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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL

DO SERVIDOR PÚBLICO

Código de Ética Profissional do Servidor Público

Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal ou Código de
Ética do Servidor Público do Brasil[1] é um manual de conduta para os servidores públicos federais
do Brasil. Foi aprovado por meio do Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994[2].

História

A cronologia dos Estatutos do funcionalismo tem sido acompanhado por algum mecanismo, embora
disperso, sobre deontologia.[3] O atual tem sua nascença na Constituição federal, no caput e no
parágrafo quarto do artigo 37 com regulamentação conferida pela Lei Federal nº 8.112/1990 e foi
aprovado com a expedição do decreto presidencial nº 1171, de 22 de junho de 1994.

A instituição de um código de ética atual atendeu às necessidades observadas durante o governo


Itamar Franco. Em primeiro lugar, o movimento que havia conduzido ao impeachment do
presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, criou na opinião pública uma cobrança por
mecanismos eficientes de combate à corrupção. Além disso, a década de 1990 foi marcada por crises
institucionais, com mudanças no papel e na estrutura dos Estados-nações e, em consequência, uma
demanda por normas que orientassem a conduta dos agentes do Estado[4]. Assim, em dezembro
de 1993, o governo federal formou uma comissão especial presidida pelo jurista Modesto Carvalhosa,
que elaborou o documento aprovado no ano seguinte[5].

O Código foi complementado por iniciativas nos anos seguintes, como a criação de uma Comissão de
Ética Pública (em 1999) e o Código de Conduta da Alta Administração (2000)[6].

Recebeu alterações pelo Decreto nº 6.029, de 2007.[7]

Estrutura redacional

O Capítulo I trata das regras deontológicas, dos principais deveres do servidor público e das
vedações. O Capítulo II dispõe sobre as Comissões de Ética, responsáveis por fiscalizar o
cumprimento da norma. O funcionamento deficiente dessas comissões em cada órgão do serviço
público vem sendo o principal desafio para tornar o código efetivo[8].´

Recebeu alterações pelo Decreto nº 6.029, de 2007.[9]

Conclamações

A emanação do documento manda que todo servidor público busque autorrefletir-se na magistratura
do serviço público; entendendo que sua função serve ao engrandecimento da Nação.

O texto conclama a comunidade de servidores públicos que a consciência aos princípios morais para
com o bem público também refletirá na vida do próprio servidor, pois seu salário é custeado pela
comunidade de contribuintes, que inclui o servidor. Dispõe que o trabalho desenvolvido pelo servidor
deve ser compreendido, pelo próprio servidor, como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que,
como cidadão é integrante da mesma sociedade[10].

Norte Ético Mater

O documento aponta que o norte ético principal da ação do servidor público é decidir entre o honesto
e o desonesto e não somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o
inconveniente, o oportuno e o inoportuno.[11]

Função pública versus vida privada

O código reclama que o servidor deve perceber a sua função pública como exercício profissional e,
portanto, se integra na vida particular de cada servidor. Assim, as condutas, falatórios, fatos, atos e
atitudes construídas no cotidiano da sua vida privada e social poderão acrescer ou diminuir o seu
bom conceito funcional.[12]

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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL
DO SERVIDOR PÚBLICO

Responsabilidades e etiquetas com os colegas

A letra do documento emana que o servidor deva ter como principio ético, respeito aos colegas, e no
capítulo das vedações diz que o servidor não pode prejudicar deliberadamente a reputação de outros
servidores ou de cidadãos que deles dependam.[13]

Alcoolismo

O código de ética veda que os servidores se apresentem embriagados no serviço e que mesmo fora
do serviço, a embriaguez habitual, atenta contra a moral da magistratura do serviço público.[14]

Abrangência

O diploma legal é da competência da administração Federal, porém, assim como a Lei 8.112/90 é
norteadora para os respectivos Estatutos do funcionalismo dos estados, Distrito Federal e dos
municípios, o Código de Ética da União também é base para a construção dos códigos das
administrações estaduais e municipais, por exemplo, o Código de Ética do Servidor Público Municipal
de São Carlos e ainda serve, por analogia, para entes que ainda não instituíram o código de ética que
lhes compete[15].

Socialização

O código deve ser divulgado por órgãos públicos, pelo próprio servidor público e pelos sindicatos.

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