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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO NOS CRIMES DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO






















Barbacena
Abril
2016

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO NOS CRIMES DE MENOR POTENCIAL OFENSIVO 2


Sumário

1 OBJETIVO...................................................................................................... 03

2 SITUAÇÃO..................................................................................................... 03

3 AUTORIDADES JUDICIÁRIAS COMPETENTES......................................... 03

4 PRESSUPOSTOS JURÍDICOS DE ATUAÇÃO............................................. 03

5 ABRANGÊNCIA DO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO............ 04

6 COMENTÁRIOS SOBRE OS ASPECTOS LEGAIS APLICÁVEIS................ 06

6.1 Sobre os Juizados Especiais Criminais................................................... 06

6.2 Sobre o conceito de “autoridade policial”............................................... 07

6.3 Sobre o Termo Circunstanciado de Ocorrência...................................... 08

6.4 Sobre a lavratura de TCO por Policiais Militares.................................... 09

7 PRESCRIÇÕES DIVERSAS........................................................................... 10

ANEXOS:

Anexo “A” – Protocolo Mínimo de Registros de Eventos de Defesa Social


(REDS) em Infrações de Menor Potencial Ofensivo

Anexo “B” – Modelo de Termo de Compromisso e Ciência de Audiência


Preliminar

Anexo “C” – Cartão do Serviço Acompanhado de Qualidade

Anexo “D” – Rol Exemplificativo de Infrações de Menor Potencial Ofensivo, de


acordo com a Legislação Penal Brasileira

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1 OBJETIVO

Estabelecer, no âmbito da 13a RPM, o Procedimento Operacional Padrão relativo à atuação


da PMMG nos registros de infrações de menor potencial ofensivo sujeitas à disciplina dos
Juizados Especiais Criminais.

2 SITUAÇÃO

Considerando deliberação de Magistrados atuantes junto ao Juizado Especial Criminal das
comarcas instaladas nas cidades sob responsabilidade da 13a RPM, urge a necessidade de
se adequar os procedimentos operacionais relativos ao registro e processamento das
infrações de menor potencial ofensivo pela PMMG, visando a atuação da tropa dentro dos
parâmetros legais.

3 AUTORIDADES JUDICIÁRIAS COMPETENTES

São competentes as Autoridades Judiciárias atuantes junto ao Juizado Especial Criminal das
Comarcas das cidades pertencentes à 13ª RPM.

4 PRESSUPOSTOS JURÍDICOS DE ATUAÇÃO

O presente Procedimento Operacional Padrão tem como pressupostos jurídicos:

• Os princípios orientadores e informadores que norteiam os Juizados Especiais, quais


sejam: oralidade, informalidade, simplicidade, economia processual, celeridade e
autocomposição.

• As disposições da Lei nº 9.099/95, especialmente o seu art. 69, que prescreve:

Art. 69. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará


termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado, com o
autor do fato e a vítima, providenciando-se as requisições dos exames
periciais necessários.
Parágrafo único. Ao autor do fato que, após a lavratura do termo, for
imediatamente encaminhado ao juizado ou assumir o compromisso de a ele
comparecer, não se imporá prisão em flagrante, nem se exigirá fiança. Em
caso de violência doméstica, o juiz poderá determinar, como medida de
cautela, seu afastamento do lar, domicílio ou local de convivência com a
vítima. (Redação dada pela Lei nº 10.455, de 13.5.2002)

• O Acórdão do Supremo Tribunal Federal na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº


2.862-6/SP, que aduz que “é perfeitamente admissível a confecção de boletins de
ocorrência e termos circunstanciados de ocorrência por policiais militares”.

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• O Enunciado nº 34, do Fórum Nacional do Juizados Especiais – FONAJE, que dispõe
que: “atendidas as peculiaridades locais, o Termo Circunstanciado de Ocorrência
poderá ser lavrado pela Polícia Civil ou Militar”.

• O teor de Portarias expedidas no âmbito dos Juizados Especiais Criminais, nas


Comarcas das cidades pertencentes a 13ª RPM.

5 ABRANGÊNCIA DO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

O presente Procedimento Operacional Padrão terá abrangência sobre todos os Registros de


Eventos de Defesa Social (REDS) decorrentes de infrações de menor potencial ofensivo,
confeccionados no âmbito das Unidades de Execução Operacional pertencentes à 13a RPM,
conforme sejam expedidas as Portarias regulando sua aplicação.

Nesse cerne, será utilizado de acordo com a articulação operacional da 13a RPM.

A distribuição dos municípios subordinados a referida articulação consta dos quadros a


seguir:

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No contexto específico das atividades de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário, afetas à 13a
Cia PM Ind MAT, o Procedimento Operacional Padrão abrangerá todos os municípios
subordinados à 13ª RPM.

No que concerne à 13a Cia MEsp, devido à especificidade de seu emprego, a articulação da
Unidade restringe-se à cidade de Barbacena, mas seu emprego pode ocorrer em todas os
municípios que integram a 13a RPM.

6 COMENTÁRIOS SOBRE OS ASPECTOS LEGAIS APLICÁVEIS

6.1 Sobre os Juizados Especiais Criminais

A lei N.º 9.099/95, que criou o Juizado Especial Cível e Criminal e dispõe sobre os
procedimentos especiais na tratativa das infrações de menor potencial ofensivo já está
sedimentada na sociedade brasileira há mais de 20 anos, sendo que no decorrer deste
período, vários entendimentos normativos e jurisprudenciais vêm sendo discutidos, visando a
aplicabilidade dos dispositivos legais.

Nesse cerne, a Lei 9099/95 tem demonstrado ser uma importante ferramenta ao substituir o
Auto de Prisão em Flagrante (APF) pelo Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO),
dispensando a instauração do Inquérito Policial (IP) pelo delegado de polícia (autoridade
policial em sentido restrito), quando diante de situação de flagrância de infração por ela
definida como de menor potencial ofensivo, determinando que o autor da infração fosse
conduzido imediatamente perante o Juizado Especial Criminal.

Em um segundo momento, não sendo possível a condução do acusado da infração
diretamente ao JECrim, permite a lei que ele assuma o compromisso de comparecer em juízo

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posteriormente e assim, somente em terceira hipótese, não havendo esse compromisso, seja
o autor do delito conduzido para a delegacia de polícia para lavratura de seu APF.

Esses são os termos do art. 69 da lei 9.099/95, acima mencionado.

6.2 Sobre o conceito de “autoridade policial”

Discorrendo sobre o conceito de autoridade policial, urge mencionar o artigo 4º do Código de


Processo Penal, que prevê:

Art. 4º - A polícia judiciária será exercida pelas autoridades policiais.

Interpretando seu Parágrafo Único, percebe-se que a atribuição legal não é exclusiva, vez
que extensiva às autoridades administrativas:

Parágrafo único: a competência definida neste artigo não excluirá a


de autoridades administrativas, a quem por lei seja acometida a
mesma função.

Reafirmando essa interpretação, percebe-se que, na esfera penal, há casos em que se atribui
ao termo “autoridade” significado diverso daquele que decorre do Código de Processo Penal.
Esse é o caso do art. 5º da Lei de Abuso de Autoridade (Lei n° 4.898/65), plenamente
aplicável ao policial militar.

Nessa seara, são várias as conferências que chegaram à conclusão de que, para os fins de
aplicação da Lei nº 9.099/95, o significado da expressão “autoridade policial” alcança os
responsáveis pelo policiamento ostensivo (cf., por exemplo, a 2ª conclusão da Reunião de
Presidentes de Tribunais de Justiça, ocorrida em Vitória-ES, em outubro de 1995; a 9ª
conclusão da Comissão Nacional de Interpretação da Lei n° 9.099/95, realizada pela Escola
Nacional da Magistratura; a súmula n° 4 sobre a Lei dos Juizados Especiais Criminais,
editada pela Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo; e a 1ª conclusão da
Confederação Nacional do Ministério Público).

Na doutrina pátria, Telles Júnior afirma que autoridade policial, para os fins da Lei 9099/05, é
todo servidor público dotado do poder legal de submeter pessoas ao exercício da atividade de
policiamento.

Para Nancy Andrighi e Sidnei Beneti “autoridade policial é qualquer agente dotado de poder
de polícia incumbido de manutenção da ordem em policiamento repressivo ou preventivo”,
incluindo no conceito de autoridade o “policial civil, o militar, o metropolitano (Guarda Civil
Municipal) e todos os agentes incumbidos do policiamento”. Conclui os doutos magistrados
asseverando que “não há razões científica ou técnicas para a distinção, podendo o termo
circunstanciado ser lavrado pela própria Secretaria do Juizado (a pedido da parte)”.

Portanto, autoridade policial, para efeito de dar cumprimento aos princípios e finalidades da
Lei 9099/95, é todo agente público que desenvolve atividade policial, seja civil ou militar.

O termo pode ser interpretado com a mesma abrangência que o direito administrativo lhe
confere, abarcando-se, assim, todos os órgãos de segurança pública listados no art. 144
da Constituição, mormente em face do art. 69 da Lei nº 9.099/95.

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6.3 Sobre o Termo Circunstanciado de Ocorrência

A doutrina entende que o TCO nada mais é do que um relatório sumário da infração, sem
maiores formalidades, diverso do ato de investigação, não ensejando, portanto, indiciamento
do autor do fato (cf., a propósito, BRASILEIRO, Renato. Legislação Criminal Especial
Comentada. Salvador: Juspodivm, 3ª ed., 2015, p. 218 e AVENA, Norberto. Processo Penal
Esquematizado. São Paulo: Método,1ª ed., 2009, p. 143).

Reforçando essa posição, Damásio de Jesus assim se manifestou quanto ao conceito de


TCO: “mero registro sumário de um fato desprovido de função investigatória ou atividade de
polícia judiciária”. Ainda no entendimento do ilustre professor, “nada impede que autoridade
policial seja militar”, visto que a “a lei em momento algum conferiu exclusividade da lavratura
do termo circunstanciado às autoridades policiais, em sentido estrito”.

Além de não ensejar função investigativa, o TCO não é atividade de polícia judiciária. A lei,
em momento algum, conferiu exclusividade da lavratura do termo circunstanciado às
autoridades policiais, em sentido estrito, porquanto seja apenas um breve, embora
circunstanciado, registro oficial da ocorrência, sem qualquer necessidade de que constitua
alguma infração penal. Não é preciso qualquer tipo de formação técnico-jurídica para se
efetuar esse relato.

Nestor Távora e Rosmar R. Alencar entendem que TCO é uma peça despida de rigor formal,
contendo breve e sucinta narrativa dos fatos, envolvidos e testemunhas (tudo o que contém
no REDS).

Para Tourinho Filho o ato administrativo para ser considerado TCO tem que constar os
seguintes requisitos: qualificação dos envolvidos e testemunhas; versões das partes e
compromisso de comparecer em juízo (esse compromisso facilmente pode ser inserido no
histórico do REDS).

Assim, ainda que o Termo Circunstanciado de Ocorrência receba outra denominação, seja
“Boletim Circunstanciado”, “Registro de Evento de Defesa Social” ou simplesmente Boletim de
Ocorrência, esse documento nada mais será do que a execução de mera atividade
administrativa, sem caráter investigativo e sem qualquer atribuição exclusiva de polícia
judiciária, podendo ser lavrado inclusive pelo soldado mais moderno da Polícia Militar,
reconhecidamente autoridade policial, conforme se pronunciou o Supremo Tribunal Federal:

Soldado de policiamento de uma cidade do interior, fardado e


armado, está investido de uma parcela do poder público. Soldado de
polícia, sempre fardado e armado, é a encarnação mais presente e
respeitada da autoridade do Estado (RTJ, 75:609).

Complementando a doutrina mencionada, Fernando Capez afirma que o TCO substitui o IP


quando presentes os elementos do APF, sendo o IP substituído por um simples boletim de
ocorrência simplificado (terminologia usada por Capez para se referir ao TCO). Acrescenta
ainda que o termo circunstanciado é tão informal que pode ser lavrado até mesmo pelo
policial militar que atendeu a ocorrência, dispensando o deslocamento até a delegacia para
que o delegado subscreva outro termo idêntico.

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Considerando, portanto, que o TCO é mero ato administrativo contendo relato dos fatos e
dados sobre a materialidade e autoria de infrações de menor potencial ofensivo e que sua
lavratura não se caracteriza como atividade de polícia judiciária, não há inconstitucionalidade
ou ilegalidade de sua confecção pelo Policial Militar, especialmente em Minas Gerais, onde o
REDS já contém todos os requisitos do TCO.

6.4 Sobre a lavratura de TCO por Policiais Militares

Em termos jurisdicionais, os tribunais pátrios têm admitido a lavratura de termos de


ocorrência por policiais militares, sob o argumento de que a expressão autoridade policial
constante do art. 69 da Lei 9.099/95 engloba qualquer autoridade investida da função policial
(Nesse sentido: STJ, HC nº 7199/PR, Rel. Min. Vicente Leal, DJ de 28/09/1998; TJ/SC, HC nº
2000.002909-2, Rel. Des. Nilton Macedo Machado, julgado em 18/04/2000; TJ/RS, ADI nº
70014426563, Tribunal Pleno, Rel. Des. Maria Berenice Dias, julgado em 12/03/2007),
entendimento aplicável ao presente caso por força de simetria entre a Polícia Militar e a
Polícia Rodoviária Federal.

Sobre a possibilidade de a Polícia Militar lavrar termo circunstanciado, pode-se citar ainda
parcela expressiva da doutrina brasileira (BRASILEIRO, Renato. Op cit., p. 219; JESUS,
Damásio de. Lei dos Juizados Especiais Anotada. São Paulo: Saraiva, 12ª ed., 2011, pp.
44/57; MUCCIO, Hidejalma. Curso de Processo Penal. São Paulo: Editora Método, 2ª ed.,
2011, p. 1278; GRINOVER, Ada Pellegrini; GOMES FILHO, Antônio
Magalhães; FERNANDES, Antônio Scarance; GOMES, Luiz Flávio. Juizados
Especiais Criminais - Comentários à Lei 9. 099/95. São Paulo: Revista dos Tribunais, 5ª ed.,
2005, pp. 117/121).

A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça também já se manifestou sobre o tema. Em


precedente específico, aquela corte assentou que não constitui ilegalidade a circunstância de
o Estado utilizar-se do contingente da Polícia Militar para a elaboração de termos
circunstanciados (HC 7.199/PR, rel. min. Vicente Leal, 6ª Turma, DJ de 28/09/1998, p. 115).

Corroborando esse entendimento e com ele somando argumento, é sabido que "o órgão
acusatório pode oferecer denúncia com base em quaisquer elementos de prova de que tiver
conhecimento, não dependendo da prévia instauração ou mesmo da conclusão de
procedimento investigatório para que dê início à ação penal". (RHC 39.683/SP, rel. min. Jorge
Mussi, 5ª Turma, DJe de 02/10/2013). Ora, se o Ministério Público prescinde do inquérito
policial, podendo utilizar-se de qualquer outro meio para exercer seu múnus, óbvio é concluir
que um Termo Circunstanciado de Ocorrência lavrado por policial militar, conquanto possua
todos os elementos indispensáveis à ação penal, pode e deve servir de elemento de prova
para tal finalidade.

Ademais, a orientação das cortes superiores caminha no sentido de que eventuais vícios da
fase inquisitorial não contaminam a ação penal, dada a natureza meramente informativa de
suas peças, bem como a sua dispensabilidade na formação da opinio delicti. (cf., por todos,
HC 291.817/SC, rel. min. Maria Thereza de Assis Moura, 6ª Turma, DJe de 20/02/2015). Ou
seja, ainda que fosse considerado inválido, o TCO lavrado por policial militar não contaminaria
a ação penal ofertada posteriormente.

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Importante ainda ressaltar que os termos circunstanciados estão sujeitos a controle, tanto
pelo juiz quanto pelo representante do Ministério Público, podendo este último, ante eventual
insuficiência de informações, requisitar a instauração de inquérito policial, não restando
prejuízo que justifique impedir um policial militar de lavrar um TCO e, com isso, dar melhor fim
aos princípios informadores do Juizado Especial, mormente o princípio da celeridade.

Noutro giro, é cediço que a polícia ostensiva possui a chancela da sociedade para praticar
atos muito mais gravosos e que demandam razoável juízo de ilicitude, tais como
busca pessoal e busca e apreensão domiciliar (art. 240 do Código de Processo Penal e HC
233.302/SP, rel. min. Gilson Dipp, 5ª Turma, DJe de 20/06/2012). Se pode o mais,
obviamente pode o menos.

7 PRESCRIÇÕES DIVERSAS

7.1 O Registro de Eventos de Defesa Social afeto às infrações de menor potencial ofensivo,
doravante, será denominado REDS – TC.

7.2 Para registro do REDS – TC, será necessária a disponibilização de oficiais,


preferencialmente Bacharéis em Direito, em regime de plantão e/ou sobreaviso. Esses oficiais
serão os encarregados de avalizar a devida tipificação penal aplicável ao fato concreto.

7.3 A medida que Portarias do JESP forem sendo editadas no âmbito da 13a RPM, o
Procedimento Operacional Padrão previsto neste documento será implementado, devendo as
Unidades de Área providenciar o devido treinamento da tropa encarregada das providências
aqui mencionadas.

7.4 O tutorial de registro do REDS – TC consta do Anexo A, cujo “passo a passo” deverá ser
exaustivamente explicado e supervisionado.