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RESUMO

Este estudo visa levantar as bases teóricas da teoria de Letramento através da análise de conteúdo. Há um movimento que visa acabar com o analfabetismo e, no centro dele está a questão do desafio da utilização da tecnologia da informação. Esse desafio é principalmente daqueles que não conseguem empregar a escrita em situações cotidianas e muito menos do computador. Considera-se importante aprofundar o estudo no sentido dar subsídios para ações que visem formar pessoas letradas com competências a resolver as situações do seu cotidiano e poder encarar os desafios de sua inclusão na sociedade da informação.

Palavra Chave: Letramento. Alfabetismo. Letramento Digital. Inclusão Social

ABSTRACT

This study it aims at to raise the theoretical bases of the theory of Digital Literacy through the content analysis. It has a movement that it aims at to finish with the illiteracy and, in the center of it is the question of the challenge of the use of the technology of the information.

This challenge is mainly of that at least obtains to use the writing in daily situations, the more

in

the world of the computer. It is considered important to deepen the study in the direction

to

give subsidies for action that they aim at to form people scholars with abilities to decide the

situations of its daily one and to be able to face the challenges of its inclusion in the society of

the information.

Key-words: Digital Literacy . Literacy. Social Inclusion

Introdução

A partir de reflexões sobre a teoria de Letramento no trabalho de conclusão do curso de

Pedagogia (LUCAS e OLIVEIRA, 2006), interessou-nos continuar pesquisando a Teoria de Letramento. Com o estudo da disciplina Novas Tecnologias na Educação nesta especialização, e após algumas leituras decidimos enfocar o tema Letramento Digital. Não faz muito tempo que ainda permanecia entre nós a idéia de que alfabetizar seria ensinar a decodificação das letras. Partindo dos pressupostos da teoria de Letramento essa idéia é completamente sem sentido. A leitura não é um mero mecanismo de decodificação, um meio de estudar, de chegar aos conhecimentos, mas é um processo de inter-relação, de leitura e

compreensão do mundo.

Um olhar sobre a produção de Xavier (2002) bem como de outros autores que versam sobre o tema sustenta a idéia de que as novas tecnologias, principalmente o mundo do computador

tem-se revelado uma grande possibilidade de avanço ao mundo da leitura e de acesso à cultura em geral.

Este estudo visa levantar as bases teóricas da teoria de Letramento através da análise de conteúdo. Para isto, partimos dos seguintes questionamentos: o que é a teoria do Letramento? Considerando que cada vez mais as pessoas estão adquirindo acesso à informação em meio digital, no que se constitui o Letramento Digital? Seria o Letramento Digital um novo tipo de Letramento? Que relações há entre Letramento Digital com a inclusão

digital?

Por isso, levantar os alicerces dessa teoria e os questionamentos acima descritos se tornou nosso objetivo. O referencial teórico que fundamenta o trabalho é a Teoria de Letramento expressa por Soares (1998, 2004), Tfouni (2002) e Xavier (2002).

Para a investigação também utilizamos a obra de Mortatti (2004), além de diversos artigos:

Soares (2004), Fonseca (2005) e Carmo (2003).

O tema abordado considera-se importante pelo fato de estar acontecendo, já há alguns anos,

um movimento que visa acabar com o analfabetismo e, no centro dele está a questão do desafio da utilização da tecnologia da informação. Esse desafio é principalmente daqueles que

sequer conseguem empregar a escrita em situações cotidianas, quanto mais no mundo do computador. Daí consideramos imperativo aprofundar o estudo no sentido dar subsídios para ações que visem formar pessoas letradas com competências a resolver as situações do seu cotidiano e poder encarar os desafios de sua inclusão na sociedade da informação.

Letramento conceito

A teoria de Letramento (Tfouni, 2002; Soares, 2004) vem sendo discutida ultimamente em

círculos mais restritos e específicos.

O Letramento sugere a idéia de que a escrita traz conseqüências sociais, culturais, políticas,

econômicas e cognitivas, pois é “o que as pessoas fazem com as habilidades de leitura e de escrita, em um contexto específico, e como essas habilidades se relacionam com as

necessidades, valores e práticas sociais” (Soares, 2004).

A palavra letramento apareceu primeiramente no livro de Mary Kato: No mundo da escrita:

uma perspectiva psicolingüística, de 1986. Ela é um tanto quanto fora do comum para muitos profissionais da educação porque surgiu entre os lingüistas e estudiosos da língua portuguesa,

e então passou a ter trânsito no setor educacional. O termo letramento se originou de uma

versão feita da palavra da língua inglesa “literacy”, com a representação etimológica de estado, condição, ou qualidade de ser literate, e literate é definido como educado para ler e

escrever (Soares, 1998).

O termo letramento ainda não está dicionarizado porque foi introduzida recentemente na

língua portuguesa. Segundo Soares (2004), em meados dos anos de 1980 “se dá, simultaneamente, a invenção do letramento no Brasil, do illettrisme, na França, da literacia,

em Portugal, para nomear fenômenos distintos daquele denominado alfabetização”.

Letramento e Alfabetismo

No início da década de 80, o estudo acerca da psicogênese da língua escrita trouxe aos educadores a compreensão de que a alfabetização, não envolve somente a apropriação de um código, mas um difícil processo de preparação de hipóteses sobre a representação lingüística. Assim, com a emergência dos estudos sobre o Letramento Soares (2003), os teóricos brasileiros passaram a aproximar os conceitos: alfabetização e letramento. Isto é visível, segundo a autora, em Adultos não alfabetizados: o avesso do avesso, de Tfouni (1988), e no título: Letramento e Alfabetização (1995) que também menciona os dois conceitos. A mesma aproximação aparece na coletânea organizada por Roxane Rojo, Alfabetização e letramento (1998), em que está também presente a proposta de uma diferenciação entre os dois fenômenos, embora não diferente da proposta de Leda Tfouni. Ângela Kleiman, na coletânea que organiza - Os significados do letramento (1995), também discute o conceito de letramento. Em Letramento: um tema em três gêneros Soares procura conceituar, confrontando os dois processos alfabetização e letramento.

A história do letramento no Brasil se deu por caminhos diferentes dos que explicam a invenção

do termo em outros países, como a França e os Estados Unidos. Enquanto nesses outros países

a discussão do letramento se fez e se faz de forma independente em relação à discussão da

alfabetização, no Brasil, a discussão do letramento surge sempre arraigada ao conceito de alfabetização, o que tem levado, apesar da diferenciação na produção acadêmica, a uma

inadequada fusão dos dois processos, com prevalência do conceito de letramento (Soares,

2003).

É interessante o comentário que Soares (2004) faz a esse respeito, dizendo que a alfabetização não precede o letramento, mas os dois processos são simultâneos.

Nos dicionários da língua portuguesa vemos que a palavra alfabetizado diz respeito à pessoa que somente aprendeu a ler e escrever, não se diz que é aquele que adquiriu o estado ou condição de quem se apropriou da leitura e da escrita, que detém corriqueiramente de práticas sociais de leitura e escrita.

Tfouni (1995), também revela que a alfabetização, às vezes, está sendo mal entendida; ela se ocupa da aquisição da escrita por um indivíduo, ou grupo. Enquanto o letramento “focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade” (Tfouni, 1995), e, segundo Soares (2003), é o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas e exerce habitualmente práticas sociais de leitura e escrita. Mortatti (2004) explica que o fato de uma pessoa ser alfabetizada não garante que ela seja letrada, viver numa sociedade letrada não faz dela uma pessoa letrada ou que todos tenham oportunidades iguais na cultura escrita.

À medida que o analfabetismo diminui que um número cada vez maior de pessoas aprende a

ler e a escrever, e à medida que, concomitantemente, a sociedade vai se tornando cada vez mais centrada na escrita (cada vez mais grafocêntrica), um novo fenômeno se evidencia: não basta apenas aprender a ler e a escrever. As pessoas se alfabetizam, aprendem a ler e a escrever, mas não necessariamente incorporam a prática da leitura e da escrita, não necessariamente adquirem competência para usar a leitura e a escrita, para envolver-se com

as práticas sociais de escrita: não lêem livros, jornais, revistas, não sabem redigir um ofício, um requerimento, uma declaração, não sabem preencher um formulário, sentem dificuldade para escrever um simples telegrama, uma carta, não conseguem encontrar informações num catálogo telefônico, num contrato de trabalho, numa conta de luz, numa bula de remédio (Soares, 1998).

Paulo Freire (1988) diz que "a leitura de mundo antecede a leitura da palavra". Há assim uma diferença entre saber ler e escrever, ser alfabetizado, e viver na condição de quem sabe ler e escrever. A pessoa que aprende a ler e escrever - que se torna alfabetizada - e que passa a fazer uso na prática social de leitura e de escrita é diferente de uma pessoa que ou não sabe ler e escrever analfabeta - ou, sabendo ler e escrever, não faz uso da leitura e da escrita - é alfabetizada, mas não é letrada, não vive no estado ou condição de quem sabe ler e escrever e pratica a leitura e a escrita (Soares, 1998).

Letramento é de certa forma, o contrário de analfabetismo. Aliás, houve um momento em que as palavras letramento e alfabetismo se alternavam, para nomear o mesmo conceito. Analfabetismo é definido como o estado de quem não sabe ler e escrever; seu contrário, alfabetismo é o estado de quem sabe ler e escrever. Letramento, assim, é o estado em que vive o indivíduo que não só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que vive: sabe ler e lê jornais, revistas, livros; sabe ler e interpretar tabelas, formulários, sua carteira de trabalho, suas contas de água, luz, telefone; sabe escrever e escreve cartas, bilhetes, telegramas sem dificuldade, sabe preencher um formulário, sabe redigir um ofício, um requerimento. São exemplos das práticas mais comuns

e

cotidianas de leitura e escrita (Soares, 1998).

O

processo de letramento ocorre, então, entre crianças bem pequenas. Pode-se dizer que o

processo começa bem antes de seu processo de alfabetização: a criança começa a "letrar-se" a

partir do momento em que nasce numa sociedade letrada. Exposta a materiais escritos e de pessoas que usam a leitura e a escrita, crianças de qualquer estrato social iniciam o processo

de letramento, pois, a escrita está presente em maior ou menor grau

práticas de leitura e de escrita, vão reconhecendo o sistema de escrita, diferenciando-o de

outros sistemas e descobrindo como funcionam.

Elas vão conhecendo as

Em uma sociedade grafocêntrica como a nossa é sabido da grande dificuldade do saber ler e escrever. Por isso, há uma grande preocupação em transformar essa realidade, com ações no intuito de erradicar o problema, logo, houve a necessidade de um termo e apareceu o

“analfabetismo”. No entanto, para o estado daquele que sabe ler e escrever, e, que responde de maneira ampla e satisfatória as demandas sociais fazendo uso de alguma maneira da leitura

e escrita, ainda não havia uma designação. Posteriormente, constatou-se uma nova situação:

de que não basta apenas o saber ler e escrever, necessário é saber fazer uso do ler e do escrever, saber responder às exigências de leitura e de escrita que a sociedade faz. Assim surge

o termo letramento. Quando surgem novas situações a respeito de fatos novos, há a necessidade de se criar novos vocábulos (Soares, 1998).

Letramento Digital

O computador e a internet vieram causar uma explosão na maneira de comunicar-se e de

adquirir informação. Esse fenômeno é global, em instantes, através destes meios, podem-se acessar informações de qualquer lugar do planeta. No mesmo momento que ocorre um incidente pode-se ter conhecimento independentemente de onde o indivíduo esteja. Através do computador as pessoas praticam a leitura e a escrita, se comunicam e interagem, tornam-

se sujeitos da informação.

Por Letramento Digital compreende-se a capacidade que tem o indivíduo de responder adequadamente às demandas sociais que envolvem a utilização dos recursos tecnológicos e da escrita no meio digital.

O letramento digital é mais que o conhecimento técnico. Ele inclui ainda, segundo Carmo

(2003), “habilidades para construir sentido a partir de textos multimodais, isto é, textos que

mesclam palavras, elementos pictóricos e sonoros numa mesma superfície. Inclui também a capacidade para localizar, filtrar e avaliar criticamente informações disponibilizadas eletronicamente”. É a capacidade de manusear naturalmente com agilidade as regras da comunicação em ambiente digital.

Para Soares (2002), não existe “o letramento”, mas, “letramentos”, a tela do computador se constitui, neste sentido, como um novo suporte para a leitura e escrita digital. Segundo ela, a tela é considerada como um novo espaço de escrita e traz mudanças significativas nas formas de interação entre escritor e leitor, entre escritor e texto, entre leitor e texto e até mesmo entre o ser humano e o conhecimento.

Para Soares, essas transformações têm desdobramentos sociais, cognitivos e discursivos, “configurando assim, um letramento digital”. Uma pessoa letrada digitalmente necessita de habilidade para construir sentidos a partir de textos que compõem palavras que se conectam a outros textos, por meio de hipertextos e links; elementos pictóricos e sonoros. Ele precisa também ter capacidade para localizar, filtrar e avaliar criticamente informação disponibilizada eletronicamente, e ter familiaridade com as normas que regem a comunicação com outras pessoas através dos sistemas computacionais.

Segundo Barton (1998 apud Xavier, 2007) como existem vários tipos de letramento, o letramento digital seria um tipo e não um novo letramento imposto à sociedade hodierna pelas novas tecnologias. Para ele os tipos de letramento mudam porque são situados na história e acompanham a mudança de cada contexto tecnológico, social, político, econômico ou cultural numa sociedade. O letramento também pode ser transformado pelas instituições sociais que estão em constante relação de luta pelo poder e acabam por influenciar a comunidade a aprender o tipo de letramento que lhe é dado como oficial, portanto deve ser assimilado.

Assim, o que anda ocorrendo atualmente é uma adoção do tipo de letramento alfabético para

o digital. Para Xavier, o “alfabético está servindo de apoio para a aprendizagem do letramento digital”. Em plena era da informação a gama de conhecimento que é gerado a cada momento,

a aquisição do letramento alfabético, se torna um meio de alcançar a cidadania. Não se

esquecendo que para que haja de fato conhecimento é necessário a absorção crítica das informações.

Xavier (2007) diz que “a principal condição para a apropriação do letramento digital é o domínio do letramento alfabético pelo indivíduo”. Isto quer dizer que um indivíduo só pode utilizar plenamente as vantagens da era digital à sua necessidade se tiver aprendido a escrever, a compreender o lido, se tiver dominado o sistema alfabético ao ponto de ter alcançado um grau elevado das convenções ortográficas que “orientam o funcionamento da modalidade escrita de uma língua”. Em síntese, apenas o letrado alfabético tem a qualificação para se apropriar totalmente do letramento digital.

Letramento e Inclusão Social

Segundo a enciclopédia virtual Wikipédia, “Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação”. Assim sendo, uma pessoa incluída digitalmente não é aquela que exclusivamente usa a nova linguagem do mundo digital, mas que desfruta desse instrumento para melhorar as suas condições de vida.

Com ampliação das novas tecnologias da informação e comunicação novas relações e produtos são gerados alcançando pessoas e mercados cada vez maiores e mais longínquos. Ao mesmo tempo em que essas inovações permitem a produção, aproximam pessoas e organizações com facilidade nunca vista, na mesma proporção é potencializada a exclusão.

Segundo Silveira (apud Fonseca, 2005), “essa revolução não apenas pode consolidar desigualdades sociais como também elevá-las, pois aprofunda o distanciamento cognitivo entre aqueles que já convivem com ela e os que dela estão apartados”.

A exclusão pode ser considerada uma dificuldade mais profunda do que a falta de acesso aos instrumentos físicos do mundo digital. O que subjaz é um despreparo para acessar e utilizar as informações contidas. Com isto, dá-se “um círculo vicioso entre exclusão digital e social: sem acesso aos recursos econômicos e educacionais para utilizar-se dos benefícios do mundo digital, o indivíduo enfrenta dificuldades para inserir-se socialmente, e, sem a inserção social ele se encontra à margem da sociedade digital (Fonseca, 2005).

Para Silveira (apud Fonseca, 2005), comunicar na sociedade informacional é interagir digitalmente e “a maioria da população, ao ser privada do acesso da comunicação mediada por computador, está sendo simplesmente impedida de se comunicar pelo meio mais ágil, completo e abrangente”.

Ainda, segundo esse autor, o direito de acessar e participar da comunicação via computador, como condição sine qua non do letramento digital, é essencial para garantir o uso pleno possibilitando a “cidadania eletrônica”.

Deste modo, a inclusão digital exerce o papel de resgatar os excluídos digitais à sociedade.

Conclusão

Ao iniciar este trabalho tínhamos uma idéia de que Letramento Digital era um outro tipo de Letramento. No entanto, no decorrer da pesquisa descobrimos que o letramento digital faz parte do todo Letramento.

Quando os estudiosos mencionam Letramento estão se referindo ao Letramento Alfabético, que é apropriação dos usos sociais da leitura e da escrita. O Letramento Digital é mais um tipo como também pudemos verificar que já se fala em Letramento Científico que pode ser objeto de pesquisas posteriores.

A capacidade de usar as ferramentas e de interagir, no ambiente digital permite ao indivíduo conectar-se ao mundo. Por isso, o Letramento Digital sendo a capacidade que tem o indivíduo de responder adequadamente às demandas sociais que envolvem a utilização dos recursos tecnológicos e da escrita no meio digital se torna imprescindível a plena conquista da cidadania. O acesso às ferramentas digitais é importante, porém, com um sentido mais amplo e coletivo de melhoria social.

Diante de tantas reflexões concluímos que apenas o letrado alfabético tem a qualificação para se apropriar totalmente do Letramento Digital. Em síntese, uma pessoa só pode usar plenamente as vantagens da era digital à sua necessidade se tiver aprendido a escrever, a compreender o lido, se tiver dominado o sistema alfabético ao ponto de ter alcançado um grau elevado das convenções ortográficas.

Para se construir uma sociedade incluída digitalmente e comprometida com a formação integral dos cidadãos com total acesso ao mundo da informação, capazes de exercer seus direitos e deveres é preciso letrar com competência.

Temos consciência de que nossa pesquisa é limitada, vários temas foram deixados de lado por não serem possíveis de serem trabalhados devido à extensão, o tempo da pesquisa e nossas próprias limitações pessoais. Cremos serem necessárias outras pesquisas posteriores. Recomendamos àqueles que tiverem a oportunidade de conhecer este trabalho, que acrescentem a ele as suas próprias reflexões.

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Pedagoga Especialista em Docência Universitária pela UEG, Graduada em Língua Portuguesa pela Universidade do Vale do Acaraú, Pós graduada em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira, Pós Graduanda em Psicopedagogia Institucional e Clínica pela FACER. Professora regente do 5°Ano do ensino fundamental da Escola Pequeno Príncipe. Membro do Conselho Universitário da UEG de Jaraguá.

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