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Lista de exercícios de Fenômenos de Transporte I

1o semestre de 2005

Exercícios do capítulo 1 de White


exercício resposta exercício resposta
P1.47 795N P1.72 4800 m
P1.48  µ1V µ 2V  P1.75 8660m
 +  A ; não
 h1 h2 
P1.52 L P1.76 7500m
µV 2b ; 73W
h
P1.59 ρ s gD ( Do − D )
V= ; 0.265m/s

Exercícios do capítulo 2 de White


exercício resposta exercício resposta
P2.11 2.73 m/ 1.93 m P2.36 25o
P2.16 21526 cm3/137300 Pa P2.39 1.08N
P2.17 1838 lbf/ft2/ 2212 lbf/ft2/ P2.40 21.3 cm
2087 lbf/ft2
P2.21 6.49 m/ 251kPa P2.44 171 lbf/ft2; o manômetro mede
a perda por atrito de 392lbf/ft2;
a carga gravitacional é de 221
lbf/ft2.
P2.33 24.8 psi P2.46 densidade relativa à água a
20oC de 1.45
P2.35 26100 Pa

Exercícios do capítulo 3 de White


exercício resposta exercício resposta
P3.15 49 P3.53 1
( P1 − P2 )π R 2 − ρπ R 2U o2
60 3
( P1 − P2 )π R − 0.02 ρπ R 2U o2
2

P3.16 3 P3.54 163N


uobδ
8
P3.17 12 cm/s P3.60 2100N
P3.19 135 N/h (para fora) P3.67 2600W
P3.20 7.8ml/s; 1.24 cm/s P3.68 ρ S AS vS2 + ( PS − Pa ) AS
P3.21 0.82 kg/h P3.77 14900N
1
P3.23 0.83 in/s; 0.91 in/s P3.130 33.7kW
P3.24 3 2 2 P3.135 410 hp/540hp
3 Kt d cot 2 θ
8
P3.26 2 U bh ; 0.1ft/s P3.136 5.6m3/h
3 o
π 1 − 1  ho
P3.28 P3.137 97hp

t= 
3
2CA 2 g
P3.31 dθ P3.140(1) 1640 hp
− ρ bL2 sec 2 θ
dt
P3.32 6.06 m/s P3.149 10.3 kg/s; 760000Pa
P3.33 3.58 m/s; 31.2 m/s; 4.13 P3.157 a) 0.495 ft3/s; b) 12.3ft3/s
m/s
P3.34 4660 ft/s P3.158 169400Pa; 209 m3/h
P3.35 11.8 kg/s P3.164 5.25 kg/s; 0.91m
P3.36 6.33 (SI) P3.165 A2 2 gh ( ρ M − ρ ) / ρ
Q=
( D)
4
D2
1−
1

P3.40 500N P3.167 104000Pa


P3.41 Fo P3.168 1.08ft
π
2 ρ o Do2
4
P3.43 750N; 14 N P3.169 v2 = 2 gH
P3.49 1700 lbf (7388N) P3.170 1.76m
(1) Usar o BE. Como a solução do problema se modificaria caso existisse perda de
carga?

Exercícios do capítulo 6 de White


exercício resposta exercício resposta
P6.2 0.14m P6.89 0.0065 kg/ms
P6.4 3.9m3/h; 1.3m3/h P6.96 0.531m
P6.6 L,L,T,T,T,L P6.76 15 m3/h
P6.18 122Pa; 0.54m3/s;542kPa P6.105 3.46MPa
P6.19 0.292kg/ms P6.106 819psf; 0.0296ft3/s
P6.20 0.204m; P6.113 0.013m3/s; 2.16MPa
9980Pa/m;19800Pa/m

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Exercícios complementares

Exercício 01: (prova P2 – turma 3E – 1o semestre de 2003)


Uma lata cilíndrica é puxada por um cabo através de um canal conforme a figura. A lata
atinge uma velocidade constante de 1 m/s. Sabendo que o diâmetro da lata é D = 65 mm
e comprimento L = 120 mm, e que existe uma fina camada de óleo SAE 30 W a 20oC
de 0.3 mm de espessura entre a lata e o canal, calcule a força necessária para manter o
movimento. Resposta: 11.84N

Exercício 02: (prova de FT-I da turma 4C do 1o semestre de 2002)


o o
O diagrama a seguir serve para calcular a viscosidade do n-hexano a 50 C ou a 80 C ?
Justifique. São dados: Temperatura normal de ebulição do n-hexano: 68, 7o C ;
Coordenadas do n- hexano no diagrama: abscissa: 14.7; ordenada: 7.0

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Exercício 03:
Qual a relação entre as vazões
volumétricas e as velocidades médias na
entrada e na saída de uma contração brusca
de seção de área quadrada por onde escoa
um fluido incompressível, isotérmico em
regime permanente?

Exercício 04: (adaptado de Geankoplis, ex. 2.6-2 p.106)


Um hidrocarboneto líquido entra por uma tubulação que está sendo aquecida com uma
velocidade média de 1.282 m/s e densidade 902 (SI). A seção transversal do conduíte na
entrada da tubulação mede 0.00433 m2. Na saída da tubulação a densidade do líquido é
avaliada em 875 (SI) e a seção transversal do tubo vale 0.00526 m2. O processo se dá
em regime permanente. Pede-se:
a-) a vazão mássica na entrada e saída da tubulação
b-) a velocidade média na saída da tubulação e o fluxo mássico na entrada da
tubulação.
resp.: 5.007 kg/s; 1.088 m/s; 1156 kg/m2s

Exercício 05: (simplificado de Bennett, ex. 3-5 p.33)


Vapor de água entra em uma seção de um tubo de aço de 3 polegadas de diâmetro
nominal (SCH 40) com uma pressão absoluta de 14 kgf/cm2, uma temperatura de
315.5oC e uma velocidade no seio do fluido de 3.0m/s. Em um ponto da corrente
distante da entrada a pressão é de 10 kgf/cm2 e a temperatura 315.0oC. Qual é a
velocidade neste ponto? Considerar o escoamento em estado estacionário.

Exercício 06:
Existem equipamentos que consistem de um casco (tubo de diâmetro grande), em cujo
interior se encontram tubos menores, como mostrado na figura a seguir:

No interior destes tubos circula um fluido e externamente a eles no interior do casco


circula outro fluido. É o caso do reator indicado na figura a seguir, em que pelo casco
circula um óleo usado para a refrigeração dos tubos, em cujo interior circulam
reagentes. Diversos reatores industriais tem uma configuração semelhante a essa, como
os reatores em que se produz amônia a partir do nitrogênio e hidrogênio (a propositura da
configuração do reator de amônia no início do século XX foi merecedora de um prêmio Nobel e revolucionou a indústria química)

ou em que se produz óxido de eteno, substância que serve de matéria prima para
inúmeros produtos consumidos no dia a dia.

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Conhecendo-se a velocidade do tubo de
alimentação do casco de 2 cm de diâmetro,
a saber 2m/s, qual a vazão volumétrica e
velocidade média da corrente que escoa
pelo casco de 20 cm, sabendo-se que em
seu interior existem 10 tubos de 1 cm de
diâmetro externo? Considere que o fluido
que escoa pelo casco seja incompressível,
sem variação na composição e que o
escoamento seja isotérmico.

resp.: 6.28×10-4 m3/s; 0.0205m/s

Exercício 07 (prova final da turma 3E do 2o semestre de 2001):


A figura a seguir ilustra um equipamento
bastante encontrado nas indústrias
químicas, em que um fluido entra pelo
tubo 1 e a sua vazão é dividida ao longo de
inúmeros tubos de diâmetros menores.
Assumindo que os 200 tubos internos do
equipamento sejam idênticos e de diâmetro
0.5cm e que o tubo 1 tenha 10cm de
diâmetro, pede-se calcular a velocidade de
escoamento em cada tubo, sabendo-se que
a velocidade de escoamento do fluido no
tubo 1 é constante e seu valor é de 1 m/s.
resp.: 2 m/s

Exercício 08 (exemplo 4.3 de Fox, 2001)


Um tanque de 0.05 m3 contém ar a 800kPa e 15oC. No instante inicial ar escapa do
tanque através de uma válvula de escoamento de 65 mm2. O ar que passa pela válvula
tem uma velocidade de 311 m/s e uma massa específica de 6.13 kg/m3. As propriedades
no resto do tanque podem ser consideradas uniformes a cada instante. Determine a taxa
instantânea de variação da massa específica do ar no tanque em t=0s. (resp: -2.48
kg/(m3s))

Exercício 09 (prova final da turma 3D do 1o semestre de 2002)


Para resfriar um fluido foi desenvolvido
um trocador de calor bem simples,
conforme desenho. Supondo que as
variações de temperatura sejam baixas,
determine o diâmetro do tubo (1) para que
a velocidade média do fluido frio na seção
x-x seja de 3 m/s.
Dados: corrente do fluido frio: 4,409 kg/s e
diâmetro do tubo (2): D = 5 cm.
Densidade do fluido frio: 998 kg/m3.
Resposta: 2.5cm
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Exercício 10 (prova final da turma 4C do 2o semestre de 2002)
O bocal mostrado descarrega uma lâmina de água por um arco de 180º. A velocidade de
água é 1.5 m/s e a espessura do jato é de 30mm, numa distância radial de 0.3m, a partir
da linha de centro do duto de suprimento. Determine:
(a) a vazão em volume de água no jato de
lâmina
(b) a velocidade no duto de alimentação
Dado: diâmetro do duto de alimentação:
30 cm.

resp.: 42.41 l/s; 0.6 m/s

Exercício 11 (adaptado dos exercícios 23, p. 63 de Roma e da lista de exercícios da


disciplina de FT da FEM/DEP/UNICAMP)
Para inflar pneus usa-se uma bomba de pistão, em que se desloca um êmbolo para
encher a câmara da bomba de ar atmosférico e em seguida aperta-se o êmbolo de modo
a impulsionar o ar para o pneu. Assim, a vazão de ar injetada no pneu é cíclica, como
pode ser visto na figura a seguir (em que o módulo da vazão mássica entrando/saindo do
pistão é plotada em função do tempo), em que Tc1 representa o tempo de injeção no
pneu e Tc2 um tempo de espera. A vazão mássica instantânea pode ser modelada
 πt 
segundo a equação: m! = m! max sen   . Pede-se determinar a vazão mássica média
 Tc 
 1
injetada no período Tc1 + Tc2 e a quantidade de massa injetada nesse período.

Exercício 12:
A figura a seguir mostra dois tanques cilíndricos abertos de estocagem de água à
temperatura ambiente de diâmetros D1 e D2. No primeiro tanque entra uma corrente de
água com uma vazão volumétrica Fo e sai uma corrente por um tubo de diâmetro interno
d com vazão volumétrica F1.
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Pede-se:
a-) Montar o modelo que descreve a variação das alturas de água nos tanques 1 e 2, h1
e h2 em função das vazões Fo e F1 e dos diâmetros D1 e D2.
b-) Se a vazão F1 for mantida constante pela atuação na válvula na tubulação, se os
tanques inicialmente encontram-se vazios, por quanto tempo a vazão Fo pode ser
alimentada no tanque a uma taxa constante até que a altura de água no tanque 2
atinja 80% da altura física deste tanque (L2)? Como a altura de água nos tanques se
comporta em função do tempo?
c-) Suponha agora que a taxa F1 não seja mantida constante e que a velocidade média
de escoamento pelo tubo seja dada por v = k h1 − h2 . Complete o modelo
desenvolvido no item a-) e discuta como o tempo de enchimento dos tanques
poderia ser obtido. Discuta também como seria o comportamento das alturas de
água nos tanques para esta nova situação.

Exercício 13 (adaptado de Exercícioda lista de exercícios da disciplina de FT da


FEM/UNICAMP)
Um gerador de vapor consiste de um tanque que é alimentado com água líquida a qual é
aquecida até à ebulição, saindo do tanque na forma vapor. Se um gerador é alimentado
com água a 25oC com uma vazão de 20l/h e opera em regime permanente a uma
temperatura de 120oC, pede-se:
a-) determinar a pressão de operação do gerador
b-) determinar a velocidade média do vapor de água que sai por uma tubulação de 4cm
de diâmetro interno.

Exercício 14 (adaptado de Exercícioda lista de exercícios da disciplina de FT da


FEM/UNICAMP)
No sistema de esgoto residencial esquematizado na figura a seguir, tem-se um tanque
coletor do esgoto residencial, ao qual acopla-se um duto de diâmetro D que leva o
esgoto para a rede de esgoto da rua. A velocidade de líquido por este duto é dada por
v = C h + ho , sendo C dado conforme a tabela a seguir e ho=1m, sendo ho a altura do
coletor em relação à rede de esgoto. Pede-se selecionar o menor duto que garanta que
para a máxima taxa de esgoto proveniente da residência o nível no tanque coletor não
ultrapasse metade de sua altura de H=20cm. Admita para a máxima vazão de esgoto o
valor de 12 (l/min).

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D (cm) C (cm0.5/s)
5 0.6
10 1.1
15 1.5
20 1.7
25 1.8

Exercício 15 (adaptado de Exercícioda lista de exercícios da disciplina de FT da


FEM/UNICAMP)
A represa da figura abaixo de 40m × 50m que alimenta uma usina hidrelétrica é
alimentada por um rio de largura de 5m e 4m de profundidade. O perfil de velocidades
da água no rio é dado por v1=4y (m/h). Sabendo que a vazão média de chuvas seja
40m3/h e que as turbinas só podem ser ligadas quando o nível de água da represa atingir
15m e que no instante de tempo t=0 o nível de água na represa esteja em 5m, pede-se:
a-) em que instante a partir do tempo t=0 a turbina poderá ser ligada?
b-) qual a vazão que deve ser mantida nas turbinas para que o nível médio de água na
represa permaneça em 15m.
c-) qual é a vazão média nas turbinas para que em 100h o nível caia de 15 para 10m?

Exercício 16 (adaptado do Exercício26 de Roma, p. 63)


Tem-se um reservatório de água sendo esvaziado através de um orifício a uma vazão Q,
variável no tempo conforme o gráfico a seguir. Determine como o nível de água no
tanque irá variar com o tempo. A altura de água inicial no tanque é de 3m, o diâmetro
do tanque é de 4.37m e o da tubulação de descarga de 0.564m.

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Exercício 17 (adaptado dos Exercício5-3 e 5-4 de Shames, 1973, p. 83)
Água com uma vazão de 10 ft3/s entra num duto retangular, como mostrado na figura a
seguir. Duas das faces do duto são porosas. Na face superior, adiciona-se água com a
vazão dada de acordo com a curva parabólica, enquanto na face frontal sai água numa
distribuição linear, de acordo com a figura. Os valores máximos de ambas as vazões
indicadas nas figuras são 3 (ft3/s) por unidade de comprimento do duto e 5 (ft3/s) por
unidade de comprimento do duto. Sabendo-se que o duto tem 1 ft de comprimento e
seção transversal de 0.1ft2, pede-se:
a-) a velocidade média de saída do duto
b-) determinar a posição do duto em que a velocidade média de escoamento assume o
máximo valor.

Exercício 18 (prova da turma 3E do 2o semestre de 2002)


Considere o tanque aberto à atmosfera a seguir em que se armazena água à temperatura
ambiente.

O tanque é cilíndrico de diâmetro interno dT . No desenho F1 e F2 simbolizam as


vazões volumétricas das correntes de alimentação e retirada de água,
respectivamente. O nível de água é representado pela altura de líquido h. O duto de
entrada tem seção transversal retangular constante de lados a e b. O duto de saída é
circular. Resolva as questões a seguir:

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a) Um aluno após ter estudado as leis de conservação de quantidade de movimento
ficou muito entusiasmado com os assuntos e deduziu a seguinte expressão para
calcular a vazão volumétrica de saída pelo tanque:

F =α h (1)
sendo que para α o aluno atribuiu um valor numérico.
A equação proposta pelo aluno é dimensionalmente homogênea?
b) Escreva uma equação que relacione a vazão mássica de entrada pelo tanque com
as dimensões do duto de entrada, com a densidade do fluido escoando e com a
velocidade média de escoamento pelo duto de entrada.
c) O aluno citado no item a) continuou os seus estudos do tanque e propôs a
seguinte equação para descrever o comportamento da altura:
dT2 d d2
ρ h = ρ1F1 − p ρ v2 (2)
4 dt 4

Pede– se:
c.1. O que representa a equação (2)?
c.2. A equação (2) está correta? Justifique.
c.3. O que representam d p , v2 ?
c.4. A equação (2) pode ser usada para representar um processo em regime
estacionário? E um processo em regime dinâmico? Por quê?
c.5. Qual a unidade de F1 no SI?
c.6. Para o tanque do enunciado é possível simplificar ainda mais a equação (2)?
Exercício 19 (PAF da turma 3E do 1o semestre de 2003 – Exercício3.14 do White)
O tanque aberto da figura contém água e está sendo abastecido pelos dutos de seção 1 e
3. Pede-se:
a-) Deduza uma expressão analítica para a taxa de variação do nível da água, dh/dt,
em termos das vazões volumétricas nas seções (1), (2) e (3) e do diâmetro do
tanque (cilíndrico) D, arbitrário.
b-) Se o nível h de água for constante, determine a velocidade na seção (2), supondo
velocidade na seção (1) igual a 3 m/s e vazão em volume na seção (3) de 0,01
m3/s. resp.: 4.13 m/s

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Exercício 20 (PAF da turma 3E do 2o semestre de 2003)
Um tanque cilíndrico inicialmente vazio deve ser enchido com um fluido
incompressível e isotérmico. Para tanto introduz-se pelo fundo do tanque uma
alimentação por meio de uma tubulação de diâmetro d na forma de uma perturbação do
tipo rampa, a qual pode ser modelada segundo a seguinte equação v=Kt, onde v e a
velocidade média de escoamento, t é o tempo e K uma constante. Sabendo-se que o
diâmetro do tanque é D, obtenha uma expressão analítica para o tempo que levará até o
nível de fluido no tanque atingir o valor H.

Exercício 21 (adaptado da lista da FEM/UNICAMP)


Um jato de água incide a 35m/s sobre um defletor estacionário, conforme a figura. A
área da seção do jato é 4cm2. O defletor desvia a trajetória do fluxo em 135o sem alterar
a velocidade dos jatos. Pede-se:
a-) Calcular a força exercida pelo jato de água sobre o defletor
b-) A área da seção dos jatos defletidos.

Exercício 22 (adaptado da lista da FEM/UNICAMP)


Um jato de água de água entra em um bocal com velocidade v=10m/s. Sabendo-se que
os diâmetros de entrada e saída do bocal sejam, respectivamente, 4cm e 2cm e
considerando regime permanente, qual a força que o jato exerce sobre um carro que se
move com uma velocidade de 5m/s conforme esquematizado na figura.

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Exercício 23 (modificado de Exercíciode prova intermediária da turma 3F)
Após um período de racionamento de água, a caixa mostrada “finalmente” volta a
receber seu precioso líquido a uma taxa de 1450 kg/h através da tubulação 1. No
entanto, alguém esqueceu aberta a torneira da pia externa à casa, sendo a velocidade do
escoamento nessa seção (seção 3) igual a 0.113 m/s. Transcorrido um certo período de
tempo, alguém decide tomar banho consumindo água a uma taxa de 0.5 m3/h através da
tubulação 2. O diâmetro da tubulação que passa nas seções 2 e 3 é de 2.5cm e a caixa
tem 1m de altura por 1m de profundidade por 1.5 m de largura. Sabendo-se que no
início do banho, o nível de água no interior da caixa é de 5cm e que a altura da bóia é de
80cm, e que a água está a 20oC, pede-se:
a-) supondo que a altura da caixa da água quando esta começa a ser enchida seja de
5cm e que o banho de 45minutos seja tomado transcorridos 15 minutos do início
de enchimento da caixa d’água, determinar o tempo até que a caixa d’água ser
enchida até a altura da bóia de 80cm.
b-) Qual a massa de água contida na caixa ao final do tempo calculado no item
anterior?

Exercício 24 (prova intermediária da turma 3E)


A figura esquematiza um tanque pulmão cilíndrico fechado em que etanol a 20oC é
armazenado e alimentado para uma unidade de produção.

A altura física do tanque é de 2m e o seu diâmetro é de 1m. O diâmetro da tubulação de


saída é de 5cm, sendo que esta tem 50m de comprimento até o ponto S esquematizado

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na figura. Nestas situações pode-se demonstrar que a velocidade média pela tubulação
de saída é dada pela expressão:
2d  PT − PS 
v=
fL  ρ 
onde,
v ... velocidade média de escoamento pela tubulação
d ... diâmetro interno da tubulação de saída
f ... fator de atrito pela tubulação
L ... comprimento da tubulação até o ponto S em que se conhece a pressão OS
PT ... pressão no fundo do tanque
ρ ... densidade do fluido na tubulação
g ... aceleração da gravidade
PS ... pressão no ponto S da tubulação de saída
Em condições normais de operação a vazão mássica alimentada no tanque é de 13.94
ton/h e o fator de atrito pode ser considerado como sendo 0.005. Sabe-se que a
densidade relativa do etanol a 20oC em relação à água a 4oC é de 0.789 e que a massa
específica da água a 4oC é de 1000 (SI). Admita para a aceleração da gravidade o valor
de 9.8m/s2 e a pressão atmosférica local de 105 Pa. Pede-se:
a-) O peso específico do etanol com a respectiva unidade no SI.
b-) Nas condições normais de operação do tanque em regime permanente, qual a
velocidade média pela tubulação de saída?
c-) Admita que nas condições normais de operação a pressão do ar no interior do
tanque seja igual ao valor de PS. Qual a altura de etanol no tanque?
d-) A pressão relativa no ponto S é mantida constante em –0.87atm. Qual o valor da
pressão neste ponto?
e-) Se no ponto S existir um manômetro contendo mercúrio como fluido
manométrico (densidade de 13550 no SI), o qual está acoplado a uma câmara de
vácuo com ar à temperatura ambiente, qual a pressão da câmara de vácuo se o
desnível lido no manômetro é de 25cm e se a coluna de etanol acima do mercúrio
também for de 25cm? (A pressão no ponto S é dada no item d).
f-) Se a alimentação do tanque for descontinuada, o nível no tanque irá cair até que
não mais haja escoamento pela tubulação de saída. Assumindo que a pressão no
ponto S seja mantida constante no valor estipulado no itm d-) e que o ar no
interior do tanque se comporte como gás ideal, determine o valor da altura de
líquido no instante em que não mais haverá escoamento pela tubulação, qual será
o valor da velocidade?
g-) Justifique porque a hipótese de comportamento de gás ideal assumida no item
anterior é realista.
h-) Estime o tempo que levará para o nível de tanque atingir a condição de ausência
de escoamento pela tubulação de saída. Para simplificar o problema, considere
neste item que a velocidade de escoamento na saída seja dada apenas como:
2d
v= gh .
fL

Exercício 25 (prova intermediária da turma 3F)


Calcule as pressões efetivas e absolutas nos pontos A, B e C, a altura h de óleo com
densidade relativa em relação à água a 20oC de 0.8 e o peso W do êmbolo. Qual o valor
da leitura no manômetro? O ar contido no tanque está pressurizado ou sob vácuo? A
pressão atmosférica local é de 101.3kPa e a aceleração da gravidade é de 9.81 m/s2.
13
Exercício 26 – sistema de vasos comunicantes. (P1 da turma 3E – 2003/2S)
A figura a seguir indica em (1) uma tubulação pela qual escoa água a uma velocidade
média constante de 2 m/s que alimenta a caixa divisória (CD), da qual saem duas
correntes (2) e (3). A corrente (2) que é retirada pelo fundo da caixa CD alimenta
continuamente uma caixa d’água (CA) tampada, dotada de uma corrente de saída (4) e
de um ladrão (5) aberto à atmosfera. Em condições normais de operação o nível de água
na caixa divisória (CD) mantém-se em 45 cm. O fundo da caixa (CD) encontra-se a 2m
acima do fundo da caixa d’água (CA). Pede-se determinar a altura mínima a partir do
fundo da caixa d’água (CA) que o ladrão deve se situar de modo que em condições
normais de operação não escoe água pelo ladrão.

Exercício 27:
A figura a seguir mostra um tanque aberto à atmosfera, em que um recipiente contendo
ar a 20oC e óleo com densidade relativa à água a 4oC de 0.8 é vertido. A este recipiente
está acoplado um manômetro que mede 4.33 psi. Considerando que a pressão
atmosférica local seja de 105 Pa, pede-se determinar a altura h indicada na figura (altura
entre a superfície da água e do óleo). (adaptado de Granger, p. 102)

14
resposta: 9ft

Exercício 28: (adaptado da exposição teórica de Geankoplis à p. 39, i.e., o


Exercícioencontra-se resolvido na referência citada)
A figura a seguir mostra um separador contínuo atmosférico gravitacional (decantador),
usado para separar dois líquidos imiscíveis A e B. Ambos os líquidos são alimentados
em uma extremidade e conduzidos lentamente até à outra extremidade de modo que a
resistência ao escoamento por atrito pode ser desprezada e de forma que duas fases
distintas são observadas no decantador. A posição hT é normalmente fixa no
equipamento industrial, podendo-se no entanto ajustar a altura hA2. Mostre que:

hA 2 − hT ρ B
ρA
hA1 =
1 − ρB
ρA

Exercício 29: (adaptado do Exercíciodo provão de engenharia química de 2001)


O dispositivo mostrado na figura abaixo mede o diferencial de pressão entre os pontos
A e B de uma tubulação por onde escoa água. Considere que a densidade da água seja
1000 (SI) e a do ar de 1.2 (SI) e que a aceleração da gravidade vale 9.8 (SI). Com base
nos dados da figura determine:

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(a) o diferencial de pressão entre os pontos A e B em Pa (resp: 978.8 Pa)
(b) a pressão absoluta no interior da camada de ar, sendo a leitura do manômetro de
Bourdon de 104 Pa e pressão atmosférica local de 105 Pa. (resp: 1.1 × 105 Pa)
(c) o sentido do escoamento. (resp: B → A)

Exercício 30
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, preenchendo apenas um número
no campo indicado.

1. densidade relativa Pa
( )
( )
N 3
m
2. carga ( ) maionese
3. fluido compressível ( ) ρ −1
4. fluido incompressível ( ) grandeza adimensional
5. volume específico dP
( ) ≠ cte
dz

Exercício 31 (P1 da turma 3E do 2o semestre de 2003)


Considere a tubulação de diâmetro
constante pela qual escoa um fluido
incompressível com peso específico de
5000 (SI) e para a qual quer-se que o
escoamento se dê de (1) para (2). Pede-se
determinar a máxima elevação do ponto
(2) em relação ao ponto (1) para que haja
escoamento.

Exercício 32 (PAF das turmas 3E/3F do 2o semestre de 2003)


O tubo de 6 cm de diâmetro da figura a seguir contém glicerina a 20oC escoando a uma
taxa de 6 m3/h. Pede-se:
a-) classificar a glicerina de acordo com a seguinte tabela:
( ) fluido compressível ( ) fluido Newtoniano
( ) fluido incompressível ( ) fluido não-Newtoniano
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b-)Para as medidas manométricas indicadas na figura determinar se o escoamento é
para cima ou para baixo e calcular a perda de carga. Resposta: 25.2 m

Exercício 33 (P2 da turma 3E do 2o semestre de 2003)


Uma bomba é instalada em uma tubulação horizontal. O diâmetro da tubulação de
sucção (entrada da bomba) é de 9cm e o diâmetro da tubulação de recalque é de 3cm.
Foram instalados dois manômetros, um na entrada da bomba e o outro na saída, os quais
acusam uma leitura, respectivamente de 120kPa e 400kPa. Se o fluido que escoa a uma
vazão de 57 m3/h é benzeno a 40oC e desprezando a perda de carga entre os locais de
medição de pressão, qual a energia que deve ser transferida pela bomba ao fluido?

Exercício 34:
Considere as seguintes afirmativas:
1. Escoamento em regime turbulento.
2. Escoamento em regime laminar.
3. Escoamento sem atrito.
4. Escoamento em regime de transição.
5. Escoamento estável.
6. Escoamento em desenvolvimento.
7. Fluido ideal.
8. Fluido Newtoniano.
9. Gás ideal.
10. Regime estacionário.
11. Regime transiente.
12. Escoamento compressível.
13. Escoamento incompressível.
14. Superfície móvel.
15. Princípio de aderência.
16. Escoamento interno a dutos estáticos.
17. Seção transversal circular.
18. Escoamento no espaço anular.
19. Escoamento sem variação de cota.
20. Força motriz do escoamento devido à variação de energia potencial.
21. Escoamento sem a realização de trabalho de fluido.
22. Escoamento com a realização de trabalho de fluido.
23. Redução ou expansão.
24. Seção transversal constante.
25. Duto liso.
26. Duto Rugoso.

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O quadro abaixo corresponde a equações extraídas de seis modelos de processos
diferentes. Indicar no quadro abaixo as afirmativas que se aplicam para cada modelo.
modelo equações constitutivas do modelo afirmativas
1 ρ vd H
= 3000
µ
MMP
ρ=
RT
d H = d 2 − d1
2  1 
π 1 − 
t= 
3
ho
1, 22 A 2 g
v22  d 2   P −P
3 4

0 =   − 1 + 1 2
2  d1   ρ

4 F ( r2 − r1 )
v=
2π r1 µ
5 1
Fat = ( P1 − P2 )π R 2 − ρπ R 2 vo2
3
6 2
0 = h1 − h2 −
v
2g
( 0.184 Re−0.2 )
L
d

Exercício 35: (prova de FT-I da turma 3E do 1o semestre de 2002)

Água escoa à temperatura constante de 70o C pela instalação hidráulica a seguir, em


que todas as tubulações tem o mesmo diâmetro. Sabendo–se que a bomba é um
equipamento que transfere energia ao fluido de modo que a pressão do fluido à saída da
bomba é maior que a do fluido à entrada da bomba, pede-se:
a) Indicar na figura o ponto em que primeiramente poderá ocorrer o fenômeno da
cavitação, justificando.
b) Obtenha a condição crítica que deve ser avaliada no caso de projeto da
instalação para que a cavitação não ocorra.
 3816.44 
É dada a equação de Antoine para a água, a saber: ln P =  18.3036 −
T − 46.13 
,

sendo P em mmHg e T em K .

Exercício 36: (prova de FT-I da turma 4C do 1o semestre de 2002)

Use a equação de Bernoulli para mostrar que a pressão na saída de um bocal divergente
é maior que na entrada. Como esta informação pode ser usada para selecionar os
diâmetros na entrada e saída de uma bomba, i.e., eles devem ser do mesmo tamanho?
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Lembre-se que a bomba é um equipamento que fornece energia ao fluido de modo que a
pressão na saída da bomba é maior que a da entrada. Por outro lado, deve-se evitar as
situações que propiciem a cavitação.

Exercício 37: (prova de FT-I das turmas 3E, 3F e 3D do 2o semestre de 2002)

A instalação de um redutor de pressão em chuveiros elétricos pode diminuir, em alguns


casos, os consumos de água e energia. Admitindo que a pressão no ponto (1) da figura
permaneça constante e que todas as perdas de carga, exceto aquela causada pela
instalação do redutor de pressão (no local indicado), possam ser desconsideradas,
determine para o chuveiro da figura a vazão volumétrica de água. São dados:
Pressão relativa no ponto (1), P1 = 2 ×105 Pa
Pressão atmosférica, Patm = 105 Pa
Diâmetro da tubulação de alimentação do chuveiro, D = 12,7 mm
Diâmetro do orifício do redutor de pressão, d = 5,7 mm
Diâmetro dos furos na saída do chuveiro, d f = 1,3 mm
Densidade da água, ρ água = 1000 kg / m 3
Informações complementares:
Admita que o escoamento seja turbulento.
As diferenças de cotas são desprezíveis.
Para o cálculo da perda de carga no redutor utilize o gráfico a seguir, de onde se
pode obter o coeficiente de perda de carga (K) e determinar a perda de carga a
2
K Vorificio
partir da fórmula H A, redutor = , sendo Vorifício a velocidade de passagem
2 g
da água pelo redutor de pressão, i.e., na saída do redutor.
d
No gráfico: β =
D

Resp.: 21.1 l/min

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Exercício 38: (prova de FT-I da turma 3E do 1o semestre de 2004)

A figura a seguir mostra um vasilhame em que água é evaporada. O vapor na camisa de


aquecimento não penetra no vasilhame e fornece a energia suficiente para evaporar a
água. O seguinte modelo foi proposto para calcular a variação do nível de água no
vasilhame.
π dT2 dh
ρl = − m! vap
4 dt
sendo,
ρl ... densidade da água líquida avaliada na temperatura do interior do vasilhame
dT ... diâmetro do vasilhame
m! vap ... vazão mássica de saída de vapor

Pede-se:
a-) classificar o processo quanto a ser estacionário, pseudo-estacionário ou transiente.
b-) explicar as hipóteses adotadas no modelo apresentado.

Exercício 39: (prova de FT-I da turma 3E do 1o semestre de 2004)

A figura a seguir apresenta um tanque que contém gás e um combustível líquido. À


medida que o gás é expelido do tanque, o combustível líquido ocupa o lugar deixado
pelo gás. O gás no tanque encontra-se a 400oC e o manômetro da figura indica uma
leitura de 8MPa. O gás sai da tubulação a uma velocidade de 300m/s e com uma
densidade de 1.5 kg/m3. Considere que a massa molar do gás seja de 28g/mol. O
diâmetro do tanque é de 2m e o da tubulação de saída é de 30cm. Encontre a velocidade
de deslocamento da interface gás-combustível. Para descrever o comportamento do gás
no tanque, assuma que este se comporta idealmente, inobstante a pressão elevada no
tanque.
Dica: Monte um VC sobre o gás. A taxa de variação do volume do gás está
relacionada com a velocidade de deslocamento da interface gás-combustível?

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Exercício 40: (prova de FT-I da turma 3E do 1o semestre de 2004)

A figura a seguir mostra uma instalação hidráulica. Os seguintes dados são conhecidos:
- Densidade do fluido em escoamento no ponto 1: 960 kg/m3
- Densidade do fluido em escoamento no ponto 2: 998 kg/m3
- Densidade do fluido em escoamento no ponto 4: 1000 kg/m3
- Vazão mássica no ponto 3: 0.71kg/s
- Diâmetro da tubulação no ponto 2: 2”SCH40S (norma anexada)
- Sentido do escoamento: 1 para 4

Sabe-se que o fluido em escoamento é incompressível e que a seguinte medida direta de


vazão foi tomada na saída da instalação hidráulica (ponto 4): 302 litros em 1 minuto.
Pede-se:
a-) determinar a velocidade de escoamento no ponto 2 e a vazão volumétrica de
escoamento na tubulação 1.
b-) explicar a causa de alteração no valor da densidade do fluido.

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