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SUMÁRIO

1-INTRODUÇÃO ................................................................................................ 4

2-HISTORICO ................................................................................................... 4

3- OBJETIVO GERAL........................................................................................ 5

4- OBJETIVO ESPECÍFICO .............................................................................. 5

4.1- INDICAÇÕES E BENEFÍCIOS ..........................................................

4.2- TRAÇADORES...................................................................................

4.3- CICLOTON .........................................................................................

4.4- RADIOFÁRMACOS E RADIOISÓTOPOS..........................................

4.5- TIPOS DE RADIAÇÕES UTILIZADAS NA MEDICINA NUCLEAR .....

4.6- EXAMES REALIZADOS PELA MEDICINA NUCLEAR ......................

4.7- EQUIPAMENTOS ..............................................................................

4- DESENVOLVIMENTO ................................................................................. 13

5- CONCLUSÃO .............................................................................................. 14

6- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................ 15

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1- INTRODUÇÃO

Você sabia que existe uma área da medicina que aplica radiação nas
pessoas?
Não? Pois hoje você saberá mais sobre esse assunto.
A área da qual se fala é a medicina nuclear, ela é uma ramo da medicina,
que faz a utilização de isótopos radioativos e radiações gama para realizar
diagnósticos e tratamentos de patologias.

2- HISTÓRICO
A medicina nuclear é uma especificidade médica que se iniciou devido à
descoberta da radioatividade natural, pelo físico Francês Antoine Henri
Becquerel em 1896, quando o mesmo estudava cristais de urânio, o primeiro
isótopo natural descoberto.
E em 1898, o casal Pierre Curie e Marie Curie, descobriu o Polônio, através
da análise de um urânio.
Essas descobertas concederam a Becquerel e ao casal Curie, o prêmio
Nobel de Física em 1903.
A medicina nuclear (imageamento nuclear) possui dois sistemas de
decaimentos radioativos, que homenageiam seus descobridores, o sistema
internacional (Bq) e o sistema convencional (Sc) em Curie.

Pierre Curie e Marie Curie Antoine H. Becquerel

A primeira aplicação da medicina nuclear foi em 1946, para o tratamento


terapêutico de um paciente com hipertireoidismo, o radioisótopo utilizado no
tratamento foi o Iodo 131 ou I-131.

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A medicina nuclear faz o uso de técnicas seguras e indolores, empregando
pequenas quantidades controladas de radiação através de substâncias
radioativas com intuito de realizar diagnósticos, tratamentos terapêuticos e
contribuir em procedimentos cirúrgicos.

3- OBJETIVO GERAL
A medicina nuclear parecer ser perigosa devido o fato de fazer a utilização
de materiais e substâncias radioativas no tratamento de algumas doenças.
E também existe o fato de possuir um alto custo, não estando disponível
para todos que necessitam realizar exames com imageamento nuclear.
Porém, a medicina nuclear realiza exames que são indolores, não causando
desconfortos no paciente apesar de utilizar radiação e substâncias radioativas,
podendo causar apenas alergias em certas pessoas, mas para isso é feita a
anamnese do paciente para evitar esses tipos de importunos, ela é
considerada bastante segura devido o fato de que para cada exame a ser
realizado existe uma quantidade controlada de radiação e substâncias
radioativas a serem administradas no paciente, logo o mesmo não será
exposto a uma dose desnecessária de radiação e toda substância que for
administrada no paciente possui meia- vida curta e logo são expelidas pelo
organismo. E apesar de ter um custo elevado, os exames da medicina nuclear
estão disponibilizados no Sistema Único de Saúde (SUS).
A medicina nuclear é um avanço físico e tecnológico, que busca ajudar
pessoas, que sofrem de determinadas patologias, através de exames
diagnósticos e tratamento terapêutico, utilizando a radiação e substâncias
radioativas como arma principal no combate contra doenças.

4- OBJETIVO ESPECÍFICO:

4.1- INDICAÇÕES E BENFÍCIOS DA MEDICINA NUCLEAR


A medicina nuclear é indicada para desígnios de diagnósticos por imagens,
mas é indicada também para tratamentos terapêuticos para determinadas
doenças, os exames são indolores, seguros e não invasivos além de não
alterarem o funcionamento do organismo. Os exames são benéficos e ajudam
a diagnosticar danos fisiológicos a órgãos como coração e cérebro e o

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funcionamento de outros órgãos como a tireóide, pulmões, rins. No caso de
uso terapêutico, a medicina nuclear tem valiosa atuação no tratamento de
hipertireoidismo e no alivio de dores provocadas por alguns tipos de câncer dos
ossos. Os exames são indicados a todas as faixas etárias, desde a primeira
infância, a adolescentes, adultos e idosos, não apresentando riscos a saúde.

4.2- TRAÇADORES
As substâncias radioativas utilizados pela medicina nuclear são os
traçadores, chamam-se assim, pois sua passagem pode ser acompanhada
pelo lado externo do corpo humano. Estes foram criados pelo químico húngaro
George de Hevesy em 1913. É um mesclado químico onde os átomos são
trocados por um radioisótopo.
No ano de 1923 Hevesy usou pela primeira vez, em animais, um traçador
natural (210Pb-pumblum-chumbo e 210 Bi- bismuto).
Antes de serem usados em animais e humanos, os traçadores foram
testados em plantas.

4.3- CICLOTON
O cicloton é um acelerador de partículas usado para produzir radioisótopos,
foi inventado e construído por Ernest O. Lawrence e M. Livingstone em 1932, o
que possibilitou a criação de radionucleídeos artificiais.
No principio, os radionucleídeos adequados às aplicações médicas eram
poucos e os estudos clínicos tinham objetivo de avaliar as glândulas tireóides e
suas disfunções usando apenas o I-131.

O Centro Integrado de Produção de Radiofármacos o Instituto de Radiologia (CinRad). Cíclotron de


16,5 MeV acoplada a uma beam line instalada, 2 sintetizadores FastLab, um sintetizador TracerLab MX e
um sintetizador Eckert-Ziegler; e um fracionador automático de doses de radiofármacos.

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4.4- RADIOFÁRMACOS E RADIOISÓTOPOS
Os radiofármacos são substâncias marcadas com elementos radioativos
denominadas radioisótopos ou radionúcleos e são utilizadas na medicina
nuclear e na oncologia, com finalidade diagnóstica e terapêutica.
Os radiofármacos em sua maioria são utilizados para o diagnóstico na
medicina nuclear. O método mais tradicional é a cintilografia que utiliza o iodo-
123 e o tecnécio 99m. O tecnécio 99m é o mais utilizado no Brasil nos exames
de cintilografia da tireóide e cintilografia renal estática. Outro método é a
tomografia por emissão de pósitrons que utiliza o flúor-18, este tem meia vida
curta e é muito utilizado na oncologia.

PRODUÇÃO DE RADIOFÁRMACOS
Um nuclídeo é um elemento com a estabilidade pelo seu número atômico(z)
e seu número de massa (a), ou seja, sua estabilidade depende do número de
prótons e nêutrons. Quando o elemento tem um núcleo instável ele emite
energia, ao emitir energia o elemento se transforma em outro elemento estável.
Quando está estável o nuclídeo é denominado radionuclídeo e emite partículas
alfa, beta negativo, beta positivo e elétrons também emitem raios gama e raios
X. Este é um processo natural chamado radioatividade.
Os radionucleídeos utilizados na medicina nuclear, tanto no diagnóstico
como no tratamento são produzidos artificialmente em reatores ou
aceleradores de partículas e geradores de radioisótopos.
Após a produção artificial dos nucleídeos os fármacos são produzidos e
fracionados, sintetizados com os nucleídeos. O processo é realizado em
instalações denominadas células quentes que protegem os trabalhadores da
radiação. Em laboratórios especializados os radiofármacos ainda passam por
processo de controle de qualidade.
O QUE SÃO RADIOISÓTOPOS
Radioisótopos se referem a isótopos que emitem radiação. Isótopos são
átomos com o mesmo número atômico e diferente no número de massa.
Isótopo do Hidrogênio:
1 2 3
H1 H1 H1

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Os isótopos do elemento Hidrogênio possuem o mesmo número atômico (1),
mas diferentes massas. O isótopo 1 é o mais comum e não é radioativo. Já o
isótopo com número de massa 2 é radioativa e dá origem a bombas de
hidrogênio e o isótopo com massa 3 ocorre em quantidades menores e
também é radioativo.

4.5- TIPOS DE RADIAÇÕES UTILIZADAS NA MEDICINA NUCLEAR


As radiações utilizadas na medicina nuclear são: Alfa, Beta e Gama.
Partícula Beta: corresponde ao elétron emitido pelo núcleo de um átomo
instável. Elétron é uma das partículas que constituem os átomos e tem carga
elétrica negativa.
As partículas Beta tem alta velocidade (cerca de 270.000 Km/s), mas sua
capacidade de penetração no tecido humano é de aproximadamente 1 cm.
Por isso, a partícula Beta pode causar danos superficiais à pele, mas não
aos órgãos, a menos que seja ingerida ou aspirada.
Partícula Alfa: é formada por duas partículas subatômicas positivas (prótons)
e duas neutras (nêutrons). Possui massa e carga elétrica maiores que as
partículas Beta, mas atinge uma velocidade menor (cerca de 20.000 Km/s).
Portanto, sua capacidade de penetração é baixa- não costuma ultrapassar a
camada externa de células mortas acima da pele.
Partícula Gama: depois de emitir uma partícula alfa ou beta, o núcleo
instável de um átomo produz ondas eletromagnéticas que constituem a
radiação gama. Assim como os raios X, os raios gama tem alta velocidade,
chegando a 300.000 Km/s.
Portanto, apresentam grande poder de penetração em diversos materiais,
inclusive o corpo humano.

4.6- EXAMES REALIZADOS PELA MEDICINA NUCLEAR


Os exames disponibilizados pela medicina nuclear expõem o paciente a uma
radiação menor do que a radiação de uma tomografia computadorizada (TC) e
de uma radiografia. Esses exames se destacam por avaliarem as funções de
vários órgãos em um único procedimento e por serem bastante seguros apesar
de utilizarem radiação.

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Esse ramo da medicina tem como métodos principais a tomografia por
emissão de pósitrons (PET/CT) e a cintilografia, ambos os métodos possuem
diversas aplicações diagnósticas para a avaliação funcional de órgãos como a
tireóide, rins, pulmões, coração e cérebro, bem como os ossos e tumores.
As imagens dos exames são apresentadas em gráficos ou em imagens
sequências, contendo informações fisiológicas e anatômicas.

 CINTILOGRAFIA

A cintilografia ou PCT – pesquisa de corpo inteiro é o exame de imagem


mais comum na medicina nuclear, ela é indicada para acompanhar o progresso
de pacientes com câncer, diagnosticar e tratar doenças. A mesma é solicitada
para que o médico consiga localizar tumores, saber esta ocorrendo metástases
e observar a progressão de doenças.
Os radiofármacos são a união de um fármaco com um radioisótopo, os
utilizados na cintilografia dependem do órgão ou sistema que será avaliado,
existem radiofármacos específicos para cada órgão ou sistema do corpo
humano. Esses radiofármacos são administrados no corpo do paciente através
de injeção, ingestão ou inalação.
Os mais utilizados são:
IODO 131- usado nos exames de tireóide
GÁLIO 67- usado para verificação da evolução de linfomas, investigar
infecções e pesquisar metástases.
A cintilografia de corpo inteiro não exige que o paciente fique em jejum,
porém recomendações devem ser seguidas de acordo com a substância a ser
utilizada.

Cintilografia de tireóide/
Cintilografia de corpo inteiro / radiologia.blog
drcarlosrey.blogspot.com 7
Em exame de cintilografia da tireóide o paciente deve ficar no mínimo 2
horas em jejum.
O paciente deve permanecer em decúbito dorsal ate que o exame, que
possui duração de 30 a 40 minutos, se conclua.
Com o Iodo 131 e o Gálio 67, o exame deve ser realizado 48 horas após a
ingestão da substância.
Com o Gálio 67, o exame deve ser realizado entre 4 e 6 horas após a
ingestão da substância.
Terminado o exame, o paciente pode realizar suas atividades normalmente,
o consumo de bastante água é indicado para contribuir na eliminação da
substância.
Antes de realizar o exame de cintilografia o médico deve ser avisado sobre
alergias, uso de medicamentos e em caso de mulheres, se são gestantes ou
lactantes, pois o exame não é indicado a essa classe por poder afetar o bebê.

 PET/CT ou PET-SCAN

A tomografia computadorizada por emissão de Pósitrons é um exame que


analisa o metabolismo de estruturas como os ossos, pulmões, coração, cérebro
e outros órgãos. O exame é eficaz para detectar cânceres, doenças no coração
e problemas neurológicos, em oncologia o PET/CT é utilizado para a detecção
de tumores e metástases. Ele é a união entre a tomografia computadorizada e
a tomografia por emissão de pósitrons, onde a medicina nuclear fornece
informações fisiológicas e a tomografia computadorizada (TC) fornece detalhes
anatômicos, assim se tem a análise fisiológica e anatômica do paciente.

A aplicação da substância radioativa – radiotraçador é feita de forma


intravenosa (diretamente na veia), a substância por sua vez concentra-se na
área a ser examinada, ocorrendo a emissão de raios gama que são detectados
pelo equipamento.
A injeção de glicose composta pela substância radioativa percorre pelo
corpo inteiro se concentrando em maiores quantidades nos tecidos tumorais,
pois os tumores malignos por terem metabolismo acelerado, consomem mais
glicose que um tecido normal.

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O PET/CT é colabora nos casos de suspeitas de metástases e no
diagnóstico para diferenciar nódulos (tumores) benignos e malignos.
No exame de PET/CT o paciente deve permanecer em decúbito dorsal até
que se finalize o exame e se obtenham as imagens, a duração do exame é de
estipuladamente 2 horas, o paciente deve estar em jejum 6 horas antes do
procedimento, evitando o consumo de carboidratos (massas, arroz, doces,
pão).
A preparação do paciente é de extrema importância, pois influencia no
resultado do exame.
O PET realizado juntamente com a tomografia computadorizada (TC),
oferece um resultado mais rico em detalhes do que os exames citados feitos
separadamente.
São diversos os radiofármacos utilizados no PET/CT, porém o mais utilizado
é o Fluordesoxiglicose marcado com Flúor-18/18F-FDG. Semelhante a glicose,
a sua diferença se encontra no fato de que ao entrar na célula não pode ser
transformado em energia. As células que consumirem mais glicose terão maior
concentração de radiação sendo logo detectadas pelo aparelho.
O 18F-FDG é utilizado em exames oncológicos e neurológicos em casos de
demências e epilepsias refratárias.
O PET com 18F-FDG só é indicado em casos de câncer pulmonar, linfoma,
câncer de mama, melanoma, câncer de esôfago, câncer colo-retal.
O 18F-fluoreto- FNA-F18 é utilizado para avaliação óssea e detectar
anormalidades esqueléticas.

F18-FDG

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4.7- EQUIPAMENTOS
Os equipamentos que trabalham na formação de imagens em medicina
nuclear são denominados GAMA-CÂMARA, CÂMARA DE CINTILAÇÃO ou
CÂMARA ANGER. Esses equipamentos são constituídos de um detector de
radiação gama, um sistema digital que processa os sinais recebidos e um
computador.
A gama - câmara ou câmara anger foi criada pelo engenheiro elétrico e
biofísico Hall Oscar Anger em 1960, originalmente ela é formada por tubos
detectores de vácuo, um detector de raios gama, com um cristal de cintilação
de iodeto de sódio que se ativa com Tálio, este converte os raios gama em
fótons de luz (fluorescência). Esses fótons são detectados pelo equipamento e
seus níveis de intensidade são computados, as imagens são feitas com a ajuda
de um computador que se encontra acoplado ao equipamento.

Gama-câmara/cintilográfica/hospital mãe de Deus

Os aparelhos utilizados são calibrados para obterem imagens de qualidade,


todas as pessoas que estão envolvidas na realização dos métodos recebem
treinamento adequado e os aparelhos passam por controles de qualidade que
evitam a repetição de exames.

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5- DESENVOLVIMENTO
A medicina nuclear é um avanço médico e tecnológico que ajuda as pessoas
com seus diagnósticos, que analisam os pacientes de forma anatômica e
fisiológica dando assim uma maior riqueza de detalhes sobre o corpo do
paciente internamente podendo descobrir patologias ainda no inicio, e seus
tratamentos que mesmo fazendo o uso de radiação não causam distúrbios ao
organismo do paciente e são indolores, além de aliviarem dores causadas por
certos tipos de câncer.

A medicina nuclear é pouco usada no Brasil apesar de já ter mostrado sua


grande capacidade de diagnósticos e tratamentos de diversas patologias,
porém ela é a última área a ser procurada pelos médicos, além disso, são
poucos os profissionais que se formam nessa área devido ao fato de que as
universidades não disponibilizarem o curso. Apesar de ser um avanço
cientifico e tecnológico a mesma ainda não chegou ao ápice de sua
capacidade.
Assim afirma o presidente da SBMN (Sociedade Brasileira de Medicina
Nuclear) e do congresso Claudio Tinoco Mesquita - “A medicina nuclear mudou
a história de várias doenças, mas ainda é subutilizada no Brasil. Nossa
especialidade tem crescido e precisamos unir esforços neste sentido,
sobretudo, por meio do estímulo à produção científica multicêntrica no País e
ampliação do acesso à especialidade via saúde pública”, Tinoco Mesquita.

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6- CONCLUSÃO
Em virtude dos fatos mencionados, conhecemos o fato de que a medicina
nuclear apesar de ser tão impressionante e extremamente útil para a saúde
social, mesmo com a carência de incentivos a medicina nuclear tem crescido
bastante. O Brasil ocupa o 25ª lugar no ranking de quantidade de exames
realizados por ano, realiza apenas 2,5 exames por mil habitantes, o que é
baixo comparado ao Canadá que realiza 64,6 exames por mil habitantes.
Notasse a necessidade da propagação da medicina nuclear no país.
Logo, se o governo passasse a investir uma quantia significativa para que
essa área se propague e teríamos tratamentos mais eficazes que estariam ao
alcance de toda a população independente da classe social.

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7- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=articl
e&id=25824:2015-10-20-13-05-52&catid=3:portal

http://www.portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=
article&id=25204:medicina-nuclear-avancos-e-desafios-de-uma-
especialidade-promissora&catid=46

https://ibapcursos.com.br/radiofarmacos-sintese-e-aplicacao-na-
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https://ibapcursos.com.br/medicina-nuclear-tudo-o-que-voce-
sempre-quis-saber/

http://cienciahoje.org.br/artigo/radioisotopo

http://www.slideshare.net/lilitha/medicina-
nuclear?from_m_app=android

http://radiologia.blog.br/medicina-nuclear/conheca-a-cintilografia-e-
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http://www.cnen.gov.br/conteudo-do-menu-superior/28-perguntas-
frequentes/28-perguntas-frequentes

http://www.vencerocancer.org.br/cancer/diagnostico-2/tomografia-
computadorizada-por-emissao-de-positrons-pet-tc/

http://www.h9j.com.br/suasaude/paginas/PETCT-o-que-%C3%A9-e-
para-que-serve.aspx

https://ibcmed.org/saiba-o-que-e-o-pet-scan-e-quando-usa-lo/

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http://inscer.pucrs.br/ciclotron/
https://www.news-medical.net/life-sciences/Single-Photon-
Emission-Computed-Tomography-(SPECT)-(Portuguese).aspx

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