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06/04/2019 Laser – Wikipédia, a enciclopédia livre

Laser
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Um laser (sigla inglesa  para  light  amplification  by
stimulated  emission  of  radiation,  ou  seja,
amplificação  da  luz  por  emissão  estimulada  de
radiação),  em  português  láser  ou  lêiser[1][2][3],  é
um dispositivo que produz radiação  eletromagnética
com  características  muito  especiais:  ela  é
monocromática (possui comprimento de onda muito
bem  definido),  coerente  (todos  os  fótons  que
compõem  o  feixe  emitido  estão  em  fase)  e  colimada
(propaga­se  como  um  feixe  de  ondas  praticamente
paralelas).

Lêiseres de diferentes cores

Índice
Histórico
Funcionamento
Tipos de laser
Aplicações
Segurança
Propriedades
Exemplos em termos de potência
Ver também
Referências
Ligações externas

Histórico Demonstração de um laser no laboratório Kastler­
Brossel
Para  explicar  o  efeito  fotoelétrico,  Albert  Einstein
postulou em 1905 que a luz é constituída por pacotes
discretos  e  bem  determinados  de  energia  denominados  quanta  de  luz  que,  posteriormente,  passaram  a  ser
chamados de fótons, termo cunhado por Gilbert Lewis em 1926. [4]

Em 1913 o dinamarquês Niels Bohr apresentou seu modelo de átomo, no qual os elétrons orbitam o núcleo em
níveis de energia bem determinados e somente podem "saltar" de um nível para outro se receberem ou emitirem
fótons  com  a  quantidade  de  energia  (que  pode  ser  calculada  a  partir  de  seu  comprimento  de  onda)  exata,
exigida para o salto completo.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser 1/8
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Em 1925, Erwin Schrödinger e Werner Heisenberg modificaram a forma de se interpretar o modelo de átomo de
Bohr, postulando que os elétrons são partículas que apresentam propriedades de ondas, cujo comportamento
pode ser explicado por suas funções de onda. Tais funções foram desenvolvidas por Schrödinger e preveem os
diferentes níveis que o elétron pode assumir no átomo e as exatas energias associadas. Isso significa que cada
tipo determinado de átomo pode ser excitado sempre em quantidades bem definidas através da absorção de
um tipo determinado de fóton de comprimento de onda específico.

Em  1953,  Charles  Hard  Townes,  James  P.  Gordon  e  Herbert  J.  Zeiger  produziram  o  primeiro  maser
(microwave  amplification  through  stimulated  emission  of  radiation),  um  dispositivo  similar  ao  laser,  que
produz micro­ondas, em vez de luz visível. O maser  de  Townes  não  tinha  capacidade  de  emitir  as  ondas  de
forma contínua. Nikolai Basov e Aleksander Prokhorov, da União Soviética, laureados com o Prêmio Nobel de
Física  em  1964,  trabalharam  de  forma  independente  em  um  oscilador  e  resolveram  o  problema  da  emissão
continua, utilizando duas fontes de energia, com níveis diferentes.

Em 1959, Gordon Gould usou pela primeira vez o acrônimo LASER no artigo The LASER, Light Amplification
by Stimulated Emission of Radiation[5][6]. A intenção linguística de Gould era usar a palavra "­aser" como um
sufixo para denotar com precisão o espectro da luz emitida pelo aparelho de laser, deste modo: raios­X, Xaser,
ultravioleta: uvaser.

No ano seguinte, Theodore Harold Maiman produziu o primeiro laser[7], um laser de três níveis, que utilizava
um  cristal  de  rubi  como  meio  ativo[8].  O  rubi  a  laser  produz  luz  pulsada  na  ordem  de  milissegundos  com
comprimento de onda de 694.3 nm, que corresponde à cor vermelha.

Em 2018, receberam o Nobel de Física por invenções inovadoras no campo do laser os físicos Donna Strickland,
Gérard Mourou e Arthur Ashkin. [9][10][11][12]

Funcionamento
O efeito físico por trás do funcionamento do laser: em determinados materiais quando em estado instável de
alta  energia,  se  corretamente  estimulados,  decaem  sua  energia  emitindo  fótons  coerentes  com  o  estímulo
original, cujas ondas estão em sincronia (em fase) entre si. O laser distingue de outras fontes de luz por sua
coerência  espacial  e  temporal.  A  coerência  espacial  é  tipicamente  expressa  através  da  saída  de  um  feixe
estreito,  que  possui  difração  limitada,  muitas  vezes  chamado  de  "feixe  de  lápis".  Coerência  temporal  (ou
longitudinal)  implica  uma  onda  polarizada  em  uma  única  frequência,  cuja  fase  está  correlacionada  a  uma
distância relativamente grande (o comprimento de coerência) ao longo do feixe. [13]

Einstein  descobriu,  através  de  considerações  teóricas,  que  não  apenas  um  elétron  absorve  um  fóton  (a
partícula de luz) incidente e o reemite ao acaso após certo tempo (emissão espontânea), mas que também este
mesmo elétron deve reemitir seu fóton absorvido se um segundo fóton interage com ele (emissão estimulada).
O fóton reemitido tem o mesmo comprimento de onda do fóton que o estimulou e, igualmente importante, tem
a mesma fase. [14]

Um laser funciona desde que se consiga excitar um número mínimo de elétrons de determinado material para
um nível de energia superior, de modo a se obter uma inversão de população (quando existem mais elétrons
excitados  do  que  elétrons  no  estado  fundamental).  Quando  isso  ocorre,  estimulam­se  alguns  elétrons  a
emitirem  seus  fótons,  o  que  vai  iniciar  um  efeito  em  cascata  de  modo  que  o  fóton  emitido  por  um  elétron
estimula o elétron seguinte a emitir outro fóton de igual comprimento de onda e fase, o que vai amplificando a
emissão de feixes de luz de comprimento de onda definido e coerente.

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Para  que  tudo  isso  funcione,  entretanto,  é  necessária  uma  realimentação,  ou  seja,  por  certo  tempo  manter
fótons  emitidos  estimuladamente  interagindo  com  outros  elétrons.  Isso  é  obtido  com  uma  cavidade  óptica,
uma região do espaço  em  que  se  confina  luz  por  algum  tempo  com  o  uso  de  espelhos  altamente  refletores  e
convenientemente alinhados que vão refletindo várias vezes os fótons. Num dos espelhos existe um pequeno
orifício por onde alguns fótons depois de muitas vezes refletidos conseguem sair emitindo o feixe colimado de
luz. Há também os lasers super radiantes, como o laser de nitrogênio e alguns lasers de corante, desenvolvidos
entre outros por F.P. Schäfer e Peter Sorokin, que não precisam de espelhos para funcionar. Entretanto, para se
compreender perfeitamente um laser, faz­se necessário o uso da mecânica quântica.

A luz gerada por emissão estimulada é muito semelhante à do sinal de entrada, em termos de comprimento de
onda,  fase  e  polarização.  Isto  dá  ao  laser  a  sua  coerência  característica,  e  permite­se  a  manutenção  da
polarização  uniforme  e  monocromaticidade  estabelecida  pela  concepção  da  cavidade  óptica.  O  feixe  na
cavidade e o feixe de saída do laser, quando viajam em espaço livre (ou um meio homogêneo) ao invés de guias
de ondas (como um laser de fibra óptica), pode ser aproximado como um feixe de Gauss, na maioria dos lasers
tais  feixes  exibem  a  divergência  mínima  para  um  determinado  diâmetro.  No  entanto,  alguns  lasers  de  alta
potência  podem  ser  multimodo,  com  os  modos  transversais  muitas  vezes  aproximadas  utilizando  Hermite­
Gaussian  ou  funções  de  Laguerre­Gauss.  Tem  sido  demonstrado  que  a  laser  ressonantes  instáveis  ​
(não
utilizado na maioria dos lasers) produzem feixes em forma fractal  [15], nas proximidades do feixe de "cintura"
(ou  região  focal)  é  altamente  colimada:  as  frentes  de  onda  são  planar,  perpendiculares  à  direção  de
propagação, sem divergência do feixe naquele ponto. No entanto, devido à difração, que só pode permanecer
fiel bem dentro da faixa de Rayleigh, O feixe de um modo transversal único (feixe gaussiano), eventualmente,
diverge  em  um  ângulo  que  varia  inversamente  com  o  diâmetro  do  feixe,  conforme  exigido  pela  teoria  de
difração. Assim, o "feixe de lápis" gerado diretamente por um laser de hélio­neon comum iria espalhar­se para
um tamanho de talvez 500 quilômetros quando apontado para Lua (a partir da distância da Terra). Por outro
lado, a luz de um laser semicondutor normalmente sai do minúsculo cristal com uma grande divergência: até
50°,no entanto, mesmo tal feixe divergente pode ser transformado em um feixe colimado de forma semelhante
por meio de um sistema de lentes, tal como é sempre incluídos, por exemplo, em um ponteiro laser, cuja luz
origina a partir de um diodo laser. Isso é possível devido à luz ser de um único modo espacial.

Tipos de laser
Lasers de gás
Lasers químicos
Excimer lasers
Laser de estado sólido
DPSS
Dye Laser (Laser de corante)

Aplicações
Por suas propriedades especiais, o laser é hoje utilizado nas mais diversas aplicações: médicas (cirurgias), na
Fisioterapia  como  anti­inflamatório,  regenerador  e  analgésico,  industriais  (cortar  metais,  medir  distâncias),
pesquisa  científica  (pinças  ópticas,  hidráulica,  física  atômica,  óptica  quântica,  resfriamento  de  nuvens
atômicas,  informação  quântica),  comerciais  (comunicação  por  fibras  ópticas,  leitores  de  códigos  de  barras),
produção de peças termoplásticas (corte a laser[17]), no campo bélico (miras lasers, armas de energia dirigida,
eletrolasers) e mesmo todos os dias em nossas casas (aparelhos leitores de CD, DVD e Blu­Ray, laser pointer
usado em apresentações com projetores). A propulsão a laser vem sendo estudada para o uso em espaçonaves.

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É produzido por materiais como o Al2O3 monocristalino (chamado de safira quando relativamente puro e rubi
quando contém Cr2O3 que lhe confere a cor vermelha característica devido aos íons de Cr3+[18]), mistura de
gases no caso do hélio e neônio, dispositivos de estado sólido como Laser Díodo, moléculas orgânicas como os
lasers de corante.

No  uso  industrial,  o  laser  de  CO2  (dióxido  de  carbono)  vem  cada  dia  mais  sendo  utilizado,  sendo  hoje
essencial. Muito competitivo por ser um processo rápido para o corte e solda de diversos materiais com muita
agilidade devido às maquinas que utilizam o laser serem CNC.

Usando um laser sintonizado para interagir com o vapor de água
no ar, os sons podem ser criados em um local localizado que seja
alto  o  suficiente  para  ser  captado  pela  audição  humana,  se
direcionado para perto do ouvido de um ouvinte. [19]

Segurança
Normalmente  os  lasers  são  etiquetados  pela  sua  potência,  que
identifica  o  nível  de  perigo  do  laser  (observação:  essas  são  as
classes antigas)

Classe I/1 Starfire Optical Range disparando um
laser triplo que poderia ser usado
É  perfeitamente  segura,  normalmente  porque  a  luz  é  contida
como arma espacial antissatélite.[16]
internamente  em  um  dispositivo,  por  exemplo  CD  players,  ou
porque a potência é muito baixa (0.1 miliwatts)

Classe II/2
O reflexo do olho humano (aversão) previne dano ocular, a não ser que a pessoa deliberadamente olhe para o
feixe por um período prolongado. Essa classe apenas inclui para lasers que emitem luz visível (até 1 miliwatt).

Classe IIa/2a
A região logo no início da classe II, onde o laser precisa de pelo menos 1000 segundos contínuos para causar
algum dano permanente à retina. Scanners a laser comerciais estão nessa classe.

Classe IIIa/3a
Lasers dessa classe são em sua maioria perigosos em combinação com instrumentos ópticos que podem mudar
o diâmetro ou a densidade de potência. A potência de saída não excede 5 miliwatts. A densidade não excede
2,5  miliwatts  por  centímetro  quadrado.  Muitas  miras  a  laser  para  armas  e  apontadores  laser  estão  nessa
categoria.

Classe IIIb/3b
Lasers dessa potência poderão causar danos se houver contato direto com a retina. Aplica­se a lasers entre 5 e
500 miliwatts. O dano permanente pode ocorrer em um décimo de segundo ou menos dependendo da potência
do laser. Reflexões não são um problema, mas podem causar danos se forem reflexões diretas (como espelhos
ou  metais  altamente  polidos/reflexivos).  Proteção  ocular  é  recomendada  quando  um  contato  direto  poderá
ocorrer. Lasers no final dessa categoria (logo antes da Classe IV) também podem atear fogo em alguns objetos e
levemente queimar a pele. "apontadores laser" nessa categoria são chamados de Laser de mão.

Classe IV/4

https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser 4/8
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Lasers classe 4 (mais de 500 miliwatts) podem causar queimaduras na pele e danos permanentes severos ao
olho sem o uso de lentes ou equipamento óptico extra. Reflexões difusas também podem causar tais danos à
pele e aos olhos. A maioria dos lasers militares, industriais, científicos e médicos estão nessa categoria.

Propriedades
Comprimento de onda
Depende  do  material  que  emite  luz,  do  sistema  óptico  e
da  forma  de  energizá­lo.  A  luz  emitida  pelo  laser  é
sempre monocromática.

A luz laser provem predominantemente de uma transição
determinada  entre  níveis  de  energia  e  é  portante  quase
monocromática.  (a  vibração  térmica  dos  átomos  e  a
presença  de  impurezas  faz  com  que  estejam  presentes
outros comprimentos de onda);

Exemplos:

Comprimento de
Elemento
onda
Fluoreto de argônio (UV) 193 nm;
Fluoreto de criptônio (UV) 248 nm;
Cloreto de xenônio (UV) 308 nm; Teste com Laser (das Forças Armadas dos
Nitrogênio (UV) 337 nm; Estados Unidos).

Argônio (azul) 488 nm;
Argônio (verde) 514 nm;
Hélio­neônio (verde) 543 nm;
Hélio­neônio (vermelho) 633 nm;
Corante Rodamina 6G
570­650 nm;
(ajustável)
Rubi (Al2O3 + Cr2O3)
694 nm;
(vermelho)
Nd:YAG (NIR) 1.064 nm;
Dióxido de carbono (FIR) 10.600 nm.

Potência de Saída

Gás Hélio­Neônio (dezenas de "mW")
Dióxido de carbono (centenas de "kW" em feixe contínuo)

Os lasers de operação continua podem ter potências de saída entre 0.5 mW a 100W ou mais. os lasers pulsados
têm níveis de potencia até terawatts, mas apenas para impulsos de muito pouca duração ­ de microssegundos
ou mesmo nanosegundos.

Coerência

Feixe coerente / Estão em fase.
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Devem ter o mesmo sinal.
A coerência é necessária para algumas aplicações.

A luz laser é coerente quando emerge do espelho de saída e continua até uma certa distância do laser que se
chama a distancia de coerência. (Pequenas variações na fase, induzida por vibrações térmicas e outros efeitos,
fazem com que o feixe eventualmente perca coerência).

Eficiência

De 20% a 0,001%.
A eficiência é importante para sistemas com grande potência.

Intensidade de Potência

Da ordem de 10^16 W/cm² (baixa divergência).

Como  a  luz  do  laser  emerge  perpendicularmente  ao  espelho  de  saída,  o  feixe  tem  uma  divergência  muito
pequena, são tipicas divergências de 0.001 radianos.

Exemplos em termos de potência
Diferentes  aplicações  precisam  lasers  com  diferentes  potências  de  saída.  Os  lasers  que  produzem  uma  feixe
contínuo ou uma série de impulsos curtos podem ser comparados com base na sua potência média. Os lasers
que produzem impulsos podem também ser caracterizado com base na potência de pico de cada impulso. O
pico  de  potência  de  um  laser  pulsado  é  várias  ordens  de  grandeza  maior  do  que  a  sua  potência  média.  A
potência média de saída é sempre menor do que a energia consumida.

Potência Aplicação
1–5 mW Apontadores
5 mW Drive CD­ROM
5–10 mW DVD player ou drive DVD­ROM
100 mW Gravador de CD­RW de alta velocidade
250 mW Gravador DVD­R

400 mW Gravador dual­layer DVD 24×[20]
1 W Laser verde do prototipo de disco holográfico versátil.
1–20 W Saída da maioria dos lasers de estado sólido disponíveis no mercado para micro usinagem

30–100 W Típico laser cirurgico de CO2 [21]

100–3000 W Típico laser de CO2 usado em corte industrial

100 kW Saída alegada do laser de CO2 para uso militar desenvolvido pela Northrop Grumman

Ver também
Corante laser
Holografia
Laser díodo
Leitor de CD
Velocimetria laser
Lazer

https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser 6/8
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Referências
1.  «Em português, lêiser, não "laser" » (http://dicionarioegramatica.com.br/2016/01/15/em­portugues­leiser­nao­
laser/). DicionarioeGramatica.com. Consultado em 18 de janeiro de 2016
2.  «Lêiser : Significado de "lêiser " no Dicionário Português Online: Moderno Dicionário da Língua Portuguesa ­
Michaelis ­ UOL» (http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/definicao/leiser%2520_990695.html).
michaelis.uol.com.br. Consultado em 15 de janeiro de 2016
3.  «Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa» (http://www.academia.org.br/nossa­lingua/busca­no­vocab
ulario?sid=23). Academia Brasileira de Letras. Consultado em 15 de janeiro de 2016
4.  «The origin of the word "photon" » (http://www.nobeliefs.com/photon.htm) (em inglês). Consultado em 30 de
outubro de 2016
5.  Gould, R. Gordon (http://en.wikipedia.org/wiki/Gordon_Gould) (1959). "The LASER, Light Amplification by
Stimulated Emission of Radiation". In Franken, P.A. and Sands, R.H. (Eds.). The Ann Arbor Conference on
Optical Pumping, the University of Michigan, 15 June through 18 June 1959. p. 128. OCLC 02460155 (htt
p://www.worldcat.org/oclc/02460155).
6.  Chu, Steven; Townes, Charles (2003). "Arthur Schawlow". In Edward P. Lazear (ed.),. Biographical
Memoirs. vol. 83. National Academy of Sciences. p. 202. ISBN 0­309­08699­X (http://en.wikipedia.org/wik
i/Special:BookSources/0­309­08699­X).
7.  Douglas, Martin (May 11, 2007). Theodore Maiman, 79, Dies; Demonstrated First LASER New York Times
8.  Patente E.U.A. 3 353 115 (http://www.google.com/patents?vid=3353115)
9.  Pinheiro, Laura (2 de outubro de 2018). «Nobel de Física vai para Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna
Strickland por pesquisas com laser» (https://g1.globo.com/ciencia­e­saude/noticia/2018/10/02/nobel­de­fisic
a­vai­para­arthur­ashkin­gerard­mourou­e­donna­strickland.ghtml). G1. Consultado em 2 de outubro de 2018
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Ligações externas
O laser mais potente do mundo (http://www.tecnologiadoglobo.com/2009/05/laser­mais­potente­mundo/)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser 7/8
06/04/2019 Laser – Wikipédia, a enciclopédia livre

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https://pt.wikipedia.org/wiki/Laser 8/8