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PATOLOGIAS DA

VESÍCULA BILIAR

PROFª TALITA KIZZY


Litíase Biliar ou Colelitíase
Bile: sais biliares, colesterol, bilirrubina, lecitina,
ácidos graxos, água e eletrólitos normalmente
encontrados no plasma.

Cálculos: causados pela precipitação das


substâncias contidas na bile, especialmente o
colesterol e a bilirrubina
Composição dos cálculos
Colesterol

Sais de cálcio com bilirrubina

Composição mista
Fatores que contribuem para
formação dos cálculos biliares

Anormalidade
na composição Estase biliar
da bile

Inflamação na
vesícula biliar
Cálculos de colesterol
Cálculos de colesterol
CLOFIBRATO:
•↓ colesterol plasmático aumentando a excreção

DISTÚRBIOS DE MÁ ABSORÇÃO (Doença do íleo ou


cirurgia de bypass intestinal):
• Interfere na absorção dos sais biliares necessários para
manter a solubilidade do colesterol

INFLAMAÇÃO DA VESÍCULA:
•↑ absorção de água e sais biliares
Cálculos pigmentados
Doenças hemolíticas (anemia falciforme)
Cirrose hepática
Manifestações:
Muitas pessoas não apresentam sintomas

Causam sintomas quando obstruem o fluxo biliar

Cálculos pequenos obstruem o colédoco:


indigestão e cólicas

Cálculos maiores obstruem o fluxo biliar: icterícia


Manifestações
A dor da cólica biliar tem início abrupto e
aumenta em intensidade até atingir um clímax em
30 a 60 min

Dor no quadrante superior direito, muitas vezes


referida nas costas, acima da cintura, no ombro
direito e escápula direita

A dor pode persistir de 2 a 8h


Colecistite
Inflamação da vesícula biliar

 Aguda ou crônica

 Associam-se com a COLELITÍASE


Colecistite
AGUDA CRÔNICA

• Obstrução parcial ou total •Repetidos episódios de colecistite


• Irritação química pela bile aguda ou irritação crônica da
concentrada juntamente com vesícula biliar por cálculos biliares
edema mucoso e isquemia
resultante da congestão venosa e •Associada com exacerbações
estase linfática agudas da inflamação da vesícula,
cálculos do ducto comum,
•As infecções bacterianas podem pancreatite e, raramente,
acontecer secundariamente à
isquemia e irritação química carcinoma da vesícula
•Alterações gangrenosas e perfuração
da vesícula biliar
Intervenção dietoterápica

Retirar alimentos
Redução de muito picantes Observar
Carne branca
gordura ou condimentos tolerância
irritantes
Dietoterapia no pós operatório
Dieta líquida ou leve
Progressão de acordo com tolerância do paciente
Cirurgia com manipulação do colédoco e utilização do dreno: dieta
hipolipídica
Readaptação (2 meses): preparações ricas em lípides → esteatorréia