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INTRODUÇÃO

Estou iniciando essa nova apostila para que todos os nossos alunos da
Express Cursos e Treinamentos aprimorem os seus conhecimentos na área
de Eletrônica em Placa-mãe, apostila voltada ao público dos cursos
PRESENCIAIS.

Nesta apostila o aluno poderá acompanhar o curso PRESENCIAL do inicio ao


fim, tendo como material didático a mesma, assim aprendendo e fazendo
anotações básicas para estudo posterior, essa apostila não tem uso para
cursos em dvds e sim para os cursos online em vídeo conferencia.

Apresento todo o nosso trabalho a DEUS o todo poderoso que nos ajudou
até aqui e creio que sempre irá nos ajudar, esse trabalho suado onde muitas
pessoas tentaram parar ou derrubar com mentiras e pirataria está sendo
renovado em nome de JESUS pois esse nome tem porder.

Aqui você aluno irá estudar smds, testes e mapeamento de placa onde
iremos ensinar em fotos e através do quadro e na prática todos os testes de
componentes de todos os circuitos da placa, essa apostila elaborada do
inicio ao fim irá acompanhar o aluno na teoria e na prática dentro da sala de
aula presencial ou online.

Iremos abordar tanto os circuitos primários como circuitos secundários do


mesmo, assim como circuito pwm, pson, circuitos de rede e som, sul e
norte, memoria, circuitos de i/o entradas e saídas, bios (eprom), circuito jack
de start.

Antes mesmo iremos conhecer cada circuito e o que o mesmo aciona, nas
primeiras aulas o aluno deverá aprender a soldagem, desoldagem e
resoldagem, para que quando for preciso trocar um componente smd ou tht
o mesmo tenha a prática da troca sem danificar o mesmo assim tendo
sucesso em seu serviço e profissionalismo.

Eu Prof. Júnior espero que vocês todos aprendam o básico e intermediário da


eletrônica em placa mãe, aqui ensinarei a vocês 99,9 por cento de tudo,
nem no curso presencial e nem no online o aluno aprende 100%, passamos
por partes o conteúdo completo para que o aluno se especialize e inicie ao
conserto onde o mesmo poderá já iniciar sua própria assistência técnica,
iremos passar para vocês o conserto com material básico e de baixo custo,
onde o aluno poderá dar o ponta pé na sua empreitada a área que mais
cresce no mercado, e após ir comprando os materiais melhores.

Agradeço a todos a preferencia de todos vocês e podem ter certeza que


ajudarei a todos no aprendizado.

Daniel M. da Silva Jr

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04/01/2014 as 12:28

1 CAPITULO
MATERIAIS PARA ESTRUTURAR SEU LABORATÓRIO – Saiba quais materiais
comprar e como utilizar os mesmos.

MULTIMETRO DIGITAL

Fazemos a utilização do multímetro digital, acima vemos um modelo barato


e eficaz, no valor entre r$ 39 a r$ 50, iremos agora aprender quais escalas
iremos utilizar e como utilizar e quando fazer o mesmo.

Como utilizar um multímetro digital


Um multímetro digital oferece a facilidade de mostrar diretamente em seu
visor, que chamamos de display de cristal líquido, ou simplesmente display,
o valor numérico da grandeza medida, sem termos que ficarmos fazendo
multiplicações (como ocorre com multímetros analógicos).

Um multímetro digital pode ser utilizado para diversos tipos de medidas,


agora iremos citar as três mais comuns:

- tensão elétrica (medida em volts – V).

- corrente elétrica (medida em amperes – A).

1
- resistência elétrica (medida em Ohms – - letra ômega).

Além destas ele pode ter escalas para outras medidas específicas como:
temperatura, frequência, semicondutores (escala indicada pelo símbolo de
um diodo), capacitância, ganho de transistores, continuidade (através de
um apito), etc.

Em multímetros digitais o valor da escala já indica o máximo valor a ser


medido por ela, independente da grandeza. Temos abaixo uma indicação de
valores encontrados na prática para estas escalas:

Escalas de tensão contínua: 200mV, 2V, 20V, 1000V ou 200m, 2, 20, 1000.

Escalas de tensão alternada: 200V, 750V ou 200, 750.

Escalas de resistência: 200, 2000, 20K, 200K, 2M ou 200, 2K, 20K, 200K,
20000K.

A seleção entre as escalas pode ser feita através de uma chave rotativa,
chaves de pressão, chaves tipo H-H ou o multímetro pode mesmo não ter
chave alguma, neste caso falamos que o multímetro digital é um
equipamento de auto-range, ou seja, ele seleciona a grandeza e a escala
que esta sendo medida automaticamente.

Uma coisa muito importante ao se usar um multímetro digital é saber


selecionar a escala correta para a medição a ser feita. Sendo assim
podemos exemplificar algumas grandezas com seus respectivos nomes nas
escalas:

Tensão contínua = VCC, DCV, VDC (ou um V com duas linhas sobre ele, uma
tracejada e a outra continua ).

Tensão alternada = VCA, ACV, VAC (ou um V com um ~ sobre ele).

Corrente contínua = DCA, ADC (ou um A com duas linhas sobre ele, uma

tracejada e uma continua).

Corrente alternada = ACA (ou um A com um ~ sobre ele).

Resistência = Ohms,

Uma coisa importante de se perceber é que a grande maioria dos


multímetros digitais tem 3 ou 4 bornes para a ligação das pontas de prova.
Normalmente um é comum e os outros servem para medição de tensão,
resistência e corrente. A indicação dos bornes sempre mostra para quais
escalas eles podem ser usados. Preste atenção. Eis abaixo um exemplo de
como eles estão dispostos:

1
Borne comum, normalmente indicado por COM – é onde deve estar sempre
ligada a ponta de prova preta. Borne indicado por V/Ohms/mA – nele deve
estar conectada a ponta de prova vermelha para a medição de tensão
(contínua ou alternada), resistência e corrente na ordem de miliamperes.
Borne indicado por A – a ponta de prova vermelha deve ser ligada nele para
a medição de corrente continua ou alternada (observação: a grande maioria
dos multímetros digitais não mede corrente alternada, verifique se existe
uma escala em seu instrumento para isto antes de fazer a medição). O
quarto borne em um multímetro pode ser utilizado para a medição de
correntes continuas mais elevadas, como exemplo, até 10A. Neste caso a
indicação no borne seria 10A ou 10 ADC.

Quando um multímetro apresenta escalas para medição de capacitância ou


ganho (beta) de transistores normalmente eles tem conectores específicos
para isto. Estes conectores estão indicados no painel do instrumento. É bom
lembrar que capacitores devem ser sempre descarregados antes da
medição. Para fazer isto coloque os seus dois terminais em curto usando
uma chave de fenda (se o capacitor tiver mais de um terminal positivo ele
deverão sercolocados em curto com o terra individualmente).

Multímetros digitais normalmente mostram uma indicação que a bateria


está se esgotando, isto normalmente é feito, através de um símbolo de
bateria que aparece continuamente ou que fica piscando no display. Quando
isto ocorrer troque a bateria, multímetros digitais com bateria“fraca”
costumam apresentar um grande erro em suas leituras. Caso a leitura
precise ser monitorada durante um longo tempo este problema poderá fazer
com que você acredite que uma tensão, ou corrente, está variando, quando
ela está fixa e é a bateria do multímetro que está fraca.

A chave de liga-desliga de um multímetro digital pode ser uma das posições


da chave rotativa como pode ser uma chave ao lado do instrumento. Deixe
sempre desligado o multímetro caso não o esteja utilizando.

O que representa um sinal de – (menos ou negativo) antes do número no


display?

Representa que você ligou a ponta de prova (+) vermelha no negativo ou

vice-versa. Inverta as pontas e este sinal sumirá.

Escalas de resistência (preferivelmente a mais baixa) podem ser usadas


para a verificação de curto-circuitos e de continuidade ou não de
interruptores, fiações elétricas, fusíveis, lâmpadas, trilhas de cobre, etc.
Alguns multímetros tem uma escala que apita quando sua pontas de prova
são encostadas, com esta escala somos capazes de verificar se pontos
estão em curto ou ligados apenas com o ouvido, sem a necessidade de
olhar para o display.

Observações finais:

1
Um multímetro digital deve ter no mínimo:

- Escalas para tensão alternada.

- Escalas para tensão continua.

- Escalas para corrente continua.

- Escalas para resistência.

ESCALAS

1ª Escala = Continuidade; Símbolo DIODO

Nesta escala iremos testar componentes fora da placa ou com a placa sem
está energizada, o importante desta escala é o aviso sonoro o famoso bip
onde o técnico não precisará olhar para o multímetro para saber se o
componente passa continuidade onde iremos saber se o componente está
carregando ou em curto total veja quais componentes iremos testar em
continuidade:

a- Transistor efeito de campo (fets)


Testamos carga dos mesmo e onde o mesmo em curto ou em fulga.
b- Capacitores eletrolíticos
Testamos a carga
c- Capacitores smds
Testamos para ver se o mesmo existe cargas no mesmo
d- Mosfets acionadores
Testamos os mesmo para armar e desarmar

e- Jumpers
Testamos o mesmo para continuidade ambos os lados
f- Fusíveis
Testamos se o mesmo está aberto
g- Fuzistores
Mesmo teste dos fusíveis para saber se está aberto
h- Indutores
Os mesmos para saber se está em aberto
i- Bobinas
Testamos para saber se o mesmo está passando carga dos dois lados
j- Trilhas
Testamos para saber se o estão rompidas
k- Para o mapeamento de seguir sinais

1
Esse é o teste principal onde podemos mapear nosso caminho que
iremos seguir nos testes de tensões, assim podendo achar o curso
facilmente.

Esta escala é a mais importante na placa que também temos que ter o bip
onde o mesmo irá avisar o técnico se o mesmo está perfeito ou em curto e
também ao mapeamento.

2ª Escala = Corrente Contínua; SIMBOLO

Nesta escala iremos testar tensões continuas, iremos utilizar a escala de


dcv20v para tensões até 19v, utilizaremos a escala de 200v para tensões a
partir de 20v. Explicação no quadro.

Podemos testar todos os sinais de qualquer componente na placa estando a


mesma energizada para circuitos primários e para componentes com a
placa ligada. Start. Veja:

continuidade:

a- Transistor efeito de campo (fets)


Testamos as tensões de dreno source e gate
b- Capacitores eletrolíticos
Testamos tensões e terra
c- Capacitores smds
Testamos tensões e terra
d- Mosfets acionadores
Testamos as tensões de acionamento
e- Jumpers
Testamos o mesmo para mesma tensão de ambos os lados
f- Fusíveis
Testamos mesma tensão ambos os lados
g- Fusistores
Mesmo teste tensão idêntica dos dois lados
h- Indutores
As mesmas tensões ambos os lados
i- Bobinas
Testamos mesma tensão dos dois lados
j- Trilhas
Podemos usar na hora de mapear as mesmas tensões
k- Para o mapeamento de seguir sinais
Esse é o teste principal onde utilizamos aquele mapeamento feito na
escala de continuidade para assim seguir os sinais de tensões assim
para descobrir circuito em corte para podermos deixar em condução.

3ª Escala = Ohms; SIMBOLO

1
Nesta escala de ohms testamos resistores, irmos aprender a testar
resistores mais a frente. O importante é que podemos testar eles na placa
sem retirar e sem está energizada, mais lembre-se que o teste pode dar pra
mais ou pra menos, para tirar a dúvida pode retirar o mesmo para testar
fora da placa.

ESTAÇÃO DE AR (RETRABALHO)
Temos dois tipos de estação a analógica e digital abaixo temos a
digital yaxun881d

A estação de ar digital é a mais usada no mercado a yaxun importada da


china, mais para técnicos que querem maior desempenho deverá comprar a
digital hikari ou toyo onde diferente da yaxun aguenta mais tempo para uso.

Na digital temos uma força do ferro de solda onde se formos comprar uma
estação analógica temos que comprar a estação de solda fora parte,
podemos até utilizar um ferro de solda de 60 watts diferente da estação o
mesmo não chega até uma temperaturaideal para uma fusão maior assim
diminuindo o tempo do serviço. Já a estação analógica passou no teste de
durabilidade onde o tempo de uso aumenta e a mesma poderá trabalhar o
dia todo.

1
Existe outra diferença entre ambas a digital mostra em seu painel a vazão
(ar) e a temperatura já a analógica não mostra,apenas para apoio as
numerações de 1 a 8 na vazão e os valores de temperaturas.

PINÇAS
Veremos neste ponto algumas pinças que podem nos auxiliar no conserto
de placas.

PINÇA RETA

As pinça reta utilizamos para retirar componentes que possa ter acesso para
cima.

PINÇA CURVA

A pinça curva é utilizada para retirar componentes com difícil acesso.

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PINÇA CRILE

Esse tipo de pinça utiliza-se para segurar alguns componentes para testes
tais como mosfets acionadores fets e outros que temos dificuldades em
testar por ser pequenos.

PINÇA SUCÇÃO OU VÁCUO

Essa pinça utiliza-se para retirar componentes com um maior números de


pinos, assim retirando o mesmo como se estivesse colada a pinça tais
como:

Mult i/o – gerador de frequência – cipwm – chipsets e outros

PASTA DE SOLDA
A pasta de solda é uma das ferramentas mais importantes para a soldagem
desoldagem e resoldagem onde o técnico usa para retirar o componente

1
mais rapidamente da placa e assim também não prejudicando a placa,
temos vários tipos de pastas onde devemos ter cuidado algumas não serve
para eletrônica você pode comprar ou dar uma olhada no rótulo da pasta
ibest onde a mesma tem frisando que não serve para uso de eletrônica.

Veja algumas marcas que podemos usar sem medo:

1- Yaxun

A pasta yaxun nós podemos usar em qualquer tipo de equipamento para


soldagem

2- Amtech 233 – A pasta de solda 233 da amtech serve para limpeza


onde após retirar o componente usamos para retirar o excesso de
solda.

3- Amtech 599 – A pasta de solda 599 da amtech serve para retirar e


colocar componentes, o mais importante que a amtech 233 e 599
serve para reballing e reflaw nos chipsets.

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SUGADOR
Temos vários tipos de sugador os melhores são os de alumínio.

ESTANHO

O ESTANHO PODE USAR O DE 1.0 MM PARA SOLDAS MAIORES COMO


CAPACITORES E OUTROS MAIS.

Também usamos o de 0.3 mm para retrabalho em smds

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FERRO DE SOLDA
Podemos utilizar a estação de solda separada foto abaixo

Também podemos usar o ferro da hikari de 60 watts o melhor para retirar


componentes mais aqui vai uma dica importante, sempre que comprar um
ferro ou estação compre mais 3 bicos para reserva pois o mesmo não dura
muito tempo.

LUPA
Temos alguns tipos de lupas que nos auxilia no trabalho com soldas.

1- Lupa de cabeça – para mim a melhor para trabalhos de longe

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2- Lupa de olho – a melhor para pós-serviço você poderá verificar se
está tudo correto.

3- Lupa eletrônica – essa bem mais cara mais eficiente maior


flexibilidade no trabalho.

4- Lupa de bancada – essa é boa para ter luz e observar a placa antes e
depois da soldagem para o trabalho junto a soldagem não é boa

1
5- Microscópio -o mais usado para trabalhos menores e a melhor opção
bem mais cara.

E OUTRAS FERRAMENTAS DE LIMPEZA COMO ALCOOLISOPROPILICO,


LIMPA CONTATO PARA LIMPEZA DE MEMÓRIA E BANCOS DE MEMÓRIA,
PINCEL PARA LIMPEZA.

ESTUFA
A estufa pode fabricar a mesma com os seguintes materiais:
1- Caixa de papelão de 3 mm (impressora ou leite)
2- Estilete
3- Silicone alta temperatura
4- Papel alumínio

Iniciando a confecção de uma estufa com o papel alumínio de fogão


aquele mais grosso você irá cobrir a caixa de papelão usando para
colar o silicone de alta temperatura aqueles utilizados para fabricação
de aquários. Para maior eficiência coloquei quatro camadas dentro da
caixa e quatro camadas fora da caixa, espalhe o silicone com uma
espátula e vá colando o papel alumínio um a um na caixa.

1
Para término você poderá usar o papel alumínio mais finos aqueles de
rolo para poder cobrir o mesmo para assim ficar mais apresentável.

Agora faça um furo do lado da caixa onde você poderá colocar as


placas de um lado e do outro ficar somente o canhão de ar da
estação, ele não poderá ficar direto apontando para as placas.

Para tampa pode se usar um vidro ou chapa de ferro, alguns técnicos


mandam fazer ao redor todo em madeira após dentro a caixa, e a
tampa de puxar acima.

Outros técnicos utilizam o forno elétrico onde o mesmo pode ser


colocado a temperatura ideal para fazer a estufa.

BASE PRÉ-AQUECEDORA OU PRÉ


HEATER
Agora chegamos ao ponto X da soldagem, o equipamento essencial
para soldar dessoldar e ressoldar componentes de eletrônica.

O mesmo fica abaixo a placa ao meio e a estação de ar a cima onde o


papel da pré-heateré auxiliar a soldagem para que o componente
aqueça abaixo e assim demore menos para soltar, e para soldar o
mesmo bem mais rápido.

Utilizamos para mult i/o, chipset e todos os componentes maiores na


placa.

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Temos acima a base fabricada pela Express Cursos e Treinamentos,
onde encontramos o braço como suporte para estação de ar.

Abaixo temos a base de pré-aquecimento hikari ou yaxun a mesma


não tem suporte para estação de ar porém a mesma coisa da
préheater EXPRESS.

TÉCNICAS DE SOLDAGEM
RESOLDAGEM
Agora teremos a aula prática de soldagem, o aluno agora com o
professor deverá aprender a soldar e ressoldar os seguintes:

1- Capacitores eletrolíticos
2- Capacitores, resistores, indutores, jumpers, fusível, ponte resistiva,
SMDS.
3- Cipwm, ci de som e rede.
4- Ci gerador de frequência
5- Adaptadores de teclado mouse vídeo
6- Mult i/o
7- Reflaw em chipsets

Aprender a utilizar a pasta de solda / Aprender a utilizar a pinça / Aprender a


utilizar o ferro de solda / Aprender a limpeza da placa

. Prática - Técnicas de soldagem

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Aqui o aluno aprenderá a maneira adequada de soldar componentes
eletrônicos

a. Ferro de solda

– É uma ferramenta contendo um fio de níquel-cromo dentro de um tubo de


fe

do ferro. Dentro da resistência vai encaixada uma po

galvanizado ou latão. Esta parte é a resistência

de cobre recoberta com uma proteção metálica. Ao ligar o ferro na rede,


passa corrente pela resistênc

esta aquece a ponta até a temperatura adequada para derreter a solda.


Abaixo vemos esta ferramenta:

– Quando ligamos o ferro pela primeira vez sai uma fumaça. Esta é a

b. Limpeza da ponta do ferro

resina que recobre a resistência. Isto é normal. À medida que ele esquenta
devemos derreter solda na sua

. Abaixo vemos como deve ficar a ponta do ferro:

ponta. Esta operação chama-se estanhagem da ponta

Com o ferro quente, após algum tempo de uso, sua ponta começa a ficar
suja.

1
Para limpá-la usamos uma esponja de aço tipo “Bom-bril” ou uma esponja

vegetal daquelas que vem no suporte do ferro, conforme observamos ao


lado:

É só passar a ponta do ferro sobre a esponja úmida e após isto colocar um

pouco de solda na ponta. NÃO SE DEVE NUNCA LIMAR OU LIXAR A

PONTA, POIS ISTO ACABA RAPIDAMENTE COM A MESMA.

c. Operação correta de soldagem

– Abaixo vemos a forma correta de se aplicar solda numa trilha da

placa de circuito impresso e descrevemos o procedimento:

c.1 – Segure o ferro pelo cabo de madeira ou plástico da mesma forma

que seguramos o lápis ou caneta para escrever;

c.2 – Limpe e estanhe a ponta do ferro;

c.3 – Espere até o ferro estar na temperatura de derreter a solda;

1
c.4 – Encoste a ponta ao mesmo tempo na trilha e no terminal da peça.

Faça uma ligeira pressão e não mova a ponta do lugar;

c.5 – Aplique solda apenas na trilha na região do terminal do

componente;

c.6 – Retire rapidamente a ponta e a solda deverá ficar brilhante. É

claro que isto também dependerá da qualidade da solda usada.

ELETRÔNICA SMDS
1- SIMBOLOGIA
EXISTEM NA PLACA SIMBOLOGIAS ESCRITAS VEJA SEUS
SIGNIFICADOS

R - Resistor (Ex: R1, R2, ...);


C - Capacitor (Ex: C1, C2,...);
L - Indutor (L1, L2,...);
RN - Rede resistiva (RN1, RN3, ...);
CN - Rede capacitiva (CN1,...);
F - Fusível (F1, F2,...);
Q - Transistor (Q1, Q2,...);
U - Circuito Integrado (U1, U4, ...);
D - Diodo (D2, D5, ...);
J - Jumper ou conector (J1, J7,...);
JP - Jumper.

2- DIFERENÇA ENTRE TENSÃO E CORRENTE

Tensão e voltagem é a mesma coisa. A unidade de medida de tensão é o


"Volt" (V), e a unidade de medida de corrente é o Ampère (A).A corrente
elétrica é o movimento ordenado das cargas elétricas (elétrons). A
resistência elétrica é o componente que resiste à passagem dos elétrons.
Quanto maior a resistência, menor a corrente.

1- TENSÕES DA PLACA

A placa-me tem muitas tensões as mais conhecidas são de 19 v 20 v 5v e


3v

Onde as mesmas são:

19v e 20 v – essa tensão alta vem do carregador para a placa onde quem
recebe a mesma é o Jack onde para placa, antes de passar corrente para a
placa ele passa por um circuito no Jack onde temos diodos capacitores
resistores smds

1
5v – a voltagem de 5v encontramos em algumas partes da placa como mult
i/o chipsets chips de rede som USB etc onde essa voltagem de 5v também
está no pson da placa assim também fazendo que a mesma não ligue

3v – encontramos no Power tem que ter essa voltagem

VAMOS AGORA ESTUDAR AS TENSÕES DAS PLACAS

Som e Rede = 1.07v , 3v , 0v

Ponte sul = 1.07v , 3v , 5v , 0v

Sata= 1.07v , 3v , 5v , 0v

Ide = 1.07v , 3v , 5v , 0v

Mult i/o = 1.07v , 3v , 5v , 0v

Gerador de frequência = 1.07v , 2.05v , 3,3v , 0v

Cipwm = 1.07v , 2.05v , 3.03v , 0v

Ponte norte = 1.07v , 3.3v , 0v

Circuito de memória = 1.07v , 2.05v , 3.3v , 10v , 12v , 19v , 0v

Vcore = 1.07v , 2.05v , 12v , 19v , 21v , 0v

Aqui acima as tensões de uma placa-me desktop e notebooks.

CRISTAIS
Existe um componente nas placa-mae dos computadores denominado
"Cristal". Qual a sua finalidade?
Trata-se de cristais de quartzo utilizados nos circuitos osciladores que
constituem os relógios internos dos micros. Estes circuitos emitem uma
corrente que oscila em uma frequência constante ao longo do tempo, de
modo que basta contar o número de oscilações para determinar o tempo
decorrido (por exemplo: em um circuito que oscila em uma frequência de
40MHz, basta contar 40 milhões de oscilações para obter um segundo). Os
cristais de quartzo são usados para controlar a frequência de oscilação
desses circuitos porque apresentam a propriedade de vibrar em uma
frequência exata quando a eles se aplica uma corrente elétrica (a frequência
de ressonância do cristal, que depende apenas de suas dimensões e forma).
O que os torna dispositivos extremamente estáveis e confiáveis para
controlar as frequências de operação dos diversos componentes do micro -
inclusive a CPU.

Cristais – Tem a função de oscilar entre si e mandar sinais para os cis para o
acionamento da placa alguns tipos de cristais são:

1
Cristal de 32k – responsável para definir o clock do rtc (REAL TIME CLOCK)
ou seja o mesmo controla o relógio da placa quando atrasa e também
controla a partida – dizemos que o mesmo é como um motor de arranco de
um carro onde da partida se o mesmo gudar ou quebrar a placa não irá ligar
de forma alguma assim tendo que substitui-lo.

Cristal de 14k – esse cristal é responsável de definir o sinal de entrada para


os ci gerador de frequência que o mesmo é responsável por geral Sinai de
clock para a memória CPU etcexemplo o cristal define sinal para o gerador
de frequência os mais comuns ics 56 pinos para ele gerar clock para
memória e para o CPU assim se o cristal estiver ruim a placa não
esquentará processador ou morrerá a voltagem da memória.

Cristal de 25k – define o clock dos cis de áudio e lan – tem muita gente que
quer trocar o ci de som ou rede que pensa que não funciona por isso mais
pode ser só o cristaI

Podemos criar um testador de cristais veja como:

LISTA DE COMPONENTES

R1 = 100KR2 = 2K2R3 = 330 OHMQ1, Q2 = 2N3563D1 = 1N4148C1, C2 = 220pFC3 = 100pFC4 = 0.1uF


(100 nF)D2 = LED VERMELHO (ULTRA BRILHO)S1 = PUSH BUTTONMateriais Diversos: Garras Jacaré, Clip
para bateria de 9V, Fios, Solda, etc...O transistor Q1, um 2N3563 e seus associados formam um circuito
oscilador que sómente irá oscilar se um Cristal bom estiver conectado nas garras do teste. A saída do
oscilador, é retificada pelo diodo 1N4148 e filtrada por C3, um capacitor de 100pF. A voltagem positiva
sobre o capacitor é aplicada à base de Q2, outro 2N3563, causando sua condução. Quando isso
acontece, a corrente flui através do Led. Se o cristal estiver bom, o Led irá indicar. Também poderá ser
utilizado os transistores NTE123AP, PN100 ou 2N3904.

RESISTORES
Os resistores para montagem em superfície (SM em
inglês SurfaceMounting), têm uma codificação que pode ser de três ou
quatro caracteres. Os resistores SMD com três caracteres, figura 1, são os
mais utilizados em equipamentos eletrônicos.

1
Tabela de Resistor SMD

dígito 1 = 1
dígito 2 = 2 12*100: 1200
dígito 3 = ohms = 1K2
Multiplicador

dígito 1 = 1
dígito 2 = ponto 1.6 ohms
dígito 3 = 6

dígito 1 = ponto
dígito 2 = 2 0.22 ohms
dígito 3 = 2

Letra Mult
F 100 000
E 10 000
D 1 000
C 100
B 10
A 1
X ou S 0.1
Y ou R .
1
– Quando passa muita corrente por um resistor ele aquece muito com o
Superaquecimento de resistorese seu corpo fica carbonizado,

Como vemos ao lado:

Isto pode ocorrer por dois

motivos: O componente ou circuito que o resistor está alimentando está em


curto ou a potência nominal do resistor não é adequada ao circuito.A melhor
forma de testar resistores usamos a escala de ohm ou seja aquela escala
que tem um U ao contrário então ele fora da placa deveremos ver o valor do
mesmo e testar também temos uma regra a seguir veja

Resistor de 100 é = a 10
Resistor de 202 é i= a 20 e repete duas vezes o 0 no caso 2000 um
resistor de 2mil ohm ou 2k
Resitor de 103 é = a 10000 10 mil ohm ou 10k
Voce repete o primeiro e o segundo algarismo e o terceiro será as
vezes que irá repetir o ultimo
Veja mais
Resistoressão componentes usados para dificultar a passagem da
corrente elétrica e diminuir a tensão em vários pontos de um circuito
eletrônico.

RESISTORES NOS CIRCUITOS ELETRÔNICOS


Conforme vemos abaixo, eles são usados para diminuir ou dividir a
tensão em vários pontos do circuitos. Desempenham papel
fundamental na polarização dos transistores e CIs (circuitos
integrados) que são os principais componentes dos circuitos
eletrônicos:

1
LEI DE OHM

Esta lei relaciona a corrente elétrica que passa por um resistor com a
tensão aplicada nos seus terminais. A corrente é medida em Ampère
(A), a tensão em Volt (V) e a resistência em Ohm (Ω). Basta dividir a
tensão pelo valor do resistor e saberemos a corrente que passa por
ele. Veja abaixo:

Essa tabela é para aqueles momentos em que estamos projetando e não


vem o símbolo elétrico ou eletrônico para determinado dispositivo. É uma
tabela bem básica, mas ajuda no desenho de circuitos e projetos.

1
Tabela 1 - Símbolos elétricos e eletrônicos.

Na Tabela 1 apresentamos alguns dos símbolos usuais no desenho de


circuitos, sendo eles: Massa ou GND ou terra, Bateria, Fonte de Corrente,
Fonte de Tensão Alternada, Indutor, Resistor, Capacitor, Fusível e Chave. A
tabela também contem alguns símbolos usais de semicondutores utilizados
na eletrônica tais como: Diodo,DiodoZener, LED, Transistor NPN, Transistor
PNP, Traic, SCR e Diac.

CAPACITORES
O Capacitor é um componente eletrônico muito simples, porém com grande
utilização em circuitos. Construtivamente falando, o capacitor é um
elemento composto de duas placas (condutores), entre as quais existe
algum isolante (dielétrico), pode ser ar, mica, plástico, óxido ou qualquer
material que impeça a passagem de corrente elétrica.

A figura a seguir mostra a variedade de capacitores que existem no

mercado.

A tabela de capacitores trás informações sobre o tipo de Dielétrico (isolante


utilizando entre as folhas ou placas condutoras do capacitor).A Armadura é
o tipo de folha ou placa utilizada podendo ser: folhas de alumínio; alumínio
depositado; prata depositada ou tântalo metalizado. As faixas de valores de
capacitância para cada tipo de capacitor e as faixas de tensão de operação.

1
Tabela de capacitores.

Os capacitores de papel, são construídos com folhas de alumínio separadas


por papel parafinado, sua faixa de capacitância está entre 1nF e 10uF e a
tensão de operação entre 150 a 1000V. O Capacitores de Mica, tem um
armadura de folhas de alumínio, com folhas de mica como dielétrico, podem
ser encontrados nos valores de 1pF a 22nF e tensão entre 200 a 5000V. Para
mais informações verifique a tabela.

A variedade de capacitores que existem é muito grande, por esse motivo


acho que a tabela de capacitores acima será de grande utilidade.

Capacitores smds ou cerâmicosos mesmo na placa tem o terra mais


podendo em alguns de baixa capacitância ter o mesmo valor da
entrada eles não tem polaridades mais devemos respeitar as cores
que todos são marrons mais tem mais escuros que outros e os
tamanhos assim tendo que trocar pelo mesmo tamanho e cores ele
devem ter uma voltagem em um ponto e no outro o terra quando um
desse tiver com o terra em curto teremos que achar o que está em
curto na linha dele para assim o mesmo voltar a funcionar – defeitos
de placa de som ou rede ou ubs os mesmos só em alguma ocasiões
poderá não fazer a placa ligar

Antes de começarmos a falar sobre o teste de capacitores é importante


lembrar que quanto menor o valor do capacitor maior deve ser a escala de
medição de resistência usada e quanto maior o valor do capacitor menor
poderá ser a escala utilizada.

Outra consideração importante é que o capacitor deve ser descarregado

1
antes do teste, bem como após cada teste, isto deve ser feito para que o
teste seja correto além de evitar danos ao multímetro.

Para descarregar um capacitor é só colocar os seus dois terminais em curto


através de uma chave de fenda ou um alicate de bico, para isto ele deve
estar desconectado de qualquer circuito eletrônico.

Dependendo do uso e do valor do capacitor este pode estar com muita


carga e ao colocar seus terminais em curto poderá ocorrer faíscas e um
estalo.

Caso o capacitor a ser medido seja para uso com uma tensão alta e possua
um valor na ordem de microfarads (uF) pode ser necessário descarregá-lo
através de um resistor de baixo valor (aproximadamente 100 Ohms) e só
depois os seus terminais devem ser colocados em curto.

Cuidado para não levar choque ao fazer isto, use ferramentas com cabo
isolado para manusear o resistor e para colocar o capacitor em curto.

Por esta introdução já podemos perceber que devemos utilizar a escala de


medição de resistência (Ohms) para a medição e teste de capacitores.

Antes de testarmos um capacitor vamos nos lembrar um pouco do


funcionamento de um capacitor, e como sabemos, um capacitor impede a
circulação de corrente contínua e para corrente alternada ele oferecerá
apenas uma certa dificuldade.

Esta dificuldade é chamada de reatância capacitiva (XC), e dependerá do


valor do capacitor e do valor da freqüência, pois ao aplicarmos uma tensão
contínua sobre um capacitor ele se carregará com o valor desta tensão, e
para que isto aconteça uma corrente surgirá entre a fonte de tensão
contínua e as armaduras do capacitor, e depois que ele estiver carregado
esta corrente cessará.

Você já está querendo perguntar: mas você não disse que o capacitor não
conduz corrente contínuo?

Realmente ele não conduz, mas quando aplicamos sobre ele uma tensão
continua a tendência é que aconteça uma movimentação de cargas para
nas suas armaduras de forma que a armadura que está ligada no positivo
tenha a mesma quantidade de carga da armadura que esta ligada no
negativo, e vice-versa.

Estas cargas terão valores opostos (em uma armadura serão positivas e na
outra negativas) estabelecido este equilíbrio cessa a corrente e quanto isto
acontece o capacitor se carrega.

1
Podemos dizer que quanto maior o valor do capacitor maior será o tempo
necessário para ele se carregar e/ou maior será a corrente para ele se
carregar. É bom lembrar que, na escala para medição de resistência, um
multímetro apresenta em suas pontas de prova uma tensão (é para isto que
ele usa pilhas ou baterias) e é através desta tensão que iremos testar os
capacitores, vendo a sua carga através da movimentação do ponteiro do
galvanômetro.

DIODOS

O diodo é um componente formado por dois cristais semicondutores


de silício ou germânio. Durante a fabricação, os semicondutores
recebem a mistura de outras substâncias, formando assim um cristal
P e um outroN. O terminal P recebe o nome de anodo e o N recebe o
nome de catodo.

FUNÇÕES DOS DIODOS

No circuito, eles fazem basicamente o papel de chaves liga/desliga.


Encontraremos em fontes de alimentação, estabilizadores, circuitos
de proteção, etc. Abaixo vemos um exemplo de diodos funcionando
como retificadores de fonte de alimentação (transformando a
corrente alternada em pulsante):

1
PONTE RETIFICADORA

São 4 diodos interligados dentro de uma única cápsula. É usada para


substituir os 4 diodos do circuito retificador de muitas fontes de
alimentação. Sua principal vantagem é ocupar menos espaço que os
diodos separados.

1
TESTE DE DIODO

Uma maneira bem simples e prática são descrita a seguir para testar
diodos, são testes para serem realizados com a utilização de multímetros
digitais na seção onde tem o símbolo de diodo.

Teste de funcionamento de um diodo com um ohmímetro:

1) Encosta-se a ponta de prova negativa no cátodo.


2) Encosta-se a ponta de prova positiva no ânodo.
Se diodo estiver em bom estado, o ohmímetro deve indicar resistência
baixa, (vai marcar no display algo próximo de 500).

3) Seguindo os mesmos procedimentos, mas invertendo-se as pontas de


provas, a resistência deve ser muito alta, ou seja, não marca nada no
display.

Conforme citado no início to texto, os procedimentos descritos são válidos


para os multímetros digitais, como eles já vem com uma seção apropriada
para testar semicondutores, deve-se utilizar a seção apropriada, a seção dos
multímetros digitais apropriadas para testar semicondutores vem com a
indicação de um símbolo de diodo.

Em geral, o multímetro analógico tem a ponta de prova positiva ligada ao


pólo negativo da bateria que alimenta o multímetro, então os mesmos
testes descritos acima podem ser feitos tendo em mente que as pontas de
prova estão invertidas, e sempre na seção de ohms numa escala onde a
medição possa ser interpretada de forma fácil e rápida, como sugestão:
seção de ohms e em escala de X 10.

INDUTORES OU BOBINAS
Algumas voltas de fio enroladas de modo a formar uma bobina nos
levam a um importante componente eletrônico.

As bobinas ou indutores apresentam propriedades elétricas


principalmente em relação as variações rápidas de corrente, estas
propriedades são dadas pelo que chamamos de indutância.

A indutância de uma bobina é medida em Henry (H) e também é


comum o uso de seus submúltiplos como o milihenry (mH) que vale a
milésima parte do henry e o microhenry (uH) que equivale à
milionésima parte do henry.

As bobinas podem ser de muitas ou de poucas espiras, com núcleos


(para aumentar a indutância) ou sem núcleo de ferrite que são
usadas em circuitos de altas freqüências ou que trabalham com

1
variações muito rápidas de corrente.

Geralmente as bobinas de muitas espiras, como os choques de filtro,


podem ter núcleos de ferrite ou mesmo de ferro laminado e
trabalham com correntes de médias e baixas freqüências.

Na figura abaixo são mostrados alguns tipos de bobinas e indutores com


seus respectivos símbolos, estes componentes podem ser encontrados nos
computadores e em muitos dos circuitos eletrônicos.

As bobinas são componentes importantes de qualquer circuito onde


estejam instaladas e podem ser encontradas em diversas funções.

Uma das principais funções das bobinas é fazer circuitos de sintonia em


rádios, TVs, mas também é comum encontrar bobinas na função de
filtrar variações muito rápidas da corrente que poderiam afetar o
funcionamento de certas partes críticas de equipamentos elétricos ou
eletrônicos.

Os filtros de linha e alguns outros tipos de filtros fazem uso desta


propriedade das bobinas.

TRANSISTORES DE EFEITO DE CAMPO

Possui os três terminais com nomes diferentes dos transistores


comuns: dreno, source e gate. O dreno trabalha com a tensão
mais alta e o source com a mais baixa. Aplicando uma tensão
média no gate, ele cria um campo eletrostático dentro do
transistor. Este campo aumenta ou diminui o fluxo de corrente
dentro do componente. Como visto, ele é muito parecido com um
transistor comum, porém seu consumo é menor e sua impedância
de entrada é bem mais alta.

1
POTÊNCIAS DOS TRANSISTORES

De acordo com a quantidade de calor que o transístor pode suportar


classificamos em:

1 - Transístores de baixa potência - Tem o corpo pequeno e são


usados em circuitos de baixo consumo de energia elétrica. É o tipo
mais usado.

2 - Transístores de média potência - Possuem o corpo um pouco maior


(geralmente retangulares). Alguns têm uma aba metálica para
parafusá-lo num dissipador de calor.

3 - Transistores de alta potência - Possuem o corpo todo metálico


ou retangular de plástico com um furo para parafusá-lo num
dissipador.

POLARIZAÇÃO DOS TRANSISTORES


Polarizar um transistor significa aplicar uma tensão contínua em
cada um dos seus terminais para que o mesmo possa
desempenhar suas funções nos circuitos. É por causa da
polarização que os equipamentos eletrônicos devem ser
alimentados com pilhas, baterias ou a partir da tensão da rede
elétrica.
1 - NPN - Funcionam com tensão maior no coletor, média na base
e menor no emissor. A tensão da base é só um pouco maior que a
do emissor.
2 - PNP - Funcionam com tensão maior no emissor, média na base
e menor no coletor. A tensão da base é só um pouco menor que a
do emissor. Abaixo vemos os exemplos:

Temos vários tipos de transistores em uma placa-mãe eles de três terminais


fets eles de 8 terminais mosfets acionadores onde devemos ver se é um ci
ou transistor vendo pela simbologia do mesmo.

Para testar-mos os mosfets de 8 terminais devemos ver o data


sheet antes
Em algumas placas de notebooks em alguns pontos temos os
testes dos transistores fora da placa abaixo:

1
TRANSISTOR COMUM:

TRANSISTOR DUAL CHANNEL

1
FETS TRANSISTOR DE EFEITO DE CAMPO
FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor, Transistor de Efeito de
Campo, que, como o próprio nome diz, funciona através do efeito de um
campo elétrico na junção. Este tipo de transistor tem muitas aplicações na
área de amplificadores (operando na area linear), em chaves (operando fora
da área linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. Os FETs têm
como principal característica uma elevada impedância de entrada o que
permite seu uso como adaptador de impedâncias podendo
substituir transformadores em determinadas situações, além disso, são
usados para amplificar frequências altas com ganho superior ao
dos transistores bipolares.

Composição

Os FETs podem ser compostos por germânio ou silício combinados à


pequenas quantidades de fósforo e boro, que são substâncias ´´dopantes``
(isto é, que alteram as características elétricas).Os transistores de silício são
os mais utilizados atualmente, sendo que transistores de germânio são
usados somente para o controle de grandes potências.

Polarização

Um FET para uso geral apresenta três terminais: porta (gate), fonte (source)
e dreno (drain),que permitem seis formas de polarização, sendo três as mais
usadas: fonte comum (fonte ligado à entrada e saída simultaneamente),
porta comum (porta ligada à entrada e saída simultaneamente) e dreno
comum (dreno ligado à entrada e saída simultaneamente).

1
Temos alguns tipos de transistores e
alguns tipos diferentes de teste

1
AQUI TERMINA SEQUENCIA DE ELETRÔNICA SMDS E
APLICAÇÕES EM DESKTOPS VAMOS EM SEQUÊNCIA
PARTIR PARA NOTEBOOKS

SEQUENCIA DE START LAPTOP

Iremos conhecer hoje alguns defeitos comuns em


placas de laptop, onde você aluno irá aprender todos
os procedimentos a serem feitos em placas.
Sequencia de start (laptop)

- Todos os laptops seguem uma sequencia de start, que tem origem no


circuito de entrada, ou seja, (conector ligado a placa) ou ligado diretamente
no circuito da bateria (ou seja ligado direto a bateria carregada)

- Iremos dividis essa sequencia em duas partes veja:

1- Primário
Essa parte que chamamos de circuito primário estará quando o notebook
estiver em STAND-BY tensão alta (12v – 19 v – 21 v) e tensões de buck
converter (3v/5v)**

Buck converter
Ci que recebe uma tensão dc e baixa a tensão em uma tensão mais baixa
ex: 3 ou 5 v pis recebe a tensão 19 para a 3 ou 5v

2- Secundária
Está parte que damos o nome de secundária apresenta quando o notebook
estiver ligado são as tensões de ( MEMÓRIA – PROCESSADOR E CHIPSET )

** EM ALGUNS CASOS QUE AS TENSÕES DE 3V E 5V SÃO SUSPEND – OU


SEJA NÃO APRESENTAM ESSAS TENSÕES E SÓ IRÁ APARECER QUANDO A
MAQUINA ESTIVER EM START

SEQUENCIA DE START RESUMIDO (CIRCUITO DE PROTEÇÃO) EXEMPLO


COMPAQ CQ40

1
1- A TENSÃO DO JACK DEVERÁ TER A MESMA TENSÃO QUE VEM DE SEU
CARREGADOR – DEVEMOS VERIFICAR A AMPERAGEM ANTES DE
TROCAR A FONTE, POIS A MESMA PODERÁ SER DA MESMA VOLTAGEM
(TENSÃO) MAIS A AMPERAGEM MENOR (CORRENTE) – OU SEJA, SE
VOCE TEM UM NOTEBOOK ACER QUE TEM A VOLTAGEM (TENSÃO) DE
19V E AMPERAGEM (CORRENTE) DE 1.2 A (UM MIL E DUZENTOS
AMPERES) E SE O TÉCNICO LIGAR UMA FONTE DE 19V 600A
(SEISENTOS AMPERES) A MAQUINA IRÁ LIGAR NORMALMENTE PORÉM
NÃO IRÁ CARREGAR DEVIDO A AMPERAGEM.
VINDO ENTÃO IREMOS TRABALHAR COM 19 v COMO TEM NA FIGURA
INDICADA DO COMPAQ NOS SLIDES 01
PASSARÁ 19 v NO JACK E TERRA 0V PASSANDO PARA ESSES 19V
CHAMAMOS DE TENSÃO ALTA ONDE PASSARÁ PARA O MOSFET DE
ENTRADA ONDE CHAMAMOS DE MOSFET DE PROTEÇÃO OU SEJA
TODO O CIRCUITO DE PROTEÇÃO ONDE PROTEJE CONTRA ALTAS
TENSÕES E EVITA DE QUEIMAR O APARELHO POR COMPLETO ONDE
ELE PASSARÁ PARA O PWM DE ALTA ONDE O PWM TERÁ QUE TER OS
19V DE ENTRADA ESSE PRIMEIRO MOSFET IRÁ FAZER UMA PROTEÇÃO
SE TIVER ALGUM CURTO DO OUTRO LADO O MESMO SERÁ
DESARMADO NA PLACA FAZENDO COM QUE O CIRCUITO PARE DE
FUNCIONAR
QUANDO TEMOS UM CI PWM SEM TENSÃO ALTA OU SEJA, A TENSÃO
19V O DEFEITO NÃO PRESISAMENTE SERÁ O CI PWM E SIM NO
CIRCUITO DE PROTEÇÃO DO JACK.
2- DEPOIS QUE QUE ESSA TENSÃO ALTA PASSA POR ESSE MOSFET IRÁ
DIRETAMENTE PARA O PWM DO BUCK CONVERTERE TAMBÉM IRÁ
CHEGAR ATÉ O MOSFET COMUTADOR
EXPLICAÇÕES BUCK CONVERTER E MOSFET COMUTADOR

Buck converter
Ci que recebe uma tensão dc e baixa a tensão em uma tensão mais baixa
ex: 3 ou 5 v pis recebe a tensão 19 para a 3 ou 5v

Mosfet Comutador
Esse é um mosfet que recebe de um lado a tensão da bateria quando a
bateria está plugada – quando a bateria e o carregador está ligado o mosfet
recebe os19 v de um lado e do outro 12v – quando se tira o carregador do
jack os 12v que está no mosfet comutador ele será chaveado para o outro
lado e irá chegar até o pwm primário e passará ser ligado na bateria.

Então vemos o seguinte defeito se meu laptop funciona na energia mais não
funciona na bateria então poderemos achar o defeito no mosfet comutador
que controla o mesmo quando é tirado o plug do carregador.

3- Quando o pwm recebe a tensão alta ele passará a fazer diversos


processos entre ele o chaveamento dos mosfets na figura vemos

1
após o pwm temos 2mosfets chamados mosfets de alta onde em
qualquer circuito acharemos um mosfet de alta –
4- Mais em frente veremos o pulso de carregador onde se o mesmo não
encontrar a tensão nescessária ele não irá startar a maquina, temos
exmplo de maquinas que tem todas as voltagem de 3v e 5v onde não
starta, vemos que a bios comanda o mult i/o se a bios estiver
corrompida ou danificada poderá acontecer vários problemas tais
como a maquina não starta e outros problemas como também a
mesma não carrega a bateria pois a eprom é quem comanda o ci de
entradas e saidas.
O circuito do laptop é um circuito digital é muito simples onde
poderemos ver que os mesmos estão ligados ou desligados. Ex: mult
i/o e bios tem que ter 3 v ou 5v se não tiver o mesmo está cortando o
pulso.

3- Mosfets e Bipolares
Na eletrônica, podemos usar os transistores para inumerasfunções, mais
iremos ver aqui no curso apenas para uso destes componentes como
“CHAVE LIGA E DESLIGA” por se tratar de um circuito, onde essa é a
principal função nos laptops.

Iremos falar agora sobre mosfets


IDENTIFICAÇÃO

Na figura 02 podemos ver ao lado esquerda nós temos um mosfet onde


vemos os terminais1-(source) 2- (source) 3- (source) 4- (gate) 5-6-7 e 8
( dreno)

1
Aquiiremos identificar o mosfet pois na hora da troca temos que saber por
qual trocar para não ter nenhum problema posterior no laptop.

Primeiramente temos que ver se o mosfet é canal (P) ou (N), para isso
devemos apenas colocar a numeração do mesmo no google e colocar a
palavra chanel, vejamos o exemplo em sala usaremos o mosfet 4402 basta
colocar o mesmo desta forma no goole – (mosfet 4402 chanel) quando
damos enter iremos viusalizar (AM 4402 N ANALOG POWER N-CHANEL 60-V
(D-S) MOSFET – aqui se trata de um mosfet de canal n e não canal p.

Iremos fazer a comparação do que estamos usando e do qual iremos fazer a


troca veja a tabela da figura 03 devemos fazer a comparação entre as
voltagens dreno souce – voltagens gatesource e a corrente continua do
dreno, podendo assim fazer a troca do mesmo sem ter medo.

Figura 03

Figura 05
Vejamos na imagem 04 onde temos um mosfet canal (N) e duplo onde
podemos ver que tem souce1 e 2 – gate 1 e 2 – e o dreno 1 e 2 aqui se trata
de um mosfet de canal n duplo ou seja dois mosfets em um só. Voce poderá
encontrar na propria placa que ele é um duplo atraves das trilhasna placa
mãe com uma lupa iremos perceber que existe uma difenca nas trlhas que
são juntas e separadas veja a explicação na figura 06 E 07.

1
Figura 04

Figura 06

1
Figura 07

4-TESTE DE MOSFET NA PLACA


Na escala de continuidade ou diodo coloca-se qualquer ponta do
multimetrono source se for um canal nos terminais 1- 2 ou 3 se for canal
duplo no terminal 1 ou 3 e a outra ponta no dreno geralmente nos pinos
5-6-7ou 8, se der uma resistenciabaixissima, provavelmente o
componente está em curto, ou a linha que o mesmo esteja ligado.

Se apresentar um valor infinito inverta as pontas de prova, se apresentar


um valor infinito de ambos os lados, o mosfet está aberto.

Só lembrando que entre GATE/ SOURCE e GATE/DRENO , não pode


aparecer impendância O VALOR DA IPENDANCIA DE 400 500 OU ACIMA.

NÃO PODE TER CONTINUIDADE ENTRE OS DEMAIS.

5-MOSFET FUNCIONAMENTO
Iremos ver agora o funcionamento dos mosfets canal (P) e
canal (N) – Na Figura 08 Voce irá ver nos exemplos de
canais P e N.

Em uma situação que chamamos de estado de corte é quando a tensão do


source está igual a tensão do gate. No mesmo ao medir o sourcevoce
encontrará 19v e ao medir o gatevoce encontrará 19v então ai voce tem um

1
mosfet em estado de corte.os 19 v que estão no source não irá passar para
o drenoou seja não está chaveando.

Quando iremos para o estado de condução do canal (P) neste canal é


diferente do canal (N), no canal (P) a tensão do gate ela tem que ser menor
que a tensão do source na figura do slide 08 veremos que o gate tem 8v e o
source 19v o canal (P) segue esse padrão (GATE TENSÃO MENOR DO
SOURCE).

No estado de corte do canal (N) a tensão será a mesma de 19v para source
e gate, onde aqui vemos que o mesmo está em curto ou fulga.

No estado de condução do canal (N) a tensão do gate deverá ser maior que
a do source para o mesmo poder chavear os 19 para o dreno onde medimos
o gate com 24v como no exemplo do slide 08.

Lembrando que poderemos ter tensões diferentes essa que estamos


explicando é de entrada ou seja de 19v.

Em alguns casos de defeito que não passa tensoes alguns técnicos colocam
um fio entre o source e o dreno onde perderá o cheaveamento mesmo
assim irá funcionar porém se tiver algum curto do outro lado poderá
ocasionar outro problema maior.

O circuito depende da tensão do gate para chavear.

6-TRANSISTORES BIPOLARES
Como veremos na figura slide 09 – no esquema eletricovoce irá ver como no
slide o pq105 e o pq 104 – vemos na figura entendemos que o bipolar tem
dois tipos (P) e (N) onde irá funcionar diferentes devemos saber antes de
testar.

Para saber rapidamente se o mesmo é (P) ou (N) devemos encontrar


primeiramente o emissor como vemos na figura pq104 ou pq 105
deveremos ver pra onde a seta aponta como no slide 09 o bipolar é
composto por base emissor e coletor –para onde a seta aponta será o
emissor –

1
Agora iremos ver se o mesmo é tipo p ou n veja na figura do pq 105 veja
que esse ponto numero 2 é o traço maior que chamamos da base, se essa
seta estiver saindo da base esse é o tipo (P) e se estiver entrando na base
como na figura do pq104 é tipo (N).

Vejamos na figura do slide 10 vemos duas diferenças começaremos da


esquerda para direita então vemos que temos uma tensão sendo usada de
6v ligados em uma lampada e ao meio temos um transistor temos a base no
meio no lado acima coletor e na parte abaixo o emissor, no transistor
bipolar (P) quando a base do transistor está ligado ao terra a lampada está
desligada, para a mesma ser ligada a base terá que ser alimentada pelo
positivo na figura poderemos ver que a lampada será ligada quando a base
do transistor bipolar receber a tensão que temos aqui 6v.

Notransistor bipolar do tipo (N) existe uma diferença a lampada será ligada
quando a base receberá 0v ou terra, esse é o transistor tipo (N).

É muito importante o técnico aprender todo o funcionamento dos


componentes eletrônicos.

7-CIRCUITO DE ENTRADA DC-ADAPTER


O CIRCUITO DE ENTRADA DO LAPTOP, É O PONTO INCIAL ONDE SURGE A
TENSÃO DE +B (ALTA)

GERADO PELO CARREGADOR EXTERNO DO LAPTOP.

OS PRINCIPAIS ELEMENTOS DESSE CIRCUITO QUE DEVEMOS CONSIDERAR


SÃO:

- CONECTOR JACK

- NOME DA TENSÃO DE ALTA DEFINIDO PELO ENGENHEIRO

- PULSO DE: (CARREGADOR CONECTADO)

- MOSFETS DE ENTRADA OU FUSISTOR DE ENTRADA

- CIRCUITO DE PROTEÇÃO

COMO VIMOS ACIMA IREMOS DAR INICIO AO


CIRCUITO DE ENTRADA DC – ADAPTER

Iremos estudar agora para entender todo o


procedimento o que são tensões (AC) e (DC)
Impresso em algum local da superfície dos aparelhos elétricos
residenciais é possível encontrar as inscrições AC, DC e 60 Hz. AC significa
AlternatingCurrent (corrente alternada).DC significa DirectCurrent (corrente
direta). Em um circuito elétrico DC, a corrente circula em apenas um dos

1
sentidos. Em um circuito AC, a corrente ora circula em um sentido, ora em
outro. Hz ou hertz significa repetições por segundo. Por isso, o valor 60 Hz
indica que a corrente elétrica fornecida nas tomadas de nossa casa oscila
sessenta vezes por segundo.
Veja no vídeo 01 a diferença das tensões AC eDC.

Antes de dar inicio nossa aula você irá aprender como fazer pequenas
transformações em (DC) iremos dar um exemplo aquiabaixo:
Tenho uma fonte de 14v porém preciso muito de uma fonte de 5v o que
devo fazer para transformar essa fonte de 14v em 5v?
Primeiramente devemos comprar os materiais necessários para converter
veja:
- 01 circuito integrado regulador 7805
- 01 dissipador para o mesmo com arruelas, porca e parafuso
- 01 capaciotoreletrolitico de 1000uf x 16 volts
Esse material é barato você poderá converter até uma fonte de 30 v pois o
transistor suporta máximo 30v – o mais importante que você deverá saber
quem é o fio positivo e negativo veja como:
Pegamos um multímetro já que temos nossa fonte de 14v podemos colocar
na escala de 20v dc para fazer o teste ao colocar os pinos do multímetro
nas pontas de cobre desfiadas do fio temos o resultado na tela do
multímetro de 14v então ali será a ponta vermelha positivo e a ponta preta
negativo.
Porém se ao colocar as pontas aparecer na tela do multímetro em vez de
14v encontrarmos
(-14v) isso irá significar que está ao contrário ai sabemos que estará ao
contrário.
Olhando o circuito integrado 7805 de frente, você vera que o mesmo tem 03
terminais
o da esquerda será a entrada o do meio será a nossa massa ou terrao da
direita será a saída estabilizada em 05 volts
solde o fio positivo da fonte no terminal da esquerda, esta entrada suporta
ate 30 volts dc
solde o fio negativo no terminal do meio
o capacitor eletrolítico vem marcado a posição de negativo e positivo
o negativo solde no terminal do meio
o positivo solde no terminal da direita
você terá no terminal do meio o seu negativo, solde o seu fio que ira
alimentar o seu consumo
você terá no terminal da direita o seu positivo estabilizado em 05 volts solde
o fio para alimentar
pelo fato de entrar 14 volts, provavelmente não estabilizado e necessário
colocar o dissipador de calor, e bem simples basta parafuso na parte
metálica, não importa a posição.

Agora que sabemos o que é tensão (DC), essa é a tensão que iremos utilizar
em laptop quando chamarmos de tesão de alta isso irá significa a tensão
que vem do alimentador.

Utilizamos o método de seguir sinais de tensão onde iremos pegar uma


tensão na sua entrada e puxar nas trilhas na escala certa de (DC) para
acharmos o curto.
Para iniciarmos o teste inicial de uma placa de laptop deveremos saber qual
a sua tensão de carregador ou seja você deverá testar seu carregador,

1
colocaremos o multímetro na escala de dc 20v para testar fontes até 20
volts ou na escala de 200v para testar fontes acima de 20v.
Vamos trabalhar com a tensão de 19v, iremos testar agora o JACK onde
teremos 19v- nas placas dos laptops temos um circuito de entrada
chamamos esse circuito de proteção onde passará por fuzistores
capacitores de proteção jumpers e até diodo quando uma tensão entra na
placa alta ou com oscilações frequentes os smds queimam fazendo com que
a placa não entre em mais curto vejamos um modelo de placa de laptop
Toshiba como na figura 13.
Neste slide vemos aqui o JACK após o mesmo seguindo a trilha de 19v
temos de inicio um diodo onde se o mesmo abrir a placa não da sinal
nenhum de vida, após vemos também com tensão de alta 19v um fusível
onde se o mesmo abrir a placa irá parar de funcionar, passando como vimos
na nossa introdução o cipwm que deverá tem uma tensão de alta para
converter em 3v e 5v (BUCK CONVERTER).
Já na figura 14 veremos que o jack segue as tensões ao outro lado da placa
onde se seguimos a tensão completa nesta trilha verde iremos chegar ao
mosfet de entrada e o comutador que passará para os demais mosfets.
Iremos pegar um exemplo de uma placa Samsung que não tem simbologia
ou serigrafia na placa no vídeo 02 podemos acompanhar a aula.
Vemos primeiramente o JACK onde teremos a tensão de 20v e medimos na
escala de dc 200 pois a mesma da uma oscilação mais de 20v.
Colocamos o pino preto do multímetro em qualquer parte de cobre na placa
podemos colocar também na parte de alumínio dos espelhos, e a ponta
vermelha serve de ponta de prova onde iremos testar as tensões (DC) de
entrada da placa.
Quando saímos do JACK passamos de inicio para duas bobinas que
aparentam capacitores smds porém a bobina encontramos da cor preta e o
capacitor da cor marrom, essas bobinas teremos 20v nos dois lados,
seguindo mais a frente nesta parte seguimos uma estrutura difenrete de
algumas outras placas definidas assim pelo engenheiro, temos uma
continuidade nesta trilha que irá entrar pelo mosfet de entrada onde
passará por sua vez para um fusistor (R033), passará para o mosfet
comutador onde irá dar inicio a parte da bateria 12v, podemos ver também
sua sequencia acabando no cipwm onde também receberá alta para
transformar em 3v e 5v por isso em algumas placas que não ligam nem led
podemos testar a parte primária onde aqui vimos onde poderá ser o cipwm
em curto fazendo assim com que a placa não starta.
Vemos que após o cipwm temos o mosfet de alta onde passará por um
mosfet de baixa atrás da placa fazendo assim o BUCK CONVERTER passará
a 3v e 5v.
Também podemos observar que passará para o i/o onde terá o pulso do
carregador sem ele a placa também não ligará.

Para achar o defeito de uma placa devemos seguir os sinais de tensão, os


sinais de tensão temos que testar as trilhas podendo até ter que retirar o
componente para verificar se a trilha da tensão testada passa realmente por
aquele circuito.
Seguir sinais de tesão é a forma mais fácil e rápida de achar um defeito em
uma placa-mãe veja:

Iremos verificar o circuito do (PWM) do cpu, como no vídeo 03, vemos aqui o
CI pwm (ISL), que o dc pino 1 ou 2 do ci onde marcado com uma chanfra

1
passará para um capacitor smd que continuará atrá da placa em um circuito
de capacitores, transistores e cis. Continuando na frente da placa
poderemos ver que alguns terminais do cipwmirá passar para o chipset que
nesta placa é único, em algumas placas quando não esquenta o
processador podemos identificar o defeito no cipwm, antes seguindo os
sinais do circuito, até o chipset podendo ser feito de um reflaw até um
reballing para o funcionamento da placa.
Em algumas placas muitos técnicos ao testar a mesma starta e para ao
mesmo tempo como se o processador estivesse queimado por isso pedimos
para todos alunos antes mesmo de passar para placa do mesmo teste os
periféricos como neste caso se a placa liga e desliga tiramos o processador
que alimenta a alta da placa assim se a mesma ligar teremos que testar
outro processador se continuar o mesmo defeito poderá ser feito antes de
mais nada uma ressoldagem no cipwm junto ao seu circuito lembrando que
o mesmo poderá ter atrás da placa, persistindo assim o defeito de liga
desliga teremos que retirar o cipwm limpar a parte que terá resídos de solda
com malha desoldadora e iremos testar na escala de DC a entrada de
tensão poderá ser no pino 1 ou 2 se o mesmo tiver uma tensão alta mais da
conta devemos seguir os sinais de tensão do pino 1 até acharmos o
componente que está alterando a tensão da placa, em outra ocasião
podemos encontrar placas que não esquentam o processador que podemos
fazer o mesmo processo acima de resoldagem, se o mesmo não voltar
podemos ver o pino 1 ou 2 se tem tensão se o mesmo não tiver devemos
seguir os sinais de tensão para encontrar o componente em aberto para
fazer assim a troca voltando assim a tensão do pwm , em outras ocasiões
quando o processador não esquenta poderá ser o chipset ponte norte ou o
ci de entrada da placa.
No vídeo 04 iremos ver o circuito da memória onde o mesmo podemos ver
no slot que a memória é de 1.5v, primeiramente vemos as trilhas que as
primeiras estudadas passam para o cipwm, vejamos para que o cipwm
funcione totalmente ele precisa dos sinais de oscilação do gerador de clock
que fica geralmente vizinho ou por trás do cristal de 14k em algumas placas
não iremos encontrar os mesmos pois estão no ponte norte um só chip, os
cristais da placa irá emitir oscilações para que o gerador de frequência
acione os dispositivos tais como ponte norte cipwm, fazendo assim com que
a memória funciona (acione) se esses circuitos estiverem avariados a placa
poderá não funcionar ou startar travando, devemos sempre seguir os sinais
de tensão de alta até encontrarmos os defeitos, vejamos em uma linguagem
mais fácil, se temos um JACK com 19v onde passará por vários transistores
e até ci para encontrar o pulso do mesmo convertendo as tensões em 3v e
5v, da mesma forma é nos demais circuitos que chamamos de secundário,
para achar o defeito ou possível devemos saber a tensão de cada uma
vejamos memoria do vídeo testado aqui tem 1.5v, para essa tensão chegar
até esse valor passou por várias transformações, como vimos do inicio da
aula quando transformamos uma fonte de 14v em 5v, muitas vezes em uma
placa vemos que precisa ter 5v e não tem ai que tem alguns técnicos que
fazem a chamada gambiarra onde fazem a transformação de uma voltagem
de alta para menor, podendo assim acarretar um curto a frete pois não
sabemos por qual motivo esse componente queimou ou por avaria do
tempo ou por curto mais a frente, por isso devemos consertar sem
gambiarras.

1
CIRCUITO BGA
Material para solda BGA

- Fluxo de solda pastoso

-Fluxo de solda liquido

-Pasta de solda

-Malha desoldadora

-Base para BGA

-Stencils (MASCARA)

-Esferas

-Pinça Sucção (Vácuo)

-Base préheater

-Estação de ar

ESTES SÃO OS MATERIAIS BÁSICOS QUE DARÁ PARA O TÉCNICO COMEÇAR A


FAZER SOLDAS BGA ATÉ O MESMO COMPRAR UM MATERIAL MAIS CARO
COMO IRDA SE TORNANDO MAIS RÁPIDO A SOLDA.

O QUE É BGA???

É um tipo de conexão de microchips onde o chip possui pequenos pontos de


solda na sua parte inferior, que são soldados diretamente no PCB (placa de
circuito impresso) . O chip é encaixado e a solda é feita numa câmara de
vapor a aproximadamente 180 graus, temperatura em que a solta de funde
mas que ainda não é suficiente para derreter os demais componentes
da placa mãe, incluindo os conectores plásticos e os chips, que suportam
temperaturas um pouco mais altas. O BGA é utilizado por vários
componentes, entre eles chipsets e chips de memória

PROBLEMAS DE BGA COMO RESOLVER???

Talvez o problema mais aborrecedor hoje enfrentado pelos donos de


notebooks HP seja o problema com a BGA. Este mal é uma falha ocasionada
pelo superaquecimento do chipset que provoca o derretimento da solda que
o fixa, causando falhas de contato no chip gráfico e com isso fazendo com
que o notebook não exiba nenhum sinal de vídeo.

Já é de conhecimento geral que este é um problema crônico de algumas


séries de modelos da HP e que por enquanto ainda não possui uma solução

1
definitiva e eficaz para o problema. Equipes de engenharia certamente
estão analisando ou analisaram a questão, porém nenhuma convocação de
recall ou outra atitude foi tomada até o momento.

A falha se manifesta em sua grande maioria nos modelos que possuem


processadores AMD, principalmente os modelos Turion X2 com soluções
gráficas ATI. Porém, em alguns casos ela se estende a alguns modelos com
processadores Intel e também solução gráfica da Nvidia, numa proporção
bem menor de casos. As temperaturas aferidas ficam muito acima do
normal e causam problemas até que um determinado dia os notebooks não
ligam e acendem apenas os leds, que ficam piscando, e nada mais
acontece.

As principais linhas afetadas são: DV5, DV6000, DV2000, TX1000, TX2-1000,


CQ50, DV9000

Apesar do problema afetar notebooks de modo tão grave a ponto de


inutilizar o equipamento, ele apresenta sintomas pré-apagão que podem
mostrar indícios de superaquecimento e evitar que o pior aconteça, fazendo
com que se possa contornar o problema e retardar o processo
indeterminadamente. Alguns pontos comuns podem ser observados.

Num estágio inicial do problema você pode identificar a “doença” (vício)


quando o notebook esquenta de maneira anormal. Geralmente as
temperaturas internas marcadas são superiores a 85ºc na maioria das vezes
acabam ficando na casa dos 90ºc e atingindo o pico de 100ºc que é o
máximo suportado pela máquina e quando ela é desligada por segurança.

Outra questão importante é que o notebook pode sofrer com problemas no


módulo wireless, que num determinado estágio pode queimar e passar a
não ser mais reconhecido pelo sistema no Gerenciador de Dispositivos.
Erros de tela azul e desligamentos involuntários são outros indícios de que o
sue notebook sofre com a questão da BGA. Neste ponto, onde ainda é
possível ligar e utilizar o notebook, é que as medidas preventivas devem ser
tomadas antes que o mal evolua para um estágio mais avançado onde o
conserto não será barato ou possível.

Não se sabe exatamente onde está o erro do projeto ou a causa


determinante para o problema, portanto não existe apenas uma resposta
única para o problema.

A primeira recomendação é tentar diminuir a temperatura interna do


notebook. Com uma temperatura baixa, é possível evitar que a solda se
funda e provoque erros e falhas característicos do problema. Tentar manter
o equipamento o mais “frio” possível é a ordem. Para isso existem diversos
procedimentos que podem auxiliar no arrefecimento do produto.

Pasta térmica - Por padrão, tantos os produtos in box quanto os


computadores vêm de fábrica com elastômero que fica na superfície do
processador e entra em contato com o cooler. O material parece uma cera e
com o passar do tempo pode se tornar ineficiente para controlar a
temperatura. Por isso é indicado que quando possível abra-se o notebook e
remova os resíduos do elastômero, aplicando em seu lugar uma pasta

1
térmica para melhorar a dissipação de calor. As melhores possuem prata em
sua composição e a Akasa AK450 e a Artic Silver 5 são as mais indicadas.
Veja aqui os links de exemplos de pastas térmicas:

a- Artic Silver 5
http://www.waz.com.br/componente/refrigeracao/pasta-termica/pasta-
termica.html?marca=4841&gclid=CJ2Vn6uM-rICFRRynAod8kcAYg
b- Akasa
http://www.oficinadosbits.com.br/Oferta.asp?codigo=6436

Temos também uma forma de fazer uma pasta térmica eficaz veja como
fazer

Uma medida de cobre em pó

Uma medida de prata em pó

Uma medida de pasta térmica branca

Só misturar os tres produtos e deixar bem untado

Os componentes elétricos de um computador geram calor, e as ventoinhas


dentro dele ajudam a circular o ar, evitando que os componentes se
aqueçam demais. Calor em excesso fará com que a ventoinha fique sempre
ligada, danificará componentes e diminuirá a velocidade da CPU. Todos
esses problemas com energia e temperatura altas farão com que os
aplicativos funcionem mais devagar do que o normal. Uma das funções
principais do BIOS é monitorar a temperatura e ajustar as condições de
funcionamento. Mesmo que o ruído da ventoinha em funcionamento
contínuo seja irritante, pode ser a primeira indicação de que o computador
está funcionando com toda a eficiência possível.

Para manter o computador o mais frio e eficiente possível, execute uma ou


mais das ações corretivas abaixo.

RECUPERAÇÃO DE BATERIA EFEITO


MEMÓRIA

Atenção: Este procedimento deve ser feito por um técnico em eletrônica


ou acompanhado por um. Não nos responsabilizamos por danos de qualquer
espécie promovidos pelo uso das informações contidas neste ou em qualquer
outro artigo do Clube do Hardware.

Devemos deixar a bateria carregar totalmente e descarregar totalmente

1
durante pelo menos 5 vezes, isto vale tanto quando a bateria está nova ou
quando deixamos de usar o notebook por mais ou menos uma semana. É
importante lembrar que devemos guardar o notebook sempre com a bateria
descarregada e fora do aparelho. Esse tempo pode variar de acordo com o
tipo de bateria e aparelho. É importante ler o manual do notebook.

Afinal de contas, o que é o "efeito memória"? Todos nós que temos aparelhos
com baterias recarregáveis (notebooks, celulares, etc) já ouvimos falar nesse
esdrúxulo “efeito memória”, que é o fato de a bateria reduzir sua vida útil
caso seja colocada para carregar quando ainda não está completamente
"zerada". Esse problema ainda é um enigma para a maioria dos usuários.

Os especialistas advertem que o "efeito memória" só afeta as baterias feitas


com níquel-cádmio, comum nos modelos mais antigos. As baterias da nova
geração, desenvolvidas com níquel-metal-hidreto ou lítio-íon, estão livres do
problema. Mas na prática eu aconselho seguir o procedimento em qualquer
tipo de bateria recarregável.

O problema com a bateria feita com o composto níquel-cádmio é que as


cargas não se misturam. Isso significa que, se a bateria não estiver
completamente zerada, o carregador vai entender que a carga máxima da
bateria é a sua quantidade total menos o que já havia de carga. Os
fabricantes fazem a seguinte analogia: imagine um tanque com capacidade
total de 60 litros. Compare este tanque a uma bateria. Digamos que o
usuário resolva abastecer quando o tanque ainda tem 20 litros. Então, a
bomba do posto só vai injetar 40 litros. Transportando esta situação para as
baterias que sofrem com o efeito memória, o carregador entende que a
carga total dela são os 40 litros e não os 60 que cabem no tanque. No
popular, dizem também que o “efeito memória” acontece quando o
carregador fica viciado num determinado patamar e, mesmo que a bateria
esteja zerada, ele não consegue enviar uma carga completa.

Agora que já sabemos o que é “efeito memória” e como se livrar dele, vamos
ver o mais importante que é como recuperar as baterias com este problema.
No mercado brasileiro, uma bateria nova de notebook, na base de troca,
pode variar entre R$ 350 e R$ 500, lembre-se que uma nova deve custar
bem mais.

Procedimento

Tenha em mãos:

 01 Multímetro.
 01 Resistor de fio 3R3 10W (aquele verde). Pode ser um resistor de
valor parecido. Lembre-se de usar de potência grande.

 02 pedaços de fio fino de +/- 15 cm (fios de cabos de rede par


trançado éótimo)

 Ferro de solda e solda.

1
 Fonte de alimentação com saída DC 12V.

O primeiro passo é localizar na bateria os dois pólos que se refere à tensão


de alimentação e suas referidas polaridades: (+) positivo e (-) negativo.
Esta é a parte mais difícil. Você usar um multímetro em escala DC e achar
quem é o VCC e quem é o terra. Uma bateria de 9,6V em sua carga plena
mede fora do aparelho +/- 12V. Não abra a bateria em hipótese nenhuma. A
bateria com “efeito memória” possui uma tensão de saída bem menor que
esse valor. Uma vez localizado os pólos positivo e negativo da bateria,
marque estas posições e polaridades com uma pequena etiqueta, você vai
precisar bastante delas.

Pegue os fios e alongue os terminais do resistor, soldando os fios aos


terminais do resistor. Depois, coloque cada ponta do resistor em um pólo
diferente da bateria (um no terra e outro no Vcc). Não é necessário
respeitar a polaridade. Tenha cuidado para não colocar os pólos da bateria
em curto (você corre o risco da bateria explodir, caso faça isso). Colocado
cada ponta do resistor de fio de 3R3 10W em cada pólo da bateria, você
deve deixar durante 24 H esta bateria com o resistor ligado nela, lembre-se
que este processo é feito com a bateria fora do notebook.

Depois de 24H, a bateria estará completamente descarregada, pois toda a


sua carga foi consumida pelo resistor. Você agora deve fazer uma medição
com o multímetro e verificar uma tensão de 0 V (ou algo muito próximo
disso) na saída da bateria. Caso a bateria não esteja ainda completamente
descarregada, deixe ela mais tempo com o resistor acoplado até perder
toda a sua carga.

Agora vem uma parte que requer bastante atenção. Lembra das
polaridades? Pegue a fonte de alimentação de saída 12V e retire o plugue
da fonte de maneira que você possa soldar e isolar novamente depois (se
não quiser cortar os fios do plugue você pode deixar os conectores e
adaptar dois fios do mesmo tipo do que usou para alongar o resistor de
maneira que você possa encaixar nos pólos da bateria que ficam em
conectores bem finos). Nesta etapa você deve respeitar e ter certeza da
polaridade, ou seja saber quem é o positivo e o negativo. Agora vem a
parte mais delicada e de habilidade. Você deve colocar por 01 minuto
exato, em duas sessões, o positivo da fonte no positivo da bateria e o
negativo da fonte no negativo da bateria. Não faça de maneira nenhuma
mais que duas sessões, pois a bateria pode explodir.

Meça a tensão da bateria e você verá que ela foi carregada. O valor da
carga varia muito de bateria para bateria.

Feito isso, vá imediatamente ao notebook e coloque a bateria. Deixe ela


carregando até o notebook avisar que a bateria foi completamente
carregada. Não use o notebook nesta primeira etapa de carga, deixe-o
apenas ligado na tomada e você verá aquela luz mostrando que a bateria
está carregando e espere até ela carregar completamente.

Pronto, sua bateria estará 100% nova. É importante ressaltar que baterias
com mais de dois anos de uso não terão resultado satisfatório. Esse

1
procedimento é apenas para baterias novas e semi-novas, que ficaram com
“efeito memória”.

Depois disso, deixe sua bateria descarregar até o notebook avisar para você
que a bateria está acabando e coloque-o para carregar até 100% e depois
descarregar de novo. Faça isso pelo menos 5 vezes.

OBS: Ao receber equipamentos já mexidos por outros, analisar bastante a


placa, principalmente por poder encontrar soldas mal feitas ou gambiarras.

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