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FÍSICA 2) VB2 = VA2 + 2  s (MUV)

LIVRO 3 – MECÂNICA km 288


VB = 288 ––– = ––– m/s = 80m/s
Capítulo 1 – Estudo do Plano Inclinado h 3,6

9) A força indicada pela balança corresponde à força normal de (80)2 = 0 + 2 . 8,0 . s


compressão que, com a balança inclinada, corresponde à
s = 4,0 . 102m
componente normal do peso do corpo.

Resposta: 4,0 . 102m

40
cos  = ––– = 0,80
50 13) Esfera 1:
O módulo da aceleração da esfera é igual ao da gravidade:

PN = P cos  = 100 . 0,80 (N)

PN = 80N

→. = g ⇒ h = 1
.a 1 –– gt21 (1)
Resposta: D 2

10) Para um corpo em um plano inclinado sem atrito, temos: Esfera 2:


PFD: Pt = ma A componente da aceleração paralela ao plano é:
m g sen  = ma g
a = g sen 30° = ––
2
a = g sen 

Os dois blocos, I e II, terão a mesma aceleração a = g sen  e Logo:


um ficará parado em relação ao outro.
→ g
Resposta: A . a2. = ––
2


11) Durante a descida do plano inclinado, a aceleração de cada
1 g 1
bloco é g sen 30°; a força resultante em cada bloco é a com- d = –– . –– . t22 = –– gt22
2 2 4 1 2
ponente tangencial do respectivo peso e a força de interação ⇒ 2h = –– gt 2
4
entre os blocos é nula, isto é: h 1
→ → → → sen 30° = –– = –– ⇒ d = 2h
f1 = 0 e f2 = 0 d 2
Resposta: A
1
12) h = –– gt22 (2)
1) PFD: Pt = ma 8

mg sen  = ma
a = g sen  Comparando-se as equações (1) e (2), obtemos:

a = 10 . 0,80 (m/s2)
1 1 t12 1
–– gt12 = –– gt22 ⇒ ––– = –– ⇒ t1 1
a= 8,0m/s2 2 8 t22 4 ––– = ––
t2 2

t1 1
Resposta: ––– = ––
t2 2

–1
14) F = 50(2,0 + 10 . 0,60) (N)

F = 400N

Resposta: A

17) 1) Conforme a figura:

6,0 8,0
1) PFD: Pt – Fat = ma sen  = ––––– = 0,60 e cos  = ––––– = 0,80
10,0 10,0
mg sen  –  mg cos  = ma
2) Pt = Psen  = 50 . 0,60 (N) = 30N
a = g(sen  –  cos ) 3) Fat =  Pn =  P cos  = 0,40 . 50 . 0,80 (N) = 16N
4) PFD: F – (Pt + Fat) = m a
2) V2 = V20 + 2  s (MUV) 50 – (30 + 16) = 5,0a
V2 = 0 + 2g (sen  –  cos ) L 50 – 46 = 5,0a ⇒ a = 0,80m/s2

V = 
2gL (sen  –  cos ) Resposta: B

Resposta: C
18) a) PFD (M1 + M2): P2 – Pt = (M1 + M2) a
1

15) a) tAB = tBC ⇒ a1 = a2 ⇒ FR = FR 100 – 100 . 0,5 = 20 . a ⇒ a = 2,5m/s2


1 2
Pt = Fat – Pt
b)
Fat = 2Pt
 P cos  = 2 P sen 

3
 = 2 tg  = 2 . ––––
3

b) V = V0 +  t
VB = 5,0 . 1,0 (SI)

m PFD (M1): T – Pt = M1 2a (1)


1
VB = 5,0 –––
s PFD (M2): P2 – 2T = M2 a (2)
(1) x 2: 2T – 2Pt = 4M1 a (3)
c) 1
(3) + (2): P2 – 2Pt = (M2 + 4M1) a
1

100 – 100 = 50 . a ⇒ a=0

a1 = a2 = 0 (sistema em equilíbrio)

Respostas: a) 2,5m/s2
b) a1 = a2 = 0

19)

2 
3
Respostas: a) ––––––
3
b) 5,0m/s
c) ver gráfico
Quando a massa de B é mínima, a tendência de movimento
16) do sistema é B subir e A descer; por isso, a força de atrito em
A é dirigida para cima e com intensidade máxima (20,0N).
Para o equilíbrio: Pt = T + Fat
A
T = Pt
B

Portanto: Pt = Pt + Fat ⇒ mA g sen 30° = mB g sen 30° + Fat


A B
10,0 . 10,0 . 0,50 = mB . 10,0 . 0,50 + 20,0 ⇒ mB = 6,0kg e
PFD: F – Pt = m a
F – mg sen  = m a mágua = 4,0kg
F = m(a + g sen ) Resposta: A

2–
20) a) 2.a Lei de Newton (A + B + C): 22)
PA – Pt = (mA + mB + mC) a
C
mA g – mC g sen 30° = (mA + mB + mC) a

1
40 – 40 . ––– = (4,0 + 2,0 + 4,0) a ⇒ a = 2,0m/s2
2
0,4
b) PFD (A): PA – T1 = mA a sen  = ––– = 0,1
4,0
40 – T1 = 4,0 . 2,0 ⇒ T1 = 32N

F = Pt = P sen 
F = 80 . 10 . 0,1 (N)

F = 80N

c) PFD (C): T2 – Pt = mC a
C Resposta: C

T2 – 20 = 4,0 . 2,0 ⇒ T2 = 28N


23)

d)

1) Fat = Pt = mg sen 
2) Fat   mg cos 
2
Fpolia = T12 + T12 = 2T12 mg sen    mg cos 
tg   
Fpolia = 
2 T1 ⇒ Fpolia = 32 
2N
(tg )máx = 
Respostas: a) 2,0m/s2
b) 32 N O valor máximo de  independe de g.
c) 28 N Resposta: A
d) 32 2N
24)
21)

AC 1
1) sen  = ––– = –––
AB 2

2) PFD (caixa):
F = Pt = P sen  Pt – Fat = ma
1 1
F = 200 . 10 . –– (N) 50,0 . 10,0 . ––– – 137,5 = 50,0a
2 2

250,0 – 137,5 = 50,0a


F = 1000N
a = 2,25m/s2
Resposta: B

–3
3) V2 = V02 + 2 s (MUV)

VB2 = 0 + 2 . 2,25 . 2,0

VB2 = 9,0 ⇒ VB = 3,0m/s

Resposta: A

25)

1) Cálculo da aceleração do sistema:



s = V0t + — t2 (MUV)
2

7,2 = 0 + — (12)2
2
7,2 =  . 72 ⇒  = 0,1m/s2

2) PFD (sistema):
Pt – P = (M + m) a
10100 . 0,1 – m . 10 = (1010 + m) 0,1
10100 – 100m = 1010 + m
9090 = 101m

m = 90kg

Resposta: A

4–
FÍSICA 12) a)

LIVRO 3 – MECÂNICA
Capítulo 2 – Componentes da Força Resultante

8) No trecho que contém o ponto P, o movimento do automóvel


é circular uniforme e a força resultante é centrípeta (dirigida de
P para M). srel 60
Vrel = –––––– ⇒ 40 – 30 = –––––
Resposta: D t t

t = 6,0s
9) No trecho retilíneo (MRU), a força resultante é nula. Nos tre-
chos circulares, a força resultante é centrípeta. b) Sendo o movimento circular e uniforme, a força resultante
mV2 é centrípeta:
Fcp = ––––
R mV 2
Fcp = –––––
R
Sendo R2  R1 = R3  R4 = R5, temos:
150 . (40)2
F2 F1 = F3 F4 = F5 F1(predador) = –––––––––– (N) = 4,8 . 10 4N
5,0
Resposta: D
60 . (30)2
F2(presa) = –––––––––– (N) = 1,08 . 10 4N
5,0
10) A força total de atrito terá uma com-
ponente tangencial que vai equilibrar Respostas: a) 6,0s
a força de resistência do ar, pois o
b) Predador: 4,8 . 10 4N ou 48kN
movimento é uniforme e a resultante
tangencial é nula. Presa: 1,08 . 10 4N ou 10,8kN

A força total de atrito terá uma compo- 13) a)


nente normal que fará o papel de
resultante centrípeta.

Resposta: B

11) a) A força aplicada pelo fio faz o papel de resultante centrí-


b)
peta.
mV2
T = Fcp = –––––
R

m V2máx
Tmáx = ––––––––
R

0,5 V2máx c) O erro foi admitir que a intensidade da tração, no ponto


50 = ––––––––
1,0 mais baixo, era a mesma quando estava parado ou quan-
do estava em movimento.
V2máx = 100 O seu teste não funcionou porque a força máxima que a
corda aguenta tem intensidade F tal que:
Vmáx = 10m/s P V2
P < F < P + ––– –––
g R
m V2máx
b) Tmáx = ––––––––
R
14) a) A sensação de peso é máxima no ponto I e mínima no
0,5 (20)2 ponto II.
50 = –––––––– No ponto I:
Lmín
NI – P = Fcp

mV2
Lmín = 4,0m NI = mg + ––––
R
Respostas: a) Vmáx = 10m/s
b) Lmín = 4,0m

–5
b) No ponto II: m V2
NII + P = Fcp F = –––––
R
NII = 0 ⇒ P = Fcp
mV2 80 . 64
F = ––––––– (N) ⇒ F = 128N
mg = –––– ⇒ V = 
gR 40
R

Respostas: a) 8,0m/s b) 128N

15) A expressão que comparece no 2.° membro das opções é a


resultante centrípeta, que corresponde à resultante das forças 18) F – P = Fcp
que têm a direção da normal (radial). m V2
F – mg = –––––
Portanto: R

MVA2 m V2
→ → 3mg – mg = –––––
––––– = Fcp = |TA| + P cos  = . TA. + Mg cos 
L R

Nota: Na direção da tangente, temos: V2 = 2 g R

V2 (200)2
Mg sen  = M at ⇒ at = g sen  R = ––– = ––––– (m)
2g 20,0

Resposta: E
R = 2000m

16) Resposta: C

19) Cada formiga terá MCU em torno do centro. A formiga 1 des-


creve uma circunferência de raio R1 = 2,0cm; a formiga 2, de
raio R2 = 6,0cm.
A aceleração centrípeta tem módulo a dado por:
a =
2R
Como
é o mesmo para as duas formigas, temos:
a2 R2
––– = ––– =3⇒ a2 = 3a1
a1 R1
1) A resultante tangencial é nula:
A força resultante é centrípeta e, como as formigas possuem
F3y = F2 = 30,0N massas iguais, temos:

2) A resultante centrípeta é dada por: F2 a2


F = m a ⇒ ––– = ––– =3⇒ F2 = 3F1
F1 a1
m V2
F3x – F1 = Fcp = –––––
R A velocidade tangencial V é dada por:

V=
R⇒ V2 = 3V1
3,0 . 16,0
F3x – 10,0 = –––––––––
1,6 Resposta: C

F3x = 40,0N
20) a) (F) A força de atrito máxima possível é dada por:
2 2 2
3) F3 = F3x + F3y Fat = E FN = E P
máx
Fat = 0,20 . 1800 . 10 (N) = 3600N
F3 = 50,0N máx

b) (V) A força normal aplicada pelo chão equilibra o peso e a


Resposta: E força de atrito faz o papel de resultante centrípeta.

17) a) A velocidade tangencial (linear) é dada por:


V =
R

V = 0,2 . 40(m/s) ⇒ V = 8,0m/s

b) A força da reação aplicada pelo chão, que corresponde ao


seu peso aparente, faz o papel de resultante centrípeta:
Resposta: B

6–
21) I. FALSA. A força centrífuga é uma força de inércia (pseudo- 31)
força) que só pode ser considerada em relação a um refe-
rencial fixo no aparelho que está em rotação. Para um
referencial inercial, não existe força centrífuga.
II. VERDADEIRA. Todos os pontos girantes do aparelho em
rotação têm a mesma frequência, o mesmo período e a
mesma velocidade angular.
III. VERDADEIRA. A velocidade linear V é dada por V =
d, em
que d é a distância do ponto considerado ao eixo de rota-
ção e
é a velocidade angular de rotação. Quanto mais
afastado estiver o ponto considerado do eixo de rotação,
maior será sua velocidade linear. Supondo-se desprezível a influência do ar, a força gravitacional

Resposta: D (P ) desempenha o papel de resultante centrípeta no movimen-
to circular e uniforme do míssil.
29) 1) No bloco A:
mV2
F = PA = Mg (1) Fcp = P ⇒ ––––
R = mg

V = 
gR

Sendo g = 10m/s2 e R = 6,4 . 106m, calculemos V:

m km
V = 
10 .
6,4 . 106 (m/s) ⇒ V = 8,0 . 103 –– = 8,0 ––––
s s

2 R 2 R
b) V = –––– ⇒ T = ––––
2) No bloco B: T V
F = FCP = m
2R 2 . 3 . 6,4 . 106
B
2
T = ––––––––––––––––
8,0 . 103 (s) ⇒ T = 4800s

 R
2
F = m –––
T
T = 80min
4 2
F = –––– mR (2)
T2 Respostas: a) 8,0km/s
b) 80min
3) Comparando-se (1 ) e (2), obtém-se:
4 2 32) a)
Mg = ––– . m R
T2

M 4 2R
––– = ––––––
m gT2

Resposta: A

30) 1) Fat = P = mg

mV2
2) FN = Fcp = –––––
R 1) Cálculo do tempo de queda:

3) Fat = d FN y
sy = V0 t + ––– t2 ↓(+)
y 2
mV2
mg = d –––––
R
1,6 2,5 25
1,25 = 0 + ––– T2 ⇒ T2 = ––– = –––
gR 10 . 1,8 2 1,6 16
d = –––– = –––––––
V2 36
T = 1,25s

d = 0,50 2) Cálculo de V0:

x 15,0
Resposta: E V0 = ––– ⇒ V0 = –––– m/s ⇒ V0 = 12,0m/s
t 1,25

–7
b) Quando FN = 0, a velocidade V será a mínima possível:
2
m Vmín
mg = ––––––––
R

Vmín = 
gR

Vmín = 
10 . 2,5 (m/s)

Vmín = 5,0m/s

Resposta: B

FG = Fcp
35) TA – P = Fcp
2
m VS
m g = –––––– m V2
R TA = mg + ––––––
R
VS = 
gR
V2
VS = 
1,6 . 1,6 . 106 (m/s) 
TA = m g + ––––
R 
VS = 1,6 . 103m/s = 1,6km/s
16,0
Respostas: a) 12,0m/s 
TA = 1,0 10,0 + ––––– N
1,0 
b) 1,6km/s
TA = 26,0N
33) a)
Resposta: D

36) No ponto mais baixo da trajetória, a resul-


→ →
F: força aplicada pelo tante entre a força normal do apoio FN e o
apoio →
peso P faz o papel de resultante centrípeta.

P: peso do conjunto
FN – P = Fcp

mV 2
FN = mg + –––––
R

 
b) A velocidade no ponto C será a mínima possível quando a V2
FN = m g + ––––
força de contato com a gaiola se anular e, nesse caso, o pe- R
so fará o papel de resultante centrípeta.
FC = 0 ⇒ P = Fcp Dados: m = 70kg
C
mVC2 g = 10m/s2
m g = –––––
R km 144
V = 144 –––– = –––– (m/s) = 40m/s
h 3,6
VC =  = 
gR 10 . 3,6 (m/s)
R = 40m
VC = 6,0m/s

 
1600
FN = 70 10 + ––––– (N)
Respostas: a) Ver figura 40
b) 6,0m/s
FN = 3,5. 103N
34)
Resposta: C
FN + P = Fcp

m V2 mV2
FN + m g = ––––– 37) a) Fcp = ––––
R R

Quando V diminui, então FN também diminui. 3,0 . 16,0


Fcp = –––––––––– (N) ⇒ Fcp = 24,0N
2,0

8–
b) P – FN = Fcp 2
m Vmáx
Fat = –––––––
máx R
FN = P – Fcp
2
m Vmáx
FN = (30,0 – 24,0) (N)  m g = –––––––
R
FN = 6,0N

Vmáx = 
gR (independe da massa)

A força normal que o carrinho troca com o apoio corres-


40) a)
ponde ao seu peso aparente.
Respostas: a) 24,0N
b) 6,0N

38) P – FN = Fcp
FN = P – Fcp

mV 2
FN = mg – –––––
R

 
V2
FN = m g – ––––
R
A força resultante é centrípeta; tem direção vertical, sen-

 
400 tido para baixo e módulo dado por:
FN = 2,0 . 103 10 – –––– (N)
100 FR = m
2 R
FR = 30,0 . (0,40)2 . 5,0 (N) ⇒ FR = 24,0 N

FN = 1,2. 104N b) No ponto Q: P – FQ = Fcp

P = 2,0 . 104N No ponto S: Fs – P = Fcp

FN
–––– = 0,60 ⇒ FN = 0,60P Portanto: Fs – FQ = 2Fcp
P

FN = 60%P
Fs > FQ

Resposta: C

39) a)

41) No ponto mais alto da trajetória, a velocidade será a mínima


possível, com a condição de que o carvão não caia da lata,
quando a força normal aplicada pelo fundo da lata se anular,
e o peso será usado como resultante centrípeta.
mV 2
FN + P = Fcp = –––––
b) Sendo o movimento uniforme, a aceleração é centrípeta e R
seu módulo é dado por: Para V = Vmín ⇔ FN = 0
V2
acp = ––– , sendo igual para os dois carros (independe da 2
mV mín
R mg = ––––––– ⇒ Vmín = 
gR
R
massa).

c) A força de atrito faz o papel de resultante centrípeta e sua


intensidade é dada por: Vmín = 
10 
. 0,80 (m/s)

m V2
Vmín = 
8,0 m/s = 2 
Fat = macp = ––––– , sendo maior para o carro mais pesado.
R 2,0 m/s

d) Não. A máxima velocidade permitida na curva sem derra- Resposta: C


par independe da massa do carro e é dada por:

–9
42) 45)

1) FN = P + FAR = P + P = 2P = 2mg
m v2
2) Fat = Fcp = ––––
R

Considerando-se o movimento como sendo uniforme, a força


resultante será centrípeta e, no ponto B (mais baixo da 3) Fat  E FN
trajetória), será vertical e dirigida para cima.
m V2
Resposta: A –––––  E 2mg
R
43) FN – P = Fcp
V2  2E g R
m V2
FN = mg + –––––
R V  

2 EgR

V2 Vmáx = 

 
2 gR E
FN = m g + ––––
R
Vmáx = 
2 . 1,25 . 10 . 100 (m/s)

 10 + –––––
2,0 
100
FN = 50 (N) Vmáx = 50m/s

Resposta: A
FN = 3,0 . 103N = 3,0kN

Resposta: C 53) a) V =
R
a =
2 R
44)
Como RA = 2RB, temos: VA = 2VB e aA = 2aB.

b)

Fcp = m
2 R

T1 = Fcp = m
2 2L (1)
A

T2 – T1 = Fcp = m
2 L
B

T2 – 2m
2 L = m
2L

T2 = 3 m
2 L (2)
mV2
Ponto mais alto (A): P – F1 = –––– (1) (2) T2 3
R –––– : –––– = –––
(1) T1 2
mV2
Ponto mais baixo (B): F2 – P = –––– (2)
R Respostas: a) VA = 2VB e aA = 2aB

2mV2 T2 3
(2) + (1): F2 – F1 = ––––– b) –––– = –––
R T1 2
Resposta: D

10 –
54) a) 1) Ty = P = mg V2 = g R tg  b

a em b:

2) Tx = Fcp = m
2 R h
V2 = g R . –––
R

R V2 = g h
3) sen  = ––– ⇒ R = L sen 
L V = 
gh

V = 
10,0 . 0,10 (m/s)

V = 1,0m/s

Resposta: E
Tx m
2 R
4) tg  = –––– = –––––––
Ty mg 57) a) Conforme o gráfico dado:
r = 1,6 . 1020m ⇒ FG = 4,0 . 1019N

2 R sen 
––––– = tg  ⇒
2 . L sen  = g . –––––
g cos  GM m
FG = –––––––
r2


g g

2 = ––––––– ⇒
= ––––––– 6,7 . 10–11 . M . 1,0 . 1030
L cos  L cos  4,0 . 1019 = ––––––––––––––––––––––
2,56 . 1040


L cos 

2π g
b) ––– = ––––––– ⇒ T = 2π ––––––– 4,0 . 2,56
T L cos  g M = ––––––––– . 1040kg
6,7

 
g L cos  M  1,5 . 1040kg
Respostas: a)
= ––––––– b) T = 2π –––––––
L cos  g
b) Sendo a órbita circular, o movimento da estrela será unifor-
me e a força gravitacional fará o papel de resultante
55) centrípeta.
1) Fat = P = mg Como o módulo da velocidade não dependerá da massa da
estrela, podemos usar os dados do gráfico:
mV2
2) FN = Fcp = –––– r = 1,6 . 1020 m ⇒ FG = 4,0 . 1019 N
R
m V2 1,0 . 1030 . V2
3) Fat   FN FG = –––––– ⇒ 4,0 . 1019 = ––––––––––––
r 1,6 . 1020
mV2
mg  –––––– V2 = 4,0 . 1,6 . 109 (SI)
R
V2 = 64,0 . 108 (SI)

 
gR gR gR
V2 –––– V ––– ⇒ Vmín = –––– V = 8,0 . 104 m/s
  

Fat Respostas: a) M  1,5 . 1040 kg


4) tg  = –––– = b) V = 8,0 . 104 m/s
FN

Resposta: A 58) a)

56) h
1) tg  = ––– a
R

2) Fy = P = m g
m V2
Fx = Fcp = –––––
R

Fx m V2 / R A componente vertical de F deve equilibrar o peso da bola B:
tg  = –––– = ––––––––
Fy mg F sen  = Mg

V2 Mg Mg
tg  = ––––– F = –––––– = ––––– ⇒ F = 2,5 Mg
gR sen  0,4

– 11
b) 0,50
F = 0,020 . 4 2 . 1,0  0,10 + ––––
2 
(N)

F = 0,028 2 (N)

Fazendo-se  3, obtém-se:

F = 0,028 (3)2 (N) ⇒ F  0,252N

b) Para que a força resultante horizontal no rotor seja nula, o


A resultante vertical na bola A deve ser nula: sistema rotor-eixo deve receber do contrapeso uma força
F sen  = F sen  + P de intensidade igual à da força recebida do prego, porém
F (sen  – sen ) = Mg em sentido oposto.

2,5 Mg (sen  – sen ) = Mg mp .


2 . rp = M0 .
2 . R
2,5 (sen  – sen ) = 1
0,020 . 0,35 = M0 . 0,10
sen  – sen  = 0,4
sen  – 0,4 = 0,4 M0 = 0,070 kg
sen  = 0,8
c)
sen  0,8
Portanto: k = –––––– = –––– ⇒ k=2
sen  0,4

c)

O ponto D0, na borda do rotor, deve estar radialmente


→ oposto à posição do prego.
A componente horizontal de F faz o papel de resultante
centrípeta.
Respostas: a) 0,252N
F cos  = M
2 R1 b) 0,070kg
c) Ver figura
2,5 M . 10 . 0,9 = M
2 . 0,10


2 = 25 . 9 ⇒ 60) a)

= 15rad/s

Sendo
= 2 π N, temos:

15 = 2 . 3 . N ⇒ N = 2,5 voltas/s ou N = 2,5Hz

Respostas: a) 2,5Mg b) 2 c) 2,5Hz

59) Seja f a frequência com que “giram” os pontos do ventilador.


60 O peso “aparente” do astronauta corresponde à força nor-
f = 60 rpm = ––– Hz ⇒ f = 1,0Hz
60 mal que ele recebe da estação e faz o papel de resultante
a) A força que o prego transmite ao eixo do rotor tem inten- centrípeta.
sidade igual à da resultante centrípeta requerida pelo prego Pap = F = m
2 R
para realizar movimento circular e uniforme: Como se pretende simular uma gravidade aparente igual a
g, vem
F = Fcp ⇒ F = mp
2 rp


L g
F = mp (2 f)2
 R + ––
2 
2 R = g ⇒
= –––
R

12 –
b)  0,10

(mín) = 0,10

Resposta: B

Observações:
1) O funcionamento do centrifugador não depende da massa do
corpo.
2) Por maior que seja a velocidade angular
, a força de atrito
O novo peso aparente será dado por: nunca será maior que o peso e a roupa nunca subirá.
Pap = m
2 (R – h) 3) Se o referencial adotado é o solo terrestre (referencial iner-
g cial), não existe força centrífuga atuando na roupa.
Sendo
2 = ––– , vem
R 4) Se o referencial adotado é o centrifugador, a roupa está em
repouso e, além das forças reais, passa a atuar na roupa uma
g
Pap = m ––– (R – h) força de inércia (chamada força fictícia ou pseudoforça)
R centrífuga que não é aplicada por nenhum agente físico e não
é do tipo ação-reação. A força centrífuga é resultado do fato

 
R–h de o referencial adotado estar em rotação em relação ao solo
Pap = mg ––––––
R terrestre e foi criada para explicar o fato de a roupa ficar em
repouso em relação ao cilindro.

Como R – h < R, o peso aparente vai diminuir.


62)


g
Respostas: a)
= –––
R

R–h
b) Pap = mg  –––––
R 

O peso aparente diminuiu.

61)

1) Fat = P = mg

mV2
2) FN = Fcp = –––––
R
mV2
3) Fat  E FN ⇒ mg  E –––––
R

gR gR
V2 ––– ⇒ V –––
E E

1) Para a roupa não escorregar para baixo, devemos ter:


Fat = P = mg gR 10,0 . 3,2
Vmín = ––– = ––––––––– (m/s)
E 0,5
2) A força normal aplicada pela parede do tambor faz o papel
de resultante centrípeta.
Vmín = 8,0m/s
FN = Fcp = m
2 R
Resposta: A
3) Sendo o atrito estático, temos:
Fat   FN 63)
mg   m
2 R
g
 ––––

2R

10
 –––––––
100 . 1,0

– 13
1) Ty = P = 6,0 . 102N

Ty P
2) cos  = –––– = ––––
T T

P 6,0 . 102
T = ––––– = –––––––– (N)
cos  0,50

T = 1,2 . 103N

Resposta: D

64)


A força normal FN que a pista exerce no veículo admite uma
→ →
componente vertical Fy e uma componente horizontal Fx tais
que:

Fy = P = mg

m V2
Fx = Fcp = –––––
R

Fx m V 2/R
Conforme a figura: tg  = –––– = –––––––
Fy mg

V2
tg  = ––––
gR

(180/3,6)2 2 500
tg  = ––––––––– = –––––  0,305
10 . 820 8 200

Da tabela, o valor que mais se aproxima de  é 17°.

Resposta: D

14 –
FÍSICA 11) a) 1) A distância percorrida, em relação à esteira, é dada por:
d = V . t
LIVRO 3 – MECÂNICA
7,2
d = ––––– . 40 . 60 (m)
Capítulo 3 – Trabalho 3,6

7) F = Fx = Fx . d d = 4,8 . 103m = 4,8km


A componente Fy não realiza trabalho porque é perpendicular
ao deslocamento. 2) O deslocamento vetorial do jovem, em relação ao solo
F = 15 . 2,0 (J) terrestre, é nulo.
F = 30J
b)
Resposta: D

8) A força de atrito é uma força dissipativa que transforma


energia mecânica em térmica.
A força aplicada pela mola é uma força conservativa que
transforma energia potencial elástica em energia cinética ou
vice-versa.
Resposta: A
1) A força que movimenta a esteira é a força de atrito que
9) o jovem aplica com seus pés:

2) A energia consumida para movimentar a esteira é dada


por:
E = 300kcal = 300 . 103 . 4,0J

E = 1,2 . 106J
a) A distância percorrida pela base do tubo até atingir a
cabeça do executivo corresponde à altura H = 3,2m.
Esta energia pode ser medida pelo trabalho realizado
Usando-se a Equação de Torricelli:
pelo jovem, que é equivalente a:
V2 = V02 + 2s
=F.d
V2f = 0 + 2 . 10 . 3,2 1,2 . 106 = F . 4,8 . 103
Vf = 8,0m/s F = 2,5 . 102N

Respostas: a) 4,8km e zero


b) O trabalho do peso é dado por:
b) esquema e 2,5 . 102N
P = – m g H
P = – 450 . 10 . 5,5 (J)
12)
P = – 24750 J

Respondendo com notação científica e com dois algaris-


mos significativos, temos:

P = – 2,5 . 104 J

Respostas: a) 8,0m/s
b) –2,5 . 104J (aproximadamente)
1) Na direção vertical, temos:
FN + Fy = P
10) A força de tração aplicada pelo fio faz o papel de resultante
centrípeta e, por ser normal à trajetória, não realiza trabalho. FN + F sen 37° = mg
Resposta: A FN + 250 . 0,60 = 1000 ⇒ FN = 850 N

– 15
2) O trabalho do atrito é dado por: 17) 1) P = – mTgH
at = Fat . d . cos 180° 4500 = mT . 10 . 5
at = d FN . d (– 1) mT = 90kg
at = – 0,50 . 850 . 10 (J)
at = – 4250 J 2) mT = mP + mA + mF
90 = 5 + mA + 25
Resposta: E
mA = 60kg
13)
Resposta: C

18) Como o peso é vertical e os dois deslocamentos são hori-


zontais (x e y são eixos horizontais), o trabalho do peso é nulo.
Resposta: A

19) 1) Cálculo do trabalho do peso:


P = mgh
→ →
F = F d cos 35° P = 50 . 10 . 10(J)
F = 10 . 3,4 . 0,8 (J)
P = 5,0 . 103J = 5,0kJ
F = 27,2J

Respostas: B 2) Cálculo do trabalho da força de atrito:


at = Fat . d . cos 180°
14) (I) Cálculo da “distância percorrida” pela jovem:
h
5,4 sen  = –––
V = 5,4km/h = ––––– m/s = 1,5m/s; t = 7,0min = 420s d
3,6
h
d d = –––––
V = ––––– ⇒ d = V t sen 
t
h
d = 1,5 . 420(m) ⇒ d = 630m at = –mg cos  . d = –mg cos  . –––––
sen 

(II) Cálculo da intensidade da força: 10


= 36 . 103cal = 36 . 103 . 4,2J = 151200J at = –0,50 . 500 . 0,70 ––––– (J)
0,70

= Fd ⇒ F = –––
d at = –2,5 . 103J = –2,5kJ

151200
F = ––––––– (N) ⇒ F = 240N 3) O trabalho total é dado por:
630
total = P + at
Resposta: D total = 5,0kJ – 2,5kJ

total = 2,5kJ
15) = Fat s = Fn . 20 2 R
= 0,2 . 200 . 20 . 6 . 0,3(J) Resposta: B

= 1440J
27) TEC: at = Ecin
Resposta: A
m V20
mg s cos 180° = 0 – ––––––
16) Para 1ᐉ de gasolina, o automóvel percorre 15km e a energia 2
que vai para os pneus é dada por:
V20
E = 0,13 . 30 . 106J = 3,9 . 106J
s = –––––
Esta energia corresponde ao trabalho realizado: 2g

E = Fm . d
3,9 . 106 = Fm . 15 . 103 (20,0)2
s = –––––––––– (m) = 100m
2 . 0,2 . 10
Fm = 260N
Resposta: B Resposta: D

16 –
28) TEC: at = Ecin mgH=Fh
2
m V
C m g d cos 180° = –––
2  –––2  – V
2 mgH
h = –––––––
F
1 V2 1 3V2
C d g (–1) = –––
2  –––4 – V  = –––2  –
2 –––
4 
mgH
3V2 Resposta: h = –––––––
C = ––––– F
8gd

Resposta: A
→ →
31) a) F = F d cos 0°
29)
F = 30 . 3,0 . 1 (J) ⇒ F = 90 J

b) 1) P = –mgH

P = –1,0 . 10 . 3,0 (J) ⇒ P = –30 J

2) TEC: total = Ecin

F + P + ar = Ecin

a) 1) Cálculo do tempo de queda: 90 – 30 + ar = 40


y
sy = V0yt + ––– t2 (MUV) ↓䊝 ar = (40 – 60) (J)
2

10 2 ar = –20J
1,25 = 0 + ––– tQ
2

2 = 0,25 ⇒
tQ Respostas: a) 90J
tQ = 0,50s
b) –20J
2) Cálculo da velocidade horizontal V1:
sx = V1 t 32) TEC: at + P = Ecin

5,0 = V1 . 0,50 ⇒ V1 = 10m/s – mgd + mgH = 0

b) A força de atrito é a força resultante utilizada na freada do


H 1,0m
carro. d = ––– = ––––– = 5,0m
Aplicando-se o teorema da energia cinética:  0,2
at = Ecin
O menino percorre 5,0m na região de atrito:
mVf2 mV02
 m g d cos 180° = ––––– – –––––
2 2 2,0m de B para C
(15)2 V02
0,7 . 10 . 12,5 (–1) = –––– – ––– 2,0m de C para B
2 2

V02 1,0m de B para M (ponto médio entre B e C)


– 87,5 = 112,5 – –––
2
V02 Resposta: A
––– = 200
2
33) a) De A para B: P = Ecin
V02 = 400 ⇒ V0 = 20m/s
2 2
mvB mvA
Respostas: a) 10m/s mg H = ––––– – ––––– ⇒ vB = 
2g H
b) 20m/s ou 72km/h 2 2

30) Teorema da energia cinética: b) De A para C: P + at = Ecin


total = Ecin
P + F = 0
mgH + mg D cos 180o = 0
mgH–Fh=0

– 17
H at = 50 . 2,0 . (–1) (J)
H = D ⇒  = –––
D
at = –100J
H
Respostas: a) 
2g H b)  = ––– →
D 2) O trabalho da força F é medido pela área sob o gráfico
(F x d):

(150 + 75) 2,0


34) F = ––––––––––––– (J)
2

F = 225J

3) O trabalho total é dado por:


total = F + at

total = 125J

c) O módulo da velocidade (V) é calculado pelo teorema da


energia cinética:

mV2 mV 2
total = ––––– – –––––
0
2 2

TEC: total = Ecin


10
P + F = 0 125 = –––– V2 ⇒ V = 5,0m/s
2
mg (H + d) + F . d . cos 180° = 0
mg (H + d) = F d
Respostas: a) 50N
b) 125J
mg (H + d)
F = –––––––––– c) 5,0m/s
d

10,0 (24,2) 37)


F= ––––––––––– (N)
0,2

F = 1,21 . 103N

Resposta: C

10,0
35) 1) F = área (Fxd) = (10,0 + 5,0) –––– (J) = 75,0J
2

2) P = –mgH = – 0,50 . 10 . 10,0 (J) = – 50,0J

3) TEC: total = Ecin


a) Logo após o ciclista parar de pedalar, entre os instantes
m V2 m V02 t0 = 0 e t1 = 4s, o gráfico V = f(t) é praticamente retilíneo e
F + P = –––––– – –––––––
2 2 a aceleração escalar é constante e dada por:

0,50V2 V –1
75,0 – 50,0 = –––––––– – 0 A = –––– = ––– (m/s2) ⇒ A = – 0,25m/s2
2 t 4

b) Imediatamente após o ciclista deixar de pedalar, a força de


V2 = 100 ⇒ V = 10,0m/s resistência ao movimento é responsável pela aceleração
do veículo já calculada.
Resposta: C Aplicando-se a 2.a Lei de Newton:

| FR | = M | A |
36) a) A intensidade da força de atrito é dada por:
Fat =  FN | FR | = 90 . 0,25 (N) ⇒ | FR | = 22,5N

Fat = 0,50 . 100 (N) ⇒ Fat = 50N c) 1) Durante a fase de movimento retilíneo uniforme, a força
motriz tem a mesma intensidade da força de resistên-
b) 1) O trabalho do atrito é dado por: cia:
→ → | Fm | = | FR | = 22,5N
at = | Fat | | d | cos 180°
18 –
2) O trabalho realizado pelas forças musculares da pessoa 39)
é dado por:

= Fm . s = Fm . V t

3) A energia E é dada por:



 = –– ⇒ E = ––
E 

Fm . V t 22,5 . 5,0 . 1800


E= ––––––––––– = –––––––––––––– (J) 1) Fx = F cos  = F sen  = 8,0 . 0,64 (N)
 0,225
Fx = 5,12N
E = 9,0 . 105J = 9,0 . 102kJ
2) FR = 0 ⇒ Fat = Fx = 5,12N
3) at = Fat . d . cos 180°
Respostas: a) –0,25m/s 2
at = 5,12 . 100 . (–1) (J)
b) 22,5N
at = –512J
c) 9,0 . 10 2kJ
| at | = 512J

38) a) A massa de água remanescente no balde é dada por: Resposta: B


m = m0 – k t
Outra maneira:
Como a velocidade é constante, temos: → →
1) F = | F | | d | cos 
h h
V = ––– ⇒ t = ––– F = 8,0 . 100 . 0,64 (J)
t V
F = 512J

k
Portanto: m = m0 – ––– h ⇒ m = m0 – C h 2) TEC: total = Ecin
V
F + at = 0
C at = – F = –512J

Para h = 20m, temos m = 10kg.


40) TEC: at = Ecin
10 = 30 – C . 20 ⇒ 20 C = 20 ⇒ C = 1 (SI) mV20
at = 0 – ––––––
2
m = 30 – h (SI)

5,0 . 10–3
b) Sendo o movimento uniforme, temos: at = – ––––––––– . (28)2 (J)
2
F = P = mg = (30 – h) 10
at = –1,96J
F = 300 – 10h (SI)

| at |  2,0J
c)
Resposta: B

41)

Sendo constante a velocidade com que o bloco se desloca, em


decorrência do teorema da energia cinética, temos:
F = F
F = área (F x d) at

20
F = (300 + 100) ––– (J) ⇒ = 4,0 . 103J = 4,0 kJ F = Fat . d
2
F = mgd

Respostas: a) m = 30 – h (SI) F = 0,2 . 5,0 . 104 . 10 . 3,0 . 104 (J)


b) F = 300 – 10h (SI)
c) 4,0kJ F = 3,0 . 10 9J

– 19
Porém, o trabalho ( F ) é realizado por 500 pessoas; assim, o c = mgH
valor médio para o trabalho realizado por indivíduo pode ser c = 7,9 . 103 . 10,0 . 1,7(J)
calculado por: c = 1,3 . 105J
F
individual = –––––– Resposta: D
500

3,0 . 10 9 45) Desprezando-se a velocidade do atleta no ponto mais alto de


individual = ––––––––– (J) sua trajetória parabólica e aplicando-se o teorema da energia
500
cinética, obtém-se:

individual = 6,0 . 10 6 J = 6,0 . 103kJ total = Ecin

Como foi desprezado o trabalho muscular interno, tem-se:


Resposta: D
mV 2 mV02
peso = –––– – ––––
2 2
42) 1) Se o bloco se move com velocidade constante, a força
mV02
resultante sobre ele é nula: –mgH = 0 – ––––
2

V02 = 2gH

V0 = 
2gH

V0 = 
2 .
10 . 3,2 (m/s)

V0 = 8,0m/s

Resposta: D

2) Aplicando-se o teorema da energia cinética (TEC), obtém-


se:
total = Ecin
F + P = 0
F – mgh = 0

F = mgh

Portanto: I = II

Resposta: B

43) TEC: R = Ec


m
Fm . d . cos 180° = ––– (V2 – V20)
2

20
Fm . 0,10 . (–1) = ––– . 10–3 (9,0 . 104 – 16,0 . 104)
2

Fm = 7,0 . 103N

Resposta: D

m
44) 1)  = ––– ⇒ m =  . vol = 1,05 . 103 . 7,5(kg)  7,9 . 103kg
vol

2) TEC: total = Ec


c + p = 0
c – mgH = 0

20 –
FÍSICA A velocidade resultante do homem é dada por:

LIVRO 3 – MECÂNICA VR
(H)
= VH – VE

Capítulo 4 – Potência Mecânica A velocidade resultante da mulher é dada por:

VR = VE
9) (M)

Portanto: VH – VE = VE ⇒ VH = 2VE

Sendo e a extensão do degrau, temos:

n’e ne
––––– = 2 –––––
t t

Portanto: n’ = 2n = 70
H
1) Conforme a figura: sen 30° = ––––
AB
c) Para um referencial fixo na escada, o homem tem ve-
1 H locidade escalar constante 2V e sobe uma altura 2H, em
––– = ––– ⇒ H = 6,0m que H é a altura da escada em relação ao solo.
2 12
Aplicando-se o teorema da energia cinética, obtém-se:

interno + Peso = Ecin


2) TEC: total = Ecin
interno – 2mgH = 0 ⇒ interno = 2mgH
motor + p = 0 (MU)
interno = 2 . 80 . 10 . 7,0 (J)
motor – mgH = 0

motor = mgH = 15 . 200 . 6,0 (J) interno = 1,12 . 104 J = 11,2 kJ

3
Respostas: a) 1,4 . 102 W
motor = 18 . 10 J b) 70
c) 11,2kJ
motor
3) Potm = ––––––
t mV2f mV20
11) 1) motor = Ecin = ––––– – –––––
2 2
18 . 103J
Potm = –––––––– ⇒ Potm = 3,0 . 102W
1,0 . 103 . 900
60s motor = ––––––––––––– (J) = 450 . 103J
2
Resposta: C
motor 450 .103J
2) Potmotor = ––––– – ––––––––– = 45 . 103W = 45kW
10) a) A senhora aplica sobre a escada uma força vertical para t 10s
baixo de intensidade igual à de seu peso e que sofre um Resposta: A
deslocamento vertical H = 7,0m.
Portanto: = PS . H
12) a) Quando o elevador se movimenta com velocidade cons-
= 60 . 10 . 7,0 (J) ⇒ = 4,2 . 103J tante, a força resultante sobre ele é nula e a força aplicada
pelo cabo equilibra o peso do elevador.
A potência cedida à escada é dada por: F1 = P = Mg
4,2 . 103J F1 = 5,0 . 10 3 . 10 (N)
Pot = –––– = ––––––––––– ⇒ Pot = 1,4 . 102W
t 30s
F1 = 5,0 . 10 4N

b) 1) O número de degraus da escada é dado por:


H=nh

7,0 = n . 0,2 ⇒ n = 35

2) Para que os tempos gastos pelo homem e pela mulher


sejam iguais, devemos ter:
b) Aplicando-se a 2.a Lei de Newton para o instante con-
VR = VR siderado, temos:
(homem) (mulher)

– 21
F2 – Mg = Ma c) Para as rodas derrapando, o atrito é dinâmico e a força de
F2 = M (a + g) atrito terá intensidade dada por:
Fat =  P = 0,50 . 1,10 . 104 (N) = 5,50 . 103N
F2 = 5,0 . 10 3 . 15 (N)
F2 = 75 . 10 3N A velocidade dos pontos da periferia da roda tem módulo
v dado por:
F2 = 7,5 . 10 4N v =
R = 600 . 0,40 (m/s) = 240m/s
Como o carro ainda não se movimentou, toda a potência
fornecida pelo motor foi consumida pelo atrito:

Potmotor = |Potatrito| = Fat . V

Potmotor = 5,50 . 103 . 240 (W) ⇒ Potmotor = 1,32 . 106 W


c) No instante T, em que a = 5,0m/s 2, temos F2 = 7,5 . 10 4N
Respostas: a) 20,0m/s2
Pot = F2V2 (constante)
b) 3,30 . 104N
150 . 10 3 = 75 . 10 3 V 2 ⇒ V2 = 2,0m/s c) 1,32 . 106W

d) Como a potência é constante, a velocidade máxima VL 15)


ocorre quando a respectiva força aplicada pelo cabo é míni-
ma; isto ocorre quando F = P = 5,0 . 10 4N.
Pot = Fmín VL = constante

150 . 10 3 = 50 . 10 3 VL ⇒ VL = 3,0m/s a) 1) A potência útil do motor do carro é dada por:


Pot = FV
Respostas: a) 5,0 . 10 4N b) 7,5 . 10 4N 120 . 10 3 = F . 60 ⇒ F = 2,0 . 10 3N
c) 2,0m/s d) 3,0m/s
2) Sendo constante a velocidade do carro, a força
13) resultante é nula e portanto:

Far = F = 2,0 . 10 3N ⇒ Far = 2,0 . 10 3N

b)

1) MRU: Fmotriz = Fr = kV

2) Potmotriz = Fmotriz . V . cos 0°

Potmotriz = kV . V = k V2

Quando V duplica, a potência motriz fica multiplicada por 4.

Resposta: A

14) a) 1) Para uma dada velocidade, a aceleração será máxima


quando o motor estiver desenvolvendo sua potência Estando o carro com o motor desligado (motor desacopla-
máxima: do), a força de atrito trocada com o plano será nula e, para
manter a velocidade constante, teremos:
Potmáx = Fmáx . v Pt = Far
2,64 . 106 = Fmáx . 120 ⇒ Fmáx = 2,20 . 104N Mg sen  = Far

2) 2.a Lei de Newton: 800 . 10 . sen  = 2,0 . 10 3 ⇒ sen  = 0,25

Fmáx = m amáx c)

2,20 . 104 = 1,10 . 103 amáx ⇒ amáx = 20,0m/s2

b) A força que acelera o veículo é recebida do chão por meio


do atrito e, portanto:

F  Fat
destaque
Fmáx =  (P + Fa)
2,20 . 104 = 0,50 (1,10 . 104 + Fa)

4,40 . 104 = 1,10 . 104 + Fa ⇒ Fa = 3,30 . 104N

22 –
1) Para manter a velocidade constante, a força resultante 18) a) A energia que deixa de ser produzida por uma turbina em
é nula e portanto: 3,0 h corresponde a:
F’ = Pt + Far ⇒ F’ = Mg sen  + Far Eturbina = Pot · t ⇒ Eturbina = 680 · 103 · 3,0 (kWh)

F’ = 800 . 10 . 0,3 + 2,0 . 10 3 (N) ⇒ F’ = 4,4 . 10 3N Eturbina = 2040 · 103 (kWh) ⇒ Eturbina = 2,04 · 106 kWh

2) A potência útil desenvolvida pelo motor será dada por: Cada domicílio consome E1 = 4,0 kWh. Assim, o número de
Pot = F’ V domicílios N que deixariam de ser atendidos é dado por:
Pot = 4,4 . 10 3 . 60 (W) ⇒ Pot = 264 . 10 3W
N · E1 = Eturbina ⇒ N · 4,0 = 2,04 · 106
Pot = 264 kW
N = 5,1 · 105 domicílios
Respostas: a) 2,0 . 10 3N
b) sen  = 0,25 b) De acordo com os dados, a turbina recebe um volume de
c) 264 kW 600 m3 de água em um segundo. Temos, então:
M
16) 1) A areia deve receber da esteira uma força horizontal dirigida dágua = ––– ⇒ M = dágua · V = 1,0 · 103 · 600 (kg)
para a direita. Essa força, suposta constante, terá intensidade V
F dada por:
M = 6,0 · 105 kg
mV
PFD: F = ma = –––
t
c) A potência mecânica da turbina (P) pode ser obtida por:
m
Como ––– = 3,0 kg/s e V = 4,0m/s, vem: P mgH dágua . V . g . H
t P = ––– ⇒ P = ––––– ⇒ P = ––––––––––––––
t t t
F = 3,0 . 4,0 (N) ⇒ F = 12,0 N P = dágua · Z · g · H ⇒ P = 1,0 · 103 · 600 · 10 · 120 (W)

2) Pela lei da ação e reação a areia aplica na esteira uma força P = 7,2 · 108 W ⇒ P = 720 MW
horizontal para a esquerda de mesmo módulo F = 12,0N. Respostas: a) N = 5,1 · 105
b) M = 6,0 · 105 kg
3) Para manter a esteira com velocidade constante, devemos
c) P = 720 MW
aplicar-lhe uma força para frente com a mesma intensidade
F e cuja potência será dada por:
19) A energia pode ser medida como o produto da potência pelo
PotF = F . V . cos 0° tempo.
PotF = 12,0 . 4,0 . 1 (W) ⇒ Portanto, se medirmos a potência em megawatts e o tempo
PotF = 48,0 W
em horas, a energia poderá ser medida na unidade:
Resposta: E
megawatts x hora (MWh)
17) a) TEC: total = Ecin A unidade de energia foi indicada de modo incorreto nas
mV02 expressões:
mV2
B + P = ––––– – ––––– 15 mil megawatts por h (MW/h)
2 2
5000 megawatts por h (MW/h)
mV2 1450 megawatts (MW)
B – mgh = ––––– Resposta: D
2

mV2 V2 20)
B = mgh + ––––– = m
2  gh + –––
2 
100
B = 1000
 10 . 7,0 + –––2  (J)
B = 1000 (70 + 50) (J) = 1000 . 120 (J)
1) Elevador original:
B = 1,2 . 105 J F1 = P1 = 1000 . 10 (N) = 1,0 . 104N

B s1 20m 2
b) PotB = ––– V1 = –––– = –––– = –– m/s
t
t1 30s 3
1,2 . 105J
PotB = ––––––––– = 0,20 . 103W 2
6,0 . 102s Pot1 = F1 V1 = –– . 104W
3
PotB = 200W 2) Novo elevador:
Resposta: B F2 = P2 = 8,0 . 103N

– 23
s2 30m s V0 + V 10,0 1,0 + 0
3.a etapa: ––– = –––––– ⇒ ––––– = –––––– ⇒ T3 = 20,0s
V2 = –––– = –––– = 1,5 m/s t
t2 20s 2 T3 2

Pot2 = F2 V2 = 1,2 . 104W


T = T1 + T2 + T3 = 50,0s

Portanto: motor 24,0


3) Potm = ––––––– = ––––– kW = 0,48kW
F2 < F1 t 50,0
Pot2 > Pot1
Resposta: D
Resposta: B

P mgH
21) 1) A potência útil do motor é dada por: 23) Pot = ––––– = –––––
t t
motor
Potu = –––––
t
Vol
m =  . Vol ⇒ Pot =  ––––– g H ⇒ Pot =  Z g H
TEC: total = EC t

motor + P = 0 513 . 106 = 0,9 . 1,0 . 103 . Z . 10 . 114

motor – mgH = 0 ⇒ motor = mgH Z = 5,0 . 102m3/s


Como 1m3 = 103ᐉ, obtemos: Z = 5,0 . 105ᐉ/s.
mgH 100 . 10 . 5 Resposta: E
Potu = ––––– = ––––––––––– (W) = 500W
t 10

2) A potência total do motor é dada por: 24) 1) TEC : total = Ecin

Potu motor + P(elevador) + P(contrapeso) = 0


 = –––––
PotT motor – MEgH + MCPgH = 0

500 500 motor = (ME – MCP)gH = 250 . 10,0 . 54,0 (J) = 1,35 . 105J
0,95 = ––––– ⇒ PotT = –––– (W)  526W
PotT 0,95
motor 1,35 . 105J
2) Potm = ––––––– = –––––––––– ⇒ Potm = 750W
Resposta: D t 3,0 . 60s

Resposta: D
22) 1) TEC: total = Ecin
motor + P = 0 ⇒ motor – mgH = 0

motor = m g H = 80,0 . 10,0 . 30,0 (J)

motor = 24,0 . 103J = 24,0kJ

2) Cálculo do tempo gasto:

s V0 + V 10,0 0 + 1,0
1.a etapa: ––– = –––––– ⇒ ––––– = ––––––
t 2 T1 2

T1 = 20,0s

s 10,0
2.a etapa: V = ––– ⇒ 1,0 = –––––
t T2

T2 = 10,0s

24 –
FÍSICA 3) Ec
Tmáx L
= ––––––––
(máx)
LIVRO 3 – MECÂNICA 2

100 . 1,0
Ec = –––––––– (J) = 50J
Capítulo 5 – Energia Mecânica (máx)
2
4) Ec = Ec + n Ec
9) A energia cinética da criança, em relação à estrada, é dada por: (máx) 0

m V2 50 = 20 + n . 2,0
EC = –––––
2 n = 15

km 72 Resposta: A
V = 72 ––– = ––– (m/s) = 20m/s
h 3,6

40 13) Para um referencial na cabeça do macaco:


EC = ––– . (20)2 (J)
2 Ep = m g H
i
Ep = 0,20 . 10 . 4,5 (J) = 9,0J
EC = 8,0 . 10 3J i
Ed = Ep – Ec
i f
Em relação ao carro, a criança está parada e sua energia
Ed = 9,0J – 7,0J ⇒ Ed = 2,0J
cinética é nula.
Resposta: A
Resposta: D

14) a) V2 = V02 + 2  s (MUV)


mV2
10) EC = –––––
2
(20)2 = 0 + 2 . 10 . H ⇒ H = 20m
1,0V2
2,0 . 102 = –––––
2 b) Edissipada = Epot relativa ao chão = m g H
V2 = 4,0 . 102
Ed = 0,180 . 10 . 20 (J)
V = 20m/s
Ed = 36J
Do gráfico dado:
V = 20m/s nos instantes t1 = 8,0s e t2 = 16,0s Respostas: a) 20m
Resposta: C b) 36J

15)
11) 1) V = V0 +  t (MUV)
V=gt

m V2 m
2) EC = ––––– = ––– g2 t2
2 2
 constante k

EC = k t2

O gráfico EC = f(t) é um arco de parábola com concavidade


para cima.
a) 1 – Aplicando-se o Teorema de Pitágoras, vem:
Resposta: D
2 2 2
V0 = V0x+ V0y

12) 2 2
V0 = 9,0 + 4,0 ⇒ V0 = 13,0 (SI)

2 – A energia cinética inicial é dada por:

2
m V0
Ecin = –––––––––
m V2 0 2
1) T = Fcp = ––––– ⇒ mV2 = TL
L
1,0
Ecin = ––– . 13,0 (J)
0 2
m V2 TL
2) Ec = ––––– = ––––
2 2
Ecin = 6,5J
0

– 25
b) No ponto mais alto da trajetória, a velocidade só tem 19) Ei = m g H = 25 . 10 . 2,0 (J) = 500J
componente horizontal, que é igual à componente mV2 25
horizontal da velocidade de lançamento, pois o movimento Ef = ––––– = ––– (4,0)2 (J) = 200J
2 2
horizontal é uniforme.
Ed = Ei – Ef = 300J

Resposta: D

mV2
20) EC = –––––
2
Quando V duplica, EC fica multiplicada por 4.
Resposta: D

21) A energia potencial gravitacional é dada por:


2
m V1 Ep = m g H
Ecin = ––––––––– Como gT é maior que gL, temos:
1
2
o gato é gordo (maior m)
o guarda-roupas é alto (maior H)
1,0 . 9,0 o fenômeno ocorre na Terra (maior g)
Ecin = –––––––– (J)
1 Resposta: D
2

Ecin = 4,5J
1
22) 1) 100g ………………… E1 = 1,5 . 103kJ
400g ………………… E2
Respostas: a) 6,5 J
b) 4,5 J E2 = 6,0 . 103kJ = 6,0 . 106J

2) E2 = m g H
6,0 . 106 = 10 . 10 . H
16) Ep = m g H
A energia potencial gravitacional é proporcional a g; quando g H = 6,0 . 104m = 60km
duplica, então Ep também duplica.
Resposta: E
Resposta: D

30) Desprezando-se o efeito do ar, a energia mecânica vai perma-


17) 1) E1 = 621kcal = 621 . 103 . 4,2J  2,6 . 106J
necer constante:
2) nE1 = m g H Ef = Ei

k x2 k x2
n . 2,6 . 106 = 70 . 10 . 80 = 56 000 m g H = –––– ⇒ H = ––––––
2 2mg
5,6 . 104
n = ––––––––  2,2 . 10–2 Portanto, a altura H é proporcional ao quadrado da defor-
2,6 . 106
mação da mola. Quando x duplica, a altura fica multiplicada
por 4.
Como n é inteiro o seu valor mínimo é 1.
Resposta: E
Resposta: A

mV2 31) a) Lei de Hooke: F = kx


18) 1) EC = –––––
0,80 . 10–6 = k . 0,80 . 10–6
2
k = 1,0N/m
Para V2 = 25 (m2/s2), temos EC = 750J

m k x2
750 = –– . 25 ⇒ m = 60,0kg b) E = –––– (energia elástica)
2 2
2) m = mb + mC 1,0
E = –––– (0,10 . 10–6)2 (J)
60,0 = 8,5 + mC 2
E = 0,50 . 10–14 (J)
mC = 51,5kg
E = 5,0 . 10–15J
Resposta: D

26 –
c) 2.a Lei de Newton: F = ma 36) a) A energia cinética adquirida pelo atleta é transformada, de
kx = ma acordo com o texto, em energia potencial gravitacional:
2
1,0 . 0,50 . 10–6 = m . 250 m V0
Ep = m g H = ––––––
m = 2,0 . 10–9kg 2

Respostas: a) 1,0N/m V02 (10) 2


b) 5,0 . 10–15 J H = –––– = –––––– (m) ⇒ H = 5,0m
2g 2 . 10
c) 2,0 . 10–9kg

b) Admitindo-se que o centro de massa do atleta esteja


inicialmente a 1,0m do chão (metade de sua altura), a altura
32) Como o carrinho não consegue chegar à mesma altura de
máxima atingida pelo atleta será dada por:
partida, concluímos que há dissipação de energia mecânica,
Hmáx = H + H0
isto é, durante todo o percurso, a energia mecânica vai
diminuindo:
Hmáx = 5,0m + 1,0m ⇒ Hmáx = 6,0m
ETM > ETN > ETP > ETQ

Como EN < EP e as energias potenciais em N e P são iguais, c) O valor da altura máxima depende da velocidade horizontal
concluímos que ECN > ECP. máxima atingida pelo atleta.
Resposta: D Com a mesma velocidade horizontal máxima (10m/s), a
altura máxima atingida será a mesma, independentemen-
te da massa do atleta.
33) 1) Durante a subida, a energia potencial de gravidade Respostas: a) 5,0m
aumenta. b) 6,0m
2) Durante a subida, a energia cinética é constante porque o c) ver texto
movimento é uniforme.
3) Durante a subida, a energia mecânica aumenta.
37) 1) Se a velocidade duplicar, a energia cinética ficará multipli-
Resposta: E 2

 
mV
cada por 4 Ec = –––––– e passará a valer 400J.
2

34) O ponto de maior risco é o de maior velocidade, que corres- 2) Como a energia mecânica total vale 400J, então a energia
ponde ao ponto mais baixo, de acordo com a conservação da potencial valerá zero e a pedra estará chegando ao solo.
energia mecânica (maior energia cinética implica menor ener- Resposta: C
gia potencial).
Resposta: B
38) a) x = 2,0m ⇒ EC = 100J
Ep = Em – EC = 450J – 100J
35) Em queda livre, o esportista cai 11m.
1. Tempo de queda livre: Ep = 350J
1 2 . h
h = –– . g t2 ⇒ t = ––––––– b) x = 6,0m ⇒ EC = 100J
2 g
2
mV 80 . 10–3 V2
2 . 11 EC = –––––– ⇒ 100 = –––––––––––
t= ––––––– (s) ⇒ t  1,5s 2 2
10
100 . 103 = 40 V2
2. Cálculo da variação da energia potencial:
Epot = mgh – mgH = m g (h – H) V2 = 2,5 . 103 ⇒ V = 50m/s
Epot = 60 . 10 (–11) (J)
m 2
c) EC = ––– Vmáx
Epot = –6600J máx 2

80 . 10–3 2 2
3. Cálculo da variação da energia cinética: 400 = ––––––––– Vmáx ⇒ Vmáx = 1,0 . 104 ⇒ Vmáx = 100m/s
2
Como se trata de queda livre, a energia mecânica não se
altera e teremos: d) A velocidade não é nula em nenhuma posição pois a ener-
gia cinética nunca é nula.
Ecin = –Epot = + 6600J
Respostas: a) 350J
Respostas: 1,5s; b) 50m/s
– 6600J: redução da energia potencial; c) 100m/s
+ 6600J: aumento da energia cinética. d) Em nenhum ponto

– 27
39) a) Falsa: Em = 50J (constante) 2
mVA
–––––– = m g h
b) Falsa: x = 1m ⇒ Ec = 0 ⇒ Ep = 50J 2

c) Falsa: x = 3m ⇒ Ec = 50J ⇒ Vmáxima 2


2 VA (4,0)2
mV h = ––––– = ––––– (m)
d) Falsa: Ec = –––––– 2g 20
2
0,01 . V2 h = 0,80m = 80cm
50 = ––––––––
2 Resposta: A
100
V2 = ––––– = 104
0,01
42) Conservação da energia mecânica:
V = 100m/s
Efinal = Einicial
e) Correta: x = 1m ⇒ Ec = 0 ⇒ Ep = 50J
Resposta: E (referência no solo)

m V2
40) ––––– = m g H
2

V2 (28)2
H = ––– = ––––––– (m) = 40m
2g 2 . 9,8

Resposta: A

2 2

   
mV V
43) E = 0,80 –––––– + m g H = 0,80m ––– + g H
2 2

 
400
E = 0,80 . 900 ––––– + 10 . 50 (J)
2
Como não há atrito, a energia mecânica permanece constan-
E = 720 . 700 (J)
te:
E = 504 . 103J
EB = EA
E = 504kJ
(referência em B)
m VB2 Resposta: B
–––––– = m g H
2

VB = 
2gH 44)

A velocidade escalar VB independe da massa do corpo.

Resposta: A

km 14,4
41) 1) V = 14,4 –––– = ––––– (m/s) = 4,0m/s
h 3,6

2) Usando-se a conservação da energia mecânica:

EB = EA

(referência em B)

m VB2
–––––– = m g H
2

VB = 
 = 
2gH 2 . 10 . 5 (m/s)

EA = EB VB = 10m/s

(referência em A) Resposta: D

28 –
45) Ec = Ep
final inicial Ed = 8,0 . 102J
m V2
––––– = m g H Respostas: a) 50 m/s
2
b) 8,0 . 102J
V = 
 = 
2gH 
2 . 10,0 . 3,2 (m/s)

V = 8,0m/s 57) a) EB = EA

Resposta: A m VB2 m VA2


––––––– + m g hB = ––––––– + m g hA
2 2

54) a) A: energia potencial: (Ep = m g h) VB2 + 2 g hB = VA2 + 2 g hA


B: energia cinética: (Ec = Em – m g h)
C: energia mecânica: (Em = 2,5kJ = constante) VB = 
VA2 + 2g (hA – hB)
b) Ep = m g hmáx
máx
VB = 
36,0 + 2 . 10,0 (–1,0) (m/s)
2,5 . 103 = m . 10,0 . 5,0 ⇒ m = 50,0kg
m V02 VB = 4,0m/s
c) Ec = –––––––
máx
2
b) 1) Como hA = hC ⇒ VC = VA = 6,0m/s
50,0 2
2,5 . 103 = –––––– V0
2 2) EA = ED
2
V0 = 100 ⇒ V0 = 10,0m/s m V02 m VD2
––––––– + m g hA = –––––––
2 2

55) 1) V = V0 +  t
VD = 
V02 + 2 g h
V=gt
m V2 m VD = 
36,0 + 2 . 10,0 . 4,0 (m/s)
Ec = ––––––– = ––– g2 t2 = k t2 (parábola com concavidade
2 2 para cima) VD = 
116 m/s

2) Ep = Em – Ec VD  10,8m/s

Ep = Em – k t2 (parábola com concavidade para baixo) m


c) P (AD) = EC = 2 2
––– (VD – VA )
Resposta: A 2

0,50
56)
a) EB = EA P = ––––– (116 – 36,0) (J) ⇒ P = 20,0J
2
(referência em B) Respostas: a) 4,0m/s
2 2 b) 6,0m/s e 
116 m/s
m VB m V0
–––––– = –––––– + m g H c) 20,0J
2 2

2 2 58)
VB = V0 + 2 g H

VB = 
2
V0 + 2 g H

VB = 
500 + 2 . 10 . 100 (m/s)

VB = 50m/s

b) Ed = EB – EC
2
m VB
Ed = –––––– – m g h
2
1) Do gráfico dado: t = 0,4s ⇒ VB = 4,0m/s
2) Usando-se a conservação da energia mecânica entre A e B,
1,0
Ed = ––– (50)2 – 1,0 . 10 . 45 (J) vem:
2
EB = EA
Ed = 1250 – 450 (J)
(referência em A)

– 29
2 61) I) FALSA. A componente horizontal da velocidade só se
mVB2 mVA
––––– + m g h = ––––– mantém constante depois que o corpo abandona a rampa
2 2 e fica sob ação exclusiva da gravidade.
2 2
VB + 2 g h = VA
II) CORRETA. No trecho ABC, a velocidade horizontal é cons-
2 → →
VA – VB2 tante porque a aceleração do corpo é vertical ( a = g ).
h = ––––––––––
2g III) CORRETA. Usando-se a conservação da energia mecânica
entre A e B, vem:
36,0 – 16,0
h = ––––––––––– (m) EB = EA
20,0
(referência em A)

h = 1,0m 2
m VB2 m VA
–––––––––– + m g (hB – hA) = –––––––––––
Resposta: B 2 2

m VB2 2
m VA
→ –––––– = –––––– – mg (hB – hA)
59) 1) Cálculo do módulo de VB: 2 2
De A para B, a energia mecânica se conserva:

EB = EA IV) FALSA. Usando-se a conservação da energia mecânica


entre o solo e o ponto B, temos:
(referência em B)
Esolo = EB

m VB2 (referência no solo)


––––– = mgR ⇒
2
VB = 
2gR
m V02 m VB2
–––––– = m g hB + ––––––
2) Cálculo do tempo de queda de B para C: 2 2
y
sy = V0y t + –––– t2 (MUV) V) CORRETA. Usando-se a conservação da energia mecânica
2
entre A e B, vem:
g
h – R = 0 + –––– T2 ⇒ 2(h – R) m VA 2
m VB2
2 T= ––––––– –––––––– = –––––––– + m g (hB – hA)
g
2 2

3) Cálculo do alcance OC: 2 2 2


Porém, VA = VAy + VAx e VAx = VB
sx = Vx t (MU) ⇒ OC = 
2gR .
2(h – R)
––––––––
g
Portanto:

m 2 m 2 m VB2
OC = 2 
R(h – R) ––––– VAy + ––––– VB = ––––––––– + m g (hB – hA)
2 2 2
Resposta: D
m 2
––––– VAy = m g (hB – hA)
60) 1) Conservação da energia mecânica entre A e D: 2

EA = ED Resposta: E

(referência em D) 62) A energia mecânica do sistema formado pelo bloco e pela


mVD2 VD2
400 mola vai permanecer constante.
mg H = ––––– ⇒ H = –––– = –––– (m) ⇒ H = 20m A energia potencial de gravidade do bloco é transformada em
2 2g 20
energia potencial elástica da mola.

2) Conservação da energia mecânica entre A e C: k x2


m g H = –––––
2
EA = EC

(referência em C) 150 x2
0,60 . 10 . 2,0 = ––––––
2
mVC2 VC2 VC2
mg (H – h) = ––––– ⇒ H – h = –––– ⇒ H = h + –––– 0,16 = x2
2 2g 2g

100 x = 0,40m
20 = h + –––– ⇒ h = 15m
20
Resposta: B
Resposta: E

30 –
63) Usando-se a conservação da energia mecânica, vem: Como V0E > V0B = V0C = V0D > V0A , resulta:

VE > VB = VC = VD > VA

Resposta: A

65)

EB = EA

(referência em A)

mVB2 k h2
m g h + ––––– = –––––
2 2

VB2 180
0,1 . 10 . 0,1 + 0,1 –––– = –––– . (0,1)2
2 2

0,1 Conservação da energia mecânica:


0,1 + –––– VB2 = 0,9
2 EA = EB

0,1 (referência em B)
2
–––– VB = 0,8
2 kx2
(M + 5m)g H = ––––
VB2 = 16,0 2
k
(600 + 400) . 10 . 20,0 = –– 0,25
VB = 4,0m/s 2
4,0 . 105 = k . 0,25
Resposta: 4,0m/s
k = 16 . 105 N/m

64) 1) O tempo de queda só depende do movimento vertical k = 1,6 . 106 N/m = 1,6 . 103 kN/m
(Princípio de Galileu). Como a aceleração é a mesma para
todos os projéteis, o tempo de queda só dependerá do Resposta: E
valor de V0y. O projétil D terá menor tempo de queda por-
que foi lançado verticalmente para baixo. Os projéteis A e
B terão tempos de queda iguais porque para ambos 66)
EA = EB
V0y = 0. Os projéteis C e E terão maior tempo de queda
porque foram lançados para cima e será o mesmo para os (referência em B)
dois porque:
k (h – d)2
V0y(C) = V0 –––––––– = mg (H – d)
2
V0y(E) = 2 V0 cos 60° = V0
k (0,5)2
–––––––– = 70 . 10 . 2,5
Portanto, TD < TA = TB < TC = TE 2

2) O módulo da velocidade de chegada ao chão é dado pela k . 0,25 = 1400 . 2,5


conservação da energia mecânica:
k = 1,4 . 104N/m
Ef = Ei (referência no solo)

mVf2 mV02
Vf = 
2
––––– = m g H + ––––– ⇒ 2 g H + V0
2 2 Resposta: C

– 31
67) a) Ei = mA g HA 71) A energia potencial da água é transformada em cinética, que
Ei = 3,0 . 10 . 1,0 (J) ⇒ Ei = 30J aciona as turbinas do gerador.
O gerador transforma a energia cinética da água em elétrica.
b) A energia potencial perdida por A é transformada em: Resposta: D
1) energia potencial ganha por B;
2) energia cinética ganha pelo conjunto. 72) Conservação da energia mecânica:
EA = EB
(mA + mB) V2
mAgH = mBgH + –––––––––––––
2 (referência em A)

5,0 V2 mVA2 mVB2


30 = 2,0 . 10 . 1,0 + ––––––– –––––––– = m g (hb – ha) + ––––––––
2 2 2

5,0 VB = 
VA2 – 2g (hb – ha)
10 = –––– V2
2
V2 = 4,0 VB = 225

– 2 . 10 . 10 (m/s) = 
25 m/s

. V . = 2,0m/s
VB = 5,0m/s = 18km/h
Respostas: a) 30J
Resposta: B
b) 2,0m/s

68) A energia potencial perdida por B é transformada em energia 73)


cinética de A e de B:
V2
m g h = (M + m) ––––
2

V2 mgh
–––– = –––––––
2 M+m

V2 M.mgh
Ecin = M –––– = –––––––––––
A 2 M+m

Resposta: D
Para um referencial passando por B, temos:
EA = mg HA = 400 . 10 . 20 (J) = 80kJ
69) A energia potencial perdida pelo bloco de massa 2m é trans-
mVB2 400
formada em: EB = ––––– = ––––– (10)2 (J) = 20kJ
1) energia potencial ganha pelo corpo de massa m; 2 2
2) energia cinética ganha pelo sistema. Ed = EA – EB = 60kJ
h h Resposta: B
O bloco B subiu ––– e o bloco A desceu –––
2 2

h h 3mV2 74)
2mg ––– = mg ––– + ––––––––
2 2 2

gh 3V2
g h = –––– + –––––
2 2

2 g h = g h + 3V2
3V2 = g h
Em ambos os casos, de acordo com a conservação da energia
3V2 = g h g h
V= mecânica, vem:
–––
3
mVf2
––––– = m g H
Resposta: A 2

Vf = 
2gH
70) A energia potencial da água é transformada em cinética e, em
seguida, em energia elétrica. Como as alturas dos pontos A e C, em relação ao plano
Resposta: B horizontal que passa por B e D, são iguais, concluímos que:

32 –
y
VM sy = V0y t + ––– t2 (MUV)
VM = VN e –––– =1 2
VN
g 2
H = 0 + ––– tQ
Resposta: B 2

89) a) Ec = Ee 2H
tQ = ––––
2 g
 
m V2 k x k x2
––––– = ––– . –– ⇒ V2 = ––– . –––
2 2 2 m 4 3) Cálculo do alcance D:
sx = Vx t (MU)
x k
V = ––– ––– D = VB tQ
2 m
2H
D = 
2gh . ––––
g
b) 1) Na direção vertical:
y D = 2 
Hh
y = V0y t + ––– t2
2 Resposta: A
g 2h
h = 0 + ––– tQ2 ⇒ tQ = ––––
2 g 91) a) A corda vai ser acelerada pelo peso da parte dela que está
pendente (comprimento x).
2) Na direção horizontal:
PFD: Px = M . a
d x k 2h mx . g = M . a
V = ––– ⇒ d = V . tQ ⇒ d = ––– –––– . ––––
tQ 2 m g A massa da corda é proporcional ao respectivo compri-
mento:
x 2kh
d = ––– –––––– mx = k . x e M = k . L
2 mg g
Portanto: k x g = k L a ⇒ a = ––– x
L

90) 1) Velocidade ao final da rampa: b) A energia potencial perdida é transformada em energia


cinética.

EB = EA
O centro de massa da parte pendente desceu uma distân-
(referência em B) x
cia –– e, portanto:
2 2
mVB
–––––– = m g h
2 x k L v2
kx g –– = ––––––
2 2
VB = 
2gh x2 g = L v2
2) Tempo de queda livre: g g
v2 = –– x2 ⇒ V= –– . x
L L

c)

– 33
2) A energia elástica começa a ser armazenada a partir do
valor y = 20m. Isso significa que o comprimento natural
da corda é L0 = 20m.

b) Quando a pessoa atinge o ponto B, tomado como re-


ferência, toda a energia mecânica está na forma elástica.

EB = EA

(referência em B)

kx 2 k
––– = mg H ⇒ ––– (10) 2 = 24 . 103 ⇒ k = 480N/m
2 2
92) O centro de gravidade da corda estava, inicialmente, a uma
L Respostas: a) P = 8,0 . 102N
distância –– da polia e, ao iniciar a sua queda livre, estará a
4 L0 = 20m
L
uma distância –– da polia e, portanto, desceu uma distância b) k = 480N/m
L 2
–– .
4
94)
Dada a conservação da energia mecânica da corda, a energia
potencial perdida é transformada em energia cinética:

Epot = Ecin
perdida ganha

L mV2
m g –– = –––––
4 2

gL
V2 = ––––
2

gL
V= –––––
2

Resposta: B

93)

Seja x a deformação máxima da corda.


Usando-se a conservação da energia mecânica com um plano
de referência passando pela posição mais baixa do centro de
gravidade da pessoa, vem:

Kx2
—— = mg (L0 + x + 2h)
2

200
—— x2 = 1000 (18 + x + 2,0)
2

x2 = 10 (20 + x)

x2 = 10x + 200

x2 – 10x – 200 = 0

10   
100 + 800
x = ————————— (m)
a) 1) A energia potencial gravitacional para y = 0 é dada por 2
U=mgH 10  30
x = ———— (m) ⇒ x1 = – 10m (rejeitada)
24 . 103 = P . 30 2

P = 8,0 . 10 2N x2 = 20m

34 –
Logo: H = 40m 96) a) EB = EA (referência em B)

Se ele não atingiu as rochas, dos valores citados, a menor dis-


tância possível é de 41m.
Resposta: D

95)

m VB2
–––––––– = m g h
2

2gh = 
VB =  2
. 10 . 0,8 (m/s)

VB = 4,0m/s

b) TB – P = Fcp

m VB2 VB2

TB = mg + –––––––– = m g + –––
R R 
16,0
1) Quando se trata de fio, na condição de velocidade mínima,
devemos impor que o fio fique frouxo no ponto mais alto.

TB = 40 10 + ––––
4,0  (N)
P = Fcp TB = 560N
B

m VB2
mg = –––––––– ⇒ VB2 = g L c)
L
Impondo a conservação da energia mecânica da esfera
pendular, entre A e B, vem:

EA = EB 3,2
cos  = ––– = 0,8
(referência em A) 4,0
2
m V1 m VB2
–––––––– = m g 2 L + ––––––––
2 2
2
V1 gL
–––– = 2 g L + ––––
2 2

V1 = 
2
V1 = 5 g L ⇒ 5gL Na posição A, a velocidade é
nula, a resultante centrípeta
2) Quando se trata de haste (corpo rígido), a velocidade é nula e, portanto:
mínima em B é nula.
Impondo a conservação da energia mecânica da esfera TA = Pn = P . cos 
entre A e B, vem:
TA = 400 . 0,8 (N)
EA = EB

(referência em A) TA = 320N
2
m V2
V2 = 2 
2
–––––––– = m g 2 L ⇒ V2 = 4 g L ⇒ gL
2
Respostas: a) 4,0m/s
Respostas: a) 
5gL
b) 560N
b) 2 
gL c) 320N

– 35
97) a) 1) Conservação da energia mecânica entre A e B: 99)
EB = EA

(referência em B)
m VB2
–––––––– = m g L
2
m VB2
–––––––– = 2 m g = Fcp
B
L

2)
1) Conservação da energia mecânica:
TB – P = Fcp
B E2 = E1

TB – P = 2P (referência em 2)
M V22
TB = 3P –––––––– = M g 2 R
2

M V22
–––––––– = 4 M g
R
b) Como o raio vai reduzir-se à metade, a resultante centrí-
peta em B vai duplicar. Fcp = 4 M g
2
F’cp = 2 Fcp = 4P
B
2) Na posição 2, a resultante é centrípeta:
T’B – P = 4P
F + P = Fcp
T’B = 5P 2

F + P = 4P
Respostas: a) 3P b) 5P
F = 3P
F
––– = 3
98) Usando-se a conservação da energia entre A e C, temos: P

EA = EC Resposta: C

(referência em C)

m VC2 m VC2 100) a) 1) Quando a energia mecânica da esfera for a mínima


m g L = –––––––– ⇒ –––––––– = 2 mg
2 L possível, a velocidade em A será mínima e a força
normal que a calha aplica na esfera se anula.
Imediatamente antes do instante t1:

m VC2
T1 – mg = –––––––– ⇒ T1 – mg = 2mg
L

T1 = 3mg (1)

Após o instante t1, na queda livre, para um referencial fixo no


elevador, a gravidade aparente é nula e a esfera passa a ter
movimento circular e uniforme:

m VC2
T2 = Fcp = –––––––– ⇒ T2 = 2mg (2)
L
m VA2
Comparando-se (1) com (2), vem: P = Fcp ⇒ m g = ––––––––
A
R
T1 T2 T2 2
––– = ––– ⇒ –––– = –––
3 2 T1 3 VA2 = g R ⇒ VA = 
gR

Resposta: E VA = 
10,0 . 0,40 m/s ⇒ VA = 2,0 m/s

36 –
2) Conservação da energia mecânica entre A e B: 102) a) Não havendo atrito na descida da rampa A, a energia me-
cânica permanece constante:
EB = EA

(referência em B) m VA2
mgHA = –––––––
2
m VB2 m VA2
–––––––– = –––––––– + m g 2 R
2 2 VA = 
2g HA

VB2 = VA2 + 4 g R A razão pedida é dada por:

VB = 
VA2 +
4 g R = 
4,0 +


4,0 . 10,0 . 0,40 m/s VA(T) gT
Ra = ––––––– = –––– ⇒ Ra = 
3
VA(M) gM
VB = 
 m/s = 2,0 
20,0  m/s
5,0
b) A energia mecânica dissipada na região horizontal é
medida pelo trabalho do atrito:
b) 1) Na posição A: NA = 0 W = | at | = Fat . L
m VB2
2) Na posição B: NB – P = Fcp = –––––––– W = mgL
B
R
A razão pedida é dada por:
1,0 . 20,0
NB – 10,0 = ––––––––– ⇒ NB = 60,0N
0,40 WT gT
Rb = ––––– = ––––– ⇒ Rb = 3
WM gM
c) Fbalança = Pcalha + Força normal
c) Aplicando-se o teorema da energia cinética entre a posição
Fmín = Pcalha = 5,0N
inicial na rampa A e a posição final na rampa B, vem:
Fmáx = Pcalha + NB = 65,0N
P + at = Ecin
mg(HA – HB) – mgL = 0

101) 1) O menino perderá o contato com o iglu quando a força nor- HA – HB = L


mal de contato se anular.
HB = HA – L
Nesse caso, o componente normal do peso (Pn = P cos ) fa-
rá o papel de resultante centrípeta. Portanto: HB(T) = HB(M) e RC = 1
2
m VB
Pn = Fcp = –––––
B Respostas: a) 3
R
b) 3
2
m VB c) 1
m g cos  = –––––
R
2
VB 103) a) Usando-se a conservação da energia mecânica entre a
g cos  = ––––– (1) posição inicial e a posição A, vem:
R
EA = E0 (referência em A)
h
2) Da figura: cos  = –– (2)
R m VA
2

2 ––––––– = mg (H0 – HA)


h VB 2 2
(2) em (1): g . –– = –––– ⇒ VB = g h (3)
R R
VA = 
2g(H0 – HA) = 
2 . 10 . 5,0 (m/s)
3) Usando-se a conservação da energia mecânica entre A e B:
VA = 10 m/s
EB = EA (referência em B)

m VB
2 b) Analisando-se o movimento vertical:
––––– = m g (R – h)
2
2 Vy2 = V0y + 2 y sy
1
2
VB = 2 g (R – h) (4) V0y = VA sen  = 10 . –– (m/s) = 5,0 m/s
2
4) Comparando-se (3) com (4): 0 = 25 + 2 (– 10) (H – 3,0)

g h = 2 g (R – h) 20(H – 3,0) = 25
2 H – 3,0 = 1,25 ⇒ H = 4,25 m
h = 2R – 2h ⇒ 3h = 2R ⇒ h = –– R
3

– 37
c) 1) O tempo de subida é dado analisando-se o movimento No ponto A:
vertical: FN + P = Fcp
A
Vy = V0y + y t (MUV) m VA2
2mg + mg = –––––––
0 = 5,0 – 10 ts ⇒ ts = 0,5s R
2) O tempo de voo T é dado por:
VA2 = 3 g R
T = ts + tQ = 2ts = 1,0s

3) O alcance D é obtido analisando-se o movimento 2) Conservação da energia mecânica entre A e B:


horizontal: EB = EA
sx = Vx t (MU)
(referência em B)
Vx = VA cos  = 10 . 0,87 (m/s) = 8,7 m/s
m VB2 m VA2
D = 8,7 . 1,0 (m) ––––––– = ––––––– + m g 2R
2 2
D = 8,7 m
VB2 = VA2 + 4 g R = 3 g R + 4 g R = 7 g R
Respostas: a) VA = 10 m/s 3) No ponto B:
b) Hmáx = 4,25 m m
FN ’ – mg = ––– . 7gR ⇒
’ – P = Fcp ⇒ FN ’ =8mg
FN
B
c) D = 8,7 m R
Resposta: E

104) 1) Conservação da energia mecânica:

m V2 106) 1) Epot = 2Epot = 2E


B A
mgH = –––––––
2 VA 1
2) VB = VA cos 60° = ––– ⇒ Ecin = ––– Ecin
B A
mV2 = 2 m g H 2 4
3) EB = EA
m V2 2mgH
Fcp = –––––– = –––––––– (referência no solo)
L L Ecin + Epot = Ecin + Epot
B B A A
2 . 50,0 . 10,0 . 3,0
Fcp = –––––––––––––––––– (N) Ecin + 2E = 4 Ecin + E
10,0 B B
E = 3 Ecin
B
Fcp = 300N
E
Ecin = ––––
B 3
2)
2T – P = Fcp Resposta: E

2T = P + Fcp = 500 + 300

T = 400N

Resposta: C

105) 1)

38 –
FÍSICA

LIVRO 3 – ÓPTICA

Capítulo 1 – Ângulo Limite e Reflexão Total

5) a) Para incidência não ortogonal, a luz sofre desvio, afastan-


do-se da normal no ponto de incidência, quando se refrata
no sentido do meio mais refringente para o meio menos
refringente.
b) A luz deve incidir do meio mais refringente para o meio
menos refringente, segundo um ângulo de incidência maior
do que o ângulo limite para o dioptro.
Respostas: a) Afasta-se.
b) nA > nB e o ângulo de incidência deve superar o No triângulo retângulo ABC, temos:
ângulo limite.
BC r
tg α = ––– = ––––
AC 7,50
6) Sendo a emergência rasante à superfície (ângulo de refração
igual a 90°), a luz incidiu, então, do meio mais refringente para sen α r
––––– = ––––
o meio menos refringente, nA > nB, sob ângulo de incidência cos α 7,50
igual ao ângulo limite do dioptro, α = L.
Resposta: B
sen α r
––––––––––––– = –––– (I)
7,50

1 – sen2 α
7) Para qualquer posição relativa entre o peixe e a gaivota,
sempre existirão raios de luz que se propagam do peixe para
O ângulo α, entretanto, é o ângulo limite do dioptro pedra
a gaivota, sofrendo refração entre a água e o ar, sob ângulo
preciosa–ar, logo:
de incidência menor do que o ângulo limite para o dioptro:
nmenor nar
sen α = –––––– = ––––––
nmaior npedra

1
sen α = –––– ⇒ sen α = 0,80
1,25

Substituindo-se em (I), vem:

0,80 r 0,80 r
––––––––––––– = –––– ⇒ ––––– = ––––

1 – (0,80)2 7,50 0,60 7,50

Da qual: r = 10,0mm

Resposta: r = 10,0mm

9)
Resposta: E

8) Para que o defeito da pedra não seja visto, os raios luminosos


dele provenientes, incidentes nas bordas do círculo de ouro,
devem sofrer emergência rasante, como representa a figura.

– 39
(I) Cálculo de sen L: 1
sen (45°) = ––––––
nvidro
nar 1,0
sen L = ––––– = –––––
nlíq 5 nvidro = 
2
–––
3
Resposta: A
3
sen L = ––––
5 13) a) A luz sofre refração e reflexão.
b) No ponto B da interface entre o vidro e o ar, a luz incide
sob ângulo α, tal que:
(II) Cálculo de cos L:
α + 90° + 40° = 180°
sen2 L + cos2 L = 1
α = 50°
2
Como o ângulo limite L é de 42°, a luz incide sob ângulo
 
3
––– + cos2 L = 1
5 maior do que o ângulo limite e sofre reflexão interna total
em B:
4
Da qual: cos L = ––––
5

(III) Cálculo de p:
sen L r
tg L = ––––– = –––
cos L p
3
––––
5 3
––––– = ––– ⇒ p = 4m
4 p
––––
5

(IV) Parte não vista da palavra: FÍSI


Parte vista da palavra: CA
Respostas: a) A luz sofre refração e reflexão.
Resposta: C b) Vide esquema.

14) a) Na face superior, temos:


10) A fibra é feita de material com elevado índice de refração abso-
n1 sen I = n2 sen r
luto e, por isso, o ângulo limite de incidência é relativamente
nar sen I = nvidro sen (30°)
pequeno e ocorre, intensamente, o fenômeno de reflexão total
1
da luz. 1,0 sen I = 
2 . –––
2
Resposta: A
I = 45°

b)
11) O ângulo limite L é dado por:
nmenor
sen L = –––––––
nmaior

nar 1
sen L = –––––– = –––––
nfibra 2

2
sen L = –––––
2

L = 45°
Na figura, o ângulo de incidência na face lateral é dado por:
Resposta: C r + α + 90° = 180°
30° + α + 90° = 180°
12) O ângulo limite L é dado por: α = 60°
nmenor O ângulo limite L para o dioptro vidro-ar é dado por:
sen L = –––––––
nmaior nmenor
sen L = –––––––
nmaior
nar 1
sen L = –––––– = ––––––
nvidro nvidro

40 –
nar 1 n2
sen L = –––––– = ––––– sen (45°) > ––––
nvidro  n1
2

2 n1 1
sen L = ––––– ⇒ L = 45° –––– > –––––––––
n2 sen (45°)
2

Como α > L, a luz sofre reflexão total na face vertical e não Como
emerge para o ar nessa face. 1
Respostas: a) 45° ––––––––– = 
2  1,4, temos
sen (45°)
b) Não, pois i > L na face lateral.
n1
–––– > 1,4
15) n2

III) INCORRETA. De acordo com o gráfico, observamos que,


para um ângulo de incidência de 30°, a razão entre a
energia luminosa refletida e a energia luminosa incidente
é de aproximadamente 10%; portanto, a razão entre a
energia luminosa refratada e a energia incidente é de 90%.
Para que ocorra reflexão total do feixe de luz na superfície AB: A razão R’ entre a energia luminosa refletida e a energia
luminosa refratada é dada por:
90° – θ > L
10%
sen (90° – θ) > sen L R’ = ––––
90%
nAr
cos θ > –––– R’  0,111 < 0,2
nV

IV) INCORRETA. Para uma incidência de 42°, a luz foi total-


Do gráfico, para λ = 400 nm, tem-se nV = 1,47, logo: mente refletida.
1
cos θ > –––– V) CORRETA. Os raios refratados nas incidências oblíquas
1,47
ficarão mais afastados da normal que os incidentes.
1 Resposta: D
O menor valor possível para cos θ é tal que: cos θ  –––––
1,47

17) Em dias quentes, uma camada de ar mais próxima do solo é


Deve-se notar que ao menor valor de cos θ corresponde o
aquecida, diminuindo seu índice de refração absoluto em
maior valor de θ (1.o quadrante).
relação à camada de ar mais fria imediatamente superior.
Assim, para um observador, convenientemente posicionado,
Resposta: E
pode ocorrer o fenômeno da reflexão total quando a luz se
propaga da camada de ar mais fria (índice de refração maior)
16) I) CORRETA. De acordo com o gráfico, observamos que, para para a camada de ar mais quente, de índice de refração menor.
um ângulo de incidência pouco maior que 40°, a fração da O observador poderá então ver no solo uma imagem refletida
energia luminosa refletida passa, abruptamente, para do céu. Como a imagem do céu refletida no solo ocorre pela
100%, significando que, para esse ângulo, toda a luz é reflexão da luz em uma superfície de água – uma poça, por
refletida na interface entre os meios 1 e 2. Como a reflexão exemplo –, o observador interpreta que a superfície do asfalto
total só pode ocorrer quando a luz se propaga do meio está coberta por uma camada de água.
mais refringente para o meio menos refringente, concluí- Resposta: B
mos que n2 < n1.

II) CORRETA. O ângulo limite L para o dioptro formado pelos 18) O índice de refração absoluto diminui com o aumento da alti-
meios 1 e 2 é dado por: tude e, portanto, o raio de luz aproxima-se cada vez mais da
nmenor n2 normal.
sen L = ––––––– = ––––
nmaior n1

45° > L ⇒ sen (45°) > sen L

– 41
FÍSICA
LIVRO 3 – ÓPTICA
Capítulo 2 – Dioptro Plano

6)

Resposta: D

7)

| p’| nobservador → índice de refração absoluto do meio do observador (ar)


–––– = ––––––––––––
p nobjeto → índice de refração absoluto do meio do objeto (água)

c
| p’ | nar Lembrete: n = –––
–––––– = –––––– → V
60cm nágua c: módulo da velocidade da luz no vácuo

42 –
c
––––––
| p’ | Var
–––––– = ––––––––
60cm c
––––––
Vágua

| p’ | c Vágua
–––––– = –––––– . ––––––
60cm Var c

| p’ | 2,25 . 105km/s
–––––– = –––––––––––––––
60cm 3,0 . 105km/s

| p’ | = 0,75 . 60(cm)

| p’ | = 45cm A imagem é virtual (p’ 0)

8)

| p’| nobservador
–––– = ––––––––––––
p nobjeto

| p’ | nágua
–––––– = ––––––
10cm nar

1,3
| p’ | = 10 . ––––– (m)
1,0

| p’ | = 13m imagem virtual (p’ 0)

Resposta: C

– 43
9)

| p’| nobservador (ar)


–––– = ––––––––––––––
p nobjeto (água)

450m 1,0
–––––– = ––––
p 1,5

1,0 . p = 450 . 1,5

p = 675m

Resposta: 675m

10)

44 –
|p’| nobservador nágua
H = h + | p’ | ⇒ Lembrete: –––– = –––––––––––– ⇒ p’ = p –––––––
p nobjeto nar

nágua
H = h + p . –––––––
nar

4
–––
3 (m)
H = 1,3 + 2,0 . –––––
1

8,0
H = 1,3 + –––– (m) ⇒ H = 1,3 + 1,67 (m) ⇒ H = 2,97m
3
Resposta: A

11)

Resposta: D

– 45
FÍSICA

LIVRO 3 – ÓPTICA

Capítulo 3 – Lâmina de Faces Paralelas

7)

Resposta: B

46 –
8)

Resposta: B
9)

Resposta: A

– 47
10)

Resposta: B

11)

Resposta: A

48 –
12) DESVIO LATERAL (d)

e . sen (i – r)
d = –––––––––––––––
cos r

I)

Lei de Snell-Descartes:

nV . sen r = nar . sen i


3 . sen r = 1 . sen 60°

3

3 . sen r = 1 . –––––
2
1
sen r = 1 . –––
2

r = 30°

II) Determinação do desvio lateral d

e . sen (i – r)
d = ––––––––––––––
cos r


12 . sen (60° – 30°)
d = ––––––––––––––––––––
cos 30°


12 . sen 30° 1 2
d = ––––––––––––––––– = 
3 . 
4 . ––– . ––––– (cm)
3 2 3
–––––
2

d = 
4 (cm)

d = 2,0cm

Resposta: 2,0cm

– 49
13)

Resposta: B

14) A velocidade da luz tem módulo constante dentro do


vidro (MU). Assim, temos:
s
V = –––
t

c c
s = V . t ⇒ Lembrete: n = ––– ⇒ V = –––
V n
c
e = ––– . t
n
3,0 . 108 (m/s)
e = –––––––––––––––– . 1,0 . 10–10(s)
1,50

e = 2,0 . 10–2m

e = 2,0cm

Resposta: 2,0cm

50 –
15)

Resposta: B

16) a) Água b)

a) A substância da camada I é a água, pois sua massa específica (densidade) é menor que a do dissulfeto de carbono.
b)

– 51
17)
Refração na face não espelhada (Lei de Snell-Descartes):
nV . sen  = nar . sen 60°

3

3 . sen  = 1 . –––––
2
1
sen  = –––
2

sen  = 30°

Resposta: A

18)

Resposta: D

19)


n1 sen 1 = n sen’2
Comparação de (I) com (II)
n1 sen 1 = n2 sen2

n2 sen 2 = n sen ’2


2 sen 2 = 1 sen 90°

1 2
sen 2 = ––––– ⇒ sen 2 = ––––– ⇒ 2 = 45°
2 2
Para 2 = 45°, o ângulo  tem valor maior que o ângulo limite e, assim, ocorre reflexão total.

52 –
Resposta: 2  45°

20)

Assim, se i  L, teremos r  L e não ocorrerá refração nas fronteiras 2/3 e 2/1.


n2
sen i  ––––
n1

n2
Resposta: sen i  ––––
n1

21)


n2 sen r = n1 sen i
Comparando-se I com II
n2 sen r = n3 sen i’

n1 sen i = n3 sen i’

2,0 sen i = 1,0 . sen 90°


1
sen i = –––
2

i = 30°

Resposta: i = 30°

– 53
FÍSICA 12)

LIVRO 3 – ÓPTICA
Capítulo 4 – Prismas Ópticos

9)

r1 + r2 = 60° i1 – r1 + i2 – r2 = α

r1 = r2 = 30° i1 + i2 – (r1 + r2) = α

i1 + i2 – A = α
nar sen i = nvidro sen r
60° + 60° – 60° = α
1 . sen 60° = 
3 . sen r

3 α = 60°
–––– = 
3 sen r
2
Resposta: D
1
sen r = –––
2
13)
r = 30°

Resposta: B

10) a)

 = 50° – r1 + 30° – r2
b) nar sen 60° = nvidro . sen 30°  = 80° – r1 – r2
 = 80° – (r1 + r2)
3 1
1 . –––– = nvidro . ––––  = 80° – 60°
2 2
Δ = 20°

nvidro = 
3
Resposta: A

Respostas: a) Vide esquema


b) 3
14)

11)

90° – r1 + 90° – r2 +  = 180°


180° – r1 – r2 +  = 180°

 = r1 + r2
Resposta: B
Resposta: B

54 –
15)
2
1 . –––– = 
2 . sen r1
2

1
sen r1 = ––––
2
r1 = 30°
A = r1 + r2
60° = 30° + r2

nprisma . sen 37° = nar . sen 90° r2 = 30°

nprisma . 0,60 = 1 .1 i2 = 45°


1 Resposta: D
nprisma = ––––
0,60
17)
nprisma  1,7

Resposta: B

16)

nar sen r = nprisma . sen 30°

1
1 . sen r = 
3 . ––––
2

3
sen r = ––––
2

r = 60°

 = i1 + i2 – A
 = 0 + 60° – 30°
 = i1 + i2 – A
 = 30°
 = 45° + i2 – 60° ⇒  = 45° + 45° – 60°

 = 30°

nar sen i1 = n . sen r1

Resposta: 30°

18)

Resposta: B
– 55
19) I. Verdadeira.
A luz violeta sofre o maior desvio no prisma (aproxima-se mais da reta normal) e, por isso, o índice de refração do vidro é maior para
o violeta.
II. Falsa.
O índice de refração do vidro é maior para a luz violeta.
III. Falsa.
O módulo da velocidade da luz vermelha é maior que o da luz violeta dentro do prisma, pois o índice de refração do prisma para a
luz vermelha é menor que o para a luz violeta.
IV. Verdadeira.
A luz vermelha (nmenor) é mais veloz que a luz violeta (nmaior), no interior do prisma. Outra razão para confirmar este fato é o desvio
menor da luz vermelha em relação à violeta no prisma.
V. Falsa.
Os desvios diferentes das luzes vermelha e violeta mostram que as velocidades não têm módulos iguais.
Resposta: D

20)

Respostas: E

21)

Resposta: 02 + 04 + 08 + 16 = 30

56 –
22) 2) Da expressão do ângulo de refringência, vem:
A = r + r’
75° = r + 45°

r = 30°

3) Aplicando-se a Lei de Snell-Descartes para a refração da luz


na face AB, vem:
nAr sen i = nV sen r
a) Verdadeira. 1 . sen  = 
2 . sen 30°
Quando i1 = i2, temos r1 = r2 e o desvio δ é o menor possível.
2
b) Verdadeira. sen  = ––––
2
sen i1 sen i2 nprisma
–––––– = –––––– = –––––– =n  = 45°
sen r1 sen r2 nmeio

Resposta: C
c) Verdadeira. r1 + r2 = A (ângulo de abertura ou de refringên-
cia do prisma) 24)
d) Verdadeira.
Desvio angular: δ = i1 + i2 – A
e) Falsa.
sen i1 sen i2
Na verdade: –––––– = ––––––
sen r1 sen r2

Resposta: E

23) 1) Para que haja refração na face BC, o ângulo de incidência r’


não pode superar o ângulo limite de incidência (L) no
Como na figura ocorre reflexão total:
dioptro vidro-ar. Assim, temos:
ângulo limite do dioptro
ângulo de incidência de
45° na face horizontal
> plano formado pelo vidro
e pelo ar

45° > L
sen 45° > sen L

2 nmenor (ar)


–––– > –––––––––––
2 nmaior (vidro)

2 1
–––– > –––––––
2 nvidro

2
nvidro > ––––
r’  L 2
sen r’ = sen L
22
nmenor 1 nvidro > ––––––––
sen r’ = ––––––– = –––– 2 2
nmaior 2
nvidro > 
2

2
sen r’ = –––– nvidro > 1,41
2

r’ = 45° Resposta: E

– 57
25) A > L ⇒ sen A > sen L (ângulo limite)

nar
sen A > ––––
nvidro

1
sen (90° – ) > ––––
1,5

2
sen (90° – ) > ––––
3

 
2
90° –  > arc sen ––––
3

 
2
–  > arc sen –––– – 90°
3
Para que a luz sofra reflexão total no interior dos prismas, o
ângulo  indicado no esquema acima deve superar o ângulo

 
2
limite do dioptro considerado.  < 90° – arc sen ––––
3
 > L ⇒ sen  > sen L

 
nar 2
sen  > –––– Resposta:  < 90° – arc sen ––––
np 3

Sendo  = 45° e nar = 1, vem:


27)

1 2 1
sen 45° > –––– ⇒ –––– > ––––
np 2 np

2
np > –––– ⇒ np > 2 (np  2)
mín
2

Resposta: B nv . sen i = nar . sen r


1,6 . sen i = 1 . sen 90°

1
26) sen i = ––––
1,6

sen i = 0,625

i = arc sen 0,625

Resposta: E

58 –
FÍSICA 16) Raios que vêm paralelos ao eixo principal de uma lente
convergente são concentrados no foco. Logo, o papel deve
LIVRO 3 – ÓPTICA estar sobre o foco, à mesma distância focal da lente.
Capítulo 5 – Lentes Esféricas Resposta: B

8) A figura representa uma lente de bordas espessas. Para 17) Os dispositivos capazes de concentrar os raios solares em um
descobrirmos se a lente será convergente ou divergente, ponto e assim acender o cigarro são o espelho côncavo e a
precisamos analisar seu índice de refração. Se o índice de lente convergente.
refração da lente for nL e o da água for nA, teremos: Resposta: D

nL nA nL
Se nL > nA, divergente, ou –––– > –––– , então –––– > 1 e 18) Se colocássemos o objeto em B, obteríamos uma situação
nA nA nA
análoga à da figura, na qual o objeto se encontra no ponto
teremos uma lente divergente. Como o índice de refração n antiprincipal da lente e a imagem também.
Resposta: A
nL
dado no exercício corresponde a n = –––– , se n > 1 teremos
nA
uma lente divergente. 19) a)
Resposta: A

9) Como a luz atravessa a caixa, o elemento óptico no meio dela


precisa ser transparente para permitir a passagem dos raios.
Além disso, os raios que saem são desviados para fora; logo
o elemento óptico deve ser uma lente divergente.
Resposta: B

10) Quando a lente está mergulhada no ar, seu índice de refração


é maior que o do meio ao redor (1,5 > 1). Ao se inserir a lente
de n = 1,5 em um meio com índice de refração n = 1,7, sua
característica irá alterar-se, já que 1,7 > 1,5. Logo, a lente que b) Como a imagem é formada pelos prolongamentos do raios
era convergente se torna divergente. originais refratados, ela é virtual.
Resposta: B
20) a)
11) Para queimar a folha de papel, o estudante necessita con-
centrar os raios de luz do sol. Ele consegue realizar este feito
se utilizar lentes convergentes, neste caso representadas por
lentes de bordas finas, I e III.
Resposta: B

12) Como os raios atravessam o aquário afastando-se entre si,


este exerce a função de lente divergente.
Resposta: D
b) Como a imagem é formada pelos prolongamentos dos
13) A imagem i da figura é menor que o objeto O, direita, e raios refratados originais, ela é virtual.
encontra-se do mesmo lado deste. Além disso, a imagem foi
construída utilizando-se o prolongamento do raio refratado, o 21) a) A imagem é invertida e menor que o objeto; então a lente
que a torna uma imagem virtual. Logo, o dispositivo PQ será necessariamente convergente.
representa uma lente divergente. b)
Resposta: E

14) Como a lente é plano-convexa, ela tem bordas finas. Como o


índice de refração do vidro é maior que o do ar, concluímos
que a lente será convergente.
Resposta: B

15) O formato da bolha indica que se trata de uma lente bicon-


vexa, portanto de bordas finas. Como o índice de refração do C : centro óptico
ar que forma a bolha é menor que o do vidro, a lente de bordas F’ : foco imagem principal
finas será divergente. F : foco objeto principal
Resposta: B A : ponto antiprincipal objeto
A’ : ponto antiprincipal imagem

– 59
22) Notamos na figura que a imagem das letras é menor, direita e
30
virtual em relação à página do livro; logo, a lente utilizada é p’ = ––– cm
4
divergente. Ao se aproximar a lente dos olhos, ela vai afas-
tando-se da página do livro, tornando a imagem cada vez p' = 7,5cm
menor, sem mudar as outras características. Resposta: E
Resposta: A

34) Para calcularmos a distância entre o objeto e a imagem, pri-


23) Observar se elas podem ser perfeitamente justapostas; meiro precisamos obter a posição do objeto p e da imagem p'.
assim, um pincel incidente cilíndrico emerge também A distância focal para a lente convergente dada vale f = 30cm.
cilíndrico; isto é, justapostas, elas se transformam em Como a “imagem obtida é direita e duas vezes maior que o
uma lâmina de faces paralelas. objeto”, o aumento linear vale A = 2. Assim:

f 30
A = ––––– ; 2 = ––––– ; 2 (30 – p) = 30; 60 – 2p = 30; – 2p = – 30
f–p 30 – p
24) a) A lente L1 é convergente, pois a imagem formada é maior,
virtual e direita. Já a lente L2 é divergente, pois a imagem
formada é menor, virtual e direita. p = 15cm
b) L1: virtual, aumentada, direita / L2: virtual, diminuída,
direita. 1 1 1 1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ;
f p p’ 30 15 p’ p’ 30 15
32) A distância focal vale f, a distância do objeto à lente é p = 3f.
Para se descobrir a distância entre o objeto e a imagem, é 1 1 2 1
––– = ––– – ––– = – ––– ; p’ = – 30cm
preciso antes encontrar p', a distância da lente à imagem. p’ 30 30 30
Usando-se Gauss, obtém-se:

1 1 1 1 1 1 1 1 1 Esquematicamente, tem-se:
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ;
f p p’ f 3f p’ p’ f 3f

1 3 1 1 2 3f
––– = ––– – ––– ; ––– = ––– ; p’ = –––
p’ 3f 3f p’ 3f 2

Esquematicamente, tem-se:

Logo, a distância entre o objeto e a imagem vale:


d = 30 – 15 = 15cm
Resposta: D

35) Na primeira situação, como o objeto está muito afastado da


lente, p = ∞. Também é dado p’ = 6cm. Assim:
Logo, a distância entre objeto e imagem será:
d = p + p' 1 1 1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– = –––
3f f p p’ f ∞ 6 f 6
d = 3f + –––
2
f = 6,0cm
9f
d = –––
2 Na segunda situação, p = 18cm, e a distância p’ da imagem à
lente será:
Resposta: E
1 1 1 1 1 1 1 3 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ;
33) Para descobrirmos a distância p’ da imagem à lente, dada a f p p’ 6 18 p’ p’ 18 18
distância focal f = 6,0cm e a distância do objeto à lente,
p = 30cm, fazemos: 1 2
––– = –––
1 1 1 1 1 1 1 1 1 p’ 18
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ;
f p p’ 6 30 p’ p’ 6 30
p’ = 9,0cm
1 5 1 1 4
––– = ––– – ––– ; ––– = –––
p’ 30 30 p’ 30 Resposta: C

60 –
1 1 1 1 1 100 3 1500
36) Como ––– equivale a ––– e ––– equivale a ––– , para encon- ––– = ––––– – ––––– ; p = ––––– cm
x p y p’ p 1500 1500 97

trar a distância focal, podem-se utilizar quaisquer coordenadas Encontremos i:

1 1 i – p’ i – 500 97
de um ponto do gráfico. Usando-se ––– = 5 e ––– = 0 (0;5), ––– = –––– ; ––– = –––––– ; i = 1,5 (– 500) ––––– ;
x y o p 1,5 1500 1500
–––––
97
1 1 1 1 1 1
tem-se: ––– = ––– + ––– ; ––– = 5 + 0; ––– = 5; f = ––– m = 0,2m
f x y f f 5 i = –48,5cm

Resposta: D Resposta: B

37) Deseja-se descobrir em a) p = ? e em b) f = ?. Como o objeto 40) Temos o = 10cm e p = 20cm. Como a imagem é virtual, ela será
tem 12cm de altura e sua imagem está invertida, com 36cm, direita; logo i > 0; i = 5,0cm.
podemos descobrir o valor do aumento linear A: a) p' = ?

i – 36 i – p’ 5 – p’
A = ––– ; A = ––––– ; A = – 3 ––– = –––– ; –––– = ––––
o 12 o p 10 20

Conforme a figura, notamos que a lente deve estar posicio- | p’ | = 10cm


nada entre o objeto e a imagem, já que esta é invertida e, por-
tanto, real. A distância entre o objeto e a imagem vale 80cm. b) f = ?
Logo: 1 1 1 1 1 1 1 1 2
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ; ––– = ––– – –––
– p’ f p p’ f 20 10 f 20 20
a) d = p + p' = 80; A = –––– = – 3; p' = 3p; p + 3p = 80; 4p = 80
p
f = – 20cm
p = 20cm Como f < 0, a lente é divergente.

f f
b) A = ––––– ; – 3 = ––––– ; – 3 (f – 20) = f; – 3f + 60 = f; 4f = 60 41) A figura nos fornece p = 180cm; p' = 36cm; o =120cm.
f–p f – 20

f = 15cm

38) Deseja-se descobrir f e a posição de uma lente em relação ao


objeto, o que significa encontrar p.

i – 1,0 1
Temos A = ––– = ––––– = – ––– = A , e temos que a distância
o 4,0 4
a) f = ?
entre objeto e imagem vale 100cm. Assim, p + p’ = 100cm.
1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = –––– + ––– ;
– p’ 1 p p 5p f p p’ f 180 36
A = ––– = – ––– → p’ = –––– ; p + ––– = 100; ––– = 100;
p 4 4 4 4 1 1 5 1 6
––– = –––– + –––– ; ––– = ––––
f 180 180 f 180
4 . 100
p = ––––––
5 f = 30cm

p = 80cm b) | i | = ?

i – p’ i – 36 1
f 1 f ––– = –––– ; –––– = ––––– ; i = – ––– . 120 = i = – 24
A = –––– ; – –– = –––––– ; – 1 (f – 80) = 4f; – f + 80 = 4f; 5f = 80; o p 120 180 5
f–p 4 f – 80
| i | = 24cm
f = 16cm

42) Dados: o = 20cm; p = 30cm. Como a imagem gerada é virtual,


39) Temos f = 15cm; p’ = 5,0m = 500cm; o = 1,5cm. Desejamos i = ? ela será direta e i > 0; logo, i = 4,0cm. Pedem-se | p’ |, f e o tipo
Encontremos p: de lente:
1 1 1 1 1 1 1 1 1 i – p’ 4 – p’
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; ––– – ––– = ––– ; ––– = –––– ; –––– = –––– ; – p’ = 6cm; | p’ | = 6cm
f p p’ 15 p 500 15 500 p o p 20 30

– 61
A distância x será:
1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– – ––– ; x = p’2 – (p’1 + d)
f p p’ f 30 6
x = 12 – (8,0 + 2,0)
1 1 5 1 –4
––– = ––– – ––– ; ––– = –––– x = 2,0cm
f 30 30 f 30

f = – 7,5cm – p’ – 12
b) A2 = ––––2 ; A2 = ––––
p2 6
Como f < 0, a lente é divergente.
Resposta: C
A2 = –2

43) a) Respostas: a) 2,0cm


b) –2,0

45) Deseja-se encontrar a distância p’ da lente ao anteparo, dada


a distância focal f e o aumento A = λ, em que λ < 0, já que a
imagem é real.

 
– p’ + p’ f f p’
– λ = ––– ; p = –––– ; – λ = –––– ; – λ = –––––– ; – λ f – ––– = f;
p λ f–p p’ λ
f – –––
b) f = ? λ
Como o anteparo está na abscissa 15cm e a lente na
λp’
abscissa 35cm, p’ = 35 – 15(cm) = 20cm. Como a fonte está – λf + –––– = f; p’ = f + λf; p’ = f(1 + λ)
λ
na abscissa 95cm, p = 95 – 35(cm), p = 60cm. Assim:

1 1 1 1 1 1 Resposta: A
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ;
f p p’ f 60 20
46) Para obtermos o comprimento L’ da imagem do palito, preci-
1 1 3 1 4 samos encontrar as posições das imagens da cabeça e da
––– = ––– + ––– ; ––– = ––––
f 60 60 f 60 extremidade oposta do palito de fósforo.

f = 15cm Cabeça do fósforo: f = 20cm e p = 30cm

1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ;
44) a) Temos f = 4cm e, dados na primeira situação, um aumento f p p’ 20 30 p’
linear A = – 1. Com estes, podemos encontrar a posição p1
do objeto na primeira situação. 1 3 2
––– = ––– – ––– ; p’ = 60cm
f 4 p’ 60 60
A = ––––– ; – 1 = –––––– ; – 4 + p1 = 4cm ⇒ p1 = 8cm
f – p1 4 – p1
Extremidade oposta do fósforo:
Na segunda situação, aproximando a lente do objeto, f = 20cm e p = 30cm + 4cm = 34cm
teremos p2 = p1 – 2cm; p2 = 6cm. Para encontrarmos a
1 1 1 1 1 1
distância x entre as imagens da primeira e da segunda ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ;
f p p’ 20 34 p’
situação, assim como o novo aumento linear A2,
precisamos encontrar p’1 e p’2.
1 17 10
Situação 1: ––– = –––– – –––– ;
p’ 340 340
1 1 1 1 1 1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; 340cm
f p1 p’1 4 8 p’1 p’ = ––––––– ; p’  49cm
7
1 1 1 1 2 1
––– = ––– – ––– ; ––– = ––– – –––
p’1 4 8 p’1 8 8 Logo, o comprimento L' da imagem do fósforo será:
L’ = 60cm – 49cm = 11cm; L = 11cm
p’1 = 8cm
Resposta: E
Situação 2:

1 1 1 1 1 1 54) Para falarmos sobre as vergências V1 e V2, podemos analisar


––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + ––– ; as distâncias focais f1 e f2. Como raios que incidem
f p2 p’2 4 6 p’2
paralelamente ao eixo principal se refratam pelo foco da lente,
1 1 1 1 3 2 vemos que a e b correspondem às distâncias focais, em que
––– = ––– – ––– ; ––– = ––– – –––
p’2 4 6 p’2 12 12 a = f1 e b = f2. Como f1 < f2, então V1 > V2, pois a vergência é
inversamente proporcional à distância focal.
p’2 = 12cm Resposta: C

62 –
59) Uma lente biconvexa, como retratada
1
55) Para calcularmos a vergência, utilizamos V = ––– , tomando o ao lado, é uma lente de bordas finas.
f
Como tal, só será convergente se seu
cuidado de usar a distância focal em metros.
índice de refração for maior que o do
Como f = 40cm = 0,40m, temos:
meio externo: nL > n.
1 10 Resposta: E
V = ––– = ––– = 2,5 dioptrias; V = 2,5 dioptrias
0,4 4

Resposta: B
60) Para calcularmos o raio da superfície convexa R2, temos:
56) Se a imagem é real, invertida e de mesmo tamanho, significa n2 = 1,6 n1 = 1,0 (ar)
que o objeto e a imagem se encontram sobre os pontos anti- 1
C = ––– = – 1,8di
principais da lente. f

R1 = – 20cm = – 0,2m
(negativo por se tratar de superfície côncava)
Conforme a equação dos fabricantes de lentes, temos:

  
1 n2 1 1
––– = ––– – 1 ––– + –––
f n1 R1 R2

  
n2 1 1
C= ––– – 1 ––– + –––
n1 R1 R2

Se a distância entre o objeto e a imagem vale 4,0m, nesta

  
1,6 1 1
configuração a distância do objeto à lente vale 2,0m e, como – 1,8 = ––– – 1 – ––– + –––
1,0 0,2 R2
o objeto está sobre o ponto antiprincipal, que dista duas
distâncias focais da lente, a distância focal será f = 1m.

 
1
– 1,8 = 0,6 – 5 + –––
1 1 R2
Assim V = ––– = ––– = 1di; V = 1,0di
f 1
1
Resposta: A – 3 = –5 + –––
R2
f
57) Para calcularmos o aumento linear A, podemos usar A = –––– .
f–p 1 1
––– = 2 ⇒ R2 = ––– m = 50cm; R2 = 50cm
Como temos p = 5,0cm, basta usarmos a vergência para R2 2
encontrar f e depois seguir em frente: Resposta: E
1 1 1
V = ––– ; f = ––– ; f = ––– ; f = 0,04m = 4,0cm
f V 25 n2
61) Dados: ––– = 1,5; R1 = +4,0cm (convexa); R2 = +6,0cm (convexa);
f 4 n1
A = ––––– = –––– ; A = – 4; .A. = 4
4–5 –1 busca-se f:

    
Resposta: E 1 n2 1 1 1 1 1
––– = ––– – 1 ––– + ––– ; ––– = (1,5 – 1) ––– + –––
f n1 R1 R2 f 4 6
58) a)

 
1 3 2 1 1 5 5
––– = 0,5 . ––– + ––– ; ––– = ––– . ––– = –––
f 12 12 f 2 12 24

24
f = ––– = 4,8cm; f = 4,8m
5

Resposta: C

62) Para acharmos a vergência C do conjunto, precisamos achar a


vergência de cada lente e somá-Ias: C = V1 + V2·

Lente 1: plano-convexa
b) Conforme a figura, notamos que a distância focal vale
n1; R1 = ∞ (plana); R2 = R (convexa)
f = 20cm = 0,2m.

    
n1 1 1 n1 – 1
1 1 10 V1 = ––– – 1 ––– + ––– ; V1 = ––––––
Assim, V = ––– = ––– = ––– = 5; V = 5 dioptrias ∞
1 R R
f 0,2 2

– 63
Lente 2: plano-côncava 75) Para a lente convergente, temos f1 > 0 e, para a divergente,
n2; R1 = ∞ (plana); R2 = – R (côncava) temos f2 < 0. Pela justaposição de lentes, temos V = V1 + V2 ou

    
n2 1 1 – n2 + 1 1 1 1
V2 = ––– – 1 ––– – ––– ; V2 = ––––––– ––– + ––– = ––– . Como f = 60cm, f1 e f2 necessitam ter um
1 ∞ R R f1 f2 f
mínimo múltiplo comum igual a 60cm.

     
n1 – 1 – n2 + 1 n1 – n2
C = V1 + V2; C = ––––––– + ––––––– ; C = –––––––
R R R 1 1 1 1 f2 + f1 f2 . f1
––– = ––– + ––– ; ––– = ––––––– ; 60 = –––––––
Resposta: E 60 f1 f2 60 f1 . f2 f1 + f2

Para a equação ser positiva, o numerador e o denominador


63) Dados: precisam ter o mesmo sinal. Como f1 > 0 e f2 < 0, para a equa-
n2 ção ser positiva . f1. < . f2. . Logo, a única opção possível é E.
––– = 1,5; R, = – 5,0cm (côncava); R2 = 20cm (convexa); busca-se
n1 20 (– 30) – 600
Verifiquemo-la: 60 = –––––––– ; 60 = ––––––– = 60
1 20 – 30 – 10
Resposta: E
C = ––– :
f
76)

    
1 n2 1 1 –1 1
––– = ––– – 1 ––– + ––– ; C = (1,5 – 1) ––––– + ––– ;
f n1 R1 R2 0,05 0,2

   
4 1 –3 5
C = 0,5 – ––– + ––– ; C = 0,5 ––– = ––– (– 3); C = – 7,5di
0,2 0,2 0,2 2

Resposta: B

71) Para acharmos a convergência equivalente V, devemos somar


as vergências individuais:

1 1 1 1
V = V1 + V2; V = ––– + ––– ; V = ––– + ––– ; Como os raios que incidem na primeira lente são paralelos e
f1 f2 0,1 0,4
os emergentes da segunda também, as posições dos focos F1
V = 10 + 2,5 (di) = 12,5di; V = 12,5 di e F2 das duas lentes devem coincidir. Logo, d = f1 + f2.
Resposta: D Resposta: A

77)
1 1 1 1 1 1 1
72) V1 + V2; ––– = ––– + ––– ; ––– = ––– + –––– ; ––– = 10 + 20;
f f1 f2 f 0,1 0,05 f

1
––– = 30; f = 3,33cm
f

Resposta: E

1 1
73) Usando-se V = ––– + ––– , têm-se V = 6,25di e f1 = 0,800m:
f1 f2

1 1 1
6,25 = – ––– + ––– ; 6,25 = – 1,25 + ––– ;
0,8 f2 f2 Neste caso, como d < f1, o foco F1 da primeira lente, conver-
gente, deve coincidir com o foco do objeto de uma lente diver-
1 1
––– = 7,5; f2 = ––– = 0,133m; f2 = 0,133m gente F’2 para que os raios incidam e emerjam paralelamente.
f2 7,5 Resposta: C
Resposta: C 78)

74) A vergência total é dada por:

1 1 1
V = V1 + V2 ou V = ––– + ––– = –––
f1 f2 f
Isso significa que, como a vergência necessariamente aumen-
ta, já que V1 > 0 e V2 > 0, pois as lentes são convergentes, a
distância focal resultante será menor que f1 e f2, visto que ela
é inversamente proporcional à vergência.
Resposta: B

64 –
Como as lentes são convergentes, os focos F1 e F2 devem 82) Como vimos em exercícios anteriores, dado que a distância focal
coincidir para que os raios incidentes e emergentes sejam da lente convergente é f1 = 6cm e que a distância focal da lente
paralelos. Conforme a figura, notamos que d = f1 + f2. Ainda divergente é | f2 | = 3cm, temos: f1 = d + | f2 |; 6 = d + 3; d = 3cm.
ocorre uma semelhança de triângulos: Resposta: C

3 1
––– = ––– ; assim, f1 = 3 . f2. Logo: 20 = f1 + f2; 20 = 3f2 + f2; 83) a)
f1 f2

f2 = 5cm e f1 = 3 . 5 = 15cm; f1 = 15cm

Resposta: B

79) Para a lente L1, um raio que incide sobre o foco objeto, indicado
pelo prolongamento vermelho, emerge paralelo.
Logo, sua distância focal vale 20cm. Para a lente L2, um raio
incidente paralelo diverge como se tivesse vindo do seu foco
b) Virtual, maior e invertida.
imagem. Neste caso, o foco imagem está a 10cm (30cm – 20cm)
da lente L2; logo, sua distância focal será 10cm. c) Para a lente L1, temos: o = 2cm; distância focal f; p = 3f. De-
Resposta: C seja-se i. Usando-se as equações de aumento linear, tem-se:

i f i f i f
80) ––– = –––– ; ––– = ––––– ; ––– = – ––– ;
o f–p 2 f – 3f 2 2f

i 1
––– = – ––– ; i = – 1cm; | i | = 1cm
2 2

84) Do lado esquerdo da figura, notamos que a distância focal da


lente vale fL = 90cm. Raios que vêm paralelos da esquerda para
a direita deveriam focalizar-se no foco à direita. Como, após o
feixe de luz passar pela lente, os raios se refletem paralela-
mente no espelho, o foco do espelho convexo coincide com o
foco da lente. Logo, 90cm = 50cm + | fE |; | fE | = 40cm. Como o
raio de curvatura é o dobro da distância focal, RE = 80cm.
Para que os raios incidentes e emergentes sejam paralelos, os
Resposta: E
focos F1 e F’2 das lentes L1 e L2 devem coincidir. Como as
distâncias focais são f1 = 20cm e f2 = –5cm, a segunda lente
85) Na figura 1, o ponto P corresponde ao foco da lente L1 e da
deve estar a uma distância d = 20 – 5(cm); d = 15cm da
lente L2; logo, f1 > f2. Na figura 2, o ponto P corresponde ao
primeira lente.
foco da lente L1 e ao centro de curvatura do espelho côncavo,
Resposta: C
já que raios que se refletem sobre si mesmos devem vir do
81) centro de curvatura. O ponto P também faz coincidir o foco de
L2 com o espelho. Assim, f2 = RE, em que o raio do espelho
RE = 2f. Assim, f1 > f2 = 2f.
Resposta: E

86)

a) Por semelhança de triângulos na figura, temos:

fA fB 10 fB
––––– = ––––– ; ––– = ––– ∴ fB = 20cm
5cm 10cm 5 10

b) As distâncias de LA e LB ao anteparo são as respectivas I1: Se não houvesse espelho, o raio → seria paralelo ao raio →
distâncias focais, pois no primeiro caso um raio paralelo Encontro no infinito.
emerge passando pelo foco FA, coincidente com o orifício I2: Se não houvesse lente, o raio → seria focalizado em P.
do anteparo. Na segunda lente, um raio que veio do foco FB I3: Após as três interações, o raio → continua paralelo ao raio
emerge paralelo ao eixo principal. → Encontro no infinito.
fA = 10cm e fB = 20cm. Resposta: A

– 65
87)

Se não houvesse espelho, os raios paralelos teriam de chegar


ao foco da lente. O espelho reflete o ponto focal. Logo, a
distância focal é f = 15 + 5(cm) = 20cm.
Resposta: B

66 –
FÍSICA 12) Lente convergente para a hipermetropia e divergente para a
miopia.
LIVRO 3 – ÓPTICA Resposta: A
Capítulo 6 – Óptica da Visão
13) As lentes possuem comportamento convergente e são
9) a) Real, invertida e menor em relação ao objeto. adequadas para a correção da hipermetropia.
b) Supondo-se que o cristalino se comporte como uma lente Resposta: A
esférica biconvexa, com faces de mesmo raio de curvatura
R, da Equação de Halley obtém-se: 14) O astigmatismo pode ser corrigido mediante o uso de lentes
cilíndricas.
  
1 ncrist 2
––– = ––––––– – 1 ––– Resposta: E
f nar R

Usando-se a Equação dos pontos conjugados de Gauss, 15) Na presbiopia, o indivíduo perde a capacidade de acomodação
tem-se: por um enrijecimento natural dos músculos ciliares que altera
1 1 1 a forma do cristalino.
––– + –––– = ––– Resposta: D
p p’ f

16) Persistência retiniana.


  
1 1 ncrist 2
––– + –––– = ––––––– – 1 ––– Resposta: B
p p’ nar R

17) Da Equação dos pontos conjugados de Gauss, obtemos:


 
ncrist
–––––– – 1
nar 1 1 1
R = –––––––––––––– 2 ––– + –––– = –––
1 1 p p’ f
––– + –––
p p’ 1 1 1
––––– + –––– = –––
400 20 f
Os valores de ncrist, nar e p’ (profundidade do olho) são
constantes. Se o objeto se aproxima do observador, p f  19mm
diminui de valor e o denominador na expressão de R
Resposta: f  19mm
aumenta e então R diminui.
c) A acomodação visual a é dada por:
18) Como o ponto remoto da pessoa está muito próximo de seu
1 1 globo ocular, a pessoa sofre de miopia:
a = –––––– – –––––
Ppróx Prem 1
Vmíope = –––––
Prem
Para um olho normal:
1
Ppróx  0,25m Vmíope = ––––– (di)
0,50
1
–––––– → 0 Vmíope = 2,0di
Prem
Resposta: C
1
a  ––––– – 0 (di)
0,25 19) a) Lente divergente.
b) fmíope = – Prem
a  4,0di fmíope = – 20cm

Respostas: a) Real, invertida e menor em relação ao objeto.


Respostas: a) Lente divergente.
b) Diminui.
b) fmíope = -20cm
c) a  4,0di

20) Da Equação dos pontos conjugados de Gauss, obtemos:


10) Com os músculos ciliares relaxados, máxima distância focal
ocular, a imagem de um objeto distante se forma antes da 1 1 1
––– + –––– = –––
retina, posição (1), para o olho míope; na retina, posição (2), p p’ f
para o olho normal; após a retina, posição (3), para o olho
1 1 1
hipermetrope. ––––– + –––– = ––––
150 p’ – 30
Resposta: A
p’ = – 25cm
11) Lente convergente para a hipermetropia e divergente para a
d = .p’. = 25cm
miopia.
Resposta: E Resposta: d = 25cm

– 67
21) O ponto próximo da pessoa está muito afastado de seus 26) Para esse presbiope, temos:
olhos. A pessoa pode sofrer de hipermetropia e/ou presbiopia.
1 1 1
Resposta: A –––– – ––––– = –––– = Vpres
0,25 Ppróx fpres

22) As lentes possuem vergência negativa, portanto são


1 1
divergentes e próprias para a correção da miopia. Para objeto ––––– – –––– = Vpres
0,25 1,0
real, lente divergente só conjuga imagem virtual, direita e
menor do que o objeto. Para a lente direita, temos:
Resposta: Vpres = + 3,0di
1
V = ––––
f

1
– 2,0 = ––––
f

f = – 0,50m

Resposta: D

23) Para a correção da hipermetropia, temos:

1 1 1
––– – ––––– = ––––
25 Ppróx fhip

1 1 1
–––– – –––– = ––––
25 75 fhip

fhip = 37,5cm

Resposta: fhip = 37,5cm

24) Lente convergente. Para a correção da hipermetropia, temos:

1 1 1
––– – ––––– = ––––
25 Ppróx fhip

1 1 1
–––– – –––– = ––––
25 125 fhip

fhip = 31,25cm

Resposta: Lente convergente.


fhip = 37,5cm

25) Para esse presbiope, temos:

1 1 1
–––– – ––––– = –––– = Vpres
0,50 Ppróx fpres

1 1
––––– – –––– = Vpres
0,50 1,5

2
2 – –––– = Vpres
3

4
Vpres = ––– di
3

Resposta: D

68 –
FÍSICA
LIVRO 3 – ÓPTICA

Capítulo 7 – Instrumentos de Óptica

6)

Resposta: C

7) a) A lupa é uma lente convergente.

b)

– 69
8) Cálculo da altura H pelo aumento
linear transversal da lente:

H f
––– = –––––––
h f–p

H f
––– = ––––––––
h f
f – –––
2

H f
––– = –––––
h f
–––
2

H
––– = 2 ⇒ H = 2h
h

No lançamento vertical para cima,


o tempo de subida é igual ao
tempo de descida.

 Tempo de Tempo de
Na descida: s = V0 t + ––– t2 descida do = descida da
2 grilo imagem
g
H = 0 . t + ––– t2 2h 2 . 2h
2 2h 2H
–––– = –––– ⇒ –––– = –––––––
g g’ g g’
2H
Tdescida = ––––
g
g’ = 2g ⇒ g’ = 20m/s2
Os movimentos de descida do grilo e de sua imagem são
simultâneos: Resposta: E

9)

Resposta: D
70 –
10)

Resposta: B

– 71
11)

A = +3

f
–––––– = +3
f–p

12
–––––– = +3
12 – p

12 = 3 (12 – p)

12 = 36 – 3p

3p = 36 – 12 ⇒ 3p = 24

p = 8,0cm

Resposta: 8,0cm

72 –
12)

Aumento do Aumento da Aumento


= .
microscópio objetiva da ocular

Amic = Aobj . Aocular

Aumento da objetiva (Aob ; L1) Aumento da ocular (Aoc ; L2)

fob f1
Aob = ––––––––– = ––––––––– • Posição p’1 da imagem da lente L1, que é o objeto de L2:
fob – p f1 – p1

3,0 1 1 1
Aob = ––––––––– ––– = ––– + –––
3,0 – 4,0 f1 p1 p’1

1 1 1
Aob = – 3 – = –––
––– – + –––
3,0 4,0 p’1

1 1 1
– – –––
––– – = –––
invertida três vezes 3,0 4,0 p’1
maior
4,0 – 3,0 1
–––––– = –––
–––
12 p’1
p’1 = 12cm

•• A imagem da lente L1 é o
objeto da lente L2 e sua
posição p2 é determinada
pela diferença entre a
distância d entre as lentes
e a posição p’1 :
p2 = d – p’1
p2 = 20 – 12 (cm)
p2 = 8,0cm

••• Cálculo do aumento da ocular Aoc (lente L2):

foc f2 10
A = ––––––––– = ––––––––– = ––––––––– ⇒ Aoc = + 5,0
foc – poc f2 – p2 10 – 8

direita cinco
em relação vezes
à imagem maior que
da objetiva a imagem
da objetiva

– 73
Aumento do microscópio:
Amic = Aob . Aoc
Amic = (–3,0) . (+5,0)

Amic = – 15

imagem imagem 15
invertida vezes maior
em relação que o
ao objeto objeto
original

Resposta: E

13) Máquina Fotográfica – Focalização de um objeto próximo da câmara


1 1 1 1 p’
a) ––– = ––– + ––– b) ––– = – –––
f p p’ o p

1 1 1 36 52
––– = ––– + ––– – ––– = – ––––––
50 p 52 o 1300

1 1 1 36 4
––– – ––– = ––– – ––– = – ––––
50 52 p o 100

52 – 50 1 4o = 3600
––––––– = –––
50 . 52 p o = 900mm

2p = 2600
o = 90cm
p = 1300mm

p = 1,3m

Respostas: a) 1,3m
b) 90cm

74 –
14)

i p’
––– = – –––
o p

2,5cm 3,5cm
– –––––––– = – ––––––––
200cm p

1 3,5
––– = –––
80 p

p = 280cm

p = 2,8m

Resposta: D

15) Estudante A

1 1 1
––– = ––– + ––––
fA p pA’
1 1 1
–––– = –––– + ––––
4,0 100 pA’

1 1 1
–––– – –––– = ––––
4,0 100 pA’
25 – 1 1
–––––––– = ––––
100 pA’
100
pA’ = ––––– (cm)
24

pA’  4,1cm (0,1cm atrás do filme)

Estudante B

1 1 1
––– = ––– + –––
fB p pB’

1 1 1
–––– = –––– + ––––
10 100 pB’

1 1 1
–––– – –––– = ––––
10 100 pB’

10 – 1 1
–––––––– = ––––
100 pB’

9 1
––––– = ––––
100 pB’

pB’  11,1cm (1,1cm atrás do filme)

Critério de nitidez (D):


pA’ – fA 4,1 – 4,0
DA = –––––––– . 100% = –––––––– . 100% = 0,025 . 100% ⇒ DA = 2,5%
fA 4,0

pB’ – fB 11,1 – 10 1,1


DB = –––––––– . 100% = ––––––––– . 100% = ––––– . 100% ⇒ DB = 11%
fB 10 10

– 75
Como DA DB, a imagem da foto de estudante A estava mais “em foco” que a do estudante B.
I – verdadeira
II – falsa
III – falsa

Resposta: D

16) O objeto distante (impróprio) produz a imagem i1 no foco F’1 da lente 1 (f1 = 60cm)

p’1 = f1

p1’ = 60cm

A imagem i1 é o objeto da lente 2 (ocular) e sua posição p2 é a diferença entre a distância das lentes (80cm) e p’1 (60cm).

p2 = 80 – p’1

p2 = 80 – 60 (cm)

p2 = 20cm

A posição da imagem i2 é dada por:

1 1 1
––– = ––– + ––––
f2 p2 p2’

1 1 1
––– = ––– + ––––
30 20 p2’

1 1 1
––– – ––– = ––––
30 20 p2’

2–3 1
––––––– = ––––
60 p2’

– p2’ = 60cm

p2’ = – 60cm

Resposta: E p2’ 0 imagem i2


imagem a 60cm da
virtual ocular

76 –
17)
Instrumento Óptico Natureza da Imagem, Orientação e Tamanho

Projetor de slides Real, invertida e maior

Projetor de cinema Real, invertida e maior

Cristalino do olho humano Real, invertida e menor

Câmera fotográfica comum Real, invertida e menor

Lente de aumento, lupa Virtual, direita e maior

Resposta: E

18)

a) Posição da tela: em relação à lente, p’ é determinada pela equação dos pontos conjugados (Gauss):

1 1 1
––– = ––– + ––––
f p p’

1 1 1
–––– = –––– + ––––
5,0 6,0 p’

1 1 1
–––– – –––– = ––––
5,0 6,0 p’

6,0 – 5,0 1
–––––––––– = ––––
30 p’

p’ = 30cm

p’
b) A = – –––
p
30
A = – ––––
6,0

A = –5

A ampliação da imagem é 5 e o aumento linear é –5 (imagem invertida em relação ao objeto).

– 77
19)

Resposta: E

78 –
FÍSICA 250
EP = –––––––––– (V/m) ⇒ EP = 6,25 . 103V/m
LIVRO 3 – ELETROSTÁTICA A 4,0 . 10–2 A

Capítulo 1 – Propriedades do Campo Elétrico Obs.: Para determinar dA, trace uma reta paralela ao eixo x
passando pelo centro da carga A. Agora projete o centro
4) I e II VERDADEIRAS. As linhas de força “nascem” na carga de A e o ponto em que essa reta corta a equipotencial que
positiva e ”morrem” na negativa. Então, temos: passa pelo ponto P, no eixo x. Encontrará os valores:
0,025m e 0,065m. A diferença entre esses valores é dA.
Q1 > 0; Q2 < 0; Q3 > 0 e Q4 > 0.
Logo: dA = 0,065m – 0,025m = 0,04m = 4 . 10–2m.
Para achar dB, adote o mesmo procedimento com a carga
III. FALSA. O potencial decresce no sentido da linha de força.
B.
Logo, temos: VA > VB > VC .
Encontrará os valores: 0,045m e 0,125m. A diferença entre
IV. VERDADEIRA. As linhas tracejadas são equipotenciais.
esses valores é dB. Logo: dB = 0,125m – 0,045m
Portanto, VM = VN = VP.
dB = 0,08m = 8 . 10–2m.
Resposta: B
U 250
E. d = U ⇒ EP = ––– = ––––––––– (V/m)
5) Por definição, linha de força é uma linha imaginária, e qualquer B dB 8,0 . 10–2
um de seus pontos tangencia um respectivo vetor campo
elétrico. EP = 3,125 . 103V/m
B
Resposta: A
b) VP = 250 + (–250)(V) = 0 e VS = – 500 + 150(V) = –350V
⬖ τPS = q (VP – VS) ⇒ τPS = 2,0 . 10–9 [0 – (–350)](J)
6)
τPS = 7,0 . 10–7J

11)

O vetor campo elétrico é tangente à linha de força e tem o


mesmo sentido dela. Portanto, no ponto P o vetor será vertical
para cima (vide figura).
Resposta: A
VA = 12V
7) I. Verdadeiro. Sendo o trabalho da força elétrica para uma VB = 6,0V
carga levada de A para B dado por: τ = q . (VA – VB) e sendo
K0 . Q
VB = 0 (referencial no infinito), temos: τ = q . VA. VA = ––––––– = 12V
d
Para q = 1,0 C, τ = VA .
K0 . Q = 12 . d u
I
II. Falso. Conforme se percorre a linha de campo em sentido
contrário ao de sua orientação, o potencial aumenta.
K0 . Q
VB = ––––––– = 6V ⇒ K0 . Q = 6 (d + x) u
II
d+x

III. Verdadeiro. As linhas de campo são sempre perpendicu-


lares às superfícies equipotenciais. Fazendo I = II:
Resposta: C
12 . d = 6 (d + x)

8) As linhas de força “nascem” na carga positiva e “morrem” na 12 . d


––––––– = d + x
negativa. Então, temos: Q1 > 0 e Q2 < 0. 6
Resposta: C
2d = d + x

9) As linhas de força “nascem” na carga positiva e “morrem” na d=x


2d – d = x
negativa. Então, temos: QA > 0 e QB < 0. As linhas cheias são
K0 . Q
as linhas de força e as pontilhadas são as equipotenciais. K0 . Q
VC = –––––––
K0 . Q
= ––––––– ⇒ VC = ––––––– u
III
Resposta: E d + 2x d + 2d 3d

U 12d
10) a) E . d = U ⇒ EP = ––– Item III: VC = ––––– ⇒ VC = 4,0V
A dA 3d

– 79
K0 . Q 9 . 109 . Q 90 . 0,5
12) a) VB = ––––––– ⇒ 90 = –––––––––– ⇒ –––––––– (C) = Q
r 0,5 9 . 109

Q = 5,0 . 10–9C

b) τAC = q (VA – VC)

τAC = –2 . 10–10 (20 – 120) (J)

τAC = 2,0 . 10–8J

15) I e II. Verdadeiras. As linhas de força “nascem” na carga


positiva e “morrem” na negativa. Abandonando uma carga
positiva, ela será repelida pela positiva e atraída pela negativa,
ou seja, deslocar-se-á espontaneamente do maior para o
menor potencial.

Se a carga abandonada for negativa, fará o caminho inverso.

III e IV. Verdadeiras. No movimento espontâneo, a energia


cinética da partícula sempre aumenta e a energia potencial
sempre diminui.
Resposta: A

16) No movimento espontâneo de uma partícula eletrizada, a


energia cinética sempre aumenta e a energia potencial sempre
diminui.
Resposta: A

17) Como no movimento espontâneo a energia cinética sempre


aumenta, o trabalho será sempre positivo (teorema da energia
cinética: τ = EC)
Resposta: A

18) τAC = q (VA – VC)


τAC = 4,0 . 10–12 [40 –(–50)](J)
τAC = 4,0 . 10–12 . 90(J)

τAC = 3,6 . 10–10J

80 –
FÍSICA 300 . 0,5
K0 . Q V.R
15) V = ––––––– ⇒ V . R = K0 . Q ⇒ Q = ––––––– = –––––––— (C)
LIVRO 3 – ELETROSTÁTICA R K0 9 . 109

3 . 102 . 5 . 10–1
Capítulo 2 – Condutor em Equilíbrio Eletrostático Q = –––––––———— (C) ⇒ Q  1,7 . 10–8C
9 . 109

4) As cargas elétricas em excesso em um condutor em equilíbrio


Resposta: A
estão na superfície externa. O campo elétrico interno é nulo e
o potencial interno é constante, igual ao da superfície e não 16) Como o raio da esfera é 0,5 m, ou seja, 50 cm, os dois pontos
nulo. citados são internos. Logo, o campo interno é nulo.
Resposta: B Resposta: A

5) I. Falsa. Na superfície do condutor eletrizado em equilíbrio, 17) V = E . r ⇒ V = 3 . 106 . 2 . 10–2(V) ⇒ V = 6,0 . 104V
concentram-se as cargas elétricas e aí o campo elétrico é
diferente de zero e vale 1/2 Epróx.
K0 . Q 9 . 109 . n . 1,6 . 10–19
II. Verdadeira. O potencial elétrico interno e na superfície são 18) V = ––––––– ⇒ 120 = –––––––—————— ⇒ 120 . 20 . 10–2 =
R 20 . 10–2
iguais, constantes e não nulos.
III. Verdadeira. Propriedade do poder das pontas. Quanto mais
2400 . 10–2
acentuada é a curvatura, maior é a densidade superficial n . 14,4 . 10–10 ⇒ n = –––––––—— ⇒ n  1,7 . 1010 elétrons
14,4 . 10–10
de cargas.
Resposta: D Resposta: B

6) As cargas elétricas em excesso em um condutor em equilíbrio 20) Equilíbrio eletrostático significa potenciais iguais.
estão na superfície externa. O campo elétrico interno é nulo e Resposta: C
o potencial interno é constante, igual ao da superfície e não
K0 . QA K0 . QB K0
nulo. 21) a) VA – VB = ––––––– – ––––––– ⇒ VA – VB = ––– [(–q) – (2q)]
R R R
Resposta: C

K0 3K0 . q
7) Ao se fazer o contato da esfera menor com o interior da esfera VA – VB = ––– (–3q) ⇒ VA – VB = – –––––––
R R
oca, as cargas adquiridas pela esfera oca vão para sua
superfície externa e consequentemente ela adquire maior
3K0 . q
carga elétrica. Em módulo: |VA – VB| = ––––––––
Resposta: E R

8) O corpo A funcionará como um indutor e a gaiola será o b) No contato entre A e C, temos:


induzido. Como dentro da gaiola o campo elétrico é nulo, as
–q + 0 q
duas esferas permanecem neutras. Q’A = Q’C = ––––––– ⇒ Q’A = Q’C = – –––
2 2
Resposta: E

K0 . Q 9 . 109 . Q 9 . 103 . 2 . 10–1


12) V = ––––––– ⇒ 9000 = ––––––––— ⇒ –––––––———— (C)= Q No contato entre B e C, temos:
R 0,2 9 . 109
–q 3q
––– + 2q –––
2 2
Q = 2,0 . 10–7C Q’B = Q’’C = –––––––– = –––––
2 2

3q
13) O potencial interno é igual ao da superfície; então, temos: Q’B = Q’’C = ––––
4
K0 . Q 9 . 109 . 4 . 10–6 9 . 4 . 103
VP = Vs = ––––––– ⇒ VP = ——–––––––—–(V) ⇒ VP = ——–––––(V)
R 40 . 10 –2 4 . 10–1
Q’1 R1 Q’1 10 Q’1 1
VP = 9,0 . 104V 22) –––– = –––– ⇒ –––– = –––– ⇒ –––– = –––– = Q’2 = 1,5 . Q’1
Q’2 R2 Q’2 15 Q’2 1,5

Resposta: B
Pelo princípio da conservação de cargas, temos:

K0 . Q 9 . 109 . 1 . 10–3
14) V = ––––––– ⇒ –––––––————(V) ⇒ V = 9,0 . 106V Q1 + Q2 = Q’1 + Q’2 ⇒ Q1 + Q2 = Q’1 + 1,5 Q’1 ⇒ Q1 + Q2 = 2,5 . Q’1
R 1

Resposta: D K0 . Q V.R
Como V = ––––––– ⇒ Q = ––––––
R K0

– 81
Portanto:
Q’ RA Q’A 3 3
Q1 + Q2 = 2,5 . Q’1 (2) FALSA. –––A = ––– ⇒ –––– = ––– ⇒ Q’A = ––– Q’B
Q’B RB Q’B 5 5
V1 . R1 V 2 . R2 2,5V . R1
––––––– + ––––––– = –––––––— ⇒ V1 . R1 + V2 . R2 = 2,5 . V . R1
K0 K0 K0
(3) VERDADEIRA.
K0 . Q V.R
1000 . 10 + 2000 . 15 = 2,5 . V . 10 ⇒ 10 000 + 30 000 = 25 . V QA + QB = Q’A + Q’B, como V = ––—–– ⬖Q = ––—––
R K0
40 000
V = ––––––– (V) ⇒ V = 1600V Portanto: QA + QB = Q’A + Q’B
25
3
–2 . 10–6 + 6 . 10–6 = ––– Q’B + Q’B
5
23) Sendo a densidade superficial de cargas (σ) dada por:
4 . 10–6 = 1,6 . Q’B ⇒
Q
σ = ––– , em que S é a área da superfície, temos:
S V . 5 . 10–2
4 . 10–6 = 1,6 . ––—––—––
9 . 109
Q Q QB QB QB
σA = ––––
A ⇒σ =
A
A eσ =
––––– B ––– ⇒ σB = –––––— = ––––— 4 . 10–6 . 9 . 109 = 8 . 10–2 . V
SA 2 πR SB π (2R)2 4 πR2
4 . 9 . 103
QA 2 QB QB V = ––—––—–– (V) ⇒ V = 4,5 . 105V
Como σA = 2σB ⇒ ––––– = ––––– ⇒ QA = –––– ⇒ QB = 2QA 8 . 10–2
πR2 4πR2 2
K0 . QA K0 . QB K0 . 2QA K0 . QA
VA = ––––—– e VB = –––—–– ⇒ VB = ––––—–– ⇒ VB = –———–
R 2R 2R R (4) FALSA. Sendo QA + QB = 1,6Q’B , temos:

Como VA = VB, não há corrente entre A e B. – 2 . 10–6 + 6 . 10–6 = 1,6 . Q’B

4 . 10–6
––—––—(C) = Q’B ⇒ Q’B = 2,5 . 10 C
–6
Q’1 R1 Q’1 2 Q’1 1
24) –––– = ––– ⇒ –––– = ––– ⇒ –––– = –––– ⇒ Q’2 = 1,5 . Q’1 1,6
Q’2 R2 Q’2 3 Q’2 1,5

Pelo princípio da conservação de cargas, temos: Como a carga de B diminuiu, a esfera B recebeu elétrons.
Q1 + Q2 = Q’1 + Q’2 Então, temos:
K0 . Q V.R
Como V = –––—– ⇒ Q = ––––– . Portanto: Q = n . e ⇒ 6 . 10–6 – 2,5 . 10–6 = n . 1,6 . 10–19
R K0
3,5 . 10–6
Q1 + Q2 = Q’1 + 1,5 . Q’1 ⇒ Q1 + Q2 = 2,5Q’1 ––––——— = n ⇒ n  2,19 . 1013 elétrons
1,6 . 10–19
V 1 . R 1 V2 . R 2 V1 . R1 Resposta: D
–––—– + –––—– = 2,5 . –––—– ⇒ 4,10 . 2 + 2,60 . 3 = 2,5 . V . 2
K0 K0 K0
16
8,20 + 7,80 = 5 . V ⇒ 16 = 5 . V ⇒ V = ––– (V) ⇒ V = 3,20V 31) Se os diâmetros são iguais, os raios também o são.
5
Resposta: A R
Como C = ––– ⇒ CA = CB
K0

Q 10 . 10–3 Resposta: C
29) a) C = ––– ⇒ C = –––——– (F) ⇒ C = 2,0 . 10–6F ou C = 2,0µF
V 5 . 103

R Q ⇒ Q=C.V
b) C = ––– ⇒ R = C . K0 ⇒ R = 2,0 . 10–6 . 9 . 109 (m) 32) C = –––
K0 V

R = 18 . 103m ⇒ R = 1,8 . 104m Se a esfera estivesse ligada à Terra, seu potencial e sua carga
seriam nulos. Portanto, ela terá uma carga C . V a mais do que
ela teria se estivesse ligada à Terra.
RA 3 . 10–2 1 Resposta: B
30) (0) FALSA. CA = ––– ⇒ CA = –––—— (F) ⇒ CA = ––– . 10–11 F
K0 9 . 109 3

QA VA QB VB
CA  3,3 . 10–12F ou CA  3,3pF 33) EA = –––—– e EB = –––—
2 2

K0 QA K0 QB
VA = –––—– e VB = –––— e QA = QB = Q
K0 . QB 9 . 109 . 6 . 10–6 RA RB
(1) VERDADEIRA. VB = ––—–– ⇒ VB = ———–––——— (V)
RB 5 . 10–2
Logo:

Q K0 . Q K0 . Q2
VB = 10,8 . 105 V⇒ VB = 1,08 . 106V EA = ––– . –––— ⇒ EA = –––—
2 RA 2RA

82 –
Como RA = 2RB, temos:

K0 . Q2 K0 Q2
EA = –––——– ⇒ EA = –––——
2 . 2 RB 4RB

Q K0 . Q K0 Q2
EB = ––– . –––—— ⇒ EB = –––—–
2 RB 2RB

EA K0 . Q2 2RB EA 1 1
⬖ ––– = –––—— . –––—— ⇒ ––– = ––– ⇒ EA = ––– EB
EB 4RB K0 . Q2 EB 2 2

Resposta: B

Q
34) a) Q1 + Q2 = Q’1 + Q’2 e C = ––– ⬖ Q = C . V
V

Q1 + Q2 = C1 . V + C2 . V

2 . 10–12 + 1 . 10–12 = V (1 . 10–12 + 2 . 10–12)

3 . 10–12 = V . 3 . 10–12 ⇒ V = 1,0V

Q’
b) C1 = –––1 ⇒ Q’1 = C1 . V ⇒ Q’1 = 1 . 10–12 . 1,0(C)
V

Q’1 = 1,0 . 10–12C ou Q’1 = 1,0pC

Q’
C2 = –––2 ⇒ Q’2 = C2 . V ⇒ Q’2 = 2 . 10–12 . 1,0(C)
V

Q’2 = 2,0 . 10–12C ou Q’2 = 2,0pC

– 83
FÍSICA II. Correta.

LIVRO 3 – ELETROSTÁTICA

Capítulo 3 – Campo Elétrico Uniforme

7) Consideremos os potenciais das placas:


U = VA – VB
U = 160 – 80 (V)
U = 80V
III. Incorreta.
d = 2cm = 2 . 10–2m
q
A relação entre a intensidade do campo elétrico e a d.d.p. é O desvio depende da razão –––– .
m
dada por: Resposta: B
E.d=U

U 80V 11) A partícula que atinge o ponto P não sofreu nenhuma ação do
E = –––– = –––––––––
d 2 . 10–2m campo elétrico; logo, é um nêutron.
As partículas que atingem Q e R são prótons, pois se afastam
E = 40 . 102V/m
da distribuição de cargas positivas.
V Então, temos: nêutron, próton, próton.
E = 4,0 . 103 –––
m Resposta: E

Resposta: C
12) Equilibrar uma gotícula de óleo:
8) Como A e B estão na mesma linha equipotencial, não há Feᐉ = P
variação do potencial elétrico, logo: | q | E = mg
VA = VB mg 1,6 . 10–17
| q | = –––– = –––––––––– (C)
VA = 0 E 100
U=E.d
| q | = 1,6 . 10–19C
UBC = 10 . 4 (V)
q = – 1,6 . 10–19C
UBC = 40V

UBC = VB – VC O campo elétrico (E) é descendente, pois deve produzir uma


40 = 0 – VC força ascendente no elétron para equilibrá-lo.
Resposta: B
VC = – 40V

Resposta: D 13)
Feᐉ = P
9) a) E . d = U q.E=m.g
5 . 102 . d = 50 1 . E = 20 . 10–3 . 10
d = 1,0 . 10–1m
E = 2 . 10–1N/C
b) Independentemente do caminho, o trabalho do campo
elétrico (conservativo) é sempre dado por:
τAB = q . (VA – VB) = 2 . 10–6 . (100 – 50) (J)
N
Resposta: E = 2,0 . 10–1 ––––
τAB = 1,0 . 10–4J C

Respostas: a) d = 1,0 . 10–1m 14) P – Feᐉ = m a


b) τAB = 1,0 . 10–4J m . g – q . E = m . 0,2 . g
q . E = 0,8mg
10) I. Incorreta. 0,8mg
q = –––––
Fresultante = Felétrica E
ma = q E
Resposta: A
qE
a = ––––
m 15) a) A e D estão na mesma linha equipotencial; logo:
VA = VD = 40V
q
A aceleração que desvia a carga depende da razão –––– . B e C estão na mesma linha equipotencial; logo:
m VB = VC = 20V

84 –
b) E . d = U V2 = 2 . 5 . 105 . 16 . 10–2
V2 = 16 . 104
   
U 40 – 20 V 20 V
E = –––– = –––––– ––– = –––– –––
d 2 m 2 m V = 4,0 . 102m/s

V Respostas: a) a = 5,0 . 105m/s2


E = 10 –––– b) V = 4,0 . 102m/s
m

c) 19) a) Feᐉ = q . E
P=m.g

FR = 
(q . E)2 + (mg)2

d) m . a = 
q
2 . E2 + m2 . g2

q
2 . E2 + m2 . g2
a = ––––––––––––––––––
m
b) Tempo de queda
0 gt2
H = V0 . t + ––––
2

2H
t2 = ––––
g
Respostas: a) VB = VC = 20V; VA = VD = 40V
Aceleração em x:
V
b) E = 10 –––– Feᐉ = m . ax
m q . E = m . ax
c) Vide gráfico q.E
ax = ––––
d) Vide gráfico
m
Deslocamento em x:
16) Feᐉ = Fmag
q.E=q.V.B 0
ax . t2
Como não depende das massas e cargas das partículas, D = V0 . t + ––––––
2
devemos conservar tanto os sentidos quanto as intensidades
→ →
de E e B. q . E 2H 1 qEH
D = –––– . –––– . –– ⇒ D = –––––
Resposta: E m g 2 m.g

17) Se o campo magnético estiver paralelo à velocidade, não pro- q


2 . E2 + m2 . g2
Respostas: a) a = ––––––––––––––––––
duzirá uma força magnética para se opor à força elétrica, logo: m
Resposta: A qEH
b) D = –––––
m.g
18) mα = 6,4 . 10–27kg
q = 3,2 . 10–19C 21) U = 20V
d = 16cm = 16 . 10–2m 0
m . V0
Ec = –––––
V 0 m.g
E = 0,01 ––––
m
Ec = 0
0 0
a) Feᐉ = m . a τcampo + τoperador = Ecin
q.E=m.a
0
q . E 3,2 . 10–19 . 10–2 q . V + 0 = Ecf – Ec
a = –––– = –––––––––––––– (m/s2) 0
m 6,4 . 10–27 Ec = q . U = 1,6 . 10–19 . 20 (J)
f

a = 5,0 . 105m/s2 Ec = 3,2 . 10–18J


f
b) V2 = V20 + 2 . a . s
Resposta: E

– 85
22) q = 10μC 25) τAC = Ecin(AC)
0
m = 4g q . (VA – VC) = EC(C) – EC(A)
VA = 1200V
– 1,6 . 10–19 . 100 = EC(C)
VB = – 2000V
EC(C) = – 1,6 . 10–17J
τcampo = Ecin
0
τCB = Ecin(CB)
m . VB2 m . VA2
q . (VA – VB) = –––––– – ––––––––
2 2 q . (VC – VB) = Ecin(B) – Ecin(C)

1,6 . 10–19(– 100 – 5000) = – 1,6 . 10–17 – Ecin(C)


4 . 10–3 . VB2
10 . 10–6 . (3200) = –––––––––––– 1,6 . 10–19(– 5100) = – 1,6 . 10–17 – Ecin(C)
2
Ecin(C) = – 1,6 . 10–17 + 81,6 . 10–17 (J)
32 . 103 . 10–6 = 2 . 10–3 . VB2
Ecin(c) = 80 . 10–17 (J)
VB2 = 16
Ecin(c) = 8,0 . 10–16J
VB = 4,0m/s

Resposta: C Resposta: C

23) Como o E é uniforme, a aceleração é constante. 26) a) A força efetiva é a resultante das forças elétrica e gravita-
Assim, pela Equação de Torricelli, obtemos: cional:


Fe = mg + q . E = 0,1 . 10 + 3 . 10–5 . 105 (N)
d
Vp2 = 2 . a . ––– a
2 Fe = 4N
V2 = V02 + 2 . a . S
d m.L
VB2 = Vp2 + 2 . a . ––– b b) TQ = 2π –––––
2 4
De a e b, temos:
m.L
VB2 = 2Vp2 T0 = 2π –––––
1
VB2
Vp2 = –––––– (pois Fe = mg, quando a bola não tem carga)
2
TQ 1 1
R = ––– = –––––– = –––
VB 2 2,56 . . 
106
2 T0 4 2
Vp = –––––––– = ––––––––––––––– (m/s)
2 2
1 TQ
Vp = 1,81 . 106m/s c) R = ––– = ––– ⇒ T0 = 2 . TQ
2 T0
Resposta: D T0 = 2 . 3 (h)

T0 = 6h da tarde
24) m = 1 . 10–4kg
q = – 1 . 10–6C Respostas: a) Fe = 4N

TQ 1 1
V b) R = ––– = ––––– = –––
E = 1 . 105 –––
m T0 4 2

c) T0 = 6h da tarde
d = 20cm = 20 . 10–2m
F = q . E = 1 . 10–6 . 1 . 105 (N) 27) I. Falsa.
F = 10–1N Depende do sinal da carga.
F=m.a II. Verdadeira.
III. Verdadeira.
10–1 = 10–4 . a
IV. Verdadeira.
a = 103m/s2 V. Falsa.
V2 = V02 + 2 . a . S Se a força magnética e a força elétrica tiverem a mesma
02 = V02 + 2(– 103) . 2 . 10–1 intensidade e direção, porém sentidos opostos, é possível
descrever um M.R.U.
V02 = 4 . 102
Resposta: C
V0 = 20m/s

Resposta: B

86 –
FÍSICA A d.d.p. no resistor de 30 é:
U=R.i
LIVRO 3 – ELETROSTÁTICA U = 30 . 0,2 (V)
Capítulo 4 – Capacitores U = 6V e é a mesma d.d.p. do capacitor.

2) O condutor A produzirá indução total no condutor B. A carga elétrica do capacitor vale:


Uma vez ligado o induzido à Terra, a carga do induzido passará Q = C . U = 5 . 10–6 . 6 (C)
a ser qB = –5μC. Q = 30μC
A carga do conjunto A + B é nula, logo a carga induzida no
condutor C é nula. Resposta: C
Resposta: D
14) Cálculo da intensidade da corrente elétrica pela Lei de Pouillet:
3) Como o campo elétrico E é uniforme entre as placas, a E 12 12
intensidade da força elétrica será a mesma, qualquer que seja i = ––––– = –––––––– (A) = ––––– (A) ⇒ i = 2A
∑R 1+2+3 6
a posição de + q entre as placas.
Resposta: E d.d.p. no resistor de 2:
U=R.i
4) Todas as linhas de força que partem do condutor interno, U = 2 . 2 (V) ⇒ U = 4V
necessariamente, atingirão as paredes internas do condutor
oco, produzindo indução total. Cálculo da carga do capacitor:
As cargas induzidas no condutor oco são – Q e + Q nas Q = C . U = 7 . 10–6 . 4 (C)
superfícies interna e externa, respectivamente. Q = 28μC
A soma das cargas é nula.
Resposta: A Resposta: Q = 28μC

5) A pequena esfera com carga positiva produz indução no 15) d.d.p. no capacitor:
condutor esférico oco, cuja carga elétrica é negativa na
Q 100 . 10–6
superfície interna e positiva nas superfície externa. U = ––––– = ––––––––– (V)
C 5 . 10–6
Como a carga interna não é nula tanto no interior como no
exterior do condutor, o campo elétrico é não nulo. U = 20V
Resposta: E
E
i = –––––
∑R
6) A carga induzida na superfície interna do condutor oco é – Q
e as linhas de força são perpendiculares. 20
2 = ––––––
Resposta: C 9+r

12) A carga elétrica vale: 18 + 2r = 20 ⇒ 2r = 2


Q=C.U r = 1,0
∴ Q = 4 . 10–6 . 6 (C) = 24 . 10–6C
Resposta: E
Q = 24μC

A energia elétrica vale: 16) Não passará corrente no capacitor C, pois ele possui um
isolante entre as armaduras; logo, o valor indicado pelo ampe-
Q.U
Weᐉ = ––––– rímetro é zero.
2 Resposta: zero.
24 . 10–6 . 6
Weᐉ = ––––––––––– (J) 17) A corrente que irá circular pelo circuito é dada pela Lei de
2
Pouillet:
Weᐉ = 12 . 10–6 . 6 (J) ε
i = –––––
Weᐉ = 72 . 10–6J ∑R
Weᐉ = 7,2 . 10–5J ε
i = –––––––
Resposta: Q = 24μC e Weᐉ = 7,2 . 10–5J R1 + R2

A tensão no capacitor é a mesma que a do resistor R2:


13) A intensidade das correntes é dada pela Lei de Pouillet:
U = R2 . i
E 10 10
i = ––––– ⇒ i = ––––––– (A) = ––––– (A) ε
∑R 20 + 30 50 U = R2 . –––––––
R1 + R2
i = 0,2A Resposta: C

– 87
19) U = V – (– V) 25) d = 5cm
U = 2V C = 4 . 10–10F
Q=C.U Q = 6μC
Q = C . 2V E.d=U

Q=2.C.V U Q 6 . 10–6
E = –––– = ––––– = –––––––––––––––– (V/m)
d C.d 4 . 10–10 . 5 . 10–2
Resposta: B
6 V
E = –––– . 106 (V/m) = 3 . 105 –––––
A.ε 20 m
20) C = ––––––
e
Resposta: C
Como a capacitância (C) é inversamente proporcional à distân-
cia entre as placas (e), aumentando e, diminui C. εA
26) Q = C . U = –––– . U
d
Q.U Q.Q Q2 Q2
E = –––––– = –––––– = –––––– = –––––––––
2 2.C 2C A.ε A carga é diretamente proporcional à constante dielétrica (ε);
2 . –––––
e logo, o capacitor A acumula uma carga maior.
Q2 . e Resposta: B
E = ––––––––
2.A.ε

E é diretamente proporcional a e; logo, aumentando e, aumen- U Q


27) E = –––– = ––––
ta E. d C.d
Resposta: B EA = EB

QA QB
21) A d.d.p. continuará constante. –––––– = ––––––
CA . d CB . d
Aε Aε Aε C0
C0 = –––– ; C1 = –––– = –––––– = –––– Como CA < CB, então:
e0 e1 2. e0 2
QA < QB
A capacitância se reduzirá à metade. Como a carga é direta-
mente proporcional à capacitância e o campo elétrico direta- Resposta: D
mente proporcional à carga, ambos se reduzirão à metade.

q0 E0 28) d = 2000m
q = –––– e E = ––––
2 2 A = 200km2
t = 10–3s

22) Com o ar mais úmido, a rigidez dielétrica cai, logo bastará uma i = 50 . 103A
d.d.p. menor para que o dielétrico comece a conduzir eletri- F
ε0 = 9 . 10–12 ––––
cidade. m
Resposta: B
Q
a) i = –––– ⇒ Q = i . t = 50 . 103 . 10–3 (C)
t
23) Introduzindo-se um dielétrico entre as armaduras de um
capacitor, o dielétrico diminui a intensidade do campo elétrico Q = 50C
no interior do capacitor.
ε0 . A 9 . 10–12 . 2 . 108
Resposta: D b) C = ––––– = ––––––––––––––– (F)
d 2 . 103

Q Q Q.d C = 9 . 10–7F
24) a) U = –––– = –––––– ⇒ U = –––––– = 200V
C ε.A ε.A Q 50
–––– c) U = –––– = –––––––– (V) = 5,6 . 107V
d C 9 . 10–7

Q.d Respostas: a) Q = 50C


200
U’ = –––––––– = –––– (V) ⇒ U’ = 40V b) C = 9 . 10–7F
5.ε.A 5
c) U = 5,6 . 107V

1
b) U = E . d = 0,8 . 106 . –––– . 10–3 (V) = 0,4 . 103V 6 . 12
2 32) a) Ceq = –––––– (μF)
6 + 12
U = 400V 72
Ceq = –––– (μF)
Respostas: a) U’ = 40V 18
b) U = 400V Ceq = 4,0μF

88 –
36)
3.6
b) Ceq = ––––– (μF) + 2 (μF)
3+6

Ceq = 4,0μF

(5 + 3) . 8
c) Ceq = –––––––––– (μF)
5+3+8

Ceq = 4,0μF

Respostas: a) 4,0μF
b) 4,0μF
c) 4,0μF

(3 + 6) . (8 + 10) C C
Ceq = ––– + –––
33) Ceq = ––––––––––––––– (μF)
(3 + 6) + (8 + 10) 2 2

Ceq = C
9 . 18
Ceq = –––––– (μF)
27 Resposta: C

Ceq = 6,0μF 37)

Resposta: Ceq = 6,0μF

34) Para capacitores iguais em série, temos:

C
Ceq = ––– , em que n é o número de capacitores em série.
n

C
Fig. 1: Ceq = ––––
2

C
Fig. 2: Ceq = ––––
3

C C
Respostas: ––– ; –––
2 3

9 É a mesma capacitância equivalente.


35) Ceq = ––– (μF)
1 2 Resposta: C

Ceq = C + 2C 38)
2

Ceq = 3C
2

Ceq . Ceq
1 2
Ceq = ––––––––––
Ceq + Ceq
1 2

9
–– . 3C
2 39) 10(μF) = C1 + C2 a
3 = –––––––––
9
–– + 3C C1 . C2
2 2,4(μF) = –––––––
C1 + C2
27 27 . C
––– + 9C = ––––– C1 . C2
2 2 2,4(μF) = –––––––
10
27 + 18C = 27C
9C = 27 24(μF)2 = C1 . C2 b

C = 3,0μF
de a e b, temos: 4μF e 6μF

Resposta: 3,0μF Resposta: D

– 89
a em b:
2.6
42) Ceq = –––––– (μF) 2Q2 + Q2 = 2Q
2+6
3Q2 = 2Q

12 2Q
Ceq = –––– (μF) Q2 = ––––
8 3
Resposta: D
3
Ceq = ––– μF
2 47) Q1 = 1 . 10–6 . 1000 (C)
Q1 = 1000μC
Todos os capacitores eletrizam-se com a mesma carga.
Coloca-se o segundo, descarregado, em paralelo com o pri-
3 meiro; tendo ambos a mesma capacitância, a carga irá
Q = C . U = ––– . 40 (μC)
2 distribuir-se entre os dois.
Q1 = 500μC
Q = 60μC Q2 = 500μC

Resposta: C b com c: Q2 = 250μC


Q3 = 250μC
43) a) Capacitores em paralelo: c com d: Q3 = 125μC
Ceq = C1 + C2 + C3
Q4 = 125μC
Ceq = (2 + 5 + 10)μF
d com e: Q4 = 62,5μC
Ceq = 17μF
Q5 = 62,5μC

b) Q = Ceq . U Respostas: Q1 = 500μC


Q = 17 . 10–6 . 8 (C) Q2 = 250μC

Q = 136μC Q3 = 125μC
Q4 = Q5 = 62,5μC
Respostas: a) Ceq = 17F
b) Q = 136C Q 500
48) U = –––– = –––– (V)
Ceq 20
44) Q = Ceq . U
U = 25V
3.2
Q = ––––– . 10–9 . 5 (C) Resposta: U = 25V
3+2

6 ε 90 90
Q = ––– . 10–9 . 5 (C) 49) i = –––– = ––––––––––––– (A) = –––– (A)
5 ∑R 10 + 10 + 10 30
i = 3A
Q = 6,0 . 10–9C A d.d.p. nos capacitores é a mesma que a do resistor da
direita.
Resposta: D
U = R . i = 10 . 3 (V)
U = 30V
45) C1 > C2
QA = CA . U
Q Q
––– > ––– QA = 0,2 . 10–6 . 30 (C)
U1 U2
QA = 6,0μC
U2 > U1 Resposta: A


Resposta: B
ε 20 20
50) i = –––– = ––––– (A) = –––– (A)
∑R 2+2 4
46) A1 = 2A2 com a chave aberta
C1 = 2C2 i = 5A
U=Ri
Ligados em paralelo, os capacitores terão a mesma tensão: U = 2 . 5 (V) = 10V
U1 = U2 Após o fechamento da chave, a d.d.p. no capacitor é a mesma
do resistor menos a d.d.p. da fonte da direita, de 2V.
Q1 Q2 Q1 Q2
––– = ––– ⇒ ––– = ––– ⇒ Q1 = 2 . Q2 a UC = 10 – 2 (V) = 8V
C1 C2 2C2 C2
Q = C . U = 2 . 10–6 . 8 (C)
Q1 + Q2 = Q + Q (Sendo Q a carga de cada condensador) Q = 16μC
Q1 + Q2 = 2Q b Resposta: 16μC

90 –
51) Capacidade equivalente:
Q2 . U2 960 . 10–6 . 60
b) Weᐉ = ––––––– = –––––––––––––– (J)
1 1 1 1 13 2 2 2
–––– = –––– + ––– + ––– (SI) = ––– (SI)
Ceq 10 5 1 10
Weᐉ  2,9 . 10–2J
2
10
Ceq = –––– μF
13
Respostas: a) 160V
R1 1 b) 2,9 . 10–2J
Req = –––– + R3 = ––– + 2 ()
2 2

Req = 2,5 10 . 2,5 25


53) Ceq = ––––––– (F) = ––––– (F) = 2,0μF
12,5 12,5
Corrente elétrica:

ε 1 Ceq = 2μF
i = ––––– = ––––– A
Req 2,5 Q = Ceq . U = 2 . 10–6 . 100 (C)
Q = 2 . 10–4 (C)

Tensão nos resistores em paralelo (R1 e R2): Q.U 2 . 10–4 . 100


Weᐉ = ––––––– = –––––––––––––– (J)
1 1 2 2
Ux = Req . i = ––– . –––– (V)
2 2,5
1,0 . 10–2J
1
Ux = ––– V Resposta: C
5

Carga nos capacitores:

10 1 54) C2 = 2C1
Q = Ceq . Ux = –––– . 10–6 . ––– (C)
13 5 Q1 = Q2 (pois os capacitores estão em série)
C1 . U1 = C2 . U2
2
Q = –––– μC
13 C1U1 = 2C1 . U2

U1
U2 = ––––––
Tensão UBA: 2
Q = C2 . UBA
Q . U1
2 W1 = –––––––
––– . 10–6 = 5 . 10–6 . UBA 2
13
Q . U2
2 W2 = –––––––
UBA = –––– V 2
65
Q . U1
UBA = 0,03V W2 = –––––––
2.2
Resposta: C
W1
W2 = –––––
2
6 . 16
52) a) Ceq = ––––––– (μF)
6 + 16 Resposta: B

96
Ceq = ––––– (μF)
22

Q = Ceq . U

96
Q = ––– . 10–6 . 220 (C)
22

Q = 960 . 10–6C

Q = C1 . U1
960 . 10–6 = 6 . 10–6 . U1

U1 = 160V

– 91
FÍSICA 9) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
x = A cos (ωt + ϕ0)
LIVRO 3 – ONDAS

π
Capítulo 1 – Oscilações x = 4 cos ––– t + ϕ0
2  (SI)
5) A projeção de um movimento circular uniforme sobre um dos Para t0 = 0, temos x0 = –2,0 m:
diâmetros da trajetória circular é um movimento harmônico
–2,0 = 4,0 (ϕ0)
simples.
Resposta: E ϕ0 = arccos (– 0,50)

6) Comparando-se a função dada com a função horária dos ϕ0 = ––– (1 + 3n) rad
3
espaços de um MHS, tem-se:
ou
x = A cos (ωt + 0)

ϕ0 = ––– (2 + 3n) rad

π

3π 3
x = 5 cos ––– t + –––
2 2
A = 5m Com n = 0, 1, 2, 3, 4...
π
ω = 2πf = ––– rad/s A função horária da velocidade escalar de um MHS é dada por:
2
V = – Aωsen (ωt + ϕ0)
f = 0,25Hz
π
 –––2 t + ϕ 
π
V = –4 . ––– sen 0
1 2
T = ––– = 4s
f
Para t0 = 0, temos:
V0 = –2 . πsen (ϕ0)

0 = ––– rad
2
Como o móvel está em movimento retrógrado nesse instante,
V0 < 0, temos:
Resposta: C sen (ϕ0) > 0

Mas:
7) A projeção de um movimento circular uniforme sobre um dos
diâmetros da trajetória circular é um movimento harmônico
–––3 (2 + 3n)
< 0

simples, que tem função horária dos espaços dada por: sen

x = A cos (ωt + ϕ0) Portanto:


π 2π
Conforme a figura A = 0,50m, supondo-se que ϕ0 = 0, tem-se:
x = 0,50 cos (20t)
x = 4 cos
–––2 t + –––3 (1 + 3n)
(SI)
Resposta: D Em particular, para n = 0, temos:
π 2π
8) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
x = A cos (ωt + ϕ0)
x = 4 cos
 –––2 t + –––3  (SI)
x = A cos (2πft + ϕ0) Resposta:
π 2π
–––2 t + –––3 (1 + 3n)
(SI)
x = 1,0 cos (2π 5,0t + ϕ0)
x = 4 cos
x = cos (10πt + ϕ0)
Para n = 0:
Para t0 = 0, temos x0 = 0,50m:
π 2π
0,50 = cos (ϕ0) x = 4 cos
 –––2 t + –––3  (SI)
ϕ0 = arccos (0,50)
π
ϕ0 = –– (1 + 6n) rad 10) a) Comparando-se a função dada com a função horária dos
3 espaços de um MHS, tem-se:
ou x = A cos (ωt + ϕ0)
π 3π
ϕ0 = –– (5 + 6n) rad
3 
x = 3 cos πt + –––
2 
Com n = 0, 1, 2, 3, 4... A = 3m
ω = 2πf = πrad/s
Uma possível função então seria:
f = 0,50Hz
 π
x = cos 10πt + ––
3  3π
ϕ0 = –––– rad
Resposta: A 2

92 –
b) A função horária da velocidade escalar de um MHS é dada 12) a) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
por:
x = A cos (ωt + ϕ0)
V = –Aωsen (ωt + ϕ0)
A figura mostra que a fase inicial ϕ0 do movimento é de 45°:

 
3π π
V = –3πsen πt + ––– (SI) ϕ0 = 45° = –– rad
2 4

c) A função horária da aceleração escalar de um MHS é dada


por:

x = R cos ωt + ––
4 
a = –Aω2 cos (ωt + ϕ0) b) A função horária da velocidade escalar de um MHS é dada
por:

 

a = –3π2 cos πt + ––– (SI)
2 V = –Aωsen (ωt + ϕ0)

Respostas:
π
V = –Rωsen ωt + ––
4  
a) A = 3m A velocidade escalar tem intensidade máxima quando:

   =1
ω = 2πf = πrad/s π
sen ωt + ––
4
f = 0,50Hz

ϕ0 = ––– rad π π
2
 ωt + ––4  = –– + nπ
2

  (SI)

b) V = –3πsen πt + ––– Para n inteiro:
2 π π
 4 2  
cos ωt + ––– = cos ––– + nπ = 0

 

c) a = –3π2 cos πt + ––– (SI)
2 Portanto a velocidade escalar tem intensidade máxima
quando x = 0.
π

11) a) Em 30s, o pêndulo realiza vinte oscilações completas:

20T = 30s
Respostas: a) V = –Rωsen ωt + ––
4 
b) x = 0
3
T = ––– s = 1,5s
2 13) A velocidade escalar no MHS tem intensidade máxima dada
por:
1 1 2
f = ––– f = ––– (Hz) f = ––– Hz Vmáx = Aw = 2Aπf
T 3 3
–– Vmáx = 2.0 , 30 . π . 0,55 (m/s)
2
Vmáx  1,03m/s
2
f = ––– Hz Resposta: E
3

b) 14) A aceleração escalar a e a posição x de um móvel que realiza


MHS se relacionam pela expressão:
a = –ω2x = –4 π2f2x
a = –4π2 2,02 . 0,50 (m/s2)
a = –8,0 π2m/s2
Resposta: B

15) a) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:

Respostas: x = A cos (ωt + ϕ0)

  (SI)
π π
3 x = 6 cos ––– t + –––
a) T = ––– s =1,5s 3 4
2 A = 6m
2 π
f = ––– Hz ω = ––– rad/s
3 3

b) Vide gráfico. A velocidade escalar no MHS tem intensidade máxima


dada por:

– 93
Vmáx = Aω Elevando-se [eq. 1] e [eq. 2] ao quadrado e somando-se os
π resultados, tem-se:
Vmáx = 6 . –––(m/s)
3
 –––xa  +  –––––
–aω 
2 V 2
= [cos (ωt + ϕ0)]2 + [sen (ωt + ϕ0)]2
Vmáx = 2πm/s

x2 V2
b) A aceleração escalar no MHS tem intensidade máxima ––– + –––––– = 1
a2 a2ω2
dada por:
amáx = Aω2 V2 = ω2 (a2 – x2)
π 2
 
amáx = 6 . –––
3
(m/s2) Resposta: A

2 18) a) A pulsação no MHS é dada por:


amáx = ––– π2m/s2
3 ω = 2πf
ω = 2π . 2,0 (rad/s)
Respostas: a) Vmáx = 2πm/s
ω = 4,0πrad/s)
2
b) amáx = ––– π2m/s2
3
b) A velocidade escalar e a posição do móvel realizando MHS
16) A velocidade escalar no MHS tem intensidade máxima dada se relacionam pela expressão:
por:
Vmáx = Aω V2 = 4π2f2 (A2 – X2)

2,0 = Aω Como o movimento é progressivo, V > 0:

2,0 V2 = 4π2 2,02 (102 – 8,02) (m/s)2


––– = ω
A

V = 24πm/s
A aceleração escalar no MHS tem intensidade máxima dada
por:
c) A aceleração escalar a e a posição x de um móvel que
amáx = Aω2
realiza MHS se relacionam pela expressão:
5,0 = Aω2
2 a = –ω2x = –4π2f2x
 
2,0
5,0 = A –––
A a = –4π2 . 2,02 . (8,0) (cm/s2)
4,0
5,0 = ––– a = –128π2cm/s2
A

Respostas: a) ω = 4,0πrad/s
A = 0,80m
b) V = 24πm/s
c) a = –128π2cm/s2
2,0
–––– = ω = 2πf
0,80
19) A velocidade escalar e a posição do móvel realizando MHS se
relacionam pela expressão:
5,0
f = ––––– Hz
4π 4π 2
V2 = ––– (A2 – x2)
T2
Respostas: A = 0,80m
5,0 4π 2
f = –––– Hz V2 = –––– (102 – 6,02) (cm/s)2
4π 4,02

V = 4,0πcm/s
17) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
Resposta: E
x = a cos (ωt + ϕ0)
x
––– = cos (ωt + ϕ0) [eq. 1] 20) A velocidade escalar no MHS tem intensidade máxima dada
a
por:
A função horária da velocidade escalar de um MHS é dada por: Vmáx = Aω
V = –aωsen (ωt + ϕ0) Conforme o gráfico, temos que Vmáx = 0,40πm/s e A = 2,0m:
0,40π = 2,0 . ω
V
––––– = sen (ωt + ϕ0) [eq. 2] ω = 0,20πrad/s
– aω

94 –
A aceleração escalar a e a posição x de um móvel que realiza Entre 6 e 12 segundos:
1,5
MHS se relacionam pela expressão: f2 = —– (Hz)
6
a = – ω2x
f2 = 0,25Hz
a = – (0,20π)2 . 1,0 (m/s2)
a = – 0,40m/s2 f1 0,5 f1
—– = —–— = 2 ––– = 2
Resposta: a = – 0,40m/s2 f2 0,25 f2

21) Observamos no gráfico que as amplitudes dos movimentos de


Respostas: a) V = 2cm/s
A e B são iguais e que, em um mesmo intervalo de tempo, A
realiza um número maior de oscilações completas do que B: f1
b) —– = 2
AA = AB f2
fA > fB
Resposta: B 24) a) Observamos no gráfico que a amplitude do movimento é
de 2m:
22) a) Observamos no gráfico que: A = 2m

A1 = 4A2
A partícula executa uma oscilação completa em 4 segundos:

b) Observamos no gráfico que, para um mesmo intervalo de n.° oscilações


f = –––––––––––––
tempo, a partícula 2 executa três oscilações completas t
enquanto a partícula 1 executa uma oscilação completa:

1 1
f1 = ––– f2 f = ––– Hz = 0,25Hz
3 4

A frequência do movimento é dada por:


1 A pulsação ω do movimento é dada por:
f = ––– ω = 2πf
T
1 1 1 1
––– = ––– . ––– ω = 2π ––– (rad/s)
T1 3 T2
4

T1 = 3T2 π
ω = –––rad/s
2
Respostas: a) A1 = 4A2
1
b) f1 = ––– f2 b) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
3
x = A cos (ωt + ϕ0)
T1 = 3T2
Observamos no gráfico que, em t = 0, a partícula se encontra
23) a) Observamos na figura que, em 2 segundos, a folha se na posição 2m, ou seja, de máxima elongação.
desloca 4 centímetros:
Portanto, ϕ0 = 0:
s
V = —––
π
t
 
x = 2 cos ––– t
2
(SI)
4
V = —– (cm/s)
2
Respostas: a) A = 2m
V = 2cm/s
f = 0,25Hz
π
b) Observamos na figura que, entre 0 e 6 segundos, a caneta ω = ––– rad/s
executa três oscilações completas e, entre 6 e 12 segundos, 2
uma oscilação e meia: π

n.° oscilações 2
b) x = 2 cos ––– t  (SI)
f = —–—————
t
25) a) Observamos no gráfico que a amplitude do movimento é
Entre 0 e 6 segundos: de 2m:
A = 2m
3
f1 = —– (Hz)
6 A partícula executa meia oscilação em 2 segundos:

f1 = 0,5Hz n.° oscilações


f = –––——————
t

– 95
1 π
–––
2
f = ––– Hz

x = 2 cos ––– t + π
2  (SI)

b) A função horária da velocidade escalar V de um MHS é


1
f = ––– Hz dada por:
4
V = –Aω sen (wt + ϕ0)
A pulsação ω do movimento é dada por:
ω = 2πf

1
ω = 2π ––– (rad/s)
π π

V = –2 —– sen —– t + π (SI)
2 2

4

π π
ω = ––– rad/s
2 
V = –π sen —– t + π
2  (SI)

O gráfico dessa função é dado por:


b) A função horária dos espaços de um MHS é dada por:
x = A cos (ωt + ϕ0)

Observamos no gráfico que, em t = 0, a partícula se


encontra na origem dos espaços e inicia um movimento
retrógrado. Portanto:

π
ϕ0 = ––– rad
2 A função horária da aceleração escalar a de um MHS é
π π dada por:
 
x = 2 cos –––t + ––– (SI)
2 2
a = –Aω2 cos (ωt + ϕ0)
Respostas: a) A = 2m
f = 0,25Hz
   
π 2 π
a = –2 —– cos —– t + π (SI)
π 2 2
ω = ––– rad/s
2

π π
π2 π

a = – —– cos —– t + π (SI) 
 
b) x = 2 cos –––t + ––– (SI)
2 2
2 2

O gráfico dessa função é dado por:


26) a) Observamos no gráfico que a amplitude do movimento é
de 2m:
A = 2m
A partícula executa uma oscilação completa em 4 segundos:
n.° oscilações
f = —––––––––––––
t
1
f = ––– Hz = 0,25Hz
4
π
A pulsação ω do movimento é dada por:
Respostas: a) x = 2 cos —– t = π
2   (SI)

b)
ω = 2πf

1
ω = 2π ––– (rad/s)
4

π
ω = ––– rad/s
2

A função horária dos espaços de um MHS é dada por:


x = A cos (ωt + ϕ0)

Observamos no gráfico que, em t = 0, a partícula se encon-


tra na posição –2m, ou seja, de mínima elongação.
Portanto:
ϕ0 = πrad

96 –
27) a) Observamos no gráfico que a amplitude do movimento é O gráfico dessa função é dado por:
de 8m:
A = 8m

A partícula executa uma oscilação completa em 8 segundos:

n.° oscilações
f = —––––––––––––
t
1
f = ––– Hz
8
π
 —–4 t + —–2  (SI)

Respostas: a) x = 8 cos
A pulsação
do movimento é dada por:
ω = 2πf b)

1
ω = 2π –––(rad/s)
8

π
ω = ––– rad/s
4

A função horária dos espaços de um MHS é dada por:

x = A cos (ωt + ϕ0)

Observamos no gráfico que, em t = 0, a partícula se encon-


tra na origem dos espaços e inicia um movimento progres-
sivo. Portanto:

ϕ0 = —– rad
2

x = 8 cos  —–4π t + —–
2 

(SI) 28) a) Como a caneta executa um MHS, o gráfico mostrado descre-
ve uma função cossenoidal com período p entre y e x:

 
b) A função horária da velocidade escalar V de um MHS é 2π
y = A cos —– x + ϕ0
dada por: p

V = – Aωsen (ωt + ϕ0) Observamos no gráfico que a amplitude A da função é de

  (SI)
π π 3π 2,0cm e o período p é de 4,0cm. Como em x = 0, y = 0 e a
V = – 8 ––– sen —– t + —–
4 4 2 função cresce positivamente a partir da origem do gráfico,

temos para ϕ0 = —– :
π
 3π
V = – 2πsen —– t + —–
4 2  (SI)
2

 —– 
2π 3π
y = 2,0 cos x + —– (CGS)
4,0 2
O gráfico dessa função é dado por:
π
 

y = 2,0 cos —– x + —– (CGS)
2,0 2

 
π 3π
y = 2,0 cos –––– x + ––––
2,0 2

b) Para uma oscilação completa da caneta, o papel sofre um


deslocamento de 4,0cm:

s
V = —–
t
A função horária da aceleração escalar a de um MHS é
dada por: 4,0
10 = —––
a = – Aω2 cos (ωt + ϕ0) t

t = 0,40s
 
π 2 π
  3π
a = – 8 ––– cos —– t + —– (SI)
4 4 2 n.° oscilações
f = —––––––––––––
t

 
π2 π 3π
a = – —– cos —– t + —– (SI) 1
2 4 2 f = —–– Hz = f = 2,5Hz
0,4

– 97
c) A função horária dos espaços de um MHS é dada por: b) A frequência f do oscilador é de 40 oscilações por minuto,
y = A cos (2πft + ϕ0) ou seja:
2
Observamos no gráfico que, em t = 0, a partícula se encontra f = ––– Hz
na origem dos espaços e inicia um movimento progressivo. 3
Portanto:
Para o oscilador massa-mola, a frequência f é dada por:

ϕ0 = —–– rad
2 1 k
f = ––– –––
2π m


y = 2,0cos 2π . 2,5t + —–
2  (CGS)
2 1 40
––– = ––––– –––

 
3π 3 2.3 m
y = 2,0 cos 5,0πt + —– (CGS)
2

π m = 2,5kg
 —– 2 

Respostas: a) y = 2,0 cos x + —– (CGS)
2,0
b) f = 2,5Hz
N
a) k = 40 ––––
 
3π Respostas:
c) y = 2,0 cos 5,0πt + —–– (CGS) m
2
b) m = 2,5kg
35) a) Correta. Nos pontos de máxima elongação da mola, ocorre
a inversão do sentido do movimento quando a velocidade
da partícula se anula e, portanto, a energia cinética também 37) A amplitude A do oscilador é de 0,10m. A velocidade escalar
é nula. V se relaciona com a posição x em um MHS pela expressão:
V2 = ω2 (A2 – x2)
b) Correta. Nos pontos de máxima elongação, tem-se a maior
deformação da mola e, portanto, a máxima energia Para o sistema massa-mola, a pulsação ω é dada por:
potencial elástica armazenada no oscilador.
k
ω= –––
c) Incorreta. Em O, a partícula está na posição x = 0. Como a m
aceleração escalar a da partícula se relaciona com sua
posição x pela expressão: ou seja:

a = – ω2x k
V2 = ––– (A2 – x2)
m
temos que, para x = 0, a = 0.
Na posição de equilíbrio, x = 0:
d) Correta. Em O, a partícula está na posição x = 0. Como a
450
velocidade escalar V da partícula se relaciona com sua V2 = ––––– (0,102) (m/s2)
0,50
posição x pela expressão:

V2 = ω2 (A2 – x2) V = 3,0m/s


temos que, para x = 0: Resposta: D

V = ωA = Vmáx
38) Conforme o gráfico, a amplitude A do movimento é de 2,0m e
a máxima energia cinética EMáx da partícula é de 6,0 . 103J.
e) Correta. Para um oscilador ideal, livre de forças dissipati-
vas, a energia mecânica total se conserva. mV2máx m (ωA)2
a) Emáx = –––––––– = –––––––––
2 2
Resposta: C
Para o sistema massa-mola, temos:

36) a) O valor algébrico Fel da força elástica no oscilador harmô- k


ω= –––
nico é dado por: m

Fel = – kx
Portanto:
Conforme o gráfico, temos que, para x = 0,50m, Fel = –20N: mkA2 kA2
Emáx = –––––– = ––––––
–20 = –k . 0,50 2m 2

N k . 2,02
k = 40 ––– 6,0 . 103 = ––––––
m 2
3 N
N k = 3,0 . 10 –––
k = 40 –––– m
m

98 –
b) A energia potencial elástica Eel acumulada no sistema é 40) O período T do oscilador massa-mola é dado por:
dada por:
m
x2 T = 2π –––
Eel = k ––– k
2
Para molas iguais, de mesma constante elástica k, o período
1,02 cresce com a massa do oscilador. Como m1 > m2 > m3, temos:
Eel = 3,0 . 103 . –––– (J)
2 T1 > T2 > T3
Eel = 1,5 . 103J Resposta: B
N
Respostas: a) k = 3,0 . 103 –––
m 41) a) Como o papel se desloca em movimento retilíneo uniforme
e a trajetória descrita pela caneta sobre o papel é uma
b) Eel = 1,5 . 103J
senoide, concluímos que a caneta, em relação a um
referencial fixo à Terra, realiza um MHS
39) Conforme o gráfico, a amplitude A do movimento é de 4,0m,
o período T é de 8,0s e a fase inicial ϕ0 é de π rad. b) Conforme a figura 2, a amplitude A do movimento da
a) A função horária dos espaços de um MHS é dada por: caneta é de 10cm. Observamos ainda que o papel se
desloca de 14cm enquanto a caneta realiza uma oscilação
x = A cos (ωt + ϕ0)
completa. Como o papel se move uniformemente a uma



x = A cos ––– t + ϕ0
T  (m)
velocidade de intensidade 7,0cm/s, temos:
s
V = ––––
t


x = 4,0 cos ––– t + π
8,0  (m) 14
7,0 = –––
T


π
x = 4,0 cos –––– t + π (m)
4,0  T = 2,0s
c) A frequência linear f da caneta é dada por:
b) A energia mecânica Em do sistema massa-mola é dada por: 1
f = –––
kA2 T
Em = –––—
2 1
f = –––– Hz
1,0 . 103 . 4,02 2,0
Em = –––—————– (J)
2
f = 0,50Hz
Em = 8,0 . 103J ω = 2π f
A frequência angular ω da caneta é dada por:
c) A energia mecânica é constante e igual a 8,0 . 103J. A ω = 2π . 0,50 (rad/s)
energia potencial elástica EP acumulada no sistema varia ω = πrad/s
com o quadrado da elongação: Respostas: a) Movimento Harmônico Simples.
x2 b) A = 10cm
Ep = k –––
2 T = 2,0s
c) f = 0,50Hz
A energia cinética EC também varia com o quadrado da
elongação: ω = πrad/s

1
EC = ––– k (A2 – x2) 42) a) Na figura, observamos que, quando a caneta realiza uma
2
oscilação completa, o papel se desloca de 20cm com uma
Dado que Em = EP + EC, obtemos o seguinte gráfico: velocidade escalar constante de 10cm/s:

s
V = –––
t
20
10 = –––
T
T = 2,0s

A frequência linear f da caneta é dada por:


1
f = –––
T
π
Respostas:
4,0 
a) x = 4,0 cos ––– t + π (m)
 1
f = ––– Hz
2,0
b) Em = 8,0 . 103J
c) Vide gráfico. f = 0,50Hz

– 99
b) O período T do oscilador massa-mola é dado por: 45) Na iminência do escorregamento, a força resultante máxima
m Fmáx sobre a partícula é a força de atrito de destaque Fdes:
T = 2π –––
k Fdes = Fmáx
m
2,0 = 2π ––– Fdes = µest Fnormal = µest m . g
4π2
µest m . g = m . amáx
m = 4,0kg
amáx
µest = –––––
g
Respostas: a) f = 0,50Hz
b) m = 4,0kg O módulo da aceleração escalar máxima amáx da partícula é
dado por:
43) Na figura 1, a força elástica de intensidade Fel que a mola amáx = ω2A = 4π2f2A
aplica sobre o corpo equilibra a força peso do corpo de
intensidade P: A frequência linear f e a amplitude A do movimento valem,
Fel = P respectivamente:
12
kx = mg f = –––– Hz = 0,20Hz
60
k . 0,10 = 1,0 . 10
N A = 2,0m
k = 100 –––
m amáx = 4 . 10 . (0,20)2 . 2,0(m/s2)
amáx = 3,2m/s2
Na figura 2, o sistema massa-mola realiza um MHS como
período T dado por: Portanto:
m
T = 2π ––– amáx 3,2
k µest = –––– = ––––
g 10

1,0 µest = 0,32


T = 2π ––– (s)
100

π
T = ––– s 46) a) O período T do sistema massa-mola é dado por:
5
m
Resposta: A T = 2π –––
k
44) a) A pulsação ω do oscilador massa-mola é dada por:
4,0
k T = 2π ––– (s)
ω= ––– 64
m
π
2,0 . 102 T = ––– s
ω= –———–– (rad/s) 2
2,0 . 10–2
b) Para que o corpo B não perca o contato com a caixa C, a
ω = 100rad/s máxima aceleração do sistema amáx deve ter intensidade
igual à intensidade da aceleração da gravidade g na
A amplitude A do movimento é de 0,10m e a intensidade V situação de amplitude máxima Amáx:
da velocidade do ponto material em MHS é dada por:
V2 = ω2 (A2 – x2) amáx = g

 ––5 0,10
(m/s)
4 2 O módulo da aceleração escalar máxima amáx da partícula
V2 = 1002 0,102 – 2
é dado por:

k
V = 6,0 m/s amáx = ω2Amáx = ––– Amáx
m
k
––– Amáx = g
b) O módulo da aceleração escalar a da partícula se relaciona m
com sua posição x pela expressão:
64
|a| = ω2 x –––– A = 10
4 4,0
|a| = 1002 . –– .0,10 (m/s2)
5 Amáx = 0,625m = 62,5cm
|a| = 8,0 . 102m/s2
A amplitude A do movimento deve ser menor (no máximo
Respostas: a) V = 6,0m/s igual) que o valor obtido:
b) |a| = 8,0 . 102m/s2 0 < A  62,5cm

100 –
47) Os períodos TM do sistema massa-mola e TP do pêndulo T2
––– = 1,21 = 1,1
simples são dados, respectivamente, por: T1

m
TM = 2π ––– T2
k 10 ––– = 11
T1

L T2
TP = 2π ––– Resposta: 10 ––– = 11
g T1

Na Terra: 49) O período T do pêndulo simples é dado por:


TM = TP L
T = 2π –––
g
m L
2π ––– = 2π ––––– Com a colocação do pino, o pêndulo passa a descrever um
k gTerra
movimento que pode ser separado em dois movimentos
L pendulares, cada um com período T1 e T2. O período do
m = k –––––– movimento completo Ttotal do pêndulo é dado, então, por:
gTerra
T1 T2
No outro planeta: Ttotal = ––– + –––
2 2
L
–––––––
2π 2π L1 2π L2
gplaneta Ttotal = ––– ––– + ––– –––
TP 2 g 2 g
—— = ———————
TM m
–––
2π k
ᐉ ᐉ
Ttotal = π –– + π –––
g 4g
TP L k
—— = ––––––– . –––
TM gplaneta m
ᐉ 1 ᐉ
Ttotal = π –– + π ––– –––
g 2 g
TP L k
—— = –––––– . ––––––––– Como
gTerra L
TM ——— k ——–—
4 gterra
2π ᐉ
–– = 2,0s
g
TP
—— = 2
TM temos:

T total = 1,0s + 0,50s


Resposta: D
Ttotal = 1,5s
48) O período T do pêndulo simples é dado por:
Resposta: A
L
T = 2π –––
g 50) Para que os encontros ocorram da forma descrita, temos:
4T2 = 6T1
O comprimento L do pêndulo varia com a variação de
temperatura θ da seguinte forma: L2 L1
2 . 2π –– = 3 . 2π ––
g g
L = L0 (1 + αθ)
2 L2 = 3 L1
L0 (1 + αθ) 4L2 = 9L1
——————
T2 g

––– = —————————— L2 = 9
T1 L0 –– ––
2π ––– L1 4
g
Resposta: A
T2
––– = (1 + αθ)
T1
51) a) O sistema equivale a um pêndulo simples de comprimento
R. O período T é dado por:
T2
––– = 1 + 2,1 . 10–4 (1000 – 0) T = 2π R
T1 ––
g

– 101
T = 2π 0,40 O período T do sistema massa-mola é dado por:
–––– (s)
10
m
T = 0,40πs T = 2π –––
keq
0,40
b) 0,20π = 2π ––––
g m
–––
g = 40m/s2 2π k
–––
2
Respostas: a) T = 0,40πs TA
––– = ––––––––––––– = 4
TB m
b) g = 40m/s2 2π
–––
2k
52) As molas estão associadas em série, pois a deformação total
da associação é dada pela soma das deformações parciais de TA
cada mola. –––– = 2
TB
A constante elástica equivalente Ceq do sistema é dada por:
C1 C2
Ceq = ––––—— TA
C1 + C2 Resposta: ––– =2
TB
A frequência f do sistema massa-mola é dada por:

1 Ceq
f = ––– –––– 55) A constante elástica k é diretamente proporcional ao
2π m
comprimento natural L da mola. Reduzindo-se o comprimento
1 C1 C2 L à metade, a constante elástica k se reduz também à metade.
f = ––– ––––—— A frequência f do sistema massa-mola é dada por:
2π (C1 + C2) m
1 k
Resposta: A f = ––– –––
2π m
53) No sistema, as molas estão associadas em paralelo, pois
ambas sofrem a mesma deformação. A constante elástica
1 k
equivalente keq do sistema é dada por: ––– –––
2π m
f1 1
keq = k1 + k2 ––– = ——————–— = –––
f2 k 2
N + 4,5 . 104 N 1 –––
keq = 4,5 . 104 ––– ––– ––– 2
m m 2π –––
m
N
keq = 9,0 . 104 –––
m
f2 = 2f
1
O período T do sistema massa-mola é dado por:
Resposta: D
m
T = 2π ––––
keq
56) a) As quatro molas sofrem a mesma deformação x = 0,20m.
9,0
T = 2π ––––——– (s) A energia elástica Eel armazenada em uma mola é dada por:
9,0 . 104
x2
T = 2π . 10–2s Eel = k –––
2
Em 2πs, o sistema oscila n vezes: A energia mecânica total Em do sistema é dada por:

2π x2
n = ––––——– n = 100 Em = 4Eel = 4k –––
2π . 10–2 2
Em = 2kx2
Resposta: n = 100

Em = 2 . 2,5 . 102 . 0,20 (J)


54) No caso A, as molas estão associadas em série, pois a
deformação total da associação é dada pela soma das Em = 20J
deformações parciais de cada mola. O sistema tem uma
constante elástica equivalente kA dada por:
k b) Como as quatro molas sofrem a mesma deformação, elas
kA = ––– estão associadas em paralelo. Como elas são idênticas, a
2
constante elástica equivalente keq do sistema é dada por:
No caso B, as molas estão associadas em paralelo, pois ambas
sofrem a mesma deformação. O sistema tem uma constante Keq = 4k = 4 . 2,5 . 102(N/m)
elástica equivalente kB dada por: keq = 1,0 . 103N/m
kB = 2k

102 –
O período T do sistema massa-mola é dado por:

m
T = 2π ––––
keq

10
T = 2π –––––—– (S)
1,0 . 103

π
T = ––– s
5

Respostas: a) Em = 20J

π
b) T = ––– s
5

– 103
FÍSICA
LIVRO 3 – ONDAS

Capítulo 2 – Noções Gerais de Ondas

7) As ondas produzidas pelo rapaz na água transportam energia pela superfície do líquido, mas não deslocam matéria e, portanto, o rapaz
não pode fazer chegar a garrafa à outra margem apenas produzindo ondas na superfície da água.
Resposta: B

8) Como o ar dentro do recipiente foi retirado pela bomba de vácuo, o som que é uma onda mecânica de pressão não se propaga do
despertador até os alunos.
Resposta: A

9) a) Não.
b) O som é uma onda mecânica de pressão e, portanto, não existe no vácuo espacial.

10) Raios  e raios catódicos são feixes de elétrons acelerados. Os raios  são feixes de partículas constituídas de núcleos de átomos de
hélio, com dois prótons e dois nêutrons. Os três tipos de raios são, então, exemplos de feixes de partículas, e não de radiações ou
ondas eletromagnéticas.
Resposta: D

11) Feixes de partículas: a e b


Ondas eletromagnéticas: c, d, e, f, g, h, i e j
Ondas mecânicas: k, l, m e n

12) I) CORRETA: Esta é a faixa média de audibilidade humana:

II) INCORRETA: Raios X têm frequência superior à da luz visível e as ondas de rádio, como as de TV, possuem frequência inferior à da
luz visível.

– 104
III) CORRETA: No ar:
d
300 = –––––
tar
d
tar = –––––
300

Na água:

d
1500 = ––––––––
tágua
Resposta: D
d
tágua = ––––––
13) Ondas eletromagnéticas, como raios X e raios , as de rádio e 1500
a luz visível são transversais. Ondas sonoras nos gases são tar – tágua = 6,0s
longitudinais.
d d
Resposta: D ––––– – –––––– = 6,0s
300 1500
14) A luz do relâmpago propaga-se quase instantaneamente do d = 2250m
ponto da queda do raio até o observador. O som se propaga
Resposta: d = 2250m
com velocidade de intensidade V = 340m/s.

s 18) A intensidade V da velocidade é dada por:


V = –––
t s
V = –––
s t
340 = –––
20 Para a bala:

s = 1020m = 1,02km 340


170 = ––––––
tbala
Resposta: s = 1020m = 1,02km
tbala = 2,0s

15) Se p é a profundidade do mar, o ultrassom viaja uma distância O tempo total entre o disparo da bala e a recepção do som
de 2p entre a emissão do sinal, sua reflexão no fundo do mar pelo homem é dado pela soma entre o tempo de viagem da
e sua recepção pelo barco. A intensidade V da velocidade do bala tbala do homem até o alvo e o tempo de retorno do som
ultrassom na água é, então, dada por: do alvo até o homem tsom:

s tbala + tsom = 3,0s


V = –––
t 2,0 + tsom = 3,0s
2p tsom = 1,0s
1500 = –––
1,0
Para o som:
p = 750m
340
Vsom = ––––– (m/s)
Resposta: p = 750m 1,0
Vsom = 340m/s
16) Se d é a distância entre o caçador e o anteparo refletor, o som
viaja uma distância de 2d entre o disparo do tiro, sua reflexão Resposta: Vsom = 340m/s
no anteparo e a recepção do eco pelo caçador. A intensidade
V da velocidade do som é, então, dada por: 19) O tempo de queda tq da pedra até o fundo do poço é dado por:
s 2h
V = ––– tq = –––
t g
2d 2 . 20
340 = ––– tq = –––––– s
6,0 10

d = 1020m tq = 2,0s

O tempo total entre o abandonar da pedra na boca do poço e


Resposta: B
a recepção do som pelo homem é dado pela soma entre o
tempo de queda da bala até o fundo do poço e o tempo de
17) A intensidade V da velocidade do som é dada por:
retorno do som do fundo do poço até o homem tsom:
s
V = ––– tq + tsom = 2,06s
t
tsom = 0,06s

105 –
A intensidade V da velocidade do som é dada por: A intensidade c da velocidade de propagação das ondas
eletromagnéticas é dada por:
h
Vsom = ––––––
tsom s
C = –––
t
20
Vsom = –––––– (m/s) Na figura proposta, o sinal de radar na viagem de ida e volta
0,06 entre o satélite e a nuvem percorre o dobro da distância d
entre ambos:
Vsom  333,33m/s h
sen (30°) = –––
d
Resposta: Vsom  333,33m/s
4,2 . 105
0,5 = –––––––––
20) A intensidade da velocidade resultante VRES entre a velocidade d
do som Vsom e a do vento Vvento é dada por:
d = 8,4 . 105m

AB
VRES = ––––– = Vsom – Vvento 2d
t c = ––––
t1
Adotando-se a orientação de A para B, tem-se:
2 . 8,4 . 105
(1) Observador A ouve o disparo de B 3,0 . 108 = ––––––––––––
t1
5000
–––––– = Vsom – Vvento (eq. 1) t1 = 5,6 . 10–3s
15,5

Na figura proposta, o sinal de rádio na viagem de ida entre o


(2) Observador B ouve o disparo de A: satélite e a base de monitoramento percorre a altura h entre
5000 ambos:
–––––– = Vsom + Vvento (eq. 2)
14,5 h
C = –––––
Da soma entre (eq. 1) e (eq. 2), resulta: t2

5000 5000 4,2 . 105


3,0 . 108 = –––––––––
–––––– + –––––– = 2Vsom t2
15,5 14,5
t2 = 1,4 .10–3s
75000
Vsom = –––––––– m/s
224,75 O tempo total tTotal desde a emissão do pulso de radar pelo
satélite até o sinal de rádio ser captado pela base de monitora-
Vsom  333,7m/s mento é dado por:

tTotal = t1 + t2


Substituindo-se o valor de Vsom em (eq. 2), tem-se:
tTotal = 7,0 . 10–3s
5000 75000
–––––– = –––––––– + Vvento Resposta: A
14,5 224,75

2500 22) A intensidade c da velocidade de propagação das ondas


Vvento = –––––––– m/s eletromagnéticas é dada por:
224,75
s
Vvento  11,1m/s C = –––
t
Respostas: Vsom  333,7m/s A diferença entre os tempos de observação ocorre porque o
Vvento  11,1m/s sinal de rádio emitido do satélite até o aparelho televisor do
assistente viaja a distância OS a mais do que a distância
21) percorrida pela luz emitida pela ignição do foguete entre a Lua
e o astrônomo:


OS
C = –––––
t
6,0 . 107
3,0 . 108 = –––––––––
t

t = 0,20s

Resposta: C

– 106
23) a) Ao se propagar no ar, o som viaja com uma velocidade Var
dada por:
20
V = ––––
2,0
––––
s 
cm

sar
Var = –––––– cm
tar V = 10 ––––
s

510 b) Como a propagação ocorre da esquerda para a direita, os


340 = –––––
tar pontos da corda na parte anterior do pulso são deslocados
de baixo para cima enquanto os pontos na parte posterior
tar = 1,5s são deslocados de cima para baixo:

b) Ao se propagar no trilho de aço, o som viaja com uma


velocidade Vaço dada por:

saço
Vaço = ––––––
taço
Respostas: a) 10cm/s
Nos dois trechos retilíneos do trilho, o som viaja uma b)
distância de 6600m. No trecho curvilíneo, o som viaja uma
distância d dada por:

2πr
d = –––––
2
d = πr = 3 . 255(m)
30) Os pontos A e B movem-se verticalmente de uma distância
d = 765m Δy. Simultaneamente, com velocidade V constante, o pulso
progride horizontalmente 20cm para elevar o ponto A até a
saço = 6600m + 765m crista e 60cm para que o ponto B retorne à sua posição hori-
zontal de equilíbrio:
saço = 7365m
Δs
V = ––––
Como o trabalhador percebe simultaneamente os sinais Δt
pelo ar e pelo aço, temos que:
60 20
V = –––– = ––––
taço = tar = 1,5s tB tA

tA 20 1
Portanto: –––– = –––– = ––––
tB 60 3
7365
Vaço = –––––– (m/s)
1,5 tA 1
Resposta: –––– = ––––
tB 3
Vaço = 4910m/s

Respostas: a) tar = 1,5s 31) A velocidade de propagação Vx do pulso é dada por:


b) Vaço = 4910m/s
Δs
Vx = ––––
Δt
28) Como a propagação ocorre da esquerda para a direita, os
pontos da corda na parte anterior do pulso são deslocados de Δx
100 = –––––
baixo para cima enquanto os pontos na parte posterior são 0,040
deslocados de cima para baixo. Supondo-se que B esteja na
crista do pulso, ele está invertendo o sentido do movimento e Δx = 4,0cm
sua velocidade instantânea é nula. Considerando-se a crista do pulso, na posição inicial x0 = 2,0cm,
após um Δt de 0,040s ela se encontra na abscissa x = 6,0cm,
como mostra a figura a seguir:
Resposta:

29) a) Na figura, observa-se que a crista do pulso se desloca de


20cm no intervalo de tempo de 2,0s:
Δs
V = ––––
Δt

107 –
Enquanto o pulso avança 1,0cm, o ponto M desce 1,5cm no A velocidade do avião é dada por:
mesmo intervalo de tempo. Como a frente de onda é retilínea, –––
AB 3000
o movimento vertical do ponto M é uniforme, como é o do V = –––– ⇒ V = ––––– (m/s) ⇒ V  421m/s
T3 7,12
pulso:
.Δs. Resposta: D
.V. = ––––
Δt
33) O tempo necessário para que o observador escute o som da
Δs
. .
Δt = –––
V
explosão é o tempo de queda livre da bomba da altura em que
se encontra o avião até o solo mais o tempo de retorno do
som, desde o ponto de impacto até o observador.
tpulso = tM

Δspulso ΔsM I) Tempo de queda da bomba:


.–––––––
V pulso
. = .––––
V .M 2h
tq = –––
g
1,0 1,5
–––– = ––––
100 .VM. 2 . 500
tq = –––––– s
10
cm
.VM. = 150 –––– tq = 10s
s
II) Distância entre o observador e o ponto de impacto da
Como o ponto M está em movimento descendente, temos:
bomba:
cm Durante a queda, a bomba avança horizontalmente em
VM = –150 ––––
s movimento uniforme com velocidade Vx igual à velocidade
horizontal do avião:
Resposta: O ponto M move-se para baixo, com velocidade de
Vx = Vavião = 468km/h = 130m/s
intensidade 150cm/s.
Δx
Vx = ––––
32) tq

Δx
tsom = ––––
100
Δx = 1300m
III) Tempo de viagem do som:
O tempo total T entre o lançamento da bomba e o
observador ouvir a explosão é dado por:
T = tq + tsom
––– 14 = 10 + tsom
No triângulo retângulo ABO, obtemos, por Pitágoras, que AO tsom = 4,0s
= 5000m.
O som viaja a distância x, em movimento uniforme:
Tomemos como origem dos tempos o instante t0 em que o Δx
avião passa por A. Vsom = –––––
tsom

O tempo gasto pelo som de A até O é dado por: 1300


130 = –––––
Vsom
–––
AO 5000 1300
VS = ––––– ⇒ 320 = ––––– ⇒ T1 = 15,62s 4,0 = –––––
T1 T1 Vsom

O tempo gasto pelo som de B até O é dado por: Vsom = 325s


––– Resposta: A
BO 4000
VS = ––––– ⇒ 320 = ––––– ⇒ T2 = 12,5s
T2 T2
34) Enquanto o barco avança uma distância sB, a onda de choque
avança uma distância sC. Temos, então, para o ângulo :
Sendo T3 o tempo gasto pelo avião de A para B e levando em
conta que o som proveniente de B é ouvido 4,00s após o som
proveniente de A, tem-se:

T3 +T2 = T1 + 4,00

T3 + 12,5 = 15,62 + 4,00 ⇒ T3 = 7,12s

– 108
ΔsC H = 10cm
sen θ = –––––
ΔsB ΔsC C
sen θ = –––– = –––
ΔsB H
Como
Δs Como
V = –––
Δt Δs
V = –––
Δt
Δs = VΔt
Δs = VΔt
VCΔt
sen (45°) = –––––
VBΔt VC 6,0
–––– = –––
VB 10
2 7,0
–––– = –––– 5
2 VB
VB = ––– VC
3

VB = 7,0 
2 m/s VB  1,67VC

Como a onda de choque se propaga com a velocidade do som,


VB  10 m/s VC = Vsom, concluímos que a velocidade da bala VB é de,
aproximadamente, “mach 1,67”.
Resposta: D Resposta: E

35) Enquanto a bala avança uma distância sB, a onda de choque


avança uma distância sC. Temos, então, para o ângulo :

ΔsC
sen θ = ––––
ΔsB

Conforme a figura do enunciado, o cateto oposto C em relação


ao ângulo  e a hipotenusa H são obtidos, respectivamente, por:

12
C = ––– cm = 6,0cm
2

H = 
6,02 + 8,02 (cm)

109 –
FÍSICA 9) a) A frequência f de vibração da lâmina, fonte da onda sonora,
é de 50 ciclos por segundo, ou 50Hz:
LIVRO 3 – ONDAS 1
T = –––
Capítulo 3 – Estudo Matemático da Onda f

1
7) a) Observamos na figura que, enquanto o movimento A T = ––– (s)
realiza uma oscilação completa, o movimento B realiza três 50
oscilações:
T = 2,0 . 10–2s
n.° oscilações
f = –––––––––––––
t
b) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
1
––– V = λf
fA t
–––– = –––––– 350 = λ . 50
fB 3
–––
t
λ = 7,0m
fA 1
–––– = –––
fB 3 Respostas: a) T = 2,0 . 10–2s
b) λ = 7,0m

b) Observamos na figura que a amplitude do movimento de A


10) a) A frequência f do som é determinada pelo número de vezes
é igual a k e a amplitude do movimento de B é igual a 2k:
que os dentes da roda percutem a palheta em cada
aA 2k segundo:
–––– = –––
aB k n.° percussões
f = ––———————
t
aA
–––– = 2
aB 5 . 20
f = ––—— (Hz)
1,0
fA 1
Respostas: a) –––– = –––
fB 3 f = 1,0 . 102Hz

aA
b) –––– =2 b) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
aB
V = λf
340 = λ . 100
8) Observamos na figura que, em uma mesma extensão, a onda λ = 3,4m
(I) completa três oscilações enquanto a onda (II) completa
quatro oscilações: Respostas: a) f = 1,0 . 102Hz
b) λ = 3,4m
3λI = 4λII

4
λI = ––– λII ⇒ λl > λII 11) O comprimento de onda l, distância entre dois máximos
3
consecutivos, é de 0,80m. Pela Equação Fundamental da
Ondulatória, obtemos:
Como as ondas se propagam em meios idênticos e são de V = λf
mesma natureza, suas velocidades de propagação são iguais: V = 0,80 . 1,2 (m/s)
VI = VII V = 0,96m/s
Resposta: D
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
λI fI = λII fII
12) a) Observamos no gráfico que o período de oscilação é de
4,00s. Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
3λI I
–––– f = λII fII λ
4 I V = λf = –––
T

4 0,8
fI = ––– fII ⇒ fI < fII V = –—–– (m/s)
3 4,00

Resposta: A V = 0,20m/s

110 –
b) A velocidade da rolha se anula quando há inversão no 14) Observamos na figura (ll) que, entre A e B, existem quatro
sentido de seu movimento. Isso se dá quando a rolha está ondas inteiras:
na posição de máxima elongação. Observamos no gráfico
4λ = 2,0m
que isso ocorre nos instantes:
A frequência f da onda é dada por:
t1 = 1,00s n.° oscilações
f = –––––––––––––
t
t3 = 3,00s
4,0
f = ––––––– (Hz)
0,050
c) A velocidade da rolha tem intensidade máxima quando a
rolha está na posição de elongação nula. Observamos no f = 80Hz
gráfico que isso ocorre nos instantes:

t0 = 0,00s Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:

V = λf
t2 = 2,00s
V = 0,50 . 80 (m/s)
t4 = 4,00s
V = 40m/s

d) A velocidade média Vm da rolha é dada por: Resposta: E


y y3 – y1
Vm = ––– = –––——
t t3 – t1 15) Observamos na figura que a distância entre duas compressões
máximas consecutivas é de 10cm:

 
–2,0 – 2,0 cm λ = 10cm
Vm = –––————– ——
3,00 – 1,00 s
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
λ
V = λf = –––
Vm = –2,0cm/s
T

—— 
10 cm
V = –––—
Respostas: a) V = 0,20m/s 2,5 s
b) t1 = 1,00s t3 = 3,00s
V = 4,0cm/s
c) t0 = 0,00s t2 = 2,00s t4 = 4,00s

d) Vm = –2,0 cm/s Resposta: D

16) a) A frequência f da onda é dada por:


13) I) CORRETA. Observamos na figura que, entre A e B, existem n.° ondas
f = –––——–
10 cristas consecutivas: t
10λ = 1,2m
30
f = —— (Hz)
λ = 0,12m 60

f = 0,50Hz
II) CORRETA. A frequência f da onda é dada por:
Como:
n.° oscilações 1
f = ––––––––––––– T = ——
t T

10 1
f = –––– (Hz) T = —— (s)
4,0 0,50

f = 2,5Hz T = 2,0s

III) INCORRETA. Pela Equação Fundamental da Ondulatória, b) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
obtemos: V = λf

 
m
V = λf V = 3,0 . 10–2 . 0,50 –—
s
V = 0,12 . 2,5 (m/s)
V = 1,5 . 10–2m/s
V = 0,30m/s
Respostas: a) T = 2,0s
Resposta: C
b) V = 1,5 . 10–2m/s

– 111
17) No vácuo, todas as ondas eletromagnéticas se propagam com 24) a) Observando-se a escala da figura, conclui-se que a décima
a mesma velocidade V. Pela Equação Fundamental da Ondula- parte da amplitude A da onda é de 3cm:
tória, obtemos: A
V = λf ––– = 3cm
10
V
V = –– A = 30cm = 0,30m
λ
Em outras palavras, a frequência e o comprimento da onda b) Observando-se a escala da figura, conclui-se que a décima
eletromagnética são inversamente proporcionais. parte do comprimento de onda λ da onda é de 9cm.

Resposta: E λ
––– = 8cm
10
18) No ar, as ondas de rádio se propagam praticamente à mesma λ = 80cm = 0,80m
velocidade: c = 3,0 . 105km/s

s Pela equação Fundamental da Ondulatória, obtém-se:


V = ––
t V = λf
s 4 = 0,8 . f
3,0 . 105 = ––––––––
3,6 . 103
f = 5Hz
s = 1,08 . 108km
Respostas: a) A = 30cm = 0,30m
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos: b) f = 5Hz
V = λf
25) Para o ponto P retornar pela primeira vez à sua posição inicial,
V
λ = ––– ele realiza meia oscilação:
f
T
Em outras palavras, a frequência e o comprimento da onda ––– = 3,0 . 10–2s
2
eletromagnética são inversamente proporcionais.
T = 6,0 . 10–2s
Como f2 > f1, temos que λ2 < λ1.
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos: λ
V = λf V = λf = –––
T
3,0 . 108 = λ . 800 . 106 λ
12 = –––––––––
6,0 . 10–2
λ = 0,375m
λ = 7,2 . 10–1m
A energia transmitida por uma onda cresce com sua frequência.
Como f2 > f1, temos que E2 > E1. Resposta: D
Entre a Terra e Plutão, teríamos:
26) a) Como se trata de um pulso senoidal, o ponto P realiza um
s Movimento Harmônico Simples.
V = –––
t
s b) O ponto P retorna à sua posição inicial, após ser atingido
3,0 . 105 = ——––––– por duas cristas e um vale da onda, que possui amplitude
320 . 60
A de 5,0cm. O ponto P então se desloca de 5,0cm para
cima, 10cm para baixo, 10cm para cima e, novamente,
s = 5760 . 106km
5,0cm para baixo. A distância total D então percorrida é de:
Resposta: D
D = 5,0cm + 10cm + 10cm + 5,0cm

19) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos: D = 30cm

s
V = ––– = λf Observe que, após a passagem do pulso, o ponto P retorna à
t
sua posição inicial. Seu deslocamento então é nulo.
s
–––——— = λ . 1,0 . 108
8,0 . 10–7 c) Observamos na figura que o comprimento de onda λ do
pulso é de 16cm ou 0,16m. Pela Equação Fundamental da
s = 80λ Ondulatória, obtemos:

λ
Resposta: C V = λf = –––
T

112 –
0,16 1
3,2 = –––– λ = ––– m
T 3

T = 5,0 . 10–2s b) Para H = 4cm e f = 8Hz, temos:

Para um deslocamento de 5,0cm, o ponto P realiza um 1


––– = 4m–1
quarto de oscilação: λ
1
t = ––– T λ = 0,25m
4

1
t = ––– 5,0 . 10–2s
4

t = 1,25 . 10–2s

Respostas: a) Movimento Harmônico Simples


b) D = 30cm
c) t = 1,25 . 10–2s

27) Observamos na figura que a amplitude A da onda é de 30cm


(seis “quadradinhos”) e a amplitude λ é de 60cm (doze “qua-
dradinhos”).
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
Resposta” B
V = λf
28) A figura mostra que, no intervalo de tempo de 0,10s entre as V = 0,25 . 8 (m/s)
fotos, a onda sofre um deslocamento de 10cm (dois “quadri-
nhos”): V = 2m/s
s
V = ––– c) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
t
1
V = λf ⇒ f = V –––
 
10 cm
V = –––– ––– λ
0,10 s
Em outras palavras, a velocidade escalar V da onda é o
V = 100cm/s = 1,0m/s coeficiente angular da reta mostrada no gráfico. A
velocidade escalar é tanto maior quanto maior for a
V = 1,0m/s inclinação da reta e o gráfico mostra que essa inclinação
cresce com o aumento da profundidade H da água.
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
1
λ Respostas: a) λ = ––– m
V = λf = ––– 3
T b) V = 2m/s
60
100 = ––– c) A intensidade da velocidade de propagação da
T
onda aumenta com o aumento da profun-
T = 0,60s didade da água.

Resposta: A 30) a) Micro-ondas são ondas eletromagnéticas que no ar se


propagam com velocidade de intensidade aproximada-
29) a) Para H = 2cm e f = 3Hz, temos: mente igual à da velocidade de propagação da luz no
vácuo: 3,0 . 108m/s. Pela Equação Fundamental da Ondula-
tória, obtemos:
V = λf
3,0 . 108 = λ . 2,5 . 109
λ = 0,12m

b) O invólucro metálico reflete uma parte importante da


energia associada às micro-ondas, dificultando o cozimen-
to dos alimentos. Além disso, a radiação de micro-ondas é
capaz de remover de maneira violenta elétrons dos átomos
metálicos. Isso pode provocar intensas descargas elétricas
(faíscas) dentro do aparelho que o podem danificar.
1
––– = 3m–1 Respostas: a) λ = 0,12m
λ
b) ver texto

– 113
31) A intensidade V da velocidade de propagação das ondas é 35) a) Conforme o enunciado, temos:
dada por: f = 42 . 106 . B (SI)
s Para uma frequência f de 63 . 106Hz, temos:
V = –––
t 63 . 106 = 42 . 106 . B (SI)
B = 1,5T
2,0 que, no gráfico, corresponde à posição x = 1,0m.
V = –––– (m/s)
0,50
b) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
V = λf
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos: 3,0 . 108 = λ . 63 . 106
V = λf λ  4,8m
4,0 = 0,10 . f Respostas: a) x = 1,0m
f = 40Hz b) λ  4,8m

Resposta: D
37) Conforme a figura, o comprimento de onda λ é de 0,80m. Pela
32) O período T da onda é de 0,5s. Movendo-se de encontro às Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
ondas, o módulo da velocidade resultante Vres que o observa- V = λf
dor mede para as ondas é dado por: V = 0,80 . 50(m/s)
Vres = Vonda + Vobs V = 40m/s V = 40m/s

s λ Resposta: C
—–– = —–– + Vobs
t T
38) a) Comparando-se a equação dada com a Equação da Onda
λ λ Harmônica, tem-se:
—–– = —–– + 12

 

0,20 0,50 x
y = A cos 2π ft – —– + ϕ0
λ
3λ = 12m
λ = 4,0m π

Resposta: 4,0m
 
y = 2,0 cos 2π 10t – 0,25x + —– (SI)
2

π
 

x
33) Como o barco está preso à margem, ele oscila com frequência y = 2,0 cos 2π 10t – —– + —– (SI)
4,0 2
igual à da onda que se propaga na água. Pela Equação
Fundamental da Ondulatória, obtemos: Portanto:
V0 = λfB A = 2,0m
V0
fB = —–– f = 10Hz
λ
λ = 4,0m
A garrafa se move com a velocidade da correnteza. Para um
referencial associado à garrafa, a velocidade de propagação
da onda tem intensidade dada por: b) Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
V = λf
Vres = V0 – Vg
V = 4,0 . 10(m/s)
λfg = V0 – Vg
V = 40m/s
V0 – Vg
fg = —––——–
λ Respostas: a) A = 2,0m b) V = 40m/s
f = 10Hz
Resposta: D λ = 4,0m

34) Como a onda tem velocidade de intensidade constante, 39) Como:


π
obtemos para um ponto qualquer do gráfico a intensidade da
velocidade V de propagação da onda. Pela Equação Funda- 2
sen (ϕ) = cos —– – ϕ

mental da Ondulatória, obtemos:
π
V = λf

sen π 2x – 4t
= cos —– – π 2x – 4t
2

V = 4,0 . 10(cm/s)
π

V = 40cm/s
sen π 2x – 4t
= cos π 4t – 2x + —–
2
Temos também que:
Comparando-se a equação obtida com a Equação da Onda
s s s = 60cm
V = —–– 40 = —–– Harmônica, tem-se:
t 1,5

2π ft – —–λ  + ϕ

x
Resposta: s = 60cm y = A cos 0

114 –
π
 2π 0,5 . 0 – —–4  + ϕ

1
y = 4 cos π 4t – 2x + —– (SI) 2 = 2 cos 0
2

π

y = 4 cos 2π 2t – x + —–
2
(SI) 1 = cos
ϕ 0
π
– —–
2 
π π
  + —–2

x
y = 4 cos 2π 2t – —– (SI) arccos (1) = ϕ0 – —–
1 2
π
Portanto: 2kπ = ϕ0 – —–
2
1
T = —– = 0,5s π
f ϕ0 = —– + 2kπ
2
f = 2Hz
k僆Z
λ = 1m Tem-se então:
π
 –––2 –  + –––2 + 2kπ

t x
Resposta: C y = 2 cos 2π ––– (SI)
4

40) A frequência, a amplitude e a fase iniciais da onda que se


forma na corda coincidem com a frequência, a amplitude e a Para k = 0, tem-se:
fase iniciais do M.H.S. realizado pelo sistema massa-mola.
π
 –––2 – –––4  + –––2

t x
Conforme a função horária dos espaços do M.H.S., temos: y = 2 cos 2π (SI)
y = A cos (2πft + ϕ0)
π
 –––2 – –––4  + –––2

y = 0,20 cos (0,50πt) t x


Resposta: y = 2 cos 2π (SI)
2πt = 0,50π (Hz)
f = 0,25Hz
42) a) Entre as fotos A e C, a onda avança de 1,0m. A intensidade
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos: V da velocidade de propagação da onda é dada por:
V = λf
s
1,0 = λ . 0,25 V = –––
t
λ = 4,0m
1,0
A Equação da Onda Harmônica que se propaga na corda é V = –––– (m/s)
0,10
dada por:

 +ϕ

x V = 10m/s
y = A cos 2π ft – —– 0
λ

b) Observando-se a foto A, nota-se que o comprimento de


 

x
y = 0,20 cos 2π 0,25t – —– onda λ é de 3,0m e a amplitude é de 0,10m. Pela Equação
4,0
Fundamental da Ondulatória, obtém-se:

y = 0,20 cos 0,50π t – x


(SI) V = λf

Resposta: B 10 = 3,0f

41) Observa-se no gráfico que a amplitude A da onda e seu 10


f = ––– Hz
comprimento de onda λ são respectivamente 2m e 4m. 3
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtém-se:
V = λf
Como:
2=4.f
1
f = 0,5Hz T = –––
f
Pela Equação da Onda Harmônica, obtém-se:

 +ϕ

x 1
y = A cos 2π ft – —– 0 T = ––– (s)
λ 10
–––
3

 +ϕ

x
y = 2 cos 2π 0,5t – —– 0
4 T = 0,30s

Supondo-se que a figura retrata a onda no instante t0 = 0, c) Pela Equação da Onda Harmônica, obtém-se:
pode-se obter a fase inicial ϕ0 da onda, notando-se, por exem-

2π  ft – –––λ  + ϕ

x
plo, que, para a abscissa x = 1m, a elongação da onda é de y = A cos 0
y = 2m:

– 115
 +ϕ

10 x 2π
y = 0,10 cos 2π ––– t – —– 0 –1 = cos – ––– + ϕ0
3 3 4

π
No instante t0 = 0, pode-se obter a fase inicial ϕ0 da onda, arccos (–1) = ϕ0 – –––
2
notando-se, por exemplo, que, para a abscissa x = 0,75m, a
elongação da onda é de y = 0,10m: π
π + 2kπ = ϕ0 – –––
2

 –––3 . 0 – —––
3 

10 0,75
0,10 = 0,10 cos 2π +ϕ 0 3π
ϕ0 = 2kπ + –––
2
π k∈Z

1 = cos – ––– + ϕ0
2 
π
arccos(1) = ϕ0 – –––
2

x 3π
y = 1 cos 2π 2t – ––– + 2kπ + –––
4 2 

π
2kπ = ϕ0 – –––
2 Para k = 0, tem-se:
π
ϕ0 = ––– + 2kπ
2  x
y = 1 cos 2π 2t – –––
4
 + –––
2

k∈Z
b) A frequência f da onda em função do número n de
oscilações é dada por:
Tem-se então:
n
f = –––
 
π

10 x
y = 0,10 cos 2π ––– t – ––– + ––– + 2kπ t
3 3 2
n
2 = –––
Para k = 0, tem-se: 3

n=6
 

10 x π
y = 0,10 cos 2π –––t – ––– + ––– + 2kπ (SI)
3 3 2 Respostas:

  + –––
2

x 3π
a) y = 1 cos 2π 2t – –––
Respostas: 4
a) V = 10m/s b) 6 oscilações
b) λ = 3,0m
44) a) Observamos na figura que, entre os pontos P e Q, existem
10 duas ondas e meia:
f = ––– Hz
3 2,5λ = 75cm
λ = 30cm
T = 0,30s

 –––3 t – –––3  + –––2

10 x π A frequência f da onda é determinada pela frequência da


c) y = 0,10 cos 2π (SI)
fonte, 20Hz. Pela Equação Fundamental da Ondulatória,
obtemos:
43) a) Observa-se no gráfico que a amplitude A da onda e seu V = λf
comprimento de onda λ são respectivamente 1m e 4m. V = 30 . 20 (m/s)
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtém-se: V = 6,0 . 102cm/s = 6,0m/s
V = λf
8=4.f V = 6,0m/s
f = 2Hz
Pela Equação da Onda Harmônica, obtém-se: b) Os pontos P e Q têm fases respectivamente dadas por:

 
 ft – –––xλ  + ϕ
x
y = A cos 2π ft – ––– + ϕ0 ϕ = 2π
λ 0

 +ϕ
 +ϕ
x x
y = 1 cos 2π 2t – ––– 0 ϕP = 2π ft – ––– 0
4 30
Supondo-se que a figura retrata a onda no instante t0 = 0,
pode-se obter a fase inicial ϕ0 da onda, notando-se, por  x + 75
ϕQ = 2π ft – –––——
30 +ϕ 0
exemplo, que, para a abscissa x = 1m, a elongação da onda
é de y = –1m: ϕ = ϕP – ϕQ

–1 = 1 cos
2π 2 . 0 – –––4  + ϕ

1
0
ϕ = 2π  ft – –––
30 
x
+ ϕ – 2π ft – –––—–  + ϕ
0
x + 75
30

116 –
75
ϕ = 2π –––– Pot
30 I2 = —––––—
4π (3d)2
ϕ = 5πrad Pot
—––––—
I1 4π (2d)2
Respostas: a) V = 6,0m/s —— = —––––—––
I2 Pot
b) ϕ = 5πrad —––––—
4π (3d)2
45) a) Comparando-se a equação dada com a Equação da Onda I1 9
Harmônica, tem-se: —–– = ––––
I2 4

 +ϕ

x
y = A cos 2π ft – ––– 0 Resposta:
λ
I1 9
—– = —–

y = 1,0 cos 2π 0,25t – 0,25x + π 
(SI)
I2 4

51) a) Supondo-se que a energia mecânica da moeda se conserve


  + π

x
y = 1,0 cos 2π 0,25t – ––– (SI) durante a queda, a energia cinética dela, ao tocar o solo, é
4,0
igual à sua energia potencial gravitacional inicial:
Portanto:
f = 0,25Hz Ecin = Egrav
λ = 4,0m Ecin = mgh
Ecin = 12,6 . 10–3 . 10 . 2,0 (J)
Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtém-se:
V = λf Ecin = 2,52 . 10–1J
V = 4,0 . 0,25 (m/s)
V = 1,0m/s
b) A energia Esom associada à onda sonora é dada por:
0,05
b) Para concordância de fase, a diferença de fase ϕCF entre os Esom = —––– Ecin
100
pontos deve ser múltiplo par de π e, para oposição de fase,
a diferença de fase ϕOF entre os pontos deve ser múltiplo 0,05
Esom = —––– 2,52 . 10–1 (J)
ímpar de π: 100
ϕCF = 2kπ
Esom = 1,26 . 10–4J
ϕOF = (2k + 1) π
k∈Z A potência Pot da onda sonora é dada por:
Esom
Os pontos P e Q têm fases respectivamente dadas por: Pot = –––—–
t

 x
ϕ = 2π ft – –––
λ +ϕ 0 1,26 . 10–4
Pot = –––—–—— – (W)
1,0 . 10–1

 1,0
ϕP = 2π ft – –––
4,0 +ϕ 0 Pot = 1,26 . 10–3W

 +ϕ
5,0 c) A intensidade I da onda é dada por:
ϕQ = 2π ft – ––– 0
4,0 Pot
I = –––—–—
 ϕ = P – ϕQ 4πx2
Para a intensidade de mínima audibilidade, temos:
 1,0
 ϕ = 2π ft – –––
4,0  + ϕ – 2π ft – –––
0
4,0 
5,0

0
1,26 . 10–3
1,0 . 10–8 = –––—–—
12,6x2
 ϕ = 2πrad
Como 2π é múltiplo par de π, os pontos estão em concordância x = 1,0 . 102m
de fase.
Respostas:
Respostas:
a) V = 1,0m/s a) Ecin = 2,52 . 10–1J
b) Concordância de fase. b) Pot = 1,26 . 10–3W

50) A intensidade I da onda é dada por: c) x = 1,0 . 102m


Pot
I = –––— 52) O valor referido corresponde à intensidade I1 da onda a 1km de
4πx2 distância da fonte. A intensidade da onda é dada por:
Pot Pot
I1 = –––——– I = –––—–—
4π (2d)2 4πx2

– 117
Pot 55) A quantidade de energia incidente por unidade de tempo
5,0 = –––—–———— através do orifício é a potência incidente Potincidente que
4π (1,0 . 103)2
atravessa o orifício. A intensidade I da onda sobre uma
superfície esférica de raio x é dada por:
A dois quilômetros da fonte, teríamos:
Pot Potincidente Potfonte
I2 = –––—–———— I = —————– = —————–
4π (2,0 . 103)2 A 4πx2

Pot Para os orifícios A e B, temos:


I2 = —–––—–————
4π .4 (1,0 . 103)2 PotA Potfonte
——— = ————
l1 5,0 A 4πx2
I2 = ––– = –––— (J/sm2)
4 4
PotB Potfonte
——— = ————2
2S 4π . (2x)
A três quilômetros da fonte, teríamos:
Pot PotA Potfonte
I3 = –––—–———— –––—–— –––—–—
4π (3,0 . 103)2 S 4πx2
–––––––– = ––––––––——
Pot PotA Potfonte
I3 = –––—–————— –––—–— –––—–—–––
4π . 9 (1,0 . 103)2 2S 4π . 4 . x2

l1 5,0 PotA
I3 = ––– = –––— (J/sm2) ——— = 2
9 9 PotB

Resposta: D PotA
Resposta: ——— = 2
PotB
53) Para um observador em Q, a luz refletida pelo espelho tem por
fonte a imagem virtual conjugada pelo espelho F’ para a fonte F. 56) Para que um observador em C perceba os dois sons com a
Conforme a figura, a distância entre F e o espelho é de 1,0m e, mesma intensidade, é necessário que:
entre Q e F’, é de 3,0m. A intensidade da onda é dada por:
IA = IC
Pot
I = –––—–—
4πx2 PA PB
————–– = ———–––
4πd2AC 4πd2BC
Pot
I = –––—–—
4π . 1,02 2,0 . 10–3 PB
–———–– = ———
x2 (2x)2
Pot
I = –––—–—
4π . 3,02 PB = 8,0 . 10–3W
Pot
–––—–—
4π . 1,0 1 Resposta: PB = 8,0 . 10–3W
I = –––––––– = –––
Pot 1
–––—–— –––
4π . 9,0 9
57)
I
––– = 9
I’

Resposta: D Observa-se na figura que a distância entre a cidade A e o carro


C é d e entre a cidade B e o carro C é de 300km – d. Para que
54) A quantidade de energia incidente por unidade de tempo o carro receba os dois sinais com a mesma intensidade, é
através do orifício é a potência incidente Potincidente que necessário que:
atravessa o orifício. A intensidade I da onda sobre uma
superfície esférica de raio x é dada por: IA = IB
PA PB
Potincidente Potfonte ————– = ———––
I = —————– = —————– 2
4πd AC 4πd2BC
A 4πx2
P 4P
Potincidente Potfonte —— = ———–––
—————– = —————– d2 (300 – d)2
π 4π . 0,502
—– 4
3 1
—— = ———–––—————
d2 (90000 – 600d + d)2

Potincidente = 20W
90000 – 600d + d2 = 4d2

3d2 + 600d – 90000 = 0


Resposta: Potincidente = 20W

118 –
Resolvendo-se a equação do segundo grau em d, obtêm-se as Pela Equação Fundamental da Ondulatória, obtemos:
raízes:
V
d = 100km V = λf ⇒ f = –––
λ
d’ = –300km
Portanto:
Matematicamente existem então duas posições na reta que
 
V 2
une as cidades A e B nas quais um observador percebe os I = Ka2 –––
λ
sinais das duas emissoras com mesma intensidade: uma
100km entre A e B e outra 300km antes de A. Como o enuncia-
do diz que a estrada que liga A e B possui 300km de extensão, Conforme a figura, temos que:
opta-se apenas pela distância de 100km, entre A e B. aA = 2A
Resposta: d = 100km aB = A
λA = 2d
58) I) VERDADEIRA. Sendo o meio homogêneo e isotrópico, a
frente de onda criada por uma fonte pontual é esférica, λB = d

 
estando a fonte no ponto central de onde se originam as V 2
k (2A)2 –––
ondas. IA 2d
––– = –––—————–

 
IB V 2
II) VERDADEIRA. A energia propagada pela onda é espalhada k (A)2 ––
d
pela superfície S = 4πd2 esférica da frente de onda.
IA = IB
III) VERDADEIRA. A intensidade I da onda é dada por: Resposta: A
PSol
I = ———
4πd2 61) a) Conforme a figura, o coletor está no ponto médio entre a
PSol lente e o foco. Da semelhança entre os triângulos FAB e
–––—–———
IMercúrio 4π . d2Mercúrio FCD, concluímos que toda a energia irradiada através da
———–––––––– = ––––––––———— lente é recebida pelo coletor desde que a área do coletor
4π . d2Mercúrio PSol
–––—–—––– Acoletor seja quatro vezes menor do que a área Alente
4π . d2Terra
da lente, que é justamente o que diz o enunciado:
IMercúrio d2Terra d2Terra
———––––– = ———–––––
2
= ———–––––––– Acoletor = 5,0cm2 e Alente = 20cm2
1,35 . 10 3 d Mercúrio (0,387 dTerra)2

IMercúrio = 1,35 . 103 2


———––––– (W/m )
0,149769

IMercúrio  9,01 . 103W/m2

IV) FALSA. Para um observador a uma distância muito maior


do que o raio solar, o Sol se comporta como uma fonte
pontual de onda.

Resposta: D
Podemos afirmar então que:
59) A intensidade I da onda é dada por:
Potcoletor = Potlente
PSol
I = ———
4πd2 A intensidade I da onda é dada por:
PSol
–––—–———
IPlutão 4π . d2Plutão Pot
———–– = ––––––––———— I = ––– ⇒ Pot = I . A
ITerra PSol A
–––—–—–––
4π . d2Terra Icoletor . Acoletor = Ilente . Alente
IPlutão d2Terra (1,5 . 1011)
2
Alente
———– = ———––– = ——–––––––– Icoletor . –––—— = 0,10 . Alente
2,0 d2Plutão (6,0 . 1012)
2 4

IPlutão = 1,25 . 10–3cal/s . cm2 Icoletor = 0,40W/cm2

Resposta: D
b) A potência incidente no coletor é dada por:
60) A intensidade I de uma onda com amplitude a e frequência f é
dada por: E Qsensível
Pot = ––– = –––——
t t
|= Ka2 f 2

– 119
mcθ
Pot = –––———
t

µVcθ
Pot = –––———
t

µVcθ
I . A = –––———
t
Sendo  a massa específica água, temos:

1,0 . 1,0 . 1,0 . 4,0 . (θfinal – 20)


0,40 . 5,0 = –––————————————
2,0 . 60

θfinal = 80°C

Respostas: a) Icoletor = 0,40W/cm2


b) θfinal = 80°C

62) a) A intensidade I da onda é dada por:

Pot
I = –––——
4πx 2
Para o limiar de audibilidade, temos:

Pot
1 . 10–16 = –––—————
4π(1 . 105)2

Pot = 4π10–6W

b) Para o limiar da dor, temos:

4π10–6
1 . 10–4 = –––———
2
4πd dor

ddor = 1 . 10–1cm = 1mm

Respostas a) Pot = 4π10–6W


b) ddor= 1 . 10–1cm = 1mm

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