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Hitler: o marxista heterodoxo que tentou


implantar a utopia socialista
Por George Watson - 14/08/2017

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Em abril de 1945, quando Hitler cometeu suicídio em Berlim, ninguém estava interessado no que
ele acreditava. A guerra não é um período de reflexão e o que Hitler fez foi tão destruidor – e ficou
amplamente conhecido pelas fotos de corpos nus empilhados em valas coletivas – que pouca
atenção foi dada ao ideal nacional-socialista (vulgo “nazista”).

Décadas depois, há muito a ser dito. Os diversos materiais que apareceram posteriormente
enriqueceram e aprofundaram o conhecimento sobre o nacional-socialismo. Amigos íntimos de
Hitler, como Albert Speer, publicaram as suas memórias; as conversas privadas que Hitler teve
durante o período da guerra se transformaram em livros; revelações como as conversas políticas
que Hermann Rauschning teve com Hitler foram confirmadas por pesquisas minuciosas; e
diários de nazistas como o do consultor econômico de Hitler, Otto Wagener, e de seu conhecido
ministro de propaganda, Joseph Goebbels, igualmente se transformaram em livros.

Lendo esses materiais, fica claro, sem sombras de dúvidas, que Hitler e seus aliados se
consideravam socialistas e que outros também acreditavam nisso. Adotar o nome “nacional-
socialismo” não foi uma hipocrisia. Numa época onde a União Soviética era o único estado
socialista no mundo e Hitler adotou a retórica antibolchevique como parte de seu apelo popular, é
compreensível que ele relutasse em falar abertamente sobre as suas fontes – em público, Hitler
sempre se declarou um antimarxista. Sua megalomania impedia que ele se declarasse discípulo
de qualquer pessoa. E isso levou a uma estranha e paradoxal aliança entre os historiadores de
esquerda modernos e a mente de um ditador. Muitos analistas atuais se recusam a analisar a
mentalidade de Hitler e aceitam, sem questionar, o slogan “Cruzada contra o Marxismo” como uma
síntese de sua visão, classificando Hitler e seu nacional-socialismo, erroneamente, como sendo
“conservador” ou de “extrema-direita”.

Em suas conversas privadas, Hitler reconhecia sua dívida com a tradição marxista. De acordo
com Hermann Rauschning, um nazista que conheceu Hitler antes de sua ascensão ao poder em
1933 e publicou as conversas que teve com o ditador, Hitler afirmava que “havia aprendido muito
com o marxismo”. Ele se orgulhava de ter se aprofundado na lógica marxista quando era um
estudante, antes da Primeira Guerra Mundial, e posteriormente na prisão em 1924, para onde foi
levado quando sua tentativa de golpe (o Putsch de Munique) falhou. O problema dos políticos da
República de Weimar, como Hitler afirmou a Otto Wagener, era que “eles nunca leram Marx” e
acreditavam que a Revolução Russa de 1917 era apenas “uma questão limitada à Rússia” e não
um acontecimento que teria mudado a história humana. Suas diferenças com os comunistas eram
mais táticas do que ideológicas. Para Hitler, os comunistas eram meros panfleteiros, enquanto ele
acreditava que “tinha colocado em prática o que esses vendedores ambulantes e empurradores de
canetas começaram timidamente”, afirmando, com todas as letras, que “todo o nacional-socialismo
era baseado em Marx”.

Essa é uma observação devastadora e mais bruta do que qualquer coisa em seus discursos ou
em Mein Kampf: mesmo em sua autobiografia, ele salienta que a sua doutrina era diferente do
marxismo por reconhecer a importância das “raças” – deixando implícito que poderia ser facilmente
ser reconhecida como mera derivada. Sem a luta de raças, Hitler afirmava, o nacional-socialismo
“apenas competiria com o marxismo em seu próprio terreno”. O marxismo era internacionalista. Os
proletários, como diz o famoso slogan, não têm uma única pátria. Hitler tinha uma pátria e ela era
tudo para ele.

Mesmo assim, privadamente ele reconhecia que o nacional-socialismo era baseado em Marx.
E faz todo sentido. O nazismo era baseado no marxismo de diversas formas. Ambos são teorias
históricas que afirmam explicar todo o passado e o futuro da humanidade. Hitler apenas descobriu
que o socialismo poderia ser nacional e não apenas internacional. Era possível haver um nacional-
socialismo. Como Hitler afirmou a seu conselheiro econômico, Otto Wagener, em 1930: o
socialismo do futuro seria baseado na “comunidade do povo”, não no internacionalismo, e sua
tarefa era “transformar o povo alemão em socialista sem matar os antigos individualistas”, ou seja,
os empreendedores e gestores da era liberal. Eles deveriam ser usados e não destruídos. O
estado poderia controlar tudo sem que fosse o proprietário, e, guiada por um único partido, a
economia poderia ser planejada e direcionada sem estatizar totalmente a propriedade privada.

Essa percepção foi fundamental para o nacional-socialismo. A estatização da propriedade privada,


como a então recente Guerra Civil Russa mostrava, significava que alemães teriam que lutar
contra outros alemães, e Hitler acreditava que havia um caminho mais rápido e eficiente rumo ao
socialismo, sem demandar uma guerra civil.
Como Hitler disse a Wagener, a era do individualismo havia chegado ao fim e sua tarefa era
“encontrar e trilhar o caminho do individualismo ao socialismo, sem que haja uma revolução”. Marx
e Lenin teriam escolhido a meta correta, mas o caminho errado – longo e desnecessariamente
doloroso. Ao destruir os burgueses e os latifundiários, Lenin transformou a Rússia numa massa
cinza de humanidade indiferente, uma vasta e anônima horda de pessoas que tiveram suas
propriedades tomadas e perderam padrão de vida. O estado nacional-socialista elevaria o padrão
de vida de todos, muito mais do que o capitalismo. Em outras palavras, Hitler e seus aliados
levavam muito a sério a implantação do socialismo.

A mentalidade de Hitler muitas vezes olhava para o passado: não para a Idade Média, como os
socialistas vitorianos Ruskin e William Morris, mas para um passado ainda mais remoto e
supostamente cheio de virtude heroica. O mesmo pode ser dito de Marx e Engels.

Foi a questão da raça, acima de todas as outras, que tem evitado que o nacional-socialismo fosse
classificado como socialismo. Os proletários não têm pátria, como Lenin dizia, mas havia raças que
deveriam ser exterminadas, de acordo com a visão de Engels escrita no artigo “Der Magyarische
Kampf” (“A Luta dos Magiares”), de janeiro de 1849, publicado no jornal Neue Rheinische Zeitung,
editado por Karl Marx. Essa visão foi reforçada pelos socialistas até a ascensão de Hitler ao poder
e é possível afirmar que Auschwitz foi inspirado pela mentalidade socialista. A teoria histórica
marxista requer e defende genocídios por motivações implícitas na afirmação de que o feudalismo
estava dando lugar ao capitalismo, e que este deveria ser suplantado pelo socialismo. Após a
“revolução do proletariado”, raças inteiras ficariam para trás, verdadeiros resquícios feudais em
uma era socialista; e como estes não conseguiriam avançar dois passos de uma vez, deveriam ser
exterminados. Eles seriam o “lixo”, de acordo com Engels, e serviriam apenas para ser “o esterco
da história”.

Essa visão brutal, a qual foi reforçada pela pseudo-ciência chamada eugenia na geração seguinte,
se tornou uma defesa comum dos socialistas em geral, e foi convenientemente esquecida após a
liberação de Auschwitz em janeiro de 1945. Há farta evidência da defesa da eugenia nos escritos
de HG Wells, Jack London, Havelock Ellis, Bernard Shaw, Sidney e Beatrice Webb e outros
socialistas que não hesitavam em defender o genocídio no Século XX. A ideia de “limpeza étnica”
fez parte do ideal socialista por praticamente um século: do artigo de Engels escrito em 1849 até a
morte de Hitler em 1945, todos aqueles que defendiam o genocídio se autointitulavam socialistas,
sem exceções.

Os intelectuais socialistas do Ocidente defendiam, durante a Primeira Guerra Mundial, a “pureza


racial” e a “dominação dos brancos” por meio da violência. O ideal socialista oferecia a eles um
cheque em branco e a licença para matar incluía o genocídio. Em 1933, Bernard Shaw exaltava o
extermínio em massa no prefácio de On the Rocks, uma ideia que a União Soviética já havia
adotado na fome ucraniana conhecida como Holodomor. Os socialistas podiam se orgulhar de um
estado que teve a coragem de agir (em prol da eugenia). Sidney e Beatrice Webb, os criadores de
sociedade fabiana e da London School of Economics – a qual abrigaria futuramente outro
eugenista, John Maynard Keynes – chegaram a escrever livros em 1935 e 1942 exaltando o
“Comunismo Soviético” como uma “Nova Civilização”, a “mais alta forma de democracia já criada”.
No mesmo período, em 1935, a Suécia iniciou um programa estatal de eugenia que esterilizou
compulsoriamente ciganos e pobres, tendo sido finalizado somente em 1975.

A alegação de que Hitler não poderia ser um socialista porque ele defendeu e praticou um
genocídio, portanto, é uma falha monumental que ignora a história. Somente os socialistas
defendiam ou praticavam genocídios naquele período, e Hitler sabia disso. Em seu famoso
discurso “Por Que Somos Antissemitas“, feito a uma plateia de 2000 pessoas
do Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores
Alemães) no dia 15 de agosto de 1920, em Munique, Hitler afirmou: “Somos socialistas e, portanto,
devemos ser necessariamente antissemitas porque queremos lutar contra o exato oposto (do
socialismo): o materialismo e o mamonismo”. A plateia irrompeu em aplausos. Hitler continuou:
“Como é possível não ser antissemita quando se é um socialista! Haverá um dia em que será óbvio
que o socialismo só pode ser implantado se estiver acompanhado do nacionalismo e do
antissemitismo. Os três conceitos estão conectados de forma inseparável. Eles são a base do
nosso programa e, por isso, nos chamamos nacional-socialistas!”

As primeiras reações ao nacional-socialismo fora da Alemanha se perderam no tempo. A


ascensão do fascista Mussolini ao poder, em 1922, pegou a Europa de surpresa. De onde
vinha? Harold Nicolson, eleito para o parlamento em 1935 e um dos primeiros a alertar para a
ascensão do fascismo (por ter visitado Roma em janeiro de 1932 e estudado os panfletos
fascistas) afirmava que o fascismo era um socialismo militar, um “experimento socialista que
destrói a individualidade”, como afirmou em seu diário. Já a União Soviética acreditava que o
fascismo era o último estágio do capitalismo antes de se destruir.

Com o início da Guerra Civil Espanhola em 1936, era necessário ter um lado, e foi aí que surgiu o
mito – criado pelos “intelectuais” ocidentais – de que Hitler era “de direita” (em contraposição à
esquerda de Stalin). Essa súbita mudança de visão jamais foi explicada, e provavelmente não será,
exceto com base na conveniência argumentativa. Posições binárias simples como mocinho-
bandido e cowboys-índios são sempre satisfatórias. Praticamente todos consideraram o
pacto Molotov-Ribbentrop (tratado de não-agressão firmado em 1939 por Hitler e Stalin) como um
casamento cínico movido pela conveniência e não como uma tentativa de reunificar o socialismo.

No início da II Guerra Mundial, em 1939, a ideia de que Hitler era um socialista estava
praticamente enterrada. A única exceção à regra foi o socialista George Orwell, que em sua obra
de 1940, “O Leão e o Unicórnio” – escrita logo após Hitler conquistar a França – afirmou que o
avanço nazista era “o desmantelamento físico do capitalismo”, mostrando que “uma economia
planejada é mais forte do que uma sem planos”. Orwell afirmava que “a Alemanha possuía muito
em comum com um estado socialista” e que Hitler entraria para a história como “o homem que fez
a Cidade de Londres deixar de sorrir e passar a chorar” ao provar que o planejamento central
funcionava melhor do que o livre mercado.

O diário do nazista Otto Wagener, consultor econômico de Hitler, registrou em 1933 – pouco
depois de Hitler chegar ao poder – uma visão onde muitas das facetas que haviam tornado o
socialismo “utópico” irresistível foram trazidas para uma era marcada por crises econômicas e
guerras. Hitler associava, da mesma forma que o socialismo vitoriano fez anteriormente, um
intenso radicalismo econômico a um entusiasmo romântico por uma suposta era onde o
capitalismo não havia transformado o heroísmo em ganância sórdida e ameaçado instituições
tradicionais como a família e a tribo.

O socialismo, dizia Hitler a Wagener, não era uma invenção recente do espírito humano, e quando
ele lia o Novo Testamento via socialismo nas palavras de Jesus. Para Hitler, os longos séculos de
existência do cristianismo falharam ao não aplicar os ensinamentos de seu mestre, e a tarefa do
nacional-socialismo era dar corpo aos provérbios de um grande professor. Os judeus não eram
socialistas e, portanto, Jesus crucificado era o verdadeiro criador da redenção socialista. Em
relação aos comunistas, Hitler se opunha a eles por terem criado meros rebanhos soviéticos sem
vida individual, e seu “socialismo formado por nações” era oposto ao socialismo internacionalista
de Marx e Lenin. O principal e único problema de sua era, disse Hitler a Wagener, era libertar os
trabalhadores, substituindo o controle do capital sobre o trabalho pelo controle do trabalho sobre o
capital.

Com tudo o que sabemos sobre Hitler hoje, podemos afirmar, sem dúvidas: Hitler era um marxista
heterodoxo que conhecia as fontes de suas ideias e como elas eram manipuladas por ele de forma
heterodoxa. Hitler era um socialista dissidente, com um programa ao mesmo tempo nostálgico e
radical, que buscava alcançar algo que os cristãos não haviam tentado e que os comunistas
anteriores a ele haviam tentado e falhado: “O que os marxistas, leninistas e stalinistas não
conseguiram realizar, nós teremos condições de alcançar”.

Essa era a visão nacional-socialista, vulgo nazista. Ela chegou a ser sedutora, e, ao mesmo
tempo, nova e tradicionalista. Como todas as visões socialistas, ela se considerava moral, com
políticas econômicas e raciais supostamente baseadas em leis morais universais. E se ainda
restarem dúvidas sobre isso, sempre podemos recorrer ao diário de Goebbels, que em 16 de
junho de 1941 – cinco dias antes do ataque de Hitler à União Soviética – exultou, na privacidade
de seu diário, que o nazismo iria vencer os “bolcheviques judeus” na Rússia para implantar Der
echte Sozialismus – o verdadeiro socialismo. Goebbels certamente era especialista em mentiras,
mas não havia motivo para mentir em seu próprio diário. E até o fim da vida, assim como Hitler, ele
acreditou que o nacional-socialismo era nada mais do que o seu próprio nome diz: socialismo.

Tradução: Marcelo Faria

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STF. Para custear a causa, lançamos uma vaquinha. Os interessados em nos ajudar podem fazê-
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O que Mises pensava sobre o Nazismo Por que ignorar debates como “nazismo é de
esquerda ou direita” é um erro

George Watson
George G. Watson (1927 - 2013) foi professor de inglês na Universidade de Cambridge, crítico literário, intérprete e
historiador. Aluno de C. S. Lewis, trabalhou na Comissão Europeia e foi membro ativo do Partido Liberal-
Democrata inglês. Foi autor de 25 livros, incluindo "Lost Literature of Socialism",

53 COMENTÁRIOS

Rafael Granja
03/04/2019 at 10:57

Esquerdistas donos da razão e engessados na doutrina que idolatram! Se dizem “mente


aberta”, mas em sua maioria, como nas respostas que vejo acima, são retos e contrários a
qualquer argumentação que venham de encontro as suas convicções! Não conheço o autor,
mas pelos créditos dados a ele, pelo menos tem um bom curriculum. Esquerda ou direita não
importa, o que fica registrado na história é que o socialismo de Stálin, da china, de cuba, foram
regimes totalitários e sanguinários, assim como o Nazismo de Hittler. Comunismo é utopia,
assim como também o Estado mínimo!
Responder

Rogerio
02/04/2019 at 21:29

A internet liberou os.malucos para publicarem o que quiserem…


Responder

Lia
02/04/2019 at 21:26

Me tirem uma dúvida. Marx era Judeu?


E mesmo assim pregava a eliminação de certas raças? Ou de certas religiões? – certas nao-
todas as religiões.? Talvez esteja enganada, mas pelo que sei, muitos judeus se aliaram à
revolução bolchevique.Por identidade partidariia/ filosófica. Mas continuam com religião. E
foram perseguidos.
Responder

Rodrigo
02/04/2019 at 16:48

Quanta besteira, como podem escrever uma coisa dessas?…


Responder

João Tanajara
02/04/2019 at 18:07

Eles estão escrevendo para quem acreditou em mamadeira de piroca distribuída pelo
estado, cara, é isso.
Vale qualquer coisa pra essa galera.
Responder
Carlos Alberto Lovatto
02/04/2019 at 18:26

Nenhum contra argumento válido. Só grosserias e ataques pessoais: é esse o nível?


Responder

Airton
02/04/2019 at 19:36

O texto acima foi escrito por George Watson, George W. foi professor de inglês na
Universidade de Cambridge, crítico literário, intérprete e historiador. Aluno de C. S. Lewis,
trabalhou na Comissão Européia e foi membro ativo do Partido Liberal Democrático inglês.
Foi autor de 25 livros, incluindo “Lost Literature of Socialism”.
Responder

Gerson
03/04/2019 at 01:45

E? O argumento e a prova que é valida. O que esse senhor fez foi cherry picking, com um
toque de mudar o contexto. Só para ter uma ideia, o que Hitler considerava como
socialismo não tinha nada a ver com o de Marx, mas se não tinha nada ver com o de Marx
não é socialismo. Marx é o criador do Socialismo, a ideia de Hitler era “mercado livre” com
controle estatal na exportação e a isenção de impostos para as empresas alem da
privatização de empresas publicas, algo bem da direita.
Responder

Renan Juliano
03/04/2019 at 03:16

Marx não é criador do Socialismo não Gênio. Ele deu sobrevida ao mesmo depois de já ter
sido derrubado por econômia e logica básica… Mas ai veio o Marx e disse, em outras
palavras, que lógica e econômia servem ao Capitalismo, e pronto. Virou o senhor do
socialismo.
Responder

Alberto David
03/04/2019 at 09:48

Mas quem sabe do assunto são os comentaristas de Facebook


Responder

Van Carter
02/04/2019 at 16:11

hitler nao queria ser comandado por stalin, e eliminando comunistas e vencendo stalin ele
teria todo comunismo em suas maos adicionando uma nova raca. lembre-se lenin mandou
matar trotski e nem por isso erq de direita, apenas nao queria concorrencia
Responder

Alfredo
02/04/2019 at 18:43

Não só Trotsky, matou seus maiores apoiadores e amigos: Bukharin, Kaganovich e tantos
outros. O pessoal aqui confunde ideologia com política.
Responder

Diego Rincon
08/10/2018 at 17:44

Todo mundo que tem alguma honestidade intelectual sabe que George Watson do partido
liberal não é referência para falar de nada que não seja liberalismo e afins. O sujeito falar que
alguém que perseguia marxistas era marxista é atestado de imbecilidade.
Responder

Izaias
13/10/2018 at 10:32

Mas o que tooooooodo imbecil sabe é que os maiores assassinos de marxista fora os
próprios regimes marxistas .
Responder

Ex-microempresário
07/12/2018 at 15:26

Diego, se vc tivesse lido com atenção o texto veria que Hitler e o nazismo eram socialistas
mas não exatamente marxistas: Marx era uma referência, mas eles se viam avançando o
socialismo “além de Marx”. Veja a seguinte frase, bem no final do texto:
“O que os marxistas, leninistas e stalinistas não conseguiram realizar, nós teremos
condições de alcançar”.

Por outro lado, sua alegação de “alguém que perseguia marxistas não pode ser marxista”,
incluíndo a falta de educação que parece ser obrigatória para esquerdistas, não tem lógica.
Então não pode haver divergências dentro de um movimento ou ideologia? Será que Lênin
mandou matar Trotski porquê Trotski era de direita?
Responder

Andrea
02/04/2019 at 15:52

Perfeito comentário!
Responder

Gerson
Gerson
03/04/2019 at 01:48

Horrivel comentario. O que Hitler considerava Socialismo não passava nem batido perto de
algo semelhante ao Socialismo. Se existe capitalismo na economia já deixa de ser
socialismo, mesmo com controle estatal.
Responder

Douglas Radfahrer
30/03/2019 at 14:53

Chamem os outros daquilo que nós somos, pois então, imbecis!


Responder

Mateus Lamenha
02/10/2018 at 01:05

nacionalismo não é só de direita, ok. mas hitler era de extrema direita e isso é indiscutível na
história. se isso é um artigo, meu c* peidando é sinfonia.
Responder

Izaias
13/10/2018 at 10:34

Pois faça um orquestra enquanto ler outros livros além dos que te doutrinaram ler.
Responder

Douglas Radfahrer
30/03/2019 at 14:52

kkkkk… Boa!
Responder

Magno
02/04/2019 at 21:25

Responder

Gerson
03/04/2019 at 01:49

Tudo é doutrinação quando nao concorda com sua ideologia né Izaias. Mas olhar para a
sua ideologia ninguem quer.
Responder

Ex-microempresário
Ex-microempresário
07/12/2018 at 15:29

Duas coisas que esquerdistas não cansam de fazer:


– Colocar uma opinião pessoal como um fato consumado, sem o menor traço de
argumentação ou embasamento.
– Demostrar sua grosseria, falta de educação, desrespeito e baixo nível sócio-intelectual.
Responder

Douglas Radfahrer
30/03/2019 at 14:51

Verdade, é desse jeito, são loucos sociopatas crentes da seita vermelha!


Responder

PR
02/04/2019 at 20:57

Perfeito comentário, resume o por quê não devemos discutir com esquerdopatas.
Responder

Gerson
03/04/2019 at 01:50

Sim, muito diferente da direita. *Olha qualquer postagem de politica no facebook, se repetir
isso é hipocrita no minimo.
Responder

Ricardo
03/04/2019 at 11:46

Mateus, pq não contrapõe os argumentos então?


Responder

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