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O Experimento do Dr Hans Jenny

Em 1947, o dr. Hans Jenny desenvolveu uma nova ciência para analisar a relação
entre vibração e forma. Em estudos bem documentados, ele demonstrou que as
vibrações produzem geometria. Em outras palavras, criando uma vibração num
material que possamos ver, o padrão da vibração torna-se visível nesse meio.
Quando mudamos a vibração, o padrão também muda.

Quando voltamos a vibração original, repetimos o padrão original. Em experiencias


com varias substancias, o Dr. Jenny produziu uma espantosa variedade de
padrões geométricos, alguns muito simples, outros bem complexos, em materiais
como água, óleo, grafite e enxofre em pó.

Cada um dos padrões era simplesmente a forma visível de uma força invisível.

Por meio desses testes, o Dr. Jenny provou, sem sombra de dúvida, que a vibração
causa um padrão previsível na substancia na qual é projetada.

Pensamento, emoção e sentimento são vibrações.

Da mesma forma que as vibrações nas experiencias do Dr. Jenny, as vibrações dos
pensamentos, dos sentimentos e das emoções criam uma perturbação na "matéria"
na qual são projetados. Projetamos as nossas vibrações na substancia refinada da
consciência, em vez de faze-lo na água, no enxofre ou no grafite. E cada uma
dessas vibrações surte um efeito.

Já falamos da hipótese de que o nosso futuro já existe como uma entre muitas
"possibilidades", adormecidas na sopa da criação. A medida que fizermos
novas escolhas a cada dia, estaremos despertando novas possibilidades e
sintonizando o resultado final.

Isso significa que, cada vez que pedimos alguma coisa numa oração, existe uma
possibilidade na qual a nossa prece já foi atendida. Se essa visão de mundo estiver
correta, no "zoológico" da garagem na minha infância, por exemplo, cada bico
machucado, membro ferido e osso quebrado era um resultado possível naquele
momento.

No mesmo instante, existia outro resultado, no qual todo animal sob meus
cuidados já estava curado. Todos os resultados já existiam. Cada possibilidade era
real.

O segredo de selecionar um entre muitos resultados é a nossa capacidade de sentir


que a escolha já se realizou.

Portanto, de nossa definição de oração como "sentimento", somos levados a


procurar a qualidade do pensamento e emoção que produzem um sentimento, e
viver como se a nossa prece já tivesse sido atendida.

Mas se pensamento, sentimento e emoção não estiverem sintonizados, o resultado


é uma dispersão de energia.
O PRINCÍPIO DA CURA
PELO SOM
publicado em tecnologia por Grace Bender

Compreender que "Tudo é vibração " significa estar atento para um princípio de
regência universal no qual absolutamente tudo na natureza, de acordo com as
leis naturais (Dharma), está em constante vibração. Toda energia produz uma
vibração e toda vibração, por conseguinte, produz um som. Desde o século
passado é comprovado, pela ciência da Cimática, que o som cria a estrutura
física e são as variadas frequências que moldam os objetos do mundo sensível -
de protosoários e microorganismos simples até as mais complexas galáxias e
sistemas interestelares.

Durante as décadas de 60 e 70, o cientista físico suíço Hans Jenny realizou


interessantes experimentos que comprovam essa realidade. Jenny, considerado
o pai da Cimática, inventou o tonoscópio, uma máquina que permite a voz
humana vibrar diretamente em uma placa metálica, coberta com cristais de
areia finíssimos, mediante o uso de um microfone, osciladores sonoros e
equipamentos eletrônicos.

Um dos impressionantes resultados da pesquisa de Dr. Jenny pode ser


observado nas duas imagens abaixo. Na imagem 1, a mandala Sri Yantra,
provavelmente uma das mais famosas encontradas em milhares de templos na
Índia, representa o mantra “OM”. Na imagem 2, o cientista suíço entoou o
“OM” continuamente em seu tonoscópio e obteve um resultado
espantosamente similar ao da figura 1.
Curiosamente, a história da Cimática não é tão recente quanto se imagina e os
experimentos do físico suíço nos levam a pensar que esta ciência já tenha sido
conhecida pelos indianos antigos e por tribos africanas quando, há pelo menos
mil anos, utilizavam tambores com pele esticada e polvilhada com pequenos
grãos para adivinhar eventos futuros.

Leonardo Da Vinci, durante o século XV, também já percebia que ao vibrar uma
mesa de madeira com poeira eram criadas variadas formas geométricas. No
século XVIII o físico Ernst Chladni realizou testes incríveis com areia sobre uma
placa metálica acoplada em seu violino. Percebeu que quanto mais elevada era
a frequência da nota entoada no instrumento, mais complexos também eram os
desenhos formados.

Se o som afeta de fato a matéria física, a terapia com estímulos sonoros e


música, adequadamente utilizada, pode interferir beneficamente em nossos
corpos físicos, mentais e emocionais. Nossas células, tecidos, órgãos, são
compostos de átomos que vibram em frequências diferentes, e assim também
os nossos pensamentos e emoções. Com efeito, a música tem a capacidade de
atingir esferas inalcançáveis para o intelecto.

Quando o som flui através de nossos corpos, ele afeta a sua vibração e permite
um rearranjo molecular. Certas combinações harmônicas de sons são
interpretadas pelo organismo humano como uma chave para a restauração do
equilíbrio interno, o retorno ao estado natural de saúde e prevenção. Essa
chave é a harmonia que converte o som em uma ferramenta poderosa de
transformação, tanto para criação quanto para destruição. O som e a música
podem alterar quaisquer substâncias e, dependendo da intenção e correta
aplicação, também promover a cura.

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