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Globalizadores e globalizados

AS QUATRO ESFERAS DA GLOBALIZAÇAO.

 Embora a globalização avance, não se pode dizer que temos uma economia inteiramente
global.
 Estados Unidos - Barreiras ao açúcar (236%) e suco laranja(45%)
 Europa, impede a entrada de carne americana com hormônio.
 Coréia, manifestações sociais para impedir controle da Daewoo pela Ford.
 China 100% importações e apenas 10 filmes estrangeiros por ano.
 Países mantém maior parte dos ativos na origem.
 Africanos não atendidos com remédios contra HIV.
 80% da produção mundial está voltada para o mercado interno.
 90% dos trabalhadores atuam para abastecer os mesmos.
 90% das pesquisas são financiadas por dinheiro público ou doméstico.
 Porém, embora majoritária, a economia nacional encolhe e a transnacional cresce.
 A seguir quatro esferas da globalização econômica: comercial, produtiva, financeira e
tecnológica.

A GLOBALIZAÇÃO COMERCIAL.

Falando em medidas.

 Assim como as outras esferas da globalização, a comercial tem um histórico, momentos de


abertura e recessão.
 Para uma avaliação segura, determina-se o coeficiente de abertura: participação no mercado
exterior (importação mais exportação) no total produzido mundialmente.
 Quando o índice resultante cresce mais que o montante produzido mundialmente, o mercado
externo está em expansão.
 Dados do Banco Mundial - Produção para mercado interno: 1980 28% PIB - 1990 38% PIB.
 O mesmo calculo pode ser feito em nível nacional.
 Em países maiores e com grande população o mercado interno é mais importante (BR, EUA,
China, Japão)
 Em outros, os mercados externos são mais atraentes (Chile, México, Irlanda, Vietnã)
 Coeficiente dos primeiros 20% e dos outros 50% (China 35%).
 Exportações chinesas - 1979 1 bilhão - 1999 200 bilhões.
 Mesmo de forma variada, todos vem crescendo.
 Resultados - universalização dos padrões de consumo - acirramento do desemprego e
enfraquecimento de regiões produtoras. - ex. P. 42/43.

A abertura pós 1970.

 Entre 1945 e 1970 - o mercado externa já crescia mais que o interno.


 Contudo, a diferença vem se intensificando.
 Não se pode dizer que o mercado interno não é importante.
 Ainda mais em países que possuem potencial - Brasil, México etc.
 Alguns países, como Coréia do Sul e Taiwan, conseguiram fortalecer ambos
simultaneamente.
 A partir da década de 1970 com a criação do Tratado Geral de Tarifas de Comércio (GATT)
os negócios aumentam.
 Os países subdesenvolvidos têm diminuído o protecionismo. (pressões e tentativa de
melhoria)
 Os países desenvolvidos, protegem as áreas fragilizadas. (agrícola e têxtil)
 Assim, a globalização comercial tem atingido os países ricos e pobres de formas diferentes.

A NOVA DIT.

 Com a exceção dos Tigres asiáticos, a DIT não mudou.


 O marketing, design e distribuição favorecem os países ricos. - ex. NIKE e GAP.
 Estados Unidos, União Européia e Japão possuem 13% da população e 70% da produção.
 Exceção dos Tigres Asiáticos - 1997 participaram com 15,6% exportações A. Latina 3,9
África 0,8.
 A divisão já não é mais de países ricos e pobres.
 Agora é Primeiro mundo dos ridos e terceiro mundo dos pobres. - P. 48.

A FORMAÇÃO DOS BLOCOS REGIONAIS.

 Os blocos econômicos não são recentes - datam do pós 2ª guerra.


 A expansão ocorreu na década de 1990 - P. 49.
 A formação de blocos parece contraditória, mas hoje entende-se como complementares.
 A idéia, além de fortalecer o mercado interno, é expandir o externo.
 Existem quatro modalidades de integração econômica:

 Área de livre comércio: ausência de barreiras


 União Aduaneira: Um passa além da área de livre comércio - mesma tarifa para produtos
externos.
 Mercado comum: um passo além da união aduaneira - livre circulação de trabalhadores,
serviços e capitais - implica em harmonização de legislação trabalhista e tributária.
 União Econômica - Mesmo banco central e taxas de inflação compatíveis.

 A união Européia passou pelos quatro estágios. (1957...)


 Nafta não pretende chegar a mercado comum - questão da mão de obra.
 A partir do Nafta, os EUA conseguiram baratear os tecidos e concorrer com asiáticos.
 No caso do Mercosul, embora haja a pretensão de chegar a mercado comum, o caminho é
árduo.
 Os EUA querem enfraquecer o Mercosul e criar a ALCA.
 Qual a vantagem dos blocos:

 Primeiro, que o mesmo força a baixa de tarifas dos outros países.
 Segundo, há uma atração de capital, pois as empresas contam com um mercado mais
atrativo. p. 51.

A GLOBALIZAÇÃO PRODUTIVA

"Quem" são as multinacionais?

As multinacionais são empresas que atuam em vários países ou que expandem suas atividades para
um território que está além de suas fronteiras nacionais. São também chamadas de empresas
transnacionais ou globais e sua proliferação pelo mundo está diretamente relacionada com o
processo de globalização e consolidação do capitalismo financeiro e informacional.

A multinacional pode entrar em um novo país de diversas formas:

pela distribuição simples de suas mercadorias e expansão de seus mercados, pela instalação de
filiais e fábricas ou até pela migração completa de sua sede e sistemas produtivos. Muitas delas,
para driblar tarifas alfandegárias, optam por instalar suas fábricas em outros países, mas deixam
suas sedes administrativas em seu território original ou em cidades globais, mantendo a produção
próxima do mercado consumidor e a administração próxima dos grandes espaços de poder
econômico.

Os principais objetivos de uma empresa multinacional

Quando desloca ou expande o seu processo produtivo para outros países são a busca por matérias-
primas com fácil acesso, a obtenção de mão de obra mais barata, a redução do pagamento de
impostos, entre outros. O principal mercado de atuação são os países subdesenvolvidos e,
principalmente, os emergentes, que apresentam boas condições para investimentos estrangeiros.

FUSÕES E AQUISIÇÕES DAS MULTINACIONAIS:

Com o crescimento da globalização da economia, principalmente depois da década de 1990, as


fusões e aquisições começaram a fazer parte do mundo empresarial. As empresas passaram a ser
vistas também como investimentos, sendo avaliadas e analisadas em todas as suas possibilidades.

Isso aconteceu porque, em uma economia internacionalizada, as empresas precisaram reagir à


competição com as grandes corporações. No Brasil, o fortalecimento da presença das chamadas
multinacionais criou um cenário desafiador. As organizações nacionais tiveram que investir e
ampliar seus negócios para se impor diante da nova realidade do mercado.

Nesse sentido, as fusões e aquisições passaram a ser as melhores opções para quem quisesse manter
a competitividade. No entanto, nos dias de hoje, elas não apenas continuam sendo feitas, como se
tornaram cada vez mais atuais.

Neste post explicamos a diferença e a relação entre fusões e aquisições, bem como a importância da
governança corporativa para esses processos. Continue a leitura para saber mais!

De que maneira a governança corporativa favorece o sucesso dos processos de fusão e aquisição?

De fato, a governança corporativa é um dos principais pontos a serem analisados em fusões e


aquisições. Isso é válido tanto para quem adquire quanto para quem é adquirido — sobretudo em
uma fusão.

A governança é a responsável pela avaliação das características de cada negócio, desde questões
técnicas até a análise de portfólio de produtos, modelo de gestão e das finanças. Ou seja, tudo o que
mostrará se uma fusão ou aquisição é mesmo interessante para os envolvidos, bem como a
implantação de estratégias que façam com que o processo de transição seja o mais tranquilo
possível.
Um exemplo de como a governança é importante é o da fusão da Chrysler e a Mercedes. Apesar de
terem portfólios semelhantes, essas marcas tinham mercados bem diferentes, o que afetou suas
relações comerciais.

 São atores da abertura de mercados: governos, instituições e empresas privadas.


 Estas ultimas, são as promotoras e beneficiadas do processo (faturamento Wall mart maior
que pib Port.)
 A produção procura o melhor lugar.
 Muitas vezes, as multinacionais apenas compram empresas nacionais e adequam.
 Os países, estados e cidades, por sua vez, querem atrai-las.
 Em 2000 a Peugeot fez um investimento de 600 milhoes em uma cidade de 12.000 no RJ.
(Porto Real)
 Todos os segmentos contam com grandes empresas: p. 55.
 O que é uma multinacional - empresa que tem pelo menos uma filial fora do país.
 Isso mistura uma toyota com a ambev por exemplo.

Multinacionais ontem e hoje.

 As multinacionais desenvolveram-se inicialmente no próprio país na década de 1950.


 Depois expandiram-se de olho no mercado dos países destino. Ex Danone no Brasil.
 Algumas utilizam as filiais para produzir para o mundo todo. Ex. P. 57
 Várias indústrias atuam em diversas áreas. - Ex. Procter e Gamble (Pantene, Pringles,
Pampers e Ariel).
 Pode-se controlar o poder das multinacionais?
 No momento não, pois não há um mecanismo internacional competente para isso.

Globalização financeira.

 Fluxos de capital são enormes desde o início do século XX..


 De 1950-1970 surgem regras internacionais para regulamentar as relações.
 As chamadas economias emergentes contraíram empréstimos para promover
desenvolvimento.
 Falta de estrutura social e política geraram crises em quase todos.
 Na impossibilidade de saldar os empréstimos recorriam a novos empréstimos junto ao FMI.
 Exigências do FMI - remédio amargo.

Globalização tecnológica.

 Pós 1970 - Terceira Revolução Industrial.


 1ª - Máquina a vapor 2ª eletrecidade e automóvel e 3ª informática telecomunicações e
biotecnologia.
 A tecnologia, contudo, não tem um fim em si mesma.
 Serve para promover outras áreas.
 Assim, nos últimos anos vem emergindo novos padrões de produção, comunicação,
gerenciamento, consumo, enfim, estilo de vida.
 Nos. das telecomunicações p. 74 e 75.
 E a biotecnologia - esperança para a humanidade?? (a questão política e econômica).

Área de Livre Comércio


O que é (conceito)

Área de livre comércio é um acordo comercial feito entre países, cuja principal intenção é aumentar
as relações comerciais entre eles, através da eliminação de tarifas e quotas na importação e
exportação de bens e serviços.

A Área de Livre comércio é considerada uma das fases intermediárias para a formação de um bloco
econômico.

Vale ressaltar que ela não é uma união aduaneira, pois não ocorre uma política comercial comum
entre os países, nem mesmo o estabelecimento de tarifas externas válidas para todos.

Estes acordos são regidos pela OMC (Organização Mundial do Comércio) ou por acordos firmados
entre os próprios países membros.

Objetivos principais:

- Eliminar a cobrança de taxas, tarifas e impostos nas relações comerciais (exportação e importação)
entre os países membros. Estas vantagens podem ser aplicadas a todos ou alguns produtos e
serviços.

- Aumentar o comércio de bens e serviços entre os países participantes da união.

- Possibilitar, futuramente, a formação de um mercado comum, também chamado de bloco


econômico.

Exemplos

- Mercosul

- Aliança do Pacífico

- Tratado de Livre Comércio da América do Norte.

- Área de Livre Comércio entre Peru e Estados Unidos.

- ALCA (ainda não implementada)

Você sabia?

- Uma das primeiras áreas de livre comércio da história surgiu em 1860. Chamado de Tratado
Franco-Britânico de Livre Comércio foi estabelecido entre França e Reino Unido.
Quais sao os argumentos a favor e contra o livre comercio ?

Como principais argumentos a favor do livre comércio, citam-se:

- o aumento da quantidade e da variedade de bens disponíveis para consumo;


- a possibilidade de o país exportar os produtos nos quais é mais eficiente que seus parceiros
comerciais;
- a redução dos custos para a aquisição de insumos produtivos não disponíveis ou de alto custo no
país, o que permite à indústria instalada ganhar em produtividade e tornar-se mais competitiva;
- os ganhos de competitividade e a geração de empregos nos setores domésticos capacitados a
competir nos mercados mundiais;
- a livre alocação dos insumos entre as indústrias;
- a identificação dos setores e insumos mais competitivos;
- a eliminação da distorção em preços relativos;
- o maior acesso a linhas externas de investimento;
- a correção de eventual viés anti-exportação que tenha se consolidado na estrutura da economia.

Por outro lado, os argumentos clássicos que têm sido levantados contra o livre comércio são:

- a proteção à "indústria nascente" (A. Hamilton, F. List);


- a preservação do emprego;
- a defesa frente ao comércio desleal;
- a promoção da segurança nacional;
- a manutenção de poder de barganha em futuras negociações internacionais;
- a alegada existência de setores estratégicos; e,
- o controle do nível de importações como meio de promover algum equilíbrio do balanço de
pagamentos.

Política, Estado e Governo: o que é e para que serve a política?

A missão do Estado, por intermédio do governo, é executar ações, programas e projetos, com a
prerrogativa de limitar a ação dos indivíduos em prol do bem comum e até mesmo fazer emprego da
força física (coerção) para fazer valer suas decisões.

A diferença, do ponto de vista da liberdade, entre o Estado e os particulares (privados) é que a ação
do Estado é condicionada pelo princípio da legalidade, ou seja, tudo é proibido, exceto o que a lei
autoriza, enquanto no caso do particular tudo é permitido, exceto o que a lei proíbe.

O Estado é soberano e nenhum poder, no âmbito do seu território, está acima dele, na medida em
que determina quais são as normas válidas e tem o poder de constranger — inclusive fisicamente
(coercitivamente) pelo uso do monopólio de punir — os destinatários da norma.

Portanto, o poder do Estado, em última instância, é soberano e se sobrepõe aos demais agentes
sociais, porque é o que elabora, aplica e fiscaliza, subordinado apenas à Constituição que o rege, as
regras de convivência social.

Entretanto, é preciso ter claro que pela nossa Constituição todo poder emana do povo que, por
intermédio dos titulares das instituições de Estados, elabora e aplica as políticas públicas.

Por isso é dever do cidadão participar politicamente, inclusive para impor limites à ação do Estado.
A organização do Estado brasileiro adota o princípio da separação dos poderes em 3 níveis de
governo (União, estados e municípios) e da separação dos poderes (Executivo, Legislativo e
Judiciário).

Política, Estado e Governo: o que é e para que serve o Estado?

Trata-se, pois, de forma organizacional cujo significado é de natureza política. É entidade com
poder soberano para governar um povo dentro de uma área territorial delimitada.

O Estado, entendido como a nação politicamente organizada, representa o povo, o território, o


governo, os objetivos nacionais e a soberania. O Estado é o poder público em sentido amplo,
formado por conjunto de instituições que controlam e administram uma nação, de forma soberana e
de modo impessoal, estável e permanente.

A missão do Estado, por intermédio do governo, é executar ações, programas e projetos, com a
prerrogativa de limitar a ação dos indivíduos em prol do bem comum e até mesmo fazer emprego da
força física (coerção) para fazer valer suas decisões.

A diferença, do ponto de vista da liberdade, entre o Estado e os particulares (privados) é que a ação
do Estado é condicionada pelo princípio da legalidade, ou seja, tudo é proibido, exceto o que a lei
autoriza, enquanto no caso do particular tudo é permitido, exceto o que a lei proíbe.

O Estado é soberano e nenhum poder, no âmbito do seu território, está acima dele, na medida em
que determina quais são as normas válidas e tem o poder de constranger — inclusive fisicamente
(coercitivamente) pelo uso do monopólio de punir — os destinatários da norma.

Portanto, o poder do Estado, em última instância, é soberano e se sobrepõe aos demais agentes
sociais, porque é o que elabora, aplica e fiscaliza, subordinado apenas à Constituição que o rege, as
regras de convivência social.

Entretanto, é preciso ter claro que pela nossa Constituição todo poder emana do povo que, por
intermédio dos titulares das instituições de Estados, elabora e aplica as políticas públicas.

Por isso é dever do cidadão participar politicamente, inclusive para impor limites à ação do Estado.

A organização do Estado brasileiro adota o princípio da separação dos poderes em 3 níveis de


governo (União, estados e municípios) e da separação dos poderes (Executivo, Legislativo e
Judiciário).
Embora o poder do Estado seja uno, existe separação da funções entre os 3 poderes. Assim, para
atingir seus objetivos, o Estado se vale dos 3 poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), sendo os
titulares de 2 deles eleitos diretamente pela população: no Poder Executivo — o prefeito, o
governador e o presidente da República; e no Poder Legislativo — os vereadores, os deputados
estaduais, os deputados federais e os senadores.

O Estado moderno, por intermédio dos poderes, tem por missão organizar a vida em sociedade, e,
para tanto, exerce 5 macrofunções, que são:

1) funções políticas, que consistem na definição de direitos e deveres dos cidadãos, assim como a
relação entre pessoas e entre estas e as instituições;

2) funções executivas, voltadas para a implementação das políticas públicas;

3) funções jurisdicionarias, direcionadas à solução de litígios;

4) funções fiscalizadoras, destinadas à garantia do cumprimento da ordem jurídica e da regulação


estatal; e

5) funções de defesa da ordem e integridade territorial.

Assim, cabe ao Estado — mediante o manejo das instituições que o compõem — elaborar e aplicar
as leis, definir, entre outras coisas, a carga tributária, a forma como deve ser gasto o dinheiro
arrecadado com os tributos cobrados obrigatoriamente de todos, como são fixadas as tarifas
públicas (IPTU, IPVA, taxa de iluminação pública, serviço de esgoto, etc), os limites ao direito de
propriedade, os meios para garantir o exercício de direitos pelos cidadãos, enfim, as regras que
regem a sociedade.

Ou seja, o Estado, sempre por meio dos governantes, é que administra os recursos, elabora e aplica
as políticas públicas em todas as relações humanas, especialmente nas arenas regulatória (definição
de tarifas e preços), distributiva (saúde, educação, segurança, transporte) e redistributiva
(previdência, reforma agrária, entre outras).

Nessa sua missão, o Estado recebe influência de 3 agentes sociais:

1) a alta tecnoburocracia operando no seu interior,

2) as classes ou elites dirigentes, formada pelos grandes empresários, pelos intelectuais de todos os
tipos, e pelos chamados políticos e líderes corporativos, e

3) a sociedade civil como um todo, que engloba os 2 primeiros, mas é mais ampla que os mesmos.

Por fim, o Estado é resultado do pacto firmado em nível constitucional em cada país, e, no caso
brasileiro, sua finalidade é:

1) satisfazer necessidades humanas,

2) estruturar as interações e relações sociais, e

3) determinar, mediante regulação, os processo de tomada de decisão. É, senão o maior, um dos


maiores avanços civilizatórios da Humanidade, e que permite que as relações sociais se deem sob a
proteção de instituições e pautadas pelo interesse coletivo, independentemente da vontade ou humor
do governante de plantão.