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Sumário:

Introdução e funcionamento

O que é a memória de
computador? ..................................................................................................................
..................4

Tamanho da memória

....................................................................................................................................4

Hierarquia de memória

....................................................................................................................................5

Armazenamento

Funcionamento da memória principal

....................................................................................................................................5

Operações de I/O

....................................................................................................................................6

Memória Principal

Memória ram
....................................................................................................................................7
Memória rom
..................................................................................................................................10
Memória cache
..................................................................................................................................11
Memória virtual
..................................................................................................................................13
Registradores
..................................................................................................................................14
Bibliografia
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Introdução:

Este trabalho explica os diversos tipos de memórias que um computador necessita


para que possa ter um bom desempenho, abrange desde o conceito básico de
memória como funcionamento,armazenamento e evolução das memórias, como
também trata da função de cada tipo de memória ,deixando bem claro o conceito de
memória computacional.

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O que é a memória de computador?

A memória computacional vem de dispositivos eletrônicos responsáveis pelo


armazenamento temporário ou permanente das informações, para que essas
possam ser recuperadas quando necessário.

Tamanho da memória

Esse é o indicador da capacidade de um computador. Quanto maior ela for, mais


informação poderá guardar. Ou seja, quanto mais bytes a memória tiver, mais
caracteres poderá conter e, consequentemente, maior o número de informação que
guardará.

A memória é geralmente apresentada em múltiplos de K, M(mega), G(giga) ou


T(tera).

1K eqüivale a 210

1M eqüivale a 220

1G eqüivale a 230

1T eqüivale a 240

Em geral, o tamanho da célula depende da aplicação desejada para a máquina.

Emprega-se células pequenas em máquinas mais voltadas para aplicações


comerciais ou pouco cientificas. Uma memória com células de 1 byte permite o
processamento individual de caracter, o que facilita o processamento de aplicações
como editores de textos.

A memória do computador pode ser dividida em duas categorias:

· Principais: é a que está mais próxima do processador,possuí acesso rápido, mas


de capacidade mais restrita. Armazena informações temporariamente durante um
processamento realizado pela UCP(Unidade central de processamento).

· Secundárias: acesso mais lento, mas de capacidade de armazenamento de dados


maior.

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HIERARQUIA DE MEMÓRIA

A memória principal não é o único dispositivo de armazenamento de um


computador. Em função de características como tempo de acesso, capacidade de
armazenamento, custo, etc., podemos estabelecer uma hierarquia de dispositivos de
armazenamento em computadores.

Tipo Capacidade Velocidade Custo Localização Volatilidade


muito
Registrador Bytes muito alta UCP Volátil
alto
Memória
Kbytes alta alto UCP/placa Volátil
Cache
Memória
Mbytes média médio Placa Volátil
Principal
Memória
Gbytes baixa baixo Externa Não Volátil
Auxiliar

Como se pode observar na tabela acima quanto maior a velocidade da memória


maior é o seu custo.

FUNCIONAMENTO DA MEMÓRIA PRINCIPAL

Toda memória, seja Secundária ou Principal, permite a realização de dois tipos de


operações: escrita e leitura.

Entende por leitura a recuperação da informação armazenada e a escrita é a


gravação (ou armazenamento) da informação na memória.

No caso da Memória Principal (MP), essas operações são realizadas pela UCP e
efetuada por células, não sendo possível trabalhar com parte dela.

A leitura não é uma operação destrutiva, pois ela consiste em copiar a informação
contida em uma célula da MP para a UCP, através de um comando desta.

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Pelo contrário a escrita é uma operação destrutiva, por que toda vez que se grava
uma informação em uma célula da MP, o seu contudo anterior de eliminado.

OPERAÇÒES DE I/O NA MEMÓRIA

Para a ligação entre MP e UCP é realizada através de dois registradores: o


REM(Registrador de endereço de memória) e o RDM(Registrador de dados de
memória) e suas respectivas vias. É feito apenas um acesso por vez.

Operação de escrita

A UCP envia para o REM o endereço da memória onde a palavra será gravada, e
para o RDM a informação (palavra) da posição a ser gravada.

A UCP comanda uma gravação (sinal write).

A palavra armazenada no RDM é, então, transferida para a posição de memória,


cujo endereço está no REM.

Operação de leitura

A UCP armazena no REM o endereço da posição, onde a informação a ser lida está
localizada.

A UCP comanda uma leitura (sinal de controle para memória - READ).

O conteúdo (palavra) da posição identificada pelo endereço contido no REM é,


então, transferido para o RDM; deste, é enviado para a UCP, pela barra de dados.

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Memória RAM

Na placa-mãe também ficam encaixados os módulos da memória principal, também


chamados de pentes de memória RAM (Random Access Memory), a memória de
acesso aleatório. Esses módulos de memória são os responsáveis pelo
armazenamento dos dados e das instruções que o processador precisa para
executar suas tarefas.

É para a memória RAM que são transferidos os programas (ou parte deles) e os
dados que estão sendo trabalhados nesse momento. É principalmente nela que é
executada a maioria das operações, portanto é nesta memória que ocorrem as
operações da CPU.

Este tipo de memória permite tanto a leitura como a gravação e a regravação de


dados. No entanto, assim que os módulos deixam de ser alimentados eletricamente,
ou seja, quando o computador é desligado, a memória RAM é apagada, ou seja,
perde todos os seus dados. Assim, a memória RAM é uma memória temporária
(volátil).

A razão da existência e importância da memória RAM está na sua velocidade de


leitura dos dados, que é muito grande. Todas informações que estão contidas nela
podem ser acessadas de maneira mais rápida do que as informações que estão no
disco rígido, no disquete ou no CD-ROM, que são consideradas tipos de memórias
secundárias. Essas, apesar de terem acesso mais lento são permanentes, ou seja,
as informações nelas gravadas ficam armazenadas mesmo quando o micro está
desligado.

Velocidade

Os pentes de memória RAM variam em capacidade de armazenamento e em


velocidade. Quanto mais memória RAM o computador tiver, mais rápido será o seu
funcionamento e mais facilmente ele suportará a execução de funções simultâneas.
Os tamanhos de memória RAM foram aumentando gradativamente: 16, 32, 64, 128,
256, 512 MB, 1GB e assim por diante.

Quando se escolhe um computador esta especificação é quase tão importante


quanto a capacidade do processador, pois a simples adição de mais memória pode
deixar um computador mais rápido, sem que haja a necessidade de trocá-lo por um
modelo mais moderno.

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Tipos de RAM

Cada tipo tem uma forma de encapsulamento e um modo de funcionamento.

DRAM (Dynamic Random Access Memory)


É o tipo dinâmico. Os módulos possuem alta capacidade, podendo comportar
grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas informações costuma
ser mais lento que nas memórias estáticas. Em compensação tem preços bem
menores que as memórias do tipo estático, pois utiliza uma tecnologia mais simples.

SRAM (Static Random Access Memory)


É o tipo estático. São muito mais rápidas que as memórias DRAM, porém
armazenam menor quantidade de dados.

Encapsulamento

O chip de memória é um circuito elétrico integrado em uma minúscula fatia de silício


contendo impurezas. É um pouco mais espesso que uma folha de papel e é muito
delicado, não podendo suportar exposição ao ar. Portanto, o que chamamos de
"chip" de memória, é o encapsulamento, ou seja, o invólucro protetor do circuito, que
é feito de material plástico ou resina epoxi. A memória está lá dentro e se liga ao
mundo exterior por fios metálicos que saem do invólucro e se conectam a contatos
metálicos que se encaixarão nos soquetes ou slots (fendas com contatos elétricos)
da placa-mãe.

Há vários tipos de encapsulamento de memória (DIP, SIPP, SIMM, DIMM, DDR,


sendo que atualmente, o tipo de memória mais usado é o DDR.

DIP (Dual In Line Package)


Esse é um tipo de encapsulamento de memória antigo e que foi utilizado em
computadores XT e 286, principalmente como módulos EPROM (que eram soldados

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na placa). Também foi muito utilizado em dispositivos com circuitos menos
sofisticados;

SIPP (Single In Line Pin Package)


Espécie de evolução do DIP. A principal diferença é que esse tipo de memória
possui, na verdade, um conjunto de chips DIP que formavam uma placa de memória
(mais conhecida como pente de memória). O padrão SIPP foi aplicado em placas-
mãe de processadores 286 e 386

SIMM (Single In Line Memory Module)


Ele é uma evolução do padrão SIPP. Foi o primeiro tipo a usar um slot (um tipo de
conector de encaixe) para sua conexão à placa-mãe. Existiram pentes no padrão
SIMM com capacidade de armazenamento de 1 MB a 16 MB. Este tipo foi muito
usado nas plataformas 386 e 486 (primeiros modelos).

DIMM (Double In Line Memory Module)


Surgiu após o tipo SIMM. Muito utilizado em placas-mãe de processadores Pentium
II, Pentium III e em alguns modelos de Pentium 4 (e processadores equivalentes de
empresas concorrentes), o padrão DIMM é composto por módulos de 168 pinos.

DDR (Double Data Rate)


Atinge taxas de transferência de dados muito superiores ao DIMM. As memórias
DDR são oficialmente encontradas em versões de 266 MHz, 333 MHz e 400 MHz,
enquanto as memórias DDR2 são encontradas em versões de 400 MHz, 533 MHz,
667 MHz e 800 MHz. Ambos tipos transferem dois dados por pulso de clock. Por
conta disso, os clocks listados são os clocks nominais e não os clocks reais. Para
obter o clock real divida o clock nominal por dois. Por exemplo, a memória DDR2-
667 na realidade trabalha a 333 MHz.

DDR2(Double Data Rate Two) é a evolução da tecnologia de memória DDR da


próxima geração. A memória DDR se caracteriza por velocidades mais rápidas,
larguras de banda de dados mais altas, mais baixo consumo de energia e
desempenho térmico aperfeiçoado. As memórias DDR2 apresentam velocidades
mais rápidas, de até 667 MHz, maior largura de banda de dados, consumo de
energia 50% menor e performance térmica aperfeiçoada em relação ao DDR.
As memórias DDR2 têm configurações de pinos, requisitos de voltagem e tecnologia
de chip DRAM diferenciados da DDR. Por conta disso, a DDR2 não é compatível
com as motherboards DDR atuais. Para prevenir a inserção acidental numa placa-
mãe incompatível, os módulos DDR2 têm uma chaveta única ou "entalhe" em seu
conector que deve encaixar-se no soquete de memória.

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Memória ROM (Read Only Memory ou Memória de leitura) – As memórias ROM
(Memória Somente para Leitura) são usadas para armazenar dados importantes do
fabricante acerca dos equipamentos em questão, e o usuário não pode modificá-las.
Um exemplo de memória ROM é o chip que armazena o BIOS (Sistema Básico de
Entrada e Saída), que existem em toda placa mãe. Este programa (BIOS) reconhece
os componentes básicos do computador e ajuda no processo de inicialização da
máquina.

Existem alguns tipos básicos de memória ROM

PROM (Programmable Read-Only Memory)


Tem sua gravação feita por aparelhos especiais que trabalham através de uma
reação física com elementos elétricos.Os dados gravados na memória PROM não
podem ser apagados ou alterados.

EPROM (Electrically Programmable Read-Only Memory)


Os dados gravados na memória EPROM pode ser apagados pelo uso de radiação
ultra violeta permitindo sua reutilização. É o tipo de memória ROM geralmente usado
para armazenar a BIOS do computador.

EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory)


Tipo similar à EPROM. Seu conteúdo pode ser apagado aplicando-se uma voltagem
específica aos pinos de programação. Portanto, pode ter seu conteúdo modificado
eletricamente, mesmo quando já estiver funcionando num circuito eletrônico.

CD-ROM

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São discos ópticos que retêm os dados não permitindo sua alteração.

FlashROM

Memória flash semelhante às EEPROMs. São mais rápidas e de menor custo. É um


tipo de chip de memória para BIOS de computador que permite que esta seja
atualizada através de softwares apropriados. Essa atualização pode ser feita por
disquete ou até mesmo pelo sistema operacional. Tudo depende dos recursos que o
fabricante da placa-mãe em questão disponibiliza.

Memória Cache é uma pequena quantidade de memória estática de alto


desempenho, tendo por finalidade aumentar o desempenho do processador
realizando uma busca antecipada na memória RAM. A taxa de acerto típica pode
variar entre 80% e 99%.

Na pirâmide de memória, abaixo dos registradores, encontra-se o conjunto cache-


memória principal. Em sistemas de computação mais antigos, a pirâmide não
possuía memória cache e, desse modo, os registradores eram ligados diretamente à
memória principal.

Em toda execução de uma instrução, a CPU acessa a memória principal (sem


cache), pelo menos uma vez, para buscar a instrução (uma cópia dela) e transferi-la
para um dos registradores da CPU. E mais ainda, muitas instruções requerem outros
acessos à memória, seja para a transferência de dados para a CPU (que serão
processados na ULA), seja para a transferência do resultado de uma operação da
CPU para a memória.

Em resumo, para a realização do ciclo de uma instrução há sempre a necessidade


de ser realizado um ou mais ciclos de memória.

Considerando-se que um ciclo de memória é atualmente bem mais demorado do


que o período de tempo que a CPU gasta para realizar uma operação na ULA, fica
claro que a duração da execução de um ciclo de instrução é bastante afetada pela
demora dos ciclos de memória.

Desde há muito, então, esta interface entre o processador e a memória principal


vem sendo um ponto frágil no que se refere à performance do sistema.

Na tentativa de melhorar o desempenho dos sistemas de computação, os projetistas


das CPU vêm constantemente obtendo velocidades cada vez maiores nas
operações dessas unidades, o que não está acontecendo na mesma proporção com
o aperfeiçoamento tecnológico das memórias utilizadas como memória principal.
Assim, anualmente a diferença de velocidade entre CPU e memória principal é
talvez maior do que já foi no passado.

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Na busca de uma solução para este problema (o gargalo de congestionamento na
comunicação CPU/MP que degrada o desempenho dos sistemas), foi desenvolvida
uma técnica que consiste na inclusão de um dispositivo de memória entre CPU e
MP, denominado memória CACHE, cuja função é acelerar a velocidade de
transferência das informações entre CPU e MP e, com isso, aumentar o
desempenho dos sistemas de computação.

Para tanto, esse tipo de memória é fabricado com tecnologia semelhante à da CPU
e, em conseqüência, possui tempos de acesso compatíveis, resultando numa
considerável redução da espera da CPU para receber dados e instruções da cache,
ao contrário do que acontece em sistemas sem cache .

Assim, logo abaixo dos registradores na pirâmide é inserida a memória cache, com
os seguintes parâmetros:

Tempo de acesso/ciclo de memória - sendo memórias de semicondutores,


fabricadas com tecnologia e recursos para prover menores ciclos de memória que as
memórias RAM comuns (memória principal do tipo dinâmica), elas possuem
velocidade de transferência tal que lhes garante tempos de acesso entre l0 e 25 ns
(nanossegundos), sendo por esta razão colocadas, na pirâmide, logo abaixo dos
registradores.

Capacidade - tendo em vista que a CPU acessa primeiramente a memória cache,


para buscar a informação requerida (a próxima instrução ou dados requeridos pela
instrução em execução), é importante que a referida memória tenha capacidade
adequada para armazenar uma apreciável quantidade de informações, visto que, se
ela não foi encontrada na cache, então o sistema deverá sofrer um atraso para que
a informação seja transferida da memória principal para a cache.

Por outro lado, uma grande capacidade implicará certamente elevação de seu custo,
muitas vezes inaceitável para compor o preço total do sistema.

Desta forma, deve-se conciliar o compromisso de uma apreciável capacidade com a


não-elevação demasiada de seu preço.

Valores típicos de memória cache oscilam entre 16K e 512K em máquinas de


grande porte e até 256K para microcomputadores (é possível que em breve estes
valores já estejam mais elevados), considerando-se memórias cache externas à
CPU, já que atualmente alguns processadores (como o INTEL 80486) possuem uma
certa quantidade de memória cache em seu interior, da ordem de 8K.

Volatilidade - a exemplo dos registradores, memórias cache são dispositivos


construídos com circuitos eletrônicos, requerendo, por isso, energia elétrica para seu
funcionamento. São, deste modo, dispositivos voláteis.

Tecnologia - memórias cache são fabricadas com circuitos eletrônicos de alta


velocidade para atingirem sua finalidade. Em geral, são memórias estáticas,
denominadas SRAM.

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Temporariedade - o tempo de permanência de uma instrução ou dado nas memórias
cache é relativamente pequeno, menor que a duração da execução do programa ao
qual a referida instrução ou dado pertence. Isto porque, devido a seu tamanho não
ser grande e ser utilizada por todos os programas em execução, há necessidade de
alteração periódica da informação armazenada para permitir a entrada de novas
informações. Embora a transitoriedade das informações na cache seja uma
realidade, o período efetivo de permanência de um dado ou instrução é dependente
do tipo de política de substituição de informação.

Custo - o custo de fabricação das memórias cache é alto. O valor por byte está
situado entre o dos registradores, que são os mais caros, e o da memória principal,
mais barata. Memórias cache internas à CPU ainda são mais caras do que as
externas.

Memória VIRTUAL – é simulada pelo Windows no HD (Disco rígido), ela entra em


ação quando se esgota a memória principal (RAM). Trata-se de um recurso de
software e não de hardware.

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Registradores

São células de memória embutidas na UCP, que contêm dados específicos para seu
uso, especialmente a unidade de aritmética e lógica (UAL). Parte integrante da
própria UCP, ela é controlada diretamente pelo compilador, que envia os dados a
serem processados na UCP.

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Bibliografia:

http://pt.wikipedia.org/ 15/03/2008 23:30


www.clubedohardware.com.br 15/03/2008 23:30
www.infowester.com 15/03/2008 23:30
http://hsw.uol.com.br http://hsw.uol.com.br

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