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QUÍMICA 1,00 3,66

14) a) –––– = –––––


9,00 32,94
LIVRO 4
b) CO2

Química Geral e Inorgânica 3,66 g –––––––– 100%


“Carbono”
1,00 g –––––– x
Capítulo 1 – Leis das Combinações Químicas 1,00 g . 100%
x = –––––––––––––
3,66 g
6) AgNO3 + NaCl Æ AgCl + NaNO3
1,699 g + 0,585 g = x g + 0,850 g x = 27,32%
x = 1,434 g
Resposta: B
“Oxigênio” % de O = 100,00% – 27,32% = 72,68%
9) a) A mudança de cor (formação do PbI2 amarelo).
b) 2 KI + Pb (NO3)2 Æ 2 KNO3 + PbI2
2g + 4g =
15) No experimento 1, a massa inicial é igual à final pelo fato de
x
não haver liberação de gás. Ocorre o contrário no experimento
6 g + 20 g (recipiente) = 26 g
2, em que há liberação de CO2 (g) reduzindo a massa da solu-
ção final no recipiente.
Pela Lei de Lavosier, verificamos que a soma das massas no
Resposta: C
reagente é igual à soma das massas no produto.

16) 01) Correto.


11) C + O2 æææÆ CO2
02) Correto.
12 g + x = 44 g
x = 44 – 12 12 g –––––––– 44 g
x = 32 g (Lavoiser) 2 g –––––––– x
x = 7,33 g
C + O2 ææÆ CO2 04) Correto.
12 g –––– 32 g ––––– 44 g 08) Correto.
y g –––– 16 g ––––– z
12 g –––––––– 32 g
32 y = 12 . 16 32 z = 16 . 44
2,4 g ––––––– x g
192 704
y = –––– z = –––– x = 6,4 g
32 32
Excesso = 6,8 – 6,4
y=6g z = 22 g (Proust) Excesso = 0,4 g
Resposta: E 16) Correto.
1 mol de CO2 = 6,02 . 1023 moléculas de CO2
12) I. Correta.
32) Correto.
II. Falsa.
32 g –––––––– 44 g . x
As moléculas são modificadas.
128 g ––––––– 176 g
III. Correta.
128 . 44 . x = 32 . 176
IV. Falsa.
32 . 176
O número de mols no reagente não é, necessariamente, x = ––––––––
igual ao do produto. 128 . 44

Resposta: C
5 632
x = –––––– = 1 x 100
5 632 Ø
13) Gasolina + gás oxigênio Æ gás carbônico + água
100%
10 g + x = y + z
Logo: 64) Falso.
y + z > 10 g 1 mol de CO2 produzido equivale a 22,4 L.
Resposta: C

–1
18) a) CaCO3 (s) Æ CaO (s) + CO2 (g) b) A +1
Não é possível a verificação, pois a reação realizou-se em B +2
sistema aberto. C +3
b) CaCO3 (s) Æ CaO (s) + CO2 (g) D +4
100 g –––––– 56 g E +5
200 g –––––– x g 31) X (g) + Y (g) Æ W (g) + R (l)
PV = n RT PV = n RT PV = n RT
100 x = 200 . 56
PV PV PV
x = 2 . 56 n = –––– n = –––– n = ––––
x = 112 g de CaO RT RT RT

56 g ––––––– 22,4 L 2 . 40 3 . 40 4 . 16
n = ––––––––––– n = ––––––––––– n = –––––––––––
112 g –––––– x 0,082 . 600 0,082 . 360 0,082 . 480
x = 44,8 L n = 1,6 n = 4,0 n = 1,6
1,6 : 4,0 : 1,6 = 1 : 2,5 : 1 = 2 : 5 : 2
24) A + B Æ C + D
52 g + 7,8 g = 50 g + 9,8 g
59,8 g = 59,8 g (Lavoiser) Resolução alternativa:
Pela Lei de Gay-Lussac, os volumes devem ser medidos na
25) Lei de Lavoisier mesma pressão e temperatura. Vamos fixar a pressão em
Resposta: E 2 atm e a temperatura em 327°C.
PV P’V’ PVT’
Aplicando: –––– = –––– \ V’ = ––––––
26) Fixando a massa de um elemento, as massas do outro formam T T’ P’T
uma proporção de números inteiros: temos:
1,60 : 3,20 = 1 : 2 VX = 40 L
Resposta: D 3 . 40 . 600
VY = –––––––––––– L = 100 L
2 . 360
27) 2 H2 (g) + O2 (g) æÆ 2 H2O (l)
4 . 16 . 600
1g + 8g = 9g VW = –––––––––––– L = 40 L
2 . 480
H2 (g) + Ca (s) æÆ CaH2 (s) VX : VY : VW = 40 : 100 : 40 = 2 : 5 : 2
1g + 20 g = 21 g
Resposta: C
2 Ca + O2 Æ 2 CaO
20 g 8g 32) N2 + 3 H2 æææÆ 2 NH3
x 40 x 40 28 g + 6g = 34 g
800 g + 320 g = 1 120 g 22,4 L 3 x 22,4L = 67,2 L 2 x 22,4 L = 44,8 L
Resposta: D 2 mols + 6 mol 4 mol

28) a) A 28 x 10–1 = 2 mol de N x 10–1 16 x 10–1 = 1 mol de O x 10–1 x = 34 g


y = 67,2 L
B 28 x 10–1 = 2 mol de N x 10–1 32 x 10–1 = 2 mol de O x 10–1 z = 44,8 L
C 28 x 10–1 = 2 mol de N x 10–1 48 x 10–1 = 3 mol de O x 10–1 w = 2 mol
D 28 x 10–1 = 2 mol de N x 10–1 64 x 10–1 = 4 mol de O x 10–1 t = 4 mol

E 28 x 10–1 = 2 mol de N x 10–1 80 x 10–1 = 5 mol de O x 10–1 33) N2 + 3 H2 Æ 2 NH3


S–V 4–2 2
Logo, compostos: C = –––––– \ –––––– \ ––– \ 0,5 x 100 = 50%
S 4 4
A N2O
Resposta: C
B N2O2
C N2O3 34) (I) Lei da Conservação da Massa (Lavoisier)
(II) Lei Volumétrica (Gay-Lussac)
D N2O4
Resposta: C
E N2O5

Resolução alternativa: 35) 2 AsClx (g) ææææÆ 2 As (s) + 3 Cl2 (g)


Lei de Dalton:  
1,6 : 3,2 : 4,8 : 6,4 : 8,0 = 1 : 2 : 3 : 4 : 5 2L 3L
Composto C: NxO3 Assim, para que o balanceamento esteja perfeito, é necessário
M = 76 g/mol = x . 14 g/mol + 3 . 16 g/mol \ x = 2 que x seja 3 (Lei Volumétrica de Gay-Lussac, na qual há uma
Os compostos são, portanto: razão de números inteiros entre os volumes dos gases
N2O, N2O2, N2O3, N2O4, N2O5 reagentes e os dos produtos de reação.
Resposta: C

2–
QUÍMICA 16) n = 4, l = 0, m = 0, s = ±1/2 4s2
Ø
LIVRO 4
17) O modelo de Bohr propõe que o elétron pode-se mover em
Química Geral e Inorgânica determinadas órbitas circulares.
Resposta: A
Capítulo 2 – O Modelo Orbital

18) 15P: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p3


4)

3p3
Não pode com spins iguais Somente no número quântico mag-
   nético.
Resposta: E
m = –1 m = 0 m = + 1
5) p3
19) n = 2, l = 1, m = 0, s = + 1/2
  
20) n = 4 l = 2 m = – 1 s = ± 1/2
Nas alternativas a, c, d há desobediência ao Princípio de Pauli
4d
e à Regra de Hund. A alternativa b contraria a regra de Hund.
Resposta: E 
m –2 –1 0 +1 +2
6) 2 2 6 2 6 2 3d5
25Mn: 1s 2s 2p 3s 3p 4s Resposta: E
14444244443
orbitais completos     
21) 3.o nível de energia:
Resposta: B
3s 3p 3d

7) 26Fe: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6


14444244443 1444444442444444443
orbitais completos Ø    
9 orbitais
14444244443
22) 3.o nível de energia:
4 elétrons deseparelhados
Resposta: C
3s 3p 3d
l=0 l=1 l=2
8) 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6
14444244443
Ø      Z = 26 Resposta: A

123
23) l = 2 corresponde ao subnível d, portanto
1 par (emparelhados)

9) 1) Errado.
– 2 –1 0 +1 +2
144424443
 
valores de m
3) Errado. Resposta: E
1s2 2s2 2p6 3s2
3p1 3d 24) 1s2 2s2 2p3
1 1 1 1 1 1 1 3
 + ––– – ––– + ––– – ––– + ––– + ––– + ––– = –––
2 2 2 2 2 2 2 2
7 orbitais vazios
Resposta: C
4) Errado. principal: tamanho do orbital
Ø e distância do orbital ao núcleo.
25) 3 números quânticos secundário: forma do orbital
emparelhados
Resposta: Corretos: 0 e 2 magnético: orientação do orbital

10) A experiência de Rutherford sugere prótons no núcleo e Resposta: C


elétrons na eletrosfera.
26) Em um orbital podemos ter no máximo 2 elétrons com spins
O modelo proposto por Bohr introduziu o conceito de nível de
opostos
energia.
Resposta: A
Energia é liberada quando um elétron migra do estado
excitado para o estado fundamental.
27) A figura representa um orbital p que corresponde à região do
O modelo mecânico-quântico do átomo define orbitais que
espaço onde é maior a probabilidade de se encontrar o
são regiões com maior probabilidade de encontrar elétrons.
elétron.
Resposta: E
Resposta: D

–3
28) 01) No subnível d (l = 2), é impossível m = 3. s p
08) Orbital p (l = 1) tem forma de halteres. 48)
Resposta: Corretas: 02, 04 e 16 (soma: 22)

sp2 1 orbital p puro


29) Os orbitais 2p e 3p apresentam o mesmo formato.
Resposta: C
K L ••
49) •• Cl ••
6C:
32) 7N: K L 2 4 •• •• •• •• ••
•• Cl •• C •• Cl •• •• Cl •• B •• Cl ••
2 5 •• •• •• •• •• •• •• •• •• ••
•• F •• N •• F •• N piramidal
•• •• •• K L •• Cl •• •• Cl ••
5B: •• ••
•• F •• F F F 2 3
9F: K L ••
não obedece à
2 7
17Cl: K L M Teoria do Octeto
Resposta: D 2 8 7

50) 6C Æ 1s2 2s2 2p2


33) 15P: K L M
2 8 5 Ø   Estado fundamental
•• ••
H •• P •• H •• S •• H
•• ••
16S: K L M H H     Estado ativado
2 8 6 piramidal angular

1H: K     Estado hibridizado


1
Resposta: C sp3

35) 1s1 1s2 2s2 2p6 3s2 3p4 1H Æ 1s1


1H: 16S:

 Ø  
s
17Cl Æ 1s2 2s2 2p6 3s2 3p5
••
H — S ••
| Ø Ø Ø 
H
s—p
Resposta: D H
s
s s
H C Cl
H H
s s s

s s s s p

41) C C C — C — N sC H
s p p s p

s

H H H
C — H } s (sp3 — s)
Resposta: 10s e 4p C — Cl } s (sp3 — p)
51) 5B Æ 1s2 2s2 2p1
42) No reagente existe 1 ligação p, no produto somente sigma,
logo ocorreu desaparecimento da ligação p. Ø  Estado fundamental
Resposta: A
s p

43) A ligação p pode se dar entre dois orbitais p.


Resposta: C    Estado ativado

s p
44) H2 + X Æ 2 H
Ø
energia de dissociação Estado hibridizado
  
Resposta: A
0 3–
sp2
45) N2 + 3 H2 Æ 2 NH3
9F Æ 1s2 2s2 2p5
redução
Agente oxidante Ø Ø Ø 
Resposta: A

4–
F 71) H H H
1 1 2
B sp2 H 2
C C OH C C H C H

F F H H
sp3 sp3 s sp3
Resposta: B
Resposta: C
52) 13Al Æ 1s2 2s2 2p6 3s2 3p1
72) I) Errado.
   sp2
F F
Cl
| F C C
Cl — Al — Cl
F C F
plana trigonal, 120°
F sp3

53) 5B Æ 1s2 2s2 2p1


IV) Errado.
Moléculas simétricas.
Ø  BF
Resposta: C
apenas 1 par
de elétrons
9F Æ 1s2 2s2 2p5 O
formado sp2 sp2 sp2
sp2 sp2 O
Ø Ø Ø Ø  73) 2
N sp sp2 sp2
Resposta: A
sp2 O
sp2
sp2
54) 1s2 2s2
Resposta: B
Ø Ø

Ligação nula, pois estaria com orbitais completos.


74) 1-1) Errado.
Resposta: B
CO2 substância composta

63) CH3 — CH = C = CH2 4-4) Errado.


Ø Ø Ø Ø C O polar
sp3 sp2 sp sp2 Resposta: VFVVF
Resposta: E
CH3 78) Mudança da p
|
66) H3C — C — CH3 Resposta: D
|
CH3 79) Híbrido de ressonância é sempre mais estável que as formas
sp3 canônicas.
Resposta: B Resposta: A

69) 7N Æ 1s2 2s2 2p3


123 123 80) Benzeno: hidrocarboneto aromático
Ciclo-hexano: cicloalcano
K L
Resposta: B
2 5

••
 — N| —
•• 81) Não existe equilíbrio dinâmico entre as formas canônicas.
•N•
• Resposta: E
trivalente com par de elétrons livres
82) O valor 1,40Å é um valor intermediário entre 1,54Å no etano
Resposta: A e 1,34Å no eteno.
Resposta: B
70)
83) Devido à ressonância no benzeno, o comprimento da ligação
anel carbono – carbono é intermediário entre a simples e a dupla
heterocíclico
ligação. O comprimento da ligação diminui na ordem:
I > IV > II > III
Resposta: A
H
Resposta: A

–5
84) 01) O

Æ
O O
04) O2 é mais estável que O3.
08) A reação é endotérmica.
64) A entalpia – padrão de formação do ozônio é igual a
142 kJ mol–1.
Resposta: Corretas: 02, 16, 32 (soma: 50)

6–
QUÍMICA Desinfetante com amônia: pH = – log 1 . 10–12 = 12
Portanto, os sistemas que, a 25°C, apresentam pH < 7 são
LIVRO 4 cafezinho e vinagre.
Resposta: A
Físico-Química
22) Óxidos de ametais reagem com vapor d’água resultando
Capítulo 1 – pH e pOH sistemas de caráter ácido.
2 NO2 + H2O Æ HNO2 + HNO3
16) Define-se pH como sendo o cologarítmo da concentração ácido ácido
hidrogeniônica em mol/L: nitroso nítrico

1
pH = – log [H+]  pH = log ––––– SO3 + H2O Æ H2SO4 ácido sulfúrico
[H+] CO2 + H2O Æ H2CO3 Æ H+ + HCO–3
Resposta: E
(01) Falso.
17) Soluções neutras são aquelas nas quais a concentração de H+ Óxidos ácidos.
é igual a concentração de OH–, em qualquer temperatura. (02) Falso.
Formam ácidos.
[H+]
[H+] = [OH–]  –––––– =1 (04) Falso.
[OH–] HNO2, HNO3 e H2SO4
Resposta: C (08) Verdadeiro.
As três reações caracterizam chuvas ácidas de dife-
18) Para soluções ácidas, temos: rentes origens.
I. Verdadeira. (16) Verdadeiro.
[H+] > [OH–] pH = – log 10–8 = 8, a 25°C é classificada como solução
A 25°C  Kw = [H+] . [OH–] = 1 . 10–14 (mol/L)2 básica.
Soluções ácidas: [H+] > [OH–] (32) Verdadeiro.
[H+] > 10–7 mol/L; [OH–] < 10–7 mol/L O gelo seco é formado por dióxido de carbono no
II. Falsa. estado sólido.
pH < 7 Resposta: Corretos: 08, 16 e 32 (Soma: 56)
III. Falsa.
[OH–] < 10–7 mol/L 23) A 25°C: KW = [H+] . [OH–] = 1 . 10–14
IV. Verdadeira. Solução neutra [H+] = [OH–]
[H+] > 10–7 mol/L
V. Verdadeira. pH = – log100 [H+] \ x = – log100 10–7 \ 100–x = 10–7
Os ácidos quando dissolvidos em água formam uma 10–2x = 10–7 \ x =3,5
solução eletrolítica, isto é, uma solução iônica. Resposta: B
Resposta: C
24) A 25°C:
19) A 25°C, soluções ácidas: pH = 3  [H+] = 1 . 10–3 mol/L
pH < 7; pOH > 7 \ pOH >pH pH = 11  [OH–] = 1 . 10–11 mol/L
pH + pOH = 14 Resposta: A
Resposta: B
25) Solução 1:
20) Nas soluções alcalinas: pH = 2  [H+]1 = 1 . 10–2 mol/L
[H+] < [OH–] Solução 2:
[H+] pH = 5  [H+]2 = 1 . 10–5 mol/L
portanto a relação –––––– < 1
então, temos:
[OH–]
[H+]1 10–2
Resposta: B –––––– = –––––  [H+]1 = 103 [H+]2
+
[H ]2 10–5
21) Cálculo do pH, a 25°C \ Resposta: C
pOH = – log 1 . 10–11 = 11
Vinagre:
pH = 3 26) Algumas rochas mantiveram o pH = 3, portanto não sofreram
ataque ácido, enquanto algumas se aproximaram do caráter
Cafezinho: pH = – log 1 . 10–5 = 5 neutro, isto é, sofreram ataque ácido:
pOH = – log 1 . 10–6 = 6 H+ (aq) + OH– (aq) Æ H O

2
Clara de ovo: Resposta: C
pH = 8

–7
27) Na equação de ionização do ácido acético: 31) Observando-se os intervalos de pH exibidos na tabela para
CH3COOH (aq) Æ CH COO– (aq) + H+ (aq)
3 cada substância, teremos, a 25°C:
Escrevendo a expressão da constante KC, tem-se:
pH < 7  [H+] > [OH–]  solução ácida
[CH3COO–] . [H+] pH = 7  [H+] = [OH–]  solução neutra
KC = –––––––––––––––––
[CH3COOH] pH > 7  [H+] < [OH–]  solução básica
como o pH = 3  [H+] = 1 . 10–3 mol/L Quanto maior a acidez, menor o pH.

1 . 10–3 . [CH3COO–] Resposta: D


1,8 . 10–5 = ––––––––––––––––––––
[CH3COOH]
33) Ao abrir a garrafa haverá a liberação do CO2 (g) deslocando o
Note que a proporção molar entre os íons H+ e CH3COO– é
equilíbrio para a esquerda, aumentando o valor do pH.
1 : 1  [CH3COO–] = 1 . 10–3 mol/L.
Resposta: A
1 . 10–3 . 1 . 10–3
1,8 . 10–5 = –––––––––––––––
[CH3COOH]
34) Segue as equações de dissolução para cada gás:
CO2 (g) + H2O Æ H2CO3 Æ H+ + HCO–3
[CH3COOH]  5 . 10–2 mol/L
SO3 (g) + H2O Æ H2SO4
Resposta: E
Cl2 (g) + H2O Æ HCl + HClO
28) a) A substância apresentada é o ácido acético, portanto o N2O5 (g) + H2O Æ 2 HNO3
papel de tornassol adquire coloração vermelha. O CO é um óxido neutro, portanto não reage com água.
b) A 25°C: pH + pOH = 14, então:
Resposta: D
6 + pOH = 14  pOH = 8
[OH–] = 10–pOH
[OH–] = 10–8 mol/L 35) O NH3 apresenta alta solubilidade, pois estabelece com a água
interações do tipo ligações de hidrogênio. O pH é maior que 7
29) pH = 6  [H+]1 = 10–pH  [H+]1 = 10–6 mol/L
devido à formação de uma solução alcalina:
pH = 2  [H+]2 = 10–pH  [H+]2 = 10–2 mol/L
Æ NH + + OH–. As moléculas de CH e O são
NH3 + H2O 
Relacionando as duas concentrações, temos: 4 4 2
apolares, pouco solúveis em água. O O2 é comburente.
[H+]1 10–6
–––––– = ––––– Resposta: D
[H+]2 10–2

[H+]2 = 104 . [H+]1 36) (01) Verdadeiro.

Resposta: E (02) Verdadeiro.


A adição de um material ácido aumentará a concen-
30) (01) Falso.
tração dos íons H+, deslocando o equilíbrio do ácido
Sistemas com pH > 7, a 25°C, são classificados como
básicos ou alcalinos. acético para a esquerda.
(02) Verdadeiro. (03) Verdadeiro.
A 25°C: KW = [H+] . [OH–] = 1 . 10–14 (mol/L)2 Ao atingir o equilíbrio as concentrações de cada espécie
Como a água pura é um sistema neutro: permanecem constantes.
[H+] = [OH–], então cada concentração tem valor igual a
Resposta: Corretos: 1, 2 e 3
1 . 10–7 mol/L.
(03) Verdadeiro.
No sangue: 38) Cálculo da concentração de HNO3 em mol/L:
A 25°C: KW = [H+] . [OH–] = 1 . 10–14 (mol/L)2 0,090 mol æÆ 450 mL
KW = (4 x 10–8 mol/L) . (2,5 . 10–7 mol/L) x æÆ 1000 mL
KW = 1 x 10–14 (mol/L)2
x = 0,2 mol/L
Na água pura:
A 25°C: KW = [H+] . [OH–] = 1 . 10–14 (mol/L)2
Equação de ionização:
[H+] = [OH–]
HNO3 æÆ H+ + NO–3
KW = (1 x 10–7 mol/L) (1 x 10–7 mol/L) = 1 . 10–14 (mol/L)2
(04) Falso. 1 mol æÆ 1 mol
A 25°C: pH + pOH = 14 0,2 mol/L æÆ 0,2 mol/L
(05) Falso. [H+] = 0,2 mol/L  pH = – log [H+]  pH = – log 0,2
O sangue apresenta pH = 7,4, como é de caráter alcalino,
 pH = – log 2 . 10–1  pH = 0,7
temos:
Resposta: B
[H3O+] < [OH–]
Resposta: Corretos: 2 e 3

8–
39) (0) Verdadeiro. 43) Em 1 L temos 49 . 10–3 g de H2SO4
Água pura ou destilada apresenta, a 25°C, [H+] = [OH–], 98 g –––––– 1 mol
portanto pH = 7  caráter neutro. 49 . 10–3 g ––––– x

(1) Verdadeiro. \ x = 0,5 . 10–3 mol

pH = – log [H+]  pH = – log 0,01  pH = 2 H2SO4 ææÆ 2 H+ + SO2–


4
(2) Verdadeiro. 0,5 . 10–3 mol/L 1 . 10–3 mol/L
1 NaOH ææÆ Na+ + OH– pH = 3

0,001 mol/L ææææææÆ 0,001 mol/L

[OH–] = 0,001 mol/L  pOH = – log 0,001 44) y = n.o de moléculas ionizadas
x = n.o de moléculas não ionizadas
pOH = – log 10–3  pOH = 3
1
A 25°C: pH + pOH = 14, então pH = 11 y = ––– x
4
(03) Verdadeiro. y 0,25x
 = –––––– \  = –––––––––
KOH Æ K+ + OH– y+x 0,25x + x
1 mol æææÆ 1 mol
 = 0,2 pH = 2 \ [H+] = 10–2 mol/L
0,01 mol/L æÆ 0,01 mol/L
[H+] =.M\ 10–2 = 0,2 . M
[OH–] = 0,01 mol/L  pOH = – log 0,01  pOH = 2 M=5. 10–2 mol/L

(04) Verdadeiro.
A 25°C: KW = [H+] [OH–] = 1 x 10–14 46) Considere o equilíbrio:

Em uma solução ácida a [H + ] > [OH – ], portanto o


NH4OH Æ
 NH4+ + OH–
[OH–] < 10–7, enquanto o pOH > 7.
Resposta: Todos corretos. I 2 mol/L 0 0

40) O ácido presente no suco gástrico é o HCl. dissocia 2 . 0,005 2 . 0,005 2 . 0,005
Cálculo da concentração de íons H+:
HCl æÆ H+ + Cl– equilíbrio 2 – 2 . 0,005 2 . 0,005 2 . 0,005
1 mol æÆ 1 mol
2 . 10–2 mol/L æÆ 2 . 10–2 mol/L
[OH–] = (2 . 0,005) mol/L  pOH = – log [OH–] 
[H+] = 2 . 10–2 mol/L  pH = – log 2 . 10–2 
 pOH = – log 0,010  pOH = 2 \ pH = 12
pH = – (log 2 – 2) = – (– 1,7) = 1,7
Resposta: D
Resposta: D

41) Equação de dissociação: 49) O ácido A apresenta maior grau de ionização em relação ao
ácido B, portanto a concentração dos íons H+ é maior,
Mg(OH)2 æÆ Mg2+ + 2 OH– diminuindo o valor do pH e caracterizando o ácido mais forte.
1 mol æææææÆ 2 mol Resposta: A

1,5 . 10–4 mol/L æÆ 2 . 1,5 . 10–4 mol/L


[OH–] = 3 . 10–4 mol/L  pOH = – log [OH–]  50) a) 100% ––––––– 0,1 mol/L
1% ––––––– x
 pOH = – log 3 . 10–4  pOH = (– log 3) + (– log 10)–4 
x = 10–3 mol/L
 pOH = – 0,48 + 4 = 3,52 pOH = 3
(A 25°C): pH + pOH = 14  pH = 10,48 (entre 10 e 11) [OH–] = 10–3 mol/L
Resposta: D pH = 11

42) I II b) 0,1 mol/L – 0,001 mol/L = 0,099 mol/L

pH < 7 pH > 7
I II
51) Ba(OH)2 ææÆ Ba2+ + 2 OH–
pOHI > 7 pOHII < 7
1 mol ––––––––––––––– 2 mol
pOHI + pHII > 14
0,005 mol/L ––––––––– 2 . 0,005 mol/L
Em solução ácida o valor de pH < 7, enquanto nas soluções [OH–] = 0,010 mol/L
básicas o valor de pOH < 7, portanto pOHI + pHII > 14 pOH = – log 10–2 = 2 \ pH = 12
Resposta: E

–9
base fraca
56) [OH–] =

Kb . M
NH4OH æÆ NH4+ + OH–
1 mol ––––––––––––––– 1 mol [OH–] =

1,8 . 10–5 . 0,5

100% ––––––––––––––– 0,01 mol/L [OH–] =



9 . 10–6
1% ––––––––––––––– x [OH–] = 3 . 10–3 mol/L
[OH–] = 10–4 mol/L
pOH = – log 3 . 10–3
pOH = 4 e pH = 10
pOH = (2,523)
Resposta: A
pH = 11,477
52) HCl æÆ + H+ Cl–
59) [H+]1 . V1 = [H+]2 . V2
0,001 0,001
pH = 3 10–1 . 50 = [H+]2 . 500

10–1
NaOH æÆ Na+ + OH– [H+]2 = ––––– = 10–2 \ pH = 2
10
0,001 0,001
Resposta: B
pOH = 3
pH = 11 60) Na diluição, temos:

CH3COOH æÆ CH3COO– + H+ [H+]1 V1 = [H+]2 V2


0,001 0,001 [H+] < 0,001 mol/L 10–3 . 20 = [H+]2 . 200
7 > pH > 3
[H+]2 = 10–4 mol/L \ pH = 4

Resposta: D
NH4OH æÆ NH4+ + OH–
0,001 0,001 [OH–] < 0,001 mol/L
61) pH = 3  [H+] = 10–3 mol/L
11 > pH > 7
1 . V = 10–3 . 104
Resposta: A V = 10 mL

53) a) Ka = 2 . M 1 gota ––––––– 0,05 mL


x ––––––– 10 mL
1,8 . 10–5 = (10–2)2 .M
M = 0,18 mol/L x = 200 gotas

b) [H+] =.M
Resposta: D
[H+] = 10–2 . 0,18
[H+] = 18 . 10–4 mol/L
63) V = 4,5 L
[H+] = 2 . 9 . 10–4 mol/L
10–3 . 0,5 = [H+] . 5
pH = – (log 2 + log 32 + log 10–4)
pH = – (0,3 + 2 . 0,48 – 4) 5 . 10–4
[H+] = –––––––– = 1 . 10–4 \ pH = 4 Æ pH = 7
pH = 2,74 5
3 unidades
54) a) pH = 2 \ [H+] = 1,0 .10–2 mol/L
Resposta: C
b) M = 0,05 mol/L
HA Æ H+ + A–
64) [H+]1 = 10–1 mol/L
0,04 0,01 0,01
0,01 . 0,01 [H+]2 = 10–6 mol/L
Ka = –––––––––––
0,04 [H+]1 V1 + [H+]2 V2 = [H+]3 V3

Ka = 2,5 . 10–3 10–1 . 1 + 10–6 . 10 = x . 11

10–1 + 10–5
55) [H+] =

Ka . M x = ––––––––––  0,01
11
[H+] =

5 . 10–10 . 0,2

[H+] = 1,0 . 10–5 mol/L pH = 2

pH = 5
Resposta: C
Resposta: D

10 –
69) Para que ocorra absorção do medicamento, ele deve 78) pH = 6 Æ 1 mol de H+ para cada 106 L
encontrar-se na forma não ionizada (molecular). pH = 6 Æ 10–6 mol/L
Se o medicamento for ingerido com um meio ácido, ocorrerá
pH = 7 Æ 10–7 mol/L
deslocamento do equilíbrio para a esquerda, aumentando a
concentração do AAS não ionizado, que será mais bem 10–6
–––––– = 10
absorvido pela mucosa estomacal (desconsiderando os efeitos 10–7
do pH estomacal e outros efeitos bioquímicos). Resposta: B
As bebidas que apresentam caráter ácido (pH < 7) são: suco
de laranja, refrigerante e café. 79) HA: ácido fraco
Resposta: A HA Æ + –
 H +A
[HA] > [H ] = [A–]
+

70) Aspirina é melhor absorvida no estômago (menor pH) Meio ácido [H+] > [OH–]
Anfetamona é melhor absorvida no intestino (maior pH) [OH–] < [A–] = [H+] < [HA]
Resposta: 02 Resposta: A

71) I. Correta. 83) Como o AAS é um monoácido, podemos representá-lo como


O uso do logaritmo torna a magnitude de um terremoto HAAS.
um número pequeno facilitando o uso desse número. Equação de ionização:
II. Correta. H2O
ææÆ H + + AAS –
HAAS ææ
pH1 = 4 Æ [H+]1 = 10–4 mol/L

pH2 = 8 Æ [H+]2 = 10–8 mol/L Cálculo da [H+]:

[H+]1 10–4 [H +] [AAS –] x.x


––––––– = ––––––– = 104 Ki = –––––––––––  3 . 10 –5 = ––––––––– 
[H+]2 10–8 [HAAS] 3,3 . 10–4

III. Errada. x=



9,9 . 10 –9
Magnitude1 = 6 Æ E1 = 106
x  1 . 10 –4 mol/L
Magnitude2 = 3 Æ E2 = 103
Cálculo do pH:
E1
–––– = 103 pH = – log[H+]  pH = – log10 –4 
E2 pH = 4
Resposta: D
Resposta: D

84) No recipiente X, temos:


72) I. Correta.
V = 500mL = 0,5L
HB é mais forte que HA e HC, pois a quantidade de íons é
3,01 . 1014 íons H+
maior.
II. Correta. Cálculo da concentração em mol/L de íons H+:
Maior quantidade de íons. 6,02 . 1023 íons –––––––– 1 mol
III. Correta. 3,01 . 1014 íons ––––––– x
HB mais forte Æ menor pH. x = 0,5 . 10–9 mol
Resposta: E
n 0,5 . 10–9 mol
M = ––– \ M = ––––––––––––
73) O CaCO3 se dissolve na água contendo CO2 dissolvido. V 0,5L
Resposta: D

M = 10–9 mol/L

[lactato] [H3O+] Cálculo do pH:


75) Ka = –––––––––––––––––
[Ácido] pH = – log [H+] \ pH = 9 (solução básica a 25°C)

[lactato] . 10–7 No recipiente Y, temos:


1,0 . 10–4 = –––––––––––––––
[Ácido] V = 100mL = 0,1L

6,02 . 1019 íons H+


[lactato] 3
––––––––––– = 10
[Ácido] Cálculo da concentração em mol/L de íons H+:
6,02 . 1023 íons –––––––– 1 mol
Resposta: 103 6,02 . 1019 íons ––––––– x
x = 10–4 mol

– 11
89) I) Falsa.
n 10–4 mol O valor da constante de equilíbrio aumentou com o au-
M = ––– \ M = –––––––––
V 0,1L mento da temperatura, o que implica reação endotérmica.
II) Verdadeira.
M = 10–3 mol/L
O aumento da temperatura desloca a reação no sentido
Cálculo do pH: direto (reação endotérmica) resultando em aumento da
pH = – log [H+] \ pH = 3 (solução ácida a 25°C) concentração de íons amônio e hidroxila.
Resposta: C III) Verdadeira.
O aumento da concentração de íons amônio desloca a
reação no sentido inverso, consumindo os íons hidróxido
87) Considere a garrafa 1 com gás (CO2 ) e a garrafa 2 sem gás.
(hidroxila) da solução tornando-a menos básica e, portanto,
Após a conexão entre as duas garrafas, ocorre a passagem de
o valor do pH diminui (aproximando-se do pH de meio
gás da garrafa 1 para a garrafa 2 (difusão). Assim, a
neutro).
concentração de gás na garrafa 1 diminui e o pH aumenta, e na Resposta: D
garrafa 2 a concentração de gás aumenta e o pH diminui. No
equilíbrio, o pH fica constante. 90) Como o pH = 5  pH = –log [H+]  [H+] = 10–5 mol/L
– HCN  Æ H+ + CN–
CO2(aq) + H2O( l) Æ +
 H (aq) + HCO 3(aq)
pH = –log [H +]
equilíbrio x 10–5 10–5

Para a garrafa 2, tem-se: [H+] [CN–]


Ki = ––––––––––
[CO2(aq)] aumenta, [H +(aq)] aumenta, pH diminui
[HCN]

10–5 . 10–5
5 . 10–10 = ––––––––––
[HCN]

[HCN] = 0,2 mol/L

1 mol de HCN ––––––– 27 g


0,2 mol/L de HCN ––––––– y
y = 5,4 g/L de HCN
Resposta: D
\ concentração de HCN = 5,4 g/L
Resposta: B
88) I. Correta.
Na profundidade de 20 cm, a concentração de O2 é zero
91) Na apneia, a concentração de CO2 no sangue aumenta,
ppm; portanto, temos micro-organismos que sobrevivem
deslocando o equilíbrio para a direita.
em meio anaeróbio. Æ H CO  Æ H+ + HCO–
CO2 + H2O  2 3 3
[H+] 
II. Correta.
pH Ø
Profundidade Soma das concentrações Após a apneia, a concentração de CO2 no sangue diminui,
deslocando o equilíbrio para a esquerda.
0 cm (7,0 + 0,0) ppm = 7,0 ppm [H+] Ø pH 
Resposta: C
5 cm (5,0 + 2,0) ppm = 7,0 ppm
93) O derramamento de NaOH faz aumentar o pH da água do rio,
10 cm (3,5 + 3,5) ppm = 7,0 ppm
com o passar do tempo ocorre a diluição fazendo o pH voltar
15 cm (3,3 + 3,8) ppm = 7,1 ppm ao valor inicial.
Resposta: C
20 cm (3,0 + 4,0) ppm = 7,0 ppm
95) Com o aumento do pH (diminuição da concentração de H3O+),
o equilíbrio é deslocado no sentido dos produtos (ClO– (aq) e
III. Errada. H3O+ (aq)); portanto, teremos aumento da quantidade em mol
Verifica-se, pela tabela, que, a cada 5 cm de aumento na de ClO– (aq) e diminuição da quantidade em mol de HClO (aq).
profundidade, ocorre um abaixamento de 0,5 no pH. pH = 4  [H3O+] = 1,0 . 10 – 4 mol/L e [ClO–] = 1,0 . 10–4 mol/L
[ClO–] [H3O+]
Profundidade ––––––––– pH Ka = ––––––––––––––
20 cm ––––––––– 5,0 [HClO]
25 cm ––––––––– 4,5
1,0 . 10–4 . 1,0 . 10–4
30 cm ––––––––– 4,0 4 . 10–8 = ––––––––––––––––––– \ [HClO] = 0,25 mol/L
Resposta: B [HClO]
pH = 6  [H3O+] = 1,0 . 10–6 mol/L \ [ClO–] = 1,0 . 10–6 mol/L

12 –
Como pH = 4,
1,0 . 10–6 . 1,0 . 10–6
4 . 10–8 = ––––––––––––––––––– \ [HClO] = 0,25 . 10–4mol/L [H+] = 10 – 4 mol/L
[HClO]
10 – 4 mol ––––– 1 L
Para pH = 4 e pH = 6, temos um predomínio da concentração x ––––– 1000 L
de HClO no equilíbrio em relação a [ClO–]. x = 0,1 mol de H+
pH = 8  [H3O+] = 1,0 . 10–8 mol/L \ [ClO–] = 1,0 . 10–8 mol/L

1,0 . 10–8 . 1,0 . 10–8 Reação de neutralização:


4 . 10–8 = ––––––––––––––––––– \ [HClO] = 0,25 . 10–8 mol/L 2H+ + CaCO3 Æ Ca2+ + CO2 + H2O
[HClO]
2 mol 1 mol
porcentagem relativa em mol do HClO em pH = 8 é: Ø Ø Massa molar do CaCO3 = 100 g/mol
1,25 . 10–8 mol ––––––– 100% 2 mol –––– 100 g
0,25 . 10–8 mol ––––––– x \ x = 20% 0,1 mol –––– x
O gráfico que representa corretamente a alteração é o da x = 5,0 g de CaCO3
alternativa a. Resposta: D
Resposta: A
103) (3) Errada.
96) O gráfico relaciona as concentrações em mol/L dos pH do solo é 2.
componentes dos equilíbrios em função da variação de pH, (4) Errada.
onde temos: [H+] 
desloca para esquerda
Resposta: Corretos: 1 e 2

104) A fotossíntese faz aumentar a concentração de oxigênio


dissolvido.
No primeiro equilíbrio, a concentração de CO2 diminui, deslo-
cando para a esquerda; a concentração de H+ diminui e pH
aumenta.
Resposta: A

106) O equilíbrio é deslocado para a esquerda (lado de maior vo-


Para essas concentrações: lume gasoso) diminuindo as concentrações de HCl e HClO.
pH = 3 Resposta: C
pH = – log [H+], portanto a [H+] = 10–3 mol/L
Resposta: D 108) I) Falsa.
Solução 1: pH = 3,0 \ [H+]1 = 1,0 . 10–3 mol/L
97) 2 CH3COOH + CaCO3 Æ – Solução 2: pH = 4,0 \ [H+]2 = 1,0 . 10–4 mol/L
 Ca(CH3COO )2 + H2O + CO2
Comparando as duas soluções temos:
Resposta: B [H+]1 1,0 . 10–3 mol/L
––––– = ––––––––––––––– = 10
+
[H ]2 1,0 . 10–4 mol/L
99) pH < 6 amarelo
[H+]1 = 10 [H+]2
pH > 8 azul
II) Verdadeira.
Resposta: B Æ +
HA  H + A–

101) A coloração alaranjada torna-se mais intensa quando se Solução 1: 1,0.10–3 mol/L 1,0.10–3 mol/L
diminui o pH, pois aumenta a concentração de íons H+. Solução 2: 1,0.10–4 mol/L 1,0.10–4 mol/L
Resposta: B A solução 1 conduzirá melhor a corrente elétrica do que a
solução 2, pois apresenta maior concentração de íons em
102) solução.
III) Verdadeira.
Ao diluir uma solução aquosa de um ácido ao infinito, a
concentração de íons H+ diminui, aumentando o pH da
solução (tendendo a 7).
Resposta: E

109) O acetato de sódio é um sal de ácido fraco e base forte,


portanto, tem caráter básico. No frasco A ocorrerá menor
neutralização do ácido do que no frasco B.
Resposta: E

– 13
116) pH + pOH = 14 válida a 25°C 130) [CO2] Ø desloca para a esquerda
Resposta: C [H3O+] Ø
pH aumenta
117) Neutra: [H+] = [OH–] Resposta: B
Kw = [H+] [OH–]
2,42 . 10–14 = [H+]2 131) O sangue humano é uma solução tamponada, pois o pH variou
[H+] = 1,56 . 10–7 mol/L = 156 . 10–9 mol/L pouco.
Resposta: E
pH = – log 156 . 10–9 = – (2,19 – 9) = 6,8
Resposta: E
[lactato] [H+]
133) Ka = –––––––––––––––
118) Meio neutro [ácido lático]
[H+] = [OH–] a qualquer temperatura
Resposta: A 0,1 . [H+]
1,38 . 10–4 = –––––––––
0,1
119)

4 x 10–14
[H+] = 1,38 . 10–4 mol/L
[H+] = 2 . 10–7 mol/L
pH = – log [H+]
Resposta: B
pH = – log 1,38 . 10–4
pH = – (0,14 – 4)
120) pH = 6,5 (meio neutro)
pH = 3,86
pH = 7 Æ básica
Resposta: A
Resposta: A

121) I. Correta. [H+] . [CH3COO–]


134) a) Ka = –––––––––––––––
O pH é igual a 7 quando a temperatura da água pura é igual [CH3COOH]
a 25°C.
II. Correta. [H+]2
1,8 . 10–5 = ––––––
A autoionização da água pode ser representada por: 0,1
H2O (l) Æ H+ (aq) + OH– (aq) ∆H > 0
O aumento da temperatura desloca o equilíbrio no sentido [H+]2 = 1,8 . 10–6
da reação endotérmica, portanto aumentando a concen- [H+] = 1,34 . 10–3 mol/L
tração de íons H+. pH = – log 1,34 . 10–3
III. Correta.
pH = 2,87
Observando-se a fórmula pH = – log [H+], verifica-se que,
quanto maior a concentração de íons H+, menor o pH. [CH3COOH] [H+] 1,0 .10–5
Resposta: E b) –––––––––––– = ––––– = ––––––––– = 0,56
[CH3COO–] Ka 1,8 . 10–5

126) 2) Errada.
[H+] < 0,100 mol/L [H+] [Ac–]
135) a) Ka = ––––––––––
3) Errada. [HAc]
[H+] = [Ac–]
Ka = [H+]2
4) Errada.
pH > 1 1,8 .10–5 = [H+]2
6) Errada. [H+] = 1,81/2 . 10–2,5
Água pura: pH = 7, pOH = 7 pH = – log 1,81/2 . 10–2,5
8) Errada.

 ––––– – 2,5
pH varia com a temperatura. 0,25
pH =
Resposta: Corretos: 1, 5 e 7 2

127) O pH de uma solução tampão varia pouco. pH = 2,375


Resposta: D [H+] [Ac–]
b) Ka = ––––––––––
[HAc]
128) Tampão ácido
CH3COOH, CH3COONa, H2O
[H+] = 1,8 . 10–5 mol/L
Resposta: D
pH = – log [H+]

129) Sangue é uma solução tampão. pH = – log (1,8 . 10–5)


Resposta: A pH = – (0,25 – 5)
pH = 4,75

14 –
136) I) Hidrólise do sal
H3CCOO–Na+ + H2O Æ H CCOOH + Na+ + OH–
3
* sal derivado de ácido fraco e base forte, portanto
apresenta meio básico (pH > 7)
NaCl + H2O Æ não sofre hidrólise

* sal derivado de ácido forte e base forte, portanto


apresenta meio neutro (pH = 7)
Copo I: apresenta pH > 7

IV) Temos a reação


H3CCOOH + NH4OH  Æ H CCOO–NH + + H O
3 4 2
Hidrólise do sal:
H3CCOO–NH4+ + H2O Æ H CCOOH + NH OH
3 4
* sal derivado de ácido fraco e base fraca; como eles
apresentam a mesma constante de ionização, temos pH = 7.
Copo IV: apresenta pH = 7

III) Temos:
H3CCOOH + H2O  Æ H CCOO– + H O+ pH < 7
3 3
NaCl + H2O  Æ não sofre hidrólise

* O sal NaCl não interfere na ionização do ácido acético.

II) Solução tampão


Æ H CCOO– + H O+
H3CCOOH + H2O  3 3
H2O
æÆ H CCOO– + Na+
H3CCOO–Na+ æ 3

* O sal H3CCOO–Na+ interfere no grau de ionização do ácido


acético, deslocando o equilíbrio para a esquerda (efeito do íon
comum), diminuindo a concentração de íons H3O+, portanto
apresenta pH < 7, mas superior à solução do copo III.
Logo: pHI > pHIV > pHII > pHIII
Resposta: A

– 15
QUÍMICA 16) pOH > 7 \ pH < 7
NH4NO3: sal de base fraca e ácido forte: pH < 7
LIVRO 4 Resposta: B

18) a) pH = 2,0 \ [H+] = 0,01 mol/L \ [HCl] = 0,01 mol/L


Físico-Química
b) b1) Mg(OH)2 ou Na2CO3 (sal de base forte e ácido fraco)
Capítulo 2 – Hidrólise de Sais b2) HCl

19) Correta.
9) Li1+
2
(CO3)2– : Li2CO3 H2O
1
CaCO3 ææÆ Ca2+ + CO2–
3
H2O CO2– + HOH Æ –
 HCO 3 + OH

Li2CO3 (s) ææÆ 2 Li+ (aq) + CO2–
3 (aq)
3
H2O
CO2– Æ – – Ca(OH)2 ææÆ Ca2+ + 2 OH–
3 (aq) + HOH (l)  HCO3 (aq) + OH (aq) básico

Resposta: B 20) (01) Incorreto.


NaCl: sal inorgânico
CH3COOH: ácido fraco (02) Correto.
10) A CH3COO–Na+ pH > 7
NaOH: base forte (04) Correto.
Subentenda-se que é para separar os sais das águas e
HCl: ácido forte não para separar os sais entre si.
B NaCl pH = 7
NaOH: base forte (08) Incorreto.
NaCl: sal de ácido forte e base forte
HCl: ácido forte (16) Incorreto.
C NH4Cl pH < 7
NH4OH: base fraca Petróleo (hidrocarboneto) é imiscível na água
Resposta: Corretos: 02 e 04 (soma: 06).
Resposta: C

22) a) ácido acético: amarelo


H+ b) amônia (base): azul
c) CH3COO–Na+: azul (sal de ácido fraco e base forte)
Æ H O+ + NH
11) NH4+ + H2O  3 3 d) HCl: amarelo
Resposta: D e) NaCl: verde (sal de ácido e base forte)

23) Ao adicionar HCl (aq) no equilíbrio, os íons OH– serão neutra-


12) Na2CO3 (s) + H2O (l) Æ HCO–3 (aq) + 2 Na+ (aq) + OH– (aq)
lizados pelos íons H+ do ácido, deslocando no sentido de
pH > 7 formação de Cl2.
Resposta: B Æ Cl + 2 OH–
Cl– + ClO– + H2O  2
ææÆ Ø
13) I: pH 5,6: rosadas Æ azuis Resposta: D
II: NaNO3 (sal de ácido e base fortes) continuou azul
24) HInd Æ H+ + Ind–
III: CaCO3 (sal de ácido fraco e base forte): azul Æ rosada
Meio mais ácido: azul amarela roxa
Meio mais básico: rosada NaOH: roxa
Resposta: A K2CO3, Na3BO3 e KCN: sais de bases fortes e ácidos fracos:
roxa
14) NaHCO3: caráter básico: sal de base forte e ácido fraco. Resposta: D
Resposta: A
25) (01) Correto.
15) 01) Correto. NaHCO3: sal de base forte e ácido fraco
pH = – log [H+] \ [H+] = 10–3,76 (02) Correto.
02) Correto. Duodeno: meio alcalino
[OH–] = 1,0 . 10–5 mol/L \ pOH = 5 \ pH = 9 (04) Correto.
04) Incorreto. HCl: ácido clorídrico (ácido muriático)
pH = 6 (08) Correto.
08) Incorreto. C = 2 mol/L, V = 200 mL = 0,2 L, M1 = 36,5 g/mol
pH < 7 m1 m1
16) Incorreto. C = –––––– \ 2 mol/L = –––––––––––––––––
M1. V 36,5 g/mol . 0,2 L
KCN: sal de base forte e ácido fraco: pH > 7
Resposta: Corretos: 01, 02 (soma: 03) m1 = 14,6 g

16 –
(16) Incorreto. 32)
H — Cl covalente
(32) Incorreto.
NH4Cl: sal de base fraca e ácido forte não reage.
Resposta: Corretos: 01, 02, 04 e 08 (soma: 15).

Æ NH + + OH–: rosa
26) NH3 + H2O  4

Na2CO3 Æ 2 Na+ + CO2–


3
CO2–
3
Æ HCO– + OH–: rosa
+ HOH  3
CO2 + H2O  Æ H CO Æ H+ + HCO– (diminui o pH).
2 3 3
Resposta: D
27) NaHCO3 e Na2CO3: sais inorgânicos
Resposta: B
34) I. Y: NaNO3: sal de ácido forte e base forte: pH = 7
NaHCO3: sal de base forte e ácido fraco: pH > 7
H2O
28) CaCO3 ææÆ Ca2+ + CO2–
3 II. Z: NaCl Æ Na+ + Cl– conduz
CO2–
3
+ HOH Æ HCO– + OH–
3 C6H12O6 (s) Æ C6H12O6 (aq) não conduz
Resposta: C III. X: naftaleno – insolúvel em água
sacarose – solúvel em água
29) I) Correta. Resposta: E
Reação de neutralização.
II) Incorreta. 35) (1) Incorreta.
Neutraliza totalmente o ácido. Solução iônica.

III) Correta. (2) Correta.


pH = – log [H+] meio aquoso
Mg(OH)2 Æ Mg2+ + 2 OH–
(3) Incorreta.
HCO–3 + HOH Æ H2CO3 + OH–
Os íons podem sofrer hidrólise
IV) Correta.
(4) Incorreta.
Mistura de ácidos carboxílicos.
Água atua no processo de osmose.
V) Incorreta.
Resposta: Item certo: 2
O O
2R—C
OH
+ Mg(OH)2 Æ


R—C

O– 2 Mg2+
+ 2 H2O 39) Kh = 2 . 10–7, pH = 10, pOH = 4, [OH–] = 10–4 mol/L
ClO– + HOH Æ
 HClO + OH

Resposta: 02 Kh = 2 M, [OH–] =  . M, [OH–] =



Kh . M

30) (01) Incorreto. 10–4 =



2 . 10–7 M \ 10–8 = 2 . 10–7 . M \ M = 0,05 mol/L

CO2 Resposta: C

(02) Correto.
Kw 1 . 10–14 1
HCO–3 + H2O 
Æ H CO + OH–
2 3 40) Kh = –––– \ 3 . 10–11 = ––––––––– \ Kb = ––– . 10–3
Kb Kb 3
(04) Incorreto.
Não é de oxirredução. Resposta: B
(08) Incorreto.
Ácido fraco 41) Caráter básico: K2 > K1
(16) Correto. Resposta: A
Neutraliza o ácido: pH aumenta
Resposta: Corretos: 02 e 16 (soma: 18). Kw 1 . 10–14 1
42) Kh = –––– \ Kh = ––––––––– \ Kh = ––– . 10–10
Ka 5 . 10–4 5
31) a) pH = 7,6: a porcentagem de O2 transportado é sempre
maior. NO–2 + HOH Æ HNO2 + OH– [OH–] =

Kh . M
b) Alcalose.
H2O 1
NH4Cl ææÆ NH4+ + Cl– [OH–] = ––– . 10–10 . 5 . 10–2 \ [OH–] = 10–6 mol/L
5
NH4+ + H2O 
Æ NH + H O+
3 3
pOH = 6 \ pH = 8
O íon H3O+ liberado neutraliza a solução. Resposta: B

– 17
43) A maior concentração de íons OH– é obtida no equilíbrio II,
pois Kh > Kh .
1 2

Resposta: B

Æ [Ni(H O) (OH)]+(aq) + H O+(aq)


47) a) [Ni(H2O)6]2+(aq)+H2O(l)  2 5 3

b) M = 0,1 mol/L, K = 1,00 . 10–11

[H+] =

K.M

[H+] =

1,00 . 10–11 .10–1

[H+] = 10–6 mol/L \ pH = 6

18 –
QUÍMICA (4) Correta.
(5) Correta.
LIVRO 4 Como inicialmente a cor estava verde e, com a adição da
Físico-Química solução A, que é um ácido, a cor mudou para vermelho,
pode-se concluir que houve mudança do caráter básico
Capítulo 3 – Titulometria para o neutro ou ácido, indicando que houve uma reação
de neutralização da base pela adição de um ácido.
17) Titulação é uma operação de laboratório, que visa determinar Resposta: Corretas 3, 4 e 5.
a concentração de uma solução.
Para tal operação, usa-se: 22) a) Incorreta.
• bureta Como a solução de HCl é mais ácida, existe maior número
• erlenmeyer de partículas dispersas e, por isso, tem maior ponto de
Resposta: C ebulição (ebuliometria).
b) Incorreta.
18) Mesma explicação do exercício anterior. O HCl é mais forte e, portanto, sua solução tem valor
Resposta: B menor de pH.
c) Incorreta.
19) Pipetas são vidrarias utilizadas para medir o volume de Como a solução de HCl tem maior número de partículas
líquidos com certa precisão. dispersas, tem um ponto de congelamento menor.
Enquanto as pipetas volumétricas medem volumes fixos de (criometria).
líquido, as pipetas graduadas podem medir volumes variáveis. d) Correta.
Observação: a cor do líquido pouco importa para fazer a Tanto o ácido clorídrico quanto o ácido acético são mono-
medição. próticos (apenas 1 hidrogênio ionizável). Para serem
Resposta: D neutralizados, usam a mesma quantidade da base.
e) Incorreta.
20) (1) Correta. Como a solução de HCl tem maior número de partículas
Como o ácido, em solução aquosa, libera o íon H+ e, quanto dispersas, o valor da pressão osmótica também será maior
maior a concentração deste íon, maior será sua acidez, (osmometria).
pode-se usar tal critério para a medida de acidez de uma Resposta: D
solução.
(2) Correta. 23) A reação de titulação sugerida pode ser equacionada:
Ao adicionar a solução B, que é uma base (NaOH), ao tubo H2SO4 + 2 NaOH Æ Na2SO4 + 2 H2O
1, que contém um ácido (HCl), é de se prever que haja uma Usando os dados fornecidos, temos:
reação ácido-base, segundo a equação: 2 . MaVa = MbVb
NaOH + HCl Æ NaCl + H2O MbVb
O pH, que no tubo 1 era ácido, teve mudança de pH, au- Ma = ––––––
2 . Va
mentando-o, e por isso houve a mudança de cor do extrato
Resposta: C
de repolho roxo.
(3) Correta.
25) Cálculo da quantidade, em mol, de Mg(OH)2:
O extrato de repolho roxo muda de cor, de acordo com o
m 64,8 g
pH da solução em que se encontra. n = –––  n = –––––––––– = 1,11 mol
(4) Correta. M 58,0 g/mol
Como mencionado no item 2, a equação da reação é:
Cálculo da concentração do Mg(OH)2 no leite de magnésia:
NaOH + HCl Æ NaCl + H2O
1,11 mol
O NaCl se chama cloreto de sódio. [Mg(OH)2] = ––––––––– = 1,11 mol/L
Resposta: Todas verdadeiras. 1L
Cálculo da quantidade, em mol, de Mg(OH)2 na dose ingerida:
21) (1) Errada. 1,11 mol de Mg(OH)2 –––––––– 1000 mL (1 L)
Como a cor do extrato de repolho roxo ficou verde, e a cor x –––––––– 9 mL
do tubo 2 (solução B) também é verde, sabe-se que a x = 0,01 mol de Mg(OH)2
solução também possui caráter básico.
(2) Errada. Neutralização ocorrida no estômago:
HCl Æ ácido clorídrico Mg(OH)2 + 2 HCl æÆ MgCl2 + 2 H2O
HClO4 Æ ácido perclórico Ø Ø
(3) Correta. 1 mol ––––– 2 mol
Como se depreende do texto, o extrato de repolho roxo, 0,01 mol ––––– y
quando em solução ácida, tem cor vermelha e, quando em y = 0,02 mol de HCl
solução básica, tem cor verde.
Resposta: A

– 19
26) Cálculo da quantidade, em mol, de NaOH: 30) (01) Verdadeiro.
0,2 mol ––––––––––– 1000 mL Solução A:
x ––––––––––– 20 mL HNO3 æÆ H+ + NO–3
x = 0,004 mol ou 4 . 10–3 mol 1 mol/L 1 mol/L
[H+] = 1 mol/L
Cálculo da quantidade de ácido tartárico no suco:
pH = – log 1  pH = 0
1 mol de H2C4H4O6 ––––––––– 2 mol de NaOH
x’ ––––––––– 4 . 10–3 mol de NaOH
Solução C:
x’ = 2 . 10–3 mol de H2C4H4O6 KOH æÆ K+ + OH–
1 mol/L 1 mol/L
Cálculo da concentração do ácido tartárico em mol/L:
[OH–] = 1 mol/L
2 . 10–3 mol –––––––––– 40 mL
y –––––––––– 1000 mL pOH = – log 1  pOH = 0
y = 0,05 mol a 25°C  pOH + pH = 14  pH = 14
\ [H2C4H4O6] = 0,05 mol
(02) Verdadeiro.
Cálculo da concentração do ácido tartárico em g/L: 10–3 mol –––––––––––– 1000 mL
1 mol/L –––––––––– 150 g/L nOH– –––––––––––– 2000 mL
0,05 mol/L –––––––––– y’
y’ = 7,5 g/L nOH– = 2 . 10–3 mol

27) n o. H+ = n o. OH–
Frasco B:
M +V = M V
H H+ OH– OH– 10–2 mol –––––––––– 1000 mL
xM . 15 = M . 45 nH+ –––––––––– 200 mL
H+ OH–
x=3
Resposta: C nH+ = 2 . 10–3 mol

Neutralização completa: nOH– = nH+


28) O gráfico que corresponde ao experimento descrito pelo
enunciado, é o da alternativa a, onde: (04) Verdadeiro.
• O íon Cl – tem concentração inicial igual a 0,10 mol/L e ao MAVA + MBVB = MFVF
longo da adição da base, vai sendo diluída e, por isso, sua 1 mol/L . 250 mL + 10–2 mol/L . 2500 mL = MF . 2750 mL
concentração vai diminuindo.
• O íon H+, no início, tem concentração igual a 0,10 mol/L e, MF = 0,1 mol/L
com a adição da base, reage, formando água, de acordo
com a equação: (08) Verdadeiro.
H+ + OH– Æ H2O (16) Falso.
A reação ocorre até a total neutralização e, depois, o íon (32) Falso.
OH– tem sua concentração aumentando. Resposta: Corretos: 01, 02, 04 e 08 (Soma: 15).
• O íon Na+ parte de 0 mol/L e conforme a base vai sendo
31) a) No início:
adicionada, sua concentração vai aumentando.
Resposta: A Solução de ácido nítrico:
pH = 3  [H+] = 10–3 mol/L
29) Cálculo da quantidade, em g, de ácido láctico no lote 10–3 mol –––––––––––– 1000 mL
analisado: x –––––––––––– 550 mL
1 L –––––––––– 1,8 g
500 L –––––––– x x = 5,5 . 10–4 mol de H+

x = 900 g Solução de hidróxido de potássio:


Cálculo da quantidade, em mol, de NaOH necessário para a pH = 11  pOH = 3  [OH–] = 10–3 mol/L
total neutralização: 10–3 mol –––––––––––––– 1000 mL
1 mol de ácido láctico –––––––––– 1 mol de NaOH
y –––––––––––––– 450 mL
90 g –––––––––– 1 mol de NaoH
900 g –––––––––– x’ y = 4,5 . 10–4 mol de OH–
x’ = 10 mol de NaOH
H+ + OH– Æ H2O
Cálculo do volume, em litros, de solução aquosa necessária:
5,5 . 10–4 mol 4,5 . 10–4 mol
1 L ––––––––––– 0,5 mol
y ––––––––––– 10 mol Excesso de 1,0 . 10–4 mol de H+
pH = 4
y = 20 L
b) HNO3 + KOH Æ KNO3 + H2O
Resposta: A

20 –
32) Na solução inicial de Ba(NO3)2, a [NO3–] é o dobro da [Ba2+] (ver b) H2SO4 + 2 NaOH Æ Na2SO4 + 2 H2O
gráfico). Pela evaporação da solução resultante obtém-se Na2SO4
Ba(NO3)2 Æ
 Ba
2+ + 2 NO–3 (sulfato de sódio).
x mol/L x mol/L 2 . x mol/L
34) a) Mistura das soluções I e II:
Na solução de H2SO4, temos: MI . VI + MII . VII = MF . VF
2–
H SO Æ
2 4
+
 2 H + SO 4 10–3 mol/L . 10 mL + 10–2 mol/L . 10 mL = MF . 20 mL
x mol/L x mol/L
MF = 0,0055 mol/L

Ao adicionar 200 mL de H2SO4, temos:


Cálculo da quantidade, em mol, de H+ presente na mistura:
Ba2+ + SO2–
4 Æ BaSO4
0,0055 mol –––––––––– 1000 mL
x . 0,1 mol x . 0,2 mol
limitante excesso x –––––––––– 20 mL

No final [Ba2+] = 0 mol/L x = 0,00011 mol de H+


A concentração de NO3– vai diminuindo devido ao aumento do
volume da solução. Cálculo da quantidade, em mol, de OH– necessária para
neutralizar a mistura:
- 1 mol de OH– –––––––––––– 1 mol de H+
NO3
x –––––––––––– 1,1 . 10–4 mol

x = 1,1 . 10–4 mol de OH–


2+
Ba Cálculo da concentração de OH– no frasco III:
1,1 . 10–4 mol –––––––––––– 110 mL
x –––––––––––– 1000 mL

x = 0,001 mol de OH–

Resposta: A Portanto: [OH–] = 10–3 mol/L

QUI-0005588-a pOH = – log 10–3  pOH = 3


33) a) Cálculo da quantidade, em mol, de OH– utilizada na
A 25°C: pH + pOH = 14  pH = 11
titulação:
0,800 mol –––––––––– 1000 mL b) H — O — N O
Ø
x –––––––––– 40 mL O
x = 0,032 mol de OH–
35) Cálculo da quantidade, em mol, de OH– gastos na titulação:
Cálculo da quantidade, em mol, de H2SO4: 0,1 mol ––––––––––––– 1000 mL
1 mol de H2SO4 ––––––––––– 2 mol de OH– x ––––––––––––– 4 mL
x’ ––––––––––– 0,032 mol de OH– x = 4 . 10–4 mol de OH–
x = 0,016 mol de H2SO4 Cálculo da quantidade, em mol, de CH3COOH presentes no
vinagre:
Cálculo da quantidade, em gramas, de H2SO4:
1 mol de OH– ––––––––––––– 1 mol de CH3COOH
M = 98,0 g/mol
4 . 10–4 mol de OH– –––––––––––––– y
1 mol ––––––––––– 98 g
0,016 mol ––––––––––– y y = 4 . 10–4 mol de CH3COOH

y =1,568 g de H2SO4 Cálculo da quantidade de ácido:


1 mol de CH3COOH ––––––––– 60 g
Cálculo da quantidade, em gramas, existente em 1000 mL 4 . 10–4 mol de CH3COOH ––––––––– z
da solução:
z = 0,024 g de CH3COOH
1,568 g –––––––––––– 4 mL
z ––––––––––––– 1000 mL Cálculo da porcentagem em massa do CH3COOH no vinagre:
0,5 g ––––––––– 100%
z = 392 g de H2SO4
0,024 g –––––––– w
Pelos cálculos, a especificação foi atendida, pois existem
w = 4,8%
392 g de H2SO4 em 1000 mL de solução.
Resposta: B

– 21
36) Cálculo da massa de CH3COOH existente no vinagre: 38) Cálculo da quantidade de OH–, em mol:
pH = 13
10 mL = 10 g de vinagre
pH + pOH = 14  pOH = 1

10 g ––––––––––– 100%
1 = – log [OH–]  [OH–] = 10–1 mol/L
x ––––––––––– 6%

x = 0,6 g de CH3COOH 1000 mL ––––––––––– 10–1 mol


100 mL ––––––––––– x
Cálculo da quantidade de OH– necessária para titular o
x = 10–2 mol de OH–
vinagre:
Cálculo da quantidade de H+, em mol:
1 mol de CH3COOH ––––––––– 1 mol de OH–
pH = 2
Ø
2 = – log [H+]  [H+] = 10–2 mol/L
60 g –––––––––––––––– 1 mol de OH–
1000 mL –––––––––– 10–2 mol
0,6 g –––––––––––––––– y
400 mL –––––––––– y
y = 0,01mol de OH–
y = 0,4 . 10–2 mol de H+
Cálculo da concentração de OH– mais apropriada: Cálculo do pH da solução resultante:
O mais apropriado seria gastar metade do volume presente 1 mol de H+ ––––––––– 1 mol de OH–
na bureta: 25 mL
0,4 . 10–2 mol ––––––––– x
0,01 mol de OH– –––––––––– 25,0 mL
x = 0,4 . 10–2 mol de OH–
z –––––––––– 1000 mL Restam: 1 . 10–2 mol de OH– – 0,4 . 10–2 mol de OH– =
z = 0,4 mol de OH–
= 0,6 . 10–2 mol de OH–
[OH–] = [NaOH] = 0,4 mol/L
0,6 . 10–2 mol
[OH–] = ––––––––––––– = 1,2 . 10–2 mol/L
Resposta: C 0,5 L
pOH = – log 1,2 . 10–2 mol/L
37) Cálculo do pH da solução inicial:
KOH æÆ K+ + OH– pOH  2
0,1 mol/L 0,1 mol/L pH + pOH = 14
[OH–] = 10–1 mol/L pH  12
pOH = – log 10–1  pOH = 1
Resposta: E
A 25°C: pH + pOH = 14  pH = 13
39) Cálculo da quantidade de HCl, em mol:
Para passar o pH de 13 para 12, a concentração do íon OH– 0,1 mol de HCl –––––––––– 1000 mL
deve mudar de 10–1 mol/L para 10–2 mol/L. Houve diminuição x –––––––––– 75 mL
de 0,9 . 10–1 mol/L de OH–.
x = 7,5 . 10–3 mol de HCl

Cálculo da quantidade de HCl necessária: Cálculo da quantidade de NaOH, em mol:


OH– + HCl æÆ H2O + Cl– 0,26 mol –––––––––– 1000 mL
0,9 . 10–1 mol/L (adicionado) y –––––––––– 25 mL
y = 6,5 . 10–3 mol de NaOH
0,9 . 10–1 mol de HCl –––––––––– 1000 mL de solução de KOH
x –––––––––– 100 mL Cálculo do pH da solução resultante:
x = 0,9 . 10–2 mol de HCl 1 mol de HCl –––––––––– 1 mol de NaOH
x ––––––––– 6,5 . 10–3 mol de NaOH
Cálculo do volume:
x = 6,5 . 10–3 mol de HCl
10 mol de HCl ––––––––– 1000 mL
0,9 . 10–2 mol de HCl ––––––––– x Restam em solução, 1,0 . 10–3 mol de HCl

x = 0,9 mL HCl æÆ H+ + Cl–


1 . 10–3 mol 1 . 10–3 mol
1 mL ––––––––– 20 gotas 1 . 10–3 mol
0,9 mL ––––––––– y [H+] = –––––––––––– = 10–2 mol/L
0,1 L
y = 18 gotas
pH = – log 10–2  pH = 2
Resposta: B Resposta: B

22 –
40) a) KOH + HNO3 Æ KNO3 + H2O 42) I. Verdadeira.
b) Cálculo da quantidade de HNO3 em mol: O HCl é um ácido forte, portanto, sua concentração é
1000 mL de HNO3 ––––––––––– 0,500 mol de HNO3 praticamente igual à concentração do íon H+.
II. Falsa.
20 mL de HNO3 –––––––––––– x
O CH3COOH é um ácido fraco, portanto, a concentração do
x = 0,01 mol de HNO3 íon H+ é bem menor que a do CH3COOH na solução.
III. Falsa.
Cálculo da quantidade de KOH, em mol:
O NH4OH é uma base fraca, portanto, a concentração do
1000 mL –––––––––– 0,25 mol de KOH íon OH– é bem menor que a do NH4OH em solução.
80 mL –––––––––– y IV. Falsa.
Como a concentração dos íons H+ no frasco 2 é muito
y = 0,02 mol de KOH
pequena, a mistura dos frascos 1 e 2 levaria a uma diluição
Cálculo do pH da solução resultante: dos íons H+ presentes no frasco 1, portanto a concentração
1 mol de KOH ––––––––––– 1 mol de HNO3 seria menor que 1 mol/L.
V. Verdadeira.
z ––––––––––– 0,01 mol
Como a base contida no frasco 3 é fraca, após a mistura, há
z = 0,01 mol de KOH
um excesso de íon H+ na solução em relação aos íons OH–,
Restam 0,01 mol de KOH em solução. por isso a solução resultante possui pH < 7.
KOH ––––––––– K+ + OH– Resposta: C
0,01 mol 0,01 mol
10–2 mol 43) a) Cálculo da massa de ácido acético:
[OH–] = –––––––––  [OH–] = 10–1 mol/L 1 mL de vinagre ––––––––– 1,05 g
0,1 L
10 mL de vinagre –––––––– x
pOH = 1 e pH = 13 x = 10,5 g

41) a) Se, pH = 1, temos: 10,5 g ––––––––––––– 100%


pH = – log [H+] x’ –––––––––––––– 4%

1 = – log [H+] x’ = 0,42 g de ácido acético

[H+] = 10–1 mol/L Cálculo da massa de acetato de sódio:


1 mol de CH3COOH –––––––––––– 1 mol de CH3COONa
Lei da diluição:
Ø Ø
M1V1 = M2V2 60 g –––––––––––––– 82 g
10–1 mol/L . 100 mL = M2 . 200 mL 0,42 g –––––––––––––– y

M2 = 5 . 10–2 mol/L y = 0,574 g

pH = – log 5 . 10–2 b) Cálculo da quantidade, em mol, de NaOH utilizada:


pH = 1,3 0,1 mol ––––––––––––– 1000 mL
x ––––––––––––– 80 mL
b) Cálculo da quantidade, em mol, de H+:
10–1 mol –––––––––– 1000 mL x = 0,008 mol de NaOH
x –––––––––– 100 mL Cálculo de reagente em excesso:
x = 10–2 mol de H+ 1 mol de CH3COOH –––––––––––––––– 1 mol de NaOH
Ø
Cálculo da quantidade, em mol, de OH– na solução: 60 g –––––––––––––––– 1 mol
pH = 13 0,42 g –––––––––––––––– y = 0,007 mol
A 25°C: pH + pOH = 14  pOH = 1 \ [OH–] = 10–1 mol/L
10–1 mol –––––––––––––––– 1000 mL Como na solução estão presentes 0,008 mol de NaOH,
y –––––––––––––––– 100 mL existe 0,001 mol de NaOH em excesso.

y = 10–2 mol Cálculo da massa de NaOH em excesso:


Cálculo do pH da solução resultante: 1 mol de NaOH ––––––––––– 40 g
1 mol de H+ ––––––––––– 1 mol de OH– 0,001 mol de NaOH ––––––––––– z
10 mol de H+ ––––––––––– 10–2 mol de OH–
–2
z = 0,04 g de NaOH
Houve uma neutralização total.
[H+] = [OH–] c) Cor vermelha.
O NaOH em excesso presente na solução, faz o meio ter
pH = 7
caráter alcalino.

– 23
44) Cálculo da quantidade de NaOH, em mol: A única alternativa que mostra 2 substâncias com caráter
0,1 mol ––––––––––– 1000 mL básico é a e.
x ––––––––––– 100 mL Resposta: E

x = 0,01 mol de NaOH


50) [H+] = 10–5 mol/L
Cálculo da quantidade de HCl, em mol: pH = – log 10–5  pH = 5
0,3 mol –––––––––– 1000 mL
y –––––––––– 100 mL Dos indicadores mostrados, aqueles, em que seus pontos de
viragem estão mais próximos do pH igual a 5, são II e o III.
y = 0,03 mol de HCl
Resposta: B
Cálculo do pH da solução resultante:
1 mol de NaOH –––––––––– 1 mol de HCl 51) 1) Verdadeiro.
0,01 mol de NaOH –––––––––– z HCl æÆ H+ + Cl–
0,01 mol/L 0,01 mol/L
z = 0,01 mol de HCl
Portanto: [H+] = 10–2 mol/L  pH = 2
Restam 0,02 mol de HCl em solução.
HCl æææÆ H+ + Cl– • No metilorange, uma solução com pH = 2 tem coloração
0,02 mol 0,02 mol vermelha.

10–2 mol 2) Verdadeiro.


[H+] = 2 . –––––––––  [H+] = 0,1  pH = 1
HCl + NaOH æÆ NaCl + H2O
0,2 L
nHCl = nNaOH
Apresenta cor vermelha!
MHCl . VHCl = MNaOH . VNaOH

45) Tanto o limão quanto o vinagre são soluções de caráter ácido 0,1 mol/L . 50 mL = MNaOH . 50 mL
e, dessa forma, pelo princípio de Le Chatelier, desloca este MNaOH = 0,1 mol/L
equilíbrio para a esquerda, devido ao aumento de [H+] na
solução. Com isso, a cor do suco de repolho roxo se torna, • existe excesso de NaOH
predominantemente, amarela. • Solução final possui caráter básico (cor rosa).

46) a) A adição de gás NH3 em água, faz com que haja o seguinte 3) Falso.
equilíbrio: [OH–] = 10–13  pOH = – log 10–13  pOH = 13
NH3 (g) Æ NH3 (aq)
+
NH3 (aq) + H2O (l) Æ –
 NH4 (aq) + OH (aq) A 25°C  pH + pOH = 14  pH = 1
Portanto, sua dissolução em água faz o meio ficar com
caráter alcalino, a fenolftaleína tem cor vermelha em meio coloração amarela
básico.
b) Com o passar do tempo, a fenolftaleína vai ficando incolor, 4) Verdadeiro.
já que o gás NH3 vai saindo da solução devido à evapora- Como o suco de limão tem caráter ácido (sabor azedo), o
ção da água e o equilíbrio vai se deslocando para a es- pH do meio é menor que 7.
querda, diminuindo a alcalinidade da solução. Coloração incolor.

48) O valor do pH de uma solução só pode ser determinado pelo 52) Com as informações fornecidas, temos:
indicador universal que compara a cor obtida quando em • Com a coloração do metillorange, podemos concluir que o
contato com a solução e uma escala tem cores fornecidas. A pH da solução está entre 4,4 e 14,0.
cada cor obtida, corresponde um valor de pH. • Com a coloração do vermelho de clorofenol, conclui-se que
Resposta: B o pH está entre 4,8 e 6,4.
• Com a coloração do azul de bromotimol, percebe-se que o
49) Das soluções caseiras apresentadas: pH da solução é menor que 6,0.
• Água tônica Æ deixou vermelho o suco de repolho roxo Æ Portanto: 4,8 < pH < 6,0
caráter ácido. Resposta: D
• Solução aquosa de soda cáustica comercial Æ deixou verde
o suco de repolho roxo Æ caráter básico.
• Água sanitária Æ deixou amarelo o suco do repolho roxo Æ 53) A escolha do indicador ácido-base depende do caráter do sal
caráter básico. formado na titulação.
• Suco de limão Æ deixou incolor a solução de fenolftaleína Pela equação fornecida, os sais formados (KCl e K2Cr2O7) têm
Æ caráter ácido. caráter neutro e, por isso, o indicador escolhido deverá ter seu
• Solução aquosa de bicarbonato de sódio Æ deixou rosa ponto de viragem em pH neutro.
violáceo a solução de fenolftaleína Æ caráter básico. Resposta: C

24 –
54) a) Os ácidos presentes no vinho são fracos e, em reação com 58) I. Falsa.
NaOH, formam sais com caráter básico. O indicador O CH3COOH é um ácido fraco e uma concentração 0,1 mol/L
escolhido deverá ter seu ponto de viragem em pH básico, deste ácido, tem [H+] < 0,1 mol/L e, por isso o pH deverá
portanto, será a fenolftaleína. ser maior que 1.
II. Verdadeira.
b) Pelo exposto, conclui-se que o ácido málico é mais forte Ainda não foi atingido o ponto de equivalência. Neutra-
que o ácido láctico. lização parcial.
Solução tampão: formada por uma base forte (NaOH) e por
c) SO2 + I2 + 2 H2O Æ SO24 – + 2 I– + 4 H+ um sal desta base com um ácido fraco (CH3COOH).
III. Verdadeira.
O ponto C é o de equivalência (neutralização total). Como
55) a) Ponto de equivalência da titulação, isto é, o ponto em que se trata de uma base forte e um ácido fraco, a solução
temos quantidades iguais de H+ e OH–. resultante tem caráter básico (pH > 7).
Resposta: D
b) Como o ácido e a base são fortes, o sal resultante tem
caráter neutro. Por isso, a [H+] = 1 . 10–7 mol/L. 59) a)

c) A viragem se dá, quando são adicionados 100 mL da base,


por isso, temos:
[OH–] = 10–1 mol/L
1000 mL –––––––– 10–1 mol
100 mL ––––––––– x

x = 10–2 mol de OH–

OH– + H+ ææÆ H O Aproximadamente 8,5.


2
1 mol de OH– ––––––– 1 mol de H+ b) Antes do ponto de equivalência.
10–2 mol de OH– –––– x Volume de base entre 10 e 45 mL.
c) Pela fórmula de Henderson-Hasselbach, temos:
x = 10–2 mol de H+
[sal]
10–2 mol pH = p Ka + log –––––––
[H+] = –––––––––  [H+] = 0,2 ou 2 . 10–1 mol/L [ácido]
0,05 L
[sal]
Para que o pH seja igual ao p Ka, log ––––––– deve ser igual
d) Determinar a concentração da solução. [ácido]
a zero. Para isso, temos:
56) a) Quando t = 5 min, temos: [sal]
––––––– = 1  [sal] = [ácido]
[ácido]
pH = 10 e pOH = 4
Se a neutralização total ocorre com a adição de 50 mL, a
pH 10
––––– = ––– = 2,5 quantidade de base adicionada em que a concentração de
pOH 4 sal e ácido são iguais é 25 mL, ponto em que apenas
metade do ácido foi neutralizado e apenas metade do sal
b) O pH inicial da solução do HCl é igual a 2. Portanto: foi formado.
[H+] = 10–2 mol/L
60) 01) Correto.
1000 mL ––––––––––– 10–2 mol
O ponto de equivalência de titulações de ácido e base
200 mL ––––––––––– x fortes é sempre igual a 7.
x = 2 . 10–3 mol de H+ 02) Falso.
Pelo gráfico e pela concentração inicial do ácido, 0,1 mol/L,
1 mol de H+ ––––––––––– 1 mol de OH– o pH inicial é igual a 1.
2 . 10–3 mol de H+ ––––––––––– x 04) Falso.
A neutralização faz a concentração dos íons H+ diminuir.
x = 2 . 10–3 mol de OH–
08) Correto.
Neste ponto, a mínima quantidade de NaOH adicionado,
2 . 10–3 mol
[NaOH] = –––––––––––– = 0,1 mol/L  V = 0,02 L ou 20 mL faz aumentar muito o pH.
V
16) Correto.
Se as concentrações do ácido e da base são iguais, o vo-
57) A viragem ocorre em pH < 7 e, por isso, conclui-se que se trata
lume em que há equivalências devem ser iguais também.
de uma titulação de um ácido forte e uma base fraca.
No ponto de equivalência foram adicionados 50 mL de
Resposta: D
NaOH e, por isso, deveriam existir 50 mL da solução de
HCl.

– 25
32) Correto. 1 mol de vitamina C ––––––––– 1 mol de I2
Haverá predominância do íon OH– proveniente do excesso Ø Ø
176 g ––––––––––––––––– 254 g
de NaOH.
x’ ––––––––––––––––– 30 mg
64) Falso. x’ = 20,8 mg de vitamina C
Se é o ponto de equivalência, as concentrações dos íons
H+ e OH– deverão ser iguais como NaOH e HCl são fortes, 65) [Na2S2O3] = 0,2 mol . L–1
suas concentrações devem ser iguais também. 1000 mL ––––––––––––– 0,2 mol de Na2S2O3
Resposta: Corretas: 01, 08, 16, 32 (Soma: 57)
5 mL ––––––––––––– x
x = 1 . 10–3 mol de Na2S2O3
63) No ponto p, temos:
1 mol de I2 –––––––––– 2 mol de Na2S2O3
MAVA = MB . VB
x’ ––––––––––– 1 . 10–3 mol de Na2S2O3
MA . 5 cm3 = 0,0125 mol/L . 40 cm3
x’ = 5 . 10–4 mol de I2
MA = 0,1 mol/L
MI = 254 g/mol
2
1 mol ––––––––––– 254 g
Diluição do ácido após a titulação: 5 . 10–4 mol ––––––––––– y
M1V1 = M2V2 y = 0,127 g de I2
0,1 mol/L . 5 mL = M2 . 50 mL
1,50 g ––––––––––– 250 mL
z ––––––––––– 25 mL
M2 = 0,01 mol/L
z = 0,15 g de I2

H2SO4 æÆ 2 H+ + SO2–
4 0,15 g ––––––––––– 100%
0,01 mol/L 0,02 mol/L 0,127 g ––––––––––– w
w = 84,67%
[H+] = 2 . 10–2 mol/L

pH = – log 2 . 10–2 66) [AgNO3] = 0,02 mol/L


1000 mL ––––––––––––– 0,02 mol
pH = 1,7
10 mL ––––––––––––– x

x = 0,2 . 10–3 mol de AgNO3


64) a)
1 mol de AgNO3 ––––––––––––– 1 mol de Cl–
0,2 . 10–3 mol de AgNO3 ––––––––––––– x’

x’ = 0,2 . 10–3 mol de Cl–

MCl– = 35,5 g/mol

1 mol –––––––––– 35,5 g


0,2 . 10–3 mol –––––––––– y

y = 7,1 . 10–3 g de Cl– ou 7,1 mg de Cl–

7,1 mg de Cl– –––––––––– 100 cm3


z –––––––––– 1000 cm3

z = 71 mg de Cl– \ C = 71 mg de Cl–/1 dm3

Resposta: D

67) O iodo fica azul quando em contato com amido.


Resposta: D

68) [AgNO3] = 0,1 mol/L


b) 1g de I2 ––––––––– 100 mL de solução 1000 mL ––––––––– 0,1 mol
x ––––––––– 3 mL de solução 20 mL ––––––––– x

x = 0,03 g de I2 ou 30 mg de I2 x = 2 . 10–3 mol de AgNO3

26 –
[K2CrO4] = 0,2 mol/L 5,04g – 3,6 g = 1,44 g
1000 mL ––––––––– 0,2 mol H2C2O4 . x H2O Æ H2C2O4 + x H2O
10 mL ––––––––– y 5,04 g 3,6 g 1,44 g

y = 2 . 10–3 mol de K2CrO4


1 mol de H2C2O4 ––––––––––– x mol de H2O
1 mol de K2CrO4 ––––––––– 2 mol de AgNO3 Ø
z ––––––––– 2 . 10–3 mol de AgNO3 90 g ––––––––––––––––– x . 18 g
3,6 g ––––––––––––––––– 1,44 g
z = 1 . 10–3 mol de K2CrO4
x=2
*excesso de 1 . 10–3 mol de K2CrO4 (cor amarela)
2 mol de AgNO3 ––––––––– 1 mol de Ag2CrO4 A fórmula é H2C2O4 . 2 H2O
2 . 10–3 mol de AgNO3 ––––––––– w
71) [HCl] = 0,5 mol/L
w = 1 . 10–3 mol de Ag2CrO4
1000 mL ––––––––– 0,5 mol
Resposta: A 60 mL ––––––––– x

x = 0,03 mol de HCl


69) 100 mL de vinagre –––––––––– 4,8 g de ácido acético
25 mL de vinagre –––––––––– x
 m + m’ = 2,0 g
Massa de Na2CO3: m
x = 1,2 g de ácido acético Massa de NaHCO3: m’

1 mol de ácido acético –––––––––– 1 mol de NaOH Na2CO3 + 2 HCl Æ 2 NaCl + H2O + CO2
Ø Ø 106 g ––––– 2 mol
60 g de ácido acético –––––––––– 1 mol de NaOH m ––––– x
1,2 g de ácido acético –––––––––– x’ 106 x
m = ––––– = 53 x
x’ = 0,02 mol de NaOH 2

MNaOH = 40 g/mol NaHCO3 + HCl Æ NaCl + H2O + CO2


84 g ––––– 1 mol
1 mol ––––––– 40 g
m’ ––––– y
0,02 mol ––––––– y
m’ = 84 y
y = 0,8 g de NaOH
m + m’ = 2,0 g = 53 x + 84 y
1 análise –––––––––––– 0,8 g de NaOH x + y = 0,03 \ y = 0,03 –x
264 análises –––––––––––– z
2,0 = 53 x + 84 (0,03 – x)
z = 211,2 g de NaOH
x = 0,017

70) a) [NaOH] = 0,5 mol/L y = 0,013


1000 mL ––––––––– 0,5 mol m = 53 x 0,017 g = 0,90 g
16 mL –––––––– x
m’ = 84 x 0,013 g = 1,1 g
x = 8 . 10–3 mol de NaOH
Resposta: C
1 mol de H2C2O4 ––––––––– 2 mol de NaOH
y’ ––––––––– 8 . 10–3 mol de NaOH 72) Com a titulação, existe a formação do íon acetato, que sofre a
y’ = 4 . 10–3 mol de H2C2O4 hidrólise segundo a equação:

4. 10–3 mol de H2C2O4 –––––––– 25 mL O O


z –––––––– 1000 mL CH3 — C + H2O Æ CH3 — C + OH–

z = 0,16 mol O– OH
\ [H2C2O4] = 0,16 mol/L

b) [H2C2O4] = 0,16 mol/L


No ponto de equivalência, o volume de NaOH gasto é igual ao
0,16 mol –––––––––– 1000 mL
de ácido acético, já que as concentrações são as mesmas.
w –––––––––– 250 mL
w = 0,04 mol
C1V1 = C2V2
MH C O = 90 g/mol
2 2 4
1 mol –––––––––– 90 g 0,1 mol/L . 25 mL = C2 . 50 mL

0,04 mol –––––––––– w’


C2 = 0,05 mol/L
w’ = 3,6 g de H2C2O4

– 27
 
O
CH3 — C . [OH–]
OH
Kh = ––––––––––––––––––––––

 
O
CH3 — C
O–

Como,
Kw
Kh = ––––– (Admitindo Kw = 1 . 10–4)
Ka

1 . 10–14
Kh = –––––––––  Kh = 0,5 . 10–9
1,8 . 10–5

 
O
CH3 — C = [OH–]
OH

temos:
[OH–]2
0,5 . 10–9 = ––––––  [OH–]2 = 25 . 10–12 
0,05

 [OH–] = 5 . 10–6 mol/L

pOH = – log [OH–]

pOH = – log 5 . 10–6

pOH = 5,3

pH = 8,7

28 –
QUÍMICA 16) Reação de dissociação do MgF2:

1 MgF2 (s) Æ 2+
 1 Mg (aq) + 2F (aq)
LIVRO 4 10–3 mol/L 2 . 10–3 mol/L

Expressão da constante Kps:


Físico-Química –
Kps = [Mg2+] . [F ]2
Capítulo 4 – Produto de Solubilidade
Kps = 10–3 . (2 . 10–3)2
Kps = 4 . 10–9
11) Reação de Dissociação:
3– Resposta: C
Pb3(PO4)2 (s) Æ 2+
 3 Pb (aq) + 2 PO4 (aq)
Na expressão da constante, não participam sólidos:
17) Reação de dissociação do Ca3(PO4)2 cuja solubilidade é desco-
3–
Kps = [Pb2+]3 . [PO4 ]2
nhecida:
Resposta: E
Ca3(PO4)2 (s) Æ 2+ 3–
 3 Ca (aq) + 2 PO4 (aq)
x mol/L 3 x mol/L 2 x mol/L
12) Se a solução está saturada, atingiu o máximo de solubilidade,
Expressão da constante Kps:
ou seja, a dissolução chegou ao equilíbrio.
Kps = [Ca2+]3 . [PO43–]2
Cálculo das concentrações dos íons:
1,08 . 10–23 = (3x)3 . (2x)2 = 108 x5
1 B(OH)2 (s) Æ 2+
 1 B (aq) + 2 OH (aq)

x = 1 . 10–5 mol/L
x mol/L x mol/L 2 x mol/L
1 mol de Ca3(PO4)2 —————— 310 g
Expressão da constante Kps: 1 . 10–5 mol —————— y
Kps = [B2+] . [OH–]2 y = 0,00310 g ou 3,10 mg/L
Kps = x . (2x)2 = 4x3 Resposta: C
Resposta: B

Questões 18 e 19
13) Cálculo das concentrações dos íons:
Todos os sais são formados na proporção de 1 cátion para
1 Fe(OH)3 (s) Æ 1 Fe3+ (aq) + 3 OH– (aq)
 1 ânion, portanto o valor para a solubilidade de cada um deles
1 mol/L 1 mol/L 3 mol/L
corresponde à raiz quadrada do valor do produto de solu-
4 . 10–12 mol/L 4 . 10–12 mol/L 12 . 10–12 mol/L
bilidade.
Expressão da constante Kps:
Kps = [Fe3+] . [OH–]3 18) Quanto menor for o valor do produto de solubilidade, menor

Kps = 4 . 10–12 . (12 . 10–12)3 será a solubilidade.

Kps = 6912 . 10–48 ou 6,91 . 10–45 Resposta: B

Resposta: D 19) Quanto maior for o valor do produto de solubilidade, maior


será a solubilidade.
14) Reação de dissociação do CaF2 cuja solubilidade é desco-
Resposta: C
nhecida:
1 CaF2 (s) Æ 2+ –
 1 Ca (aq) + 2 F (aq)
Questões 20 e 21
x mol/L x mol/L 2x mol/L
Determinando-se a concentração de íons prata em cada
Expressão da constante Kps:
solução:
Kps = [Ca2+] . [F–]2 Æ Ag+ (aq) + CH COO– (aq)
• AgCH3COO (s)  3
1,7 . 10–10 = x . (2x)2
Kps = 2,3 . 10–3 = [Ag+] . [CH3COO–]
4x3 = 1,7 . 10–10 x x
x3 = 0,425 . 10–10 [Ag+] = 4,7 . 10–2 mol/L
3
x=

0,0425 . 10–3 mol/L • AgBrO3 (s) Æ Ag+ (aq) + BrO – (aq)
 3
Resposta: A –
Kps = 5,4 . 10–5 = [Ag+] . [BrO3]
x x
15) Reação de dissociação do CaCO3 cuja solubilidade é desco- [Ag+] = 7,3 . 10–3 mol/L
nhecida:
1 CaCO3 (s) Æ 2+ 2–
• Ag2CO3 (s) Æ 2Ag+ (aq) + CO 2– (aq)
 1 Ca (aq) + 1 CO3 (aq)  3
x mol/L x mol/L x mol/L 2x x
Kps = (2x)2 . x
Expressão da constante Kps:
6,2 . 10–12 = 4 x3
Kps = [Ca2+] . [CO32–] 3
x =
 . 10–4 mol/L
1,55
1. 10–8 =x.x 3
[Ag+] = 2 .
 . 10–4 mol/L = 2 . 1,15 .10–4 mol/L
1,55
x = 10–4 mol/L
Resposta: D = 2,3 . 10–4 mol/L

– 29
• AgCl (s) Æ + –
 Ag (aq) + Cl (aq) 25) Reação de dissociação do HgS:
x x 1 HgS (s) Æ 1 Hg2+ (aq) + S2– (aq)

Kps = 1,6 . 10–10 = [Ag+] . [Cl –] 1 mol 1 mol
[Ag+] = 1,2 . 10–5 mol/L 6,3 . 10–27 mol –––– x
2–
x = 6,3 . 10–27 mol de Hg2+
• Ag2CrO4 (s) Æ +
 2 Ag (aq) + CrO4 (aq)
2x x Cálculo da quantidade em mol de íons Hg2+ em 10 000L:
Kps = 1,9 . 10–12 = 4 x3 Em 1L —————— 6,3 . 10–27 mol de íons Hg2+
3
x =
 . 10–4 mol/L
0,475 Em 10 000L ———— y
3 y = 6,3 . 10–23 mol de íons Hg2+
[Ag+] = 2 .
 . 10–4 mol/L = 2 . 0,78 .10–4 mol/L
0,475
= 1,56 . 10–4 mol/L Cálculo da quantidade de íons:
1 mol —————— 6,023 . 1023 íons Hg2+
20) Maior concentração de íons prata, [Ag+] = 4,7 . 10–2 mol/L –23
6,3 . 10 mol ———— z
Resposta: A z = 37,5 38 íons Hg2+
Resposta: E
21) Menor concentração de íons prata, [Ag+] = 1,2 . 10–5 mol/L
Resposta: D
26) A 25°C : pH + pOH = 14
pH = 10, portanto, pOH = 4
22) As concentrações de cada íon metálico em suas respectivas
pOH = – log [OH–]
soluções saturadas correspondem à raiz quadrada do valor da – log [OH–] = 4, portanto, [OH–] = 10–4 mol/L
constante Kps.
Reação de dissociação do X (OH)2:
[Mn2+] = 1,58 . 10–5 mol/L –
X (OH)2 (s) Æ 2+
 X (aq) + 2 OH (aq)
[Fe2+] = 1,26 . 10–8 mol/L
y 2y
[Co2+] = 2,8 . 10–11 mol/L
2y = [OH–] = 10–4 mol/L
[Ni2+] = 4,47 . 10–11 mol/L y = [X2+] = 0,5 . 10–4 mol/L
[Cu2+] = 2,9 . 10–18 mol/L
Expressão da constante Kps:
Íon metálico de maior concentração: Mn2+.
Kps = [X2+] . [OH–]2
Resposta: A
Kps = 0,5 . 10–4 . (10–4)2

23) Reação de dissociação do BaSO4 cuja concentração máxima Kps = 5 . 10–13

(solubilidade) é desconhecida: Resposta: A


2–
1 BaSO4 (s) Æ 2+
 1 Ba (aq) + 1 SO4 (aq)
27) Reação de dissociação do Mg(OH)2:
1 mol/L 1 mol/L 1 mol/L

x mol/L x mol/L x mol/L Mg(OH)2 (s) Æ 2+
 Mg (aq) + 2 OH (aq)
x 2x
Expressão da constante Kps:
Expressão do produto de solubilidade:
Kps = [Ba2+] . [SO42–] Kps = [Mg2+] . [OH–]2
1,6 . 10–9 = x . x –
Cálculo da concentração de OH :
x = 4 . 10–5 mol/L de BaSO4
1 . 10–12 = x . (2x)2



3
Cálculo da quantidade em mols para 200L: 1
x= — . 10–4 mol/L
Em 1 L —————— 4 . 10–5 mol de BaSO4 4



3
200L —————— y 1
[OH–] = 2x = 2 . — . 10–4 mol/L
y=8. 10–3 mol de BaSO4 4

Cálculo da massa de BaSO4: pOH = – log [OH–]


1 mol —————— 233 g
(
)
3
1
8 . 10–3 mol —————— z
pOH = – log 2 . — . 10–4
4
z = 1,864 g

(
)
3
Resposta: C 1
pOH = (– log 2) + – log — + (– log10–4)
4
24) Solubilidade é a quantidade máxima que se pode dissolver em
uma determinada massa ou volume de solvente. A solubili-
dade é diretamente proporcional à quantidade de solvente.
para dissolver: necessita-se:
pOH = (– log 2) +

0,6
[ (– log 1) – (– log 4)
————————
3 ] +4

5 . 10–3g de AgCl —————— 1L de água pOH = – 0,3 + —— + 4


3
5g de AgCl —————— x
pOH = 3,9
x = 103 L ou 1000 L de água
Resposta: D

30 –
A 25°C: pH + pOH = 14 Cálculo da concentração de íons Ba2+:
pH = 10,1 1 . 10–10 = x . x
Resposta: E [Ba2+] = x = 1 . 10–5 mol/L

28) Reação de dissociação do AgCl: Cálculo da quantidade em mol de íons Ba2+ absorvidos:
1 AgCl (s) Æ + –
 1 Ag (aq) + 1 Cl (aq) Em 1L ou 1000mL ————————— 1 . 10–5 mol de Ba2+
x x x
200mL ————————— y
Expressão da constante Kps: y = 2 . 10–6 mol de íons Ba2+
Kps = [Ag+] . [Cl –]
2 . 10–6 < 10–2 portanto, o paciente não corre o risco de morrer
Kps = x . x
devido à intoxicação por íons Ba2+.
Solubilidade = x =

Ks

Resposta: B 33) Reação de dissociação do Sr3 (PO4)2:


3–
Sr3 (PO4)2 (s) Æ 2+
 3 Sr (aq) + 2 PO4 (aq)
29) a) Ba(OH)2 (aq) + CO2 (g) Æ
 BaCO3 (s) + H2O (l) x 3x 2x
b) Reação de dissociação do BaCO3: (solubilidade)
2–
BaCO3 (s) Æ 2+
 Ba (aq) + CO3 (aq) [Sr2+] = 7,5 . 10–7 mol/L (3x)
x x 3–
[PO4 ] = 5,0 . 10–7 mol/L (2x)

Expressão da constante Kps: Expressão da constante Kps:


2–
Kps = [Ba2+] . [CO3 ] Kps = [Sr2+]3 . [PO4 ]
3– 2

8,1 . 10–9 =x.x


Cálculo do valor da constante Kps:
x = concentração dos íons na solução saturada de BaCO3.
Kps = (7,5 . 10–7)3 . (5 . 10–7)2
x = 9 . 10–5 mol/L
Kps = 1,05 . 10–31

30) Solubilidade do PbSO4 em mol/L: pKps = – log Kps

303g de PbSO4 —————— 1 mol pKps = – log 1,05 . 10–31

45,5 . 10–3 g —————— x (em 1L) pKps = 31

x = 1,5 . 10–4 mol/L Resposta: D

1,5 . 10–4 < 0,001


34) Cálculo das solubilidades dos sais a partir da reação de
PbSO4: insolúvel
dissociação e valor do Kps:
CuI
Solubilidade do CaCrO4:
CuI (s) Æ + –
 1 Cu (aq) + 1I (aq)
Reação de dissociação do CaCrO4:
2–
x x x
CaCrO4 (s) Æ 2+
 Ca (aq) + CrO4 (aq) solubilidade
x x x
Expressão da constante Kps:
Expressão da constante Kps: Kps = [Cu+] . [I–]
2–
Kps = [Ca2+] . [CrO4 ] 1 . 10–12 = x . x
6,25 . 10–4 = x . x solubilidade de CuI = x = 1 . 10–6 mol/L
BiI3 (s) Æ 3+ –
 1 Bi (aq) + 3I (aq)
Solubilidade = x = 2,5 . 10–2 mol/L
y y 3y
0,001 < 2,5 . 10–2 < 0,1
solubilidade
CaCrO4: ligeiramente solúvel
Expressão da constante Kps:
Resposta: A
Kps = [Bi3+] . [I–]3
2,7 . 10–19 = y . (3y)3
31) Por apresentar valor de Kps mais alto, o hidróxido X(OH)2 é
mais solúvel que Y(OH)2, portanto, a água transportará o íon solubilidade do BiI3 = y = 1 . 10–5 mol/L
X2+ em maiores concentrações que o íon Y2+. O BiI3 é mais soluvel que o CuI.
Resposta: C
35) pH = 7 a 25°C : [H+] = [OH–] = 10–7 mol/L
32) Reação de dissociação do BaSO4: a) Reação de dissociação do Fe (OH)3:
Fe (OH)3 (s) Æ 3+ –
 Fe (aq) + 3 OH (aq)
2–
BaSO4 (s) Æ 2+
 Ba (aq) + SO4 (aq) Expressão da constante Kps:
x x
Kps = [Fe3+] . [OH–]3
Expressão da constante Kps:
4 . 10–38 = x . (10–7)3
2–
Kps = [Ba2+] . [SO4 ] x = [Fe3+] = 4 . 10–17 mol/L

– 31
b) Cálculo da concentração em mg/L para a água analisada: 39) As constantes de equilíbrio mantêm-se com o mesmo valor
1 mol de Fe3+ ———————— 56 . 10–3 mg se for mantida a temperatura. A única solução que pode
4 . 10–17 mol ——————–— y alterar a temperatura da solução de referência é a solução V,
y = 2,24 . 10–16 mg \ 2,24 . 10–16 mg/L pois está em temperatura mais alta.
Resposta: E
O lote de água atende à legislação porque contém um teor
em mg/L de íons Fe 3+ menor que o valor máximo de 40) (01) Correta.
0,3 mg/L.
BaCO3 (aq) + CaSO4 (aq) Æ
 BaSO4 (s) + CaCO3 (s)
36) (1) Correta. A solubilidade é o máximo que se pode dissolver,
na solução saturada dissolveu-se o máximo de soluto (02) Incorreta. Os dois compostos sendo sólidos insolúveis
possível. ficarão retidos no mesmo filtro.
(2) Correta. A constante do produto de solubilidade é (04) Correta.
dependente da solubilidade do composto, pois a constante 1 mol de CaCO3 ——————— 100g
é calculada com os valores da solução saturada.
x ——————— 10 . 10–3 g (10 mg)
(3) Incorreta. De acordo com a equação: x=1. 10–4 mol de CaCO3
1 PbI2 (s) Æ 2+ –
 1 Pb (aq) + 2 I (aq)
cada mol de PbI2 dissolvido origina 2 mols de íons I–. Reação de dissociação:
Æ 2–
(4) Incorreta. CaCO3 (s)  Ca2+ (aq) + CO3 (aq)
PbI2 (s) Æ 2+ –
 Pb (aq) + 2 I (aq) 1 1 1
s s 2s 1. 10–4 mol 1. 10–4 mol 1 . 10–4 mol
Expressão da constante Kps = [Pb2+] . [I–]2
Kps = S . (2S)2 = 4S3 Expressão da constante:
2–
(5) Incorreta. Na expressão da constante Kps não são usadas as Kps = [Ca2+] . [CO3 ]
substâncias sólidas, pois sua concentração é invariável, Kps = 1 . 10–4 . 1 . 10–4 = 10–8
uma vez que não estão dissolvidas.
(08) Correta.
Reação de dissociação:
2–
BaCO3 (s) Æ 2+
 Ba (aq) + CO3 (aq)
37) Reação de dissociação do eletrólito MX:
x x x
MX (s) Æ + –
 M (aq) + X (aq)
Expressão da constante:
Expressão da constante Kps: 2–
Kps = [Ba2+] . [CO3 ]
Kps = [M+] . [X–]
\ 4 . 10–8 = x . x  solubilidade = x = 2 . 10–4 mol/L
Reação de ionização do ácido HX:
HX (aq) Æ + –
 H (aq) + X (aq)
1 mol de BaCO3 —————— 197 g
2 . 10–4 mol ——————— y } y = 0,0394 g/L

Expressão da constante Ka:


(16) Incorreta. O valor das constantes de equilíbrio são afe-
[H+] . [X–]
Ka = ————— tados por mudança de temperatura.
[HX]
Expressão da constante Keq para a reação dada: 2–
41) a) 1 mol de SO4 —————— 96 g
[M+]
. [HX] 5. 10–3 mol —————— x
Keq = —————
[H+] x = 0,480 g ou 480 mg/L
Comparando as 3 expressões para as constantes, observa-se Não está em conformidade com o padrão, pois superou o
a relação entre elas: VMP de 250 mg/L.
[M+]
. [X–] [HX] Kps
Keq = { . ———— = ——
+ Ka b) Reação de dissociação do CaSO4:
Kps {[H ] . [X]
CaSO4 (s) Æ 2+ 2–
1  Ca (aq) + SO4 (aq)
——
Ka Expressão da constante Kps:
2–
Resposta: B Kps = [Ca2+] . [SO4 ]
2–

{
2–
VMP = 250 mg/L deSO4 1 mol SO4 ——— 96 g
38) O valor da constante Kps aumentou com o aumento da y ——— 0,25 g
:
temperatura, consequência do aumento da solubilidade do sal (0,25 g/L) y = 0,0026 ou 2,6 . 10–3 mol/L
AgCl em água.
\ Kps = 2,6 . 10–5 = [Ca2+] . 2,6 . 10–3
A 25°C, a solubilidade do AgCl é baixa, porém não é nula.
2+
Resposta: D [Ca ] = 1 . 10–2 mol/L

32 –
42) O valor da constante de equilíbrio só é modificado por 47) Reação de dissolução do CaC2O4:
variações de temperatura. 2–
CaC2O4 (s) Æ 2+
 Ca (aq) + C2O4 (aq)
Resposta: A
Expressão da constante Kps:
2–
Kps = [Ca2+] . [C2O4 ]
43) Reação de dissociação do BaSO4:
2– 2,3 . 10–9 = 2,3 . 10–3 . x
BaSO4 (s) Æ 2+
 Ba (aq) + SO4 (aq) 2–
x = [C2O4 ] = 1 . 10–6 mol/L
Expressão da constante Kps:
2– Resposta: C
Kps = [Ba2+] . [SO4 ]
Usando-se qualquer ponto do gráfico onde as soluções são
48) Reação de dissolução do CdS:
saturadas, teremos:
CdS (s) Æ 2+ 2–
 Cd (aq) + S (aq)

}
Kps = 10 . 10–8 . 1 . 10–3 Expressão da constante Kps:
ou Kps = 2 . 10–8 . 5 . 10–3 1 . 10–10 Kps = [Cd2+] . [S2–]
ou Kps = 1 . 10–8 .1. 10–2 1 . 10–27 = 0,001 . x
Kps ou PS = 10–10 x = [S2–] = 1 . 10–24 mol/L
Resposta: E
44) (01) Correta. É a reação de dissociação do Ca3(PO4)2.
49) a) Reação de dissolução do CaF2:
(02) Incorreta. A expressão da constante é:
3– CaF2 (s) Æ 2+
 Ca (aq) + 2F (aq)

Kps = [Ca2+]3 . [PO4 ]2
Expressão da constante Kps:
(04) Correta. Kps = [Cd2+] . [F–]2
Æ 3 Ca2+ (aq) 3–
Ca3(PO4)2  + 2 PO4 (aq) 1,5 . 10–10 = x . (5 . 10–5)2
1 . 10–6 mol/L 3 . 10–6 mol/L 2 . 10–6 mol/L x = [Ca2+] = 0,06 ou 6 . 10–2 mol/L
3– 2
Kps = [Ca ] . [PO4 ] = (3 . 10 ) . (2 . 10–6)2
2+ 3 –6 3 Concentração máxima de cálcio sem haver precipitação.
Kps = 1,08 . 10–28 Como a concentração de íons cálcio 2 . 10–4 mol/L é menor
que esta concentração máxima, não ocorrerá precipitação.
(08) Correta.
3– b) [Ca2+] = 0,06 ou 6 . 10–2 mol/L
A adição de íon comum ao equilíbrio (Ca2+ ou PO4 )
Calculado no item anterior.
provoca deslocamento para a esquerda, produzindo o
precipitado Ca3 (PO4)2 50) Reação de dissolução do CaCO3:
2–
(16) Incorreta. Somente a temperatura altera o valor da CaCO3 (s) Æ 2+
 Ca (aq) + CO3 (aq)
constante de equilíbrio. Expressão da constante Kps:
2–
Soma dos itens corretos: 1 + 4 + 8 = 13 Kps = [Ca2+] . [CO3 ]
Soma dos itens incorretos: 2 + 16 = 18
2–
a) [Ca2+] . [CO3 ] = 0,01 . 0,002 = 2 . 10–5
45) Reação de dissolução do PbSO4: O valor da constante Kps = 4,9 . 10–9 é menor que o produto
2– das concentrações dos íons, portanto as concentrações
PbSO4 (s) Æ 2+
 Pb (aq) + SO4 (aq)
estão muito altas, logo haverá precipitação.
Expressão da constante Kps:
2– 2–
Kps = [Pb2+] . [SO4 ] b) Kps = [Ca2+] . [CO3 ] (concentrações máximas possíveis)
1,3 . 10–8 = 1 .10–3 . x 4,9 . 10–9 = x . x
x = [SO42–] = 1,3 . 10–5 mol/L x = solubilidade de CaCO3 = 7 . 10–5 mol/L
1,3 . 10–5 é o valor máximo para a concentração de íons sulfato Para 1L —————— 7 . 10–5 mol de CaCO3
sem haver precipitação, para ocorrer precipitação a concen- 100 L —————— y
tração deverá ser superior a 1,3 . 10–5 mol/L. y = 7 . 10–3 mol de CaCO3
Resposta: A
Massa de CaCO3 que satura 100L de solução:
46) Reação de dissolução do CaF2: 1 mol de CaCO3 —— 100g
CaF2 (s) Æ 2+ – 7 . 10–3 mol —— z
 Ca (aq) + 2F (aq)
Expressão da constante Kps: z = 0,7g de CaCO3
Kps = [Ca2+] . [F–]2
A solução já contém 0,35 mol/L de fluoreto, F–. O íon Ca2+ será 51) Reação de dissolução de cada um dos sais:
2–
fornecido pela dissolução do CaF2 até que se estabeleça a MgC2O4 (s) Æ 2+
 Mg (aq) + C2O4 (aq)
2–
relação fornecida pela expressão de Kps: CaC2O4 (s) Æ 2+
 Ca (aq) + C2O4 (aq)
1,7 . 10–10 = [Ca2+] . (0,35)2 Expressão da constante Kps para cada um dos sais:
Solubilidade do CaF2 = [Ca2+] = 1,38 . 10–9 mol/L 2–
Kps = [Mg2+] . [C2O4 ]
Resposta: C (MgC2O4)
2–
Kps = [Ca2+] . [C2O4 ]
(CaC2O4)

– 33
2–
Concentração máxima de íons C2O4 a partir da qual começa 55) Dissolução de cada sal e determinação da concentração de
a precipitação para cada um dos sais: cada íon:
I. Correta.
MgC2O4 : 8,6 . 10–5 = 8,6 . 10–4 . x 2–
2– A: 1 Pb (NO3)2 (s) Æ 2+
 1 Pb (aq) + 2 NO3 (aq)
x = [C2O4 ] = 1 . 10–1 mol/L
2 . 10–3 mol/L 2 . 10–3 mol/L 4 . 10–3 mol/L
CaC2O4 : 2,6 . 10–9 = 2,5 . 10–3 .y
2–
II. Incorreta.
y = [C2O4 ] = 1 . 10–6 mol/L B: 1 Na2SO4 (s) Æ +
 2 Na (aq) + SO42– (aq)
–3
2 . 10 mol/L –3
4 . 10 mol/L 2 . 10–3 mol/L
O íon Ca2+ precipita-se antes do íon Mg2+.
Concentração de íons oxalato para precipitar o III. Correta.
Ca2+ = 10–6 mol/L; para precipitar o Mg2+ = 10–1 mol/L. Ao se misturar as duas soluções teremos o volume dupli-
cado, logo a concentração de cada íon estará pela metade
52) Reação de dissolução é a expressão da constante Kps para Reação de dissolução do PbSO4
cada um dos sais. PbSO4 (s) Æ 2+ 2–
 Pb (aq) + SO4 (aq)
2–
Expressão da constante Kps : Kps = [Pb2+] . [SO4 ]
I. CdS (s) Æ 2+ 2–
 Cd (aq) + S (aq) Kps = [Cd2+] . [S2–] Com as concentrações pela metade, temos
(CdS)
[Pb2+] . [SO42–] = 1 . 10–3 . 1 . 10–3 = 10–6
II. Bi2S3 (s) Æ 3+ 2–
 2Bi (aq) + 3S (aq) Kps = [Bi3+]2 . [S2–]3 Este valor é superior ao valor da Kps que é de
(Bi2S3)
1,3 . 10–8, portanto haverá precipitação.
III. CuS (s) Æ 2+ 2–
 Cu (aq) + S (aq) Kps = [Cu2+] . [S2–] Resposta: B
(CuS)

Considerando as concentrações dos cátions com M mol/L 56) a) A precipitação do fosfato de cálcio se dá no intestino, pois
teremos a concentração máxima de íons sulfeto, S2– para cada o pH é alto caracterizando o meio alcalino, que consome íons
um dos sais: H+ provenientes da ionização do H3PO4, deslocando o
I. CdS : 8 . 10–27 = M . [S2–] \ [S2–]I = 8 . 10–27/M mol/L equilíbrio.
3–
3 H3PO4 (l) Æ +
 3H (aq) + PO4 (aq)
II. Bi2S3 : 1 . 10–97 = M2 . [S2–]3 \ [S2–]II =

1 . 10–97/M2 mol/L 3–
para a direita, disponibilizando o íon fosfato, PO4 .
3–
4 . 10–36 b) 3 Ca2+ (aq) + 2 PO4 (aq) Æ  Ca3 (PO4)2 (s)
III. CuS : 4 . 10–36 = M . [S2–] \ [S2–]III = ———— mol/L
M
57) Reação de dissolução do PbI2:
Considerando M = 1 mol/L, teremos:
PbI2 (s) + calor Æ 2+ –
 Pb (aq) + 2I (aq)

}
[S2–]I = 8 . 10–27 mol/L Com a adição de H2S,
I. Incorreta. A concentração de íons iodeto, I–, é o dobro da
a [S2–] vai ficando crescente
concentração de íon chumbo II, Pb2+.
[S2–]II = 4,6 . 10–33 mol/L e precipitando os íons na
seguinte ordem (da menor II. Correta. A reação de dissolução sendo endotérmica, será
[S2–]III = 4 . 10–36 mol/L [S2–] para a maior) III, II, I deslocada para a esquerda por diminuição da temperatura,
favorecendo a formação do precipitado PbI2.
Resposta: B
III. Incorreta. O filtrado é uma solução saturada de PbI2, a
adição de mais PbI2 levará a sua precipitação mantendo
53) Todos os sais têm proporção de cátions e ânions 1 : 1, portanto
constantes as concentrações de Pb2+ e de I– em solução.
em todos os casos teremos a expressão para a constante Kps:
IV. Correta. A adição do íon I– aumentará sua concentração na
Kps = [M2+] . [S2–]
solução com deslocamento da reação de dissolução para a
Em todos os casos a concentração do íon metálico ([M2+]) é
esquerda com consequente precipitação de PbI2 e dimi-
igual a 0,1 mol/L.
nuição da concentração de íons Pb2+.
O cátion que precipita primeiro é aquele que exige menor
Resposta: E
concentração de íons sulfeto ([S2–]), ou seja, o que apresenta
menor valor para a constante Kps (3 . 10–53 Æ HgS).
58) 1) Verdadeiro. Se o gráfico mostra as concentrações de íons
Resposta: D
prata e cloreto que satisfazem a expressão de Kps, indica
que a solução está saturada e que a reação de dissolução
54) Reação de dissolução do CaCO3:
atingiu o equilíbrio.
CaCO3 (s) Æ 2+ 2–
 Ca (aq) + CO3 (aq) 2) Verdadeiro. No ponto B as concentrações dos íons são
maiores do que na solução saturada o que ocasionará sua
Expressão da constante Kps:
precipitação deixando o sistema com 2 fases: solução
Kps = [Ca2+] . [CO32–] saturada + precipitado.
4,9 . 10–9 = x . x 3) Verdadeiro. A expressão para a constante Kps é igual a
Kps = [Ag+] . [Cl–].
x = [Ca2+] = [CO32–] = 7 . 10–5 mol/L
Utilizando-se dos dados marcados temos:
Resposta: C
Kps = 1,8 . 10–5 . 1,0 . 10–5 \ Kps = 1,8 . 10–10
Kps = 0,9 . 10–5 . 2,0 . 10–5 \ Kps = 1,8 . 10–10

34 –
4) Verdadeiro. O valor de Kps só se altera se a temperatura for
alterada.

59) Expressão da constante para cada um dos sais contendo


10–2 mol/L de Xn– e cálculo da concentração de íons Pb2+
remanescentes em solução para cada caso:
2–
PbCO3: Kps = [Pb2+] . [CO3 ]
1,5 . 10–13 = x . 10–2
x = [Pb2+] = 1,5 . 10–11 mol/L

–2
PbCrO4: Kps = [Pb2+] . [CrO4 ]
1,8 . 10–14 = x . 10–2
x = [Pb2+] = 1,8 . 10–12 mol/L

2–
PbSO4: Kps = [Pb2+] . [SO4 ]
1,3 . 10–19 = x . 10–2
x = [Pb2+] = 1,3 . 10–17 mol/L

PbS: Kps = [Pb2+] . [S2–]


7 . 10–29 = x . 10–2
x = [Pb2+] = 7 . 10–27 mol/L

3–
Pb3(PO4)2: Kps = [Pb2+]3 . [PO4 ]2
3 . 10–44 = x3 . (10–2)2
x = [Pb2+] = 6,7 . 10–14 mol/L

O agente precipitante mais eficiente é aquele que deixa a


menor concentração remanescente de Pb2+ (S2–).
Resposta: D

60) Quanto mais baixo o pH, mais ácido é o meio, isto é, maior a
concentração de íons H+ o que indisponibiliza o íon sulfeto
(S2–) por formar H2S.
Consequentemente, no mesmo sistema haverá deslocamento
da dissolução do PbS para a direita, repondo o íon S2– con-
sumido pelos íons H+ e disponibilizando o íon Pb2+ solúvel,
tornando o meio mais contaminado por Pb2+ quanto mais
ácido for o meio.
Resposta: B

– 35
QUÍMICA 15) a) Locais III e I, sendo que no local III tem-se o sangue do
paciente, que possui alta concentração de sais iônicos.
Antes de voltar ao corpo do paciente, o sangue perde esses
LIVRO 4 sais, que vão para o local I.
b) O fenômeno deve-se à difusão de espécies através da
Físico-Química membrana permeável. As partículas da solução atravessam
a membrana com maior velocidade do que as partículas
Capítulo 5 – Coloides coloidais.

16) a) = 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 Æ 2 elétrons na camada de


20Ca
4) Segundo a definição, o diâmetro da partícula dispersa de um valência Æ metal
coloide está compreendido entre 1 nm (nanômetro) e 1 000 nm. 2 2 4
8O = 1s 2s 2p Æ 6 elétrons na camada de valência Æ ametal
Resposta: B Metal + ametal = ligação iônica
Número total de elétrons = 20 + 8 = 28
5) Fumaça é composta de partículas sólidas dispersas em um b) O efeito Tyndall é o espalhamento da luz causado pelas
gás; na gelatina, há macromoléculas dispersas na água; na partículas em uma dispersão coloidal. A faixa de pH da
espuma, tem-se bolhas de gás dispersas em um líquido. dispersão é entre 7 e 14 (pH > 7), uma vez que o Ca(OH)2
formado é básico.
Resposta: C

6) A maionese é composta por uma fase dispersante e um


disperso, sendo que a fase dispersa não se sedimenta nem
pode ser filtrada por filtração comum; o tamanho médio de
suas partículas varia entre 1 nm e 1000 nm, sendo portanto
classificada como dispersão coloidal.
Resposta: C

7) Em uma dispersão coloidal, um feixe de luz incidente origina


uma turvação, o que não ocorre em uma solução aquosa.
Resposta: C

8) Na espuma, um gás está disperso em um líquido.


Resposta: B

9) Como a neblina é uma dispersão coloidal, quando se incide


um feixe de luz ocorrerá uma turvação, diminuindo a eficiência
dos faróis e prejudicando a visibilidade.
Resposta: C

10) Soro fisiológico e ar atmosférico são misturas homogêneas


(soluções verdadeiras), assim como a amálgama de prata e o
ouro 18 K. Assim, os sistemas dos itens I, III e V são coloides.
Resposta: A

11) Água e óleo formam um sistema bifásico. Ao se adicionar o


detergente – que é um surfactante – ocorre uma estabilização
do sistema, podendo formar uma dispersão coloidal.
Resposta: B

12) Na espuma líquida, o gás está disperso em um líquido.


Resposta: E

13) A gema de ovo estabiliza a mistura inicial, criando uma espé-


cie de barreira mecânica que envolve cada gotícula de azeite,
impedindo que estas se juntem quando chocam entre si. Desta
forma, tem-se um agente emulsificador.
Resposta: A

14) Sistemas coloidais são misturas heterogêneas de, pelo menos,


duas fases diferentes, com os componentes sendo divididos
em fase dispersa e meio de dispersão. O diâmetro médio das
partículas da fase dipersa se encontra na faixa de 1nm a
1000nm. Assim, tem-se que:
B Æ G Æ R, C Æ J Æ N, D Æ H Æ P, E Æ L Æ M e F Æ I Æ Q.

36 –
QUÍMICA 16) I) V. Nas reações químicas, os elétrons da eletrosfera são
suscetíveis a realizar novas ligações.
LIVRO 4 II) F. Partículas beta tem massa praticamente nula.
III) F. As reações nucleares ocorrem no núcleo.
Físico-Química IV)V. Os raios  não têm carga, portanto não são defletidos
em um campo elétrico.
4
Capítulo 6 – Radioatividade V) V. As partículas alfa são núcleos de 2 He.
Resposta: D
9) 01)V. Admite-se que um nêutron se desintegra formando um
próton, um elétron e um neutrino (partícula sem carga
12 0 12
e praticamente sem massa). 17) B Æ + C
5 –1 6
02)F. A partícula  possui carga elétrica + 2 e número de 13 13
B Æ 0 + C
massa 4. 5 –1 6

04)V. Nas reações nucleares, o número de massa e a carga 10


B
4
Æ 2  + 3 Li
6
5
elétrica se conservam.
Resposta: E
08)F. Quando há emissão de uma partícula , a massa do
átomo não se altera mas o número atômico aumenta.
16)V. A radiação gama é considerada uma onda eletromag- 241 4
18) 95
Am Æ 237
93
Np + 2 X
nética. 4
Logo, X é a partícula 2 .
Resposta: E
10) A radiação  possui maior poder de penetração que a  , e esta
possui maior poder de penetração que a :  <  < .

222 4 218
11) (1) V. A partícula  tem natureza elétrica positiva, portanto é 19) a) 86
Rn Æ2  + 218 E . Logo, Ea é o
84 a 84 Po.
atraída por uma placa negativa. 218 4 214
Po Æ 2  + 214 E . Logo, Eb é o 82 Pb.
(2) F. Atualmente, sabe-se que existem partículas subatô- 84 82 b

micas.
(3) F. Cada tipo de elemento é caracterizado por um conjunto
214
82
Pb e Ec são o mesmo elemento ( 206
82
Pb ).
de átomos com o mesmo número atômico.
b) O radônio é facilmente transferido do solo para a atmosfera
(4) F. O modelo atômico mais moderno prevê que o átomo é
por ser um gás nobre.
constituído de 12 particulas elementares: os quarks e
os léptons, sendo o elétron uma dessas partículas.


20) A 4 A– 4 isóbaros
Z
A Æ 2 + B
Z–2
12) a) Radiação alfa, uma vez que possui natureza elétrica posi-
tiva, sendo atraída pela placa negativa. A–4 0 0 A– 4
BÆ + + C A A– 4 A–4 A–4 A–8
4 Z–2 –1 0 Z–1
b) A partícula alfa é caracterizada por 2 . Assim, tem-se: A B C D E
Z Z–2 Z–1 Z Z–2
234 4 230 A–4 0 0 A– 4
UÆ 2 + 90
X CÆ + + D
92 Z–1 –1 0 Z
isótopos
A–4 4 A– 8
13) Considerando: I) pedaço fino de papel; II) chapa de metal; DÆ + E
Z Z Z–2
III) chapa grossa de chumbo, tem-se:
Resposta: A
(1) V. A radiação beta possui maior poder de penetração que
a alfa, e menor poder de penetração que a gama.
(2) F. O esquema III representa a radiação gama. 232 4 0 216
21) Th Æ x 2  + y + Po
90 –1 84
(3) F. A partícula alfa é positiva e a beta é negativa.


(4) F. A emissão de uma partícula alfa faz com que o número 232 = 4x + 0y + 216  4 x = 16  x = 4
atômico diminua de duas unidades. 90 = 2 x – y + 84 4 , 2 
90 = 2 . 4 – y + 84  y = 2
A 0 A
14) X Æ –1  + z+1 Y.
Z Resposta: A
Pelo esquema, X e Y possuem o mesmo número de massa
(isóbaros). 232 4 0 208
22) Th Æ x 2  + y + Pb
Resposta: B 90 –1 82


232 = 4 x + 0 y + 208  4 x = 24  x = 6
15) A radiação gama é uma onda eletromagnética emitida pelo 90 = 2 x – y + 82 6, 4
núcleo do átomo radioativo, como consequência da emissão 90 = 2 . 6 – y + 82  y = 4
de partículas alfa e beta.
Resposta: C Resposta: A

– 37
230 4 0 206 A 4 A – 12
23) Th Æ x 2 a + y b+ Pb 28) X Æ 3 2a + Y
90 –1 82 Z Z– 6


230 = 4 x + 0y + 206 fi 4 x = 24 fi x = 6 Como o X é do grupo 2, o elemento formado pertence ao
90 = 2 x – y + 82 6a, 4b grupo 14, pois houve diminuição do número atômico (Z – 6).
grupo 1 grupo 2 grupo 14 15 16 17 18
90 = 2 . 6 – y + 82 fi y = 4
X Y
Resposta: D Resposta: B

238 4 0 206 29) 66


24) U Æ x 2a + y b+ Pb E A=Z+N 40 (apresenta
92 –1 82 26 1 fi ––– > 1,5
66 = 26 + N 26 radioatividade natural)
238 = 4 x + 0 y + 206 fi 4 x = 32 fi x = 8
(Z = 26) (N = 40)
92 = 2 x – y + 82 27
E A=Z+N 14 (não apresenta
92 = 2 . 8 – y + 82 fi y = 6 13 2 fi ––– < 1,5
27 = 13 + N 13 radioatividade natural)
4 0 (é estável)
Portanto, tem-se 8 a e 6 b (Z = 13) (N = 14)
2 –1
143
2 –1 E A=Z+N 90 (apresenta
53 3 fi ––– > 1,5
143 = 53 + N 53 radioatividade natural)
8 . 2 = 16 6 elétrons
(Z = 53) (N = 90)
prótons
222
E A=Z+N 136 (apresenta
A partícula a apresenta 2 nêutrons. Logo 8 . 2 = 16 nêutrons. 86 4 fi –––– > 1,5
222 = 86 + N 86 radioatividade natural)
Resposta: B
(Z = 86) (N = 136)
40 0 0 A 200
25) KÆ b+ g+ X E A=Z+N 120 (apresenta
19 –1 0 Z 80 5 fi –––– = 1,5
200 = 80 + N 80 radioatividade natural)
Assim, tem-se:
(Z = 80) (N = 120)
A = 40
19 = – 1 + 0 + Z fi Z = 20 冧 40
20
Ca O isótopo E1 apresenta 40 nêutrons e 26 prótons. Segundo o
n
gráfico, apresenta relação –– alta devendo, portanto, diminuir
Resposta: D p
este quociente para alcançar a zona de estabilidade. Ao emitir
238 4 234
26) (1) V. U Æ 2a + Th uma partícula a, porém, o isótopo diminuiria o número de
92 90
n
prótons, aumentanto ainda mais a relação –– . E1 se desintegra
210 4 206 p
Po Æ 2 a + Pb
84 82 emitindo partícula beta.
234 0 234
(2) F. Th Æ–1 b + Pa O isótopo E5 apresenta 120 nêutrons e 80 prótons. Segundo o
90 91
n
gráfico, apresenta relação –– baixa devendo, portanto,
206 p
(3) V. Pb Æ Z = 82 e A = 206
82 aumentar este quociente para alcançar a zona de estabilidade.
Isto seria possível diminuindo o número de prótons, como o

27) 0-0) Correto. Como a radiação g é uma onda eletromagnética que ocorre na emissão de um pósitron:
0 200 0 200
e tem característica g, não há alteração na carga elétrica E Æ b + X
0 80 5 +1 79
ou no número de massa.
Resposta: E
1-1) Errado. O nêutron é mais pesado.
18 0 18
A 0 A
30) FÆ b+ X
9 +1 8
2-2) Errado. X Æ –1 b + Y
Z Z+ 1
Assim, X é um isótopo do 8O.
X e Y não são isótopos e sim isóbaros.
Resposta: D
208 4 0 200
3-3) Errado. XÆx 2
a + y –1 b + Y 37) P P P
82 80 1 g æÆ 0,5 g æÆ 0,25 g æÆ 0,125 g fi Total = 3 P
208 = 4 x + 0 y + 200

4x=8fi x=2
1
—g
2 ( ) ( )
1
—g
4
1
—g
8 ( )
3 P = 24 fi P = 8 dias
82 = 2 x – y + 80
Resposta: D
82 = 4 – y + 80 fi y = 2
38) 1 h —— 60 min
Portanto, são necessárias 2 a e 2 b
4 h —— x = 240 min
A 0 A
4-4) Correto. C Æ –1 b + N
6 7
vm = Dn 2,4 . 1010
–– = ———––
Dt 240
Resposta: Corretos: 0 e 4
vm = 108 desintegrações/minuto

38 –
39) A meia-vida independe da massa inicial da amostra. Assim, a
40K
meia-vida deste elemento radioativo continua sendo 8h. 45) —–– 1  A quantidade de
= –– 40Ar é sete vezes maior que a
40Ar 7
Resposta: B de 40K.

40K 40K x
24 0 24 = x mols = ––
40) Na Æ + Mg t1/2 2 t1/2
11 –1 12 início: ææÆ ææÆ
x

{
40Ar = 0 mols 40Ar = ––
24 (P = 15 h)
Na 2
11 (m0 = 200 mg)
40K x 40K x
início: Na = 200mg Mg = 0 mg = –– = ––
11 12 4 t1/2 8
ææÆ ææÆ
Ø P = 15 h 40Ar 3x 40Ar 7x
= ––– = –––
4 8
Após 1 período de meia-vida:
Na = 100mg Mg = 100 mg Após três períodos de meia-vida, tem-se:
11 12
Ø P = 15 h x
40 ––
Após 2 períodos de meia-vida: K = 8 = 1
–––– –––– ––
40 7x 7
Ar –––
11
Na = 50 mg 12
Mg = 150 mg Æ 11Na : 12Mg = 1 : 3 8

Resposta: B Assim, a idade da amostra é igual a:

3 . 1,3 . 109 anos = 3,9 . 109 anos


41) No momento da massa de 238
U=m
formação da Terra: 92 Resposta: D
Ø P = 4,5 . 109 anos
Após 1 período
46) Após o período de meia-vida, o teor de 90Sr deve se reduzir
de meia-vida : m/2
pela metade. Pelo gráfico, este tempo equivale a 28 anos.
Como a idade da Terra é aproximadamente igual à meia-vida Resposta: B
238 238
do U, a quantidade de U ainda existente é metade da
92 92
inicial. 47) Após um período de meia-vida, a fração radioativa no material
Resposta: E deve ser metade do valor inicial. Pela tabela, este tempo
equivale a 8 dias.
Resposta: A
0,13 kcal/h
a
er
lib 48) Em um decaimento radioativo, o gráfico segue uma função
42) 1 g de Ra l
ib exponencial, resultando no gráfico:
er
a
2,4 . 106 kcal/meia-vida

1 h ––––––––– 0,13 kcal 0,13 P = 2,4 . 106


P ––––––––– 2,4 . 106 kcal P = 18,46 . 106

P  1,8 . 107 h

Resposta: E
Resposta: B

43) O elemento mais radioativo é o B, uma vez que, para um


49) a) Cálculo da idade do indivíduo:
mesmo tempo de desintegração, sua massa não desintegrada
é menor, conforme ilustra o gráfico. 90 Sr

x æÆ atividade x
atividade x æÆ atividade –– ––
P 2 P 4
44) Após 1600 anos, o 222Rn que foi sendo formado na primeira
etapa da desintegração já vai se decompondo em 218Po, de tal 2 P = 2 . 28 anos = 56 anos
forma que a massa de 222Rn é menor que 0,5 kg, após esse
período. 90 0 90
b) Sr Æ  + Y
O decaimento radioativo é um fenômeno contínuo e, desta 38 –1 39

forma, é impossível preservar a amostra inicial de 226Ra. O elemento formado é o ítrio (Y).
Resposta: E

– 39
50) 1 ano = 3,1536 . 107 s P1 P1 P1 P1

[ ]
800 g ææÆ 400 g ææÆ 200 g ææÆ 100 g ææÆ 50 g
1 s —— 1,4 . 1011 átomos de He
(m0)
3,1536 . 107 s —— x
123 
Assim, m0 = 800 g
1 ano
225 213
 x = 4,415 . 1018 átomos de He b) 89 Ac Æ x 42  + Bi
83

[ ]
89 = 2 x + 83  2 x = 6  x = 3
N átomos — 22,4 L
1 mol de átomos de He ––
4,415. 1018 átomos — 0,16 . 10–3 L Foram emitidas 3 partículas alfa.

99 0 99m
0,16 . 10–3 . N = 4,415 . 1018 . 22,4  N = 618,12 . 1021  56) a) X Æ –1 + Tc, em que m = metaestável.
42 43

Assim, o elemento X deverá ser o molibdênio (Mo)


 N = 6,1812 . 1023/mol
99m 0 99
43 Tc Æ 0
 +
43
Tc

A radiação é a gama (), uma vez que o elemento formado


3h 3h
51) a) 14 Si : 40 g æææÆ 20 g æææÆ 10 g é o mesmo (Tc).
2h 2h 2h
99m – 6h m 6h m
18 Ar : 80 g æææÆ 40 g æææÆ 20 g æææÆ 10 g b) TcO4 : m ææÆ ––– ææÆ –––

Assim, após 6 h as massas dos radioisótopos serão iguais. 14243


2 4

Após 12 h, a massa de
99m – m:
TcO4 será de ––
4
m 16,2 g
––  ––––––– = 4,05 g
(grupo 14) 4 4

Massa molar do TcO4  99 + 4 . 16 Æ 163 g/moL
: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p2
b) 14 Si 123
3.o período
1 mol –––– 163 g
x —— 4,05 g } x = 0,025 mol

P P P
52) 40 g æææÆ 20 g æææÆ 10 g æææÆ 5 g [ 0,025 mol —— 100 mL
M —— 1000 mL ]  M = 0,25 mol/L

Pelo gráfico, o período de meia-vida é de:


x 57) Sejam nA e nB o número de átomos de flúor no início previsto
6 g æææÆ 3 g  aproximadamente 28 anos. para o exame, respectivamente para os pacientes A e B.
(20 anos) (48 anos) nA = nB
Assim, após 3 períodos, tem-se 3 . 28 = 84 anos Sejam NA e NB o número de átomos de flúor no momento da
Resposta: C preparação.
Cálculo de nA:
90
53) Sr (P = 30 anos)  NA 120 min
38 nA = –––– \ x = ––––––––– = 1,33
2x 90 min
30 anos 30 anos 30 anos
 100% æææÆ 50% æææÆ 25% æææÆ 12,5%
1444442444443 NA
nA = –––––
21,33
Assim, após 90 anos, a porcentagem é de 12,5%.
Cálculo de nB:
Resposta: C
NB 300 min = 3,33
nB = –––– \ y = –––––––––
54) 14C  amostra inicial: 2y 90 min

P x P x P x P x NB
x ææÆ ––– ææÆ ––– ææÆ ––– ææÆ ––– nB = –––––
2 4 8 16 23,33

4 P = 4 . 5,73 . 103 anos  P = 2,29 . 104 anos Igualando (nA = nB)


NA NB NB 23,33
––––– = ––––– \ –––– = ––––– = 22 = 4
Resposta: D 2 1,33 2 3,33 21,33
NA
210
55) a) Cálculo da massa inicial de Bi: NB = 4 NA
83

225 P P Resposta: C
89 Ac : 200 g æææÆ 100 g æææÆ 50 g
210 210 225 c c c
Bi: A meia-vida do Bi é metade da do Ac. Assim, 58) 800 g æææÆ 400 g æææÆ 200 g æææÆ 100 g
83 83 89
para chegar à mesma massa de 50g, é necessário o dobro 3 c = 4800  c = 1600 anos
do período de desintegração (4 P1): Resposta: C

40 –
27 a c 4
70) Al + X Æ Y +  a + 27 = c + 4
A Ai 13 b d 2
59) –––i = 2x  ––––– = 2x  1000 = 2x 13 + b = d + 2
Af Ai
––––– c 0 24 ææÆ c = 24
1000 YÆ + Mg
d –1 12 ææÆ d = 11
log 1000 = x log 2

3 = x . 0,3
a + 27 = 24 + 4
a=1
13 + b = 11 + 2
b=0 } 1
0
X = nêutron ( )
1
0
n

x = 10  10 meias-vidas. Resposta: A

}
Pelo gráfico, a meia-vida (P) é: 59 + a = 60
P P
Atividade 100 (MBq) æÆ 50 æÆ 25 \ 2P = 6 dias 
71)
59
27
Co + X Æ
a
b
60
27
Co Æ a=1 nêutron ( )
1
0
n
b=0
 P = 3 dias Resposta: B

Assim, 3 . 10 dias = 30 dias será o tempo em que a radioativi- 9 4 12 a 12 + a = 13  a=1


72) Be + He Æ c + X Æ
dade Af será cerca de 1 milésimo da amostra inicial. 4 2 6 b 6=6+b  b=0
Resposta: B 1
0
x = nêutron ( ) 1
0
n

Resposta: C
60) 131I= 8,1 dias
137Cs = 30 anos
238 234 4
73) a) UÆ Th + 
92 90 2
131I: Ai A⁄ i
––– = 2x –––––––– = 2x  2x = 100  ln 2x = ln 100 234 234 0
Af 0,01 . A⁄ i b) Th Æ Pa + 
90 91 –1

x . ln 2 = ln 100  x . 0,69 = 4,6  x = 6,7 meias-vidas 87 86 1


c) Br Æ Br + n
35 35 0
Assim  8,1 . 6,7 dias = 54 dias 13 13 0
d) NÆ C+ 
7 6 +1

40 0 40
Ai x e) K+ Æ Ar
––– = 2  x = 6,7 meias-vidas 19 –1 18
Af

Assim  30 . 6,7 anos = 201 anos 209 58 266 a 266 + a = 209 + 58  a=1
74) Bi + Fe Æ Mt + X Æ
83 26 109 b
Resposta: B 109 + b = 83 + 26  b=0

61) (F) Pela tabela periódica, o tecnécio possui Z = 43 (43 prótons),


1
0
X = nêutron ( ) 1
0
n
porém o molibdênio possui 57 nêutrons. Resposta: C
99 99 0
Mo Æ Tc +  32 0 32
42 43 –1
75) a) PÆ + S
15 –1 16
A=Z+N
35 1 32 a 32 + a = 36  a=4
99 = 42 + N  N = 57 b) Cl + nÆ P+ X Æ
17 0 15 b
(V) A radiação  é emitida pelo núcleo. 17 + 0 = 15 + b  b=2

(V) 9F Æ 1s22s22p5 a
X=
4

{ b 2
camada de valência
0 76) Quantidade inicial de 14C = x
(V) 9F Æ 8X + e
+1
5730a x 5730a x Total = 11460 anos
(F) A intensidade da radiação produzida pelo 18F reduz-se à x æææÆ ––– æææÆ ––– 
2 4 (aproximadamente
metade em aproximadamente 2h, que corresponde ao seu 11500 anos)
(100%) (50%) (25%)
período de meia-vida.
Resposta: C

60 77) O processo de datação por 14C não é adequado para estimar


69) 1) (V) No Co, tem-se Z = 27 e A = 60
27 a idade de um artefato de bronze porque não há esse isótopo
2) (V) As espécies possuem o mesmo número de prótons neste material. Em relação à mangueira, deve-se ressaltar que
(isótopos). a árvore contínua viva, portanto a quantidade de 14C ainda não
3) (F) A radiação é a . tende a diminuir, impossibilitando estimar a sua idade. O
60 60 0 corpo humano mumificado, a datação é possível, devido à
Co* Æ Co +  14 0 14
27 27 0 desintegração: C Æ  + N .
6 –1 7
Resposta: C

– 41
85) a) Equação balanceada da produção de 201Pb a partir do 203Tl:
14 1 14 a 14 + a = 15 fi a=1
78) N+ n Æ C + X 203 1 201 1
7 0 6 b 7=6+b fi b=1 Tl + p Æ Pb + 3 n
81 1 82 0
1
1
X = próton ( ) 1
+1
P b) Cálculo do tempo para utilização da amostra:
P A0 P A0
Resposta: A 201
Tl fi amostra inicial (A0) ææÆ ––– ææÆ –––
2 4
(100%) (50%) (25%)
P P P P
79) 100% 14C æÆ 50% 14C æÆ 25% 14C æÆ 12,5% 14C æÆ
Foram decorridos 2 . P = 2 . 73 h = 146 h
æÆ 6,25% 14C
4P = 4 . 5730 anos = 22920 anos
Resposta: A
86) a) Para formar um isótopo, deve-se absorver um nêutron ( n),
1
0
em que não há variação no número de prótons. Assim,
tem-se:
239 4 A 1
80) Pu + He Æ X + n + energia 238 1 239
94 2 Z 0 U+ n Æ U. A partícula X é o nêutron.
92 0 92
A + 1 = 243 fi A = 242

94 + 2 = Z fi Z = 96 } 242
96
X b)
239
92
U Æ a +
4
2
235
90
Th. Elemento pedido:
235
90
Th.

Resposta: A A=Z+N
235 = 90 + N
235
81) O urânio U pode sofrer fissão nuclear, liberando energia em N = 145
92
um reator nuclear.
Resposta: D 87) A bomba de hidrogênio é uma reação de fusão nuclear:
2 3 4 1
H+ H Æ He + n
82) Em um reator nuclear, ocorre o processo de fissão nuclear. 1 1 2 0

Resposta: E Resposta: A

83) O cádmio, dentre as opções fornecidas, é o melhor material para 88) Nas reações nucleares, novos elementos são formados, diferen-
absorver os nêutrons originados na fissão. Um outro material temente do que ocorre em uma reação química.
adequado seria o boro ou um moderador de grafita. Resposta: A
Resposta: B

89) Na superfície do Sol, ocorre a seguinte transformação:


84) Dados:
1 4 0
libera 4 HÆ He + 2 b + energia.
1 2 +1
a) 1 L de gasolina (C8H18) æææÆ 33 kJ
A reação é exoergônica, uma vez que libera energia.
235 libera
1 g de U æææÆ 8,25 . 107 kJ Resposta: D
92
235
Bomba atômica = 16 kg de U (massa crítica) 235 1 90 A 1
92 90) U+ n Æ Sr + X + 3 n
92 0 38 Z 0
(esfera de 12 cm de diâmetro)
Reação da combustão da gasolina:
25 O Æ 8 CO + 9 H O
C8H18 + –––
2
2 2 2
235 + 1 = 90 + A + 3 fi A = 143

92 = 38 + Z fi

Resposta: E
Z = 54 } 143
54
Xe

}
90
235 1 90 143 1 X= Br (Bromo)
U+ n Æ X+ Y+3 n 35
92 0 35 57 0 143
Y= La (Lantânio)
57 91) (1) V. Como a radiação a tem natureza elétrica positiva, a
radiação b tem natureza elétrica negativa e a radiação g
b) 1 L de gasolina —— 33 kJ
4 . 104 L —— x } x = 132 . 104 kJ = 0,132 . 107 kJ é neutra, as mesmas podem ser separadas através de
um campo elétrico.
1g ––– 8,25 . 107 kJ
16 .103 g ––– y }y = 8,25 .16 .1010 fi y =132 .1010 kJ
(2) F. Rutherford fez bombardeamento de uma lâmina de
ouro utilizando um feixe de partículas a, provenientes
de um átomo radioativo de urânio ou polônio. Trata-se,
[1 caminhão-tanque –––– 0,132 . 107 kJ
z –––– 132 . 1010 kJ ] portanto, de um fenômeno nuclear.
(3) V. Após a planta morrer, a absorção de 14C termina, sendo
132 . 1010 0,132 . 1013 então possível estimar a idade em que a planta morreu,
z = –––––––––– fi z = –––––––––– conhecendo-se a meia-vida deste radioisótopo.
0,132 . 107 0,132 . 107
(4) V. Um átomo radioativo pode originar átomos de um
outro elemento, através de desintegrações.
z = 106 fi z = 1 milhão de caminhões-tanque

42 –
90
92) I) V. O Sr substitui com certa facilidade o cálcio nos ossos, 96) (1) F. Bário e criptônio são elementos diferentes do urânio,
38
dentre outros motivos porque são quimicamente seme- portanto não podem ser isótopos.
lhantes (mesma família). (2) F. No processo de fissão, formam-se átomos mais leves,
137 0 137 após a emissão de partículas radioativas.
II) V. Cs Æ  + Ba.
55 –1 56
(3) V. O valor de 2,5 nêutrons corresponde a um valor médio,
Carbonatos, sulfatos e fosfatos de bário são insolúveis já que não existem nêutrons pela metade.
em água.
90 0 90
III) V. Sr Æ  + Y 97) a) 6 CO2 + 12 H2O æææÆ C6H12O6 + 6 H2O + 6 O2
38 –1 39
123
90 0 90
YÆ + Zr Substância em que
39 –1 40
o 14C foi armazenado
137Cs:
30,1 anos 137
IV) F. 2 µg æææææÆ 1 µg de 137Cs e 1 µg de Ba
56
P 14C P 14C
28,5 anos 90 b) massa inicial 14C æÆ –––– æÆ –––
V) F. 90Sr: 3 µg æææææÆ 1,5 µg de 90Sr e 1,5 µg de Y
æÆ 39
(100%) (50%) (25%)
28,5 anos 90
æææææÆ 0,75 µg de 90Sr e 2,25 µg de 39
Y Dois períodos (P) de meia-vida  2 . 5700 anos = 11400 anos,
o que resulta em aproximadamente 9400 anos antes de
Resposta: C
cristo.

93) (01) F. A bomba atômica é uma reação de fissão nuclear. c) O bronze é uma liga metálica de cobre e estanho, portanto
(02) V.
235
UÆ +
4 231
Th não é possível fazer a datação por não apresentar 14C.
92 2 90
137 0 137
(04) V. Cs Æ + Ba
55 –1 56
98) (1) F. O 137Cs possui número de massa 137, portanto apre-
(08) F. A radioatividade busca adquirir estabilidade nuclear.
senta número de nêutrons inferior a esta quantidade.
(16) F. As ondas  possuem maior poder de penetração (2) V. O lixo radioativo não está mais suscetível a sofrer uma
que as partículas . explosão nuclear.
(3) V. Após a emissão de partículas , o número de prótons
206 4 197 A
94) a) Pb + He Æ Au + X A 0 A
82 2 79 Z muda: X Æ + Y.
Z –1 Z+1

}
206 + 4 = 197 + A  A = 13 (4) F. A cápsula impedia que a radiação fosse para o ar.
13
X= B
5
82 + 2 = 79 + Z  Z=5

}
226 4 222
b) Nas reações nucleares, há emissão de partículas radioa- 99) a) Ra Æ  + Rn
88 2 86
tivas, de forma que ocorre conversão de massa em energia. Etapa I (não pedida)
222 4 218
Rn Æ  + Po
86 2 84
P X0 P X0
95) a) Quantidade inicial = (X0) æÆ ––– æÆ –––
2 4 218 4 214
Po Æ  + Pb Etapa II
84 2 82
(100%) (50%) (25%)
214 0 214
Pelo gráfico, observa-se que a meia-vida equivale a 30 horas. Pb Æ + Bi Etapa III
82 –1 83
1
Assim, a quantidade eliminada corresponderá a –– do valor
4
b) Dados: 1 g Ra æææÆ 3 . 1015 partículas /dia (etapa I)
inicial após dois períodos de meia-vida (60 horas).
80 dias
æææÆ 0,040 mL He (25°C e 1 atm)
b) Quantidade de  – bloqueador por mL de urina:
15 . 10–6 g —— 150 mL
x —— 1 mL } 150 . x = 150 . 10–7
{ 1 dia — 3 . 1015 partículas 
80 dias — x } x = 240 . 1015 partículas

(valor por etapa)


x = 1 . 10–7 g/mL (após 120 horas)

30 h X0 30 h X0 30 h X0
Quantidade (X0) ææÆ ––– ææÆ ––– ææÆ ––– æÆ
[ 1 etapa — 240 . 1015 partículas
4 etapas — y ] 
y = 960 . 1015 par-
tículas
2 4 8
inicial
1 mol –––– z partículas ––– 25 L
30 h X0
ææÆ –––
16
}
Total = 120 h 960 . 1015 partículas ––– 0,040 . 10–3 L

X0 0,04 . 10–3 . z = 9,6 . 102 . 1015 . 25


Assim, ––– = 1 . 10–7  X0  1,6 . 10–6 g/mL
16
240 . 1017  z = 60 . 1022 
z = ––––––––– z = 6 . 1023 mol–1
O valor apresentaria resultado positivo (maior que 4 . 10–5
1 . 10–6 g/mL).

– 43
100) (01) F. A partícula  corresponde ao elétron.

(02) F. A = Z + N
 N = 8 (8 nêutrons)
14 = 6 + N
14 14
(03) V. O C e o N possuem o mesmo número de massa
6 7
(isóbaros).

(04) F. Thomson não admitiu a existência de isótopos.

(05) V. 100% Æ 50% Æ 25% Æ 12,5% Æ 6,25% Æ


Æ 3,125% Æ ... 0,1%

n0 100 \ 2x = 103
n = –––  0,1 = ––––
2x 2x
x log 2 = 3 log 10

3
x = ––––  10
0,3

t = x . p  t = 10 . 5730  t = 57300 anos

Q(t) Q(t)
(06) F. –––– = e–kt  ln –––– = ln e–kt
Q0 Q0

Q(t) = – kt  Após um período de meia-vida.


ln ––––
Q0

Q0
–––
2 1
ln –––– = – kt  ln –– = – kt  – 0,69 = – k . t
Q0 2
0,69
kt = 0,69  t = 5730  k = –––––
5730

101) a) Pelo gráfico, após 25 h a atividade do 67Ga caiu de 1,0 para


0,8, ou seja, caiu 20%.

b) No momento da preparação = 1,20 . 1012 átomos de Ga/mL.

Após 25 h, haverá:

80% de 1,20 . 1012 = 9,60 . 1011 átomos

Medido = 2,00 . 108 átomos/mL:


2,00 . 108 átomos –––– 1 mL
9,60 . 1011 átomos —— x } x = 4,80 . 103 mL = 4,80 L

67 0 67 0
c) Ga + e Æ Zn + 
31 –1 30 0

44 –
QUÍMICA 20) Como o H3PO2 possui apenas um H ionizável, o equivalente-
grama é igual ao quociente da massa molar dividido por um.
LIVRO 4 Resposta: A


Físico-Química 21) MnO ææÆ Mn2+
4

Capítulo 7 – Equivalente-Grama e Normalidade


Nox: 7+ 2+
12) Para cada 100 g do óxido, tem-se: ∆=5

[ 70 g de E —— 30 g de O
x —— 8 g de O ]  x  18,7 g
Sendo M a massa molar, temos:

M
E = ––––  E = 1/5 M
13) S + O2 Æ SO2 5
Ø Ø

[ ]
Resposta: D
32 g —— 2 . 16 g
 x=8g
x —— 8 g

Resposta: D 22) 3 S + 4 HNO3 Æ 2 H2O + 4 NO + 3 SO2

Nox: 0 +5 +2 +4
1g oxidação ∆ = 4
14) E = ––  E=1g
1
redução ∆=3
15) Obs.: considerar gás hidrogênio (H2)
1g
E = ––  E=1g
1 massa molar
E = –––––––––––––

[
1 mol — 2 g —— 22,4 L
1 g —— x ]  x = 11,2 L
3

Oxidação: SO2 4.1=4 3 SO2


1g
16) E = ––  E=1g
1 Redução: HNO3 3.1=3 4 HNO3

[
1 mol — 2 g ——
1 g —— x
2 . 6 . 1023 átomos
]  x = 6 . 1023 átomos Resposta: C

23) K2Cr2O7 æææÆ 2 Cr3+

1g | |
17) E = ––  E=1g +6 æææææææ +3
1
redução (∆ = 3)

[
— 6 . 1023 moléculas
1 mol – 2 g —
1g—
—x ]  x = 3 . 1023 moléculas (K2Cr2O7 é agente oxidante)

massa molar M  M
E = –––––––––––––––––  E = –––– E = –––
∆ . n o. de átomos 3.2 6

18) Nas C. N. T. P  1 mol O2 ––– 32 g —— 22,4 L


[ 8 g —— x ]  x = 5,6 L
Resposta: B

redução

[ ]
2–
3,18 g ––– 0,448 L O2 24) Cr2O æææææææÆ 2 Cr3+
7
óxido de cobre:  E = 39,75 g
E ––– 5,6 L | |
+6 +3
Resposta: C
Ø
19) 2 KClO3 Æ 2 KCl + 3O2 agente oxidante
2 mol —––––––––––— 3 mol 2–
Cr2O + 14H+ + 6 e– æÆ 2 Cr3+ + 7 H2O

[ ]
7
2 . 122,5 g —— 3 . 32 g Ø
 E  20,4 g
E —— 8 g 6E

– 45
30) Metal (Me) –––––– oxigênio
M
25) E = ––––––––– M  M = 40 g
 20 = ––– 18g –––––– 16 g
valência 2
x –––––– 8 g
18
EMe = –––  EMe = 9 g
26) Al(OH)Cl 2 + HCl Æ AlCl 3 + H2O 2
123
M = 27 + 16 + 1 + 2 . 35,5 Resposta: D

M = 115 g/mol  E = 115


–––  E = 115 g
31) MnO2 ææÆ MnCl 2
1

4+ æææææææ 2+
27) 2 Al + 3 H2SO4 Æ 1 Al 2(SO4)3 + 3 H2 redução ∆ = 2
2 mol –––– 3 mol

[ 2 . 27 g —— 3 . 98 g
9 g —— x ]  x = 49 g
87
E = –––  E = 43,5 g
2

32) 100 g —— 5 g
M
E = –––––––– 98 = 49 g
 E = ––– E –––– 1 g
valência 2 E = 20 g

Assim, é necessário 1 E 33)


[ 0,78 g —— 0,030 mol
x —— 1 mol ]  x = 26 g

28) H2SO4 ææÆ H2 S HCl


34) K2Cr2O7 + SnCl 2 ææÆ 2 Cr3+ + Sn4+ (não balanceada)
| |
+6 ææææææ –2
ææ
∆=8 +6 +2 3+ +4
98
E = –––  E = 12,25 g redução ∆ = 3
8

oxidação ∆ = 2
29) 01) V. Na2SO4 æÆ M = 2 . 23 + 32 + 4 . 16
MK = 294 g/mol
M = 142 g/mol 2Cr2O7
MSnCl = 189 g/mol
142 2
E = –––  E = 71 g
2 294 g = 49 g
EK = ––––
2Cr2O7 6
108
02) V. E = –––  E = 108 g
1
189 g = 94,5 g
ESnCl = ––––
2 2
04) F. O H4P2O7 tem 2 hidrogênios ionizáveis:

M = 4 + 62 + 7 . 16
M = 178 g/mol
[ 49 g
2,94 g —— x
—— 94,5 g
]  x = 5,67 g

Resposta: A
178
E = –––  89 g
2
35) nE = 0,069 de (Ba(OH)2)
massa molar nE = 0,031 de (KOH)
08) V. E = ––––––––––––  E = M/2 ––––––––––––––––––––––––
valência
nE = 0,1 E
total
– 98  E
16) F. NaHSO4 æÆ Na1+ + HSO EH = ––– H2SO4 = 49 g
4 2SO4 2
Ø E = M/1
valência +1

32) V. HClO4 æÆ M = 1 + 35,5 + 64 æÆ M = 100,5 g/mol


[ 1E
0,1 E —— x
—— 49 g
]  x = 4,9 g

100,5
E = ––––– 
1
E = 100,5 g
[ 1 mol —— 98 g
y —— 4,9 g ]  y = 0,05 mol

64) F. HCN æÆ H+ + CN–


Ø E = M/1
valência +1

46 –
41) 4 Al + 3 O2 æÆ 2 Al 2O3
98
36) H2SO4 Æ E = –––  E = 49 g 32 g de O2 ––––– 22,4 L
2
8 g de O2 –––––– x

[ 1 E —— 49 g
x —— 4,9 g ]  x = 0,1 E x = 5,6 L

E ––––––––– 5,6 L
M 0,4 E ––––––– y = 2,24 L
37) H3PO3 Æ E = –––  M=2E
2
Resposta: B

[ 1 mol —— 2 E
4 mol —— x ]  x=8E
51) N = ?
m = 0,73 g
96 V = 0,1 L
38) 1) E(NH = ––– g = 48 g
4)2CO3 2
36,5

[ 1 E —— 48 g
x —— 12 g ]  x = 0,25 E
EHCl = –––– g = 36,5 g

C
1
0,73
––––
0,1
N = ––  ––––  N = 0,2 E/L
78 E 36,5
2) EAl(OH) = ––– g = 26 g
3 3
Resposta: E

[ 1 E —— 26 g
y —— 78 g ]  y=3E
52) m = 3,16 g
V = 0,1 L
342 N=?
3) EAl = ––– g = 57 g
2(SO4)3 6
158

[ 1 E —— 57 g
z —— 85,5 g ]  z = 1,5 E
EKMnO = –––– g = 31,6 g
4 5

3,16
––––
66 C  0,1
4) EH = ––– g = 66 g N = –– N = ––––  N = 1 E/L
3PO2 1 E 31,6

[ 1 E —— 66 g
t —— 198 g ]  t=3E
Resposta: D

53) N = 0,1 E/L


Resposta: D m=?
V=1L
39) a) N2O5 + H2O æÆ 2 HNO3 158
EKMnO = –––– g = 31,6 g
2 HNO3 + Mg(OH)2 æÆ Mg(NO3)2 + 2 H2O 4 5
123
nitrato de magnésio m
––––
C  1
N = –– 0,1 = ––––  m = 3,16 g
b) 1 N2O5 ––––– 1 Mg (OH)2 E 31,6
1 mol ––––– 1 mol Resposta: D
N2O5 = 108 g/mol
54) m = ? H2SO4: N = K . M

[ 108 g —— 1 mol
5,4 g —— x ]  x = 0,05 moL = 3,05 g ZnSO4 = 161 g/moL
3,25 g de Zn
V = 0,2 L
0,1 = 2 . M
M = 0,05 mol/L
0,05 mol –––––– 1 L
61 = 30,5 g
EMg(OH) = –––
2 2 H2SO4 = 0,1 N x –––––– 0,2 L

[ ]
Zn = 65 g/moL x = 0,01 moL de H2SO4 = 0,98 g de H2SO4
1 E —— 30,5 g
 y = 0,1 E
y —— 3,05 g
Zn + H2SO4 Æ ZnSO4 + H2
– 1 mol ––– 1 mol ––– 1 mol
40) Al(NO3)3 æÆ Al 3+ + 3 NO
3 65 g ––– 98 g ––– 161 g
M
EAl(NO ) = ––– 3,25 g ––– 0,98 g ––– y
33 3
(excesso)
1 mol –––– 3 E
0,2 mol –––– x
x = 0,6 E y = 1,61 g de ZnSO4
Resposta: C

– 47
55) mNa =? 62) N = K . M  N = 2 . 0,33  N = 0,66 E/L
2SO4
V=2L Resposta: C
N = 0,1 E/L
63) A fração molar é, dentre as citadas, a única grandeza adimen-
142
E = –––– g = 71 g sional.
2
Resposta: E
m
––––
C 2  m = 7,1 
N = ––  0,1 = –––– –– m = 14,2 g
E 71 2 64) 0-0) Falso.
Resposta: B M . M = 1000 . d .  e N = K . M
Como K = 1 Æ N = M
H2O 2+ –
Então:
56) 1 Ca(NO3)2 (s) ––––– 1 Ca (aq) + 2 NO (aq)
3 M . N = 1000 d .  Æ 40 . N = 1000 . d . 0,4
164 N = 10 . d
ECa(NO ) = ––– g = 82 g
32 2 Æ N ≠ 1 E/L
Como d ≠ 0,1
1 mol ––––– 1 mol

[ ]
1-1) Falso.
E = 82 g —— 1 E
 x = 0,02 E/L Uma solução 20% em massa encerra 20 g de KOH para
1,64 g —— x = 0,02 E
100 g de solução.
Resposta: B
2-2) Falso.

[ ]
Solução 1 mol/L de glicose contém 1 mol de glicose em 1 L
57) a) 5 . 10–2 mol —— 100 mL
 M = 0,5 mol/L de solução.
M —— 1000 mL
3-3) Verdadeiro. N = K . M  N = 2 .1  N = 2 E/L
b)
[ 1 mol de H2O —— 18 g
6 mol —— x ] x = 108 g de H2O

[
4-4) Verdadeiro. 2 g —— 100 mL
x —— 1000 mL ]  x = 20 g/L

2 0,2 E — y [
98 g = 49 g 1 E — 49 g  y = 9,8 g de H SO
H2SO4  E = ––– 2 4] 65) N . E = 1000 . d . 
98 g = 49 g
Total = 108 g + 9,8 g = 117,8 g EH SO = –––
2 4 2

mol se mantém. N . 49 = 1000 . 1,84 . 0,98


58) Alterando-se a temperatura, a relação ––––
kg N = 36,8 E/L
As concentrações em função de volume variam com a tem-
Resposta: D
peratura.
Resposta: C
66) ENa M
= –––
2CO3 2
59) 01) V. Fração molar independe da temperatura. N=k.M
02) F. O título de uma solução pode ser, no máximo, igual a 1.
1,2 = 2 . M
04) V. N = K . M  Como K ≥ 1  N ≥ M M = 0,6 mol/L
08) F. O correto é 1 mol de Na2SO4 para 1 L de solução.
16) V. Solução 1 normal Æ N = 1 E/L 67) a) Verdadeiro.
160
M E = –––  E = 80 g
60) K2Cr2O7 æÆ Cr3+ E = –– C = M . M  C = 0,1 . M 2
6
b) Verdadeiro.

[ ]
+6 +3
∆=3 60 g —— 300 mL
 x = 200 g/L
x —— 1000 mL
0,1 . M
N = –––––––  N = 0,1 . 6  N = 0,6 E/L c) Falso.
M
––––
6 C = M . M  200 = 160 . M  M = 1,25 mol/L
Resposta: E d) Verdadeiro.

61)
[ 1 mol de H2SO4 —— 98 g
x —— 24,5 g ] x = 0,25 mol [ 1 E —— 80 g
x —— 200 g ] 200
 x = –––  x = 2,5 E/L
80

e) Falso.

[ 0,25 mol —— 750 mL


M —— 1000 mL ]  M  0,33 mol/L
[ 200 g —— 1000 mL
1g —— x ]  x = 5 mL

Resposta: B

48 –
68) C = 1000 . d .  = M . M = N . E 72) 01) Verdadeiro.
A solução A fica avermelhada na presença de fenolftaleína,
C = 103 . 1,07 . 0,1 g por litro logo é básica. Portanto, a solução B deve ser ácida.

103 . 1,07 . 0,1 mol/L 02) Falso.


1000 . d .   M = ––––––––––––––
M = ––––––––––
M 98 2 NaOH + H2SO4 æÆ Na2SO4 + 2 H2O
2 mol ––––– 1 mol
mols de soluto
W = molal = –––––––––––––––––––––– W . m . M = 1000 . d . 
 –––––– NaOH Æ N = K . M
massa do solvente (kg) V
0,1 = 1 . M
1000 . d .  . V  W = 103 . 1,07 . 0,1 . V , onde M = 0,1 mol/L
W = ––––––––––––– ––––––––––––– ––
M.m 98 m
H2SO4 Æ N = K . M
0,9 . 1,07 . V kg 0,1 = 2 . M
m = 90% de 1,07 . V Æ m = ––––––––––––
103 M = 0,05 mol/L

Assim, W = 10
3 . 1,07 . 0,1 103
––––––––––––– . –––––––––
98 (0,9 . 1,07)
[ 0,05 mol —— 1000 ml
x —— 40 ml ]  x = 0,002 mol

Resposta: C
[ 2 mol de NaOH —1 mol de H2SO4
y — 0,002 mol ]  y= 0,004 mol de NaOH

69) N = K . M
N = 2 . 0,2
N = 0,4 E/L
[ 0,1 mol de NaOH —— 1000 ml
0,004 mol —— V ]  V = 40 mL

NAVA + NBVB 0,4 . 250 + NB . 500 Solução alternativa:


NF = –––––––––––––  0,4 = ––––––––––––––––––
VA + VB 750 ne = ne
A B
100 + 500 . NB = 300  NB = 0,4 E/L VANA = VBNB

Resposta: B 40 . 0,1 = VB . 0,1


VB = 40 mL
70) a) Diluição  NAVA = NB . VB
04) Falso.
2 . 50 = 0,5 . VB  VB = 200 mL
O processo é chamado de títulometria ou volumetria.
Assim, 200 mL – 50 mL = 150 mL
08) Falso.
b) N = K . M  0,5 = 2 . M  M = 0,25 mol/L A reação é de neutralização.

16) Falso.
71) a) Mg(OH)2 A partir da primeira gota de H2SO4 à solução de NaOH, a
N=K.M1=2.M reação já tem início.
M = 0,5 mol/L (solução II)
73) a) NaOH: N = K . M
MAVA + MBVB
MF = –––––––––––––  0,5 = 1 . M
VA + VB
M = 0,5 mol/L

 MF = 2 . 100 + 0,5 . 400


–––––––––––––––– 
100 + 400
MF = 0,8 mol/L
[0,5 mol —— 1 L
x —— 0,018 L ]  x = 9 . 10–3 mol de NaOH

NaOH + HO – CH2 – COOH Æ HO – CH2 – COO– Na+ + H2O


b) Mg(OH)2 + 2 X æÆ Mg(BrO3)2 + 2 H2O

Mg2+ + BrO

123
3
H+ OH–
[9.
1 mol
10–3
––– 1 mol
mol ––– y = 9 . 10–3 mol ][ 9.
1 mol
10–3
–— 76 g
mol –— m ] 

Cálculo de A:
X = HBrO3

C = M . M  C = 58 . 2  C = 116 g/L
 m = 0,684 g 
[0,684 g —– 90 mL
C –— 1000 mL ]  C = 7,6 g/L

Cálculo de B: N=K.M
b) O composto pedido é o ácido tartárico:
0,1 = 1 . M
M = 0,1 mol/L O H H O
C C* C* C
Cálculo de C: C=M.M
C = 129 . 0,1 H O OH OH O H

C = 12,9 g/L * carbonos assimétricos


AI_QUI0003490
– 49
74) a) Frasco I Æ M = 1 mol/L
Frasco II Æ C = M . M  49 = 98 . M  M = 0,5 mol/L
Frasco III Æ N = K . M  1,5 = 2 . M  M = 0,75 mol/L
Portanto, o frasco II é o mais diluído

b) NaOH:
[0,9 mol —— 1000 mL
x —— 200 mL ]  x = 0,18 mol

Frasco I 
[1 mol —— 1 L
y —— 0,1 L ]  y = 0,1 mol

Frasco II 
[0,5 mol —— 1 L
z —— 0,1 L ]  z = 0,05 mol

Frasco III 
[0,75 mol —— 1 L
t —— 0,1 L ]  t = 0,075 mol

Reação: 1 H2SO4 + 2 NaOH æÆ Na2SO4 + 2 H2O

[ 1 mol —— 2 mol
w —— 0,18 mol ] 

 w = 0,09 mol  (quantidade mínima neces-


sária para neutralizar todo o
NaOH).

Assim, somente o frasco I neutralizaria todo o NaOH.

50 –
QUÍMICA 20) A fração de hidrocarbonetos que contém de 3 a 4 carbonos
apresenta-se gasosa à temperatura ambiente.
LIVRO 4 Resposta: C

Química Orgânica 21) 02) E. Álcool etílico e metanol não são obtidos por destilação
do petróleo.
Capítulo 1 – Petróleo 08) E. O éter de petróleo é uma mistura de hidrocarbonetos.
Resposta: Corretos: 01, 04 e 16.
8) Combustíveis fósseis: gasolina, carvão mineral, gás natural
(CH4), diesel. 23) O petróleo A é mais pesado que o petróleo B (VVFFV).
Metanol Æ álcool Resposta: D
Óleo de canola Æ óleo vegetal
Resposta: B 25) Para compostos com massas moleculares próximas, a rami-
ficação da cadeia diminui o ponto de ebulição.
9) Metano Æ principal constituinte do gás natural. Resposta: D
Resposta: A
26) Estimativa das reservas de petróleo.
10) Aumenta a temperatura na torre de fracionamento, aumenta Mínima: 5 bilhões de boe
o tamanho da cadeia do derivado obtido. Máxima: 8 bilhões de boe
Resposta: B
Cálculo a partir da estimativa mínima:
11) I: gás de cozinha 1 boe –––––––– 159 L
II: gasolina 5 . 109 boe –––––––– x
III: óleo diesel x = 7,95 . 1011 L de petróleo
IV: asfalto Do total, 20% obtém-se gasolina.
Resposta: A 7,95 . 1011 L ––––––– 100%
y ––––––– 20%
12) Quanto menor a cadeia carbônica, mais volátil é o hidro- y = 1,58 . 1011 L de gasolina
carboneto.
Resposta: C Cálculo da massa de gasolina a partir da densidade:
m
13) Gás de cozinha (GLP): propano (3 carbonos na cadeia) e d = –––
V
butano (4 carbonos na cadeia.
Resposta: 3 m
0,72 kg/L = –––––––––––
1,58 . 1011 L
14) O éter de petróleo é obtido por fracionamento do petróleo.
Resposta: A m =1,14 . 1011 kg de gasolina

16) (2) E. A gasolina é obtida por meio da destilação fracionada Cálculo da combustão da gasolina produzindo CO2:
do petróleo. 1 C8H18 + 25/2 O2 Æ 8 . CO2 + 9 H2O
123
(3) E. O ponto de ebulição do heptano (menor cadeia) é menor  
que o do octano (maior cadeia).
114 g ––––––––––––––––– 8 . 44 g
Resposta: Corretos: 1 e 4
1,14 . 1011 kg –––––––––– z
z = 3,52 . 1011 kg @ 3,52 . 108 ton de CO2
17) Índice de octanagem:
Resposta: A

0 100
冢 冣
141,5
Heptano Isoctano 27 °API = ––––––– – 131,5
(2,2,4-trimetilpentano) r

Quanto mais próximo ao índice 100, melhor a qualidade da 141,5


28 = –––––– – 131,5
gasolina. QUI-0005448-a r
Resposta: A
r = 0,89
Resposta: B
18) Gasolina com iso-octano puro tem octanagem 100.
Resposta: E
28) Uma fração constituída por hidrocarbonetos de massa mole-
cular elevada sofre craqueamento catalítico para produzir
19) Cracking ou craqueamento:
hidrocarbonetos de cadeias menores.
“Quebra de cadeias maiores em cadeias menores”.
Resposta: E
Resposta: C

– 51
29) A hulha é fonte de compostos aromáticos.
Resposta: D

30) A hulha é uma variedade de carvão de origem vegetal que por


destilação seca produz carvão coque em maior quantidade,
além do alcatrão, que é de grande importância para a indústria
química.
Resposta: D

31) 1) E.
O carvão obtido na equação I não é um hidrocarboneto.
2) C.
x 1+ 2–
Carvão I: C20H22O4
20x + 22 – 8 = 0 \ x = – 0,7
x 1+ 2–
Carvão II: C22H20O3
22x + 20 – 6 = 0 \ x = – 0,63
– 0,7 < – 0,63
3) C.
55%
Turfa: ––––– = 9,17 (4 000 a 5 700 cal)
6%
70%
Linhito: ––––– = 14 (5 700 cal)
5%
82,5%
Carvão betuminoso: –––––– = 16,5 (5 700 cal a 8 100 cal)
5%
92%
Antracito: ––––– = 31 (8 200 a 9 200 cal)
3%

4) E. O carvão betuminoso é uma mistura.


Resposta: E, C, C, E

32) 1) I. C
Carvão I: M = (20 x 12 + 22 x 1 + 4 x 16) g/mol = 326 g/mol


326 –––––– 100%
x = 73,6% de C Æ linhito
240 –––––– x
Carvão II:M = (22 x 12 + 20 x 1 + 3 x 16) g/mol = 332 g/mol


332 ––––– 100%
x = 79,5% de C Æ carvão
264 ––––– x betuminoso
2) E.
Será ácido.
3) C.
A turfa e o antracito têm densidades diferentes e, portanto,
podem ser separados por flotação (sedimentação fracio-
nada) na qual se utiliza um líquido com densidade
intermediária.
4) E.
As reservas de carvão do país estão situadas na região Sul.
O Brasil não é autossuficiente em relação ao que consome.
5) C.
O carvão é combustível fóssil.
Resposta: C, E, C, E, C

52 –
QUÍMICA 14) Para ocorrer a formação de um polímero de adição, o monô-
mero deve ser insaturado. O único que pode fazer uma reação
LIVRO 4 semelhante é o propileno.

Química Orgânica

Capítulo 2 – Polímeros

11) Os plásticos são polímeros (moléculas maiores) formados pela


união de monômeros (moléculas menores).
Resposta: C

12) (1) Correto.

(2) Correto. Os polímeros de adição são formados a partir de


monômeros insaturados.
15) 1) n H2 C CH2
( C
H2
C
H2 ) n
Polietileno (9)
(3) Errado.
H

(4) Errado.
2) n H2 C CHCl
( C
H2
C

Cl n
)
PVC (5)

H H

Em uma adição o H vai para C mais hidrogenado da dupla.


3) n H2 C C
( C
H2
C
) n

13) a) I. CaO + 3C CaC2 + CO


Poliestireno (6)
(X) Carbeto de Cálcio

II. CaC2 + 2H2O

III. H C C H + HCl
Ca(OH)2 + H

H 2C C
C

H
C H 4) n C
F2
C
F2 ( C
F2
C
F2 )
n
Teflon (7)
Cl (Y) Cloreto de vinila
H
Resposta: C

( )
H
IV. n H2C C C C QUI-0005105-a
H2
Cl Cl n PVC
16) H H

( )
b) Reação de Adição: III e IV.
Rend 50%
50% n C C C C
Rend QUI-0005102-b
CaO
c) CaO CaC2
CaC H2 H2
n
2
1 mol
1 mol 0,5 mol
mol
0,5

Vinilbenzeno Poliestireno
Rend 50%
Rend 50%
CaC2
CaC H
H C C
C C H H Resposta: D
2
0,5 mol
0,5 mol 0,25 mol
0,25 mol
QUI-0005106-a
Rend 50%
H
H C C
C C H Rend 50% H
H H2C C C
C H
H
2
0,25 mol
0,25 mol 17) Para formar polímeros de adição o monômero deve ter cadeia
Cll
C insaturada.
0,125 mol
0,125 mol

H
H H
H

( )
Rend 100%
nH
n H2CC C Rend 100%
C C
C C
C
2
H2 Resposta: D
Cll
C
H 2 Cll n
C n
0,125 mol
0,125 mol

1 mol
mol de
de H
H2CC = CHCl 62,5g
1 2 = CHCl 62,5g
0,125 mol
0,125 mol xx

xx =
= 7,81g
7,81g

– 53
QUI-0005103-a
QUI-0005103-a
( )
22) Os polímeros que contêm halogênios são:
18) n C C C C
H

( ) ( )
H2 H2 H2 H2
n
PVC C C TEFLON C C
Polietileno A H2 F2 F2
Cl n n
H H Resposta: D
n C
H2
C

Cl
( C
H2
C
)
Cl PVC
QUI-0005113-b
23) A borracha natural é obtida a partir do monômero

B Poli (cloreto de vinila)

e para sua vulcanização usamos enxofre (S)


H H

( )
Resposta: E
n C C C C
H2 H2 24) Os dois polímeros são formados a partir do
CN CN n
Poliacrilonitrila H2 C C C CH
C 2
fibra usada na 2-metil-1,3-butadieno
produção de roupa C CH3 H
e são isômeros geométricos
Resposta: B cautchu (cis) guta-percha (trans)
QUI-0005115-a
Resposta: C
QUI-0005108-a
19) O líquido de expansão deve ter ponto de ebulição menor que
90°C, logo os compostos I e II podem, porém o líquido II pode 25) Acrilamida é a amida do ácido acrílico:
ser polimerizado (insaturado).
Logo, o liquido que tem PE menor que 90°C e não pode ser a)
polimerizado é o líquido I.
Resposta: A
b) Acrilato de metila é o éster do ácido acrílico:
20) O monômero é polimerizado (M Molec = 46800u), logo o
monômero é o estireno
H

C C C8H8: M Molec = 104u


H2

Na fórmula fornecida temos 3 grupos estireno, logo


= 46800 n = 150
[3 . 104] nQUI-0005109-a 26) Baquelite é um polímero de condensação formado a partir dos
monômeros
Resposta: D

21) (1) Correto. Destilação fracionada.

(2) Errada.
A borracha é obtida a partir de um alcadieno conjugado.

n C C C
H2
CH3 H
C
H2
ADIÇÃO 1,4
( C C C
H2
CH3 H
C
)
H2 n
Resposta: D

27) Poliésteres são formados a partir da reação entre um diácido


e um diálcool (esterificação).
(3) Errado. É formado a partir de apenas um tipo de monômero
O O
QUI-0005110-b
. IV HO C C OH e HO C C OH
H2 H2

Copolímeros são formados por dois tipos de monômeros. Resposta: E

(4) Correto. QUI-0005119-b

28) O polímero formado apresenta a função éster C O ,


logo um poliéster.
O
Resposta: D

QUI-0005120-a

54 –
Na primeira etapa usamos 6 . 103 mol de H2 e na segunda
29) a) n HO C C OH + n HO C C OH 2nH2O +
etapa 4 . 103 mol de H2, logo um total de 1 . 104 mol de H2.
O O H2 H2

b)
+
( C
O
C
O
O C C
H2 H2
O
)n

Poliéster

b) n HO C C OH + n H2N (CH2)4 NH2 2nH2O +


O O QUI-0005121-b

( )
34) No processo de osmose ocorre a passagem de solvente (H2O)
+ C C N (CH2)4 N
da solução que tem menor concentração de partículas
O O H H n
dissolvidas para a solução de maior número de partículas
Poliamida dissolvidas.
Pelo enunciado, o polímero tem capacidade de absorver H2O
30) Dácron é uma fibra sintética, nome usual do poliéster. (polar). Logo, também tem de ser polar.
QUI-0005122-b Isso ocorre no grupo COO–Na+
Resposta: D
|  
31) Dácron é um poliéster obtido pela reação do ácido tereftálico
Resposta: B
(benzenodioico) e etanodiol (glicol) reação equacionada no
item a da questão 29.
35) a) Polietileno é um polímero de adição e náilon um polímero
Resposta: D
de condensação.
32) O Lexan apresenta em sua estrutura o grupo
O b) p = i . R . T . M
O C O (Carbonato) 1,64 . 10–2 atm = 1 . 0,082 . 300 . M
1,64 . 10–2
logo é um policarbonato. M = ––––––––––––
0,082 . 300
Resposta: C QUI-0005123-a
33) a) Na primeira etapa produz um dos monômeros do náilon 66 M = 6,6 . 10–4 mol/L
o ácido adípico:
1L –––––––– 6,6 . 10–4 mol
0,10L –––––––– x
x = 6,6 . 10–5 mol

6,6 . 10–5 mol –––––––– 3,2g


1 mol –––––––– y
3,2
y = ––––––––––––
6,6 . 10–5

Guardamos 1 . 103 mol de ácido adípico e continuamos a reação y = 0,48 . 105 \ y = 48000g
com 1 . 103 mol para produzir outro monômero, 1,6-diamino-hexano: M = 48 000 g/mol
+NH3
HOOC(CH2)4 COOH N C (CH2)4 C N +
-H2O
Ácido adipico
36) a)
1 mol 1 mol

3 3
1.10 mol 1.10 mol

+ 4H2 H2 N (CH2)6 NH2


b)
1,6-diaminoexano
4 mol 1 mol

3 3
4.10 mol 1.10 mol

QUI-0005125-b – 55
O O
37) a) n C C +n HO C C OH 41) a)
H2 H2
HO OH

( )
O O
b) I 6CO2 + 6H2O C6H12O6 + 6O2
C C O C C O + 2n H2O
H2 H2 6 mol 1 mol
n
PET
II C6H12O6 2 C2H5OH + 2 CO2
Plástico biodegradável tem cadeia alifática e o PET tem
1 mol 2 mol
QUI-0005129-b
cadeia aromática (não biodegradável).

b) é mais polar que , logo III 2 C2H5OH 2 H2 C CH2 + 2 H2O

2 mol 2 mol

Descontando 2 mols de CO2 formados na reação II, temos:


apresenta maior PE e menor pressão máxima de vapor. Além
disso, o etilenoglicol estabelece maior número de ligações de QUI-0005137-b
hidrogênio.

38) Analisando a reação:

O O
C C O C C O + 2nH3C OH
H2 H2
n X = metanol

10C; 4O; 8H
42) 01) Errado.
O
||
O O  H3C — C — O — C — CH3 éster
H2
n H3C O C C O CH3 + n HO C C OH
O poliéster é formado pela reação ácido + álcool.
H2 H2
O acetato de etila não polimeriza.
12C; 6O; 16H
02) Correto.
Resposta: B
QUI-0005132-b 훿
39) a) Substituindo um R pelo grupo — CH3 e outro pelo — H,
temos:

04) Errado.
O monômero usado para formar o polietileno é o
H2C = CH2 (etileno)

b) 08) Errado.
Baquelite é um polifenol formado pela reação entre fenol
e metanal.

c) C3H6O3 + 3O2 Æ 3CO2 + 3H2O

40) O monômero usado para formar o polipropileno é o propileno.

H3 C C CH2 na forma de bastão


16) Errado.
H O monômero é o etileno (H2C = CH2)
Resposta: D

56 –
QUI-0005135-a
43) Substituindo o fosgênio (COCl2) pelo carbonato de metila
[CO(CH3O)2] no lugar de 2 HCl iremos encontrar 2 CH3OH
(metanol).

O C tem 4 elétrons na última camada e os usa para fazer 4


ligações covalentes, portanto o C não tem pares de elétrons
não ligantes.

O O
44) HO C C OH + H N N H 2nH2O +
n n
H H

O O

+
( C C N

H
N

H n
)
Poliamida

Isômeros de posição do p-diaminobenzeno:


NH2
QUI-0005145-b
NH 2

NH2 ou
NH2
ORTO META

45) Copolímero (2 tipos de monômeros A e B) termofixo: políme-


QUI-0005146-a
ros de rede tridimensional (entre cadeias poliméricas temos
ligação covalente).

Resposta: B

– 57
QUÍMICA 13) a) O O
H2C C—C H2C C—C
LIVRO 4 |
OH
|
NH2
H H
Química Orgânica
ácido acrílico acrilamida
Capítulo 3 – Bioquímica
b) Asparagina, por apresentar grupo amida.

( )
8) Caráter anfótero é apresentado pelos aminoácidos:
H H

c) n CH2 C CH2 C

C C
H2 N O H2 N O
n
POLIACRILAMIDA
Resposta: B
14) Além das funções amina e ácido carboxílico, encontramos:
9) As moléculas de proteínas são principalmente formadas pela |
condensação de -aminoácidos: C — QUI-0005423-b
C — OH
O H2
H H N
2
| O
amida álcool
R— C — C
| Resposta: E
OH
NH2
o que ocorre com moléculas II e IV. 15) Na reação direta unimos 2 moléculas com retirada de H2O \ uma
Resposta: C condensação.
Na reação inversa a H2O quebra a molécula formando dois
10) Quanto mais ácida a solução menor o valor do pH: compostos \ uma hidrólise.
H Resposta: A
O
|
Alanina: H3C — C — C
| 16) São proteínas:
NH2 OH Colágeno, queratina e hemoglobina
1 grupo ácido e 1 grupo básico, pH próximo ao neutro (II): Resposta: D
5,5 – 6,0. O
||
H 17) No composto formado encontramos o grupo — C — N — (amida)
O O
| |
Aspartato: C—C—C—C H
H2 | Resposta: B
HO NH2 OH

2 grupos ácidos e 1 grupo básico, pH ácido (3,0 – 3,5) (I). H+


H æÆ
18) Proteína + H2O æ aminoácidos
O
|
Lisina: H2N — C — C — C — C — C — C
H2 H2 H2 H2 | Aminoácidos se unem para formar proteínas (condensação).
OH Na reação inversa a molécula de proteína reage com H2O
NH2
formando aminoácidos (hidrólise).
1 grupo ácido e 2 grupos básicos, pH básico (III) 9,0 – 10,0.
Resposta: E
Resposta: C

19) Ligação peptídica ou amídica:


11) Na tirosina temos os grupos:
O
O ||
—C—N—
Ácidos e —C e o grupo básico — NH2 |
(amina) H
OH
Resposta: C
ácido
carboxílico
Resposta: D 20) (I) Correto.
As 3 substâncias têm o grupo — NH2 (amina) e
H H
O O
| |
12) a) C — C* — C — C — CH3 —C (ácido)
| H2 |
HO NH2 CH3 OH

Ácido-2-amino-4-metilpentanoico (II) Errado.


A glicina não apresenta C quiral.
b) Leucina por apresentar C quiral.

58 –
(III) Correto. 25) (I) Errado.
Como são aminoácidos, têm caráter anfótero podendo São isótopos, têm mesmo número de prótons (Z) e a
reagir com ácido e base. diferença está no número de nêutrons.
Resposta: E (II) Certo.
(III) Certo.
H O O H O HNO3 + NH3 Æ NH4NO3
21) H2N C C + H N CH2 C + H N C C Resposta: E

CH3 OH H OH H (CH2)2 OH 26) a) Fórmula molecular = C4H7N3O


O Creatinina
Alanina Glicina C
Massa molar = 113 g/mol
OH
Cálculo da concentração de creatinina em g/L:
Ácido glutâmico
1 mol –––––––– 113g
H O O H O
1,2 . 10–4 mol/L –––––––– x
H2 N C C N CH2 C N C C + 2H2O x = 135,6 . 10–4g/L
CH3 H H (CH2)2 OH Transformação de unidades:
O 135,6 . 10–4 g –––––––– 1L
C
135,6 . 10–1 mg –––––––– 1L
OH
135,6 . 10–1 mg –––––––– 10dL
2 ligações peptídicas y –––––––– 1dL
Resposta: B QUI-0005428-b y = 1,35 mg/dL Taxa de creatinina encontrada

Faixa aceitável entre 0,5 e 1,5mg/dL. Logo, resultado


22) a) normal, portanto deve ser fornecida a ração normal.
b) Rango deveria se preocupar com o teor de proteína bruta
já que no metabolismo das proteínas, forma-se ureia, o
H H que contribui para o aumento da concentração desta
O O
substância no sangue.
b) H2N C C + H N C C
27) I. Correta.
CH3 OH H CH3 OH
É um aminoácido de cadeia aberta.
II. Correta.
H O H O O carbono 2 é C quiral.
H2O + H2N C C N C C III. Correta.
OH
Como o grupo amino tem caráter básico, reage com ácido.
CH3 H CH3

23) 4 dipeptídeos
Glicina + glicina QUI-0005430-b
Alanina + alanina
Glicina + alanina IV. Correta.
Alanina + glicina
Resposta: C

24) a)

b)

Resposta: A

28) A desnaturação de uma proteína é a perda de sua atividade


biológica, causada por calor, ácido, base ou outros agentes. A
desnaturação muda a estrutura secundária, terciária e
quaternária da proteína.
Resposta: A

– 59
29) a) A proteína B tem maior teor de lisina e a proteína A, maior 51) a) A fermentação forma gás carbônico que borbulha na so-
teor de aspartato. Uma vez que a cadeia lateral da lisina lução.
tem carga positiva, essa sofrerá repulsão das partículas b) C12H22O11 + H2O Æ 4C2H5OH + 4CO2
do meio e sairá primeiro.
O aspartato tem cadeia lateral negativa, terá maior intera- 52) O polímero representado (celulose) é formado pela união de
ção com as partículas carregadas na coluna, saindo por moléculas de glicose (C6H12O6).
último. Resposta: C

b) 53) a) Na polimerização há eliminação de H2O. A ligação entre


os carbonos 1 e 4 ocorre por um átomo de oxigênio sendo
a fórmula do amido (C6H10O5)n.

H OH éter H OH
O O
Glicina-alanina-leucina (Gly-Ala-Leu) OH H OH H
4
1
H H H H
42) Glicídio é um poliálcool aldeído ou poliálcool cetona. H H
O O
Resposta: C H2COH H2COH n

43) Poliálcool, cadeia linear, grupo aldeído, fórmula Cn(H2O)n: é b) Outro polímero de glicose é a celulose (C6H10O5)n.
uma aldose. QUI-0005432-b
Resposta: D 54) O álcool é obtido a partir da cana de açúcar que, na fotossín-
tese, absorve CO2. Quando a cana é transformada em álcool e
44) Açúcar pode ser poli-hidroxialdeído ou poli-hidroxicetona (erro este é queimado formando CO2, este CO2 produzido foi re-
1). Tem fórmula geral Cn(H2O)n (erro 2) e celulose não é dige- centemente absorvido da atmosfera.
rível (erro 3). Resposta: D
Resposta: C
55) Glicose – frutose: isomeria de função
45) Na reação: Glicose – galactose: isomeria óptica
H2SO4 Resposta: E
ææÆ éster + H O
Ácido + álcool ææ 2

56) I. Correta.
o ácido catalisa as duas reações, a direta (esterificação) e a
II. Errada.
inversa (hidrólise).
É obtido a partir de resíduos vegetais.
Resposta: D
III. Errada.
Como tem C, forma CO2 na queima.
46) (1) Errado.
Resposta: A
O carboidrato formado é a glicose.
(2) Correto.
(3) Correto. 57) (01) Errado.
1 mol de glicose tem 6 mols de C, 12 mols de H e 6 mols
nC6H12O6 Æ (C6H10O5)n + n H2O
de O.
(4) Errado.
(02) Correto.
Não forma sacarose.
Tem C quiral.
(04) Errado.
47) Os açúcares mais simples são solúveis em H2O porque, como
C6H12O6 + 6 O2 Æ 6 CO2 + 6 H2O
a H2O, são polares e fazem pontes de hidrogênio e oxidam-se
123 123
facilmente, pois o grupo aldeído é facilmente oxidado a ácido 1 mol 6 mol
carboxílico.
6 mol Æ 6 x 32 g = 192 g
Resposta: D
(08) Correto.
H+
C12H22O11 + H2O æÆ C6H12O6 + C6H12O6
48) O aparelho digestivo humano não digere a celulose.
glicose frutose
Resposta: D (16) Correto.
(32) Correto.
49) 1 C6H12O6 Æ 2 C2H5OH + 2 CO2 É um monossacarídeo (ose).
Resposta: E
58) a) Conforme o gráfico fornecido, a composição do gás cole-
H+
50) (C6H10O5)n + n H2O æÆ nC6H12O6 (hidrólise) tado corresponde ao ar atmosférico: 20% de O2 e 80% de
celulose N2 (instante zero).
fermento
C6H12O6 ææææÆ 2C2H5OH + 2CO2 (fermentação) b) Entre o instante 1,2 e 11,5 (ausência de O2)
glicose c) Entre o instante 3,5 a 11 (presença de CH4)
Resposta: D CH4 + 2 O2 Æ CO2 + 2 H2O

60 –
H OH O

Unidade monomérica Anidrido

59) a) 2 H2S + 3 O2 Æ 2 H2O + 2 SO2 O


CH4 + 2 O2 Æ CO2 + 2 H2O
CH2O C CH3
b) Indesejável é o H2S, venenoso, e sua queima forma SO2, O
H H O
um dos responsáveis pela chuva ácida; outro gás inde-
sejado é o CO2 que não é combustível e é um dos O + 3 CH3 C OH
OCOCH3 H
responsáveis pelo efeito estufa. H

H O C CH3
60) a) 1 m3 –––––––––– 0,07 m3 de biogás
4 . 106 m3 ––––––––– x O
x=4. 106 . 0,07 \ x = 0,28 . 106 m3 de biogás
b) Unidade + 3 anidrido Æ
Monomérica 1442443
0,28 . 106 m3 –––––– 100% 1442443 QUI-0005433-b
3 mol
y –––––– 60% de CH4 1 mol
Ø Ø
y = 1,68 . 105 m3 de CH4
162g –––––––––––––––––– 3 . 102g
972g –––––––––––––––––– x
1 m3 de CH4 –––––– 1 L de gasolina 972 . 3 . 102
1,68 . 105 m3 ––––– z x = ––––––––––– \ x = 1836 g
162
z = 1,68 . 105L de gasolina
c) 1 unidade ––––––––– 162g
b) CH4 + 2O2 Æ CO2 + 2H2O + energia y ––––––––– 4,86 . 105g
4,86 . 105
y = ––––––––––
162
61) (01) Correto.
Carbonos 2, 3, 4 e 5
y = 3000 unidades
(02) Correto.
(C6H10O5)n
64) No enunciado encontram-se compostos que aparecem nas
(04) Correto.
reações:
nC6H12O6 Æ (C6H10O5)n + nH2O
I) (C6H10O5)n + n H2O Æ n C6H12O6
(08) Errado. amido glicose
6 CO2 + 6 H2O Æ C6H12O6 + 6O2
III) C12H22O11 + H2O Æ 2 C6H12O6
recebe “e”
4+ 0 sacarose glicose e frutose
sofre redução
(oxidante)
V) C6H12O6 Æ 2 H3C — C — OH + 2 CO2
(16) Errado. H2
Carbono com apenas simples-ligação é tetraédrico. glicose etanol
Resposta: C
(32) Errado.
Isomeria óptica (C quiral).
65)
(64) Correto.

62) O polietileno é um plástico, um minério é insumo para a


obtenção do alumínio e a madeira, insumo para produção de
papel. A embalagem impede a entrada de ar (O2) evitando a
oxidação das vitaminas.
Nas alternativas d, e temos cetoses; na alternativa a, ácido
Resposta: B
carboxílico; na alternativa b, há somente cinco átomos de
carbono
63) a) Equação química:
Resposta: C
CH2OH O
O
H H3 C C 66) a) Diabetes
O + 3 O b) Menores teores de amilopectina em relação a amilose.
OH H c) O índice glicêmico está relacionado com o teor de açúcar
H H 3C C
produzido pela digestão do amido.
H OH O

Unidade monomérica Anidrido

O – 61
CH2O C CH3
O
74) 80) a)

Resposta: D

75) A reação contrária a esterificação é chamada de hidrólise.


Triéster + 3 H2O Æ
 ácido graxo + glicerol (glicerina)
Resposta: C

76) C17H31COO CH2 b) Pela reação acima:


C17H33COO CH 1 mol de gordura + 3 mol de NaOH Æ 3 mol de sabão (sal)

C17H35COO CH2 1,2 . 10–3 mol de gordura Æ x mol de NaOH


x = 1,2 . 10–3 . 3
É um triéster no qual predomina grupo insaturado.
x = 3,6 . 10–3 mol de NaOH
AI_QUI0003731a
C17H33COO — (1 dupla)
C17H31COO — (2 duplas) \ temos excesso de 1,4 . 10–3 mol de NaOH
Resposta: C Logo
1 mol de gordura ––––––– 3 mol de sabão (sal)
H 1,2 . 10–3 mol ––––––– y

77) H2C C CH2 y = 3,6 . 10–3 mol de sabão


OH OH OH
Na glicerina não há carbono quiral.
Resposta: E 81) a) Detergente (alquilsulfônico)
AI_QUI0003732a Aparece no grupo sulfônico o átomo de enxofre (S).

O
b) C12H25 O4X Na
78) H2 C OH OH H2 C O C R
O M = 288g/mol
O 288g = 12 . 12g + 25 . 1g + 4 . 16g + x + 23g
H C OH H C O C R
O C O 288g = 144g + 25g + 64g + x + 23g

H2 C OH R H2 C O C R 288g = 256g + x
x = 288g – 256
Triéster
(lipídio)
x = 32g \ 32 g/mol

Resposta: B
QUI-0005436-b 82) O ácido graxo saturado é o ácido esteárico:

CH3 — (CH2)16 — COOH


79) Óleo vegetal é um triéster de cadeia predominante insaturada
e a gordura é um triéster de cadeia predominante saturada.
O ácido graxo insaturado trans é o ácido elaídico:
H2
ÓLEO GORDURA
CH3 — (CH
— 2)7 H
C C + H2 C C —
C = C—

H H H (CH2)7 — COOH
Resposta: B
Resposta: E

QUI-0005437-a AI_QUI0001320a

62 –
83) Temos: O O
O O b) C17H29 C + 3I I C17H29I6 C
X
C17H33 C + H2 C17H35 C OH 3 mol OH
OH hidrogenação OH
1 mol
Ácido oleico Ácido esteárico I
278 g 3 mol 5,56 . 3
x= x = 0,06 mol de I2
HO CH2 5,56 g x 278
O
Y
3 C17H35 C + HO CH O
esterificação
OH H2C O C R QUI-0005440-b
H C OH 2
Ácido esteárico HO CH2 O O
Glicerina 88) H C O C R + 3 HO CH3 H C OH + 3 R C O CH3
O Metanol
O Éster metilico
H2C O C R H2C OH
C17H35C O CH2
Óleo 1,2,3-propanotriol
O
3 H2O + C17H35C O C H Resposta: D
O
C17H35C O CH2
QUI-0005441-b
89) Óleo vegetal + H2 Æ margarina
(triéster insaturado) (triéster saturado)
gordura II (éster)
Para transformar óleo vegetal em margarina, usamos a hidro -
O
Z genação catalítica.
GORDURA + NaOH GLICERINA + 3 C17H35 C
Saponificação Resposta: D
- +
O Na
sabão III
90) O ovo tem maior quantidade de proteína (I). A farinha de trigo
Resposta: E é rica em caboidratos III, logo, leite de vaca é o alimento
QUI-0005439-b balanceado II.
O Resposta: B
84) Ácido saturado CnH2n+1 — C
OH 91) A = (C6H10O5)n carboidrato (farinha de trigo)
O
| || |
Logo, ácido palmítico é saturado: C15H31 — COOH; ácido B = — C — C — N — C — apresenta a ligação peptídica, logo
linoleico, C17H29COOH, é insaturado (3 duplas), porém, como | | |
H
PF = – 11°C, a 20°C estará na forma líquida; ácido erúcico, uma proteína (gelatina); C = triéster, portanto, uma gordura
C21H41COOH, é insaturado (1 dupla), como seu PF = 34°C, (manteiga).
estará a 20°C na forma sólida. Resposta: B
Resposta: B
92) Xisto é uma mistura de hidrocarbonetos:
85) Na reação de saponificação de gordura obtemos glicerol e
sabão (sal de ácido carboxílico).
Resposta: E

O
|
86) a) Função éster — C — O — C —
|
Rica em proteínas é a clara de ovo.
Resposta: A
b)
93) Iremos contribuir para o meio ambiente coletando o óleo
usado e levando às empresas de produção de biodiesel.
Resposta: B

94) (I) Pela hidrogenação do óleo, este é transformado em gor-


87) a) C18: 3w3 é um ácido graxo que tem 18Cs, 3 duplas e a
dura (margarina).
primeira dupla no C3.AI_QUI0003747a
Uma fórmula possível é a seguinte:
(II) A reação de um éster com NaOH é a reação de sapo-
O nificação produzindo sabão.
H3 C CH2 CH CH CH CH CH CH (CH2)9 C (III) A reação de um óleo com etanol é a reação de transes-
terificação produzindo glicerol e biodisel.
OH
Resposta: C

– 63
QUI-0006703-b
95) a) Manteiga, pois ela aumenta o HDL, o colesterol bom.
b) Não deve usar muito, pois tanto a manteiga como a
margarina aumentam o colesterol ruim, o LDL.

96) I. Correto.
H2 + CO æÆ H3C — OH pode voltar para a produção
metanol de biodiesel

II. Correto.
H2 + CO Æ CnH2n+2
n = 6 a 10 (componentes de gasolina)

III.Errado.
Gás de síntese contém CO que é tóxico.
Resposta: D

97) I. Errado.
O óleo de soja original é mais rico no ácido D (2 duplas).
II. Correto.
Ácido trans é o ácido B que a partir de 30 minutos é
formado mais rapidamente.
III. Correto.
Aumenta o percentual de gordura trans B.
Resposta: E

64 –