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Direito e Justiça – Número V 1

DIREITO
E JUSTIÇA
NÚMERO V
Derecho ante los Desafíos
de la Globalización
ANO III – 2º SEMESTRE 2017

009970
2 David Vallespín Pérez (Org.)

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e-mail: editora@jurua.com.br

A presente obra foi aprovada pelo Conselho Editorial Científico da Juruá Editora,
adotando-se o sistema blind view (avaliação às cegas). A avaliação inominada
garante a isenção e imparcialidade do corpo de pareceristas e a autonomia do
Conselho Editorial, consoante as exigências das agências e instituições de avaliação,
atestando a excelência do material que ora publicamos e apresentamos à sociedade.

Distribuição/Circulação: Brasil, Espanha, Portugal, México e Colômbia.

ISBN: 978-85-362-7605-2

Brasil – Av. Munhoz da Rocha, 143 – Juvevê – Fone: (41) 4009-3900


Fax: (41) 3252-1311 – CEP: 80.030-475 – Curitiba – Paraná – Brasil
Europa – Rua General Torres, 1.220 – Lojas 15 e 16 – Fone: (351) 223 710 600 –
Centro Comercial D’Ouro – 4400-096 – Vila Nova de Gaia/Porto – Portugal

Editor: José Ernani de Carvalho Pacheco

Direito e justiça: derecho ante los desafíos de la


D598 globalización./ organização de David Vallespín
Pérez./ Curitiba: Juruá, 2017.
298p.
v.3, n.5, 2º semestre 2017
Vários colaboradores
1. Direito. 2. Justiça. 3. Globalização. 4. Meio
ambiente. 5. Direito de família. 6. Direito penal.
I. Vallespín Pérez, David (org.).
CDD 340.1 (22.ed.)
CDU 340
BISAC LAW 000000
Direito e Justiça – Número V 3

David Vallespín Pérez


Organizador

DIREITO
E JUSTIÇA
NÚMERO V
Derecho ante los Desafíos
de la Globalización
ANO III – 2º SEMESTRE 2017

Colaboradores:
André Eduardo Detzel  Kiyoshi Harada 
Ângela Alves de Sousa  Lucia Mugayar 
Antonio Baptista Gonçalves  Luiz Felipe Pinto Heilmann 
Arthur Mendes Lobo Maria Lucia de Barros Rodrigues 
Cesar Motta Moreira  Montserrat Casanellas Chuecos 
Daniele da Conceição Matos Alves  Regiane França Liblik 
Eliane Romeiro Costa  Rommy Alvarez Escudero 
Fernando Massardo  Roseana Cilião Sacchelli 
Josiane Becker  Susana Sbrogio’Galia 
Karina Albuquerque Denicol 

Curitiba
Juruá Editora
2017
4 David Vallespín Pérez (Org.)
Direito e Justiça – Número V 5

CORPO DE PARECERISTAS
Adriano Marteleto Godinho Antônio Pereira Gaio Júnior
Doutor em Ciências Jurídicas pela Universidade de Pós-Doutor em Direito e em Democracia e Direitos
Lisboa. Avaliador e parecerista de revistas jurídicas Humanos pelo Ius Gentium Conimbrigae – Faculdade
editadas no Brasil e no exterior. de Direito da Universidade de Coimbra-Pt. Doutor em
adrgodinho@hotmail.com Direito pela Universidade Gama Filho. Advogado,
Parecerista e Consultor Jurídico.
Alberto Pastor Martínez
jgaio@terra.com.br
Doctor, Profesor de Derecho del Trabajo – Universitat
Autónoma de Barcelona. Argelia Queralt Jiménez
albert.pastor@uab.es Doctora, Profesora de Derecho Constitucional –
Universitat de Barcelona.
Alessandra Lehmen
aqueralt@ub.edu
Doutora em Direito Internacional pela Universidade
Federal do Rio Grande do Sul. Advogada habilitada Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
no Brasil e em Nova Iorque. Pós-Doutor em Direito Comparado na Universidade
alehmen@alumni.stanford.edu de Boston, em Direito Constitucional pela PUC-RS e
em Literatura no Departamento de Teoria Literária da
Alexandre Liborio Dias Pereira UnB. Livre docente em Teoria Geral do Estado pela
Doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Faculdade de Direito da USP.
Universidade de Coimbra: Direito privado – Direito arnaldogodoy@terra.com.br
de empresa e Direito dos contratos e Direito de autor, asmgodoy@gmail.com
do comércio electronico e Direito comercial. Professor
da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Artur Stamford da Silva
aldp@fd.uc.pt Doutor em Teoria, Filosofia e Sociologia do Direito pela
Aloisio Krohling UFPE. Coordenador da Faculdade de Direito do Recife.
artur.silva@ufpe.br
Aloísio Krohling é Pós-Doutor em Filosofia Política
pela UFRJ e em Ciências Sociais pela PUC-SP. Augusto Martinez Perez
Doutor em Filosofia pelo Instituto Santo Anselmo em Doutor em Direito do Estado pela Universidade de
Roma, Itália reconhecido como titulação de PH.D em São Paulo. Juiz federal e professor-titular da Univer-
Filosofia pela Universidade Federal do Espírito Santo. sidade de Ribeirão Preto.
krohling@gmail.com amaperez@trf3.jus.br
André Folloni Bruno César Lorencini
Doutor em Direito do Estado pela Universidade Pós-Doutorado (Visiting Scholar) na Columbia Uni-
Federal do Paraná. versity em Nova Iorque (EUA). Doutor em Direito do
folloni.andre@pucpr.br; Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de
andrefolloni@andrefolloni.com.br São Paulo. Doutor em Direito Processual, Administra-
tivo e Financeiro pela Universidade de Salamanca
Antonio Armando Ulian do Lago (Espanha). Pós-Doutorado (Visiting Scholar) na Co-
Albuquerque
lumbia University em Nova Iorque (EUA).
Doutor em Ciência Política pela UERJ. Mestre em bclorencini@gmail.com
Teoria e História do Direito pela UFSC. Professor
efetivo da Universidade do Estado de Mato Grosso Bruno Sena Martins
(UNEMAT) e da Universidade Federal de Mato Doutor em Grupo de Estudos Anglo-Americanos pela
Grosso (UFMT). Universidade de Coimbra. Professor da Universidade
lagoalbuquerque@hotmail.com de Coimbra, na área de Antropologia.
Antônio Carlos Efing bsenamartins@gmail.com
Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Candido Furtado Maia Neto
Católica de São Paulo, com experiência na área de Pós-Doutor em Direitos Humanos. Doutor em Direito.
Direito, com ênfase em Direitos coletivos. Membro da Associação Nacional de Direitos Humanos
ace@eradv.com.br (Andhep) e da Sociedade Europeia de Criminologia.
candidomaia@uol.com.br
6 David Vallespín Pérez (Org.)

Carina Costa de Oliveira Cristina Roy Pérez


Doutor em direito internacional na Universidade Paris Doctora, Profesora de Derecho Mercantil – Universitat
II-Panthéon Assas. Participa de grupos de pesquisa, de Barcelona.
como a Société de législation comparée, com expe- croy@ub.edu
riência prática em órgãos como a Missão do Brasil
ligada à Organização Mundial do Comércio. Danielle de Andrade Moreira
carinaoliveira@unb.br Doutora em Direito pela UERJ, com experiência na
área de Direito, com ênfase em Direito Ambiental.
Carlos Edison do Rêgo Monteiro Filho daniamoreira@puc-rio.br
Doutor em direito civil pela UERJ. Vice-diretor da Fa-
culdade de Direito da UERJ. Procurador do Estado do Deilton Ribeiro Brasil
Rio de Janeiro. Pós-Doutor em Democracia e Direitos Humanos pela
carlos_edison@uol.com.br Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra,
Portugal. Doutor em Estado e Direito: Internacionali-
Carlos Magno de Souza Paiva zação e Regulação pela Universidade Gama Filho –
Doutor em Direito Público pela PUC Minas. Autor de RJ. Professor universitário.
livros e artigos na área de Direito Administrativo e deilton.ribeiro@terra.com.br
Patrimônio Cultural, área em que atua como Palestran-
te/Conferencista. Dhenis Cruz Madeira
magnopaiva@globo.com Pós-Doutor perante o Dipartimento di Scienze Giu-
ridiche (DSG) da Università degli Studi di Firenze, Itá-
Carlos Marden lia. Doutor, Mestre e Especialista em Direito Proces-
Doutor em Direito Processual pela PUC Minas. Pro- sual pela PUC Minas. Professor dos cursos de Gra-
curador Federal. Professor da Escola Superior Dom duação e Pós-graduação em Direito da Universidade
Hélder Câmara – Belo Horizonte/MG. Federal de Juiz de Fora – UFJF e PUC Minas.
carlosmardencc@hotmail.com dhenis@pucminas.br
Carlyle Popp Douglas Henrique Marin dos Santos
Doutor em Direito pela PUC-SP, atuando principal- Doutor em Ciências pela Universidade Federal de São
mente nos seguintes temas: direito civil, dignidade Paulo (Unifesp) e pesquisador pós-doutorando em Di-
da pessoa humana, responsabilidade civil, livre ini- reito pela Universidade do Porto (UP). Procurador Fe-
ciativa e indicadores da cidadania corporativa. deral. Mestre em Direito (Ciências jurídico-filosóficas).
carlyle@poppnalin.adv.br Professor de Direito Constitucional, Direitos Humanos
e Análise Econômica do Direito.
Consuelo Yatsuda Moromizato Yoshida
dhmsantos@gmail.com; dhmsantos@unifesp.br;
Doutora em Direito pela PUC-SP. Docente das Escolas douglas.santos@agu.gov.br
Superiores da Magistratura, do Ministério Público, da
OAB e diversos cursos de especialização, com expe- Eder Bomfim Rodrigues
riência na área de Direitos Difusos e Coletivos, atuan- Doutor em Direito Público pela Pontifícia Universida-
do principalmente nos seguintes temas: desenvolvi- de Católica de Minas Gerais. Advogado.
mento sustentável, licenciamento ambiental, poluição ederbsr@gmail.com
e as cidades, ação civil pública, processo civil coleti- edgardotorres8@yahoo.com
vo, tutelas de urgência.
cyoshida@trf3.jus.br Edilene Lôbo
Doutora em Direito Processual pela PUC Minas. Mes-
Cristiane Farias Rodrigues dos Santos tre em Direito Administrativo pela UFMG. Especialis-
Doutora em Direito pela USP. Juíza federal, com ta em Processo Penal pela Universidad Castilla La
experiência em Direito Penal, atuando principalmen- Mancha, Toledo, Espanha. Graduada em Direito pela
te nos seguintes temas: Terrorismo, Direito Penal, Universidade de Itaúna. Professora do mestrado na li-
Direito Constitucional, bens jurídicos difusos. nha de pesquisa Proteção de Direitos Fundamentais,
cfsantos@trf3.jus.br da Universidade de Itaúna, Minas Gerais. Advogada.
Cristiane Vieira Jaccoud do Carmo Azevedo edilenelobo@yahoo.com.br
Doutora em Planejamento Ambiental pela UFRJ. Eduardo Biacchi Gomes
Advogada e Engenheira Florestal Membro da Comis- Pós-Doutor em Estudos Culturais pela UFRJ; Doutor
são de Direito Ambiental da OAB-RJ e da Associa- em Direito pela UFPR e professor de Direito Interna-
ção de Professores de Direito Ambiental do Brasil – cional, Comunitário e da Integração Regional. Advo-
APRODAB. gado.
cristiane.jaccoud@gmail.com eduardobiacchigomes@gmail.com
Direito e Justiça – Número V 7

Eduardo Molan Gaban Fernando Gaburri


Doutor em Direito Constitucional/Econômico (PUC-SP Doutor em Direitos Humanos pela USP. Diretor Nacio-
e New York University, como Visiting Fulbrighter). nal do Núcleo de Estudos dos Direitos da Pessoa com
Líder e Pesquisador do Núcleo de Estudos de Concor- Deficiência do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública
rência e Inovação da PUC-SP. – IBAP.
emgaban@gmail.com gaburri@terra.com.br
Elena Palomares Balaguer Fernando Gustavo Knoerr
Doctora, Profesora de Derecho Civil – Universitat de Doutor pela UFPR. Membro do Instituto Brasileiro de
Barcelona. Direito Administrativo, do Instituto Paranaense de
epalomares@ub.edu Direito Administrativo, do Instituto Catarinense de
Estudos Jurídicos, do Instituto Paranaense de Direito
Eneida Lima de Almeida Eleitoral e do Instituto dos Advogados do Paraná.
Doutora em Direito do Trabalho e Trabalho pela Univer- fernando@sellosknoerr.com.br
sidade de Salamanca, Espanha. Membro integrado do
Instituto Jurídico Portucalense, Portugal, e do Centro Fernando Rister
de Estudios de la Mujer – CEMUSA, Espanha. Doutor em Filosofia de Direito e do Estado pela PUC-SP
eneidala@gmail.com; eneida@usal.es com estágio doutoral sanduíche no Departamento de
Sociologia da Università degli Studi di Macerata –
Erick Cavalcanti Linhares Itália. Pesquisador visitante na Università degli Studi
Pós-Doutor em Direitos Humanos e Democracia pela di Lecce – Itália.
Universidade de Coimbra. Doutor em Relações Inter- fernando@zuleicarister.adv.br
nacionais pela Universidade de Brasília. Juiz de Di-
reito e professor universitário. Fernando Santa-Cecilia García
ericklinhares@yahoo.com.br Doctor, Profesor Titular de Derecho Penal y Criminología
– Universidad Complutense de Madrid.
Everton das Neves Gonçalves
f.sta.ceciliapenalcrim@der.ucm.es
Doutor em Direito Econômico. Professor Associado
do Departamento de Direito do Centro de Ciências Fernando Sérgio Tenório de Amorim
Jurídicas da UFSC. Credenciado no PPGD/UFSC. Doutor pela Universidade Federal de Pernambuco, com
evertong@vetorial.net formação em Antropologia Cultural pela UFPE. Coorde-
nador da Graduação e da Pós-graduação Lato Sensu do
Érika Bechara Curso de Direito do Centro Universitário CESMAC.
Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP, fs.amorim@uol.com.br
com experiência na área de Direito, com ênfase em
Direito Ambiental e Direito do Terceiro Setor, atuando Francisco Glauber Pessoa Alves
principalmente nas seguintes áreas: meio ambiente, Doutor e Mestre em Direito pela PUC-SP. Magistrado
terceiro setor, responsabilidade social corporativa e há 15 anos, com experiência na área de Direito, com
consumidor. ênfase em Direito Público, especialmente Direito Pro-
ebechara@uol.com.br cessual e Privado.
Fábio Carvalho Leite glauber@jfrn.jus.br
Doutor em Direito Público pela UERJ. Professor de Francisco Bissoli Filho
Direito Constitucional em cursos de Graduação, Mes- Pós-Doutor pela Universidade de Coimbra. Doutor em
trado e Doutorado. Direito pela UFPR (2009) e atualmente é Procurador de
fabiojur@puc-rio.br Justiça do MPSC e Professor adjunto de Direito Penal
e Processual Penal da UFSC.
Felipe Dutra Asensi
fbissoli@mp. sc.gov.br
Pós-Doutor em Direito pela UERJ. Doutor em Socio-
logia pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos Germán Barreiro González
(IESP/UERJ). Catedrático de Derecho del Trabajo – Universidad de
felipedml@yahoo.com.br León. Doctor em Derecho – Universidad Complutense
de Madrid.
Fernanda Ivo Pires
gjbarg@unileon.es
Doutora em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP.
Professora universitária e de cursos de Pós-graduação Gina Vidal Marcílio Pompeu
lato sensu. Advogada. Doutora em Direito pela UFPE. Coordenadora e Profes-
fipires@uol.com.br sora do Programa de Pós-graduação em Direito Cons-
titucional da Universidade de Fortaleza.
ginapompeu@unifor.br
8 David Vallespín Pérez (Org.)

Giselle Marques de Araújo Jean-Marc Bouville


Função Ambiental da Propriedade Privada – Sob a PHD pela Universidade de Grenoble. Administrador
Ótica do STF. Doutora em Direito pela Universidade na associação LE GRAPE – Paris.
Gama Filho, Advogada. Palestrante da Escola Supe- jmbouville@gmail.com
rior de Advocacia – ESA.
Jeferson Dytz Marins
giselle_marques@hotmail.com
Doutor em Direito pela UNISINOS. Advogado, pro-
Giuliana Redin fessor e Coordenador Adjunto do Programa de
Doutora em Direito pela PUCPR. Professora adjunta Mestrado em Direito da UCS.
do Departamento de Direito e Curso de Relações In- jlunellimarinadvogados@gmail.com
ternacionais da UFSM.
Jesualdo Eduardo de Almeida Junior
giulianaredin@yahoo.com.br
Doutor em Sistema Constitucional de Garantia de Di-
Gonçalo S. de Melo Bandeira reitos e Professor de Pós-graduação com experiên-
Doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Univer- cia em Direito Civil, Direito Constitucional, Bioética e
sidade de Coimbra. Docente da Escola Estatal Superior Biodireito.
de Gestão do Instituto Politécnico do Cávado e do jesualdo@almeidapimentel.com.br
Ave, Portugal. Professor Universitário. Advogado.
José Eduardo de Miranda
gsopasdemelobandeira@gmail.com
Doutor em Direito pela Universidad de Deusto, Espa-
Ingo Wolfgang Sarlet nha. Bolsista da CAPV-UNESCO, com a máxima quali-
Pós-Doutorado na Universidade de Munique (bolsista ficação Cum Laude Acadêmica. Autor de obras e arti-
DAAD), como Bolsista e Pesquisador do Instituto gos jurídicos publicados no Brasil e no exterior.
Max-Planck de Direito Social, Estrangeiro e Interna- jemiranda@mirandacorrealima.com
cional (Alemanha). Doutor em Direito pela Ludwig
Maximillians Universität München (1997). Atua José Ignacio Vásquez Márquez
especialmente nas áreas de Direito Constitucional e Ciência Política, Direito Público e Ambiental. Doutor
Teoria dos Direitos Fundamentais. em Direito Universidade de Los Andes. Professor de
iwsarlet@gmail.com Direito da Igreja Católica, tem sido Professor de Direito
Constitucional, Administrativo e Urbano, Direito Públi-
Isaac Sabbá Guimarães co e Direito Ambiental em outras universidades.
Doutor em direito pela Università Degli Studi di joseignaciovasquez@gmail.com
Perugia, com estágio de pesquisa na UMINHO, em
Braga, Portugal. Promotor de Justiça do Ministério José Renato Martins
Público de Santa Catarina. Com experiência em Direito Doutor pela Universidade Metodista de Piracicaba –
Penal, atuando principalmente nos seguintes temas: UNIMEP. Professor Convidado do Curso de Pós-gra-
política criminal, direito penal, constituição, criminolo- duação em Direito Penal e Direito Processual Penal
gia e crime e principiologia constitucional. da Academia Brasileira de Direito Constitucional –
iguimaraes@mp. sc.gov.br ABDConst. Experiência na área de Direito, com ênfase
em Direito Penal e Direito Constitucional, e atuação nos
Ivan Luiz da Silva seguintes temas: Controle de Constitucionalidade de
Doutor em Direito pela UFPE. Atualmente, é Procu- Leis e Atos Normativos; Princípios Penais Constitucio-
rador de Estado em Alagoas, e Professor de diversas nais; Tutela Penal Supraindividual; Direito Penal Tributá-
Instituições de Ensino Superior. rio; Direito Penal Ambiental; Direito Penal, Sociedade
ivanluiz.al@bol.com.br de Risco Contemporânea e Atividades Nucleares.
ivan.luiz@ilsadvocacia.com.br joserema@terra.com.br
Jamile Bergamaschine Mata Diz jmartins@unimep. br
Doutora em Direito Público/Direito Comunitário pela José Sérgio da Silva Cristóvam
Universidad de Alcalá de Henares. Professora adjun- Doutor em Direito Administrativo pela UFSC. Advo-
ta da UFMG, da Fundação Universidade de Itaúna e gado publicista, Professor em cursos de Graduação
do Instituto Novos Horizontes. e Pós-graduação em Direito.
jmatadiz@yahoo.com.br jscristovam@gmail.com
Jane Lúcia Wilhelm Berwanger Julia Gomes Pereira Maurmo
Doutora em Direito Previdenciário pela PUC-SP. Doutora em Direito Constitucional pela PUC-SP. Pro-
Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previ- fessora Adjunta da UFRRJ. Professora de diversos
denciário. Tem experiência na área de Direito, com cursos de Pós-graduação lato e stricto senso.
ênfase em Direito do Previdenciário. julia.lfg@terra.com.br
jane.berwanger@globo.com
Direito e Justiça – Número V 9

Juliana Teixeira Esteves Giuridiche della Facolta’ di Giurisprudenza dell’Uni-


Doutora em Direito pela UFPE. Professora universitá- versita’ del Salento, Lecce, Itália. Doutor em Ciências
ria. Advogada. Jurídico-Criminais pela Faculdade de Direito da Univer-
juliana.teixeira2@gmail.com sidade de Coimbra – FDUC. Pesquisador. Coordenador
e autor de diversos livros e ensaios jurídico-científicos
Lenio Luiz Streck nas áreas de Filosofia e Teoria do Direito, Direito Penal
Pós-Doutor pela Universidade de Lisboa. Doutor em e Processual Penal, Direito Penal Econômico e Direito
Direito pela UFSC. Professor titular do Programa de Constitucional Comparado.
Pós-graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da lucianonascimento@hotmail.com
UNISINOS. Membro catedrático da Academia Brasi- luciano.nascimento@pq.cnpq.br
leira de Direito Constitucional, com experiência na
área do Direito, com ênfase em Direito Constitucio- Luciano Velasque Rocha
nal, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito. Doutor em Direito pela PUC-SP. Advogado. Atua no
lenios@globomail.com contencioso cível.
Léo Brust lucianovelasque@gmail.com
Doutor em Direito pela Universidade de Salamanca, Luís Henrique Barbante Franzé
Espanha. Professor de Direito Constitucional, Consul- Pós-Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade
tor e Advogado. de Lisboa. Doutor em Processo Civil pela PUC-SP. Pro-
brustleo@yahoo.es fessor universitário e de Pós-graduações. Advogado.
Leonardo Estevam de Assis Zanini lhbfranze@gmail.com
Livre-docente em Direito Civil pela USP. Pós-Doutora- Luiz Henrique Sormani Barbugiani
do em Direito Civil e Direito Penal pelo Max-Planck- Doutor e Mestre em Direito pela USP. MBA em Ges-
-Institut. Doutor em Direito Civil pela USP. Juiz Federal. tão Estratégica pela UFPR. Pós-graduado em Proces-
Professor Universitário. Pesquisador do grupo Novos so Civil, Arbitragem e Mediação pela Universidade
Direitos CNPq/UFSCar. de Salamanca.
lezanini@trf3.jus.br henrluizsb@gmail.com
Leonardo Nemer Luiz Olavo Baptista
Doutor em Direito Internacional pela Universidade de Doutor em Direito Internacional – Universitè de Paris II.
Paris X. Presidente do CEDIN – Centro de Direito Membro do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos
Internacional. Advogado. e Legislativos da FIESP. Com experiência na área de
brant-nardo.naranjo@cedin.com.br Direito e Negócios, com ênfase em Direito Internacio-
Lucas Abreu Barroso nal, atuando principalmente nos seguintes temas:
Doutor em Direito pela PUC-SP com ênfase em Direito Comércio Internacional; Direito Internacional Privado;
Civil, Direito Agrário, Direito Ambiental, Direito do Relações Internacionais; Joint Ventures; Transferência
Consumidor, Teoria do Direito e Metodologia Jurídica. Internacional de Fundos; Arbitragem Internacional.
barroso_la@terra.com.br;lab1971@gmail.com lob@lob-svmfa.com.br
Luciana Cordeiro de Souza Fernandes Manuel Martínez Neira
Doutora em Direito pela PUC-SP. Desenvolve pesqui- Direito Penal, Processual e História do Direito.
sas nos temas: direito ambiental, meio ambiente, Doutor em Direito. Professor Universitário na Univer-
recursos hídricos superficiais e subterrâneos, orde- sidade Carlos III de Madrid, com ênfase em Direito
nação do solo e sustentabilidade urbana e empresa- Penal, Processual e História do Direito. Tem publica-
rial. Parecerista e Consultora em Direito Ambiental. ções de livros e artigos. Professor Titular da Facultad
lucordeiro@uol.com.br de Ciencias Sociales y Jurídicas da Universidad
Carlos III de Madrid.
Luciana Mendes Pereira manuel.martinez@uc3m.es
Doutora em Estudos da Linguagem com experiência
em Direito Negocial, Direito Empresarial e Bioética Maraluce Maria Custódio
com ênfase em Direito Civil, atuando principalmente Doutora em Geografia na UFMG (2006) em programa
nos seguintes temas: Parte Geral, Obrigações, Contra- de cotutela com a Université d’Avignon. Professora
tos, Responsabilidade Civil, Direito das Coisas, Con- Permanente do Programa de Pós-graduação em Di-
sentimento Informado. reito da Escola Superior Dom Helder Câmara, com
lumendes@uel.br experiência na área de Direito, com ênfase em Di-
reito Ambiental, atuando principalmente nos seguin-
Luciano Nascimento Silva tes temas: Paisagem, Direito Ambiental, Direito Ur-
Pós-doutorando em Teoria e Sociologia do Direito no banístico e História do Direito Ambiental.
Centro di Studi Sul Rischio – Dipartimento di Scienze maralucem@yahoo.com
10 David Vallespín Pérez (Org.)

Marcelo Buzaglo Dantas Mário João Ferreira Monte


Doutor (2012) em Direitos Difusos e Coletivos pela Doutor em Ciências Jurídico-Criminais pela Universi-
PUC-SP. Visiting Scholar do Environmental Law Pro- dade do Minho. Colaborador de diversas instituições
gram da Pace Law School (White Plains/NY. Membro jurídicas. Autor de mais de duas dezenas de artigos
das Comissões de Direito Ambiental da OAB/RJ e da e de alguns livros. Conferencista.
Comissão Permanente de Direito Ambiental do Ins- ferreiramonte@gmail.com
tituto dos Advogados Brasileiros – IAB. Melina de Souza Rocha Lukic
marcelo@buzaglodantas.adv.br Doutora pela Université Paris III – Sorbonne Nou-
Marcelo Guerra Martins velle. Professora de Direito Tributário Pesquisadora
Doutor em Direito do Estado pela USP. Professor do do Centro de Pesquisa em Direito e Economia –
Curso de Mestrado em Direito da Sociedade da CPDE da FGV-DIREITO RIO.
Informação das Faculdades Metropolitanas Unidas melina.rocha@fgv.br
de São Paulo. Juiz Federal. Temas Afins: Tributário Milena Petters Melo
Econômica, Direito Econômica, Sociedade da Infor- Doutora em Direito. Professora convidada dos Pro-
mação e Direito Digital. gramas de Pós-graduação em Direito: Direitos Funda-
mgmartin@trf3.jus.br mentais e Democracia.
Márcia Haydée Porto de Carvalho pettersmelo@libero.it
Doutora em Direito do Estado pela PUC-SP. Promoto- Mônica Silveira Vieira
ra de Justiça. Doutora em Direito pela UFMG. Juíza de Direito do
marciahaydee@uol.com.br Estado de Minas Gerais. Autora e coautora de diver-
Márcio Bambirra Santos sos livros e artigos jurídicos.
msv4@hotmail.com
Doutor em Administração. Professor Associado do
CEFET. Palestrante e consultor em empresas e grupos Nelson Finotti Silva
nacionais e internacionais. Diretor da LEAD Empresarial Doutor em Processo Civil pela PUC-SP. Professor uni-
e da União Brasileira da Qualidade (UBQ). versitário. Procurador de Estado.
mb@mbambirra.com.br nfinotti1@gmail.com
Marcus Maurer de Salles Nelson Flavio Firmino
Doutor em Integração da América Latina pela Universi- Pós-Doutor em Democracia e Direitos Humanos pela
dade de São Paulo (USP). Como pesquisador, dedica-se Universidade de Coimbra – Portugal. Doutorado em
aos temas de Direito Internacional Econômico e Rela- Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad del
ções Internacionais da América Latina, com ênfase nas Museo Social Argentino-UMSA-Buenos Aires-Argen-
questões envolvendo a relação entre a Organização tina Especialista em Políticas Públicas e Gestão Go-
Mundial do Comércio e os Processos de Integração e vernamental.
Desenvolvimento da América do Sul. consultoriaeadvogados@gmail.com
marcus.salles@unifesp. br Nuno M. Pinto de Oliveira
marcussalles@hotmail.com Doutor em Direito pelo Instituto Europeu de Florença:
Maria Cecília Cury Chaddad Direito privado – Direito das obrigações e dos con-
Doutora pela PUC-SP. Advogada. tratos. Professor da Escola de Direito da Universida-
de do Minho.
cecilia.cury@uol.com.br
nuno.manuel.pinto.oliveira@gmail.com
Maria Luiza Granziera
Nuria Belloso Martín
Doutora em Direito Ambiental da Universidade Ca-
Catedrática Acreditada de Filosofia do Direito na Fa-
tólica de Santos – UNISANTOS e em Direito Econô-
culdade de Direito da Universidade de Burgos, Espa-
mico e Financeiro pela USP. É especialista em Di-
nha. Diretora do Departamento de Direito Público.
reito Administrativo e Ambiental com ênfase em Coordenadora do Mestrado em Direito Empresarial e
Direito de Águas, atuando principalmente em recur- Negócios. Professora de Mestrado e doutorado em
sos hídricos, meio ambiente, saneamento, contratos diversas universidades no Brasil e na Argentina.
públicos, concessões e licitações. nubello@ubu.es
marialuiza.granziera@gmail.com
Patrícia Regina Pinheiro Sampaio
María Yolanda Sánchez-Urán Azaña
Doutora pela Faculdade de Direito da USP. Professo-
Catedrática de Direito do Trabalho e Seguridade ra. Pesquisadora do Centro de Pesquisa em Direito e
Social pela Universidade Complutense de Madrid. Economia – CPDE da FGV DIREITO RIO.
sanuran@ucm.es patricia.pinheiro@fgv.br
patriciarsampaio@gmail.com
Direito e Justiça – Número V 11

Paulo Ferreira da Cunha Roberta Corrêa de Araujo


Doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Uni- Doutora em Direito pela UFPE. Juíza Federal do Tra-
versidade de Coimbra e Doutor em Direito pela Uni- balho. Palestrante e Conferencista em diversos Con-
versidade de Paris II, Direito, Economia e Ciências gressos e Seminários Nacionais.
Sociais: Direito constitucional (ciências jurídico-polí- robertacdearaujo@hotmail.com
ticas), Filosofia do Direito. Professor Catedrático da
Roberto Wagner Marquesi
Faculdade de Direito da Universidade do Porto.
lusofilias@gmail.com Doutor em Direito pelo Largo São Francisco – USP.
Professor do Mestrado em Direito pela UEL. Profes-
tomaspri@ubu.es sor na PUCPR, com experiência em Direito Civil, Di-
Paulo Nalin reito Agrário e Ambiental.
Pós-Doutor pela Universidade de Basileia – Suíça. wagnermarquesi@uol.com.br
Doutor pela UFPR. Professor na UFPR, PUCPR e da Romeu Faria Thomé da Silva
LLM da SILS – Suissi Internacional, Low School.
Doutor em Direito pela PUC Minas. Professor perma-
nalin@poppnalin.adv.br nente do Programa de Pós-graduação em Direito da
Pilar Carolina Villar Escola Superior Dom Helder Câmara: Mestrado em
Doutora em Ciência Ambiental pela USP. Advogada direito ambiental e desenvolvimento sustentável.
Ambiental e Professora Adjunta da UNIFESP com romeuprof@hotmail.com
experiência na área de Políticas Públicas Ambien- Romulo Palitot
tais, Direito Ambiental, Direito Internacional do Doutor em Direito Penal pela Universitat de Valéncia
Meio Ambiente, Gestão Ambiental e de Recursos – Espanha. Professor de Direito Penal da Universida-
Hídricos. de Federal da Paraíba (UFPB) e do Centro Universitá-
pcvillar@gmail.com rio de João Pessoa (UNIPÊ). Professor Permanente
Priscila Luciene Santos de Lima do Programa de Pós-graduação em Ciências Jurídicas
Mestra em Direito pelo Centro Universitário Curitiba (PPGCJ/UFPB). Coordenador Regional Adjunto do
– UNICURITIBA. Professora Universitária de cursos Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM).
de Graduação e Pós-graduação, com experiência Auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva
(STJD). Advogado.
em Direito do Trabalho, Processo do Trabalho,
Direitos Humanos, Direito Sindical e Direito Coope- romulo.palitot@uv.es
rativo. Saulo Tarso Rodrigues
pritysantoslima@hotmail.com Pós-Doutorado em Direito Constitucional e Teoria do
priscilalima0610@gmail.com Estado pela Uppsala University – Suécia (2008).
Doutor em Sociologia do Estado e do Direito na dis-
Rafael José Nadim de Lazari
ciplina de Direitos Humanos pela Faculdade de Eco-
Doutor pela PUC/SP. Professor, Advogado e Consul- nomia da Universidade de Coimbra. Professor-Pes-
tor Jurídico com experiência em: Direito Constitucio- quisador da Universidade Federal do Mato Grosso
nal, Direitos Humanos, Direito Administrativo e Direi- (FDUFMT). Professor Permanente do Programa de
to Tributário. Mestrado em Direito Agroambiental da Faculdade de
prof.rafaeldelazari@hotmail.com Direito da UFMT-Cuiabá.
Rafael Lima Torres saulorodrigues@yahoo.com.br
Mestre em Direito pelo Centro Universitário Curitiba Sérgio Said Staut Júnior
– UNICURITIBA. Professor, com experiência em Di- Pós-Doutor na Università degli Studi di Firenze, Itália.
reito Penal, Direito Processual Penal, Criminologia e Doutor pelo Programa da Pós-graduação em Direito
Compliance Empresarial. da UFPR. Professor Adjunto de Teoria do Direito nos
rafaellimatorres@yahoo.com.br Cursos de Graduação e Pós-graduação da Faculdade
Ricardo Maurício Freire Soares de Direito da UFPR. Tem experiência nas áreas de
Teoria do Direito, Introdução ao Estudo do Direito,
Pós-Doutor em Direito Constitucional Comparado História do Direito e Direito Civil, atuando principal-
pela Università degli Studi di Roma La Sapienza e mente nos seguintes temas: posse, propriedade e
pela Università degli Studi di Roma Tor Vergata e em direitos autorais. Advogado.
Direito Público e Direito Privado pela Universidade sergiostaut@gmail.com
Federal da Bahia. Professor dos Cursos de Gradua-
ção e Pós-graduação. Sergio Torres Teixeira
ric.mauricio@ig.com.br Doutor em Direito pela UFPE. Professor universitário
e Juiz do Trabalho
sergiotteixeira@uol.com.br
12 David Vallespín Pérez (Org.)

Tercio Sampaio Ferraz Júnior Viviane Coelho de Sellos-Knoerr


Doutor em Direito em Filosofia – Johannes Gutem- Doutora em Direito do Estado, com ênfase em Direito
berg Universitat de Mainz. Graduado em Filosofia Constitucional pela PUC-SP. Professora e coordenado-
Letras e Ciências Humanas, e em Ciências Jurídicas ra do Programa de Mestrado em Direito Empresarial e
e Sociais. Doutor em Direito pela USP. Consultor da Cidadania do Centro Universitário Curitiba – UNICURI-
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ní- TIBA, com experiência na área de Direito, com ênfase
vel Superior. Professor Universitário, com experiência em Direito Constitucional, atuando principalmente nos
na área de Direito, atuando principalmente nos seguin- seguintes temas: responsabilidade social empresarial,
tes temas: Direito, Democracia, Poder, Constituição e dignidade da pessoa humana, cidadania, ética, inter-
Ordem Econômica. pretação e aplicação da Constituição e tutela de
tercio@sampaioferraz.com.br direitos difusos e coletivos.
Vera Lúcia Rocha Souza Jucovsky viviane@sellosknoerr.com.br
Doutora em Direito pela Universidade de Lisboa. Willis S. Guerra Filho
Doutora Honoris Causa en Humanidades pela Uni- Livre-docente em filosofia do direito pela UFC. Pós-
versidad Paulo Freire, da Nicarágua com experiência -Doutor em Ciência do Direito, Universität Bielefeld,
na área de Direito Público, atuando principalmente Alemanha e em filosofia (IFCS-UFRJ). Doutor em
nos seguintes temas: Direito Ambiental, Direito Pro- Ciência do Direito, Universität Bielefeld, Alemanha.
cessual Civil e Direito Constitucional. Professor-Doutor dos programas de Pós-graduação
vlrsjucov@gmail.com em Direito da PUC-SP e Universidade Braz Cubas,
Mogi das Cruzes, SP. Professor titular da UNIRIO,
Victor Hugo Tejerina Velazquez com experiência na área de Direito, com ênfase em
Doutor em Direito pela PUC-SP. Professor Fundador Direito Constitucional, atuando principalmente nos
e ex-Coordenador do Programa de Pós-graduação seguintes temas: direitos fundamentais, princípio da
em Direito da Universidade Metodista de Piracicaba. proporcionalidade, processo, dignidade da pessoa
Advogado. humana e filosofia do direito.
feteje@yahoo.com willisguerra@hotmail.com
Vitor Hugo Mota de Menezes Wilson Engelmann
Doutor em Direito Constitucional pela Faculdade Au- Doutor em Direito Público pelo Programa de Pós-gra-
tônoma de Direito de São Paulo – FADISP. Professor. duação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos –
Procurador do Estado do Amazonas. Advogado. UNISINOSRS, Brasil. Professor deste mesmo Pro-
vhmenezes@hotmail.com grama das atividades: Transformações Jurídicas das
Relações Privadas (Mestrado) e os Desafios das
Transformações Contemporâneas do Direito Privado
(Doutorado).
wengelmann@unisinos.br
Direito e Justiça – Número V 13

Integrantes dos CONSELHOS EDITORIAIS da JURUA EDITORA nas áreas de


DIREITO, CONTABILIDADE, ADMINISTRAÇÃO, ECONOMIA E FILOSOFIA

Adel El Tasse Ana Paula Gularte Liberato


Me. e doutorando em Direito Penal. Proc. Federal. M.ª em Direito Socioambiental pela PUCPR. Adv.
Prof. Universitário. Membro da Comissão Interna de Meio Ambiente
da PUCPR. Prof.ª Universitária.
Aderbal Nicolas Müller
Dr. pela UFSC. Me. em Ciências Sociais Aplica- Andrei Koerner
das. Esp. em Administração/Finanças. Graduado Dr. e Me. em Ciência Política pela Universidade de
em Ciências Contábeis pela FAE Business School. São Paulo. Graduado em Direito. Prof. Universitário.
Prof. Universitário. Anélio Berti
André G. Dias Pereira Me. em Ciências Contábeis e Esp. em Auditoria
Me. e doutorando pela Faculdade de Direito da contábil. Graduado em Ciências Econômicas. Prof.
Universidade de Coimbra. Universitário.
Airton Cerqueira Leite Seelaender Antoninho Caron
Dr. em Direito pela Johann Wolfgang Goethe-Uni- Dr. em Engenharia de Produção e Me. em Desen-
versität Frankfurt. Me. e graduado em Direito. Pres. volvimento Econômico. Graduado em Administra-
do Instituto Brasileiro de História do Direito. Prof. ção de Empresas. Prof. Universitário.
Universitário. Antonio Armando Ulian do Lago
Alessandra Silveira Albuquerque
Dra. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni- Dr. em Ciência Política pela UERJ. Me. em Teoria e
versidade de Coimbra: Direito público – Direito da História do Direito pela UFSC. Professor efetivo da
União Europeia, Direito constitucional e ciência Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT)
política. Prof.ª da Escola de Direito da Universida- e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
de do Minho. Antônio Carlos Efing
Alessandra Galli Dr. e Me. pela PUC-SP. Prof. Universitário na gra-
Doutora Tecnologia e Sociedade (UTFPR/Università duação, especialização, mestrado e doutorado.
Degli Studi di Padova). M.ª em Direito Econômico Antonio Carlos Wolkmer
e Social e Especialista em Direito Socioambiental
Dr. em Direito. Me. em Ciência Política. Esp. em
(PUC/PR). Prof.ª Universitária.
Metodologia do Ensino Superior. Graduado em Di-
Alexandre L. Dias Pereira reito. Prof. Universitário.
Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni- Antônio Pereira Gaio Júnior
versidade de Coimbra. Prof. da Faculdade de Di-
reito da Universidade de Coimbra. Dr. em Direito pela UGF. Pós-Dr. Direito pela Uni-
versidade de Coimbra-Pt. e em Democracia e Direi-
Alexandre Mota Pinto tos Humanos pelo Ius Gentium Conimbrigae – Fa-
Dr. em Direito pelo Instituto Europeu de Florença: culdade de Direito da Universidade de Coimbra-Pt.
Direito privado – Direito do trabalho e Direito co- Me. em Direito pela UGF. Pós-graduado em Direito
mercial e civil em geral. Docente da Faculdade de Processual pela UGF – Prisma. Prof. da UFRRJ.
Direito da Universidade de Coimbra. Antônio Veloso Peleja Júnior
Alexandre Coutinho Pagliarini Doutorando em Direito pela PUC-SP. Me. em Di-
Pós-Dr. pela Faculdade de Direito da Universidade reito pela UERJ. Pós-graduado em Direito Eleitoral
de Lisboa. Dr. e Me. em Direito do Estado. Prof. pela UnB. Juiz de Direito no TJMT.
Pesquisador. Proc. Municipal. Arno Dal Ri Júnior
Aloísio Khroling Pós-Dr. pela Université Paris I (Panthéon-Sorbonne).
Pós-Dr. em Filosofia Política. Dr. em Filosofia. Dr. em Direito Internacional pela Università Luigi
Me. em Teologia e Filosofia e em Sociologia Po- Bocconi de Milão. Me. em Direito e Política da União
lítica. Graduado em Filosofia e em Ciências So- Europeia pela Università degli Studi di Padova. Bel.
ciais. em Ciências Jurídicas. Prof. Universitário.
14 David Vallespín Pérez (Org.)

Artur Stamford da Silva Cláudia Viana


Dr. em Teoria, Filosofia e Sociologia do Direito. Dra. em Direito Público pela Faculdade de Direito
Me. em Direito Público pela UFPE. Diplomado em da Universidade da Corunha. Prof.ª da Escola Su-
Estudios Avanzados de Tercer Ciclo do Doutorado perior de Gestão do Instituto Politécnico do Cáva-
de Derechos Humanos y Desarrollo pela Universi- do e do Ave.
dad Pablo de Olavid-Sevilla, Espanha. Graduado Christian Baldus
em Direito pela Unicap. Prof. Universitário.
Prof. da Faculdade de Direito da Ruprecht-Karls-Uni-
Augusto Martinez Perez versität Heidelberg, Deutschland (Alemanha). Direc-
Dr em Direito do Estado. Me. em Direito Penal. tor no Institut für geschichtliche Rechtswissenschaft
Juiz Federal e Professor. “Instituto para a Ciência Jurídica e Jurisprudencial
Beltrina da Purificação da Côrte Pereira Histórica”: História do Direito; Direito romano; Direito
civil (Direito das coisas; Direito das sucessões); Direi-
Pós-Dra. e Dra. em Ciências da Comunicação pela to alemão e europeu e Direito comparado.
USP. M.ª em Planejamento e Administração do
Desenvolvimento Regional, pela Universidad de Claudia Maria Barbosa
los Andes – Bogotá, Colômbia. Graduada em Jor- Dra., M.ª e Graduada em Direito. Prof.ª Universi-
nalismo. Prof.ª Universitária. tária. Membro do Instituto Latinoamericano para
Benedito Gonçalves da Silva uma Sociedad y un Derecho Alternativos – ILSA,
com sede na Colômbia. Consultora ad hoc do
Me. em Controladoria e Contabilidade. Graduado MEC.
em Ciências Contábeis. Graduado e Lic. em Ciên-
cias. Graduado e Lic. em Matemática. Prof. Uni- Cleverson Vitorio Andreoli
versitário. Dr. em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Me.
Bruno César Lorencini em Ciências do Solo. Eng. Agrônomo. Prof. Uni-
versitário.
Pós-dr. na Columbia University em Nova Iorque.
Dr. em Direito do Estado e Direito Processual, Ad- Cristiane Farias Rodrigues dos Santos
ministrativo e Financeiro. Me. em Direito Político Dra. em Direito Penal e Juíza Federal.
e Econômico e Esp. em Direito Empresarial. Pro- Cristina Zanello
fessor Universitário. Juiz Federal.
M.ª em Direito Negocial pela UEL. Esp. em Direito
Carlos Diogenes Cortes Tourinho e Negócios Internacionais pela UFSC. Graduada
Dr. e Me. em Filosofia. Esp. em Filosofia Contempo- em Direito pela PUCPR. Graduada em Economia
rânea. Graduado em Psicologia e em Filosofia. Prof. pela UFPR. Prof.ª Universitária. Membro do Insti-
Universitário. tuto de Direito Tributário de Curitiba e Membro da
Carlos Eduardo Batalha da Silva e Costa Comissão de Direito Tributário da OAB-PR. Advo-
gada.
Dr. em Filosofia e Me. em Direito pela USP. Gra-
duado em Direito e em Filosofia. Prof. Universitá- Danilo Borges dos Santos Gomes de Araujo
rio e Pesquisador. Dr. em Direito. Graduado em Direito e em Admi-
Carlos Roberto Claro nistração de Empresas. Prof. Universitário.
Me. em Direito Empresarial e Cidadania. Escritor, Dário Manuel Lentz de Moura Vicente
Professor e Advogado. Dr. e Agregado em Direito pela Universidade de
Carlyle Popp Lisboa. Prof. Catedrático da Faculdade de Direito
da Universidade de Lisboa.
Dr. em Direito Civil. Me. em Direito Público. Mem-
bro do Instituto dos Advogados do Paraná e da Deise Luiza da Silva Ferraz
Academia Paranaense de Letras Jurídicas. Prof. Dra., M.ª e Bel.ª em Administração. Estágio-dou-
Universitário. toral no Centro de Investigação em Sociologia
Carolina Machado Saraiva de Albuquerque Econômica e das Organizações (SOCIUS) do Inst.
Maranhão Superior de Economia e Gestão da Universidade
Técnica de Lisboa.
Dra. em Administração. M.ª em Marketing. Gra-
duada em Administração. Prof.ª Universitária. Dennison de Oliveira
Clarice von Oertzen de Araujo Prof. do Departamento de História da UFPR. Dr.
em Sociologia (Unicamp). Me. em Ciência Política
Dra. e M.ª em Direito pela PUC/SP. Graduada em (Unicamp). Graduado em História (UFPR).
Direito e LD. em Direito.
Direito e Justiça – Número V 15

Douglas Henrique Marins dos Santos Fernando Rister de Souza Lima


Dr. em Ciências. Me. em Direito (Ciências Jurídico-Fi- Dr. em Filosofia de Direito e do Estado pela PUC/SP,
losóficas). Pesquisador pós-doutorando em Direito pe- com estágio doutoral sanduíche na Università degli
la Universidade do Porto (UP) e Procurador Federal. Studi di Macerata, Itália. Segundo Vice-presidente
Edilene Lôbo da ABraSD. Editor da Revista Bras. de Sociolo-
gia do Direito – pub. oficial da ABraSD. Membro
Dra. em Direito Processual pela PUCMINAS. M.ª do Research Committee on Sociology of Law –
em Direito Administrativo pela UFMG. Esp. em Pro- Working Group Sociology of Constitution. Prof.
cesso Penal pela Universidad Castilla La Mancha. Universitário.
Graduada em Direito pela Universidade de Itaúna.
Prof.ª Universitária. Filipe Avides Moreira
Eduardo Biacchi Gomes Lic. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni-
versidade de Coimbra: Direito público e Direito
Pós-Dr. em Estudos Culturais pela UFRJ. Dr. em privado. Formador da Ordem dos Advogados.
Direito. Prof. Universitário. Prof. em pós-graduações na Faculdade de Direito
Eduardo Ely Mendes Ribeiro da Universidade Católica Portuguesa, Centro Re-
Dr. em Antropologia Social. Me. em Filosofia. Gra- gional do Porto.
duado em Filosofia. Florence Cronemberger Haret
Elizabeth Accioly Dra. em Direito Tributário pela USP. Graduada em
Dra. em Direito Internacional e Diplomada em Estu- Direito. Prof.ª conferencista.
dos Europeus pela Faculdade de Direito de Lisboa. Francis Kanashiro Meneghetti
Prof.ª Universitária. Adv. e consultora jurídica inter- Dr. em Educação. Me. e graduado em Administra-
nacional. ção. Prof. Universitário.
Eloise Helena Livramento Dellagnelo Francisco Carlos Duarte
Pós-Dra. pela Universidade de Essex – Inglaterra. Dr. pela Universidade Técnica de Lisboa e pela Uni-
Dra. em Engenharia de Produção. M.ª em Admi- versidad de Granada – Espanha. Dr. em Ciências Ju-
nistração. Bela. em Administração e em Letras – rídicas e Sociais. Me. em Direito. Graduado em Di-
Português e Inglês. Bolsa sanduíche na Escola de reito. Proc. do Estado do Paraná. Prof. Universitário.
Administração Pública da University of Southern
California (USC) em Los Angeles. Prof.ª Universi- Francisco Glauber Pessoa Alves
tária. Dr. e Me. em Direito pela PUC-SP. Juiz de Direito.
Everton das Neves Gonçalves Geraldo Balduíno Horn
Dr. em Direito Econômico. Professor Associado do Dr. em Filosofia da Educação. Me. em Educação.
Departamento de Direito do Centro de Ciências Esp. em Antropologia Filosófica. Graduado em Fi-
Jurídicas da UFSC. Credenciado no PPGD/UFSC. losofia. Prof. Universitário.
Fabiana Del Padre Tomé Germano André Doederlein Schwartz
Dra. e M.ª em Direito. Graduada em Direito. Prof.ª Dr., Me. e grad. em Direito. Estágio doutoral san-
Universitária. duíche na Université Paris X-Nanterre. Estágio
Pós-Doutoral na University of Reading (UK). Prof.
Fernando Galvão da Rocha
Universitário.
Dr. em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universi-
dade do Museu Social Argentino. Me. em Direito. Gilberto Bercovici
Esp. em Filosofia. Graduado em Direito. Juiz do Dr. em Direito do Estado. Graduado em Direito.
Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais. Prof. Prof. Universitário.
Universitário. Gilberto Gaertner
Fernando Gustavo Knoerr Me. em Engenharia de Produção. Esp. em: Forma-
Dr., Me. em Direito do Estado e bel. pela UFPR. ção em Psicologia Somática Biossíntese; Forma-
Prof. do Programa de Mestrado em Direito Em- ção em Integração Estrutural Método Rolf; For-
presarial e Cidadania do Centro Universitário Curi- mação em Bioenergia Raízes; e Psicologia Corpo-
tiba – UNICURITIBA. Prof. de Direito Administra- ral – Orgone.
tivo da Escola da Magistratura do Paraná e da Gilton Batista Brito
Fundação Escola do Ministério Público do Paraná.
Prof. benemérito da Faculdade de Direito UNIFOZ Me. em Direito na UFS. Pós-graduado lato sensu
e Patrono Acadêmico do Instituto Brasileiro de em Direito Público pela PUC Minas e em Segu-
Direito Político. rança Pública e Democracia na UFS.
16 David Vallespín Pérez (Org.)

Gonçalo S. de Melo Bandeira João Bosco Lee


Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Univer- Dr. em Direito Internacional pela Université de Paris
sidade de Coimbra. Me. em Direito pela Faculdade II. Me. em Direito Internacional Privado e do Comér-
de Direito da Universidade Católica Portuguesa e cio Internacional pela Université de Paris II. Gradua-
Esp. em Ciências Jurídico-Criminais pela mesma do em Direito. Prof. Universitário.
instituição. Lic. em Direito. Prof. da Escola Estatal João Paulo F. Remédio Marques
Superior de Gestão do Instituto Politécnico do Cá-
vado e do Ave – Portugal. Prof. Universitário. Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Univer-
sidade de Coimbra e Prof. Universitário da mesma
Helena de Toledo Coelho Gonçalves instituição.
Dra. e M.ª em Direito. Graduada em Direito pela João Ibaixe Junior
PUCPR. Prof.ª Universitária.
Me. em Direito. Pós-graduado em Filosofia. Pres.
Ilton Garcia da Costa do CEADJUS.
Dr. em Direito. Me. em Administração e Direito. Jorge Cesar de Assis
Graduado em Matemática. Prof. Universitário.
Graduado em Direito e em Curso de Formação de
Irene M. Portela Oficiais pela Academia Policial Militar do Guatu-
Dra. em Direito Público pela Faculdade de Direito da pê. Promotor da Justiça Militar. Prof. da Escola
Universidade de Santiago de Compostela. Prof.ª da Superior do Ministério Público da União. Membro
Escola Superior de Gestão e Provedora do Estudan- do MPU.
te, do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. José Américo Penteado de Carvalho
Ivo Dantas Médico pela UFPR. Me. em Ciências Jurídico-Cri-
Dr. em Direito Constitucional. Prof. Titular da Faculda- minais pela Universidade de Lisboa. Doutorando
de de Direito do Recife – UFPE. LD. em Direito Consti- pela Universidade de Buenos Aires. Graduado em
tucional – UERJ. LD. em Teoria do Estado – UFPE. Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Pro-
Membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas motor de Justiça no Paraná.
e da Academia Brasileira de Ciências Morais e Políti- José Antonio Savaris
cas. Miembro del Instituto Ibero-Americano de Dere-
cho Constitucional – México. Miembro del Consejo Dr. em Direito da Seguridade Social. Me. em Di-
Asesor del Anuario Ibero-Americano de Justicia reito Econômico e Social. Juiz Federal.
Constitucional, Centro de Estudios Políticos y Cons- José Augusto Delgado
titucionales (CEPC) – Madrid. Prof. Universitário. Esp. em Direito Civil e Comercial. Bel. em Direito.
James José Marins de Souza José Carlos Couto de Carvalho
Pós-Dr. em Direito do Estado pela Universitat de Subprocurador geral da Justiça Militar aposenta-
Barcelona – Espanha. Dr. em Direito do Estado do. Prof. Universitário.
pela PUC/SP. Professor.
Jose Edmilson de Souza Lima
Jan-Michael Simon
Dr. em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Me.
Jurista pela Faculdade de Direito de Rheinische em Sociologia Política.
Friedrich-Wilhelms-Universität Bonn – Alemanha:
Direito penal, Direito processual penal, Direito in- José Elias Dubard de Moura Rocha
ternacional penal e Criminologia. Dr., Me. e graduado em Direito pela UFPE. Prof.
Jane Lúcia Wilhelm Berwanger Universitário.
Dra. em Direito Previdenciário. M.ª em Direitos so- José Engrácia Antunes
ciais e Políticas Públicas. Prof.ª Universitária. Dr. em Direito privado pelo Instituto Europeu de
Jean-Marc Bouville Florença. Prof. da Faculdade de Direito da Univer-
sidade Católica Portuguesa, Centro Regional do
PHD pela Universidade de Grenoble. Administrador Porto.
na associação LE GRAPE – Paris.
José Henrique de Faria
Jesualdo Eduardo de Almeida Junior
Pós-Dr. em Labor Relations pelo Institute of Labor
Dr. em Sistema Constitucional de Garantia de Di- and Industrial Relations – ILIR – University of Michi-
reitos e Prof. de Pós-graduação com experiência gan (2003). Dr. e Me. em Administração. Gradua-
em Direito Civil, Direito Constitucional, Bioética e ção em Ciências Econômicas. Prof. Universitário.
Biodireito.
Direito e Justiça – Número V 17

José Ramón Narváez Liana Maria da Frota Carleial


Dr. em Teoria e História do Direito pela Universi- Pós-Dra. pela Université Paris XIII, no Centre de
dade de Florença. Prof. associado da Universida- Recherche en Économie Industrielle (CREI) –
de Nacional Autônoma do México. França. Dra. e M.ª em Economia. Graduada em
Ciências Econômicas. Prof.ª Universitária.
José Renato Gaziero Cella
Dr. em Filosofia e Teoria do Direito. Me. em Direito Lucas Abreu Barroso
do Estado. Pesquisador da Universidad de Zara- Dr. em Direito. Prof. Universitário (UFES).
goza – Espanha. Prof. Universitário. Lúcia Helena Briski Young
José Renato Martins Esp. em Auditoria e Controladoria Interna, Gestão
Dr. em Direito Penal. Me. em Direito Constitucio- Empresarial e Direito, Direito Tributário e Metodo-
nal. Bel. em Direito. Prof. Universitário. logia do Ensino Superior.
José Ricardo Vargas de Faria Luciana Mendes Pereira
Doutorando pelo Instituto de Pesquisa e Planeja- Dra. em Estudos da Linguagem com experiência
mento Urbano e Regional. Me. em Administração em Direito Negocial, Direito Empresarial e Bioé-
e Eng. Civil. Prof. Universitário. tica com ênfase em Direito Civil, atuando princi-
palmente nos seguintes temas: Parte Geral, Obri-
José Sérgio da Silva Cristóvam gações, Contratos, Responsabilidade Civil, Direito
Dr. em Direito Administrativo pela UFSC, com es- das Coisas, Consentimento Informado.
tágio de doutoramento na Universidade de Lisboa.
Me. em Direito Constitucional pela UFSC. Advo- Luciano Salamacha
gado publicista. Professor em cursos de gradua- Dr. em Administração. Me. em Engenharia de Pro-
ção e pós-graduação em Direito. dução. Pós-graduado em Gestão Industrial e MBA
em Gestão Empresarial. Prof. Universitário.
Joseli Nunes Mendonça
Dra., M.ª e Graduada em História. Prof.ª Universi- Luís Alexandre Carta Winter
tária. Dr. em Integração da América Latina. Me. em Inte-
gração Latino-americana. Esp. em Filosofia da Edu-
Julia Gomes Pereira Maurmo cação. Graduado em Direito. Prof. Universitário.
Dra. em Direito Constitucional pela PUC/SP. Pro-
Luis Fernando Lopes Pereira
fessora Adjunta da UFRRJ. Professora de diver-
sos cursos de pós-graduação lato e stricto senso. Pós-Dr. pela Università degli Studi di Firenze – Itália.
Dr. em História Social. Me. em História. Esp. em Pen-
Julimar Luiz Pereira samento Contemporâneo e em História e Cidade. Gra-
Me. em Educação Física pela UFPR. Esp. em Trei- duado em Direito e em História. Prof. Universitário.
namento Desportivo. Graduação em Lic. em Edu-
Luísa Neto
cação Física. Prof. Universitário.
Dra. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni-
Lafaiete Santos Neves versidade do Porto – Direito constitucional – Di-
Dr. em Desenvolvimento Econômico. Me. e gra- reito biomédico e Direito da medicina. Prof.ª da
duado em História. Prof. Universitário. Faculdade de Direito da Universidade do Porto.
Lafayette Pozzoli Luiz Antonio Câmara
Pós-Dr. pela Universidade La Sapienza – Roma. Dr. e Me. em Direito. Prof. Universitário em cur-
Dr. e Me. em Filosofia do Direito. Adv. Prof. Uni- sos de graduação, especialização e mestrado.
versitário. Luiz Carlos de Souza
Lauro Brito de Almeida Me. em Ciências Contábeis e Atuariais. Esp. em
Dr. e Me. em Controladoria e Contabilidade pela Administração Financeira e em Política e Estraté-
USP. Prof. Adjunto da UFPR. gia. Prof. Universitário.
Leonardo Estevam de Assis Zanini Luiz Henrique Sormani Barbugiani
Dr. e Me. em Direito pela Universidade de São Pau-
Livre-docente em Direito Civil pela USP. Pós-dr. em
lo. MBA em Gestão Estratégica pela Universidade
Direito Civil e Direito Penal pelo Max Planck Institut. Federal do Paraná. Pós-graduado em Processo Ci-
Dr. em Direito Civil pela USP. Me. em Direito Civil vil, Arbitragem e Mediação pela Universidade de
pela PUC-SP. Juiz Federal em SP. Prof. Universitário. Salamanca.
18 David Vallespín Pérez (Org.)

Manuel da Costa Andrade Mário João Ferreira Monte


Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Univer- Dr. em Ciências Jurídico-Criminais pela Universi-
sidade de Coimbra: Direito público – Direito penal e dade do Minho. Me. e Pós-graduado em ciências
Direito processual penal. Prof. Catedrático da Facul- jurídico-criminais. Prof. Universitário.
dade de Direito da Universidade de Coimbra.
Masako Shirai
Manuel Martínez Neira
Dra., M.ª e Graduada em Direito. Membro da Co-
Dr. em Direito. Prof. Universitário na Universidade missão de Exame da Ordem da OAB-SP e da Co-
Carlos III – Madrid. missão de Ensino Jurídico da OAB-SP.
Mara Regina de Oliveira Massimo Meccarelli
Dra., M.ª e Bela. em Direito. Prof.ª Universitária.
Prof. Catedrático de História do Direito Medieval e
Marcelo Guerra Martins Moderno. Coord. do Programa de Doutorado em
Dr. em Direito do Estado pela USP. Me. em Direito História do Direito da Università degli Studi di
Civil pela USP. Professor. Juiz Federal. Macerata – Itália.
Marcelo Pereira de Mello Melissa Folmann
Dr. em Ciência Política. Me. em Sociologia. Gra- M.ª em Direito pela PUCPR. Diretora Científica do
duado em Ciências Sociais. Prof. Universitário. IBDP. Prof.ª da Graduação e Pós-graduação em
Marcelo Weitzel Rabello de Souza Direito Previdenciário e Proc. Previdenciário. Ad-
vogada.
MSc. em Coimbra – Portugal. Pres. da Associa-
ção Nacional do Ministério Público. Subprocura- Néfi Cordeiro
dor geral da Justiça Militar em Brasília. Dr., Me. e graduado em Direito. Graduado em En-
Márcio Bambirra Santos genharia e Oficial Militar pela Academia Policial Mi-
Dr. em Administração. Me. em Economia. Profes- litar do Guatupê. Des. Federal. Prof. Universitário.
sor, Administrador de Empresas, Economista, Esp. Nuno M. Pinto de Oliveira
em “Computação” e “Política Científico-Tecnológica”. Dr. em Direito pelo Instituto Europeu de Florença:
Marcio Pugliesi direito privado, direito das obrigações e dos con-
Dr. e LD. em Direito. Dr. em Filosofia. Dr. em Edu- tratos. Prof. da Escola de Direito da Universidade
cação. Bel. em Direito. Graduado em Filosofia. do Minho.
Prof. Universitário. Nuria Belloso Martín
Marcos Kahtalian Dra. em Direito pela Universidade de Valladolid.
Me. em Multimeios pela Unicamp. Pós-graduado Prof. Titular de Filosofia do Direito na Universida-
em Administração de Marketing. Prof. de gradua- de de Burgos (Espanha). Coord. do Programa de
ção e pós-graduação. Doutorado em Direito Público. Repres. do Dpto.
Marcos Wachowicz de Direito na Comissão de Doutorado. Dirigente
Dr. em Direito. Me. em Direito pela Universidade do Curso de Pós-graduação "Especialista Univer-
Clássica de Lisboa – Portugal. Graduado em Direi- sitário em Mediação Familiar" na Universidade de
to. Prof. Universitário. Burgos.
Margarida Azevedo Almeida Octavio Augusto Simon de Souza
Doutoranda pela Faculdade de Direito da Univer- Me. no Alabama, EUA. Juiz do Tribunal de Justiça
sidade de Coimbra: Direito privado. M.ª Prof.ª do Militar do Rio Grande do Sul.
Instituto de Contabilidade e Administração do Oksandro Osdival Gonçalves
Porto, Instituto Politécnico do Porto. Dr. em Direito Comercial – Direito das Relações So-
Margarida da Costa Andrade ciais. Me. em Direito Econômico. Prof. Universitário.
Doutoranda pela Faculdade de Direito da Uni- Osmar Ponchirolli
versidade de Coimbra: Direito privado. M.ª Prof.ª Dr. e Me. em Engenharia de Produção. Esp. em
da Faculdade de Direito da Universidade de Didática do Ensino Superior. Graduado em Filoso-
Coimbra. fia. Bel. em Teologia. Prof. Universitário.
Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha Pablo Galain Palermo
Pós-doutoranda em Direito. Dra. em Direito Consti- Dr. em Direito pela Universidade de Salamanca –
tucional. M.ª em Ciências Jurídico-Políticas. Esp. Espanha: Direito penal, Direito processual penal e
em Direito Constitucional. Prof.ª Universitária. Criminologia.
Direito e Justiça – Número V 19

Paolo Cappellini Rafael Rodrigo Mueller


Prof. Catedrático de História do Direito Medieval e Dr. e Me. em Educação. Graduado em Adminis-
Moderno. Coord. do Programa de Doutorado em tração de Empresas. Prof. do Programa de Mes-
Teoria e História do Direito. Diretor da Faculdade trado Interdisciplinar em Organizações e Desen-
de Direito Università degli Studi di Firenze – Itália. volvimento.
Paula Távora Rainer Czajkowski
Doutoranda pela Faculdade de Direito da Univer- Me. e graduado em Direito. Pró-Reitor Acadêmico
sidade de Coimbra: Direito privado. M.ª Prof.ª da e Prof. Universitário.
Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Renata Ceschin Melfi de Macedo
Paulo Ferreira da Cunha M.ª e graduada em Direito. Prof.ª Universitária Lic.
Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni- Ricardo Tinoco de Góes
versidade de Coimbra e Dr. em Direito pela Uni-
versidade de Paris II. Prof. Catedrático da Facul- Doutorando em Filosofia do Direito. Me. em Direi-
dade de Direito da Universidade do Porto. to. Prof. Universitário.
Paulo Gomes Pimentel Júnior Rivail Carvalho Rolim
Doutorando da Universidade de Salamanca – Es- Pós-Dr. na Universidade de Barcelona em Sociolo-
panha. Me. e graduado em Direito. Esp. em Direito gia Jurídica e Criminologia. Dr. em História. Prof.
e Cidadania. Pós-graduado em Jurisdição Constitu- Universitário.
cional e Processos Constitucionais. Roberto Catalano Botelho Ferraz
Paulo Mota Pinto Dr. em Direito Econômico e Financeiro. Me. em
Dr. em Direito Privado pela Faculdade de Direito Direito Público. Prof. Universitário.
da Universidade de Coimbra. Prof. da Faculdade Roberto Wagner Marquesi
de Direito da Universidade de Coimbra. Deputado Dr. em Direito pelo Largo São Francisco – USP.
da Assembleia da República Portuguesa. Prof. do Mestrado em Direito pela UEL. Prof. na
Paulo Nalin PUC/PR, com experiência em Direito Civil, Direito
Pós-Dr. pela Universidade de Basileia – Suíça. Dr. Agrário e Ambiental.
pela UFPR. Prof. na UFPR, PUC/PR e da LLM da Roland Hasson
SILS – Suissi Internacional, Low School. Dr., Me. e graduado em Direito. Prof. Universitário.
Paulo Ricardo Opuszka Ronaldo João Roth
Dr. em Direito. Me. em Direito, na área de Direito Juiz de Direito da Justiça Militar do Estado de São
Cooperativo e Cidadania. Bel. em Direito. Prof. Paulo. Membro correspondente da Academia Mi-
Universitário. neira de Direito Militar. Prof. Universitário.
Pedro Costa Gonçalves Rui Bittencourt
Dr. em Direito Público pela Faculdade de Direito Me. em Direito. Advogado. Membro do Núcleo de
da Universidade de Coimbra e Prof. Universitário Pesquisa em Direito Civil e Constituição. Prof.
da mesma instituição. Universitário.
Priscila Luciene Santos de Lima Sady Ivo Pezzi Júnior
M.ª em Direito pelo Centro Universitário Curitiba – Me. em Educação e Trabalho pela UFPR. Pós-gra-
UNICURITIBA. Prof.ª Universitária de cursos de gra- duado em Gestão da Qualidade pelo Instituto de
duação e pós-graduação, com experiência em Di- Tecnologia do Paraná. Pós-graduado em Marke-
reito do Trabalho, Processo do Trabalho, Direitos ting. Prof. e Coord. do Curso de Administração.
Humanos, Direito Sindical e Direito Cooperativo.
Salvador Antonio Mireles Sandoval
Rafael José Nadim de Lazari
Pós-Dr. pelo Center for the Study of Social Change,
Dr. pela PUC/SP. Professor, Advogado e Consultor New School for Social Research. Dr. e Me. em Ciên-
Jurídico com experiência em: Direito Constitucio- cia Política pela University of Michigan. Me. em
nal, Direitos Humanos, Direito Administrativo e Ciência Política pela University of Texas – El Paso.
Direito Tributário. Graduado em Latin American Studies pela Univer-
Rafael Lima Torres sity of Texas – El Paso. Prof. Universitário. Prof. As-
Me. em Direito pelo Centro Universitário Curitiba – sistente. Pesquisador convidado no David Rocke-
UNICURITIBA. Professor, com experiência em Di- feller Center for Latin American Studies, Harvard
reito Penal, Direito Processual Penal, Criminologia University como J. P. Lemann Visiting Scholar.
e Compliance Empresarial.
20 David Vallespín Pérez (Org.)

Samuel Rodrigues Barbosa Vanessa Hernandez Caporlingua


Dr. em Teoria do Direito. Me. em Ciências da Re- Dra. e M.ª em Educação Ambiental. Graduada em
ligião. Graduado em Direito. Prof. Universitário. Direito. Prof.ª e pesquisadora em cursos de gra-
Saulo Tarso Rodrigues duação e no Programa de Pós-graduação em Edu-
cação Ambiental.
Pós-Dr. em Direito Constitucional e Teoria do Es-
tado pela Uppsala University – Suécia. Dr. em So- Vicente Brasil Jr.
ciologia do Estado e do Direito na disciplina de Di- Me. e Esp. em Direito. Juiz do Tribunal Adminis-
reitos Humanos pela Faculdade de Economia da trativo Tributário do RS (TARF). Advogado e Con-
Universidade de Coimbra. Me. em Direito do Es- sultor Fiscal. Perito e Auditor Tributário. Professor
tado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Universitário.
Prof. Universitário e Pesquisador.
Vittorio Olgiati
Sérgio Guerra Dr. em Sociologia do Direito. Prof. Associado da
Pós-Dr. em Administração Pública pela FGV/EBAPE. Faculdade de Direito da Universidade de Mace-
Dr. em Direito pela UGF, Visinting Reseacher na rata – Itália.
Yale Law School, com experiência em Direito Ad-
Vladimir Passos de Freitas
ministrativo e Regulação.
Dr., Me. e Lic. em Direito. Prof. Universitário de
Sergio Said Staut Jr. graduação e de pós-graduação.
Dr. em Direito. Prof. Universitário.
Vladmir Oliveira da Silveira
Silma Mendes Berti Pós-Dr., Dr. e Me. em Direito. Graduado em Direito
Dra. e M.ª Graduada em Direito. Prof.ª Universitá- e em Relações Internacionais. Prof. Universitário.
ria. Juíza Auditora do Tribunal Eclesiástico da Ar-
Wladimir Brito
quidiocese.
Dr. em Direito pela Faculdade de Direito da Uni-
Silvia Hunold Lara versidade de Coimbra: Direito público. Prof. da Es-
Dra. em História Social. Graduada em História. cola de Direito da Universidade do Minho.
Prof.ª Universitária.
Willis Santiago Guerra Filho
Tercio Sampaio Ferraz Jr. Pós-Dr. em Filosofia. Dr. em Ciência do Direito
Dr. em Direito. Dr. em Filosofia pela Johannes pela Fakultät für Rechtswissenschaft der Univer-
Gutemberg Universitat de Mainz. Graduado em Fi- sität Bielefeld. Me. e graduado em Direito. LD. em
losofia, Letras e Ciências Humanas, e em Ciên- Filosofia do Direito. Prof. Universitário.
cias Jurídicas e Sociais. Prof. Universitário.
Wilson Alberto Zappa Hoog
Thiago Rodrigues Pereira Me. em Ciência Jurídica. Perito Contador Auditor.
Pós-Dr. em Direitos Humanos pela Universidade Prof. Doutrinador de Perícia contábil, Direito con-
Católica de Petrópolis – UCP. Dr. e Me. em Direito tábil e de Empresas em cursos de pós-graduação.
pela UNESA/RJ. Prof. adjunto da UERJ e do PPGD
Wilson Furtado Roberto
da UCP. Coord. adjunto do PPGD da UCP. Advoga-
do e Consultor Jurídico. Me. e Esp. em Ciências Jurídico-internacionais
pela Faculdade de Direito da Universidade Clássi-
Valdir Fernandes ca de Lisboa. MBA em Gestão Empresarial pela
Pós-Dr. em Saúde Ambiental. Dr. em Engenharia Fundação Getulio Vargas. Bel. em Direito.
Ambiental. Me. em Engenharia Ambiental. Graduado
em Ciências Sociais. Academic Partner do projeto
Advancing Sustainability da Alcoa Foundation.
Direito e Justiça – Número V 21

PRÓLOGO

Como Coordinador Científico del IV Simposio Internacional de


Derecho-Consinter, a celebrar en la Facultad de Derecho de la Universitat de
Barcelona, los días 4, 5 y 6 de octubre, con el título “El Derecho ante los
Desafíos de la Globalización”, tengo el honor de prologar el libro del Consinter
“Direito e Justiça”, en el que se incorporan no sólo las ponencias presentadas
por escrito por quienes participarán de forma activa en las distintas mesas del
Congreso (Protección de los Derechos e Intereses Colectivos y Difusos, con
especial referencia al Medio Ambiente – Reforma Constitucional – Derecho de
Familia – Derecho Penal y Criminología), sino también la mayor parte de las
comunicaciones que han sido presentadas y aprobadas, previo sistema de
evaluación por pares, para su defensa oral en el evento de Barcelona antes
referido.
Una vez más, la calidad y el número de comunicaciones presentadas
(más de setenta y cinco), han hecho imprescindible articular dos períodos
complementarios de publicación, al efecto de que todas ellas puedan ser
incluidas, como así merecen, en el libro del Consinter. El éxito descrito pone de
relieve, de una parte, la consolidación del prestigioso Simposio Internacional
Consinter, como evento y escaparate en el que se impulsan instrumentos eficaces
para la democratización del saber, la interacción entre los pueblos y la
consolidación del desarrollo, mediante la suma de aportaciones procedentes de
diferentes culturas jurídicas (europeas e iberoamericanas); y de otra, el espíritu
divulgador de la investigación jurídica recogida en diferentes artículos
doctrinales que son una magnífica muestra de aquellos desafíos a los que debe
dar respuesta el Derecho, en una sociedad globalizada, con superación de los
límites impuestos por la geografía y la economía.
En esta edición, los diferentes artículos han versado sobre aspectos
transversales e interdisciplinares de interés dogmático, pero, en especial, de gran
trascendencia práctica en la vida diaria de la ciudadanía: la protección de los
intereses colectivos y difusos, con especial referencia a la protección del medio
ambiente (cambio climático, tratamiento del agua, reforestación); la reforma
constitucional, actualmente a debate en diferentes países iberoamericanos y, muy
concretamente, en España, desde la perspectiva del que parece obligado ajuste de
nuestro modelo territorial y de la organización judicial; el Derecho de Familia, en
el que siempre hay que prestar atención a aspectos tales como la mediación, el
interés superior del menor, o la polémica praxis judicial del divorcio contencioso;
22 David Vallespín Pérez (Org.)

y el Derecho Penal y la Criminología, con especial referencia a los polémicos


“juicios paralelos”, la lucha contra la corrupción y la delincuencia
supranacional, y los sistemas de control del buen gobierno y la transparencia.
Como Coordinador del evento, en el momento de prologar este libro,
sólo me resta agradecer (y felicitar) a todos los que de una u otra forma, con
gran esfuerzo y dedicación, colaboran en su organización, con especial mención
de su Presidente, Luiz Augusto Oliveira Junior, y Coordinadora Ejecutiva,
Francine Oliveira, los cuales también representan a la prestigiosa Editorial
Juruá. Y todo ello, como es lógico, sin olvidar todo el apoyo recibido, en esta
edición de 2017, por los diferentes patrocinadores, la Escola de Posgtrau de la
Facultad de Derecho de la Universitat de Barcelona, el equipo decanal de la
referida Facultad, y la Sección de Derecho Procesal. Sin ellos, así como sin la
participación activa de quienes presentan sus ponencias y comunicaciones,
ahora recogidas como artículos, todo sería más difícil. Por suerte, contamos con
ellos y ya estamos “enfrascados” en el diseño de lo que, el año próximo,
constituirá el V Simposio Internacional Consinter.

Barcelona, 21 de septiembre de 2017.

Prof. Dr. David Vallespín Pérez


Coordinador Científico del Consinter 2017
Catedrático de Derecho Procesal de la Universitat de Barcelona
Direito e Justiça – Número V 23

SUMÁRIO

DIREITO PENAL E CRIMINOLOGIA

Imprescritibilidade do Estupro ..................................................................................... 27


Antonio Baptista Gonçalves

Crise Carcerária e Atuação do Ministério Público ...................................................... 41


Karina Albuquerque Denicol

A Questão do Embaraço Dogmático da Culpabilidade Penal da Pessoa Jurídica


nas Teorias de Heterorresponsabilidade ....................................................................... 55
André Eduardo Detzel

PROTEÇÃO DOS INTERESSES COLETIVOS E DIFUSOS


(ESPECIAL CONSIDERAÇÃO À TUTELA DO MEIO AMBIENTE)

Ação Coletiva como Instrumento Democrático de Proteção ao Meio Ambiente no


Brasil ................................................................................................................................ 75
Cesar Motta Moreira

A Livre Forma de Comercializar, o Spam, Proteção de Dados Pessoais e os Direitos


Fundamentais Envolvidos .............................................................................................. 89
Luiz Felipe Pinto Heilmann

Direitos Fundamentais no Estado Globalizado: o Processo de Internalização dos


Direitos Fundamentais de Terceira Dimensão ........................................................... 109
Susana Sbrogio’Galia

Poluição Sonora na “Porta” da Amazônia: da Tolerância à Tutela no Meio Am-


biente Urbano de Belém ............................................................................................... 129
Daniele da Conceição Matos Alves

A Responsabilidade Civil Redesenhada na Sociedade do Século XXI...................... 149


Ângela Alves de Sousa / Maria Lucia de Barros Rodrigues

Seguridade, Trabalho Decente e a Crise do Cuidado no Processo de Envelheci-


mento no Brasil ............................................................................................................. 163
Eliane Romeiro Costa
24 David Vallespín Pérez (Org.)

El Precio del Agua en España Desde una Perspectiva Jurídica Tributaria ............. 179
Montserrat Casanellas Chuecos

REFORMA CONSTITUCIONAL

Democracia, Reformas Constitucionais e o Cenário de Crise Política...................... 201


Roseana Cilião Sacchelli

Hierarquia dos Tratados e Convenções Internacionais ............................................. 217


Kiyoshi Harada

Modelo de Federalismo Cooperativo Participativo Aplicado ao Saneamento Básico


no Brasil.......................................................................................................................... 229
Fernando Massardo / Josiane Becker

O Parlamentarismo como Sistema de Governo .......................................................... 249


Kiyoshi Harada

A Participação do Mediador no Âmbito do Termo de Ajustamento de Conduta em


Direito Ambiental.......................................................................................................... 257
Arthur Mendes Lobo / Lucia Mugayar / Regiane França Liblik

DIREITO DE FAMÍLIA

La Evolución en la Noción Jurídica de la Familia, sus Diversas Formas y la


Globalización de su Reconocimiento ........................................................................... 277
Rommy Alvarez Escudero

Índice Remissivo............................................................................................................ 291


278 Rommy Alvarez Escudero

realidad en la cual se refleja, más que en ningún otro instituto jurídico, la


estructura de la sociedad y los valores fundamentales que la caracterizan”2 , de
allí y como lo señala Malo Gonzalez, “La familia, desde el viejo clan a la familia
monoparental, de reciente eclosión, ha cambiado incesantemente, unas veces de
forma gradual, otras veces de forma vertiginosa, en un proceso de sucesiva
simplificación, en el que se ha puesto de manifiesto su enorme versatilidad: el
cambio de su propio concepto y hasta de la naturaleza y variedad de los
sentimientos que se albergan en ella, que denotan la utilidad y firmeza de la
institución”3.
La familia puede tener su origen en el hecho biológico, pero no
únicamente en éste, de ahí que cada ordenamiento jurídico estructure las diversas
vías posibles para su constitución, tanto respecto las relaciones afectivas que la
forman, como el matrimonio o los actuales acuerdos de convivencia estable,
como respecto la descendencia, filiación, por naturaleza, legal o, vía las
modernas técnicas de reproducción humana asistida. El fenómeno natural, se
transforma en uno cultural, jurídico y, por lo tanto, modificable y cambiante
conforme las diversas concepciones que imperen en una sociedad.
La idea de familia que subyace en las regulaciones civiles
decimonónicas, común denominador para la mayoría de los ordenamientos de
raíz romano germánica, es la de grupo extenso, siguiendo la concepción romana
del linaje y del pater familias, este conjunto de personas se encontraba sometidas
al poder y jerarquía del padre, basada en el matrimonio. De ahí surge la potestad
marital y la potestad paterna a la que se encontraban adscritos la mujer –
identificándose con la persona del marido- y los hijos.
Los ordenamientos jurídicos civiles florecientes en el siglo XIX, como
el español o, el chileno, no contaron con una conceptualización expresa de la
familia. Así, en la versión original del código civil chileno, y sólo como
aproximación a que es lo que comprende la familia, podríamos referir el Art.
815, que regulando el derecho real de uso y habitación, dispone en sus incisos 3º,
4º y 5º: “La familia comprende la mujer i los hijos lejitimos i naturales; tanto los
que existen «al momento de la constitución, como los que sobrevienen despues, i
esto aun cuando el usuario o habitador no esté casado, ni haya reconocido hijo
alguno a la fecha de la constitución. Comprende asimismo el número de
sirvientes necesarios para la familia. Comprende además las personas que a la
misma fecha vivían con el habitador o usuario i a costa de estos; i las personas a
quienes éstos deben alimentos”4.
Tampoco las cartas fundamentales proclamadas por los Estados en el
siglo pasado han determinado un concepto, aunque sí la reconocen, en general,
como un núcleo social esencial al cual el Estado debe protección. A modo

2
Kemelmajer de Carlucci, Aída, Las Nuevas Realidades Familiares en el Código Civil y
Comercial Argentino de Octubre de 2014. Revista de Derecho de Familia Nº4, Vol. IV (2014), p.
87
3
Malo Gonzalez, Fernando, Hacia un Nuevo Derecho de Familia, en Cabanillas Sanchez,
Antonio, Caffarena Laporta, Jorge, et al (Comité Organizador), Estudios Jurídicos en Homenaje
al Profesor Luis Díez-Picazo. (Madrid: Civitas Ediciones, 2003), 1ª Edición, Tomo III, p.4749
4
Versión original del código civil chileno, disponible en http://www.leychile.cl/Navegar?IdNor
ma= 973, fecha consulta: 29 de junio de 2017
Direito e Justiça – Número V 279

ejemplar, y respecto Constituciones Políticas de naciones de tradición del civil


law, podemos mencionar:
– El Artículo 39.1 de la Constitución española: “Los poderes
públicos aseguran la protección social, económica y jurídica de la
familia”.
– El Artículo 1º, Inc. 2º, de la Constitución Política de Chile: “La
familia es el núcleo fundamental de la sociedad”. Inc. 5º “Es
deber del Estado resguardar la seguridad nacional, dar protección
a la población y a la familia, propender al fortalecimiento de
ésta…”.
– El Art. 29 Costituzione della Repubblica Italiana: “La Repubblica
riconosce i diritti della famiglia come societa naturale fondata sul
matrimonio”.
– El Art. 14 bis Constitución de la Nación Argentina: “ … En
especial, la ley establecerá: la protección integral de la familia; la
defensa del bien de familia; la compensación económica familiar
y el acceso a una vivienda digna”; y,
– Grundgesetz für die Bundesrepublik Deutschland (GG): Art 6 (1)
“Ehe und Familie stehen unter dem besonderen Schutze der
staatlichen Ordnung”5.
La falta de conceptualización señalada, en definitiva, se estima como
beneficiosa, pues permite que las diversas formas familiares vayan
desarrollándose en la sociedad, siendo reconocidas por los sistemas jurídicos sin
necesidad de efectuar sucesivas modificaciones legales, las que serían
perentorias en caso de limitar el hecho familiar a una única forma determinada.
En las legislaciones civiles a las que hemos venido refiriéndonos, la
noción de familia, proviene de la tradición del derecho romano, integrada por un
número amplio de personas, que, se encontraban sometidas por la autoridad
central del padre y marido, reconociendo y regulando, fundamentalmente, la
familia basada en el matrimonio, sistema de estructura jerárquica, en que no se
divisa el reconocimiento de derechos y libertades individuales de sus miembros.
Predomina la idea de aquello que la doctrina ha denominado la familia como
institución natural, organización básica, que se estructura como un grupo social
intermedio entre la persona y el estado y, en la que por esta característica, se
aprecian los diversos poderes del padre – marido, sobre los otros miembros. La
participación en el estado, se funda en la articulación del individuo como
integrante de la familia, la institución, por tanto, prima sobre la consideración del
individuo, al decir de Roca I Trias, quien en su obra Libertad y Familia, refiere al
autor italiano Cicu6, para sintetizar esta primera noción: “La familia es un núcleo
5
Ley Fundamental de la República Federal Alemana: Art. 6 (1) “El matrimonio y la familia
están bajo la especial protección del Estado (traducción PRINZ VON SACHSEN, Karl,
(1989), “Nuevas Tendencias en el Derecho Civil de la República Federal de Alemania”, en
Anuario del Departamento de la Universidad Iberoamericana, Nº20, p. 584, disponible en
https://revistascolaboracion.juridicas.unam.mx/index.php/juridica/article/view/11133/10186,
fecha de consulta: 13 de julio de 2017)
6
Cicu, Antonio, Il Diritto de Famiglia: Teoria Generale. (Roma, Arnaldo Forni editori, 1914)
edición facsímil, pp. 77 y ss., apud Roca I Trias, Encarna, Libertad y Familia. (Valencia, Ed.
Tirant lo Blanch 2014), 1ª Edición, pp. 39 – 40
280 Rommy Alvarez Escudero

que desempeña funciones sociales, superiores a las de los miembros del grupo y
también el estado, ya que frente a su organización deben ceder los derechos de
los individuos, puesto que la idea del deber es un prius frente al reconocimiento
de un correlativo derecho, que incluso puede faltar”7.
Como corolario de esta doctrina CICU, en su obra Il Diritto de
Famiglia: Teoria Generale, publicado en Roma en 1914, plantea que el derecho
de familia tiene naturaleza de derecho público, estableciendo un paralelismo
entre el estado y la familia, última a la cual atribuye un carácter natural,
reconociendo determinadas instituciones familiares como la patria potestad y la
tutela, a las que considera como manifestaciones de una auténtica organización
de poder en que existe subordinación de unos individuos a otros8.
Diversos hechos de relevancia global, ocurridos durante el siglo XX,
particularmente, las guerras mundiales, redundaron en el reconocimiento de
derechos esenciales de los individuos, estas circunstancias unidas a otros
diversos fenómenos de trascendencia social general, como la regulación de la
natalidad, las uniones efectivas de personas de igual o distinto sexo, la
independencia económica de los hijos, las corrientes feministas, el desarrollo de
la tecnología y las técnicas de reproducción humana, fueron generando un
cambio pendular en la noción de familia que centra ahora su atención no en la
institución sino en cada uno de los miembros que la componen.
Las sociedades occidentales sustentan otra noción de familia, con una
visión individualista, centrada en la idea de familia nuclear y en el respeto de los
derechos fundamentales. Familia que se estructura sobre dos ejes
fundamentales: las relaciones afectivas estables entre personas –conyugales o de
convivencia- y, las relaciones paterno – filiales, en los que los principios de
igualdad y de resguardo a aquellos de sus miembros dependientes o que no
cuentan con madurez suficiente, se proyectan en la protección que el
ordenamiento jurídico debe asegurarles. Esta noción instrumental de la familia,
la concibe como “un grupo al que se ha asignado constitucionalmente la función
de colaborar en la eficiencia de los derechos fundamentales”9, se trata de un
enfoque basado en los derechos fundamentales de los individuos, miembros de la
familia, la que además y conforme con las diversas realidades sociales,
concebido sobre la base de diversos modelos, todos los cuales merecen
reconocimiento y protección jurídica10.
La familia y su consagración legal, siguiendo la orientación que hasta
aquí hemos revisado en la materia, también ha sido incorporada en cuerpos
normativos internacionales, los cuales mantienen una noción abierta de familia,
7
Noción de familia sustentada en el Art. 29 de la Constitución italiana y, que según señala ROCA
I TRIAS, ante la huida de los planteamientos iusnaturalistas, el alcance de la norma
constitucional ha debido ser replanteada como “ … una garantía de respeto a la autonomía
familiar, en el interés concreto de lo individuos para ordenar de forma original y libre las
relaciones familiares”, ROCA I TRIAS, Encarna, Op. Cit., p.43.
8
Véase Roca I Trias, Encarna, Op. Cit., pp. 37 – 38; Díez-Picazo, Luis, Gullón, Antonio, Sistema
de Derecho Civil, (Madrid, Editorial Tecnos, 2002) Volumen IV, 8ª edición, pp. 33 – 38.
9
Roca I Trias, Encarna, Op. Cit., p.33
10
Véase Del Pico Rubio, Jorge, Evolución y Actualidad de la Concepción de Familia. Una
Apreciación de la Incidencia Positiva de las Tendencias Dominantes a partir de la Reforma del
Derecho Matrimonial Chileno. Revista Ius et Praxis Nº 17, año 1, (2011) p.45.
Direito e Justiça – Número V 281

reconociendo su trascendencia como núcleo base de desarrollo de las personas.


Así podemos citar:
– El Art. 16 de la Declaración Universal de los Derechos Humanos:
“Los hombres y las mujeres, a partir de la edad núbil, tienen
derecho, sin restricción alguna por motivos de raza, nacionalidad
o religión, a casarse y fundar una familia; y disfrutarán de iguales
derechos en cuanto al matrimonio, durante el matrimonio y en
caso de disolución del matrimonio.
Sólo mediante libre y pleno consentimiento de los futuros esposos
podrá contraerse el matrimonio.
La familia es el elemento natural y fundamental de la sociedad y
tiene derecho a la protección de la sociedad y del Estado.”;
– El Art. VI de la Declaración Americana de los Derechos y
Deberes del Hombre: Derecho a la constitución y a la protección
de la familia. Artículo VI. “Toda persona tiene derecho a
constituir familia, elemento fundamental de la sociedad, y a
recibir protección para ella”;
– El Art. 17 del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos:
Protección a la Familia
“La familia es el elemento natural y fundamental de la sociedad y
debe ser protegida por la sociedad y el Estado.
Se reconoce el derecho del hombre y la mujer a contraer
matrimonio y a fundar una familia si tienen la edad y las
condiciones requeridas para ello por las leyes internas, en la
medida en que éstas no afecten al principio de no discriminación
establecido en esta Convención.
El matrimonio no puede celebrarse sin el libre y pleno
consentimiento de los contrayentes.
Los Estados partes deben tomar medidas apropiadas para asegurar
la igualdad de derechos y la adecuada equivalencia de
responsabilidades de los cónyuges en cuanto al matrimonio,
durante el matrimonio y en caso de disolución del mismo. En caso
de disolución, se adoptarán disposiciones que aseguren la
protección necesaria de los hijos, sobre la base única del interés y
conveniencia de ellos.
La ley debe reconocer iguales derechos tanto a los hijos nacidos
fuera de matrimonio como a los nacidos dentro del mismo”.
– El Art. 23 del Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos:
1. La familia es el elemento natural y fundamental de la sociedad
y tiene derecho a la protección de la sociedad y del Estado”;
– El Art. 10 del Pacto Internacional de Derechos Económicos,
Sociales y Culturales: “Los Estados Partes en el presente Pacto
reconocen que:
Se debe conceder a la familia, que es el elemento natural y
fundamental de la sociedad, la más amplia protección y asistencia
posibles, especialmente para su constitución y mientras sea
282 Rommy Alvarez Escudero

responsable del cuidado y la educación de los hijos a su cargo. El


matrimonio debe contraerse con el libre consentimiento de los
futuros cónyuges.
Se debe conceder especial protección a las madres durante un
período de tiempo razonable antes y después del parto. Durante
dicho período, a las madres que trabajen se les debe conceder
licencia con remuneración o con prestaciones adecuadas de
seguridad social.
Se deben adoptar medidas especiales de protección y asistencia en
favor de todos los niños y adolescentes, sin discriminación alguna
por razón de filiación o cualquier otra condición. Debe protegerse
a los niños y adolescentes contra la explotación económica y
social. Su empleo en trabajos nocivos para su moral y salud, o en
los cuales peligre su vida o se corra el riesgo de perjudicar su
desarrollo normal, será sancionado por la ley. Los Estados deben
establecer también límites de edad por debajo de los cuales quede
prohibido y sancionado por la ley el empleo a sueldo de mano de
obra infantil.”;
El Preámbulo de la Convención sobre los Derechos del Niño:
“Convencidos de que la familia, como grupo fundamental de la
sociedad y medio natural para el crecimiento y el bienestar de
todos sus miembros, y en particular de los niños, debe recibir la
protección y asistencia necesarias para poder asumir plenamente
sus responsabilidades dentro de la comunidad”;
– El Art. 8º del Convenio Europeo para la Protección de los
Derecho Humanos y las Libertades Fundamentales: Derecho al
respeto a la vida privada y familiar 1. Toda persona tiene derecho
al respeto de su vida privada y familiar, de su domicilio y de su
correspondencia”;
– El Art. 7º de la Carta de los Derechos Fundamentales de la Unión
Europea: “Respeto de la vida privada y familiar. Toda persona
tiene derecho al respeto de su vida privada y familiar, de su
domicilio y de sus comunicaciones”; y,
El Preámbulo del Convenio de la Haya sobre Protección del Niño
y Cooperación en Materia de Adopción Internacional:
“Reconociendo que el niño, para el desarrollo pleno y armónico
de su personalidad, debería crecer en un ambiente de familia y en
una atmósfera de felicidad, amor y comprensión”.

Todos los anteriores, constituyen preceptos que forman parte de


sistemas de derechos humanos, que consagran prerrogativas esenciales de
alcance general a todos los individuos, de carácter universal en materia de
derecho de familia, pues cada ordenamiento jurídico, si bien, libre de regular
tanto la familia como las relaciones entre sus miembros, conforme su realidad
social, no puede prescindir de los derechos esenciales reconocidos a las personas
en el núcleo más básico para su desarrollo.
Direito e Justiça – Número V 283

2 LAS DIVERSAS FORMAS DE FAMILIA Y SU


RECONOCIMIENTO
El avance tecnológico, la posibilidad de autoabastecer las necesidades
en forma individual, y la incorporación de figuras jurídicas que regulan el
quiebre afectivo, han ido posibilitando realidades familiares inimaginadas en
siglos anteriores, pensemos v. gr. en la utilización de técnicas de reproducción
humana asistida para que una mujer sola pueda constituir una familia
monoparental; la adopción individual de uno o varios hijos; o, la familia
ensamblada que surge de la unión post ruptura de dos individuos con
descendencia de su vínculo anterior, en definitiva es extenso en la actualidad el
campo de formas que puede revestir la familia como núcleo central de desarrollo
del individuo.
En el prólogo a la obra “Libertad y Familia” de la profesora Roca I
Trias, Diez Picazo, refiriendo a Antonio Gullon, señala “ … que la familia
pertenece al terreno de la intimidad del individuo y que, por tanto, no hay ningún
inconveniente desde el punto de vista social general para que cada grupo se
construya con arreglo a modelos distintos, ni para que todos ellos puedan
coexistir en el seno de una sociedad pluralista y libre”11.
En este sentido, nos parece de relevancia, destacar el reconocimiento
de la heterogeneidad del hecho familiar que realiza el Código Civil catalán en su
Art. 231.1, dentro del capítulo I, en el Titulo III, relativo, precisamente, a la
familia, que dispone: “1. La familia goza de protección jurídica determinada por
la ley, que ampara sin discriminación las relaciones familiares derivadas del
matrimonio o de la convivencia estable en pareja y las familias formadas por un
progenitor sólo con sus descendientes. 2. Se reconocen como miembros de la
familia, con efectos que legalmente se determinen, los hijos de cada uno de los
progenitores que convivan en el mismo núcleo familiar, como consecuencia de la
formación de familias reconstituidas. Este reconocimiento no altera los vínculos
con el otro progenitor”. Noción de familia que se introduce en el preámbulo de
la Ley 25/10, de 29 de julio, que aprueba el Libro segundo del Código Civil de
Cataluña, relativo a la Persona y la Familia, al señalar “El artículo 40 del
Estatuto de Autonomía dispone que los poderes públicos deben garantizar la
protección jurídica, económica y social de las diversas modalidades de familia,
como estructura básica y factor de cohesión social y como primer núcleo de
convivencia de las personas”.
La actual noción de familia, respecto los diversos modelos en que ella
se estructura también ha sido objeto de reconocimiento por los tribunales
superiores de justicia:
La Corte Suprema chilena, conociendo vía recurso casación en el
fondo, en causa relativa a declaración de bien familiar, en sentencia dictada con
fecha fecha 28 de diciembre de 2015, rol ingreso Nº3700/2015, caratulada
“G.C.R.B con V.M.C.G.”, considerando 12º ha señalado: “Lo anterior, sin
adentrarse en el análisis de otros elementos de juicio que avalan ese aserto, entre
los cuales uno de enorme incidencia en estos tiempos, donde las mutaciones

11
Diez Picazo, Luis, en el Prólogo de Roca I Trias, Encarna, Op. Cit., p. 15
284 Rommy Alvarez Escudero

sociales van dando a la familia una constitución que paulatinamente se aleja de


los referentes del derecho hispano-canónico en que, en este orden de materias, se
inspiró el código de Bello.
De hecho, innúmeras instituciones y organismos sociales, incluso
estaduales, toman hoy en cuenta el factor “familiar” a partir de una realidad en la
que lo determinante es la reunión de dos o más personas vinculadas
diversamente, sea un ascendiente con uno o más descendientes, sea una vecindad
mayormente comprometida, sea una intimidad afectiva y otras situaciones
analogables a lo que puede conformar un “hogar”, mirado como la “casa” donde
dos o más personas viven juntas o comparten ciertos aspectos de la vida
cotidiana”.
En cuanto al reconocimiento constitucional de la familia, la moderna
doctrina le otorga un nuevo enfoque, en el sentido de que ésta es la herramienta
que debe posibilitar en su seno el pleno desarrollo de la persona, razón por la
cual el estado debe protegerla y fortalecerla adecuadamente. En su centro deben
cumplirse todas las prerrogativas, respecto los derechos de las personas, previstas
en el Art. 10 de la Constitución Española12; y, todos los derechos esenciales que
emanan de la naturaleza humana, y que configuran un límite al ejercicio de la
soberanía, conforme lo dispuesto por el Art. 5º de la Constitución Política
chilena13.
En el mismo sentido, el Tribunal Constitucional chileno, en su
sentencia de fecha 03 de noviembre de 201114, considerandos 15 al 18 del voto
particular concurrente de los Ministros Srs. Francisco Fernández Fredes, Carlos
Carmona Santander, José Antonio Viera-Gallo Quesney y Gonzalo García Pino,
ha resuelto:
“15. Que, como se desprende del tenor literal de los preceptos transcritos, la
Carta Fundamental reconoce que “la familia es el núcleo fundamental de la
sociedad” y que “es deber del Estado (......) dar protección a la población y a
la familia (...)”. La primera disposición es una constatación sociológica,
antropológica e histórica, mientras que la segunda importa la formulación de
un principio jurídico que se traduce en un deber del Estado. Ninguno de los
dos preceptos se refiere a un solo tipo de familia de contornos bien
determinados. No se establece una suerte de discriminación entre la familia
fundada en un matrimonio legalmente celebrado y las diversas formas de
familias de hecho. La Constitución protege todos los tipos de familia;
16.Que lo mismo se concluye al analizar el artículo 19 N°4° de la
Constitución, que consagra el derecho al respeto a la vida privada y a la

12
Art. 10 CE “1.La dignidad de la persona, los derechos inviolable que le son inherentes, el libre
desarrollo de la personalidad, el respeto a la ley y a los derechos de los demás son fundamento
del orden político y de la paz social. 2. Las normas relativas a los derechos fundamentales y a las
libertades que la Constitución reconoce se interpretarán de conformidad con la Declaración
Universal de Derecho Humanos y los tratados y acuerdos internacionales sobre las mismas
materias ratificados por España.”
13
Art. 5º Inc. 2 “El ejercicio de la soberanía reconoce como limitación el respeto a los derechos
esenciales que emanan de la naturaleza humana. Es deber de los órganos del Estado respetar y
promover tales derechos, garantizados por esta Constitución, así como por los tratados
internacionales ratificados por Chile y que se encuentren vigentes”.
14
Causa rol Nº 1881-10-INA
Direito e Justiça – Número V 285

honra de la persona y de su familia. La protección de este derecho no está


supeditada a la celebración legal de un matrimonio. Un criterio de tal
naturaleza vulneraría la esencia del derecho al establecer un requisito que
privaría de un derecho fundamental a una parte de la población. La honra
familiar que se protege es amplia y sin fronteras;
17.Que lo anterior es razonable, considerando que la familia es una unión de
individuos en la cual los sujetos desarrollan su intimidad en común. Además,
como enseña la historia, la familia ha evolucionado profundamente hasta
nuestros días, como se puede advertir, por ejemplo, de la simple lectura del
artículo 815 del Código Civil. El concepto de familia que reconoce la
Constitución trasciende al acuñado por el Código Civil. Así es reconocido por
las ciencias sociales y jurídicas y, en especial, por los estudiosos del Derecho
de Familia.
Los enunciados constitucionales referidos a la familia están estructurados de
forma indeterminada y abierta, dejando a la ley la tarea de ir configurando la
institución conforme al devenir social y cultural de la sociedad. Ello obedece
a que las sociedades cambian y la familia siendo el núcleo basal de la misma,
también evoluciona. La familia aparece universalmente como una realidad
cotidiana cuyo significado, si bien resulta evidente, presenta características
que varían en el espacio y en el tiempo. Ello, explica por ejemplo, por qué las
normas civiles que la regulan han evolucionado frente a las exigencias
constitucionales … De lo contrario, esas normas pueden quedar obsoletas o
perder vigencia;
18.Que ello, además, es coherente con una interpretación sistemática de la
Constitución. Las normas citadas deben complementarse con lo dispuesto en
el inciso cuarto del artículo 1º de la Ley Suprema, que dispone que “el Estado
está al servicio de la persona humana y su finalidad es promover el bien
común, para lo cual debe contribuir a crear las condiciones sociales que
permitan a todos y a cada uno de los integrantes de la comunidad nacional su
mayor realización espiritual y material posible, con pleno respeto a los
derechos y garantías que esta Constitución establece”; y con lo que la
Constitución señala al estipular que el Estado debe “promover la integración
armónica de todos los sectores de la Nación y asegurar el derecho de las
personas a participar con igualdad de oportunidades en la vida nacional”.
Por su parte, el Pleno del Tribunal Constitucional español, en
sentencia Nº 198/2012, de 06 de noviembre, ha resuelto: “el texto constitucional
no hace depender exclusivamente el concepto constitucional de familia a la que
tiene su origen en el matrimonio […] ni tampoco la limita a las relaciones con
descendencia. Por tanto, son dignos de protección constitucional los matrimonios
sin descendencia, las familias extramatrimoniales o monoparentales y, sobre
todo, los hijos a los que el art. 39 CE, que refleja una conexión directa con el art.
14 CE protege con independencia de que éstos hayan sido concebidos dentro o
fuera del matrimonio (art. 39.3 CE), de que se haya producido la nulidad
matrimonial, la separación legal o la disolución del matrimonio por divorcio (art.
92 del Código civil) o incluso, en fin, de que el progenitor quede excluido de la
patria potestad y demás funciones tuitivas. Dicho lo anterior, es cierto que, hasta
la fecha, la interpretación del art. 39 CE no ha llevado a este Tribunal a definir
un concepto constitucional de familia, y no siendo tampoco éste el momento para
elaborarlo, ello no impide determinar que en el art. 39 CE se incluirían las
familias que se originan en el matrimonio, pero también a las que no tienen ese
286 Rommy Alvarez Escudero

origen. Cabe recordar aquí que asimismo el Tribunal Europeo de Derechos


Humanos desconecta el derecho a contraer matrimonio y la garantía de
protección de la familia, cuando establece que el concepto de vida familiar
protegido por el art. 8 CEDH no se reserva únicamente a las familias fundadas
en el matrimonio, sino que puede referirse también a otras relaciones de facto”.
El mismo Tribunal Constitucional, anteriormente, en sentencia
222/1992, de 11 de diciembre, ha señalado: “Nuestra Constitución no ha
identificado la familia a la que manda proteger con la que tiene su origen en el
matrimonio, conclusión que se impone no sólo por la regulación bien
diferenciada de una institución y otra (arts. 32 y 39), sino también, junto a ello,
por el mismo sentido amparador o tuitivo con el que la Norma fundamental
considera siempre a la familia y, en especial, en el repetido art. 39, protección
que responde a imperativos ligados al carácter «social» de nuestro Estado (arts.
1.1 y 9.2) y a la atención, por consiguiente, de la realidad efectiva de los modos
de convivencia que en la sociedad se expresen”.
Respecto decisiones de tribunales internacionales en la materia, el
Tribunal Europeo de Derechos Humanos, se ha pronunciado en las sentencias
dictadas en el caso “Elsholz c. Alemania”, con fecha de 13 de julio de 2000; caso
“Keegan c. Irlanda”, con fecha 26 de mayo de 1994; caso “Johnston y Otros c.
Irlanda”, con fecha 18 de diciembre de 1986; y, mas recientemente en el caso
P.B. y J.S. contra Austria, con fecha 22 de julio de 2010, señalando: “ … en
concreto que la noción de familia según esta provisión no se limita a las
relaciones basadas en el matrimonio y que puede abordar otros vínculos
familiares de facto, en las que las partes viven juntas fuera del vínculo del
matrimonio. Un hijo nacido en una de estas relaciones es ipso jure parte de dicha
unidad familiar, desde el momento y por el mero hecho de su nacimiento”.
En el sistema interamericano de justicia, podemos citar las sentencias
de la Corte Interamericana de Derechos Humanos en el caso “Fornerón e Hija
contra Argentina”, de fecha 27 de abril de 2012, que en su párrafo 98, concluye:
“Este Tribunal ha dicho anteriormente que en la Convención Americana no se
encuentra determinado un concepto cerrado de familia, ni mucho menos se
protege sólo un modelo de la misma … . Por otra parte, no hay nada que
indique que las familias monoparentales no puedan brindar cuidado, sustento y
cariño a los niños. La realidad demuestra cotidianamente que no en toda familia
existe una figura materna o una paterna, sin que ello obste a que ésta pueda
brindar el bienestar necesario para el desarrollo de niños y niñas; y, el caso
“Atala Riffo y Niñas contra Chile”, cuya sentencia fue pronunciada con fecha 24
de febrero de 2012, y, que en similar sentido, en su párrafo 142, señala: “La
Corte constata que en la Convención Americana no se encuentra determinado un
concepto cerrado de familia, ni mucho menos se protege sólo un modelo
“tradicional” de la misma. Al respecto, el Tribunal reitera que el concepto de
vida familiar no está reducido únicamente al matrimonio y debe abarcar otros
lazos familiares de hecho donde las partes tienen vida en común por fuera del
matrimonio”
Contemporáneamente, entonces, la familia considerada en un sentido
amplio, como un fenómeno heterogéneo, se nos presenta como un instituto que
asume complejas funciones que admiten su análisis desde diversas disciplinas.
Direito e Justiça – Número V 287

Centrándonos en el análisis jurídico, la familia cumple un rol de integración y


socialización de sus miembros15, especialmente de aquellos que nacen y se
desarrollan en su seno hasta alcanzar su madurez, el eje es la relación paterno –
filial, correspondiendo primeramente a cada familia el traspaso de tradiciones,
cultura, crianza y educación a sus hijos, función que, ya en el último cuarto del
siglo XX, Lacruz Berdejo evidenciaba, como lo señala Roca I Trias16 y, en la que
es importante considerar que los niños no viven solos sino en un ámbito
relacional con sus padres y los otros miembros de la familia. Agrega Del Pico
Rubio otras funciones de equidad generacional; control social, pues “transmite e
irradia el compromiso de sus integrantes con la vigencia de normas justas”; y,
por último, “una función de afirmación de la persona por sí misma, ofreciendo a
sus integrantes el respeto, el resguardo y la promoción de su valor como persona,
al margen de consideraciones de edad, sexo, capacidad económica e influencia
de su integridad moral”17.
Funciones de la familia en la sociedad actual que han sido
expresamente señaladas por el Tribunal Constitucional chileno, en fallo ya
referido anteriormente, de fecha 03 de noviembre de 2011 –considerando 2º del
voto particular concurrente de la Ministra Sra. Marisol Peña Torres-, en causa
por inaplicabilidad rol Nº 1881-10-INA, que señala: “2º Que, en primer término,
el inciso segundo del artículo 1o de la Constitución Política sentencia que “la
familia es el núcleo fundamental de la sociedad” reafirmando la idea de que la
vía a través de la cual una persona ingresa a la sociedad es, precisamente, a
través de la familia. Desde ese punto de vista, la familia, como grupo intermedio
natural, resulta fundamental para preservar el cuerpo social. Adicionalmente, la
familia cumple una serie de funciones que han llevado a concebirla como
“núcleo fundamental de la sociedad” y a imponer al Estado el deber de darle
protección y de propender a su fortalecimiento. Así se distingue, en primer lugar,
“una función de equidad generacional, caracterizada por la promoción de la
solidaridad diacrónica entendida como la corresponsabilidad intergeneracional
entre ascendientes y descendientes. En segundo lugar, la función de transmisión
cultural, pues se considera que la familia natural educa en la lengua, las
costumbres, las creencias religiosas, las formas de relación legitimadas
socialmente y el trabajo. En tercer lugar, la función de socialización, que alude a
la provisión de los conocimientos, habilidades, virtudes y relaciones que
permiten a una persona la pertenencia a un grupo social más amplio, pues se
tiende a coincidir en su apreciación como una comunidad, inserta en una red de
comunidades. En cuarto lugar, cumple una función de control social, pues
transmite e irradia el compromiso de sus integrantes con la vigencia de normas
justas, con la observancia de preceptos que involucran asumir responsabilidades
de interés colectivo y con la adscripción a códigos morales que promueven la
virtud. En quinto lugar, cumple una función de afirmación de la persona por sí
misma, ofreciendo a sus integrantes el respeto, el resguardo y la promoción de su

15
Véase, DÍEZ-PICAZO, Luis, GULLÓN, Antonio, Sistema de Derecho Civil. (Madrid: Editorial
Tecnos, 2002) Volumen IV, 8ª Edición, pp. 34 – 35.
16
ROCA I TRIAS, Encarna. Op. Cit., p.37.
17
DEL PICO RUBIO, Jorge. Op. Cit., p.38.
288 Rommy Alvarez Escudero

valor como persona, al margen de consideraciones de edad, sexo, capacidad


económica e influencia de su integridad moral”.

3 CONCLUSIONES
– La noción jurídica de familia es un concepto cultural que ha
evolucionado globalmente, siendo reconocida actualmente la
familia como el núcleo primero y básico, dentro del cual deben
ser satisfechos los derechos esenciales de sus integrantes,
potenciando su mayor desarrollo y protegiendo a aquellos que,
por sus especiales características, por ejemplo, madurez en
desarrollo, deben recibir especial atención.
– Los ordenamientos jurídicos nacionales y diversas normas de
sistemas de derechos humanos de carácter internacional
reconocen a la familia y el derecho a la vida familiar sin
conceptualizarla, consagrándola como un núcleo esencial de la
sociedad, lo cual permite que las diversas formas en que,
actualmente, se configura la familia reciban reconocimiento y
protección legal a nivel local y supranacional.
– La evolución de las sociedades occidentales, atendidos diversos
fenómenos ocurridos a partir del siglo pasado, ha conducido, en
general, a consolidar formas plurales de familia.
– La persona y la satisfacción de sus derechos constituye, en la
actualidad, el centro de atención en el contexto familiar, los
ordenamientos jurídicos propenden a potenciar al individuo,
miembro del grupo familiar, bajo esta mirada la familia se
concibe como una herramienta al servicio de sus componentes,
entendiéndose ya superada aquella visión que privilegiaba una
estructura jerárquica con centro en el padre-marido.

4 BIBLIOGRAFÍA
Cicu, Antonio, Il Diritto de Famiglia: Teoria Generale. (Roma: Arnaldo Forni editori, 1914) edición
facsímil
Del Pico Rubio, Jorge, Evolución y Actualidad de la Concepción de Familia. Una Apreciación de la
Incidencia Positiva de las Tendencias Dominantes a partir de la Reforma del Derecho Matrimonial
Chileno. Revista Ius et Praxis Nº 17, año 1 (2011).
Díez-Picazo, Luis, Gullón, Antonio, Sistema de Derecho Civil. (Madrid: Editorial Tecnos, 2002),
Volumen IV, 8ª Edición.
Kemelmajer de Carlucci, Aída, Las Nuevas Realidades Familiares en el Código Civil y Comercial
Argentino de Octubre de 2014. Revista de Derecho de Familia Nº4, Vol. IV (2014)
Malo Gonzalez, Fernando, Hacia un Nuevo Derecho de Familia, en Cabanillas Sanchez, Antonio,
Caffarena Laporta, Jorge, et al (Comité Organizador), Estudios Jurídicos en Homenaje al Profesor
Luis Díez-Picazo. (Madrid: Civitas Ediciones, 2003), 1ª Edición, Tomo III
Prinz Von Sachsen, Karl, Nuevas Tendencias en el Derecho Civil de la República Federal de
Alemania. Anuario del Departamento de la Universidad Iberoamericana, Nº20, (1989)
Roca I Trias, Encarna, Libertad y Familia. (Valencia: Ed. Tirant lo Blanch 2014), 1ª Edición
Direito e Justiça – Número V 289

Normativa
- Código Civil chileno
- Código Civil catalán
- Constitución española
- Constitución Política chilena
- Grundgesetz für die Bundesrepublik Deutschland
- Constitución de la Nación argentina
- Costituzione della Repubblica Italiana
- Declaración Universal de los Derechos Humanos
- Declaración Americana de los Derechos y Deberes del Hombre
- Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos
- Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos
- Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales
- Convención sobre los Derechos del Niño
- Convenio Europeo para la Protección de los Derecho Humanos y las Libertades Fundamentales
- Carta de los Derechos Fundamentales de la Unión Europea
- Convenio de la Haya sobre Protección del Niño y Cooperación en Materia de Adopción
Internacional

Jurisprudencia
- Corte Suprema chilena, causa rol Nº3700/2015, caratulada “G.C.R.B con V.M.C.G.”
- Tribunal Constitucional chileno, causa rol Nº1881-10-INA
- Tribunal Constitucional español, sentencia Nº 198/2012, de 06 de noviembre
- Tribunal Constitucional español, sentencia 222/1992, de 11 de diciembre
- Tribunal Europeo de Derechos Humanos, caso “Elsholz c. Alemania”, sentencia de fecha 13 de
julio de 2000
- Tribunal Europeo de Derechos Humanos, caso “Keegan c. Irlanda”, sentencia de fecha 26 de
mayo de 1994
- Tribunal Europeo de Derechos Humanos, caso “Johnston y Otros c. Irlanda”, sentencia de fecha
18 de diciembre de 1986
- Tribunal Europeo de Derechos Humanos, caso P.B. y J.S. c. Austria, sentencia de fecha 22 de
julio de 2010
- Corte Interamericana de Derechos Humanos, caso “Fornerón e Hija contra Argentina”, sentencia
de fecha 27 de abril de 2012
- Corte Interamericana de Derechos Humanos, caso “Atala Riffo y Niñas contra Chile”, sentencia
de fecha 24 de febrero de 2012
Direito e Justiça – Número V 277

LA EVOLUCIÓN EN LA NOCIÓN JURÍDICA DE


LA FAMILIA, SUS DIVERSAS FORMAS Y LA
GLOBALIZACIÓN DE SU RECONOCIMIENTO

Rommy Alvarez Escudero1

Resumen: El presente trabajo se aboca a revisar la evolución en la noción


jurídica de la familia en el ámbito de los países de tradición jurídica romano-
germánica, desde la concepción de la familia-institución, hasta la noción
actual de familia-comunidad, que reconoce a la familia como la base al
servicio de cada uno de sus miembros para la satisfacción de sus derechos
esenciales. Noción que comprende diversas formas de familia y, que ha
recibido consagración global en los distintos ordenamientos jurídicos y en
normas supranacionales; y que, en el mismo sentido ha sido incorporada en la
jurisprudencia de los tribunales naciones e internacionales.
Palabras claves: familia – evolución familia – formas de familia
Abstract: The present work aims to review the evolution of the legal notion
of the family in the context of the Roman-Germanic juridical tradition, from
the conception of the family-institution to the current notion of family-
community, which Recognizes the family as the basis at the service of each of
its members for the satisfaction of their essential rights. A notion that includes
diverse forms of family and, that has received global consecration in the
different juridical systems and in supranational norms; And that, in the same
sense has been incorporated in the jurisprudence of the national and
international courts.
Keywords: family – family evolution – family forms

1 NOCIÓN JURÍDICA DE LA FAMILIA Y SU EVOLUCIÓN


La familia es, sin duda, un medio natural para el hombre,
permaneciendo desde los albores de la historia hasta nuestros días, denotando
con ello dos importantes características: su estabilidad y su versatilidad, pues se
ha mantenido en su calidad de núcleo fundante, adaptándose a los diversos
matices que se han presentado en las diversas épocas y sociedades. Y, la clara
constatación es que la familia existe y persiste, pero la noción jurídica que de ella
tenga, dependerá del ordenamiento jurídico que se dé en una sociedad
determinada, por ello es que resulta importante abocarse, a analizar la evolución
de la noción jurídica de la familia, en el escenario de la tradición jurídica
romano-germánica. Como refiere la autora Kemelmajer de Carlucci, “La familia
es, entonces, un instituto histórica y socialmente condicionado, representa una

1
Doctoranda Universidad Autónoma de Barcelona.