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O MÉTODO TEOLÓGICO DE COÉLET (ECLESIASTES): MODELO PARA FAZER

TEOLOGIA HOJE
Luiz Felipe Xavier1

Resumo:
O Coélet ou Eclesiastes é uma mensagem sobre como a vida deve ser vivida por aquele que busca
felicidade autêntica. O presente artigo pretende apresentar o método teológico do Coélet como
modelo para se fazer teologia hoje. Para tal, o pesquisador adota a revisão bibliográfica como método
de pesquisa. Finalmente, o artigo está dividido da seguinte maneira: o primeiro tópico tratará das
considerações preliminares; o segundo do método teológico do livro de Coélet ou Eclesiastes.

Palavras-chave:
Coélet ou Eclesiastes; Método; Teologia da Retribuição; Realidade; Falar sobre Deus.

Abstract:
The Coélet or Ecclesiastes is a message about how life is to be lived by one who searches authentic
happiness. This present article intends to present the theological method of the Coélet as a model to
make theology today. For such, the researcher adopts the bibliographic review as the research
method. Finally, the article will be divided as follows: the first topic will deal with the preliminary
considerations; the second with the theological method of the Coélet book or Ecclesiastes.

Keywords:
Coélet or Ecclesiastes, Method, Retribution Theology, Reality, to speak about God.

1. INTRODUÇÃO

O título hebraico Coélet é extraído da primeira frase do livro: “Palavras de


Coélet (...)” (Ec. 1:1). O Qahal é a assembleia, à congregação. O Qohelet é aquele
que se dirige a mesma. O título grego Eclesiastes é extraído da Septuaginta, a
tradução grega do Antigo Testamento hebraico. A Eklesia é a assembléia. O
Eklesiastes é o presidente da assembléia, o pregador. Logo, o Coélet ou Eclesiastes
é uma mensagem sobre como a vida deve ser vivida por aquele que busca
felicidade autêntica.
O presente artigo pretende apresentar o método teológico do Coélet como
modelo para se fazer teologia hoje. Nisso consiste sua delimitação material. Para tal,
serão pesquisados autores que escrevem sobre a Teologia da Retribuição
(background da obra), sobre a realidade na qual o Coélet ou Eclesiastes está
inserido e sobre a nova forma de falar sobre Deus decorrente do confronto da

1
Mestre em Teologia Dogmática (FAJE), mestre em Filosofia da Religião (FAJE), especialista em
Estudos da Bíblia (FATE-BH), especialista em Teologia Sistemática (FATE-BH) e graduado em
Teologia (FATE-BH). É professor de Teologia na Faculdade Batista de Minas Gerais e professor de
Teologia e Direito no Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix.
Teologia da Retribuição com a realidade. Nisso consiste sua delimitação formal. O
autor adota a revisão bibliográfica como método de pesquisa.
A abordagem dessa temática é relevante porque a igreja brasileira encontra-
se sob forte influência da Teologia da Prosperidade, versão revista e atualizada da
Teologia da Retribuição. Assim, a mensagem de Coélet ou Eclesiastes apresenta-se
como uma significativa contribuição para o fazer teológico hoje. Por fim, é válido
ressaltar a divisão do artigo. O primeiro tópico tratará das considerações
preliminares. O segundo tópico tratará do método teológico do livro de Coélet ou
Eclesiastes. Esse tópico se subdivide em três sub-tópicos. O primeiro é o da tese,
“primeira” teologia ou Teologia da Retribuição. O segundo é o da antítese, o
confronto com a realidade. O terceiro é o da síntese, a nova forma de falar sobre
Deus.

2. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

A pergunta norteadora de toda esta pesquisa é a seguinte: “como fazer


Teologia depois de Coélet2?”. Obviamente, o como implica em método, caminho.
Sendo assim, tal pergunta poderia ganhar uma nova fórmula: “de que maneira o
caminho trilhado por Coélet em sua reflexão teológica pode servir como modelo para
se fazer Teologia hoje?”.
A subscrição “Palavras de Coélet, filho de Davi, rei em Jerusalém.” 3 (Ec. 1:1)
identifica o autor com o rei Salomão (cf. tb. Ec. 1:12,16). Todavia, considerando a
existência de aramaísmos e de termos persas na linguagem, alguns estudiosos,
herdeiros do método histórico-crítico, concluem que se trata de um escrito pós-
exílico do terceiro século a.C.. Tais estudiosos afirmam que um filósofo palestinense
deve ter sido seu autor. Apenas os últimos versos (Ec. 12:9-14) seriam da pena de
um editor posterior (Cf. KLEIN, 1997, p. 59-60.).
Coélet se situa no período da dominação grega. Em 332 a.C. tem início o
período helenístico com Alexandre, o Grande. Após sua morte, seu reino foi divido

2
A palavra tem a ver com o termo hebraico usado para “reunir” ou “juntar”, e a sua forma sugere
algum tipo de cargo público. Era possivelmente um status eclesiástico (como o convocador da
assembléia ou aquele que a ela fala), uma vez que a palavra padrão para congregação ou igreja tem
a mesma raiz. As muitas tentativas de traduzir este título inclui as seguintes: Eclesiastes, O Pregador,
O Orador, O Presidente, O Porta-voz, O Filósofo (cf. KIDNER, p.1).
3
Bíblia de Jerusalém. 5a. Edição. São Paulo: Paulus, 1996. Esta será a Bíblia utilizada em todas as
citações deste artigo.
entre seus generais. Assim sendo, em 301 a.C., a Palestina passa ao domínio dos
Ptolomeus. Segundo Klein, esse
(...) império, com sede em Alexandria, partia de dois modelos: o do antigo
Egito, cujas terras eram propriedade dos Faraós (com exceção das dos
sacerdotes, cf. Gn. 47), e o modelo grego, que consistia na divisão do
território em distritos (dioceses) cada um com um chefe militar e um chefe
político, através dos quais atingia os pontos mais distantes do reino na
cobrança de taxas e impostos. (KLEIN, 1997, p. 60-61).

Ao que tudo indica, a Judéia manteve certas conquistas do período persa,


mas a carga de tributos aumentou muito. Suas aldeias foram obrigadas a modificar
seu sistema de agricultura. Agora, plantavam não apenas para sobreviver, mas para
exportar e vender.
A exploração decorrente deste aumento da carga de tributos gerou
descontentamento entre o povo. Conforme Gass, para
(...) aumentar ainda mais o sofrimento, havia um aparelho que denunciava
qualquer tentativa de resistência exercendo o controle ideológico. O povo
era impedido de usufruir do seu trabalho, uma vez que grande parte da
produção era extorquida dos trabalhadores. Muitos perderam suas terras. O
latifúndio aumentou, bem como a escravidão. (GASS, 1996, p. 23).

É exatamente a partir deste contexto que Coélet irá refletir teologicamente.

3. O MÉTODO TEOLÓGICO DO LIVRO DE COÉLET

3.1. Tese: “Primeira” Teologia ou Teologia da Retribuição

O livro de Coélet começa e termina com a expressão “Vaidade das vaidades,


tudo é vaidade.” (Cf. Ec. 1:2; 12:8). Estes dois versos funcionam como moldura do
livro. O termo que é traduzido por “vaidade” significa primeiramente “vapor”, “sopro”.
Na poesia hebraica, ele é utilizado para descrever a fragilidade humana. Contudo,
em Coélet, “vaidade” evoca apenas “o ser ilusório das coisas” e, por conseguinte, a
decepção que elas proporcionam ao homem (Cf. Bíblia de Jerusalém, p. 1667, nota
d sobre Ec.1:2).
Ao começar e terminar afirmando que “Tudo é vaidade”, Coélet pretende
criticar certa Teologia que permeia a mentalidade de seus contemporâneos: a
Teologia da Retribuição. Mas, o que afirma tal Teologia? A Teologia da Retribuição
afirma que toda ação, cedo ou tarde, desencadeia efeitos sobre seu autor. Tais
efeitos têm origem em Deus. Logo, toda ação já carrega em si o seu efeito ou
resultado. Se a pessoa agir de maneira piedosa, receberá bênçãos de Deus. Por
outro lado, se agir de maneira impiedosa, receberá desgraças de Deus. Isto é a
Teologia da Retribuição.
No tempo de Coélet, a Teologia da Retribuição era a Teologia dos mestres da
sabedoria. Eles ofereciam ao povo receitas prontas sobre a obtenção da felicidade.
De acordo com Gutiérrez, as “escolas de sabedoria afirmavam que era através da
observância da Lei que se chegava à felicidade.” (GUTIÉRREZ, 1996, p. 32). Isto é,
seja fiel a Lei e será feliz. Tal pensamento produzia um controle ideológico sobre a
massa oprimida.
Durante certo tempo, Coélet deu razão à Teologia da Retribuição. Seu
discurso era coerente com sua experiência de vida. Ele disse sobre si mesmo: “(...)
fui rei de Israel.” (Ec. 1:12). Disse ainda:
(...) fiz obras magníficas: construí palácios para mim, plantei vinhedos, fiz
jardins e parques onde plantei árvores frutíferas de toda espécie. Construí
reservatórios de água para regar as árvores novas do bosque. Adquiri
escravos e escravas, tinha criadagem e possuía muitos rebanhos de vacas
e ovelhas, mais do que os meus predecessores em Jerusalém. Acumulei
também prata e ouro, as riquezas dos reis e das províncias. Escolhi
cantores e cantoras e todas as delícias dos homens, toda a abundância dos
cofres4. Ultrapassei e avantajei-me a todos quantos me precederam em
Jerusalém, e a sabedoria permanecia junto a mim. Ao que os olhos me
pediam, nada recusei, nem privei meu coração de alegria alguma; sabia
desfrutar de todo o meu trabalho, e esta foi minha porção em todo o meu
trabalho. (Ec. 2:4-10).

Através desta auto-descrição pode-se perceber que Coélet tinha poder,


propriedades, escravos, criados, rebanhos, prata, ouro, cantores, mulheres,
sabedoria e alegria. No entanto, a situação ao seu redor mudou. Em um contexto de
exploração (decorrente do aumento da carga de tributos), Coélet começa a perder
tudo o que tem. Diante desta situação, sua Teologia entra em crise. Este é o
primeiro momento do método teológico. O momento em que a tese (“primeira”
Teologia) se confronta com a realidade.

3.2. Antítese: Confronto com a realidade

É exatamente no confronto com a realidade que a tese (“primeira” Teologia)


entra em crise. A realidade funciona como antítese desta tese, funciona como um

4
Segundo nota da Bíblia de Jerusalém, “toda a abundância dos cofres” pode significar “uma princesa,
princesas” ou “uma concumbina, concumbinas” (ref. ao harém de Salomão).
teste. Ou seja, é no confronto com a realidade (antítese) – tal como ela se apresenta
àquele que a experimenta – que a “primeira” Teologia (tese) fica de pé ou cai.
No caso de Coélet ela caiu. Sua realidade é marcada pela exploração. Devido
à cobrança de taxas e impostos, o povo é impedido de usufruir do seu trabalho,
muitos perdem suas terras, e o latifúndio e a escravidão aumentam. O próprio Coélet
fornece algumas informações sobre esta realidade que o cerca: “Há quem trabalhe
com sabedoria, conhecimento e sucesso, e deixe sua porção a outro que não
trabalhou.” (Ec. 2:21); “Observo outra coisa debaixo do sol: no lugar do direito
encontra-se o delito, no lugar do justo encontra-se o ímpio.” (Ec. 3:16); “Observo
ainda as opressões todas que se cometem debaixo do sol: aí estão as lágrimas dos
oprimidos, e não há quem os console.” (Ec. 4:1);
Há um outro mal que observo debaixo do sol e que é grave para o homem:
a um, Deus concede riquezas, recursos e honra, e nada lhe falta de tudo o
que poderia desejar; Deus, porém, não lhe permite desfrutar estas coisas; é
um estrangeiro que as desfruta. (Ec. 6:1-2).

Tal realidade contradiz a Teologia da Retribuição. Receitas prontas, baseadas


na relação causa-efeito, não podem ser aplicadas aqui. Na Teologia da Retribuição,
é o homem quem controla as ações de Deus. Tal controle é exercido da seguinte
maneira: se ele agir piedosamente (cumprir a Lei) receberá bênçãos de Deus. Por
outro lado, se agir impiedosamente (descumprir a Lei) receberá desgraças de Deus.
Este pode ser considerado o erro fundamental desta Teologia: seus defensores
possuem uma compreensão errada de Deus. Logo, como crítico desta Teologia,
Coélet tenta corrigir este erro. Ele afirma: “Que tua boca não se precipite e teu
coração não se apresse em proferir uma palavra diante de Deus, porque Deus está
no céu, e tu sobre a terra; portanto, que as tuas palavras sejam pouco numerosas.”
(Ec. 5:1);
(...) observei toda a obra de Deus, e vi que o homem não é capaz de
descobrir toda a obra que se realiza debaixo do sol; por mais que o homem
trabalhe pesquisando, não a descobrirá. E mesmo que um sábio diga que
conhece, nem por isso é capaz de descobrir. (Ec. 8:17).

Coélet compreende quem ele é e quem é Deus. Em seu método, Antropologia


e Teologia caminham de mãos dadas. É somente quando o homem compreende
quem ele é que ele pode ousar um discurso sobre Deus, mas nunca se esquecendo
da diferença entre ambos.

3.3. Síntese: Nova forma de falar sobre Deus


Como sua “primeira” Teologia não é coerente com a realidade, Coélet é
obrigado a reformulá-la. Tal reformulação recebe o nome de síntese. A Teologia da
Retribuição é a tese. O confronto com a realidade é a antítese, pois demonstra a
incoerência de tal Teologia. A síntese, portanto, será uma nova forma de falar sobre
Deus. Ela não é a última forma, mas uma nova forma. No falar sobre Deus não
existe uma última forma. Existe sim, uma forma que corresponda à realidade
existencial de quem fala, o teólogo e a teóloga. Este é o método teológico do livro de
Coélet: o método dialético-existencial.
Consequentemente, o conhecimento é sempre dialético. Uma síntese
transforma-se em nova tese. Esta nova tese será confrontada com uma antítese e
uma nova síntese será proposta – e assim sucessivamente. O progresso teológico é
produto desta dialética. Isso implica que o conhecimento de Deus nunca se esgota,
pois Deus é além do homem que discursa sobre ele.
Segundo Ana Maria e Sandro Gallazzi,
Coélet nos inspira e nos oferece uma chave diferente: a ironia. (...) uma
leitura de Coélet como crítica profunda ao que todos aceitam como verdade
verdadeira, a crítica de quem não se curva à propaganda e à ideologia
dominante, mas continua teimosamente a pensar com sua própria cabeça,
ou melhor: a acreditar naquilo que seus olhos, seus ouvidos, sua barriga
percebem. É o “bom senso” popular, contra a propaganda global, que quer
a todo custo mostrar que o “progresso” é a melhor saída. (GALLAZZI, 2000,
p. 63).

Nisso consiste o aspecto existencial do fazer teológico. A boa Teologia é


aquela que é coerente com a dinâmica da vida. Como o discurso pronto e imutável
dos mestres da sabedoria não dava conta da realidade, Coélet propõe um falar de
Deus a partir do que dele se experimenta na vida cotidiana: o seu dom.
Ao longo do livro, Coélet tenta responder uma pergunta: qual é o sentido da
vida? Para ele, o sentido da vida é o desfrutar da felicidade. Mas em que consiste a
felicidade? A felicidade consiste em uma vida digna, em que as pessoas possam
usufruir do trabalho de suas mãos. É possível ao homem experimentar a felicidade,
ainda que de modo imperfeito. Tal felicidade não consiste em gozar ilimitadamente,
mas em contentar-se com o gozo moderado da vida, que por sua vez, deve ser
vivida sob o temor de Deus. Logo, o homem deve usufruir do próprio trabalho, sem
explorar e sem ser explorado, vivendo em amor e solidariedade. Coélet vê tudo isso
como dom de Deus (Cf. KLEIN, 1997, p. 65).
Esta resposta é uma expressão do seu novo discurso sobre Deus. Como
sábio que é, sugere
(...) que o fruto do trabalho de cada pessoa seja o suficiente para comer,
beber, vestir-se, perfumar-se, amar, morar e alegrar-se com os seus. O que
for além disso, não passa de fugacidade. Afinal, o trabalho está em função
da vida e não a vida em função do trabalho. Esta é a utopia de Ecl. É seu
sonho: o prazer de viver do fruto do seu trabalho na alegria e na
solidariedade. (GASS, 1996, p. 26).

Por fim, seguindo esta mesma linha de pensamento, Vitor M. Fernández


afirma que, de acordo com Coélet, a felicidade autêntica inclui as seguintes
realidades: 1) a sabedoria buscada com equilíbrio; 2) uma atitude religiosa temente
a Deus; 3) reconhecer que o todo está nas mãos dele; 4) valorizar, devidamente, o
momento presente; e 5) gozar o “aqui e agora” – comendo, bebendo e se divertindo
(Cf. FERNANDEZ, 1990, p. 100-101). Esta é a síntese do método teológico de
Coélet.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

De que maneira o caminho trilhado por Coélet em sua reflexão teológica pode
servir como modelo para se fazer Teologia hoje? Esta havia sido a pergunta inicial.
O livro de Coélet deixa claro que a Teologia deve ser feita de maneira dialética. Não
apenas dialética, mas também existencial. Ou seja, o discurso sobre Deus nunca
está pronto, mas deve ser coerente com a realidade, tal como ela se apresenta ao
teólogo.
Ao longo desta pesquisa ficou claro que a Teologia da Retribuição precisa ser
abandonada por três motivos: 1) não compreende quem é o homem; 2) não
compreende quem é Deus; 3) não dá conta da realidade. De acordo com Coélet,
cada um destes elementos deve estar presente no discurso sobre Deus.
O pressuposto para o fazer teológico dialético-existencial é o conhecimento
sobre o homem e sobre Deus. Como foi dito acima Antropologia e Teologia devem
andar de mãos dadas. É exatamente isso que Coélet ensina (cf. Ec. 5:1; 8:17). O
teólogo precisa estar ciente que ele é homem e que Deus é Deus. Só assim, mesmo
que inacabado, o seu discurso sobre Deus será coerente com quem Deus é e
relevante para a realidade que o cerca. É assim que se faz Teologia depois de
Coélet.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BÍBLIA DE JERUSALÉM, 5. ed. Edição. São Paulo: Paulus, 1996.

BRUCE, F. F.. The Wisdom Literature of the Bible: The Book of Ecclesiastes. The
Bible Student ns. 23 e 24, p. 144-148, Oct. 1952.

FERNÁNDEZ, V. M. El valor de la vida presente en Qohelet. Revista Bíblica n. 52,


p. 99-113, 1990.

GALLAZZI, Ana Maria e GALLAZZI, Sandro. Coélet e a ironia – Uma forma de


sabedoria e resistência. Estudos Bíblicos n. 68, p. 63-70, 2000.

GASS, I. B.. O trabalho como ideal: o projeto de Eclesiastes. Estudos Bíblicos n.


49, p. 22-27, 1996.

GUTIÉRREZ, J. L. R.. A lei, a fadiga e o vazio no livro de Eclesiastes. Estudos


Bíblicos n. 51, p. 32-43, 1996.

KLEIN, C. J. Coélet e a felicidade. Estudos Bíblicos n. 53, p. 59-66, 1997.