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Da analise dos três professores, sobressai que estes tornam possível o aprendizado dos

alunos pela interacção entre sujeito-objecto(aluno-conteúdo) através da modificação das


estruturas cognitivas que vão posibilitando uma progressão pelos vários estádios de
desenvolvimento cognitivo, aquí professor é visto como mediador entre aluno-conteúdo,
cabendo dinamizar, orientar e coordenar permitindo a operacionalização do acto de ensinar. É
na operacionalização que se verificam as diferenças quanto aos procedimentos, habilidades,
técnicas e estratégias.

Assim,
O Professor A responderia que leva os seus alunos a aprender através da estrategia da
aprendizagem significativa de conceitos, oferecendo como técnica uma perspectiva
construtivista à produção do conhecimento humano e à aquisição desse conhecimento por
parte de quem aprende pela revisão do material o que implica a destreza de raciocinar. Para
tal, adopta o procedimento centrado nos conteúdos, pois, novas informações adquirem
significado para o aluno através da interacção com conceitos existentes, sendo por esses
assimilados e contribuindo para sua diferenciação, elaboração e estabilidade dum aprendizado
significativo.
O professor B usa estrategia cognitiva baseada na elaboração, pois, há observação do video,
comparação e analise de dados , representação de fenómenos, recepção de dados e
domonstração do aprendizado aquí se evidencia a construção simbólica dos conteúdos que se
aprende o que requer o manejo de informação que implicam procedimentos, facto que
encaminha para a habilidade de discussão, diálogo e raciocinio e o escrever, aquí se recorre a
técnica de agrupar, buscar, conectar, relacionar e dividir conceitos. Para atingir a meta a que
se propõe o professor B adopta acções ordenadas e finalizadas como assistência ao video,
escrita dos elementos fundamentais, elaboração de pautas para elaboração de mapas
conceituais, identificação dos passos que seguiram estes estudantes para construir sua
representação,aplicação do aprendizado como meio de avaliação através de representações
concretas.
O Professor C recorre a estratégia afectivo-motivacional com elementos cooperativos e de
apoio ao processo instrutivo baseada a intervenção do docente durante o processo de ensino,
estrategia esta que encaminha o professor na técnica de busca e colecta de informações,
recortando e esquematizando duma forma organizada as informações ligadas ao clima,
realizando reflexões através de comentários e perguntas e realizando a auto- avaliação. Aquí
a capacidade de comparar, analizar, reflectir e de auto revisão do que se faz e cooperação e
colaboração é fundamental. Este professor adopta o procedimento de orientador, coordenador
e facilitador que participa na aprendizagem.
Da analise dos três professores, sobressai que estes tornam possível o aprendizado dos
alunos pela interacção entre sujeito-objecto(aluno-conteúdo) através da modificação das
estruturas cognitivas que vão posibilitando uma progressão pelos vários estádios de
desenvolvimento cognitivo, aquí professor é visto como mediador entre aluno-conteúdo,
cabendo dinamizar, orientar e coordinar permitindo a operacionalização do acto de ensinar. É
na operacionalização que se verificam as diferenças quanto aos procedimentos, habilidades,
técnicas e estratégias.

Assim,
O Professor A responderia que leva os seus alunos a aprender através da estrategia da
aprendizagem significativa de conceitos, oferecendo como técnica a revisão do material a
destreza de raciocinar, adoptando o procedimento centrado nos conteúdos.

O professor B diría que usa estrategia cognitiva baseada na elaboração (há observação do
video, comparação e analise de dados, representação de fenómenos, recepção de dados e
domonstração do aprendizado realçam esta estrategia) facto que o encaminha para a
habilidade de discussão, diálogo e raciocinio e o escrever, o que faz recorrer a técnica de
agrupar, buscar, conectar, relacionar e dividir conceitos. Para atingir a meta a que se propõe o
professor B adopta acções ordenadas e finalizadas como assistência ao video, escrita dos
elementos fundamentais, elaboração de pautas para elaboração de mapas conceituais,
identificação dos passos que seguiram estes estudantes para construir sua
representação,aplicação do aprendizado como meio de avaliação através de representações
concretas.
O Professor C recorre a estratégia afectivo-motivacional com elementos cooperativos e de
apoio ao processo instrutivo baseada a intervenção do docente durante o processo de ensino,
estrategia esta que encaminha o professor na técnica de busca e colecta de informações,
recortando e esquematizando duma forma organizada as informações ligadas ao clima,
realizando reflexões através de comentários e perguntas e realizando a auto- avaliação. Aquí
a capacidade de comparar, analizar, reflectir e de auto revisão do que se faz e cooperação e
colaboração é fundamental. Este professor adopta o procedimento de orientador, coordenador
e facilitador que participa na aprendizagem.
Caros colega Acilina e Marcio, vos saudo.
Colegas, não vejo no Professor A o uso da estratégia tradicional. Por isso, começo por entender
o que é o ensino de estrategias e para poder compreender faço recurso aos conteúdos da
disciplina:
O ensino de estratégias está centrado no estudante e seu objectivo é guiar os
estudantes a obter informação e a recuperar essa informação quando for necessário.
As estratégias de aprendizagem também se podem adquirir através da instrução se se
ajudar os estudantes a encontrar formas de organizar a informação, para que esta possa
ser recuperada. (Valdivia I. M., 2018)
Então a Planificação com muito cuidado, a partir de uma rede de conceitos que dispôs em uma
transparencia é uma instrução ou seja estratégia de aprendizagem para se ajudar os
estudantes a encontrar formas de organizar a informação, para que esta possa ser recuperada
ou seja, partindo dos conteúdos se entende que a preocupação em planejar é preocupar-se
com o processo de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação
envolvida na cognição. Como entende Ausubel (BUCHWEITZ, 2000):
a estrutura cognitiva de um individuo é o complexo organizado resultante dos procesos
cognitivos através dos quais adquire e utiliza o conhecimento. As novas ideias e
informações podem ser aprendidos e retidos na medida em que conceitos relevantes e
inclusivos estejam adequadamente claros e disponiveis na estrutura cognitiva do
individuo e sirvam dessa forma de ancoradoura a novas ideias e conceitos.
Esta é a compreensão que se pode ter quando o Professor A identifica algunas noções
relevantes que eran confusos, quando não erradas; quando para e inicia dialogo com os alunos.
Este é um procedimento que usa para permitir que os conceitos relevantes e inclusivos sejam
aprendidos e retidos na medida que estejam adquadamente claros e disponiveis na estrutura
cognitiva do estudante. Assim, se entende que quando os conceitos relevante e inclusivos
adquirem significado para o individuo a através da interacção com conceitos existentes, sendo
por esses assimilados e contribuindo para a sua diferenciação, elaboração e estabilidade se
pode falar de aprendizagem significativa. Em o sendo, as ideias claras e disponiveis na
estrutura cognitiva do individuo, essas servem de ancoradouro a novas ideias e conceitos pelo
que a avaliação usada pelo Professor A é uma técnica para facilitar o aprendizado de novas
ideias e conceitos.
Colegas são estes fundamentos que nos fizeram identificar Professor com a estratégia de
aprendizagem significativa de conceitos ou seja a estratégia metacognitiva, oferecendo como
técnica a revisão do material a destreza de raciocinar, adoptando o procedimento centrado nos
conteúdos.

Prezados colegas, diferenciamos os três profesores a partir do uso estratégico dos


procedimentos de aprendizagem os quais “se tem que efectuar sempre de maneira
contextualizada, tendo em conta as necesidades, intereses e motivações dos aprendizes”
(Valdivia D. I., 2018). Do uso estratégico dos procedimentos de aprendizagem se pode detectar
como cada um destes professores potencializa a compreensão dos conteúdos.
O professor A assume quanto as funções ou técnicas a clareza cognitiva, opção surgida a
partir das necesidades constatadas dos aprendizages(confusão quando não erros)nas funções
e natureza do funcionamento dos conceitos. Para potencializar a compreensão do conteúdo,
recorre a estratégia do dominio dos conteúdos adoptando o procedimento de treinar e
aperfeiçoar até que o seu dominio seja progressivamente alcançado, pois, este dominio servirá
de facilitador ou ancorador para aprendizagens subsequentes, uma vez que as automatizações,
em que o aprendiz está consolidando, servem para se conseguir a realização de tarefas sem
se preocupar de que forma o faz.
Interessa aqui salientar a perspectiva de Vygotsky que ao analisar a relação entre
desenvolvimento e aprendizagem, introduz o conceito de “zona de desenvolvimento potencial”
(Vygotsky, 1996) conceito este que o autor entende como
“a distancia entre o nível de desenvolvimento real, que se costuma determinar através
da solução interdepente de problema e o nível de desenvolvimento potencial,
determinado através de solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em
colaboração com companheiros mais capazes.” (Vygotsky, 1996)
O professor A, no que toca a processos cognitivos usa a forma ascendente, onde se encaixam
os métodos sintéticos. Para potencializar a compreensão dos conhecimento implica um percuso
linear e hierarquizado, Integrando a instrução a aprendizagem significativa(produção de
significados e sentido) pelo que o professor A encontra-se no ponto inicial do processo de
compreensão.

O professor B difere dos outros ao valorizar o espírito do trabalho em contexto, em que se


aprende a desenvolver a partilha, no sentido de promover aprendizagens individuais, uma vez
que as mesmas ocorrem quando o aprendente constrói o seu próprio conhecimento,
transformando a realidade através da acção reflexão, numa constante interacção entre o
individuo e a sociedade.
Quanto as funções ou técnicas o professor B trabalha as relações cognitivas bem como os
procesos que permitem a passagem dum conhecimento para o outro, opção baseada no
interesse de consciencialização dos estudantes. Para potencializar a compreensão do
conteúdo, adopta a estrategia de mobilização de situações de diálogo, de cooperação e de
confronto de opiniões e, para atingir as metas, implica os procedimentos de fomentar a
curiosidade de aprender, descubrir e desenvolvimento e de ralização de treino de capacidade
segmentação. Esta opção de estrategias e implicação de procedimentos concorre para
obtenção da autonomía habilidade que possibilita a execução de tarefas de exploração e
desenvolvimento consciente e transferencia de conhecimentos.
Aqui, o processo cognitivo usado é descendente onde se englobam os métodos globais e
analíticos. Para potencializar a compreensão dos conhecimentos, limita o aprendiz a confirmar,
através de indicadores de texto, as antecipações que faz a partir do contexto. O professor B
ultrapassa o ponto inicial do processo de compreensão para levar o estudante a elaboração do
seu texto base, representando o texto que estuda, uma estrutura coerente mediante a
construção de conexões internas na memoria, isto é, conexões entre as ideias no texto.

O professor C toma fundamental a organização de um ambiente educativo que favorece


experiências de aprendizagem e em que os alunos se envolvem num contexto de vida
democrática, num sentido de educação para a cidadania. Assim, para pontencialização dos
conteúdos de aprendizagem envolve os alunos na busca de relatos das suas próprias vivencias,
integra-os em grupos, estimula a descoberta através da valorização das suas tentativas,
desenvolve pela prática organizacional e comparativa o sentido da funcionalidade de
compreensão e associação, cria um clima onde a propia vida da turma faz emergir a
necessidade de trabalho cooperativo, reflexivo e avaliativo.
Quanto as funções e técnicas, o professor C trabalha a capacidade de dar resposta às diversas
situações do aluno, uma atitude mais inclusiva relativamente as suas ideias, percepções e
requisitos de aprendizagem, bem como uma maior disponibilidade de envolver as percepções
e entendimentos da comunidade em que o aluno é proveniente. É pretensão deste professor
uma aprendizagem em que os alunos atingem níveis elevados de aprendizagem cognitiva e na
qual criam conhecimentos, aplicam-no a problemas com os quais não estão familiarizados e
comunicam-no aos outros.
O processo cognitivo que usa o professor C é interactivo cooperativo e compensativo, pois,
integra-se quer as estratégias ascendentes bem como as descendentes implicando o elevado
nível de capacidade para reflectir, para resolução de problemas novos e para comunicação das
novas conquistas, isto é, dos actos, pensamentos, sentimentos e informações.

Referências Bibliográficas
Ausubel, D. P. (1968). Educational psychology: a cognitive view.
Nova Iorque: Rinehart .
BUCHWEITZ, M. A. (2000). Novas estratégias de ensino e
aprendizagem. Lisboa: Plátano.
Valdivia, D. I. (2018). Aprendizagem Estratégica e
Desenvolvimento Profissional. Espanha: FUNIBER.
Valdivia, I. M. (2018). Aprendizagem estratégica e
desenvolvimento profissional. Espanha: FUNIBER.
Vygotsky, L. (1996). A formação Social da Mente. São Paulo:
Martins Fontes.
Weir (Realizador). (1989). Sociedade dos Poetas Mortos [Filme].
Paz e bem Roberto e colegas.
Obrigado Roberto. Para se entender a transcendencia do professor, aluno e escola para poder
retornar o conhecimento produzido para a comunidade e tenha reflexo na sociedade, há que
se olhar não simplesmente nos conteúdos e ao modo como o professor ministra e gere a sala,
mas sim ir-se mais além, entendendo que contexto, quais as necessidades reais da sala e que
interesse e motivações dos aprendizes.
O Professor A, que diverge as nossas opiniões, procura familiarizar os alunos com os
conteúdos, está-se na fase inicial da aprendizagem significativa onde se intercalam as
estratégias de apoio ao processo instrutivos, pois, “através de organizadores prévios, introduz-
se uma informação introdutoria, atualizam-se as experiências e os conhecimentos prévios de
maneira que se faça uma ponte cognitiva entre o que se aprenderá e o que já se conhece.”
(Valdivia D. I., 2018) Aqui a intervenção do professor tem como função “detecção da
informação principal, conceitualização de conteúdos, delimitação da organização e motivação”
(Valdivia D. I., 2018) e finalmente se culmina este processo de instrução com a estratégia pós-
instrução com a tarefa de “permitir ao aluno a formação de uma visão sintética e integradora
enquanto que estimula a autoavaliação” (Valdivia D. I., 2018), ou seja, o aluno que se apropria
da palavra e a usa como sua com significação e sentido.

Referência
Ausubel, D. P. (1968). Educational psychology: a cognitive view.
Nova Iorque: Rinehart .
BUCHWEITZ, M. A. (2000). Novas estratégias de ensino e
aprendizagem. Lisboa: Plátano.
Valdivia, D. I. (2018). Aprendizagem Estratégica e
Desenvolvimento Profissional. Espanha: FUNIBER.
Valdivia, I. M. (2018). Aprendizagem estratégica e
desenvolvimento profissional. Espanha: FUNIBER.
Vygotsky, L. (1996). A formação Social da Mente. São Paulo:
Martins Fontes.
Weir (Realizador). (1989). Sociedade dos Poetas Mortos [Filme].

Colega Roberto, a divergência a que me refiro é entre os integrantes do grupo 4. Estamos


divididos nas opiniões sobretudo em relação ao Professor A, pois a maioria aponta o
Professor A como tradicionalista e o seu desempenho não leva a aprendizagem
significativa, opinião que discordo, pois, entendo que este professor serve da instrução
como ponto de partida, de familiarização para passar a integrar as estratégias de apoio
ao processo instrutivo, por isso falei de pontes. Ainda a aplicação integrada das
estratégias de Apoio ao processo de instrução pelo professor A leva a aprendizagem
significativa dai o afirmarmos que o aluno se apropria da palavra e a usa com
significação e sentido. Em Psicologia da Cognição se descreve: "o que sucede quando
o ser humano se situa e organiza o seu mundo manifesta a preocupação com o processo
de compreensão, transformação, armazenamento e uso da informação envolvida na
cognição" (Ausubel, 1968)

Referência
Ausubel, D. P. (1968). Educational psychology: a cognitive view.
Nova Iorque: Rinehart .
BUCHWEITZ, M. A. (2000). Novas estratégias de ensino e
aprendizagem. Lisboa: Plátano.
Valdivia, D. I. (2018). Aprendizagem Estratégica e
Desenvolvimento Profissional. Espanha: FUNIBER.
Valdivia, I. M. (2018). Aprendizagem estratégica e
desenvolvimento profissional. Espanha: FUNIBER.
Vygotsky, L. (1996). A formação Social da Mente. São Paulo:
Martins Fontes.
Weir (Realizador). (1989). Sociedade dos Poetas Mortos [Filme].

Acilina estamos de acordo que o ensino deve promover a reflexão continua do aluno, deve
transformá-lo em um autêntico ser autônomo capaz de desenvolver sua autonomia e fazê-lo o
verdadeiro autor de sua aprendizagem. Entretanto esta verdade será possível sem a precisão e
clareza dos conceitos? A primeira operação da mente consiste exatamente em captar(conceito)
a imagem das coisas, apropriar-se delas(ter o domínio, distinguindo-as uma das outras com
suas características especificas) atribuindo-lhes nomes. Uma vez formado o conceito passa-se
para o Juízo ou proposições só assim se pode formar inferências imediatas e mediatas e não o
contrário.

É o caminho que vejo seguido pelo professor A assume quanto as funções ou técnicas a clareza
cognitiva, opção surgida a partir das necessidades constatadas dos aprendizagens(confusão
quando não erros)nas funções e natureza do funcionamento dos conceitos. Para potencializar a
compreensão do conteúdo, recorre a estratégia do domínio dos conteúdos adoptando o
procedimento de treinar e aperfeiçoar até que o seu domínio seja progressivamente alcançado,
pois, este domínio servirá de facilitador ou ancoradouro para aprendizagens subsequentes, uma
vez que as automatizações, em que o aprendiz está consolidando, servem para se conseguir a
realização de tarefas sem se preocupar de que forma o faz.

“Conhecimentos, habilidades e atitudes desenvolvidos em circunstâncias anteriores


constituem a base de competências para oferecer respostas frente a situações não
rotineiras e imprevisíveis. Recursos individuais e coletivos passam a ser colocados em
ação, buscando similaridades entre vivências anteriores e as atuais. Mudanças externas
e internas ao indivíduo mobilizam ativos para alcançar um resultado, como resolver
problemas em circunstâncias inéditas. Se o elenco de competências adquiridas dá conta
da situação inesperada, promove-se mais uma instância de aprendizagem. Ao considerar
que a competência se consolida a partir da mobilização de recursos, para a obtenção de
um resultado, deixa-se subentendida a existência de algo que pode ser construído,
aperfeiçoado e corrigido. Assim, a competência se insere em uma perspectiva
construtivista. Mais uma vez a visão de processo, no desenvolvimento de competências,
sobrepõe-se à abordagem de resultados.”

Analisando esse tema sob outra ótica, verifica-se que a aprendizagem da iniciativa
ocorre por meio da intersecção de três elementos, considerados formadores das
competências: 1) saber: relacionado ao conhecimento; 2) saber-fazer: corresponde a
habilidades; 3) saber-agir: vinculado a atitudes . Os conhecimentos, habilidades e
atitudes se complementam e se articulam de forma sistêmica. Uma prática
organizacional que prioriza apenas um desses níveis subestima o efeito sobre os
demais. O desenvolvimento de competências procura o equilíbrio entre o saber, o saber-
fazer e o saber-agir. Essa visão sistêmica descreve o processo de aprendizagem no
cruzamento entre o que o indivíduo conhece, o que pratica e como se comporta no
cenário organizacional.

A prática reflexiva e estratégica da aprendizagem enquadram-se na temática e se traduz na


necessidade do docente interagir de modo efectivo com os discentes (centro da aprendizagem),
elaborando e avaliando suas aplicação pratica em sala de aulas guiando aos alunos “a obter
informação e a recuperar essa informação quando for necessário” (Valdivia D. I., 2018)
outrossim, leva a que o docente actue como agente de mudança, adequando o conteudo a
nova realidade, contextualizando, tendo em conta as necessidades, interesses e motivações
dos aprendizes,” (Valdivia D. I., 2018).

1. Estratégias e procedimentos de ensino e aprendizagem aplicadas pelos


professores A, B, C para que seus alunos aprendam.
A experiencia dos três professores, desenvolve-se na relação entre professor e aluno, é a partir
desta relação a prática reflexiva como estratégia de aprendizagem a qual desenvolve a
competencia de aprender a aprender. Entretanto, pelo contexto, as necesidades e motivações
das salas, cada professor apresenta estratégias e procedimentos diferentes para que seus
alunos aprendam:

O Professor A adopta a estratégia da aprendizagem significativa. Procede para que seus


alunos aprendam interagindo, relacionam conceitos existentes e conceitos novos relevantes e
inclusivos para que sejam aprendidos e retidos de forma clara e disponível na estrutura
cognitiva do estudante.
O professor B, vai ao aprendam a aprender, construindo uma linguagem simbólica dos
conteúdos que se aprende, coisa que concretiza através do manejo de informação em acções
ordenadas e finalizadas, como a assistência ao vídeo, escrita dos elementos fundamentais,
elaboração de pautas para elaboração de mapas conceituais, identificando passo à passo os
estudantes a construir sua representação, aplicação do aprendizado como meio de avaliação
através de representações concretas.

O Professor C recorre a estratégia afectivo-motivacional com a intervenção do docente durante


o processo de ensino. Este adopta o procedimento de orientador, coordenador e facilitador que
participa na aprendizagem que incentiva a busca e colecta de informações, esquematizando e
realizando reflexões através de comentários e perguntas de auto- avaliação. Também tem a
capacidade de comparar, analisar, reflectir e de auto avalia o que se faz..

2. Construção de conhecimentos através da realização de tarefas de aprendizagem


com base na alfabetização
O ensino deve promover a reflexão continua do aluno, deve transforma-lo em um autentico ser
autónomo capaz de desenvolver sua autonomia e faze-lo o verdadeiro autor de sua
aprendizagem.

O professor A: Familiariza e potência os alunos com os conteúdos (fase inicial da


aprendizagem significativa).Intercala as estratégias de apoio ao processo instrutivos, pois,
“através de organizadores prévios, introduz-se uma informação introdutória, atualizam-se as
experiências e os conhecimentos prévios de maneira que se faça uma ponte cognitiva entre o
que se aprenderá e o que já se conhece.” (Valdivia D. I., 2018) .
Aqui a “detecção da informação principal, conceitualização de conteúdos, delimitação da
organização e motivação” é tida com a intervenção do professor (Valdivia D. I., 2018) e culmina
este com a estratégia pós-instrução com a tarefa de “permitir ao aluno a formação de uma visão
sintética e integradora enquanto que estimula a autoavaliação” (Valdivia D. I., 2018), ou seja,
ensinar o aluno a dizer a sua própria palavra.
O Professor B: Para potencializar a compreensão do conteúdo, adopta a estrategia de
mobilização de situações de diálogo, de cooperação e de confronto de opiniões e, para atingir
as metas, implica os procedimentos de fomentar a curiosidade de aprender, descobrimento,
desenvolvimento e de realização de treino de capacidade segmentação. Esta opção de
estrategias e implicação de procedimentos concorre para obtenção da autonomía, habilidade
que possibilita a execução de tarefas de exploração e desenvolvimento consciente e
transferencia de conhecimentos.
O professor B ultrapassa o ponto inicial do processo de compreensão para levar o estudante a
elaboração do seu texto base, representando o texto que estuda, uma estrutura coerente
mediante a construção de conexões internas na memoria, isto é, conexões entre as ideias no
texto.

O Professor C:pontencia os conteúdos de aprendizagem envolvendo os alunos na busca de


relatos das suas próprias vivências, integra-os em grupos, estimula-os a descoberta através da
valorização das suas tentativas, desenvolve pela prática organizacional e comparativa o sentido
da funcionalidade de compreensão e associação, cria um clima onde a própria vida da turma
faz emergir a necessidade de trabalho cooperativo, reflexivo e avaliativo.
Este trabalha a capacidade de resposta às diversas situações do aluno, bem como da sua
comunidade. É pretensão deste professor uma aprendizagem em que os alunos atingem níveis
elevados de aprendizagem cognitiva e na qual criam conhecimentos, aplicam-no a problemas
com os quais não estão familiarizados e partilham-no com os outros.

3. Que valor cada professor do caso atribuí à aprendizagem cooperativa?


Podemos invertir a questão: que mecanismos e factores se garante para a aprendizagem dos
alunos? Cada professor apresenta a relevancia da aprendizagem como motor impulsionador
de uma serie de procesos evolutivos, internas, capazes de operar só quando estamos em
interação social.
Assim,
O professor A coloca relevancia à informação disponivel, pois, os conhecimentos
desenvolvidos em circunstâncias anteriores constituem a base de competências para oferecer
respostas frente a situações não rotineiras e imprevisíveis. Aquí, a aprendizagem cooperativa
se concretiza através da construção conjunta de conhecimento onde o aprendiz requer a acção
de um agente mediador para aceder à zona de desenvolvimento próximo, este será
responsável por ir construindo uma plataforma que proporcione segurança e permita que
aquele se aproprie do conhecimento e o transfira a seu prórpio entorno.
Professor B valora as relações cognitivistas bem como os procesos que permitem a passagem
dum conhecimento para o outro. O mecanismo de aprendizagem cooperativa presente é a
interpendência positiva uma vez que o conhecimento é uma construção pessoal e
interdependente, sendo uma experimentação ativa dentro da aprendizagem reflexiva. Regula-
se a atividade no contexto do exercício e da comparticipação dos integantes.
Professor C da importancia a capacidade de dar resposta às diversas situações do aluno, uma
atitude mais inclusiva relativamente as suas ideias, percepções e requisitos de aprendizagem,
bem como uma maior disponibilidade de envolver as percepções e entendimentos da
comunidade em que o aluno é proveniente, ou seja, valoriza a interdisciplinariedade e a
apropriação de conhecimento de forma crítica. Este professor basea-se no mecanismo de
relações psicosociais a qual atraves da dimensão afectiva motivacional orienta os alunos a
atingirem níveis elevados de aprendizagem cognitiva, a criarem conhecimentos, aplicam-los a
problemas com os quais não estão familiarizados e a compartilhamuns com os outros.

Bibliografia
Ausubel, D. P. (1968). Educational psychology: a cognitive view. Nova Iorque: Rinehart .
Valdivia, I. M. (2018). Aprendizagem estratégica e desenvolvimento profissional: FUNIBER.
Vygotsky, L. (1996). A formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes.