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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

SERVIÇO SOCIAL

CLEURISLLENY VENANCIO DA SILVA

MARIA APARECIDA LIMA SILVA

OZALDINA SOUZA GAMA

OS AVAÇOS E DESAFIOS NA CONSOLIDAÇÃO DAS


POLITICAS SOCIAIS NO BRASIL

Santana do Araguaia-PA
2018
CLEURISLLENY VENANCIO DA SILVA

MARIA APARECIDA LIMA SILVA

OZALDINA SOUZA GAMA

OS AVAÇOS E DESAFIOS NA CONSOLIDAÇÃO DAS


POLITICAS SOCIAIS NO BRASIL

Trabalho do curso de serviço social apresentado à


Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como
requisito parcial para a obtenção de média simestral nas
disciplinas de Serviço Social na Área de Saúde,
Previdência Social e Assistência Social, Prof. Maria
Angela Santini; Serviço Social E Processos de Trabalho,
Prof. Amanda Boza; Direito e Legislação Social, Prof.
Vanessa Vilela Berbel; Estágio em Serviço Social II,
Prof. Nelma Galli e Seminário da Prática VI.

Orientador: Tania Maria Pereira Correia.

Santana do Araguaia-PA
2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.................................................................................................. 3

2 SERVIÇO SOCIAL: ANTES E PÓS CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 4


1988.................................................................................................................
3 DOCUMENTOS NORTEADORES E PROTEÇÕES 5
AFIANÇADAS..................................................................................................
4 PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE: SERVIÇOS E 7
UNIDADES DE ATENDIMENTO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL,
PARA CRIANCAS, ADOLESCENTES E JOVENS, A LUZ DA TIPIFICAÇÃO
DOS SERVIÇOS
SOCIOASSISTENCIAIS...................................................................................

5 AS PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES AFETAS AOS SERVIÇOS DA PROTEÇÃO 11


ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE, VOLTADOS À INFÂNCIA,
ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE (EXEMPLO: ESTATUTO DA CRIANÇA E
DO ADOLESCENTE, NOVA LEI DA ADOÇÃO, ETC).
..........................................................................................................................
6 A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NOS SERVIÇOS 12
DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES,
NO SERVIÇO DE ACOLHIMENTO EM REPUBLICAS PARA JOVENS E NO
SERVIÇO DE ACOLHIMENTO EM FAMILIA ACOLHEDORA –
METODOLOGIA, INSTRUMENTOS UTILIZADOS, ARTICULAÇÃO COM A
REDE DE SERVIÇOS E DEMAIS ORGÃOS

6 CONCLUSÃO ..............................................................................................18

7 REFERENCIAS.................................................................................................
3

1 INTRODUÇÃO

A disposição do trabalho apresenta uma analise sobre o antes e pós


Constituição Federal de 1988 no que se refere às Políticas Sociais.
Abordaremos aqui a Regulamentação da Política de Assistência
Social, os documentos que a norteiam e as proteções afiançadas, bem como a
Proteção Social Especial de Alta Complexidade direcionada a criança, adolescente e
jovem fundamentados na Tipificação dos Serviços Socioassistenciais.
Trataremos também de questões relacionadas ao acolhimento de
menores em Unidades de acolhimento, em que circunstancia esse acolhimento deve
acontecer bem como as legislações afetas a esses serviços e sobre as alterações
significativas no campo da adoção.
E por fim discorreremos acerca da pratica do profissional do
Assistente social nos serviços de Acolhimento Institucional para crianças e
adolescentes , no Serviço de Acolhimento em Republicas para jovens e no Serviço
de Acolhimento em Família Acolhedora – metodologia, instrumentos utilizados,
articulação com a rede de serviços e demais órgãos.
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2. SERVIÇO SOCIAL: ANTES E PÓS CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988

As políticas públicas surgem em um contexto histórico inerente aos


acontecimentos políticos, sociais e econômicos de uma sociedade. Essas políticas
públicas emergem de uma necessidade do capital, através do trabalho, da indústria
e do surgimento de classes sociais (MARX; ENGELS, 1986).
As PP Aparecem como consequência de um processo social de
exploração de trabalho e do surgimento destas classes proporcionadas pelo
capitalismo. Nesse sentido, atuam como estratégia de um governo em intervir na
sociedade a partir dos reclames dela, através de movimentos populares (HOTZ,
2008).
De um modo geral, o Estado termina por assumir alguns destes
reclamos da sociedade. Os direitos sociais significam a consagração jurídica de
reivindicações dos trabalhadores, no entanto isso nem sempre garante que todas as
reivindicações populares serão de fato atendidas, pois o que pode acontecer no
momento é o atendimento somente do que é aceitável para o grupo dirigente.
A política social é tratada como um tipo de intervenção do Estado no
âmbito do atendimento das necessidades sociais básicas dos cidadãos, é através
dela que a sociedade pode fazer suas reivindicações, sendo que o Estado deve
envolver-se gradualmente numa abordagem pública através de procedimentos de
intervenção nas relações sociais como por exemplo as legislações laborais, fazendo
com que assim os cidadãos tenham acesso a recursos, bens e serviços sociais
necessários, e assim surgem as políticas públicas voltadas para realização de
direitos, necessidades e potencialidades da sociedade de um Estado.
As políticas públicas não podem ser compreendidas enquanto não
contextualizadas, desta forma elas devem vigorar em sua totalidade e o Estado deve
exercer seu papel enquanto mediador dos interesses da sociedade.
O Brasil desde a década de 1930 vem passando por fases de
desenvolvimento econômico, modernização social e participação política, e ao
mesmo tempo por períodos autoritários e de diversas crises econômicas. Houve um
crescimento da economia brasileira e consequentemente uma melhora nas
condições de vida das pessoas, então o setor público passou a ter uma participação
mais acentuada na prestação de serviços sociais e foi durante o período desta
5

década e a seguinte, 1970, que se consolidou institucionalmente no país, de fato, o


Estado Social.
Entre os anos de 1981 e 1985 houve uma abertura para a maior
participação popular, devido o enfraquecimento do autoritarismo, então começou a
haver uma pressão para sanar as carências sociais.
No entanto apesar de haver uma evolução das políticas sociais,
todo este processo se deu com muitas desigualdades, não atendendo de fato as
necessidades e demandas do povo brasileiro.
Já o período entre 1985 e 1988 é marcado pelas mudanças
ocorridas no país, onde se reforçava a importância de um Estado social, universal e
igualitário. Mas foi com a promulgação da Constituição Federal de 1988 que o
Estado tem suas atribuições mais claras e concisas, tendo o dever de prover de
maneira igualitária os serviços sociais básicos, saúde, educação de qualidade e
previdência social para todos os cidadãos e, com o crescimento econômico brasileiro
no ano 2000, proporcionado pela estabilidade econômica e social conquistada nos
anos 1990, fez com que esse papel do Estado fosse confirmado.
A promulgação dessa constituição foi um marco para as políticas
sociais brasileiras, no momento em que colocou em debate a questão das
desigualdades sociais, introduzindo um conceito de proteção social mais abrangente
(SILVA; SOUZA, 2010). Em seu artigo 3º, inciso IV, dispõe que é objetivo
fundamental do Estado “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem,
raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” (BRASIL, 1988).

3 DOCUMENTOS NORTEDORES E PROTEÇÕES AFIANÇADAS

A Constituição de 1988 promoveu muitos avanços na determinação


das responsabilidades do Estado mediante a necessidade de proteção social dos
cidadãos, dentre os quais se destaca a instituição da Seguridade Social como
sistema básico de proteção social, articulando e integrando as políticas de seguro
social, assistência social e saúde.
A Assistência Social atualmente é regida por lei federal (Lei nº 8742,
de 7 de dezembro de 1993), conhecida como Lei Orgânica da Assistência Social, a
qual conferiu-lhe características que a fizeram se distanciar de práticas
“assistencialistas” com as quais sempre foi identificada. Sendo regida por princípios
6

e critérios identificados com a igualdade, a equidade e a justiça social, bem como


com a perspectiva de promoção da autonomia do cidadão, a Política de Assistência
Social passou a se constituir como política de Seguridade Social que, ao lado da
Saúde e da Previdência, deve contribuir para a ampliação da cidadania à medida
que assume o encaminhamento de bens, serviços e direitos usufruídos por uma
minoria, parcela da população tradicionalmente excluída desse circuito.
Em função de a sociedade passar por mudanças e transformações,
é importante mencionar que após a promulgação da constituição Federal, 1988,
outras leis complementares foram criadas para nortear e assegurar que as políticas
sociais públicas sejam efetivas e que estejam ao alcance de todos, portanto os
documentos que norteiam as ações no campo das políticas públicas sociais são, de
acordo com a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: Constituição da
Republica Federativa do Brasil; Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS (1993);
Política Nacional de Assistência Social – PNAS (2004); Norma Operacional Básica
do Sistema Único de Assistência Social NOB/SUAS (2005); Norma Operacional
Básica de Recursos Humanos do sistema Único de Assistência Social – NOB-
RH/SUAS (2006); Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069, de 13 de julho
de 1990 e suas alterações: Lei 11.829, de 25 de novembro de 2008); Política
Nacional (Lei 8.842 de 04 de janeiro de 1994); Política Nacional para Inclusão da
Pessoa com Deficiência (1999); Plano Nacional de Enfrentamento da Violência
Sexual Infanto-Juvenil (2000); Estatuo do Idoso (Lei 10.741, de 1º de outubro de
2003); Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção
ao Trabalhador adolescente (2004); Classificação Internacional de Funcionalidade,
Incapacidade e Saúde – CIF. Organização Mundial de Saúde (2004); Plano Nacional
de Promoção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência
Familiar e Comunitária (2006); Lei Maria da Penha (Lei 11.340 de 2006); Plano
Nacional de Enfrentamento ao Trafico de Pessoas (2006); Pacto Nacional pelo
Enfrentamento à violência contra a Mulher (2007); Legislações referentes ao
Beneficio de Prestação Continuada (BPC): Decreto Nº 6.214, de 26 de setembro de
2007; Decreto Nº 6.564, de 12 de setembro de 2008 e Portaria MDS Nº 44, de 25 de
fevereiro de 2009; Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu
Protocolo Facultativo (2008); 2009); Tipificação Nacional de Serviços
Socioassistenciais. Resolução CNAS Nº 109, de 11 de novembro de 2009; Plano
Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT (Lésbicas, Gays,
7

Bissexuais, Travestis e Transexuais) (2009); Orientações Técnicas Centro de


Referencia de Assistência Social (CREAS) (2009); Estatuto de Promoção da
Igualdade Racial (2010); Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras
Drogas. Decreto Nº 7.179, de 2010; Legislação sobre o Cadastro Único para
Programas sociais e o Programa Bolsa Família; Instrução Operacional
SENARC/NAS N 07, de 22 de novembro de 2010. Orientações aos municípios e ao
DF para a inclusão de pessoas em situação de Rua no Cadastro Único para
Programas Sociais; Cadernos de orientação técnica sobre o PETI – Gestão e
Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (2010) e “Lei do SUAS”. Lei
12.435, de 06 de julho de 2011 que altera a LOAS e dispõe sobre a organização da
Assistência Social.
Ainda existem as proteções afiançadas:
São garantias afiançadas pela política de assistência social de forma a efetivar sua
função de proteção social. A NOB/AS, 2005 estabelece cinco seguranças: Segurança de Acolhida
Provida através de ofertas públicas de serviços de abordagem em territórios de incidência de
situações de risco, e de rede de serviços para a permanência de indivíduos e famílias, através de
alojamentos, albergues e abrigos. Pressupõe, ainda, condições de recepção, escuta profissional
qualificada e resolutividade no atendimento. Segurança de sobrevivência a riscos circunstanciais
Exige a oferta de auxílios em bens materiais e em pecúnia de caráter transitório (benefícios
eventuais) para as famílias, seus membros e indivíduos. Segurança do convívio familiar Oferta de
serviços que garantam oportunidades de construção, restauração e fortalecimento de laços de
pertencimento. Segurança do desenvolvimento da autonomia individual Ações voltadas para o
desenvolvimento de capacidades e habilidades para o exercício da cidadania e conquista de maior
grau de independência pessoal. Segurança social de renda Operada através de concessão de
bolsas-auxílio e benefícios continuados. (BRASIL. NOB, 2005)" (Dicionário de termos técnicos da
Assistência Social).

4 COMPETENCIAS PROFISSIONAISPROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DE ALTA


COMPLEXIDADE: SERVIÇOS E UNIDADES DE ATENDIMENTO DA POLÍTICA
DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, PARA CRIANCAS, ADOLESCENTES E JOVENS, A
LUZ DA TIPIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS SOCIOASSISTENCIAIS
Grandes foram os avanços em relação à proteção da criança e
adolescente desde a criação de seu estatuto que direciona de forma clara os direitos
as estes assegurados. Na Tipificação dos Serviços Socioassistenciais estão
previstos serviços Especiais de Alta Complexidade no atendimento da Política de
Assistência Social para crianças, adolescentes e jovens.
8

O tema é complexo, pois é terrível quando em determinados casos o


melhor para um menor é ser afastado do seu convívio familiar uma vez que o
Estatuto da criança e do adolescente lhe confere esse direito no art. 19.
Artigo 19 (ECA). É direito da criança e do adolescente ser criado e
educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família substituta,
assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente que garanta seu
desenvolvimento integral. O acolhimento institucional se faz necessário quando
esgotado todos os recursos para manter o menor no núcleo familiar.
Embora seja prioritário o convívio com a familiar, há situações que é
necessário o afastamento da criança ou adolescente desse convívio e o mesmo é
encaminhado para unidade de acolhimento, no entanto esse não ocorre de forma
aleatória, este serviço tem regulamentações e orientações que direciona com deve
ser o procedimento e devem estar em consonância com as orientações descritas na
Tipificação dos Serviços Socioassistenciais. Existem ainda outras leis que também
orientam essas ações e conceituam esses atendimentos como sendo de alta
complexidade:
O afastamento deve ser de forma excepcional, ou seja, quando a
integridade física e moral do menor estiverem em risco. È importante mencionar que
a falta de recursos materiais não constitui em motivo de acolhimento do menor
conforme artigo 23 do (ECA). A falta ou a carência de recursos materiais não
constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do poder familiar. Em
situações que a família não dispuser de recursos para manter essa criança ou
adolescente, a equipe responsável deve fazer os devidos encaminhamentos no
sentido de inserir essa família nos programas de transferências de renda a que
tenham direito esse serviço pode ser viabilizado via CRAS. Essa ação esta
regulamentada no artigo 101 do Estatuto da Criança e Adolescente:
Art. 101 (ECA). Verificada qualquer das hipóteses previstas no art.
98, a autoridade competente poderá determinar, dentre outras, as seguintes
medidas:
I – encaminhamento aos pais ou responsável, mediante termo de
responsabilidade;
II – orientação, apoio e acompanhamento temporários;
III – matrícula e frequência obrigatórias em estabelecimento oficial
de ensino fundamental;
9

IV – inclusão em serviços e programas oficiais comunitários de


proteção, apoio e promoção da família, da criança e do adolescente;
V – requisição de tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico,
em regime hospitalar ou ambulatorial;
VI – inclusão em programa oficial ou comunitário de auxílio,
orientação e tratamento a alcoólatras e toxicômanos;
VII – acolhimento institucional;
VIII – inclusão em programa de acolhimento familiar;
IX – colocação em família substituta.
O afastamento deve ter caráter provisório não excedendo a 2 dois
anos afim de que o menor não perca suas sua identidade, em situações que o
retorno a família de origem for irreversível o menor devera ser encaminhado para
adoção. Ainda há que observar que quando acolhido irmãos deve se priorizar
mante-los próximos para promover o fortalecimento de vínculos familiares.
Outro ponto a ser considerado é que seja garantido o acesso a
diversidade e que não haja discriminação por parte da equipe acolhedora e nem tão
pouco haja vitimização da criança ou adolescente acolhidos. Esse acolhimento deve
levar em conta as condições sócias econômicas, arranjos familiares, etnia, gênero,
orientação sexual ou ainda que por serem pessoas com necessidades especiais em
decorrência de deficiência física ou mental, não sofram preconceito. O atendimento
de ser personalizado e individualizado, enquanto acolhido será preservado sua
lembranças, ao mesmo tempo em que continuara construção de sua historia pra que
seja referencial para sua vida adulta.
O direito de liberdade de expressão também deve ser preservado
conforme artigo 16 (ECA):
Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:
I – ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários,
ressalvadas as restrições legais;
II – opinião e expressão;
III – crença e culto religioso;
IV – brincar, praticar esportes e divertir-se;
V – participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação;
VI – participar da vida política, na forma da lei;
VII – buscar refugio, auxilio e orientação.
10

Com base nesse entendimento o respeito a autonomia da criança,


do adolescente e do jovem deve ser mantido. Ao manifestar o sua opinião deve ser
ouvido e ser levado em conta suas conclusões.
Com base em inúmeras discussões a respeito de como e quando
ofertar esses serviços foi elaborado um documento para regulamentar esses
serviços intitulado por Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças
e Adolescentes que tem por base a descrição dos serviços de Alta Complexidade
descritos Tipificação dos Serviços Socioassistenciais, dentro desse direcionamento
foram criadas orientações técnicas para regulamentar esse serviço de acolhimento
que também se estende ao jovem. Segue aqui a descrição especifica desse
atendimento para crianças e adolescentes de acordo com a Tipificação dos Serviços
Socioassistenciais.
Acolhimento provisório e excepcional para crianças e adolescentes
de ambos os sexos, inclusive crianças e adolescentes com deficiência, sob medida
de proteção (Artig. 98 do Estatuto da Criança e do Adolescente) e em situação
de risco pessoal e social, cujas famílias ou responsáveis encontrem-se
temporariamente impossibilitados de cumprir sua função de cuidados e proteção. As
unidades não devem distanciar-se excessivamente, do ponto de vista geográfico e
socioeconômico, da comunidade de origem das crianças e adolescentes atendidos.
Tipificação
Em todos os sentidos prioriza-se o bem estar desse menor acolhido
com objetivo de minimizar os impactos causados por esse afastamento ainda que
necessário. Nesse sentido é preciso observar as seguintes orientações;
Grupos de crianças e adolescentes com vínculos de parentesco-
irmãos, primos, etc., devem se atendidos na mesma unidade. O acolhimento será
feito até que seja possível o retorno à família de origem (nuclear ou extensa) ou
colocação em família substituta. O serviço devera ser organizado em consonância
com os princípios e orientações do Estatuto da Criança e do Adolescente e das
“Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes”.
Tipificação
.
O texto traz ainda orientações de como desenvolver esse
atendimento institucional em forma de modalidade:
11

1 Atendimento em unidade residencial onde uma


pessoa ou casal trabalha como educador/cuidador
residente, prestando cuidados a um grupo de ate
10 crianças e/ou adolescentes;
2 Atendimento em unidade institucional semelhante
a uma residência, destinada ao atendimento de
grupos de ate 20 crianças e/ ou adolescentes.
Nessa unidade é indicado que os
educadores/cuidadores trabalhem em turnos fixos
diários, afim de garantir estabilidade das tarefas
de rotina diárias, referencia e previsibilidade no
contato com as crianças e adolescentes. Poderá
contar com espaço especifico para acolhimento
imediato para receber a criança/adolescente, em
qualquer horário do dia ou da noite, enquanto se
realiza um estudo diagnostico detalhado de cada
situação para encaminhamentos necessários.
O atendimento ao acolhido deve ser feito de forma intersetorial, o
acompanhamento do menor vai desde o atendimento realizado pelo sistema Único
de Assistência Social (SUAS), ao Sistema Único de Saúde (SUS), quando este se
fizer necessário e ao acompanhamento junto ao Sistema Educacional afim de que
esse menor acolhido tenha seus direitos preservados e seja feito os
encaminhamentos necessários.

5 AS PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES AFETAS AOS SERVIÇOS DA PROTEÇÃO


ESPECIAL DE ALTA COMPLEXIDADE, VOLTADOS À INFÂNCIA,
ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE (EXEMPLO: ESTATUTO DA CRIANÇA E DO
ADOLESCENTE, NOVA LEI DA ADOÇÃO, ETC).

Conforme já citado o tema principal desse estudo é as políticas


voltadas a criança, adolescente e jovem a fim de garantir seus direitos, priorizando
um desenvolvimento sadio com o propósito de se fazerem cidadãos de direitos.
12

Os serviços de acolhimento para crianças e adolescentes integram


os Serviços de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social (SUAS),
sejam eles de natureza publico estatal ou não estatal, e devem pautar-se nos
pressupostos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), do Plano Nacional de
Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes a Convivência
Familiar e Comunitária, da Política Nacional de Assistência Social; da Norma
Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS, da Norma Operacional Básica
do SUAS e no Projeto de Diretrizes das Nações Unidas sobre Emprego e Condições
Adequadas de Cuidados Alternativos com Crianças. orientações técnicas pag 12
Acolher um menor em um a unidade não significa romper com os
laços familiares, uma vês que nem sempre e por falta de amor que esse afastamento
acontece, muitas vezes e pela falta de estrutura familiar de ordem econômica (que
não caracteriza motivo para acolhimento e sim encaminhamentos devidos dessas
famílias pra uma reestrutura a fim de manter a família unida com condições dignas).
Esse atendimento e muito complexo e requer muita organização,
trabalho de forma intersetorial envolvendo outros serviços da rede Socioassistecial.
Pautado nas Orientações Técnicas em Acolhimento pode-se dizer:
Dessa forma, para que as intervenções realizadas junto às crianças
adolescentes acolhidos e suas famílias sejam efetivas, é necessário que haja uma
estreita articulação entre os diversos órgãos envolvidos no seu atendimento. Assim,
para fortalecer a complementaridade das ações e evitar sobreposições, é importante
que esta articulação proporcione o planejamento e o desenvolvimento conjunto de
estratégias de intervenção, sendo definido o papel de cada instancia que compõe a
rede de serviços local e o sistema de Garantia de Direitos, na busca de um objetivo
comum.
Acolher um menor em uma instituição é um atendimento de alta
complexidade, todos os cuidados necessários devem ser tomados para minimizar os
efeitos desse afastamento procurando preservar sempre esse menor acolhido,
dentro do conjunto de Orientações Técnicas, esta definido em que circunstâncias
devem acontecer esse acolhimento e as instituições que deverão ser em
caminhados.
Quando, para proteção da integridade física e psicológica, for
detectada a necessidade do afastamento da criança e do adolescente da família de
origem pela autoridade competente, os mesmos deveram ser atendidos em serviços
13

que ofereçam cuidados e condições favoráveis ao seu desenvolvimento saudável,


devendo-se trabalhar no sentido de viabilizar a reintegração à família de origem ou,
na impossibilidade, o encaminhamento para família substituta. Tais serviços podem
ser ofertados em diferentes serviços de acolhimento: Abrigos Institucionais; Casas
Lares; Famílias Acolhedoras e Republicas.
O publico alvo desse atendimento é bem especifico e compreende
crianças e adolescentes de 0 a 18 anos sob medida protetiva, salvo nas Republicas
que atende jovens de 18 a 21 anos.
Esgotados todos os recursos para reintegrar esse menor a sua
família e tendo esgotado o período de tempo no abrigo esse menor e encaminhado
para adoção. Existem casos onde a mãe manifesta o desejo de encaminhar seu filho
para adoção e a Lei 13.509, de 22 de novembro de 2007, traz direcionamentos bem
atuais no que se refere à adoção. A Adoção esta prevista tanto para menores que
genitores e familiares não manifestam interesse em ficar com ele quanto para
aqueles que por enumeras circunstâncias não tem mais condições de serem
reintegrados as suas famílias.
A Lei 13.509, de 22 de novembro de 2007, altera alguns textos do
Estatuto da Criança e do Adolescente concernente a adoção.
No tocante a destituição do poder familiar acrescenta-se nova
possibilidade:
Art. 19-A A gestante ou mãe que manifeste interesse em entregar
seu filho para adoção, antes ou logo após o nascimento, será encaminhada à
Justiça da Infância e da Juventude.
Com base nesse artigo fica elencado as orientações e
encaminhamentos para possível adoção nos § 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º e 10º: A
gestante ou será ouvida pela equipe interprofissional da Justiça da Infância e da
Juventude, que apresentara relatório à autoridade judiciária, considerando inclusive
os eventuais efeitos do estado gestacional e puerperal; De posse do relatório. A
autoridade judiciária poderá determinar o encaminhamento da gestante ou mãe,
mediante sua expressa concordância, à rede publica de saúde e assistência social
pra atendimento especializado; A busca à família extensa, conforme definida nos
termos do parágrafo único do art. 25 desta Lei, respeitara o prazo Maximo de 90
(noventa) dias, prorrogável por igual período; Na hipótese de não haver a indicação
do genitor e de não existir outro representante da família extensa apto a receber a
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guarda, a autoridade judiciária competente devera decretar a extinção do poder


familiar e determinar a colocação da criança sob a guarda de quem estiver habilitado
a adota-lo ou de entidade que desenvolva o programa de acolhimento familiar ou
institucional; Após o nascimento da criança, a vontade da mãe ou de ambos os
genitores, se houver pai registral ou pai indicado, deve ser manifestada na audiência
a que se refere o § 1º do art. 166 desta Lei, garantindo o sigilo sobre a entrega; Na
hipótese de não comparecerem à audiência nem o genitor representante da família
extensa para confirmar a intenção de exercer o poder familiar ou guarda, a
autoridade judiciária suspendera o poder familiar da mãe, e a criança será colocada
sob a guarda provisória de que esteja habilitado a adota-la; Os detentores da guarda
possuem prazo de 15 (quinze) dias para propor a ação de adoção, contando do dia
seguinte à data do termino do estagio de convivência; Na hipótese de desistência
pelos genitores - manifestada em audiência ou perante a equipe interprofissional –
da entrega da criança após o nascimento, a criança será mantida com os genitores,
e será determinado pela Justiça da Infância e da Juventude o acompanhamento
familiar pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias; É garantido à mãe o direito ao sigilo
sobre o nascimento, respeitado o disposto no art. 48 desta Lei Serão cadastrados
para adoção recém-nascidos e crianças acolhidas não procuradas por suas famílias
no prazo de (trinta) dias, contado a partir do dia do acolhimento.
Há ainda outras disposições a respeito da adoção na Lei 13.509, de
22 de novembro de 2007, dos quais não faremos menção mas que também são de
grande relevância no processo de garantia de direitos a criança e ao adolescente.
15

6 A PRATICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL NOS SERVIÇOS DE


ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES, NO
SERVIÇO DE ACOLHIMENTO EM REPUBLICAS PARA JOVENS E NO SERVIÇO
DE ACOLHIMENTO EM FAMILIA ACOLHEDORA – METODOLOGIA,
INSTRUMENTOS UTILIZADOS, ARTICULAÇÃO COM A REDE DE SERVIÇOS E
DEMAIS ORGÃOS

Com a promulgação da constituição de 1988 os profissionais de


serviço social, saem da condição de apenas executores de políticas sociais, e
passam a assumir responsabilidades de planejamento e gestão dessas políticas.
Nesta nova conjuntura de serviço social, os profissionais assistentes
sociais atuam diretamente na formulação, planejamento e execução de políticas
públicas, nas áreas da educação, saúde, previdência, assistência social dentre
outras sempre visando à proteção e garantia dos direitos dos cidadãos, podendo
atuar ainda no repasse de serviços e benefícios, como é o caso dos Programas de
Transferência de renda, que torna-se sem duvida uma das faces e desafios mais
importantes da Política Social Brasileira.
A presença do profissional de Serviço social se faz cada vez mais
imprescindível em todos as esferas sejam publicas ou privadas pois estão
diretamente relacionados a mediar, assegurar e efetivas direitos, como destacado no
parágrafo a seguir sobre as diretrizes de sua competência:
Mediante isto destacamos o Art. 4º da Lei nº 8.662, de 7 de junho de
1993 que traz as competências do assistente social, dentre as quais elencamos as
seguintes por apresentar relação direta com o ato de planejar: I – elaborar
implementar, executar e avaliar políticas sociais junto a órgãos da administração
publica, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações populares; II -
elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do
âmbito de atuação do Serviço social com participação da sociedade civil; VI –
planejar, organizar e administra benefícios e Serviços Sociais; VII – planejar,
executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a analise da realidade
social e para subsidiar ações profissionais; VIII – prestar acessória e consultoria a
órgãos da administração direta e indireta, empresas privadas e outra entidades, com
relação às matérias relacionadas no II deste artigo; X – planejamento e
administração de Serviços Sociais e Unidade de serviço Social (BRASIL, 1993).
16

No que se refere à isenção do profissional do serviço social na


equipe de acolhimento é de suma importância mediante a relevância de sua atuação
nessas situações. O Assistente Social consegue vislumbra sob a ótica social tendo
um conhecimento amplo e capacidade fornecer pareceres que irão subsidiar a
garantia de direitos violados.
O trabalho desenvolvido só terá êxito se houver articulação
intersetorial que envolve o sistema Único de Assistência Social (SUAS), que tem seu
trabalho representado pelo CRAS (Centro de referencia E Assistência Social),
CREAS (Centro de Referencia Especializado em Assistência Social); Sistema Único
de Saúde (SUS) e Sistema Educacional. Alem desses órgãos elencados é preciso
fazer menção do sistema de Justiça (Poder Judiciário, Ministério Publico, Defensoria
Publica), Conselho Tutelar, Segurança Publica e conselhos de Direitos. Todas as
ações desses órgãos estão previstos e regulamentados pelo Art. 90 do ECA.
O Profissional do Serviço Social para desenvolver ações
coordenadas no acompanhamento das unidades de acolhimento Institucional
precisa ter amplo conhecimento das seguintes normativas que envolvem
diretamente a criança e adolescente como: Estatuto da Criança e do Adolescente-
ECA, Lei Orgânica da Assistência Social- LOAS, Política de Assistência Social –
PNAS; Sistema Único de assistência social – SUAS; Norma Operacional Básica de
Recursos Humanos do SUAS NOB-RH/SUAS; Norma Operacional Básica do SUAS
– NOB/SUAS; Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do direito de
Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária; Tipificação Nacional
de serviços Socioassistenciais; Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento
parra Crianças e Adolescentes; projeto de Diretrizes das Nações Unidade sobre
Emprego e Condições Adequadas de Cuidados Alternativos com Crianças.
A atuação do assistente Social e dinâmica e dentre a pratica
profissional que pode ser desenvolvida nas instituições destaca-se: captar recursos
através de projetos para realizar atividades culturais para os adolescentes e para
custear os gastos da entidade; estimular participação da família na Instituição
visando à reintegração familiar e a conservação do vinculo, na qual realiza
atendimento individualizado através da entrevista, no atendimento grupal dos
adolescentes, colhendo elementos para o estudo social da família por meio da visita
domiciliar; encaminhamentos diversos dos adolescentes para escola (cursos
profissionalizantes e semi-profissionalizantes), atendimento medico, psicológico,
17

psiquiátrico e odontológico; providenciar os documentos que são necessários para a


cidadania dos adolescentes. SOMER, Diana Galone (estagio I).
Para Guerra (2013, s/p) “a instrumentalidade é uma propriedade
e/ou capacidade que a profissão vai adquirindo na medida em que concretiza
objetivos. Ela possibilita que os profissionais objetivem sua intencionalidade me
respostas profissionais.” Assim, a visita domiciliar é um instrumento técnico-
operativo que amaro (2003, p. 13) define como “uma pratica profissional,
investigativa ou de atendimento, realizada por um ou mais profissionais, junto ao
indivíduo em seu próprio meio social ou familiar.”
18

6 CONCLUSÃO

Os avanços das políticas sociais no Brasil é algo inegável desde a


década de 1930, e com Constituição de 1988, com a esses avanços consolidaram-
se ainda mais, o que aponta também para uma transformação na sociedade
brasileira, entretanto fica claro que muito ainda precisa ser feito no sentido efetivar
todos os direitos descritos e regulamentados em relação a criança e adolescente.
No entanto tais avanços, pode nos evidenciar o quão importante é o
papel do assistente social que ao longo da historia vem enfrentando inúmeros
desafios dentre os quais destacamos a reafirmação da Assistência Social como
política de Seguridade Social e a luta para a construção de uma sociedade mais
justa e igualitária onde os indivíduos podem de fato ser autores da sua historia e
exercer sua cidadania.
Somente um conhecimento amplo das Legislações relacionadas aos
Serviços de acolhimento de criança e adolescente em Instiutições a esse serviços
oferecidos é um trabalho interssetorial poderá lograr êxito no sentido de minizar os
estragos causados em menores
Aqui destacamos a rica experiência proporcionada por este trabalho
enquanto acadêmicos e futuros profissionais da área social, pois através dele
pudemos refletir a relevância do conhecimento acerca das legislações afetas a esse
serviço de forma a ter um amplo conhecimento pra futuras atuações.
19

Mediante o conteúdo aqui exposto percebemos que a história do


serviço social no país apresenta várias nuances, onde passa pelo período de
conservadorismo, e por outro lado há uma luta incessante para quebrar este
paradigma e busca por um serviço social inovador que venha de fato a transformar a
vida dos indivíduos de uma sociedade.
Assim, o assistente social deve estar ciente que é necessário dar
ênfase a promoção de ações cotidianas relacionadas diretamente aos princípios
expostos no Código de Ética profissional com o intuito causar a ruptura do
conservadorismo e do assistencialismo que persistem até os dias atuais, daí a
importância de se fortalecer as atribuições e competências destes profissionais no
sentido ético-político para que de fato estas ações atendam às necessidades
especificas e coletivas de uma determinada sociedade.
Para tanto é necessário que as mudanças alcançadas na categoria
dos assistentes sociais desde a década de 1980, onde deixam de ser meros
executores das ações e passam a de fato terem a responsabilidade de planejá-las,
sejam executadas de maneira comprometida e responsável, sempre com intuito de
atender aos princípios contidos no código de ética que busca a garantia de direito e
exercício pleno da cidadania dos indivíduos e embasa toda a busca por equidade e
por uma sociedade igualitária.
20

7 REFERÊNCIAS

Politica Nacional de Assistencia Social. Disponível no llink:

Política Nacional de Assistência Social. Disponível no link:


http://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/PNAS2004.pd
f
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https://www.mds.gov.br/webarquivos/arquivo/assistencia_social/nob_suas.pdf
Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais. Disponível no link:
http://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Normativas/tipificacao.pdf
Resolução conjunta CNAS/CONANDA, 2016. Disponível no link:
file:///Users/amandabozagoncalvescarvalho/Downloads/CNAS%202016%20-%20001%20-
%2015.12.2016.pdf
Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes. Disponível
no link:
http://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/orientacoes-
tecnicas-servicos-de-alcolhimento.pdf
O trabalho do Assistente Social nas Organizações privadas não lucrativas. Disponível no
link: http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/4UkPUxY8i39jY49rWvNM.pdf
Estatuto da Criança e do Adolescente. Disponível no link:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm
Lei 13.509, de 22 de novembro de 2017. Disponível no link:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/L13509.htm
Gestão e atos normativos do SUAS. Disponível em:
http://aplicacoes.mds.gov.br/snas/regulacao/atos_normativos.php#GEST%C3%83O
ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO DO TRABALHO
Para realizar a atividade de portfólio em grupo, os alunos deverão criar um texto de

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil.


Brasília, DF: Senado, 1988.

BRASIL. Lei n° 8.662, Brasília, DF, 1993.

HOTZ, Celso. Políticas sociais e suas raízes no modo de produção capitalista:


uma leitura nas categorias do materialismo histórico-dialético. In: BATISTA,
Roberto Leme (Org.). VI SEMINÁRIO DO TRABALHO: TRABALHO, ECONOMIA E
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HUCITEC, 1986.

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