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FUNDAMENTO DOS

DIREITOS HUMANOS
S. Tomás de Aquino

FUNDAMENTO DIREITOS HUMANOS


1. 5.
JUSNATURALISTA NO SÉC. XX

Corrente do pensamento jurídico Críticas utilitaristas superadas pela aceitação da necessidade


segunda a qual existe um conjunto de se associar a liberdade e a autonomia individuais com
de normara vinculantes anterior e o bem comum, ponderando-se, no caso concretio, o limites
superior ao sistema de normas necessários a determinado direito para que se obtenha
1.1. fixado pelo Estado (direito posto) um benefício a outro.
O direito serve para exigir do Estado e da comunidade as
Cunho metafísico. Fundamenta-se em um direito prestações necessárias para o bem-estar social fundado na
preexistente ao direito produzido pelo homem, 5.1. igualdade
oriundo de Deus (escola de direito natural de
1.2.1. razão divina) Traço marcante dessa Crítica marxista esvaziada pelo reconhecimento da autocracia e do
corrente, de origem religiosa 5.2. poder arbitrário que imperaram nas ditaduras do socialismo real do séc. XX
Fundamenta-se em um direito preexistente ao 1.2. ou contratualista:
direito produzido pelo homem oriundida Predominância do positivismo nacionalista dos direitos humanos do sé. XIX
Grotius natureza inerente do ser humana 5.3. e do início do séc. XX desmoralizada após a barbárie nazista
Locke 1.2.2. (escola de direito natural moderno)
Rousseau Positivismo nacionalista superado no plano internacional, acelerado desenvolvimento
Reconhecimento de direitos do Direito Internacional dos Direitos Humanos, que gerou uma positivação internacionalista,
não expressos para justificar com normas e tribunais internacionais aceitos pelos estados e com impacto na vida
1.3.1.1. Direito de greve
efeitos ainda não previstos de 5.4. das sociedades locais
1.3.1. determinado direito fundamental

Reconhecimento de novos Presença perceptível


1.3.2.1. Direito à fuga
1.3.2. direitos no DIDH e no STF, por
1.3. exemplo:
Dirieito de permanecer
calado ampliado para
direito de não colaborar
1.3.3.1. com a investigação
Ampliar direito previsto
1.3.3. no Constituição
Direito de defesa ampliado
pelo STF para que o acudado
possa não admitir a culpa e,
1.3.3.2. até mesmo, mentit

POSITIVISMO
2.
NACIONALISTA

2.1. Consolidação do Estado Nacional

Escola positivista traduziu a ideia de um ordenamento


jurídico produzido pelo homem, de modo coerente e
2.2. hierarquizado

Para essa escola, o fundamento dos


DH é a existência de normas postas, cuja
validade está na sua edição conforme
2.3. as regras da constituição
A divergência entre o jusnaturalismo e Risco: normas locais não reconhecem
o positivismo reside na defesa, pela escola ou protegem determinado direito ou
jusnaturalista, da superioridade de normas 2.4. categoria de direitos humanos
não escritas e inerentes a todos os seres
humanos, reveladoras da justiça, em face de
normas postas incompatíveis. Para os 3. UTILITARISMO
positivistas nacionalistas, essas normas
reveldoras da justiça não pertencem ao Jeremy Bentham e
ordenamento jurídico, inexistindo John Stuar Mill - final do
qualquer choque ou antagonismo 3.1. séc. XIII e início do XIX
com a norma posta
Criticava os defensores da existência de um contrato social
3.2. baseado no Direito Natural

Sustenta que a avaliação de uma conduta decorre de suas


consequências e não do reconhecimento de direitos. Determinado
ato é reprovável, ou não, de acordo com as circunstâncias ou
3.3. consequências

3.4. Visão de maximização das consequências de uma contduta

SOCIALISMO E
4.
COMUNISMO

Visão de que as sociedades humanas podem ser compreendidas


no contexto da luta de classes, na qul interagem os opressores e os
4.1. oprimidos

DH reconhecidos em abstrato, não considerando


4.2.1. os meios de implementação desses dispositivos

Ao reconhecer o direito de propriedade e


a livre-iniciativa, solidificaram a estrutura jurídica
que mantinha a exploração do
Descrença marxista na linguagem dos direitos das
4.2.2. homem pelo homem
4.2. revoluções liberais
Ante a meta comunista de eliminação da luta de
classes e, consequentemente, do próprio Estado,
a atuação dos direitos humanos no papel de
restrição do poder do Estado e promoção da
4.2.3. autonomia do indivíduo era dispensável