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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ­ UEA

ESCOLA SUPERIOR DE ARTES E TURISMO ­ ESAT 

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO DE LETRAS E ARTES ­  PPGLA

JOSÉ DE LIMA PENANTE E A DRAMATURGIA TEATRAL NO AMAZONAS NA

SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX
MANAUS

2017

THAIS VASCONCELOS FRANCO DE SÁ ÁVILA

JOSÉ DE LIMA PENANTE E A DRAMATURGIA TEATRAL NO AMAZONAS NA

SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX

Sumário   Comentado,   Índice


Analítico e Bibliografia Comentada
apresentados   ao   Programa   de   Pós
Graduação   Letras   e   Artes,   como
requisito para  obtenção de nota na
disciplina Seminário de Pesquisa II,
ministrada   pelos   professores   Dra.
Luciane Páscoa e Dr. Mario Trilha.
Linha   de   Pesquisa:   Arquivo,
Memória e Interpretação 

Orientador:   Prof.   Dr.   Márcio


Leonel Farias Reis Páscoa
MANAUS

2017

SUMÁRIO COMENTADO

1: Revisitar o passado: sobre as memórias teatrais do Amazonas

heterotopia vaccimo

Neste tópico pretende-se desenvolver um estudo do repertório datado durante o período do


Segundo Reinado do Brasil Império (1840-1889), no Amazonas, em um recorte que vai de
1867 até meados de 1888. Será feito um estudo acerca do consumo cultural local. Para que
esta pesquisa abarque as origens do teatro amazonense – para não dizer o pioneirismo, é
necessário que se conheça o precursor das artes da cena no Amazonas, o ator e dramaturgo
José de Lima Penante.

Era paraense de nascença, mas um cidadão  pertencente  a muita províncias/estados

deste Brasil, Lima Penante tem um histórico rico de atividades por muitos lugares. Além de

ator, e dramaturgo, foi produtor, cronista, diretor, músico, pintor cênico e outras tantas facetas

que são atribuídas a este talentoso artista pelos registros sobreviventes. 
1.2: Contexto e Teatralidades

Neste  primeiro  momento   o capítulo  introdutório  pretende   situar  o leitor  acerca   do

contexto histórico onde se insere o objeto desta pesquisa: o repertório dramatúrgico de José de

Lima Penante, apresentado no Amazonas, na segunda metade do século XIX. Para isso  é

necessário entender em qual situação encontrava­se a atividade cultural não só a capital do

Amazonas, mas as demais regiões Brasil, entre 1867 e 1890, de forma geral.

1.3: Teatro e crítica: o teatro no Brasil do século XIX

Neste tópico serão abordados a crítica e o teatro de “militância” contra as


determinações censórias do império. No Amazonas, Lima Penante foi uma figura importante
com seus espetáculos de cunho crítico, através de apresentações de cenas cômicas.
Com este ponto de partida, esta pesquisa inicia sua jornada, para destacar o contexto

do teatro amazonense na história geral do teatro brasileiro, a partir da análise das produções

de Lima Penante no Amazonas e sua contribuição para as atividades artísticas e culturais na

cidade de Manaus, no período imperial.

Capítulo 3: Escrita em foco: esmiuçando a dramaturgia

A palavra e fluxo continuo  cena

realismo ­

Este capítulo será um exercício crítico a ser desenvolvido durante a análise das obras

dramatúrgicas   de   Lima   Penante.   Além   de   tentar   registrar   parte   da   história   do   teatro

amazonense, este estudo também propõe uma análise da obra dramatúrgica de Lima Penante,

resgatada durante a pesquisa. São elas: a cena cômica O Rocambole, publicado no Jornal do

Amazonas, em 1877; a peça  Nhô Manduca,  publicada em 1989, pela Livraria Teixeira e a


obra  Scenas  Cômicas,   cuja   publicação   física   está   sob   os   cuidados   da   Universidade   de

Harvard, nos Estados Unidos.

ÍNDICE ANALÍTICO

Capítulo 1: Contexto e Teatralidades

A. Teatro no Século XIX: Antecessores ­ Classicismo  e Romantismo

B O início teatral: Realismo, Romantismo, Teatro Cômico, Teatro Musical e Naturalismo.

C. Quem eram os artistas, críticos, dramaturgos, encenadores e onde circulavam.

1.1: Comédia e crítica: dramaturgia no Brasil do século XIX

A. Comédia e Militância no teatro Brasileiro.

1.2: Desmistificando o templo: as temporadas em Manaus

A. Memórias dos teatros de Manaus.

B. Temporadas e consumo cultural.

C. Artista forasteiro x artista nativo.

D. Apresentando José de Lima Penante: críticas à vida urbana, à política, à situação 

financeira.
Capítulo 2: A trajetória de Lima Penante e o espaço teatral no Amazonas

A. Grupos de teatro de Manaus.

B. Lima Penante no Amazonas.

C. O que se falava sobre o fazer teatral em Manaus.

Capítulo 3: Escrita em foco: esmiuçando a dramaturgia

A. Razões da escrita de Lima Penante.

B. Nhô Manduca: circula pelo país, mas não se fala em autor.

C. Rocambole: um stand up do século XIX publicado em jornal.

D. Scenas Cômicas: metateatralidade, autocrítica e a quebra da quarta parede.

BIBLIOGRAFIA COMENTADA

Obras dramatúrgicas:

PENANTE, José de Lima. Nhô Manduca. São Paulo: Livraria Teixeira, 1989.
____________________. Scenas Cômicas. Maranhão: Typographia do Frias, 1870.
____________________. Rocambole. In: Jornal do Amazonas, nº 184, 26/05/1877.
Justificativa: A escolha das obras se deu de maneira involuntária, uma vez que grande parte
do material publicado por Lima Penante está sob a guarda de universidades em outros países e
muitas vezes, inacessíveis para pesquisa por serem obras raras e de restrito manuseio.
Rocambole, foi a primeira cena a ser encontrada durante a primeira etapa da pesquisa, quando
era feito o mapeamento das publicações em periódicos a respeito de Lima Penante. Por ser
ainda uma dramaturgia enviada para apreciação e publicação de um jornal local, a escolha se
deu pela peculiaridade da fonte de publicação da obra.
Nhô Manduca, foi encontrada em uma varredura nos sites de publicações acadêmicas,
encontrado em um link dentro de uma tese de doutorado, na qual o autor da tese havia
adaptado a obra.
Scenas Cômicas foi adquirido a partir de um contato via e-mail com a Universidade de
Harvard, por meio da Houghton Library, que detém a posse de duas obras publicadas por
Penante, Scenas Cômicas e Dous Calvos ou um Concerto de Rabeca. Na Houghton Library há
a possibilidade de solicitar parte do acervo via internet, mediante pagamento. Entre as duas
obras, Scenas Cômicas foi escolhida por abarcar não só uma dramaturgia, mas cinco – de
caráter cômico e em forma de esquete.

Livros:
AVÉ-LALLEMANT, Robert. No Rio Amazonas (1859). São Paulo: Edusp, 1980.
Justificativa: A obra de Avé-Lallemant é quase sempre citada em estudos que tratam das
origens das manifestações teatrais e suas atividades no Amazonas. É possível que o primeiro
relato estrangeiro da presença de um teatro em Manaus no século XIX seja assinada por este
autor. Como esta é uma pesquisa que propõe investigar o início da cena teatral em Manaus, a
partir de relatos de estrangeiros e outras trilhas de informações, esta é uma obra considerada
primordial para o desenvolvimento do objeto deste trabalho.

BENTLEY. Eric. O dramaturgo como pensador: um estudo da dramaturgia nos tempos


modernos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991.
Justificativa: É um livro que faz um estudo da dramaturgia dos tempos modernos, não
obstante é também um auxilio para aqueles que tentam entender a forma como uma
dramaturgia foi concebida, quais formatos e linhas de pensamento na história da dramaturgia.
Por isso, leitura obrigatória para um estudo como este - que visa investigar a produção
dramatúrgica de Lima Penante.

CACCIAGLIA, Mário. Pequena história do teatro no Brasil (quatro séculos de teatro no


Brasil). Tradução de Carla de Queiroz. São Paulo: Edusp, 1986.
Justificativa: Nesta obra, Cacciaglia aponta fatos marcantes do teatro brasileiro, desde o
século XVI, com a atividade teatral missionária desenvolvida pelos jesuítas até o século XX.
É um livro que aborda os caminhos do teatro brasileiro de maneira sintética, para que sejam
levantados os momentos chave da produção desenvolvida nos principais centros do país. É
mais um ponto de vista histórico para servir de base na formulação desta pesquisa.

CAFEZEIRO, Edwaldo, GADELHA, Carmem. Historia do Teatro Brasileiro: de Anchieta


a Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ:EDUERJ:FUNARTE, 1996.
Justificativa: Esta obra traça a linha do tempo do teatro brasileiro, passando exatamente no

período a ser investigado nesta pesquisa. Nos registros levantados por Edwaldo Cafezeiro e

Carmem Gadelha, observamos uma cena teatral brasileira situada entre foices: de um lado o
império incentivando apenas espetáculos para uma classe mais favorecida (a famosa elite) e
do outro lado a censura infalível de toda e qualquer manifestação crítica nos palcos do Brasil
Império. Isto acontece relevantemente nas regiões urbanas mais avançadas do país; quanto ao
norte, porém, apenas respingos chegam às produções artísticas locais. Mesmo assim esta é
uma forma de entender como outros centros se desenvolviam em paralelo as atividades de
Manaus, para então estabelecermos uma relação entre o Amazonas e o resto do país.

FARIA, João Roberto. História do Teatro Brasileiro I. São Paulo: Perspectiva: Edições
SESCSP, 2012.
Justificativa: Assim como algumas outras obras sobre a história do teatro foram escolhidas,
esta é uma delas. Visões de diferentes autores sobre como se deram os processos artísticos
neste período são importantes, mas principalmente para tentar captar rastros de notícias sobre
a região norte – que muito carece de escritas, de maneira geral, para questões teatrais deste
período.

FARIA, João Roberto. O Teatro realista no Brasil: 1855-1865. São Paulo: Perspectiva /
EDUSP, 1993.
Justificativa: João Roberto Farias se dedicou a investigar minuciosamente as
correspondências e as publicações que tratavam do fazer teatral durante o século XIX, por
isso suas obras permeiam vários dos gêneros de escrita deste tempo. Embora |Lima Penante
tenha escrito obras de outros gêneros que não o cômico, é importante que esta pesquisa
encontre subsídios para tratar das escolhas da criação dramatúrgica da obra de Penante de
maneira ampla. Mesmo sem termos acesso a outras obras de Penante, é possível encontrar
vestígios dos conteúdos através de críticas publicadas em periódicos.
FARIA, João Roberto. Ideias teatrais: o século XIX no Brasil. São Paulo, Perspectiva /
Fapesp, 2001.
Justificativa: As obras a serem analisadas nesta pesquisa abordam gêneros cômicos que
podem tratar de assuntos políticos ou mesmo do cotidiano popular. Para que possamos nos
aprofundar neste campo, haverá uma pesquisa detalhada acerca das estéticas dramáticas e de
encenação. Dentre as obras que tomaremos como base, como Ideias Teatrais que foca
exclusivamente o teatro do século XIX brasileiro.

GASSNER, John. Mestres do Teatro I. São Paulo: Perspectiva, 1991.


Justificativa: Este é um estudo crítico do drama a partir dos seus primórdios. Uma História do
Teatro projetada e compreendida em inter-relação com o tempo histórico. É uma obra que propõe a
compreensão da história a partir do que foi produzido no âmbito do drama. Para esta pesquisa, é um
apanhado de teorias que servirão de base para a análise da obra de Lima Penante. bem como do que
era consumido na região norte.

GONDIM, Neide. A invenção da Amazônia. Manaus: Editora Valer, 340 p., 2007.
Justificativa: O estudo sobre a Amazônia enquanto "periferia exótica", será relevante para
esta pesquisa, uma vez que buscamos compreender de que maneira se deu a trajetória do
consumo cultural, na região norte e como a autora amazonense visualiza as questões que
tangem o imaginário popular. É a contextualização da produção imaterial no Amazonas que
nos permite rever uma região através das visões da autora.

MAGALDI, Sábato. Panorama do teatro brasileiro. São Paulo: Global, 2004.


Justificativa: A   trajetória   de   Lima   Penante   caminha   em   paralelo   a   de   outros   artistas

brasileiros canonizados pela crítica, pois mais estudados, como França Junior, Artur Azevedo,

Moreira Sampaio, até mesmo Machado de Assis e pertence a geração seguinte à do pioneiro

na dramaturgia brasileira oitocentista, Martins Pena.   Magaldi discorre sobre nomes do teatro

brasileiro, mas sem deixar de falar dos estilos de cada época. Para entender as influências na

obra de Penante é preciso de cada um dos seus contemporâneos, bem como dos antecessores,

sejam minuciosamente investigados.

PALLOTTINI, Renata. Introdução à Dramaturgia. São Paulo: Ática, 1988.


Justificativa: Nesta obra Pallotinni fala dos mais variados tipos os segredos da arte de
escrever roteiros, textos dramáticos e afins, além de fornecer aos estudiosos do assunto
informações sobre os princípios teóricos básicos desse tema. Um livro clássico fundamental
para quem deseja ou produzir uma dramaturgia, ou entender como ela é feita.

__________________. Dramaturgia: a construção do personagem. São Paulo: Ática,


1989.
Justificativa: explicita ao leitor o papel e a relevância de cada um dos elementos constituintes
da obra teatral, desde o teatro clássico, passando pela revolução brechtiana e as últimas
produções do teatro de vanguarda, do absurdo, transcendental ou poético. Obra que
proporciona às análises do texto teatral, que é um dos objetivos deste estudo.

PÁSCOA, Márcio. A Vida Musical em Manaus na Época da Borracha (1850-1910).


Manaus: Imprensa Oficial do Estado/Funarte, 1997.
Justificativa: No âmbito da crítica e o teatro de “militância” contra as determinações censórias
do império, Lima Penante foi uma figura importante no Amazonas. Márcio Páscoa em sua
pesquisa acerca da atividade musical, em Manaus, discorre alguns de seus feitos artísticos –
em destaque o Theatro Variedade Cômica, de propriedade de Penante e cujas atividades
dramáticas eram as primeiras de cunho profissional a serem noticiadas em jornais locais.

PÁSCOA, Márcio. Meio século de teatro em Manaus, 1867-1917. No prelo, 2017.


Justificativa: Este livro que está em vias de ser publicado por Páscoa é uma espécie de
apanhado que mescla dados das temporadas nos teatros de Manaus com a descrição, sob o
olhar crítico de Páscoa, acerca das atividades teatrais da época em recorte. Trata-se de uma
cronologia de espetáculos com críticas e crônicas recolhidas de periódicos, divididas em
capítulos, cada um deles antecipados com uma contextualização histórica sobre o grupo ou
artistas específicos, o momento de sua atuação em Manaus ou fatos relevantes sobre espaços,
aspectos sociais dentre outros. |Logo, um material de apoio imprescindível a esta pesquisa.

PRADO, Décio de Almeida. História concisa do teatro brasileiro. São Paulo: Edusp, 1999.
Justificativa: Prado fala do advento da comédia nacional, começando com o entremez
(pequenas peças cômicas de um ato, de pouca duração, representada como complemento dos
longos dramas completos), em que se destacaria nosso grande dramaturgo Martins Pena. Esta
obra é indispensável para a atual pesquisa, uma vez que tratamos do gênero da comédia
escolhido por Lima Penante para compor suas obras.

PROPP, Vladmir. Comicidade e riso. São Paulo: Ática, 1992.


Justificativa: Esta é uma obra que contém uma minuciosa análise do cômico, Servindo-se do
método indutivo, o Autor procura compreender a natureza do cômico, a psicologia do riso e
sua percepção. É um material de apoio para compor a análise dramatúrgica de Lima Penante,
a partir de suas obras cômicas abordadas neste estudo..

SALLES, Vicente. Épocas do Teatro no Grão-Pará: ou, apresentação do teatro de época


Belém. Pará: UFPA, 1994.
Justificativa: Vicente Salles foi um pesquisador dedicado a muitas questões, que vão desde a
presença de negros no Pará, até os estudos sobre arte. Sua pesquisa estava voltada para as
atividades que aconteciam na região norte, em especial no Pará. Lima Penante era ativamente
presente na cena teatral de Belém, logo muito da trajetória do artista há de ser encontrado
nesta obra.

SALLES, Vicente. O Teatro na vida de José de Lima Penante. Belém: Micro-Publicações,


Justificativa: Este é a única publicação dedicada a Penante já escrita. Salles reúne artigos
sobre Lima Penante, contando com um de Leyla Leong - escritora e jornalista amazonense, e
um pequeno resumo das atividades de Penante, a partir de estudos em periódicos de várias
regiões brasileiras que receberam o artista durante a segunda metade do século XIX.

VALE, Selda. Eldorado das ilusões: cinema & sociedade: Manaus, 1897-1935. Manaus:
Editora da Universidade do Amazonas, 1997.
Justificativa: Selda Vale realiza um trabalho de resgate de memória ao propor nesta obra um
mergulho na experiência pioneira do cinema em Manaus. A presente pesquisa também propõe
um trabalho de escavação das memórias de uma terra que de tão enriquecida culturalmente é
proporcionalmente esquecida pelos autores de "fora". Vale fala do período posterior ao que
este estudo se propõe, no entanto é formato de informações e as ideias abordadas sobre o
consumo cultural da época que interessam a esta pesquisa.

Periódicos:
A Arte Dramática (PE) 1884-1885
A Família Maçônica (RJ) 1870-1879
A Província (PE) 1870-1879
A Voz do Amazonas (AM) 1860-1869
Amasonas (AM) 1860-1869, 1870-1879
Correio de Manaós, (AM) 1860-1869
Diário de Notícias (PA), 1880-1889
Jornal do Amazonas (AM) 1870-1879, 1880-1889
Jornal do Rio Negro (AM) 1860-1869
O Cearense (CE) 1880-1889

Justificativa: É também função desta pesquisa refletir acerca da invisibilização da atividade

teatral   do   Amazonas,   os   motivos   e   os   resquícios   dessa   falta   de   atenção   às   produções

amazonenses, no período de surgimento das atividades artísticas em Manaus, assim como o

olhar crítico a ser desenvolvido durante a análise das obras dramatúrgicas de Lima Penante,

bem como as notas publicadas em periódicos acerca das produções artísticas.

É neste sentido que esta pesquisa propõe um mergulho nos escritos, na história documentada,

nos   periódicos,   nas   crônicas   e   críticas   voltadas   ao   fazer   artístico,   aparentemente   ainda

incipiente   neste   período   na   capital   do   Amazonas   –  Manaus,   conectando   com   a  produção

artística em Belém, no Pará.