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Índice

INTRODUÇÃO...........................................................................................................................................2

A HISTÓRIA DOS PARTIDOS POLÍTICOS.............................................................................................3

PRIMEIROS PARTIDOS POLÍTICOS EM MOÇAMBIQUE....................................................................5

A Frente de Libertação de Moçambique..................................................................................................5

A Resistência Nacional Moçambicana.....................................................................................................8

PAPEL ELEITORAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS.................................................................................8

Os principios orientadores.....................................................................................................................10

Principio da participação activa.............................................................................................................10

O princípio da fiscalização....................................................................................................................10

Princípio da igualdade e da não descriminação.....................................................................................10

A comissão nacional de eleições............................................................................................................11

CONCLUSÃO..........................................................................................................................................11

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................................................12
INTRODUÇÃO
No presente trabalho, o estudante supracitado falará em prol da função dos partidos políticos em
Moçambique, é conteúdo primário a evolução histórica desses partidos. Mas antes de avançar,
importa conhecer alguns pilares dessa matéria, para melhor aproveitamento do conteúdo
apresentado: os partidos políticos, tais como os conhecemos atualmente, foram criados na
primeira metade do século XIX, considerando-se como o marco de seu nascimento a reforma
eleitoral promovida na Inglaterra em 1832.

Apesar da estreita ligação entre os partidos políticos e o fenômeno da democratização, é preciso


lembrar que ao longo do século XX os partidos integraram uma estrutura autocrática de governo
que ficou conhecida como “totalitarismo” e se cristalizou por meio dos partidos Nazista alemão,
Fascista italiano e Comunista.
FRELIMO, é um partido político oficialmente fundado em 25 de Junho de 1962. Desde a
independência de Moçambique, em 25 de junho de 1975, a FRELIMO é a principal força política
do país.

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A HISTÓRIA DOS PARTIDOS POLÍTICOS
Desde os períodos mais primitivos os homens tendiam a unir-se em grupos, na busca de uma
força necessária que os levasse à conquista do poder, para com isso defender os interesses que
lhes são comuns. Na Grécia e na Roma antigas, já se vislumbravam grupos de seguidores de uma
ideia, de uma doutrina, ou mesmo de uma pessoa específica. No início se constituíram as
chamadas “facções”, que reuniam ideias afins, interesses comuns onde estas facções não se
propunham a disputar o poder, e eram vistas como um fenômeno negativo de divisão social. Com
o passar do tempo, a palavra “facção” foi sendo gradualmente substituída por partido.

Nos primórdios dos processos eleitorais, apenas uma pequena parcela de cidadãos, as elites
tinham o direito de eleger representantes políticos. As eleições, de modo geral, limitavam-se à
escolha de representantes para os Parlamentos ou para as Câmaras legislativas. Nesse momento
da história os candidatos não se vinculavam a nenhuma organização política formal e nem
mesmo legalmente constituída.

Os partidos políticos, tais como os conhecemos atualmente, foram criados na primeira metade do
século XIX, considerando-se como o marco de seu nascimento a reforma eleitoral promovida na
Inglaterra em 1832. Portanto, no período histórico anterior ao século XIX, qualquer referência a
alguma associação política de tipo partidária era vista com desconfiança e, até mesmo era
reprovada por parte dos teóricos e filósofos políticos como Rousseau e por alguns governantes,
como George Washington, que questionavam a capacidade dessas associações políticas
representarem os interesses gerais do povo porque acreditava-se que os partidos políticos
tratariam apenas de atender aos interesses dos particulares de determinados grupos sociais, o que
de fato ocorria.

A nova classe emergente daquele período, a burguesia, necessitava de novas formas de


organização política que lhe permitissem atuar politicamente junto ao Parlamento, onde existiam
regras claras de negociação, sem que se colocasse em risco a estrutura de dominação que a
privilegiava. Logo, o Parlamento se tornou o órgão de expressão da burguesia, e se constituiu
num instrumento desta para o controle do governo. Nessa primeira fase, os partidos políticos
funcionavam de modo muito primitivo, pois eram liderados pela burguesia emergente e por
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influentes aristocratas locais que apresentavam os candidatos aos cargos eletivos e financiavam
as campanhas.

No transcurso do século XIX ocorreu uma acentuada e contínua diversificação das atividades
governamentais, acompanhada da democratização gradual do poder político. A partir de então,
num curto período de tempo, os partidos políticos passaram a ser aceitos e considerados como
organizações políticas essenciais para a democracia representativa. Entre os pensadores e
filósofos políticos que contribuíram para legitimar a existência dos partidos políticos, podemos
citar David Hume e Edmunde Burke. É também relevante frisar que o surgimento e a posterior
evolução dos partidos políticos estavam relacionados ao desenvolvimento do sistema político
democrático e à conquista dos direitos políticos, ou seja, o direito de eleger e de ser eleito,
enquanto cidadão. Os partidos políticos constituíram um dos pilares para a organização e
estabelecimento da democracia representativa, por meio dos quais os cidadãos passaram a
expressar suas demandas e sentimentos de forma mais fácil.

Os partidos políticos surgiram como atores, junto do Estado liberal democrático, e se tornaram
necessários por duas razões: primeira, devido à universalização dos direitos democráticos e à
adoção do sufrágio, e, segunda, por se tratarem de sociedades organizacionais que serviam para
que os indivíduos pudessem alcançar seus objetivos. Outra razão da origem dos partidos, é que
em uma democracia o indivíduo isolado tem pouca influência sobre a criação dos órgãos
legislativos e executivos. Para obter essa influência, ele tem que associar-se a outros que
compartilhem das suas opiniões políticas. Daí, surgem os partidos políticos, um veículo essencial
para materializar essa necessidade.

Apesar da estreita ligação entre os partidos políticos e o fenômeno da democratização, é preciso


lembrar que ao longo do século XX os partidos integraram uma estrutura autocrática de governo
que ficou conhecida como “totalitarismo” e se cristalizou por meio dos partidos Nazista alemão,
Fascista italiano e Comunista. A filosofia desses partidos foi adotada em vários Estados como
Coréia do Norte, China, União Soviética etc., afastando-se da função precípua que deveriam
exercer nos Estados democráticos, assumindo muito mais um papel de controle social sobre a
sociedade civil do que de porta-voz dos seus legítimos anseios.

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De qualquer forma, é inegável que os partidos políticos passaram a constituir ao longo da história
do homem um componente fundamental dos sistemas de governo, tanto nas democracias como
em muitos regimes autoritários e totalitários.

PRIMEIROS PARTIDOS POLÍTICOS EM MOÇAMBIQUE

A Frente de Libertação de Moçambique


Também conhecida por seu acrónimo FRELIMO, é um partido político oficialmente fundado em
25 de Junho de 1962 (como movimento nacionalista), com o objectivo de lutar pela
independência de Moçambique do domínio colonial português. Desde a independência de
Moçambique, em 25 de junho de 1975, a FRELIMO é a principal força política do país.

Sendo o único movimento reconhecido internacionalmente que tinha lutado pela independência
de Moçambique e negociado a sua independência de Portugal através dos Acordos de Lusaka (7
de Setembro de 1974), a FRELIMO foi a força política que assumiu o poder, de forma
constitucional.

Em 1977, durante o seu III Congresso, o movimento decidiu transformar-se em partido político,
de cunho marxista-leninista (Partido FRELIMO) e continuou a dirigir o país como partido único
até 1994. Entretanto, em 1990, a assembleia popular aprovou uma nova constituição que mudou
o sistema político, aceitando a formação de outros partidos. Com o fim da guerra de
desestabilização de Moçambique, em 1992, realizaram-se as primeiras eleições multipartidárias
em 1994 e o partido FRELIMO foi considerado vencedor.

Fundação

Após a Segunda Guerra Mundial, enquanto muitas nações europeias foram concedendo
independência às suas colônias, Portugal, sob o regime do Estado Novo, defendeu que
Moçambique e outras possessões portuguesas eram territórios ultramarinos da metrópole (pátria).
Neste contexto as ideias de independência de Moçambique desenvolveram-se rapidamente, e em
1962 vários grupos políticos anticoloniais formaram a Frente de Libertação de Moçambique
(FRELIMO). Em setembro de 1964, iniciou-se uma campanha armada contra o regime colonial
português.
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A FRELIMO foi fundada em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, em 25 de Junho de 1962, quando três
organizações nacionalistas de base regional a União Democrática Nacional de Moçambique
(UDENAMO), a Mozambique African National Union (MANU), e a União Nacional Africana de
Moçambique Independente (UNAMI) fundiram-se em um movimento guerrilheiro de base ampla
sob os auspícios do presidente tanzaniano Julius Nyerere. Sob a presidência do antropólogo
Eduardo Chivambo Mondlane, a recém-formada FRELIMO estabeleceu sua sede em 1963 na
cidade de Dar-es-Salaam. O reverendo Uria Simango foi o seu primeiro vice-presidente.O
movimento não poderia, até então, ter sede em Moçambique, visto que os movimentos
nacionalistas e de oposição estavam sob controle da polícia lusitana. A Tanzânia e seu presidente,
Julius Nyerere, eram simpáticos aos grupos nacionalistas moçambicanos. Convencido pelos
acontecimentos recentes, como o massacre de Moeda, de que a agitação pacífica não traria
independência, a FRELIMO contemplou a possibilidade da luta armada desde o início. Ele
lançou sua primeira ofensiva em setembro de 1964.

Durante a guerra que se seguiu à independência, a FRELIMO recebeu o apoio da China, da


União Soviética, dos países escandinavos e de algumas organizações não governamentais do
Ocidente. Suas operações militares iniciais foram no norte do país, onde no final da década de
1960 tinham sido estabelecidas "zonas libertadas" em que, ao invés do governo português,
constituíam autoridades civis sobre as mesmas.

As experiências práticas dos seus membros nas zonas libertas resultaram em uma convergência
da liderança da FRELIMO cada vez mais para uma ideologia política marxista. Os primeiros
anos da FRELIMO, durante a qual a ideologia marxista evoluiu, foram tempos de turbulência
interna. Mondlane, juntamente com Marcelino dos Santos, Samora Machel, Joaquim Chissano e
a maioria do Comitê Central do movimento guerrilheiro, resolveu promover a luta não só pela
independência, mas para criar uma sociedade socialista. O Segundo Congresso do Partido,
realizado em julho de 1968, aprovou as diretrizes socialistas.

Em 1970, o movimento guerrilheiro sofreu grandes perdas devido à operação comandada por
Portugal, denominada de Operação Nó Górdio, que foi idealizado por Kaúlza de Arriaga. Porém,
no início da década de 1970, o contingente guerrilheiro da FRELIMO chegou a 7.000
combatentes. Nesse período os guerrilheiros tomaram o controle de algumas partes do centro e
norte de Moçambique. Estava engajada no conflito contra a FRELIMO uma força portuguesa de
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aproximadamente 60 mil soldados. Em janeiro de 1974 os ataques de guerrilha tinham atingido a
região central de Moçambique.

Em abril 1974 a "Revolução dos Cravos" em Portugal derrubou o regime do Estado Novo, e o
país voltou-se contra o apoio à longa e desgastante guerra colonial em Moçambique. Portugal e a
FRELIMO então negociaram a independência de Moçambique, que tornou-se oficial em junho
de 1975.

A FRELIMO estabeleceu um Estado de partido único baseado em princípios marxistas-


leninistas, tendo Samora Machel como presidente. O novo governo recebeu o primeiro
reconhecimento diplomático de países europeus, asiáticos e americanos, para além do apoio do
bloco soviético e da China popular. Com uma política de enfraquecimento e intimidação, as
forças opositoras rapidamente foram presas e executadas sem julgamento.

Durante o seu 3º Congresso, realizado em 1977, o movimento de libertação transformou-se em


partido marxista-leninista e tomou o nome de Partido FRELIMO.

A Resistência Nacional Moçambicana


Mais conhecida pelo acrônimo RENAMO, é o segundo maior partido político de Moçambique.

Surgiu como reação ao partido único no poder, a FRELIMO, organizando um movimento


armado que durou 16 anos.

Fundação
A RENAMO foi fundada em 1975 após a independência de Moçambique como uma organização
política anti-comunista, patrocinada pela Organização Central de Inteligência da Rodésia. A
formação do partido (ainda como grupo guerrilheiro de direita) se deu sob os auspícios do
primeiro-ministro da Rodésia, Ian Smith, que procurava por meio da RENAMO, impedir que o
governo da FRELIMO fornecesse refúgio para a União Nacional Africana do Zimbábue,
militantes que buscavam derrubar o governo rodesiano.

Durante a Guerra Civil Moçambicana da década de 1980, a RENAMO também recebeu o apoio
da África do Sul. Nos Estados Unidos, a CIA e os conservadores apoiavam à RENAMO, no

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entanto encontrou-se forte resistência por parte do Departamento de Estado, que disse "não
reconhecer ou negociar com a RENAMO". O governo britânico não enxergava a guerra civil em
Moçambique como parte da Guerra Fria, assim a princípio apoiava informalmente a RENAMO.
No entanto quando a FRELIMO tomou a atitude de fechar a fronteira para Rodésia, fato que
vinha a calhar com os interesses britânicos que naquele momento se punha contra a colônia
rebelde (Rodésia), o governo britânico passou a apoiar a FRELIMO, enquanto que o governo
rodesiano apoiou a RENAMO.

PAPEL ELEITORAL DOS PARTIDOS POLÍTICOS


Não existe um estudo doutrinal sistemático sobre esta função específica dos partidos políticos,
embora muitos autores tenham debruçado já sobre esta figura em geral, quer em termos de
Ciência Politica quer em termos Direito Constitucional pois verifica-se um défice de trabalhos de
investigação sobre questões eleitorais.
Parece assim interessante fazer esta analise sistemática e, tanto quanto possível exaustiva do
Direito constitucional, que nos pode levar para alem de um estudo meramente descritivo de
regime jurídico a compreensão de uma matéria que tem sido algo controvertida na doutrina.
Surge de imediato, muitas vezes em regime de monopólio, o poder de apresentação de
candidaturas como principal papel ou função eleitoral dos partidos políticos. Um estudo mais
aprofundado de toda a legislação e de todo o processo eleitoral mostra-nos que as sua interjeição
e participações estendem muito para alem da apresentação de listas partidárias de candidaturas
aos órgãos políticos eletivos, tanto assim somos levados a concluir que nos termos da
Constituição e da lei, que a função eleitoral dos partidos políticos assume relevância em todo o
Direito Eleitoral muito para alem do poder de apresentação dos candidatos.
A função eleitoral como tarefa dos partidos políticos, que se traduziria por excelência, entre
outros nos actos de promoção do recenseamento, propaganda das candidaturas e dos candidatos e
fiscalização. A função dos partidos políticos, no âmbito eleitoral assume, assim, uma grande
relevância. O legislador constituinte, como é fácil de entender adaptou deliberadamente o partido
político, verdadeira instituição jurídico-política, como instrumento exclusivo de captação do
sufrágio a excepção da eleição para o Presidente da Republica e das eleições para órgãos das
autarquias locais.

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No âmbito da apresentação das candidaturas a Assembleia da Republica, os candidatos a
Deputados são escolhidos pelos diretórios partidários, que os submetem a escolha do eleitorado.
A função eleitoral dos partidos políticos abrange uma ampla reserva de atuação em que se
possibilita a exclusiva participação dos partidos políticos, esquecendo a Constituição e a Lei
outras formas de associativismo e de intervenção política.
Este monopólio não abrange, como vimos, as eleições para os órgãos das autarquias locais, ja
que se permite a apresentação de candidaturas não só pelos partidos políticos, mas por outros
grupos de cidadãos eleitores. Para além desta situação que podemos considerar como
excepcional, a Constituição prevê que, no caso da eleição do Presidente da Republica, os
partidos políticos não sejam detentores do poder de apresentação das candidaturas.
Os partidos políticos assumem, através da sua função eleitoral, um papel interventor activo que
permite a todos os intervenientes no processo eleitoral a confiança nos resultados desse mesmo
processo e actos eleitorais. As campanhas eleitorais têm um período próprio determinado pela
Lei, mas na pratica os períodos de propaganda sao bem mais alargados, porque os partidos
políticos lançam verdadeiras vagas de pré-campanha de acordo com as disponibilidades
financeiras.
A campanha eleitoral pode ser levada a cabo livremente em todo o território nacional, sendo
realizada pelos partidos políticos e respetivos candidatos.

Os principios orientadores
Podemos sistematizar alguns principios que regem a intervencao destes no exercicio da funcao
eleitoral e que em nosso entender sao:

Principio da participação activa


Este principio está patente na intervenção dos partidos políticos ao longo do processo eleitoral.
Para alem da participação activa dos partidos políticos, esses integram algumas das estruturas
essenciais para a realização do acto eleitoral. Podemos assim afirmar que os partidos políticos,
mais do que participarem pode bloquear a eficácia e a própria existência digna de todo processo
eleitoral.

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Este princípio norteia a intervenção partidária em todo o processo eleitoral e que assume alguma
relevância no estudo do papel eleitoral dos partidos políticos.

O princípio da fiscalização
As leis eleitorais atribuem importantes mecanismos de controlo aos partidos políticos através
dos candidatos e delegados partidários legitimando-os a intervirem activamente em vários
momentos do processoe actos eleitorais.

Princípio da igualdade e da não descriminação


Na sua intervenção, os partidos políticos e respetivas candidaturas devem ser tratadas de forma
não discriminatória durante todo o processo eleitoral como verdadeira e também plena
democracia politica.

A comissão nacional de eleições


É necessário fazer uma breve referencia de uma entidade relevante para o desenrolar do processo
eleitoral.
A CNE e o órgão superior da administração eleitoral com competência para disciplinar e
fiscalizar todos os actos de recenseamento e operações eleitorais para órgãos eletivos de
soberania. A CNE e composta por cidadãos de reconhecido mérito, a designar pela Assembleia
da Republica, integrados em lista e propostos um por cada grupo parlamentar. Desta forma, a
CNE, embora órgão independente da administração, não deixa de ter uma composição em parte
político-partidária.

CONCLUSÃO
Após uma profunda e detalhada apresentação dos Partidos Políticos e as suas funções, uma breve
recapitulação ganha espeço na esfera desse trabalho: A RENAMO foi fundada em 1975 após a
independência de Moçambique como uma organização política anti-comunista, patrocinada pela
Organização Central de Inteligência da Rodésia. A formação do partido (ainda como grupo
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guerrilheiro de direita) se deu sob os auspícios do primeiro-ministro da Rodésia, Ian Smith, que
procurava por meio da RENAMO, impedir que o governo da FRELIMO fornecesse refúgio para
a União Nacional Africana do Zimbábue, militantes que buscavam derrubar o governo rodesiano.

Não existe um estudo doutrinal sistemático sobre esta função específica dos partidos políticos,
embora muitos autores tenham debruçado já sobre esta figura em geral, quer em termos de
Ciência Politica quer em termos Direito Constitucional pois verifica-se um défice de trabalhos de
investigação sobre questões eleitorais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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