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INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DA HUÍLA


DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA E MINAS
Exame de Electrotecnia Mineira /Curso de Eng.º Minas 3º Ano.

Data: 23/11/018 Duração: 180min Docente: Prof. Eng.º Ixieto Ngonga

 Não é permitido ter o telefone ligado durante a prova


 Leia as questões com bastante atenção e responda com clareza
 Numerar as respostas, não é permitido qualquer tipo de consulta.

Correção modelo dos Exames Regular

1) Analisa e responda com F (falsa) ou V (verdadeira) as seguintes afirmações:


a) Se a carga está distribuída sobre uma linha, cada carga diferencial 𝑑𝒬, ao longo da linha produz
um campo elétrico diferencial [V].
b) O potencial elétrico em qualquer ponto é a diferença de potencial entre esse ponto e um ponto
escolhido no qual o potencial é arbitrado como zero. [V].
c) As correntes não são consideradas de valor positivo quando o seu sentido é o definido pela regra
da mão direita quando se circula ao longo da curva C. [F].
d) O campo magnético terrestre assemelha-se a uma corrente magnética com seus polos próximos
aos polos geográficos da Terra. [V].
2) Qual é o valor da susceptibilidade magnética do cobre? A que
categoria dos matérias magnéticos pertence? Conhecendo o
mesmo, encontre a intensidade da corrente 𝐼0 que atravessa a
superfícies definida por −𝜋/4 ≤ 𝜙 ≤ 𝜋/4, 0 ≤ 𝑧 ≤ 1𝑚. (veja a figura
ao lado) sabendo que o campo radial do condutor é 𝐻 =
1,09×106
cos 𝜙𝑎𝑧 [𝐴/𝑚], quando o mesmo propaga-se no espaço livre
𝑍

𝜇0 = 4𝜋 × 10−7 [𝐻/𝑚]; e o diâmetro do condutor for 4mm.


 O valor da susceptibilidade magnética do cobre é 𝜒𝑚 = −0,98 ×
10−5 ,
 Pertence na categoria dos matérias Diamagnéticos.
 Solução:

B
𝐵0 =
(1 + 𝜒𝑚 )
Φ 𝜋 .
Como 𝐵 = 𝐴 onde 𝐴 = 𝑆 = 4 × 𝐷2 e Φ = 𝜇0 ∫𝑆 𝐻. 𝑑𝑆 então:
𝑑𝑆 = 𝑧𝑑𝑧𝑑𝜙
Φ
𝐵0 =
𝑆 × (1 + 𝜒𝑚 )
. 1,09 × 106
𝜇0 ∫𝑆 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑧𝑑𝑧𝑑𝜙
𝐵0 = 𝑧
𝜋
( 4 × 𝐷2 ) × (1 + 𝜒𝑚 )
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.𝑧
1,09 × 106 × 𝜇0 ∫𝑆 𝑧 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑑𝑧𝑑𝜙
𝐵0 = 𝜋
(4 × (0,004)2 ) × (1 − 0,98 × 10−5 )
1 𝜋/4
1,369734397 [∫0 𝑑𝑧 × ∫−𝜋/4 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑑𝜙]
𝐵0 =
1,256624746 × 10−5
1,369734397 × [sin(𝜋/4) − sin(−𝜋/4)]
𝐵0 =
1,256624746 × 10−5
1,937096961𝑊𝑏
𝐵0 = = 154,15𝑘𝑊𝑏/𝑚2
1,256624746 × 10−5 𝑚2
𝐵0 ∮. 𝑑𝑟 = 𝜇0 × 𝐼0
𝐷
𝐵0 × 2
𝐵0 × 𝑟 = 𝜇0 × 𝐼0 ⟹ 𝐼0 =
𝜇0
0,004𝑚
154,15𝑘𝑊𝑏/𝑚2 ×
𝐼0 = 2 = 245,34𝑘𝐴
−7
4𝜋 × 10 𝐻/𝑚

3) Aplicando o teorema de divergência do potencial eléctrico, isto é, 𝐸 = ∇𝑈, determinar o


campo eléctrico E em r=0m, z=4m a um disco uniforme carregado com um potencial
5,71
eléctrico 𝑈 = ( + 160,61𝑟 + 𝑟) 𝑉, no ponto P (3m, 0,0).
𝑟

a𝑟 = 𝑟 − 𝑟´ = (3, 0, 0) − (0, 0, 4) = (3 − 0)𝑎𝑥 + (0 − 0)𝑎𝑦 + (0 − 4)𝑎𝑧


= (3𝑎𝑥 + 0𝑎𝑦 − 4𝑎𝑧 ) = √(3)2 + (0)2 + (−4)2 = 5m
𝑈 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑙 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑟 𝑎𝑟

𝑈 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑟𝑎𝑟
𝑑 𝑑 5,71
𝐸= 𝑈𝑎𝑟 = ( + 160,61𝑟 + 𝑟) 𝑉𝑎𝑟
𝑑𝑟 𝑑𝑟 𝑟
−5,71 −5,71
𝐸 = ( 2 + 161,61) 5𝑉𝑚 = ( + 161,61) 5𝑉𝑚 = 804,88𝑉/𝑚 ≅ 0,80𝑘𝑉/𝑚
𝑟 3𝑚2

4) Aplicando o teorema de divergência para a corrente eléctrica e a lei circuital de Ampére em uma
3
superfície esférica incremental de área 25
𝜋𝑚 2 , se a densidade volumétrica de cargas numa certa

região do espaço decresce a uma taxa de 0,42 × 108 𝐶/𝑚3 . 𝑠. Qual será o valor médio da componente
da densidade de corrente dirigida para fora, que atravessa a superfície esférica?

Aplicando o teorema de divergência para a corrente eléctrica e a lei circuital de Ampere temos:
.
𝐼 = ∮ ∇𝐽⃗. 𝑑𝑣
𝑣

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.
𝐼 = ∮ 𝐽⃗. 𝑑𝑆
𝑆
. .
∮ ∇𝐽⃗. 𝑑𝑣 = ∮ 𝐽⃗. 𝑑𝑆
𝑣 𝑆
Como o divergente e a densidade de corrente e constante na superfície fechada, as integrais ficam:
. .
∇𝐽 ∮ 𝑑𝑣 = 𝐽 ∮ 𝑑𝑆
𝑣 𝑆
∇𝐽 × 𝑣 = 𝐽 × 𝑆
4
𝑣 = × 𝜋𝑟 3
3
3
𝑆 √ 𝜋𝑚2
𝑟= √ = 25 = 0,173𝑚
4×𝜋 4×𝜋
8 8 3 4 3
∇𝐽 × 𝑣 (0,42 × 10 × 10 𝐶/𝑚 . 𝑠) × (3 × 𝜋 × (0,173𝑚) )
𝐽= = = 2,42 × 106 𝐴/𝑚2
𝑆 3 2
25 𝜋𝑚

5) Três cargas pontuais −5𝑚𝐶, −7𝜇𝐶 e −5𝑚𝐶 se localiza em (−3, −2, 4), (0, 5, −2) (1, 1, −2), ,
respetivamente. Determinar o potencial eléctrico em (1, 0, 3), supondo potencial zero no infinito.
Comenta o Resultado.

Em coordenadas cartesianas temos: (𝑥, 𝑦, 𝑧)


[𝑟 − 𝑟´]𝑄1 = (1, 0, 3) − (−3, −2, 4) = (1 + 3)𝑎𝑥 + (0 + 2)𝑎𝑦 + (3 − 4)𝑎𝑧
= (−2𝑎𝑥 − 2𝑎𝑦 − 𝑎𝑧 ) = √(4)2 + (4)2 + (1)2 = √33
[𝑟 − 𝑟´]𝑄2 = (1, 0, 3) − (0, 5, −2) = (1 − 0)𝑎𝑥 + (0 − 5)𝑎𝑦 + (3 + 2)𝑎𝑧
= (𝑎𝑥 − 5𝑎𝑦 + 5𝑎𝑧 ) = √(1)2 + (−5)2 + (−5)2 = √51
[𝑟 − 𝑟´]𝑄3 = (1, 0, 3) − (1, 1, −2) = (1 − 1)𝑎𝑥 + (0 − 1)𝑎𝑦 + (3 + 2)𝑎𝑧
= (−𝑎𝑦 + 5𝑎𝑧 ) = √(0)2 + (−1)2 + (5)2 = √26
𝑄1 𝑄2 𝑄3
𝑈(𝑟) = + + + 𝐶0
4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 ´ |
´ ´
1 𝑄1 𝑄2 𝑄3
𝑈(𝑟) = [ + + ]+0
4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 ´ | |𝑟 − 𝑟 ´ | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 ´ |
1 −5𝜇 7𝜇 5𝑚
𝑈(𝑟) = [ + + ]
4𝜋ℰ0 |√33| |√51| |√26|
1 −5𝜇 7𝜇 5𝑚
𝑈(𝑟) = −9 [ + + ] = 8,83𝑀𝑉
10
4𝜋 × 36𝜋 |√33| |√51| |√26|
O potencial eléctrico é positivo, existe um ganho em energia potencial no movimento.

Correção modelo dos Exames Regular

1)

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2) Qual é o valor da susceptibilidade magnética do alumínio? A que
categoria dos matérias magnético pertence? Conhecendo o mesmo,
encontre a intensidade da corrente 𝐼0 que atravessa a superfície definida
por −𝜋/4 ≤ 𝜙 ≤ 𝜋/4, 0 ≤ 𝑧 ≤ 1𝑚. (veja a figura ao lado) sabendo que o
1,09×106
campo radial do condutor é de 𝐻 = cos 𝜙𝑎𝑧 [𝐴/𝑚], quando o
𝑍

mesmo propaga-se no espaço livre 𝜇0 = 4𝜋 × 10−7 [𝐻/𝑚]; e o diâmetro do


condutor for de 4mm.
 O valor da susceptibilidade magnética do cobre é 𝜒𝑚 = 2,3 ×
10−5 ,
 Pertence a categoria dos matérias Paramagnéticos.
 Solução:

B
𝐵0 =
(1 + 𝜒𝑚 )
Φ 𝜋 .
Como 𝐵 = onde 𝐴 = 𝑆 = 4 × 𝐷2 e Φ = 𝜇0 ∫𝑆 𝐻. 𝑑𝑆 então:
𝐴

𝑑𝑆 = 𝑧𝑑𝑧𝑑𝜙
Φ
𝐵0 =
𝑆 × (1 + 𝜒𝑚 )
. 1,09 × 106
𝜇0 ∫𝑆 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑧𝑑𝑧𝑑𝜙
𝐵0 = 𝑧
𝜋
( 4 × 𝐷2 ) × (1 + 𝜒𝑚 )
.𝑧
1,09 × 106 × 𝜇0 ∫𝑆 𝑧 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑑𝑧𝑑𝜙
𝐵0 = 𝜋
(4 × (0,004)2 ) × (1 + 2,3 × 10−5 )
1 𝜋/4
1,369734397 [∫0 𝑑𝑧 × ∫−𝜋/4 cos 𝜙𝑎𝑧 . 𝑑𝜙]
𝐵0 =
1,256665964 × 10−5
1,369734397 × [sin(𝜋/4) − sin(−𝜋/4)]
𝐵0 =
1,256665964 × 10−5
1,937096961𝑊𝑏
𝐵0 = = 154,15𝑘𝑊𝑏/𝑚2
1,256665964 × 10−5 𝑚2

𝐵0 ∮. 𝑑𝑟 = 𝜇0 × 𝐼0

𝐷
𝐵0 × 2
𝐵0 × 𝑟 = 𝜇0 × 𝐼0 ⟹ 𝐼0 =
𝜇0
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0,004𝑚
154,15𝑘𝑊𝑏/𝑚2 ×
𝐼0 = 2 = 245,33𝑀𝐴
4𝜋 × 10−7 𝐻/𝑚

3) Aplicando o teorema de divergência do potencial eléctrico, isto é, 𝐸 = ∇𝑈, determinar o campo


eléctrico E em r=0m, z=4m a um disco uniforme carregado com um potencial eléctrico 𝑈 =
5,71
(
𝑟
+ 160,61𝑟 + 𝑟) 𝑉, no ponto P (3m, 0,0).

a𝑟 = 𝑟 − 𝑟´ = (3, 0, 0) − (0, 0, 4) = (3 − 0)𝑎𝑥 + (0 − 0)𝑎𝑦 + (0 − 4)𝑎𝑧


= (3𝑎𝑥 + 0𝑎𝑦 − 4𝑎𝑧 ) = √(3)2 + (0)2 + (−4)2 = 5m
𝑈 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑙 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑟 𝑎𝑟

𝑈 = ∫ 𝐸. 𝑑𝑟𝑎𝑟
𝑑 𝑑 5,71
𝐸= 𝑈𝑎𝑟 = ( + 160,61𝑟 + 𝑟) 𝑉𝑎𝑟
𝑑𝑟 𝑑𝑟 𝑟
−5,71 −5,71
𝐸 = ( 2 + 161,61) 5𝑉𝑚 = ( + 161,61) 5𝑉𝑚 = 804,88𝑉/𝑚 ≅ 0,80𝑘𝑉/𝑚
𝑟 3𝑚2

4) Aplicando o teorema de divergência para a corrente eléctrica e a lei circuital de Ampére em uma
3
superfície esférica incremental de área 25
𝜋𝑚 2 , se a densidade volumétrica de cargas numa certa

região do espaço decresce a uma taxa de 0,42 × 108 𝐶/𝑚3 . 𝑠. Qual será o valor médio da componente
da densidade de corrente dirigida para fora, que atravessa a superfície esférica?

Aplicando o teorema de divergência para a corrente eléctrica e a lei circuital de Ampere temos:
.
𝐼 = ∇𝐽⃗. 𝑑𝑣

𝑣
.
𝐼 = ∮ 𝐽⃗. 𝑑𝑆
𝑆
. .
∮ ∇𝐽⃗. 𝑑𝑣 = ∮ 𝐽⃗. 𝑑𝑆
𝑣 𝑆
Como o divergente e a densidade de corrente e constante na superfície fechada, as integrais ficam:
. .
∇𝐽 ∮ 𝑑𝑣 = 𝐽 ∮ 𝑑𝑆
𝑣 𝑆
∇𝐽 × 𝑣 = 𝐽 × 𝑆
4
𝑣 = × 𝜋𝑟 3
3
3
𝑆 √ 𝜋𝑚2
𝑟= √ = 25 = 0,173𝑚
4×𝜋 4×𝜋

5/1
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8 8 3 4 3
∇𝐽 × 𝑣 (0,42 × 10 × 10 𝐶/𝑚 . 𝑠) × (3 × 𝜋 × (0,173𝑚) )
𝐽= = = 2,42 × 106 𝐴/𝑚2
𝑆 3 2
25 𝜋𝑚

5) Três cargas pontuais −5𝑚𝐶, −7𝜇𝐶 e −5𝑚𝐶 se localiza em (−3, −2, 4), (0, 5, −2) (1, 1, −2), ,
respetivamente. Determinar o potencial eléctrico em (1, 0, 3), supondo potencial zero no infinito.
Comenta o Resultado.

Em coordenadas cartesianas temos: (𝑥, 𝑦, 𝑧)


[𝑟 − 𝑟´]𝑄1 = (1, 0, 3) − (−3, −2, 4) = (1 + 3)𝑎𝑥 + (0 + 2)𝑎𝑦 + (3 − 4)𝑎𝑧
= (−2𝑎𝑥 − 2𝑎𝑦 − 𝑎𝑧 ) = √(4)2 + (4)2 + (1)2 = √33
[𝑟 − 𝑟´]𝑄2 = (1, 0, 3) − (0, 5, −2) = (1 − 0)𝑎𝑥 + (0 − 5)𝑎𝑦 + (3 + 2)𝑎𝑧
= (𝑎𝑥 − 5𝑎𝑦 + 5𝑎𝑧 ) = √(1)2 + (−5)2 + (−5)2 = √51
[𝑟 − 𝑟´]𝑄3 = (1, 0, 3) − (1, 1, −2) = (1 − 1)𝑎𝑥 + (0 − 1)𝑎𝑦 + (3 + 2)𝑎𝑧
= (−𝑎𝑦 + 5𝑎𝑧 ) = √(0)2 + (−1)2 + (5)2 = √26
𝑄1 𝑄2 𝑄3
𝑈(𝑟) = + + + 𝐶0
4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 ´ |
´ ´
1 𝑄1 𝑄2 𝑄3
𝑈(𝑟) = [ + + ]+0
4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 | |𝑟 − 𝑟 | 4𝜋ℰ0 |𝑟 − 𝑟 ´ |
´ ´

1 5𝑚 7𝜇 5𝑚
𝑈(𝑟) = [− − − ]
4𝜋ℰ0 |√33| |√51| |√26|
1 5𝑚 7𝜇 5𝑚
𝑈(𝑟) = −9 [− − − ] = −16,67𝑀𝑉
10 | √33 | | √51 | | √26 |
4𝜋 × 36𝜋
O potencial eléctrico é negativo, existe uma perda de energia potencial ao movimentarmos as
cargas.

O Docente A Chefe do Departamento

____________________ _________________________

Prof. Eng.º Ixieto Ngonga Aida Alice Lussinga J. Jacinto, MSc

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