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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAMETRO

NOME DO CURSO

NOME DO(A) AUTOR(A)


NOME DO(A) AUTOR(A)

TÍTULO DO RELATÓRIO
Subtítulo (quando houver)

FORTALEZA
2018
NOME DO(A) AUTOR(A)
NOME DO(A) AUTOR(A)

TÍTULO DO RELATÓRIO
Subtítulo (quando houver)

Relatório apresentado a disciplina


Metodologia do Trabalho Científico, do
curso de Enfermagem da Faculdade
Metropolitana da Grande Fortaleza –
FAMETRO – como requisito parcial para
aprovação na disciplina, sob a orientação
do prof.º Dr. João Sá Pessoa.

FORTALEZA
2018
ERRATA

Página Linha Errado Correto


Página 05 Linha 22 Onde se lê Leia-se
emiderme epiderme
Página 09 Linha 02 Onde se lê Leia-se
(SARAIVA, 2001) (LEMOS, 2011)

AGRADECIMENTOS
A Deus pelo dom da vida, pela ajuda e proteção, pela Sua força e presença
constante, e por me guiar à conclusão de mais uma preciosa etapa de minha vida.

RESUMO
O comprometimento entre as equipes não pode mais se dissociar de
todos os recursos funcionais envolvidos. Por outro lado, a hegemonia do ambiente
político maximiza as possibilidades por conta das direções preferenciais no sentido
do progresso. No entanto, não podemos esquecer que a revolução dos costumes
exige a precisão e a definição do sistema de participação geral. Todas estas
questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a estrutura atual da
organização ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança
das novas proposições. As experiências acumuladas demonstram que a
determinação clara de objetivos garante a contribuição de um grupo importante na
determinação dos paradigmas corporativos. Por conseguinte, o desenvolvimento
contínuo de distintas formas de atuação assume importantes posições no
estabelecimento do sistema de formação de quadros que corresponde às
necessidades. Assim mesmo, a execução dos pontos do programa pode nos levar a
considerar a reestruturação dos conhecimentos estratégicos para atingir a
excelência. Percebemos, cada vez mais, que a constante divulgação das
informações obstaculiza a apreciação da importância do impacto na agilidade
decisória. Não obstante, o acompanhamento das preferências de consumo estimula
a padronização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Podemos já
vislumbrar o modo pelo qual o início da atividade geral de formação de atitudes
desafia a capacidade de equalização das formas de ação.

Palavras-chave: Diagnóstico estratégico. Informação – serviço. Planejamento


estratégico.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 – Organograma do ministério de educação .............................................114
Figura 2 – Distribuição das IES Brasil – dependência administrativa ...................151
Figura 3 – Distribuição das IES Brasil – modalidades ...........................................151
Figura 4 – Distribuição da IES provadas Brasil – modalidades .............................153
Figura 5 – Distribuição das IES públicas Brasil – modalidades .............................153
Figura 6 – Nº de IES Brasil – evolução..................................................................154
Figura 7 – Nº de IES públicas Brasil – evolução....................................................155
Figura 8 – Nº de IES privadas Brasil – evolução....................................................155

LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Comparação entre inteligência natural e artificial....................................34
Tabela 2 – Comparação entre IA e computação convencional.................................35
Tabela 3 – Tabela de decisão....................................................................................45
Tabela 4 – Configuração dos cenários produtivos.....................................................89
Tabela 5 – Estrutura dos arquivos PARAM.ATD e BACK.ATD..................................95
Tabela 6 – Tabela de decisão implementada no SE...............................................101
Tabela 7 – Banco de dados da máquina-ferramenta...............................................111

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS


ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas
SUS Sistema Único de Saúde
OAB Ordem dos Advogados do Brasil

LISTA DE SÍMBOLOS
Tóxico ou altamente tóxico

Material inflamável

Risco biológico

SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO...............................................................................................04
1.1 Tema..............................................................................................................06
1.2 Problematização e justificação..................................................................09
1.3 Hipótese........................................................................................................09
1.4 Objetivos.......................................................................................................09
2 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO..............................................................11
3 METODOLOGIA............................................................................................13
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO.....................................................................14
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................16
REFERÊNCIAS.............................................................................................18
GLOSSÁRIO.................................................................................................19
APÊNDICES..................................................................................................20
ANEXOS........................................................................................................21

1 INTRODUÇÃO
A Internet pode ser considerada uma excelente ferramenta oriunda da
tecnologia da informação para facilitar a comunicação de pessoas, empresas e
instituições. A facilidade de utilizar esse meio de comunicação possibilita expor
produtos e serviços para clientelas específicas. Mas, no emaranhado de dados e
informações existente na rede de computadores, novos mercados de atuação
profissional estão surgindo, onde pode-se observar que muitas profissões estão se
adaptando e principalmente as organizações estão escolhendo pessoas que possam
colocar um pouco de ordem no caos existente.
A era digital provoca mudanças de perfis referentes aos profissionais que
selecionam, organizam, recuperam e disseminam a informação. E, considerando
principalmente a comunicação realizada por meio de redes de computadores, onde
trafegam informações no formato digital, os conhecidos "bits", surge no mercado um
novo perfil deste profissional, que pode ser considerado um "arquiteto da
informação" em ambiente Web, tendo como pano de fundo desse cenário Web a
flexibilidade, a velocidade e a quebra de espaços geográficos.
Como requisitos específicos na construção de páginas ou sites necessita-
se principalmente obter embasamento e conhecer a utilização de critérios de
usabilidade para páginas Web, conhecimento dos princípios da arquitetura Web,
elementos de design gráfico, gerenciamento de projetos centrados no usuário em
ambiente de rede, e, conhecer as implicações de ser um provedor de informações
na Web. As habilidades de comunicação, organização e de negociação bem como a
integração de serviços técnicos para implementação de serviços via Web para
atender e satisfazer a demanda informacional dos usuários que estão doutro lado da
tela tornaram-se elementos chaves desse processo.
A necessidade e importância para os bibliotecários em conhecer as
tecnologias de digitalização de documentos, seja de digitalização referente ao
acervo (obras) ou até mesmo os catálogos. Processo que aborda desde a:
importação, transmissão, organização, indexação, armazenamento, proteção e
segurança, localização, recuperação, visualização, impressão e preservação
documental em um sistema de documentos de imagens para bibliotecas digitais é
um imperativo na era digital. Entre os motivos verifica-se que muitas instituições
necessitam orientar e oferecer serviços de disseminação (entrega) de documentos
digitais aos usuários localizados remotamente.
Espera-se que este artigo possa dar uma visão parcial sobre os requisitos
e habilidades desse novo perfil de profissional desejado em bibliotecas que utilizam
e principalmente disponibilizam a informação de forma digital além da convencional
colaborando significativamente para a disseminação da informação com qualidade.

1.1 Tema

Nas últimas décadas do século XX, algumas modificações sociais como o


aumento exponencial do fluxo informacional, a “virtualidade” das relações sociais e
seus produtos e a efemeridade latente dos registros digitais (em suportes ótico-
magnéticos), entre outras, promoveram um aumento da complexidade do contexto
sócio-informacional de grande parte da sociedade global.
Contexto onde a informação social é ao mesmo tempo insumo, fenômeno
e produto (e componente essencial nos fluxos informacionais), confundindo ou
dificultando a análise de suas conseqüências frente às diversas áreas do
conhecimento humano, incluindo a Ciência da Informação.
Abordar as características e conseqüências destas modificações
impulsionadas tecnologicamente pelas necessidades militares (inicialmente) e
comerciais (a posteriori) na nova estruturação do capitalismo - a chamada nova
economia, ou mais recentemente Capitalismo Cognitivo será fundamental para
compreender o impacto destas transformações nos processos sociais
contemporâneos.
Sobre esta mudança de comportamento da informação, tarapanoff coloca:
“Os principais ativos desta nova forma de administrar são a informação e
o conhecimento, que acessados, compartilhados e trabalhados, geram o
conhecimento novo, a inovação e a inteligência [...]” (2006, p. 9).

E complementa citando o novo desafio que se impõe à sociedade atual:


“Construir uma sociedade na qual todos possam criar, acessar, utilizar e
compartilhar informação e conhecimento é o desafio que se impõe a todas
as nações e corporações no mundo atual, intensamente baseado em
tecnologias da informação e do conhecimento, no qual os ativos intangíveis
adquirem importância crescente” (TARAPANOFF, 2006, p. 19).

Neste estudo utilizaremos o recurso metodológico de pesquisas


qualitativas e quantitativas para verificar a problemática apresentada no entorno do
modelo produtivo, inovativo, econômico (e financeiro) e social do que têm se
chamado “paradigma Open Source”.
Numa abordagem mais ampla, serão consideradas e analisadas relações
e interseções entre conceitos e representações que perpassam áreas como a
Ciência da Informação, a Filosofia, a Sociologia, a Ciência da Computação e a
Gestão da informação, partindo da premissa que a Ciência da Informação
apresenta-se como uma ciência de caráter interdisciplinar (por vezes também trans
e multi) e tendo como objeto o estudo das propriedades gerais da informação
(natureza, gênero e efeitos). (TARAPANOFF, 2006, p. 20, passim).
Manuel castells, sociólogo espanhol e professor da Universidade da
Califórnia e ex-professor da École Pratique des Hautes Études em Sciencies
Sociales de Paris, no primeiro volume da trilogia denominada ‘A Era da Informação:
Economia, Sociedade e Cultura’ (2005) aborda o momento histórico vivido pela
sociedade atual como “um intervalo [na história] cuja característica é a
transformação de nossa ‘cultura material’ pelos mecanismos de um novo
paradigma tecnológico que se organiza em torno da Tecnologia da Informação
[embora não exclusivamente]” (2005, p. 67, grifos nossos). Por Tecnologia da
Informação (TI) podemos entender a convergência de tecnologias em
microeletrônica, computação (software e hardware), telecomunicações/radiodifusão,
e opto-eletrônica, segundo alguns autores como Saxby, Mulgan e o próprio castells
(Ibid., p. 67). Este último ainda inclui neste rol a engenharia genética e seu conjunto
de aplicações, devido principalmente à sua aproximação conceitual com a eletrônica
e a informática (como por exemplo, na reprogramação de genes e na aplicação
medicinal da nanotecnologia).
Há, no entanto, um aspecto fundamental a ser observado quanto ao
discurso de revolução da tecnologia da informação, de modo a evitar a
subestimação de sua verdadeira importância. Esta revolução seria, segundo
castells, um evento histórico da mesma relevância da Revolução Industrial do séc.
XVIII, “... induzindo um padrão de descontinuidade nas bases materiais da
economia, sociedade e cultura” (op. cit., p. 68).
Assim como atualmente, o conhecimento e a informação foram
fundamentais também na consecução de revoluções tecnológicas anteriores;
embora as de outrora talvez ocorressem em culturas, épocas e regiões geográficas
específicas com maior lentidão, levando décadas e por muitas vezes até séculos (ou
milênios) para se disseminarem em outras sociedades.
Ainda segundo castells, há uma relação de proximidade entre os
processos sociais de criação e manipulação de símbolos (cultura) e sua
capacidade de produzir e distribuir bens e serviços (forças produtivas). “Pela
primeira vez na história, a mente humana [e o conhecimento] é uma força direta de
produção, não apenas um elemento decisivo no sistema produtivo”. E complementa:
“Assim, computadores, sistemas de comunicação [e informação - registrada ou não],
decodificação e programação genética são todos amplificadores e extensões da
mente humana” (Ibid., p. 69, grifos nossos).
Este é um aspecto fundamental a ser considerado neste contexto
informacional: a forte dimensão humana, acima e além da tecnologia (SARACEVIC,
1999, p.1052). Esta dimensão humana será um ponto de partida fundamental para
a pesquisa de fontes e para a verticalização das análises a serem feitas durante o
desenvolvimento do projeto.
Os profissionais da informação podem ser considerados mediadores e
facilitadores do processo de acesso e disseminação da informação (e produção),
provocando mudanças na ordem social (TARAPANOFF apud FRÖEHLICH, 2006,
p.20) Estas mudanças proporcionaram, ou melhor, ainda estão proporcionando
novos intercâmbios, relações e alterações de forças entre sociedades, regiões e
Estados redefinindo as relações sociais, seu “modus operandi” e principalmente no
caráter produtivo (quem produz, como, aonde, para que, etc.).

1.2 Problematização e justificativa

O impacto social, econômico e político dos conceitos e ações baseadas


em software livre surgem, numa análise preliminar, como uma opção ao controle de
capital (econômico e intelectual, cognitivo) imposto pelo paradigma dos softwares
“Copyright” e como alternativa às transformações da mobilização da organização do
trabalho.

A passagem das “tecnologias culturais e de reprodução” às denominadas


“tecnologias intelectuais” de suporte digital modificaria novamente as formas
de inscrição, armazenagem e transmissão da produção social discursiva,
modificando-se ao mesmo tempo as possibilidades e demandas de
intervenção institucional, técnica e profissional no tratamento, circulação e
gestão dessa produção (GONZÁLEZ DE GÓMEZ, 2004, p.55).

Neste sentido, a pesquisa a ser desenvolvida justifica-se na busca pelo


entendimento do fenômeno social decorrente da cultura do Código Aberto, em amplo
sentido e suas implicações econômicas, políticas e sociais.
O conhecimento científico advindo dos estudos e práticas no âmbito não
só da Ciência da Informação como de outras áreas das Ciências Humanas e
Sociais, como por exemplo, a Antropologia, a Sociologia, entre outras, fornecerão
subsídios para o desenvolvimento da pesquisa.
Entende-se que, ao abordar esta questão apresentando os resultados da
observação na forma de uma dissertação de Mestrado, poderá se contribuir para
uma discussão na área em relação ao estado da questão.

1.3 Hipóteses

A hipótese levantada é que, a partir da avaliação da qualidade do sono e


da percepção da qualidade de vida, o profissional de enfermagem que trabalha no
período noturno apresenta maior comprometimento na qualidade do sono e assim
apresenta-se insatisfeito com sua qualidade de vida em relação ao profissional que
trabalha no período diurno, o qual possui melhor qualidade de sono, estando mais
satisfeito com sua qualidade de vida. Corroborado pela assertiva de Barros (2007) e
Siqueira et al. (2009), o sono regular proporciona qualidade de vida.

1.4 Objetivos

Refletir e descrever por meio da classificação de risco como ferramenta


de gestão, para diminuir a superlotação nos serviços de emergência e apontar
caminhos para a sua implementação na Linha de Cuidado para a Rede de atenção
às Urgências e Emergências.

2 TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
Atualmente, o Programa Nacional de Informática na Educação - ProInfo,
da Secretaria de Educação a Distância do MEC, desenvolvido em parceria com as
secretarias estaduais de educação, está introduzindo as tecnologias de informação e
comunicação – TIC na escola, visando sua incorporação à prática pedagógica de
diferentes áreas de conhecimento, favorecendo a aprendizagem do aluno com
ênfase em projetos de trabalho. Para atingir o aluno, o ProInfo atua na formação
professores em um processo que integra domínio da tecnologia, teorias
educacionais e prática pedagógica com o uso dessa tecnologia.
Na inter-relação entre pesquisa, formação de professores e prática
pedagógica com o uso da TIC, a área de conhecimento tecnologia em educação se
realimenta, se transforma e avança a partir dos resultados das investigações e
novos conhecimentos produzidos. Um dos aspectos que mudou de forma
substantiva nos últimos anos foi a formação de professores para o uso das TIC na
prática pedagógica tendo em vista a ênfase das atividades atuais na formação
contextualizada na realidade da escola e na atuação do professor.
O subprojeto Informática na Educação, desenvolvido pela PUCSP, no
período de agosto de 1997 a outubro de 1998, dentro da parceria com a Secretaria
Estadual de Educação, no Programa de Educação Continuada – PEC, caracterizou-
se como um programa de formação de professores e coordenadores pedagógicos
para a inserção educacional do computador, com características relacionadas com a
formação contextualizada e com o envolvimento dos sujeitos em sua inteireza de ser
humano.
No PEC-PUCSP, o professor em formação vivenciou os conflitos e
desequilíbrios inerentes ao sujeito da própria aprendizagem e teve a oportunidade
de recontextualizar essa vivência para a sua prática pedagógica permitindo ao aluno
expressar seu pensamento no computador por meio de desenhos, textos escritos e
desenvolvimento de projetos colaborativos. A análise deste subprojeto em tese de
doutorado (Almeida, 2000b), permitiu recontextualizar a teoria sobre a formação de
professores para a incorporação do computador à prática pedagógica e reelaborar
novas propostas de formação, bem como aprofundar a compreensão sobre a autoria
do aprendiz.
Evidenciou-se que para inserir a TIC na escola é fundamental investir não
só na formação de professores, mas envolver todos que atuam na escola (gestores,
coordenadores, funcionários, alunos, pais e comunidade do entorno da escola) no
uso de ambientes de aprendizagem interativos que favoreçam a representação de
idéias, a construção do conhecimento, a troca de informações e experiências e a
aprendizagem significativa e prazerosa, tendo como pano-de-fundo o
desenvolvimento de projetos e o estudo de problemáticas do cotidiano. De maneira
análoga, os formadores dos professores se envolvem e se comprometem com o
processo de formação quando têm a oportunidade de serem co-autores na
concepção do projeto, no planejamento e elaboração do material de apoio da
formação, atuando como sujeito de um grupo em formação, no qual, conforme Paulo
Freire (1987), todos aprendem juntos e em comunhão.

3 METODOLOGIA
Trata-se de um relato de experiência da prática assistencial com as
equipes de enfermagem que atuam na classificação de risco na emergência de
trauma em um hospital geral, na cidade do Recife, estado de Pernambuco. Sendo
uma entidade pública, de alta complexidade, Norte/Nordeste, 100% SUS, atendendo
aos politraumatizados admitidos no serviço de referência em traumato-ortopedia
buco-maxilo, neurocirurgia, cirurgia geral, cirurgia vascular, queimaduras. Atendendo
diariamente na classificação de risco oitenta (80) pessoas, que vêm encaminhadas
da área de abrangência e região do interior, referenciado pela central de regulação
do estado, e outros sem encaminhamento por demanda espontânea, trazidos pelo
Bombeiro, Polícia Militar, Policlínicas, UPA, SAMUR, Atenção Básica (UBS, ESF) e
familiares. A capacidade instalada na emergência do trauma é de cento e quarenta
(140) leitos, distribuídos nas áreas vermelha, laranja, amarela e verde na triagem,
ficando com excesso de pessoas, que são admitidas e não conseguem leitos nas
salas e necessitam de cuidados. Estes fatores geram superlotação no serviço de
emergência. A população de estudo foi composta de quarenta e dois (42)
enfermeiros, sendo vinte e seis (26) com certificação, destes, seis (06) são
auditores, com uma jornada de trabalho diferenciada de 12/60, 12/36, plantões
diurno e noturno, sendo funcionários efetivos, contratados e outros sem vínculo com
a instituição.

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados obtidos através da aplicação do teste PSQI estão
expressos no gráfico 1; enquanto a percepção que cada indivíduo tem sobre a
qualidade do seu sono está demonstrada no gráfico 2. Os gráficos 3 e 4 referem-se
respectivamente a percepção sobre a qualidade de vida e a relação da qualidade de
vida com a qualidade de sono, por meio de questionário para profissionais de
enfermagem.

Gráfico 1: Qualidade subjetiva do sono

Fonte: Ravagnani; Crivelaro, 2010

Através do teste PSQI, avaliou-se a qualidade do sono dos profissionais


de enfermagem dos períodos diurno e noturno, constatando que os profissionais do
noturno estão mais comprometidos com a má qualidade de sono do que os
profissionais do diurno, no entanto, as diferenças não foram significativas entre os
dois turnos.
Tal resultado deve-se ao fato de que 87,5% dos profissionais do período
noturno e 75 % do diurno possuem outro vínculo empregatício, apresentando uma
elevada carga horária de trabalho, não disponibilizando tempo para descansar e
dormir adequadamente.
Um fator que pode contribuir para a existência de mais de um vínculo
empregatício por parte dos profissionais de enfermagem é o piso salarial da
categoria, que varia entre R$ 960,00 a R$ 1.477,00 (COFEN, 2009).
Segundo Beck (2000), duplas ou triplas jornadas de trabalho remunerado
e formal relacionam-se diretamente a horários irregulares de atividades diárias,
constituindo mediadores potenciais no desequilíbrio da saúde física e mental, além
de desajustes na vida social e familiar.
O trabalho da enfermagem se caracteriza no regime de trabalho em
turnos, este prejudicial à saúde e bem-estar dos trabalhadores, à medida que ocorre
um conflito entre o ritmo normal do organismo e o ritmo circadiano (LOURENÇO;
RAMOS; CRUZ, 2008).
Outro fator que pode ter influenciado no resultado é o trabalho na UTI, por
se tratar de uma unidade com frequentes situações de urgência, ritmo de trabalho
intenso, desgastante e presença constante de patologias graves, onde a dor e o
sofrimento do paciente podem sobrecarregar emocional e afetivamente o
profissional que atua nessa unidade (FERRAREZE; FERREIRA; CARVALHO, 2006).
Assim, trabalhar em terapia intensiva e cuidar constantemente do cliente
grave exige grande responsabilidade e dedicação dos profissionais de enfermagem
tanto do período diurno como do noturno. A rotina dessa unidade é semelhante nos
dois turnos, sendo altamente exaustiva e estressante, levando o profissional a
abdicar de sua própria vida e saúde em benefício de seu paciente aumentando a
probabilidade de ocorrência de desgastes físicos, psicológicos e sociais.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O grande desafio atual das instituições de saúde é o entendimento de que
o ambiente hospitalar necessita ser analisado sob a perspectiva de um sistema
seguro, e não somente composto de estrutura, processos ou pessoas de forma
desarticulada com o resultado produzido na instituição.
Para superar os principais desafios nas portas das emergências e na
superlotação das mesmas, se faz necessária uma maior articulação e comunicação
da rede, mudanças do modelo onde o hospital é o centro da atenção à saúde,
direcionar a atenção para o modelo preventivo e não curativo, implementar o
cuidado pautado no modelo da linha de cuidado, uso de protocolos clínicos,
assistenciais e administrativos, trabalho interdisciplinar efetivo, acolhimento e
classificação de riscos, qualificação dos profissionais, sistema de articulação com a
rede bem articulado voltado para a realidade local, gestão dos leitos com escore e
critérios de priorização das pessoas para as transferências, reuniões clínicas
multidisciplinar e um programa de desospitalização bem articulado, responsável e
eficiente. Há uma necessidade de políticas públicas articuladas com intervenções
mais efetivas já que as vigentes definem a configuração dos territórios sanitários
com suas redes hierarquizadas e solitárias.
Precisamos conhecer as ferramentas de gestão de forma ampliada que
possibilitem a existência de uma urgência capaz de promover o atendimento
integrado, com as redes de atenção à saúde eficiente, resolutiva e em tempo
mínimo, de maneira que priorize os casos mais graves, e diminua a superlotação no
SEH, como: o Programa de Humanização, o Acolhimento com Classificação de
Risco, o KANBAN, o NIR (núcleo interno de regulação) e o NAQH (Núcleo de
atendimento da qualidade hospitalar), todos implantadas nesta emergência em
estudo através das políticas ministeriais, e do Programa SOS Emergência.
Portanto, observa-se ser eficiente como meta prioritária neste enfoque a
classificação de risco como a ferramenta de gestão escolhida para superar o desafio
de diminuir a superlotação do serviço de emergência hospitalar. Contudo, esta
precisa estar conectada com um conjunto de arranjos, dispositivos e outras
ferramentas com soluções e intervenções efetivas para melhoria do atendimento
nas emergências, diminuição da demanda e tendo as pessoas mais satisfeitas com
os serviços de saúde.
Este relato de experiência demonstra sobretudo a preocupação desta
Unidade Hospitalar e sua equipe com a efetividade das ações em urgência e
emergência que sejam integradas a Proposta da Rede de Atenção à Saúde e,
sobretudo atendam as necessidades da população.

REFERÊNCIAS
BARBOZA, J. I. R. A. Avaliação do padrão de sono dos profissionais de enfermagem
dos palntoes noturnos em unidades de terapia intensiva. Einstein, São Paulo, v.6,
n.3, p. 296-301, 2008.

BARROS, V. H. F. Avaliação da privação de sono e dos padrões fisiológicos nos


profissionais em enfermagem do município de Quixadá. 2007. 80 f. Monografia
(Graduação em Enfermagem) - Faculdade Católica Rainha do Sertão – FCRS,
Quixadá-CE. 2007. Disponível em: <http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?
ArticleID=463&sectionID=36>. Acesso em 20 out. 2010.

BECK, C. L. C. Da banalização do sofrimento à sua re-significação ética na


organização do trabalho. 2000. 350 f. Tese (Doutorado em Enfermagem)
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. 2000. Disponível em:
<http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=463&sectionID=36>.
Acesso em 20 set. 2010.

BERTOLAZI, A.N. Tradução, adaptação cultural e validação de dois


instrumentos de avaliação do sono... 2008. 190 f. Dissertação de Mestrado (Pós-
graduação em Medicina) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre-RS. 2008. Disponível em: <http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?
ArticleID=463&sectionID=36>. Acesso em 20 nov. 2010.

COFEN - CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Projetos de lei.


Disponível:<http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?
ArticleID=463&sectionID=36>. Acesso em 30 ago. 2010.

FERRAREZE, M. V. G.; FERREIRA, V.; CARVALHO, A. M. P. Percepção do estresse


entre enfermeiros que atuam em terapia intensiva. Acta Paulista de Enfermagem,
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pid=S010321002006000300009&script=sci_arttext&tlng=pt>. Acesso em: 12 ago.
2010.

KIMURA, M.; SILVA. J.V. Índice de qualidade de vida de Ferrans e Powers. Revista
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LOPES, M. J. M. A saúde das trabalhadoras da saúde: algumas questões. In: HAAG,


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LOURENÇO, R. A. P. C; RAMOS, S.I.V.; CRUZ, A. G. Implicações do trabalho por
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SEIDL, E. M. F.; ZANNON, C. M. L. C. Qualidade de vida e saúde: aspectos


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SIQUEIRA, M. A. C. et al. Sonolência e percepção da qualidade de vida do


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José dos Campos. 2009. Disponível em:
<http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=463&sectionID=36>.
Acesso em 20 dez. 2010.

SOTO, E. L.; SPEGIORIN, M. B.; TEIXEIRA, T. H. Qualidade de vida do


enfermeiro: cuidando do cuidador. 2007. 50 f. Monografia (Graduação em
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em: <http://www.portalcofen.gov.br/2007/materias.asp?ArticleID=463&sectionID=36>.
Acesso em 20 fev. 2010.

GLOSSÁRIO

Para efeito da presente Lei, adotam-se as seguintes definições:


1.1 - AFASTAMENTO - distância entre a construção e as divisas do lote em que está
localizada. Os afastamentos podem ser indicados em relação ao alinhamento frontal,
às divisas laterais ou de fundos.
1.2 - ALINHAMENTO - é a linha projetada e locada ou indicada pelo Município para
marcar o limite entre o lote e o logradouro público.
1.3 - ÁREA CONSTRUÍDA - é a soma das áreas dos pisos utilizáveis, cobertos ou
não, de todos os pavimentos de uma edificação.
1.4 - ÁREA NÃO EDIFICÁVEL OU “NON AEDIFICANDI”- é a área na qual a
legislação em vigor nada permite construir ou edificar.
1.5 - ÁREA DE RECREAÇÃO - é a parte da superfície destinada a recreação
pública, tal como, jardins, parques, praças e lagos.
1.5 - ÁREA URBANA - é a área cujo perímetro está definido, bem como as áreas
objeto de parcelamento do solo para fins urbanos.
1.7 - ÁREA RURAL - é a área do Município, excluídas as áreas urbanas e de
expansão urbana, onde são desenvolvidas predominantemente atividades rurais.
1.8 - ÁREA ÚTIL DE LOTEAMENTO - área de loteamento, excluídas as áreas
destinadas à recreação, a equipamentos urbanos e comunitários e às vias de
circulação.
1.9 - COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO - é a relação entre a área total
construída e a área do lote.
1.10 - EDIFICAÇÃO - é a construção destinada a abrigar qualquer atividade.
1.11 - EQUIPAMENTO COMUNITÁRIO - éuma edificação destinada a
educação,cultura, saúde, lazer e esporte.
1.12 - SISTEMA VIÁRIO - conjunto de vias que possibilitam as interligações,
constituindo um sistema de canalização de tráfego.
1.13 - GLEBA - é toda porção de terra, sem qualquer determinação de medida, que
se constitui em propriedade rústica.
1.14 - LOGRADOURO PÚBLICO - é toda parte da superfície do Município destinada
a circulação pública de veículos e pedestres, oficialmente reconhecida e designada
por uma denominação.
1.15 - LOTE - parcela autônoma de um loteamento ou desmembramento, cuja
testada é adjacente a logradouro público reconhecido.
1.16 - MACROZONA - parcela do território definida pelo Plano Diretor, no mapa de
macrozoneamento, compreendendo áreas cujas dimensões e utilizações estão
sujeitas a normas específicas, conforme a tipologia do zoneamento, visando a sua
adequação e uso predominante.
1.17 - MEMÓRIA OU MEMORIAL - descrição completa dos serviços a serem
executados em uma obra, inclusive com as especificações.
1.18 - PARCELAMENTO - é a divisão da gleba em unidades juridicamente
independentes na forma de lotes.
1.19 - PAVIMENTO - piso de uma edificação no qual se possa construir, ou não,
compartimentos ou pilotis.
1.20 - PLANTA DE SITUAÇÃO - planta que localiza a propriedade em relação a
propriedades vizinhas e às principais vias públicas de acesso, indicando os
principais acidentes geográficos e a orientação.
1.21 - QUADRA OU QUARTEIRÃO - área limitada por três ou mais logradouros
adjacentes, subdivididas ou não em lotes.
1.22 - REMEMBRAMENTO - é o reagrupamento de lotes contíguos para
constituição de unidades maiores.
1.23 - SETOR - parcela do território definida por leis, sobreposta ao zoneamento,
compreendendo lotes cujas dimensões e utilizações estão sujeitas a normas
específicas, que predominam sobre as normas da zona, visando a sua adequação e
uso predominante.
1.24 - TAXA DE OCUPAÇÃO - percentual da área do terreno que pode ser ocupada
pela edificação ou edificações.
1.25 - TESTADA DO LOTE - divisa do lote que coincide com o alinhamento.
1.26 - USO - atividade ou finalidade para qual um lote ou uma edificação é
destinada.
1.27 - ZONA - parcela do território definida por leis, compreendendo lotes cujas
dimensões e utilizações estão sujeitas a normas específicas, visando a sua
adequação e uso predominante.
1.28 - ZONEAMENTO - é a divisão do território em zonas de uso predominante para
as quais se determinam tipos e intensidades de uso

APÊNDICE - FICHA DE ENCAMINHAMENTO


ANEXO - Carta Modelo para a Equipe Médica e de Enfermagem
Modelo de Carta Padrão para auxiliar a comunicação com os chefes

Durante o passo 1 recomenda-se que os chefes sejam informados sobre o programa de


aperfeiçoamento. É extremamente importante que mensagens claras sobre o programa
sejam divulgadas, e que, quando forem esperadas ações da equipe médica, isso seja
explicitado.

Dentro de cada Serviço de Saúde, os cargos de chefia podem ter títulos diferentes, mas
provavelmente incluirão:

1 Diretoria médica sênior


2 Equipe médica sênior
3 Equipe sênior de enfermagem/inspetores/enfermeiros chefe

Esta carta modelo é para uso da pessoa responsável pela Unidade de Saúde, na
comunicação com a equipe médica e de enfermagem, durante o passo 1. Caberá à Unidade
determinar se a comunicação será feita por carta, e-mail ou pessoalmente.

Quando apropriado, podem ser inseridas informações, ou podem ser feitas modificações no
texto, em função do estilo local.
..............................................................................................................

Prezado <nome>,

Esta Instituição está envolvida, atualmente, no estágio preparatório de um grande esforço


para aperfeiçoar a higienização das mãos e reduzir as infecções. Estamos nos preparando
para testar a implantação das Diretrizes da OMS sobre Higienização das Mãos em Serviços
de Saúde (Versão Avançada).

A <nome da Unidade de Saúde> já está tentando/já tentou (alterar conforme apropriado)


garantir a segurança/controle de infecções por meio de <inserir quaisquer exemplos de
experiências recentes> e o procedimento atual contribuirá com este objetivo. O foco atual da
higienização das mãos inclui colocar em ação uma estratégia multimodal de higienização
das mãos baseada em evidências. Isso representa o reconhecimento da evidência mundial
de que a falta de adesão dos profissionais de saúde à higienização das mãos está
intimamente ligada à transmissão de infecções, sendo considerada baixa em todo o mundo,
com taxa em torno de 50%.
Em resumo, a estratégia abrange:
1 Aumentar a adesão dos profissionais de saúde à higienização das mãos de
modo que mais membros das equipes médica e de enfermagem higienizem
suas mãos um maior número de vezes.
2 Adaptar o sistema, para que seja possível higienizar as mãos no local de
assistência¹/tratamento ao paciente, usando as preparações alcoólicas.
3 Disponibilizar o fornecimento de água segura e acessível, sabonetes e papel
toalha ao alcance dos membros das equipes.
4 Uma combinação de outras medidas projetadas para influenciar o
comportamento das equipes, incluindo o apoio dos membros mais
experientes à higienização das mãos e ao controle de infecções.

São 5 os momentos para a higienização das mãos nos Serviços de Saúde. Uma planilha
visual desses momentos segue anexa a esta carta (anexo 4). Toda a equipe, incluindo os
chefes, deve conhecer estes momentos.

Melhorar a higienização das mãos poupará sofrimento desnecessário, vidas e recursos


financeiros.

Sem o apoio dos chefes mais influentes, e também de seu próprio comprometimento, esta
intervenção para a melhoria da higienização das mãos corre o risco de fracassar. O seu
apoio na promoção desta intervenção de melhoria em todas as unidades da instituição ou
nas unidades selecionadas e também nas equipes com as quais trabalha é essencial para o
sucesso do programa.

Em especial, gostaria de solicitar apoio no que se segue:

1 Discuta o procedimento de melhoria no nível organizacional mais alto, nas


equipes e nas reuniões de departamentos/unidades.
2 Promova a importância da higienização das mãos em reuniões pessoais com
a sua equipe.
3 Aja como um bom exemplo a ser seguido. A conduta quanto à higienização
das mãos nas equipes de assistência é fortemente influenciada pelos chefes
da equipe.
4 No seu papel de exemplo de conduta, mantenha-se atento e demonstre os
cinco momentos para a higienização das mãos.

Obrigado(a) pelo seu apoio,

Atenciosamente,

Nome
Cargo
............................................................................................................
¹Definição: Do original: point of care – Ponto de assistência/tratamento (Local de higienização) – refere-se às preparações
alcoólicas para a higienização das mãos (p.ex., preparação alcoólica para higienização das mãos sob as formas gel ou
solução) facilmente acessível para a equipe médica e de enfermagem, devendo estar o mais perto possível do local onde
ocorre o contato com o paciente.

Os locais de higienização devem ser de fácil acesso durante a assistência/tratamento. Isso possibilita à equipe cumprir com
facilidade e rapidez os cinco momentos para a higienização das mãos.

A preparação alcoólica para as mãos deve estar disponível para ser usado no momento necessário, sem que seja preciso
abandonar a área de trabalho.

Normalmente, o ponto de assistência compõe-se de preparações alcoólicas para a higienização das mãos portadas pela
equipe (frascos de bolso) ou preparações alcoólicas afixados ao leito do paciente ou à cabeceira do paciente (ou perto da
área). As preparações alcoólicas afixadas a carrinhos ou colocadas em uma bandeja de curativo ou medicamentos que é
levada para o local da assistência/tratamento também preenchem os requisitos.

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