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1.1 As três partes da mente humana
1 - Id

O id é o sistema original da personalidade, a matriz o qual se originam o ego e o superego. O id é o


reservatório inconsciente das pulsões, as quais estão sempre ativas. Ele está diretamente relacionado à satisfação
das necessidades corporais. Para Freud, ele age de acordo com o princípio do prazer. O ID é a sede dos instintos e
inclinações carnais.

2 - Ego

As características do processo secundário (raciocínios maduros necessários para lidar racionalmente com o
mundo exterior) estão contidas no ego, que é a segunda estrutura da personalidade freudiana e o mestre racional da
personalidade. Enquanto o id obedece ao princípio do prazer, o ego obedece ao princípio da realidade. O objetivo do
princípio da realidade é evitar a descarga de tensão até ser descoberto um objeto apropriado, para a satisfação da
necessidade.

O ego controla o acesso à ação e decide que instintos serão satisfeitos e de que maneira. Ele é a porção organizada
do id, e existe para atingir os objetivos do id e não frustrá-los. O Ego é a parte mais racional e consciente de nossa
personalidade.

3 - Superego

O último sistema da personalidade a se desenvolver é o superego, força moral da personalidade, obtida por
meio da introjeção dos valores e padrões dos pais e da sociedade. Ele é o representante interno dos valores
tradicionais e dos ideais da sociedade conforme interpretados para a criança pelos pais e impostos por um sistema
de recompensas e punições.

As principais funções do superego são inibir os impulsos do id (principalmente sexuais e agressivos);


persuadir o ego a substituir objetivos realistas por objetivos moralistas; buscar a perfeição. Apesar das aparentes
diferenças entre o id e o ego, na verdade, o superego é como o id ao não ser racional e como o ego ao tentar exercer
um extremo controle sobre os instintos.

2.3.4 Conclusão

Id, ego e superego, na verdade, são apenas nomes para vários processos psicológicos. A personalidade,
normalmente, funciona como um todo e esses diferentes princípios trabalham juntos, sob a liderança do ego. O id
seria o componente biológico da personalidade, o ego o componente psicológico e o superego o componente social.

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O ego, por ficar no meio, é pressionado pelo id, pela realidade e pelo superego e o “resultado inevitável desse
confronto, quando o ego é excessivamente pressionado, é o surgimento da ansiedade”.

A palavra consciência vem do latim conscientia: conhecimento de algo partilhado com alguém.
O termo “consciência” tem, em português, pelo menos dois sentidos, descoberta ou reconhecimento de algo, quer
de algo exterior, como um objeto, uma realidade, uma situação etc., quer de algo interior, como as modificações
sofridas pelo próprio eu, conhecimento do bem e do mal. Em suma consciência é a capacidade humana de se
reconhecer como ser vivo.

Em sentido psicológico, a consciência é a percepção do “eu” por si mesmo, este é o conceito mais conhecido. Em
sentido epistemológico (filosófico), a consciência é primeiramente o sujeito do conhecimento. Em termos
metafísicos, chamamos muitas vezes à consciência “o Eu”. A consciência é uma qualidade da mente, considerando
abranger qualificações tais como subjetividade (interior), autoconsciência e a capacidade de perceber a relação
entre si e o outro.

O termo consciência, em seu sentido moral, é uma habilidade, capacidade, intuição, ou julgamento do intelecto que
distingue o certo do errado. Juízos morais desse tipo podem refletir valores ou normas sociais (princípios e regras).
Em termos psicológicos a consciência é descrita como conduzindo a sentimentos já de remorso, quando o indivíduo
age contra seus valores morais, já de retidão ou integridade, quando a ação corresponde a essas normas.

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A consciência é um atributo exclusivo do homem e remete a sua “imagem e semelhança” com Deus, seu auto-
reconhecimento é possível através de sua parte espiritual que se comunica com a poderosa mente que Deus
equipou. Temos consciência própria porque a nossa memoria disponibiliza em milésimos de segundos ao nosso
consciente todos os dados que precisamos para nos reconhecer (Historia de vida, reconhecimento físico e
conhecimento agregado), ou seja, disponibiliza tudo aquilo que somos.

O carácter intencional da aprendizagem é uma característica particular do ser humano. Este se caracteriza,
simultaneamente, pelo seu dinamismo, ao estar sempre em mutação e procurar novas informações para a
aprendizagem. É ainda criador, ao procurar novos métodos que permitam a melhoria da própria aprendizagem, por
exemplo, pela tentativa e erro. Para desenvolver o processo de aprendizagem, o ser humano necessita de estímulos
externos e internos, como a motivação e a necessidade. Este processo provoca uma transformação qualitativa na
estrutura mental daquele que aprende, sendo, por isso, um processo pessoal que envolve a totalidade da pessoa.

Essa capacidade impar de aprendizado é possível pelo alto grau de desenvolvimento de nossa mente, o criador nos
muniu de uma complexidade intelectual única no mundo biológico. O aprendizado também é produto de nossa
memoria, que estoca tudo aquilo que aprendemos para que possamos utilizar quando precisarmos.

O ser humano se adapta essencialmente ao mundo e as circunstâncias. Não existe um único habitat que lhe seja
negado à adaptação e não a circunstancias que ele não possa se moldar. Não há outros seres vivos que, tenham essa
grande capacidade adaptativa, para se moldar a lugares e circunstâncias. Os seres humanos têm uma capacidade
tremenda de se adaptar a diferentes lugares e situações sem que isso provoque um conflito com a sua civilização ou
modo de vida, ele simplesmente incorpora o novo fato e desenvolve uma forma de vencer.

A adaptação humana é produto da capacidade que o homem tem em ligar novos fatos a outros já vividos (presente
na memoria), quando proposto um novo problema nos superamos para vencer (criatividade), essa solução fica
arquivada em nossa mente, e é acessada todas as vezes que algo semelhante surgir (memoria), nos dando
instantaneamente a solução adptativa. Um exemplo é quando sou exposto ao frio pela primeira vez, minha
criatividade encontrará uma forma de me adaptar a essa nova circunstância, porem todas as outras vezes que for
exposto ao mesmo estímulo minha mente (memoria) ligará o fato a outro já passado, me disponibilizando a solução
adaptativa, essa ligação é tão forte que só o fato de pensar em me deslocar a um lugar frio já ira produzir a solução
para essa adaptação (levando agasalhos).

A leitura é uma das habilidades mais importantes e fundamentais que podem ser desenvolvidas pelo ser humano. É
a partir da leitura de mundo que o homem pode compreender a realidade em que ele está inserido e chegar a
importantes conclusões sobre o seu mundo e os aspectos que o compõem. A habilidade de leitura é essencial e dá
suporte para o estudo de outras áreas do conhecimento. Ao estudar matemática, o homem terá que realizar a
leitura de sinais, de números existentes em uma determinada situação, bem como a leitura dos enunciados das
questões propostas nas atividades. Já em história, ele irá se encontrar com um universo de palavras que

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caracterizam uma época, um acontecimento. Sendo capaz de realizar uma leitura proficiente (eficiente) desse
contexto, ele não só compreenderá o passado, como também poderá estabelecer paralelos sobre a época estudada
e a realidade atual. As habilidades de leitura vão muito além de uma simples decodificação, na verdade, vão além da
própria compreensão do que foi lido. A habilidade que se deve ter de leitura não é somente traduzir sílabas ou
palavras (signos linguísticos), em sons, isoladamente (a decodificação). Mas também as habilidades de
interpretações de símbolos em conceitos.

A base que disponibiliza os dados necessários para transformar pictogramas em conceitos em nosso cérebro é a
memoria, através do aprendizado estocamos as informações em nossos neurônios e os acessamos cada vez que
somos expostos a esses caracteres. Em microssegundos varremos nossa memoria e reconstruímos toda nossa
aprendizagem, disponibilizando assim os dados para decodificação dos pictogramas, através desse processo
complexo conseguimos extrair os significados dos símbolos.

Todos nascemos com a mesma capacidade intelectual e com as mesmas funções cognitivas, temos a mesma
propensão de inteligência, mas se é assim, porque algumas pessoas aparentam ter mais inteligência? Muito simples,
elas investem nos “4 pilares da inteligência”. Quer dizer que diferencial de raciocínio não é dom de nascença? Com
certeza não, todos podem igualmente brilhar nas áreas intelectuais. Iremos abordar os pilares que se alimentados
aperfeiçoaram nossa inteligência.

O primeiro “’pilar da inteligência” se chama “experiência de vida” ou nossa historia de existência, esse pilar é
constituído de tudo aquilo que vivemos, passamos e se adaptamos. Todas nossas experiências práticas são
armazenadas em nosso córtex cerebral e acessadas quando necessitamos, nos momentos que precisamos nossa

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memoria manda para o consciente essas experiências de vida, nos possibilitando reagir de forma mais assertiva os
desafios propostos.

Vemos em pessoas que ao longo de sua historia ultrapassaram mais obstáculos uma facilidade maior para se adaptar
a novos desafios. Haja vista as pessoas do passado que por terem uma vida mais desafiante apresentam uma maior
sabedoria frente aos desafios práticos, por esse motivo que vemos os idosos sempre com ditados e formulas para
todas as ocasiões.

O segundo pilar é também o mais intelectual é “o conhecimento agregado”, ou todas as informações que
importamos para nosso cérebro. O que forma esse pilar é tudo que estudamos e aprendemos todos os dados que
disponibilizamos para nosso cérebro. Também através de nossa memoria o conhecimento adquirido é armazenado
em nossos cérebros, nos possibilitando a pensar com mais base e coerência, quanto mais informação estocarmos em
nosso cérebro, maior a fonte de dados que a mente usara para tomar uma ação ou realizar um raciocínio logico.

Podemos observar que pessoas com maior nível de conhecimento tendem a destilar maior inteligência e raciocínio,
isso porque nosso cérebro antes de aplicar logica varre (scanner) toda a base de conhecimento, logo quanto mais
informação mais abalizada será o raciocínio.

A base do raciocínio logico é fundamentada sobre esses dois pilares, a experiência de vida e o conhecimento
adquirido, isso porque eles constituem a totalidade dos dados armazenados no córtex cerebral. No momento que
pensamos nosso cérebro lê todas essa informações, e age instintivamente através da sabedoria (historia de vida) e
logicamente através do conhecimento. A historia de vida possibilitara a se adaptar melhor as demandas da vida e o
conhecimento agregado aos problemas de logicas e intelectuais, note que no decorrer da vida os obstáculos
normalmente exigem adaptação e logica.

Concluindo, quanto mais dados eu interiorizar para meu córtex cerebral, mais base para a inteligência eu terei, e
esses dados são adquiridos através da experiência de vida e conhecimento agregado. Podemos falar com certeza
que quanto mais dados mais brilhantes e abalizados serão as decisões e pensamentos.

A nossas emoções tem a capacidade de reconhecer nossos sentimentos e os das outras pessoas, para motivarmos e
para poder lidar adequadamente com as nossas emoções, tanto em relação a nós mesmos quanto às pessoas com as
quais nos relacionamos. O pilar da “carga emocional” funciona também como um portão, pois quando as emoções
se tornam desmedidas ela fecha nossa intelectualidade, não permitindo que agirmos cerebralmente e sim
emocionalmente. Deus é Espirito e nós como semelhança temos um espirito, o espirito é racional e cada vez que

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agimos com racionalidade expressamos a semelhança do Senhor, porém cada vez que deixamos a racionalidade para
agirmos emocionalmente não expressamos a gloria do Senhor.

Essa ilustração acima é muito pertinente, nós com gerentes do “eu” somos os condutores de nossa mente, quando
agimos com inteligência conduzimos nossas vidas, mas quando damos o controle da mente para as emoções, é
semelhante a um carroceiro que solta o cabresto e deixa o “burrinho” livre para guiar. Nossas emoções tem o poder
de fechar nossa mente, aprender domina-las para que fiquem sobre o controle do “eu” gestor é algo imprescindível
e aprenderemos nesse curso.

O grande desafio do "eu" é gerenciar os processos de construção da inteligência, expandindo as suas funções mais
importantes. Contudo, o homem tem um grande problema universal. Ele tem facilidade de ser líder no mundo que o
cerca, mas tem enorme dificuldade de ser líder no mundo psíquico, de controlar o funcionamento da sua própria
mente. Gostamos de ser protagonistas no mundo exterior, mas no cenário que deveríamos ser os autores principais,
a nossa mente, somos apenas espectadores, somos passivos e permitimos que nossas emoções ditam o que somos e
fazemos. O “eu” gestor tem a obrigação de controlar todas as emoções e sentimentos e assim ser o líder de sua
mente, somente com essa liderança interna teremos a capacidade de usar todo nosso potencial, conhecimento e
experiências.

Todos sabemos que não é fácil controlar os pensamentos e emoções construídos no palco de nossa mente. Quantos
pensamentos de cadeias simples ou complexas produzimos, ontem? Talvez milhares. Mas, quantos pensamentos
nós decidimos logicamente produzir? Talvez dezenas ou centenas. Só quando o “eu” é gerado é que ele,
retroativamente, pode exercer um gerenciamento da construção de pensamentos e tornar-se agente controlador
dos pensamentos e das emoções, ao contrario nossos pensamentos serão influenciados por nossos sentimentos.

Não há ser humano lúcido que não reaja com estupidez e nem outro tranquilo eu não tenha seus momentos de
desespero, devemos ter consciência que somos uma massa de seres humanos imperfeitos, vivendo em uma
sociedade de pessoas imperfeitas. Você vai frustrar as pessoas próximas e elas irão frustrá-los. Para ter um controle

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melhor do “eu” gestor devemos saber lidar com as “armadilhas da mente”, são elas: O conformismo, o coitadismo, o
medo de reconhecer erros, e o medo de cometer erros.

1) O conformismo: É a arte de se acomodar, de não reagir e de aceitar passivamente as dificuldades psíquicas,


os eventos sociais e as barreiras físicas. O conformista amordaça o “eu” impedindo de lutar por seus ideais,
de investir em seus projetos, de transformar em sua história. Não assume sua responsabilidade como agente
transformador do mundo, pelo menos do seu mundo. Os conformistas são os reis das desculpas sempre tem
justificativas para não atuar, não penar, não exercitar seu intelecto, raramente duvidam daquilo que os
controla e proclamam: não concordo comigo mesmo, não aceito esse destino.
2) O coitadismo: O coitadismo é a arte de ter compaixão de si mesmo. O coitadismo é o conformismo
potencializado capaz de aprisionar o “eu” para que ele não utilize ferramentas para transformar sua história.
Vai além do convencimento que não é capaz, entra na esfera da propaganda do sentimento de incapacidade,
o coitadista faz marketing de suas crenças irreais, impotências e limitações, não tem vergonha de dizer: sou
desafortunado, sou um derrotado, nada do que faço da certo, não tenho solução, ninguém gosta de mim,
são pessoas com notável potencial, mas que o jogam no lixo.
3) O medo de reconhecer os erros: O medo de reconhecer erros é acima de tudo o medo de assumir como “ser
humano” com suas imperfeições, defeitos, fragilidades, estupidez, incoerência e responsabilidades.
Formamos nossa personalidade em uma sociedade superficial que esconde nossa humanidade e
supervaloriza nosso endeusamento. Hoje quem está brilhado pode amanhã cair em desgraça para que o
outro o substitua, o pódio é cíclico, não há espaço para dois lugares, essas mentiras introduzidas na mídia
inibem nossa humanidade. Veja os exemplos. Quando alguém nos aponta um erro mudamos de cor e
trocamos de humor. Quando alguém revela alguma atitude estupida ficamos indignados. Nas relações em
que o poder é desigual a situação é pior, quando um paciente corrige um psiquiatra gera um escândalo.
Quando um executivo aponta uma falha de um funcionário é sinal de irreverencia. Quando um filho se
discorre sobre um comportamento débil de um pai, revela um desacato a autoridade. Nada é tão absurdo,
nada é tão imaturo. Nas relações desiguais o vírus do orgulho contagia em frações de segundos o cérebro
daquele que considera superior levando a silenciar aquele a voz do que está em posição inferior. Tais
reações são doentias, pois não há psiquiatras, executivo e pais que não falhem e às vezes vexatoramente.
Reconhecer nossas debilidades entrar em contato de maneira nua e crua com nossa realidade não é apenas
um passo fundamental para oxigenar a inteligência, reeditar nossa memória e superar nossos conflitos, mas
também para mergulharmos nas águas do descanso, para bebermos das fontes mais excelentes da
tranquilidade e do perdão.
4) O medo de cometer erros: O medo de correr riscos bloqueia a inventividade, a liberdade, a ousadia. Há
inúmeras pessoas que travaram sua inteligência e enterraram seus projetos de vida pelo medo de correr
riscos. Não são conformistas nem coitadistas eles almejam em escalar seus alvos, mas não ousem, procuram
transformar seus sonhos em realidade, mas se inquietam com os riscos das jornadas, reconhecem suas
fragilidades, assume suas limitações, mas não ultrapassam suas fronteiras, não decifram o código do ânimo
de fazer de sua agenda um canteiro de aventuras. Quem decifra o código que é necessário correr certos
riscos para transformar seus projetos em realidades tem essa consciência e alcança o sucesso.

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O homem consciente, representado pelo “eu”, o grande fenômeno consciente da inteligência. Através do “eu”,
temos a consciência existencial, ou seja, a consciência de que existimos e de que há um mundo que existe e pulsa ao
nosso redor. Além disso, temos a consciência de que pensamos e nos emocionamos e podemos administrar os
pensamentos e as emoções, todos esses fenômenos existem e são acessados por termos memória.

A memória armazena a história intrapsíquica (internos), que é composta de milhões de experiências de prazer,
medo, apreensão, tranqüilidade, raiva, que temos durante toda nossa vida, iniciando pela vida intra-uterina.
Entretanto, pelo fato de a memória armazenar os segredos de nossa história, pensamos ingenuamente que a função
dela é funcionar como depósito de informações, mas na verdade ela reconstroi. Temos de ter consciência de que a
leitura da memória é uma das mais importantes variáveis que participam da construção da inteligência, o resgate
das informações, principalmente das experiências do passado carregadas de emoções, nunca é uma lembrança pura,
mas uma reconstrução distinta.

Quando por exemplo olhamos para o espelho, em microssegundos nosso conciente scaneia todo nosso córtex
cerebral disponibilizando a mente tudo aquilo que somos e vivemos. Nossa memoria reconstroi tudo aquilo que
som0os e se interpreta aos olhos das emoções momentaneas.

Os pensamentos lógicos surgem a partir do processo de leitura virtual das matrizes dos pensamentos essenciais, que
são pensamentos inconscientes. Assim, o nascedouro dos pensamentos conscientes, que são os pensamentos mais

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conscientes da mente, ocorre a partir dos pensamentos essenciais inconscientes na nossa mente, na verdade todos
os pensamentos lógicos e matemáticos surgem dos conceitos abstratos armazenados em nosso córtex cerebral.
Lemos em milésimos de segundos a memória e produzimos as matrizes dos pensamentos essenciais inconscientes.
Em milésimos de segundos depois, o processo de leitura virtual dessas matrizes e gera os pensamentos lógicos
utilizados na comunicação interpessoal, na mídia, na literatura, na ciência. Tudo se passa tão rápido na mente, que
não nos damos conta de como é que conseguimos ler a memória e produzir milhares de pensamentos dialéticos
(lógicos e conscientes) diariamente.

Ler é reconhecer símbolos gráficos e dados, visto que todo signo passível de leitura se abre a infinitas possibilidades
de significação, nossa mente precisa entregar ao “eu” a decodificação assertiva, para isso a memoria dá suporte para
que cada pictograma seja devidamente codificado pela mente segundo os conceitos que aprendemos na
alfabetização. Mas para que consigamos abstrair todo o significado da leitura nossa memoria precisa reconhecer os
dados e decodificar abstratamente tudo que nos é exposto por essa leitura, para que assim podemos extrair o
verdadeiro significado. Notem que aprendemos milhões de informações na escola e presenciamos sem números de
experiências de vida, mas quando adultos somos capazes de, no máximo, lembrar-se de somente algumas milhares
dessas memorias, isso porque objetivo da memória consciente não é reconstruir tudo exatamente que aprendemos
e vivemos, mas sim disponibilizar os dados e as experiências passadas que precisamos no momento, grande parte
das informações se perde momentaneamente (relegada ao subconsciente e acessadas quando pertinentes), o que
fica no consciente é seu conteúdo e seu significado, que funcionarão como tijolos para reconhecimento de dados
(leitura) pertinente e ligações com situações análogas (semelhantes).

Nossa poderosa memória nos permite que interpretemos os símbolos em uma leitura (linguística, formulas, etc.)
através do reconhecimento e interpretação dos dados, e que liguemos situações atuais com outras passadas por
intermédio do reconhecimento de situações semelhantes já presenciadas. Um exemplo prático do reconhecimento é
quando vemos uma pessoa que faz lembrar-nos de outra, isso acontece porque nossa mente inconscientemente liga
uma característica de alguém já conhecido com essa pessoa que interagimos, assim o consciente faz essa ligação
entre as duas pessoas.

A ligação de uma experiência presente com uma já vivida (Déjà vu) é uma das mais sofisticadas funções cerebrais,
em microssegundo a mente varre o córtex cerebral e reconhece na situação atual as características de uma já
presenciada. Como por exemplo, quando pequeno tomei um choque na tomada, agora todas as vezes que ver uma
tomada lembrar-me-ei desse choque, o que impedirá de eu tomar outro. Esse poder mental de adaptação é uma
ferramenta eficiente para galgar os desafios diários, nos possibilitando através de experiências já vividas
contornarmos as atuais. Como nossa memoria não disponibiliza fatos de maneiras exatas, e sim reconstrói esses
fatos, ela disponibiliza para nossa mente raciocínios flexíveis que se adaptam a novos fatos, outra maneira que a
memoria age é identificando acontecimentos análogos, nos permitindo saber a melhor forma de se moldar a
situação.

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A maior parte de nossa memoria é constituída de pensamentos conscientes, ou aqueles que são produzidos e
armazenados pelo “ego”, a maioria das lembranças e pensamentos (produzidos por fatos na memoria) que uso no
dia a dia são resgatados e comandados pelo meu “eu” gerenciador. Todas as vezes que produz um pensamento que
escolhi fazer estou fazendo uso da memoria consciente.

Memoria inconsciente é aquela que invade meus pensamentos involuntariamente, normalmente são produzidas no
“superego” e lançado em minha mente para impactar os pensamentos conscientes. São pensamentos inconscientes
todos aqueles que não escolhi pensar, mas antes foram produzidos sem o comando de meu “eu” gestor. Como
exemplo de pensamentos inconscientes temos a sensação produzida no encontro com alguém, esse pensamento
involuntário ira moldar o que meu consciente entende dessa pessoa.

Não podemos escolher o que memorizamos, pois a totalidade de tudo que é capturado pelos nossos sentidos é
armazenada em nosso córtex cerebral, mesmo os estímulos captados de forma inconscientes. Esse fenômeno se
chama RAM (registro automático da memoria) e é involuntário, não cabe ao “eu” gestor decidir o que ira gravar, a
gravação é total e contínua, todos os fatos que experimentamos e aprendemos em toda a vida estarão estocados na
memoria, mesmo se forem gravados no mais profundo do subconsciente e jamais resgatado ao consciente. Por isso
é tão importante nos preocuparmos com os estímulos que seremos expostos, pois serão todos gravados em nosso
memoria, e ao menos que um trauma cerebral ocorra jamais serão deletados.

Como dito, tudo que vivenciamos pelos nossos sentidos são armazenado em nossos cérebros, porem a qualidade do
registro ira ditar o quanto iremos resgatar essa informação pelo consciente, quanto maior a projeção da lembrança
mais visados será pelo nosso leitor de memória. O que define a qualidade da lembrança é a carga emocional, quanto
maior ela for mais visível serão para nosso scanner da memoria, se priorizarmos emoções ruins essas serão
dominantes em nossas lembranças, trazendo ao consciente maus pensamentos frequentemente, por esse motivo
devemos nos esforçar para sermos positivos e assim desfrutar de melhores lembranças.

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Outra verdade sobre a memoria é que ela não é exata, tudo o que lembramos é reconstruída a luz das emoções
integradas e reinterpretadas a luz das emoções atuais. Nada do que lembramos é igual ao vivido, e sim
reconstruções e reinterpretações desses momentos, por isso sempre devemos criticar as lembranças ruins, pois
essas por suas cargas negativas tem tendência a aumentar o grau de sofrimento. Antes de guardar um mau
sentimento devemos lembrar que ele sempre será lembrado pior que a experiência vivida, e por ser munido de
maus sentimentos iremos também enxergar pior que eles realmente são. Um exemplo é se alguém pisar em meu pé
e doer irei registrar isso de forma negativa, por causar dor irei exagerar na descrição do fato, isso ira me fazer
armazenar essa experiência como algo acintoso, cada vez que ver essa pessoa que pisou no meu pé reviverei esse
momento e terei emoções negativas sobre ela e o fato, re-armazenado o fato ainda com mais negatividade, agora
imaginarei que a pessoa ainda teve prazer em pisar em mim, a próxima vez que a ver, pensarei que ela me odeia.
Conclusão, um simples toque no meu pé produziu uma tentativa de homicídio.

Ninguém é capaz por formas naturais de deletar um registro do córtex cerebral, tudo que guardamos será mantido
até nossa morte (excetuando um trauma), e a forma emocional que aplicamos a lembrança também será mantida e
tendenciosamente ampliada. Sabendo disso devemos tomar cuidado com o que registramos e como o registramos,
bem como aos estímulos que somos expostos.

O armazenamento de dados emocionais com negatividades nos levará a regata-los com certa frequência (Registro
com qualidade), esse sentimentos produzirá pensamentos amargos e nos trará sofrimentos. Se guardarmos muitas
lembranças ruins, corremos o risco de perder a alegria e vontade de viver.

Quando alimentamos nosso cérebro com coitadismo nos fazemos de vitimas e pessoas marcadas para sofrer, isso
produzirá pensamentos de autocomiseração e sensações de derrota determinada. Os que praticam o coitadismo
iram se tornar pessoas derrotadas e em depressão, perdendo a espontaneidade e a vontade de vencer.

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Quando nos permitimos guardar maus sentimentos, corremos o risco de cometer algo mais perigoso, a
retroalimentação desses maus momentos. Retroalimentação é resgatar frequentemente más experiências que nos
fazem sofre e ficar remoendo e aumentando o ocorrido, gerando sofrimento extremo. Retroalimentar maus
momentos gerará roubo de energia cerebral que poderia ser aplicado a coisas positivas, essas más energias são as
principais causas de doenças e depressões.

Registros emocionais positivos geram pensamentos prazerosos e alegria de viver, quando armazeno esses
pensamentos temos a certeza que quando os resgatar iremos ter momentos de prazer. Guardar sentimentos
positivos me ajudará com a alegria de viver e o prazer de me interiorizar.

Do mesmo modo que resgatamos maus momentos e os editamos, fazemos com os bons, toda vez que eu resgatar
uma experiência me trará prazer e positividade. A energia positiva que será liberada em meu organismo me dará
atitudes mais positivas, saúde física e psíquica.

Antes de permitir que uma má experiência seja guardada em meu córtex cerebral devo critica-la primeiro, não se
entregar a qualquer sentimento negativo e o armazenar com liberalidade. Voltando ao exemplo do pisam de pé, eu
posso questionar o ocorrido, perguntando será que foi por querer? Analisando melhor o fato posso entender que foi
involuntário, e assim armazenar em meu cérebro como algo sem importância. Se o fato for acintoso, posso pensar
que só fere quem é ferido e uma pessoa ferida necessita de ajuda, assim ao invés de relembrar a pessoa como uma
malfeitora que devo odiar, irei lembrar como uma pessoa que necessita de ajuda, e assim a lembrarei todas as vezes
que interagirmos.

Todos nós cometemos equívocos e devemos entender e assumir esse fato, porem não devemos ter medo de nos
interiorizar e enxergar nossas falhas e as corrigir e descobrir nossos êxitos e os ampliar. É sadio para um ser humano
se interiorizar todos os dias, relembrando tudo que empreendeu, sem medo de ver seus erros, mas com coragem
para corrigi-los, também ver suas qualidades e as cultivar. A interiorização produzirá pessoas humanizadas, sem
medo de criticas e das derrotas, elementos que criam pressão e doenças psíquicas, essa meditação ira formar
homens sadios com liberdade para viver suas vidas e coragem para transpor obstáculos.

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Como antes ensinado, a nossa memoria é continua e grava totalmente nossas sensações, a ferramenta RAM
possibilita que nossa memoria tenha todos os dados e experiências sensoriais que interagimos, essa grande
quantidade de dados dará um amplo suporte para nosso “eu”.

São um território de leitura num determinado momento existencial. Nos computadores, temos acesso a todos os
campos da memória; na memória humana temos acesso por áreas específicas, que chamo de janelas. Como
estudaremos, o grande desafio do ser humano é abrir o máximo de janelas num foco de tensão; mas, infelizmente,
podemos fechá-las e reagir institivamente, como animais irracionais, e, desse modo, ser vítimas de raiva, ciúme,
fobias, compulsão, necessidade neurótica de poder, dependência. Vamos estudar as Janelas da Memória num
capítulo posterior. Aqui comentarei apenas que ela representa uma região da memória onde o Eu, o gatilho e o
Autofluxo pode se ancorar para construir pensamentos. Há três tipos de janelas: Neutras: Correspondem a mais de
90% de todas as áreas da memória. Elas contêm bilhões de informações “neutras”, sem conteúdo emocional, tais
como números, endereços de pessoas, telefones, informações escolares, dados corriqueiros, conhecimentos
profissionais. Killer: Correspondem a todas as áreas da memória que têm conteúdo emocional angustiante, fóbico,
tenso, depressivo, compulsivo. Como o próprio nome diz, “Killer” quer dizer assassino, portanto são janelas que
controlam, amordaçam, asfixiam a liderança do Eu. As janelas Killer contêm nossas experiências traumáticas, como
frustrações, perdas, crises, traições, medos, rejeições, inseguranças, ódio, raiva. “Algumas janelas Killers, como
vimos, são estruturais ou duplos P”, ou seja, têm duplo poder: de encarcerar o Eu e de expandir a própria janela ou a
zona de conflito. Light: Corresponde a todas as áreas de leitura que têm conteúdo prazeroso, tranquilizador, sereno,
lúcido, coerente. As janelas Light “iluminam” o Eu, alicerçam sua maturidade, sua lucidez, sua coerência. Elas contêm
as experiências saudáveis, como apoios, superações, coragem, sensibilidade, capacidade de se colocar no lugar do
outro, de pensar antes de agir, de amar, se entregar, solidarizar-se, tolerar.

É um fenômeno inconsciente de vital importância para o psiquismo humano. O Eu faz uma leitura lógica, dirigida e
programada da memória, ainda que incoerente e destituída de profundidade. A leitura do Autofluxo é diferente. Ele
faz uma varredura inconsciente, aleatória, não programada dos mais diversos campos da memória produzindo
pensamentos, imagens mentais, ideias, fantasias, desejos e emoções no teatro psíquico. Produz os pensamentos que
nos distraem imagens mentais que nos animam emoções que nos fazem sonhar. Leva-nos a ser um viajante sem
compromisso com o ponto de partida, a trajetória e o ponto de chegada. Todos somos viajantes no universo de

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nossas mentes e não por causa do Eu, mas por causa do fenômeno do Autofluxo. Diariamente cada ser humano
ganha vários “bilhetes do fenômeno do Autofluxo” para viajar pelos seus pensamentos, fantasias, pelo passado, pelo
futuro. Quantas vezes nosso Eu fica surpreso com a criatividade de nossa mente, uma criatividade presente até nos
sonhos... O responsável? O fenômeno do Autofluxo, que mantém vivo o fluxo das construções intelecto-emocionais
a cada momento existencial. Um presidiário pode ter seu corpo confinado atrás das grandes, mas sua mente está
livre para pensar, fantasiar, sonhar, imaginar. Sem esse fenômeno, os presidiários se suicidariam coletivamente.

É um fenômeno inconsciente que é acionado em milésimos de segundo por cada estímulo extrapsíquico (imagens,
sons, estímulos táteis, gustativos, olfativos) ou intrapsíquico (imagens mentais, pensamentos, fantasias, desejos,
emoções) que abre janelas da memória e patrocina a interpretação imediata. Por exemplo, todos os dias vemos
milhares de imagens que são interpretados rapidamente pelo acionamento do Gatilho da Memória e as
consequentes aberturas das janelas. Esse processo ocorre sem a intervenção do Eu, portanto, as primeiras
impressões e interpretações do mundo que contatamos são inconscientes. Diariamente temos contatos também
com milhares de palavras escritas ou faladas que são identificadas não pelo Eu, mas pelo pacto do Gatilho abrindo
múltiplas janelas da memória. Por isso esse fenômeno também é chamado de Autochecagem da Memória. Se
dependesse do Eu encontrar cada janela a partir de cada um dos estímulos com que temos contato, não teríamos
uma resposta interpretativa inicial tão rápida, não seríamos a espécie pensante que somos. A ação do Gatilho da
Memória é fenomenal. Ele checa os estímulos a partir de bilhões de dados na memória com uma rapidez
surpreendente – como disse, em milésimos de segundo.

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A técnica do DCD foi criada por Augusto Cury e consiste em duvidar, criticar e determinar um novo posicionamento
pessoal sobre determinados problemas, como: pensamentos negativos, ansiedade, fobias, nervosismo, entre outros.

D (Duvidar)- Concentre-se em si mesmo e pergunte por que você está deixando a tal situação acontecer. Exemplo
(situação de ansiedade): ‘’Por que estou permitindo que a ansiedade me domine?’’

C (Criticar)- Em seguida, critique os pensamentos negativos: ‘’isso é ruim, pois prejudica minha vida emocional, além
do que me impede de... ’’

D (Determinar)- Agora determine a ordem no caos. Significa exercer o papel de diretor do teatro da mente, que deve
estar sob o seu comando, acima de tudo! ‘’Eu exijo que a ansiedade cesse e Eu assuma o controle de tudo, para que
possa viver melhor!’’

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Cognitivo é uma expressão que está relacionada com o processo de aquisição de conhecimento (cognição). A
cognição envolve fatores diversos como o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio etc., que
fazem parte do desenvolvimento intelectual. A psicologia cognitiva está ligada ao estudo dos processos mentais que
influenciam o comportamento de cada indivíduo e o desenvolvimento cognitivo (intelectual e criativo), quanto mais
inteligência mais dados disponíveis para a criatividade.

Conativo designa os processos da mente, de que a vontade, a intenção e a motivação são alguns exemplos, que se
ligam à execução de uma ação, isto é, que incitam e levam os indivíduos a adoptar determinados comportamentos.
São processos que se ligam à questão “Por quê?” e que implicam consciência, esforço, desejo, vontade. A Conação
não equivale à ação propriamente dita, àquilo que pode ser observado, mas a uma disposição interna para agir, e
serve como a motivação da criatividade.

Emocional é uma resposta do nosso organismo diante de um estímulo externo. As relações com os demais ou os
acontecimentos que nos rodeiam causam um impacto, do qual são traduzidas em algum tipo de emoção, emoções
más geridas fecha a menta para criatividade. Ambientais são todos aqueles fatores externos que auxiliam e
impulsionam a uma meta, desafio ou objetivo, como por exemplo, elogio, recompensa, vivenciar experiências em
um ambiente agradável para a pessoa, etc. Neste caso, o fator ambiental auxilia a sustentar a motivação inicial em
realizar uma tarefa, um ambiente saudável é essencial para desenvolver um ambiente prazeroso e
consequentemente propicio para a criatividade.

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A criatividade requer que primeiro concentremos nosso foco em algo, um problema ou uma oportunidade. Ao nos
concentrarmos, preparamos nossa mente para romper com a realidade existente e se abrir para a percepção de
possibilidades e conexões que normalmente não enxergamos. Se estivermos analisando um problema,
concentramos nossa atenção para compreender melhor a situação, suas diferenças e similaridades com outras
situações conhecidas, as peculiaridades do problema analisado e suas possíveis causas. Tentamos entender a
situação, procurando respostas para as seguintes questões: O que está acontecendo? Onde? Como? Quando? Por
quê? Quem está envolvido?

Tendo concentrado nossa atenção na maneira como as coisas são feitas atualmente, o segundo princípio do
processo criativo nos chama a escapar mentalmente dos nossos atuais modelos de pensamento. É a hora de refletir
sobre os nossos bloqueios mentais e derrubar as paredes que limitam nossa imaginação ao que sempre fizemos ao
que é confortável e seguro. A verdade é que os hábitos, mais do que nossas habilidades, predominam na escolha de
nossos caminhos. Tendemos a trilhar sempre o mesmo vale que se torna cada vez mais profundo e mais difícil de
escapar.

Simplesmente prestar atenção e escapar do modelo de pensamento atual não é sempre suficiente para gerar ideias
criativas. Movimento, o terceiro princípio nos leva a continuar a exploração e combinação de novas ideias. É o
momento de dar asas à imaginação e gerar novas alternativas, sem perder de vista os propósitos do processo
criativo. É o momento de fazer conexões insólitas, de ver analogias e relações entre ideias e objetos que não eram
anteriormente relacionados.

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Motivação intrínseca

Esse tipo de motivação depende do próprio indivíduo e está ligado às prioridades, valores e desejos internos de cada
pessoa. Esse estado de motivação é uma habilidade que leva à superação e ao desenvolvimento contínuo do
indivíduo ao longo de sua vida. Para aumentar esta capacidade de automotivação, é essencial que você desenvolva o
autoconhecimento, de modo a se tornar capaz de entender o que te impulsiona, quais são seus valores e o que te
motiva a realmente correr atrás das coisas e sair da zona de conforto.

Motivação extrínseca

A motivação extrínseca é ambiental, sendo muito importante no ambiente corporativo para manter os funcionários
empenhados e envolvidos com a empresa. Alguns gestores utilizam sistemas de compensação que dão prêmios aos
funcionários que atingem suas metas. Vale destacar que essas duas formas de motivação estão intimamente ligadas:
se um funcionário sempre atinge resultados satisfatórios, cumpre prazos, possui um comportamento proativo e não
é reconhecido, sua motivação intrínseca naturalmente cairá.

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E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a
palavra de Deus e sirvamos às mesas.
Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de
sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio.
Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra.
E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito
Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia;
E os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.
Atos 6:2-6

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Diaconia se refere, originalmente, ao servir à mesa (conforme Lc 17.8). Mas, muito em breve, tornou-se sinónimo de
todo auxilio prestado por uma pessoa a outra (conforme At 6.1). Adquire significado abrangente. No Novo
Testamento, pode designar, também, o serviço da pregação (At 6.4; conforme 2 Co 5 18; etc.), sim,todo exercício das
funções próprias do corpo de Cristo (l Co 12.5). E, todavia, na Igreja, se impôs o significado restrito: Diaconia é o
serviço que socorre as pessoas em suas necessidades concretas. Já no Novo Testamento, o diaconato desenvolve um
perfil próprio ao lado de outros ministérios (conforme l Tm 3.8). Embora não se deva perder de vista a abrangência
do termo, recomenda-se reservar o uso do mesmo às formas específicas da ajuda mútua das pessoas, ou seja, ao
serviço propriamente diaconal.

Os apóstolos estavam sobrecarregados. A igreja havia crescido. A agenda dos apóstolos estava corrida. Pessoas de
outras cidades iam ate eles para que orassem por elas. As pessoas tinham que ser atendidas. As ofertas tinham que
ser administradas e repassadas de forma equitativa àqueles que necessitavam. Além disso, a palavra tinha que ser
pregada! Definitivamente, os apóstolos estavam sobrecarregados! Uma igreja de aproximadamente cento e vinte
pessoas estava agora trinta vezes maior em quantidade de pessoas congregadas. Por conta dessa necessidade era
necessário que fosse escolhido dentre os irmãos, dentre os crentes, homens para serem encarregados desse serviço
de administração dos recursos e de serviço às mesas.

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A única passagem que menciona as qualificações para os diáconos é 1 Timóteo 3.8-13. Nessa passagem, Paulo
apresenta uma lista oficial, porém não exaustiva, dos requerimentos para os diáconos. As similaridades entre as
qualificações para diáconos e presbíteros/bispos em 1 Timóteo 3 são notáveis. Assim como as qualificações para os
presbíteros, um diácono não pode ser dado ao vinho (v. 3), avarento (v. 3), irrepreensível (v. 2; Tt 1.6), marido de
uma só mulher (v. 2), e um hábil governante de seus filhos e de sua casa (vv. 4-5). Além disso, o foco das
qualificações é o caráter moral da pessoa que há de preencher o ofício: um diácono deve ser maduro e acima de
reprovação. A principal diferença entre um presbítero e um diácono é uma diferença de dons e chamado, não de
caráter.

E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão
(Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui
agora o dia da salvação).
Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado;
Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas
necessidades, nas angústias,
Nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns,
Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido,
Na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda,
Por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama; como enganadores, e sendo verdadeiros;
Como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não
mortos;
Como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo
tudo.
2 Coríntios 6:1-10

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Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.
Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio,
honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não
contencioso, não avarento;
Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
(Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?
);
Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em
afronta, e no laço do diabo.
1 Timóteo 3:1-7

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Em Antioquia se estabeleceu a primeira comunidade de cristãos gentios, a qual era servida por um conjunto de
profetas e mestres, dentre os quais estavam Paulo e Barnabé. Estes, depois de chamados por Deus, foram enviados
a fazerem discípulos em diversas localidades. Após uma longa jornada, antes de retornarem para Antioquia,
decidiram voltar pelas cidades por onde passaram, fortalecendo os discípulos e também instituindo presbíteros em
cada igreja.

“E, promovendo-lhes, em cada igreja, a eleição de presbíteros, depois de orar com jejuns, os
encomendaram ao Senhor em quem haviam crido” (Atos 14:23).

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O Novo Testamento se refere várias vezes aos presbíteros que serviam como líderes da igreja Local (Atos 14:23;
15:2; 20:17; Tito 1:5; Tiago 5:14) e aparentemente cada igreja tinha mais de um, já que a palavra é geralmente
encontrada no plural. As únicas exceções se referem a casos onde um presbítero está sendo destacado por algum
motivo (1 Timóteo 5:1; 1 Timóteo 5:19). Na igreja de Jerusalém, eles faziam parte da liderança junto com os
apóstolos (Atos 15:2-16:4).

“Fiel é a palavra: se alguém deseja o episcopado, excelente coisa almeja” (Tm 3.1).

A palavra episcopado no grego é “episkopoi” significa pastor, presbítero, bispo ou ancião, ou seja, são aqueles que
detinham a nobre função de visitar, cuidar e zelar da igreja. Isso indica que, o episcopado se em função
baseia, trabalho e dedicação, não apena posição ou titulo: “se é ministério, seja em ministrar, e que
haja dedicação no ensino” (Romanos 12.7). Atualmente, existem muitas pessoas que querem ser usados por Deus, e
isto é louvável, mas o que me intriga é: “Quais as verdadeiras motivações que desejam querer o
episcopado?” Mesmo porque, Deus não espera só resultados e métodos, mas sim, esperam motivações corretas,
interesses dignos de aprovação de Deus. Apesar de que, o verbo grego traduzido por “aspirar” ou por “desejar” é
(oréguete), que significa “desejar intensamente; anelar por; uma profunda intensidade; sentir anelo na alma por
servir: “Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que me deu forças e me considerou fiel, designando-me para o
ministério…” (1 Timóteo 1:12)

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Pastor é uma palavra comum na Bíblia. Frequentemente se refere aos pastores de ovelhas, pessoas responsáveis
pelos rebanhos. Tais homens protegiam, guiavam e alimentavam as ovelhas. O Espírito Santo usou esta palavra
várias vezes no Antigo Testamento num sentido figurativo, descrevendo guias espirituais. Deus é chamado de Pastor
desde a época dos patriarcas (veja Gênesis 49:24-25). Salmo 23 descreve o Senhor como pastor do seu servo fiel. O
autor, um pastor de ovelhas na sua juventude, descreve o carinho e a proteção de Deus para com seus seguidores.
Moisés descreveu o homem escolhido para guiar o povo como pastor (Números 27:17). Infelizmente, nem todos os
pastores são bons. Deus condenou fortemente os pastores egoístas que devoravam o rebanho de Israel (Ezequiel
34:1-10). No Novo Testamento, homens qualificados devem pastorear o rebanho, a congregação do Senhor (1
Timóteo 3:1-7; Atos 20:28-35; 1 Pedro 5:1-3).

Bispo vem da palavra grega episkopos, que quer dizer supervisor ou superintendente. Em 1 Pedro 2:25, se refere ao
Senhor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever a responsabilidade de homens escolhidos para
guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (veja Atos 20:28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3:2; Tito 1:7).

Presbítero (ancião em algumas versões da Bíblia) descreve alguém de idade mais avançada. A palavra é usada na
Bíblia para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que
pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram freqüentemente chamados de presbíteros (veja Atos 11:30;
14:23; 15:2,4,6,22,23; 16:4; 20:17; 21:18; 1 Timóteo 5:17,19; Tito 1:5; Tiago 5:14; 1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1).

Pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes
dos mesmos homens. Igrejas que procuram manter distinções entre pastores, bispos e presbíteros não somente
fogem do padrão bíblico como também perdem a riqueza das palavras que o Espírito Santo usou para descrever os
guias do povo de Deus.

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O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e
princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom
funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser
confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social. A ética é construída por uma sociedade
com base nos valores históricos e culturais. Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os
valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos. A ética esta localizada em nosso “superego” e é dividida
entre os valores que Deus nos dotou (ética universal) e os valores impostos pela sociedade local (ética social).

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1) A ética cristã não pode ser encarada como um mero conjunto de regras, e sim como escolhas morais que nos
faz parecidos com Cristo, devemos ter ética por termos uma nova natureza em Cristo Jesus, e não como
obrigação.
2) Como dito a ética é dividida em dois, a universal que esta gravada por Deus em todos os humanos, essa
devemos observar com prioridade, e a segunda parte é a local, que varia de sociedade para sociedade, essa
é apenas representativa, nos mostrando como agir em nosso grupo. Não podemos deixar que conceitos
pessoais que não fazem parte da ética universal tomar a proporção de mandamento.
3) A prioridade é a ética universal, pois é algo feito e cobrado pelo próprio Deus, questões locais são menores e
não podem ser consideradas doutrinas (e sim usos e costumes), como por exemplo, tipo de vestes aceitas
em uma localidade, isso é apenas uma convenção de valores locais, já roubar é algo universal e, portanto
prioridade.
4) A ética são produtos espirituais frutos de um novo nascimento pelo evangelho, não é algo imposto como
fonte de salvação e sim algo natural do salvo. A religião não pode ser retirada da ética, pois se ligar com
Deus produz frutos espirituais, a ética deve ser resultado natural da religião, não imposição forçada.
5) A ética não é uma coisa forçada e obrigatória e sim uma verdade espontânea e natural, não podemos
somente conhecer os preceitos éticos e não viver, bem como não podemos viver a ética sem entender os
motivos que nos leva a ser éticos.

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1) Todos os cristãos tem contato com o Espirito Santo, que guia e ensina, portanto, todos somos apitos a
conhecer a vontade divina para a família e todos os seus membros de forma a guia-los pelas veredas da
Palavra.
2) Devemos santificar todo nosso ser (Espirito, alam e corpo) e também cuidar do templo do Espirito, é
primordial para o líder cristão cuidar de sua saúde e bem estar físico bem como de todos familiares.
Lembrando que o espiritual é mais importante e tudo esta nas mãos de Deus.
3) Prover sustento para seus também é obrigação do líder, assim como a igreja deve cuidar de seus obreiros e
membros.
4) Além de crescer na graça (espiritual) devemos crescer no conhecimento, por isso o líder deve se qualificar
teologicamente e secularmente para suas funções, e cuidar para que todos que lhe são submissos também
se qualifiquem se tornados aptos para crescimento eclesiástico e secular.
5) Cuidar do bem estar social de sua família e igreja é de suma importância na vida do obreiro, Deus nos
chamou para viver em abundancia e isso também significa vida estável. A igreja primitiva tinha tudo em
comum e a liderança assistia necessidade de todos.
6) O planejamento familiar é de suma importância para a família e igreja, ao pensar em filhos devemos lembrar
que o sustento e estrutura são deveres dos pais, assim sendo não é recomendável colocar filhos no mundo
sem condições, pois a falta de estrutura e provisões será cobrada por Deus dos pais. Os lideres devem estar
com famílias estruturadas para poderem aconselhar seus membros no sucesso familiar. Lembrando que
métodos conceptivos não constituem pecado já que sem concepção não há vida.

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Na bíblia toda vocação é para a missão e esta pressupõe um chamado: a vocação. Do contrário, a vocação seria algo
estéril, fechada em si mesma sem comunhão e consequências em prol do reino de Deus. A missão não é um
acréscimo ou extensão da vocação, mas um componente essencial quer seja ela leiga, religiosa ou sacerdotal. A
missão faz parte do DNA de toda e qualquer vocação. A vocação tem origem divina: Deus é quem chama e toma a
iniciativa desde a sua gratuidade. O chamado é graça e o envio também. Tanto a vocação quanto a missão nunca
visam o bem pessoal do vocacionado, mas de todo o povo de Deus.

O ingrediente fundamental para que possamos realizar este grande mandamento (IDE), é termos em nosso coração
AMOR. Missões é um grande ato de amor ao próximo, pois estaremos levando a todos que está ao nosso redor o
maior presente que podemos ter recebido: o amor de nosso Pai.
Portanto, devemos urgentemente nos preocupar em realizar este mandamento de Jesus, pois nossa obrigação e
levar a toda a criatura a palavra que salva e nos da à reconciliação com o Pai. Devemos nos preocupar com nossos
irmãos que estão nessa árdua batalha em busca de almas que queiram ser recuperadas das mãos do inimigo e
reencontrar o paraíso perdido.

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Sabemos que a ordem de Jesus aos seus discípulos foi que saíssem por todo o mundo e pregasse o evangelho a toda
criatura, o que vimos hoje é uma grande falta de compreensão e entendimento desta ordem, ou até mesmo uma
distorção das palavras ditas por Jesus. Queremos salientar que quando disse aquelas palavras, não as ordenou
somente aos que estavam ali presentes, mas a todos que por ventura tivessem o desejo de falar sobre as maravilhas
que Jesus fez e ainda faz em nosso meio. Portanto também fomos chamados a estar pregando o evangelho a toda
criatura, não por vontade própria, mas como sinal de obediência à ordem expressa de Jesus.

O único modo de o homem chegar a Deus é por Cristo, que mediante a pregação do evangelho alcança os perdidos,
somente a Palavra de Deus pode chegar a seu Espirito e assim o reviver, por isso a fé vem pelo ouvir a Palavra de
Deus. Se não pregarmos ao pecador esse jamais será salvo e de nós o Senhor cobrará seu sangue. Como alguém se
salvará se não ouvir o evangelho? Como todos ouviram a Palavra se muitos cristãos não a pregam? O único modo de
salvação é através da pregação da Palavra e esse privilégio e obrigação o Senhor delegou a todos seus discípulos.

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A Bíblia nos ensina que Deus é amor, e aquele que é de Deus ama qual a maior prova de amor que podemos dar a
nossos semelhantes? Com certeza é a oportunidade de vida eterna através da pregação do Evangelho, se deixamos
de pregar ao perdido evidenciaremos falta de amor. Jesus nos deu exemplo deixando sua glória por amor a nós,
todos os perdidos que ele encontrava demonstrava o amor e a empatia, se somos de Cristo devemos reproduzir o
mesmo sentimento que havia Nele.

A Palavra diz que Deus amou o mundo (todos os homens) não apenas alguns privilegiados, sendo que Jesus morreu
para que todos tivessem a oportunidade de se salvar, porem, é bem claro que só se salvaram os que Nele crerem,
mas como creram se não pregarmos? Na verdade o que esta em jogo é a reprodução do amor que Deus nos amou e
assim uma vez salvos sentirmos o mesmo amor para os que estão perdidos.

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Nossas almas foram compradas com o maior preço do universo, o sangue puro e divino de nosso amado Jesus,
somente isso evidencia o elevado preço de nossas almas. Como Jesus morreu por todos é nossa obrigação como
alcançados por esse amor a levar a frente à obra redentora do Mestre, não nada mais sublime do que buscar uma
alma para nosso Deus. Quando agirmos só em nosso próprio benéfico e buscando apenas o material não plantamos
no mundo espiritual, e correremos o risco de ouvir o Senhor dizendo que não nos conhece, com certeza é melhor ter
a salvação do que ter o mundo todos, e a outra forma tão poderosa de demonstrar a salvação do que buscando os
perdidos? A única coisa que a Bíblia diz trazer alegria no céu é o arrependimento de uma alma, por mais importante
que seja nosso culto, não trará alegria a Deus quanto à salvação de um condenado ao inferno, e devemos sentir a
mesma coisa.

Salomão o homem mais sábio que existiu nos deixou conselhos de maior importância, ele nos ensinou que os
ganhadores de almas são os sábios, que devemos fazer a obra de Deus enquanto tivermos forças, e que a coisa mais
sensata da vida é temer a Deus e obedecer a seus mandamentos, cujo “IDE” se destaca. Todos que os que têm
condições de servir a Deus devem fazer, e assim serão felizes de verdade e alcançaram o status de sábios, como
maior tarefa para os cristãos Jesus deixou o anuncio do Evangelho. Salomão escreveu Eclesiastes no final de sua vida,
como forma de alertar os jovens para a frustração de deixar a obra de Deus pelos prazeres da vida, pode ver por
Salomão que a verdadeira alegria e paz provem de fazer a vontade de Deus.

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Orando

Orando o crente pode ir a Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra. Em Mateus 9.37, o Senhor disse aos
seus discípulos: "A seara é realmente grande, mas os ceifeiros são poucos". E Versículo 38, Jesus pede para rogar ao
Senhor da seara para que envie obreiros para a seara. Vemos então a importância da oração em prol de missões,
porque a oração abre porta onde não tem porta. Através da oração o Senhor abençoa o missionário e lhe concede
poder e força para vencer os desafios.

Contribuindo

Através da nossa contribuição financeira podemos chegar a outros países através de um missionário. Você não pode
ir mais outro irá em seu lugar, e assim contribuindo estamos fazendo a obra de Deus. Devemos contribuir
financeiramente porque é um princípio bíblico.

Porque Contribuir Para Missões? Porque somos um povo comprometido com Jesus Cristo e a sua ordem é: IDE…
PREGAI… ENSINAI… (Mateus 28.19,20).

Porque na parábola dos talentos aprendemos que aqueles que aplicaram seus talentos dobraram-nos; mas aquele
que o escondeu, perdeu-o (Mateus 25.14-30).

Indo

Indo todo crente pode fazer missões, tanto em Jerusalém como em toda Judéia e Samaria e ate os confins da terra
(Atos 1.8). O importante é fazermos a obra do Senhor. Indo, podemos testemunhar para os nossos amigos, vizinhos
e familiares e etc. Indo, podemos testemunhar em nossa cidade e no interior. Indo, podemos em outros estados, em
fim em todo o país (Brasil). Indo, podemos testemunhar até os confins da terra, isto é, em outros países que nos
levara a conhecer outras culturas; que nos fará um missionário transcultural.

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Deus paga bem por nossos serviços, todas as obras que empreendermos para Deus nos trará galardão naquele dia,
quando todas as nossas obras forem provadas no fogo ficaram realmente as que são para vida eterna, portanto
ganhar alma é o que mais renderá galardão, pois é a mais sublime e eterna de qualquer empreendimento. Paulo
disse que cada alma que ele ganhava era como uma coroa de alegria sobre sua cabeça, pois ele sentia alegria em ver
perdido indo para o céu, e sabia que quando entrasse no gozo de seu Senhor cada alma ganha lhe renderia mais
alegria e elogios. O poder da salvação é tão grande que Tiago diz que quem ganha uma lama faz algo tão importante
para Deus que esse o perdoa de inúmeros pecados, grande é o amor do Senhor sobre os que provam que amam
através da pregação do evangelho.

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A palavra liderança define o processo da influência que se tem sobre as outras pessoas, incentivando-as de modo a
trabalharem com entusiasmo por um objetivo comum. Existem várias classificações dos líderes: por exemplo,
relativamente à formalidade na sua eleição, costuma-se falar de líderes formais (eleitos por uma organização) ou de
líderes informais (que emergem de um grupo). Outra classificação das lideranças é determinada pela influência do
líder sobre os seus subordinados. A liderança transacional é aquela que ocorre quando os membros do grupo
reconhecem o líder como sendo a autoridade e que este lhes proporciona os recursos considerados válidos para o
grupo. Em contrapartida, a liderança transformacional ou carismática implica a capacidade de modificar a escala de
valores, as atitudes e as crenças dos seguidores.

Jesus Cristo é o exemplo supremo de liderança espiritual. Quando a maioria das pessoas pensa sobre liderança,
geralmente imaginam um oficial militar dando ordens ou um empregador supervisionando de perto os seus
empregados, certificando-se de todo o trabalho é feito. Estes aspectos podem ser parte da liderança, mas não são a
essência da liderança espiritual. A liderança espiritual é o oposto do que muita gente pensa. A liderança espiritual é
liderança que serve. O próprio Jesus Cristo nos ensinou: "como o Filho do homem, que não veio para ser servido,
mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mateus 20:28). Jesus foi definitivamente um líder. Ele foi o
líder dos doze discípulos e de um grupo muito maior de seguidores (Lucas 10:1-17). Jesus não liderou dando ordens
ou supervisionando, mas sendo um servo e servindo ao lado de seus seguidores.

Líder, do inglês leader, é uma pessoa que atua enquanto guia ou chefe de um grupo. Para que a sua liderança seja
efetiva, os restantes integrantes devem-lhe reconhecer as respectivas capacidades. Por exemplo: “Preciso de um
líder dentro desta equipa”, “Todos nós nos esforçámos para vencer esta partida, mas temos que reconhecer que o
Luís é que é o nosso líder”. O líder tem a faculdade de influenciar os outros sujeitos. O seu comportamento ou as
suas palavras conseguem incentivar os membros de um grupo para que trabalhem em conjunto com vista num
objetivo comum. Dependendo da forma como exerce a condução do grupo, o líder pode ser considerado autoritário
(aquele que toma as decisões que bem lhe apetecer, sem prestar explicações e sem sequer se justificar),
democrático (discute com o grupo e decide por consenso) ou “laissez-faire” (é o líder liberal, aquele com uma
conduta passiva que delega o poder aos demais).

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Chefe: São atribuídas aos chefes algumas características rígidas e centralizadoras, como delegar funções
arbitrariamente, cobrar resultados, verificar as falhas dos subordinados, dar ordens e controlar, com firmeza, as
atividades e comportamentos dos funcionários.

Líder: Já o líder é visto como uma figura democrática, que participa da organização das tarefas junto com a equipe,
motiva os colaboradores e é focado na solução dos problemas em vez de procurar um culpado para punir.

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Liderança Cristã: “É uma vocação em que há uma perfeita mistura de qualidades humanas e divinas, ou um trabalho
harmonioso entre o homem e Deus destinado ao ministério e bênção das demais pessoas”. Nas definições de
Liderança constantes dos Manuais de Administração é comum encontrarmos as expressões: “ser aceito e respeitado
pelo grupo”, “Capacidade de unir e manter coeso o grupo”; “Manter um bom relacionamento com o grupo”;
“Identificação com o grupo”; “Levar o grupo a consecução dos objetivos”; “Influenciar”; “Inspirar confiança”, etc.

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Dinamismo: ajuste em situações diferentes ou imprevisíveis. Atualmente as organizações, para sobreviverem no
mundo moderno, realizam mudanças constantes, o líder deve ser dinâmico e proativo.

Feedback: Se reunir com sua equipe periodicamente e oferecer feedback das atividades desempenhadas e do
desenvolvimento do profissional dentro da instituição é uma ótima maneira de garantir que os trabalhos e tarefas
continuem alinhados no ritmo de necessário.

Imparcialidade: Os seres humanos são naturalmente tendenciosos. Os antecedentes familiares, a cultura e a


experiência influenciam fortemente a forma como pensamos e as decisões que tomamos. Entretanto, a
imparcialidade é uma característica fundamental em um líder para não criar um clima de injustiça e insatisfação em
seus liderados.

Persuasão: Liderar uma equipe não é uma tarefa simples. Em diversos momentos o líder deve convencer sua equipe
sobre as decisões a serem tomadas. Por essa razão, desenvolver a persuasão é uma necessidade de quem deseja
melhorar sua capacidade de liderar.

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Comunicação: Está diretamente ligada ao núcleo da liderança e da gestão empresarial, pois sua funcionalidade está
ligada ao relacionamento interpessoal no qual, que através do processo comunicativo, os líderes influenciam
colaboradores na realização de suas tarefas na organização além de se comprometerem na consecução dos
objetivos e metas traçados no planejamento estratégico. Portanto, a comunicação é uma ferramenta estratégica
para o exercício da liderança.

Relacionamento Interpessoal: É dever de o líder manter um bom relacionamento interpessoal com seus
colaboradores. Dessa forma, ele conhecerá as pessoas que estão ao seu redor e poderá estimular os potenciais de
cada uma delas para um melhor trabalho conjunto. O relacionamento tem um tom ideal quando existe
comprometimento das duas partes e não há sentimento de rivalidade. Assim, consegue-se ter pensamentos em
comum em relação às atividades executadas.

Administração de Conflitos: Uma administração de conflitos assertiva sempre está na busca de soluções e não de
culpados. Para ter sucesso na condução de uma equipe o líder precisa ter: clareza na conduta, domínio da natureza
humana, habilidade de comunicação, domínio de técnicas de gestão e finalmente responsabilidade pela educação e
desenvolvimento dos seus liderados.

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Não é o poder que faz as pessoas seguirem um líder, mas seu caráter, integridade e a maneira de relacionar-se com
elas. O líder é um ser humano que se dispôs e assumiu a realização de uma missão com as pessoas. O significado
original da palavra ‘liderança’ é continuar uma jornada na companhia dos outros. Assim, um líder está indo para
algum lugar, ele tem uma meta e uma visão. Aqueles que se unem a ele na jornada confiam nele, embora não
conheçam o caminho, confiam no líder para conduzi-los. Uma liderança cativa às pessoas pelo comportamento e
pela ética irrepreensíveis. Não ordena para que algo seja feito ele apenas motiva e seus liderados realizam.

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Sobre o autor: MATHEUS MELQUIADES BARBOSA, Casado com Laís Cerqueira
C. Barbosa.

PASTOR (CONADIC) DA ASSEMBLEIA DE DEUS MINISTERIO ESTRELA NO


ORIENTE EM SÃO PEDRO SP, presidida pelo Pastor EDGAR PEREIRA.
Atualmente trabalha em uma congregação em Rio Claro SP.

GRADUAÇÃO: BACHAREL EM TEOLOGIA MEC pela UNIMARTIN e Mestrado em


Teologia e Educação Cristã pela FAITE/CNTB (Conselho Nacional dos Teólogos do Brasil).

Diretor Administrativo da FAITE (Faculdade internacional de Teologia) para o


Estado de São Paulo. Leciona atualmente para os cursos Teológicos dos níveis
básicos ao bacharel. Subdiretor do CNTB para o Estado de São Paulo.

CEL/WHATSAPP (19) 996555727 - Rio Claro SP

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