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A Ouvidoria da Unimed

No dia 23/08, minha filha foi operada na Sta. Casa pelo Dr. Gilberto Saber de refluxo de bexiga.
Na ocasião chegamos às 6:00 hs e a atendente nos informou não ter apto. e nos ofereceu um quarto
na Ala Edgard Cajado que só diferia do apto., por não ter frigobar.Diante disso, aceitamos.
Nossa filha foi operada e conduzida à sala de recuperação.Ficamos eu e me esposo na saleta do
2º andar, aguardando o preparo do quarto que só ficou pronto entre 12 e 13hs. Fomos conduzidos ao
quarto, onde havia duas camas e apenas uma arrumada, duas cadeiras, uma de madeira e outra de
plástico. Sentei-me à cadeira plástica e ao levantar tive minha calça presa a lateral.Verificando, pude
constatar que a cadeira estava quebrada.Tenho 73 anos e corri perigo de cair. Pedi a troca e fui
atendida.No banheiro não havia sabonete nem toalha. Somente um rolo de papel higiênico
pardo.Lavar a mão só com água.
Quando nossa filha chegou, estava em uma maca bem mais alta que a cama.Os enfermeiros
sugeriram que ela passasse para a cama, mas ela explicou não sentir as pernas.Eles chamaram outro
enfermeiro no corredor e os três contaram 1, 2,3 e a removeram para a cama como um saco de
batatas.Estranhei o procedimento, pois sei que se remove o paciente pelo lençol, mas de maneira
bem mais delicada.Tal atitude bem poderia romper pontos internos ou abrir a cirurgia.
Como ela estava com fome pedi um serviço de copa, pois o almoço já fora servido, e fui
informada que não havia tal serviço e que teria que esperar o lanche da tarde, que por sinal chegou
depois das 15 hs com um copo de chá de camomila e duas torradas.Perfeito para quem estava sem
comer desde o dia anterior.
Reclamei junto à enfermagem sobre meu plano me dar direito a apto. e me encontrar num quarto
tão sem recursos.Ela nos arrumou um apto no Tinoco Cabral, isso as 14 hs e só fomos removidos as
20 hs.Levou quase 6 hs, para prepararem o apto.
O jantar foi servido numa travessa com três repartições, onde havia, arroz com algumas folhas de
espinafre, carne moída com cenoura e batata e noutra repartição carne moída com vagem.Na
verdade apenas duas opções. Também veio salada de beterraba e gelatina.A atendente que servia as
refeições ou lanches, simplesmente, colocava as travessas sobre a mesa e nunca se ofereceu para
servir ou ajudar o paciente.
Fomos removidos para o Tinoco Cabral e viu-se que havia muita diferença entre o apto e o
quarto onde estávamos.Neste havia uma poltrona bem mais confortável, ar condicionado, ambas as
camas arrumadas, porem também não havia sabonete, nem toalha, nem papel higiênico.Solicitei os
mesmo a enfermagem que informou ser este serviço terceirizado e não ter mais ninguém para
tender, mas assim mesmo ela providenciou sabonete, papel higiênico e toalhas de papel.
No Tinoco Cabral não houve serviço de higiene noturna ao paciente, Lavar o rosto e escovar os
dentes.Quando no dia seguinte perguntei se não tinham este serviço me informaram que deveria tê-
lo solicitado.Estranhei!!!!!!!!!!!
No dia seguinte vieram dar banho na paciente, mas não trouxeram nem sabonete nem toalha e
sugeriram que deveria usar os que trouxemos de casa. que foi o que fizemos.
No café da manhã foi servido leite, café e chá, manteiga e porções de abacaxi em calda.Poderiam
ter servido uma fruta, banana e tão barata ou outra fruta qualquer, visto que a paciente faz
hemodiálise e tem insuficiência renal. No pão apenas uma fatia de queijo.
Estou aqui a trazer estas reclamações, pois já estive com meus familiares internados no s hospitais,
Ribeirania, São Lucas, Hospital Especializado, São Paulo e em nenhum deles tivemos atendimento
tão deficitário.
Nossa preocupação advem de que nossa filha esta para fazer transplante de rim que será na Santa
Casa.E assustador saber que retornaremos a este hospital, se não forem corrigidas estas deficiências.
Espero que se possa sanar tais deficiências,uma vez que a Santa Casa, conta com Aparelhagens
Médicas de primeira linha e um Corpo Medico excelente.