lineares, quadráticos e irredutíveis;
OBSERVAÇÕES:
(1) Um polinômio de grau ≥ 1 é dito irredutível, se o mesmo não pode ser fatorado em polinômios de
grau menos.
(2) Uma função quadrática 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 é dita irredutível, se e somente se, ∆= 𝑏2 − 4𝑎𝑐 < 0, pois sendo
∆< 0, a função não terá raízes reais.

(Segundo): Juntar todos os fatores repetidos, de modo que 𝑄(𝑥) seja expresso como um produto de
fatores distintos da forma (𝑎𝑥 + 𝑏)𝑚 e (𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 )𝑚

(Terceiro): A partir desses fatores podemos determinar a forma da decomposição das frações parciais
usando duas regras que passamos a discutir:

Para cada fator da forma (𝑎𝑥 + 𝑏)𝑚 , a decomposição em frações


parciais contém uma soma de 𝒎 frações parciais:

𝑨𝟏 𝑨𝟐 𝑨𝟑 𝑨𝒎
+ + +⋯+
𝒂𝒙 + 𝒃 (𝒂𝒙 + 𝒃) 𝟐 (𝒂𝒙 + 𝒃) 𝟑 (𝒂𝒙 + 𝒃)𝒎

Onde 𝐴1 , 𝐴2 , 𝐴3 , … , 𝐴𝑚 são constantes a serem determinadas. No caso de 𝑚 = 1, aparece apenas a


primeira parcela da soma.

(ou seja, o expoente (𝒎) de cada fator linear, indica quantas frações serão geradas por ele)

𝟓𝒙 − 𝟏𝟎
𝑪𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟐 − 𝟑𝒙 − 𝟒
5𝑥 − 10 5𝑥 − 10
O integrando é uma função racional própria que pode ser escrita como =
𝑥2− 3𝑥 − 4 (𝑥 − 4)(𝑥 + 1)
Os fatores 𝑥 − 4 e 𝑥 + 1 são lineares e estão elevados a 1 (𝑚 = 1). Desta forma, cada fator contribui com
um termo na decomposição em frações parciais pera RFL. Logo, a decomposição tem a forma:

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5𝑥 − 10 𝐴 𝐵
= +
𝑥2 − 3𝑥 − 4 𝑥 − 4 𝑥 + 1
Onde A e B são constantes a serem determinadas. Determinando o m.m.c., obtemos:
5𝑥 − 10 = 𝐴(𝑥 + 1) + 𝐵(𝑥 − 4)
Desenvolvendo o 2º membro: 5𝑥 − 10 = 𝐴𝑥 + 𝐴 + 𝐵𝑥 − 4𝐵 ⟹ 5𝑥 − 10 = (𝐴 + 𝐵)𝑥 + (𝐴 − 4𝐵)
Comparando os dois membros, obtemos o sistema: 𝐴 + 𝐵 = 5 e 𝐴 − 4𝐵 = −10, onde:
𝐴+𝐵 =5 ⟹𝐴 = 5−𝐵
𝐴 − 4𝐵 = −10 ⟹ 5 − 𝐵 − 4𝐵 = −10 ⟹ 5 − 5𝐵 = −10 ⟹ −5𝐵 = −15 ⟹ e
Assim, temos que:

𝟏
𝑪𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟐 +𝒙−𝟐
O integrando é uma função racional própria que pode ser escrita como
1 1
=
𝑥2 + 𝑥 − 2 (𝑥 − 1)(𝑥 + 2)
Os fatores 𝑥 − 1 e 𝑥 + 2 são lineares e estão elevados a 1 (𝑚 = 1). Desta forma, cada fator contribui com
um termo na decomposição em frações parciais pera RFL. Logo, a decomposição tem a forma:
1 𝐴 𝐵
= +
𝑥2
+𝑥−2 𝑥−1 𝑥+2
Onde A e B são constantes a serem determinadas. Determinando o m.m.c., obtemos:
1 = 𝐴(𝑥 + 2) + 𝐵(𝑥 − 1)
Desenvolvendo o 2º membro: 1 = 𝐴𝑥 + 2𝐴 + 𝐵𝑥 − 𝐵 ⟹ 1 = (𝐴 + 𝐵)𝑥 + (2𝐴 − 𝐵)
Comparando os dois membros, obtemos o sistema: 𝐴 + 𝐵 = 1 e 2𝐴 − 𝐵 = 0, onde:
𝐴 + 𝐵 = 0 ⟹ 𝐵 = −𝐴

2𝐴 − 𝐵 = 1 ⟹ 2𝐴 − (−𝐴) = 0 ⟹ 3𝐴 = 1 ⟹ . Logo,

Assim, temos que:

1 1⁄ 1⁄
∫ 2 =∫ 3 𝑑𝑥 + ∫ 3 𝑑𝑥 = 1 ∫ 1 𝑑𝑥 − 1 ∫ 1 𝑑𝑥 = 1 ln|𝑥 − 1| − 1 ln|𝑥 + 2| + 𝐶
𝑥 +𝑥−2 𝑥−1 𝑥+2 3 𝑥−1 3 𝑥+2 3 3

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𝒙+𝟖
𝑷𝒓𝒂 𝒇𝒊𝒙𝒂𝒓 𝒐 𝒆𝒏𝒕𝒆𝒏𝒅𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐, 𝒄𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟑 + 𝟑𝒙𝟐 − 𝟒
𝑥+8 𝑥+8 𝐴 𝐵 𝐶
= = + +
𝑥 3 + 3𝑥 2 − 4 (𝑥 − 1)(𝑥 + 2)2 𝑥 − 1 𝑥 + 2 (𝑥 + 2)2
Note que (𝑥 + 2)2 contribui com 2 termos, isto é duas frações (pois 𝑚 = 2): (𝑥 + 2) e (𝑥 + 2)2 onde seus
numeradores são constantes (polinômios de grau zero) pois a função 𝑥 + 2 é linear.
𝑥+8 𝐴(𝑥 + 2)2 + 𝐵(𝑥 − 1)(𝑥 + 2) + 𝐶(𝑥 − 1)
=
𝑥 3 + 3𝑥 2 − 4 (𝑥 − 1)(𝑥 + 2)2

𝑥 + 8 = 𝐴(𝑥 2 + 4𝑥 + 4) + 𝐵(𝑥 2 + 𝑥 − 2) + 𝐶 (𝑥 − 1) = (𝐴 + 𝐵)𝑥 2 + (4𝐴 + 𝐵 + 𝐶 )𝑥 + (4𝐴 − 2𝐵 − 𝐶)


𝐴 + 𝐵 = 0 ⟹ 𝐵 = −𝐴
4𝐴 + 𝐵 + 𝐶 = 1 ⟹ 4𝐴 − 𝐴 + 𝐶 = 1 ⟹ 3𝐴 + 𝐶 = 1 ⟹ 𝐶 = 1 − 3𝐴
4𝐴 − 2𝐵 − 𝐶 = 8 ⟹ 4𝐴 − 2(−𝐴) − (1 − 3𝐴) = 1 ⟹ 9𝐴 = 9 ⟹ Logo 𝑒 Assim:
𝑥+8 1 −1 −2
= + +
𝑥 3 + 3𝑥 2 − 4 𝑥 − 1 𝑥 + 2 (𝑥 + 2)2
𝑥+8 1 1 1 2
∫ 𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 − ∫ 𝑑𝑥 − 2 ∫ 𝑑𝑥 = ln|𝑥 − 1| − ln|𝑥 + 2| + =𝐶
𝑥3 2
+ 3𝑥 − 4 𝑥−1 𝑥+2 (𝑥 + 2 ) 2 𝑥+2

𝟐𝒙 + 𝟒
𝑪𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟑 − 𝟐𝒙𝟐
2𝑥 + 4 2𝑥 + 4 𝐴 𝐵 𝐶
= = + +
𝑥 3 − 2𝑥 2 𝑥 2 (𝑥 − 2) 𝑥 𝑥 2 𝑥 − 2

Note que 𝑥 2 contribui com 2 termos, isto é duas frações (pois 𝑚 = 2): (𝑥 + 0) e (𝑥 + 0)2 onde seus
numeradores são constantes (polinômios de grau zero) pois as funções 𝑥 + 0 é linear.

2𝑥 + 4 𝐴𝑥 (𝑥 − 2) + 𝐵 (𝑥 − 2) + 𝐶𝑥 2
=
𝑥 3 − 2𝑥 2 𝑥 2 (𝑥 − 2)

2𝑥 + 4 = 𝐴𝑥 2 − 2𝐴𝑥 + 𝐵𝑥 − 2𝐵 + 𝑐𝑥 2 = (𝐴 + 𝐶 )𝑥 2 + (−2𝐴 + 𝐵)𝑥 − 2𝐵

𝑨 + 𝑪 = 𝟎 𝒆 − 𝟐𝑨 + 𝑩 = 𝟐

−2𝐵 = 4 ⟹ . Então: −2𝐴 + 𝐵 = 2 ⟹ −2𝐴 − 2 = 2 ⟹ e . Logo:

2𝑥 + 4 −2 −2 2 1
∫ 3 2
𝑑𝑥 = ∫ 𝑑𝑥 + ∫ 2 𝑑𝑥 + ∫ 𝑑𝑥 = −2 ln 𝑥 + 2. + 2 ln|𝑥 − 2| + 𝐶
𝑥 − 2𝑥 𝑥 𝑥 𝑥−2 𝑥

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Se alguns fatores de 𝑄(𝑥) são quadráticos irredutíveis, então sua decomposição em frações parciais
contém a seguinte soma de 𝑚 frações parciais:

Para cada fator da forma (𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 )𝑚 , a decomposição


em frações parciais contém a seguinte soma de m frações parciais:

𝑨𝟏 𝒙 + 𝑩𝟏 𝑨𝟐 𝒙 + 𝑩𝟐 𝑨𝟑 𝒙 + 𝑩𝟑 𝑨𝒎 𝒙 + 𝑩𝒎
+ + + ⋯+
𝒂𝒙 + 𝒃𝒙 + 𝒄 (𝒂𝒙 + 𝒃𝒙 + 𝒄)
𝟐 𝟐 𝟐 (𝒂𝒙 + 𝒃𝒙 + 𝒄)
𝟐 𝟑 (𝒂𝒙𝟐 + 𝒃𝒙 + 𝒄)𝒎

Onde 𝐴1 , 𝐴2 , 𝐴3 , … , 𝐴𝑚 , 𝐵1 , 𝐵2 , 𝐵3 , … , 𝐵𝑚 são constantes a serem determinadas. No caso de 𝑚 = 1,


aparece apenas a primeira parcela da soma.

𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐
𝑪𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
𝟑𝒙𝟑 − 𝒙𝟐 + 𝟑𝒙 − 𝟏
O denominador do integrando pode ser fatorado por agrupamento:
3𝑥 3 − 𝑥 2 + 3𝑥 − 1 = (3𝑥 3 − 𝑥 2 ) + (3𝑥 − 1) = 𝑥 2 (3𝑥 − 1) + (3𝑥 − 1) = (3𝑥 − 1)(𝑥 2 + 1)
O integrando é uma função racional própria que pode ser escrita como:
𝑥2 + 𝑥 − 2 𝑥2 + 𝑥 − 2
=
3𝑥 3 − 𝑥 2 + 3𝑥 − 1 (3𝑥 − 1)(𝑥 2 + 1)
𝐴
Pela Regra do Fator Linear, o fator 3𝑥 − 1 contribui com um termo, a saber: ;
3𝑥 − 1
𝐵𝑥 + 𝐶
E pela Regra do fator Quadrático, o fator 𝑥 2 + 1 contribui com um termo, a saber: 2 ;
𝑥 +1
Assim, a decomposição em frações parciais fica:
𝑥2 + 𝑥 − 2 𝑥2 + 𝑥 − 2 𝐴 𝐵𝑥 + 𝐶
3 2
= 2
= + 2
3𝑥 − 𝑥 + 3𝑥 − 1 (3𝑥 − 1)(𝑥 + 1) 3𝑥 − 1 𝑥 + 1
Determinando o m.m.c., obtemos: 𝑥 2 + 𝑥 − 2 = 𝐴(𝑥 2 + 1) + (𝐵𝑥 + 𝐶 )(3𝑥 − 1)
Desenvolvendo o 2º membro:
𝑥 2 + 𝑥 − 2 = 𝐴𝑥 2 + 𝐴 + 3𝐵𝑥 2 − 𝐵𝑥 + 3𝐶𝑥 − 𝐶 = (𝐴+3𝐵)𝑥 2 + (3𝐶 − 𝐵)𝑥 + (𝐴 − 𝐶)
Comparando os dois membros, obtemos o sistema: 𝐴 + 3𝐵 = 1; 3𝐶 − 𝐵 = 1 𝑒 𝐴 − 𝐶 = −2, onde:
𝐴 + 3𝐵 = 1 ⟹ 𝑨 = 𝟏 − 𝟑𝑩 𝑒 𝐴 − 𝐶 = −2 ⟹ . Assim 𝟏 − 𝟑𝑩 = 𝑪 − 𝟐 como
𝟏 − 𝟑𝑩 = 𝑪 − 𝟐 ⟹ . Substituindo em 𝟑𝑪 − 𝑩 = 𝟏 ⟹ 3(3 − 3𝐵) − 𝐵 = 1

⟹ 9 − 9𝐵 − 𝐵 = 1 ⟹ −10𝐵 = −8 ⟹

4 15 − 12
⟹ 3 − 3𝐵 = 𝐶 ⟹ 𝐶 = 3 − 3 ∙ = ⟹
5 5
3
⟹ 𝑨=𝑪−𝟐 ⟹ 𝐴 = −2 ⟹
5

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Assim, temos que:


7 4 3 4 3
𝑥2 + 𝑥 − 2 −5 𝑥+5 7 1 𝑥
∫ 3 𝑑𝑥 = ∫ 5
𝑑𝑥 + ∫ 2 𝑑𝑥 = − ∫ 5
𝑑𝑥 + ∫ 2 𝑑𝑥 + ∫ 2 5 𝑑𝑥
3𝑥 − 𝑥 2 + 3𝑥 − 1 3𝑥 − 1 𝑥 +1 5 3𝑥 − 1 𝑥 +1 𝑥 +1

𝑥2 + 𝑥 − 2 7 1 4 𝑥 3 1
∫ 3 2
𝑑𝑥 = − ∫ 𝑑𝑥 + ∫ 2 𝑑𝑥 + ∫ 2 𝑑𝑥
3𝑥 − 𝑥 + 3𝑥 − 1 5 3𝑥 − 1 5 𝑥 +1 5 𝑥 +1

𝟑𝒙𝟒 + 𝟒𝒙𝟑 + 𝟏𝟔𝒙𝟐 + 𝟐𝟎𝒙 + 𝟗


𝑪𝒂𝒍𝒄𝒖𝒍𝒆 ∫ 𝒅𝒙
(𝒙 + 𝟐)(𝒙𝟐 + 𝟑)𝟐
Observe que o integrando é uma fração racional própria: O numerador tem grau 4 e o denominador tem
grau 5. Logo podemos aplicar o método das frações parciais.
3𝑥 4 + 4𝑥 3 + 16𝑥 2 + 20𝑥 + 9 𝐴 𝐵𝑥 + 𝐶 𝐷𝑥 + 𝐸
2 2
= + 2 + 2
(𝑥 + 2)(𝑥 + 3) 𝑥 + 2 𝑥 + 3 (𝑥 + 3)2
3𝑥 4 + 4𝑥 3 + 16𝑥 2 + 20𝑥 + 9 = 𝐴(𝑥 2 + 3)2 + (𝑥 + 2)(𝑥 2 + 3)(𝐵𝑥 + 𝐶 ) + (𝑥 + 2)(𝐷𝑥 + 𝐸)
Desenvolvendo o 2º membro:
(𝐴 + 𝐵)𝑥 4 + (2𝐵 + 𝐶 )𝑥 3 + (6𝐴 + 3𝐵 + 2𝐶 + 𝐷)𝑥 2 + (6𝐵 + 3𝐶 + 2𝐷 + 𝐸 )𝑥 + (9𝐴 + 6𝐶 + 2𝐸)
Desenvolver para encontrar 𝑨 = 𝟏, 𝑩 = 𝟐, 𝑪 = 𝟎, 𝑫 = 𝟒 𝒆 𝑬 = 𝟎, bem como calcular o valor da
integral, fica como exercício para o estudante.

Embora o método das frações parciais se aplique somente a funções racionais próprias, uma função
racional imprópria pode ser integrada efetuando-se uma divisão e expressando-se a função como o
quociente mais o resto sobre o divisor. O resto sobre o divisor será uma função racional própria, a qual
pode, então, ser decomposta em frações parciais. Essa ideia está ilustrada no exemplo a seguir:
𝟑𝒙𝟒 + 𝟑𝒙𝟑 − 𝟓𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟏
𝐃𝐞𝐭𝐞𝐫𝐦𝐢𝐧𝐞 ∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟐 + 𝒙 − 𝟐
3𝑥 4 + 3𝑥 3 − 5𝑥 2 + 𝑥 − 1 𝑥2 + 𝑥 − 2
3𝑥 4 + 3𝑥 3 − 6𝑥 2 3𝑥 2 + 1
𝑥2 + 𝑥 − 1
𝑥2 + 𝑥 − 2
1

3𝑥 4 + 3𝑥 3 − 5𝑥 2 + 𝑥 − 1 2
1
Segue que o integrando pode ser expresso como: = ( 3𝑥 + 1 ) +
𝑥2 + 𝑥 − 2 𝑥2 + 𝑥 − 2
Fica a cargo do estudante dá sequência!

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VIII) Calcule a integral:


𝑑𝑥 2𝑥 2 − 9𝑥 − 9 𝑑𝑥 11𝑥 + 17
97) ∫ 2 ; 98) ∫ 𝑑𝑥 ; 99) ∫ ; 100) ∫ 𝑑𝑥 ;
𝑥 − 3𝑥 − 4 𝑥 3 − 9𝑥 𝑥 2 − 6𝑥 − 7 2𝑥 2 + 7𝑥 − 4
5𝑥 − 5 𝑑𝑥 𝑥2 − 8 3𝑥 2 − 10
101) ∫ 2 𝑑𝑥 ; 102) ∫ ; 103) ∫ 𝑑𝑥 ; 104) ∫ 2 𝑑𝑥 ;
3𝑥 − 8𝑥 − 3 𝑥 (𝑥 2 − 1) 𝑥+3 𝑥 − 4𝑥 + 4
2𝑥 2 + 3
105) ∫ 𝑑𝑥
𝑥 (𝑥 − 1)2

Este caso deve ser aplicado quando o fator quadrático não pode ser reduzido, isto é, não pode ser
fatorado.
𝐴1 𝑥 + 𝐵1
Lembrando: cada fator de 𝑄(𝑥 )da forma 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐, gera uma frações parciais da forma: .
𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐
Neste caso, procederemos completando o quadrado do polinômio irredutível.
: Completar um quadrado em 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 é escreve – lo na forma
𝑎(𝑥 + 𝛼 )2 + 𝛽.
𝑏 𝑐
Inicialmente coloque o coeficiente (𝑎) de 𝑥 2 em evidência: 𝑎 (𝑥 2 + 𝑥 + )
𝑎 𝑎
𝑏 𝑏 𝑏 2 𝑏2
Em seguida divida o coeficiente de ‘𝑥’ (𝑎) por dois (2𝑎) e depois eleve ao quadrado (2𝑎) = 4𝑎2 . Pronto!

𝑏 𝑐 𝑏 2 𝑐 𝑏2
Desta forma teremos que: 𝑎𝑥 2 + 𝑏𝑥 + 𝑐 = 𝑎 (𝑥 2 + 𝑥 + ) = 𝑎 [(𝑥 + ) + ( − 2 )]
𝑎 𝑎 2𝑎 𝑎 4𝑎
Vamos completar o quadrado nos trinômios abaixo:
4 8 2 2 8 4 2 2 4 2 2 2 2
𝒂) 𝟗𝒙𝟐 − 𝟏𝟐𝒙 + 𝟖 = 9 (𝑥 2 − 𝑥 + ) = 9 [(𝑥 − ) + ( − )] = 9 [(𝑥 − ) + ] = 9 [(𝑥 − ) + ( ) ]
3 9 3 9 9 3 9 3 3

− 4⁄3 2 2 2 4
Dividindo o coeficiente de 𝑥 por 2, temos: = − . Elevando ao quadrado temos: (− ) =
2 3 3 9

3 1 3 2 1 9 3 2 1 3 2 1 2
𝒃) 2𝑥 2 + 3𝑥 + 1 = 2 (𝑥 2 + 𝑥 + ) = 2 [(𝑥 + ) + ( − )] = 2 [(𝑥 + ) − ] = 2 [(𝑥 + ) − ( ) ]
2 2 4 2 16 4 16 4 4
3⁄ 3 3 2 9
Dividindo o coeficiente de 𝑥 por 2, temos: 2 = . Elevando ao quadrado temos: ( ) =
2 4 4 16

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𝟏
∫ 𝒅𝒙
𝟗𝒙𝟐
− 𝟏𝟐𝒙 + 𝟖
𝟏 𝟏 2 2
∫ 𝟐 =∫ 2 2 . Fazendo 𝒖 = 𝑥 − ⟹ 𝑑𝑢 = 𝑑𝑥 𝑒 𝒂 = , 𝑡𝑒𝑚𝑜𝑠:
𝟗𝒙 − 𝟏𝟐𝒙 + 𝟖 2 2 3 3
9 [(𝑥 − 3) + (3) ]

2
𝟏 1 𝟏 1 1 𝑢 1 3 𝑥−3
∫ 𝟐 = ∫ = ∙ 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) + 𝑐 = ∙ 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( )+𝑐 = ( )
𝟗𝒙 − 𝟏𝟐𝒙 + 𝟖 9 𝑢2 + 𝑎2 9 𝑎 𝑎 9 2 2⁄
3

𝟏
∫ 𝒅𝒙
𝟐𝒙𝟐 + 𝟑𝒙 + 𝟏
𝟏 𝟏 3 1
∫ =∫ 2 2 . Fazendo 𝒖 = 𝑥 + ⟹ 𝑑𝑢 = 𝑑𝑥 𝑒 𝒂 = , 𝑡𝑒𝑚𝑜𝑠:
𝟐𝒙𝟐 + 𝟑𝒙 + 𝟏 3 1 4 4
2 [(𝑥 + 4) − (4) ]

3 1
𝟏 1 𝟏 1 1 𝑢−𝑎 1 1 𝑥+4−4
∫ 𝟐 = ∫ = ∙ ln | |+𝑐 = ∙ ln | |+𝑐
𝟐𝒙 + 𝟑𝒙 + 𝟏 2 𝑢2 − 𝑎2 2 2𝑎 𝑢+𝑎 2 2 ∙ 1⁄ 3 1
4 𝑥+4+4

𝒙+𝟐
∫ 𝒅𝒙
𝒙𝟑 − 𝟏
𝒙+𝟐 𝒙+𝟐 𝒙 + 𝟐 = 𝑨(𝒙𝟐 + 𝒙 + 𝟏) + (𝑩𝒙 + 𝑪)(𝒙 − 𝟏)
= = ⟹
𝒙𝟑 − 𝟏 (𝒙 − 𝟏)(𝒙𝟐 + 𝒙 + 𝟏) (𝒙 − 𝟏)(𝒙𝟐 + 𝒙 + 𝟏)
𝒙 + 𝟐 = 𝑨𝒙𝟐 + 𝑨𝒙 + 𝑨 + 𝑩𝒙𝟐 − 𝑩𝒙 + 𝑪𝒙 − 𝑪 = (𝑨 + 𝑩)𝒙𝟐 + (𝑨 − 𝑩 + 𝑪)𝒙 + (𝑨 − 𝑪)
𝑨 + 𝑩 = 𝟎 ⟹ 𝑩 = −𝑨 ↙
𝑨 − 𝑩 + 𝑪 = 𝟏 ⟹ 𝑨 − (−𝑨) + 𝑨 − 𝟐 = 𝟏 ⟹ 𝟑𝑨 = 𝟑 ⟹ , então:
𝑨−𝑪=𝟐⟹𝑪=𝑨−𝟐 ↖
𝒙+𝟐 𝟏 𝒙−𝟏
∫ 𝟑
𝒅𝒙 = ∫ 𝒅𝒙 − ∫ 𝒅𝒙 = 𝐥𝐧|𝒙 − 𝟏| − 𝐥𝐧|𝒙𝟐 + 𝒙 + 𝟏| + 𝒄 = 𝐥𝐧 | 𝟐 |+𝒄
𝒙 −𝟏 𝒙−𝟏 𝒙 +𝒙+𝟏
Note que a é irredutível, porém, direta. Fácil!

IX) Calcule a integral:


𝑑𝑥 1 𝑑𝑥 2𝑥 + 3
106) ∫ ; 107) ∫ 𝑑𝑥 ; 108) ∫ ; 109) ∫ 𝑑𝑥
𝑥2 + 2𝑥 + 5 3𝑥 2 − 2𝑥 + 4 𝑥2 − 6𝑥 + 5 9𝑥 2 − 12𝑥 + 8
4𝑥 2 − 3𝑥 + 2 𝑥+5 𝑥2 + 𝑥 + 2 𝑥−1
110) ∫ 𝑑𝑥 ; 111) ∫ 𝑑𝑥 ; 112) ∫ 𝑑𝑥 ; 113) ∫ 𝑑𝑥
2
4𝑥 − 4𝑥 + 3 2
2𝑥 + 4𝑥 + 3 (𝑥 + 2𝑥 + 3)
2 2
√1 − 𝑥 − 𝑥 2

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COELHO, Paulo Marcio Farias. Demonstrações de integrais indefinidas. Rio de Janeiro, Editora Ciência
Moderna Ltda., 2012.

FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A – Funções, limite, derivação e
integração. 6.ed.(Revista e ampliada), Rio de Janeiro, Pearson.

HOFFMANN, Laurence D., BRADLEY, Gerald L. Cálculo – Um Curso Moderno e Suas Aplicações. 10 ed., Rio
de Janeiro, LCT, 2010.

HOWARD, Anton; BIVENS, Irl; DAVIS, Stephen, Cálculo – Vol 1 e 2, 8.ed.- Porto Alegre, Bookman, 2007.

LARSON, Ron. Cálculo Aplicado – Curso Rápido. 1. Ed. São Paulo. Cergage Learning, 2011.

3 5 5 2 5 𝑥4 3 5 33
1) 𝑥 + 𝑐; 2) − 𝑡 6 + 𝑐; 3)𝑒𝑥 + 𝑐; 4)𝑒 3 𝑥 + 𝑐; 5) 𝑦 ⁄2 + 𝑐; 6) + 𝑥 2 + 𝑐; 7) 2 + 𝑐; 8) √𝑥 4 + 𝑐;
5 6 5 4 2 6𝑥 4
3 1 2 2 1 5 1
9) 𝑥 4 − 𝑥 3 − 𝑥 2 + 7𝑥 + 𝑐; 10)2𝑥 + 4 + 𝑐; 11) √𝑦 3 + 𝑐; 12 ) − + 𝑐; 13)𝑡 − ln|𝑡 | − + 𝑐; 14) 𝑥 2 − 4 + 𝑐;
4 4𝑥 3 √ 𝑥 𝑡 2 6𝑥
33 4
15) 40 4√𝑦 − √𝑦 + 8√𝑦 + 𝑐
4

1 1 1 𝑒 √𝜃
16) cos(2𝑥) + 𝑐; 17) 𝑠𝑒𝑛3 𝑥 + 𝑐; 18) √(𝑥 4 − 3)3 + 𝑐; 19) ∫ 𝑑𝑥 = 2𝑒 √𝑥 + 𝑐;
2 3 3 √𝑥𝜃
2 2 4 4 1
20) √(1 − 𝑒 𝑡 )7 − √(1 − 𝑒 𝑡 )3 + 𝑐; 21) sen(𝑥 3 ) + 𝑐; 22)10𝑒 𝑡𝑔𝑥 + 𝑐; 23) √sen3 𝑡 + 𝑐; 24) ln 𝑥 + 𝑡𝑔 𝜋𝑥 + 𝑐;
7 3 3 9 𝜋
(3𝑥 + 7)16 1 1 2 5
25) cos(7𝑥) + 𝑐; 26) + 𝑐; 27) (3𝑥 + 4)37 + 𝑐; 28) 𝑒 𝑥 + 𝑐; 29) sen(3𝑥) + 𝑐; 30) 𝑒 3𝑥 + 𝑐
16 111 2 3
1 𝑡3 1 1 1 1 (𝑥 + 1)18
31) 𝑒 + 𝑐; 32) 𝑒 3𝑥 + 𝑐; 33) 𝑠𝑒𝑛(5𝑥) + 𝑐; 34) sen(3𝑡 2 ) + 𝑐; 35) sen(3𝑥 + 1) + 𝑐; 36) +𝑐
3 3 5 6 3 18
2 2√(𝑥 + 6)2 1 1 1
37) √(3𝑥 + 7)3 + 𝑐; 38) + 𝑐; 39) 𝑒 𝑠𝑒𝑛 𝑥 + 𝑐; 40) − + 𝑐; 41) − + 𝑐; 42) (𝑠𝑒𝑛 𝑥)6 + 𝑐;
3 3 𝑥+1 3(3𝑡 + 7) 6
3 3 1 2
43) 6l n|𝑥| + 𝑐; 44) − √(3 − 5𝑡 5 )4 + 𝑐; 45) 𝑒 3𝑥 +2 + 𝑐; 46)2l n|𝑥 4 − 2𝑥| + 𝑐; 47) − l n|𝑠𝑒𝑛 𝑥 + 𝑐𝑜𝑠 𝑥| + 𝑐
100 6

1 𝑥−2 1 1 2 + 3𝑥 𝑥
48) − ln | | + 𝑐; 49) − 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔(√2𝑥) + 𝑐; 50) ln | | + 𝑐; 51)𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐
4 𝑥+2 √2 12 2 − 3𝑥 5
1 3𝑥 𝑥 1 𝑥 𝑥
52) 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐; 53)𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐; 54) 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐; 55)𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) + 𝑐;
3 4 4 2 2 2
𝑥+2 1
56) ln[(𝑥 + 2)2 + 9] + 2𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) ; 57) 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛(𝑥) − 3𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔(𝑥) + 𝑐
3 2

33 33 𝑥7 𝑥6 𝑥5 𝑥4 𝑥3 𝑥2 2
58) √𝑥 5 + √𝑥 4 + 𝑥 + 𝑐; 59) + + + + + + 𝑥 + 𝑐; 60) √(1 + 𝑥)3 + 2𝑥 + 𝑐; 61)
5 4 7 6 5 4 3 2 3

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𝑥3 𝑥2
62) + +𝑥+𝑐
3 2

𝑠𝑒𝑛5 (2𝑥) 𝑠𝑒𝑛7 (2𝑥) 2𝑐𝑜𝑠 3 (𝑥) 𝑐𝑜𝑠 5 (𝑥) 𝑥 𝑠𝑒𝑛 (2𝑥)
63) − + 𝑐; 64) − cos(𝑥) + − + 𝑐; 65) − +𝑐
10 14 3 5 2 4
𝑥 𝑠𝑒𝑛 (12𝑥) 𝑥 𝑠𝑒𝑛(16𝑥) 𝑠𝑒𝑛3 (8𝑥) − cos(𝑥) cos(5𝑥) 𝑠𝑒𝑛(4𝑥) 𝑠𝑒𝑛 (𝑥)
66) + + 𝑐; 67) − + + 𝑐; 68) − + 𝑐; 69) + +𝑐
2 24 16 256 192 2 10 8 12
𝑠𝑒𝑛 (𝑥) 𝑠𝑒𝑛 (𝑥) (2 + 𝑐𝑜𝑠 2 𝑥) ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑐𝑜𝑠 3 𝑥 ∙ 𝑠𝑒𝑛 𝑥 𝑥 1 1
70) − + 𝑐; 71) − + 𝑐; 72) + + 𝑠𝑒𝑛 (2𝑥) + 𝑐; 73) 𝑥 + 𝑠𝑒𝑛 (2𝑥) + 𝑐
2 10 3 8 2 4 2

1 1
74) ln|𝑠𝑒𝑛 (4𝑥)| + 𝑐; 75) ln|sec(𝑥) + 𝑡𝑔 (𝑥)| + 𝑐; 76) ln|cossec(𝑥) − 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥)| + 𝑐; 77) ln|sec(4𝑥) + 𝑡𝑔 (4𝑥)| + 𝑐
4 4
1
78) ln|cossec(𝑥) − 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝑥)| + 𝑐
4

2 7
79) − 𝑥 cos(𝑥) + 𝑠𝑒𝑛 (𝑥) + 𝑐; 80)𝑥 + 7𝑠𝑒𝑛 (𝑥) + 3 cos(𝑥) + 𝑐; 81)𝑒 𝑥 (2𝑥 − 3) + 𝑐; 82) (− 𝑥 + ) 𝑒1−3𝑥 + 𝑐
3 9
5(−3𝑥 + 1)𝑠𝑒𝑛 (5𝑥) − 3 cos(5𝑥)
83) + 𝑐; 84) 𝑒 𝑥 (𝑥 2 − 2𝑥 + 2); 85) 𝑥𝑠𝑒𝑛(𝑥) + cos(𝑥) + 𝑐; 86) 𝑥(ln|𝑥| − 1) + 𝑐
25
2√𝑥 3 2
87) 𝑒 𝑥 (𝑥 − 1) + 𝑐; 88) (ln|𝑥| − ) + 𝑐; 89) 𝑥𝑡𝑔(𝑥) + ln|cos(𝑥)| + 𝑐; 90) 𝑥 2 𝑒 𝑥 + 𝑐;
3 3
1 2 cos(2𝑥) 𝑒𝑥 1
91) (𝑥 + 𝑥𝑠𝑒𝑛(2𝑥) − ) + 𝑐; 92) [𝑠𝑒𝑛(𝑥) − cos(𝑥)] + 𝑐; 93) 𝑥𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔(3𝑥) − ln|9𝑥 2 + 1| + 𝑐
4 2 2 6
94) 𝑥 6 𝑠𝑒𝑛(𝑥 3 ) + 2𝑥 3 𝑐𝑜𝑠(𝑥 3 ) − 2𝑠𝑒𝑛(𝑥 3 ) + 𝑐; 95) − (𝑥 2 − 1) cos(𝑥) + 2𝑥𝑠𝑒𝑛(𝑥) + 𝑐;
96) (4𝑥 4 + 2𝑥 2 + 𝑥) ln|𝑥| − (𝑥 4 + 𝑥 2 + 𝑥) + 𝑐

1 𝑥−4 3 𝑥−3 1 𝑥−7


97) ln | | + 𝑐; 98) ln |𝑥 √𝑥 2 − 9| − ln | | + 𝑐; 99) ∙ ln | | + 𝑐; 100) ln |√(2𝑥 − 1)5 ∙ (𝑥 + 4)3 | + 𝑐
5 𝑥+1 2 𝑥+3 8 𝑥+1

3 √𝑥 2 − 1 𝑥2 2
101) ln |(𝑥 − 3) √(3𝑥 + 1)2 | + 𝑐; 102) ln | | + 𝑐; 103) − 3𝑥 + ln(𝑥 + 3) + 𝑐; 104)3𝑥 + 12 ln|𝑥 − 2| − +𝑐
𝑥 2 𝑥−2

𝑥3 5
105) ln | |− +𝑐
𝑥−1 𝑥−1

1 𝑥+1 1 3𝑥 − 1 1 𝑥−5
106) 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) + 𝑐; 107) 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) + 𝑐; 108) ln | | + 𝑐;
2 2 √11 √11 4 𝑥−1
1 13 3𝑥 − 2 1 √2 2𝑥 − 1
109) ln|9𝑥 2 − 12𝑥 + 8| + 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( ) + 𝑐; 110) 𝑥 + ln|4𝑥 2 − 4𝑥 + 3| − 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( )+𝑐
9 18 2 8 8 √2
1 √2 𝑥+1 1
111) ln|2𝑥 2 + 4𝑥 + 3| − 2√2𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 (√2(𝑥 + 1)) + 𝑐; 112) 𝑎𝑟𝑐𝑡𝑔 ( )+ 2 + 2𝑥 + 3)
+𝑐
4 2 √2 2(𝑥
1 2𝑥 + 1
113) − 𝑎𝑟𝑐𝑠𝑒𝑛 ( ) − √1 − 𝑥 − 𝑥 2 + 𝑐
2 √5

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