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A economia brasileira pode crescer muito acima da


média dos países desenvolvidos;
O mercado interno viabilizará a expansão da demanda:
consumo básico das famílias, habitação e duráveis;
O investimento será dinamizado por cinco grandes
vetores: petróleo e gás, energia elétrica, logística,
construção habitacional e agronegócios;
Oportunidades para estratégias intensivas em inovação
e sustentabilidade sócio-ambiental;
Grandes desafios: aumentar a taxa agregada de
investimento / PIB e viabilizar o avanço competitivo da
indústria manufatureira.
2
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Política monetária com credibilidade: consolidação de
juros reais mais baixos;
Política fiscal retoma trajetória de redução gradual da
relação dívida / PIB;
Um sistema bancário fortalecido, operando sob regulação
eficiente e pronto para expandir o crédito com spreads
cadentes;
Setor privado pouco alavancado, com muitas empresas
capacitadas para expansão e internacionalização;
Grande número de projetos de investimento com alto
retorno e baixo risco, principalmente em infraestrutura;
Políticas de investimento pró-ativas, com apoio dos
bancos públicos. 3
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

PIB: Variaão Real Anual (%)


6,0 5,7 5,7
5,1 5,0
5,0
4,0
4,0
3,2
2,8
3,0 2,5

2,0
1,0
1,0
0,0
Média Média 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Média
1984-93 1994-03 2010-14

Fontes: IBGE e BNDES *Projeção do BNDES.



* BNDES (projeção).
4
Risco Brasil bem abaixo da média dos
outros países emergentes

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
900

800
EMBI+Brasil EMBI+Países Emergentes
700

600 593

500 *17 de setembro


493
420
400

372 283
300 321
218
Fonte: Macrodados. 228
200 215 228
142

100 153
0

04

05
0

9*
04
/0

/0

/0

/0

/0
t/0

t/0

t/0

t/0

t/0
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ai

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de
ag
ja

ja

ja

ja

se
m

FONTE: FGV m
5
ELABORAÇÃO: BRADESCO
Evolução da dívida pública líquida de
países selecionados

6
O consumo das famílias voltou a
crescer

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 

3,5 3,1

2,4
2,5 2,1
1,8 1,8
1,4 1,5 1,5 1,6 1,4 1,5
1,3
1,5 1,1 1,1
0,9 1,0 0,9
0,7 0,7 0,6
0,5 0,5
0,5 0,2
0,1

-0,5

-1,5 -1,2
Fonte: IBGE -1,4

-2,5
2003 T1

2003 T2

2003 T3

2003 T4

2004 T1

2004 T2

2004 T3

2004 T4

2005 T1

2005 T2

2005 T3

2005 T4

2006 T1

2006 T2

2006 T3

2006 T4

2007 T1

2007 T2

2007 T3

2007 T4

2008 T1

2008 T2

2008 T3

2008 T4

2009 T1

2009 T2
7
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Desemprego caiu de 11,2% em jul/04 para 8,0% em jul/09

Taxa de Desocupação Média - IBGE

2004 11,20

10,80
2005
9,50
2006
9,50
2007

2008 8,10
2009
8,00

6,80
jan f ev m ar ab r m ai ju n ju l ag o set ou t n ov d ez

8
Fonte: IBGE
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MASSA SALARIAL REAL - Média dos últimos 12 meses


R$ bilhões

29 28,61
28
28,32
27
25,40 26,91
26
25
23,75
24
22,49
23
22 21,19
21
20
19
F o nte: IB GE
18

Fonte: IBGE Até junho 09 9


    
  

10
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

 


45,02

41,31

34,2

30,2
28,1

24,49

2004 2005 2006 2007 2008 2009

Fonte: Banco Central


11


 
  
140
135 Bancos Públicos
132,9 
Bancos
130 Bancos Privados Outros Privados
125,2
125
Bancos 18%
121,2
118,3
119,5 Públicos
120 115,9 42%
115 112,9 113,9
109,0
110
105,3
105
100
103,3 103,4 103,8
100 102,6 103,1 102,9 101,8 102,4 102,5
101,5
95
BNDES
9
09
8

09
9

9
8

9
08

09
08

/0
t/0

/0

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t/0

l/0
40%
n/

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ja
no

m
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


12 meses





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
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

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 




      

13


Alta rentabilidade no setor privado

       


    

15 14,1
Rentabilidade sobre o PL 13,4 13,1
13,0
mediana das 500 maiores (%) 12,5
12 11,3

6,3 6,6
6
4,8 4,6
4,4
3,4
3 2,8
1,2

-
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Fonte: Conjuntura Econômica, ago/2009
14
  
    

100
Volume de dívidas no sistema financeiro
82,1 sobre o PL (%)
1.000 maiores empresas
80

60,6 60,6
60 57,6 57,5
54,3
50,4
41,7 43,7
40

20
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Fonte: Valor 1000, ago/2009

15
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

 Cenário propício a uma parceria pró desenvolvimento:


 Programa de Aceleração do Crescimento;
 Política de Desenvolvimento Produtivo;
 Parcerias público-privadas;
 Desenvolvimento do Pré-sal.






16



 
  

17
 



  18


 O investimento em inovação possui uma lógica


microeconômica (a competitividade) e uma lógica
macroeconômica (aumentar a eficiência de cada unidade de
investimento, reduzindo a necessidade de aumentar a relação
FBCF/PIB);

 Atualmente o investimento privado em inovação é baixo


(0,5% PIB) e largamente auto-financiado pela empresa;

 Em geral, nos períodos de turbulência, o sistema empresarial


tende a abandonar os gastos em inovação;

 Esta atitude é contraproducente. Ao contrário, é hora do setor


privado expandir os investimentos em inovação e do setor
público apoiá-lo decisivamente. 19


Necessidade de recuperar e qualificar o planejamento de


longo prazo (energia, logística, meio-ambiente, infraestrutura
das TI, ...);
Reforço e incentivo à poupança doméstica, equacionamento
de fontes de financiamento de longo prazo, desenvolvimento
do mercado de capitais;
Desenvolvimento da capacidade de inovar e competir da
indústria manufatureira e de sua presença internacional (vs.
desafio problematizado pela apreciação da taxa de câmbio);
Avanço persistente da criação de oportunidades de
ascensão social (expansão do emprego, ampliação/
melhoria da educação) e da redução das desigualdades de
renda.
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