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Manual de

Operação

MANUAL DE OPERAÇÃO
APARELHO DE ANESTESIA SAMURAI

Nº. Registro MS: AM 10229820095


Manual Código: 204010294_000
Data: (ABR/2006)
O presente manual de Operação contém as informações necessárias para a correta utilização do Aparelho de Anestesia Samurai .

Fabricante:

K. Takaoka Indústria e Comércio LTDA


Av. Bosque da Saúde, 519
São Paulo – SP
CEP: 04142-091
Tel: (11) 5586 1000
Fax: (11) 5589 7313
Web site: www.takaoka.com.br
e-mail: kt@takaoka.com.br
CGC: 61.489.381/0001-09
I.E.: 103.735.350.115
Sugestões, dúvidas ou reclamações:
Call Center: (11) 5586 1010

Registro do Produto no Ministério da Saúde:

Nome Técnico: Aparelho de Anestesia


Nome Comercial: Aparelho de Anestesia Samurai

Classificação do Produto:

NBR IEC-60601-1/97 (1994) & Errata nº 1 (1997) & Emenda nº 1 (1997) – (Equipamento eletromédico – Parte 1: Prescrições
Gerais para Segurança)
NBR IEC-60601-2-13/2004 (prescrições particulares para segurança de aparelhos de anestesia).
NBR IEC 60601-1-2/1997 (Equipamento Eletromédico – Parte 1: Prescrições gerais para segurança – 2. Norma Colateral:
Compatibilidade eletromagnética – Prescrições e ensaios)
CEI IEC TR 60878 / 2003 – Graphical symbols for electrical equipment in medical practice.
CONSLEG: 1993L0042 – 20/11/2003: Classificação de acordo com a diretiva 93/42 CE anexo IX – Classe IIb
Equipamento Classe 1 – Energizado Internamente
Tipo B – IPX1 – Operação contínua

Responsável Técnico:

Eng. MARCELO ONODERA


CREA: Registro nº 5061076057
Formulário de Instalação do Produto

EQUIPAMENTO: ___________________________ Código: ____________ Número de Série: _________

DESCRIÇÃO CÓDIGO NÚMERO DE SÉRIE


1
2
COMPONENTES

3
4
5
6
7
8
9
10

NOTA FISCAL: Original K.Takaoka [ ] SIM ____________ [ ] NÃO ______________________


Número Nota* Nome Representação
INSTITUIÇÃO:

Razão Social: _______________________________________C.N.P.J*.:_____________________________

Endereço: _______________________________________________________________________________

Cidade: __________________________________________Estado:_________ CEP: __________________

Responsável pelas Informações*:_________________________________Cargo: _____________________

Setor: ________________________Tel*.: ____________________ e-mail: __________________________


(*) Campos Obrigatórios
SUA OPINIÃO:

1. A entrega do(s) produto(s) foi feita com pontualidade em relação ao prazo acordado? Sim não
2. O(s) produto(s) e o(s) componente(s) estava(m) de acordo com o pedido? Sim Não
3. A embalagem estava de alguma forma danificada? Sim Não
4. Houve alguma dificuldade na instalação do equipamento? Sim Não
5. O(s) equipamento(s) e componentes está(ão) funcionando de acordo? Sim Não
6. Houve problemas de conexão de componentes, tubos e cabos? Sim Não
7. A nota fiscal está com os seus dados, valores, descrição do produto, quantidade e condição Sim Não
de pagamento, corretos?
8. Comente eventual inconveniente ocorrido:

Instalação realizada por: ________________________ Data ____/ ____ /_____ Ass.: ______________
(Nome do Técnico)
Representação: ____________________________ Data ____ / ____ / _____ Ass: _________________

Envie este formulário para o Fax (11) 5589 8072 ou por carta registrada para a K Takaoka

ATENÇÃO: A VALIDADE DA GARANTIA TERÁ VIGÊNCIA MEDIANTE A CONFIRMAÇÃO DAS


INFORMAÇÕES CONSTANTES NESTE TERMO. ESTE TERMO DEVE SER ENVIADO NUM PRAZO
MÁXIMO DE 30 DIAS, CONFORME CONSTA NO MANUAL DE OPERAÇÕES
Em caso de dúvida ou para maiores informações contate: SAC (11) 5586 1010
ÍNDICE

DEFINIÇÕES ............................................................................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.


A EMPRESA.............................................................................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
1 INTRODUÇÃO................................................................................................................ ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
2 AVISOS IMPORTANTES ................................................................................................ ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3 DESCRIÇÃO GERAL...................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.1 Móvel ...............................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
3.2 Ventiladores 677 / 675.....................................................................................................Erro! Indicador não definido.
3.3 Filtro Valvular 3304..........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
3.4 Rotâmetro 1822 M ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
3.5 Vaporizador.....................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
4 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS...................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.1 Móvel ...............................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
4.2 Ventilador 677 e 675........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
4.3 Filtro Valvular 3304..........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
4.4 Rotâmetro 1822 M ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
4.5 Vaporizador................................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5 PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO ............................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.1 Móvel ...............................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.2 Ventilador 677..................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.3 Ventilador 675 (opcional).................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.4 Filtro Valvular 3304..........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.4 Rotâmetro 1822 M ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.4.1 Circuito Pneumático..............................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.4.2 Rotâmetro ............................................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.4.3 Dispositivos de Segurança....................................................................................Erro! Indicador não definido.
5.5 Vaporizador.....................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6 CONTROLES E COMPONENTES .................................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
6.1 Relação de Componentes................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.2 Vista Frontal do Aparelho de Anestesia SAMURAI..........................................................Erro! Indicador não definido.
6.3 Vista Posterior do Aparelho de anestesia Samurai..........................................................Erro! Indicador não definido.
6.4 Lateral Esquerda do Aparelho de Anestesia SAMURAI...................................................Erro! Indicador não definido.
6.4 Painel Posterior do Aparelho de Anestesia SAMURAI – Detalhes...................................Erro! Indicador não definido.
6.5 Vista Frontal do Ventilador 677........................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.6 Lateral Esquerda do Ventilador 677.................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.7 Vista Posterior do Ventilador 677.....................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.8 Vista Frontal do Ventilador 675 (opcional) .......................................................................Erro! Indicador não definido.
6.9 Lateral Esquerda do Ventilador 675 (opcional)................................................................Erro! Indicador não definido.
6.10 Vista Posterior do Ventilador 675 (opcional)....................................................................Erro! Indicador não definido.
6.10.1 Bateria...................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.11 Fole..................................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.11.1 Fole do Ventilador 677..........................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.11.2 Fole do ventilador 675...........................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.12 Válvula Pneumática do Ventilador 677 / 675...................................................................Erro! Indicador não definido.
6.13 Válvula Unidirecional 300.................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.14 Válvula Unidirecional 370 (opcional)................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.15 Partes e componentes do Filtro Valvular 3304................................................................Erro! Indicador não definido.
6.15.1 Válvulas Inspiratória e Expiratória.........................................................................Erro! Indicador não definido.
6.15.2 Cal Sodada ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.15.3 Canister.................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.15.4 Drenagem .............................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.16 Vista Frontal do Rotâmetro 1822 M.................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.17 Lateral Direita do Rotâmetro 1822 M..........................................................................Erro! Indicador não definido.
6.18 Vista Posterior do Rotâmetro 1822 M.........................................................................Erro! Indicador não definido.
6.18.1 Bateria...................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.19 Vista Frontal do Vaporizador 1415...................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.19.1 Display do Vaporizador 1415................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.20 Vista Posterior do Vaporizador 1415................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.21 Câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic ......................................................................Erro! Indicador não definido.
6.22 Conjunto para Oxigenação/Aspiração (Opcional) ............................................................Erro! Indicador não definido.
6.23 Yoke.................................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
6.24 Reanimador Manual (opcional) ........................................................................................Erro! Indicador não definido.
7 MONTAGEM ................................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
7.2 Alimentação de Gases .....................................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.3 Alimentação Elétrica........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.4 Ventilador 677..................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.5 Montagem do filtro valvular 3304.....................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.5.1 Sistema somente com Filtro Valvular....................................................................Erro! Indicador não definido.
7.5.2 Sistema com Filtro Valvular e Ventilador..............................................................Erro! Indicador não definido.
7.5.3 Outros Sistemas....................................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.6 Circuito Respiratório ........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
7.6.1 Sistema sem absorção de CO2 (aberto) – O2 / N2O / Halogenado ........................Erro! Indicador não definido.
7.6.2 Sistema sem absorção de CO2 (aberto) – O2 / Ar / Halogenado...........................Erro! Indicador não definido.
7.6.3 Sistema com absorção de CO2 (semifechado)......................................................Erro! Indicador não definido.
7.6.4 Sistema com absorção de CO2 (fechado) .............................................................Erro! Indicador não definido.
7.7 Outros Componentes.......................................................................................................Erro! Indicador não definido.
8 OPERAÇÃO.................................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
8.1 Ventilador 677..................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.1.1 Regulagem para Ciclar a Volume..........................................................................Erro! Indicador não definido.
8.1.2 Regulagem para Ciclar a Pressão.........................................................................Erro! Indicador não definido.
8.2 Ventilador 675 (opcional).................................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.2.1 Regulagem como Pressométrico..........................................................................Erro! Indicador não definido.
8.2.2 Regulagem como Volumétrico..............................................................................Erro! Indicador não definido.
8.2.3 Volume Deslocado pelo Fole e Volume Corrente..................................................Erro! Indicador não definido.
8.2.4 Compensação da Complacência...........................................................................Erro! Indicador não definido.
8.3 Rotâmetro 1822 M ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.4 Vaporizador.....................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.4.1 Enchimento da Câmara.........................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.4.2 Instruções para Vaporização.................................................................................Erro! Indicador não definido.
8.4.4 Drenagem da Câmara...........................................................................................Erro! Indicador não definido.
9 ROTINA DE INSPEÇÃO................................................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
9.1 Procedimentos iniciais .....................................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.1 Mesa.....................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.2 Rotâmetro 1822 M.................................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.3 Vaporizador...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.4 Ventilador 677.......................................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.5 Ventilador 675 (opcional) ......................................................................................Erro! Indicador não definido.
9.1.6 Cilindros reservas de O2, N2O e ar comprimido (não são fornecidos pela K. TAKAOKA)....Erro! Indicador não
definido.
9.1.7 Filtro Valvular 3304 / Circuito respiratório..............................................................Erro! Indicador não definido.
9.2 Durante a Anestesia ........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
10 LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO........................................................................................ ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
11 MANUTENÇÃO............................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13.1 Mesa................................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
13.2 Ventilador.........................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
13.3 Filtro Valvular 3304..........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
13.4 Rotâmetro 1822 M ...........................................................................................................Erro! Indicador não definido.
13.5 Vaporizador.....................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
13.5 Geral................................................................................................................................Erro! Indicador não definido.
12 SIMBOLOGIA ................................................................................................................. ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13 AÇÕES EM UMA EMERGÊNCIA ................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
14 GARANTIA...................................................................................................................... ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
DEFINIÇÕES

Cuidado
Alerta o usuário quanto à possibilidade de injúria, morte ou outra reação adversa séria associada ao mau uso do
equipamento.

Atenção
Alerta o usuário quanto à possibilidade de um problema com o equipamento associado ao mau uso, tais como
mau funcionamento do equipamento, falha do equipamento, danos ao equipamento, ou danos a bens de
terceiros.

Observação:
Enfatiza uma informação importante
A EMPRESA

A K. TAKAOKA é uma empresa que há mais de 49 anos dedica-se ao ramo de equipamentos hospitalares, sempre em estreita
cooperação com a classe médica. Atua principalmente nas áreas de Anestesia, Medicina IntenFiltro Valvular 3304, Monitorização e
Oxigenoterapia e orgulha-se de exercer uma posição de liderança no mercado, conta com uma linha extensa de produtos.

Tem como uma de suas prioridades o permanente investimento em pesquisa e desenvolvimento em novas idéias e soluções, esta
tem se destacado pela constante introdução de avanços tecnológicos e inovações industriais em sua linha de produtos, equiparada
às principais indústrias nacionais e internacionais do ramo.

A empresa projeta e fabrica com sofisticados equipamentos a maior parte dos componentes utilizados em seus aparelhos, o que
vem explicar o criterioso controle de qualidade a que estes são submetidos. É preocupação também fornecer um suporte de alto
nível a todos os usuários, através de seus departamentos de Vendas e Assistência Técnica.

Possui distribuidores em todo o território nacional e está presente no mercado internacional, a K. TAKAOKA tem conquistado
assim, ao longo dos anos, a confiança de seus clientes no elevado padrão de qualidade e na grande eficiência de seus produtos e
serviços.

Visão:
“Ser uma empresa global”.

Missão:
“Ser a líder nacional, nos segmentos de aparelhos de anestesia, ventiladores pulmonares, monitores de sinais vitais e
oxigenoterapia, contribuindo na preservação da vida, oferecendo alta tecnologia e melhor serviço aos nossos clientes.”

Política da Qualidade:
“Melhorar continuamente nossos PRODUTOS, SERVIÇOS e PROCESSOS envolvendo nossos COLABORADORES e
FORNECEDORES obtendo a satisfação de nossos CLIENTES e ACIONISTAS.”

K. TAKAOKA IND. E COM. LTDA.


Av. Bosque da Saúde, 519
São Paulo - SP - CEP: 04142-091
Tel: (0xx11)5586-1000
Fax: (0xx11)5589-7313
E- mail: kt@takaoka.com.br
Site: http://www.takaoka.com.br
Figura 1: Aparelho de Anestesia Samurai
a. INTRODUÇÃO

O sistema de anestesia SAMURAI é um equipamento destinado a fornecer e/ou administrar gases (oxigênio, ar comprimido e óxido
nitroso), com ou sem anestésicos voláteis em ventilação controlada, controlada manual ou espontânea.

É um equipamento que reúne todos os recursos essenciais para a realização da anestesia, com um preço acessível. O SAMURAI
atende desde pacientes neonatais até adultos, inclusive bariátricos, em uma plataforma de trabalho que privilegia a versatilidade e
a facilidade de manuseio:

• Possui controles diretos para volume corrente, freqüência, relação I/E e pressão limite. O volume corrente é de 10 a 1600
ml, ciclado a volume ou a pressão. Modalidade: CMV.

• O circuito possui baixa complacência e ausência de vazamentos, permite máxima eficiência em baixos fluxos.

• Também possui alarmes audiovisuais para desconexão, pressão de oxigênio, alta pressão endotraqueal, falta de energia
elétrica e bateria fraca. Sua bateria possui autonomia de 100 minutos.

O Aparelho de Anestesia SAMURAI é composto por:

Unidade Básica: Base Móvel e filtro valvular 3304.

Unidades Complementares: O Aparelho de Anestesia SAMURAI foi projetado dentro do conceito de modularidade. Existem,
portanto diversas configurações possíveis, visando uma perfeita adequação às necessidades e preferências do usuário:

Bloco de Fluxômetros................................................................................................................................................ Rotâmetro 1822 M


Vaporizador...................................................................................................... Vaporizador 1415 ou Vaporizador Calibrado Takaoka.
Sistemas Respiratórios........................................................................................................................... Diversas opções disponíveis.
Ventilador para Anestesia.......................................................................... Ventilador 677 (eletrônico) ou 675 (pneumático) (opcional).
Outros componentes....................................................................................... consultar a K. TAKAOKA ou um distribuidor autorizado.

A K. TAKAOKA possui uma completa linha de componentes que podem ser adquiridos separadamente para a montagem de
diferentes tipos de sistemas respiratórios de anestesia.

Este Manual de Operação aborda com detalhes os aspectos operacionais da Unidade Básica e seus componentes. Este manual
deverá ser lido com bastante cuidado, para que se possa utilizar corretamente o equipamento e tirar o máximo proveito de todos os
seus recursos.
b. AVISOS IMPORTANTES

O Aparelho de Anestesia SAMURAI é um aparelho médico projetado para aliar a mais avançada tecnologia com uma grande
facilidade de uso, devendo ser operado somente por profissionais qualificados e especialmente treinados na sua utilização.
Observe atentamente os avisos e recomendações fornecidas abaixo.

Biocompatibilidade

v De acordo com a ISO 10993-1 o equipamento é classificado como dispositivo sem contato direto e/ou indireto com o corpo do
paciente, desta forma o equipamento não é incluído no escopo desta norma (Cláusula 4.1.1).

Ventilador

v O Ventilador 677 está em conformidade com as prescrições da ISO 8835-5 (requisitos para ventiladores em anestesia).

v Esteja sempre atento(a) aos alarmes de DESCONEXÃO (DSC), PRESSÃO ENDOTRAQUEAL (PRS), FALTA DE PRESSÃO
DE REDE (PO2) e de OPERANDO POR BATERIA (BAT).

v Após o início da ventilação, verificar se os parâmetros ventilatórios indicados na tela estão adequados (Volume Corrente,
Freqüência e Pressão Máxima).

v Utilizando o Ventilador Ciclado a Volume, deve-se regular o ajuste de pressão máxima como uma segurança contra um
aumento excessivo da pressão inspiratória.

v Para evitar uma desconexão acidental ou um vazamento de gases no sistema respiratório, devem-se realizar com bastante
firmeza todas as conexões do sistema respiratório.

v No sistema semifechado, não utilizar o botão de oxigênio direto do Aparelho de Anestesia para encher o balão do Ventilador.

v Não interligar a conexão para balão / antipoluição do Filtro Valvular diretamente a uma fonte de vácuo ou aspirador.

v Verificar freqüentemente a firme conexão do tubo endotraqueal e outras conexões do Aparelho de Anestesia.

v Monitorizar constantemente a pressão endotraqueal.

v Manter o paciente sob constante observação. Observe freqüentemente a sua expansão pulmonar e a livre expiração.

v O adaptador para extensão de ar comprimido (componente opcional) somente deve ser utilizado com o Ventilador para
Anestesia 677. Não utilizar este adaptador com nenhum outro equipamento do hospital.

Atenção
Durante a utilização do ventilador, verificar a limpeza da válvula 300 pelo menos a cada 2 horas.

v Quando o sistema de anestesia estiver em uso, um meio alternativo de ventilação deve estar disponível.

v Na falha das alimentações pneumáticas e elétricas o ventilador possibilitará ventilação espontânea apresentando uma
resistência de 0,45 cmH2O/litros por minuto (lpm), 0,25 cmH2O/lpm e 0,50 cmH2O/lpm nos fluxos de 60 lpm, 30 lpm e 5 lpm
respectivamente.
Filtro Valvular 3304

v O filtro valvular 3304 está em conformidade com as prescrições da ISO 8835-2 (sistemas respiratórios para anestesia em
adultos).

v Realizar o procedimento de checagem antes de cada utilização do filtro valvular 3304. Não utilizar o equipamento se este não
estiver funcionando perfeitamente.

v Verificar freqüentemente durante a anestesia a firme conexão do tubo endotraqueal e outras conexões do Filtro Valvular, para
evitar uma desconexão acidental.

v Caso o intermediário em “Y” possua uma tomada para monitor de gases, esta deve estar sempre perfeitamente fechada pelo
próprio tubo de um monitor ou pelo tampão apropriado que acompanha este intermediário.

v Antes de realizar o fechamento do canister, verifique se este está corretamente montado, se a guarnição de borracha está
livre de resíduos de cal sodada e se o canister não está demasiadamente cheio para que não haja vazamento de gases.

v Para uma maior segurança contra contaminações, podem ser utilizados dois filtros de bactérias (opcionais), entre as válvulas
inspiratória/expiratória e os tubos corrugados do paciente.

v Recomenda-se que um analisador de oxigênio seja sempre utilizado juntamente com o Aparelho de Anestesia, além de outros
monitores opcionais.

Rotâmetro 1822 M

v A interrupção da pressão de alimentação ou a queda da mesma à valores abaixo do mínimo especificado (50 psi ou 345 kPa)
acarretará numa distribuição inadequada de gás por parte do Rotâmetro e conseqüentemente do Aparelho de Anestesia.

v Antes de cada utilização do Aparelho de Anestesia, verificar o perfeito funcionamento dos sistemas de segurança contra a
falta de pressão e fluxo de O2 (servomático).

v Para o correto funcionamento do sistema servomático de fluxo, as pressões de alimentação dos gases devem estar dentro de
seus valores recomendados.

v Na falta de suficiente pressão de O2, o fluxo de N2O será automaticamente cortado pelo dispositivo servomático de pressão.
Quando a pressão de O2 for restabelecida, verificar então os valores indicados pelos rotâmetros e, se necessário, reajustá-los
adequadamente.

v No caso da falta de energia elétrica, os rotâmetros podem continuar a ser utilizado sem as suas funções eletrônicas, pois a
mistura fornecida continuará sendo a mesma.

v Verificar a correta e firme montagem das conexões dos gases.

Vaporizador

v O Vaporizador 1415 está em conformidade com as prescrições da ISO 8835-4 (dispositivos de fornecimento de vapor
anestésico).

v A interrupção de fluxo no Rotâmetro impedirá o fornecimento de agente anestésico devido ao sistema de segurança Dilumatic.

v O Vaporizador 1415 deve ser mantido na posição vertical enquanto estiver carregado com agente anestésico.

v Verificar sempre o fluxo de borbulhamento desejado para que a concentração de agente anestésico no circuito seja o
desejado para a anestesia inalatória.

v Verificar sempre qual é o tipo de agente anestésico que está sendo utilizado pressionando a tecla AGENTE.

v Havendo qualquer dúvida quanto ao tipo de agente anestésico presente na câmara de borbulhamento, realizar a sua
substituição.
v Ao substituir o agente anestésico certificar-se de reposicionar o pino de indicação do agente anestésico no local correto. A
leitura da posição do pino garante o cálculo correto da tabela de fluxo de borbulhamento.

v Nunca ultrapassar a capacidade máxima da câmara, que é de 100ml.

v O funil de enchimento da câmara deve estar perfeitamente fechado durante a anestesia, para que não haja vazamento de
gases.

v O Vaporizador 1415 possui duas escalas para fluxo de borbulhamento, sendo uma para fluxos baixos e a outra para fluxos
altos. Não some as leituras de ambas.

v Numa emergência de falta de energia elétrica, o Vaporizador 1415 pode continuar a ser utilizado sem as suas funções
eletrônicas. Entretanto, é necessário um cuidado especial para se evitar concentrações de anestésico elevadas.

v Manter a câmara de borbulhamento vazia e seca sempre que o vaporizador estiver fora de uso, para uma melhor conservação
do equipamento.

Incêndio e Riscos Associados

v Para evitar riscos de explosões, agentes anestésicos inflamáveis como éter e ciclopropano não devem ser utilizados neste
equipamento. Somente usar agentes anestésicos em conformidade com as exigências para agentes anestésicos não
inflamáveis da IEC. Prescrições particulares para a segurança de aparelhos de anestesia são adequadas para a utilização
neste equipamento. Também para evitar o risco de explosão, não aplicar óleo ou graxa inflamável no equipamento.

v A utilização de tubos respiratórios antiestáticos ou eletricamente condutivos, quando a utilização de equipamento elétrico para
a cirurgia de alta freqüência, pode causar queimaduras e, portanto, não é recomendada em qualquer aplicação deste
equipamento.

v Em caso de incêndio, assegurar imediatamente as necessidades do paciente, desligar o Vaporizador, e desconectá-lo das
fontes de gases e elétricas.

Suscetibilidade Eletromagnética

v O funcionamento desse equipamento não é afetado pela utilização de equipamento nas proximidades, tais como equipamento
de cirurgia de alta freqüência (diatermia) desfibriladores ou equipamento de terapia por ondas curtas. Ensaios de
compatibilidade eletro-magnética foram realizados em laboratório credenciado.

v Este equipamento não emite ondas eletromagnéticas que interferem no funcionamento de equipamentos na sua proximidade.
Ensaios de compatibilidade eletro-magnética foram realizados em laboratório credenciado.

v Este equipamento não é adequado para utilização em ambiente de imagem por ressonância magnética.

Alimentação Elétrica

v Somente conectar o cabo de força a uma tomada devidamente aterrada e aprovada para uso hospitalar. A tomada fêmea
deve ser de três pinos do tipo Nema 5-15P.

v O cordão de rede destacável (cabo de alimentação) do Aparelho de Anestesia deve ser preso com a abraçadeira para evitar
uma desconexão acidental

v A conexão de outro equipamento na tomada de rede auxiliar pode elevar as correntes de fuga através do paciente a valores
que excedam os limites permitidos na ocorrência de um condutor de aterramento para proteção defeituoso.

v Somente conectar o cabo de 12 Vcc que acompanha o Vaporizador entre a “entrada” 12Vcc do Suporte Pinomatic e a “saída”
de 12 Vcc do Rotâmetro.

Cilindros de emergência (não são fornecidos pela K.TAKAOKA)

v A chave para abertura da válvula dos cilindros de reserva deve sempre estar anexada ao Aparelho de Anestesia Samurai,
disponível para uma eventual necessidade. O cilindro é item opcional.
v Manter as válvulas dos cilindros de reserva normalmente fechadas enquanto estiver utilizando as redes de gases, evitando
assim o risco de um esvaziamento acidental dos cilindros por vazamento.

v Abrir de maneira vagarosa a válvula dos cilindros de reserva quando necessário, para evitar danos a sua válvula reguladora
de pressão.

v O gás do cilindro de reserva de O2 somente deve ser utilizado para fornecer o fluxo contínuo de gases frescos ou oxigênio
direto ao Sistema Respiratório. Não utilizar este gás para outras finalidades, evitando assim um esvaziamento rápido do
cilindro.

Diversos

v O Aparelho de Anestesia Samurai deve ser utilizado com um sistema de recebimento e transferência para exaustão de gás
anestésico em conformidade com a ISO 8835-3.

v O Aparelho de Anestesia Origami deve ser utilizado com um monitor de gases respiratórios em conformidade com a ISO
21647:2004.

v A máxima pressão aplicada ao Aparelho de Anestesia Samurai e as suas tubulações internas não deve exceder a 100
cmH2O, pois, poderá ocasionar vazamentos e até desconexões no mesmo.

v No ato do recebimento verificar a integridade do equipamento e dos componentes. Se caso existir algum dano aparente ao
equipamento ou a seus componentes contatar um distribuidor autorizado K. TAKAOKA imediatamente, pois, existem tempos
de garantias diferentes para os diversos componentes.

v Realizar uma rotina de inspeção completa antes de cada utilização do Aparelho de Anestesia Samurai. Não utilizar o
equipamento se este não estiver funcionando perfeitamente.

v Não pressionar nenhuma tecla com instrumentos cirúrgicos ou ferramentas. Utilizar somente as pontas dos dedos para
pressionar as teclas. Objetos pontiagudos ou duros podem danificar as mesmas.

v Estabelecer uma rotina de limpeza e esterilização adequada aos componentes do Aparelho de Anestesia Samurai.

v Todas as partes aplicadas do Aparelho de anestesia são constituídas de material inerte, atóxico, que não provoca irritações
ou alergia ao paciente.

v O Aparelho de Anestesia deve receber atenção do operador durante todo o procedimento de administração de gases ao
paciente.

v Não realizar nenhum serviço interno em nenhuma parte do Aparelho de Anestesia Samurai. Para uma revisão periódica no
equipamento ou para a correção de qualquer irregularidade em seu funcionamento, providencie a Assistência Técnica
autorizada K. TAKAOKA.

v A parte aplicada é à prova de desfibriladores.

v O Aparelho de Anestesia deve ser submetido a uma revisão anual realizada por um técnico autorizado pela K. TAKAOKA,
para uma nova calibração.

v Neste manual e no ventilador a unidade de pressão está indicada em centímetros de água (cmH2O) e não em Pascal (Pa)
seu correspondente no Sistema Internacional (SI). Sendo 1 Pa igual a 0,0102 cmH2O.

v Neste manual e no ventilador a unidade de freqüência respiratória está indicada em respirações por minuto (rpm) e não em
Hertz (Hz) seu correspondente no Sistema Internacional (SI). Sendo 1 Hz igual a 60 rpm.

v Neste manual e no ventilador a unidade de volume está indicada em mililitros (ml) ou litros (l) e não em metro cúbico (m3) seu
correspondente no Sistema Internacional (SI). Sendo 1-6 m3 igual a 1 ml ou 0,001 l.
v Este produto foi produzido seguindo procedimentos de boas praticas de fabricação (BPF ou GMP), com borracha de silicone
que atende aos regulamentos exigidos para correlatos / contato com alimentos. Durante o uso o cliente deve ter cuidados
necessários de higienização ou esterilização, além de testes para garantir que seu produto é adequado e seguro para a
aplicação especifica desejado, já que os métodos e condições de utilização dos produtos pelos usuários estão além do nosso
controle.

Descarte (“lixo”)

v Todas as partes e peças que tiverem contato com fluídos provenientes de pacientes (exemplo: circuito respiratório), estão
potencialmente contaminados. Denominados semicríticos, deve sofrer antes do descarte (ao final de suas vidas úteis) um
processo de desinfecção de alto nível, ou esterilização, ou ser descartado como lixo hospitalar potencialmente infectado.

v Elimine as partes removíveis do equipamento de acordo com o protocolo de disposição de partes e peças de sua instituição.
Siga as recomendações governamentais locais quanto à proteção ambiental, especialmente no caso de lixo eletrônico ou
partes eletrônicas.
c. DESCRIÇÃO GERAL

3.1 Móvel
O aparelho de anestesia Samurai constitui-se num sistema integrado que incorpora os mais recentes avanços tecnológicos,
visando altos níveis de desempenho, segurança e confiabilidade.

A montagem completa do Aparelho de Anestesia Samurai inclui a escolha dos seguintes componentes:

a - Móvel contendo gaveteiro, prateleira, mesa, rodízios, aspirador, fluxômetro, alimentação elétrica, sistema Ergo System e
componentes;

b - Rotâmetro 1822 M com back light, contendo conectores de entrada de gases e válvulas reguladoras e fluxômetros com escalas
de alto e baixo fluxo;

c - Vaporizador 1415 ou Vaporizador Calibrado Takaoka;

e - Filtro Valvular 3304;

f - Ventilador 677 para Anestesia;

g – Ventilador 675 (pneumático) como opcional;

h - Sistemas Respiratórios.

Encontram-se descritas abaixo algumas características principais do Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai.

v Dispositivo Ergo System que permite um movimento giratório horizontal da parte superior do Aparelho de Anestesia. O usuário
poderá pos icionar facilmente o equipamento na posição mais adequada para cada situação, em ângulos de até 45° para
ambos os lados, utilizando apenas uma das mãos.
v Yoke para cilindro reserva de O2. Destina-se à conexão de um cilindro de emergência (não fornecido pela K.TAKAOKA),
dotado de válvula plana com sistema padronizado de pinos de segurança. Os yokes de N2O e ar comprimido são opcionais.
v Tomadas auxiliares protegidas individualmente por fusíveis, para alimentação de monitores e componentes até uma potência
total máxima de 5 VA;
v Mesa de trabalho com tampo em aço inoxidável.
v Rodízios para uma fácil e suave locomoção do Aparelho de Anestesia Samurai. Estes rodízios possuem uma construção
especial que proporciona ótima estabilidade e manobrabilidade ao equipamento. Os rodízios dianteiros são dotados de trava.
v Puxadores anatômicos para facilitar a movimentação do aparelho.
v Suportes para extensões de gases e cabos elétricos.
v Aspirador de alta eficiência com frasco de 500 ml, na lateral esquerda que funciona através do sistema de venturi (opcional).
v Fluxômetro externo de O2 com escala de 0 a 15 l/min, com escala expandida entre 0 e 5 l/min para uma maior precisão em
fluxos baixos, na lateral esquerda (opcional).
v Reanimador manual com balão auto-inflável (opcional).
v Tubulação interna identificada com cores e diâmetros diferentes para cada gás.

3.2 Ventiladores 677 / 675

O Ventilador para Anestesia 677 é um respirador eletrônico que pode funcionar ciclado a volume e a pressão; já o Ventilador para
Anestesia 675 é um respirador pneumático que pode funcionar como volumétrico ou pressométrico. Ambos foram projetados
especificamente para o uso em aparelhos de anestesia, com ventilação controlada em sistemas: aberto (sem absorção de CO2),
semifechado ou fechado (com absorção de CO2).

Algumas características comuns dos Ventiladores 677 e 675 são descritas a seguir:

v Modalidade de ventilação CMV (Ventilação controlada).


v Válvula de segurança contra aumento excessivo da pressão inspiratória.
v Válvula de segurança antiasfixia, com entrada de ar ambiente.
v O fole pode ser acionado opcionalmente com ar comprimido, para uma maior economia de oxigênio.

Apenas do Ventilador 677:


v Controles diretos de volume corrente, pressão máxima inspiratória, freqüência respiratória e relação I:E.
v É fornecido normalmente com fole de 1000 ml, sendo intercambiável com foles de 1600 ml e 100ml.
v Alarme audiovisual de DESCONEXÃO, ALTA PRESSÃO ENDOTRAQUEAL, BAIXA PRESSÃO DE REDE e OPERANDO
POR BATERIA.
v Válvula reguladora de pressão incorporada.
v Manômetro eletrônico de pressão endotraqueal, com apresentação gráfica através de um manômetro linear de barra
(bargraph). O valor da pressão máxima na última inspiração é mantido indicado no manômetro durante a fase expiratória, para
uma melhor visualização deste parâmetro.
v Condição de stand by ativada manualmente a qualquer instante, para impedir alarmes auditivos durante a preparação do
paciente ou outro evento especial.
v Chave geral liga/desliga.
v Bateria interna recarregável para as eventualidades de falha na rede elétrica ou para transporte, quando o Ventilador
automaticamente passará a ser alimentado através da bateria.
v Indicadores visuais de alimentação por rede elétrica ou bateria interna.
v Painel ergonômico, com teclado de membrana e design avançado.
v Funcionamento silencioso.

Apenas para o Ventilador 675 (opcional):


v Controles básicos como volumétrico - volume corrente, freqüência respiratória e relação I/E;
v Controles básicos como pressométrico - pressão máxima inspiratória, freqüência respiratória e relação I/E;
v Manômetro aneróide para a indicação da pressão inspiratória, com escala de –10 a 90 cmH2O;
v Fole de 1.000 ml, sendo opcional o fole de 350ml (infantil);
v Haste de ciclagem para o ajuste do volume corrente.
v Controle de pressão máxima = 10 a 70 cmH2O;
v Fluxo inspiratório máximo = 50 l/min;
v Fluxo inspiratório mínimo = 4l/min;
v Controle de relação I/E = 1:1 a 1:5;
v Pressão do gás de alimentação mínima= 50 PSI e pressão do gás de alimentação máxima = 150 PSI;
v Alarme audiovisual de baixa pressão endotraqueal, com chave liga/desliga e botão de teste.
v Chave liga/desliga pneumática.

3.3 Filtro Valvular 3304


O Filtro Valvular 3304 K. TAKAOKA foi projetado especificamente para compor o sistema respiratório de Aparelhos de Anestesia,
desempenhando uma série de diferentes funções em sistemas do tipo circular valvular com absorção de gás carbônico. Este tipo
de sistema respiratório permite o reaproveitamento dos gases expirados pelo paciente, resultando nas seguintes vantagens
principais:

v Economia de gases anestésicos;


v -Economia de oxigênio;
v Aquecimento e umidificação dos gases recebidos pelo paciente;
v -Menor poluição do ambiente com anestésico;
v -Concentrações mais constantes no interior do sistema;
v Maior durabilidade da cal sodada.

O reaproveitamento dos gases expirados é possível devido à cal sodada presente no interior do canister, a qual retira o gás
carbônico através de um processo químico.

Algumas características importantes do Filtro Valvular 3304 são descritas abaixo:

v Canister coaxial permitindo uma melhor distribuição dos gases em seu interior e conseqüentemente uma melhor absorção de
CO2 e também maior durabilidade da cal sodada.
v Canister transparente para permitir a visualização da cal sodada em seu interior, com capacidade para 750 ml.
v Válvulas inspiratória e expiratória facilmente desmontáveis para limpeza e esterilização, possuindo tampas transparentes para
uma clara visualização de seu funcionamento.
v Entrada do fluxo contínuo de gases frescos incorporada à caixa do Filtro Valvular.
v Intermediário em Y com ramos articulados, permitindo uma melhor acomodação dos tubos corrugados. Existe uma conexão
opcional para monitor de gases incorporados a esta peça, evitando o uso de um intermediário adicional para esta finalidade.
v Válvula de limite de pressão ajustável incorporada à caixa do Filtro Valvular.
v Conexão de saída para sistema antipoluição.

3.4 Rotâmetro 1822 M


Os Rotâmetros constitui-se em um bloco de rotâmetros projetado especificamente para a utilização com Aparelhos de Anestesia da
linha K. TAKAOKA, tendo como funções básicas o controle e a monitorização das pressões e dos fluxos dos gases que alimentam
o equipamento. Após serem misturados nos Rotâmetros, estes gases são enviados ao Vaporizador para receberem certa
concentração de agente anestésico volátil.

Além de possuir os rotâmetros para medir o fluxo de cada gás da mistura, o Rotâmetro 1822 M centraliza uma série de outras
funções de segurança para o paciente. São descritas a seguir algumas de suas características principais:

v Rotâmetros para os gases ox igênio (O2) e óxido nitroso (N2O).


v Sistema Servomático de Pressão, que impede automaticamente a administração de N2O ao paciente se houver uma queda
na pressão de O2.
v Sistema Servomático de Fluxo, que limita o fluxo máximo de N2O que pode ser fornecido pelo aparelho, em função do fluxo
regulado de O2. É garantida uma concentração nominal mínima de 25% de O2 na mistura O2 / N2O.
v Sistema Ilumatic para iluminação automática e seletiva das escalas dos rotâmetros, acendendo somente às escalas dos
gases disponíveis para o uso. A iluminação das escalas também facilita a utilização do Aparelho de Anestesia em salas
escuras.
v Alarme audiovisual de baixa pressão de O2, acionado se houver uma queda na pressão de alimentação de oxigênio. Este
alarme possui chave liga/desliga e led indicador de alarme ligado.
v Botões de controle de fluxo com proteção de 360º contra acionamento acidental.
v Botão de O2 com a forma diferente dos demais, para advertir o anestesista apenas pelo tato quando o fluxo deste gás estiver
sendo alterado.
v Botão de oxigênio direto, para o fornecimento de um alto fluxo de O2 sem que este passe pelo Vaporizador.
v Válvulas reguladoras de pressão incorporadas para os gases O2 e N2O.
v Manômetros para a monitorização das pressões de alimentação dos gases, conforme normas técnicas.
v Cores padronizadas nos botões de controle de fluxo, rotâmetros e conexões, conforme exigência das normas técnicas.
v Conexões de engate rápido padronizadas para a alimentação dos gases.
v Saída comum de gases com dimensões cônicas padronizadas.
v Duas saídas de O2 para alimentação do Ventilador e do Conjunto Oxigenação/Aspiração.
v Tubulação interna com cores padronizadas para cada gás, prevenindo ligações invertidas durante uma manutenção interna.
v Alimentação elétrica da iluminação dos fluxômetros através de uma fonte interna de voltagem da rede de 110 / 220 Vac para
12 Vdc, esta fonte possui seleção automática de voltagem.
v Saída elétrica de 12 Vdc para alimentação do Vaporizador.
v Constituído em caixa da chapa de aço com pintura eletrostática a pó extra-resistente.
v Extensões de 5 metros para os gases, com conexões padronizadas.

3.5 Vaporizador
O Vaporizador 1415 foi projetado para integrar os Aparelhos de Anestesia da linha K. TAKAOKA. Constitui-se num vaporizador
universal controlado por rotâmetro, projetado para o uso dos agentes HALOTHANE, ENFLURANE, ISOFLURANE ou
SEVOFLURANE. O Vaporizador 1415 é microprocessado, possuindo importantes recursos que o tornam um aparelho versátil e de
fácil manuseio.

O FLUXO TOTAL de gases é uma mistura entre oxigênio, óxido nitroso ou ar comprimido, sendo regulado no bloco de rotâmetros
do aparelho de anestesia. Este fluxo entra no Vaporizador Multiagente, onde é dividido em duas parcelas:
1- FLUXO DE BORBULAMENTO – pequena parcela do fluxo total regulada pelo botão de controle de fluxo do Vaporizador
1415, sendo medido pelo respectivo rotâmetro. Este fluxo deve atravessar a câmara de borbulhamento, saturando-se com
vapor de agente anestésico.

2- FLUXO DILUENTE – outra parcela do fluxo total, que deve seguir diretamente para a saída do Vaporizador 1415,
misturando-se então com o fluxo de borbulhamento saturado com anestésico.

O fluxo contínuo de gases frescos que sai do Vaporizador 1415 é, portanto, constituído pelo fluxo total de gases com uma
determinada concentração de vapor de agente anestésico volátil.

Principais Características:

v Display de cristal líquido de alta luminosidade para visualização da tabela de relação concentração versus fluxo de
borbulhamento e agente anestésico configurado na câmara (indicado pelo pino).
v O recurso de cálculo do fluxo de borbulhamento requerido dispensa o uso da régua de cálculo, para a determinação da
concentração desejada, aumentando a facilidade de uso do vaporizador.
v Sistema de segurança Dilumatic, que impede a vaporização e o fornecimento de anestésico sem que o fluxo total esteja
aberto no rotâmetro.
v Exclusivo sistema Pinomatic, que permite um fácil intercâmbio entre os Vaporizadores Multiagente e os Vaporizadores
Calibrados K. TAKAOKA, através de um sistema de engate rápido.
v Dois rotâmetros para o fluxo de borbulhamento com escalas diferenciadas para fluxo baixo (5 a 350ml) e fluxo alto (400 a
2200ml). Esta característica torna o Vaporizador 1415 igualmente adequado para qualquer agente anestésico, permitindo a
visualização do borbulhamento em seu interior.
v Câmara de borbulhamento em vidro âmbar para proteger o agente anestésico da degradação dos raios solares, porém,
permite a visualização do borbulhamento em seu interior. Capacidade para 100 ml de agente anestésico.
v Reconhecimento automático da posição do pino indicador do agente anestésico na câmara.
v Botão de controle de fluxo de borbulhamento protegido contra acionamento inadvertido, com um aro de proteção de 360°.
v Sensores internos para medição automática do fluxo total.
v Válvulas unidirecionais internas que garantem uma concentração constante mesmo com o emprego de ventilação controlada,
evitando um aumento da concentração pelo efeito de “bombeamento”.
v Numa emergência da falta de energia elétrica, o Vaporizador 1415 pode continuar a ser utilizado sem as suas funções
eletrônicas.
v Alimentação elétrica com 12 Vcc. Acompanha cabo de 12 Vcc para conexão.
d. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Classificação

NBR IEC-60601-1/97 (1994) & Errata nº 1 (1997) & Emenda nº 1 (1997) – (Equipamento eletromédico – Parte 1: Prescrições
Gerais para Segurança)
NBR IEC-60601-2-13/2004 (prescrições particulares para segurança de aparelhos de anestesia).
NBR IEC 60601-1-2/1997 (Equipamento Eletromédico – Parte 1: Prescrições gerais para segurança – 2. Norma Colateral:
Compatibilidade eletromagnética – Prescrições e ensaios)
CEI IEC TR 60878 / 2003 – Graphical symbols for electrical equipment in medical practice.
CONSLEG: 1993L0042 – 20/11/2003: Classificação de acordo com a diretiva 93/42 CE anexo IX – Classe IIb
Equipamento Classe 1 – Energizado Internamente
Tipo B – IPX1 – Operação contínua

4.1 Móvel
Conexões para Gases

Redes.........................................................................................engate rápido conforme ABNT NBR 11906. Os engates possuem


válvulas unidirecionais que impedem o fluxo reverso dos gases e filtros sinterizados para partículas maiores que 100 µm.
Cilindros do tipo D ou E........................................................................................................................conexão de acordo com ISO 407
Saída de gases frescos..................................................................................................................conexão de engate rápido com trava
Saídas de oxigênio ............................................................................................................... rosca macho conforme ABNT NBR 11906
Extensão/Mangueira..................................................................................................................................................conforme ISO 5359

Pressões dos Gases

Pressão de alimentação dos gases da rede............................................................................entre 50 a 150 psi (345 kPa a 1035 kPa)
Pressões das válvulas reguladoras internas..................................................................................................................30 psi (207 kPa)
Pressão de alimentação de cilindro de O2................................................................................. entre 50 a 75 psi (345 kPa a 517 kPa)

Cores dos Componentes Internos

Oxigênio (O2)...................................................................................................................................................................................verde
Óxido nitroso (N2O).............................................................................................................................................................azul marinho

Aspirador (opcional)

Acionamento..................................................................................................................................................................................venturi
Frasco coletor................................................................................................................................................................................500 ml

Fluxômetro Externo de O2 (opcional)

Escala.......................................................................................................................................0 a 15 l/min, expandida entre 0 e 5 l/min


Compensado para pressão........................................................................................................................................... 45 psi (310 kPa)

Características Elétricas

Alimentação.....................................................................................................................................................................110 ou 220 Vca


Freqüência................................................................................................................................................................................ 50/60 Hz
Conector para rede.................................................................................................................................3 (três) pinos, tipo Nema 5-15P
Fusíveis auxiliares............................................................................................................................ de vidro, 20mm, normal, 1A , 250V
Fusível alimentação....................................................................................................................... . de vidro, 20mm, normal, 4A , 250V
Potência Máxima........................................................................................................................................................................ 440 VA
Saídas elétricas CA..............................................................................................................................mesma voltagem da alimentação

Atenção
O cordão de rede destacável (cabo de alimentação) deve ser preso com a abraçadeira para evitar uma
desconexão acidental
Observação:
A instalação elétrica do hospital deve estar devidamente aterrada e atendendo à norma ABNT NBR 13534 – Instalações
elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde “Requisitos de segurança”. O não cumprimento desta
recomendação poderá resultar em danos ao paciente, operador ou equipamento, além de invalidar a garantia do
Aparelho de Anestesia.

Dimensões e Peso

Altura.........................................................................................................................................................................................1390 mm.
Largura....................................................................................................................................................................................... 640 mm.
Profundidade...............................................................................................................................................................................620 mm.
Peso...............................................................................................................................................................................................86 kgf.

Embalagem

Individual, desenvolvida para suportar o transporte e a armazenagem a uma temperatura de +10º C à +70ºC, uma pressão
atmosférica de 500 a 1060hPa e a uma umidade relativa de 10% a 100% (não condensada).

Condições Ambientais de Uso

Temperatura de +10ºC a +70ºC, pressão atmosférica de 500 a 1060 hPa e umidade relativa de 10% a 100% (não condensada).

4.2 Ventilador 677 e 675

Alimentação de gás

Gás .............................................................................................................................................................................................oxigênio
Pressão de alimentação.......................................................................................................... entre 50 a 150 psi (345 kPa a 1035 kPa)
Pressão regulada pelo aparelho.....................................................................................................................................35 psi (241 kPa)
Conexão de O2 .......................................................................................rosca macho DISS 9/16“ 18 fios, conforme ABNT NBR 11906

Modalidade de Ventilação

CMV ....................................................................................................................................................ventilação mandatória controlada

Controles diretos

Pressão Máxima inspiratória (677)..................................... .......................................................................................... 0 a 100 cmH2O


Pressão máxima inspiratória (675) ..................................................................................................................................10 a 70 cmH2O
Freqüência respiratória (677) ...............................................................................................................................................3 a 100 rpm
Relação I/E (677)........................................................................................................................................................................1:4 a 2:1
Relação I/E (675) ...................................................................................................................................................................... 1:1 a 1:5
Fluxo Inspiratório (677) .........................................................................................................................................................0 a 50 l/min
Fluxo inspiratório (675) ......................................................................................................................................................... 4 a 50 l/min
Volume do fole (675) ........................................................................................................................................... 1000 ± 25 ml (Adulto)
350 ± 15 ml (Infantil – opcional)
Alarmes do Ventilador 677:

Desconexão...............................................................................................................................................................abaixo de 5 cmH2O
Pressão máxima inspiratória .............................................................................................................................................0 a 80 cmH2O
Pressão de O2 ....................................................................................................................................................abaixo de 2 bar (29 psi)

Mensagens de alarmes do Ventilador 677:

Desconexão .............. ......................................................................................................................................................................DES


Pressão máxima inspiratória ............................................................................................................................................................PRS
Pressão de oxigênio baixa ................................................................................................................................................................PO2
Operando por bateria ........................................................................................................................................................................BAT
Características Elétricas (Ventilador 677)

Entrada: ............................................................................................................................................................................110 a 220 Vca


Freqüência ................................................................................................................................................................................ 50/60 Hz
Fusível de 20 mm (na fase – incorporado a fonte interna).....................................................................................................1 A / 250 V
Fusível de 20 mm (no neutro – externo).................................................................................................................................1 A / 250 V
Potência consumida pelo Ventilador ............................................................................................................................................110 VA
Bateria interna.......................................................................................................................................................recarregável de Ni-Cd
Autonomia da bateria interna......................................... .......................................................................aproximadamente 100 minutos

Observações:
A instalação elétrica do hospital deve estar devidamente aterrada e atendendo à norma ABNT NBR 13534 - “Instalações
elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde - Requisitos de segurança”. O não cumprimento desta
recomendação pode resultar em danos ao paciente, operador ou equipamento, além de invalidar a garantia do
Ventilador.

Alarme de Baixa Pressão Endotraqueal (Inspiratória) do Ventilador 675:

Acionado quando a máxima pressão inspiratória não atinge 10 cmH2O (± 10%)


Retardo de 15 segundos (aproximadamente)
Alimentado com uma (1) bateria alcalina de 9 Vcc tipo 6LR61

Válvula de Segurança do Ventilador 675:

Abertura em 100 cmH2O (± 10%)

4.3 Filtro Valvular 3304


Capacidade de Cal Sodada no canister ....................................................................................................................750 ml ou 0,95 Kgf
Balão reservatório .........................................................................................................................................................................5 litros
Volume Corrente..........................................................................................................................................................................1600 ml
Conexões cônicas ........................................................................................................................................................ISO 5356-1:2004
Manômetro........................................................................................................................................ – 10 a 90 cmH2O (± 5% da leitura)

4.4 Rotâmetro 1822 M

Conexões para Gases

Redes de O2, N2O.................................................................................................................engate rápido conforme ABNT NBR 11906


Os engates possuem válvulas unidirecionais que impedem o fluxo reverso dos gases e filtros sinterizados para partículas maiores
que 100 µm.
Saídas de O2 .......................................................................................rosca macho DISS 9/16“ 18 fios, conforme ABNT NBR 11906
Saídas de Ar..........................................................................................rosca macho DISS 3/4“ 16 fios, conforme ABNT NBR 11906
Saída para Vaporizador ..................................................................... rosca macho DISS 7/16“ 24 fios, conforme ABNT NBR 11906
Entrada do Vaporizador ..................................................................... rosca macho DISS 7/16“ 24 fios, conforme ABNT NBR 11906
Mangueiras/Extensões..........................................................................................................em conformidade com a ISO 5359:2000

Pressões dos Gases

Alimentação dos gases....................................................... .................................................entre 50 a 150 PSI (345 kPa a 1035 kPa)
Válvulas reguladoras.......................................................... .......................................................................................30 PSI (207 kPa)
Observações:
O Rotâmetro 1822 M está equipado com válvulas reguladoras de pressão internas, podendo ser conectado diretamente
na saída de gases de rede dos hospitais instalados conforme normas vigentes. Portanto, não é recomendada a
utilização de válvula reguladora externa.
A interrupção da pressão de alimentação ou a queda da mesma a valores abaixo do mínimo especificado (50 ps i ou 345
kPa) acarretará numa distribuição inadequada de gás por parte do Rotâmetro e conseqüentemente do Aparelho de
Anestesia.

Características Elétricas

Entrada.......................................................................................................................................................................110 ou 220 Vca


Freqüência ........................................................................................................................................................................... 50/60 Hz
Fusível de 20 mm (na fase – incorporado a fonte interna)..................................................................................................1 A / 250 V
Fusível de 20 mm (no neutro – externo)..............................................................................................................................1 A / 250 V
Potência consumida pelo Rotâmetro.........................................................................................................................................110 VA
Alarmes................................................................................................................................................ Bateria recarregável de Ni-Cd
Saída Auxiliar.............................................................................................................................................................12 Vcc e 500 mA
Sistema ILUMATIC ........................................................................fonte interna de 12 Vcc e 780 mA alimentada pela rede elétrica

Rotâmetro

Escala de N2O (fluxo alto).....................................................................................................................0,2 a 10 l/min (± 10% da leitura)


Escala de O2 (fluxo alto) .......................................................................................................................0,2 a 10 l/min (± 10% da leitura)
Leitura no centro da esfera
Calibrados para saída em 760 mmHg e 20ºC (não compensado para pressão)
Escalas com sistema de iluminação seletiva (ILUMATIC).

Manômetros

Escala .................................................................................................................................................0 a 1000 kPa ± (7% da leitura)

Dispositivos de Segurança

Servomático de pressão................................................................................................corta o fluxo de N2O na falta de pressão de O2


Servomático de fluxo.......................................................... ............................................concentração nominal mínima de 25% de O2
Controles de fluxo............................................................... .......................................................................proteção com aro de 360ºC

Alarme de Baixa Pressão de O2

Acionado abaixo de aproximadamente 207 kPa (30 psi)

Botão de Oxigênio Direto

Fluxo de O2 entre 25 e 75 l/min

4.5 Vaporizador

Agentes Anestésicos

• HALOTHANE
• ENFLURANE
• ISOFLURANE
• SEVOFLURANE

O agente anestésico deve ser indicado na câmara de borbulhamento Mini-Pinomatic através do pino indicador, a posição do pino é
lida eletronicamente para determinar o cálculo correto da tabela CONCENTRAÇÃO x FLUXO de BORBULHAMENTO.
Câmara de Borbulhamento MINI-PINOMATIC

Escala...................................................................................................................................................................................2,5 a 100 ml
Resolução.......................................................................................................................................................................................2,5 ml
Nível mínimo de trabalho.................................................................................................................................................................10 ml
Nível máximo de trabalho..............................................................................................................................................................100 ml

Rotâmetro de Borbulhamento

Rotâmetro para fluxo baixo.................................................................................................escala de 5 a 350 ml/min (± 10% da leitura)


Rotâmetro para fluxo alto..............................................................................................escala de 400 a 2200 ml/min (± 10% da leitura)
Calibrados para 760 mmHg e 20°C (não compensados a pressão).
Leitura no centro da esfera.
Backlight de alta intensidade luminosa para iluminação das escalas e rotâmetros.

Dispositivo de Segurança

Sistema Dilumatic de proteção contra falta de fluxo total.


Controle de fluxo com aro de proteção de 360° contra acionamento acidental.

Display Gráfico

Tipo de display ........................................................................................................cristal líquido com iluminação traseira (“back light”)


Duas linhas de 24 caracteres 5 x 7 pontos.

Cálculo do Fluxo de Borbulhamento

A tabela mostra a concentração versus fluxo de borbulhamento necessário

Concentração ....................................................................................................... ............................. 0,5% a 9,0%, resolução de 0,5%


Fluxo de borbulhamento ....................................................................................................5 ml/min a 100ml/min, resolução de 5ml/min
100 ml/min a 1,0 l/min, resolução de 50ml/min
1,0 l/min a 2,0 l/min , resolução de 0,1 l/min
Precisão...........................................................................o que for maior das duas situações seguintes: +30% ou -20% do valor
ajustado ou +7,5% ou -5% do fundo de escala.

Leitura do Fluxo Total

Fluxo total .....................................................................................................0,4 a 15 l/min, resolução de 0,1 l/min. Exatidão ±0,2 l/min

Saída Serial para Microcomputador

Tipo ................................................................................................................................ porta serial RS 232C, 9 pinos, macho, isolada


Taxa de transmissão de dados ............................................................................ .................................................................19.200 bps
Formato dos dados .............................................................................................. ............................................................................8N1

Características Elétricas

Alimentação...................................................................................................................................................................................12 Vcc
Potência consumida pelo Vaporizador ... ........................................................................................................................ 6 VA (máximo)
e. PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO

5.1 Móvel
O SAMURAI tem a função básica de fornecer ao sistema respiratório do paciente um fluxo contínuo de gases frescos. O aparelho é
alimentado com gases O2 (oxigênio) e N2O (óxido nitroso), e possui uma conexão para um Vaporizador que administra o agente
anestésico líquido (halogenado) sob a forma de vapor.

Os gases que alimentam o Aparelho de Anestesia SAMURAI passam inicialmente pelas suas respectivas válvulas reguladoras de
pressão, pelo sistema Servomático de Pressão e pelo sistema Servomático de Fluxo, onde o botão de O2 regula o fluxo deste gás
e limita automaticamente o fluxo de N2O para garantir uma concentração nominal mínima de 25% de O2. O fluxo de N2O é regulado
posteriormente pelo seu botão de controle.

O fluxo total de gases é regulado no SAMURAI através de um conjunto de rotâmetros associados e suas respectivas válvulas de
controle de fluxo.

Os fluxos de O2 e N2O regulados em seus respectivos rotâmetros seguem para o Vaporizador, retornando para a Unidade Básica
com uma certa concentração de agente anestésico. Esta mistura deixa a Unidade Básica através da saída comum de gases,
seguindo para o Ventilador ou para o Filtro Valvular 3304, de acordo com a utilização desejada pelo usuário.

Existe também o botão de oxigênio direto, que causa o fornecimento de um alto fluxo de O2 diretamente para a saída comum de
gases.

5.2 Ventilador 677


O Ventilador para Anestesia 677 conta com um fole situado dentro de uma campânula transparente, para a dosagem do volume
corrente que é enviado ao paciente. O espaço interior do fole encontra-se em contato com o sistema respiratório, ao passo que o
espaço existente entre o fole e a campânula encontra-se em contato com o circuito pneumático de acionamento do fole. O fole
representa, portanto uma interface entre dois diferentes sistemas de gases, movimentando-se de acordo com as diferenças entre
as suas pressões.

No início de uma fase inspiratória, o fole encontra-se distendido e preenchido com os gases a serem enviados ao paciente. O
circuito de acionamento do fole envia então um fluxo de O2 ou Ar comprimido que adentra o espaço compreendido entre o fole e a
campânula, gerando um aumento de pressão que causa o deslocamento do fole para baixo. O volume de gases que estava
contido no interior do fole é então introduzido no sistema respiratório.

A regulagem do volume corrente desejado é executada pelo ajuste do controle de volume do painel, observando-se o volume
desejado na escala da campânula. As pressões máximas, a freqüência respiratória e a relação I:E são reguladas pelos seus
respectivos controles que atuam sobre o circuito do fole

5.3 Ventilador 675 (opcional)


Uma visualização do funcionamento interno do Ventilador para Anestesia 675 pode ser feita com o auxílio do esquema simplificado
da Figura 5.1.

O Ventilador para Anestesia 675 conta com um fole situado dentro de uma campânula transparente, para a dosagem do volume
corrente que será enviado ao paciente. O espaço interior do fole encontra-se em contato com o sistema respiratório, ao passo que
o espaço existente entre o fole e a campânula encontra-se em contato com o circuito pneumático de acionamento do fole. O fole
representa, portanto, uma interface entre dois diferentes sistemas de gases, movimentando-se de acordo com as diferenças entre
as suas pressões.

As conexões (1) e (2) encontram-se na lateral esquerda do Ventilador, e a conexão (3) em seu painel frontal.

No início de uma fase inspiratória, o fole encontra-se distendido e preenchido com os gases a serem enviados ao paciente. O
circuito de acionamento do fole envia um fluxo de O2 ou ar comprimido que adentra o espaço compreendido entre o fole e a
campânula, gerando um aumento de pressão que causa o deslocamento do fole para baixo. O volume de gases que estava
contido no interior do fole é então introduzido no sistema respiratório através da conexão. (1).
Na fase expiratória, o circuito de acionamento do fole aspira o interior da campânula, e o fole sobe sendo preenchido pelos gases
que adentram o Ventilador através das conexões (1), (2) ou (3) – dependendo do sistema respiratório utilizado.

A regulagem do volume corrente desejado é executada pelo correto posicionamento da haste de ciclagem na campânula, sendo a
pressão máxima inspiratória, a freqüência res piratória e a relação I/E reguladas pelos seus respectivos controles que atuam sobre
o circuito de acionamento do fole.

O esquema da Figura 5.1 mostra ainda a existência de duas válvulas unidirecionais para o fole e de uma válvula pneumática que
interrompe automaticamente a comunicação entre as conexões (1) e (2) durante a fase inspiratória.

Figura 5.1. Princípio de Funcionamento

5.4 Filtro Valvular 3304


A Figura 5.2 permite uma visualização da função de cada componente do Filtro Valvular, e dos fluxos de gases que circulam pelo
seu interior.

O canister contém a cal sodada, a qual se constitui num material de consumo encontrado sob a forma granulada. A cal sodada
reage quimicamente com o gás carbônico (CO2) expirado pelo paciente, permitindo assim o reaproveitamento dos gases expirados
sem que haja uma reinalação de CO2.

As válvulas inspiratória e expiratória constituem-se em válvulas unidirecionais que definem um sentido único de escoamento dos
gases no interior do Filtro Valvular. O balão tem a função de armazenar os gases expirados pelo paciente durante a expiração,
devolvendo os gases durante a fase inspiratória.

Os ramos inspiratório e expiratório são dois tubos corrugados acoplados às válvulas inspiratória e expiratória, que levam e trazem
os gases para o paciente. O bico de conexão incorporado à caixa do Filtro Valvular permite a entrada do fluxo contínuo de gases
frescos.

A válvula de ajuste de pressão garante a saída do excesso de gases do sistema durante a ventilação espontânea ou controlada
manual.
Ventilação espontânea ou manual controlada

Durante a fase expiratória, os gases exalados pelo paciente passam inicialmente pela válvula expiratória antes de dirigirem-se ao
balão. O fluxo de gases frescos também vai para o balão ser armazenado. A válvula inspiratória permanece fechada.

Durante a fase inspiratória, os gases armazenados no balão seguem até o canister, onde ocorre a absorção do gás carbônico pela
cal sodada. A seguir, os gases passam pela válvula inspiratória, chegando finalmente ao paciente. A válvula expiratória permanece
fechada.

Figura 5.2: Princípio de funcionamento do Filtro Valvular 3304

5.4 Rotâmetro 1822 M

5.4.1 Circuito Pneumático

Os gases que alimentam o Rotâmetro 1822 M seguem basicamente caminhos paralelos dentro deste. Após a entrada, os gases
(O2, N2O) passam pelas válvulas reguladoras de pressão incorporadas ao rotâmetro, onde as pressões das redes são reduzidas
para as pressões internas de trabalho do equipamento.

Os gases passam pelos sistemas servomáticos de pressão e servomático de fluxo, seguindo posteriormente para as válvulas de
agulha com os respectivos rotâmetros. Os fluxos dos gases são misturados antes da conexão de saída, sendo então enviados ao
Vaporizador para receberem certa concentração de agente anestésico volátil. Após deixar o Vaporizador, a mistura gasosa retorna
ao Rotâmetro Eletrônico para seguir até a saída comum de gases.

O botão de oxigênio direto aciona permite o fornecimento de um alto fluxo de O2 diretamente da fonte para a saída comum de
gases, sem passar pelo Vaporizador.

5.4.2 Rotâmetro

Rotâmetro é o nome que se dá a um tipo de fluxômetro constituído por um tubo cônico transparente, um flutuador (esfera) e uma
escala calibrada, sendo que estes três componentes formam um conjunto que deve ser inseparável. O fluxo do gás é feito passar
verticalmente para cima através do tubo cônico, sendo que quanto maior for o seu valor mais alto será a posição assumida pela
esfera no interior do tubo.
5.4.3 Dispositivos de Segurança

A Figura 5.3 representa esquematicamente os sistemas servomáticos de pressão e de fluxo K. TAKAOKA. Os fluxos de O2 e N2O
passam inicialmente pelo sistema servomático de fluxo, onde o botão de O2 regula o fluxo deste gás e limita automaticamente o
fluxo de N2O para garantir uma concentração mínima de 25% de O2. O fluxo de N2O é regulado posteriormente pelo seu botão de
controle. O fluxo de N2O encontra-se, portanto submetido a uma dupla regulagem. A primeira regulagem é realizada pelo botão de
O2 através do servomático de fluxo, sendo a segunda regulagem realizada pelo botão de N2O.

Figura 5.3: Servomáticos de pressão e de fluxo

5.5 Vaporizador
A Figura 5.4 permite uma visualização simplificada dos fluxos que circulam internamente pelo Vaporizador.

O FLUXO TOTAL proveniente do Rotâmetro adentra o Vaporizador e chega ao divisor de fluxo, onde se divide em duas parcelas:

1- FLUXO DE BORBULHAMENTO – pequena parcela do fluxo total regulado pelo botão de controle de fluxo do Vaporizador
1415, sendo medido pelo rotâmetro do vaporizador. Este fluxo atravessa a câmara de borbulhamento, saturando-se com
vapor de agente anestésico.

2- FLUXO DILUENTE – parcela restante do fluxo total, que segue diretamente para a saída do Vaporizador 1415 sem ter
contato direto com o anestésico.

FLUXO TOTAL = FLUXO DE BORBULHAMENTO + FLUXO DILUENTE

Os fluxos de borbulhamento e fluxo diluente misturam-se logo antes da saída do vaporizador. O fluxo contínuo de gases frescos
que deixa o Vaporizador é, portanto, constituído pelo fluxo total de gases com uma determinada concentração de vapor de agente
anestésico.

O processo de vaporização do agente anestésico ocorre através de um elevado número de pequenas bolhas atravessando a
câmara de borbulhamento, resultando numa grande área de contato entre o gás e o agente anestésico líquido.

O sistema de segurança Dilumatic impede o fornecimento de agente anestésico sem que haja fluxo de oxigênio (ou fluxo total)
aberto no ROTÂMETRO, pois o fluxo de borbulhamento constitui-se numa derivação do fluxo total.
A câmara Mini- Pinomatic de borbulhamento possui uma outra câmara interna também de vidro, onde se realiza a vaporização a
partir de uma bucha borbulhadora localizada em sua base. Esta câmara interna evita um excesso de borbulhamento no
Vaporizador além de manter estável o nível do líquido para facilitar a leitura do seu volume.

Existem ainda válvulas unidirecionais que evitam o “efeito de bombeamento” em ventilação controlada, evitando também o refluxo
de anestésico para o rotâmetro.

O fluxo total que adentra o Vaporizador é medido por um sensor interno. Este sensor de fluxo é constituído por um componente
pneumático com resistência ao fluxo, associado a um transdutor de pressão diferencial. O transdutor de pressão dif erencial fornece
ao microprocessador uma indicação da queda de pressão através do componente pneumático, sendo então este valor relacionado
ao fluxo existente.

O microprocessador por sua vez, através de um “firmware” especialmente elaborado para o Vaporizador, efetua os cálculos da
tabela de correlação CONCENTRAÇÃO versus FLUXO DE BORBULHAMENTO através da leitura dos parâmetros de FLUXO
TOTAL, agente anestésico em uso e considerando pressão barométrica de 700 mmHg (altitude da cidade de São Paulo).

FT = Fluxo Total
FB = Fluxo de Borbulhamento
FD = Fluxo Diluente
FV = Fluxo de Vapor

Figura 5.4 - Princípio de Funcionamento do Vaporizador


f. CONTROLES E COMPONENTES

6.1 Relação de Componentes


O móvel do Aparelho de Anestesia Samurai é composto pelos seguintes itens, sendo de uso exclusivo do mesmo:

ITEM DESCRIÇÃO CÓDIGO

1 01 Rotâmetro Eletrônico 1822 M 201020018


2 01 Vaporizador 1415 201030023
3 201040003
4 01 Filtro valvular Filtro Valvular 3304 201060002
01 Extensão 5para O2 de 75 cm 202010369
01 Intermediário
6 com tubo de silicone (40 cm) 202011559
01 Conexão com
7 tubo de silicone de 50 cm 202011494
01 Extensão 8
de O2 (5 m) 202010303
01 Extensão de
9 N2O (5 m) 202010305
01 Intermediário
10 com tubo de PVC – 70 cm 202011251
01 Extensão11
para O2 de 50 cm 202010310
12 ape regulável 202010312
01 Válvula 300
13 Unidirecional 202010539
01 Traquéia 14
adulto de 100 cm 202010326
15 203060498
16 Válvula expiratória 202010754
17 Válvula Inspiratória 202010922
18 Haste para balão 202011944
19 Balão de látex 5 L 203060503
20 Canister 202011058
01 Circuito respiratório
21 adulto PVC 202010499
01 Cabo de alimentação
22 (Vaporizador) 429090443
01 Conexão 23
de entrada do sup. p/ vaporizador (200mm) 202010399
01 Conexão 24
de entrada do sup. p/ vaporizador (300mm) 202010400
25 01 Manual de operação 204010294

Cód.: 201020018 Cód.: 201030023 Cód.: 201040003 Cód.: 201060002

Cód.: 202010369 Cód.: 202011559 Cód.: 202011494


Cód.: 202010303 Cód.: 202010305 Cód.: 202011251

Cód.: 202010310 Cód.: 202010312 Cód.: 202010539

Cód.: 202010326 Cód.: 203060498 Cód.: 202010754

Cód.: 202010922 Cód.: 202011944 Cód.: 203060503

Cód.: 202011058 Cód.: 202010499 Cód.: 429090443

Cód.: 202010399 Cód.: 202010400 Cód.: 204010294

Itens opcionais:

ITEM DESCRIÇÃO CÓDIGO


1 Ventilador 675 201040002
2 Vaporizador calibrado modelo - Halothane 201030013
Vaporizador calibrado
3 modelo - Enflurane 201030014
4 Vaporizador calibrado modelo - Isoflurane 201030015
Vaporizador calibrado
5 modelo - Sevoflurane 201030016
6 (0 a 15 l/mim) 202010657
Aspirador cirúrgico
7 p/ rede de O2 c/ frasco de 500ml 202010315
8 202011637
9 202011636
Circuito respiratório
10 infantil silicone 202011305
11 Circuito respiratório adulto – silicone 202010587
Circuito respiratório
12 infantil - PVC 202010497
Cód.: 201030013 Cód.: 201030014 Cód.: 201030015 Cód.: 201030016

Cód.: 201040002 Cód.: 202010657 Cód.: 202010315

Cód.: 202011636 Cód.: 202011637 Cód.: 202011305

Cód.: 202010587 Cód.: 202010497

Observações:
Se no ato do recebimento algum dos componentes acima estiver faltando ou danificado, entre em contato imediatamente
com um distribuidor autorizado K. TAKAOKA, pois, existem tempos de garantias diferentes para os diversos
componentes.
Para adquirir componentes opcionais ou de reposição, procure o distribuidor autorizado K. TAKAOKA.

O Aparelho de Anestesia Samurai poderá ser fornecido com alguns dos componentes citados acima já montados em seu Móvel.

Outros componentes e componentes do Aparelho de Anestesia Samurai deverão ser escolhidos e adquiridos separadamente, sob
a orientação de um distribuidor autorizado da K. TAKAOKA.

A K. TAKAOKA possui uma completa linha de componentes opcionais, tais como, Monitores Eletrônicos para Aparelhos de
Anestesia, os quais poderão ser adquiridos separadamente.

6.2 Vista Frontal do Aparelho de Anestesia SAMURAI


Os itens abaixo se referem à vista frontal do SAMURAI (Figura 6.1).

1 - Prateleira Superior para Monitores


Prateleira superior para o apoio de Monitores Eletrônicos avulsos, que podem ser utilizados juntamente com o Aparelho de
Anestesia SAMURAI.

2 - Ventilador
Ventilador eletrônico para anestesia 677 ou ventilador pneumático 675.

3 - Bloco de Rotâmetros
Bloco de Fluxômetros da linha K. TAKAOKA, integrando a seção de fluxo continuo do Aparelho de Anestesia.
4 - Filtro Valvular 3304
Filtro valvular destinado a compor o sistema respiratório de Aparelhos de Anestesia, desempenhando uma série de diferentes
funções em sistemas com absorção de CO2.

5 - Vaporizador
Suporte Pinomatic para conexão de Vaporizadores Calibrados ou Multiagentes K. TAKAOKA, integrando a seção de fluxo continuo
do Aparelho de Anestesia. Deve ser escolhido um modelo adequado de Vaporizador K. TAKAOKA.

6 - Alça de Movimentação
Alça para a movimentação da parte superior do Aparelho de Anestesia, permitindo giros para ambos os lados conforme a
preferência do usuário. Este dispositivo Ergo System possui diversos pontos intermediários de parada para o giro, devendo ser
utilizado da seguinte maneira:

1. Deslocar a alça levemente para cima, destravando o movimento do sistema Ergo System.
2. Utilizando a mesma mão, e com a alça ainda pressionada para cima, realizar um movimento de giro para a direita ou
para a esquerda, conforme desejado.
3. Quando a parte superior do Aparelho de Anestesia chegar na posição desejada, soltar a alça e deixar que esta se
acomode automaticamente em um dos pontos de parada do giro.

7 - Mesa de trabalho
Mesa de trabalho em dois níveis, para apoio de instrumentos e outros objetos de uso do anestesista. Tampa em aço inoxidável.

8 - Gaveta
Gaveta de abertura total, dotada de uma chave única com cópia. Um sistema de trilhos telescópicos e rolamentos de esferas
resultam num deslizamento extremamente suave da gaveta. A gaveta superior possui divisórias para armazenamento de drogas.

9 - Base Móvel
Base para fixação dos componentes do SAMURAI.

Figura 6.1: Vista Frontal


6.3 Vista Posterior do Aparelho de anestesi a Samurai
Os itens abaixo se referem à vista posterior SAMURAI (Figura 6.2).

1 Régua de Fixação
Régua afixada na parte posterior do Rotâmetro, servindo como suporte para a fixação do Vaporizador e da prateleira superior do
Aparelho de Anestesia. Esta régua possui as instruções da Rotina de Inspeção, com instruções resumidas para um teste completo
do equipamento antes de cada anestesia.

2 Painel Elétrico
Painel elétrico dotado de conector para cabo força removível, fusíveis e tomadas auxiliares para alimentação elétrica dos
componentes do Aparelho de Anestesia SAMURAI.

3 Suportes para Extensões


Quatro suportes em forma de gancho para o apoio das extensões de gases e do cabo de força do Aparelho de Anestesia
SAMURAI.

4 Puxadores
Puxadores anatômicos para facilitar a locomoção do Aparelho de Anestesia SAMURAI.

5 Passador para Extensões


Passador em forma de alça para a acomodação das extensões de gases e cabos elétricos conectados aos componentes do
Aparelho de Anestesia. A passagem de cabos e extensões através deste passador resulta numa melhor organização no arranjo
geral do equipamento.

Figura 6.2 – Vista posterior


6.4 Lateral Esquerda do Aparelho de Anestesia SAMURAI
Os itens abaixo se referem à vista lateral esquerda do Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai (Figura 6-3).

1- Saída de Gases Frescos


Saída de gases frescos provenientes do Rotâmetro 1822 M, possui uma conexão cônica para permitir um fácil acoplamento ao
filtro valvular 3304 através do tubo flexível de diâmetro interno ¼ pol. (6,4mm). Esta conexão possibilita a utilização do Baraka e do
Sistema Bain no Aparelho de Anestesia.

2- Mesa de Trabalho
Mesa de trabalho com tampo em aço inoxidável, para o apoio de instrumentos e outros objetos de uso do anestesista.

3- Fixação do filtro valvular 3304


Quatro (4) Pinos para a fixação do filtro valvular 3304 ao Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai, possibilitando assim a interface
Ventilador/Anestesia e a composição de sistemas respiratórios com absorção de CO2.

4- Rodízios
Quatro rodízios especiais que permitem um fácil e suave deslocamento do Aparelho de Anestesia Samurai . Estes rodízios
possuem grande diâmetro e projeto especial, proporcionando ótima estabilidade e manobrabilidade ao equipamento. Os rodízios
dianteiros são dotados de trava.

5- Suportes para Extensões


Quatro suportes em forma de gancho para o apoio das extensões de gases e do cabo de força do Aparelho de Anestesia Samurai .

6- Painel Posterior
Painel Posterior contendo: a chave geral liga/desliga, tomadas com fusíveis de proteção para o Móvel e também para seus
componentes (Ventilador, Rotâmetro 1822 M, Monitor, etc...) e uma conexão de gases frescos.

7- Puxadores
Dois puxadores anatômicos para facilitar a locomoção do Aparelho de Anestesia Samurai .

8- Passador para extensões


Passador em forma de alça para a acomodação das extensões de gases e cabos elétricos conectados aos componentes do
Aparelho de Anestesia. A passagem de cabos e extensões através deste passador resulta numa melhor organização no arranjo
geral do equipamento.

Figura 6-3: lateral esquerda


6.4 Painel Posterior do Aparelho de Anestesia SAMURAI – Detalhes
Os itens abaixo se referem ao painel posterior do Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai (Figuras 6-4).

1- Chave Geral Liga/Desliga


Chave geral que liga e desliga toda a parte elétrica do Móvel inclusive suas tomadas auxiliares, com exceção da tomada
VENTILADOR que mesmo com esta chave na posição DESLIGA, estará constantemente sendo alimentada pela rede elétrica,
para manter a bateria interna do Ventilador sempre carregada.

Observação:
Para manter a bateria interna do Ventilador sempre carregada e para que o mesmo continue a operar em uma eventual
falha na rede elétrica, o Móvel deverá ser deixado constantemente conectado à rede elétrica , mesmo enquanto o
Aparelho de Anestesia estiver desligado.

2- Fusíveis do Rotâmetro
Dois compartimentos com dois fusíveis (de vidro – 20mm – 1A/250V) para a proteção da tomada elétrica do Rotâmetro. O porta-
fusível é dotado de um sistema tipo baioneta com a expulsão total do fusível facilitando a troca e evitando assim choques elétricos.

3- Fusíveis do Ventilador
Dois compartimentos com dois fusíveis (de vidro – 20mm – 1A/250V) para a proteção da tomada elétrica do Ventilador. O porta-
fusível é dotado de um sistema tipo baioneta com a expulsão total do fusível facilitando a troca e evitando assim choques elétricos.

4- Presilha
Presilha de nylon utilizadas para fixação dos cabos de alimentação elétrica evitando uma desconexão acidental do mesmo.

5- Fusíveis de Entrada
Dois compartimentos com um fusível (de vidro – 20mm – 4A/250V) para a proteção da parte elétrica do Aparelho de Anestesia
Samurai. O porta-fusível é dotado de um sistema tipo baioneta com a expulsão total do fusível facilitando a troca e evitando assim
choques elétricos.

6- Entrada de Gases Frescos


Conexão rosqueada de entrada de gases frescos provenientes da saída de gases frescos do Rotâmetro 1822 M, através do tubo
flexível de diâmetro interno ¼ pol. (6,4mm) com conectores sextavados que acompanham o equipamento.

7- Tomada do Rotâmetro 1822 M


Tomada elétrica para a alimentação do Rotâmetro 1822 M que incorpora o Aparelho de Anestesia Samurai , com tensão e
freqüência igual à conectada na entrada do cabo de força (110 ou 220 Vca e 50/60 Hz). Conecte o cabo proveniente do Rotâmetro
1822 M a esta tomada.

8- Plaqueta de identificação
Plaqueta com o modelo e o número de série do Aparelho de Anestesia Samurai para a sua identificação.

9- Tomada do Ventilador
Tomada elétrica para a alimentação do Ventilador 677 que incorpora o Aparelho de Anestesia Samurai , com tensão e freqüência
igual à conectada na entrada do cabo de força (110 ou 220 Vca e 50/60 Hz). Conecte o cabo proveniente do Ventilador 677 a esta
tomada.

Atenção
Conecte o cabo proveniente do Ventilador 677 obrigatoriamente a esta tomada VENTILADOR, pois, esta tomada
estará constantemente sendo alimentada pela rede elétrica independentemente da chave geral do móvel, para
manter a bateria interna do Ventilador sempre carregada.

10 - Entrada para Cabo de Força


Entrada para o cabo de força removível que alimenta o Aparelho de Anestesia Samurai . Este cabo possui um conector de 3 pinos
para ser acoplado a uma rede elétrica hospitalar de 110 ou 220 Vca aterrada.
Observações:
O Aparelho de Anestesia Samurai poderá ser alimentado indiferentemente com uma tensão de 110 ou 220 Vca, pois possui
conversão automática de tensão.

Figura 6-4: Painel Posterior – Detalhes


6.5 Vista Frontal do Ventilador 677
Os itens abaixo se referem à vista frontal do Ventilador 677 (Figuras 6.5).

Figura 6.5: Vista frontal – Ventilador 677.

1. Conjunto de Conexão da Campânula


Permite a conexão do tubo corrugado ao conjunto campânula fole.

2. Conjunto Campânula Fole


Campânula com fole para a dosagem e o armazenamento do volume corrente que é enviado ao paciente. O fole situa-se no interior
de uma campânula transparente, a qual é acoplada na caixa do módulo do fole. As conexões devem ser feitas com bastante
firmeza.

Observação:
Este conjunto é facilmente intercambiável com outros foles opcionais.

3. Display de Cristal Líquido


Este display está dividido em duas linhas onde a primeira linha apresenta o gráfico em barras da pressão registrando a Pressão
Máxima Inspiratória e a segunda linha apresenta os parâmetros ajustados e as mensagens de alarmes.

4. Tecla de Acesso Rápido ao Ajuste da Relação


Ao pressionar esta tecla, o valor de relação I:E começará a piscar indicando que o parâmetro está no modo de ajuste.

5. Tecla de Acesso Rápido ao Ajuste da Freqüência


Ao pressionar esta tecla, o valor de freqüência começará a piscar indicando que o parâmetro está no modo de ajuste.
6. Tecla TESTE.
Esta tecla permite a verificação do funcionamento do alarme áudio visual. Ao pressioná-la o alarme soa intermitentemente, até que
se pressione novamente a tecla.

7. Tecla Reset 2 min.


Numa condição de alarme ao se pressionar esta tecla o áudio é silenciado por dois minutos. O LED permanece aceso durante os
dois minutos de silêncio indicando que a condição de alarme ainda não cessou.

8. Conexão para Gases Frescos


Conexão (bico) para tubo flexível de diâmetro interno ¼ pol. (6,35 mm). Dependendo do tipo de sistema respiratório utilizado, esta
conexão deve ser interligada à saída comum de gases do Aparelho de Anestesia ou então deve ser fechada com o seu tampão
que acompanha o Ventilador.

9. Tecla Seta para Baixo


Esta tecla é utilizada para ajustes dos parâmetros, cada vez pressionado decrementa o valor do parâmetro ajustado. Funciona
somente quando os parâmetros estão em modo de ajuste.

10. Tecla ENTER


Esta tecla é utilizada para efetivação do parâmetro ajustado, quando pressionada faz com que o valor ajustado se torne efetivo.
Esta tecla deve ser pressionada durante o período máximo de 10 segundos do início do ajuste, caso contrário o parâmetro em
ajuste se torna não efetivo, retornando ao valor original.

11. Tecla Seta para Cima


Esta tecla é utilizada para ajustes dos parâmetros, cada vez pressionado incrementa o valor do parâmetro ajustado. Funciona
somente quando os parâmetros estão em modo de ajuste.

12. Tecla de Acesso Rápido ao Ajuste da Pressão Máxima


Ao pressionar es ta tecla, o valor de Pressão Máxima começará a piscar indicando que o parâmetro está no modo de ajuste.

13. Tecla Stand by


Ao pressionar esta tecla durante cinco segundos o ventilador será colocado no modo Stand by, isto é, o ventilador para de ciclar.
Os ajustes podem ser feitos durante o período de paralisação do ventilador.

14. Controle de Volume


Botão que regula o Volume, variando o fluxo inspiratório. Aumenta no sentido horário.

15. Conexão para Tubo da Campânula


Conexão para o tubo corrugado da campânula.

16. Tubo da Campânula


Tubo corrugado da campânula para o fluxo de acionamento do fole. Interliga-se com a conexão e com o conjunto de conexão da
campânula - através de um conector cônico fêmea de 15 mm. O tubo deve ser conectado com bastante firmeza em ambas as
extremidades.

6.6 Lateral Esquerda do Ventilador 677


Os itens abaixo se referem à vista lateral esquerda do Ventilador para Anestesia 677 (Figura 6.6).

1. Conexão para Sistema Respiratório (Paciente)


Conexão cônica de 22 mm (macho), para a interligação da traquéia que leva o fluxo inspiratório fornecido pelo Ventilador até o
sistema respiratório.
2. Chave LIGA/DESL.
Chave geral eletrônica que, na posição ligada ativa o Ventilador colocando-o apto para operação.

3. Conexão para Balão/Anti-poluição


Conexão cônica de 22 mm (fêmea), para a interligação da válvula de escape do Ventilador associado a um balão ou a uma
traquéia, dependendo do tipo de sistema respiratório utilizado. A válvula de escape do Ventilador é regulável por meio de orifícios
de diâmetros diferentes. O orifício regulado corresponde àquele que está voltado para frente, mais perto do operador.
4. Suporte para Traquéias
Suporte auxiliar.

Figura 6.6 Lateral Esquerda.

6.7 Vista Posterior do Ventilador 677


Os itens abaixo se referem à vista posterior do Ventilador 677 (Figura 6.7).

1. Válvula Pneumática
Válvula pneumática do circuito respiratório. É desmontável para a limpeza, inspeção ou troca de seu diagrama.

2. Plaqueta de Identificação
Plaqueta com o modelo e o número de série do Ventilador, para sua identificação.

3. Fusível de Proteção
Proteção do circuito de controle do ventilador – 1A/250V. A fonte interna do ventilador possui um outro fusível de 1A/250V.

4. Rede Elétrica
Entrada para alimentação do ventilador com uma rede elétrica de 100–220 Vca, 50/60 Hz, por intermédio de um cabo de força fixo.
Este cabo possui um conector de 3 pinos para ser acoplado a uma rede elétrica devidamente aterrada.

Observações:
• O ventilador pode ser alimentado indiferentemente com 110 ou 220 Vca, pois possui seleção automática de voltagem.
• Seguir as recomendações sobre a alimentação elétrica descrita na norma ABNT NBR-13.534 “Instalações elétricas em
estabelecimentos assistenciais de saúde – Requisitos de segurança”.

5. Válvula Pneumática
Válvula pneumática do circuito respiratório. É desmontável para a limpeza, inspeção ou troca de seu diafragma.
6. Conexão de Entrada de O2
Conexão rosqueada para extensão de O2. Para empregar oxigênio acionando o fole, utilizar esta conexão.
Para empregar ar comprimido acionando o fole, utilizar o adaptador com filtro de ar (componente opcional) acoplado a esta
conexão. Interligar uma extensão de ar comprimido a este adaptador.

7. Tomada para Medição da Pressão Regulada


Tomada para manômetro calibrador de pressão, para a medição do valor da pressão regulada pela válvula (8). A pressão medida
deve valer 35 psi (240 kPa). Esta tomada destina-se a facilitar o procedimento de manutenção do equipamento, realizado somente
por um técnico autorizado da K. TAKAOKA.

8. Válvula Reguladora de Pressão de Rede


Esta válvula reduz a pressão de rede que alimenta o Ventilador para Anestesia 677 para 35 psi (240 kPa).

Figura 6.7: Vista posterior – Ventilador 677.

6.8 Vista Frontal do Ventilador 675 (opcional)


Os itens abaixo se referem à vista frontal do Ventilador para Anestesia 675 (Figura 6.8).

1- Controle de Pressão Máxima Inspiratória


Botão que regula a pressão máxima inspiratória. A utilização deste controle depende da forma de ciclagem do Ventilador:
v Ciclagem como pressométrico – ajuste este controle para definir a pressão máxima inspiratória lida no manômetro (12).
v Ciclagem como volumétrico – ajuste como segurança este controle um pouco acima da pressão máxima inspiratória que está
sendo normalmente atingida.

Observação:
A sua numeração é apenas uma referência arbitrária, não sendo uma escala de pressão.

2- Controle de Freqüência
Botão que regula a freqüência respiratória, variando o fluxo inspiratório. Aumenta no sentido horário.

3- Chave Liga/Desliga Pneumática


Chave geral pneumática que, na posição desligada, desativa o Ventilador interrompendo o fluxo de acionamento do fole.

4- Conexão
Conexão para o tubo corrugado da campânula (6).

5- Controle de Relação I/E


Botão que regula a relação entre os tempos inspiratório e expiratório.

6- Tubo da Campânula
Tubo corrugado para o fluxo de acionamento do fole. Interliga-se com a conexão (4) e com o conjunto da haste de ciclagem (7) –
através de um conector fêmea de 15 mm. O tubo deve ser conectado com bastante firmeza em ambas as extremidades.
7- Conjunto da Haste de Ciclagem
O conjunto com haste de ciclagem, porca de aperto e corpo com conexões cônicas para a campânula (8) e o tubo corrugado (6).

Atenção
Aperte com firmeza a porca da haste de ciclagem.

8- Conjunto da Campânula e Fole


Campânula com fole para dosagem e o armazenamento do volume corrente que será enviado ao paciente. O fole situa-se no
interior de uma campânula transparente, a qual é acoplada na caixa do módulo do fole. As conexões devem ser feitas com
bastante firmeza.

Observação
Este conjunto é facilmente intercambiável com outros foles opcionais pediátricos. A desmontagem do fole pode ser feita
para a limpeza ou esterilização deste.

9- Indicador de Alarme de Baixa Pressão de Oxigênio


Indicador luminoso verde do alarme audiovisual de baixa pressão de oxigênio. Este alarme é acionado quando a pressão de
oxigênio cair abaixo de 207 kPa (aproximadamente 30 psi).

10 - LED para Sinal Visual do Alarme


LED responsável pelo sinal luminoso contínuo do alarme de baixa pressão endotraqueal.

11 - Chave Liga / Desliga do Alarme


Chave que liga ou desliga o sistema de alarme de baixa pressão endotraqueal (inspiratória).

Atenção
Manter esta chave na posição LIGA durante a ventilação.

12 - Manômetro de Pressão Inspiratória


Manômetro aneróide que indica a pressão endotraqueal. Escala em cmH2O.

Figura 6.8: Vista frontal – Ventilador 675.


6.9 Lateral Esquerda do Ventilador 675 (opcional)
Os itens abaixo se referem à vista lateral esquerda do Ventilador para Anestesia 675 (Figura 6.9).

1 Conexão para Sistema Respiratório (Paciente)


Conexão cônica de 22 mm (macho), para a interligação da traquéia que leva o fluxo inspiratório fornecido pelo Ventilador até o
sistema respiratório.

2 Conexão para Balão / Antipoluição


Conexão cônica de 22 mm (fêmea), para a interligação da válvula de escape do Ventilador associada a um balão ou a uma
traquéia, dependendo do tipo de sistema respiratório utilizado. A válvula de escape do Ventilador é regulável por meio de orifícios
de diâmetros diferentes. O orifício regulado corresponde àquele que está voltado para frente, mais perto do operador.

3 Conexão para Gases Frescos


Conexão (bico) para tubo flexível de diâmetro interno ¼ pol. (6,35 mm). Dependendo do tipo de sistema respiratório utilizado, esta
conexão deve ser interligada à saída comum de gases do Aparelho de Anestesia ou então deve ser fechada com o seu tampão
que acompanha o Ventilador.

Figura 6.9 Lateral Esquerda do Ventilador 675

6.10 Vista Posterior do Ventilador 675 (opcional)


Os itens abaixo se referem à vista posterior do Ventilador para Anestesia 675 (Figura 6.10).

1 Sonalarme
Dispositivo responsável pelo sinal auditivo intermitente do alarme de baixa pressão endotraqueal.

2 Compartimento da Bateria
Compartimento para a bateria alcalina de 9 Vcc, para a alimentação do sistema de alarme de baixa pressão endotraqueal.
Substituir a bateria sempre que a sua carga estiver no final. O teste da bateria pode ser realizado através do controle apropriado
que se localiza no painel frontal do Ventilador.
3 Tomada para Calibrador de Pressão
Tomada para manômetro calibrador de pressão, para a medição do valor da pressão regulada. Destina-se a manutenção realizada
por um técnico autorizado pela K. TAKAOKA.

4 Conector para Aterramento Elétrico


Conector utilizado para garantir o correto aterramento do Ventilador quando este estiver sendo alimentado eletricamente por uma
bateria de 9 Vcc. É fundamental que haja um aterramento adequado do Ventilador, para uma maior segurança do paciente e
para evitar danos ao equipamento.

5 Conexão de Entrada de O2
Conexão rosqueada para extensão de O2. Para empregar oxigênio acionando o fole, utilizar esta conexão.

Observação
Para empregar ar comprimido acionando o fole, utilize o adaptador com filtro de ar (componente opcional) acoplado a
esta conexão. Interligue então uma extensão de ar comprimido a este adaptador.

6 Válvula Pneumática
Válvula Pneumática do circuito de acionamento do fole. É desmontável para a limpeza, inspeção ou troca de seu diafragma.

Figura 6.10 Vista posterior do Ventilador 675.

6.10.1 Bateria

O Ventilador para Anestesia 675 conta com uma bateria alcalina de 9 Vcc 61R61 para a alimentação de seu sistema de alarme.

Esta bateria é facilmente substituível, retirando-se para isto os dois parafusos de fixação da tampa do seu compartimento, que se
localiza no painel posterior do Ventilador (Figura 6.11).

Atenção
Retirar a bateria se o Ventilador não for utilizado durante um longo tempo.
Figura 6.11. Compartimento da bateria

6.11 Fole

6.11.1 Fole do Ventilador 677

O Ventilador para Anestesia 677 pode ser utilizado com os seguintes foles, intercambiando-se com facilidade o seu conjunto
montado com a campânula:

Código Fole
202010187 1000 ml
202011100 1600 ml
203100138 350 ml
202010234 100ml

O conjunto da campânula e fole é desmontável para a limpeza e desinfecção de seus componentes, conforme representado na
Figura 6.12. Na realização da montagem deste conjunto, verificar o perfeito estado dos componentes e a integridade física do fole.
Fazer a montagem rosqueando firmemente à tampa na campânula, de maneira a evitar vazamentos.

Figura 6.12 - Montagem do Fole do Ventilador 677

6.11.2 Fole do ventilador 675

O Ventilador para Anestesia 675 pode ser utilizado com os seguintes foles, intercambiando-se com facilidade o seu conjunto
montado com a campânula:
Código Fole
202011556 1600 ml (adulto)
202010696 1000 ml (adulto)
202010537 350 ml (infantil)

O conjunto da campânula e fole é desmontável para a limpeza e desinfecção de seus componentes, conforme representado na
Figura 6.13. Na realização da montagem deste conjunto, verificar o perfeito estado dos componentes e a integridade física do fole.
Fazer a montagem rosqueando firmemente e a tampa na campânula, de maneira a evitar vazamentos.

Figura 6.13. Montagem do conjunto da campânula e fole do Ventilador 675

6.12 Válvula Pneumática do Ventilador 677 / 675


Encontra-se no painel posterior do Ventilador para Anestesia 677 / 675 o conjunto da válvula pneumática que integra o circuito
interno de acionamento do fole.

A válvula pneumática do Ventilador deve ser periodicamente desmontada para a desinfecção de seus componentes, inspeção
ou troca do diafragma. A figura 6.14 representa o esquema de montagem da válvula pneumática, a qual possui uma tampa
rosqueada.

Após cada montagem da válvula pneumática, testar o Ventilador para verificar o seu perfeito funcionamento.

Atenção
Verificar periodicamente a limpeza e o perfeito estado de conservação do diafragma da válvula pneumática. Caso seja
constatada qualquer fissura ou outra irregularidade neste componente, fazer a substituição por um novo.

Ao montar a válvula, certificar-se de colocar o diafragma na posição correta, conforme indicado na Figura 6.14.
Figura 6.14. Montagem da válvula pneumática

6.13 Válvula Unidirecional 300


A Válvula Unidirecional 300 é utilizada na montagem do sistema respiratório aberto, tanto para o ventilador 677 quanto para o
ventilador 675.

Observação:
Para a montagem do sistema aberto, utilizar um intermediário de 22 mm macho-macho (opcional) para a conexão do
tubo corrugado no ramo expiratório da válvula.

Esta válvula deve ser periodicamente desmontada para a desinfecção de seus componentes, inspeção ou troca de seu diafragma.
A Figura 6.15 apresenta a Válvula Unidirecional 300. O ramo inspiratório possui conexão cônica de 22 mm (macho), o ramo
expiratório 22 mm (fêmea) e o ramo do paciente 22 mm (macho) e 15 mm (fêmea) - para o intermediário do tubo endotraqueal ou
para a máscara.

A montagem da válvula no sistema respiratório deve ser realizada de acordo com as identificações escritas em seus três lados:
inspiração, expiração e paciente.

Atenção
Verificar periodicamente a limpeza e o perfeito estado de conservação do diafragma da Válvula Unidirecional
300. Caso seja constatada qualquer fissura, deformação ou outra irregularidade neste componente, fazer a
substituição por um novo.
Para uma montagem perfeita, acoplar o conjunto do diafragma primeiramente na tampa (encaixando
corretamente o pino no orifício), e depois rosquear a tampa no corpo da válvula.

Figura 6.15: Válvula Unidirecional 300.


6.14 Válvula Unidirecional 370 (opcional)
A Válvula Unidirecional 370 é um item opcional do Ventilador para Anestesia 677 / 675, podendo ser utilizada para a montagem do
sistema respiratório fechado. Os ramos inspiratório e expiratório desta válvula são articulados, para uma melhor acomodação dos
tubos corrugados que chegam até o paciente.

Esta válvula deve ser periodicamente desmontada para a desinfecção de seus componentes, inspeção ou troca dos
diafragmas. A Figura 6.16 apresenta o esquema de montagem desta válvula. Suas conexões são cônicas de 22mm (macho).

Atenção
Verificar periodicamente a limpeza e o perfeito estado de conservação dos diafragmas da Válvula Unidirecional 370.
Caso seja constatada qualquer fissura, deformação ou outra irregularidade em algum destes componentes, fazer a
sua substituição por um novo.

Montar corretamente os componentes da válvula e apertar com firmeza os seus parafusos laterais, para impedir um
vazamento de gases. Não inverter os ramos inspiratório e expiratório.

Figura 6.16. Válvula Unidirecional 370 (Cód. 202010868)

6.15 Partes e componentes do Filtro Valvular 3304


Os itens abaixo se referem aos componentes do Filtro Valvular 3304 representados na Figura 6.17 e 6.18.

1- Intermediário em Y
Intermediário com três conexões:

a) Uma conexão para o paciente, podendo ser acoplada a uma máscara ou a um tubo endotraqueal.
b) Duas conexões para o Filtro Valvular sendo uma para o ramo inspiratório e a outra para o ramo expiratório.

Observação:
Se for especificado no pedido de compra, este intermediário pode ser fornecido opcionalmente com uma conexão
incorporada para monitor de gases, evitando o uso de um intermediário adicional para esta finalidade. Neste caso,
manter esta conexão sempre perfeitamente fechada - pelo próprio tubo de um monitor ou pelo tampão apropriado que
acompanha este intermediário.

2- Tubos Corrugados
Dois tubos corrugados transparentes, para a condução dos fluxos da respiração do paciente. O ramo inspiratório acopla-se à
válvula inspiratória, e o ramo expiratório acopla-se à válvula expiratória.

3- Válvula Expiratória
Válvula unidirecional expiratória com tampa rosqueada transparente, a qual permite a visualização de seu funcionamento interno.
Possui uma conexão cônica macho de 22 mm para o tubo corrugado do ramo expiratório.
Observação:
Para uma maior segurança contra contaminações, podem ser utilizados dois filtros de bactérias (opcionais), entre as
válvulas inspiratória/expiratória e os tubos corrugados do paciente.

4- Válvula Inspiratória
Válvula unidirecional inspiratória com tampa rosqueada transparente, a qual permite a visualização de seu funcionamento interno.
Possui uma conexão cônica macho de 22 mm para o tubo corrugado do ramo inspiratório.

5- Balão Reservatório
Balão reservatório acoplado à respectiva conexão cônica de 22 mm (macho) no Filtro Valvular.

Observações:
Pode ser utilizado um tubo corrugado (componente opcional) entre o balão e o Filtro Valvular, para um posicionamento
mais cômodo do balão durante a anestesia.
Para a montagem de um sistema respiratório semifechado, o balão deve ser substituído por um tubo corrugado
interligado ao Ventilador para Anestesia (leia o Manual de Instruções do Ventilador).

6- Canister
Canister para o armazenamento da cal sodada no Filtro Valvular. O canister é transparente, permitindo a visualização da cor da cal
sodada em seu interior. A tampa do canister é rosqueada.
Para impedir um vazamento de gases no canister, verificar:

• Se o canister está corretamente montado;


• Se a guarnição de borracha está livre de resíduos de cal sodada;
• Se o canister não está demasiadamente cheio de cal sodada.

7- Manômetro
Mede a pressão endotraqueal para melhor controle, principalmente na ventilação manual.

8- Caixa
Caixa contendo as conexões e válvulas internas do Filtro Valvular. Na caixa encontram-se também os orifícios de fixação do Filtro
Valvular ao Móvel do Aparelho de Anestesia.

9- Entrada de Gases Frescos


Bico de conexão para tubo flexível de diâmetro interno ¼ pol. (6,4 mm), para a entrada do fluxo contínuo de gases frescos
proveniente da saída comum de gases do Aparelho de Anestesia.

10 - Válvula de Ajuste
Válvula de ajuste de limite de pressão localizada na caixa do Filtro Valvular 3304. Esta válvula permite a saída do excesso de
gases do Filtro Valvular para a tomada do sistema antipoluição. Abertura do escape no sentido anti-horário.

Para a regulagem da válvula de ajuste:

• Em ventilação espontânea, abrir a válvula de ajuste de limite de pressão deixando-a na posição MINIMO;

• Em ventilação manual assistida ou controlada, ajustar a abertura da válvula de limite de pressão de acordo com o
nível de escape desejado no sistema respiratório. Visualizar o estado de enchimento do balão durante as fases
inspiratória e expiratória, para que este oscile em torno de um estado de semi-enchimento;

• Utilizando um Ventilador para Anestesia no sistema semi-fechado, manter a válvula de ajuste na posição MAXIMO,
para que não haja uma perda de volume corrente. Fechar as duas válvulas de escape. Apenas no sistema
semifechado, não deve haver nenhum escape no Filtro Valvular, sendo o escape do excesso realizado no próprio
Ventilador para Anestesia.

• Utilizando um Ventilador para anestesia no sistema fechado, ajustar a abertura da válvula.


11 – Haste do Balão
Peça para acoplar o balão à caixa do Filtro Valvular.

12 – Tomada Antipoluição
É um bico para conectar uma rede de vácuo central para a realização da exaustão dos gases excedentes.

Figura 6.17: Filtro Valvular 3304

Figura 6.18 – Vista posterior do filtro Valvular 3304


6.15.1 Válvulas Inspiratória e Expiratória

As válvulas inspiratória e expiratória do Filtro Valvular são duas válvulas unidirecionais que determinam o sentido de escoamento
do fluxo de gases no interior do sistema respiratório. Ambas as válvulas possuem uma conexão cônica macho de 22 mm, para os
tubos corrugados dos ramos inspiratório e expiratório do paciente.

As tampas das válvulas são transparentes, permitindo uma clara visualização da limpeza interna das válvulas e do movimento
correto de seus discos internos durante a anestesia.

Os discos existentes internamente nas válvulas possuem pequenos pinos para impedir que estes discos grudem nas tampas das
válvulas quando existir uma umidade excessiva, o que resultaria na perda da funcionalidade das válvulas.

As válvulas inspiratória e expiratória são facilmente desmontáveis para a limpeza e esterilização, conforme representado pela
Figura 6.19. Deve-se realizar o seguinte procedimento para a montagem correta das válvulas inspiratória e expiratória:

1. Verificar se o anel de vedação (O-ring) encontra-se em bom estado de conservação, e corretamente encaixado na tampa
da válvula.
2. Posicionar o disco dentro da válvula, com os seus pinos, voltados para cima.
3. Rosquear a tampa da válvula no corpo, dando um pequeno aperto no final para garantir uma perfeita vedação.

Atenção
Manter sempre limpos os componentes das válvulas inspiratória e expiratória, garantindo assim o perfeito
funcionamento destas.
Realizar com bastante firmeza as conexões cônicas entre as válvulas inspiratória e expiratória, os tubos
corrugados e o Filtro Valvular.

2 1- Tampa transparente
2- Anel O’ring
3 3- Disco (pino para cima)
4- Corpo

Figura 6.19: Montagem das válvulas inspiratória e expiratória

6.15.2 Cal Sodada

O Filtro Valvular possibilita o reaproveitamento dos gases expirados sem que haja uma reinalação do gás carbônico pelo paciente.
É utilizada para isto a cal sodada, que é um elemento granulado que se coloca dentro do canister para absorver o gás carbônico
dos gases expirados, através de um processo químico de filtragem.

A reação química de absorção do gás carbônico pela cal sodada implica na formação de água no interior do canister, e também no
aquecimento deste.

A cal sodada possui um tempo de vida útil limitado, ao fim do qual deve ser substituída. A determinação do instante de troca de cal
sodada deve ser feita principalmente pela visualização de sua coloração, e também pelo desaquecimento do canister. Uma cal
sodada em boas condições possui a cor branca, enquanto que uma cal sodada gasta muda sua cor para indicar a necessidade de
troca. Normalmente a cal sodada gasta adquire uma cor azulada ou roxa quando se gasta.
Atenção
A avaliação da condição da cal sodada apenas pela sua coloração pode ser enganosa, pois uma cal sodada
esgotada volta à sua coloração original se for deixada em repouso durante algum tempo.
A utilização de uma cal sodada gasta resultaria em reinalação de CO 2 pelo paciente, com todas as suas
conseqüências fisiológicas indesejáveis.

6.15.3 Canister

O canister constitui-se no recipiente para a cal sodada do Filtro Valvular. Possui a parede transparente para permitir a visualização
da cor da cal sodada em seu interior e formato coaxial permitindo uma melhor distribuição dos gases em seu interior.

A vedação do canister se realiza por meio de uma guarnição de borracha existente na caixa do Filtro Valvular, girando o canister
no sentido anti-horário. Este último encosta-se à guarnição permitindo assim uma perfeita vedação. Este sistema permite a
facilidade e agilidade da troca da cal sodada.

A Figura 6.20 mostra o esquema de montagem do canister. O canister deve ser preenchido com a cal sodada sobre a peneira
inferior até um nível de aproximadamente um (1) centímetro abaixo de seu topo, para a absorção de CO2 no sistema. Utilizar uma
guarnição que esteja em bom estado de limpeza e conservação, garantindo assim uma boa vedação contra vazamento de gases.
Os orifícios da peneira inferior do canister devem estar livres de resíduos de cal sodada, para que não haja uma obstrução ao
fluxo.

Atenção
Não encher demasiadamente o canister, para que a cal sodada não atrapalhe o seu fechamento e não provoque
vazamentos.
Verificar se a guarnição está livre de resíduos de cal sodada e se está em perfeito estado de conservação, para
garantir uma boa vedação contra vazamento de gases.

1
2

3 1 - O´ring
2 - Conexão de engate
3 - Tubo da campânula
4 - Peneira
4 5 - Campânula

Figura 6.20: Montagem do canister

6.15.4 Drenagem

Após algum tempo de utilização do Filtro Valvular, começa a haver um acúmulo de água em seu interior. Esta formação de água é
uma conseqüência inevitável da reação química da cal sodada com o gás carbônico expirado pelo paciente.

Para a retirada do excesso de água que eventualmente se acumula no canister, retirá-lo da caixa do Filtro Valvular, simplesmente
girando-o no sentido horário; a seguir realizar a drenagem da água contida em seu interior.
Atenção
O paciente estará sem ventilação enquanto o canister estiver desconectado do Filtro Valvular. Avaliar a
necessidade de utilizar um meio alternativo de ventilação. Evitar o contato direto do líquido drenado com a pele.

6.16 Vista Frontal do Rotâmetro 1822 M


Os itens abaixo se referem à vis ta frontal do Rotâmetro 1822 (Figura 6.21).

1 Alarme de Baixa Pressão de Oxigênio


Indicador luminoso vermelho do alarme audiovisual de baixa pressão de oxigênio. Este alarme é acionado quando a pressão de
oxigênio que alimenta o Rotâmetro cair abaixo de 200 kPa (aproximadamente 30 PSI).

Cuidado
Este alarme sinaliza uma condição de emergência, havendo a necessidade da utilização do cilindro reserva de O 2
(opcional) ou de algum outro meio de oxigenação até que a situação se normalize.

2 Indicador de Alarme
Indicador luminoso verde que é acionado quando o alarme audiovisual de baixa pressão de oxigênio é ligado através do botão (3).
Este indicador luminoso permite também o monitoramento da carga da bateria interna que alimenta este alarme, pois, quando o
botão (3) estiver na posição liga (ON) e este indicador luminoso permanecer apagado a bateria deve ser substituída por uma com
as mesmas especificações.

Cuidado
Substituir a bateria alcalina de 9 Vcc assim que a sua carga estiver fraca, para que a função de alarme não seja
prejudicada.

3 Botão Liga (ON) / Desliga (OFF) do Alarme


Botão que liga (ON) ou desliga (OFF) o sistema de alarme de baixa pressão de oxigênio. Esta chave faz com que o indicador
luminoso verde (2) permaneça aceso.

Cuidado
Manter este botão na posição LIGA durante a anestesia.

4 Botão de Oxigênio Direto


Enquanto estiver sendo pressionado, este botão causa o fornecimento de um alto fluxo de oxigênio diretamente para a saída
comum de gases, sem passar pelo Vaporizador. O retorno do botão é automático com a sua liberação.

5 Manômetro de N2O
Manômetro que indica a pressão da fonte principal de óxido nitroso que alimenta o Aparelho de Anestesia. Esta fonte pode
constituir-se em uma rede canalizada ou em um cilindro externo de N2O. Escala em kPa.

6 Controle do fluxo de N2O


Botão que regula o fluxo de óxido nitroso, o qual deve ser lido no rotâmetro (9). Este fluxo somente pode ser aberto se o fluxo de
oxigênio estiver aberto (servomático e fluxo). Este botão possui uma proteção de 360º contra acionamento acidental. Abertura no
sentido anti-horário.

7 Manômetro de O2
Manômetro que indica a pressão da fonte principal de oxigênio que alimenta o Aparelho de Anestesia. Esta fonte pode constituir-se
em uma rede canalizada ou em um cilindro externo de O2. Escala em kPa.

8 Controle do Fluxo de O2
Botão que regula o fluxo de oxigênio, acionando também o sistema servomático de fluxo. O fluxo regulado por este botão deve ser
lido no rotâmetro (10). Este botão conta com uma proteção de 360º contra acionamento acidental, e possui uma geometria
diferenciada para alertar o operador quando este fluxo estiver sendo alterado. Abertura no sentido anti-horário.
9 Rotâmetro de N2O
Mede o fluxo de óxido nitroso no aparelho. A escala deste rotâmetro é iluminada automaticamente. Leitura no centro da esfera.
Escala de 0,2 a 10 l/min.

10 Rotâmetro de O2
Mede o fluxo de oxigênio no aparelho. A escala deste rotâmetro permanece iluminada enquanto o Aparelho de Anestesia estiver
ligado. Leitura no centro da esfera. Escala de 0,2 a 10 l/min.

Figura 6.21: Vista Frontal do Rotâmetro 1822 M

6.17 Lateral Direita do Rotâmetro 1822 M

Os itens abaixo se referem à vista lateral direita do Rotâmetro 1836 (Figura 6.22).

1- Conexão de Saída de Gases (C-OUT)


Conexão de saída da mistura de gases do Rotâmetro 1822 M para um Vaporizador Multiagente ou Calibrado da linha K.
TAKAOKA. Possui dimensões rosqueadas padronizadas, devendo ser interligada com a Entrada de Gases do Vaporizador do
Aparelho de Anestesia. Utilizar o tubo apropriado com conectores sextavados que acompanha o equipamento.

2- Conexão de Entrada de Gases (D-IN)


Conexão de entrada da mistura de gases de um Vaporizador Multiagente ou Calibrado da linha K. TAKAOKA para o Rotâmetro
1822 M. Possui dimensões rosqueadas padronizadas, devendo ser interligada com a Saída de Gases do Vaporizador do Aparelho
de Anestesia. Utilizar o tubo apropriado com conectores sextavados que acompanha o equipamento.
Figura 6.22: Vista lateral direita do Rotâmetro 1822 M

6.18 Vista Posterior do Rotâmetro 1822 M


Os itens abaixo se referem à vista posterior do Rotâmetro 1822 M (Figura 6.23).

1 Válvula Reguladora de Pressão – O2


Válvula que reduz a pressão do oxigênio que alimenta o Aparelho de Anestesia para 30 PSI (207 kPa).

2 Tomada para Medição de Pressão Regulada – O2


Tomada para manômetro calibrador de pressão, para a medição do valor da pressão regulada pela válvula (1). A pressão medida
deverá valer 30 PSI (207 kPa). Esta tomada destina-se a facilitar o procedimento de manutenção do equipamento, realizado
somente por um técnico autorizado pela TAKAOKA.

3 Conexão de Entrada de O2
Conexão de engate rápido para a extensão de oxigênio que alimenta o Aparelho de Anestesia. Deve interligar-se com a fonte de
alimentação deste gás (rede ou cilindro).

Atenção
O Aparelho de Anestesia necessita no mínimo de uma alimentação de oxigênio para poder funcionar.

4 Plaqueta de Identificação
Plaqueta com o modelo e o número de série do Rotâmetro 1822 M, para a sua identificação.

5 Conexões de Saída de Oxigênio


Duas (2) conexões rosqueadas de saída de oxigênio, podendo ser utilizadas para as seguintes funções:
• Alimentação do Ventilador para Anestesia.
• Alimentação do conjunto de aspiração/oxigenação do Aparelho de Anestesia.

Observação:
Estas saídas fornecem uma pressão igual à pressão da fonte de oxigênio que alimenta o Aparelho de Anestesia.
6 Fusível
Compartimento com um fusível (de vidro – 20mm – 1A/250V) para a proteção do Rotâmetro. O porta-fusível é dotado de um
sistema tipo baioneta com a expulsão total do fusível facilitando a troca e evitando assim choques elétricos (Capítulo x -
Manutenção).

7 Cabo de força
Cabo de força fixo que alimenta o Rotâmetro. Este cabo possui um conector de 3 pinos para ser acoplado a uma rede elétrica
hospitalar de 110-220 Vca aterrada.

Atenção
O Rotâmetro possui chave comutadora de tensão, e pode ser alimentado indiferentemente com 110 ou 220 Vca.

8 Saída de 12 Volts
Saída de 12 Vcc, para a alimentação elétrica do Vaporizador do Aparelho de Anestesia (consultar o Manual de Operação do
Vaporizador K. TAKAOKA).

9 Conexão de Entrada de N2O


Conexão de engate rápido para a extensão de óxido nitroso que alimenta o Aparelho de Anestesia. Deve interligar-se com a fonte
de alimentação deste gás (rede ou cilindro).

10 Tomada para Medição de Pressão Regulada – N2O


Tomada para manômetro calibrador de pressão, para a medição do valor de pressão regulada pela válvula (11). A pressão medida
deve valer 30 PSI (207 kPa). Esta tomada destina-se a facilitar o procedimento de manutenção do equipamento, realizado
somente por um técnico autorizado pela K. TAKAOKA.

11 Válvula Reguladora de Pressão – N2O


Válvula que reduz a pressão do óxido nitroso que alimenta o Aparelho de Anestesia para 30 PSI (207 kPa).

12 Saída Comum de Gases (F.G.F OUT)


Conexão de saída do fluxo contínuo de gases frescos do Aparelho de Anestesia. Possui dimensões rosqueadas padronizadas,
devendo ser interligada com a entrada de Fluxo de Gases Frescos (FGF) do Móvel do Aparelho de Anestesia através do tubo
flexível com conectores sextavados apropriado que acompanha o equipamento.
Figura 6.23: Vista posterior do Rotâmetro 1822 M
6.18.1 Bateria

O Rotâmetro 1822 M conta com uma bateria recarregável interna para o funcionamento do sistema de alarme de baixa pressão
de oxigênio.

6.19 Vista Frontal do Vaporizador 1415


Os itens abaixo se referem à vista frontal do Vaporizador 1415 (Figura 6.24).

1. Tecla “AGENTE”
Esta tecla quando pressionada apresenta o agente anestésico identificado pelo pino indicador na câmara de borbulhamento Mini-
Pinomatic.

Cuidado
O sistema eletrônico de reconhecimento lê a posição do pino indicador de agente e NÃO EFETUA A
IDENTIFICAÇÃO DO AGENTE ANESTÉSICO.

2. Display de Cristal Líquido


Este mostrador apresenta os dados calculados em forma de tabela de CONCENTRAÇÃO x FLUXO DE BORBULHAMENTO de acordo com os
parâmetros identificados de:
v Posição do pino indicador de agente anestésico;
v Fluxo total proveniente do rotâmetro.

3. Rotâmetro de Fluxo Alto


Rotâmetro que mede o fluxo de borbulhamento ajustado pelo controle (6). Este rotâmetro deve ser utilizado para a leitura de fluxos
entre 0,4 e 2,2 l/min. Leitura no centro da esfera.
4. Rotâmetro de Fluxo Baixo
Rotâmetro que mede o fluxo de borbulhamento ajustado pelo controle (6). Este rotâmetro deverá ser utilizado para a leitura de
fluxos entre 5 e 350 ml/min. Leitura no centro da esfera.

Cuidado
Não some as leituras dos dois rotâmetros (3) e (4), pois ambos indicam o mesmo fluxo. Utilizar o rotâmetro
adequado à faixa de fluxo que está sendo medido – fluxo baixo ou fluxo alto.

5. Suporte da Câmara de Borbulhamento para MINI-PINOMATIC


Suporte da Câmara de Borbulhamento com um orifício de entrada de fluxo e um orifício de saída de fluxo, para ser
encaixado à base superior da câmara de borbulhamento constituindo assim o sistema de engate rápido MINI-PINOMATIC do
Vaporizador 1415.

6. Câmara de Borbulhamento Mini-Pinomatic


A câmara de borbulhamento possui um sistema de engate rápido para possibilitar a troca de agente anestésico durante o
procedimento de anestesia do paciente (por exemplo: indução com SEVOFLURANE e manutenção com ISOFLURANE).

7. Controle de Fluxo de Borbulhamento


Botão que regula o fluxo de borbulhamento no Vaporizador 1415, o qual corresponde à parcela do fluxo total que atravessa a
câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic (5). O valor deste fluxo será lido nos respectivos fluxômetros (3) e (4). Abertura no
sentido anti-horário.

Cuidado
O fluxo de borbulhamento determina diretamente a concentração real fornecida pelo Vaporizador 1415. Portanto,
é importante que o fluxo ajustado por este botão – lido no rotâmetro (3) e (4) – seja igual ao fluxo de
borbulhamento requerido para a concentração desejada, apresentado pelo display de cristal líquido (2).

8. Tecla “DISPLAY”
Esta tecla quando pressionada apresenta a próxima seqüência de concentração versus fluxo de borbulhamento. O processo é
cíclico. Após a última tela retorna-se para a apresentação da tabela de 0,5% a 3%.

Figura 6.24: Vista Frontal do Vaporizador 1415


6.19.1 Display do Vaporizador 1415

O painel frontal do Vaporizador 1415 possui um display que apresenta informações alfanuméricas importantes para a regulagem
do Vaporizador 1415 e para um melhor controle da anestesia. O microprocessador realiza o cálculo do fluxo de borbulhamento
requerido, dispensando o uso da régua de cálculo para a determinação da concentração desejada.

A informação mais importante fornecida pelo display computadorizado é a tabela de relação concentração versus fluxo de
borbulhamento de agente anestésico. Estes valores de fluxos de borbulhamento requeridos aparecem embaixo dos valores das
concentrações apresentadas no display.

As informações do display são calculadas teoricamente pelo microprocessador a partir de valores medidos por sensores internos e
a partir de dados fornecidos pelo próprio operador, conforme a tabela abaixo:

Parâmetro utilizado para os cálculos Valor medido por sensor interno Valor adotado pelo operador
Concentração desejada X
Tipo de agente X
Temperatura X
Fluxo Total X

6.19.1.1 Telas

6.19.1.1.1 Inicialização

Assim que o Vaporizador 1415 é ligado, o seu display computadorizado deve apresentar uma tela de inicialização do sistema
Figura 6.25. Esta tela contém informações sobre o agente anestésico em uso e o número da versão do seu software, sendo esta
última informação útil para efeito de manutenção. Decorrido um curto intervalo de tempo, o display deve passar automaticamente
para a primeira tela das tabelas de concentrações versus fluxos de borbulhamento.

Figura 6.25: Tela de Inicialização

6.19.1.1.2 Tabelas da relação concentração x fluxo de borbulhamento

Esta é a informação mais importante do display sendo os fluxos de borbulhamento requeridos apresentados embaixo dos valores
das diferentes concentrações. Estes valores orientam o operador sobre o fluxo de borbulhamento que deve ser aberto
manualmente no Vaporizador 1415 para se obter as respectivas concentrações. O fluxo de borbulhamento é expresso em
ml/minuto.

O Vaporizador 1415 permite o ajuste para concentrações de 0,5% a 9,0% de agente anestésico na mistura. Estas concentrações
estão divididas em três telas:

− 0,5 a 3,0% (Figura 6.26)

− 3,5 a 6,0% (Figura 6.27)

− 6,5 a 9,0 % (Figura 6.28)

Para percorrer as três telas possíveis, pressionar a tecla DISPLAY sucessivamente, pois, o processo é cíclico. Após a última tela
retorna-se para a apresentação da tabela de 0,5% a 3,0%.
Figura 6.26: Primeira Tela CONCENTRAÇÃO 0,5% a 3,0%

Figura 6.27: Segunda Tela CONCENTRAÇÃO 3,5% a 6,0%

Figura 6.28: Terceira Tela CONCENTRAÇÃO 6,5% a 9,0%

6.19.1.1.3 Agente

Outra informação importante apresentada pelo display é o tipo de agente anestésico existente no interior da câmara de
borbulhamento (Figura 6.29). O sistema realiza o reconhecimento automático de acordo com o posicionamento do PINO
INDICADOR DO AGENTE ANESTÉSICO. Para acessar o tipo de agente anestésico pressionar a tecla AGENTE.

Figura 6.29: Tela de apresentação do AGENTE ANESTÉSICO

6.19.1.2 Mensagens

O display pode apresentar duas mensagens, sejam elas:

6.19.1.2.1 SEM FLUXO DILUENTE

Significa que não existe um FLUXO TOTAL regulado no Rotâmetro, portanto, o sistema de segurança Dilumatic impede a
vaporização. Esta mensagem será apresentada no local dos fluxos de borbulhamento (Figura 6.25).

Figura 6.30: Mensagem SEM FLUXO DILUENTE


6.19.1.2.2 VAPORIZADOR SEM CÂMARA!!!

Significa que a Câmara de Borbulhamento Mini-Pinomatic ou o PINO INDICADOR DO AGENTE ANESTÉSICO não estão
corretamente posicionados nos seus respectivos alojamentos, portanto, o sistema de segurança interno microprocessado impede a
vaporização. Esta mensagem será apresentada na parte central do display (Figura 6.31).

Figura 6.31: Mensagem: VAPORIZADOR SEM CÂMARA!!!

6.20 Vista Posterior do Vaporizador 1415


Os itens abaixo se referem à vista posterior do Vaporizador 1415 (Figura 6.32).

1- Conector RS-232-C
Conector para comunicação serial do Vaporizador com Microcomputador para atualização dinâmica do programa de controle e
diagnóstico do equipamento. O cabo serial e o microcomputador não acompanham o Vaporizador constituindo-se em componentes
opcionais.

2- Plaqueta de Identificação
Plaqueta com o modelo e o número de série do Vaporizador 1415, para sua identificação.

Figura 6.32: Vista Posterior do Vaporizador 1415.

6.21 Câmara de borbulhamento Mini-Pinomatic


Os itens abaixo se referem à Câmara de Borbulhamento Mini- Pinomatic do Vaporizador 1415 (Figura 6.33).
1- Câmara de borbulhamento
A câmara de borbulhamento possui um sistema de engate rápido para possibilitar a troca de agente anestésico durante o
procedimento de anestesia do paciente (por exemplo: indução com SEVOFLURANE e manutenção com ISOFLURANE).

Câmara transparente em vidro âmbar destinada a receber o agente anestésico líquido, onde se realiza a vaporização. Possui uma
graduação de volume (em ml), para a leitura do nível do líquido em seu interior.

Atenção
O nível do agente no interior da câmara deverá estar entre 10 e 100 ml durante a anestesia.

2- Engate Rápido para Sistema Mini-Pinomatic


Sistema com um orifício de entrada de fluxo e um orifício de saída de fluxo, para ser encaixado ao suporte lateral do
Vaporizador 1415.

3- Pino Indicador de Agente Anestésico


É um pino especial que é reconhecido eletronicamente pelo Vaporizador 1415 e que conforme a posição de inserção na parte
superior da câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic, indica qual é o agente anestésico presente no interior da mesma.

Cuidado
O sistema eletrônico de reconhecimento lê a posição do pino indicador de agente e NÃO EFETUA A
IDENTIFICAÇÃO DE QUAL AGENTE ANESTÉSICO ESTÁ PRESENTE NA CÂMARA DE BORBULHAMENTO.
O PINO É ESPECIAL, no caso de perda, solicitar imediata reposição ao seu distribuidor autorizado K. TAKAOKA.
Rosqueie firmemente o pino indicador de agente (Sentido horário).

4- Plaqueta de identificação de agente anestésico


É uma plaqueta para executar a correta inserção e rosqueamento do pino indicador de agente anestésico. A plaqueta
segue a identificação por cores de agente anestésico.

HALOTHANE

ISOFLURANE

SEVOFLURANE

ENFLURANE
5- Tampa do Funil
Tampa rosqueada para fechamento da câmara de borbulhamento. Fechamento efetua-se girando no sentido horário.

Cuidado
A tampa deve estar fechada com firmeza durante a anestesia, para que não haja vazamento de gases. Verificar o
perfeito estado da arruela plástica de vedação do funil, para que não haja vazamento de gases (Figura 6.33).

6- Funil de Enchimento da Câmara de Borbulhamento


Funil de enchimento e drenagem da câmara de borbulhamento com agente anestésico.

7- Plaqueta de identificação do produto


Plaqueta contendo informações do modelo da câmara de borbulhamento.
4
5
3

Figura 6.33: Câmara de Borbulhamento Mini-Pinomatic

6.22 Conjunto para Oxigenação/Aspiração (Opcional)


Os itens abaixo se referem ao conjunto de Oxigenação/Aspiração do Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai (Figura 6.34).

1- Entrada de O2
Conexão rosqueada de entrada de O2 proveniente de uma das saídas de O2 existentes no Rotâmetro 1822 M, para alimentação do
conjunto Oxigenação/Aspiração, através da extensão que acompanha o equipamento.

2- Controle do Aspirador
Botão de controle para a regulagem do Aspirador (3), ajustando a intensidade desejada da aspiração. Abertura no sentido anti-
horário.

3- Aspirador
Aspirador com frasco coletor de 500 ml, acoplado a uma das conexões rosqueadas do Conjunto de Oxigenação/Aspiração do
Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai . Funciona através de venturi gerado pelo fluxo de O2 proveniente do Rotâmetro 1822 M.
O controle da intensidade de aspiração realiza-se pelo botão (2), localizado na frente do Aspirador. Com abertura no sentido anti-
horário.

4- Controle do Fluxômetro
Botão de controle para a regulagem do Fluxômetro (5), ajustando o fluxo desejado de Oxigênio. Abertura no sentido anti-horário.

5- Fluxômetro Externo de Oxigênio


Fluxômetro de O2 acoplado a uma das conexões rosqueadas do Conjunto de Oxigenação/Aspiração do Móvel do Aparelho de
Anestesia Samurai . Este fluxômetro poderá ser utilizado, por exemplo, para uma pré-oxigenação do paciente. Possui uma escala
de 0 a 15 l/min, expandida de 0 a 5 l/min para uma maior precisão em fluxos baixos. O controle do fluxo realiza-se pelo botão (4),
localizado na frente do Fluxômetro. Com abertura no sentido anti-horário.
1

2
4

Figura 6.34: Conjunto de aspiração/oxigenação

6.23 Yoke
Aparelho de Anestesia Samurai é fornecido com yoke para a conexão de cilindro reserva para oxigênio (Figura 6.35).

1- Manípulo para aperto


2- Caixa do Yoke
6
3- Chave para cilindro 1
4- Saída de O2
5- Válvula reguladora
6- Manômetro

2 5

4
3

Figura 6.35: Yoke para Cilindro de O2

Pode ser conectado ao yoke um cilindro do tipo D ou E carregado com o gás correto, para ser utilizado como fonte de emergência
numa eventualidade de queda na pressão da fonte principal do gás (rede central).

Verificar se a arruela de nylon localizada na entrada do yoke encontra-se em perfeitas condições, para que não haja vazamento de
gás do cilindro.

Posicionar corretamente o cilindro encaixando os orifícios de sua válvula plana nos pinos de segurança padronizados do yoke, e
apertar o manípulo. A disposição diferenciada dos pinos para cada gás impede uma inversão acidental de cilindros.

Para a leitura da pressão interna do cilindro através do respectivo manômetro localizado no Yoke do Aparelho de Anestesia Fuji
Maximus, a válvula do cilindro deve ser aberta vagarosamente com o auxílio da chave, e fechada a seguir.
Para utilizar o gás do cilindro de reserva quando a pressão da fonte principal do gás estiver baixa:
− Desconectar a extensão principal de O2 do Rotâmetro;
− Acoplar a extensão de O2 (rosca/engate rápido) desde a saída de O2 do Yoke até a conexão de entrada de O2 do
Rotâmetro;
− Abrir vagarosamente a válvula do cilindro com a chave, a qual deve estar disponível para o uso.

Atenção
Deve-se manter normalmente a válvula do cilindro fechada, e a sua chave disponível para qualquer emergência.
Reajustar os fluxos dos gases no Aparelho de Anestesia Fuji Maximus assim que a alimentação passar da rede
para o cilindro, ou vice-versa.
Utilizar o cilindro reserva de O 2 somente para fornecer o fluxo contínuo de gases frescos ou O 2 direto ao Sistema
Respiratório. Não utilizar este gás para outras finalidades, evitando assim um esvaziamento rápido do cilindro.
Substituir o cilindro reserva de O 2 quando a sua pressão cair abaixo de 4.000 kPa.
A pressão do cilindro de N2O não se constitui numa indicação segura de sua carga. Uma pressão inferior a 5.000
kPa do cilindro de N2O indica que este se encontra com menos de ¼ de sua capacidade máxima.

6.24 Reanimador Manual (opcional)


O Aparelho de Anestesia Samurai poderá ser fornecido com o Reanimador Manual K. TAKAOKA modelo 3900 (Figura 6.36).

Figura 6.36: Reanimador Manual 3900

Este Reanimador Manual destina-se à realização de uma ventilação manual de emergência, sendo dotado de um balão auto-
inflável e uma válvula unidirecional. Existe uma entrada adicional de O2 que poderá ser utilizada para enriquecer o ar ambiente com
o oxigênio fornecido por um fluxômetro externo de O2. Uma válvula de segurança previne acidentes por ex cesso de pressão.
Instrução de Uso

1- Apoiar firmemente a máscara na face do paciente.


2- Para realizar cada inspiração, apertar e soltar rapidamente o balão auto-inflável.
3- Esperar sempre um tempo suficiente entre as inspirações para que o paciente possa expirar.
4- Verificar se a expansão pulmonar do paciente é normal.

Atenção
Verificar periodicamente a limpeza e o perfeito estado de conservação do diafragma interno da válvula
unidirecional. Realize periodicamente a limpeza do diafragma, e a sua troca quando necessário.
g. MONTAGEM

1- Interligar firmemente a saída de gases do Rotâmetro 1822 M com a conexão inferior de ENTRADA do suporte PINOMATIC
(Figura 7-1), através do tubo de nylon com conectores sextavados que acompanha o equipamento, atentando para evitar
possíveis vazamentos de gases ou obstrução de fluxo.

2- Interligar firmemente a conexão inferior de SAÍDA do suporte PINOMATIC com a conexão de entrada de gases no
Rotâmetro 1822 M (Figura 7-1), através do tubo de nylon transparente com conectores sextavados que acompanha o
equipamento, atentando para evitar possíveis vazamentos de gases ou obstrução de fluxo..

Gases que adentram


o suporte
PINOMATIC

Gases que saem do


Vaporizador

Figura 7-1: Ligação entre Rotâmetro e Vaporizador


3- Interligar a saída de gases frescos do Rotâmetro 1822 M com a conexão de entrada de gases frescos do Móvel do Aparelho
de Anestesia Samurai , através do tubo flexível transparente com conectores rosqueados que acompanha o equipamento
(Figura 7-2).
Figura 7-2: Ligação entre Rotâmetro e Móvel.

4- Interligar a saída de gases frescos que possui conexão cônica ao filtro valvular 3304, através do tubo flexível de diâmetro
interno ¼ pol. (6,4mm). Esta conexão também possibilita a utilização do Baraka e do Sistema Bain no Aparelho de Anestesia
(Figura 7-3).

Figura 7-3: Ligação entre Móvel e filtro valvular 3304


7.2 Alimentação de Gases

Observação:
O yoke de O 2 do Aparelho de Anestesia SAMURAI, é destinado a um cilindro do tipo D ou E dotado de válvula plana.

1- Verificar se os controles de fluxo do Rotâmetro 1822 M estão totalmente fechados.

2- Interligar a conexão de engate rápido de O2 localizada no painel posterior do Rotâmetro 1822 M com a respectiva fonte
(rede ou cilindro) de alimentação deste gás, através da extensão de 5 metros que acompanha o Aparelho de Anestesia
SAMURAI.

3- Interligar a conexão de engate rápido de N2O localizada na parte posterior do Rotâmetro 1822 M com a respectiva fonte
(rede ou cilindro) de alimentação destes gases, através da extensão de 5 metros que acompanha o Aparelho de Anestesia
SAMURAI.

Atenção
O funcionamento do Aparelho de Anestesia SAMURAI necessita que as pressões de alimentação de oxigênio
seja no mínimo 50 psi ou 345 kPa.
O Rotâmetro 1822 M está equipado com válvulas reguladoras de pressão internas, podendo ser conectado
diretamente na saída de ga ses de rede dos hospitais instalados conforme a norma ISO 7396. Portanto, não é
recomendada a utilização de válvula reguladora externa.

4- Quando o yoke for utilizado como fonte de O2, interligar a extensão que acompanha o aparelho entre a conexão roscada do
yoke e a conexão de engate rápido de O2 no Rotâmetro 1822 M.

7.3 Alimentação Elétrica


Aparelho de Anestesia SAMURAI é alimentado através de uma rede elétrica hospitalar de corrente alternada.

1- Interligar o cabo de força de 5 metros à sua entrada apropriada no painel posterior do Aparelho de Anestesia SAMURAI, este
cabo possui um conector de 3 pinos que deve ser acoplado a uma rede elétrica hospitalar entre 110 e 220 Vca e 50/60 Hz.

Observação:
O Aparelho de Anestesia Samurai não poderá ser alimentado indiferentemente com 110 ou 220 Vca, pois, possui seleção
automática de voltagem.

2- Interligar o cabo de alimentação elétrica do Rotâmetro 1822 M na tomada ROTAMETRO localizada no painel posterior do
Móvel do Aparelho de Anestesia (figura 7.4).
Figura 7-4: Ligação entre o rotâmetro e o painel de tomadas

3- O Vaporizador 1415 é alimentado eletricamente por 12 Vcc, proveniente da saída 12 Vcc existente no painel posterior do
Rotâmetro 1822 M, portanto, deve-se conectar uma extremidade do cabo 12 Vcc à saída 12 Vcc do Rotâmetro 1822 M.
Conectar a outra extremidade do cabo 12 Vcc à entrada 12 Vcc do Suporte PINOMATIC , conforme o esquema da Figura 7-
5.

Observação:
Na eventualidade de falta de energia elétrica, o Ventilador do Aparelho de Anestesia é alimentado através da sua bateria
interna de emergência. Haverá um sinal auditivo intermitente indicando que a bateria está em uso.
A comutação entre fonte externa (rede elétrica) e fonte interna (bateria) não interfere no funcionamento do ventilador.

Atenção
Para o funcionamento do sistema de recarga automática da bateria interna de emergência do Ventilador, manter
o Aparelho de Anestesia sempre conectado à rede elétrica, mesmo com a chave geral do equipamento desligada.
Desta forma, a bateria será mantida sempre com a sua carga plena.
Figura 7-5: Ligação elétrica dos componentes

RECOMENDAÇÕES SOBRE A ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA:

Somente conecte o cabo de força do Aparelho de Anestesia a uma tomada devidamente aterrada e aprovada para uso hospitalar,
em uma instalação elétrica que atenda à norma ABNT NBR 13534 - “Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de
saúde - Requisitos de segurança”. A tomada fêmea de três pinos deverá ser do tipo Nema 5-15P, onde o pino central redondo é o
terra, conforme indica a Figura 7-6.

LIGAÇÃO
PIN 110V 220V
1 2 1 NEUTRO FASE
2 FASE FASE
3 TERRA TERRA

3
Figura 7-6: Tomada elétrica de três pinos, do tipo Nema 5-15P.

Para manter a bateria interna do Ventilador sempre carregada, para que o mesmo continue a operar mesmo em uma eventual
falha na rede elétrica, o Móvel deverá ser deixado constantemente conectado à rede elétrica, mesmo enquanto o Aparelho de
Anestesia estiver desligado.
Fazer uma recarga da bateria após a utilização do Ventilador sem alimentação com a rede elétrica, preparando a bateria para uma
próxima utilização.
Fazer uma recarga completa da bateria após o Ventilador estar em desuso e desconectado da rede elétrica por um período
superior a 20 (vinte) dias.
Quanto à instalação do Móvel, deve-se prender o cabo de alimentação elétrica com a abraçadeira (Cód.: 203060266) através do
parafuso (Cód.: 314020013) no painel traseiro.
7.4 Ventilador 677
1- Interligar uma ds conexões de saída de O2 existente no Rotâmetro 1822 M com a conexão de O2 localizada no painel
posterior do Ventilador 677 (Figura 7-7). Utilizar a extensão de 300 mm que acompanham o Ventilador.

Figura 7-7: Ligação entre Rotâmetro e Ventilador

7.5 Montagem do filtro valvular 3304


Seguir as instruções fornecidas abaixo para a montagem do filtro valvular 3304 ao móvel do Aparelho de Anestesia.

1. Fixar o Filtro Valvular 3304 na base móvel do Aparelho de Anestesia por meio dos quatro pinos de fixação existente na
mesma, simplesmente encaixando os orifícios existentes na caixa do Filtro Valvular 3304 (Figura 7.8) sobre os pinos da
base com suavidade. Verificar a perfeita fixação.

Orifícios de
fixação

Figura 7.8: Orifícios de fixação do Filtro 3304


7.5.1 Sistema somente com Filtro Valvular

A utilização do Filtro Valvular permite a administração de anestesia através de sistema respiratório com absorvedor circular valvular
em ventilação espontânea ou controlada manual.

A Figura 7.9 representa esquematicamente o funcionamento do Filtro Valvular 3304, mostrando inclusive onde se realiza a entrada
do fluxo de gases frescos. O fluxo de gases frescos correspondendo ao valor total do fluxo contínuo que deixa a saída comum de
gases do Rotâmetro, portanto, o fluxo de gases frescos equivale à soma dos fluxos de oxigênio e de óxido nitroso regulados no
Rotâmetro com uma determinada concentração de agente anestésico.

Figura 7.9: Princípio de funcionamento do Filtro Valvular

7.5.2 Sistema com Filtro Valvular e Ventilador

O Aparelho para Anestesia SAMURAI foi projetado de forma a possibilitar a sua utilização em ventilação controlada, tais como:

• Sistema aberto - exige a utilização da Válvula Unidirecional 300;


• Sistema semifechado;
• Sistema fechado - com ou sem a utilização da Válvula Unidirecional 370.

7.5.3 Outros Sistemas

O SAMURAI pode ainda ser empregado com diversos outros tipos de sistemas respiratórios além dos comentados acima. Apenas
como exemplo, poderíamos citar os seguintes sistemas:

• Sistemas sem absorvedor, avalvulares (Baraka, Bain, Jackson Ress, Magil, etc);
• Sistema sem absorvedor com balão e válvula unidirecional (KT-5);
• Sistema de vai-vem;
• Sistema com absorvedor circular avalvular.

7.6 Circuito Respiratório


O Ventilador para Anestesia 677 / 675 foi projetado de forma a possibilitar a sua utilização em diferentes tipos de sistemas
respiratórios de anestesia. A montagem de alguns destes sistemas exige a utilização da Válvula Unidirecional 300 ou 370
(componente opcional), conforme explicado neste capítulo. Para a montagem de sistemas com absorção de CO2, utilizar um Filtro
Valvular da linha K. TAKAOKA.

O fluxo de gases frescos é chamado neste texto de FGF, correspondendo ao valor total do fluxo contínuo que deixa a saída
comum de gases do Aparelho de Anestesia.
Portanto o FGF equivale à soma dos fluxos de oxigênio e de óxido nitroso, ou oxigênio e ar comprimido, regulados no Rotâmetro
do Aparelho de Anestesia.

7.6.1 Sistema sem absorção de CO2 (aberto) – O2 / N2O / Halogenado

A Figura 7.10 esquematiza a montagem e o funcionamento de um sistema respiratório sem absorção de CO2, com válvula
unidirecional e ventilação mecânica, para a administração de O2, N2O (ou ar comprimido) e agente anestésico halogenado ao
paciente.

Seguir os seguintes passos para montar este sistema:

v Conectar um tubo corrugado no ramo inspiratório da Válvula Unidirecional 300 e na conexão (1).

v Conectar a válvula de escape do Ventilador na conexão (2) e no balão.


v Interligar a saída comum de gases do Aparelho de Anestesia com a conexão (3), através de um tubo flexível.

Figura 7.10. Sistema sem absorção de CO2 (aberto) – O2 / N2O / Halogenado

Durante a fase expiratória, os gases expirados pelo paciente são liberados ao ambiente pela válvula unidirecional, enquanto o fole
sobe preenchido pelo FGF e pelos gases contidos no balão, admitidos respectivamente pelas conexões (2) e (3).

Durante a fase inspiratória, o fole desce empurrando até o paciente o volume de gases contido em seu interior, através do tubo
corrugado conectado em (1) e da válvula unidirecional. Simultaneamente, o FGF admitido pela conexão (3) é desviado para o
interior do balão através da conexão (2), sendo armazenado para enc her o fole na próxima fase expiratória.

O Volume Corrente enviado ao paciente é definido neste sistema apenas pelo volume deslocado pelo fole, fornecido pelo
Ventilador.

Volume Corrente = Volume Deslocado pelo Fole


Atenção
O valor do FGF regulado no Aparelho de Anestesia deve ser no mínimo igual ao volume minuto do paciente, para
que não haja falta de gases no sistema.
Regular convenientemente a abertura da válvula de escape do Ventilador conectada em (2), para permitir o
escape do excesso de gases do sistema. Utilizar normalmente o orifício maior desta válvula.
Não utilizar um FGF excessivamente alto. Um fluxo muito alto poderia resultar numa pressão positiva indesejável
ao final da fase expiratória (PEEP indesejável). Orientar-se pelo bargraph da pressão endotraqueal e pelo balão,
o qual deve oscilar num estado de semi-enchimento.

7.6.2 Sistema sem absorção de CO2 (aberto) – O2 / Ar / Halogenado

A Figura 7.11 esquematiza a montagem e o funcionamento de um sistema respiratório sem absorção de CO2, com válvula
unidirecional, admissão de ar ambiente e ventilação mecânica, para a administração de O2, ar ambiente e vapor de agente
anestésico ao paciente.

Observação:
Esta montagem é especialmente útil quando não se deseja administrar N2O no paciente, e o Aparelho de Anestesia não
possui ar comprimido. A diluição do oxigênio faz -se então com ar ambiente.

Seguir os seguintes passos para montar este sistema:

a) Conectar um tubo corrugado no ramo inspiratório da Válvula Unidirecional 300 e na conexão (1).
b) Conectar a válvula de escape do Ventilador na conexão (2) e na traquéia.
c) Interligar a saída comum de gases do Aparelho de Anestesia com a conexão (3), através de um tubo flexível.

Figura 7.11 Sistema sem absorção de CO2 – O2 / Ar / Halogenado

Durante a fase expiratória, os gases expirados pelo paciente são liberados ao ambiente pela válvula unidirecional, enquanto o fole
sobe sendo preenchido pelo FGF admitido pela conexão (3) e pelos gases armazenados no tubo conectado em (2).
Durante a fase inspiratória, o fole desce empurrando até o paciente o volume de gases contido em seu interior, através do tubo
corrugado conectado em (1) e da válvula unidirecional. Simultaneamente, o FGF admitido pela conexão (3) é desviado para o
interior da traquéia conectada em (2), sendo armazenado para encher o fole na fase expiratória.

Se o valor do FGF for igual ou maior do que o volume minuto do paciente, então a concentração de O2 nos gases inspirados vale
100% (sem admissão de ar ambiente), e o excesso de gases é descarregado através da traquéia conectada em (2).

Se o valor do FGF for menor do que o volume minuto do paciente, haverá uma diluição do O2 com ar ambiente admitido no sistema
através da traquéia conectada em (2). Neste caso, a concentração de O2 nos gases inspirados pelo paciente pode ser estimada
com o auxílio do gráfico da Figura 7.12, onde se lê na escala horizontal o volume minuto do paciente e na escala vertical o valor do
FGF que admitido em (3).

Exemplo:
Suponha que o volume minuto do paciente seja 8 l/min, e que o FGF seja 2 l/min. O cruzamento de suas respectivas linhas no
gráfico indica um valor de concentração de O2 igual a 40%.

Figura 7.12. Gráfico para a determinação da FiO2

O Volume Corrente real enviado ao paciente é definido neste sistema apenas pelo volume deslocado pelo fole, fornecido pelo
Ventilador.

Volume corrente = Volume deslocado pelo fole

Atenção
1. Deve ser tomado um cuidado especial para que o fluxo através da traquéia conectada em (2) não sofra nenhuma
obstrução.
2. Não interligar a extremidade livre da traquéia conectada em (2) diretamente a uma rede de vácuo ou aspirador,
como o objetivo de se fazer a exaustão do escape de gases.

7.6.3 Sistema com absorção de CO 2 (semifechado)

A Figura 7.13 esquematiza a montagem e o funcionamento de um sistema respiratório com absorção de CO2, circular, valvular e
com ventilação mecânica.

Seguir os seguintes passos para montar este sistema:

v Interligar a conexão (1) do Ventilador com a respectiva conexão do balão no Filtro Valvular, através de um tubo
corrugado de no mínimo 100 cm de comprimento. Fechar a válvula de ajuste de limite de pressão, girando-a no sentido anti-
horário.
v Interligar a saída comum de gases do Aparelho de Anestesia com a entrada de gases frescos do Filtro Valvular, através de
um tubo flexível.
v Conectar a válvula de escape do Ventilador na conexão (2). Conectar a esta válvula de escape um balão ou um tubo
corrugado com a outra extremidade deixada aberta, conforme desejado.
v Fechar a conexão (3) com o seu tampão apropriado.

Figura 7.13. Sistema com absorção de CO2 (semi-fechado/fechado)

Durante a fase expiratória, o fole sobe sendo preenchido por parte dos gases expirados pelo paciente mais o FGF. Esta mistura é
admitida no Ventilador através do tubo corrugado conectado em (1). Um excesso de gases no sistema é descarregado através da
conexão (2). Uma eventual falta de gases no sistema é suprida pelos gases contidos no balão ou tubo corrugado em (2).

Durante a fase inspiratória, o fole desce empurrando o volume de gases contido em seu interior até o Filtro Valvular, através do
tubo corrugado conectado em (1). Antes de chegar ao paciente, os gases passam ainda pelo canister e pela válvula inspiratória,
juntando-se ao FGF.

O Volume Corrente realmente enviado ao paciente é definido neste sistema pelo volume deslocado pelo fole (fornecido pelo
Ventilador) mais o volume devido ao FGF, menos o volume absorvido pela complacência do circuito respiratório.

Volume Corrente = Volume deslocado pelo fole + volume de FGF

Atenção
• Manter a válvula de ajuste de limite de pressão do Filtro Valvular fechada, para que não haja perda de volume
corrente.
• Não utilizar o botão de oxigênio direto do Aparelho de Anestesia para encher o balão conectado em (2).
• Para a exaustão do excesso de gases para fora da sala, utilizar um tubo corrugado conectado em (2) e acoplado
ao sistema antipoluição K. TAKAOKA (opcional). Não interligar a extremidade livre deste tubo diretamente a uma
rede de vácuo ou aspirador. Deve ser tomado um cuidado especial para que o fluxo através do tubo corrugado
conectado em (2) não seja obstruído.
• Sendo utilizado um balão conectado em (2), regular adequadamente a abertura da válvula de escape do
Ventilador em (2), para permitir o escape do excesso de gases do sistema. Um escape insuficiente poderia
resultar numa pressão positiva indesejável ao final da fase expiratória (PEEP indesejável). Orientar-se pelo
bargraph de pressão endotraqueal e pelo balão, que deve oscilar num estado de semi-enchimento. Utilizar
normalmente o orifício maior desta válvula de escape.
• Recomenda-se o uso normalmente de um FGF entre 1 l/min e 5 l/min. Evitar ainda um fluxo excessivo.

7.6.4 Sistema com absorção de CO 2 (fechado)

A Figura 7.14 esquematiza a montagem e o funcionamento de um sistema respiratório com absorção de CO2, circular, valvular,
sem admissão de ar ambiente e com ventilação mecânica.

Seguir os seguintes passos para montar este sistema:

1. Retirar os discos das válvulas inspiratória e expiratória do Filtro Valvular.

2. Substituir o intermediário “Y” do circuito respiratório pela Válvula Unidirecional 370 (opcional), montada em posição
correta de acordo com a indicação de suas setas.

3. O circuito respiratório deverá ser montado entre a válvula expiratória do Filtro Valvular e a conexão (1) do Ventilador.

4. Conectar o tubo corrugado da válvula inspiratória do Filtro Valvular na conexão (2) do Ventilador juntamente com a
válvula de escape.

5. Interligar a saída comum de gases do Aparelho de Anestesia com a entrada de gases frescos do Filtro Valvular, através
de um tubo flexível.

6. Fechar a conexão (3) com o seu tampão apropriado.

Observação:
Pode ser utilizada opcionalmente a Válvula Unidirecional 300 com um intermediário de 22 mm macho-macho
(componente opcional) em seu ramo expiratório, no lugar da Válvula Unidirecional 370.

Durante a fase expiratória, o fole sobe sendo preenchido pelo FGF e pelos gases expirados do paciente que atravessam o canister,
ambas admitidas no Ventilador através do tubo conectado em (2).

Durante a fase inspiratória, o fole desce empurrando o volume contido em seu interior até o paciente, através do tubo conectado
em (1) e da válvula unidirecional. Simultaneamente, o FGF é desviado para o interior do Filtro Valvular e/ou balão.

Neste sistema, as funções de válvula inspiratória e expiratória são desempenhadas pela válvula unidirecional.

A principal vantagem deste sistema consiste em apenas o ramo inspiratório do sistema ser pressurizado durante a fase inspiratória,
diminuindo assim a complacência do sistema e a possibilidade de vazamentos.
Figura 7.14. Sistema com absorção de CO2 (fechado)

O Volume Corrente enviado ao paciente é definido neste sistema apenas pelo volume deslocado pelo fole (fornecido pelo
Ventilador), o qual pode ser lido na escala da campânula.

Volume Corrente = Volume deslocado pelo fole

Atenção
1. Após a regulagem do FGF desejado, regular adequadamente a abertura da válvula de ajuste de limite de pressão
do Filtro Valvular, para permitir o escape do excesso de gases do sistema (oriente-se pelo grau de enchimento
do balão). O balão deve oscilar num estado de semi-enchimento.
2. Fechar a válvula de escape do Ventilador conectada em (2).
3. Posicionar corretamente a válvula unidirecional verificando quais são os seus ramos inspiratório e expiratório.

7.7 Outros Componentes


1- Conectar o Fluxômetro externo de O2 e o Aspirador na lateral direita do Móvel do Aparelho de Anestesia Samurai .

2- Outros componentes opcionais podem ser acoplados ao Aparelho de Anestesia Samurai , conforme suas próprias instruções.

3- Interligar uma das conexões de saída de O2 existente no Rotâmetro 1822 M com a conexão de O2 localizada no conjunto de
Oxigenação/Aspiração. Utilizar a extensão de 50 cm que acompanham o Ventilador.
h. OPERAÇÃO

Atenção:
Os itens 8.2.3 e 8.2.4 estão relacionados aos ventiladores 677 e 675.

8.1 Ventilador 677

Observação:
Os algarismos entre parênteses referem-se à numeração da vista frontal do Ventilador para Anestesia 677 (Figura 6.5) e
a vista lateral esquerda (figura 6.6).

8.1.1 Regulagem para Ciclar a Volume

Estando o Aparelho de Anestesia e o Paciente pronto para o início da ventilação, seguir o procedimento de regulagem descrito
abaixo para realizar uma ciclagem a volume:
• Manter o Ventilador em STAND BY.
• Ajustar a freqüência desejada através do teclado do ventilador.
• Ajustar a relação I:E desejada.
• Ajustar a pressão máxima desejada.
• Colocar o ventilador em operação pressionado a tecla STAND BY.
• Ajustar o volume regulando o botão de volume e verificar a exclusão do fole.

Atenção
É normal tocar o alarme de desconexão nestes ciclos de teste.

• Colocar o ventilador em STAND BY.


• Conectar o sistema ao paciente e iniciar a ventilação pressionando a tecla STAND BY.
• Verificar no bargraph de pressão a máxima pressão inspiratória atingida para este paciente. Se este valor coincidir com
aquele valor de segurança regulado no passo 4 acima (e o fole não atingir o valor determinado no passo 6 no final da fase
inspiratória), então o Ventilador está na verdade sendo ciclado a pressão, com um volume corrente menor.
• Para qualquer alteração nos parâmetros ventilatórios do paciente ou no valor do fluxo de gases frescos (FGF), reajustar o
ventilador através de seus controles diretos.

8.1.2 Regulagem para Ciclar a Pressão

Estando o Aparelho de Anestesia e o Paciente pronto para o início da ventilação, seguir o procedimento de regulagem descrito
abaixo para realizar uma ciclagem a pressão.

• Manter o Ventilador em STAND BY.


• Ajustar a freqüência desejada através do teclado do ventilador.
• Ajustar a relação I:E desejada (apenas c omo referência).
• Ajustar a pressão máxima no qual o ventilador deverá ciclar.
• Colocar o ventilador em operação pressionando a tecla STAND BY.
• Ajustar o volume regulando o botão de volume e verificar a excrusão do fole.

Atenção
É normal tocar o alarme de desconexão nestes ciclos de teste.

• Colocar o ventilador em STAND BY.


• Conectar o sistema ao paciente e iniciar a ventilação pressionando a tecla STAND BY.
• Verificar no bargraph de pressão se a pressão inspiratória atinge o valor ajustado em 4. Se este valor não atingir o valor
ajustado (e o fole atingir o valor determinado no passo 6 no final da fase inspiratória), então o Ventilador está, na verdade,
sendo ciclado a volume, com uma pressão menor. Aumentar o valor do volume até que a pressão ajustada seja atingida.
• Para qualquer alteração nos parâmetros ventilatórios do paciente ou no valor do fluxo de gases frescos (FGF), reajustarem o
ventilador através de seus controles diretos.

Observação:
No modo de ventilação ciclado a pressão a FREQUÊNCIA ajustada é respeitada, porém o valor da RELAÇÃO I:E é
conseqüência da ciclagem a pressão e portanto o valor ajustado passa a ser somente referência inicial de ajuste. Toda vez
que o ventilador ciclar a pressão é apresentado - - - - no valor de relação I:E.

8.2 Ventilador 675 (opcional)

Observação:
Os algarismos entre parênteses referem-se à numeração da vista frontal do Ventilador para Anestesia 675 (Figura 6.8) e
a vista lateral esquerda (figura 6.9).

8.2.1 Regulagem como Pressométrico

Conforme o esquema da Figura 8.1, na ciclagem a pressão o volume corrente (V) é definido pela pressão máxima inspiratória (P),
enquanto a freqüência (f) é definida pelo fluxo (F). O controle de relação I/E (R) é direto.

Figura 8.1. Esquema de regulagem – pressométrico

Estando o Aparelho de Anestesia e o paciente prontos para o início da ventilação, seguir o procedimento de regulagem descrito
abaixo para realizar uma ciclagem a pressão.

1- Posicionar a haste de ciclagem (7) em sua posição máxima superior.


2- Obstruindo de maneira estéril a conexão para o paciente do sistema respiratório, regular o controle de pressão máxima
inspiratória (1) até obter no manômetro (12) a pressão desejada de ciclagem.
3- Posicionar a chave liga/desliga do alarme de baixa pressão endotraqueal (9) na posição LIGA.
4- Conectar o sistema ao paciente e iniciar a ventilação regulando os controles de freqüência (2) e relação I/E (5), com o
auxílio de um cronômetro e da tabela de tempos da Figura 8.2.

Observação
Pode ser utilizado o Monitor de Ventilação K. TAKAOKA (componente opcional), para a medição de parâmetros
ventilatórios.

5- O volume deslocado pelo fole (V fole) pode ser lido na escala de ciclagem a pressão gravada na campânula (8), para a
determinação do volume corrente real (Vc real) de acordo com as instruç ões dos itens 8.2.3 e 8.2.4.
6- Ao fim da ventilação desligar a chave liga/desliga pneumática (3), deixando o fole ficar distendido (na posição superior)
para uma maior durabilidade deste.
Tabela de Tempos

FREQ. 1:1 1: 1 ½ 1:2 1:3


10 3,00:3,00 2,40:3,60 2,00:4,00 1,50:4,50
12 2,50:2,50 2,00:3,00 1,66:3,34 1,25:3,75
14 2,14:2,14 1,70:2,58 1,42:2,86 1,07:3,21
16 1,87::1,87 1,50:2,25 1,25:2,50 0,93:2,82
18 1,66:1,66 1,32:2,01 1,11:2,22 0,83:2,50
20 1,50:1,50 1,20:1,80 1,00:2,00 0,75:2,25
22 1,36:1,36 1,08:1,64 0,90:1,82 0,68:2,04
24 1,25:1,25 1,00:1,50 0,83:1,67 0,62:1,88
26 1,15:1,15 0,92:1,28 0,76:1,54 0,57:1,73
28 1,07:1,07 0,84:1,20 0,71:1,43 0,53:1,61
30 1,00:1,00 0,80:1,20 0,66:1,34 0,50:1,50
35 0,85:0,85 0,68:1,02 0,57:1,14 0,42:1,29
40 0,75:0,75 0,60:0,90 0,50:1,00 0,37:1,13
Tempos, em segundos de inspiração e expiração para diferentes freqüências e relações I:E

Figura 8.2. Tabela de tempos

8.2.2 Regulagem como Volumétrico

Conforme o esquema da Figura 8.3, na ciclagem a volume o valor do volume corrente (V) é definido diretamente, enquanto a
freqüência (f) é definida pelo fluxo (F). O controle de relação I/E (R) é direto.

Figura 8.3. Esquema de regulagem – volumétrico

Estando o Aparelho de Anestesia e o paciente prontos para o início da ventilação, seguir o procedimento de regulagem descrito
abaixo para realizar uma ciclagem a volume.

Atenção
O controle de pressão máxima inspiratória (1) será utilizado neste caso como uma segurança contra um aumento
excessivo da pressão inspiratória, devendo ser regulado para uma pressão ligeiramente superior à pressão atingida
normalmente durante a ciclagem a volume.

− Obstruindo de uma forma estéril a conexão para o paciente do sistema respiratório, regular o controle de pressão máxima
inspiratória (1) até obter no manômetro (12) a pressão máxima de segurança desejada.

− Posicionar a chave liga/desliga do alarme de baixa pressão endotraqueal (9) na posição LIGA.

− De acordo com as instruções do item 8.2.4, determinar o valor adequado do volume a ser deslocado pelo fole (V fole), e
regular este valor na haste de ciclagem (7) utilizando a escala de ciclagem a volume.

Atenção:
Apertar com firmeza a porca de fixação da haste de ciclagem, para evitar que o fole desloque inadvertidamente a
haste para cima .

− Conectar o sistema ao paciente e iniciar a ventilação regulando os controles de freqüência (2) e relação I/E (5), com o
auxílio de um cronômetro e da tabela de tempos da Figura 8.2.

Observação
Pode ser utilizado o Monitor de Ventilação K. TAKAOKA (componente opcional), para a medição automática de
parâmetros ventilatórios.

− Verificar no manômetro (12) a máxima pressão inspiratória atingida para este paciente. Se este valor coincidir com aquele
valor de segurança regulado no passo 1 acima (e o fole não atingir o zero) da escala de ciclagem a volume no final da fase
inspiratória, então o Ventilador está na verdade sendo ciclado a pressão com volume corrente menor.
− Para qualquer alteração nos parâmetros ventilatórios do paciente ou no valor do fluxo de gases frescos (FGF), retornarem ao
passo 1 acima para uma nova regulagem do Ventilador.

− Ao fim da ventilação desligar a chave liga/desliga pneumática (3), deixando o fole ficar distendido (na posição superior) para
uma maior durabilidade deste.

8.2.3 Volume Deslocado pelo Fole e Volume Corrente

O Volume a ser deslocado pelo fole V


( fole ) ou o volume corrente (Vc) que se deseja administrar ao paciente podem ser
determinados em função do FGF e do sistema respiratório utilizado, conforme descrito abaixo.

1.Para sistemas sem absorção (aberto) e com absorção de CO2 (fechado), o volume corrente é fornecido apenas pelo fole.

Vfole (ml) = Vc (ml)

2. Para sistemas com absorção de CO2 (semifechado), o volume corrente é fornecido pelo fole mais o volume devido ao FGF.
Sendo Tins o tempo inspiratório, resulta:

Vc(ml) = Vfole(ml) + 1/0,06 * [FGF (l/min) * Tins (s)]

3. Portanto o volume a ser ajustado no fole é:

Vfole(ml) = Vc(ml) – 1/0,06 * [FGF (l/min) * Tins (s)]

8.2.4 Compensação da Complacência

O valor de Vc que chega ao paciente é inferior ao Vc determinado teoricamente, pois uma parte do volume que adentra o circuito
respiratório durante a fase inspiratória fica retida neste devido à sua complacência, não chegando até o paciente.

Portanto, sendo o Vc real inferior ao Vc teórico, este pode ser estimado como:

Vc real (ml) = Vc teórico (ml) – Vperdido (ml)


O volume perdido (Vperdido) corresponde ao produto da complacência (C) do sistema respiratório pelo aumento da pressão
inspiratório (Pins) indicado pelo bargraph (n) durante um ciclo ventilatório.

V perdido (ml) = C (ml/cmH2O) * Pins (cmH2O)

O valor da complacência depende do tipo de sistema respiratório utilizado. Para os sistemas descritos no Capítulo 8 – Sistemas
Respiratórios de Anestesia, utilizar os seguintes valores:

- Sistemas com absorção e sem absorção de CO2 (aberto e fechado) ..................... C = 1,0 ml/cmH2O

- Sistema com absorção de CO2 (semifechado) com Filtro Valvular modelo 3304 .....C = 3,5 ml/cmH2O

Observação:
1. A compensação desta perda de Vc devido à complacência pode ser feita com um aumento correspondente no Vfole
regulado pelo controle de fluxo.
2. Este método somente corrige a perda de volume corrente devido à complacência, e não devido a eventuais vazamentos.
Todos os vazamentos devem ser eliminados.

Exemplo:
Suponha que um paciente esteja sendo ventilado com um tempo inspiratório de 3 segundos, em sistema com absorção de CO2
(semifechado) com o Filtro Valvular 3304. O volume deslocado pelo fole foi regulado em 500 ml e o FGF em 4 l/min. Durante a fase
inspiratória, observa-se no bargraph uma pressão variando de 0 até 30 cmH2O. O volume corrente que realmente chega ao
paciente pode ser calculado como:
Vc(ml) = Vfole (ml) + 1/0,06 * [FGF(l/min) * Tins(s)] – Vperdido(ml)

Vc = 500 + 1/0,06 * [4 * 3] – 3,5 * 30

Vc = 500 + 200 – 105

Vc = 595 ml
8.3 Rotâmetro 1822 M

Observação:
Os algarismos entre parênteses referem-se à numeração da vista frontal do Rotâmetro 1822 M (Figura 6.21).

Regular os fluxos dos gases desejados, através dos botões (6) e (8). Os fluxos são medidos nos respectivos rotâmetros (9) e (10).

Atenção
Na falta de suficiente pressão de O 2, o fluxo de N 2O é automaticamente cortado pelo sistema servomático de pressão.
Quando a pressão de O2 for restabelecida, verificar se os valores indicados pelos rotâmetros estão corretos. Se
necessário reajustá-los adequadamente.

O servomático de fluxo impede que se regule um fluxo de N2O superior a aquele valor que garanta uma concentração nominal
mínima de 25% de O2 na mistura.

Exemplo:
Desejando a regulagem de uma mistura contando 1 l/min de O2 e 2 l/min de N2O (33% O2), realizar o procedimento
abaixo:

a) Posicionar o botão liga/desliga do alarme de baixa pressão O2 (2) na posição LIGA.


b) Os controles de fluxo de O2 (8) e N2O (6) devem estar inicialmente fechados.
c) Regular um fluxo de 1 l/min no rotâmetro de O2.
d) Regular um fluxo de 2 l/min no rotâmetro de N2O
e) Se o botão de N2O for acidentalmente aberto além desta posição, o fluxo deste gás não ultrapassa o valor de 3 l/min,
mantendo assim uma concentração mínima de segurança igual a 25% de O2.
f) Se o fluxo de O2 for diminuído de maneira inadvertida, o fluxo de N2O é automaticamente reduzido.
g) Se desejar o fornecimento de um alto fluxo de O2 diretamente para a saída comum de gases (sem passar pelo Vaporizador),
pressionarem o botão de oxigênio direto (4). O fechamento deste botão é automático quando se solta o botão.

Observações:
O botão de oxigênio direto costuma ser utilizado para a “lavagem” do circuito respiratório com oxigêni o, e para o enchimento
do balão do Filtro Valvular antes do início da anestesia.
Se a pressão da fonte de O 2 não for suficientemente alta, o botão de oxigênio direto pode causar um disparo momentâneo do
alarme de baixa pressão de O 2 sem maiores conseqüências.

8.4 Vaporizador
Antes do uso siga o procedimento abaixo para certificação do correto funcionamento do Vaporizador 1415.

Atenção
Antes de iniciar qualquer procedimento verificar se o botão de controle do fluxo de borbulhamento se encontra
totalmente fechado (botão totalmente girado no sentido anti-horário).

Observações:
Os algarismos entre parênteses referem-se à numeração da vista frontal (vf), e da câmara de borbulhamento (cb) do
Vaporizador 1415.

8.4.1 Enchimento da Câmara

Para o enchimento nicial


i ou recarga da câmara de borbulhamento com o agente anestésico líquido, deve-se seguir o
procedimento descrito abaixo:

1- Fechar o controle do fluxo de borbulhamento (6-vf).

2- Retirar a câmara de borbulhamento (6-vf) Mini- Pinomatic de seu suporte (5-vf) na lateral direita do Vaporizador 1415.
3- Retirar a tampa rosqueada do funil (5-cb).

4- Preencher a câmara de borbulhamento (6-vf) ou complete o seu nível com o agente anestésico correto. O nível deve se
situar entre 10 e 100 ml.

5- Verificar se a arruela plástica de vedação localizada na tampa do funil (5-cb) encontra-se em perfeito estado de conservação
(Figura 8.4), para evitar um vazamento de gases durante a anestesia.

6- Fechar firmemente o funil com sua tampa (5-cb).

7- Montar a câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic (6-vf) no seu respectivo suporte (5-vf) na lateral direita do Vaporizador
1415. Não deve haver vazamento de gases ou obstrução de fluxo.

Cuidado
Certificar-se de estar preenchendo a câmara de borbulhamento com o agente correto. Identificar o conteúdo da
câmara Mini-Pinomatic através do pino indicador na parte superior da mesma.
A tampa do funil deve estar fechada com bastante firmeza, para que não haja um vazamento de gases.
Nunca ultrapassar a capacidade máxima da câmara, de 100 ml.

ARRUELA

Figura 8.4: Localização da arruela de vedação da tampa do funil de enchimento

8.4.2 Instruções para Vaporização

Depois de efetuados os procedimentos iniciais, e estando o equipamento e o paciente prontos para o início da anestesia, deve-se
seguir o procedimento descrito abaixo:

1. Pressionar a tecla “AGENTE” (1-vf) e certificar-se de que o agente apresentado seja o mesmo que está selecionado na
câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic, através de seu pino indicador.

2. Regular adequadamente, no Rotâmetro do aparelho de anestesia, o fluxo total de gases que se deseja utilizar.

3. Através da tecla “DISPLAY” (8-vf) selecionar a tabela de CONCENTRAÇÃO versus FLUXO DE BORBULHAMENTO
desejado.

Cuidado
Quando houver uma divergência entre o pino indicador e o agente apresentado no display, não utilizar a tabela de
CONCENTRAÇÃO versus FLUXO DE BORBULHAMENTO, pois os valores apresentados não corresponderão ao
agente presente na câmara de borbulhamento.

4. Ajustar o botão do fluxo de borbulhamento (7-vf) conforme a concentração desejada.

Cuidado
Alterações no fluxo total de gases frescos ou na temperatura do agente anestésico dentro da câmara de
borbulhamento acarretam modificações no valor da concentração que está sendo fornecida. Neste caso, deve-se
reajustar convenientemente o fluxo de borbulhamento conforme o novo valor indicado na tabela de
CONCENTRAÇÃO versus FLUXO DE BORBULHAMENTO.

5. O nível do agente anestésico no interior da câmara de borbulhamento (6-vf) pode ser completado durante a anestesia,
de acordo com o procedimento de ENCHIMENTO da CÂMARA descrito anteriormente.

6. Para encerrar a vaporização, fechar completamente o controle de fluxo de borbulhamento (7-vf).

7. Realizar a drenagem total e a secagem da câmara de borbulhamento (6-vf), para uma melhor conservação da câmara
Mini-Pinomatic.

8.4.4 Drenagem da Câmara

Para a descarga total ou parcial do líquido anestésico contido no interior da câmara de borbulhamento, deve-se seguir o
procedimento descrito abaixo:

Atenção
A coleta do agente anestésico somente deve ser feita num frasco especialmente destinado ao tipo de agente que
está sendo descarregado, possuindo uma identificação com o seu nome.

1. Fechar o botão de controle do fluxo de borbulhamento (7-vf).

2. Retirar a câmara Mini- Pinomatic (6-vf) do seu suporte (5-vf) na lateral direita do vaporizador.

3. Retirar a tampa do funil.

4. Verter lentamente o conteúdo da câmara para dentro do frasco de origem.

5. Ainda sem a tampa acoplar a câmara de borbulhamento (6-vf) no suporte (5-vf).

6. Com o botão de controle do fluxo de borbulhamento (7-vf) aberto, deixar escoar durante alguns minutos um valor alto de
fluxo total através do Vaporizador 1415, para a sua secagem completa. Utilizar um fluxo entre 5 e 10 l/min aberto no
Bloco de Rotâmetros do Aparelho de Anestesia.

7. Finda a secagem, fechar o fluxo total de gases e o botão de controle do fluxo de borbulhamento (7-vf).

8. Fechar firmemente o funil com a sua tampa.


i. ROTINA DE INSPEÇÃO

Após as orientações de montagem descritas no Capítulo 7; o autoteste, o teste de vazamento, e o procedimento de checagem
consistem em procedimentos simples e rápidos a serem realizados pelo operador antes de cada anestesia, para se verificar o
perfeito funcionamento do Aparelho de Anestesia Samurai e de suas fontes de alimentação.

Instruções para check list encontram-se gravados na parte posterior da régua do Aparelho de Anestesia.

Atenção
Realize o check list periodicamente.
Não utilize o equipamento se o check list acusar qualquer tipo de irregularidade. Neste caso, fazer a correção
necessária ou providencie a Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

9.1 Procedimentos iniciais


9.1.1 Mesa

1. Verificar a firme e correta conexão de todos os componentes.

2. Fazer uma inspeção visual completa no Aparelho de Anestesia, seus componentes, verificando se não há danos
aparentes.

3. Regular o Vaporizador em OFF (Vaporizador Calibrado Takaoka) ou fechar o fluxo de borbulhamento (Vaporizador
Multiagente).

4. Fechar os controles de fluxo no Rotâmetro 1822 M.

5. Verificar se o Aparelho de Anestesia e seus componentes estão corretamente conectados à rede de alimentação elétrica
(verifique a voltagem correta) e/ou de gases.

6. Ligar a chave geral localizada no painel posterior do Aparelho de Anestesia Samurai.

9.1.2 Rotâmetro 1822 M

Observação:
Os botões de controle de fluxo (6) e (8) devem estar inicialmente fechados (totalmente girados no sentido horário). Não
forçar os botões para fechá-los, pois tais controles são componentes delicados e de precisão.

a) Verificar a correta e firme ligação de todos os tubos e conexões do Rotâmetro 1822 M, atentando para evitar possíveis
vazamentos de gases ou obstruções de fluxos.

b) Observar as indicações dos manômetros (5) e (7), para verificar se as pressões de alimentação dos gases encontram-se
dentro da faixa normal de operação – entre 50 e 150 psi (345 kPa a 1035 kPa).

c) Verificar o estado da bateria recarregável de 9 Vcc do sistema de alarme de baixa pressão de O2, através do indicador
luminoso verde (3).

d) Ligar o botão liga/desliga do alarme de baixa pressão O2 (2) na posição LIGA.

9.1.2.1 Teste do Sistema de Segurança do Rotâmetro 1822 M

Antes de cada utilização do Aparelho de Anestesia, verificar o perfeito funcionamento dos seus sistemas de segurança contra a
falta de pressão e de fluxo de O2, através do procedimento descrito abaixo:

a) Abrir parcialmente os fluxos de O2 e de N2O, através dos controles (6) e (8).

b) Interromper a alimentação de O2 ao equipamento (pode ser desconectada a extensão de O2 da entrada do Rotâmetro).


c) Verificar se, dentro de poucos segundos, ocorrem as duas reaç ões descritas abaixo:
• O fluxo de N2O é automaticamente interrompido pelo sistema servomático de pressão.

• O alarme de baixa pressão de O2 é disparado.

Cuidado
Caso isto não ocorra, NÃO UTILIZAR o Aparelho de Anestesia. Providenciar a Assistência Técnica autorizada K.
TAKAOKA.

d) Restaurar a alimentação de O2, verificando se os fluxos dos gases são restabelecidos e se o alarme é desativado.

e) Com a saída comum de gases do Rotâmetro desconectada, fechar o controle do fluxo de O2 (8) e abrir totalmente o
controle de fluxo de N2O (6).

f) Abrir progressivamente o fluxo de O2, verificando para diversos pontos se o fluxo de N2O é limitado pelo sistema
servomático de fluxo, conforme indica a Tabela 1, sendo garantida assim uma concentração nominal mínima de 25% de O2
na mistura O2/N2O.

Cuidado
Caso isto não ocorra, NÃO UTILIZAR o Aparelho de Anestesia. Providenciar então a Assistência Técnica
autorizada K. TAKAOKA.

Exemplo:
Para um fluxo de 1,0 l/min de O 2, o fluxo máximo de N2O permitido pelo Rotâmetro deve valer 3,0 l/min.

Fluxo de O2 (l/min) Fluxo de N2O (l/min)


0,5 1,5 ± 10%
1,0 3,0 ± 10%
1,5 4,5 ± 10%
2,0 6,0 ± 10%
2,5 7,0 ± 10%

Tabela 1: A tabela indica o limite máximo de N2O permitido pelo Rotâmetro 1822 M.

9.1.3 Vaporizador

1. Verificar se o fluxo total de gases no Rotâmetro do aparelho de anestesia encontra-se inicialmente fechado.

2. Verificar a correta e firme montagem do suporte PINOMATIC e suas interligações e tubos, atentando para evitar
possíveis vazamentos de gases ou obstrução de fluxo.
3. Verificar se o Vaporizador está preenchido com o agente correto, em quantidade adequada.

a) Vaporizador 1415:

− Verificar a correta alimentação elétrica do Vaporizador Multiagente 1415.

4. Verificar se a câmara de borbulhamento (6-vf) está completamente seca ou, caso a câmara já se encontrar
preenchida com algum agente anestésico, verificar qual é o tipo deste agente e se este não apresenta sinais de
envelhecimento.

Cuidado
Havendo qualquer dúvida quanto ao tipo de agente anestésico presente na câmara de borbulhamento, esvaziar
(jogue fora o agente), secar e preencher a câmara com o agente correto.

5. Realizar o enchimento da câmara de borbulhamento (6-vf).

6. Verificar a correta identificação do agente anestésico, presente na câmara de borbulhamento (6-vf), através do pino
de identificação de agente anestésico (3-cb) na parte superior da câmara.
7. Verificar se o nível do agente anestésico na câmara de borbulhamento (6-vf) está adequado para o tempo de
anestesia previsto (o nível deve situar-se sempre entre os limites de 10 e 100 ml).

8. Verificar o firme rosqueamento da tampa do funil na câmara de borbulhamento (5-cb).

9. Verificar a correta e firme montagem da câmara Mini-Pinomatic (6-vf) no seu respectivo suporte (5-vf) na lateral
direita do Vaporizador 1415. Não deve haver vazamento de gases ou obstrução de fluxo.

10. Pressionar a tecla “AGENTE” e certificar-se de que o agente apresentado seja o mesmo que está selecionado na
câmara de borbulhamento Mini- Pinomatic, através de seu pino indicador.

11. Através da tecla “DISPLAY” selecionar a tabela de CONCENTRAÇÃO versus FLUXO DE BORBULHAMENTO
desejado.

12. Abrir um fluxo de 1 l/min de O2 no Rotâmetro 1822 M.

13. Verificar se o borbulhamento pode ser aberto.

14. Fechar o fluxo de O2 no Rotâmetro 1822 M, verificando se o borbulhamento é automaticamente interrompido, e se a


mensagem SEM FLUXO DILUENTE é apresentada no display do Vaporizador.

15. Fechar o controle de fluxo do Vaporizador.

16. Pressionar a válvula de O2 direto para "lavar" o sistema.

b) Vaporizador Calibrado (opcional):


− Verificar se o botão de concentração do Vaporizador pode ser aberto suavemente até o máximo.
− Regular o botão de concentração em OFF.

9.1.4 Ventilador 677

1. Realizar os procedimentos de montagem descritos nos Capítulos 7, sem conectar ainda o sistema respiratório no
paciente.

2. Ligar o Ventilador pressionando a tecla Liga/Desliga (2) – (lateral esquerda – figura 6.6).

3. Pressionar a tecla STAND BY para que o ventilador entre no modo de operação normal.

4. Manter a conexão para o paciente desobstruído. Nesta condição verificar se o alarme toca e a mensagem apresentada é
de desconexão (DSC).

5. Ajustar a pressão inspiratória máxima para 50 cmH2O.

6. Obstruir de maneira estéril a conexão para o paciente (1) – (lateral esquerda – figura 6.6). Ajustar o fluxo até que a
pressão máxima inspiratória lida no bargraph (3) passe de 50 cmH2O, alarmando alta pressão e ciclando o ventilador para a
fase expiratória. A mensagem de alarme apresentada no display é de alta pressão endotraqueal (PRS).

7. Verificar o funcionamento dos controles de freqüência (5) e relação I:E (4), variando suas regulagens.

8. Verificar a correta e firme montagem de todos os tubos e conexões.

9.1.5 Ventilador 675 (opcional)

1. Realizar os procedimentos de montagem descritos nos Capítulos 7, sem conectar ainda o sistema respiratório no
paciente.

2. Posicionar a chave liga/desliga pneumática (3) na posição LIGA.

3. Regular uma freqüência baixa no controle (2) e posicionar o controle de pressão máxima inspiratória (1) no máximo.
4. Obstruindo de maneira estéril a conexão para o paciente (1) (lateral esquerda – figura 6.9), a pressão máxima inspiratória
lida no manômetro (12) deverá estar entre 75 e 90 cmH2O.

5. Verificar o funcionamento dos controles de freqüência (2) e relação I/E (5), variando as suas regulagens.

6. Verificar o funcionamento do alarme de baixa pressão endotraqueal, ligar a sua chave (11) e desobstruir a conexão para
o paciente (1) (lateral esquerda – figura 6.9). O alarme deve ser acionado após um tempo aproximado de 12 segundos.
Desligar a chave do alarme (11).

7. Verificar a correta e firme montagem de todos os tubos e conexões.

9.1.6 Cilindros reservas de O2, N2O e ar comprimido (não são fornecidos pela K.
TAKAOKA)

1. Verificar se o cilindro reserva de O2 está corretamente conectado em seu yoke.

2. Verificar se a chave para abertura do cilindro está anexada ao Aparelho de Anestesia.

3. Pressionar a válvula de O2 direto para despressurizar o manômetro.

4. Abrir vagarosamente a válvula do cilindro reserva.

5. Verificar a pressão indicada pelo manômetro do cilindro reserva. Se estiver abaixo de 4.000 kPa, o cilindro
deve ser substituído.

6. Fechar a válvula do cilindro reserva.

7. Verificar se a pressão no manômetro do cilindro reserva não sofre queda aparente, indicando ausência de
vazamento.

8. Havendo cilindro de N2O ou de ar comprimido, seguir um procedimento similar ao descrito acima. Para
despressurizar o circuito, abrir e fechar o controle de fluxo. Uma pressão inferior a 5.000 kPa do cilindro de N2O indica que
este se encontra com menos de ¼ de sua capacidade máxima.

9.1.7 Filtro Valvular 3304 / Circuito respiratório

Este procedimento de inspeção deve ser realizado periodicamente para se verificar o perfeito funcionamento do filtro valvular 3304.

Atenção
Realizar este procedimento periodicamente.
Não utilizar o equipamento se este procedimento acusar qualquer tipo de irregularidade. Neste caso, fazer a
correção necessária ou providenciar a Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

a. Verificar a fixação do Filtro Valvular.

b. Verificar a existência de líquidos no interior do canister, caso necessário, desmontar e realizar a


limpeza do mesmo.

c. Verificar se a qualidade e as condições da cal soldada estão adequadas.

d. Verificar se o canister está fixado perfeitamente nos Filtros Valvulares, a fixação se dá girando o
canister no sentido anti-horário.

e. Verificar a correta e firme ligação de todos os tubos e conexões.

f. Realizar a montagem do circuito respiratório semifechado.

g. Obstruir o intermediário Y do circuito respiratório conectando um balão ao mesmo.


1) Verificar se não há vazamentos nos sistemas, de acordo com o seguinte
procedimento:

• Posicionar a válvula de limite de pressão existente no Filtro Valvular 3304 no


“máximo” fechando-a.

• Pressionar o botão de oxigênio direto até encher parcialmente o balão do Filtro Valvular e o do circuito respiratório.

• Pressurizar o circuito mantendo o balão do Filtro Valvular apertado com as mãos e verificar durante alguns segundos se não
há vazamento aparente em nenhum ponto do circuito.

2) Verificar a correta montagem e o funcionamento das válvulas inspiratória e


expiratória, de acordo com o seguinte procedimento:

• Após o teste de vazamento descrito acima, continuar o procedimento apertando e


soltando intermitentemente o balão do Filtro Valvular, verificando as válvulas inspiratória e expiratória.

• Apertando-se o balão a válvula inspiratória deve abrir -se enquanto a válvula


expiratória deve permanecer fechada.

• Soltando-se o balão, a válvula expiratória deve abrir-se enquanto a válvula


inspiratória deve permanecer fechada.

3) Verificar o correto funcionamento da válvula de limite de pressão existente no Filtro


Valvular 3304, de acordo com o seguinte procedimento:

• Retirar a tampa da tomada antipoluição.

• Diminuir o ajuste do limite de pressão desta válvula.

• Apertar o balão conectado e verificar se os gases escapam facilmente pela tomada


antipoluição.

9.2 Durante a Anestesia


• Verificar freqüentemente se a máxima pressão inspiratória encontra-se dentro dos
valores adequados ao paciente, observando o respectivo manômetro.

• Verificar freqüentemente se o tubo endotraqueal está firmemente conectado.

• Manter ligados todos os sistemas de alarme, do aparelho de anestesia e dos


monitores utilizados.
j. LIMPEZA E ESTERILIZAÇÃO

Atenção
Desligar o Aparelho de Anestesia Samurai da rede elétrica antes da limpeza, para evitar o risco de choques
elétricos.

Este procedimento de limpeza, desinfecção e esterilização das partes em contato com o paciente deve ser realizado antes da
primeira utilização e nas reutilizações subseqüentes.

1- Para a limpeza das partes externas do Aparelho de Anestesia, utilizar um pano (ou esponja) limpo e macio umedecido
em álcool isopropílico, em água e sabão, ou em uma solução germicida apropriada. Tomar cuidado para que nenhum resíduo
de produto de limpeza se acumule no funil de enchimento do Vaporizador ou na conexão da saída comum de gases.

2- Não utilizar agente abrasivo para realizar a limpeza.

3- Os componentes que entram em contato com os gases respiratórios devem ser periodicamente desmontados para
limpeza ou esterilização, incluindo: tubos corrugados, canister, válvulas unidirecionais e de escape, balões, válvulas
pneumática do Ventilador e fole. Utilizar uma solução germicida apropriada ou óxido de etileno.

4- Os componentes do circuito respiratório, se não utilizados com filtro bacteriano, devem ser desmontados a cada
paciente para desinfecção ou esterilização, incluindo: tubos corrugados (de plástico ou de silicone), válvulas expiratória e
inspiratória do filtro valvular 3304 e balões. Utilizar glutaraldeído, peróxido de hidrogênio ou óxido de etileno. Os tubos
corrugados de plástico, os intermediários, os discos das válvulas expiratória e inspiratória podem ser submetidos à
termodesinfecção, porém somente em ciclo sensível (termodesinfecção química), ou seja, suportam temperaturas, baixas , de
no máximo 60°C. Os demais podem ser esterilizados em autoclave, até uma temperatura máxima de 136°C. Se os
componentes do circuito respiratório forem utilizados com filtro bacteriano, estabelecer uma rotina diária (uma vez ao dia) para
a desinfecção ou esterilização dos mesmos.

5- As peças de silicone possuem características intrínsecas do silicone a não deformação (até 150 °C, e tempo de vida útil
indeterminado), em temperatura ambiente mantendo a aplicação e as propriedades do silicone, sugere-se que as condições
de armazenamento sejam em local limpo e organizado isento de materiais perfurantes ou contaminantes, de preferência
seguindo as instruções de limpeza organização de BPF boas práticas de fabricação (GMP), não exposto ao sol e evitando
temperatura acima de 40º ou em locais próximos a equipamentos que sofrem aquecimento (como as estufas e
esterilizadoras).

Observação
Após o inicio de uso é sugerido que as traquéias/tubos tenham no máximo um ciclo de vida até 50 esterilizações em
processo de esterilização por vapor (autoclavagem) em ciclos de 30 minutos com 1bar/15PSI e 121°C/250°F.

Atenção
Realizar uma inspeção visual e funcional dos componentes após o procedimento de limpeza/esterilização a fim
de detectar sinais de desgaste nos mesmos. Tubos ressecados e/ou com fissuras e encaixes irregulares indicam
a necessidade de substituição destes componentes.
Utilizando óxido de etileno, devem-se seguir as instruções fornecidas pelo fabricante do equipamento de
esterilização para determinar as temperaturas e os tempos de aeração indicados.

6- Os componentes do filtro valvular 3304 devem ser desmontados constantemente para a limpeza e esterilização,
incluindo: tubos corrugados, válvulas inspiratória e expiratória, canister, peças de borracha, etc.

7- As partes externas do filtro valvular 3304 podem ser limpas com um pano apenas umedecido em solução germicida
apropriada, tomando-se cuidado para que nenhum resíduo de produto de limpeza se acumule nas conexões do filtro valvular
3304. Após a limpeza, fazer a secagem com um pano limpo, macio e seco.
8- Não utilizar agentes abrasivos na limpeza do canister, para não riscá-lo.

9- Não utilizar álcool para limpar as partes de plástico.

10 - Manter as guarnições do filtro valvular 3304 sempre limpas, para que não haja vazamentos.

11 - Manter a peneira do canister sempre desobstruída.

RECOMENDAÇÕES PARA PROCESSAMENTO DOS COMPONENTES DE EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E


VENTILAÇÃO MECÂNICA K. TAKAOKA

vOs artigos hospitalares utilizados em anestesia gasosa e ventilação mecânica são classificados como sendo semicríticos ,
devido ao risco potencial de transmissão de infecções que apresentam. Artigos semicríticos são todos aqueles que entram em
contato com mucosa íntegra, capaz de impedir a invasão dos tecidos subepiteliais, e que requerem des infecção de alto nível
ou esterilização para ter garantido a qualidade do múltiplo uso destes.

vA escolha do método de processamento, desinfecção ou esterilização depende da natureza dos materiais. A TABELA
apresenta os métodos recomendados para o processamento dos componentes dos equipamentos de anestesia e ventilação
mecânica da linha K. TAKAOKA, considerando as suas composições e especificações técnicas. Os métodos recomendados
são: limpeza, desinfecção química e esterilização química ou gasosa. O processamento deverá ser realizado obedecendo a
uma seqüência de passos, ilustrados no FLUXOGRAMA a seguir.

LIMPEZA - Processo que remove a sujidade e matéria orgânica de qualquer superfície ou objeto. A limpeza é efetuada por fricção
mecânica, imersão, máquinas de limpeza e máquinas de ultra-som. É a etapa mais importante da descontaminação, todos os itens
devem ser lavados antes de sofrerem algum processo de desinfecção ou esterilização. Nenhum objeto deve ser esterilizado se
sobre ele houver matéria orgânica (óleo, gordura, sangue...). A limpeza deve ser feita sempre com água e sabão, quando o método
de imersão for utilizado, preferencialmente utilizar o detergente enzimático. O detergente enzimático que possui atividade
específica sobre a matéria orgânica, a degrada e dissolve em poucos minutos, os objetos devem ficar imersos durante 5 minutos.

DESINFECÇÃO - Processo térmico ou químico que elimina todos os microorganismos, exceto os esporulados. A desinfecção é
classificada em três categorias: alto, médio e baixo nível.

DESINFECÇÃO DE ALTO NÍVEL - Processo que elimina todos os microorganismos exceto grande número de esporos (bactérias,
quase todos os esporos de fungos, bacilo da TB (tuberculose), vírus) com um tempo de exposição entre 10 e 30 minutos. Ex.:
Imersão em Glutaraldeído.

DESINFECÇÃO DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO - Processo que inativa bactérias vegetativas, fungos, quase todos os vírus, exceto
esporos. Ex.: Fricção mecânica com Álcool 70%.

DESINFECÇÃO DE BAIXO NÍVEL - Processo que inativa a maioria das bactérias, alguns fungos, alguns vírus, porém não afetam
microorganismos mais resistentes como bacilo de TB e esporos. Utilizada apenas para superfícies. Ex.: Água e detergente –
limpeza.

DESINFECÇÃO TÉRMICA - Processo térmico que utiliza líquidos termodesinfetantes contra todas as formas vegetativas,
destruindo uma parte dos esporos quando utilizados com uma temperatura entre 60 e 90ºC. Este processo é realizado em uma
termodesinfectadora, tal máquina trabalha com dois tipos de ciclos, para materiais sens íveis e resistentes, com a utilização de
detergente apropriado.

ESTERILIZAÇÃO - Processo que elimina completamente todos os microorganismos (esporos, bactérias, fungos e protozoários), e
é efetuada por processos físicos (vapor) ou químicos (líquido-gluteraldeído, gasoso-óxido de etileno e plasma-peróxido de
hidrogênio). O esporo é a forma de microorganismo mais difícil de se inativar. Ex.: Autoclave, Peróxido de hidrogênio, óxido de
etileno, glutaraldeído (exposição do material de 10 horas).
Observação:
Peróxido de hidrogênio (água oxigenada) é um processo de esterilização que ocorre a uma temperatura máxima de
45ºC, os materiais que não podem ser autoclavados podem ser esterilizados com peróxido, exceto aqueles materiais
derivados de celulose.

FLUXOGRAMA
TABELA
Métodos recomendados para processamento de componentes de Equipamentos de Anestesia e Ventilação Mecânica K.
TAKAOKA

Componente Limpeza Desinfecção Esterilização

Solução
Abraçadeira do Esfigmomanômetro NÃO RECOMENDADA NÃO RECOMENDADA
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Balão Antipoluição Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Bloco de Rotâmetros Pano úmido Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Solução
Cabo do Esfigmomanômetro Fenol sintético NÃO RECOMENDADA
Detergente

Cabo ECG / Oxímetro Álcool 70% Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Solução
Câmara do Umidificador Glutaraldeído Vapor
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Campânula Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução Óxido de Etileno ou


Canister Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Célula Galvânica para Oxímetro Álcool 70% NÃO RECOMENDADA NÃO RECOMENDADA

Solução Óxido de Etileno ou


Conjunto Haste para Campânula Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução Óxido de Etileno ou


Cotovelo de Escape de Ar Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução
Drenos Glutaraldeído Vapor
Detergente

Fluxômetro Pano úmido Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Solução
Fole Glutaraldeído Vapor ou Glutaraldeído
Detergente

Solução
Frasco de Aspiração Glutaraldeído Vapor ou Glutaraldeído
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Intermediário em Y (bocal) Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Módulo do Monitor Pano úmido Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Módulo do Ventilador Álcool 70% Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Solução
Intermediário T do Capnógrafo Glutaraldeído Óxido de Etileno
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Máscara Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Móvel (partes externas) Álcool 70% Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Solução Óxido de Etileno ou


Presilha para Máscara Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução
Sensor de Fluxo Glutaraldeído Vapor
Detergente
Componente Limpeza Desinfecção Esterilização

Solução
Sensor de Temperatura Axilar Fenol sintético Óxido de Etileno
Detergente

Sensor de Temperatura do Liquido Solução


Isopropanol a 70% Óxido de Etileno
Injetado Detergente

Solução
Sensor de Temperatura Esofágica Glutaraldeído Óxido de Etileno
Detergente

Solução
Side Stream (capnógrafo) Glutaraldeído Óxido de Etileno
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Suporte do Canister Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução Óxido de Etileno ou


Tubos Corrugados Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Solução
Vacuômetro Glutaraldeído NÃO RECOMENDADA
Detergente

Solução Óxido de Etileno ou


Válvulas Inspiratória e Expiratória Glutaraldeído
Detergente Glutaraldeído

Vaporizador Calibrado Pano úmido Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Vaporizador Multiagente Pano úmido Fenol sintético NÃO RECOMENDADA

Observação:
* Célula Galvânica para medição da FiO 2 deve ser limpa com um pano umedecido em água e sabão, não deve ser
imersa em solução.
** Tubos corrugados siliconizados podem ser autoclavados e submetidos à desinfecção térmica resistente.
k. MANUTENÇÃO

Atenção
Não realizar nenhum serviço interno em nenhuma parte do Aparelho de Anestesia. Para uma revisão periódica
no equipamento ou para a correção de qualquer irregularidade em seu funcionamento, providenciar a
Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.
Utilizar somente peças de reposição originais K. TAKAOKA. A utilização de peças não originais pode colocar em
risco a segurança do paciente.

13.1 Mesa
Uma correta manutenção preventiva no Aparelho de Anestesia Samurai irá garantir a sua utilização segura durante um longo
período de tempo.

1. Fazer uma inspeção visual periódica no Aparelho de Anestesia Samurai . Não utilizar o equipamento caso haja algum
dano aparente.

2. Realizar a Rotina de Inspeção (check list) antes de cada anestesia.

3. Se caso não conseguir ligar normalmente a parte elétrica do Aparelho de Anestesia Samurai, verificar inicialmente:

− Se existe energia na tomada da rede elétrica;


− Se a tensão da rede elétrica é a especificada para o Aparelho de Anestesia (vide indicação escrita em seu painel posterior);
− Se os fusíveis não estão queimados;
4. O filtro para a rede de ar comprimido (opcional) deve ser aberto e limpo no mínimo de duas a três vezes ao ano,
dependendo do grau de utilização do aparelho e das condições de pureza e secagem do ar da rede canalizada. A
drenagem do condensado do filtro é automática.

13.2 Ventilador
5. A bateria interna recarregável do Ventilador 677 é selada, não necessitando de manutenção, nem deve ser retirada se o
aparelho ficar desligado por longos períodos. Caso a bateria apresente algum problema de funcionamento, providenciar
a Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

6. Para o funcionamento do sistema de recarga automática da bateria interna de emergência do Ventilador 677, manter o
Aparelho de Anestesia Samurai sempre conectado à rede elétrica (mesmo com a chave geral do equipamento
desligada). Desta forma, a bateria é mantida sempre com a sua carga plena.

1. No mínimo uma vez por mês, verificar se os tubos, sensores, cabos e outros componentes do Ventilador não estão
danificados, gastos ou com fissuras. Havendo qualquer dano, providenciar a troca do componente. Não utilizar
componentes danificados .

2. Os diafragmas da válvula unidirecional e da válvula pneumática do Ventilador deverão ser substituídos pelo menos uma
vez a cada seis (6) meses, e sempre que necessário.

3. Se a pressão máxima inspiratória e/ou o volume corrente não atingir o valor esperado, verificar inicialmente:
v se não há vazamentos no circuito respiratório;
v se todas as conexões estão firmes;
v se o controle de pressão não está regulado muito baixo;
v se o controle de volume corrente não está regulado muito baixo;
v se a pressão da rede de O2 não está muito baixa;

4. Se não conseguir alimentar normalmente o Ventilador 677 com a rede elétrica, verificar inicialmente:
v se existe energia elétrica na tomada da rede elétrica a qual o Aparelho de Anestesia está conectado;
v se os fusíveis da tomada de entrada de energia elétrica do Móvel do Aparelho de Anestesia não estão
queimados;
v se os fusíveis da tomada VENTILADOR do Móvel não estão queimados;
v se os fusíveis do Ventilador não estão queimados;

Observação:
O Ventilador 677 possui um outro fusível localizado na sua fonte interna. Não realizar nenhum serviço interno no
Ventilador 677, e não abrir a sua caixa.

5. Utilizar somente os sensores, cabos e tubos especificados pela K. TAKAOKA para o Ventilador.

13.3 Filtro Valvular 3304


1. Fazer uma inspeção visual periódica no filtro valvular 3304. Não utilizar o equipamento caso haja algum dano aparente.

2. Fazer a substituição da cal sodada sempre que necessário.

3. Realizar o check list antes de cada Anestesia.

4. Verificar periodicamente o perfeito estado de conservação de todos os tubos e peças de borracha do filtro valvular 3304
bem como os discos das válvulas inspiratória e expiratória, providenciando a sua substituição quando necessário. Não
utilizar componentes danificados.

5. Verificar com especial atenção o perfeito estado de conservação das guarnições da caixa do Filtro Valv ular 3304, para
que não haja vazamento de gases. Não utilizar guarnições danificadas.
6. Caso a pressão inspiratória não atinja os valores esperados, verificar inicialmente:

v Se não há vazamentos no sistema respiratório.


v Se todas as conexões estão firmes.
v Se a tomada opcional para monitor de gases do intermediário em Y está perfeitamente fechada.
v Se o canister não está demasiadamente cheio de cal sodada.
v Se o canister está corretamente montado e fixado.

13.4 Rotâmetro 1822 M

3. A bateria interna recarregável do Rotâmetro 1822 M é selada, não necessitando de manutenção, nem deve ser retirada
se o aparelho ficar desligado por longos períodos. Caso a bateria apresente algum problema de funcionamento, providenciar a
Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

4. Verif icar periodicamente com o auxílio de um manômetro calibrador de pressão (do tipo empregado na calibração de
pneus) o valor da pressão da válvula reguladora de O2, através de sua respectiva válvula para calibrador de pressão
localizada no painel posterior do equipamento. Comparar este valor com aquele estipulado no Capítulo 4 - Especificações
Técnicas.

5. Verificar periodicamente o perfeito funcionamento dos sistemas de segurança contra as faltas de pressão e de fluxo de
O2, através do procedimento descrito nos itens 9.1.2.1.

6. Se não conseguir ligar normalmente a parte elétrica do Rotâmetro verificar inicialmente:


v se existe energia elétrica na tomada da rede elétrica a qual o Aparelho de Anestesia está conectado;
v se os fusíveis da tomada de entrada de energia elétrica do Móvel não estão queimados;
v se os fusíveis da tomada ROTÂMETRO do Móvel não estão queimados;
v se os fusíveis do Rotâmetro 1822 M não estão queimados;

Observação:
O Rotâmetro 1822 possui um outro fusível localizado na sua fonte interna. Não realizar nenhum serviço interno no
Rotâmetro 1822, e não abrir a sua caixa.
7. Verificar periodicamente se as esferas dos rotâmetros estão se deslocando livremente através de toda a extensão dos
respectivos tubos cônicos, e se estas caem a zero quando os botões dos controles de fluxo são fechados. Caso isso não
aconteça, providencie a Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

8. O filtro de ar comprimido (opcional) deve ser aberto e limpo no mínimo de duas a três vezes ao ano, dependendo do grau
de utilização do Aparelho de Anestesia e das condições de pureza e secagem do ar comprimido utilizado. A drenagem do
condensado do filtro é automática.

13.5 Vaporizador
1- Fazer uma inspeção visual periódica no Vaporizador 1415. Não utilizar o mesmo caso haja algum dano aparente.

2- No mínimo uma vez por mês, verificar o perfeito estado de conservação da arruela de plástico encaixada na tampa do funil
da câmara de borbulhamento do Vaporizador 1415. Caso esta arruela esteja danificada, providenciar a sua substituição para
que não haja um vazamento de gases durante a anestesia.

3- Se não conseguir ligar normalmente a parte elétrica do Vaporizador 1415, verificar:


v Se existe energia na tomada da rede elétrica que alimenta o Rotâmetro;
v A integridade do cabo 12 Vcc;

4- Verificar periodicamente se as esferas dos rotâmetros estão se deslocando livremente através de toda a extensão dos
respectivos tubos cônicos, e se estas caem a zero quando o controle de fluxo é fechado. Caso isso não aconteça,
providencie a Assistência Técnica autorizada K. TAKAOKA.

13.5 Geral

1- O Aparelho de Anestesia deve ser submetido a uma revisão anual por um técnico autorizado pela K. TAKAOKA, para uma
nova calibração.

2- Para realizar uma revisão periódica no Aparelho de Anestesia ou para a correção de qualquer irregularidade em seu
funcionamento, providenciar a Assistência Técnica autorizada TAKAOKA.

9. Os fusíveis podem ser facilmente substituídos, seguindo o procedimento abaixo:


v Para evitar a ocorrência de choques elétricos, somente realizar a troca do fusível com o Aparelho de Anestesia
desconectado da rede elétrica.
v Coloque uma chave de fenda na fenda do porta-fusível;
v Girar no sentido anti-horário até o máximo (não forçar) para destravar o porta-fusível;
v Puxar o porta-fusível;
v Realizar a substituição do fusível de acordo com a especificação técnica do mesmo;
v Empurrar o porta-fusível;
v Girar no sentido horário até o máximo (não forçar) para travar o porta-fusível;
v Reconectar o cabo na tomada.

Atenção
Para evitar a ocorrência de choques elétricos, somente realizar a troca do fusível com o Aparelho de Anestesia
Samurai desconectado da rede elétrica.

Atenção
Utilizar somente peças de reposição originais K. TAKAOKA. A utilização de peças não originais pode colocar em
risco a segurança do paciente.
Não realizar nenhum serviço interno no Aparelho de Anestesia, e não abrir a sua caixa.

Observação
Mediante acordo, será fornecida documentação adicional para a realização de manutenção preventiva/corretiva.
l. SIMBOLOGIA
m. AÇÕES EM UMA EMERGÊNCIA

No caso de um evento adverso a K. Takaoka sugere o seguinte procedimento:

v Contate o fabricante (Assistência Técnica) sobre a situação do aparelho e não realizar nenhum teste ou investigação sem a
presença de um técnico autorizado da K. Takaoka.

v Registre o fabricante, modelo e número de série de todos os aparelhos envolvidos no evento adverso. Registrar estas
informações no prontuário do paciente e/ou em um formulário incomum de ocorrência. Se o aparelho é descartável ou possui
componentes descartáveis, também registre o número de classificação e todos os números de todos descartáveis. É
importante manter o aparelho e qualquer componente que foi envolvido no evento adverso.

v Não limpar ou submeter a um processo químico ou físico, ou consertar o aparelho. Estas ações podem afetar o desempenho
e seu uso seguro.

v Registre os nomes de todos os profissionais de saúde presentes no incidente.

v Identificar o aparelho, indicando que ele está envolvido em um evento adverso, a data do evento, e o nome da pessoa que
etiquetou o aparelho. Indicar na etiqueta que o dispositivo não deve ser usado, limpo, consertado, ou destruído sem
aprovação de uma autoridade , tal como o gerente de risco. Se o evento adverso envolver mais que um aparelho, todos os
aparelhos envolvidos devem ser etiquetados e guardados.

v Preserve a embalagem de todos os componentes descartáveis envolvidos no evento e guarde com o aparelho. A embalagem
dos descartáveis tipicamente inclui não somente um número catalogado do aparelho, mas também o número do lote.
Também, algumas especificações incluídas na embalagem podem ser úteis para a perícia.

v Antes de desligar o aparelho da energia elétrica ou remover as baterias, verifique se a memória no aparelho não será perdida.
Muitos dispositivos têm memórias computadorizadas que devem ser perdidas se as baterias são removidas ou se o
dispositivo é desligado da rede elétrica. Peritos podem usar esta memória para determinar especificamente quando ocorreram
às condições do aparelho relacionado para determinar quais aparelhos tem memórias computadorizadas e como eles devem
ser controlados depois de um evento, leia o manual de instruções ou contate seu engenheiro clínico.

v Coloque o aparelho e seus componentes em um local seguro para prevenir danos subseqüentes. Isto irá prevenir que o
aparelho seja colocado de volta em serviço; salas protegidas e aparelhos podem precisar ser usados apesar de um incidente
prévio.
n. GARANTIA

A K TAKAOKA IND. E COM. LTDA. garante os equipamentos por ela produzidos contra defeitos de fabricação por um prazo de
um ano da data de aquisição do primeiro proprietário. Os demais itens que acompanham o equipamento encontram-se
relacionados abaixo.

A seguir encontra-se a lista das assistências técnicas autorizadas da K TAKAOKA IND. E COM. LTDA. no território nacional e
internacional as quais além da fábrica possuem direitos exclusivos de manutenção. Não sendo autorizada modificação, violação,
ajustes ou manutenção por terceiros.

Os equipamentos fabricados ou retificados pela K TAKAOKA IND. E COM. LTDA. possuem lacre de garantia. Fica
automaticamente cancelada a garantia se o lacre estiver violado.

O uso inadequado do equipamento e/ou em desacordo com as instruções contidas neste manual, o uso de tensão diferente da
especificada e de peças e/ou componentes não homologados pela K TAKAOKA IND. E COM. LTDA. acarretam em perda da
garantia.

Os danos causados por acidentes ou agentes da natureza não fazem parte da garantia bem como baterias, fusíveis, filtros, pilhas,
etc...

Seguem abaixo relacionados os itens que acompanham o equipamento bem como alguns opcionais e seus respectivos tempos de
garantia contra “defeitos de fabricação”.

CÓDIGO DESCRIÇÃO GARANTIA

201010051 01 Aparelho de anestesia Samurai 1 ano


201020018 01 Rotâmetro 1822 M 1 ano
201030023 01 Vaporizador 1415 1 ano
201040003 1 ano
201060002 01 Filtro Valvular 3304 1 ano
01 429090443
Cabo de alimentação 3 meses
01 202010310
Extensão para O2 de 50 cm 3 meses
01 202010369
Extensão para O2 de 75 cm 3 meses
202011559
ediário com tubo silicone de 40cm 3 meses
01 202011494
Conexão com tubo de silicone de 500mm 3 meses
01 202010303
Extensão de O2 (5 m) 3 meses
01 202010305
Extensão de N2O (5 m) 3 meses
01 202011251
Intermediário com tubo de PVC – 70 cm 3 meses
202010312 01 Válvula de escape regulável 3 meses
202010539 01 Válvula 300 Unidirecional 3 meses
202010326 01 Traquéia adulto de 100 cm 3 meses
202010754 Válvula expiratória 6 meses
202010922 Válvula Inspiratória 6 meses
202011944 Haste para balão 6 meses
203060498 Balão de látex 2 L 3 meses
203060503 Balão de látex 5 L 3 meses
202011058 Canister 3 meses
01 202010499
Circuito respiratório adulto PVC 3 meses
01 202011637
Kit Yoke de N2O 1 ano
202011636 1 ano
202010399 trada do sup. p/ vaporizador (200mm) 3 meses
01 202010400
Conexão de entrada do sup. p/ vaporizador (300mm) 3 meses
204010294 01 Manual de operação Não possui
201040002 01 Ventilador 675 1 ano
201030013 Vaporizador calibrado modelo - Halothane 1 ano
Vaporizador
201030014 calibrado modelo - Enflurane 1 ano
201030015 Vaporizador calibrado modelo - Isoflurane 1 ano
Vaporizador
201030016 calibrado modelo - Sevoflurane 1 ano
Fluxômetro
202010657
de O2 (0 a 15 l/min) 6 meses
Aspirador
202010315
Cirúrgico p/ rede de O2 c/ frasco de 500 ml 6 meses
Circuito
202011305
respiratório infantil silicone 3 meses
202010587 Circuito respiratório adulto – silicone 3 meses
Circuito
202010497
respiratório infantil - PVC 3 meses

A vida útil do aparelho de anestesia Samurai é estimado em média de 5 anos, podendo variar de acordo com a forma de uso e de
manutenção preventiva adequada.

Responsável Técnico: MARCELO ONODERA


CREA: Registro nº 5061076057
DISTRIBUIDORES K. TAKAOKA NO TERRITÓRIO NACIONAL
ALAGOAS Cel: (67) 9983-1982
CASA DO MÉDICO E-mail: camerica@brturbo.com SÃO PAULO
R. Roberto Simonsen, 412 Cep: 57052-675 CAMPO GRANDE / MS – Mauro Boer / Moacir
Tel/Fax: (82) 338-8777 Cel: (82) 9381-2526 Capital
E-mail: compras_cmedico@hotmail.com MINAS GERAIS MEDESOL Prod. Méd. Hosp. Ltda
MACEIÓ / AL - Rogério ARS Eletromedicina Ltda (Juiz de Fora) R. Guaraciama, 42 Jd da Saúde Cep: 04153-070
R. Monsenhor Gustavo Freire, 114 Cep: 36016-470 Tel: (11) 5058-9334 / Fax: (11) 5058-9698
AMAPÁ / PARÁ Tel/Fax: (32) 3216-6617 Cel: (32) 9987-4062 (Gilson) Cel: (11) 9988-1904 (Edison Luiz) / 9995-7828
MEDICINAL Com. e Repres. Ltda E-mail: arsvend@uai.com.br (Wilson)
Av. Cipriano Santos, 580 Cep: 66070-000 JUIZ DE FORA / MG – Gilson E-mail: medesol@superig.com.br
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E-mail: medcinal@amazon.com.br BELMED Eletromedicina Ltda (BH e Grande BH) SEGURAMED Com. De Mat. Equip. Hosp.
BELÉM / PA - Arlindo R. Alvares Maciel, 337 Cep: 30150-250 Av. Gov. Ademar Pereira de Barros, 120/126
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AMAZONAS / RONDÔNIA Cel: 31 9974 8373 (Carlos) / (31) 9981-1913 (Delio) Tel: (11) 6721-4414 / Fax: (11) 6721-0159
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Tel: (92) 622-2700 / 622-2701 Fax: (92) 233- E-mail: seguramed@seguramed.com.br
3093 ANESTEMINAS Ltda (Norte e Sul)
Cel: (92) 9146-0305 (Nelson) / (92) 9146-0304 Av: Cel Alfredo Custódio de Paula, 193 Cep: 37550-000 Guarulhos / Jundiaí / Itatiba / Bragança e região
(André) Tel: (35) 3422-8532 / Fax: (35) 3425-6309 BIOCOM Ltda
E-mail: dani.compras@horizon.com.br Cel: (35) 9191-9000 (Luiz Carlos) R. das Orquídeas, 321 Mirandópolis Cep: 04050-000
MANAUS / AM - Nelson (11) 9939-3683 (Carlos) Tel / Fax: (11) 5585-1913
E-mail: anesteminas@anesteminas.com.br Cel: (11) 9976-3916 (Fábio Souza) / (11) 9913-9227
BAHIA POUSO ALEGRE / MG - Luiz Carlos (Kátia)
ODONTOBIOMED Comercial Ltda E-mail: diretoria@biocomtec.com.br
Av. Anita Garibalde, 1815 CIRÚRGICA ÁVILA Ltda (Triângulo Mineiro)
Ed. CME Lj. 11 Bl. A Ondina Cep: 40170- R. Pde. Euclides, 671 Campos Elíseos Cep: 14080-200 Itapecerica da Serra / Taboão
130 Tel/Fax: (16) 636-5412 Cel: (16) 9791-3984 W/ MÉD – Wassimon Fonseca de Brito
Tel: (71) 245-6547 Fax: (71) 237-0384 / 235- E-mail: avila@convex.com.br R. Augusto Hog, 129 Guarulhos Cep: 07172-200
9390 RIBEIRÃO PRETO / SP - João Carlos Tel / Fax: (11) 6432-4352
Cel: (71) 8814-1920 / 9143-6547 / 9983-5683 Cel: (11) 9993-9847 (Wassimon) / (11) 9515-3004
E-mail: odontobiomed@uol.com.br PARAÍBA / PERNAMBUCO / RIO GRANDE DO NORTE (Edson)
SALVADOR / BA - Keller ANESTENORTE Com. Repres. Ltda E-mail: wmed.kt@terra.com.br
R. Costa Gomes, 163 Madalena Cep: 50710-510
CEARÁ Tel: (81) 3228-1722 Fax: (81) 3228-4261 Piracicaba / Botucatu e região
HOSP TRADE do Brasil Cel: (81) 9111-0764 (Hélio) / (81) 9172-1200 (Gilberto) SPEED MED – Paulo Sussumu
Rua Dom Lino, 672 A – Parquelândia E-mail: anestenorte@uol.com.br Av. Moaci, 534 Apto 54A - Moema Cep: 04083-001
Cep: 60450-280 RECIFE / PE - Hélio Lucena / Gilberto Tel / Fax: (11) 5042-1105 Cel: (11) 9939-0074
Tel: (85) 281-7400 / Fax: 223-5262 E-mail: speedmed@uol.com.br
E-Mail: comercial@hosptrade.com.br PARANÁ
FORTALEZA / CE – Paulo Marcelo Gomes MEDITÉCNICA Repres. Equip. Hosp. Ltda ABCD / Baixada Santista / Litoral SP / Vale do Ribeira
R. Chile, 1107 Rebouças Cep: 80220-180 WORK AND LIFE Comercial Ltda
DISTRITO FEDERAL Tel: (41) 332-6364 Fax: (41) 332-8766 R. das Roseiras, 53 Vl. Bela Cep: 03144-090
CTI Com. Repres. Assist. Técnica Ltda Cel: (41) 9972-3881 (Lúcio) / (41) 9975-1336 (Lori) Tel / Fax: (11) 6345-9595
SHN, Qd. 02 Bl. E Ed. Kubitscheck Plaza Sl. 69 E-mail: meditecnica@terra.com.br Cel: (11) 8139-4600 (Nilmar) / (11) 8139-4500
Sobreloja 79 Cep: 70710-908 CURITIBA / PR - Lúcio / Lori (Alexian)
Tel/Fax: (61) 327-6166 / 327-5483 / 329-3583 E-mail: work@workandlife.com.br
Cel: (61) 9981-0040 (Marco) / (61) 9983-2830 PIAUÍ SÃO PAULO / SP – Alexian / Nilmar
(Gilvan) REMAC Odontomédica Hospitalar Ltda
E-mail: cti.com@uol.com.br R. Barroso, 1.009 Centro Cep: 64000-130 Campinas e região
BRASÍLIA / DF - Marco e Gilvan Tel: (86) 221-3011 Fax: (86) 221-2280 LAC Com. Manut. Equip. Méd. Hosp. Ltda
Cel: (86) 9981-1108 (Sérgio) / (86) 9432-4406 (Ana) R. Henrique Nazaré Martins, 59 Cep: 13085-005
ESPÍRITO SANTO E-mail: remacvendas.takaoka@veloxmail.com.br Tel / Fax: (19) 3289-4449 / Cel: (19) 9791-3808
MEDSHOP Comércio Produtos Médicos Ltda TERESINA / PI – Sérgio / Ana Valeska E-mail: vendas@lacmedic.com.br
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Tel: (27) 3222-2666 Fax: (27) 3222-3413 RIO TAK Com. e Repres. Mat. Cirúrg. Ltda Região Alta Paulista
Cel: (27) 9982-2666 (Paulo) / (27) 9989-6372 R. Sacadura Cabral, 81 Grupo 701 Cep: 20081-260 São José do Rio Preto e região
(Rinaldo) Tel: (21) 2263-9602 Fax: (21) 2253-3458 ULYMED Com. e Representações
E-mail: medshop@veloxmail.com.br Cel: (21) 7837-8864 (Roberto) / (21) 9985-0787 (Marcos) R. dos Bombeiros, 227 Boa Vista Cep: 15025-420
VITÓRIA / ES - Paulo Bastos / Rinaldo / Alex E-mail: riotak@terra.com.br Tel / Fax: (17) 234-3825 Cel: (17) 9772-6272
RIO DE JANEIRO / RJ – Roberto / Marcos / Felipe E-mail: ulymed@terra.com.br
GOIÁS SÃO JOSÉ DO RIO PRETO / SP – Ulysses / Bete
MS Equipamentos Hospitalares Ltda PB HOSPITALAR
Av. Areião, 595 Setor Pedro Ludovico Cep: R. Dr. Borman, 23 Grupo 801 Niterói Cep: 24020-320 Região Nordeste
74820-370 Tel/Fax: (21) 2719-6611 / 2620-4377 / 2719-6611 CIRÚRGICA ÁVILA Ltda
Tel/Fax: (62) 281-1177 Cel: (62) 9972-2187 Cel: (21) 9995-1727 (Wagner) / (21) 9197-6141 (Padilha) Tel / Fax: (16) 636-5412 Cel: (16) 9791-3984
E-mail: mseh@terra.com.br E-mail: pbhospitalar@urbi.com.br E-mail: avila@convex.com.br
GOIÂNIA / GO - Divino RIO DE JANEIRO / RJ – Wagner RIBEIRÃO PRETO / SP - João Carlos

MARANHÃO RIO GRANDE DO SUL CIRÚRGICA NEVES Ltda.


HOSPFARMA Repres. Com. de Mat. Hospitalar HOSPITRADE Ltda R. Presidente Vargas, 169 Cep: 17501-550
Ltda R. São Manoel, 1994 Santana Cep: 90620-110 Tel / Fax: (14) 3413-2483 Cel: (14) 9601-2990
Av. dos Holandeses QD 37 Lote II - Calhau Tel/Fax: (51) 3217-6771 / 3223-1436 / 3223-0460 E-mail: cir.neves@terra.com.br
Cep: 65071-380 Cel: (51) 9956-0510 (Carlos) / (51) 9961-4506 (Artur) MARÍLIA / SP – Odair
Tel/Fax: (98) 227-5345 / 5392 E-mail: htrade@hospitrade.com.br
E-mail: medsurgery@elo.com.br PORTO ALEGRE / RS – Carlos / Artur Vale do Paraíba
SÃO LUIS / MA – Alex Lima ANESTEMINAS Ltda
SANTA CATARINA Tel: (35) 3423-3348 / Fax: (35) 3425-6309 /
MATO GROSSO HOSPITÁLIA Cirúrgica Catarinense Ltda Cel: (35) 9191-9000 (Luiz Carlos) / (11) 9939-3683
MEDLAB Com. Equip. Médico-Hospitalares R. Prof. Custódio de Campos, 281 Cep: 88090-720 (Carlos) / (35) 9191-0011 (Hugo)
Av. São Sebastião, 1603 Cep: 78020-510 Tel: (48) 241-1100 / 241-5567 / Fax: (48) 241-5585 E-mail: anesteminas@anesteminas.com.br
Tel/Fax: (65) 624-3824 Cel: (48) 9982-1608 (Elson) / (48) 9981-2602 (Carlos)
Cel: (65) 9982-6263 (Anselmo) / (65) 9981-7407 E-mail:hospitalia.cirurgica@terra.com.br
(Holanda) FLORIANÓPOLIS / SC - Elson / Carlos
E-mail: medlabmt@terra.com.br Vendas e Show -Room: R. Bertioga, 385
CUIABÁ / MT - Anselmo / Holanda SERGIPE Cep: 04141-100 São Paulo – SP
ODONTOMEDICAL Comércio Ltda S.A.C.: (11) 5586-1100
MATO GROSSO DO SUL R. Acre, 1.442 América Cep: 49080-010 Tel: (11) 5586-1000 / Fax: (11) 5589-8072
CENTRO AMÉRICA Mat. Médicos e Tel: (79) 241-3131 / Fax: (79) 241-4400 E-mail: ktvendas@takaoka.com.br
Hospitalares Ltda Cel: (71) 8814-1920 Home page: www. takaoka.com.br
R. Rui Barbosa, 3845 Cep: 79002-363 E-mail: odontomedical@infonet.com.br
Tel / Fax: (67) 324-1212 / 324-9413 / 324-5003 ARACAJU / SE - Keller
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BUENOS AIRES – ARGENTINA - Ing. Ana Magalhães GUATEMALA CA – GUATEMALA - Mr. Alexander Huschke E-mail: bms@multi.net.pk
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